Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03008


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Full Text
..N\n riR I Mr.
cmmmmmfmm

SWl'NDA KEIHA
mi imiiiii.....i" i11 iniiiiii''
Dtf OUTUHMO N-
DIARIO
&mfw*fkkmsjmi
OAS DA SKMANA.
19 $egaflda& Pedro de Alcntara Podroeiro do mp. nao h*
Vi, T^'n Joao*Cano. Ref-rfem: idftoJ. JJ**^
2i QuiirTa S. Ur-ulae *> da Ihexourar.a Pub-
Lint1 or. allh. c 56 mili, da t.
M Quinta S. Ufarla S^Si- <(< m. aud- do J- do Crifllc
-x'.a' .* "jWCapi,. rano. Setrio da The. Pb. do
nuil, do J. t'c O. de t. ... t, ,
S. fafeej Are-ajo- Re. de m. and. doVj*. G..4
,. OftidV Knlia oS.I.-o. Scorpio 80*43 mi, da ni.
95 s. Crispir, e CApiajaio,
Tudo atora depende denfemeaOO*. da nos*a prudencia, modr
racao. e tnit^hi contiiim-.m.s cor.u. >riiic|iamo*. e (renlo a-
pontaito* com adimraijSo entre a Na^oe mal curta.
Prodam^iu da JuembUa Geral d* Brattl
nli..rreve-e a WW) H. mea*ae* ua^o adiantados ma Tvpopra-
fa'T-rpSa .........reademrfa X. T, a 38 Mrecch,m
WrrePnd|aIcialejral*aa, ewinuneloai .iierlndo^ entes gra.
ti end do* propriota-sig.umte., e viudo signado.
PARTIDAS DOS CORHKlOS.
Ol indaTodo o iasao incio da..
Goiana, Alhandra, Pataiba, Villa do Conde. MamanKuape, fi-
lar; Keal de S. Joao, Brejo d* Arela, Ra.nM, P",,,VNS*V,"
Souza Cidade do XalaJ, Villa* de Goiannmha, e Nora da l*nocc.
za: Cidade da Fortaleza. Villa do Anuir, Monte "jorn*'
Aracaty, Caseavel, Canind, Granja fiDfrtatria, 3. kmi4*e
S. JoSo do Principe, Sobrar, Novad El Re,, Ico, S. M **
achodo sanjue. Sanio Antonio do Jardim, Qnexeramobim, e r-r.
n ai lia-Segunda e Sextas feira ao meio da.
Santo Antio- Todas as qtiarlas feiraa ao meio da.
Garanliu*. e Bonito- nos diar 9 e 23 do me* ao meio da.
Flores-no dia 13 de cada mea ao meio da. .,,., .
Seriiibaem, Rio Formozo, e Limeiras- Segundas, Quartai, e
extas feiraa ao meio da.
INTERIOR.
O
-w Conh. cimento das grandes catastiophes polticas
, ilcve ser infructuoso; elle deve prevenir a nos-a
conducta, rs'endo appaitlhar nossos recmsos Cdffira
Ma maligna ii-l lencia.
Seria esTunWhi depois da polihcacio das p-tsas ot-
ficiars relaiiv..s miseranda Provincia do Gram Par,
q.ie (li arguye mus nossas ienVx6es quando feudos
pehrdor, c pelo suato, apenan no. resta alent para
, arpir e t, enier Bruzil! Brazil !'..... Como mal
preparado e lavas para ser extremamente livre.....
C'rge imperiosamente a liem da Ir.uquilidade da m.s-
j Provincia, que nao sejamos mudos recopiladores
dos luctuosos .-uces'-os do Para : oumpre varrer a H- .
Rulo-' dt alguna (quanto costa acredilal o?) QlJe se ^
i si reiio-sobre as de-gjacas daquella Provincia, Ugu-
r.mdo se I he Huffl ensejo ile melhur.ir a dueccao do I
Brazil! 'lio monstruo>o absurdo nio be novo n
mente da estupidez, e da perversidade : he mismo
coiic.bido por aquelles que rom tremor femenil do
pe.igoeminenie, ruido arredal-o fanU-un loqmWe-
Ias. Iludidos! O veiu^deiro patriotismo, a verd*-
dnra coragem consiste nn calcular opV'go da Ma
maioreateuelo, ein prover, c preparar-nos p.W o
peior que possa acontecer. E que diremos daquelles (
qua se dio por moilo ofcnJidos das Autbondades do
Para claroarem pela salvaco da raca pura dos BraM-
leiros aerificada alt ao ftnxrr dos baibros Taplos e
heUH consocios ? Quando falo os fado, de ven e-
mudicer as pisvenves: e quero nao quiser parecer
connivente deve proceder constante com-j Ule pres-
ci i'e a honra de CdaJio.
Algnns qne i'orem do nonMmontos t dviz nos
ceu.u.e.n pd-s expor concideracao publiea, como
tendentes a producir gr^n les desconfiancas, 'no2*
rfo os espii ilo^ de ideias sombras eaterradora*. INio
foi sem a mais r. flectda delibeiscfio que nos arrisque- I
mus a hun passo, que pvovavelmeote sera julgado
com seve idade, e com rancor por aquelles que se es-
troio d'anle mi a lorpldar-se na pilbagem, e no
samnie: por aquel!, s que julgario oll'endi.l osen a-
mor prop io. Tal fui a iiqsm couclusi >: se poraeio
de nossos clamores poder naos fazereom rple o B-aziI
olhecom a uiai'u-sisudez para o perigo mais^ssol*-
dorquelh'est eminente, queremos dizer a con-
llagracio Nacional seremos dictosos aperar de to-
dos os odios, de todas as cen uras.
Amaior diHiculdadc dhumPovo, que se quer
constituir independente, e que sobre tudo reteme
aratWf inslituices libfas, nao he sacudir os ini-
roigos de fora, nem mddar o nome ts eousa, e o na-
nieto do Agentes ou Funcionarios pblicos ; conciste
a grande diflicutdade em vencer os traidores, os facci-
osos, osiniroigos da propiia caza-, destruir odios,
ambiges, ciontes, paixes intestinas, e em fim fun-
dar hum Governo, para o que, talvez seja necessario
que a Patria, to potico piedosa como Medea, sacri-
fique scuspropiios Fi'hos. Isto que temos dito sao
verd.de.sgeraes sao axiomas que se podem applicar
a todos os Puyo.. : mas arespeito do Brazil ha mais
alguma cousa alem do commum; he a relutaucia da
massa heterogrtila da tua populacio ; obstculo qua-
se iusuperavtl, degradante, e de asss dilicil remedio
como tsvftit de organis?Co phsiea. OitiO obstcu-
lo lano ou mai.< aviltanle, ha a rede de envpolgar, he
o dW.ejo du fivereiii lodos a e.-pemas do Sstodu: esta
p^ixo he vergonhost, e padece poucas exrepcoes: a
ella se lem sacrificado a honra, a repuiacio, o pa-
triotismo, e a propria ex'stencia, anieassada sempre
no meio das faccoea: be por olla que se fe.xao os olhos
ao nosso estado horroroso dedelapidaco e egosmo ;
he por ella que os ladies pblicos, os facciosos, ua
perverso-s nao sio ponidos, lem proteelo, sao inms-
tv.dos, etcm amigos; be por ella, que se dorme em
profundo somno aborda doabyMdo o min ssnsiarfor :
he porque .- se procura enriquecer, e t.io eiu curo-
prirdeveres; 'os males da Patriado rmihanas, quan-
do se tenba representarlo e dinheiro. Aqueles a
quem foi consignado reliar sobr os destn -s do Pa.z,
desculo ando -re huns com o outros, sao muito mais
zellozos do seu inte.esse. O, fados tem falado alta-
mente ao Brazil todo, eescusado he reprodosir pro-
'S'Anteiiorpoha do 7 de Abril lavrara j ero lo-
do o Imperio, huma cri.iiinwsrrepgrna **
sempenho dos deveres sociaes ; peste fatal que tem
devastado a Ameriea, tornando desgr.cad.ssimos sot>
oeatandarledalicen.iosidade, Poros out ora fehze,
inda que curvados so jugo collonial. O germen de
semelhanle de.graca nao ha sidooccol.o aoeniendi-
mento dos pensadores, e nos hio x. tamos de o decla-
rar com franqueza : e-peremos no Branl (e ass.m lo.
en. toda a America, excepto os fillios deWacmglon)
Esperou se que os povos se persoad.ssem de repente
que ? a lei pode tudo; mas os Povos sema precisa
educaco repelindo os oppressores entrega.ao-sesern
caufella aos demagogos e se precipita.ao no estado de
anarqua em que nos achatos. Ah He preciso a-
i.idaaoHovo doB.-zil grandes e exlraordmanos es-
r.,rcs paracliegar asen destino ConslHucional; a
marcha rpida da idei-slibor-es, tfop.ssa e se con-
funde nos obstculos que a natureza lhe oppoem. W
taba*B verdadeda hu siluscio actual.
O lemor d'huma restanracio, os maUs e o oprobio
que ella cundusiria por sua commitiva, com quanto
fo>se hum rtceio inverosimil em quanto a anarqua
uolhe abri,se a estrada, servio para conter osespi-
,ilos luibaiUntos, e.conservar unida ao Goyerno a
maioria da Naci. Amo.tedo .x Imperador fez des-
.ppa.ecar osuslo, efoio.ignal da subd.visio dos
parlidoaqueal^enlioerlo lolicilos em torno doGo-
| verno. D.sapaicoo o perigo extei no, o Governo lem-
porario em sua existen.'.*, limitado em s.ms aU.it.ui-
r6es, sem forca, sero prestigio, esemgva*ai, teve e
p,,der umita iifluWlci, 'chou se so, e sem vigor
p*.a aaranfiras vantagens que devem fazer a!.b.r-
dade a.n..vel aos Cidrias, segurando su,s pessoa*,
seus justos direilos, e a sua propr.edade Desde em
lio a anarqua que linha gracado por todas as ordens
do Estado, velo deseuvolver o seu itiai congenito ele-
mento, o rancoroso ciume das differentes caitas da po-
pulara. He rerdad xfue a in.truco e educado ge-
oeralisando-se p..deem decurso de lempo azer desa-
se lem enterposto a foror do Brazil, opere alguma i-
nesperada mudanca as ideias do nossos Patricios, on
pelo menos tenhamos a gloria de cahir cosbaleDdo da
huma maneira digna de verdadero* bomena livres,
dipna do renome Ilustre da Naci Brazileira.
Cbcgou a epoefca dos sacrificios paada Pati w; a me -
dilacodo quadro horrorox do nfchz Par, he buro
espelhoem que jremos nossos focturos anda mais
luctuososporqife o mal ser mais externo, chaia
enlre nos materias inda mais corobustiTewe despostes.
Pernambucanos.' Cha.osConcididios Nio se tra-
ta s de succorrer irruios; desgrasa he cotasnum,
salvar o Para nio he meno qu procurar conaetrara
existencia de todos os Braxileiros : se o Para Mj^bar
acabou se o Brazil. Nio tejamos indiferentes, he
traidor Udo o que nio fe prestar raalvaclo lalaquella
Provincia. Huma ub.cripco geral deve ser operada
nio par* soccorxer as infelices familias Tictl
fuiHH-aantbal do ttetetjo Par, com^lllWiW par*
socoorrer aiiuellas dos nossos $oUdoa qao ^#a4*aerr
chio. Nos. idea ha ainda mais ampia : desejamos
ueaexpediciosahisse prvida ptlo fundo da.ubs-
ci ipcio: este passo daria grande gloi- a Peroabuco,
fara convencer ao. nossos iniroigos internos qo,.no
dormimoa aborda do abysmo, e dara ao nosso Gorei-
no maiores rocur.Os e mais confianca nassuas prov.-
dencias. Sim Pernambucanos! soccorramos os Pa-
raenses, e sojamos generosos coro oa nossos bravos qpe
acodem voz da Palris, da honra, da propria exis-
tencia comprometidas na iosurrei?o mais consecuen-
te do noasoPaix. He a S. Ex. oSnr. Preside.te, qe
cumpre promover, di.igir, e aplicar a subscripto :
Per.aau.buco confia em sua probidad., e sob seus aus-
picios. O patriotismo Pernarobucano revivir o he-
rosmo de Roma. Se perigo se tender, se o.al
criarraizes, toda a oppoxicio depois sera nua : este
deve ser methodica, e applicada muilo de Jonge
cora a unio das foi cas phizca e moral.... U co-
nbecimento das grandes catealrophe polticas niade-
*e ser infructuoso j elle deve prevenir a nossa con-
duela, fairado apparelar nossos recurro, contra sua
maligna influencia.
X'
O
SIDSCR1PCA PAaAOPARA'.
-JS ebaixo asignados, Membros d'lmma Sociedade
Beueficente, e Caridoia penetrados da mais pungente,
evenerante dr p-los ltimos acoolecimentos (lio
desaatroxos, como la.nenia veis) da malf-dada 2*'n"
cia do Para onde huma horda de brutos, e lero^s Ca-
mbaes lefio a forne, amorte, e^n.ternaci cual ao seio de numerosas, e respeitaveis ternillas,
desei.ndo por todos os meios ao seu alcance minorar a
.Jbid.de de autos roales, e ado^r ao eno. em
parte tantas, e lio amaras aflc56e. de lano, che fes
de familia, que angustiados vera ^1unp9^ T
^^;Z^^^^^^^ ^ose^Ciren,^
cizo popular aLlecida no %2p%L )%> per.it, dar-Ls, e temeroxox fag-
rizados, e aflbetos os abano assignados so co a idea,
de que grande parle d'aquelas mizerandas jielima.
lenhfoanecombido depura fome (oh d.sgracs, oh
horror !!!) ellesse propoe.m a huma reunan publica
ti talla dos Jurados sob o. auspicios do kn.cd.rre-
xident da Provincia o Sor. F.ancisro de Pao!. Caval-
canli d'Alb querq-.e, para nUla tr.tar-te de procu-
qualquer indisc.icio da parte dos Brasi eirds, o me-
nor descuido do Goverrto, se a As embla G. em vez
de votar! providencias se utreter en. discussoas vagas
como be seu costume, lodosos vaticirt.e falkesda no,-
sadissoluciopolicatera. verificado.. Sombra co-
mo be, esla ultima proposfci, he do nos o d. ver e-
va. avante nos^o. esforcos p.ra atrhWa tempeslade,
na e.-perau?a de q*c a Ptov dtncia,- qu Untas vezs


D1AB1G DE PEBNAMBUCO.
>ar o melhor raeio do prestar-te i mais promplo, e
r-roGcuosoccoiro hemanidade afilela, eopprimida
-
litezosIrroiosParaenses, que mortos fem, e fal-
los de tudo nos peera pao, eroupa ara cubrirem
-ua ti iste mides; pelo que os abaixoassignados rogo
m Neme de DOS, a todas as pessoas, qutcheias de
cridad na podara ver com olhos pacficos, e iudile-
rentesasde>giacas de seus semelhaules, quer fcejo
Nacionaes, quer Exlrangeir.-s queirio compare-
"r na oaensionada Salla m o din (juinta feira 2 do
corvante pelas 9 horas da naiihl para se traclar da di das as spen5es de garantas e commisses especi-
*B P"> objecto. aes para a Provincia do Para, depoia se nn va exlen-
Mamoel Ignaa dc^Carvalho Mendonca. dendo para oulras Provincias, mi menta para a
__!_ I. i i_l_____ ..__. *-v
misses tem ti abaleado.
Huma nutra raza beni poderosa para mim, e
que me fas volar contra a auspensa di garantas e
Commisses especiaes, he o estado convulsivo de al-
gurnas ostras Provincia, tsperialmente a minlia.
Receio muilo Sr. P residente, que huma ver conce-
Fiancuco Joze da Coitm.
Jeaqiiim Ifuues Mmxadm.
RIO DE JANEIRO
CAVARA DOS DIPUTADOS.
Extrato da Sesso em 13 de Juho
Presidencia doSnr. Araujo Lina.
a? Eita a chamada pelas dez horas da manat, a a-
hando-se presentes cincoenta e cinco Deputado, o
Vice-Presidente declarou abeit* a sessa, e lida a
acta da antecedente, fui approvada.
O pi imairo Secretario pass*u a dar cunta do ex*
pudiente.
ORDEM DO DA.
Continuou a discuasaS sobre o primeirn ario do
parecer das Coamisiea acerca da proposta do Go-
bern, a emendas apoiadas a respeite do Para.
foi apoiada huma emenda do Sr. Ibiapiana e ou-
trado Sr. Mello.
OSr. Piulo de Mendonca disse: Sr. Presiden-
te, ainda quaa materia esteja esgotada, anda que na
sessa passada hurn^ Sr. Deputado que requereu a
rorogaca da sessad, declarasse qae a Cmara eslava
aseas fatigada com huma longa discussa de seis dias
e que por issona prestara mais attencao a quem
vetes de inelhor *orte, e tambem de mais allenca e Terminada a discuatfo. o Preside* ir LaU
solMcludedoGoverno. Esta he minha opina6; eso i votaco, o primeiro a'iigo'do JjSc*cSSSa
jude votar por Commisses especiaes quera n* li- dividido era quatio partea wmises
ver s.dote.temunha das scenastalamiluveis por que Fica creada na Provincia do Gram P..lk
tem passad,, aquellas Provincias, onde as ditas Com- I R.-lacio. Aprovado. r-Pra|kuma
Comportada sete Desembsrgdores com o Presi-
dente. Aprovsdo.
Os quses podero ser tirados d'enlre os Desera-
bargadores das oulras Relelos*. Aprotedo.
u d entre os Juues de Direito-Regeilado.
i odas as ou tras emendas que esta vio em relacioeom
o artigo do parecer das Coramiaaes, foro regeiladae
humas, e oulras Bcaro prejudicadas, e algunas rezei-
?adas para entraren! em disctalo em lempo pf0-
O Sr. hfoara Magalbies roandou mesa huma '
declarsea de vol, eiaa como linha votado pelo etta-.
belecimento de huma relacio so com poderes Or-
dmerios.
Entreu em discuuo o artigo segundo do! parecer
das Commisses. ^
Foi apoiada huma emenda do Sr. Paula Araujo,
da suppressao das palavras : O meamo Governo
marrar o ordenado dos Dczernbargadores.
Foi apoiada huma emenda do Sr. Carntiro Le-
lo.
- .^. ^...,_ _-------------------------j ...- ,,.
mnlia, af buje s lembrada para os castigos. O
Presidente actual da minha Provincia, contra quera
j aqui se lera fallado, atropellando todas as leis, tem
constituido os habitantes della a hum estado quasi de
de-esperacaS. En nao posso ser surdo aos clamores de
aneus constiiiiintes, menos aos gemidos da humani-
dade oppiimida. Na minha Provincia as garantas
conatiturianaese al os mais .agrados direitos do ho-
rnero e*ta5 suspenso' eabolidos de facto. J neMa ca-
aabouve quera incnlpasse aoSr. Presidente pilo as-
sasiinato jurdico de Pinto Madeira ; se elle neale ca-
so be criminoso, na5o pos?* affirmar, mas he forzoso
confessar q' nenburaas providencias deu, p4 q' se na5
realisassecom publico desprezo da censura q' dista an-
teriormente se lite faria. Huma cireular dirigida a te-
Foi apoiada huma emenda de aopprestio das pa
lavras dos Juiaes de Diraito, dirigida mesa
.v.iuiuicuKKinritiii, Huilla cu cui-ii un iftiu a im- pelo Sr Mello
dos o, JuiZes de Direito da Prcv. prevenindo-os de q' JuI ja K\ttidl m9terit e
nao mand.sssem execntar ss sentencas de morle pro- wolHi^t igualmente por partes. ^
fendas pelo Jury, sera que os se.i.enc.dos bsassem EsU re, 5 leia ^^.lo toda a Provincia -
dos recursos da gracae dos mais que as lea Ibes con- I Approvado. rrovmcia.
cede, na5 sei porque fatalidade tendo sido em tem- r> fiftT(l-.lft iu Atr n:m..i a ,
po expedida, na5 chegou ao Juiz de Direito do C. a- I Alterando o numero 5T? AWrO'
o^.esdarnor.e de Pinto Madeira! E nole-e ,ne .oV lar- ronunT.XtoZJ"**'* E^
lS y--"-"..* for,a que conduzco ^^TEj^el^
dito finio Madeira, nem levou esta ordem, e nem Q /.vppiota-
d.?rTr,trBr8ei P'ra "T;1 fr T* lhC, fSe E Coamindantes Milil.res, de m.neir. ,M wia
deprecada para a execuQa de semelh.n.e.en.enca. guaWeilteg o numero de DesembargXe. d^uVi
A raoriedessetaSalMectoquantodesgracado hornera, do8 no art. antecedente. ApZvfdo '
nao f, umversalmentees.ranhada na Provincia pela A emend<| ^ P *
------ -' >..... vr.,. hit imv, i.iua'Hiaua uai v>n>via i iu
execrecao que elle mereca. Outros sao os aclos. da-
quelle Pt evidente que tam arriscado O socego da Pro-
yincia.
^ Na Villa do Ir c6ineli^iio-se todas as arbitrariedades. Prenderlo-se
nouveree llar sobre a mesma materia, sem se lem- | umenerio-se todas as arblraredades. Frenderlo-ae
brar esje >r. que elle foi hum doa^jue mais parte to- Cidadios sera culpa, por des, vinte e mais das, sem
I"0! !**. :U8ta0' e ^Qe /""I temP<> consumi em i recurso algum para aa autoridades judiciaiiaa cor-
longos discursos, esem aeiembrar masmo do direito I rrioa-sa casas indistinctaraente a toda e qualquer
que a todos nesta casa he igualmente concedido, lo- j hora do dia e noile, e nestas diligencias foro in-
daviatenrJoeu antes pedido a palavra que h eje me i altadas as mulheres cora nemes injuriosos; chegou
tie concedida, nao me posso dispensar de d.rer al- a maidade a ponto de ser ali cruelmente acoutado
L'UOU cousa em huma nueslar <..<> .. .___:j._. i k... ______ _.r. i .._ ___ _..
-ispensa
guroa cousa em huma questaS que eu considero de
vida e de morte para a Provincia do Para, essa ta
interessante como infeliz parle do Imperio-
Sr. Presidente, quando se trata de medidas la
lxtraordmariaa na6 he muilo adiscussaS de seis dies-
en ouirasde muito menor entidade muito mais lampo'
se tem levado. Quando se tr,|a de suspender garantas
nu direitos he mister atlender a rauitas cousas, e as
d.scussesq' a verdadeea justica se manifesta. Todos
s membrosdesta Cmara desejaa prosperid* publica
mas cada hum a procura pelos meios que considera'
mais legitimle seguros. Huns pensa qu; a tran-
.,uillidadedoParsse restabelecer permittndo-se
OT algura lempo a suspensas de certas garantas, e
ulras medidas extraordinarias, outros comsigo ml-
xaoqne estas medidas sempre perigosas, n-5 podem
produsir hons resultados. Quando huma Provincia
o insurge, na5dissebem, quando hum partido le-
hum esciavo, e so'rer ariosos de cabeca por nfo
querer descobrir onde esta va seu senhor !
Huma s priso se nt<> faz mais pelo interior
da Provincia, seno ordem do Presidente, e esla
dirigida aos Commandantes dos destacamentos em
differentes pontos. Na Villa-Noa, onde exUtem, os
moii5es, tem-se pralicado todas as hostilidades:
quem foge da tropa lie considerado como quem re-
sille j tem-se atirado a homens como a lobos, e ba
pouco das bum pobre joven foi vctima desta barba-
ridade. Nao para ainda aqui : tem-se mandado pren-
no passou.
A ultima parte do art.: o mesmo Governo mar-
cara o 01 denado dos Desemba gadores fi regeitado.
Approvou-se a emenda que declara qua o Governo
marcara o veneimento dos Deaemhargadores.
A emenda do VUconde de Goianna Gcou preiudi-
cada. *
Enlrou em discussa o art. 5. o qual ficou adi-
ado pela hora.
O Presidente deu para ordem do da 14, a mesas
materia, a levantou a sessaS pelas duas horas s hura
quarto.
GOVERNO da PROVINCIA.
Connuacab do Expediente de da 1A.
TORTAnii. Ao Coasaandante da Paquete Bra-
silia para remettar as Commandants do Paquete La-
bre o piloto do Paquete Patagoaia, os dous mari-
nhairos desertores, o fui riel, o Soldado, s 15 inva-
der a pesso.s j ahaolvidas pelo Jury competente, i hros desertores, o Furriel o Soldado
embors asilo bem ou mal absovldas, e isto prova-se \ ,,doSflu condusm do Maranh.5, ewra.
dos ffiicioi do Presidente que correm impressps. Ao Comandante do Paquete L<
c Lebre para re-
Eu vi, Sr. Presidente, hum Officio do Pre.i- i "er, eceaduar para o Rio de Janeiro a entregara
denle da me-sma Provincia aoa Promotores pblicos, | a/spoxiaaS do Esm. Minu_tro do Marraba aa pracas
ordenando-lhes que quando o Jury slisolver algum
criminoso, aecuse o, porque, dizia elle, os Jurados
deque Irada a precedente Portara.
Ao Director do Araenal de Guerra para entre-
gar a ordem do Exra. Prezdente da Perahiba a cer-
-ieram seguros alguna rscrutas d'a-
-------->, ...------------,t,f u,uauao num panul,, le- *.rimiuoso, aecuse o, porque, dizia elle, os Jurados **" ""vVL
ants o estandarte da rcolta em qualquer Provinci- j ns'o sao irresponsaveis pela Consliiuiclo como o sfo ?"" a ordem do Exn
, esle he quem menos fcoffre, porque conseje de seus os Depntados, Senadores, e Regencia Istocusta rfnlecom 1ue ,1C
rimes, ou procura em lempo evadir-se aos castigos I crer, roas lie huma verdade, e dest'arte est destru- qe'l Provinea.
pormeio da fuga, ou quando esta se na5 n.leeil- I da agrande vaniase-n Aa Jiirir. S. Ex. o Sr. Presidente ordena, qua Vm.
cnapareca n'eata Secretaria araanha pelas dez horas,
afim de examinar oa oppoailores as Cadeiras vagas
-.--" hihiiiiuu8, e a supponar p- i -> irmenuo ser victima ae saas aibUiariedades, de priaeiras Letras: oque pai tecipo-lhe para sus
roeio da calumnia e da intriga todos os castigosjdevidos est enlrinclierado com peca de campanha, grana- inteligencia eexecuca. Vicenta Thoaaz Pires de
quelles. Disto, Sr. Presidente, nos tem convencido u- deias, e munigoes de guerra em seu Palacicio. He Fgoredo Camargo
inafaJsissima experiencia. Q'houve no Para, Senho- ] pois por i^so que eu era toda r.zo temo que
re*r* Huma rebellisS. Porquera perpetrada? Por qua- | daqui ba pouco se queira faier extensiva i raesma
Provincia a auspenco de garantas, e coramis-es
-quem perpetradaf i'orqvo-
rents homens do interior uidos a outros tantos da
Capital; he oque se tem dito geralmente, e para es-
e pequeo numero de pessoas faz-se indispensavel
nedidas laes quaes as exigidas pelo Governo na pro-
.'oata que foi? Creio que naS. Basta, Sr. Presidente,
que se conceda ao Governo o dinheiro e a tropa que
pede, ese mande p" aquella Provincia haraa Relajan
rom poderes ordinarios como todas as mais do Impe-
rio, c nao com os poderes que as Commisses ihe que-
na dar, para se restabelscer s ordem e a paz, para
especiae, males estes porque ella j passou, e pode
justamente avahar sua exlensio. No quero pois
mais fatigar a Cmara, coocluirei votando pela Relami
com poderes ordinario, por tropas e diuheiros para
o Pai e contra tudo que fr iupenses de garan-
tas, Commisses especias, &c.
Julgou-se a materia suflicientemente discutida. O
Presidente oceupou a cadeira da Prezidencis.
Houve huma pequea discusso, de ordem sobre
Sr. Mestre da Cadeira de
primeiras Letras de Fora de Portas.
Olficio do (heor do precedente sa enderece
alastre de priaeiras Letras da Beavista.
ouao
.-r., ,.. .tsiauciicei 1 oraean e a paz, para nouve nuraa pequea discussa), 4e ordem sobre
l> (szerrespeitar as autoridades legalraente constitu- o melhodo da votaco, sendo algims Deputados de
das, e as justigasfaser puniros criminosos e proteger i opiniio, que se devia votar primeiro sobre huma
os innocentes. Tudo o mais, Sr. Presidente, ha de emenda do Sr. Paula Araujo, que tirina relacio com
obra do lempo; tudo o mais ba de ser effeilo da a proposta do Gvci no e emenda das Commisses,
abedoria eda prudenciadas pessoas a quem se con- e outros Sis. que se volasse era primeiro lugar so-
fiar a aduiidhstracs daquella Provincia, digna mil brea primeiro ortigo do parecer das Comai^e .
DI YERCAS 1KPA1TICOENS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a misma do N.* 198.
DIARIO DEPERNAMBUCO.
^P (Jan do o sanguefrio, a s nflcxa nao prscedea
s iiussosacloa, quaseseapre aomoi precipitados em
o Coaounicado qua se l naQuoti-
i
os
a es sos }isos


DIAfilO DF PKRNAMBUt'O
LS > ___________I_.
\
diana n. 217 de 1O de correle he urna, prova in-
cetestavel d'eala verdade. O Authur do menciona-
do Coiiimunicado, se dar a o trahalho, de envest.'.r
as cauaas que ifidutiram e Exm. Sr. Prezidente
( i as aa *al)a) tal ves soubesse ) a Ordemnar que >>
Paquete Constauca seg'iisse em dircilura ao Para, i<* 1
tocar nos eulros portos do coslume, seneura S. Ex.
ov esle fado ; cumpre pois nao deixar correr i.ico-
jume una sencura injusta, a precipitada, tanto
mais sendo o fado tm queela em voz de sencura-
vel digno de encomios, c mais nina proya convin-
cente do sello, eespirito economic d S. Ex.
Oj Paquetes Con.tanca e Patagonia chegaram do
Norte ta arruinados que seus respectivos Coramm-
dantas representaran-C ser preciso reeolnerem-se a
Corle para fabricaren!, visto que orsendo-se a des-
peza do fabrico que careciam co|jeceu-se axceder
ella metaee do valor das masaos Paquetea, e urna
obra d'aala natnreza, segundo as ordens que h s.bre
os Paquetes do Norte,, dere ser feita em a Corte, 011
no Para ; com ludo apparecando entretanto a ne-
cessidade da expedica do Para, e sendo ao mesm*
trapo para esta feito aulhorizado S. Ex. pelo Go-
verno Imperial para fretar embarcagoens, faser des-
pezas&c. ate, quisconsiliar o scrvico d'esta expe-
dica, e aexecuca das ordens relativas aos Paquetes
com a econ->mia da fassnda Nacional, mandando
:' depois do beni informado do estado dos Paquls)e
que aqui.se Ibea fizesse tanta obra qaanta fose preci-
sa para faserem a viagem do Para atina de l acaba-
rem de fabricar. -Promploa segundo esta determma-
ca ) o mesmo tempo os Paquetea, ecoaomizando-
M?a despez que fariam coaa a intil e ta elegida
viagem da Corte, deviam ellea ou sahirem ambos ao
mesmo dia, oque era occioao, ou enta sahir uno,
e e-perar ulro pelo lempo competente que he o
principio do w* futuro, para o quil se atperava ta
lnu Paquete Brasilia, que com ffeilo j be chega-
do. N'eaUs circunstancias, tendo achado S. Ex.!
duas embacafoens para fretar urna aaaior por
6:00$000 rs., e oulra menor por pouro maitda-
metade d'es-a quantia, reaolveu fretar aomente esta
ultima, servindo-se do Paquete Constanza para levar
de passagem aquella parte da expedica, que na5 ca-
bendo na embarcaea fretada, e naa da guerra que
aeguea, ptimamente se accoramoda no menciona-
do Paquete, o qual n'csta viagea vai fazendo todo
servic* de Paquetes, pois que leva malas, a p geiros do Estado, e hade sabir no tempo competen-I
le, so com a difcrenca de na8 tocar nos portos do
caslume, havendo para suprir esta falta bem dimi-
nuta do Paquete Brasilia, com o qual se contara ;
a para -aja sabsliluita e-t S. Ex completamente
autlior isado, no que sera duvida, e consequentemen-
te nao deixar de conviro Sr. Commandante do Pa-
quete Cansa nca.
E comonicou poia S. Ex. os diaheiros Pblicos,
j com o concarle do Paquetes, e j com a ultima
determinaea avultada quantia de quazi 3:000$
ra., que tastana com o fete da embarcaea grande,
ae nao se ulilisatse do Paqaele. Muitos louvores por
tanto maieca este protedimento : cntinne S. Ex.
romoatgoia que cada ves mais se far credor dos
verdadeiros Patriotas; e deixe que a raiva devore os
zoilos, que boje desafias a compaixa.
o
Continuaras da respoata ao Sr. Escriptor'da Voz do
. Bibiribe rea ti vamente lincead das Ordens Re-
/C ligiosas no Brazil.
S%l Queita dos Jezuitas he huma questa5 inciden-
te, qoe o meu Antagonista suscito, e sobre a qual
decfiou o que se encontr nos dous folhetinbos, de
que j fallei. Nunca toi de minha intenca faser a
apologa dessa ('arprac tantos annos extincta,
aeaa lmar a defesa de quaritas Ordens Religiosas ex-
isten por esse mundo. E certa mente que aos im-
portad os bens, ou males, que fazem os Frades de
Europa ? A nos do Brazil ; e bem pote acontecer, que estes seja l-
tate* e proveiloses ao mesmo passo que aqaelles se
enha tornado notis, e prejudicines.
Naentrarei na exame dos aaotivos, que tvera5
neGovernosd'Hrspanha, e Portugal para extinguir
as Corporacies Religiosas. Dis-se geralmenle, qua
ali muitos Frades, desliaando-se de seu estado, e Ins-
titutos, bandeara se pelo partido usurpador, e ab-
aolutiata, alenlara5 a facaaS, correra5 s armas, &c.
e\c, no que fizara6-e aem duvida odioso', e culpa. '
dos: mas sendo moralmeate impassivel, que todoe
s Fiades liveesem parte nesse criine sem excfppao
de I111111 s ; parece disconfarme des regras de juiti-
ca, que pegaseem todae peles culpas de alguns ; eo
que nao dixa de pasmar-ne be ver ao Sr. Escriptor
da Voz do Bibiribe dendo gebos a D. Pedro ; por
que brutee, e sultnicamente luniquiloa ns Ordens
< 1II 1 I W I.. ibfeXW'
Religiosas, trazendo o, como fazer Isaabem o Brazil, de maueira qui: secundo a
superfina prudencia, e acritolada poltica do meu
Antagonista devenies arremedar ludo qnanto se ora
tirar na Europa sem dtenca ao clima, ao hbitos,
eontraa maitas circunstancias do b8*o Paiz : infe-
lizmente ese espirito macaqueador, que sob-jamen-
te b influido em muilas das uossas Insiitoices,
asss de estorvos, e prejuizos lem causado nos Povos
nao predi.'postos para certas ate:aces ncmpstiveis
com o no.so estado, e oosf'mts. M>s o amor da 110-
vidade, o guato das belks theoiias, eaaradee em lio
dos caracteres jis liviua de enradernacao guapa, ti-
ra pelo desejo de erremedar alto e malo l.;doque
ali se encontra, e a i-to se chama ir a par e pssso das
liizes da Seculo em hum Paiz, cuja populaca cora-
poe-ie em grande parle de escravaria, e onde a lisaca limitada a hum mu diminuto circule, aiada
agora comeca de engatinhar.
Exiinguia-se os Frades em 7ortog.il, c Hespa-
aha ? Desao-nos pressa por isaiter a rsses Reinos:
extingamos tambesn oj nossos Religiosos, emboia nos
nao hajao prejudicado : e para em ludo sermos huns
galantes macaquinhos, os prirneiros moedeiros fal-
sos, que forein snprendiaoi, ou forjadores de sedulas
aejaS enforcados, a queimados em praga publica, se-
gundo o que se ac bou de praiicar em Lisboa por liara
Galerno, cierne do liheralistto, e anaeado com a
lei'le das d'>uctrinas de B.icaria, Carlos Lucas, Ros-
te, lie. &r;: revivamos em fim a O denacaS do Liv.
5. e 011 tras disposices l'enaes do Seculo la ; por
que em Partugal queimaraS se agora dous padecen-
tes ; assim na-lo ensina o Sr. Escriptor da Vos do
Bibiribe ; e a Vos de hum Rio ta respeitevel oso he
pera deixar-se de asentar.
As Naces Portuguesa, e Hespanhola ( diseo aneo
Anl*Bonista ) abolirao as Corporaces Religiosas, e
por este tacto sarraiticamente me convida a que Ibes
ponhs labe d'empalmsdoras. Bem sabe o Sr.
Escriptor, que eu nao estou na esteira de povo massm,
eu miucalho, que se driza levar pela I relia de certas
palavras, como os ces por huma roleira. O voca-
bulo Nags (capa de tantas velliacarias ) nao tema
mgica de embs;ar-me que asss de experiencia te-
nho para conhecer j osaocarres, ou gi'igoles, que
delle se servem, como de hum precioso Talismn. A
Naea foi que linguio & Frades ? Se Na*i5 he hum
termo colleclivo, pelo qual entendemoa o lado dos
que C'-raprjn hnm Botado, ou prlo iiicuim a aua mio-
rie ; de-cubra o meu Antagonista algum campo de
Jozaphat; congregue para ali a NacaS ; proponba-
lhea extineca, on conservare) dos Frades, recolha
os votos, edepois diga-nos, se a CfaaaS quer, que
se extinga5 os Frades. "^
Quena porfia pelaexlincca dos Frades e dosapro^
priap^ de seus bens sa6 huma, ou duas duzias de
Mocos inexpertos, que se desvivem por ludo qnanto
he novidade, como se o Sr. Escriptor da Voz do Bibi-
ribe, ou sujeilosiscailos de filosofiismo de orMha, ou
Bnalmente certos girifaltes, grandes rahafres es-
peculadores das cousas da'Patria, os quaes tendo os
olbos era vados nos engenhos, iasendas, granjas^ e
predios dos Benedictinos, e Carmelitas, ardem por
ver extinctas es ticas uuhas de S. S'iihorias a titulo de adminitraci,
oudeoutao qusl qiler titulo para beneiciarem-se a
si, e aos seu< sb a capa mosqueada do bem publico.
Eate numero bem se pode dizeu que est para a tota-
lidade dos cMadio", como 1 para mil, 00 dous mil :
entre tanto diz se inuilodesembainbadamenlea Na-
ea manda, que >e extinga os Frades, e seja toma-
dos os seus bf ns ; e com esse vocabulo Naca te-
se leito, que o Brasil queira o que o Brasil nuuca quis,
nem podia querer. ^
Mas dvmos de barato, que todos os Frades da Eu-
rops sao huns peiverso-i, e inimgos rancorosos da
liberdade dos Povos; pelo quemui justo, e acertado
foi o extinguilos: e poder-se- diser o memo dos
Frades Bra.sileiros? Bem longe disto temos visto que
e-tes pela mr parle nao s se nao tem opposto re-
generacaS, Poltica de sita Patiia se na5 que declara*
rao se por ella, e alguns h5 frito relevantes servicos
Causa da Liberdade, j escrevendo, j Pregando,
j combalendo no campo das badilhas em favor desta.
Nao obstante' esta diQisrenca t<5 publica, e notorja
'em todas as Provincias, na5 obstante haverem as
nossas Corporaces Religiosas dispendido de seus bens
para sustentar a Causa da Liberdade, seja abolidas ;
por que as de Portugal, e Hespanha o fora por mo-
tivos opposto! Tal parece ser a ialelica do meu
Antagonista.
Erobora o Sr. Ecriptor da Voz do Bibiribe, pou-
co, ounada versado na historia das Corporaces Re-
ligiosas do Brazil, e havendo lido ta somante as de
clamaces vagas de Mirabcau, me assacasse ta injus-
ta, como graciosamente o labo de bypocrita, arma
alias mui sedica na ma d aquelles, a quem falecem
b >a ra-.os para sQ,Uutar o* seus al vitrea; erobora
r
me quizesse reprochar pela guerra, que outr'ora Se
aos fautores do absolutismo, que ajoujancJo o Thro-
no como Altar, queriaO apadrinhar as malfeitoriae
do primeiio com o sagrado resperto, que se deve ao
segundo. Os que me conbecem bem sabem quam
longe estou do vicio da hypocrixia, e que por defen-
der as Corporaces Religiosas do Brazil, nao ae ae-
gn que hoje cantea palinodice, indo de accordo
c ,m as bolorenlaa douliiuas do manboso absolutismo.
Naoconfi:ndiiei jamis a Rego com a Poltica
nem re joeirar no- f.ivros Snelos' textos destacadoa
para dar aoadevaneioe, e cprichas de ver adulado-
res dos Principes o carcter sacrosnucto das cousas
Divinas: us se nao sou da giey Tlieologo-absola-
lisla, nem por i.sso me despenho no extrem opposto.
Em ventado do que serve estar escripto em a nosaa
Lei Fundamental, que a Religio C.tbolica Apost-
lica Romana coutiiiuar a ser a Religio do E-tado,
se na pralica vejo ressumhiav de lodos as partes hum
nao equivoco d.sejo de atenuar, de a deprimir, e me-
noeprezai ? Ao mesmo pa>so que se cria hum foro
priviligiado para os Senadores, Depatados, e esem-
bargadores (o que alias nao reprovo) a fim de dar a
L'-sasclasse biimaT coucideracio, e independencia a-
nalogas s suas eminentes funeces, observo cen ma-
goa, que foi tirado ao Clero o fu antiquissimo fro,
resultando de^sa medida o termos de ver hura Sacer-
dote ajoujado, e de parceria na calceta com hum pre-
tc, que pouco foi captivo, com hum faccinoroso,
&c. kc.
Observo oulro sim, quehavendo-se augmentado
os honorarios a todos os Me.tres Pblicos at de Pri-
meiras Letras, licaro na primitiva mesquinhez os
Meslresdas materias Eccle-ia-iticas ; como se ao Esta-
do impoi taSse menos ler-Padres iIu-Irados, que lanto
Bacharel Jurista, Medico, dre : donde se lem difun-
dido hura desgosto tal pela profissio Ecclesiastica, qua
com bem poucas exceptes, s a gente mais borda-
lenga, deleitosa, e ignobil he a que se dedica a to
melindroso, e concideravel Ministerio.
D'aqui ouco levantar o escandaloso alvitre de a-
bolir do nosso Clero Catholico a salubrrima, esapi-
en'issima Lei do Celibato, sem o qual hum Padre Ca-
tbol ico teria menos concideracao, que o mais rasgado
alraxreve : d'ali surgem votos para se acabar com a
indissoluhilidade do Matrimonio, indissolubilidade
expressamente imposta por Jezu Christo; d'acol fi-
nalmente hum Snr. Dejmtado, mais franco, e de j-
go ilescobei lo, quer, que nosseparemo* doCbefeSo-
pretno da Igreja : de todos oslados emsumma vejo
applicar o margado revolucionario s raises do Catho-
licismo; ehei-me de cruzar a taes contradieces, a
diser, como por esca neo, Viva a Religio Catbo-
lica t em palavras ?
Estou persuadido, qne o Brasil, to falto de ins-
troccio, emoralidade, ainda pode tirar grandes pro-
veitos das Corporaces Religiosas, huma ves, que Ihea
faculte hum cerlo numero de novicos, eos obligue a
observar os seus Iolitulos, aprestarem-se calhacbe-
sis dos Indigena, e instrueco da Mocidade : e nao
teroo os Sins. theo islas ecconomico polticos, que
esse numero v prejudicar a propagacio da especie
humana, ou que a mocidade Brasilea desablbe to-
da do seclo para se recolher ao cortico dos claustros :
ese tal he a tolerancia dosyslema, que nos rege, que
permittem as no-sas Leis a existencia at de Socieda-
des secretas 5 porque s se ha de fazer guerra, a tra-
ba'h t por extinguir as Sociedades votadas a Jezu
Christo? Suponhamos, que he huma pequice a
d'aqnelles que se dedicio a esse estado; lamenten oa
Sis. Filsofos a leso orgnica dos Religiosos, tenhio-
os por huns piedosos maniacos ; mas nao ospersigo,
jdeixero-nosem paz ; qie assim o requere ni as 1 uzee
do seculo, e a lo preconizada tolerancia.
Mas os Frades lem bellos engenhos, excellentes
granjas, bastantes predios urbanos, e certos pais da
t' 11 a, ceilos malaudrinos acorio-se por elles4 como
o macaco por bananas ; e he quanlo basta para nio
podeiem_deixar de ser muito criminosos os Frades,
tanto assim que com os pobres Franciscanos ninguem
embirra, e tem-se-lhes concedido conslanlemente^i-
ceoca para reerntar : estes, que vivem da pedintaria,
nem embaraco a pepulacio, nao offendem a Religi-
o, Ve kc. : mas os outros sim : sao huns desaver-
gonhados, e mui prejodiciaes, em quanto possuirem
bens, que de continuo eslo fazendo rcegas phi-
lantropia dos desfructadores da Patiia. Tomem ae
j^esses bens, e sejo applicados para a fundaco de
Prticos, r.iceus, Pritaneus, Academias, Geminasi-
os,' com tanto que a Administraco desses patrimoni-
os caiba aos bous Patriotas, que he oque eos man-
da, c a Na cao exige.
Em vez de tan lo raivar contra as Corporaces Re-
ligiosa, que nunca o offenderio, parece-me, fra
mais justo, e convinhavel, que o Sor. Escriptor da
Voz do Bibiribe desembaiubasse a sua ferrumpa para
combaler tantas malfeilorias, qua nos estio levando a
N que, como seje suliinicaaqctoridade dos Juizes da




DIARIO f>l PKKNAMHU'O.
P*, despotasinho, que deixo mnilo quem os Ca
nijtm Miet du atiligo rgimen, clamando ines
icmente para que se crreeun a esscs Juizis indtfiuive-
is lauta-, -' li complicadas atiibuicuea. stjio fedu-
zidos a meros COUi lltauore* ; porque a tonlinim iin
as roma, como vio, bfin se pede dizer, que forra
mu-nos arbtlrric dado do Pincipe, e sews Delega-
dos paiVcahirmo sol) o jugo leirivel de Cent naris
de dspotas lauto na s "ppi essores, quanto pululo
de cada canlo, cuspo bcldiogas, e nos trnelo de to-
das a* palles: algunsh niui honrados, e benignos;
mi o htm, que l'n/em, he divide aosen cawuier: e
Mo ao cargo, queexeiceui, t^f|al dtixa-lht's .-ollas
as oaos para* Unta laia de inhitrai iedades.
Cuino esta be a ultima vez que tenho de fallar
iela materia, enlendo, devo leponder s p rguntas
do met Antagonista. Pi imeiraniente nunca negiu i
a G'.veruo o poder de suprimir qnalquer Coi pora-
rJo : mas se pata frs Religiosas oxistircm entre ii"s
coucoririo os dous Poderes, Civil, e Fu 1 siastico.
enlendo, que devem coiivir ambos na exliiuro; por-
que is cousis de tal natu eza devem dissolver-se peles
mesmos tramites, poique folio eslabeleridas : releva
porem anda s im que sejo solidos, e justos es moti-
vos da abolicio; e ito be o que se nio prova a res-
peito da-< Ordena Religiosas do Bivzil.
Ex lindas e.sas Corporaces (pergunla o met An
Ugouisl) que destino devei dar o Governo 1 os se-
hs bens ? Se eu lora do bando philosoprianle j cor
taria o n gordio, di ten do, que se reparlisse a prez*
pelos pais da Patria. Male-se o lioi, e comamo lo
todos, (jioleiio bum juiz raboculosentenceando liuin
pleito) : mas t direi o que me paiece conforme s
regras da juslica. Deduzido o quantitativo para a
decente susteulacio dos Religiosos egresos, i everla lu-
do mais para os heideiros dos oadores, cuja vonla-
de nimia foi, que o Estado se apropriasse de t es
bms. Des'e modo daria o Governo bum teslemunbo
oicl'mgavel de que ex'iuguia essas Corporacdrs, nao,
por espirito de cubic<<, e enipalniaco ; porem por en-
tender seren prejudiriaes, e nocivas ao Povo ;. nao
com a mira de litar de liuns para lepaitir por ouros,
ee nao por couliecer as desvantagens, e inconvenien-
tes de laes Instituid-oes: nas de.-ta guisa do que servi-
ra abolir as rdens Religiosas ? Quem se importai ia
tnt com a existencia, on nao sxtsfencia de Frndes?
graude caso he empalmar o patrimonio dest. s, e
iepjitir-so o lucro porceito* miquilete* a titulo de
beneficio Nacional. Ja nao perlence ( orporaco
Rdipio*i ; ma9 diz francamente o que pen.sa hein, ou
mal
O EscriptT d erapucro.
Cun-uladu de Franca em l'crnambucu.
i.^1 Os lias .seguirla e aerea Lira, i9 e ao do crlen-
te, coi.liniiar-se, h a ancaatacio encelada das mcr
cadorias pe tenientes ao rarregamcnlo da galera fi an-
ecia Genoveva ; constando oais particularmente de
panos finse entrefinos, sadaade diversas apiadales,
qiiiucaiharias, pe fumes, gales de ouro fino e neio
lino, espelhos grandes para sallas e ouioi mais pe-
*|ueiios, hanheiros, eques, e outras muilas mercado-
rias de moda e goal o, sob a denoniinacio g. neriea de
objectos de Pariz.
s
Pnblicac&o Litciai,t.
lAbio a ui una Colieciij de poesas com o bKil*
Vadeouru dos Patrias obra de diveriimento, e re-
creio pava oda a qualidade de pessoaa. V ende-se no
Recilc : lo>a do .Sin. CardoZo Aires pilo preco de
iium plaiio.bioxnrd 8..huni volunte.
THEATRODO RECIKE
JtXOye .segunda feira i9 do crrente, dia de S. ?e-
dfo deA'canlaia. iou.e do nosso amav.l ,(..von Im-
perador, o S'-r. Pedro 2., grande Espectculo
a Baiu filio e Pcdl'O H'pli^la de Santa Roza se re-
presntala um Oaina alrgoiico deuouiiiiadoA ven-
tura do lirazil. Seguiudo a reprefuotefiu da peca__
iiumi.jue Re de Navarra, ou a iidelidade perseguida, y^aL's> auperii.r cha de todas as qualidadrs,. rap prin-
representa o Om-to ha- ce/.a, dito p.jnceza da Babia, e dito Baic-ii", pirlas da
e iiuid'anie, rinda a (nal se
b'leTbadeo; no fnn se cmara a cavatinaFetM
da Ro/a ; dando fin, o i peclaculo com o pantotni-
juoU logro maibcm pregado.
j c!ai;r por meio diste lan'o, e o mais bie\e possivcl,
; s\ bilhele N." ?fi4 da v.' parte da 9 Lotera do an-
Uve ou nao premio, e no caso de affir-
I. matlta qnal foi i
H^v* O ibaixo assiginulo faz eerlo que o carro an-
iiiicia'o n'este Diaiio de sabbado, para ,e vender,
de Bina pessoa que o incumbi de fier este nego-
ci, por estar naa loj is do sohiado em que mora, on-
dr o achar os pertendentes para examinar, e paia
ajtnr p"de>a5 procurar o ahaixo Ksigriodo de ma-
ulla al s nove h'Ttt do dia, e de raide ds3 tm d-
aiite.
J> ao Francisco Santos de Siqaeira.
W^ Qucm tiver para alngar duas pn las que en-
tendo de vender na ra, pagando se 320 reis dia-
rio, dirija sea ra de Orlas n. 58 que ncliai com
ipjem hartar.
V9* Alluga-se urna carrfea de ca regar niulbo,
por dois mezes ; qum a liver, e qui-er alugar an-
iiuiieie.
tal" Precisa-se alugar urna oscrava para o servi
. qo diario de urna wlrt de pequea familia : na ra do
N gueira I), at.
19" Quem aunmicoii m> Diario de sexta ft ira 16
do corren te querer comprar a obia de D. Quixote,
sendo (uei'a urna com pouco uzo, e de liea eticader
n.icaoconi es'ampas, diiija-ae a pracinha do l.ivia-
nieiito loa I). 20 que dir quem a le. -
tQ*" Quom liver afguma escrava que tailiaccsinbar
o diario, e queira alugar annuncie a aua morada.
W Deeja-se fallar ao Sr. Francisco Antonio do
Monte Pk'saoa, para Rigociu d'inleifs-e : queira an-
nnnciara sua morada, ou diifgir-sc a ra do Trapi-
xe o. 3.
V^ O Siir. Juliao da Costa Monleiio, queira ir
decidir, no dia i9, o negocio que teta pendente; e
que se comprme tto nasar-lo no du i5 do Crren-
le ; o que nio ver.ficen : alias, nio- e pnhlear
qualidad do negocio, como se proceder ai s lemos
judicaes.
tBP* Na ruu da Florentina, ca?as novas- de Joo
Zurriik, aluga-se uma pessoa forra, ou t*cr..va, para
mandado, e compras na ra ; sendo capaz dasse al-
niooo c jantar, e pagase 6$ mensaes.
JUMPRAS.
UlV piano, que tenhi boas v,.zes : a roa V.lha I).
|7, ou nniiuneie.
IF lina nieia sella, nova, ou em meio 1170 : an-
nancie por esta folba.
VIADAS.
TAnfora da praca un>a pn-la de ?.5 auno.*, cosi-
nlia o diaiio de urna r.sa, ens<.boa, e tem principio
de engomar : na ra do F'agundes sobrado D. 9.
Wr Cm negro do genlio de Angola do SOannos
de lodo aervieo e pi'iucipalaafnte o de campo: na ra
estrella do Rozai io Molica de J io pereiru da Silveira.
WK7" Um rdeiriuha em boni uao por preco co*n-
raodo: na ra Nova 1). a3, 2.an!ar coa escada pelo
beco.
^9 Liin cazal do cscravos. ladino, a prela eoze,
engoma, enalbo, e QOMidia : no principio do atier-
ro antes de cliegar ao viveiro do Munw, no armazem
de noiiroa.
%W ^ "teas de leiie paridas de poucos dia^, cos-
tumadas ao pa.'to, e boialeiteiras : na ra doeulh'gio
D. ", segundo andar.
fD^ Tara lora da provincia >. mulatos bonsifficia-
es de sapa I tiro ; ora de 1- anuos, e oulro de ii>,
propriuspara nigcns, ou oulro qnalquer ser vico : de-
fronte de ralacio esquina que rolla pira a mar.
fcJT Para fora da Provincia umescravo de 30 a
40 aunosde idade, bonita fi.pira : no atierro dos A-
fogados delroute du sobrado do Jiuni/, casa leireaD.
ai.
Uuia escrava mossa que cojinba o diaiio de
una casa, coze chao, e faz renda, e engoma : na ra
do N
oguoira n. c)0..
V9" Sortimenlo de miudeM de differeiitea qnali-
fi
j 1
AYl/,ON l'AUl'll L I. YKKS.
0a-ae iiicareciJinent- ao Sur. A In.inislrador
olera fl" Seminal n de (1!im!. o obrequin de dc-
laiiiiliaem frascos d 100, bixas a 40, Sao, e 160,
por M quaJade de'mctda : n.i j>raca da lude-
pendencia loja 11. 20.
W^ Carne .'ecca do Rio r,,nde por tro^ da de co-
bre: no ;-rmazem de MaOvcl Moreiva de Souza na
praia do colleg^o pegado a tasado seulior Manoel de
Ganadlo.
Fm negro e.n.mu : pseador de carnario
tle -joaenos, a vista do c< mprador o diin a rlo
porque se vende : na ra da cadeia telba n. 5.
%CP" Folhinhas de Rea, argibera. e pon para o
anuo de I83ti proprias deste Bispado, e ordenadas
|-'< lo .seo antigo Redactor abao-se a venda no Forte
doMalti na casa do Redactor, as 1 lias da Madre
de Deoa ras hijas do Vellozo, Boa-vista, ePedrozo;
nadaiadeia nado Quare na. na Pracinha do L
vramento loja de J. o Fias Moreira, na do eabuf.i na
do Dttiideira, na rraca da Boa vita Botica de Jena-
1 io Joze de Coito : m linda boa 4 ranlos na venda
deJooVito.
TFRDA^.
JrCrdeo-sena uoile do dia i5 do con ule uma ea
dHa, ptrdiguria, com orelhas comprid-s, rabo cui-
tado cni a pona branca, as coaita e cabeea de c.r
parda malbada de bramo e peiu-ral, barriga e perna,
brancas, m.lhadaa de paid-, < heg a chamaba d
Tmete: qem achala leve a em casa do Bolli.V Cha-
vannes no Forte do Malte que ser recompensado.
a
y 1 SCKA VOS FICJDOS.
Hdlaiina crila, que reprsenla 49 anuos de ida-
de, alta, seca do eorpo, com falta de denles na fenle,
com urna marca de qneimadura era urna rul, foi es-
ciava de Amador Araujo Cavbante Lins, e cria do
liilescido Christoia") de OuuidaV os aprtliendedores
brem-a a ruada radeil velba n. 1, que ser. 8 rebom-
] e.usados : fgida no dia 12 do con ente.
yf^ Maiia cabrita, negra de naci songo, fgida
UO 1/ do coi rente, ievou vestido du cbila rom rarr.i-
nboseocarnados, e 011I10 por baixo branco com ba-
bados no lalho, cabello mil collado, magra e espiga-
da do corpo, reprsenla ler aoannos; julga-se estar
acoitada em algnma casa e desde j se protesta contra
quero a occullar: os aprtheudedores levem-a a ra
do Vigario armazem u. Ide Reis e Magatbes, aon-
de sero bem recompensados.
fjy Ndia -i4 de.Dezeabro do auno passado fu-
gio do si;io Terroens junto a Curado, e niesmo S.
1Paulo, um escravo de Joze Lino Biztrra, que era mo-
cador no i.' Destiiclo da Yarzea ; cujo cabra de 110-
me Vicente Ferreir, de 40 a 50 auno, altura ordi-
naria, e seco do corpo, olbos grandes, ira cumpri-
da e ossuda, o cabello j pinta, ti ve b'iigas; porem
pontas, este icravo foi de Francisco de Piula I'iier--
ra, pai do dito : os aprehendedorea levei-o ao dito
ono que mora no sitio Bbedor, que serio b. m rc-
comoensados.
wmmm
111
NOTICIAS avAJUTfati*.
Taboas das mares chelas no Pono de Perruiiiibuco.
5
28 Segunda 3h. id m
29T:---- 5 '4 .
tfc: 2L - 5- .8 n
_ 6 (i ..
1-S: c3 6 )4
4-i:---- m - y 4i
5-0;' - 8- 30 >.
M.miii,
IVavios entrados no dia iG.
UT'aS/aaoaa dccaiitira de 35 palm >s, e 111
|. njuito pippria 1 barca : na ra-a
Jozc fi jin de M'iao
na
de
H.TODB JANEIROj a8diaa; R. Barca ng/Ar-
cher, M. M(iihe>ora : lastro. Ton. 207. Pa.age-
ro o Viaconde de Goj^nna rom sua familia.
GENOTAi 90 das; Polaco Sarda N.S do Car
mo, M. Joio (^h.iper : dirernles gneros. Toai 20i.
Saludas no m*sm0 dia.
X ORTOS n-SUF; Paq. Lebie, C. o 2.'rTeu. Mano,
el Maria de Bulliooa Ribeiro. Pasaag roa Joio Jo/
Ferrcira de Frritas, para Macei 5 Alinea. d,M Yianna, jiraa Babia ; Ayr s B >ena MUiteiro, para o
Rio ile Janeiro : e por ordm superior o i.|Tenenle
da Armada Davi 1 Corte, oKscrivo da Escuna Flu-
minense, o ex-Enearrogado da me>oia, o Alferes J >
ze Fernandes de Jezus, coui sua iiiuIIkt e 3 filhog,
Digna Luiza da Costa Correia, com aun mana, e 3 l
Iho-s, o Furriel Manoel Martin*, 3 Soldados, e i5
maiinheiros invlidos.
Sabia para Tainandar o lingue Barca Piraj, o
Berginliih Calliope Napolilano, eo Paqu te Gooslau-
ci, todos conduzindo uiaHlimento paia a Tropa ex-
pedicionaria ao Para.
We n un 7'///' \
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