Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03002


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Full Text
HMiMtawaa

ANNO DE 1835, SEGUNDA FEIRA
13 DE OUTUBRO .N. JM.
DIARIO DE PERIVAMBUCO.

PBftftAMBDCO, J na Tvr. DE M. Pf de F*n. I8S5.
DI AS DA SEMANA-
19 Seganda S. SrfriOno Aud. dos Js. doC.'dcm- e de t te*
da The; P. Chafic. de t,
1S Tere S- Eduardo Re. de m.- and. do J. de O. de f
14 Quart S. CaMato tensan da T- Pub. Quarto ming. aa T
h- eSl m-dat-. ',
15 Quinta S. Thereza de Jezsn Re de m.. aud. doyoi do C.
Aem-tict.
1* Sexta 8. Martiniano esaao da T. P. de m. eaud. do
J. de O de t. .
YJ Sahhado. 9. Hldnvige* D. Relace de m. e aud. do V.
B, de t m Oliorfa.
18 Domiofp S. Lucas Evangelista.
Tudo agora dependa de na metmos. da .nossa pradencia, mode-
rarSb. e energa: continuemos coma Principiamos, e teremoa
puntudos oom admiracSo entre ai NacOes mais culta*.
Proclama^* da AntmtUa Gtral d Utmtil.
Subscrere-se a 1000 rs. mensaes pago* adiantadot nesta Tipgra-
fo, e na ProCa da Independencia N. S7eS8; onde se receben)
correspondencias legalizadas, eannnnoiost inserindo*e este* gra-
tis sendo do* propriosassignantes, e rindo asignados.
PARTIDAS DOS CORHEIOS.
Olinda Todos os das ao meio dia. *
Goiana, Alhandra, Paraiba, Villa do Conde. Mamangoas*, Pi-
lar, Real de S. Joio, Brejo d'Areia, Rainha, Poasbal, Nove V
Soua. Cidade do Natal, Villas de Goianninha, e Nora da Prinee.
aaj Cidade da Fortaleza, Villa* do Aquirs, Monte mor noro
Aracatr Cascavel, Canind. Granja, Imperatri, S- BernardCfC
S. Joio do Principe, Sobrar, Nova d'BlRev, lo, S. M atheus,
acho do sangoe, Santo Antonio do Jardim, Qnexeramobim, Par-
naiba Segunda* e Sexta* feira* ao meio dia,
Santo AntSo Todas as quartas feira* ao mel dia.
Garanhuns, e Bonito no* dia* 9 e 23 do mes ao meio dia.
Flore* no dia 13 de cada me ao meio dia.
Serinhaem, Rio Formoso, e Limeiras Segunda*. Qartaar
exta* feira* ao meio dia.
VARIEDADE.
Continuado do Diario iV. iq3.
O.
'R, Xehphones e depois .delle Parmnides e
ZenaQ rea I isa rao esta noc5 abstracta. E dispers
rin conseqoenria que o mundo he.hum, tierno, in-
fitiito, sempre semelhaute si mesmo ; que elle ha
Dos, ente propriamente dao, nico ente ;, e que,
era reahdedeaa cou-a particulares nao s*o ente.
A-sim he que estes mos Metaphysicos tirara?) a rea-
lidde as nicas cousa* que a possuia, isfo be, aa
comas particulares, parta traaladarem toda para hu-
ma noceo abstracta, que a nao pode ter. Assim .be
qnaai, como se eu dissera, que he y asa bihliotheca
algma cousa, e qu rosaos Tvroe n< sao coosa re-
al. Tal foi seu modo de raciocinar.
Acreditarlo todos os Phitosophos na adivnhacao,
m que b principio da Divndade est diETundido por
todas apartes do mundo. Foi Xenphane o pri-
meiro que a regeitou, porque em seu senlir, nao
est Dos as partes,, mas no enle nico e univer-
sal,
Quebeporem ase'ente nico, segundo os Phlo-
anpno ? ZenaS. anda mais subtil responde que el-
le na6 be nem finito, nem infinito, nem morel, n-'m
immovel, nem enle, nem nao ente. Na5 se sabe o
que qu.r dizer.
Reflexad.-No ponto de vista em qua os amigos
reistsjderrio a Phytica, nao Ibes Ui possival dar huaa
passo para diaote. E con hace r-se-ba a rasad dista,
ae v cb errar tomo ellas cometario.
Querendo explicar orno lado SO fez, ostabelere-
rio como principio que da nada nada se fiz. Des-
d'entad niisttr Ib i concluir que tudo eslava feite
desde toda a elernidada, ou que estarn todas aa cou-
*as em huma cousa da qnal emanaran, ou que tsta-
*a5 lodas confundidas em hum cahpaque a deaenvol-
teo ou porat mesma, ou pala acrao d'huma alma u-
uiversal, ou que em fiui nada st faz. Ha io a
qua se reduzetn todas as opini5es dos auligoa Philo-
sopbns.
Donda se v que ellas comecara formando hum
n que lhes nao era possivel desatar.
Se-em vez de quererem explicar a geraca das con
sas, se hou vessem limitado a observar o que ellas sao,
poder.5 ter feito d les detio sabia candada ; parece mesmo que a Sei-
1a rt'eotica lotnou precaoces para se afaalar dalla.
P01 que a uitiguem pode lenibrar o Tazar ebservaces,
husaa vez es'abelecido que es sentidos nos podem
induzir ao rio, e que tita pede** as cousas parti-
culares ser ohjecto de nossos cqnhecimentos.
N6 padiao ia5 absurdos principias defender-se se
na5 por outros absurdos.
Dasgoalaijo-se pois desla Philozofia eLaueippo,
discpulo de Z-no inlroduaio outra mu difireiite.
Foi eale seguido por Dem 1 ito d'Abdra Diago-
ras de Mt los.
Systema dos tomos Em v d'lium so enla, ad-
mittirfo estes *hloz<>fus huma infiuidade dalles, que
'puli coom elemealos das couzas e a qurin chama-
vio tomos.
r> d lo-li a (((itiiiladc se movcii esle tomos
em hum es paco inmenso jjna que deixavio vzios
entre si. EHes se choclo, raneetem aCfcrrio oom-
hino de infinitos modos. Daqui oa mundos em.infi-
nito numero. Ali comecio; aqui se destroem : cres-
ceaa huns ; dacre.-cem outros ha-es semelhanta* ,
e diferentes; e as cotizas va,riao segunde a orden*. ,
disoozico e figura dos alomo**
Ora dizia D.rnrrito nfo ha propriamente rea-
dade seae aos tomos na vaoue ; e as cousas en-
siveis nao sao maU de que collecas. Ni todava ,
nfo percebemoj stnio as couzas sensiei, ni o per ce-
bemos a realidade das couzas e nfe'ba por conse-
guirle verda.de pira no*; o que el'o exprimid 4i-
zende que a verdade est no fundo do poco. Betn ean-
baragado prem se vera este Pbiloclo ;e lhe disses-
sein que cases alomo*, indiv^fiyeis como os ella su-
puuha nSo erio maia do qe,^lleco5e.s; porque
otlioondeporiflelloa.ref^r^ .
Prolagoras eu diMipnlo diseorria diSerente-
eaente ; diz;a elle a razio da impresaio que as couzas
fazem em ros esta na aiesma materia. Por tanto alo
as couzas o que e'las nos parecem. O que cada hum
de n- pe cebe be real; o que ninguem percebe ho
nada. Por isso sao nusOOXsentidos regia da veroade.
Vos meamos teeaws ledos londamento para sustentar
opini5s contrarias, o o julgar que as couzas oaudio
todas as vezes que nos somos ef ciados diferenteuien-
le. Porque, accrescentav ello, est a materia ean
continuo movjmento a a dispozicio dos tomos nao
he por dous instantes a mesma. Nao ha pois roalida-
4e e verdade seno em noosas sensa^e.-. ( 1 )
( 1 ) He demonstrado qtie oio conheremos a na-
tureza dos entes; mts tiobom s he que eonheemos
muitas das relaeoes queelles tem com nosco. Se soo-
bes*em os antigoa fazereaU distijccio, teriio poupa-
do mutos raciocinios.
Quanto ao sy.tema dos atomes pansa Candilac ,
q' elle ho mais ango do q* parece, visto q' om verdade
todos os outros se reduzem a este ; c com etTeite ,
em todos se encontrio tomos que sio principios ou
elementos daquillo que exi-te.
Todos estes l'hozofo-, tendo establecido que do
nada nada se faz se" virio fincados a imagiaar
huma materia preexistente. Concebem huns esta ma-
teria como h-im so principio o querem outros que
ella encerr dous ou mais, ou manos huma infini-
dad*.
Posto que oa qoe nio admittem seno hum princi-
pio o ebamem Dos i e*te Dos, entretanto, nio
be senio materia mu sublil, hum fog purssimo.
Ora as partes desto logo sao do seito pequeos corpos
ou tomo* ; e por conseguate he o logo menos prin-
cipio do que elementos cujas parles si-melhantes por
soa naturezas produzeaja todas as couzas transfor-
mndole econbinando-se de infinitos modos,
Ilavia hura systema que anelher e acomodava
imaginario do maior numero, eque, por sta ra-
zio foi mais feral : e be o de huma materia infor-
me movida por hum fogo que se di (Tunde por todas
as partea dela. Nesta systeqaa ha na apparencia dous
principios : o chaos e Dos; o nio bi no entonto cin
em verdade mais do que hum que ho a materia. Se
esta he grosseira ; nio pode mover-se a si misma se
he subid, move-se por tua nalnreza; ella commu-
Escola Heraclitense.philoiwphos ha qne parece
que na6 prtencem a Seita algoma. Tal he, entr
outros, Heraclito, que se diz (ora instruido s por
sua rneditacao, eque todava frequentou as Escola*
de Xenuphanes e Hypaso Pythagorico. Parece que
elle preferio as opimeade Pyihagoraa ; elle.ffectou
a mesma obscuridade, e reputou o fogo como prin-
cipio de todo. Ftorescia este pelo anno de 500, auloa
de J. C.
Mais que tudo se destinguia Heraclito pelo d*a-
preso e odio que conceb o contra o genero bu ano;
elle se relirou s monlanhas para viver longo d
toda a sociedade. Dizem que eHe chorara aeui1 pao
assim como se disse que ra Demci ito ; e, o que
pode dar occasia5 arate cont, he que, despresan-
do ambos aos horaens, futa hum. motivos de gra-
cejo doamearnta cousas por qoe te em5olera-rT an-
tro.
Da Escola dos Sophistas. (a)
Torno a Protagoras. Foi este o primeiro, dizem
que tomou o titulo de Sophista. Ta5 hem se diz q'uo
foi o primeiro que ensinou por dinpeiro. Banido d'
'Alhenas, por ter negado a existencia de Deoa, ro-
lirou-se para a Sicilia, onde morreo em idade avan-
cada. Tinha nascido no anno 4 18 antes dej. C.
Seguem-se depois Gorgias e Locrales ; da Cidade
do Leoncio na tala o primeiro, e o segundo menos
celebro como Philo-opho do que como Orador. (Ve -
a-oe png, aeg J .
Continuarse d.
nea o movivento ; e suas partea que alo eleraeotos de
tudo sio propriamente tomos.
Ao fogo subttituioTheles a agua ; eo arseusdia-
cipulos. Haverio alguns que aupporo quatro elemoo,-
tos ; fogo sgua ar e trra ; eadmittia Anazgoraa
tantas especies de elementos quantas erio at diSern-
tes especies de corpos.
Depara-se pois com os tomos em todoa os system.ee
visto que em todos se encontrio corpsculos elementa-
res. Mas, antes de Leucippo tinh-se dardo alomo
qualdades anlogas s das couzas quando nio lhe*
deo este Pbilozofosenio movimento e diferentes figu-;*?-
ras. Dififeria tiobem sou systema doi ooiroi, porque A
admiti vacuo que desde Thales pareca banido '
Philozofia.
Donde se ve que todos estes Philozofos noi fizerio
mais do que combinar huma materia preexistente a
qual derio difierentcs nomes ; que leve cada hum del-
les razio dse nio contentar com o que se li.ivia dito,
eque entrttanto nenhnm dellea leve cousa melhor
que lhe subslituisse. Foi este o fructo de sus obst-
nacaS, em qiurereni desenvolver os primeiro* prin-
cipios das cousas.
(a) A palavra Sophista, em sus natural accrpcav
significa sabio, hbil na sciencia (aophoa).- longe
poiem disto vai a ideia que devenios formar dos So-
phi-tasf porque nao era estes pretendidos sabios ma-
is do que orgulhosos chailalaes que se jactavad de
sustentar causas desesperadas, e de tianslornar a
mais'btrn fundadai.

_>


r.
2
DIARIO DE PEBNAMBLCO.
*
.
*
RIO DE JANEIRO.
CAARA VOS DoSFNAKBS.
BxtratQ da Sfuut em9 de- Jullto.
Presidencia do Sr. Bento Bairozo Perein.
j* hora do cosiume achando-se reunidos ao, Sena-
dores, foi pelo Presidente declarada aberta a s leo se e approvou-se a acta da antecedente.
Q primeiro Secs*laV' dando rauU do expediente,
leu hum iiciedo Ministro d Gherre ti reeposatau
que por pa/tede Senado Ibe fra dirigid** em a5 de
Jucho passado ; acempanhando hum Mappa das
penses, e aposentadoras que pelo Ministerio da
Guerra tem sido concedidas desde 25 de Marco de
lt>4"> 7 de Abril de 1832, e desta ultima data at
o presente, queesta dependentes da approv3ca da
Assembla Ge ral ; observando que a respeito de Un-
oaanada existe da caso em qu- sit : Secretaria pa-
ra ser presente a quem fes a requisita ()
ORDEM DO DA.
Continuou 1 segunda diseussa do pro jeto que mai-
. ce o subsidio do Regente, cas honras que I be de vert
oompetir.
-, Ai t. 2. Durante o tempe de seu xcrcieio, nad
pvdei o subsidio ser alterado para mais, uem para
laiwiiVlt *f
Sem inpugnaca deu-.-e por dueulido, e foi yV#M06 fcem costo os geguirrtes !
*# Art. 3. 0 Recente teta' as honras, e o trata-
aeto que fdi conferido Regencia peia .ei de 14
oVJunhode i83i
AH'. 4. Picad aVrogads*as- di-posites em cou-
tfstfie.
Deu-te por fiada segunda discuss-a, e approvou-
vou-se'que passaese ultima.
Entrou em discussa parecer da mesa, conjunta-
rte coln o artigo por elle effereerdo sobre ma-
ane de discutir, e o mudo pratco que se dever se-
guir na otaea6vsobre as rarde que a Regencia en-
M, qeande negar a sawca 11 algUm decreto, 011
resoluca da Assemblee.
O Presidente cotivtfdbu o primeiro Secretario a 0-
cupar 9 Prewd<*ic* por qnerer tomar parte na dis-'
cussao-.
O Sr. Barroso obtendo a pala fia disse, que para
desfazer a du vida presentada pelo nobre Orador que
rompeu a dkcssao, lembrara-lhe a dsposica dos
arta, la e i3 da le da Regencia ( que leu ), dedu-
aiiuto'daqui a necessidad* do artigo se referir dou-
tri*%s de taesaitigos, peb quaes se concede Regen-
cia a fbeuVdadede emendar.
O Marques de CarveHas dteloroo-sc satisfeito
viet di disposrcK-du Iri, mn que ignorava o como
na }*r' 4 Regeeia sedeo mais- regalas do qoe aqucl-
tesqu* a CuBstituicad ao Imperador, e do que se
da-eos-todas aa Consiituii5-9s
)Sr. Borges declaro u nao se conformar com o
artigo, por isso que elle quer, que materia de huma
impioilancia 1*5-rVonhecida, como as rszts que a
Regeu ia tem para negar a saneca a qualquer De-
creto ou resoluto, tuina smente huma discussa, e
osandou a mesa, concebiJa nestes termos, a A dis-
er-eosse-deveser a mesma que o Regiment- manda
'predicar com as lea que vem da uutra Cmara.
Foi apoiada.
" "aV. ^Fault Sonso proneiKioa se pela emenda,
mostrando a oecesflidade de que materia de tanta
anagastode fesse discutida nao* por huma t vez-: ob-
servo* q'ie a Regencia nao feria emendas algumas,
mas sim em suas razes mostrave a conveniencia do
sinlido em que a materia devia ser emendad, indi-
i mitin per onsequenria a maneira de se emendar.
Leu-seeoiapoinda a seguinte emenda do SV. Ver-
miro :
a No esa d admissa, or regeica, h-aver liu-
a ata djisrutsi, que coi 1 espohda segunda 01-dina-
' ita^ hawndofinenda, passai tciCtira.
A esta emenda o Sr. Barroso offei eceu a seguinle
iob-emeda : Quando a questa9 *ei*sar sobre e-
metida qde. a Regencia indicar, hovera duas dis-
un 11 '1?~-- 1 .. ,
(*) 15o Bappa enviado corrhce ser o numero das
jWBtte* concedida* desde a5 de Marco de 1824 a7
-de^lbitl de Jl85t, de 7 na importancia annul de
res..... -----............. l&5i#>$00
De 7 de Abril de i83i at aofisade Junhode i835
consta serem t pensos concedidas na importancia
Anual doris. ................ 5:371$400
O ijupxrodasapasintadoriasconccdiias de 35 de
Maree de i8l4 a 7 de Abril de 1881, de 3 na impoi -
Ktaia d re.................... 3S6j)000
De 7 de Abril de i83l a 3e de Junho de i835, 5
ti iia-portenrra de rti ...... a:a90j^000
cusses ; no / da y e prupor te a ma-
ten pasitjV&UPda ; 'liado Senado ai-
j.im resolver, Cera este lugar; se decidir que ni
fas-e, ser en*tf3*dcidid questa segundo o* ter-
mos da le. SaWa a redact.
Depoi de algumas leflexfies o Sr. Vergueiro pe-
dio licencia pra retirar a sua en.end, oque llie foi
concedido \ igual exigencia fes o Sr. Barroso, no
que o Senado igualmente couveio.
Dando-sea final a materia per discutida, foi posta
volaca o ai ligo oflVrecido pela Commissa, salva
aemend*, essi-approv.ade% sendo ic^tiaiti *san-
da do Si. Borgrs.
Passau a maleiia ultma:dlsco>sii.
Seguic-se a piimeira discussa do projecto viudo
da otrtia Cemara-acerc do andamento db procetso
judiciarios que se huiiveiem dejulgar em giodert-
vista, ele.
OPreidenle declarou ehtwr em discussa a utili-
dade, 011 inntilidade da lei, conjuntamente cont o.
parecer da Com misa* de Legislaca a rcrpeilo.
CNndo se pordiscutido, e posto' o projecto a ro-
taca, fui approvado para passar a' segunda qae jia.--
sou a ter lugar.
O Presidente em consecuencia da emenda da Com-
missa, declarou en discussa os artigo 1 e a do
pri'jeeto, e o sexto das emendas da Commissa.
Art. 1. Oapiocfssrfsjudietarios, que fortn rt-
mettidos pelo Supremo Tribunal de Juslica Rela-
t s Pi ovinciaea, para serem revistos segundo a Iti
de r8deSetembio de 1828, artigo 16, ser nellas
ju'gados na forma ecom o numero de Juizes deter-
minado na mesma lei, co'rn sepelb primeira vet tu-
hissem pffj-a o julgamento final em segunda instaneis. s* ja o Governo n.audou suspender
Art a. SepormU'se achsreni na Relaca aate-qsiii euiseswilisi p^W
tantos Jizesquantosforsos^sre sentenca recorrida,
oeste caso os procesjos sei revistbs pefos Jufea que
estvetem presentes, com tantb que na esteja'em
numero menpr que o eslsHelfi'ido no artigo 6 do Re-
gulamnto de 3 de Janeiro de t&3$. .'
Emenda ao artigo 6. a Qoando os processeaiu-
diriarios fbrem enriados p'eTd Supremo Tribunal'
d Juslica a huma Re gao revisora, conP.rme o ar-
figo antecedente, ser u (eilo visto e examimdu por
tres Juizea, os quas serios priraeiros a votar no
acto da sentenca com os mais Juizes que presentes,'
Lera-se e tivera o conveniente destino drifcrcu.
tes pareceres da Commtsses.
n
Qmliuuou a discasra adiada sobre o primeir
artigo do parecer das Commistes, e emendas eebie
a reposts do Governo acerca da sospensa 4e garan-
tas para a Provincia do Para.
Fui apoiada huma emende do Sr. Rodrigtns Bar-
boza.
O Sr. Rodrigues Tone^jallop largamente acerca
doqsselunj Daputedo (%'Ba*t|[ Mr* dito na ses-
sao de Ifnitem a reegeii. de aMisMidlas do Minia.
leridAi-JRsai-to qwjsjr^eRe fbiflrdlHr>" infame.
O Sr. Vasconcelos depois de ter longamenle falla-
do e respondido as imputarles fitas a as pessoa p r
hum Deputado.a quem deoomin-m osen ilesireeesK
sor, disseque antes de -nirar na materia, us p(dia
deixar de dirigir afumas- irttirpeHaces ao Ministro
da Justioa,., poT-q.". deejava saber nm |i -risajisisisji sy
t-m dado para a Provincia das A'lagas; puja qi;e W-
lo Relatorio que 0 MiniatVo apresenuu a est Cmara1
ellem- en tender, que buiiiv l har ieb*UJa\:
porque nos cleice* para a Assembl^ Le^islativi f\ti^
vncil, houvera huma c.bala, t vergonbe.a, i
Brppareerma* votos oV> q re>; que m^s ,prinleia* elei]$es.se. dujeeiri,
e se mandn proceder novas : que iroaMisa
ber em primeiro lugar poV que raea-o GoWrno que
linba publicado a Cei da R-formas, hi'jt deridn,
s Provincia das Algas sem Presidente roroeadipe-
lo Governo? Uto he, ..sem, lium Wn|e do Poder Cen-
tral: em segundo lugar, que b Ministro The dissesse,
Juiee-* de Di-
r. ns Provincia; ejn tercejro, se mandou proceder
s sverigttacfes necssavra?S em taes.CfSOA, eos quer-
to finalmente, se a Asseroblea Provincial q se reua
foi a primeiraj ou. se foi a Assembla do? podcre^Bb
icA a; se por tanto S.. Exc. s dtgnsss inforSr.
veric
foi em, nao sendo por todbs, menos de cinco, f
ra o Presidente, conforme o artigo 6. do regla-
snentode 3de Janeiro de SSf, e decid i rao sobre
o ebjecto de litigio, como se pela primeira vez iu-
bssem os autos para o julgamntb final' cm segn-
da instancia, nao deixando jamis rnctrto o direi-
todas partes.
O Sr. Ahneida Albuquerque era de opinia de que
a discussa devia seguir ordem do projcta rindo da
oulra Cmara, do contrario a di-ciifa tornar-se-hia
! confusa ; obserVou adfsposice do projecto, bem co-
mo dfesemendas, mas julgava haver hum dt-feito, e
era o de se determinar que as revistas julg ssem tan-
tos Juizes qnantos forados que julgia os aulos o'a
; pr'rmeira vez ; quedo mesmo modo a Rri&ca nao.
devia fulgor rom tanta facnldade como se Ihe da va, e
'. sim limiiar-se-ao objeeto de recurso, porque a jul-
: gar como na primeira vez se julga, dara huma sen-
tenes inteiramente trova, oque na6"p?echia os fins
1 da revisa, fazendo com que a final nao jiudesse ha-
ver recurso.
Mandou meea huma emenda que sendo apoiada,
ficou a malet a adiada por dar a hora.
G Presidente de* pare ordem- do da da sessa do
dia 10 docorrente lugar a ullima discussa do Proie-
ctoquefixsa* ferias de Ierra de i836 a 1837* a
conlinuca da materia er discussa; etc., e levsn-
ton a sessa pelas duas hora!.
CMARA nos DXPOTADOS.
Sxlrato da Ses sao em 9.* de iulho
Plesicrenci* do Sur. Aranjo Lima.
*n^6Vro,H*
arando que.pouco
Via dito no se
afi nov:rFr
P.
Eita a chamada pelas dez horas da manfcff, e a-
chando-se pivaenles ciucoenta e hum Depulados, o
Pi esidete declarou abeita a sessa, e Hda'a sotada
antecedente, fi approvada.
O primeiro Secrelsrio dtu cont. do expediente.
Poi lide e re met ida s Commissas respectivas a
seguinte indicaca do Sr. Paim .
Que ai iHustrs Commisses reunidas encarrega-
das de pro por emendas aO Cdigo do PrOCeso Crimi-
nal, teudo em vista as circunstancias extraordinarias
do Pbr, pioponha tambem medidas legislativas, q'
para o futuro ocrorra opportuuameule a estas e ou-
tre* emergencias, eJ&oiando-se n-ste sentido ao Se-
riado pafa fizc-lo comfler Commissa do seu seio.'
Paim.
Ibsibreesres olijeetbs, erfe Diputado suspendera o'
sfeu discofso.
O Ministro prstou-se a dar
ridse pelo illustre Deputa do,
mais podei ia aci essentarao qu
hrlorib, que se ha\ a nomeado
t; equetendomanilbstadb este .
Gera, entenda que ella baria de
t-hlrespeito; que a Assembla Provihcuf que se
via reunidb fra a segjjpda nao a;nrJoei; t't'
Presidente que para nli fot, e.rrwstiu logf>d'ser
gunda Assembla; que o Governo tambim mnd*ou,ao
Presidente que adasse a Assem.nltja Provincial.
OSnr. VascQiictU di^se que sntja muito ftyi-.
gfr do Etiii Ministro da Justina em materia de tanta
importancia ; q' en ten-lia pols q'>rio rebellioes/MH^
esses acto*, qu tenderlo o bita r a reunalo d aa-
semble^a Legislativa Provincial; que ao menqjS. el'e
Dapuladu em sua opipiD ass:m quatifi'cava esses actos
prllicadWs na. provincia das ATgoas,. que derlo or
niilhi humas eticfte*, emandarfo proceder a novas;,
que queria igualmente saber se acaso o ho*sp Governo
estsva resolvido a reconhecer as Asscinb'leas de>MsI-
rbr, e a reconhecer as Asembleas Vinagres; que
em fim'O Sur. Mini-tro mandia adiar AssembVa
Provincial1 das Atagoas, e o Presidente aoload|ou.
O Mjnistro disse qoe quando as ordena do Co Tor-
no chegio ,- Alagoas, ja a Assembla Provincial es,-
tava reunida.
OSur. Vssconcellos responden que muil eqalwra
estivesse reunida essa Asiemblea, o adiatrienlo poda
ter lugar a todo o tempe.
OMinirtTo drcfsrou que jofgava que o PrcsiJente
nlo adou essa Assembla.
OSrir. Ve.sconcellos^ cbntuuaudo s dtscofrer so-
bre o objeeto emquestfo, (Kclarou que a A-semble*
Provincial das Ab'goa?, era huma A.-semblea q' estar
uulla ; que esta materia era,das d mtor importancia
qoe tem apparteido na casa, e qo slay "pi^suadj-
do, que a Cama, a se nlo ha va de reiirer est.a'nc,
sem que trarlasse de hum negocio de tanta-monta. 0
illustre orador fallou tambem a respeitu da Provincia
de Mallo Crosso e do que ati tem ha vido, e disse
que n9o Jibia se o Presidente da Provincia anda se.
conserva va no seu posto ; que tem |ou vido dzev que
elle era.cump'Ue dessas desordens, que nlo sabia de
arto; que nlo tratava de o censurar, mas que sero-
pre dira, que se nlo era cumpce, foi nimameij^e
condescendente ; eque assim nlo poda marcH aV es-
trenos o syslema c -ustitucional (apoiado.) O illusjf
Deputtdo continuou por longo espado deiempo a faU
lar sobre a materia da prpposla para suspendi de ga-
lanlias, pronunciou se a favor do Parecer das Cotn-
misses reunidas, declarando com todo, que se e|le
nlopassasse, no se julgava inhibido de votar pela
Proposta do Snf. Ministro.
OSnt. Monra Msgalhles em hum longo discurso
coutrsriou os argumentos do 'lustre Deputado qu e


DIARIO DE PEjjklUftBVC
n a>dti*4wqal*Wo eor**** api-,
talado. j 0
.. r*a^d*js>d*>> i> obsecraos, de-- elguns,
ran49y c|Uf.;e^,Omr* enaendesse qweas
^Jl^*p^epiiU*e8loiiM fectov rife M-
^^^KduTidarla rotar pelo ea&sArieetawntod* bil-
ma fleUca.para pifar*
^ jRwi de tfr Hado, spl*e a.matesra or, Gerni-
le'-o4', iWdir-cJ-se votos;, poffa^eprtfimrou a dseos-
med
le
*%M

J\ Rm,irolcom*1ioia.o; se* dissaesao} declW>-
'que ciaba apresent'ado semelhante proposle-pate Pe-,
sttfWlw.41,l>|M4d9Jn*ifih oiesa* por eJA ; e,
aM ioadaMd>lW": *** *< P*d'a *%r de|
f *er fpo* de,1'*'apa #. iUustree, eealeg**, pea
duvfd* e^q^.r**ry e>tadt,. eabr* malaria, de Milla,
mporofa, pitfiWWd palustre Dm*>*ado aobte
atUljtfO,. nwwiuUtM.wt atea- a propoala,
vome,co,0.tra.o SWreftfTf,**Qdo da*cqniap qap- deve.
ha,Y#r hum J^up.pMlkuJert,p*rar.oiewpiB' aVcpnepi-
m*6 e i*tvll^tv e que a unir suapeusa&de garan-
f,BO> q ^a de voter^b* pelagmeicada no paragra-
r. 11 do artigo *7H da, C**flvu>0*A;. eu concluios rp-
t,ado p< 1^ pfirpeu *rtW du HM*W- Cmuasa5
o,tt ti ai, lj) *g0U a esiahelecmeui.o,de auna
Relafao, porquera rrapejto ds oatltps, artigo* haaia
o> Iheaiaier algum* amenda*.
Cqrop tiyes*e, d%dq.a.ho*a ficou. a dtcuss*o^adaade.
Teifdv'.-se retirada o MMtfr. da Justina coau
iMM^tofitnf)id'< p presidente den
pHraordem,d9.di* 10, a me*m*|ds\ boje, e. levanto
a i*ea depoi.d4f;div%,hof^#(U,tvde,
9 :. ~*.
Je a8 do crrante mez, inctvflff par copalo, c|iw o
rnoa> Pa^QfiWdjiigk* a, V. S. d#f de
^citi(dppai^t>ftp,dj6^ eo f*#a MMT-4H1
I de Paz diste Municipio o que nelle e ronlem,
jaj; Ibe de. m inte* ecejatpriim nio ; eaarea-
guroa V. S. que, exlr.hidas as copias ne-
----------., aa fnrci distribuir pelo* dCtos Juiea da Paz
recamrrvsdHdc-lhesitua eXecucao.
DeosGaerde a V. S. por rauitos anuos. O iflda
todeAgoatodei**. frita. Sr. Bootor Joaqnsn
HoneMachada Joiaide Direito Chefe de Polica*
Dvuter Loo re neo Trigo de Lourerro Jur WirnicpaK
i. -* TifBJo-meaWevsBmTwotneBifr d ftcuho^'ch^
gir ao pefeilo conh cimento da quanlia dos dtnhef-
ro.-, e bens movis, ou semoventes, que podero ex-
islir no Deposito Geratdesia Cidade, per nao re^ter
Ijvrado em Lirru competente oa respeclitoa leemos
de deposito, av-ae. por Uso anjsle', quf Vmc. me
remeta com a possiTel breridade una rela$a dos
djiiheiros, e beos.mpveis,, o*^ semoventes, que pe|p
cj ca^ torio constar terem side icolhulos ao dito Da-
oaito Geral desde Jolho de i3a p*ra c, a na6 le-
etu aiuda sabido detle pop orden* do Juito-
Sleo Guarde a Vmc. Onda 3t de .\osto. de
5. Sr. Joaquina Jo*e CiiUco, Eacriva? do
CrimeeCi\el desta Cidade. Doulor Lo'arenf
Tiigo de Louriiro, Juiz Municipal.
Circular 04 Eai\iea.dA Cidade.
AKiik DAS DIVERSAS REHAS
A paula he amaina do A'.' I9i

i i

CORRESPONDENCIAS.
S.
Snrs. Redactxas-
EjipREeuidej, que o tempe, que ludo pulveriza,
l'o>se paulalinamenle anaciando a indispostefo do
Paltidiw dominante d'AsaeattbMa geral contra a oulfa-
d^daClaase Militar de Piimeii Linha pela culpa de
be ver dealbronisado Pedro i. e quem a Constitui-
ciooutorgara o poder dedomeav eus Min^trosr ea
quem eala niesma Classe Militar devia a sua progres-
si va influ/neia; coma dwteo Uiiiga do Velho Per-
nambucano no seu N. a8.
lia leoonheco, queeste Partido ten justamente
vingedo Pedro 1. peie que sea a Tropa, o punta-
do de rasgado*, insurgidos, (*) no Campo da S. Anua,

fVVftfi<\flMn
nlii.colrretiaor
bftfsiebniiio tfjpiiy coa^IamQv da,''^ .J-n^M Ow*^ .*; Muthfa* p&
Sih>rpa. J..;
Co Brasi[elrasque em nQ.r\e deljajlji* i-ecomp^paaya:
o ti aba I nos d independencia. Masistofoi hum erro,
e Dio culpa ; porque a Tropa- lia.quotididn^ni*^^ "
Prangel'bas, isto he, uas Folfias Li'^eraf8 que Peda;o
i.* aspii a va ao Despotismo j eprefvrindp a Libjr-
' daferfa Patria o/Psios, ebondtles de Cesar,, es
cudou o> Brutos. E^ta a'd'esculpa aobejava para qe
es>e Partido, depois d; cinco arinos de^peraean'^p,
ac i masase, finalmente lana ferocidad* j e.emhjado
' ao menos, deque de ve aessa culpa tuda a sua ap^ual
omnipotencia, arrancasse os MlJUa^i-s,qa lama, em
qufj jasAn. Ws nio: o desreso co_.nli.nua ; e ero h i
IVdres que terp aetenloi no__Senad. t^'4 rrlke
u.
(*) Aaeiwi neo atimie bum, que ufo sendo di ase
com tuda acompannon o rancho.
esperaocasde misericurcla. "apeaar de'ae.)iaer pjtima-
menle leconhecido pela ymeruncia, que esta.Classe,
e sdesta Ciarse he capas de manter a ordem, e susten-
tar as Autbeijdades em hura imperio novo,, e vacil-
.'nVnle. Querer principiar, por oqde osGoverngs
libei aes acabffo, te nio re aciul, he ignoiaxicia.
TodaS as outra's Clffb'ses do Estado nao .-<> fqrio
blindadas com ordenados pinguissimos, msate, com
a contnnaco de f eus accesos. A cy. Mjlklarej^pui'em
coucedeo-se por pjo, ou como esmolla aoa mais po-
bres de sold, huma melsde debaixo da dura cundi^So
de perderein as esperanas'de Propostai! [!
Agor mesmo acabo de ver rehoTadOj eate aeaXbf-
ma'na Carta de Lev, iirpre.$sa. no stu Diario N. 186,
promovend-se somente al'Capitio no Corpe de Ar-
lilherio,,e islo por .Concurso!. Cue be dos cenles,
que a Corte tero mandado para enainar o Curso ma-
themalico Artilheria de Hernambuco? Que empp
teni para estudar seus Ofliciaei atrop liados no seiT-
co ? Com que serio rimunerados os servicie, que es-
aes Offiuaea lem prestado desde a porfiosa lula da In-
dependa at o presente? Ser justo, que venlo da
Corte vadios com exame de dous dedos de ma'hetqa-
tica emplgai- o Posto*, dujs) qae lem trabehado ?
Sao estes mathematicasujaWjrfni assest.do em Per-
nambuco oa CanMks canlra, o inimigos da Patria ?
Que rale a Iheoria aem pi tica ? 0 mesmo que a tf-
seas>B|lttresd. E quna Ley^ nao fosee bAiroebamarra _>a**il Corte, poia que a
Artilieria aqui nio lem o Cane,.Ma> Lry nio devia
eenr-Uegrada; ,t4opodaa%pieamderaqolUe, que
j erio Olficieee, vedando Ibes' oa seus aecrsscs : do
contrario venhao e|?K atiuajej^koa para Panellas,
e Par, como j foiio >qoeie* para OCeari, Mara-
nhio, Babia, &c. e eno veremos, se oa inimigos
escapeo das suas"parbolas.
Uignera-se. Snrs, Redactores, de dar bum canto
no seo Peridico as inuleis queixas de .
Hum Official rtilheiro pratico.
" oqueeeio oa Padree stmfo MvftiMrV di'|l
i qu e CoDatituicio do Ivnperlo gealiti '
* poisjbum Rupreednlnted lcb, no* rVrito da
R*-ptntKa NaeTonel e ninrV d^ne'^r^;
attacar aquella Heligiio, dizendo que eas *Rr%.
i Iherea be q ue acredito nos> seus Miniar* W Por
qjvf ? on elle* alo mai* rtJfgijrta del cjt* oe'Mb-
mena, on cutio a Bciio he bum cWm*erAV e
a ellai p^ ere^ maiafaicaa esto promww^'aelrf-
dqr lude.' -*
Que degraca, meo amigo! un) Pfoteelaote tm
glorie de, o ser; Iwnr Caltioista da tosffif sW,
k e t lmm Calho|co R.hsmiio ba de" ler'Ve^dilsj
a demOiXaac que he ? Como nio titiu+ki htttf 9-,
Padre no Senada que rehelease eles -imtifMis7?
> Puia meu aasigo, inviolabilidadt d'o H. Hfs-
preientante ha de uUiarieca-le a:: drr" A qde
a qum-, s*ja dmire oa torto? Poia se hum R'<-
preaentanfe doblara, ao que parece, qae t a par
te fi ac da Sociedade he quejo acredita nos Mi-
nislros da Religio, nio pode tiobem ha ver bum
desses Ministoa, que prevaieoeudo-se da i n viola-
bidade diga, que so os illadidos he que pusiem
hoje acreditar, e espetar ag'um bem desea,
Porque se dcixou chegar o tempq, das
para7se cgar ao Exm.T5pO| que fiwaae''
islo he, para que se pedio io Sr. Dtspc
Itspo
Shrs. Redactores.
\ Ivo fazendo preces a Dos para uestes sea mezas
nio me morrerem os filho.%, porque sei, que nao me
perdoio a Ifrenaa, nem a1 vela, que he sempre de
m"Ul (aio la asFrancezaa nio fizeiio, tamauba dts-
cobertt) ah meusbon* Redartores, quesera dos po-
bres?!? O vigario este longe, o q,ue nao deixa de
eslimar ex causa, o Coadjutor sam poder fazr esta
esmola, e o Priostefeit Vigai io Jfezs La vai tu -
do arrasado Este lie o uniio anno da Camelia, por-
que me disserlo, que eoi bi il a noasa Asseroblea Pro-
viptijl hia demarcar, humas trras pai ochjaleugss:
Dos permita, que melb'ore de Pastor.
Hum pobre Pal de familia da Cabanga.
Snrs. Redacto;et. __
V. Mees, dorio transcripta no stu n. ib8 pagipa
segunda o discurso doSnr. Senador raes d' Audr&de
responden do ao Sor. Saturnino: fassio juslica, e pu-
bliquen) tiobem a saguinle correspondencia do Diario
do Rio de Janeiro, e este $do Sete de Abril a. 18*2, e
em fim a pequea refiexio que segu ftjla por esle'scu
cieadinho a qnal rogo faca inserir sob e mu capado-
eio titulo de
Anjo Tutelar H \ _J[
Diario do Rio de Jaueiro.
r
Guvi hontem huma conversa a hom
lo.
que nio couheco; e edmo m^ parecesse ioteressaote
vou rogar-lhe a sua publicidacw.
Dizia n Sugeito vque tinba Kdo no Jornal do
Com me ci o Descurso de hum Senador, q'Ir pa-
rene attacaras Sant.i ReRgilo queprofessamos, eos
Pastorees quando hgyjn^ certeza qae hia cessar o
guerra ? ,,
N'islo Sr. Redactor quebrarse huma^^n* hum
grande buraco que hatTa na ra por estar muito
m, -como esli quaci todas, e o tal Sugeito foi o
brigado a separar* se s! amigo, e eu prii
de ouvir O rt*to da convera, Adeos Sf. I
e sou.
Sete de Abril:
nambnco, teme*, porque elja foca de Btf.t.q, !>*
0,Dte,-esae.aoiBVaiT,^,niqot
dve a e a extirp-icjo dos ltimos. c.houaiia, \ \ggtfit*
de Panellas e Jacuipe est acabad*, grecas aos es-
forcos dos Governoa da. P^ejusabuco e Alagoas e,
bobretudo, s incancaveis mistocs do Sr. Bispo de
Pe nambuco, a quem, segundo cranos toda esta
fortuna se defe. Ebava rsereadV quelle Pre-
lado dar este nobre exemplo de p'edade a' os mais Pialado* do Brasil, [a, morar a< q,aHaVa
quq'ae arrogio, o, titulo de&loaofioa, cujo aanaey msj-
su tio, comp .ebgfi. a>Jgiwa Cbriaiod aadaame,,
e de quautos milag/-es. suscep4ivei, qnatoalr pnimp
da com maosi.d^o r-ensiuada com eempsav tb-aar-
tuoto Pastpr, deixou sen palaei ae aaw assMtbQjaeW
entranbas das llorestas a edificar o> reAaauSo per-
vertido. Aa.lagrimas fvr> o pim*irj ssceaa oo-
llvdo pejo.' Bispo, a ^twv#rao ip-tk- dqtaadesf.
Urna Pastoral que.aJJe d/riga QI1S rgiiijii ii ipi| aaajs
da e^pamar por toda a, Dipcese, para que todos Ion*
vem a Dos por lio ussignalado beneficio, respira
o contentaniento, de um- oorac|p simple e eassi de
huinmnidade. E assim que o Bispo nos \d# fa^er re-
cordar com saudade d'eases, tetupos diu.au* eaje q^ne
a primeira virtude do Apvslcbrea'a eapaor Atja lama
semelhantesj e 0 s,eu n:imeiio de.fef eia>fiaiadede
a CAjar : a Cart&de e, a Jusfio*, *#
O Governo Central s-ber, aem qovida, sjaurcr
ao Tcaeravil l>spg o recpRhecus>ea4o, aae^sad de
qqe elle credor.
R.flr*5aa>...
: '. '
He maii que laiuna o ver, qnoo deCirvalbo quando ae estr/equ- a talUr th Jraado*
fosse para faltar verdade, e. spUar daaada usiiavls
grosserias, mostraudo-se ali, qjjaj senspee kwaaaa*,
e em toda a p^rle, Me be buot boaieB sisasaaog,
irreflectido, e inimigo eslugidp de ludo que dia res-
peit Reigo! Sim : como ousou ptoferh* 6 aam.
Carvalhp, que o Exce,. Bispo oada. eonaeg^ter aa> a.
campanientq respeitQ dos Gabajpos ? ftiaiqaWMraaa
Pe, esse azedume contra o Effge]. Pnlada, soi panqu
est por meio des docuras, e kom acojbimentas da IW-
\ Ijgo, conseguio o qpe unnea poderie, oaOwajuaV aa
armss, a persegmeio, as hostiUdadea c. 4ds. i ser verdad,*} o que dase p Sor. Soaador, segaa.
se ncccsssi lamente ?r rneaiifs fe mii^ojttsBteffA'tdl
do quaplo em seus Officio* dse aaGorero cr#*m-
mandante CeraloSur. Joaquim Joju Luiz, e eao-peT
mujta voz^s eonfessuu, que ao xello Apostlico, ICa
ridade e persuao Evanglica de S. Ex. t. *Mras>
s o completo acabameoio da gneaya d PaoellaeW
MaS o Snr. Carvalho talvez aa>af ras* da feadoac^
se herege (anda que de orelba) e libertioo pirali-
^


WTftfre tanto crer em Bispos, em Padres, e no raes-
. no Evsngelho, como-no Alcorlo ; por ino nf po-
de crerqoe o Sur. Bispo caiba huma gloria que toda
reflecte era honra da Rdigiia. -,Tal he o reputado he-
roe eiHre oa Bastlas, SentinelUs, e outro* ejbsdero
furfaris i Leviano, inconsiderado, falto de mritos,
de saber, e ale: decivilidaJe Eia em lumma o Anjo
tutelar, o grfo forjador de Repblicas no mundo da
La i
Todos oa Padres (dis o Senador patosco) Costu-
- **0 fa*r preces para chuver em tempo de chura n
Que deaenchabid sarcasmo Que tom redieulo, e
de despreso, coas que falla o Snr. Garratho, nlo des-
te, ou daquelle Padre, mss de todos os Padres !
P*,s5r*f84% Brasil, onde hum hornea que por-1 aua
igkot ansia e maneiras desmanchadas,, apenas servira
em outro paiz para arrae de alguna barco de vapor,
aatreunaado o concideraael lugar de Senador do
Imperto? E anda querem cncaixar i outro de i-
-t*1-' J*** O noso mundo he o inundo s avessas.
Otos) a*. compadra do Brasil.
- Assim o implora
O Anjo Tutelar.
m
ANNUNCI8.
Ahio o 4. N do Mequila de Capote. Vende-se
lia loja de Bandeira Jnior, ra do cabuga.
Consulado de Franca em Pcrnambuco.
ARREMATADO.
^^iota feirs, i5 do corren te, pelas 10 horas da
tnanhi, se ba de principiar por em hasta pu-
blica, a parte do carregament da galera Franceza
Genoveva correspondente ao importe de suas desp<-
zas n'eate porto, e continuar-se-b nos dias seguintes.
Pa vespora de esda da publicar-se-hi a especie de
mercadera q As coudicoesserio afixadas na porta d'Afandega
elha, onde se si ha recolhida a carra, e onde lera lu-
gar a dita arrematado.
DIARIO DE PKRNAMBUCO.
jT* ntaT" P^dro Bapiwta de Santa, R*a participa ao
rs^'peitavel pblico qn > Beneficio no dis ,j9 do
corrente, dia d.' S. pedro de Alcntara, grande galla,
cora brilhante 'c'xpectaculo : as pessoas que peitende-
rem bilhetese camarotes, podem dirigir-se ao Thes-
lro ou a casa do Beneficiado na camboa do carmo D.
15.
Quem annonciou querer comprar s collccfo
dos nmeros do Carapuceiro de 1833 at 1834, Sen-
do quena os nmeros lodos de i83a, 53, e 54 al n.#
30, faltando neste ultimo armo os nmeros 3, 16, e
2i, dirjVsea venda da ra do Azeile de peixe n. i,
no Recifr, que I se dir quem os tem.
%CJ^' Quem precisar t'e urna ama de leile, procure
ni rwa do Vigaiio n. 18, i. andar
. %3P A pesso de idade que aonunciou querer to-
mar c'onta de urna casa de vender po, dii ija-se a Fora
de portas venda daesqoina do beco largo.
tfjp Qiem qiii.Ner 400$ reis em moeda corrente
do Imperio, com os juros de 2 por centoao mez, dir-
ja-se a rus do Rangel casa terrea D. 4, para' tractor
sendo com hipoteca em casas de-embarazadas.
F Quem annunciou quererjdar i:f>00$re5a
juros de umporcento, dtiija se a ra do Coelho ter-
tap* Pe gunta-se ao Snr. que annunciou a venda
do. discurso feito pelo Snr. Manuel de Carvalho Paes
d'Andrade, em que lug-r existe, pois no lug*r n-
nunciado fbrio-todos comprados pelo Garrafuus para
Bombjs de lego doar, isto deseja saber
O P ral cante da mesma arle.
sa-
la
Quem anunciou querer 2oo$ rs. sobre hipo-
leca da um escravo sendo para ficsr dito e>ciavo em
poder do acredor ; dii ija-!e a ra do Para izo sobrado
que foi do feWsrido Luiz de Mello.


*
o
AV1ZOS PARTICULARES.
*
NAVIOS A CARGA.
Para o Aracati.
Sumaca S.Jozc Palafoz, fundiada defronte do
Trapix Novo, sahii imprelerivelmeiite no dia 16
de corrente, por ter a maior parte de sua carga abor-
do : quem na raetim quiser earregar dirija-se a rus
da cruz n. i7.
Abaixo assignsdo, faz sriente ao P.b.o, que
poaoa elguma contrete com Antonio Joaquim Fer-
,re*e sotabelecide com armazena de carne secca na
H doCollegio na casa l). 9, negocio de qualquer
auUnretas>bies casa terrea D. 7 cita na ra da cara-
boa do Ca roe perteftecnte ao dito por isso que so
-MWuociante m cha hypotecada pelo mesmo por B*'-
plora-PiblicaUvradano Cartorib do Escrhio Re-
gs. B-parequeem tempo algara io se pos-a allegsr
~ iraooia, he que se faz o presente annunc'o.
Manuel Fernandez da Cruz..
Precisa-ae de 350$ reis a juros; dando-se
Vplutjaoteoe urna escrava : annuocie por esta folha.
JJJ^ Quem annunciou ter para vender um rclo-
'IhrIms. I, qoe I arbar qoem o compra.
fcs9 Na intsms venda prerisa-se de m menino de
A***!-* qoe ja tenha ora I ira Uevtnda : quem
estime nestas cireunstnncias aparece Ha casa cima.
Ja Quem annunciou querer dar um cont, e
qoinhentos il reis a premio com hipoteca, dirjase
ru>_<* Jardim casa O. i4. se dir quem peitende.
W Quem ti ver precisio de urna mu'her capz
fpora aervioe domestico de tima casa, etiobem serve
f*irsibjomacietra ; queirio dirigirse ao beco do
vocioho D. ft,qie ah acbario com quem traetsr, ella
aoocoaemoda rom preso com modo.
^ Jsas^ Ui se 600 o cambio corrente ; na rus do collego nc i.* andar da
.oMiD. ,s dir qjera es tem.
tss^ Quem ti ver e quiser alugar duas pretas para
vmaior na ra, pagando se-lhe 240 rein por dia, diri-
jo-so a roa de Orlas 36, que achara com qustn lr*c-
CjaV^'^Qoem liver psia alugnr uma casa terrea ou
sobrado no Bairro de Santo Antonio pelas viziuhancas
'soaJliTaif darndneriitjjc!s, annnmcie, ou dirija-se a
Butaca da rus do> QuaDeis D. 3.
%a^ Pro sa-se alugar orna preta que saiba rom-
pr#r na ra, Ou entenda algums conza de cosinha e
soja fiej: quem a tiver .dirija-se defronte da Rib ira
4> aata-vi^o-aa renda de4atso de um sobradinho.
19* Preciaa-so de um negro pira vender pi : n>t
riitsrrLsran^eira pidarra O i5.
,
COMPRAS.
_ Mselimem hom uso. com todos os seos perten-
ces, sendo por preco cosa modo : quea oliverannun-
cie.
^p Ums birretina com o seu compent. nte apa-
r;lho para G. N., sendo em hom uro, ou na fallaos
aparelhoa dourados sendo s : quem liver annuucie.
%Jf Uma Uuzia de caleiras, uma marqueza, ou
camap ludo com assento de palliinlia, mas de qual-
quer madeira, equesejitt novas, ou de roeio uzo, e
assim taobem daas banquinhas de salla, e uma meza
dejaniar: no paleo do Hospilal sobiado era frente a
Igreja na e-quinado be.co.
yf O Arcenal de Guerra compra rantiz, e caps-
tos psra Tropa; assim como caihros (rosaos, arvo
mineral, folhas de lati, cadinlios do Norte, assoalho
d'amai ello, e cosiadnho ; &t pessoss que taes objeclos
tiverem, queirio comparecer no memo Arcenal para
se tralar dos ajustes, pieferindo-ses quem por menos
vender.
VP* O meamo Arcenal tambera compra caixes
de pinho, que tivesse servido de conduzir faz'rndas,
preferindo-se aos que forem maiores.
O
VENDAS.
.7
Plimas folhinlias de Porta para o an-
no de 1836: na Pa9a da Uniao loja de
livros N. 37 e 38, no Kecife ru da Madre
de eos, venda que fui do Rezende, e em
Olinda ra tlp Bmrm casa do Deslribui-
do. deste Diario.
*aV Uma esrrava de naci q' cosinha o ordinario,
lava, e engoma lizo, e bixas muiloboas por rentos e
a retah, por preyo com modo: na Botica Francesa
da ra dos Q:iarteis D. 3
tJT Uma casa nova de 3 andaros, folio, com
cosinhas lora, cita na rus Nova do Porto das canoas,
defronte das caaas do Mosquita : na mesma achara
com quem traclar.
WsV" Dois moloques de rauito bonitas figuras pro:
pos pus p'gem, ou parqual servio^ eem vjfio^ ;
na BaMist-^r^qte afrfaia da Glo,
Alegra caza 4- "*
'VmimqH dnselo Angola, deidades
tivo porque se vende.
tCF- Ums preta de naci, de 16 s -,8 an,nos, N
be cosinhar o dimo de urna casa, engoma e a
sabio: na ra do FegVD 11. *> *"* d
1t^ Uma es. rava ptima para' acompanhar um
senbora, emesmo pa a qoalqr Aervicod umaeau
lava, e engoma mal : na rna do Queimsdo D 3 lot*
de fazendas. >?
^ Por toda a meda de cobre que tenha p,0
nio sendo fundida o seguinte : rhampanha de primei
ra soite, moscatel, vinho do porto, did'o engarrafado
dito d Lisboa, dito hrsnro, dito do E treito, paios
presuntos para fiambie, toucinho novo, tapoc do
Maranhio, sevada e sevadinha, cha- hisson, -e-perols
serveja, esperraacete de 5 e 6 em libras, aparlhosal
aues para cha, e todas os mais gneros por pre?o com-
modo: na venda de cardial, roa da LivramntoD. I.
WT" 8 pipas de agoardente da trra de supWior
qualidade: na ruados Barb iros n. 8.
^ Umaescravade naci, ainda moa, cosinha
bem, engoma lizo, lava d barre^'e saW vender :
na ma Nova leja de caldeireiro D. 14.
V9~ Uma porfi de tsboas de louro de *0 a a6
palmos de comp ido, chocolate a 200 res a filia, e
barriquinhssde bolaxinha de 4 e 8 libras a i60a lo.,
por toda moeda de cobre : no armazem de Antonio
Pereira Machado no largo do Carpo Santo.
fc^ Birria de niel por preso commodo: no Tra-
pix novo a fallar com Joaquim Joze de Miranda J-
nior.
iTa^ Uma escrava mossa que vende na ra, de
boa conducta, e tatnbem engoma lizo sofivel com 2
fi.'hos msxos um de 4annos, e outro de um annoe
meio, e s se vende para o malto : no nixo do Ifoia
D. 25. i
^ry Um esersvo de 16 a!8 annos : na Boa-vi ts,
ma do Rosario N. 292.
VVr* Uma moluta mossa, que cose chi, engoma
lizo, e faz renda : na rila da Cadeia N. 61.
&
ABRENDA MENT.
,Rrenda-seom sitio na estrsda do Rosarinho. rom
baslsnle arvoredo, Ierra para plantar, e criar dose
vaccas, corral coberto de folha para as meamas, o de vi venda, e para pretos, e estrivaria : na ra da
Aurora n. 9.
>

/
ESCR A VOS FGIDOS.
W Elippe, de meia idade, potioso, levou vertido
camisa e siroula de brim e jaqueta, estatura baixa,
e cheo do corpo: os aprehendedoree levera-o a casa
de Joaquim de Oliveira eSouza no atterro da Boa-
vista. A d verte-se que cos uma ana> ir quando fge
por fora de Portas, Cidade &c.
.Ajr~
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Pono de Pcrnambuco.
s
v
o

21Segunda i
22T:-----
23Q: i
24-Q -
a58:---- -
a6S:---- E
o
Tarde.
BCanhi.
27-.D:
Navio saludo no dia y.
M
^SSU : Esouna Nacional Comeico, M. Joco Joa-
quim Duarte : diferentes gneros. Passageiros a4
lodos com setis rom plenles pasaportes, e D. Tho-
za Maria da Conceicio. ,
Dia 10.
PORTO CALVO; Hiate purosa, m. Eslesoo Ri-
beiro : varios gneros. Passagrii os 5 todos negocian-
te-.
tem. na T.yp. d*> D>urio 1835.


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