Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02963


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Full Text
{$X0 DE 1835. QUARTA FEIRA
- ,

i
13 DE SETEMBKO N. If.
DIARIO DE PERNAMBIJCO.
Fikrakbuco, ha Trp, o M. F. de Paria. 1835.
DAS DA SEMANA-
ki Secunda S- Math'u AP- Evangelista.
K Terca S- Mauricio M- Re. de m: aud. do J. de O. de t
La ti. o <3 > da I*-
Quarta S. Lino P. M. sessa da T- Pub. Enira o Sol em Libra
Quinta ti. S. das Marcea Re de m.,ud. do Juii do C. de
Sexta S. Firmino B. e] M. sesso da T. P. de m.
e and. do J. de O de t.
SaM.ado. S. Cvfjriaao M. Relaeo dme aud. do V.
0. de t em Olinda.
Domingo SS. Cosmo e Damiao Mm.
Tudo agora depende de nos mesmos, da nossa pradencia, mode-
rayau, c energa: cuiimgiis couis prr.c;pia7G?, s se.res.os i*
pontados cora adaiiraeao entre as Nacoes mais caltas.
Prodamaco da Jtitmblta Qtral 4o Brtil
Subscreve-se a 1000 r*. mensaes pagos adiantados nesta Trpogra-
fla, e na Praca da Independencia ti. 37 e 38 i onde se recebem
correspondencias legalisaaas, e annuncios ; nserindo-se estes gra-
tis sendo dos proprioaasaignantes, e Tindo aasignadoa.
PARTIDAS DOS C0RRB10S.
Olinda -Torio* os dias ao meto dia.
Goiana, Alhandra, Paraiha, Villa do Conde. Mamangaape, Pi-
lar, Real de S. Joo, Brejo d'Areia, Rainha, Pwnttal, S d-
Souza. Cidade do Natal, Villas de (ioianninha, e Nora da Primee
za: Cidade da Portaleza, Villas do Aquir, Monte mor no?
Aracatr, Cascavet, Canind, Granja. Ihiperatrix, S. Iternanaess
S. JoSo do Prncipe, Sohrar, Nora d'KlRe.T, Ico. S. M alhena. l
achodo sangue, Santo Antonio do Jardim, QnexeramQbia, e Par-
Daiba Segundas e Sextas feiras ao meio da.
Santo Anto Todas as quartas fe i ras ao meio dia.
Garanhuns, e Bonito nos dias 9 e 23 do mei ao meio dia.
Floresno dia 13 de cada mee ao meio dia.
Serinhaem, Rio Pormozo, e Limeiraa Segandas, Qeertaa, *
extas feiras ao meio dia.
EDITORIAL.
Continuado do N. 178.
Pi Lguns pretvndem, que introduccaS do sistema
lepiesentativo tem de tal modo alterarlo a poltica pra-
do, quebeimpossivel ralcular-se al que ponto po-
demch*gar asmodificaces, que se tem feito as for-
os* auriga", para aperfeicoar o governos modernos ;
o sistema representativo tem exerrido sem a menor
duiidd huma feliz influencia sobre o desenvolvimiento
d. libeidade racional, fa>endo extensivas grandes
Nhc5> ss prerogativas, que anlgaiente perlencii.5
(*idads i.-oladas- Porem ai a arca5 desses Corpus re-
presentativos fosee t.6 variavel, como a vonlade po-
pular, elles constitu) i*5 huma forma de governo
minio mais lunesta, que as democracias da antguida-
de; hum gverno smelhaote tera todos os inconve-
niente das democracias mais absolutas, em ofererer
nmliunia garanta daquellas nue existiaS as A-sem-
bleu populares de Aleas e de Roma, onde os ho-
rneo* mais sshos eos melhores Cid-dios podia ex-
ffc-r onfliixo "la p.drtvra, como e quando quisessem.
Hcmiitei n*6 perder de vista que todas as formas de
gocemos, tanto antigs como modernas, setesentem
ni. i ou menos dasalecc5es moraes, que I he impri-
me o geni. do Povo ; e que o carcter esencial de
todos os Povos tem sido h primaria de redas cla^ses
sobre oiitras meno* numerosas ou m*is embrutecidas
eis a ra.s<<5 porque muitos sustenta, que nunca
houve huma peifeita Democracia, e que a essencia de
todos os goveruos tem consistido ne-sa Aristocracia
mal mal ou intelectual, que semp do em todos, os pasesMr. Guiot sostem que tal he
o carcter dos g..vemos representativos.
Comt feito, a palavra aristocracia signifcou em sus
oriarm o n.ais forte 6 .mente; depois pas o sig-
nificar o mais considersvel pelas suas riquesas, ou
poder; e uli latamente o mais sabio, e o mais irtuoso;
a raesiua palavra, que exprimiu a forct bruta e o
valor, pa-soti designar a forct moral e a virtude ; e
nada explica tanto a marcha do entendimento hu-
mano, como a ti ansica do impe o da Torca para o da
ra-a, da supcrioi idade fi-ca para a sopet ioridade
moral. A tendencia das Sociedades, tssim como os
det>ejos de todo homem social, consiste no empenho
de seiemgo ver nadas pelos melhores Cidadios, por a-
quelles que sahem mais, e que se ocupaS de indagar
verdad*, de dlostrar a stu rtsaS, e de buscar a jus-
tica onde quer que ella exisla; neste sentido, diz o
niesrno Mr. Guii>t, todos os bone governos, e par-
ticularmente o governo representativo, tem por ob-
jecto elevar doseio da Sociedade esta aristocracia ver-
daoeira e legitlm, por quem ella deveser governada,
que temo dtreito degovernal-a-~Ns conrebemos
pcrfritaaenie qual seja es-a aristocracia, de que falla
o autor do Curso de historia do goveroo repreaentati-
T,>> porem nadju(gamos que ellt nos pos-a ser favo-
r*el pi- inuito aanoi, neaa que este pincipo nos
possa er aplicavel, em quantoa nossa populaca ex-
Mir na ignorancia era que se acha, e no degradado
baiimenio, em que se Iheconse va arintemenl> ; t
"ova desu asaeica a podemas encontrar nasraba-
*> da paasada eleic6 pa< a Deputados, em que foraS
"laido, da repreaeetaca os Anslradas Calmo, Ra-
queas, MtfntetHBM^ hlanoel Alves Branc, Lepes
Gama, ste, etc., para serrn substituidos pela anais
natas, ignransia,, ou pelo estupido prssslitiaioa\
I
maior deputacao. a da provincia de Minas, apenase-
ferece dous genios salientes (Evaristo t Vasconcellos),
eesses meamos animados de tal sorte desse espirito
de partido, que invalida as suas boas nteneSes, e ieu-
tilisa seus resperlivos conherimentos Tornamos a
protestar, que n6 he nossa inienca5 ofender a p*-soa
alguma ; o nnaso carcter he, e ser a mpareiabda-
de em questa de tanta mont, porem n*6 podemos
negar-nos a franquesa q'ie o Povo se merece, vsto
que e-crevemos par, o Povo, ta somente para o povo.
Subindo at a origem do ptimeiro governo repre-
sentativo, examinemos as musas que m*is cnn^ai re' a5
para e melboramento la porcaS governstii. <|ie ti-
ta influencia tem exercidesobre i presnei'dade das
Naces; e Tejamos qual a pendente api cae 5, q>ie
dos seus principios podemos fa^er, sem violentar a
nossa marcha progretstv*., on por em tortura a nos-
sa rapacidad* intelectual^5 sabemos em que se
funden Montesqnieti pira asseverar*, que a forma re-
presentativa teve O'igem nos hoques d'Alemanha ;
talvezes'a circunstancia 'e exnUqne fcilmente pela
leitura dnjivro de Tcito dem-rilvis Germannrum,
o por haver aparecido pela pri'tieira ver, em Ingla-
terra no lempo da menarqui An?,lo-S.isnna, euja
institn'c. manteve a ordem interior, e foi a garanta
da ntscente liherdade ; o ceito he que o tnico fa.lo
importante, diz hum publicista, que ass'gnala a ori-
gem das Sociedades Germnicas, he oeslab lecimento
rpido e progresivo da Realesa hoeditaria. D-tem-
Eo da monarqua A"glo-Saxona data pon aquella sa-
ja insti'uica; quando a heptarqua f>i redruida
hum f r^no, se formn igualmente a prhnejra as
semblea geral, chamada Wiltengemot, ou assemblea
dos homens sa'uos ; a clausula de qaelquer de suas re
solucSts era i Coram prncerihus alioj-mnqoe fidelinm
infinita multitudine, H poi^ as mstjtapedm Ingle-
sas onde devemos r beber, como fonte pura, as
doutrinas e m ximas do govprno repre-enlativo.
Sem embargo. na5 andemos di^er, que antes disso
nao houvesse huma ley, que regularse a Socedade
como principio donde dimana a ordem ; par que nao
pode exitir Sociedade sem governo, aem govrno
sem Sociedade; estasdtas exprs 5es envolvas huma
nica idea ; esta coexistencia aecessara da Sociedad*
edo governo prova demasiada o absurdo da hipoiese
de Contracto Social; Rousseaa supunha urna Socieda-
de ja formada, mas sem nenbuma ley oa regra que a
governasse, e que esla Sociedade b-sse que a estabe-
lecesse ; como si fosse possvel existir huma associacaS
qualquer son huma norma de conducta, pela qual
sediiigisse; s n<6 exista esta regra, nao ha conven-
ca5, nein reun>5, nem Sociedade, sen.i individuos
soladosO principio de todo governo estriba precisa-
mente no principio de toda Sociedade ; eala existen-
cia simultanea se liga oulro principio normal, er-
g#m de toda a S.berania ; sto he, aquella l^y das leys,
que regula a conduela de huma r os, vi vendo em SociedtdeSi esta permanece no^ es-
tado de ernbi ia, si todas ts vontades solada- nao se
reunem debaixo do imperio de reg-as comuna, e si
estas nao leconbecem igualmente a jnslica e a raa5 ;
si ellas nao cia eU unidade, que consttue a veida-
deira Sociedade, diiemos que nada existe, e que tu 1o
he coof'ia : La aaultitu.le qui ne se reduit pa^ a la
unii e*tcadfuion,ds Pascal filando da Poltica.
Can MMVVVblM
RIO DC JANEIRO.
AMARA nS SFNADOUK*.
Extrmto da Sessa em 19 de Junhe.
Presidencia do Sr. Bento Barroso Pereira
M. ELas i o horas e meia achando-se reunidos 6 Ss)-
nailores, o Presidente declarou aberla a >essa5; leu*
se e pprovou se acta da antee -lente.
O r S-c. den conta do seguinte exp diente:
Oficio do Ministro da Ju-iica cobi indo lui-n dos au-
tographos da resoluca d* Assemblda Geral, amnis-
tiando a todas as pessoas incluidas vio crimes polticos
as Provincias de Mna>>Geraes e Rio de Janeiio, na
qual a Regencia em nme do Imperador cousen tio.
.Q iatro reprejentace- da A-.embla Legi-laliva da
Proincia da Bha: a prmeira representando a ne
cessidade de separar a renda geral do Imperio da
Provincial.
Segunda, representando a nece*sdado de huma
Colonia na Costa de frica, para onde so possa 1 epar-
tir todo o Africano que se libertar, ou tornar-se aua -
peito.
Te> ceira, representando a necessidade de huma re>
8oluc.<6 que faculte aos credores da divida fundada
interna e esterna, a passarem, se tpiitei'em, suas ins-
cr'P'-es do grande livro da Divida publica para o au-
xil ar da Provineia.
A (piarla mostrando a necessidade a conveniencia
dse reilu/.ir a 5 por ceiito o dimo do sanear : a
4 por ce uto o-, lumos do tabaco : aliviando-ae o al-
go'la do direito de Consulado.
O Senado ficoO inteirado ds participacSes de in-
comm-'do do Se Joa Evangelista e Santos Pinto.
Le ao-se tres pareces de Commiases que fkatrad
sobre t mesa.
ORDEM DO DIA
Entrouem primeira discussao, e foi nella approva-
da para passar s-gundao s-guinte Fi"jecto :
1 A Assemblea Geral Leg-ulaliva decreta :
u Art. i. AsFrpasde Terra ordna.tas ptra
o annoque ha de -orrer do 1. de Junho de i836 a
30 de Junho de 1837, constar:
1. DosOflLiaes e ntais pracas de oito Btta-
lhs de Cae-dores, quatro Corpus de cavallaria, cio-
code Aitilheria de Po>ica, hum de Aitilheua a ca-
va lo, edot'orpode Ligeirosla provincia de jtlatto
Grueso, nao pudendo o estado eff-ctivo destes cor-
pos exceder a -eis mil treseatas e viuie prapas.
%. Do Estado mor >\o Exercilo, secundo a
oigan s.ga Decretada dos OfficisDea de Enge-.h iros,
dosOffi iae-Avulsos das cmpanhii.a de Artilices do
Tiem le Arilheria ; e das Repariices ex st-ntes.
3. Das Divisos d Rio Dore na provincia de
MinasGeiaes- das duas compa-ihias de Ligeiros d*
Piovinci'a do moaiiha ; e dos Pedestres da p.ovincia
do E-pi ito Santo.
A.t. 1. As vagas dos corpos, de que trata o ar
tigo 1 sea preeuchidascoin OfB ia-s lirados das
classes dos Avulsos, e degraduacaS igual das vagas
que houverera, ficando prohibidas tolas aa p> omoc-
es, excepto para os poitoi de a e : Tenles de
Kogsnhsiia A.!herii, quiitdo o Cuyerno j NUMERAC0 INC0RRETA

^


r

DIARIO Df P
Fn>A?ffin <<>.


ziecessario, d% endo nease caso promover somente os
qua tiverem completado os eatudos presciiplos pela
Le.
Jrr*. S. O Poder Execntivo fica antortsado a con-
ceder Iicencii, com venrimento do tempo e mfio sol-
lo, os Offii iae e Officiaes Inferiores, que sendo
dejpeccssarios ao servico, assim o quizerem. ror es
taslicencas nenhum emolumentos pagai os iiceu-
ciadoa.
Art. 4. Para preencher as Forjas cima designa-
das, o Governo fica autormdo- a convidar para o
servico os individuos, que tendo j servido no Exer-
cile, olii i verao siias bxa; e a contractur con os
que existen anda nos Corpos, e et.5 norato de te-
reta baixa. por terem acabado o seu t ropo de servi-
do, a continuar no mesrao servico, d. outros, como gratifiraca, alm do sold que Ibes
perteneer, em qaant forem Pravas de Prct, huma
quanlia igual ao mt-snio toldo. Fica iyualn ente au-
torisvde a conceder huma gralifidca igual nietade
do respectivo sold, os Pai-anes que voluntaiJmen-
te quiierem entrar no servico. E quando nao possa
conseguir pelos meios cima indic* diUs Torcas, fica autorizado a reciutar na forma da
Le ; obervando se, na parle que f' possivel, as
flipn-i5c> Legislativas Decretadas a respeito na Lei
de 25 de agosto df t832.
Art. 5. Fica6 derogadas as Leisem contrario.
k Paco da Cmara dos Deputados, em d de Junho
de lb"55. Pedro de Araujo Lima, Presidente.
Jeronymo Maitniano Fiueira de Mello, 2. Secre-
tario. M.i noel Prannos da S;lva Veltozo, 3. c
Secretario.
Sendo annunciada a chtgada do Ministro da Guer-
ra (era 6 11 horas e ineia) Ij intmi'uz du na sala com
as formalidades do estilo, e lomando o respectivo as-
iento, leve em sua presenca lugar, a segunda discus-
j.i d;i Lei das forcas de tetra.
Enlrou em diacussa o primen o do artigo pri-
meiro.
O Sr. Borges mostrou que este paragrapho n-5 a-
tisfazia ao prereito da Conslitnca, que determina
que a Asseu.b!a Geral fixeas forca* de trra emar,
ordinal iase extraordinarias, cujo preceilo se tem
rnmprido ate* h>je, e nao poda coneeher quaes as ra-
zos qne havi*5 dado motivo a n%5 se decretar esta
forca conforme a lei fundamental : que de>ejaria ser
informado se o estrilo efectivo do exercito era ou n
soffioiente, n. 5 para a def 7.a do Rr para o servico ordinario epequenodas guarneesde
fortalezas, porque o outro servico quasi que todo se
poda considerar feto pelos Guardas Permanentes j
e mandn mesa a s< guinte emenda :
Diga se: O Govemo pode> em caso de ne-
cessidide elevar so estado eiferlivo o estado com
ii pete. t S-tlva a redaccaS. Fui poiada, e entrou
em discussaS.
O Sr. Ministro deelarou conformar-sp com a e-
menda por estar convencido de podetem tal vez dar-
se circunstancias de ser necesario levar a eff<-io o
completo, o que julgava desm cessario desenvolver
por Cmara conlterer a neres-idade de, em circuns-
tancias extraordinaria-, ser elevado o exerrMo ao es-
tado (ompleto : qne a sua exigencia de 6.300 pracas
fra feita com inui'a parciiuonia, attendendo-se s
circunstancias do paiz ; oltservou a necescidade de
huma nielhor lei de i e< ratamente 0Pm assim a
faculdade de f>cerera algumas promuces no exerci-
lo para animar a classe militar.
O Sr. Paula Sonsa dive que bem qne fosse eslran-
bo e-la materia, todava tomara parte nella, a fin
de votar com conhecimenlo, e por isso exigira do
Sr. Mjnistro o informasse, de onde se achavao" os
Corpos completos, e que forca tuh5.
O Vfin.-tro em respo-la di.se que com exaclidao
nao poda prestar a inioi macan exigida, mas appro-
xhnadamenle "forniava ser de 3oo e tantas piacas;
sendo porm a furea do estado completo, qoando re-
alisada segundo organisacaS dos Corpos, 85oo pra-
ca.
O Sr. Paula Souza notou que segundo a emenda
offeiecida, o exercito ficava elevado de 85oo a 9ioo
homens, no que nao poda eonvir, e por isso era sua
opinia e approrasse o artigo tal qual, sendo o seu
piinrpal fundanv ntoa mpo sibililade de conseguir
o que se conceda pe* emenda, po< que de n.idn ser-
via fixar 9, lo, ou i mil hmeos, sera que se rea-
li^asse tal fixacaS, porque o tnico resultado que
hava, era o no oic;nnenio dar se o quantitativo se-
gundo a forca fixada, qoe nunca se tealisava, haven-
do assim huma grande sibra, a qual iodo s mi os do
Govemoa applicava a obn-t militares, e at mais que
quer, por .-.oque lem passado a materia de pdero
Governo i-pplirar as sommas qoe estad debaixo de hu-
ma rubriea para outra: que o quantitativo em rela-
c<5 emenda, segundo as informacSes do Minilto,
a- na5 havia gastar^ por >ao que hoje v-seexistirem
5 i834 a 35 duranle o qual o Governo se chava auto-
i i.-ado a poder ter o exeicifo no p de 8ooo pilcas,
entre tanto que o tem lido de 35oo; do 1. de Ju-
Iho de 1835, a Junho de i836, p pode ter de 9000
praca.S roas va-se que o principilo anno estava a
chegai; e s linha 35oo pi acas, e sendo i-tn cei lo, o
reconheridas as imposslbildades de se realisar com-
pletamente para dar f cuiade de huma cousa que
se nao havia conseguir, queW duas, huras; ou se
(pieria arriscar es dinheii os da Nacao a seiem indef i-
damenle applirados, 00 entao fairr-se hum papel ri-
! diculo, qual o de o Coi po Legislativo faier leis sem
execuea, tmdo hura xenito imagiaiio; e alc'm
disso dar-se hum mal real, o do alarme de recruta-
mento: prodoiiu outros argumen'os, e concluio de-
monstrando que a C>mlituco Cmara electiva he
que d a inicia1 iva sobre impostos e recrulamento, e
tendo por fim ? emenda augmenio de forc, imnorta-
va reci uta-Ios, eestes so devis ser determinados pela
outra (amara en6 pelo Senado, e que ha vendo sido
o Senado at o presente melindroso quanto aos im-
po-tos, o deia ser a respeito no sangue dos seusCon-
cidadfios que muilo espe ialmente se achava dolado
outia Cmara lalvez pela raza5 de aquella Cmara
se achar mais em contacto com a massa geraJ da Na-
ca.
Depoisde mais algumas reflexoes, dando-se a final
a matei ia por discutid, e rctirando-se o Ministro com
asmesmas formalidades com que fra introdtitido,
f>i posto vo'acaS o artigo primem, com o primeiro
C salva a emenda do Sr. Borges, e foi npprovado; pon-
do-sv trn s< guida a emenda votaca; no pas-ou.
Tendo ddo a hora, o Presidente deu para ordem
do dia da sesean segu ni e, rhegada do Ministro, a
ma'eria adiada, e antes ou depois delle a discus-a de
algumas resoluces, e levantou s< ssa pelas duas ho-
ras da tarde.
R
GOVEHNO da WIOV1NCIA
Continuacad do Expediente do di* 18.
_j Fsponda Vm. ao Juia de Paz da Boavacem que
a Junta de paz deve fazer a ana sessao na Povoac<<6
de Jaboat por assim t<-r reso'vido o Conselho do Go-
verno attemiendo a ser o lugar mais propiiu, e o
centre dos Disti icios, cujos Juizes de Paz teem dse
reunir. F. quanto bus arranjos da caza da sessa ;
Cantata 01a ?e expede ordem p.-ira os fazer pieparar.
Dos G"arde a Vm: Palacio do Governo de Per-
n; Paula Cavalcanti d'A bnquerqne. Joaquim Nu-
nes Machado, che de Pulira.
No tendo anda as Legioens de G. N. dV-le
Municipio o numero suficiente de Piofes-ores de Sa-
mle para formSr a Junt Medica que no Jury de Re-
vista tem de inspeccionar a G. N. que por dnentes
procur.6 isempci "> do S rvico ; curopre que V. S.
compareca aman! i m Ca-a da Cmara Municipal pe-
las iO horas da manhl para formar a dita Junta cora
os mais Facultativos, aos quaes ora se faz tslemesmo
av'zo.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
naml'ucn 18 de Setenibro de i835. Francisco de
Paula Covalcanti d'Albuquertpie. Sra. Dr.-. 1.
e 2. M dico do exlinelo Hospital Militar.
Olhcio do theor do precedente se eoviou ao 2/
Medico do exiiuclo Hospital Militar.
Oificio Ao Duutor Juiz de Diceto Cbefe de Po-
licia, communicsudo-lheo conlheudo dos preceden-
tes < futios.
__ Ao Commandante das Armas para informar
se o Ouartel e p.utaleza do Boro Jesuz das portas es-
tr>, ou na5 oceupados, piopondo o arrendamento
d'aquelle predio, exige saltero Inspector da Thezr.u-
raria.
Ao Commandante Superior das G. N. d'este
Munieipio, para despensar do servico aos G. N.
constantes de urna rel*g;. que se Ihe enviou, por to-
rera empregad. s no Arsenal de Guerra.
AoCbefe da LegisS de Olinda para despensar
do serveo o G. N. Joquim de Almeida Castro, em
pregado no Arsenal de Guerra.
Ao Commandante Superior da G. N. d'este
Municipio, reenviando-lhe os offivios do Juiz de Paz
do 1. e D strieto da Boa-vi ta, e n Chefe intrino do
3. Batalhao relativas ao G. N. Toninas Antonio
Mariel Monteiro, aftim de serem remetttdos ao Jury
de Bevisla a qi.em compete o conhecirneto do nego-
cio que fas o seu objeclo.
DIVERCAS REPARTICOENS;
PuMCH.
JCa-Xm. Sr. Levo o conherimento de V. Ex. os
dois officios incluios do Juiz de Ptz do 3. o Destii,
d Iguaras.-u, de uro des quaes consta que fora mor-
toochefe da quadrilha deaCaluc Joa BpiiS|a?
a exporica dofactoque^o lugar a niorte pare-sse'.
me muilo sucinta ; eas-im se V. Ex. axar que se
deve proceder a algumas avetgttaces para conhectr-
se niilhor a verdade, pois que assinto que a Le e $6
a Le deve pnnir o criminoso, sivs-se ooaunic--.
mo, para mandar proceder a ellas.
DeosGuatdea V. Ex. Rerife 18 do Setemhro da
i835. I Im. eExm. Sr. Francisco d Paula C.
valranli d'Albaquerque. -^ J- aquim Nuiles Macha,
do, Chefe de Polica.
Illm. Sr. Na oceaza de ser conducido o
prezoem custodia para essa Capital como diz o meo
anterior oificio, surcede em caminho o farcinoro.o
apr veitando-se dealgum discoido da Ti opa condu.
i tor, laucar ina da faca de um preto que junto a .
trada estava meando, e vol'a-se contra a Tropa, mais
felismente sendo essa mais hbil, que elle, uzarad doj
meios de def. za, e de cuja retultuu a moi te do naej.
mu; e vol lando a Ti opa cora essa noticia fiz nova,
mente esse ofirio que ionio com o anleior acompa.
nha a parda Mri* Ignacia.
Dos Guarde a V. S.- mu tos anuos. Terrriro Def-
nelo de ig-uurass 16 de Setemhro de i835. lm,
S'\ Juiz de Direito Chefe de #Polcia da ('omarcado
Rerrfe. Luis Severino* Mrquez Bacalho, Juj
de Paz Suplente.
Illm. Snr. i-Acontecendo ser preso por ntim
no 1 Desdido deste Termo, buido em leguiment
pela denuncia que tive de se axar em m u Desti icto,
o acuoroso J1-S0 Bpiista, chefe da quadrilha duCa-
tuca, e axar-seeste Municipio sem prisio publica, re*
zolvi remete-Io a V. S. afim de ter o destino compe-
tente, e como me axe erabaracado sobre a rtnvca
do proesso se de va enva-lo a V. 8. em rasio do que
assim fica expendido ou se ao Juiz de Paz da cabeca
do Termo; passo a consultar a V. S. em virtudeda
Le oque devo seguir em semillantes circunstancias.
Igualmente remeto pieza a parda Mara. Ignacia que
exiga no catuc com o referido facinoroso; em
coUsequencia do qne tambera julgo criminosa, e
juntamente passo a traclar de seo proce.'so. Foi tam-
bera 1 >reza nina menina de i4 anuos que se da lillia
do facinoroso, e mo a jtilga-se aera ciiuiinalidade
a d-positei em unta casa capaz por ignorar qualdeve-
ria o deslino oroplente que lhe deveria dar.
Deni Guarde a V. S. mu i tos annos i. Destricto de
Iguaiass i5 deSrlembrode i835.Illm. Snr. Ju
dw Direito chefa de Polica da comarca do Rerife.
Luiz Severino Marques Bacalho, Juix de pai Suplen-
te.
DeveVm. fazer proceder contra a escolla, que
conduzia o prezo Joa BaplUta, e que em caminho
o mitarao por ter elle, como ae diz, tentado assassi-
naraalguns individuos da minha Patru'ha ; afin
de que se venha ao perfelo conhecimenlo deste faito,
e seja punida a palruta se por ventura se provar que
a niorte f .i feita p >r maldade, e deproposito.
Dens Guarde a Vro. Placio do Governo de Per-
u-jiiibuco l8deStembro de i855. Franciseo de
Paula Cavalcanti d'Albuquerque. -- Sr. Joaquim
Nunes Machado, Chefe de Polica.
O AMO iJEr*ERN4VJBUrO.
ORria preciso um cora?a5 alheo a todos ossentt-
metitos de humanidade ; seria preciso ser indiferente
aos males da patria ; sera precUo em fim nao ser um
d'aquetles que gemem de dor ao contemplar qua o tn-
vensivelmente s- vai harhariaindo a misna populacio
menos Iluminada, para na6 notar a fri< simp'icidade
com que o Snr. Juiz de Paz Luiz Sev rio Marques
Bicalhau, nana em seu orficio a maneira pnrijue foi
utorlo pela tr pa o criminoso Joa5 Baptista Aura
criminoso como este parece-nos que nao s'e permitira
caminhar com as mios sottas ; e e ta s consideracafi
he bastante para pro*ar a iropossinilidade que elle li-
nha de hincar mi" da faca do preto qoe estava rocau-
do junto da e>tiada ; mas concedamos de barato que
ociimnoso nao vinha manieado, feixemos os olhus j
cehbridade da bist-.ria do preto ; na6 affi ma oSr-
Juiz de Paz (e com conhec imento de causa) que a tri-
pa conductora do preso era mais hbil do que elle r
Ora si era mais hbil, si vinha, como he natural,
muito melhor armada, nn teria ella outto recurso
se n5 malar o houiem, cuja vida mais queningneni
devia garantir ? Tratou por ventura o Snr. J ui de
Paz da investigar si em verdade o criminoso foi roor-
to ero ultima extremidade, si com effeito houve resis-
tencia &c, ?cc. ? Na5, porque do *eu mesmo officio
se oVprehende que tem urna destas deligencias, que
erara de seu 1 igoroso dever, se fizeram Quam no-
lovel he est procedimento em um Juiz de Faz!; ny-
sa Authoridade creada para ceisar o despotiiftio, "*

jau


D1A7KH
-
L tap-WM Loi' e ar'nMr s'gx,ra.Hsa *dh Irma ortica e urna dolo.osa expeneacia, ra no-
* va lefflos de que o Corpo social, coma o fisico,
hTSlm suportar aquella sustancia compat.rel com
16 P .* desiu nmoWwno. Em outro lempo dina
''\l9umA-pra^ado' kS ol18erTaV, a'
ie qe ro H nn doj M|tofM. hje porem er pmo
D0,IriIrtl qutale a una irrevogavei senieu-
tffl e 5 p/oh dolor! Onde i.emos parar.'
5! 1I .'' Seicteotempo de Uberdade ? Qoe
?1%53 segurad d. pessoa ? fc*..
;u!.e fo^ffeito a red., philosophal ?... Respon
.rmp vecm, esofrcm. ,
d'toK o p'^' prew qoe cm c8m,nh,0 tem
I molHa tropa que o o,ndo ; qu. lodosos
f Zn repe. ir historias de iguae., horro, es p,.-
d-MV JSToolro!! Sid'esia sorte cammhamos, si
l,f A.uho^.-ea ,u lomare em ******* este
?8 t"Z, Pocediroento, ellas mesm.s ella, mesmas
d7a 7o L Deo. nunca permita) se, 6 victima, de
"SiSaX condescendencia, at la re. con.ven-
"i al i e so a Lei he quem deve punir o culpado;
Luemn- Socied.de tem o poder ne castigar o, cr,-
D1fi,.emria ^.^ coajpelentt.s !
S'^JleiSimeheqaem.^in. o Ci.l.d.6
ho^Jo eque-iutil tejido So, iedade como
m W-alaomaio'r Jo. ciiroinosos poste* sob
Ti!.rda PrVaaoherF.tr, no, que o oleo do
? f S..r'Pedente p>oduza effeito, e que, com
E Jnl culpados (si, desgraciadamente, como
f:,TuaantosmaP.es nos pode acarret.r, se que no,
po'sa dar o menor bem.
MEZ4 DAS DIVERSAS RENDAS
A pauta he a misma do N.9 17.
CORREIO.
O B-igue Socitdade Feliz, receba malla para
Li bo* hie 23 ao meio di*. ,
W A Barca Bella Pemambucana, recebe a mal-
la para Porto boje 23 ao m-iu dia.
mmwm
CORRESPONDENCIA
Snr$. Redacrteet.
Rogo lE o ebzeqoio da insercie do seguin e one-
ci dirgido pelo Gove.no da Provincia em daita oe
27 le Jonho do anno pasado a meu mano o (. apitao
J..ie d'A bnquerque Cavalcanti aoe mesubsUtuio (o
qual nlo ace.tou) no comando da Forca deGa.a,,r.uns
tojoperacSes contra os salteadores deP-nelUs; ei
goalmenle as reflex^s, e documento que acou.uanna.
Com ialo fa, um especial favor ao >eu "t
Asignante, Atiento e Criado
Lourenco Bizerra Cavalcanti de Albuquerque.
Sendo mui frequeutes asapre*entac5es de letras
desse Ponto, cujas importancia* to pela roaior pa te
mui atolladas, ao menino tempo que desia Capital se
tem fe lo pira ahi remes-as de dinlnir em moc-da,
rindo assiin as deapeza dessa Forca quasi a igualaren
sdo Acampamento Geral; econvmdo bein do>er-
vico e Faenda Nacional establecer hum methodo e
foinec ment mai.s uniforme, e legal : tenho revolvido
que dora en, diante heia a dita Foica fornecida deso-
do e niaia rt-ncmenlos pelo Comrois-a. io Pagador e de
Vveres das Foicas da Direita, .c.-mpadas pa Lagq|
-jlo-sGa^. ce>sando, logo que V. S. este rebeber, as
futirtSe do Pagador, que ahi existe, aoqual man-
dar imroediatamente dar contas ao Pagador das Tro-
pa ncsuCidade 5 eoteodeodo-se epi todo que for ie-
lalivo este objecto com o Tenente Coronel de Guar-
das Nduooae Coujmaudante d'aqurlie Ponto, A"J*"
nio Carneiro Machado Rws, quem nsta moma da-
ta expeco as ordens jji-cisas:
Deu., Guarde a V. S. Palacio do Guverno de per-
oambueo a7 de Junbo de i834. Manoet de V*vx%-
Ibo Paea d'Audiade. Sm. Capilo Joze de Albu-
q .e.que Cavalcanti, Commandante da$ For?aa de
Garanbaos. .
liist! Snr. Inspector Dir. o Tenente Coronel
Lourenco Bizerra CayaJdanti de Albuque. que, que se
fas a bem dSupplicante que V. S. lhe mande pai-
sar por i-ei'tido a despeza que fes Fazenda Publica
com a Farca da Norte chamada Direita contra os re-
beldes de penella e Jacoipe no tempo que d correo de
2deDrrembrodei833atl5deJulbode i834, tem-
po que conrmarrdou o Supplicanle a rorca de Gara-
nbiins. #. a y, 5. asim o defira FR M-
Desjtaafio.
Pas e. Thes .uiaria de Ptinambuco 3i de Agos*
to de i835. S'lva. '
' Em cumprimt-nto ao Depaebo supra c*ri6ro,*
que as Despeaa feitascom a Forca do Norte denou i-
nada da Direita contra rebeldet 'e Panellas e l** ai
pe, d.sde ai de Descubro de 1833, al 15 de Jolho
de i834, peUs Pagadire* Joze Gueds Slgofir>, e
jio Jos.- Lop s Javier, iapcrtarS;; em l9;5*J^|4
rs.; nio cinsndoqadl a despeza feita com a me-ma
Forca de S a 2o de Detembro do dito anno de i833,
por nao seacbarcm as contas do .espectro Psgidor.
E para constar p-issei a piezente por mim assignada.
Cartorio da Thez<-uraiia da Fazenda de PhBambuco
t. d Septembro de 1835.
Manoel Joaqnim Pe- ei' a Lobo.
OHkial Cartora, io.
Nanea foi meu intento comerciar com osservicos
prestadosaoiueii Paiz. Astaz pag" com o prazer, que
me rezulla da sat infici de mi lia conciencia pelo de
sempeoho do que me cabe no intimo de^iao, emqie
por iwinha pozit,o sorial me acho ro'lorado, semp r
indiferente me fi, que na g 01 ia*de aniquilar a farcio
de Panellas, podesse aparecer meu nomo, e;> dq 'el-
le* Ilustres Cicla os, que reunidos pelo sentimeiito
generbzo do Publico iiieresse t.mto se inip^nharo
nesta emprfza; bem que matos debellando oernne
derramassem sangue, nio poucos mrieem, e a .seus
nicos e penires exlbrco se deve ter-se preservado o
interior da Prorinria do contagio da rerolta, e de se
alransar contra seus agentes rantagens infinita, ja
Ihes cortando recursos, j persegundo-os em soue
maisdeficeis intrixeiiarnentos. Ainda o repito : un-
ca deifarei o ilencio de minha vida prirada para con-
testar en icos ; sou bastante moderado para poder
contentar-me com o iepouzo resgatado com tantas la-
digax, para salisfazer-me cora a gloria da p. aempie o primeiro alvo de meua dezejos. Ti .bcni .s
dezejasse adrogar a cauta daqu-lles quem direito as-
suste ile pleitear, nenlium llegaco teria fazer a bem
do facto de acansar oim | ricia militar, um triunfo completo contra a altado-
r-s, aomente por>ua bravura, aeu ei>toiasn,o, epa-
trioiimo, em urna lutla que t- m cu-tado aacrihcios
ao Governo tal seria a nica prora a dar em abono
dos Cidadios da Centro, qoe eu teve a onra de com-
mandar em aerrico da L^galidade. Mas outra e a mi-
nha larda. detVnd-r meu crdito o imp^aho, que
e l'orqa a derigir ao Publico, perehte o qual tenho
obiigacaa de defende-lo, e u.-tentar; meu crdito
posto em durida pelo Governo da Piovinria de urna
mane ra que me afeude edesdoura. E que outra coi-
za importa a intellig. ncia gen nina do oficio cima
transcrito do Excel. Snr. Manoel de Carralho ao
Comuiandante que mandava me substituir Que s^g-
nificio essia evp.es.-^as de frequentes api;eeniatoes
de lettras a dequantia-i pela roaior paite avulta-
das, havendo ao mesmo tempo remesss de diJ
nheuo da Capital e finalmente acomparacio da
despezus fiitas no Ponto da-i Foicas ao meu co-
mando com as de todo Acampamento Geral ?
AUuin pode, a trinda a compleitcia de me sopor
p ,ico zellador d.. Fazenda Nacional, avista de urna
semelhante arguteio do Geremo ; ma- precian con-
feaaar, que a onra do Cidadao esl m.d amparada,
quando o juizo dos horneas de b'-ro he pode ser de
abono sopn lo o. ro falta, e faltas de aemelhante na-
tureza Correo impresso o olioio do Governo e Bpe-
zar de curtir n'alrna af^rc da dol.ro7a iu.pre sio,
quemecauzou ama mineira lio eitranha de recom-
pensar crieos p,estados na melbor fe d'homem pa
11 iota, pi erizo foi deparar corr melbor oraziao para
minha deaafroota. Be> rfa eu que as boas ntemoea
doilluslre Presidente liariio sido eludidas, que jamis
seiia desua vonUde tornar-me odioto, e que sumen-
le circunstancias extraulias o habilitaro aquelje
procediiucnto.
Finalmente depo's de um trabalho q"ae mvenci-
vel acabo de aju lar as .-untas das djepj|ls fe.taa com
a foica a meu commando, o que me colloca em esta
do de poder sustentar minha .eputacio .ba'ad E?-
ta^ depezaa xegio ao importe de 33:306^000, prin-
cipi..nde dea de Dezembro de 1853 al i5 da Julho
de l83i, Procuiei esiabelecr una comparadlo,
nio com o Acampamento Geral, como fez o Gover-
no, mas com um i> Poni, o da Fmca da Dneita na
Lagoa dos Gatos, cujas de p> zas com quaze um miz
de menos de dilerenca monto a soma quaze e qfel
de a8:.857#340, conw prora o documento cima ;
coma grandisoima difoienca de que essa forc, que
por moito lempo se con.*ervoo stacionaria, de De-
zembro M*io nunca possoio 500 prac^, entretanto
que eu operei de Dezembro al Fevareiro com 474
piacas, de 9 de Ferceii a 1 de m reo com 560. de
jxarfoat .io com 500, e deste Julho por se acJi
bar o fornecimento de farinha com ^13. Notteln-Se
toda cstis difer^ncioj, e rer-sc-ha em igualdade de
ncmero e de teir.po qoe d< Imenoto uf *r' de*pf
cantada com a F rea *> Ceulro compararVhmpotsy
nio a do Acampamento Geral, roa a da jfot'fa da Dh
reit I E como n*o seria assim ? K come nlo bar**
ra economa em urna Forca, onde algan Offictaef
Cidadios nlo qui/.erio Sold, trazidot sement pelo
dezejo de defender seo leireno, nio tinhio lucro e
comodidades de soldado, ijue fazem prcfisslo dtt
armas! E itrdi^o com olvido de seusempalk
tantcs sei vicos, soas desperas foilo as que mata aval
tario Na opiniio do Gorerno. M.'S o tempo raaji
mostrando a r*Io porque fui to injustamente agra-
vado em minha onra; e aquellea que ti verlo a habo-
lidedadevalerem-seda boa f do Exm. Carvalho, se-
rio tahez os meamos responsareis por sranda'ozo ex-
cesso de despezas fal.-as lansadas contra o Tesour9
c-m a rohei ta das Forcas de Garanhons, mzio unir,
p la qual podi ra parecer ao Prenden!*f equtiniMl
apwicoes de leti5 de quintias mvultada.
Eriiraiamo que o rob i-o. quem respe osaraentc
me kiidmeto, mti esclaiedo por ete quadro acerca
do q' aprsenlo, sabe, eu espero faiei jus'ica a|onra-
il.lll dtiJtinlIftmr com que eu, eos llualres Cida-
dios, que meaiompanharo, me preslei, e me preMa-
rei sempre que boa ver ocasiio em servico do m**u Pa-
iz, do qual nenhuma outra recompensa espero roais>
do que s*u engrandei imnto e prosperidade no iega-
co da paz, esouibradas irres InslituicSe, que upi
legeoi.
Lourenco Bizarra Cavalcanti de Albuquerque.
E
liXTERIOR.
LISBOA.
mm Ntre os documento^ OHiciaes, que hoje publica*
mos sem din ida de relevante importancia o que sus-
pende de 3.1 de Janeiro prximo em diante o Tratado
de 1810, fitoiom a lngl.teira, fundndose na fif-
cuMade e.-tipnlada no ai ligo 33 do mesmo Ti atado.
Ha enlreaadulacio eo loo vor urna dfl> renca que
a inreja desconhece; oserril adula, eo horuetn
franco louva o que julga merece! o aolhorisados
pelas mai> foi tes 1 zoes de conveniencia publica nio
hesitamos em dar agradecidos louvores ao Ilustrado
zelo, que dictou aquella deliberado.
Onosso Tratado de l8lo com a Inglaterra tem
sido ihema de repetidas discus-tVa, principalmente
nestes ulumos lempos ; mas como por de.g.aea nlem
sempre sif lia do que se tetn o necessario e Cabal CO*
nheiimento, foi quasi geral mente seguida a fe Na o*
piniao, que este Tratado acabara totalmente depoi de
15 anuos, e que a a'teraco feita por Inglaterra D 1 di-
reitosdos no.nsos vmbos, importa va o reconhecimentd
da ana eitinc;io, o que essencialmente contrario ao
estipulado noseu artig 1 32.
Desde moito tempo que se julgaram desrantajosas
pjra nos algumas rondicoes daqu He Tratado, e que
se app'-llava para a occa.iiio de modifica las. Quando
em ita5 serompl.tarem o i5anrow, quenaconfor-
midade do srl'go 33 decorrer para ler logar qualquer
slteriffo,' o MinUt 10 da Coroa, que boje Ui.^e os
Negocios Estrangeiios, entio no^so Embaixador y
Corte de Non Ires, teudo feito a,iuesina dcjaia4]f
,|Ue h je faz ao Gabinete Britnico, comefou com OS
melhores auspicios, negociaces s bre ose olijec^
rn*he>tas interrumpida*, 011 antes corladas pilase.io
de aconteciinentos, qae desde a morte do Senhor D.
J...06. tornaram raclante o estado poltico de
Po.tugal. manif-sta a impo^sibilldade deseter
renovado lio justa reclamaco durante os primeiros
mezesdepaZ, qu- succederim raeta contra o usur-
pador. Agora porm que o Governo se achaeoam|i
mar. ha onlinaria, nio podia diferir medida fio alli-
milnte reclamada. Dez annos mais decorreram desde
a e*p -cha marcada, ehiqueanesiipoNc-s padlaM ser
alteradas, e oeMe espaco em que uro grave -motivo da-
do pela hlale, ra nos auihoi i-a mais pa.tiodirmen-
te a exigi-la. Os noasos rinhos que desde i7o3 eram
ali rec-bidos com preferencia efar..r, equpelo ar-
tigo 26 doTratad< deriam c6n*Bii#r selo, >ram
extraid'8 dessa vanlagem lo imprtanle para o Com-
me.cio Pertiitfiek, sem dbvida a ambir que elle nha
em stias reUc.scom aG.i-Bi*eta>,ba ; aasim UnArto
Gorerno Ingle annul.idoaquelle art.ga o mais faro-
ravel para n<, de rigoioa justica^ que' pollinos
I
annular osoulros.
O Tratado de iBiotinhaum carcter deperpelol-
dade incompativel oom os interease do7 GortiMereo,
cojas vicessitudes exigem eslipuiace* tempotarias
que posaam fcilmente acoroparma.lo nas'difiVentes
variase* que elle offerece, epor isso era indispenst-
vel sab*ltni-lo por outro.
A esias raiSes accrescero aioda motivos dedoidOi
da posicio dirersa em que nos acharaos acluamieasf;
p vrquo a sep.tracio a BraaH, ca ri^uOB en rM'
%
[ MUTILADO


ro nos equilibrara con a superioridad? manufactura
Inglaterra, detmio quaai de lodo a supe ioiidade.
ss us constderaie suscitaran? inais d'uma vei di*
cussoet relativas a ole Tratado, que de nt-uhum mu-
do devia sustentar-se.
Nio poflaivel de mar de reconheeer as grandes
vanfc t'VKi(uai!i,(k^iia, noaso primeiro enaloral alna-
do; e que o Governo devo pi om. v-la-, poique ne-
nhuma Navio lio utilmente consumidora dos n<*-
sotf principaes productos ; mas preciso que novas
eou)OSHUe* establecidas roa pe fea-igualdad* de
v'anlegena retrdiuam ai Ommercio Portugus nos
dominios Britnicos lodo o favor e preferencia queem
nueso* porto* se der su Coininerrio Britnico*. Taes
isV> a bases sobre as quaes o Governo da R.inh.t, que
s tem em vista sustentar, e promover a dignidade,
eoimeiesse nacional, deber piomover qualquer ne-
oociacao, e asquees nio deinar deadheiir esponta-
ie-menie o Governo il'unu Naco grande egenrese,
que tantas pmvas nos tetn dado da aua amisade, e em
cuia ellianca encontramos scmpre lio firme e sincero
apoto.
Mas nao somente para novos Tratados de com-
merriocom a Inglaterra, que o Governo lem vollado
sua altencio; ob\asil, cujas paii otares ciicuns-
tenciasa noss.. ropeito o tornam o pas de que pode-
moa tirar mi-> inmediatas e seguras vantagens, |llre-
hiu suas islas apenas Ihe foi possivel alongarlas. Ha
muito queS. El. o Snr. Joaquim Antonio de M ga-
Ikios fui noint-ado Embaixador para a Corte do Rio de -
Janeiro, e que por dias espera a oppm lnula-Je de Ja
ser sus vtagetn. Os seu reronhecidos talentos vo
empregar ac em importantes ti ansmc6e para que se
acb< autholisado ; e cu jo resultado de grande nteresse
para seo paiz justificar em duvida a e-c Iha do
Governo. A nomea^io do Snr. J<-o Baplilta Mo-
reira como Cnsul Gcral de Portugal uaquelie Impe-
rio oflerece igualmente a esperanza de que s sua coo-
peracioseis de grande ntilidade. O telo deste hbil
funccionario, oseo p*ti iotismo, e o conlie i ment
que lem daquelle pait onde sei viu lio louvavclm a Cansa da sua Patria habililam-uo para pm. lar-I he
novoa servicos. E, se desgracadamente al agora in-
cestantes pertorhacoea se tem manifestado em diversas
paites desee rico e vasto continente, o ill-ati ado e-pi-
rilo do sen Governo, e despeito da*nquietacoes par-
ciaes, que piogrrssivaniente serio compiimi alindas, nao dt-ixaia de querer fomentar e estreitar
relaccscom urna Naci, que por natural Ira temida-
de teriseinpre ioteieases communs com o Brasil, in-
teiesses que nenbuma outra pode offereret-Uie lie
commodamente. Deve pois e.sprrar-se um T. alado
can 0 Brasil, que sem la/er dos-rus producios um
monupolio, queexclua a po-sibdidade dromra.-con-
vencoea commerciaes cora qualquer dasN ce Ame-
ricanas, eslebeiecs urna troca igual delatores, no-
hjectoe, quemis fcil e utilmente a permittirem.
(Diario do Governo).
ANNUNtlOS.
D
-.jEo lux o N.a 41 do Aristarro cosiendo Resposte
ao Velho rernambucano ; continuacio da i espoMa
Aurora ; um artigo sobre o Jui y de Olinda. Vnde-
se sos lugares docustone.
aaaai
A Y IZO PARTICULARES.
D.
'Eaeja-se fallar aot Sors. Capitaens do Regimen-
t da Cavallara N. 28 Jote Marques da Croa, e An-
tonio Jote de Souza Gomes do BaUlbio 58 de a.* Li-
aba ; na roa do Collegiu D. 3.
%C"y Percia se de urna ama de leile, quo ten ha
bous costa mes; na roa do Pego D. SO, a* andar.
t/y Dezeja-se saber onde reside Nasario de Lima,
que possue terrea oas Aulas, riheira do Rio Salgado,
Provincia do Cear ; quem souber noticia deste ho-
rneas, que talvez ae chame Felis de Lima, algum Er-
deiro, ou prenlo faca obsequio avi-ar por esta folba,
para iractar-se negocio de importaneia, e interesse.
e/y Pela ultima ees roga-as ao Snr. Manoel Joze
Barbosa fiIJsb de Francisco Moreira Barbota da cidade
do fvrlo, qo#iio tsv abundado de dirigir-* por de-
tras da ra Nova casa que fas urente para a i ua do
caiaboooo novo, para so liso faser ver a recoromenda-
eio que lem para ae lite prestar neata cidade tndo
quentu if r a bees de seu i u tere**.
p*,f*"*y Continuarse alugar escravos para srvenlos
de ptdreiro, Bagaodo se 400 res diarios : na rus do
asboga iojs As Joaquim Josa da Costa.
H9* sm Anmsrs Quiuujusua, tom j'oito esas*
trartado com Filippe Bandeira de Aievedo, urna me
rada de aasa, no 'ugar da Soledade n.' i3; toda a
pessoa que fer craJor per alguma hipeteea qae tenha
sobre o macano Predio; ou algum loa Erdeiros, se
julvar ainWa com direi'o ao n aaoio, se declare por es-
ta folba, islo ae p< de oho dias, fin lo este prazo
se julgaro aii.. precio livre e de*embra*ad, sem
rrs'>'iald \4s4 do ador, fu ando sem efleile
o aviso merido no Diario n. 178.
try* O-se aseitea qualquer pueta de vendegem, e
paga-se Sao por caada, ln ando seus senhores res-
|'on-a\eis pelas fallas nue houverem ; quem quiaer
diiija- e a cS que fo Hospital do Paraso.
jiy Quem peirisar de urna ama para casa de ho-
nnm solleiro, dirija-ae a ra es t re i la do Rosario so-
brado D. a9, i.# andar.
Trtp- Penisa->e de duss prelas, ou pretos para
vendercm |*o pra o mallo pi danos, esu-lenlo; n* ptdaiia da n.a Diieita O- 34.
arjs A CHimsvao Administiadoia dos Hospitaes de
caiidadeerasa dosExpostos, pretende ir ero arre-
matacio por aluguel a quem man der as segmiites
prop-iedades pertencenles ao mesmo Hospital um ns
ra Velha D. S; odtia no lieco da Viraiio D. 0;
entra em (ora de portas na iua principal n. 18O; ou-
tra no fir du da oie.-ma com a frente pa*a a mare
gamden. 117; outra na ra do Padre ploriano .
15 ; outra na ra de S. Jos D. 3 ; ouiia proprieda-
de de uro andar com loja na ra do ploriano U. 1 ia |
ou> ra-dia de doi- andares com um ai m..sem na 1 na
\ da Lpa n. 1-68: aspe-sos quf prelendeiem coiu-
, pareci no da a3 do cociente na casa do mesmo Hos-
pital cun seu limlc.ies pel-s qualio horas da tarde.
Padie Joz Theotloro Cordeiro.
Escriviii da Administrcio Geral dosH"Spital.
j3** Peieita-se de uma ama de leite, que sejs for-
ra, e nio tendofi'hn m- llior : na praca da Boa-vista a
fallar com J" Carlos Teiieira.
tr^ A pessoa que annunciou querer 600 ptar6es
a premio dirija-e praca da Uniio loja de livros n.
37 e 38, que se dir quem os d.
%"#" Quem annnncion queier comprar uma mo-
latinha de 8n 10 snnos queiendo uma crieliuha da
innina idade,-liija se a 1 ua Ve'ha sohrado de 3 an-
dares confronte a escolla de Juaquim Bernardo de
acendones.
/y D i-s 800) reis a juros de a per cento ao
met, em moeda de piala no vallor de 1200 reis :
'.em per tender dirjase a Boa-vista, na ma de S.
Goncalo, casa n. 10.
%C3P* P< rrisa se de usa prelo, ou preta para ven-
der pi diai lamente: no atierro da Bua- ista D. 63.
%rjS- Grafas ao roen Patriarca S. P ora estou descancado ilas rniperteneiites pe'guntus do
TheidonocuriuZo, do No>o Uoiilor^l, e at de liuui
Sor. I'iui el pro coroinandante ; porque o meu Pai
Vigario rege a Freguzia. Se estes perguntadores nio
virem tirar alguma licenca de enteriameoto, niu Ihes
beide perdoar nem veis
O Pruvedor, Prioste, Sacristn fcy Ex-pro-
Parocbo.
NAVIOS A CARGA.
Para o porto de Lisboa.
Rnpoem-se a faier vi;ieem o Bi igne Portugus
denominado Leio, ca|>itiu Ricardo Xavier da ( uuha,
recebe carga a fete, e tem bou commodos para pvs-
sageros: quem qoiser csrrtgar, ou ir de passagem
enienda-so como capitio ou com Antonio Joze d'A-
morira.
.
COMPRAS.
_ Ma batanes grande eom con xas, e um temo de
pesos, de urna arroba para baixo : na papara da ra
Direita D. 34 u nnuncie.
ry DMheiro da sobre moeda de doi< X e X L,
00 oulra qualquer moeda de cobre, tendea peto le-
gal, a pagamento de prata.ou sedulas: ao forte de
Maltes D. i9, ou aanuacie.
VENBA1.
. Er.de-se, ou troea.se um escravo do naci, boni-
ta figura, por um moleque de 10 a 1* annos: ua ra
do Rotaiio D. 8.
%r^ 14 pipas de agoardeate de cana : na ra do
cellegio I). 3.
jrjp Potassa Rossiana ds primeira qoalidade em
arria, piqueos, : em casa de Juio Rufino da Silva
tamos ra da Laiangeit 1, try as ai da losquisj Vis-
frs roa in Cnrpc.
Um relegio de algibeira, e uma caisa d 1
baco d'ouro, ob a primorosa, e viuda de Franca ds
encomenda : n\sta Tipografa se dir a qutm se da-
ve procurar.
ajry TJm preto offic^al de sapsteiro, e bom coai-
nheiro, ou troca-se por uma prela que saiba anea,
mar, eco-er: na ra do Viga rio armasen n. 17.
aj^ 3 canoas novas de amarello, uma de 4a pL
mos de comprido, e outra de 39 ditos, e a outra de
30, e largura proporcionada : quem as quiser dirija,
se praca da Uniio loja ds livros n. 37 e 38 para se
drsignar o lugar onde se devem ver.
t3P- Urna e*ciava mosca com duas crias, cosise e
engoma s- frivel: na ra de Hurtas 43.
/y Um negra de aacae, mosso, de bonita figura
sem achaque nem molestia, entende de plantara por
ter estado en sitio, e cosinha: ua estrado de Belesi
defronte do beco do pombal.
%y 100 garrafas vasias, t mtiss pipss bem eacor-
pada>, uma brica que foi de genebra, e taraban se
troc, prata por sednllas: na venda por deb.ixu do
sobradod'Gusmio, na.Boa-vista.
%y Um moleque de afio da costa, que represen-
ta le 18 annos, proprio para prensa de algodio, ou
para enxtde : no atierro da Boa-vista venda que tem
arce D. i4-
S/y Boa palha de carnauba, e boleta muito boa
a a&400 dediah-iio testa, lita : no atierro da Boa-
vista (). 63.
e/y Um esersvode aoannns, sem achaque : ven-
de-se por motivos que s rom a preenca do rompa.
dorsediis; sendo de muito boa figura, ecapaz de
todo, e qualquer fervivo : a fallaros ra da moeda a
Jote Xaiier Carneiroda Cunlia.
^ty Uma negra que sabe euZ.nhar o diario de li-
ma caa : na ma do Rangel D. 7.
Um ptimo inolrcao, que reprezenta ter 14,
a 15 annos de idade ; entende bem do arranjo, eas>
seio d'uma sala, e d'uma meza, tamhem in(ende da
rozinha, e cose d'Alfite; afianca se a sua conducta
sobre os Iret vicios de beber, fogir, e furiar, oqaal
vende-se para fora da Provincia por motivo particu-
lar, que se dir ao romp ador : por detras da Irejs
dos Martirios, ra d<> Caldereirs, sobrado d'Aula Pu-
blica da p> imeirasLetras D. a das 8 horas da manhi
ath s 11, o das a da tarde alb ss 5.
ARRENDAMENTO.
JQtRrenda-se om sil i* na roa da praia de S. Francis-
co com arvoreda de coqueii os, e ca-a de S%dra e cal, e
vende-se umesiravoja veiho, e vacias de leite rom
crias: em rasa de Gaspar Jote dos Reis no tanque
d'Agoacm fura da porlas
ESCRATOS FGIDOS.
AL
.Aria ama, roeia fulla, de naci rassange, dada
1 t annos, altura regular, magra, levu vestido de ru-
cado azul de I inho ; fgida na dia 11 do con en te do
Moudege : os aprehendedores levem-a a 1 ua (Ja cruz
n. 11, que serio bem recompencados.
NOTICIAS MARTIMAS.
T*h*s i*s mmrts cheims no r*#no de J*rnums>s.
Maukf.
Nmvis antrmdet no afs SI.
lISBOA ; 4i dias; B. Port. Industria, Cap. Fran-
ciico Augusto de Salles Medelto : varios gneros :
Manoel Joaquim llamos e Silva. Ton. 23o. Pas-
sageiros, Antenio Teixeira Lopes com sua familia.
DITA; 5o dias; B. Espirito Santo Especulador,
Cap. Joaquim Pedro da Silva : varios gneros!: Ben-
to Joze Alves. Ton. i26. Passageiros, Joaquim Gui-
lherme de Moraes, e Gerlrudes Henriqueta.
G.
Sahido no mesmo dia.
TENOVA; Pol. Sarda Constante, M. Bartbolo
meo Kanegoena : varios geueros.
Pern. na Typ. do Dr'cn't 1855.
MELHOR EXEMPLA


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