Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02960


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Full Text
'

ANNO DE 1835. SEXTA FE1RA
1* DE SETEMBRO N. 176.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Fkbmambuco, ma Tvp. de M. F. de Fauia- 1836-
DAS DA SEMANA-
14 Segunda Exaltacao da S, Crua- And. dos Js. do C. de m- e de
t. es. da The*. P. Chauc de t.
15 Terca S- Domingos cm toruno. Re. de m: aud- doJ. de
0 de t- tluarto Minr- a 1 h- e 24 m. la m.
16 Qiiarta Temp. jej. S. Cometi e Cipriano M. sesso da T- Pub.
17 Quinta S. Podro de Arbues Re de m., aud. do Jai a do C. de
18 Sexta Tam. jej. S. Joaede Cup. bcho da T. P. de ra.
e aud. do J. de O de t.
19 Sabbado. Temp. jej. S. Januarit. Relacao de m. e aud. do" Y.
G. de t em Olinda.
90 Demmgo Festa daa Dores de N. Snra.
O
EDITORIAL.
Continuado do V. 175.
Egosmo eambica pessoal haria destruido
todo o nteresse, que Pericles devia ter pela classe
que partencia; acomposca do A reo pago presenta-
ba huma barreira invensivel assuas miras ambiciosas*,
elle fia bem, quelhe sera mais fcil dirigir a multi-
da, susceptivel de impressoes ranadas, do que hu-
ma assemblea composta de homens escolhidos entre os
mais eminentes d'aquelle tempo, pela saa Ordem,
saber e rqueras; por consequenca decidu arriscar
o certo pelo duvidoso, e o resultado corresponden aos
seus desejos. Sem embargo* a aristocracia nao su-
eumbiu sem defender-se; ella sosteve huma Iota o-
bstinada contra o poder democrtico, que leve de
ceder pelo banimento de Tbucidedes; e o demago-
go Pericles ficou sendo de ficto o Autcrata de Ate-
nas at o fm deseus das; durante algum tempo a-
inda pode seu genio fecundo conter as comoces poli-
ticas, qne elle mesmo hara suscitado, mu por ulti-
mo tere de laocar-se na guerra do Peloponeso para
dar evasa 4 esse espirito turbulento, que fo o se-
pulcro da liberdade Ateniense. A patria de Scrates,
que em lempo do A reo pago conservara huma ealu-
lar pi -masa : que era, segundo a e xpresea de hum
de seus Cidtnaos, hum dos olhos da Grecia; depois
de alguns annos, paseados sob a influencia das suas
reformas, perdeu toda a sua Esquadra, os seus mu-
ros fora5 arrasados, e as suas Colonias despojadas; e
por ultimo lhe foi imposto hum governo odioso por
mios de seus proprios iniraigos.
Em Roma ta bem observamos hum estado de cou-
sas mais ou menos parecido; huma casta Alastre pe-
lo singue monopolisava todos os lugares do Estado, e
podia ta somente ser escolhida para as diversas Ma-
gistraturas ; porem esta legslaca de privilegios foi
destruida pelas ley^ Liciuias, depois de huma luta di-
latada entre Patricios e plebeos ; desde easa poca fez-
se coinmum a va de todas as honras e distinces na-
cionaes; o patriciado apenas conservou a pocessa es-
clusiva de alguns empregos tendentes ao culto. Este
bello sistema durou assim mesmo mais de 900 annos;
e Roma fes progressos na civilisaca, e augmentou o
seu poder, em quanto elle persisti; era mister a-
quella poderosa Aristocrscs, que formara o seu prin-
cipal elemento, para dar impulso so genio do Poro,
e estimular todas as virtudes, que fora por muto
tempo o patrimonio dos Romanos; nessa luta cons-
tante dosdous principios constitutivos, em que se di-
vida a popuLcaS, Roma fe desaparecer Cartago,
sua rival, da lista das Nuches, e acabo muitas con-
quistas nao menos aificei, que importantes. A luta
cessou finalmente ; e fora considerados obres todos
aquelles, cu jos antepassados tinha oceupado cargos
I enrule; a nobresa moderna rivalisava com eautiga
loo numero de estatuas, e de triunfos, que havia, ad-
quirido ; e mu breve se confundirs por frequentes
enlaces de familia ; porem outro carcter veio des-
ungur as novas facces, que surgira do seio da tr-
qula Roma ; riquesa, epobresa, eraas coreados par-
jtidos, quevierao de novo suscitar as discordias in-
testinas.
Aquella enorme importaca de riquetas, que foi o
ii'ucto das suas cunquistas, tinha inspirado aos Roma
nos tal avena ao traballio e a frugalidade, fontes
Tudo agora depende de nos me9mo, da nowa prudencia, mode-
ra<;ao, e energa: continuemos como principiamos, e seremos a*
pntados com admiracSo entre a Nac,oe mal culta.
Proclamafo da AutmkUm Qmrml i* BrU.
Subacrevee a 1000ra. mensaes pagos adlantado nesta T^pogra-
fa, e na Praca da Independencia a. 37 e 38 onde se recebem
correspondencias legalisadas, e annuncios inserindo-se estes gra>
ti sendo do proprios asignantes, e viudo assignados.
PARTIDAS DOS CORRBIOS.
Olinda-.Todos os das ao meio dia.
Goiana, Aihandra, Paraiba, Villa do Conde. Mamaagaane, Pi-
lar, Real de S. Joo, Breio d'Areia, Rainha, Pombal, No d-
Soma, Cidade do Natal, Villas de Goianninha, e Noy da PniM,
i; Cidade da Fortaleza, Villas do Anuirs, Monte mor aovo.
Araeatv Cascavel, Canind, Granja, lmperatriz, S- Bernarda*
S. Joao do Principe, Sobrar, Nora d'RlRey, Ico, 8. M athens, i
acho do sangue, Santo Antonio do Jardim, Qnexeramobim, a Par*
naiba Segunda e Sextas feiras ao meio da.
Santo Antao Todas a quartaa feiras ao meio dia.
Garanhuns, e Bonitoaos dia 9 e 23 do atea ao meio dia.
Flore no dia 13 de cada mes ao meio dia.
Serinhaem, Rio Formoso, a Limeirae Segundas, Quartaa, 4
extas feira ao meio dia.
da sua terca tsica e moral, que o mais humilde C-
dada ns5 quera existir custa de huma profissa
mecnica; todos queriao ser proprietarios, o os ola-
mores por huma ley agraria tornara resoar no re-
cinto da soberba Roma, com mais importancia do
que anteriormente, pelacondica dehomem, quefi-
gurou frente da classe necessitada, para apoderar-se
do roder o da riquesa publicaTiberio Graeco, dota-
do pela naturesa de todas as qualidades proprias de
hum Demagogo, sentio-se com toda a necessaria ca-
pacidade para dirigir a multida, sua ambica o
oondusiu at as portas do poder; e o homem, que a-
tacou os privilegios da Aristocracia, e pretenden des-
poja-la d'aquelle ascendente, que tanto havia con-
tribuido para agrndese de Roma, era por sen Pai,
Chefe da familia mais nobre entre as oras racas, a
por sua Me, descenda do mais ilustre sangoe pa-
tricio, porque era neto de Scipia Africano-Hum
ressentimento particular o liaha lanudo as filenas
da facca democrtica, s porque o Senado hara na-
Sido a sancca hum tratado, qne elle tiaha garant
o como Questor de Mancino. O reformador Grae-
co apresenta o seu projecto, e o Tribuqo Octavio o-
>e-lhe o seu Veto, segundo as leys existentes; en-
nrecido o demagogo apela para o poro, e o excita
vingir a sua soberana ultrajada ; prevalecem as suas
doutrnas, e aquelle Povo mseravel, violando a Cs-
tiluica na pessoa do Tribuno, rbteve hum triunfo ta
fatal. A ley agraria foi admitida ; porem loage de
produsir os utei efeitos, que se esperavaQ, foi pelo
contraro hum golpe mortal para a tranquilidade de
Roma.
Violada desta sorte a Constituios, a forca subs-
tituto todos os meios legaes para obstar as aspiracSes
dasClasses mais numerosas, cuja rielencia tinha esta-
do comprimida pelas leys e pelo costume ; 'em conse-
quencia do que, durante todo oseculo que se seguio,
vemos huma serie nao interrompida de conspirac6es,
de carnicera, e de guerras eivis at a batalha de Accio,'
que tere lugar aos 192 annos depois d'aquella fatal
?iofacaS} e Roma s pode obter tranquilidade debaixo
do imperio de hum Tirano; masnsS anticipmosos
lacios. Dez annos depois do Tribunado de Tiberio
Graeco, aparecen sobre a acea seu Irma Gaio ; e
fasendo rerirer a ley agraria, pretendeu, genera-
lisar o titulo de Cidadlo Romano todos os Italianos
aliados; o seu fim era augmentar a sua tceaS para a-
poderar-se dos Comicios ; porem perdendo alfm a
confianca do Povo, foi assassinado, assim como ou-
tros muitos de seus partidistas, as ras de Roma, por
haver-se conspirado contra o CnsulO perigo emi-
nente, em que se viu a Capital pela proximidade dos
barbaros setentronaes, suspenden por algum tempo
as dissenfSes intestinas $ todava os golpes mortaes,
que as leys tnhaS recebido, nao podera cicatrisar
ta5 pronto, e|aa feridas desangraras de novo pela vio-
lencia com que tornou aparecer o partido demo-
crtico. Mario, seu Chefe, devia ao nascimento a
importancia do seu carcter } elle pertencia ultima
classe do Povo, como CapitaS passava pelo mais h-
bil do seu tempo ; ebeio das preocupaeoes da sua in-
fancia era inimigo decUrado da Classe privilegiada;
sem embargo, a sua historia oferece aos demagogos
huma licaS, que devis aproveiUr. Apesar da vio-
lencia com que sostinha o teu partido, perdeu a con-
fiarles no seu 6.* Consulado; e foi acusado pelos mes
moa instrumentos da sua vinganca de huma crimino-
sa moderacaO.
Em huma nsurreicaS ultra-democratica o Capito-
lio foi ocupado pelos furiosos Chafes do Poro, e Ma-
rio por huma rolta inconcebirel da fortuna, aa achou
fronte do Partido Conservador, e foi i sitar os seus
antigoa coapanheiros e proprios amigos, i quem naG
deu quartel depois de rendidos. Com tudo a Socie-
dade ja naS podia resistir golpes ta reiterados;
Roma ra as suas portas tods a Italia armada, in?a>
didss todas as suas possesses d'Asia por hum dspota
do Oriente 80 mil homens aseamioados em hum s
da, e os mares em poder dos Piratas; de todas aa
partes s se ouvia imprecacSes e ultrages ;a oe-
dficio social tinha perdido a grandesa cimentado so-
bre tantos feitos gloriosos, quando hum s homem,
dotado de indmita energa, o arrancn do fundo
deste abismoSilla pertencia a familia Cornelia, so-
bre a qual os Scipes tinha lansado todo o brilho da
sua fama ; persuadido que a sal vaca da Patria de-
penda da restaoraca da ordem publica, e da influ-
encia da Classe, que elle pertencia, abraeou sean
extar causa da Aristocracia, quem asseguron o
triunfo pela sua rontade de ferro e por sua rara habi-
lidade; fora por consequenca sobmetdos todos os
Estados da Italia, que se achava insurgidos, e em
recompensa obtere o comando da axpedica contra
Mitrdates. Assim que se separa| de Roma, reapare-
ce Mario ; porem huma contramarcha tempo des-
fruta os projectos do furioso Demagogo; e tendo a
quelle de auxentar-se de noro, confia Cinna o de-
posito sagrado dos nteresse? do seu partido, contan-
do, como at ali, com a sua derocao. Esta he a par-
te mais proveitosa da historia Romana, e o periodo
mais nteressante pira nos outros, si ainda queremos
ulisar-nos de huma lica ta dolorosa.
Continuar-i-m.
WHM
RIO DE JANEIRO.
AMARA DM SCMAsVaaOsV
Extrato da Sesmo om 6 dm Junha. (*)
Presidencia do Sr. Bonto Barroso Pereira.
k's io horas e meia sendo presentes a8 Senadores,
o Presidente declaru abrta a sessa, leu-se e aparo*
rou-se a acta da anterior,
O primeiro Secretario dea conta do expediente*
ORDEM DO DIA.
Sendo desoutidos algumas representaces, e pare-
ceres de pouco nteresse, e que tirera competentes
destinos, o outros fora guardados na Secretaria, por
ja estarem preridenciados, seguo-se a prmeira dis-
cussa da seguinte resoluga:
A Assemblea Geral Legislativa resolre:
Art. 1. Nao sao cemprehendidos na disposi-
() Em consequenca de nao termos completa a
collecca dos Jornaes do Commercio donde ex trata-
mos assesses da A, G. adiante-mos as que trnbs-
mos, e agora substituimos as que fallara 6c
**&*



oahio j>i:pi:rnamduc().

ces do artigo 6 da Risolnca d 23 de Outubro de
183a, que marrn os vencimentos dos empregados
das Reparta oes do Arsenal de Guerra da Corle, os
Porteaos, Guardas dos portes do mesmo eslabele-
cirtieiito, qnecom os Apuntadores, continun a ser
jornaleiros,
i Arl. a. O ordenado dos Continuos das Re-
partieres do n;esmo Arsenal fica elevado a trezentus
mil lis annuaes.
Ai t. 3. Fica revogadas*as disposices em
contrario.
mero de Deputados com que concorrero para a
Asamblea Geral.
PacodaCamata dos Deputados, 16 de Junho
de i835. limito.
Lero-se difidentes poderes de Commissors que
ti verlo o conveniente destine, c tv.l,z siles o seguinie
da Commissio de Constituicio.
A Commissio de Constituicio em obediencia aos
lercciroe quinto de artigo i5 da Constituicio, que
tonferem Assembla Geral as attribuieis de reco-
nheeer o Principe Imperial como Succes-or do Trono,
O Sur. Fenseira da Vea tornou a sustentar a su
opiiio, que foi apoiada pRo Sur. Custodio L)a eAI.
cibiades, oqual passando a ler o n do artigo 102 da
Consliluico, foi de opiniio, que pprovnr penses
pecuniarias neo era o mesmo que roncede-las, e coij.
1 Inirv vnlonr^>> nalit aniamunln
I-----
Bernardo Ik-lizrioSoaies de Souea, i. Secrtaiiu.
Jernimo Mnrliniano Figueira de Mello., 2. Se-
cretorio.
Deu-se por discutida e posta. votaca foi approva
da para passai 2 que leve lugar em seguid, en-
trandoem diseu.-sa o artigo 1.
O Conde de Lsges decarou nao peretber o funda-
mento (jue tinha tal resoluca : observou que os in-
dividuos de que ella tratava pela Le da creata do
Ai seal, fura5 considerados como empregados, e tan-
to assini"que Lei Ihe dava acresso, e depuis o regu-
lamenlo de 183a, oscollocou 110 mesmo estado ; a-
gora porm apparecia esla resol usa determinando
que, de empregados pblicos que sao, passem para
jornaleiros, troquen.ovia utilidade alguma, e sim
Imma grande e manifest injuslica por terem aseu
favor a Lei da creaca daquelle eslabelecimento ;
vista do que teria de votar contra semelhante resoo-
co, porm para ofaier com mais conlietiuiento re-
quera que ella fosse remedida Commissa de Mai i-
nlia e Guerra para dar o sen parecer.
EMe requtriroento fui apoiado, e a final approva-
do, ficandoporconsequenca a discusso adiada.
O rresiaUnf obserVou ao Senado que a Lei que fi-
xa s foreas de trra para o prximo futuro atino
finaactiro ae achava impressa, e por isso consultiva
u Senado sobi e, o da da sua discusso afim de se con-
vidar o Ministro respeclivo para assistir dscussa ;
o Senado i'eaoleu que tivesse lugar, Sexta feira i9
do crrenle, pelas 11 horas da manlia.
Sendo a ontra parte da ordem do dia frabalhos de
Comuitsse, oresidente convidou os Senadores a
trabalbarem em seus Gabinetes, e su.-pendeu a sessa
pelas 11 horas o meiak
Pelas duas horas continuando a sessa, o Presiden-
te deu para ordem dodia da seguinte a discusso de
di easa* resol uces, elevautou a presente.
Paco da ( im.ia dos Denotados ero 5 de lunho e de resolver as duvMfcs qe'occorrerdn sobre iuc-
de 1835. Pdrojde Araujo Lima, Presidente. cesslo da Oora, observa, que pela elevacio do Sor.
P. Pedro II ao Trono do BrWil, o Tirulo de Principe
lmpeiial compelera, Sen hora L). Maria da Gloria,
se ella nSo aceitaste a Coaa de Portugal.
Come porm pelos principios de DireiloPubli-
co Universal o Re lie sempre Cidadio da Naci que
eMegovcrna, e rom rujo inteiesses elle tena o de ver
de ident ficar-se; e por oulra parte pelos principios
de direilo das genes, ningtiem pude ser ao mesmo
lempo Cidadio de duas NaceV; he manifest, que a
Senbora D. Maria II leudo aceitado o Trono Portu-
guez por laclo sen propiio exercitado, livremente e
depois de suamaioridade, Batuialisou-se Portuguesa,
e 69Weguintemente perdeu os di re tos de Cidadio
/.ileiro na forma do aitigo 7 primeiro da Consti-
tuicio, pelo qual he tila declarada-Eslrangeira, e co-
mo tal excluida da successio da Cora do Brazil em
observancia do artigo 119 da Constituicio.
Da sobredita excluso resulta immediatamente,
e pela ordem regular de sucCessio au Trono a.tabele-
cida no artigo ti7 da Constiiuico, que a Senhora D.
Inlerrompeu-se a discusso para se ler o seguinle
ecer da Commissio de Poderes, sobre o Deploma
do Snr. Joio Joze de Moura Magalhaens Deputado pe-
la Provincia da Babia que como eslivesse na salla im_
parecer

Ha ven do algn* erros typograpliicos na emenda
que uflerecLu o Si. Marque/, de Caravellas na sessa
do Senado de 15 do crtente, offeiece mo-la rectifi.
rada a"S nosbos leitores :
Sao consideradas legaes na forma da disposic.i
do Decreto de i3 de'Setembro de i83l, as propoa
i las feitas pelos Governos Provineiaes, e que pelas
Couimis.-es creadas as Piovincias, para as quali-
fi-ar, nao foro5 reprovadas.
C1MAHA OOS DhPlTADOS.
Extrato da slo en 16 de Junho
Presidencia do Snr. Araujo Lima.
F Fita a chamada pelas 10 horas da manhi, e logo
que se reunira 1 incenla e bum Depulados, o Pie
sidente declarou aberla a Sessa, e lida a Acia da
atitecedenle, foi appi ovada.
O Snr. Ramiro obtendo a palavra disse que onze
annos havia/jue tinanio.* a Constituido que nos rege,
e que ella promette a tod. que ser representadas na propoi cao de suas poptifa-
ces} mas que no pargrafo quarto do Capitulo quar-
to das lustruCtes, havia hum desgoslo ; en&o sabia
se o Governo quando deu essas Insti ueces, tinha en-
to mostrado toda a vontade que os povos fossem re-
presentados :Convemeitemente; que nio sabia emfim
quaes foro os dados que teve o Ministio para dar es-
sas Instruc^es provisoriamente; que a experiencia
de onze atinas de medida provisoria era j alguma cou-
sa, que mesma Assembla Legislativa Provincial de
Santa Catharina havia j representado a semelhante
respeito, e julgava poisse devii.) pedir esclarecmen-
to6 aoGoverno sobre os dados que teve em vista o
Ministro, qnando deu as referidas Inslrucces. O il-
lustre Deputado remetteu mesia o seguinte requeri-
mento, o qual depois de enirar em discusso, fot ap-
pi ovado.
d' Ri-qiieiro que se pecio ao Governo os esclarec*
(i mritos cerca dos dados que se tere em vista,, quan-
do W distribuio pelas Provincial do Imperio o nu-
Januana Le a Hcnleira presnmpiiva do Imperio, a
quem o artigo leu da ( onstitiiio confere o titulo de
Principe Iraprja]. E porque o artigo i5 3 da Cons-
tituicio, t-a Lei de 26 de Agosto dei8a6exigem da
Assembla Geral lium acto especial deieconhecimento
do Priucipe Imperial ; a Commissio tem a honra de
sulvmatter deliberaco desta Augusta Cmara' o se-
guinte Projecto deL-i :
A Assembla Geral Legi.-Iativa dccr.ta :
Art. 1.- A Senhora D. Mara II Rainha de
Portugal lem perdido o direilo successio da Coi do
Brazil pelo facto de entrar em possse do Trono Por-
tuguez.
Art. a. A Senhora D. Janusria, filha legiti-
lima doStnhor D. Pedro I, ser reconhecida Prin-
cesa Imperial na forma do artigo 15 3. da Cons-
tituicio e da Lei de a6 de Agosto de 1826, como Suc-
ces-ora do Trono do Biazil depois de S. M. o Impe-
rador o Senhor D. Pedro II, e de sua legitima descen-
dencia.
a Paco da Cmara dos Deputados, ldeJonhode
1835. Luiz Cavalcanli. Jf. H, Caneiro Le-
o. C. J.*de araujo Vianna.
O Snr. Fe reir da V* iga di.correndo largamente
sobre o objecto da emenda, e de outras que estavio
para se mandar mesa, foi de opiuiio qu adoptarse
as emendas se ia infringir a Con tituicio no artigo
lo2, 11, que concede ao Poder Executivo o direito
de conferir ttulos, honras, ordena militares, dis-
tineces em consequemia deservicos feitos ao Estado,
dependendo as merei pecuniarias daapprovaco da
Assembla, quaudo nao estiverem j designadas, e
laxadas por le; equetambem se a contra os estilos
da Casa, quando se pretenda ampliar concesoes fei-
tas a estes ou aquelles individuos, ou a outros final-
mente que talvez nio estivessem no mesmo estado,
nem nasmesmasciicun^tancias; porque se deva pri-
meiramente saber se os agraciados, erio ou no dig-
nos deslas penses que Ihe pareca por tanto que es
sas emendas devio ser remettidds Commissio de
Con-tituicio para ella'dar o -eu parecer, esaber-se
entto se acaso a Cmara tem direito de conceder pen-
s s pecuniarias; e coneluio requerendo que as emen
das fossem referida Commissio.
Como o requeiment do lllustre D> putado invel-
vlahum adiaincnlo da materia; o Presidente poza
votos a exigencia do Sur. Ferreir da Veiga, e sendo
apoiada enti ou em discuti.
Foi apoiada a seguinte ;
A dsposicio he extensiva smulheres daqucllss
que fallecerio na Provincia doCear, corobateudo
a rebelliio de Pinto Madeira,. e bem assim a todos
os que perdero no momo combate a vista, ou al-
ce guma perna ou braco. Figueira de Mello.
Apoiou-se a seguinte:
Q.ie ge f..ca extensiva a diaria de 5oo res pro-
posta pelo Govorno aos mutilados na Provincia das
Aldgajque combate!o contra os insurgentes de
Panellas-----Macedo.
Houve huma longa discusso em que lallario con-
tra o adiamento, e a favor das emeudrs os Snrs. Hen-
nques de Resende, Cornelio Franca, Maciol Mouei-
ro, Mello, Visconde deGoianna, Ibiapina e R .in-
mediata, fui jntroduzido com as formalidades doesti.
lo, e depois de prestar odevido juramento toniou as-
sent.
Continuou a discusso, e dando se por discutida
foi postooadiamento votacio e nao passou.
O Snr. Soiiza Martins remetteu mesa o seguinte
requerimento, que envolve hum segundo adiamento-
Que se sullicite do Governo huma conla cn-
cuostinciada dos individuos, que toem sido mut.
lados nasdiTeisas Piovincias dolmpe io por molivo
decombaterem a favor da ordem publica, e daquL-U
les que morreiio por igual motivo, deixando viu-
(i vas ou fillios orlaos.
Que o Governo na futura sesso do Corpo Le-
gislalivo aprsente hum relatorio motivado, afea*
cionando aquelles entre essesindividuos que se a-
diio as circunstanciasde merecer pensos do l.'or-
po Legislativo pela relevancia dos seus servio.a ao
u estado, graduando as penses emcenformidade com
a a maior ou menor importancia dos servioos re^pec-
ti vos.
Que a* propostas, e emendas que seaclioo-
brea mesa, fiquem adiadas atquechegue aoco-
nhecimenlo da Cmara as instruecs sollicitadas
nos precedentes artigos. Paco da Cmara dos De-
pul-dos, t6 de Junho de-ii5!). F. de onza
f Mal tins.
Houve huma quesaio de ordem, em que alguna
Depulados opiurio que este requerimento eslava pie-
judicadu em con eijuencia do vencido, e outros que
nio, e se devia por a apuiamento.
Consultada a Cmara se o requerimento eslava pre-
judicado, decidi que nio. Foi apoiado o requeri-
mento, e passou-se a deseutir ; e linda a discusso
pz-se a votos, e approvou-se por 38 votos contra
34.
Passou-se segunda parte da ordem do dia.
Continuou a disoussao adiada sobre o artigo 5.
do Projecto do meio circulante, e as seguimes emen-
das apoiadas.
De pois das palavras de mil reis em cada paga-
ment, accrescente-se mesmo d'ahi para baixo
entre particulares. Rezende.
Emenda additiva.
A passar o artigo 5. o Governo execular
huma segunda vez as operaces mencionadas na Lei
de 3 de Uutubro de i833, artigo 1. a. e 6. *
Climaco.
Arfigo substituidvo ao artigo 5.
* Da'-data da presen le-Lei em diante continuarse -
1 ha a receber em moeda de < obre as IransaiQes
pai ticulares at a quanlia de mil ieis. As especu-
Jaces em coutrario nao le o aeco em Jutzo. Sil-
va a redaccio. =s Das de Toledo. *
Emenda substiluitiya.
Do 1. de Julho de iii36 em diante ninguem
ser obligado, dio. ; ornis como o artig >. O
n Deputado Maciel Monteiro.
Foi apoiada huma emenda de suppresso do arti-
go 5. = remedida mesa pelo Sor. Rafael de Car va-
Iho.
A discusso deste artigo anda ficou adiada pele
hora.
O primeiro Secretario fez mencio de que o Minis-
tro da Juslica tendo que api ementar a Cmara huma
pro posta do Convenio, pedio se Ihe nouieasse dia e
hora. Foi-Ihe designado o dia de amanhi ir do tor-
rente, pelo meio dia.
O Presidente deu para ordem do dia 17, a mesma
materia dada para hqje, e levantou a sessa pelas duas
horas e meia da tarde.
L
COMMANDODAS ARMAS.
I -LDi. e Exm. Sr. Com o incluso oflicio que
venho de receber do Commandante Geral das Foreas
do Catuc, e que passo as mai de V. Ex. hei scien-
tificadoa V. Ex. do resultado das exploraces feitas
ltimamente pelos Teneotes Joa Antonio de Noro-
nha, eManoel Fiancisco Alves.
Dos Guarde a V. Ex. Quartel do Commando
das Armas 15 de Setembro i855. lllm. e Exm.
Sr. Francisco de Paula Cavalcanle e Albuquer Pre-
zidente da Provincia. Joze da Cosa Rebello Re-
g Monteiro, Commandante das Armas.
Illm. e Exm. Sr. Passo s mas de V.|Ex
a parte iucluia, queme dirigi o Tenente Joa An


1AIII0 de peknamkico
-K

Ionio de No roo ha, Cafiiiuandante da Partida, que
lJ|timameiii-e fiz sabir para1 a'eXplracao "das Mattas,
c dijo resultado V. Ex. Terda mesma parte ; de-
vo eoinmunicar a V. Ex., que nao fago mengao da
paito, que (ambem me dirigi o Teuente Manoel
FraH'i*O0 A i ves, por isso que a irupa comandada por
(.sii- OTu-ia! opperou conjuntamente com a do Te
nente Nororha, toriiaiidc-se por conseguinte des-
mcessaria huma segunda narracaS sobre, u mesmo
objpcto.
D. os Guarde a V. Ex. Quartel em Apipicos i5
de Selembro de i835. lltm. Sr. Joie da Co-^a
Relii-llo Kego Mouleiro, Commandante cas Ai mas
desta Provincia. Francisco da Roxa Paes Barre -
to, Tcnente Conmel Graduado Commandante GeraU
lllni. ^^-- Sahi a explorar as Matas no da
onze do crrenle, e u^sle inemo dia f m Uiinga in-
coi porou-.^a^yn o lente'Manuel Francisco" Al-
ves com q"uarflna praoas, que com vinte seis miuhas
izera o niusnei desessenta e seis: dirigi-me no dia
seguiote no palmar onde Jeve fogo a Compa'nhia'de
Baiieiros, no qua I ve f. go com osaquilombados pe-
las oio hurasda inanba, e fui ferido levemente i/0
hombro e.-ipitr Jo, das gm rrilhas dos meamos, hum
SoMailo da dit* companhia : lodos os negros e>capu-
iirao-se eaxei no palmar quinte mucambos fei^us, e
hum mullo grande principiado ; dahi segui pelas tri-
Ihas, e-fui a Ut ugado Pei, onde tornei a encontral-
los, e toinei-lhes a fazer fogo ante da iinb que li-
nha bolado circulados, por el I es j hirem-se pondo
tm fuga ; neste 1 i/gar ertavaft elles fazendo novo Pal-
mar, que j tinha treze mucambos, e alii mandando
dar hosca, achou-se muita mandioca tiraih de fies-
,., ijas lazarins qaebiadas, doits maxad'os, Cuiccs,
euxailas, Taixos4 e alguma roupa : ahi devent ir, e
no dia de boje rouito sJo tornei a segui 1 os, e pouco
adiauleaxei parle da bagajera delles, constando esta
de mais (enmenla, pialo, panfilas, e bastante rou-
pa ; coutinufi a marxa, e dei mais em tres Palmares
'.'rlhos, sendi ntste ultimo bastante estrepado li um
roldado da mencionada companhia de Barreiros ; fui
~<;uin lo e a quatro horas da tar-le tornei a dir com
os negn s fazc-ndoj oulro Palmar ; torut-i a de lar
!iiiha-> emboscadas, e enlrei fazendo fogo, no qual
morreu hum negro de estatura ordinaria, tbeio do
corpo, cara xtia de marcas de bexigas, e o beico com
huma cicatriz anliga, -e fora5 muitos(tridos, que pe-
las tullas que elles fugha achou-se- as ticruxaa de
oupa que elleslevaiafi e deixara na occazia de *e-
: em fi-ridos todas su jas de sangue, e ainda mande-s
.ir, roas nao fui puasivel pegallos ueste ultimo
Palmar tmiei ibes, julgo que o restante de suas ba-
gageus, e Ibrao bastante derrotados, e nao os pode
continuar a S'guir, por tu-se araado as racoens da
Tropa, e sahi na estrada da cova da onca, mandei
dahi seguir o Teuente Manoel Fralicisco Alves para
o seu rento com as pravas que tinha trazid", e eu di-
rigi-me para eote para daqui seguir para o m OulroMin U-nboo faser ver a V. S., que todo qui-
to fbibigagtm existe em poder dos Soldados, que
as acharad, e os mucambos de tod..s os Palmares, que
tnconirei im os deixcietn p, na5 Ibes deixando as-
sim nada de que elles se pode-sera servir. A conta do
<:aitux*m, quesegastou, era outra occasiao p*rtcci-
paiei a V. S., e em descansando a Ti opa mais tres,
oti quatro das, estou pronto a lornallos a perseguir,
Do que muita ino empenhu, e nunca me poupafei pa-
ra 8<-m. lbante fim, a.0 obstante ser m uto laboiioso
este senr ico. Finalmente, faco ver a V. S., que es
aqtiuiuhados ua Sao la poucos como se diz, e ues-
tes f.ira vistos tres pardoslnclusiveo Baptista, me-
nos o fi!ho deste, que ua se tem visto em figo, sendo
hum dos pnieiros, que apparecia, pois coi re o bo-
ato, que e le murreu no primeiro fugo que com elle
tive no dia 25 do passado, e neste fogo ultimo o Bap-
ti-ta, e mais outros na5 ficarao morios por cauta da
chuva, que por maiseaulella que se tives e as ar-
mas, semprcalgumas molharao-se, pois nao ha Guar-
da feixes.
De os Guante aV.'S. Quartelem Paralibe i3 de
Selembru i835 lllm. Snr. Francisco da Rodla Pa-
es Barrete, Tenen^ Coronel e Commandante Geral
da loica doCatucaJo Antonio de Noronha, Te-
ntnte Commandante da Terceira Companhia__Est
"-onfoimeJoze Giegorio de Jeius, Secretario..
D1VERCAS REPARTiCOENS.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFR.
Sessm ordinal ia do dia 18 de Agosto.
Presidencia do Snr. Gusmo.
UOmpa.recf.iiao os Sor. Miranda, Bernardo da
M.randa, Menar, Cunha, Silva, e Souza, faltando
rom causa osSnrs. Menetes, e Catanho.
Aberla a SessSo e lida a ecsa da antecedente foi
sancionada po estar conforme.
O Secretario dando conta do eip^diente mencio-
nou os seguioies. ofiicios : Um do Excel. Presidente
para que se mand-sse al impar a praia e pateo do Colle-
gu que devem estar mpas e desempachadas para o
dia 7 de Selembro : que se expedisse ordem ao Fiscal
especlivo paia fazerlimpar, lano a praia como o
paleo.
Oulro du Juis de Pas do a. Destricto do Curpo
Santo diseudo que tinha todas as ordena a respeito do
Jury para o dia ao do correnle inteirada.
Oulro do Juis de Pas do a. Destrict) da S. An-
tonio pedindo huma taboleta pt*ii qae a que tinha
com ograu.le vento de urna dessas noites havia cahido
e nao tinha appaiecido : (ue sea taboleta havia cahi-
do culpa tinha sido delle Juis por nlo a ter hem se-
gura e que por isso pozeete oucra a sua custa.
Outrn do Juis de Paa do i. Destricto do Colle-
gio para que a Cmara respndese sobre a denuncia
que debe dera o Promotor Publico por ordem do.
Excel. Presidente inteirada.
Oulro do Juis de Pas do 2. Destricto de S. A-
mariuho para que a Cmara cliamasse quem o substi-
tuiase no lugar, vislo estar doente, eos Sapplentes
taml>em estarem empedidosque se cbamasse oimme-
diato.
Outro d> Juis de Pas d< 3. Destricto da EslaB-
eia para que se cbamasse quem o substituase no lu-
gar em quanto duras-e am* molestia visto nao ha-
ver a quvoa elle nn Districto passa-se a vara : que se
chamase o omraidiato. Passou-se mandado para
ser pago Jui Pejeira Texeira da quantia de 3o^ooo
reis das andas para os Fisoavf. F.p.u- ser dada a hora
alevantoo-se a Se>sao Joze Tavares Gomes da Fonce
ca Secretario a escrevi. Gusmo P. P., Miranda,
Menna, Souza, Cunha, Silva.
1000 Dito M-
600 Ditovelho
.l.'st.* ^IOO 1^500
2.' 1^)000 1^400
'3.*
Algodo em pluma
$900 1#300
9^)t00
Miguel Arcaajo Monteiro de Andra*de.
Administrador.
Joaqum Juze Fet reir.
Juzc Juaijuim da FoDcroa Capibaiibe.
O
CORRKIO.
Brigae Sociedade Feliz receba a malla para Lis-
boa no dia i9 do co.-rentc ao meiu dia.
y&* A Sumaca Estrella Matutina recebe a malla
para o Aracaty boje 18 do correnle as 11 horas da ma-
nb.
^r^r A Sumaca S. Antonio vencedor, de que
Mestre Frencisce Gomes de Figueredo sai para Santos
no dia 24 do correla.
CAMBIOS.
Rio de Jan tiro 3 de Selembro i835.
JuOndres..,......... 4o'/<
Parir................. 230
Ouroem barras......... 74 p. c premio
Dobroes Hespanhes. 21j 100
Pesos................. l^ilO
Moedas de C$400....... 12^500
a de 4$000....... 6^100
Prata................. 44 y, p. c. premio
Cobre moeda de 80 reis... 10 p. c. de desc.
A plices de 6 p. c. juro.. 88 p. c.
(Do Jornal do Commerco.)
juizo di: orfa de olinda.
V.
M. ir pausando com os necesarios inteivalos oy
mandados precisos para que os Tutores, que estad
em circunstancias de darem rontas, as ven bao dar
dentro do rraso de oitus das perempturios. igual-
mente tratar de pas>ar us nece>s.>rios mandados de
notiticacja para que todos aquelles, pie tomarlo a
juros dinheir<'S dos O. '.i sjb hypoihecas de bens de
raiz, que n5 prov i" com C'ei tidoes dos Tab. llifes,
e do Esciiva da Santa Casa da Misericordia de>ta Ci-
dade nao se achaiein gi a vados com outras bipothecas,
e cojos tilulos naS recolheraS ao cofre dos Oifas,
como te fazia misler, para que faca urna, e outra
cousa dentro de oilo das iii)prorogaveis sob pena de
serein compellidos recolher ao diclo cofre as quan-
tias, que lhes f-ra5 dadas a juios. Vm. passar tara-
bem mandado de iioliticac- 6 L-andro Bezena, mo-
rador no Di-tr icio da ConceicaS dos Milagre, pjra
que venha fazer inventario dos bens, q' icrad por
inurte de sua primeara mulher, pois me imforma
agora o respectivo Jaiz de Paz Luiz Gomes Ferreira
que ainda o nao fizera, tendo Ihe comtudo lirado fi-
Ihos menoics, e ten.lo outra vez casado.
Dos Guarde a Vm. Ubii.la lOde Agosto de 1835.-
Sr. Manoel Jiz da MoUa, Bsoriva6 Orlaos. Dr.
I.ourencoTiigo ele L -Hin-iru, Juiz de Ofav
- lllm. Si Remello a V. 5. pelo ODoial
des'e Juizo JoZe Marque de Q.ieiiz a quantia de
12^000 rs. importe da> raees dele con ente mej
pi-rt-ncenles a aquelles dos paaUDSj qua p'>r cale mes
mo Juizo fori' remettidos paia a Fuil.di-za, e que
8-i5 aquelles, por quem em ineu ufl'u io de 5 do cor-
reute deixea V. S. que d via ser distribuida a quan-
tia de 7$,'60 rs. que enlaft Ihe remett'i, excpco
do Indio Francisco de Paula que em 8 io correte Ihe
requi.-itei. lVrtence cada um dos cinco restantes,
quem o estado sustenta, a quantia de 2$400 rs.
Deus Guarde a V. S. por mui lOdeAgostode i835. lllm. Sr. Joa do Reg
Barros, Commandante da Fortaleza do Buraco.
Dr. Lourenco Trigo de Loueiro, Juis de Orfao.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
Pauta do pre?o corrente dos gneros pelo qual se fa-
zem os despachos do assucar e algodo na Meza das
Diversas Rendas d'esta Provincia de Pernainbuco
na semana de 17 a 5 de Selembro de 1835.
1000 Assucar B.
600 Dito velho
Velbo Novo
l.'sorte 1&S0 2$-2f>0
2.',, 1>>25 1$025
'3." 1^5325 1^)725
~i&
Agio de l^GOO 2^000
COMMUNICADO.
^Pilando pela primeira vez aparece em scena qual-
quer comedia, por mais inspida que ella seja to-
dos Ihe aelio graca porem quando he por muitas
vi-zes 1 i'peli>la, pe de todo o merecimento, e at a-
borrece. Asim tem acontecido com a cova da 0119a ;
os se us primeos n.* forio aplaudidos e tudos oceu-
pava > seo tempo oom ella ; mas boje vai de dia a dia
d-smerecendo, e o ir ainda m oceupar-seem objeclos de mais interesse, edeixarde
dar iinportan>'ia a entes inteiramente despresiveis,
que consentem de boa menl somente para aparecer
seos noines ao publico em letra redonda. Desenga-
ne-se o Illuslre Redactor da cova da on,;a que nao be
com repeticoens de fracos diterios, que o partido a
que pe tence hade alcancar a sua completa victoria.
M.
VARIUDADE.J
1NTRODUCCA HISTRICA.
^PiiLquer atiendo observador, collocado no grr-
mio da Suciedade, descobi e logo muitos pheuomenos
la notaveis como os que se Ihe apresenlao aos olhos
quando examina a abobada celeste: elle ve renovarse
continuamenl'6 hum movinvmto anlogo aodo najeer
e pi. dos astros: he este o phenomeuo da produccao
p con-umo das riquezas, mananciaes da existencia so-
lale da prosperidade das Nacoes. Breve reconhece
elle que est este movimeulo subordinado alis regu-
lares, cuj'i conhecimeiilo he ta necessario aos Cheles
e aos membros das Sociedades como o he o dos plane-
ta* aos Pilotos e Navegantes. Chama-se huma destas
Sciencias Astronoma, he a segunda conbecida pelo
nome de Economa Poltica.
Muito tempo decorreo antes que se ebegasse a esta-
belecer, em bases solidas, o systema do mundo: e s
em no-sos das se comecara5a fixar os principios da
Ec*onomia do Corpo Social. Fora porm esles, huma
vez lanzados, ierteis em consequencias; souhe-se me
Iborcoroopodia u hornera augmentar seos coromodc
e felicidade, pelo bem entendido ernprego dus recur-
sos'que Ihe offerece a natureza : ple fzer-se jus-
lipa aos abusos que rontra.iiaai.oou; retardavao o de-
senvolviment'i de suas faeuldades induiti-ia^a. Exa-
minemos concisamente qual fo o e lado da Sciencia
Econmica na longa poca -que precedeo as modernas
descobertas, e porque serie de progressos, ou d'apalpa-
dellas, chegou ella ao ponto em que avernos boje.
Remontando a<-s tem postal razados da Humana So-
fiedade, observamos, m-smonos mais informes co-
meos, continuo movimento de trocas, fundadas as
precises dos homens e em seus recprocos interesse*
Vemos que enta, como hoje, o juro do dioheirou-
i ILEGVEL


7
v
(
hia em proporciS dos riscos que corr o em prestador
de naS ser embolsado. Descubrimos igualmente que
pnof erao os povos laboriosos, e qie as NacSes indo-
It-rie.s se arruina, pezar de passageira circuosUn-
cias que parecer difficuhar a fortuna de huns, e au-
gmentar a de outros. Assim reparou a repblica da
llullanda rom sus bd:r t::u ss desgranas .ccr.sionadas
or teus debales < om Luiz XIV, e a H-spanha ha
pouro seuhoia do Pei, pede esmola ao Univeiso.
IMiciiuineiius anlogos se bao por lano renovado sem-
pre em dadas circunstancias, anda qtiando naS exs-
tS observadores capazes de os indigiiar geral alten-
cao: volteava a trra anles que Glibo pedisseper-
daS aos Inquisidores de baver adivinh -do seu mevi-
menlo.
Quando pon m, por huma serie de obscrvac5 methodicas, conseguio o genio do homem o compre-
li> nder os lacios prinripaes d huma Sciencia : quan-
do os eaplii ou pelo raciocinio, de maneira que os
pode erigir em principios e lirar driles consequencias,
pode enla dixer-se que est criada e que existe essa
Scienria : tal he era nossos das a Economa Poltica.
O. factes despresados por nossos antepagados forao
colligidos por seus dcscendentts, e formando as licS-
esdo passado sua expeiiencia, desapparece todos os
ibas aquella resistencia aos inellioi amentos que a mea-
ra va fascer eterna a infancia, ja bem prolongada, do
genero humano. Lo livores a Dos, ja comee-amos
a crer que para fazermos fortuna naS devemos arrui-
nar nossos visinhos, e que o mais rico Imperio he
aquelle que mais contribuicSes paga : diminue a rai-
va do monopolio e cabe no ridiculo : o systema das
prohibid-oes, t.5 estimado dos partidarios da rotina
comees a soffrer contradictoie*. Abre Inglaterra se-
na pollos a nossos productos, e enriquece seu fsico
diminuindo o imposto dos vinhos : araba de conhe-
cer-ae, naquelle paii, que se naS pode ganhar com
pobres, e que para fazer bom negocio, cump e tratar
eom ricos, querdjzer, contribuir para que o seja lo-
do o mundo. Nspoim em Franca anda naS have-
mos conseguido ala gi o de illustracaS, e certo eslou
que neste momento em que escrevo, te persuadem
muitos Publicistas, nossos compatriotas, que a Hes-
paoba, por exeniplo, sentindo filia de ludo, nos
vai enriquecer sua cu-.la se nos li/.ernios fentecado-
doiesdella: he o mesmo que se dissessem, que he
jueio mais cer-tu de gozar boa saude, o naS frequen-
tar sena doentes.
Continuarse- .
A NN UNCIOS.
O \hio a luz um Manual de Geometra Pratica, em
Portugus: obra utilusima a lodos os homens anda
mearao nio tendo frquintado Aulas. Vende-se na
roa do Lt va ment luja D. 4 por preco commodo.
O
AV4ZOS PARTICULARES.
'Ezaja-se filiar aosSnrs. Miquillno Joze de Almei-
d, e Manoel de Jess, qu.i.o annunoiar suas mo-
- radas para seren procurados.
Wt Que aouber aonde exi te um negro da cos-
ta Ussa, ja idozo, por nome Matbias, poisdesspare-
eu de Olinda no principio do cnenle mez de Se-
tombro, queira participar a seu senhor em Olinda, o
Capilao O.iveira, que ser recompensado.
, **^" Quemannunrio querer urna casa em Ol-
d* para c lempo da fejta cmerer.do urna no pateo do
Amparo n. 5, dmja-se a mesma cidade j-ua do Bom-
ba, n. 21 adverie-se que* chave da dita casa t se
pode dar no fin de Setembro.
*f A Pe*8 que precisar de um Brazile ro, que
sabe bem eacrever, e este cazado, r serve para csixei-
ro de ra ou escritorio: annuneie, ou procure na
ra vetba n. 75, Udo do poente.
. y**" Pr?l,"-edeumfetor que entenda de fa-
bricar mannhas de I, e te, bom ordenado sendo
gr-deoseutrabalh,., procure a Domingos Joze Ro-
dngues de Asevedo na ra Nova, ou no porto da ra
dea Flores onde tem deposito de maaeiras.
J^^ Snr., morador na ra de S. Francisco em
Olinda, que mandou fzer cinco pares de calcas de
differentee cores pelo abaixo assignada, tenha a bon-
dade de aa ir tirar nu loja, em que trabalba o innun-
cian/e na ra do Amparo n. 67, pois j bastante
tempo estio promptas, como sabe o dito senhor ; c se
-m prazo de 4 das o nao fier, o anaunciaote declara,
ra embolcar-se da quanlia, que Ihe devedor tanto
do leitio da roetnias como de outras obras, que em
diversas occasies tem mandado faser.
k___ Antonio Francisco de Barros Leite.
"t^ Precia se alagar ama casa terrea, com quin-
tal e carimba, sendo dtsde a Soledade at a praca da
Boa-vista: quem a tiver annuneie.
DIARIO DF. PERNAMRUCO.
%a** Prigunfa-seao encarregado da armado da
Igreja Matriz de Santo Antonio, para se celebrar o
Te-Deumno dia 7 do cnente, por conta de quem
he o concert de huma sanefa que Domingo 6 cahio de
urna tribuna, pondo-se as cortinas ? Se Sor a sua cos-
ta nada tenho que dizer; porem se for a custa da
xi maiiuaue, uirv, ijue quem em o lucro, lenna a
perda; pois ba>tn a estafa que K vio as alfaias. Se-
nhor Juiz, e Tbezoureiro sentido com o tande.ia.
O Devot* Faustino.
b9~ Quem annunciou ter para alngar escravos
tanto para rua como para casa procure na ra da cruz
n. 24* no 2. andar.
*y O abaixo assignado tem de ir ao Porto tractar
de seos negocios de sua ssude, e por sao previne a
qualqner pessoa a quem o mesmo por esquecimenta
deva apnzAntesiias coalas no prese de trez das para
serem immediamente pagas.
Joze Pinto de Barros Monteiro.
*JaV O abiixo assignado Beneficiado do dia 23 do
p. p. aviza a todos os Snrs. que lbe fizerio o obsequio
de receber bilhetes para o sea Beneficio, e que ainda
nio tem pago, hajao de o lazer, para inleiro reconhe-
cimento do annnnciante.
J. G. P.
Ipa^* Preciza sede um Portqgues que entenda de
sitio : na rua do Cellegio D. 7, a.* andar, e no mes-
mo lugar vende-se vticcas de leite.
tJC^ D-se 800.^ reis a juros de 2 por cento ao
mez, sendo em prata, e o pataca"o a 1$O0, sobre
boas firmas, ou penhores de ouro, e prata : a pessoa
que pe tender dirija-se o Boa-vista, rua de 8. Gtica-
lo, cesa n. 10, que achara com quem tractar.
IQP* Preciza se muita tallar ao Snr. Lua Francis-
co de Mello Cavalcante para negocio de sea iateresse ;
queira annunciar a sua morada.
^^* Precisa-se de 200^5 res por tempo de 4 me-
ses, dando-se para seguranza oilenta oilavas de ouro:
quem os quizer dar annuneie a sua morada para ser
procurado.
||b^ O abaixo assignado, declara para conheci-
m* nto de quem Ihe conver que a venda da roa do
Cotovello D. 29 em que esl como socio nos lucros
Fraac-co Goncalves Cosa, Ibes pertence por haver
comprado dita venda a Manoel Machado Vieiaa, a
quem a pagou em dinheiro e Letras a i5 e 20 das.
Antonio Joze Villas Boas.
NAVIOS A CARGA.
Para Genova.
OAhe at o fira do mes a Polaca Sarda Diana,
cap. Mazzini : quem nella qaiser car regar, dirija-se
ao seu consignatario A. Schramm.
u
COMPRAS.
_Mescrave, que seja perito official de npateiroe
que ne tenha vicios, que agradando ao comprador
d-se bom dinheiro : quem o t ver anuncie.
*^ Offerece-se bia paga por urna escrava se vi-
cios, e que so tenha a habilidade de ser boa cosinhei-
ra, e engomadeira: 1102 andar do sobrado D. 11
na rua da cadeia m Santo Antonio, das 6 da manhia
as 9, e de urna da tarde s 6 acbar com quem aiu3-
tar. r '
W Garrafas variasde Le Roya 100 res cada li-
ma : no armazem de vidros .10 lado da cadeia.
r^ 200 oitevas de prata velha que seja de Lei:
quem tiver annuneie.
mm Um moleque de 12 a 16 anuos, e ama mo-
rada de casa : na rua Diieita nadara D. S.
LEILAO.
liogo Halliday faz leilfo de um ferro de na-
vio com 11 qnintaes e 75 bracas de corrente hoie
sexta fena 18 do corrente, pelas 10 horas da
manha, no Trapue do Bei, por conta de quem per-
teucer. r
VENDAS.
U Moa cabra boa de leite com cria : quem perten-
der annuneie. r
*T, Sacca'de 'qoeire da medida velha de arroe
vermelho a 8JJJ res, e lodos os mais gneros perten-
cente a venda por dinheiro tosU lisa por preco eom-
modo: no paleo do Ca mo venda D 3.
** pn"cva frila roossa e milosaili.i com
todas as habilidades prensas para 0 Wfieo de mus
casa de familia: na rua das cunea D. 14, i. andar
,. W", V?ia aerara crla, que sabe cosinbar ^
chano de urna osa: na esquina da pracinha do Li
vramento loja D. 1, do Burgos Ponce de Leen.
yfJT Urna preta dogenlio, cosioha o diario dea.
m* ca_',t 4e engoma : na roa Direita padaria D. 6,
^T A coiiecio de Leis Militare* pelo Brradeirn
Rayaundo Joze da Cunha Mallos, obra utifios se
nhores Officises do Exercito, e Nacionaes: na iua"
do collegio D. 3.
fcV Superior viubo branco, tinto, e de Lisboa
PRR, dit0 mcale!, agurdente do Reino de espiri-
to de vnho, bolaxa ingleza muito nova, vellas de e.
p*rmacete, macas para soupa, arene doce, paiM
almaco, branco, e de peso, e dito mercado, queiu,
superiores, ginebra, licores de fojy as qualidasW
serveja maito boa, piesuntos^aaios. choriaa, oart
portuguesas de jogar, cflfc mssoqcafe,*esteiras de
Angola, toucmhode Lisboa, dfte^*Sarftos, choco-
late, e todos os aais gneros, e tarEbem u tonal
grande que serve para degosilo de rnel, ou azeite de
carrapato, ou a^oaidate, ludo por preco commodo -
no largo do Li vi amento venda de 3 porlas D. 2
lambe se rece!* dinheiro testa lisa e de X e L.
|^ 300 botijas vazias, 100 garrafas, e a quartol.
las : na rua do AragSo debaixo do sobrado d senhor
GirSmlo. *
Ha** Suecas com arroz pillado de 5 quar tas med,
da velha, ditas com 3 quartas eem arroi de cascada
5 quar tas, ditas com mi Ihe, ditas catn sevada, ditas
com amendoas, e noses, ditas coA castsahas pilladas
do porto, barricas com bolaxa inglesa ib snobs, di.
tas com 10 libras, gigos com hlalas, btrricas com
sardinhaa, barril 00a man taiga, botris com touci-
nh; prezuntos, paioa, linguicas de La mego, caixa
com cha, ditas eom vinho moscatel, ditas com litria,
e talharim, ditas com es per mace te, ditas com sable,
vinho velho do Porto engarrafado, licor de toda M
qualidades, barriz coa vinho branco da madeira, di-
tos eom vinho Angetliea, vinho a retalbo do porto, e
Lisboa, ameixas, e azeitonas novas, tudo por pirco
commodo, e lambe se recebe dinheiro testa lisa: na
rua dos Quarteis venda D. 2.
tV Um presepio do Menino Dos, muito lindo
em seo formato todo de pedra e mariscas de diversas
qualidades : na rua do Mundo novo D. 5.
O.
PERDAS.
. 'Fferece-se viate patacas a quem axou urna casa-
ca preta, viuda de casa do Alfa 1ate na noite de 16 do
correte desde a rua do Collegio, em direitura a rua
Nova, e da I i paisa do Palacete, querendo entregar,
o pode facer na mesma, casa D. 23, que axara de
quem receber a oferta, ou annuneie para ser procu-
rado, que igualmente ara compencado com o ma-
mo.
FURTO.
L\l O dia 16 pelas 7 horas da noite na estrada de Jico
de Barros junto do-portio do Guarda-mor tres ho-
mens furtaro da mi de um pelo um cavado ac
sem mancha atguma de cor, com um ferro no quarto;
rerommenda-se a quem tiver noticia do dito cavallo
ou o aprehender o leve na rua do Queimado D. 7,
que ser bem recompensado.
ESCRAVOS FGIDOS.
Jl Aulo, nsco Rebollo, idade 30 annos pouco aais
ou menos, estatura ordinaria, abertos, cara bixigoza, tem dois ou tres ealombos as
^costas, bem feito decorpo, levoa calca branca dese-
tintta, camisa de algodo gruca, son de nano j ve-
lho ; fgido no dia 28 de Agoslo: os aprehendedo-
res leveft-o a rua da Madre de Dos por cima da ven-
da do La va, que serio bem reconrpencados.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chaos no Pono de Pernamluco.
22Segunda -ioh.30 m.
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3
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Manhi.
l'o^na Typ. do Diario 1835.


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