Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02962


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Full Text

ANNO DE 18.35. TgR^A FFJRA
iwi, i *9 K SETEMBRO N, H$.
1-------1- .1 'L!_4H
DIARIO DE PRNAMBUCO.

PktNAMBDCo, n* Typ. db M. P. de Paria- 1835.
das daseMaka.
SI Segunda >jf< 9. Matheus Ap. Evangelista.
M Tere S* Mauricio M- Re. de m: aud- do J. de O. de t
Lua N. o 6 m< da T.
f Uuaria S. Lino P. M. sessao da T> Pub. Entra o Sol em Libra
a< 4 f .13 m. ila I.
34 Uuinia N. S. da Mcrcea Ilel de m., aud. do Joi do C. de
m- ejde .. s
55 Sexta S. Firmino B. e; ^. sessno da T. P. de m.
raiid. do J. de O de t.
II Salrbado. S. Cipriano M. Relacito de m. e aud. do V.
(i. de t em Olinda.
i; Domingo SS. Cosino e Damiao Mm.
"
Tudo agora depende de nos meamos, da nossa prudencia, mode-
raban, e energa: continuemos coma principiamos, e eremos a*
puntados com adniiraco entre a Nacoes mu cultas.
Proclamaban da Au0nblia Gtral do Bratil
. Suhscreve-se a 1000 r. mensaes pag-os adiantado* nesta Trnogr
lia, e na t'raca da Independencia N. 37 e HH ; onde se reeeliem
.correspondencias leg-alisadas. e anniincios ; inseriiidose estes gra-
tis sendo dos propriosassignates, e vindo assignados.
EDITORIAL.
Continuado do If. 176.
Xi\I Tjiisenca de Sylla voltaS Roma os desterra-
do* partidistas de Mario, que favorecidas peta defec-
caG do traidor Cinna, reedificaras o partido popular,
p i ose re vendo ludo quanto existia de mais nobre pe-
lo sangue e pelo talentoEntretanto muir Mario,
le gando Cinna a empresa de defender a Democra-
cia; e este malvado foi o primeiro Tiranno, que Ro-
ma teTe depois da expul.-s5 dos Tai-quinos ; passados
trepanaos de huma dominacaO arb'rtaria, conhere-
ra enu os Romanos, que nao podia haver tirania
niais cruel, era c*pii<-riosa, do que a que exerre hum
Demagogo feliz-TaS grandes males seriad instipe-
raveis, ti i5 houvesae aesperanca de fatel-o recahir
alcum da sobre seusautores; Cinna fo assassinado
por seus proprios Soldados; anda as-im, depois da
ba morle, o joven Mario, Papiro Carbn se fi-eia5
Chefes do partido popularEntretanto Sylla prose-
gua na guerra contra Mtridates, com Irnim constan-
cia e re?.ignaca5, que na6 lem exemplo na historia ;
e logo que as suas condi< c5es foraS aceitas, determi-
nou voltarlialia ; porcm elle nao tinhi se na5 30
mil homens, em tamo que os Demcratas1 possuie
S00 mil, e quasi tosas as municipalidades da Italia
Ihesera votadas Sem embargo, tudo ousa,eludo
emprende ; e drpois de tras annos da mais encarni-
caa luta se ai-ha Senhor absoluto de Roma e de toda
a Italia, onde ja nao existia hum s homeni aasinalado
do partido democrtico. -.
As miras porem daquellehomem extraordinario na-
da tinluo de pesnoaes ; ella havia trabalhado no in-
ters** da sua Classe, sem o desejo decona-rvar o mi-
do supremo; assiiu foi que lendo expurgado o Senado
dos memoro democrticos, e restituido todo as
boinas epritil.gioi aquelles que tihhaS sido despoja-
dos depois da revoluca5 dos Graccos ; e lendo re-
partid trras entre oa veteranos, que o tinha acom-
panhado por todas partes, abdicou o poder dictatori-
al, e voltou vidapiivada, onde desfrutou de huma
traoquihdade, que ninguem ousava perturbar. Lo-
go que Sylla abandonou voluntariamente a scena, co-
mecar.5 figurar Catulo, Pompeo, Metello, Cras-
lo, La-pido, e Hortensio ; Pompeo, representante de
huma familia recentemeute ennoblecida, e filho de
hum Pae impopular, e morto pelos seus proprios Sol-
dados, coniecou distirtgur-.se pela habidade com
que, reunindo os re-tos dispersos dos Veteranos de
seu Pae, ae foi unir Sylla na momento mais crili-
to da sua empresa Em nenhuma poca Roma foi
mais abundante de homens de Estado ; entre estes se
notavao Cicero e Cata ; si os principio* das Socieda-
des e dos governos devem dar peso e considerado
Imma opiiii6 particular, o sufragio de Cicero deve
servir de forte prevenca5 a favor do partido, que elle
dlnacou ; em quanto qut, si a o!>senac,a5, si huma
ri- ajustada e praiica, hurn profundo rtspeito pe-
U moral, podem colocar a hum boincm na situac6
tlehem julgaras in>ttuc5<*, qu o rodea5, o voto
le Catao ha decisivo sobre o mrito superior do siste-
ma aristocrtico de Roma.
Depois de liavermos recorrido as phases daquella
importante revolucad, eiaminemos a causa da havrr
ido U5 pronio deshu;*r~o rlUHo social, que a co-
'*g'm, ariijuii e o saber lihha recons'ruido ; eis
ah as memas catisa*, e por conseqnencia os mesmos
efeilos; a amhicaS pessoal de ali>uns aristcratas di-
ci'liu para s-mpre ro, q'ie seguo rsta direrc-8, foi Lepido ; sob color
de reinvidica* osdiritos do Povo, tomonas armas
para destruir as instituitS-s de Sylla, e restablecer
a Democrati* ; Calido e Pompeo oHslaivo a seuiex-
foicos, o noo Demagogo foi acabar pm hum dester-
ro ;' he pena que se terisn perdido a historia desta n-
surrefc'a'd d-scrita por Salustio. A guerra de Serto-
rio, e a insurreica5 dos escr^vos, paratisarao de al-
gutn modo as dissences polticas; qde recobrataS
todo o seu vigor com a paz exterior; Pompeo foi o
primeiro, que instigado por huma offensi pessoal, se
lanc'Mi noi braco* do paiti nos prmei'os momentos o dolo do Povo ; porem dis-
cpulo de Sylla, todas ss suas petenos c9tno Dema-
gogo er5 muito grd*eiras para fascinar a mtlltidad,
que mu pronto o conheceu abandonou ; foi entao
que hum observador impaciente, aproveilaudo todas
as*faltas do imprudente dem -rrata, preparou para si
proprio a va, que mais tarde devia condii7.il-o ao
l'otler Supremo, pela reatauracao dos antigos' Privi-
legios dos Ti hunos.
Caio Julio Cesar era dasrnais illustras pefsonapens
da'fimdia Julia', cuja origero se faia montar al o*
antigos Reys d'Alba ; 15 Estatuas patricias decorava8
0 vestbulo do seu palacio ; si a nobresa da or-jem,
e o gulbo, que ella produz, fossem sufficientes pa-
ra obstar os manejos depresveis da demagogia, Ce-
sar dev por so m'esmo estar isento de huma tal
infamia ; si 0 males causstlos huma familia inleira,
podejsem excitar odio isnplacatcl contra o pulido,
que os causn, Cesar d^vi* acbar-se eulre os inimig s
mais incamcados \ sido exterminados qiiaM todos por esse v fe de pai tido; 0 mesino futuro dspota tinln escapa-
do nicamente pelas rel.c5--s casiiaesdesua T Julia
com aquelle lerrivel nimigo de toda a sua familia
Estas mesmas relaces, e o seu casamento com Cor-
nelia, filba de Cinna, Ihe tinb-5 dado entrada nesse
partido, fazendo-lhe ver quo f. toridade absoluta sobre a popidaca, proctamando-se
o defensor deseos nleresses; asim foi que o seu pri-
meiro psaso na carreira publica coniecou por d cla-
rar-se patrono dos principios democrticos. As dis-
sences crueis entre Pompeo e o Senado produsira
huma liga monstruosa, qnefoibem funesta liber-
dade de Roma; a popularidade de hum de-
magogo ambicioso como Cesar, as riqueaas mensas
de Crasso, o ascendente militar de Pompeo se tinbao
colligado contra o poder conservador da aristocra-
cia.
Logo no primeiro Consulado de Cesar a Constitui-
cao da Povo Romano foi violada ; Pompeo tirilla re-
partido Ierras entre os seus Veteranos, porem Cesar
pretenda genei alisar esta medida at os Cidados ma-
is pobi>-s, e redusir a concessa huma especie de ley
agraria ; o Senado resisti, e o outro Cnsul opoz o
seu veto ; mas lu.lo foj em va5 ; os triunviros ap-
recera no rostrum, e declaiara a inteusso despojar
a vontade'do Povo ; deso*e enta a Constituica foi
destruida para sempie, e aniquilado") poder aristo-
crtico ; e os tres confederados, apoiados pela multi-
da, ficar donos absolutos da RepblicaToda-
va aodiosidado de semelhante conducta reraio un-
camene sobre CJas'o e Pompeo ; Cesar pelo contra-
PARTIDAS DOS CORREIOS.
OlindaTodos os diasao meio da.
(.otana, Alhandra, Faraiba, Villa do Conde. Mamanguape, Pi-
lar, lleal de S. Joao, Krejo d'Areia, II sin lia, Pnmlia, Nov d-
Son/'i. Cidadi- do Natal, Villas de Goianninha, e Nova da Prinee,
sai Cidade da Fortaleza, Villas do Aquirs, Monte mor noros
AracatT CasoaveL Canind. Granja, Imperatriz, S. Harnard*c
S. Ji-iiodo Prtncp, Solirar. Novart"RIHey, Ico, S. M atrieus, i
acho do sangue, Santo Antonio do Jardim, dnexoramobim. e Par-
naili.i Sumidas c Sextas f"'iras ao meio da.
Santo Antilu Todas as quartas feiras ao meio da. (
Garanliuns, e Bomio nos das 9 e 1il do inei ao meio dia.
flores no dia \S de cada aiez ao nitro dia.
Serinhaem. Itio FortnoBo, e LimerasSegundas, Quartas,
extas feiras ao meio dia.
ro t'aha ficado corri toda a papulardade ; porem^ is<#
nso baitavo para ebegar ao termo da sa ambicaO,
faltava-lhe a afeicaS que os Soldados linbaS Porti-
pompo, e para obtel-a pediu huma delegaca6 para
ogiverno d Gslia ; nesse lempo ogoverno de Ro-
ma foi couado Pompeo, que por sua debilidade
ouconivencia linha deijado apoderar-se da Cidade to-
da espe. e de turbulencia e de desordena ; o desterro
de Cicero, as i xas de Milon e deCfodio, e a morte
de.ste ultimo, sao provas sufficientes da incapacidade
ou negligencia daquelle que tiuha eth sas mas as ,
redeas do governoPassados s 5 annos do governo
de Cesar, pedio este huma prorogaes, que lhe fb
concedida ; as dissemoes de Roma obrigaraS de novo
o S-nado confiar l'osapeo a auloridade necessara
para reprimir a insolencia das faeces ; mas, logo qua
elle se vio revestido legaImstnle da suprema aulorida-
de, ju'gou intil toda slisstraufacao ; e o orgd I lio aris-
tocrtico ap^receu con todas ssuas cores.
Cesa,r entretanto releva cora olbos escrutadores to-
das as faltas de pompeo, e nao drixava escapar o me-
nor deseos actos ; al que a proscripaaS de 40 das
principaes pessoas do partido democrtico Veio por em
collisa aquelles dous Chefes rivaes : lodos os nossot
ieitores conhecem o resoltado difinitivo desta luta en-
tre oselemenlo* aristocrtico e democrtico ; a Italia
se s< bmrteii toda este Ilustre transfuga da nobresa,
em tanto que Pompeo com o resto do sangue puro da
Roma se vio obrigado r procurar hum asilo no Ori-
ente entre a populacaS de eseravos Todava, nin-
guem se podia capacitar que a Ordem Equeslre, e a
dignidade Senatorial fo-sem comprometidas por hum .
Julio; o resultado provou o contrario ; e depois dt
huma lula desesperada, cuja violencia nao pdecon-
ter a mesma morte de Cesar, aristocracia teve que
declinar nesta tentativa, provocada por aquelle que se
titulava ultimas Romanorum. Ainda depois da
sua moi te, o nom'e de Cesar servi de contraseuha
para os que gritav. viva a lib-rdade, em tanto que o
homens, que seguia os impulsos de hum vrd*deiro
republicanismo, se ahara solados, de tal sorle, que
fora todos degollados ou banidos ; e o muado occi-
dental ficou sugeitoa' hura jovem ambicioso, que nao*
tlnlla em sen apoio se nao agrandesa do seu uome.
'1 aes sao os factos, que a historia nos transmiti sobre
a destruies dos aniigos governos; e a nica Iica6,
que delles podemos colher, he, como diz o America-
ao Bricoe, que a liberdada s pode perecer debao
do puuhal da Democracia.
Eis o ciclo, que tadas as Sociedades humanas teui
percorrido, e s^5 talve obligadas nercorrer du-
rante o seculo dos secutas ; porem nJ ootros na5
devenios por sso considerar-nos simples tteres, sobre
quena deva exercer-se hum mecanismo absoluto;
pertence cada geraca o acelerar ou retardar os seo
proprios progressos, e ftter aquellas reformas,
que forera man suaves e salutarai, sem o inconveni-
ente das guerras rm* e dos desastres, q hes alo
conseqoentea. Cada buna denos ba da passar peo
golpe mortal, que nos separar por toda aeleruid.de
dos interesses e paixes terrestres; entreunto todos
ri. sabemos, que depende de nos mesmos aecelerar
ou redardar esse momenle, -tornando a aossa vida
raais tranquilla e mais alegre ; do mesmo modo *
Sociedades tem i seo alcance hura meio de gowr pelo
maior espato de tempo possivel da uiaior soma d
progperrdale, da qto nSr susceplivei ; e>l ro**^


*aaa*

DAftl DE mBSkXBVVO.

t
consiste fspe ialmente na peiseveranca de n samidade das lea e a inviolahilidade dos dre.io* d-
quirirlos. Acabamos de observar que <>s effo'cos pa-
ra dawlfore*-4i*UNi Toadas Umiin-jpwi'qi dar
de'Hienas e de Roma, tinha je'o contrario dc-ii i
do a liherdade ; esta lica nao lie lempoiana nom la-
ral, ella ppileuce lodos os lugares e ( tld.s o> ida-
des ; os fados prova, que he hum principio inhe-
rente condica humana : he poilanto neressario
qi em cada Estado exisla hum Poder moderador,
q*resi>ta toilas as ij^>v<5-s; d,o choquedasjireven-
c.6e contra a esistencia de Vi* oascer a conservac.
da Ordi in ; si o pattidot-ontervador transige cada
moiiu ntn >obre os principios essenciaes da Constitu-
cao poltica, resultar huma surces-a indilinida de
mudaocas precipitadas, cum todos os horrores de que
safl uevitavcImrBte acompanbadas.
Continuar sea
A10 DE JANEIRO.
AMARA !> FNADSKa.
Extraa da Sessao em 17 de Junhe.
Presidencia do Sr. Bento Barroso Pereira.
Elbs to horas e meia achando-se reunidos i6 Se-
nuiores, o Presidente declarou a berta a ses>a; leu-
se e approvou se a acta da anterior.
O Io S- c den conU do seguinte exp- db nte: Officio
do Altnisiro dos Negorios E^trangeiros ivmetit mlu um
dos autogeaphos da Resoluca d. Assembia Geral, q'
appioiou o tratado celebrado pelos Pleiiipoten-
ci-ifios do Imp rio do Brasil e di Blgica, 11a qual a
R. g. ncia, em Nome do Imperador, consent'1; decla-
iaiid .o me.Miio teuipo que as ralificac-f* do mesmo
tratado, va ser expedidas para s<> troenrem cual as
di $ M. o Re da Blica, n fnn deaerem enta d-
yidamente publicada* : Ficou o Senado inlfcirado par-
ticipando se pula Cmara,
Dito do Preaideute da Provincia do Rio Grande do
Norte, acompanhundo a continuaca da colb-cca
dos actos Legislativos da semidea da inesma P10-
? ir.cja, ja promulgados dtbaiio do uuraeio 11 a 26;
a Coamnissa respectiva.
Dito sobre a resoluca viuda da diara dos
Dfputadw, eni decluray- ao artigo sexto da resolu-
ca de 25 de Outufri de i832 : a Commiss.- enten-
da que a dita resoluca ofendevse os diieilos indivi-
duaes ja adquii idos pela resoluca vitada, nao se mos-
trando utilidade alguma em se platicar huma tal of-
fen-a. Ficou sobre a mesa.
Segundo, sobre o parecer que ja havia dado so-
bre a pretenca de Francisco Joaiiuim Per. ira de Car-
va mo J mor, a fina de presentar hum projerto de
resoluca concebido em termos gerars, (|ue nao s
dr-fira a pretenca do supplicante, como sdeouiros
que seu idnticos ; ComN-o apieseutou hum pro-
jerto de resoluca declarando juUadas propicias mi-
litares, legamente Icitu nos termos do anigo primei-
rodo Decreto de i3 de Setembro de i83i, a quei-
jer. todos os Governos Provineiaes atea data do refe-
rido Decreto. Ficou sobre a*mesa.
O Conde de Valenca, sendo-lhe concedida a pala-
vra pela oidem, observouqueo Senado tinlu de se
oceupar d<; huma m"teria, cojo processo se nn acha-
va pareado no regiment da c>sa, qual e.ca a discus-
s* das resol 111 e.> a que a Regencia em Nome do Im-
perador leo negado a saucca, ao que n* anmica a
outra (-'amara, e sendo uecessario r. g ilar-se o pro-
ceso jla diicussa e votac<>, que tena de ser por do-
Us tercos liuha a apiesenlar oaeguirile :
Proponlio que a mesa seja encarregada de api e-
t sentar bum artigo addilivo ao regiment, queesta-
beleca Q termos das leis e 1 tsoluc s a que a Regen-
c'n> tier negado a saneca, e o modo pratico de
contar os votos para a decis.i, segundo a dispo
.sifda Lei de i4deJurdiode i85i.
Foi poiada, e pedida a urgenria pelo sen nobreau
*or, foi approvada, eenn-ando logo em dircussa a
materia, fui sem objeeca alguma apprsvada.
Pelas oute horas e meia, o Pirsidenle convidou os
Senadores a entrareis no exercicio de ira bal bus de
Comrai-se*. -n-pendendo para esse lim a sess>i.
Pelas duas bol as continuando a si ssa, o Presidente
deu para O'dcoi do da da .-ess- de 19 do correte,
at a on/.e horas, a tercena discu^ssa de divrenies
re>ouces, c da dita llora em diante o projecio que
fixsas turcas de tena, e levantoua sessao.
CAltiVA DOS DEPCTABOS.
Extrato da Seis&o em i7 de iunho
?rcsaWadoSqr. AraujoLis..
W Eia a chamada pelas des ho'as da nosnhf, '
harulc-^e preftes rinrofnta e um Diputados, o
Picsid. ule derlaiou bei ta a sraM, lida a acta da
ai lecedente foi nppfc'Tada.
O prinu-iro Secretario deo conla do expediente.
Foi a iniprunir iesoluc< das A>s vincia de Santa C'atharina ; Rio Grande ; eParahi-
Fe* menca de varios requerimr nlos de pule- que
t\erao conveniente destino. .
Fe* igualmente jnencufi de boma repre.-pn'aca da
Cmara Wun''i|)>il da Cidiule dt Olmla, i>l.iiiva ao
egocio do Promotor Publico d.quella Cidade : re-
ru tilda ("onnii-'a a que est affecto ete fugtret*.
O Si. Figueira de Mello r.hseivou que cn'm a re-
nieesa que fi/.era o Mmistro da Juslica da r d? s
Magi.-trados que fora nomeados para os lugares, de-
poisda pnbi aca do Cdigo, nao salisfizera to qua
elle Deputadu havia requisitado.
ORDEM DO DA.
Coulinuou a discus o adiada sobre n quinto artigo
do Projerto do meio ciicnlante, e emendas apodas.
O Sr. Custodio Dias fallando sobre a materia, vo-
tou pela su 1 pressa do artigo.
O Sr. Alvares Machado remeten mert huma
emenda que oi apoiada.
Foi poi.ido o seguidle artigo additivo:
a hogo que a pre>pnte b i e sea sauccionada, O Go-
verno mandar iminediatamenle repetir a execuca
dos artigos 1 e a da lei de 5 de Outubro de 1833, la
smente nj par* que di* re.-peito ao recebhntulo da
moeda de cubre em to'las as P> oviririas onde por qual-
qutrmotitu se nao (enha dado execncio, remelejado
logo para a substituido da muida re'olhida aedo|as
do novo padra. Salva a redacra.l'eig /V'fl.
O Sr. Veiga Pessoa sustentando p aitigo, conside.
rou o projecio dividido ero duas parte^ a primeira
naijuella da subsiilui(,\i das seilulas do novo e velho
Hamo, e das serlulas emitlidas em troco da moeda
de robie pelas sedlas do novo padr. lecon-
herendu a ulilidade desta pute do projecio: ea
segunda na que diz recito medida de moeda
de robie, que pela d.-uirina do artigo a leduzio a
m-tade do sen Valur, prodoziodo irg'imeiitS a fvor;
mas lecouheci'O'ioa uce.-sidade de se mandar reco-
Ihei- de novo o obre na rouformidade dos rticos 1
e 1 da lei de 3 de (Juiub' o; a lim de que os possuido-
dores nao sofTr. ssitn ess>' grande prejuio porfia se-
rrn elle-a causa da falla da Hel execuca da inesma
lei de 3 de Outubro, alleg ndo o que havia succedido
n -ua Piovincia a da Parahiba do Norte. Couclnio
votando pelo aitigo 5, rom o sen artigo addili\oqu
offececeu.
O Sr. Monra Magalhes pronanciou-se contra oait.
do projecio, e declarou que lie, como injusto nao
poda *er sanecionado ; que nao tendo poia sido pos-
sivvl disiiugoir-e a moeda de cobre legal daquella q"
o nao era, toda a m-eila le cobre circulante em o
nosso pai* f'-a enia ivconhe^ida odio Nacional; e
que esta moeda asaim r^c nbecida ia, pelo que delir-
111 na o artigo, recair *m pu< a perda dos pai liculai es;
e o (pie vinba a ser i.-.to, sena huma falta da(|uclla
boa le, ()iie-empre dev.i i,i havoi* ntreos contractos
celebrados pelo Governo a os particulares?., que elle
Deiuundo de-ejava o melh ir.unento dos males que
Miff ia o'Brasil por causa dista meda, mas que
sobie ludo tesejavd q' sepuzes-e em pitica a justica,
eque a medida proposta pela Illustre Commis o in-
volvia huma niu-tica; que ine^mo d de Ir- de Outubro, a moeda de cobre u.>5 tinbs dei-
xado de ser hum m- io cncu'ante entre nos. O (Ilustre
Diputado di-corr-udo sobre os males que segundo ua
opiniio ia produzic o anigo desta lti, concluip vo-
tando contra elle.
Tendo fallado sobre a materia o* Srs. Alvares Ma-
chado, Mariel Monlriro, e Sonsa de Oiiveira, i\ i
interrompida a discuv-So em consiqueucia de se an-
nuuciar estar tu aala iuimediata o Miii.tio da Jus-
tica
TendonPiesitlente romeado a deputaca do eslo
paca rece he r o Mini-lro da Ju-t'ca, e>te foi nlioduz-
docom as devidas foi mal iades, eo pet nte lugar diieita do Pre-idene, leu huma pro
posta do Poder Execulivo, ein que pn.pe Cmara
a cuspen So de gra .1 as para a provincia do Para, e
entre algumas medida* que estaMece, declara Ilcitas
todas as sociedades serretas, e ajuntamentos de mais
de cuco prssoas, e manda oiganisar a Guarda Na-
cional em altitude de guena, etc. Concluida que foi
a leitura, o Ministro da Justica retirou-se com a mes-
nao loimalidade com que enlrou.
A proposta foi remetida com urgencia Cara mis-
s& de (on-liimca.
Continuou a discussa sobre o projecio da meio
circulani'. em que largamente lalloq o Sr. Vasc^n-
edios cou,L tendo a douti ina do artigo 6 e flonti
nuando a mar>ifeftar-#r, como fe a nppeito dn
gos anteriores, contra proiet to da Commissa.
O Sr. Sou/a Martii s delendeu o ai i. respondendo
aos apgiinient s do Sr. Maura MagaWnie*, N|ue o havu
laMfhrde inju.-hr. aaaa 'r-.
Julgada sufToientempnte d srutido osla malerii
- pz se votava a emenda de suppresslo, e ficou em.'
pamoa poi' ov roxos cciim */, ^- r.a cc:;,oriiuaiia
do regiment Rcou a quosto adiada
Como tivesse dado a hori, o Pre>idenle deu para
onlun dodia ig a rnesma materia dada para boje e
levaiMuido a *sa dfcpois das 2 luirs da tarde
GOVERNO da PROVINCIA.
Expediente do da i7. ,
1 Li.m. Sr. Tenba presente o officio de V. S.
de 12 de Agosto p: p:, acompanhando o do Com.
mandanteemCiefe. Pisque participa terett as Prr.
cas, que formii o destacamento de Quipap, a qu-m
te dep vinte um n e*es e viole lia de sold, uftu
recido favir da Fasenda Pi.b'ica um auno e vi(l|a
dias dos mesmos sidos, coniiMitaudo^e cun o pa-
gamento rnenle de nove meze<, para se reiiiarem
aos tjens domicilios ; sobre, 0*1 nal respondo a V. S.:
que ordenando ao Inspector da Tbetouia'ia a remes-a
dos ft:306^J)-aO reis, ptecinas p lo pagamento, assim orno da- li?ra cas ou relac5
iinminal de todas a* Praxis da Vi la de Garanbun. .
gu Inienle requisita^a pelo Commaod me em Chefe,
araba de responib-r-u.e o nfefirlo Iu>pecior, que se
arha satisfeila a primer exigencia com a leme-sa da
de/.e.^cis contos de reis rm se lulas, e hmn conlele
res em moeda de p;at, que 11 sta occasi- f-t. paia
a Pagadura do A< minense. -r Quanto p- re.m segunda, diz : que,
como as mencionadas Tracas sair. da-, duc-as I (U-
pa", que commundara o Tcueute Cor. ie 1 leou.uCo
B>'*erra Cavalcanlede Alhuquerque, e na 1 hrexni-
raria s existcni rel.nes dos ji'-is e elapea lie cada
hum* das Compauhias, que foio pagas com os valen
das races diarias, que consumia sem detfiarac.6
ahmma res pe il o de tal Destacamento, proemou Ii.iht
todos os esclaiecimcntosdo iiie-mo Teuenl. Coronel,
que se acha ncMa Praca, im posa ib lido de dar a
mencionada relaca, aijles de vollur ao -eu de*lrit.,
elle o inlbrmou, de que o dito UeslaraniPiilo o--
posio de oiienla e cinco fra.cas, inclusive qiut o Of-
ficiaes, arha se pago de todos 09 seos veiuimeil^
al o fim de Main de 1834 ; e que por isso n^ pode
ex'slir huma tafi grande divida, cowo ellas a cu>..6,
de 23 imzes : concluindo o sobrtdito Inspectoi, ii.ua
como s exigepn llore mezes eos seus venciuunloi,
Ihe parece, que se Ib*s pode ajustar as suas cnul.-,
e despedi-las do servico. O que ludo coinmuirco
V. S., para que o transmita ao Comrnaudanie .m
Chefe, rec mmendando-Ihe que h*ja le ajcub cer e
louvar muito da parle deta Presidenci,! ai.s Oifieiaes,
e mais Pracas dVquelle D que prestar..5 em l.. dutadoura luda, e geu> roto
offerecimento, (pie fi/era d'essa grande parle dee-
us sidos; asseverando-lh''*, que se va i 1-zerpu'dim
mais esta proya de jen patriotismo, a lim de que Ihes
seia 1 rd> .lados os geraes ucouiios e aplausos, da
que se fzcm merecedons.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
nambuco |7 de S- lembro de i835. Francisco de
Paula Cavalcanti d'Albuquerque. ~Sr. Joze da Cos-
a Rtbello Reg Monleiio, Commaudaiitv das Ar-
mas.
Di* 18.
Urge o Servic Publico que 8 dois raquetas
Conslanca, e Patagonia reg'tssem qikinto aulpara
a Provincia do Para ; compre pois que Vm. os laca
com a po-sivel brevidade apvoinplar, devendo ni-
camente fazer aquel les reparos que l'oicn indi-pen-
sareis alim de naverareni para SoUveii o ; por qui-
to na Provincia do Para fabricarlo para podeit-m la-
tera viag-'m para bai lvenlo.
Deu* Guarde a Vm. P.dacio do Govrrno de Per-
nambueo 18. de Selemhro de 1835. Francisco de
Paula Cavalcanti d'Albuquerque. y Sr. Iu-pector
do Arsenal de Maiinha.
Tendo ile reunir na Povoca de Jaboat.a
respectiva Junta de Pat, conforme resol veo o eximio
Con>elho do Governo ; compre, que Vins. m. preparar osarranjos neceasajios para a Caza de suas
sesscs, segundo requiaila o Juiz de Paz da liua ria*
geni.
Deus Guarde a Vma. Palacio do Governo de Per-
itaiiibucii 18 de S. timbro de i835. Francisco de
Paula Cavalcanti d'Albuquerque. ** Srs. Prczicdenla
e Venadores da Cunara do Recife.
Continuar-# 4.


r____
...... __

DI VERGAS B&PAR TICQENS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
J pauta he a misma do N.* 17*
CORRBI0,
A- pesoa iuleressadas nos Oflictos dente deita Provincia, e anclo i* ha o declarados,
qut-irio dirigir se Administrado do Correio para
drpwi' de pagarero os rpecttvo* portes%erfin re-
uieliiuus ao, eus destinos.
Quicios de p/vticular inters se ao Mmtro da
Guaira.
JM de Lua Alvea Pinlode Sir4Wna.
Uiio d F.amsco Jote do Rege,
M de J"" Antonio da Silva.
a de Manoel Gomes Ferrehre.
Judos vindos do Jtio de Janeirm
Entre pilles Ant<>no rtdiw de Meudonca Corte Real,
e J oiMjuim de Basto.'.
4 AFazeuda Publica, eo Padie Manoel
Jwre.
Gregorio Pedroeo da Silva, e Francco
Xavier Carneiro da Cunta.
Tlteie.-a de Je-us Bandeira e Mello, c
Fr-ncsco de Lmda Chacn.
Clara Mari de J. sus Queiroz e outros,
e lu ulovio das Merceis Goncalvea
Pereira.
Benedicto Joze de Mallos Lima, e a C-
mara Episcopal.
a a Antonio Domingues Ferreira, e a Fa-
ten-la Publica.
a J,ze Feli .nodo Couto, e Mara Fran-
cisca do E pililo Santo.
Francisco Antonio da Silva, a Manuel
Joi- Duarte.
a I/idro de Paula Mesquita, esua mulher
coin Joa ta I ho.
Antonio Moreira da Costa, e Luiz Go-
me Ferreira aV Mansfcld.
a Manoel Paz d'Azetedo, e Anna Fran-
cisca de Meanlunca.
Lua Feuiaiides Lima, Jote Rodri-
gues d'Oliveira.
Beiilo de Barros Pateco de Larerda, c
Pairomlha Florentina da Solidad?.
a a Joza Soa rea dos S utos, eFraiKi.-coAn
Ionio Pereira dos Santos.
a Fi-anciaco de Paula Corrvia aVA rauj, t a
Faaenda Pablira.
Jiuctos viudos dm Parahibei
a Antonio Borges da Fonceca, e os Vare-
adores da Cmara Municipal, Antonio
Henr que- d'Almcida, Manuel Francisco
de Dos, a Amaro Victorino da Gama.
jiuctos que v&o ao io de Janeiro.
JuzeElisbo Ferreira da Silva, eTho-
maz d'Aquiuo Fonceca.
a Joaquina Mara da Santa, e Joze Ribei
ro deSooza.
r
CAMBIOS.
Baha 9 deSetembro de i835.
JLOndres........... 3a efectuado.
Do em moeda papel....
P" i................ 3ao por i franca
LUboa................ loo por rento.
Riv Provincias do Norte Per-
nan buco........... 35 porc.
I) b-o.-sllespanhoes..... a 3-5)
Pecas Di'as He 45........... 9$ooo
Pesos 11. spanlioes. ,..... 8o 85 por cente
Piala entibada......... dito
tVaconlo............. t '/, a > p. e.amn.
Mneila papel........... ao p. r.
Cobre.........,...... a*p. c. procurada.
da Baha).
DIARIO DE PEHNAMBUCU
EXTERIOR.
MXICO.

m
_ Artas de Re Ltolrcm daquetlcs plienomenos que a tena nassuas
Kt> ."'iiio picpai'a iiriwtu-aiiiciii e puf a uc f UJpoo iii
lempos derramar o ten ore a d s oladoentiv Osp-vos
que liabitso as < ordilheiras Americanas. O Volcio de
Cosrguina, no centro deste continente, Tez ItUHia e-
ropcio 6ni auto-a pie t. m causada damnos mui con-i-
dei'avt s. A quai tid.ule de lava que sabio 'lo seio daj|
queHa mbit.iiilia. loi 'u grande q> e deix-iu robet (o
boma snpet(ice de otn it-^n- ho odor, al llura de
trajearas e toei, sep>j|iHiido deb n)t!9a de male ia> caminada todas ,s casas da fa sen-
das vsinh. do g..do.' Feli/mciitc ni<> perecen pe-soa alguma por-
que lodos 11 ala < ao de fu^ic desde o principio da ei p-
elo. Aescurido produzida pela utuaea e as cinzas
rxtendeu-se 6 dbfancia de mais de cem legoas de Co-
aeguna eem algmuas parles durou cinco das. A ebu-
va de riiizas f superfice daqnelle e-lado, e deSalvador e Cuatimala.
Htirn |henotneiio iS'i exiraoidiiiarioeespintoso po-'
dutio naqtielb'S povos, c. ino era natural, liuma pro-
funda cunsternacu. /
(Gazeta Mercantil).
PUBLICA DO F.QUADOR.
Dom VlcentP Rncafuerle tem si 'o Horneado Chefe
prWiuio d< F.siado peb sut'iagio las A-einblas
Departamentae.'), hesaas lunc,5- s devia otilinuar ule
a installaci. de lumia grande ..nvenci ju- ae diY>a
reunir naCidail de Aml'olo. O General Florea com-
mandava o exeiciio e e-iava em Quinto, e Roiafuerte
en Guayaquil, em de Abril p. p. A guerra civil,
segundo parece, eslava paa acabar, cuuuinando-se
deste modo o trihmpbo d> General Flores.
(Id.)
CHILE.
Falparuisu iG de Mai.
A fescuna Campeadora. qnearba decbegar nes-
te porto, fruuse cuino passavei. o o General JozeRiva
Agero, de.-terrad-. do IVi.
Por eslaembarcado |iie 8 * de Al)i il. sabefiio-que un lia 17 fe*-M* de veI.. saatPu
esle poito, a Barca Psola que leva alMido 14 indi-
viduos iiaui los poi SilaVfiry. As.segnia*a-e que es
teGeiieial h*via clug*ilo'm Truxillo em pruru>a de
Nieto mas que anda nsu o tioba em nulia CBsnavae>que eseoltavao Salaveny baviio chegado
em Paita un busca dos bucos armados por Nieto; mas
abi nao nos acliaiio.
REPOBLICA aRRBsTtva.
Bueno Airis SI de Julho.
Os habitantes leTapab|Uen, celeb ario nosdias
a5, 26 e a; dejimbo huma fesia tedeil, dedicad*
ao illustre restaurodor le amataja leis. Cs Indio- ami-
gos eulregrao-se maior abgr a. Sio ntaveis por
suaoriginulidade a-s goint-s palavras que pc Cacique Cacluil. o nitis .llamado clief* destes ludios :
' Juati Manuel heo meii inai-'i amigo : numame
euganou ; eu e tnd s >- nieus lii'ii.-s listemos de
morrT por elie. Se nao laMO lun Manuel, nao vi
feriamos h'-je entre os Ini-laos, lodo-unidos como
irmlo-. F.m ajamnti foc f'Vo Juan Manuel, sere-
mol lodos l'elizes, e vi veremos em p-7- ao lado de
11 nossa.- iiiulbert'S e fi lio-. As palavras d- Juan Ma-
S Btwl o semelbanl.s -palivras d.Dros; estamos
a todos aqu reunidos; ligio se alguma vez leigou
de ser acertado ludo quauto nos disse e nos aconse-
Ihou Juan Manuel.
Fallou ao depois o Cacique Juan Calrie, em nnme
deseupai, e di-ae que peu-ava <-. mo o Cacique ("a-
cbul, acrescenlaiulo (|ue consideiava o seu arinco Ju-
an Mauuel como o-ol quealorava, e como as irais r-
levadas serras queosseus maiore- havifo olhado e aW>
da olhavao cein respeilo, poique os bomens nao po-
dan de.-lr'i las.
O Cacique Nicacio lisse que havia arnmnauhado
era) cinco ampanhas h Jum Manuel, -que lia vi* de
morrer pui ele, porque Juan Manutl era seu irmio
e o pai de todo' os pobiea.
O Cacique, Indio Chileno, disae qe era certo tu-
dnquanto liavio dito ossru- couip.iuheii os; que elle
naoert.desia teria, mas ajaw luatata olbava a Ju..n
Manuel como ig"l as pampas ; e que se se offei ecesse
huma occasiio de pelei r em h fer.a do seu amigo, o
faria at que ufo Ihe ficaase hum s ludio.
O Cacique Tracaiuan, homeui de 80 annos. disse
que havia de coab-t-r para feo amigo Juan Manuel,
nfocoma velho, porui coui lodo o vigor da mocda-
dv. "
- de Agosto.
Segunda fe ira pasaada foifuzilado, na povoacode
S. Joz de Flores, Jo/. Mara Lencinas, que por jatu-s
rouhos e assassinios se havia tornado temivc-1 naquello
dislriilo. Ja, por varias vetes, os seus crimen ha-
v:'j t'ssid" s cadu sempre substrabir-se ac;fu da jualioa ; e toruou
suaantiga vida, acompanbadu de fcum irmio edo seu
proprvo pai. S. El. o Snr. Gove uador, ordenou
a pnsio dos 'res malfeitoie-, e mandn o Coronel.^
Pedio Hamos, para oimar-lhe hum summario, Va)
me.-mo di-t rielo de Flores. 'Pendo ado provados at
evidencia oscrimes le Joz Mara Lencinas, S. Ex.
o condemjiou pena ultima. Em coiisequencia ibi i'u-
zilado Joz Mata Lencinas, depois de'receber todos
osauxilios espirituaes e corporaa concedidos pela le
nesta ClCunslauca.
Deste acto de ju>tica reclamado pelo heni geral da
snciedadesurlir saudavel tffeito, qu affastar longe
de nos esses roubos e assassinios que se turnavio mui
frequentes nos nossef campos.
NOTICIAS 00 VERU'.
Pelo ultimo CorTlo recebemos gazetas de Boliva
at 3 deMaio, conteudo noticias do Per at 6 de A*
bi il. Por ellas consta que o estado dessa repblica he
no ultimo grao lastimosti ; a sublevado doCaiho tt s
havia extendido divi,o do centro, Je Junirt e aoa
outros depai lamentos de Cu-co e Ayacucbo.
O departamento do Puno, declarndose lvre
ndependenle, havia convocaih huaaa Assembla para
o da a5 de Abril, para deliberar sobre a surte fui ura
do pai/., devendu cada Provincia nomear quatro De*
pillados.
Ni Boliviano e Chuquisaca de 19 de Abril, l-va
o seguiute :
Sabemos agora que o General Nieto, depois ato
organsar huma sedido "O n..vio que o levava a Pa-
nam, entrn no porto de Huaurbaco em 86 deFe-
veivico, e que no lia 6 de Marco se achava ak Cidada
de Truxil o orj>ansaudo tropas em favor do Governo,
legal. O- sg-nt- s diplomticos estraugero* em Lima
nao reconher''i a autori-lade do General Salavev.
O Piesidente Oib goso enviou o General Queroa a
Cusco e o Sin Lli-a Benavides a Puno par* se infor-
maren! dos motivos das inudaii,a* que appamiio
ue.-lesdeparlauentos, e p*ra conciliar a paz, deven-
do, no caso de lies se d claiarein pela federado, n-
luzil-o- a siilimeliei em -9 suas pi-eteu,e.- a Assem'-la
Nacional. Varios Monleneros peiaeguem as vi-i-
uhancas aos partidistas de Salaveny que j havia 0-
torquido dos He-pan hoes e dos uaciotiaes mais de cem
mil pesos.
Continuarse d.
P.
ELoRrigue S. Jz Triunfante vndo de Lisboa,
e chegado a este porto a 18 do crlente, vierao mu
pouca'a cait.is e folhas. por haver litado amalla do
C'orieio o Ib -gu- Spirit Santo Especulador, quede-
v a -air para aqu no lia segniole.
Poralguaia-cartisqne tems visto soberaos que
ufo havia nada de novo naipiella Capital ; que havia
perf-ilsec-go. e moita-aiisfacao por haver nido re-
integrado Joze da Silva Carvalho na pasta da Fasenila.
Conlinuafa a amoniz.icio lo p.pel ino da, e a ven-
da dos bna Nacimiaes. havendo ni.lo alguna arrema-
tados por quaze o duplo da suaavaliadu,' e outros por
mais do luplo o que piova a cunh.mc* que a Nado
Jein na estal>elid;de do actual goVerno. Rodrigo da
Fnn<-ea Magalhies ntrou para Minislro dos Negocios
d Reino por D-cieto As noticias te He-panha nat. adianlio por serem
mais mitigas, lo que as que re ebemos pelo Paquete
Inglez. A DtjvtaVi de tropa- P<"tuguezas estacionada
na-fiiit-irasde Heap.'iiha, 1 o tmlM anda entra.lo
naquelle Remo, e iulgava-se naser necessara asna -
cooperado, vi-ta do* ltimos progresso dos Exer-
ciaoa la Rainha, e da entrada das tropas estrangeiras
na Provincia de tiiscaya.
Fi a va a s al p r.. a Corle do Rio de Janeiro huma
Guiveta P. i. tugue/.,!, Ie..nd a seu b do o Coii-se-
Ih.iru J*aqui Irordiiiario e Mini-lro Plenipoteiiciaiio do Governo
de Portugal, junto ao de S. M. 1. o Sur. D. Pedro
II. A mesilla Cu* veta comluza tio'iem Juio Bapti-ta
Morena, que fura re ntegradn no seu logar de Cnsul
Geral d* Porlugd na m-sma Corte.
Da folha t immercal le Lisboa de 4 defulho,
copiamos a seguiute Portara :
Secretaria tTFstado d<*$ Negocios Estmangeiros.
Manda S. M. a Rainh-i participar ao Conselheiro
Mag triado Supremo do Coitituerciu, que por esta



r*
4
F
s
&
Secretaria d'Rstado seannum ion de Oficio ao Oover-
no Britnico, que em viitude do Ai t. 33 do Ti atado
leCommercio eniie Portugal eInglaterra de 19 de
Fevere'iro de 1810, o Governo deS. M. F., tinha
adoptado a resolucao de declarar aquelle Traa do sus-
toen*o e sen ?ieor, desde o dia 3i de Janeiro de i836
m diente. PJacie das Necessidadea era aa de Jutho
Ue 1835. Duquo de Palmelta. Snr. Joze Pe eir
Borges.
Ein nos chegando rmaos man irigiima* tolna.,
trnsete eremos na iossa o que ehconirar-mos*le ma
Amlere sanie.
t Bf.
AYIZOS PAUTICULABI.
1 E!a Admini-tracio das 0'ra p.ib'icas se alugo
todos os servente que apa-ecerem pagand-*e o jor-
nal de quatro ceios e quarenta rea por dia : todaJ
as pesso-s que quieiem podem dirigip-se ap Adai
niatrador Fiscal para osreceber; nao sendo cora tu-
do iscravos velhos, eealrupiados que nio poaifo tra-
balhar. ,
mi Contando ao abaixo ass-gnado que urna ma
riera va de nome Florinda, que ahouve por compra
ao Alteras Manuel Pedro da Fonceca que laraWin a
liouvedo Sur. Joio Ifanoel de Oliveia Antune,
quaJ temelleannunciado a vezas por esta folha estar
r<
ugidadesdodia 2< do p. p. Agol0,*eocha de estada j '
loEngenhoTaadianga Com marre do Pao do Albo,
aIARl BF PFRNAMBltO.
pfsoa que forcredor por a'gnrne h'petcra que tenlia
obre o mrsno rredie; ou algara dos Erdeiroa, se
julgar ainda coni direito so n ennv, se declare por ci-
ta folha, iiloMO pitzode oilodias, e lindo esta praxo
he julgar o dito predio livre e desembarazado, seas
responsahii'idade lo compiador.
jrjr Prccisese de alegar urna cia terrt no Bair-
roele Santo Antonio, ou KeoJaV, que ten ka quintal e
cr.cimha, ainda que nio tenha mudos com nodos, e
*e da. ornes adiantades, ou una sobrado pequeo de
mu andar, c mesrno se comprar : quera tiverpaia
atagar ou vender, dirija-seaonixodo N0a L>. 25
a W NaroaOireiaD.. rasa de Tinturarla/ se
Unge toda a quintada da faaendaa de Ln, e de seda
fazendas e obras feitas a saber carneas, calsas, eaLde
diales de toquim e de seda, tensos de toq.iira e de se-
da, mantas e raiis fazendds de todas as cores por
pi ecos commoaW filase pulceiras para ckapeua se
d.i ai faxendas em p .rcoens se acomodar nos piecos.
Ad verte-se que qualqer peasoa que guir.er, levar al-
gutUa lamida e recebe na ra Nova D. i4, loja de se-
lairo.
\Mf O Sur. Joqam Falis Machado dirija-se a
ra r'e Livramento e-quina do beco do Padre D. i pa-
ra recebar una carta vindade Unna, <>u Barrriroa.
*y Toma-se 600 patarues a 1#200, a premio
de um por eruto ao mea por lempo de- um anno sobre
boas firmas : quem os liver aununcie qara her procu-
rad".
f* Antonio Martpos Vbnna fax publico por ra*io
desta Diario que se.acha i e-olvide a vender a raeacio
muito Bom gsto: na ra da Florentina ultima ca
ao p do rio se dir queni anide.
%rjr Tima negra moca de bonita figura, e fm v.
ci algn, engoma liso ben toda a qualidade de rou.J
pa, cosinhs o diario.de urna casa, lava da sabio e vari
relia, e muito gil para todo aei viro ; e outra di!,
lissa u oic-siini ugra anjurra cosnha o Uaiio
lava de sabio evar re la, a vende : aa ra da Sam
eral da Boa vta D. 30.
^safr FolbinluB deporta, dit.s de algibeira coos
cdigos do Procrsso e criminal, ditas coa a Canstj.
tuicio e a Lvy da Reforma para o anno de 1136 > n
raa Nova D. 5 e 6.
%CF" Arroa cora casca pela medida valha a J^)56o
em dinlieiro testa la e 2j>, e dinbairo correnti* car.
ne do Rio Grande a 2$a40 a arroba, e 1$920 a d
nlniro testa liza: na rua do collceio adiaate da ca-
de MinoI de Carvalho armazem D. 9.
}fW Um cscravo da costa, com aa anno: na es-
quina da ra Cacimba que faz frente para a do Cordo-
nis, 2. aadar por cima do B.lbar.
------------ i % t a .
m no sitio da Emb ribeoa : se liouver pessoa
r*v-nir qualq r p.ocedi.neu- i q^seoponlia aquella venda f.,a publico o reo no-
iquanio nao a molda reco- e por este rnesino Dunn no prazo de oilo das.
10 sobre a dita esc ava em q
Hiera su poder: e ao mesmo iemp'> por e-te aulliari-
14 a qualquvr pessoa que a- queii a conduzir ra da
Ai^oas verdes sobrado 3, de o poder fater, respon-
s-hi|i>ando-se o abaixo aasignado pela despexa da con-
ducto &c. 4rc. .., ... -
JoioBap'isladeSa.
jpy QU4m precixar de 200> res a juros de 2
por vento j dirjale ao beco do Lobato D. a.
j^- O apliavel d*-7ejo que tem o Adminis-
trador, e trabal*v.doresd*fabric-co de artas Brazi-
leiras d'induatna Pernambu.ana, de appesentar a
eus Illustres AccionUtas os p. i iros trali-los, e ao
reauMiavvl publico t-ste timbre rt#icunal, (porae nao
t.r acceilado o adjuctario, e sito os prudente
conavIb'S, eanrinuacSea dos Smbores edrangeuos
obiaquioxos, iaiell.tent.s, e praticas, eqna por'o
nio paaieter a de7..ada neifeici* p-imeira pofcl 1
naUirdenianiiUeturaa) fez com que iv pablfCaCM
impensadameutr que no dia i9 dle me/. esUr.a ja
pnrat. huma gr.nd. porcio, e avista dalla ae convo-
ca! ia a lUu.tre Commi.-o obre as d-apexaa da abei-
in,aeins*al t,idoan.nte nos novos paiSe do p<.nlo grande, V
preparo das eslampas, digual ponto, as padrea, no
L.iposivel vencer ainda; e por isso Cea esasati-la-
cloe desempeiiho para o da 10 dosegbinle Outubro
dando asiui teirrpo suffi. icne.
j Quem percisar de 600 res a juros de 2 por
cento, sobre penhores de ouro, pr.ta, ou hipoteca
de propriedade des.-mbiracada, dmja-ae a e>ta Iip.
%4p> Contando ao abaixo asignad que ba_ neata
-a.-Hpesoasabilid.^squatem ctud.do em imitar
i.a firma com designio de o roi.bar#.n ; qua tera lor-
rrecido a ontra* pessoa* folbas de pap^l un bmiivo ca
-firurada firma d> amnineiaiMa (d-s quita ja algu-
maa e acbio em peder do mesmo aBounciaiitr) para
per cima se paaaarem Rec bos, Letras, ObngacH-na,
rrocni^coens, e miroa documentos que se pea^iu la-
zar misli-r 1 ara a reulitacio do pvojM ado roub..,
com condicao de reveifr em sen favo, parte do ms-
mo roubo quando vencido, doqueoaiiiiuui-iaute pos-
iedocumento-, e n pudendo de.x.ir de ar s-e
lamben o anthor de liorna Obng.rio falca que se a-
de Mello ^Ibuquerque Pitia rom o flm dft*llier*m
irfteiiMem os verdndevaa credoredequella fall-srid.-,
. coinprindoao annunriantv pievenir oulias falcifi-
c.icornsquepos^Oterefeiloerosua fi- ma ; por estr
loclara ao respeitavel publico qne nada leve a panana
a'MRWs qna se algmi.a letra obugario ou ot.tro
lualquer litlo de divi.la aparter quer seja vncelo
ou-ot vencer lie falco por is*o mi.goeu. ton. .-lie la-
J irans.edu alguma ; equequaiH aquella Obr.ga-
oio f-ka qoe ae ada trtt iult a muito ae requeran
xetn*, ao qual o respectivo Ministro arala au
mandn proceder ; quando ..-so -e vereii o arraun-
ocedera contra o falcificador de fi raa rom
3T* Irecaa.sede duxntca mil ria a premio de
don por cento : quera os quise.- dar aununcie por
esta folba : ajterte-se, que p.ira seguranca se da boas
firmas, e este dinbeiro percisa-.-e por trez mexes.

D,
COMPRAS.
Ma mola t mi ba que tenlia de ida de 8 10 aanas a
que nao lenha molestia-, e nem virios : a fallar rom o
Padre Tboai no pateo de S. red. o, ou annumie.
ry .11 Telemaco em l'rancez, un Diccionario
10
rr.eiez-portuguez, urna SelectaLaina. una syrita-
xe Danta, na Slo.stio em Lutim, uma obra de Vir-
g.li# tamlH-m em Lalim, e maisalgnru classicos Lat
nos, escudo ainda em bom uzo : aanuncie, ou pro-
< ure o corap.ador na cjdade de Olmda ra do Ara-
paire>annradu n. 22.
P- Brira li-o, Olanda de forro, mantas de lan
6/emiraaiulcUra, sapatos para Tropa, e-Oeearo-
vuiliai eran sgi.lheiaa: os pe-tendente^ dirija,, cora
as amostras ai ....Te hora., do dia d'hoje na salla da
lospecyio do Arcenal de Guerra, a traclar daa ajustes.
YEKDA).
SM
V
cianle ux
todd" ngorda Ley.
Joio Antonio Goncalves iviaduio.
m^ Quem annuiiciou querer rom piar 200 oita-
vasOV pratadeaaaicadi.ija-seaoiiixo o Noia D. 15.
*W" Joxe Antones Guimaraens, loro justo econ
tratado cuan kTilippe Bandeira de Azevedo, uma mo-
jado de casa, no tugar d. Soledade u. j3 ; toda a
Endesr, 011 arrenda-se um sitio perto, por ser
poUCO a diante d- Igreja dus Afflictoi, rom rbio pr--
prio. frente mnraiia, e todo o mais cercado de liinao
deObRte aza de vienda, com solio, e sufficietes
cora unidos para familia, toda envidracada, boa sau-
zal* d' pelos, eodtrtra, raza para feitor, ecavalarica
para trra caall-.s. ludo de p red"8 de fr.iclo em aliuhvmenlo; aasirn como ven-le-
se com o mesmo, ou separado ura ravall. para cairi-
nlio, e sella, muito manco, e maniiudo : na rua do
muro da Penba sobrado de d.-i andares D. 18 das
6 as 8 horas da mauhaa, e das 3 da tarde em di-
ante.
?jr^* Para o Rio de Janeiro, um cabra com i9 an-
noadedade, sera vicio, aera achaque, e kom ollicial
de allaialf : qwnn o p. 1 tender falle com Rodolfo Jao
Barata de Alneiiix.
Va?" q lar'ollas vaias, f 5oe botija:*: na ruado
Arapao venda il. baixo do Sobrado do s nhor (iusmo.
iry* Um piefo mosao : na roa da Aurora n. 9.
%ry Uma enda com p<>uc"S fnndoa e coinuiodos
para urna lam i lia; na rua Direila I). 57.
1FW Um iio!eq.ie cri- lo de i lade de de/, anuos
bonita figma, e *gl p.ia qualqncr ftantfsja o nfan- j
d^in aprender: ua rua do pVaia defronte do arma- I
zera de aal.
Sry* Ura preto moco, e Nidio : a filiar cora o Pa-
die Aiilocri da Trindade Aritunes Meira.
Y9" Salilit era aaccaM em cisa de Henrique Fors-
ler & (Jomp., rua ta Senza* vea n. 1.
TJ Panacea de Svaim uliinaiiieute chegada de
muito boa quahdadV, a 3^200, cha preto a I#000
alfera, baiaiaa Inglezas novas a (J600 por arroba,
e lid-res da Kmepa da varias q a.1 tbda inuiio superi-
or: na rua di cruz n. 53.
Urna duxia de cadeirai uora d aaaica da
AIAS DE LEITE.
^^Uem quixer uma ama, eriola cora bom le la, aari-
da de puncos das; dirija-ae a ina de Hortasno
sobrado de una andar junto do Juia de Pax.
ARREMATA O.
l\ Rrenda-se um sitio com casa de vrenla, earvo*
res de fiuctas no bigardo Arraial onde morou Gorga
Canoarl ; quem e pe tender dirija-se ao mesmo la-
gr, para tractar o neo ajusta coa a Viuva do faleci-
do h .noel Joxe da Cmara.
ESCRAVOS FVG10OS.
ilfOdia 17 de Agosto drxapareceo da Villa do Rio
l'ormoxo doia escravoa, um de noroe Pedro, alto, aktio
do ro no, pMtoa para fora, cor fulla, tm uma mar-
cade li-rida na perna diieita, o dedo anteminimo do
mearao p m-is pequeo, e levantado ; o outro lia-
bem alto, seco, denles limados, rabes do gentie: os
apiehendedores leaem-oa ao seo senhur Manuel Igaa-
co raes Brrelo, morador no ra-s.no lagar, on a J a
Maiioel de Barros (.'va lean te Lins morador na raa
Novasobrado q-.e foi Hospital.
a?" No dia 8 de Abril do correte fugo do Eu-
genho P.cavira de Urina orna moleta de nome Leoca-
dia i lade 20 anuos, clara, alta, ebria do corpu, quai-
xo fino, testa comprida, e eatreita, orelhas pequeas,
com unas marcas de fe ida vellua pela testa e fonte:
qaem a descobrir leve-a no Recifea piaca da Boa vis-
la D. 16. ou ao Erigenho Otiuga de Porto Calvo a en-
tregar a Antonio buarqua d aiacedoque a r bem re-
compenc*do.
NOTICIAS MARITIliif.
Taboas das mares vheias no Pno de Pernambuc*.
19Segunda
i_T-___ e
- dh. 6
-18
- .
a-Q: 6- 6
4-S:---- .g 8-30
55:----- 2 9-18
6-D:---- & 10
1 Manbf.
B
Navios entrados no dia 20.
AH A ; 7 da- 5 B. Barca da Guerra Piroja, Cara.
oL|iitio-Teueutr Mameda.
TAM ANDAR1; 9 horas; Esc. Fluminense, Co.
O l. Tenante Francisco de Paula O/.oi.io.
Nmvtos sabidos no di* 19.
AbACTT;S. Felicidade, M. Maonel Anl.nio
da Silva : varios generas. P^ss-geiros Felipa* leri
de Souza, e TrenteF>rrrira Lut'ioxa.
DITO ; S. .,C-lie!la \lalu ina, M. Manoel do 5aera-
ra-uta: arios gneros. Paisgriro Franciaao Ro-
drigues da Silva.
t Observaca.
Fexse de vi Ha a Fragata Francezsj e fundiou no
Lamcito urna Lscuna Inglexa.
/'.
ir
'".. na Tyii. do Diario 1835.


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