Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02999


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Full Text

.
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fi
V
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tfE/183-5. QUINTA FE1RA

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8 DE #TBRO N.

\
/
MARIO DE PERNAMBUCO.
Pkiambuco, ha Trr. o M. P de Paria- 1835.

das da semana.
5 Segunda S- Placido e seus comp. And. do* Js. do C. de m- e de
t. se, da The*. P. Chauc. det.
6 Ttc -S- Brnao Hel. de m; and. du J. de O. de t-
La ch. as h- e 41 m. da T. y*
7 Quarta S. Marcos Papa, sessao da T- Pul.
$ Quinta S. Brgida Vdva. Re de m., aud. do Josa do C.
9 Sexta* S. Dinizio B. sessao da T. P. de ra. e and. do
J. de O del.
10 Saibado. S. Francisco de Borja Kelacao de m. e aud. do V
G. det em Olinda.
11 Domingo O Patrocinio de S. Jos.
Tdo agora depende de nos meamos, da nonajirodencia, mode-
racao. e energa: continuemos oom* principiamos, e seremos a
poetadoscom admiracao entre aa Nacoes mais cultas.
Proclamado da Auomhloa Ooral do Bratil.
Sulcaevese a 1000 rs. mensaes paros adiantados nesta T^pogra-
fia, e na Praca da Independencia N. S7eS8i onde se receben)
correspondencia* legalisada*. e annnncios-, nserindo*se estes gra-
tis sendo dos propriosassignantes, e rindo aasignados.
m
fc
PARTIDAS DOS CORRHOS.
Olinda Todos os dias ao mel dia.
Goiana, Alhandra, Paralba, Villa do Conde. MasaanruaM, Pi-
lar, Real de S. Joio, Brejo d'Areia, Raioha, Pnmbal, Movsi A-
Soasa, Cidade do Natal, Villas de Ooianninha, e Nova da Prisw,
as Cidade da Fortaleea, Villas do Aqnirfc, Monte mor aove.
AracatT Ca*csrei, Canind, Granja, Imperatrn, S. BeraaHto
S. Joao do Principe, Sobrar, Nora d Eltler, Jco, S. M atheas,
acho dosangue, Santo Antonio do Jarrita,' Qnexeramobim, t Par-
oaiba- Segundas e Sextas felras ao meio dia.
Santo Antao Todas as qaartas reirs ao meia dia,
Garanhnns, e Bonitonos rilas 9 e 83 do mu ao meio da.
Flores no dia IS de cada mas ao meio dia.
Serinliaem, Rio Formoso, e Limeiras Segunda*. Qaartaa, ai
extas feiras ab ocio dia.
RIO DE JANEIRO.
AMARA DOS DoSFNARKS.
Extrato da Sessao em 8 de Julho.
Presidencia do Si'. Berrio Bal roso Pe eir.
A.S 10 horas meia aobando-se presefltes 29 Sena-
doren, foi aberta a seaafo, lida e aprobada a acta da
salteriar.
ORDEM DO DIA.
CantitMiou a di.scussa do provecto relativo ao su-
b dio e honras de Regeiite do 11. perro, com a e-
meoda do Senhor Borges apoiada na sessao anieri-
O/. ti-
O Snr. Borges corttnuou sustentar a sua emen-
da combatendo os aigumentos a presen lados pelo
Mrquez de Caravellss nasessad anterior. (Vide Dia-
o N. 199)
O Snr. Saturnino coerbatendo os argumentos a-
prs-strilados pelo antecedente orador, conlinoou a
suslenlar o artigo, demonstrando que para se susten-
tar, ou ciaibater o artigo, devia-se partir de dous
principios, tanto para cun este emprego como para
oaoulros, sendo hum o grao de irabalbo, e o ostro o
da represen lacio annexa ao emprego: que pelo que
toca ao trabalho, o do Regente a, tinha de ser i-
gual a aquelta que tinhio os tren, por consequencia
sendo o 11 aba I ho maior duque lena rada hum d> 8
ir* que l'oi ma a Regencia actual, era de concluir
qu o ordenado nao devia ser o raeseao para aqu lie
neja iccumular o tral)alho que era repartido por
tresdic. &c.
O Snr. Vergueiro disse que os motivos da sua vo-
tacae era o fado do subsidio que se havia fixado
para a actual Regencia, e para elle ser augmentado
julgve ser nece.'-sai io ruoslraretu-ae rszbea que a is>o
couvncessem, o que se nao tinha feito : que hum
argumento apresetitado era, o ter lmn s Regente
n,ais Irabalbo de que cada buin dos lies, e por i so
devia ter mais despezas, e teudo aa, o seu ordenado
devia ter maiur : argumento poreni que, cahia por si,
poieeia de todos reronheoidu que o Irabalbo bem 15.
ge do augmentar, diminua em mais de naetade, e por
esta rasad devia, segundo o principio estabelecido,
o ordenado diminuir anda dos doae. coritos, e na5
augmentar: nofou que o Regante com quinto fosse
representar o jugar de tres, nio havia de ter tres
caaas, tres mesas tres caruiagens, etc., e por Uso o
argumento decomparacio da rilacab nio proceda,
porque u Regente ua necesMtava, nem podia ter
hum lugar man n penho de sua fonreoes que o Paco, onde al agora
seieuuia os Meta bt os acta es; que os Regen les em
sua km nao dtisempenhavad fuiccesiiihei etites ao
seu silgo, aparato ; que querouviuha examinar era, se o or
denado actual era suficiente, do que estafa conven-
cidoi anda que ae houvesse vaneado que elles s
nao tratatio cum diguidade, nem 'as p. s oas que o"
proeuiavlo erao recibidas oom decencia'; mas que
perguutaria, se pa>r ventura por isso elle mereciaS
renos re*p*sito, o que riingu^m ain>raaria, e antes
rtelo eoairario a elMbinacfO c gratltr appaiato tein
servido de le em os Regentes ai tiljcs itaii conside-
racfo ; notou que o seu aparato nio passava de dous
soldados que acompanhava6 ao Presidente da Re-
gencia, ten do recoohecido que o apparato da foroa
he o de mais respeilo, e na6 de earruagens, pngens etc.;
que os Tactos tem mostrado nao -e baver faltado ao
respeilo das autoridades por falta de ostentaca5, por
isso que tendo bavido Ministros de Estado que se tem
tratado huna com muilo eiplendor, outros sem ne-
nbum, entretanto que a censura publica tem ferido
mais aquel les que tem tido mais osttntaca, avista
do que seria certamente ridiculo pegar e em hum ho-
meni sem osieniaca5 alguma na sociedad?, eolloca-
lo em hum lugar lao eminente o voto nacional, e
apiesentar-se repentinamente com hum grande a-
paralo; que qnando 0 aparato e esplendor se aefe-
ria ao Monarcbe elle poda ser mu grande, porque
enta6 nada aa' acitara excrsstvo, nem o povo para is-
so reparave, por reconbecer que elle ja nasceu oom
grandeza, em cujo caso n5 est aqoelle que he ti*
vado da massa do povo ; por cujas ra-6es bem longe
de se faser hum beneficio com o augmento de orde-
nado, sesejulgava que elle d< via ser applicado pa-
ra augmento de esplendor, se Ibe faiia hura mal : ob-
servo que osacloaes Regentes os5 gastav6 mais de
dous tercos de seus 01 densdos, ecom ludo o*5 Ibes
tem al agora faltado ao respeilo e consideracbs de-
vidas aos seus empregos ;:e entaS para que dar-se hum
augmento tal ao novo Regente, que nio timba por
fim ooira cousa%nais que o dissipamento dos diubei*
ros- da Naci, sem proveito algum mil, porem sim
de hum individuo, por cujos motivos entenda que
o art. nio devia passar e sm a emenda : que se se
tratasse de a presentar emenda aoait., offertcia hu-
ma que cahio n-i outra Cmara, que linha por fim
darse ao Regente o subsidio de 8:000^000, e 4
buma s ves para por casa: que sua opiuiaSera que,
quando o Regente.acabasse deservir, se lbe remu-
nerassem os servicos, quando elle os fizesse bons, e
nio em attencaS ao tempo que os pie>tou ; mas co-
mo se nio ti ata va de alterar pralicas que se acbava$
eslabeiecidas, estava firme no seu voto, e na6 a'pre-
sent va emenda.
O or. Paula Souza oilreceu a seguinte sob-emen-
da : Dar-se-bio mais 4;000$000 de res no come-
qo do Goveru do Regente por huma vez rnente.
S.ilva a conveniente redacca como melborconvier.
Foi apoisda eelrou em discuti.
O Sur- Carneiro de Ampos disse que se tinha ff-
ptesentado como base para se fixar o subsidio do Re-
gente, otiablbo, e a rpresnlacto; mas j-ulgava
defeituosa a enumerado das bases por faltar huma
terceira, q'ual a intlependencia docargo: quantoatf
tr..balho concordava quehum sd Regente na5 ter
mais Irabalbo que tinha cada hum dos ir que actu-
almente compoe a Regencia; mas quanlo rpre-
sentacio, nio se confoi*ana'va que ella foss igual, por
assentar que a-represetitaea5 de hura Rgeente, era
maior do que a qu gota eada hum dos tres, por es-
tar esta representac'aS na rataS da representacio mo-
ral, a qual tem de ser maior em hum Regente de qu
orneada hum dos tres da ouira Regencia; assim a
represenla?a5" publica thtfcra de ser maior quando em
hum s do qu dividida emtrez: notou que hum
N. Senador coocordava que anda que estivessemos
na Arnarica, com todo estavamos am buma Monar-
qua quanto essencia do Governo, e por ras ora
nectasaio suslen^tse o apparato, e lustre do Tro-
J MUTILADO
no; mas que se devia observar que o Trono nio
esta va com todo o sea explendor, para o oom pro-
var citavaofacto de terse diminuido a dniapt do
Trono, reduzimlo-se de i000 ron lo* a 500. ihty
por sejulgarque o Tbino n*6 e tava, r*ra assim
diaer, em toda a sua lu, rm e<' figurar por si, por ter a eu lado quena toma parte
da sua representado; logo quem a nac> eacobet
para representar cmo o piimeiro em prega lo pu.
blico junto ao Trono, deve ler ludo quanto fr na
ressario para dignamente scatetilar a sua reprea-nta-
^lo : que a opiniio que se apr- sentava em cttrrio
era deque dose contos erio sufficieriten, no que ua5
oonoorJava, comtemplando as despem aun (ai na
Corto o bpmem que lem de Ler hum* tal 1 vprvse'n'a-
Ca6, por coya rasafi al nio ju'gava ejisaTi avqui-
tia fixada no pi ojelo: pas"idu a dem mstrar a in-
dependencia que deve ter o Cid^dlo que for eJetopa*
ra o eminente lugar de Regente, disse que este Cidav
dio, embora se dissesse que elle alo cerve para ou*
trss cousas mais que para aasinar papei-, o qu- a ser
assim entaO nab era necesario pr- curai-se hum ho-
mem da coafianca da naci, devia-ce "iniplesmento
procurar aquelle homem qua escreveaae rpidamen-
te, e Uve-s bonita* letra { masque devia n o lugar de Regente era hum lugar de muda confi .al-
ca, que exige que, o homem que para elle for ell-ito
seja ornado de virtudes : que hum nohre Senador
da opiniio contraria j havia reconhe-ido raa-rvicos
que o Regente pode prestar, afastando-e do priuci-
po de que he %6 as^ignador de papis, pel julgar
capae de faser a felicidade da nac-S, ou lvl-a bur-
da do abismo ; o que sendo cerlo, por que motivo se
quera que o Regente estivessa hitando com a ne-
t-easidade, porque poda o Regen te ter huma grande
familia, e por isso ver-se na doloro-a ntcessidade de
olhar para ella, e procurar m< ios, f ssem llesqua.
fossem, de a fazer feliz inda que por meioa pernicio-
sos ; o que se evitava dando-se lbe hum convenien-
te subsidio : que sua oppinsS atiento ao estado da
pobresa da nacaS era que Ildese os 2O contos, qui-
tia que certamente dara ao seu Regente \ que t um-
pria adverlr-se, que boje ja ae nio dava easa philo-
sopbia antiga deque a virlude annexa pobresa, dou-
trina asceiica que nab pode servir na sociedade civil;
que hoje ja aehavia recoohecido que a riqueza era
compativel com as virtudes, e que os horneas todos
devem procurar os seus commodos, e que os respei-
tos s achio unidos s commoijidades ; e era por isso,*
que por va de regra o pobre nunca era ti alado com
milito acatamento : concluio o nobre Orador mos-
trando que a sociedade se acbava boje quasi dissolvi*
da pelo pouco respeilo que se tinha aos empegados
de lugares subalterno*, e por isso conviuha nio co.
correr o Corpo Legislativo para que se acabas e ion
o respeilo aos eminentes lugares; oque poupandb-
se hfej muito com a dotarlo do Monarca, que a<4
tq convioha qu se dsse alguma cousa maia a qim
he o. seu representante : que os r

. sen tantea m) outra nacSes quando vierem ao Brasil, e observa-
re 111 que o Regonle tem menos de vrmiiiado que
hum' Enviado Ingles, por cerlo rifo taio muita c-
sideracaO delle: que se nab dicetse que n Ministro
be quem governa, porque quando os R gentes qui.se-
rem faier alguma'cousa l se hav.-nio rom os Mi
nislrof que sio de sua escolha ; a final votuu pelo eJ?
ligo e contra as emendas,
tafl
- 4
i


DIARIO DE PERNAMBUCQ.
*

S
O Conde de Laf. esoeclarou volar pe* emenda.
O Mauauez de Cabellas derUrou nlo pretender
entrar notamente era discuti por ver que ella linlia
MMflo para o t idtanW 1|
D'Spr J?*nlaJ$ouza je.-pojaden aos arguampto* ja-
presentados pelo nobre orador foi tificando d^emitti-
dos na ses>io anterior, corroborando a opiniio de
alo Ser necesario que o Regente seja ornado de luxo
Asitico.
Dndose a final a materia por disentida*, posto o
rtico v taqlo fui appi ovado.
Tendo dado a hora aPn s>iden1e den para u dia se-
guate u materia>oT*da, a a7sca**J do parecer da
mesa relativo d-cussio das i esolt^Sea que Regen-
cia negoo at'sanc^a'; fte.,-e fcvairtoii a -essto depofs
das dua; horas.
HIMX
GVgRNO 'da'PROVINCIA-
lu,
Espediente do dia 3.

Sr. f. S. far publicar as lom deca\xas
de *9un i a, ou de Cornetas na Acampamento, e pon-
a* rcspectoa o JMital incluso convidando paisanos
para aasentarem Praca em primeira Linha venceo.-
a grst^cKcafc de na;, me.ta.de do sold ; ,e ata
Soldados que ja tivereo baixa, oit esteja5 para a ter
v*neetrde purrq tanto do" ie pectivo sold como gra-
titcac* se voluntHi ios qnizerem novamente seivir.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
oambuco 2. de Outubrq de 1835. Francisco dy
tft'la Ca*lcant (PlDuquerque. I'.lm. Sr. Joze
da Costa' afr b lio Beio Montei. o.
ijrV* *"" r^H5*- For$* f*.p,ediccioi
ta a P*ncfa do Pi V. $. de arcarlo cora o
v mandante em Cb.efc p Mejor Jaqum Joze Lqis
de S"za urbana*ral anu dte ficr guarnecendo aiq-
4a piificipats pon Vos do 'Acampamento, a cn>al de-
^Wrroh-jdas Pravas da primeara I,inlia da P,arahi-
ba, e Rio Grande doNora, (fas Alagoas, e dos G.
ltacim*\do lugar, e Qidenancas, e das P ratas do
extinctuTBota htO 5, Meando interinamente encar
regado do Compiauuq em Chefe p Major Francisco
Seitio d Olfv ir. Tudas efaa Pracas s lera? o
.a^amarnaai a?JHBbb^Hbbbbbibbbt i i
" -- Durante a soa ausencia no Acampamento deve-
rear Cmriandand a tVaca, o Coronel Aleixo Jo-
leve
10
deO ivra, a qqem V. S. instruir do que deve
elle praticar. a Ao Sr. Jot-da Costa Ral ello Rege
Mon^eii o',' Comm >ninte das Armas.
Pelo A vi^o da copia incluza ver V. S. que a
Begencia em' Nome do Imperad y r quereqdq dar leste-
xnunbo do apret, q--- faz da sua capacidade militar, .
a alternando a4 bonsservicos.'que V. S. tem pres-
lado na guerra" de Panelas, e ht uip, < fern honrado
ia q Gorai no Impeiiaj receoera coui-j.li a naueagao,
r- i .5 recusar esta occaUo qqe se "lb aupre>enta de
fatfftticr. Patiia,'e tornar o seo nome maisbri-
lbantei Jn)io ordenado ao Cqmmaqdante das Armas
que marcl'ie jjaia se Acampamento a mlender-se c^ni
V. 5. para organizar e,sa, torca Expediccionaria das
Praq. s hi existentes,'e das que se quiztrem engajar
em confqrmda.de da l*y oovissirna da fixac.o c3
Forc s para o futuro anno financeiro. Para o subs-
tituir no Coqjni>ndo eni Ch> fe do Acampamento te-
nho nomit-doolVlajor Francisco Sergio de Oliveira,
ao'qual na'6 falla, segundo sou nforn^ado, pruden-
cia, ialor. e.honra para se bera haver n'qala Com-
misao. y. S. lhe dar todas as instruccoen* deque
elltpo^s* predzar, e de accordo com o Commandan-
te d;t.s Armas organ'sar a Fo'9a que ahi deve perma-
necer indicando os Pontos, que te.m de o<-cupar. A
a^pediejajo dpre embarcar qo lugar designado pelo
Cdmmsndame ('as Arma-; para onde logo qqe e-te-
ia VTaprompta mandarei Ijlmbaicacoens para a rece-
her. l)o *" zelo, e do seo Patriotismo espero o,me-
Jb'>r, e mal urempto xito de.sta diligencia, de que
he. 5. entarregado com tantas diftiuqgocns. Ao
Major Joaquim Joze Luis de Souza.
T.ndo uomeado tiesta data ao Capita de Fra-
gata Bartholomei! t'rJtna para comuiaudar a x-
p-djeao Naval, q5" segu para q Paja, traospoilfndo a
Forja. *^ue daqui marcha em auxili d'aquella Pro-
el ordenado que elle embarque bordo d'asse
Br^oeB.rca, para dabi dirig|r' us ordans; asaim
mico a Vvac para su a intelJigenf ia a exeru-
, 6 pela parle que lhe toca. Ao Si\. Capiu 'Vb-
nenie Cmmandante do Brigue Barca Paja.
Ten do de aair brevemente a expediepao que
d'ajijt Prq/inciajjor ordem do Gore no de S. M. o
Imperador he mandad* em auxilio Piovincia do Pa-
ra, ordeno quf-V. -S. faca ter promptOs para a trans-
portar o Brigue Barca Pi raja, o psquee ConStanca,
e frele huma entra Embarcacefi, que por-sa com a-
quelle B. Barca, Paquete receber 600 piacas. Ao
Sr. Inspector do Arsenal de Marinha.
Fapa Vm. publicar na Commarca da sua juris-
-dicca o Edital () inc'uzo, e afixalo nos lugares mais
pblicos da nimij afim de que tedos os ^eOsbab-
tantes'fiquem, sc< ntes do favor que a Ley concede
aos que voluntarios sequlzerem empregar no seivico
das armas assentaruloPraca. u A' todo- os Jujzesde
Direitod'eata Provincia.
Apparecendo no Posecco, di.-tricto daPoToa-
c6:do Loreto, wms'quadiba de ladis e faccino-
rtsosquflaccomeUia '* viandantes, e asa.ltava as ca-
sas dos habitante- d'aquelles lugares ; e tendo o Juiz
dePazdol.* Districto da dita Povoacao, Jiae An-
ta6 de Andrade, n. 5 > dcixa.do de proceder as dili-
gencias uecesaarias contra laea criminozos, como ne-
gado a existencia d'elles; e achando-se por isso in-
curao np Art. i3 da Lei de 6 de JuAho de i83i : hei
por bem suspende-lo do exercirio do lugar que oceu-
pa j e ordeno Vmc, que in'timando-lhe esta ss-
pensa, proceda contra elle, como for de Diieito.
H Ao Sr. Joaquim N unes Machado, Juiz de abirrito
Chefe de Po'ira da Commarca dq Recife.
O prgsidenleda Piovincia ordena, que. o Se
Commandante do Paquete Patagonia se faca de relia
para os Portos do Norte no dia i5 do corrente, fa-
sendo antes os avizos, e annuncios do eMillo.
palacio do Governo de Pernambneo 5 de Outubro
o> i63(i. Cava'ranti.
. D 5.
Informe V. S. a esta Prez dem ia fbr txpiqa no incidi requei mqoAo-.Jwse de Barros Fal-
rs de Lapeida, Coronel do Ejotade Maicw do Exer-
cito, cujo requeiimento vai cobeilo coat Aviso da
S^crelarja de Ealado dos Negocio* d* Guerra d 18
de Agosto p: p:, cjMe com o mesmo deve reveiter.:
k Ao Sr. Commante das Aiwaa Joae da Costa Re-
hollo Reg Mondeiro.
llm. Sr. Tendo a Regencia em Nos** do
Imperador, por bem Immediata Resoluot do 1. c
de Setcmbro do corrente anno, tomada em Consulta
do Conselho Snpreiup Militar, dfcl*r*do seno iBeito
a rearma data Antonio Faustino de Miranda Al
f- res Ajudanle da extincta secunda Linha desla Pro*
vincia, como me foi partici, ado pela Secretaria de
E:tado dos Negoi os da guerra em Avizq de 40 do
referido maz'de S*l,eii>bi:o: rumpre, que V. 9. nea-,
te intelligenoia haja de chamal-o paca o serviv'o.
Ao Commandante das Armas.
-r- Illm. S>\ Inc'uza por oop:a achai V. S.,
p?ra lhe dar a devida execuca, o Imperial Aviao de
o8 da Agosto do corrente anno, expedido pela Se-
cretaria de Estfdq do* Negocios da Guerra, em vir
lude do qual deve.o Cpia5 Joze Maria Ildefonso Ga-.
come da Vriga P'*0a, ler.comt-mplado com o com-
mando dequalqner das. Comparibjas, que se achem
vigis no 4. Coi po de Anilheria dp..sica de pii-
meira Linha. a Ao Commandante das Armas.
Illm. Sr. Teado a Regencia, em Nome do
Imperador, pqrAvbqde 25 de Agosto p: soasado,
expedido pela Secretaria d'Eslado dos Negocias da
Gu-rra, permiltido, que o Alfere* de primejra Linha
d^ta Provincia, Jo. 5 Goncalves de Carvalho, passe
a pertenrer guarnica da Corte, conforme lhe ha
yia requerido: a.sim o participo V. S., para sua
intelg'ncid, e expedea das ordena neceasaiias.
Ao Commandante das Armas.
Ilho- Sv. Tendo esta PrezidenKa expedi-
do as neceas*rias ordens para que o Capita Jqae Ma-
ra Ildelfonso Jacome da Veiga Pessoa, logo que re-
gresse da Carie, onde se cha, seja contemplado 4on>
O comisando de alguaaa das Cumpanhias, que se a-
cha,rem vagas no4. corpa de Artilberia de pr.sicad
leprinieii;a Linha, porassim ter Determinado a Re-
gencia em Nome do Imperador por Aviso da Secre--
taria dq'Eatado dos Negocios da Guerra de a8 de A-
gos'o deste anno ; a.sim q cora mmico V. S. para
sua iiUelb'gencia e gqveroo. Ao Inspector da The-
zoqraria."
Illm. Sr. Havendo a Regencia e Nonaa do
Imperador, por Aviso de 25 da? Agoto p: passado,
expedido p>la Secretaria d'Estad do Negqcios da
Cuerra, concedido passagetn paca a gnatuigafi da
Corte ao Alfer^s de primeiiaXiqba desta Prpvincia,
Joa.5 Goncalves de Carvalho : cumpre, .qqe V. S.
lhe mande passar a competente guia, n Ao Inspe-
ctor da Tbezomara,
Jllin. Si-. Tendo a Reajencia, em Nomedo
Imperador, por sualmroediataResolMca d>o |. de
Selemhro do corrate,anno, tomada em consulta do
Coqatlho Supremo Militar, declarado sem feliq*
reforma dada Antonio Faustino de Miranda, Alfa-
() O Elictal publicamos ero nqa>p numero 188.
res Ajndantt da extincta segunda Linha desfirToY
vinci, cmame foi participado pslg Secretaria de
Estado dos Nececiqs da Gneri* ern Avisq de iQ dp
rafeado mez deSetembro "\qn* V. S. )he
\i Minde fazeras cqnTenicnles dec rae Oes em seus .
sinlcs, im de ter pagado respectivo solt^T \9
Inspector da 1'besoororia. "
Paio cumprilhento, de ordi ns doTbezouro taz
se precizo que V. S. informe se drpe.i do Decreto de
i2 de Fevereiro de i855, pelo qual foi nomeado*
J( ze Jernimo Rodrigues Chavea, para E.-efivag da
Entrada, e Descaiga" da lfarafcga daja^a/Ptovhcia,
ficaoda *em tffei o de 26 *W Setembro do anno fiado,
que m rotaia Tboma Up Cald>f paca i eferido Env
prego, este.anda tem continuado n'este exercicio, a
a ftober o ordenado dos Cofres Pblicos. Ao>
Inspector da Tbezourai ia.
fc- Compra V. S. litteralmente oj<,e do art.
5. do Reguldm-nto prov'soriu dc-saa Repai lipao ou-
tindo os Mes'res d.-s Obi as sobie os joruaes do6 Feir
lores, Offieiaes &c. cW a cqja inform*a> ooijactiia
se conformara b e arcordo com a Inapactor Ge>val a
julgar razoavel. Fjca respondido aathn o >eoofjjcio
do l. dcstemez consultando a cate respeito. Ao
Admin*trador Fiacat das Obra* Publica*.
\
I
INFORMA (AO*
t
Dada a Cmara dos Deputados pelo Sr. Joae Joa-
q'uim Machado.deOliveira, sobteda acootecimentos
^& Provincia das Allagoas-a respeito da Eleic 5 de
^). putado .Pt'ovincwea, -quendo na mesma Casara
se tratava deste objecto qae publicamos para que
todos saib o q' a la ae paetou.
AUGVWS DaGUiswafoaiafiNati. RatABSENTHTES
. da Na?a5
JL Kn'DO o Gov'ei no Geral aubmettido % Deliheraefie
desta Augusta Cmara o practdmaate batido na Pro-
vincia das Allagoas em dias de Novembro do anno
paasade, por parla de stlp Catearas Muaiciaieae \ de
um grande coacurso de Cidadfoa proppwtaiios, e -1
nbores de engeahoa, que, imjdos. aa pav niaia sea-'
sato, e amigo da ordem publica, se apresentaratn a%
Capital solicitando enecgiceni> sato a anailllncoO das
priaaeiras eleicoes, que ala se pnocedenaoa pava a As~
semhle'a Legislalitiv* Provincial, a a deposicao do qon-
i selbeiro encarregado da Pre.-idencia, como o que e-
nimava, e dam direCfed i accaft, q*M por multo
lempo anaiquisQU aquella Provincia, e preponde-
ra va sobre os seus acto-, ele tiaoa, CQnaeti, Senhorea,
que Vos aprsente em breve, quadro o* aNai valiosa*
motivos, que forcratn aquellas hons Cidm#u a,
pcoroiipercm em actoa, que o Governo Gerl.t*mi
carcterisaelo como illegaee, e subveaivo* da er*pm,
mas que f c<. puhca, e pela iotegridade do SyaUma ahtocado.
* Regressaado ha pouco daqavll* Provincia 5 que> i'm%
honra de presidia ppr cimomespa^ .UitaW al ebeg*-
du anda quaodo soava o bol ci daquella commofu,
e o partido d. caludo aapii ava aos rueius de tuse re%c-
c 5; e estando ao alcance de todos os bons, tf sahatav-
resefleitos, que re*u'La'am de aenaelbante con(e<'i-
mento, considrro-me lubi'ado pata iaTier posiga, sem qite a isso, Senhonea, *ne mora arm
o estimulo da ver lade, que paieceoffjiseada pele a-
tural reseniimento de algn? membfioa desae partido
to odiado na Provincia, e qM* o *a& daqaa Aaagnsta
Camila^ e procurar desvanecer a imprassae dcaagra
davel, e aasustaduia quesea duvida cansara eos
rosaos auimosa exagerada, e kyperhohoa oarratisa,
que daquella acontecimento vos apceaentou o Goaaeoo
Oval, n. heaiiando de o qna'ifiear come nm at-
teniado hoiroroso,' edeo niv#L
catstrofe do Pai.
N i tendo podido ser completamente destruido o
espirito de desorden!, e de. nanquia, que aquella
Provincia suacitoo a adinia**acs ali colocada depo-
is da Eogeneracind de.Sete de Abril, nem pela asrrrea,
e constante opposica dos bous Cidadoes a proprip-
tarius da Provincia, e em pelo* exaurqos, e solici-
tudes das admiuUtraeres que seguinam-s aquella :
e.-piilo, que ali, como, em outra* Provincia*, aova
acolbido graciosamente por bomens insensaioa a tar-
bu leu i os, *qhade abrigo na massa proletaria, jaj
sempre &e move ao aceno da desorden,, qqe ieada
Provincia nqr U.I poucaa vae o theatno de hrra-
lo com audacia ao lempo que se Uatai** dua elecAes pa-
ra a leCfira Legislatura., e deaosa di#SQ. qnaode oai-
sndo e integro ex- Presiden' e Camargo ealey en tac-
tido fora 4.CapiiUl;URjt.0Rtqria om aguapado*
salteadores de Jacaipe a Panela. O* mai ambicio- ^
%
V.
Mt
MELHOR EXEMP



T-
-r
BlARIO DE PERNAMBCO
5S
\
da
?sentante,
f
/
/
wsy6eise finido faff rau ifoaUdoa na poca <)e*-
/?iciVs pM^H #K . queFD&ran rW ai* alcancare* votoado
aHjfroso. ^oVagip da vm 4*. Aulas*, omo o qu
'odia conlraMttc*r** potros .Collegio pelo num
,\,4ose^sWtm^ Vfcaa.boiv Senhoiel, 4o* ir-
rL.,,laridads coibroedai. naquella sola, sendo a mei-
-JJ ^IJas oficenle, par* ionizo nullo, e imfMWHe-
j^nte j ovas Vos, Senhoce.-, o considerasteis ?lioso,
t deap/U da red nuv*s daquella Provincia,
pppci.Q junaos* de um u digno Bepr*setHal
que cqnbei eu,Jen a fundp Q despeado saiborno, que
influjo f'* aeleiop\dealgusdos seo GuHrgas : e
cuwi eW ^UMraJwe torna*leis f ve.dade se Voe
deve ) impe U*W p' ro*> opados osseductores, o com tenos remojos
as conscitncia,, do* Ekito** para prosegu iem na
prpslit uidc do SS*H voaos. } e dah pioveio, sena du-
vida, a r voluble cabala, e maneje' insidioso poalo
pan pratiqa nq*eM*; Collegao par a prjieii a eleleaS
dp> D pilludos Prdesco-
nheciment pelas P-cas ofEciaes que fbram aprsenla
a e*l Auju*' Ca,Wra por oi"dem do Govarno
_jral : Subindode ponto a'philaucia desse parlido
com a preponderancia que adquirir no Collegio
Ua Athif, cnvocadopwraaa eit-icSes dos Membros
da tercena Legislatura, abalancou-.se a novas tenta-
tiva, eoinoquereoilo por novosneU* acumular ma-
les Provincia:, que enfao lulava eom as roaoies de-
ficuldades, quelite deparou a obstinada, e desai!to-
sa gvDrra de Jaeuipe e Panelas. DUsemina-se elle
por varios pontos da Provincia com o fito de anarqni-
sUa, deptfpde o Prndente, e proclamando o sys-
Hirta puramente dvmarratico : e a viga de Macei foj
o ponto aViqpiad'para O comeco da excpuc5 de se-
motbanfa plano. Impretrendivei se tomn que o ex-
FiesidenleCaatargo-c*corres8se com tropas 'do'Acam-
pamento, onde se achava, e restabelecesse naquella,
e em outras Villas da Provincia a ordem, e socego pu-
blico ja bastantemente agitado.
O Acto ddiciqnal da Constituido anPolbou se
esses Komens tuibueentas como uno meio que pe-
dia to bem sajjsfaier sua imnaoderada ambicio, *
dezeio e.-finireado de predominio sobre g rgimen
publi> o da Provincia : e desde bgo fixaram ^ias
vi.t sobre as eUwep para a Represrata^fio, Provin-
cial, que devia >>zt fornida do sao -eio para nahor
conseftu)ie.nv o seus fina. Por .impedimento do
Presidente d*i Provincia a adn>ioi*t*aco publica e6r
tara a cargo dp Vice-Preaideule, que paeacealindo
q manejo do p> lido ajiarquta, cada vez mais
andacioso, e nlo se considerando capas de arroa-
taJ-o, e d r^I^We.r a ordeaj publica, ja en'ao
alterada, deiapareceu da Cap;tel deckrando pur una
caria ao .Cuoaeilheii'O maia inmediato *" votos,
qije llie cuinpria exipvr a Pifsiencia, leudo pre-
cedido f.^Pa ietr*la deslribuicio das orderu pa-
ra ae pigajilerem. as eloie>i dos Deputados Pro-
vinciaes, no que .-e bou ve com tanta proci-pitacio,
e daMOp pr ersps ajOo nm lio curto praso, q"e
Cpllegi bou., onde tae* ordens cbpgvan na vea-
pora do da designado para as. efoic6es. Per fa-
ulidade da Pro\iiuw o Conselbeiio, quein fvf-
eocaTregado a Prt'raVnci, perleaKta ess nem*
partido, que exultou com a sua alervv, por que
aaaim se fhe aplanavam muitas dtfculdades, e he-
ra-lhe de um pek> (oanvidavel o empregoV no pri-
meiro cargo da PiOvAC, de uni ceu proeelyta, i-
dio.ta em xJrxmp, e atan prestigia algnin.
N|o obaia'nAe leceiu a cou>aa lomado ma a-;
tjtijda tan fa.voravil aos fins subversivos desse par-
tido* nao cofcou .elk da por em accio tados os ele-
mentos de sedcela, de discordia e de intriga para
conseguir, que a eteicio dos Depnlados Provinciaes
recahiase to s e nicamente em individuos do seo
eio. Effrrtnu t aaae acto em !5 de Outubro do
anno passado : e sobre os diversos faetos, que o pre-
cedern ; os praticidos nessa occasiZo com o maior
escndalo, oVnsa da legalidade, e injuria do sensp
canuum : e os abaeqtieutea reffro-me ao officio
do Conselhtiro enea r regado da Presiden ia de 4
Dezembro dacjuejle anno, eap mu de 32 do Janeiro
pastado, dirigida ad^ialksti o do Imperio, cu} transumptos uram ja remeltidosn esta Angujjta C-
mara : ni devendo todava escusar-me declarar,
que para subsidio dos Deputados cstipulou-se a
quantia de oito mil reis diarios, e isto aero aiten-
cio as mt-squinh.is rendas da Provincia que quazi
todas eram absorv idas pela dispendiosa guerra de
Jacuipe e Panella, e a que Provincia alguma das
mais opulentas do Drazil tioha praticado uro ar-
bitramento tal, que aobrepujava a eapeclativa a mis
ambiciosa. Em estado Uo aflictivo} cpnbaqeudo-ae
ucaenaiHo o riavo da ordem social, e 5jlema
abracado, at mesroo de romper-se olisco da Unilo :
insultando-se os Cidjdiy parifica n|> finiilip- maia
ccJnjpksuas da CapitalV ejdas Villas mais populosas ;
prepondevAodo a arf|o anar^ui-ta os acia/ _adm>-
!?,' e maxim sobre todos os. di?pe/idioa dp,s
dinhviroe publicaa, praticado com desvio d, pro-
bidade, e da boa fe p estando ja conceitado o pla-
no de comecar a A9"embla os aeui. actos pela de,-
posic'io de lodos os Magistrados, e f.mpregad.'S ge-
raof, a fim de sereno substituidos por homens do aeu
squito^ e aptos para os fins pienaediUiIos : a mossa
doa Cidadfos pacifTcos os homens industriosos,, as
proprietarios e Snrs. de EngenHo, e em fim as
Municipalidades, sahindo do aossobro em que es-
tsvam, disposto a salvar a Provincia, e por um
simultaneo sxforco, independtnte 3e cpmbnace,s,
apresn*am-se na Capital cxjgind a annulacio das
eleic s, ea sukstituico do Conjelieiro encarrega-
to da Piesidencia p(.r outro que no altenlasa,e
contra a seguranza publica aninimanclo o partido
-desurdeiro. E que menos Ibes cumpria faeer, Sis.
em rircnnstancia* tacs, e'animando os o telo pa-
tritico de sustentar a ordem pubica, e bem ser de
sua Provincia ? Como prescendr-se desenielhan^a
medidas, qoando ia tomando vulto o projec.tp.de ni -
trapassar os limites prescriptos pelo Acto addciooat
ue vos entorgasters ao Brasil por ura e;ffeilo dp vosso
istincto Parriotismo ? 0
3% no sio ocrultofc os bons tffeitos, que reaulta-
ram-aquella salutar medida, por maior que lenfi si
dooexfo'ico de perversos calumniadores para dene-
,gri la, e impregnar-lhe odiosidade. Restabeleceu-se
aordero, a S'garanca publioa, e a tranquilidade na
Provincia : a consciencia dos Eleitoies nao fui rom-
pedida a urna volacSo hostil, e degradante aos bons
Alagoanos; eerapoz-se a Assemblea Provincial de Ci-
dadfos conspicuos, e Ilustrados* q'com louvavel dijve,.
lo, edi.scernimenlo deiam-se a remediar os males da
Provrinci a promover sua prosperidade, e o eng^an-
decimenlo, de que susceplivel pelos seus abundantes
recursos naturaes; a sua marcha con'cienoiosa, que
justificam Irinta actos legislativos, di-cutidos no re-
manso da paz, pontuslmente saficoionidoa, e que ja
liveram execucao, foisempre de armona com a ad-
ministraco publica.. Vede, Snrs. se Iba*cabe o
infmeme epilheto de sediciosa qu lhe irrogoj
qqvSnr. Dequlado, spin duvida por menos bem in-
formado de.sua conducta, e das circunstancias, que
furcaram os hons Alagoanos a um paso que era re-
clamado pela suprema Lei da salvar:) publioa.
Augustos e DignissiinOs Snrs. Legisladores, bem
de esperar de vosssa sabedoria, e prudencia, que, em
f.resenca do que levo expendido, nao hesitis em a-
sentir naquella providente medjda, que foi dictada
pela rasSo publica, e que da Provincia tantos males,
aaae ja obre ella plana vam. O Cdadios que a pro-
movern! sio ali o mais firme sustentculo da orden)
publica, e alas Insiituic.Ses'que nosregem, e nao po
dem ser suplantado, e vilipeudiadoa por um pugilo
de da.-oi-deir-os, bandido^, afectados ce extrema am-
bicias e sentilientos inobeis, e d'entra; os quaes aca-
baa de apjjarecerquatru falsarios qua com letras a-
p%ji/aa> roubaram Fazenda publica tinte e quatrp
ionios de reis.
Pata,' Seuhoie, a vossa disaprovacao ao addia
ment da Assemblea daquella Provincia indicado pe-
lo Guve no Geil, e que na8 foi ass nliJp pe!p pre-
sidente palo eaninente perigo que envolve es-a medi-
da, a-segurar aos bons lagoanos, de que tendea o
mais lelosointeressc pato *eu b^ni-estar Rio de Ja-
neiro 7 de Agoste de 1835. Jos Joaq lim Machado
d'Oliveira.
Cfruirumfo do Extracto do Discurso do Deputade
0 ExceL Snr. Visconde de Goianna, pronuncia-
do na Scssao de 7 de Julho de 1835.
J Ambem nlo poso PODvir, que seja mais dificil.a-
char Oexam barga dore para boma Relago, do que
para huma Aleada. Porque entendo, que he mais
fcil achar quem que ir* tomar oencommodo de urna
s viagem para exerce o seu em prego, do que quem
fcilmente se sugeit/ duas viagens pe -gotas. An-
ligaipeifte os Dezemb^rgadores' hilo esthelacfer-e na
ludia paiaavancarem aJearreira dsela profisslo: o
mesmo acooalecer para o Para, que be muilo ma:s
perto; e huma ft que vi i com animo de permane-
cer, serlo maja humane, ea mesmo tpmpo muito
mais aelosos da canceto publico, do qiae aquelles
meuliras dehuma A'cjida, que pouco Ihes importa
fjzar lo4a a casta de atrocidades, huma vez que tor-
nem p*ra esUCorte, ou paratos seo Ligares perma-
neotes^apoiado). Surs. nlo tenbamos honor s
Relaqas: as&im oom ba Magistrados corrompidos,
taroham os h. de Ilibada probidade. Se o projecto
da Commissio tem suas asperezas, qne tolhem as ga-
rantas, o meu p.ojecto dissipa todo esse horror, que
se quer atribuir projeetada Re!a?Io. As duas ga-
rans, que lembrei suspender, d nada valem : l*z-
se nanita bulh pona as palavraa d que os Dexembarga-
dores julglo de (acto e de direito ; mas isto nlo vate
nada : fica o Ppi p>r diner.es no estado, mquflern*
pre es',eve, que ha povexeroplo : hum Jai d* Por
sentenciando, a huma Reacio confirmando, o 're-
viigaudo : pao becousa, oJaTalli se posoa airanbar,
a muri mamo, quando Uto be t pord mezes (pro-
vera Deoi*que durasse sempre esta retogradaclO,
qae be a mais adaptavel ao a'razamento dasTuZes, era
que anda nos achamps).
Tambem nio admito a ne essidade de huma AK
cada, pora a poder encarregar. do julgamento de ou-
tros ilimes cmplelos, ou consequen les docrime da
aedicio. I)e lodos os argumento* producidos, di|ce^
to pase be o que msnor apoio merece. Encarragar hu-
ma Aleada de oulros delictos, que Mi v. jio o especi-
al crime de sediccio i!! He huma exorbitancia aind
mais avessa Constiluicio, do que a Aleada r!a tfxlif-
col! (apoiadu) Por isso masaao, aue he precisa jvW
gar mais ci mes, do qua o de raheliao, a Reiapib be
mais propria, por sao qae preeoche emboar os ftna.
A sua posiclu permanente be a de julgar caaes oalroa
crimes vulgares, cpmo o assassinio, aVc., a pode tam-
bem julgar o crime de Rebelilo qoando eitaaordaa-
i ameute acconteca, o julgal-o, at pelas frmale ex-
traordinarias, de que huma Lei, como es,' a pasaa
incumbir.* Concluo por tanto qae o ihlecriertt
de huma Ec-'laiao preeneber lodos osfoJ, deque a
Pai actualmente preciza.
Hum Snr. Deputado, o Snr. fUteo.de, aprovoad
projecto da Relaclo lembrou, qua-seria par de*e
jar, que osMemhrps creadores deise Tiibunal foaaenl
homenspraJicosem tae Empregos. (niaso mesmo aooa-
trou, que nao era da profiasio) Fique o Sor. IVpU-
tado e toilos os maUSnrs. certon, de que e*e ba# fos-
turne. Em taes creacSes o Governo sempreasoola
3 Dezembargadores praticos, e praticoi de grade gra>
d na to, para porem o Tribunal em andamento, par
darem ai prJpeiras licSrs, as prinieM tefaos > ?
mais nao preculo de tanta pratira, qoalqoerPif a .
bargador uovo, equalquer Juiz de Direito serve par
eucher as mesmas funces, que comprehendem com"
o andar do te>pp. -
ConUnuar~$0 :
DIVERJAS REPART1C0ENS.
N-EZA DAS DIVERSAS REtfDA
A paula he avmsmo 4 *Y" Jtl-
CURCQ JURIPICO;
f.jOmo hoje fume encerrada a Sesao do M^ $$&
Cidade, faco .-aber quem confier, que poliWftl
d'cmanbo (inclusive) em dianle ai Aulas, e uua Tra>
balbos Acadmico, que e*fvera par*l4oe W
moljvo do mesmo Ju/j;
Olinda 1." de Outubro de 1835.
Miguel do Sacramento Lopes Gama.
Di redor Interino.
CQMMUatUDO-
|f Oigo muito de ver miabas boffl*loV WJjJSf *.'
poisdas em fados, e por toda a paite nrwjahajno*
nutilidade, ou perigoza influeaoi das Ordena Reli-
giosas. J em Portagal ellas forlo totaleaente lupn-
midas pe maior doa mpaladojre. D. Pedro Duqw
deBraganca; j em Hespanha, e Ulm^inoptje
ludio de mwoie 4 de )ullio iranscripto em o $ l*a **Sf ^"J0^
Compapbia de Jeaus; pe apjni|0 coifreOle, QUJJW
ser einurgada de M a praga Fratese; f+*!*.
para a lisU dos empalmadares *"** **W
seus Ministros e Oaauelbeiros. e sna umjj
co o titplo de |aclo( ao ha ***>g
se apoasa, f eapalia bens a*eioa. gj* ffi
tos fereges, que ^Jg^'ffi SS'
tbiisto, e por nlo lolerarem, que estes santos ho-
rneas devasiem e roubem o ra, e comamiem
a Nado a ponto de a lev*r aos censura] eaeji
de Barcelona, e Reus,. Oh pCTveriida^M Ff
aidades! Vo por Ierra os Frades a despeito aos i
forros de seus Jllustres Campeevo Sr'^*CBl^I,,7
Carpucairo & Comp,. cu jo escriptos porTalaim
inda no forlo lido* em Httpanba, e cujas 'p"
de sartgue ao passai pelos extinctos Conventei n o
.AR ENCONTRADO 1

f


t
i
tfMias ntjfcro So por eerto motivos pro-
*. para lardear* ro religiosidade, tristeza,' angus-
t., quanlo beato, c hipoc ita lea -producido a nova
*dra, as os aprova^ e cita como cxemplo de
qo*. bem condecidos vitf**ndo Ooer Redactor-Ha Voz do Biribibi.
EXTERIOR.
ORDEM Dj Mi
Virgida pelo Manchal Ltbau d Guarda Nacional
c Parix, de qu* he Cotnmandante etn Gtiefe,
no dia seguinte ao da tentativa contra a
vida do Rey.
_JE8 caros Camarada! Ham execrando atten-
dduiudou repentinamente em dia de pran'o e tris-
te, o ta coa-agrado alegra. Bal retamo' a pm-
*ontwderqae4 m maceado e afligido o corarlo do Re,
tana sido suavizida com lumia grande consolayin. A'
vista. daemhuMasao edevoco, que manifestarlo os
tfMSO* batanee, cuja firmea a de carcter he bem co-
aj|oed,\S. Magcstade est intimamente convencido
afistmcomoaimpre esteve, que a Guarda Nacional de,
Patn da Ranlieoe; nunca dexar de defender e *us-
tettiar as nessag instituicSes, e dynasiia. Sim, meus
caros Canunadis, vos ja mai> deixareis de rodear o
Rey da Franca em qualqner occaziio, que for oeces-
eario teatemnuhar-lhe a nos*a cordeal adherencia.as
groad* eoonteeiroentos de 183o, e as nossas sympa-
4o Throno que-furmou as suas bazas, l'ermitlime me-
*cero*.& niara das que eu vos expresse mais huma
at, queardentemente preso a honra e a feioidade
le ria>tnandar a Guarda Nacional do Departamento
*oSeia; eujos deMintos aei vicos f.ito Patria lio
e*eat cetibeeda*.
LOBAV.
{The Times).
Consulado de Franea em Pernambuco, 6 de Ou-
mbre de i 835.
lLIm. Snr. T* nho a honra de agrade, era V. S.
a hoa vOTrtjde e pri^teza corr que se d'gnou mandar
parle da get.te da l'sruna, que V. S. curmnanda, em
o< corio da ga'cra Francesa Genoveva, logo q-ie fou-
be do perigo em quese a> bsva o dito navio. Ese
disvi-l o de V. S. Fui lio pi ompto e t Gcaz, e sua
fooljuvacio para o bem estar de nusaa navegaco tem
sido tio i-on-tante,-que seiia faKar aos d. veta de
ineu cargo, se, em nouie do meo Goveruo e do C'om-
.mercio Fr.mcez, nao U'V*a?e V. S. a e\piessio de
nossa gr..iido.
Aprvntoa ctiisio para certificar V. S.Os mru*
sent nimios de re.-pito e consideracio.
Illm. Srtr. (jacta no "Alves deSousa, Commandan-
tfla ISscima da guerra Brasilea Viciara.
OCoosul de Fuanca. A. Auboin.

Hoie

THEATRO DO RECIFE.
._Oje 8 do crrente a Beneficio de Eufemia IVbnia
da Silva, te representar urna peca nova denominada
Alfredo e Carolina, ou as Consecuencias do r iume.
Na fim da peca se cantar o muito aplaudido Duelo-A-
hndangado, dancado com castanhoias : seguir-se-h
o pantomimo denominadoO* marujos. Dando fim
O expeVfaoulo coa urna nova faic- que tem por titu-
loA Dama Militar.
-i
tlCOB PARISiEhsE.
k^Oberano'rrtnedio contra a Syphili* e as Blennor-
agias, e to'ias a* molestias de pelle. De$< oherta mo-
dama do DoutorG. LevacJier, autbor da Guia raedi-
Atlo Biaiil. A cora he in'f.dlivel tanto paa aa mo-"
lesrias rrO^rftes, como para as tois inveterada1', sa-
guinda adteriefrcirfs, eo receiiuario do Autlior.
Vede-sea 3^00 reis, a garrafa, ccompanhada do
receituario, em casa de L. A. Baudoux, ra da cadeia
do Rcife n. 5j.
A VIZOS PA RTIC LA R ES.
JL
fHneuo'i que liveiio bhetes de camarotes de
dia 6 para 28 podem mndalos ao Tbealro,
oi V*^-ftj| pose vio tkser outros de melhor pa-
O Direlof do Thari*.
DlAttU) l^pj'iiNAMBUtO.
i
Dezeia-se faUa com o Snr. Antonio ves
dos Santos, morador que jpi no lu^ar do Moriteiro,
isto afina de negocio de sen intresae ; por tanto o di-
to Sur., ouseu p-ocurador, ou pesaos que do rneomo
tenba oiiciadUija-sc rpa do Vigario ca.ia p. 82 no
2." andar, ou anncje por este Diario sua moradia a-
fim de se Ihe ir faltar.
*^ DozfjVe fallar romo Snr. Reverendo Padre
Joaquim Joca dos Santos, qe esi, ou i estove no
Engenho Jaquer, para negocio de seo interease, ou
baja i-er fae.-cido o dito Padre, com o eu Erdeiro, ou
procurador, qoese dii igirio ca.sa na raa do Vigario
n. 32 no 2 andar, ou annuucie pw esta follis, para
se Ihe ir f.dlar em sua casa.
1f^ D:se 60O^JJ reis a juros sendo em prata com
o cambio rorrete: qnem os perteuder dirija-se a
ra do eollegio no primeiro andar do sobrado D. 9,
que se dir quem os lem.
%!JJ* Queru anntn(iou, querer dar 800^J) reis a
um cont de reis a juros cm hipoteca, dirija s? a
ruado J^rdim D. 1 4, que I se dir quem perteiide.
V& Quem tivere quiser duas preto-. para ven-
der na ra r-agando-se-llie o jornal de a40 reis, dji ija-
sea 1 ua de Oitas D. 38, ou annuniie a sua morada
por este Diaropara er pi'oruia %QP" Proci.sa-se de um feiloV que seja t.abu!hadfr
pari um silio ua e.-tiai'a da Soledodc, que vai para o
MHigiiinbo; quem esliver nestas circunstancias diri-
ja-po al trro da Boa-ri^ta em casa do luis de Paa.
/y* Francisco de Pabla Cavalcanli deAlhuquer-
que, Cirurgio 8 judante que esteve no Acampamento
de Agoa Pela fatsciente ao Respeilavel Pobco que
de hora em dianle ^e assignar por Francisco de Paula
Csvalcauli Bizf rra de Alhuquerque por j sa ter con-
fundido o seo uomo rom ouiro de igual teor.
no
no, oracSi-s de C ir- r
venlu.isdflTdl.mdM
uro, aparte ern ti Forte do Mallos, nas Kjas d
d.ires defronle de urna *sco! ia
t9" Jugoa'do xadres Mo arma^.n decourosroi /
Imperial do atierro dos A fugados. '
y&T Umaescrava parda com habilidades necesj
riaaparaoarranjr. de urna casadle familia, a q'u,,
he entendida e dahgenle : no nfxodo Nota D. 25
** Um traBcelim com p.ssadorw, e um rehilo
decaixa deanro que regula bro, *a %nelio moder-
no de 011ro, macrozeumeacifixo, omlfinetade
diamantea, um par de espora', outro dito de Mrivos
pequeos, a moderno*, # orna bride Hebra ta. uma
chave com corrente para relogio de ooro de le e bhi
sinete T* Sala panilha em ai robas p,r proco eoib-
modo : na ra Nova D. 37.
jy 50garraf,is vsiSr e lambem voma quartolla
qoe fot de vinho, e uma oulra quefo de genebra : na
roa do A1 agio O. 1.
/aT* Um bra relogio de duro : qo>m quiser sn
nuncie.
A
ARRKN0AMENTO.
Rrenda-se um s?to na passagem da Madaleni
qoe vai para o Engenho da T. r. e que foi do Miguel
Ton es com boaa ierras para plaolates porqiie te
urna grande varze, moilas larangeias a ui-ia quali-
dade de fructa, h-a ag.* de beber, boa casa de viveu-
da e commod 1Spara escravos; na praca do oorpoSan-
to 110primeiro andar do sobrado n. u5,
NAVIOS A CARGA.
Para o As*.
OEgoe viagem no dia 10 do*"correiite o Brigne Bra-
zieiro Herclea, e recebe carga: a fallar com J< io
Lei'e de Ase vedo, na toja de cabos dtf.oute do Cor-
po Santo. '
-
IX
COMPRAS.
>
"Os passaros, .endd otn pardal, e outro Bengoe-
hnba, coro suas gaiolas ; na esquina da -Pracinha do
Livramenio na loja do Burgos Ponce de Len.
*> O Arcenal de Guerra compra caihroa fjios-
sos capaos para Tropas rarvio mineral, fo^as de Ja-
llo, e cad.n'ws do Norte; s peasoaa que taes gneros
liverem, queniocomparecer no me.mo Arcenal pira
se tratar dos aju^tc-s, preferindo-se a quem por menos
Vender. r
1& O mesroo Arcenal compra assoaho d'amarel-
lo, ecosladmho; as pessoas que quize-em vender
con. pa .vea, n para se tratar da ajusse.,, .drer-aa que
sea prelendo aquelle quepor menos vender.
D
VENDAS.
Ma prela mossa, eosmha, enahoa. efergoma li-
io Mj. ,-u, la cadeia Velha cas. de Jofo Mara Seve.
*" Uma ven,l com poneos fundos na ru* do A
ragao por baix* do sobrado do seohor Gusinlo fia
mexina. ~
Bixas de muito boa quali Jode : na ruada
L-arangeira D. 10.
, *9~ Urna pr.eta propria para o errico deencha-
d .J-e vicio algum: na ruada Alegra, ca. que
ca defnnte de um poni. H
d. O !? ^renr,0>c.,tas do Cicero, a obra
1 nV 2' "*!* P,i,"ei,a' Pio daMnla-
r; frct'ex,cD' F-b,* <>* *^*<
em portuguei pyt2la5 ^ 0rac Fr,nc TM.
im nor^t1'^' ,?*'"* Oo^tic.%m Ja-
UmporAntome, a Historia da ig-ejs Lu.uqp por
lumJ?CuJ- fnTn-ta> *- U-r-do*6 !o-
cousTs'nSn raeJ A',,0ni P*^'-deFigue,edod.,
^ 'ESCRA VOS FGIDOS.
tPOfo, mo'atr, idade 80 annos, poqco mais, ou
meuos, pooca bai ba, naris chalo, orlos algum lano
pchenos, muito tabaqui ta, p. rnas finas, cara re-
donda, e algum tanto rhdpada, per clutoa :" ofteial
desapateiro, mnito legrisi, lgido no mez de Feve-
reuo desle auno, do Engenho Sau, F.egoena de
Uima; e julg.-e t 1 fgido para eala praca, d'onde
elU he natural: quem o levar ao o Engenho, ou ao
Sitninario d'Oiuda, sei recompencado com 30
res. w-
WP Mana, naci. songo, magra, espigada da
corpo, representa ler aoa.mos, c-beHo Mal corlado,
pernas finas; fgida no i. deOutuhro cor.enie, le-
voo vestido braoco de raminhos encarnados, anda
sem pao nos hombros : os 8preheudelo.es le vea-a
ama d* moeda no i.andar da ea a do fatecido Mi-
guel A rea njo.
yr ypf Amonio (por antonomasia Tura) nac 6 ca-
bunda, aO annos, alio, bonita fgur, coa um sig-
ual em una sObranclha decbicotada, vislido de ca-
y?a e camisa de 1/rmi, o'qual lem sido visto pelo por-
lo das canoas, Bom JcUz re: os aprelundedorea
levm-o ao atan o-da B^a vista caza do Dwutdr In-
g fe*-
No dia a3 do p. p. mez fogto um cabra de
nomejoao Goalbe. lo, de idde de 18 a ao annos,
Isem barba, bako, ,a\-o : lea chapeodepalhinhapre-
to, jaquea de lila, e calca da b.im rbxo velha : quem
o p^nii- pade-oentreg4r na praa ao Snr. Frailesco
J i da CaU, a no aullo a mu sanhor Pedio CawK
canli, qoe aera papo.
ir-1
NOTICIAS MARITIM \%.
Taboas das mares cheias no Pono de Pernambueo.
3
i-J
-a
S
c
14 Segunda S -
15-T:--- I .
6-Q: f .
4 -

18-S:
19 S:
20D;
I
a:
3 h.42 m
V-SO
y-4%
6 -30
7-i8
8-6
8- 54
Tarde.
Navios sahidos no dia 7.
RIESTEj Pt. Diaamarquot Esperimeisl, U i.
l'schalme : asquear.
Pern. na T>p do Diario 1835.
MUTILADO l
^ -


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