Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02955


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Full Text

I*
J ANNO DE 18.35. SXBb'/tiA?
12 DE SETEMBRO N. itT.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PtiTAMBCco, haTyp. DtM. F. de Par*. 1835.
DAS DA SEMANA.
7 erunda efum S. Panfilo B. Anni. da Ind. de Braail. Grande
Valla. Nao ha desp. L. ch. os 30 m. da id.
8 Terca >*> Natividade de N. Snra.
9 Quarta S. Sergio P. sess'ao da T- Pub.
10 Quinta S. Nicolao de T. Re de m., aud. do Jnia do C. de
11 Sexta S. Theodora. sesslo da T. P. de m. e aud. do J.
19 Sabbado. S. Auta V. M. Relacao de m. e rud. do Y. G. de t-
em Olinda.
II Domingo O SS. Nmade Mara.
Tudo agora depende de nos raesmos, da nossa prudencia, mode-
rado, e energa: continuemos coma principiamos, e eremos a-
pontados com admiracao entre as Nacoes mais cultas.
Proclamado da Jittmblta Qtral do atrartf.
Snbscreese a 1000 rs. mensaes pa^os adiantados nesta Trpogra-
fia, e na Praca da Independencia N. 37 e 38 ; onde se recebem
correspondencias legalisadas, eannuaeios; inserindo-se este* gra-
tis sendo dos propriosassignantes, e rindo assignados.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda Todos os diasao meio dia.
Goiana, Alhandra, Paraiba, Villa do Conde. Mamanjruape, Pi-
lar, Real de S. Joao, Brejo d'Areia, Rainha, Porabal, No i*
Souza, Cidade do Natal, Vil'as de Goianninha, e Nova da Prine,
a: Cidade da Fortaleza, Villas do Aquirs, Monte mor noo.
Araoat, Cascael, Canind, Granja, lmp>-ratriz, S- Bernardo*
S. Joao do Principe, Sobrar, Novad'El Re, Ico, S. M atheus, i
acho do sanguc, Santo Antonio do Jardim, Qhexeramobim, e Par-
naiba Segundas e Sextas feiras ao meio dia.
Santo Antao Todas as quartas feiras ao meio dia.
Garanhuns, e Bonitonos dias 9 e 23 do mei ao meio dia.
Flores no dia 13 de cada tnez ao meio dia*
Serinhaem, Rio Formozo, e Limeiras Segundas, Quartas, *
extas feiras ao meio dia.
I
RIO DE JANEIRO.
Ministerio do Imperio.
^Llm. e Exm. Snr.Sendo necessario fazer constar
na Europa o estado de prosperidade progressiva, em
que nessa Provincia se acha a Colonia de S. Leopol-
do, a fim do que com taS agradavel noticia, se pos-
sa6 dispor os nimos a formaren novas Colonias, que
espontneamente venhaSestahelecer-se neste lmpeiio:
a Regencia, em Nome do Imperador, Ha pofbem que
V. Exc. remetta com a brevidade possirel a esta Se-
cretaria de Estado huma circunstanciada informacao
sobre o estado da dita Colonia, assim pelo que perten-
ce aos trabalhos da agricultura, como aos outros ra-
mos de industria em que se oceupa os seas habitan-
tes.
Dos Guarde a V. Exc. Palacio do Rio de Janeiro
em8deJulbo de i835.Joaquim Vieira da Sillae
SouzaSnr. Antonio Rodrigues Fernandes Braga.
Ministerio da Marinha.
MLlm. e Exm. Snr.Convindo amiudar quanto for
possivel, as noticias das proTincias do Norte, com
parlicularidade as do Far, para que em tempo op-
portuoo haja o Governo de providenciar cerca do
3ue nellas occorrer; vou sollicilar de V. Exc. as or-
ens neceasai as, a fim de que de ora em diante dous
dos melhores paquetes da EstacaS do Norte oPata-
gonia e o FelirvenhaS em direituri esta Capital;
devendo no seu regresso tocar em Pernambuco, Ce-
ar, e Maranbf o, em cujos Portos s se demorars 48
horas, eoilodias no do Para, donde outra vez torna-
rs para aqui. E por quanto eu julgue naS menos
conveniente a bem de por as viagens dos paquetes do
centro em harmona com moncSes reinantes na
Costa de Brasil em as differentes estacSes do anno, que
Ijos niezes de Fevereiro a Seterobro inclusive, sigaS os
ditos Paquetea em direitura a Pernambuco, e demo-
rando-so ali oito dias, hajaS no seo regresso a esta
Corte de tocar nos portos de Jaragu, e Babia, aonde
s estarS 48 horas ; e que nos meses de Marco a A-
gosto inclusive, toquem os mesmos nos da Babia, Ja-
ragu, e Pernambuco, sera que se demerem mais
tempo que o j marcado; espero que V. Exc. se
sirvir expedir igualmente as suas ordens semelhante
respeito.
Deus Guarde a V. Exc. paco em i4 de Julbo de
i835 Joie Pereira PintoSenhor Joaquim Vieira
da Silva e Souza.
T,f\trf,/>nT i T
r-ui luniou.
Continuado do 2V. 170.
Jl i As monarquias hereditarias ha huro manancisl
menos de desastres, que as electivas ; e hum des-es
males la transcendentes de menos, basta para deci-
dir a questaoNos consideramos debaixo das pala-
bras. Monarqua electiva todos os governos de hum
ebefe, bem q'seja vitalicio, ou temporal; em cujo
ca^o se acluS todas as Repblicas americanas^ dwde
Bolivia ou Hsiti at os Estados-Unidos ou Buenos-
Ayres Existem pois certos rasgos caractersticos em
todas as eleicSes antigs, como modernas, e parece que
o espirito, que as dirige, tPtn sido mesmo em todas
as pocas e em todos os lugares; taS parecidos se mos-
traS es modernos Scitas da Polonia com os Gregos do
baixo Imperio, como todas as Repblicas americanas
com os membros insubsistentes do collosso Romano.
A forca e naS a rasaS, o prestigio do Poder e nao a
juatica, o habito de ser obedecido e naS a persuasaS,
foraS em todo tempo os motivos preferentes as e-
IeicSes tumultuarias ; o direito de igualdade era a
mania dos Polacos, e sem embargo os seus Chefes fo-
raS sempre guerreiros afortunados ; muitas veses a
eleicaS entre os Romanos dependa do succeao de hu-
ma batalba; e por notavel coincidencia i2 Rep-
blicas, que existen! actualmente no continente ame-
ricano, tem todas Chefes militares asna frente. Nos
outros mesmos naS estamos sentos desta pecha, por
que temos outro General cabeca do Executivo cir-
cunstancia tanto mais consideravel, quanto que fo u-
nicamenle por haver acaudlhado huma insurreicaS
militar, que elle fora escolbido para meinbro da Re-
gencia.
Entre as muitas rasSes, que devem decidir nos
preferir a monarqua hereditaria outra qoalquer
forma de governo, he a principal e mis interessan-
te a facilidade e utilidade com que podem lempe-
rar-se todos os elementos aristocrticos e democr-
ticos, quando a monarqua he a forma essencial; cS-
dicaS que naS se d em rienhuma outra forma de go-
verno. A experiencia o est provando, e a historia
nos'diz, que hum Monarca revestido de hum noder
permanente e real, e naS de mero aparato, nao po-
de pender para a Aristocracia nem para a Demo-
cracia, cujos elementos o Poder Real sufoca, assim
como huma luz grande sufoca outra pequea. Isto
he o que acontece com a forma do governo da Gri
Bretanha, prescindindo de outros exemplos, onde se
v claramente amalgamados os elementos aristocrti-
cos e democrticos por meio do mercurio da Monar-
qua ; sem diminuir o lustre, ou restringir tanto o
poder, e autoridade doPrincipe, que altere a menor
cousa em sua nalureza. Si nenhum povo at boje
podeconsiderar-se perfectamente calculado para ad-
mitir huma forma exclusiva de governo, sem incor-
rer em todos os inconven;ente9 dos disturbios domes-
ticos; ser sempre mais prudente preferir aquella,
que afianse j^teresse de todas as classes e condicSes,
com mais ^obabidade de prehencher os seua
fins.
Nos outros naS podemos ser por muitos annos, se
naS aquillo mesmo que temos sido, eainda somos pre-
sentemente, em quanto durarem os efeitos da nossa
peculiar situacaS. O nosso cdigo fundamental, que
naS he de certo o mais perfeito, he com tudo o mais
justo e o mais anlogo nossa posicaS social. Forma-
vamos huma s familia, quando nos separamos de
hum modo nunca visto na historia do* Povos, que se
tem emancipado at hoje. O nico eXemplo que po-
de achar-se, sem muta analoga, ht^b de Carlos 5.*
abdicando a coroa d'Alemanha em se'u IrmaS, e a de
Epanha em seu Filho ; assim mesmo nunca aquel-
las duas Nacoes tinhaS formado humat familia, co-
mo o Brasil e o Portugal. Ao separar-nos para.sem-
{ne, deviamos estabelecer hum pacto de familia, e
bi o que justamente acontecen ; aquelles qiW sea-
chavaS no Brasil, e quiseraS pertencer nossa comii-
nhaS, se chamara Brasileros e ficaraS entre nos;
e aquelles que ficaraS em Portugal, se chamaraS Por-
tuguezes com igual rasaSExiste pois hum verda-
deiro contrato, em que se admiti bum direilo ante-
rior, o qual se acha sancionado pela ConstitUicaS no
seu ai t. 6.* 4." SaS por tanto Brasileiros os nasci-
dos em Portugal, que adherir o tacita ou expressa-
mente ao grande acto da nossa Independencia ; e niri-
guem pode esbulhal-os de hum direito rdquirl-
do.
O direito de sufragio, de que gosaS os libertos, he
huma garanta da liberdade civil; garanta igual-
mente sancionada pela nossa ConstituicaS. A igu-
aldade legal entre todas as nossss classes, e o direito
de elegibilidade de que gosaS todos os htjmena indis-
tinctamente, seja qual for o matiz da sua pelle, he O
elemento primordial da Monarqua no Brasil; porem
sera o mais pernicioso instrumento em mos da De-
mocracia, seria a morle civil e poltica do Estado. O
nosso elemento monrquico consiste principalmente
nessa gradacaS de preeminencias sociaes, que cada
huma Classe se atribue sobre as oulras, que ella
julga inferiores por tantos hbitos arreigados, e por
inveteradas preocupares. A moral de hum Povo
consiste sobie todo as suas leys consuetudinarias*
nesse direito naS escrito; si tivessemos a desgraca de
ensanchar a esfera da nossa moralidade, Dos sabe
onde riamos a parar ; hum louco ou hum malva-
do pode suscitar seraelhanta idea. anto no nosso,
como em outro qualquer caso, consideramos a Mo-
narqua limitada como o melhor de todos os governos,
e a Monarqua hereditaria, como a melhor das Monar-
quas.
Disemos que a Monarqua limitada he o melhor de
todos os governos, porque hunia Monarqua absoluta,
tm que a trbitrariedade he a nica regra de conduc-
ta, be hum absurdo la grande aos olbos da rasao,
que parece mais propria para os selvagens, que para
povos cvilisados. Entendemos por Monarqua limi-
tada aquella forma de governo, em que as tres poten-
cias intelectuaes se achaS representadas no Corpo so-
cial por meio de tres agentes diversos, cobrando con-
juntamente ; isto he, querer, obrar ou executar, e
julgar } com a precisa condicaS de que aquelle que
queira naS obre, que o que obre naS Julgue, que
que julgue naS queira nem obre. Sem embargo,
em todas os governos he mister que exista hum poder
absoluto e independente, colocado em alguma pes-
soa ou Corpo desuado coordinar a marcha dos ou-
tros poderes, e a impedir a demasiada friccaS, que
pode produar hum delles em contacto com o reito
da maquina social. Este poder que alguns pertendem,
que seja confiado hum Senado Conservador, ootroi
(e cora melhor iuiso) o confiaS hum s homem, re-
vestido do prestigio taRealesa. Tal he a origen do
Poder Real em Inglaterra, onde o Principe, que qui-
ser ser mo, se achara circunvalado por grossas bar-
reiras, que Ihe impedem abusar do deposito sagrado-
do poder Supremo ; porem quando for boro, elle lera
sua dispo>ca5 hura poder iraenso, que nunca teve
maor nenhum Monarca absoluto; poder, que deve
ser tanto mais grato aquello que o exerce, quanto he
mais real e verdadeiro.
Cntinuar-s*<
ILEGIVEL ) MUTILADO


r
DIARIO DE PEfiNAMBl/C?.
GOVEHNO da PROVINCIA
Expediento d dia 0.
\_r Fficio "Au Comrasndante das Arma, ce-nimu-
nicanuo-lhs que a Regencia Ilourepor bem dttermi-
Dir que > licenca que oble ve registrada o Major de
Cae- dores Antonio Pedro de S Bnelo ai a com ?en-
cmenlo de tempo e m< io sold desde 22 de A goal o do
anno prximo pasado.
Ao mesmo, a i n de ir, a na r avjzar es Vogaes
Militare da Junta de Juatic* para a Se-sio de n do
correte.
Ap m pela Secretaria d*Estado dos Negocios do Imperio, no
qual Aviso 11.'i por bem a Regencia recomendar que o
Coreuio Provincial faca conbecer ao Commandante
das Armas, e mais oftlciaes e Soldados queentraiam
na guerra contra os facciosos de P.ine'la, e J.icu ua sati-faclo pelo heroico, e patritico con>poi lamen-
to que sempre sustentara m em lio longa, e arriscada
crue.
Ao mesmo, communicando-Ibe que a Regencia
Honre por bem Determinar que o.3 Tenente de
Engentan ot> A nt nio Carneiro Leio, seja empegado
n'esta Provincia.
Ao In.-pector da Thezouraiia, cetnmunicando-
Ihe ocoolheudo do preetdente cilicio, para mandar
brir os competentes assenlos o 1. Tenente Leio.
Ao Commandante das Ai na*, communicando-
lhe que a R gencia Houve por bem conceder un anno
de 1 i cuica na foi ma da Lei para ir Corle tratar de
aeus negocios ao Alteres Joze Fe man des de Jezus.
Ao Inspector da Thezouiaria, coramuoicandu-
Ihe o contheudo do precedente oficio.
Ao DeZembargador Joze Libauio de Souza, pa-
ra comparecer ua Sessio da Junta de Justica no dia 11
do cnente.
Aos DezembargaJores Tiburcio Valeriana da
Silva Ta va res e Gregorio da Costa Lima B< lmcnte,
para o mesmo m do 1 fficio precedente.
Ao Inspector da Tliezouraria, exegindo a re-
niessa para a Secretaria dos esclarecimentos que pe-
de 0 Promotor Publico da Cidade d'Olii.da acerca do
estado em que se ada o quartel da Praia de S. Fiau-
eiseo ii'aqu. Ha Cidade.
Ao Administrador do Coi rei, remettendo-llie
por copia o Avizo expedido pela Secretaba de E-Udo
dos Negocios do Imperio em data de 2 de Julho, a
fim de que at odia 15 do rente remella a Secre-
taria do Govento as contas da Adroinistracio do mes-
mo Confio do anno findo para seieui r. medida a-
quelta Secretaria d'E-tado.
Portara ; Ao Commandante das Forca* Mari
timas para ihfoi mar onde, existe o recruta Selvestre
Rodrigues de Vasconcelos, e a raza. porque ni.1 foi
remettido para a Corle no Paquete Januaria, como llie
foi ordenado a 3 de Juulio p. passsdo.
Ao Commandante do l'aquele Leopoldina para
vtar promp'o a fazer-se de vella para os Portos do
Su! no dia 13 Jo coi rente.
reto, Tenente Coronel Graduado Commandaue Ge-
ral.
RTICOS DE OFFICIO.
M.I 1.LV6T e Exel. Snr. Entrego as mos de V.
Excel, o incluso oficio do Commandante das Foi cas
doCatuc, puraque V. Ex. P.que scicnte das.iplo-
ace ub mmente feilas pelas mesma Fi.rcas ser-
viudo-se V. Ex. devolver dito offico de pois de lido.
Dos Guarde a V. Ex. Qualtel do Coiumando das
Aima* de Per na mi.uco 10 de Agesto de i835. II
lnst. e Excel. Snr. Frailesco de Paula Cava'canli de
AH'uquerque, Presidente da Provincia. Joze da Cos-
a Rebello Reg Moi.leiro, Commandante das Ai mas.
I/lust. e Excel. Sur.- Levo presen ca de V.
Ex. a. parles incluzas j.or copia q.-e me dirig o o
Capitao Ago-tinbo Jote Pessoa Panasco A.co-Verde,
Tenente Joio Antonio de Norouba, Alteres Joio Fran-
cisco dos Santos, e dellas vei V. Ex. o recitad. das
fxploracoen<< deque elles foiio encriegados, cum-
prindo-me acrese eutar, que o ravalio de que traa a
paite do referido Capitoaxa se de presente senindo
na co nducio de alguns doeutes da Companhia de 13.1 -
n iros qne sio remedidos para o Hospital, edoqtul
V. Ex. se sirvir dispor como entender.
T nhodado ordt-m para que. Sexta feira n do
ro< rente maixe segunda vez para o lugar de May Ca-
fharina huma Forca de c'ein pracas ao mando dos
T nentes Joio Antonio de Noronha, e Manoel Fran-
cesco Aire? para atlacarem por diff-i entes pontos o Pal-
mar que all existe a iim de ver ese btern znelhor
resultado.
Dos Guarda a V. Ex. Quartel em Apipoeos 9de
Setenio, o de 1835. lllust. e Excel. Snr. J.ze da
Co-ta R'brJlu Rfgo Mcn'eiro, Commandante clasAr-
ii:a?de-ta Piovinca.-- F.au taro da R x. Pn Ba -
1
lllust. Snr. Partecipo a V. S., que cmvir-
| lude da O. dem que recebi de V. S. sahi no dia a do
correutp, eme dirig ao Engenho Ulinga, e logo qne
n i!- zegiui iratei de explorar as multas endeencon-
irei hum cavada eastanho capado, e no dia 3 nada
'pude fazer porque a omita xura nlo deu lugar: no
dia \ CMitinuei na exploracio as immediac ens do
mesmo Ergenho, e tendo andado obra de tres qnai tos
de legoa .- encontni eatrepes, e f;os, e buma for-
midarel rarreira de armadas, queden indicios qne
na quelle lugar haviio pietoa, porem continuando a
ninba msixa, e no encontrando nada me retirei a
t-ide pata o dito Engenho aonde pernoitei: No dia
pela tr.anhi alii. e dii igindo-rne para os mesmos lu-
gares em que tinha andado no dia antecedente me rn-
contrei rom um dosfacinorozosxamado J..|o B'pt:s-
la : n vdela lhe deu lium tiro que o f< 1 io segundo o
indi ios deangueqne o m'snio deixou quando se
lancou s matlas, e mandando ru avancar os Solda-
dos sobre elle, nn'o-se reres dentro das maltas dea-
ron, pondo os Indios, e nessa a vaneada foi logo grave-
mente .strenado bu m Soldado em- hum fojo, e qualro
levemente, e na misma occasiio lambem eu fui etlre-
pado em hum dedo do r, e lego mais adan te enron-
tr. i o Palmar, onde 't pois de huma forte resistencia
entrei, o qual e*ra c'tuado com exlencfo de 800 bra-
cas, pouco mais, ou menos, estando rocada as mal-
tas mais pequeas para facilitar avistar-se ao longe
qut-m .'eenramiiiha-se para f mesmo, aonde exiliio
16 cazas de pal lias, cora 3, 4 ramas de jiio cada -
ma, as quaes derraba ludas, e nlo as queimei por o
fogo nio querer pegar em razio de cstarem muito mu-
llndasda niuila xnva, ednico das ditas cazas se axou
rarne do reara de superior qualidade, e pedacos de
xitaN que os Soldados condiizirio ; e tiverio os negros,
e ladn.ens a abilidade de fazerern fbgo degranadeira
de detrs das cazaa para que os Soldados avancasse,
e calussem nos fojo rara serem rslrepados romo auc-
cedeo ; p rque os P jos, e eslrepes i^rio huns em ci-
ma dos oul ros e por (al mam-ia postos que toda a vi-
gslaucia t^ra pouca, e nio pude continuar e perseguil-
los por j estar com a tropa muito caneada, e o Sol-
dado gravemente estrepado nio me poder mais acem-
panbar, e rollando recebi f-go na retaguarda em hu-
ma veri nte j foi a do Palmar, e mandando outra tci
avancar a ti opa para o lodo donde rinba o fog<>, e
dundo esta ouatro descargan el'es nfio rezi tirio, ein-
lianli iio-s*. para as maltas d. bandando-se para diffe-
renlealug.ma, e relirei-rne para o meo Poni sena
encontrar mais no idade.
De Guarde a V. S. Quartel no Ferraz fl de
Setembro de 1835- lllus. Snr. Francisco da Rocha
Pies Barreto, Ten-nte Coronel e Commandante Ge
rol da Foca do Calue. -- Agoslinbo Joje Pessoa Pa-
nasco Arco-Verde, Capillo e Commandante.
Illusi. Snr. No dia 28 do crrenle, t\e or-
de o de V. 9: dada pido Tenente s suas ordena Joio
Ignacio Ri'ieiro Roma para salu'r no dia seguinte a ex-
plorar as Matas ate* o da 31, recebendo do mesmo u-
ma Fo-ca d>-25 pracas commandada pelo Tenente An-
tonio Benedicto d'Araujo Pernambuco, e i4 ditas da
minha Compaubia, que se a xa vf o em Paratibe, as
quaes renni as qne aqui ex-stiio, e fez o total de 55,
e tiz a expl naci s guindo o roteiro qne do mesmo
Tente Roma recebi, sem encontrar novidade algu-
ma ; s sim ive dennncias dadas pelo Senhor do En-
genho Mu^supim o Capili,, Manoel d'Araujo Caval-
caii, eTenen'e Cosme Joaquim da Foneec Galvfo
, morador no mesmo Enlienho, que entre Caite defu-
era, a Villa d- Iguara-s morava Joaquim Francisco,
\C<*mp.dre e amigo intimo de Baptl-la, Chefe dos a-
quilombados, e que aquelle boniem >a qoem supria
a este de ludo; por aso que e te sempre abi *inha :
fui a clido ">en, ion>do Jiaqoim Francisco, i le-
das as ob>err .coens, e nada pude colher, mas nio
obelante ito, lefai ao onh cimento do Juiz de Pax
rep-cti>'oa denoncia para elle obrar segundo a Ley
respeito; rrWhendu a este Ponto hoje, tendo fim-
lacado a eiplor-tcjo dessa mane ra. (Jlif.ro sira parii-
cipoa V. S. que em Ulinga ncontie hum Piquete
de 16 prapas daCompanbia doTenenJe Manoel Fran-
cisco Al es.
Deo, Guarde a V. S. Quartel em Monj pe 3l
d'Agosto de 18^5. Illoat. Sur. Francisco da Rocha
Pa. s Barret.., Tenente Coronel Commandante Geral
da Fo.ca doCatuc. Joio Antonio de Noronhe,
Tente Comm-nJatne d* Urceira Companhia de
Cont gentes
> -- iHustrissimoSnr.-P riieipo a V. S., qu no
dii 2 do corrate n.tz aaJii a exploradlo segundo a
rdemqa- live de V. S. para me opresentar na Po
voaco de B bii lie, e communicar-me com o Juiz de
Pzdfjueil Dialrirlo, o que poretn nio eneoa-
traudoo dito Juizem seu quartel, entend me com o
scu supliente, o qml m di.so, qu os negros aqui-
lo ul.ai >s nio faxio p -azada ttrU.j p>rque ora asta*
vio em hi m lu^ir, e orar em outro; porem 1
mesmo rae dirigi as raa'las de Boa-v. nlura sem Guia
e foi corlando pelas mallas da minieira aond tir
nol cia que s negros esta vio sabiudo na malla dav&A<
la, ene Foi no da eal, dirigi-rne a Paral be, e ,b
officiei a V. S. para participar aos Juizesde raz de
M rangu*p', e da Cidade de Olinda que bia huma
Forca exploradoura aquellas mallas, e segu no
cutio dia iii.niediatansent' s mallas e n<> enrontiri
tri'ha, ur-Ui rasto a'gum que di se' d. moustiacio de
all haver genle; t fiz o meu tegiesso para esle P'.nto
sera novidade alguma. peo Gurele a V. S. Otar.
tel n<. Ferraz 6 de Seten bro de 835.--Illustiiksisxo
Snr. Franni-co da Roe ha raesBr.elo", T Denle Co-
r nel e Commatidanle Grial da Forca do Catur Ju.
io Francisco dos Santos, Alferes, e Commandsnle.
DIVERCAS REPARTICOENS. "
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do A'.* 170.
A
correo.
Sumaca Estrella Matutina, Me tre Manoel do Sa-
cramento sai para o Ararat y nodia i9 do orrente.
Continuacio da Narrado das caucas e effeiUn dos sue-
cessos do Pai nos raezes de Abril t Maio d.'ie an-
no de 1835 relativos eExpedivio mariiin.a viuda
doMaianbio, offeiecula a todos os Brasilt-iros p< r
Francisco Pedro Vinagre, Prndente de fito e
encairegado do Commando das Anuas da m.ms
Provincia do Para.
Ei
Sas mesmo Povo, e tropa, qne ero ai de Feverei-
ro me curstituiio de faci Prc.sidt.-ute da l'ro\ inr a,
no dia ao andante Maio, tiobem de falito, m<- dumi-
li'io deste Emprego ; -e por achar-se auZe-nte O'-
guine Depulado Provine i ..I, o Reverendo Jernimo
Roberto 'a Costa Pimenul, tere de officiar ao IfPi-ei-
ro, e Reverendo Snr. Titomaz Nogqeira Hit anco, pa-
ra quene.st.- mesmo dia vies.-e tomar ronta da Presi-
dencia, que a Ley (he confina em q-oanro nioibega\a
aquelle que ora eslava foca da Cidade S. Ex. re-pon-
den disendo era snl) tancia, que nao ai verno por achar se no porto do Para oD Ai g-lo
Cosiadio Correa, nico, a quera a nvsroa Ley cha-
mava em primeiro lugjr. eat poique o seu e-udo fi-
zicoo impos-i litava de tio ardua Ui f't. Anda live
de i'ficiar a S. Ex. na misma darla em termos mais
clarossobie o giandeobjecto, elbe pr .t.siei x.lesn-
nemente por todos os prejnisos da c-u-a Publica se
continuarse na negativa. Tornou S. Ex. a responder
?erbalmente no mesmo sentido, que da pnmfna *ei
e entio a sol, rania Popular com dgutdade, VorHoa
se dirigi Casa de S. Ex. e em nome do bem da Pa-
tria, eda Legalidade Ihe irapoz o proeeito de aceitar
o Governo. S. Ex. aceitn e os Pa> a> ns> s no geral
pateiiliaiao o mis jocundo praser, assim como eu em
particular. Na manhi do dia 12 d<> sobie.lito n ez de
Maio entie vivas de aplauso, e con ten lamento apre-
senlou-se S. Ex. no Palacio do Governo, eem minha
pre.-enca, e de outros muios Cid* aos de todas as
elasse.s coni' C"U os seus irabalhos convidando por c r-
cuUr atodis os Juises de Paz, emais L'.mprega.ioi
Poblaros, das d.lTereiile.s Reparlicoe-, paia que s8
horas dai|uelle mesmo dia comparece -sem no Palacio a
bem doservico Nacional.
Esta accio jubilosa e de lio all m na em que to-
dos nos acharamos foi in'eriompida com a subdita des
carga de metialha, e baila iaza despedida pelos ca-
nliSs da forca martima. Todos os circunstantes at-
lomioj f girio de te lugar a^gredidu Coni ao ( as-
lello a indagar o principio de lio inopinado r. mpi-
menlo, e em verdade fui sciente que o insignific>wt
motivo de nio neos lar abordo da Fragata lium.i ga-
barra de gado vaeum, que navega va jwnio a trra m
r.sio da oriente d'ag-.a, tora, e nio outa a causal
para que aquella Fragata e osde mais vasos de Guer-
ra aiirassem a lium lempo sobre a Cidade.
Oconflii to da guaira se f.-z violento, e geral de
paite a parte, elle durou at as i horas d la id bo- '
ra em que escapndose espa vorid?, e mo'eslada para
o mar a gente do desembaique terminoa o logo ni
mb.ii as partes emblenles. Triunfou a Liberdsde
da lirannia : Puno-se o malvadrza dos mpi sores; mas nem por isso os Paraenses tiiui fanles e
pensadores deixara de lamentar as sortesde tantas vic-
timas, que ainda que inimiga* fo*sera, sao Biazilei-
las! Tanto s susto as familias tantas ruinas nos Templos, e noa
tros edificios tanto prejuizo aos rendimeutuiNa. io-
J MFI wr.R l^vl^^^Dl


DIARIO DE PERNAMOUCO
3

m
mp* e tanto, e lio dcoloi aris males *io o aflek" do
execrando capricho dos Presidente* do Cear, e Ma-
ivrilii" principies Reos da Justica, da Razio, e da
Humanidad*! 1 No da 15 do relatado mez de Meio
na auzencie da legitima Auctoiidade o Pov, e Tro-
pa Paraensc segunda vez me encarregerlo de teto, o
Gon-rno Civil, e Militar da Provincia, e nesta quali-
dad pro'esto pera me Deseo Mundo m*nter fom
emplea Provincia do Pi ad'hesio do Gurerno de
se
seini'c --- --------
S. M. o Sur. Dom Pedro 2.a He esta a vootade dos
Paiaet'ses. A correspondencia < (Erial que tive coa o
CoM.mandante d* Eaped ci maritim, Doutor Ange-
l ('..,. t dio Ce rea, e o Reverendo Thomaz Nago- ira
Pic.o-o, vai sucesaivmenfe sahindo do pr.-lo Wf-
b'ic a*U cntlicudo dclli algara a universal opinio
dos mei tentimentos, e fartos relativo a presente
tU.S.
Pa 7 Je Mai> d i835.
Francisco Pedro Vinagre.
(Do Mercantil Paraenwr.)
ANSUNCIOS.
O AWM aMgn-do jnaaifeit* o respjtavel Fu-
blic, q> qoarta feira ahi. lu ol'S' dRe-
pub'ic.ano Federativo eom oilo paginas, pelo preco
de 80 iei*. O Redactor ad verte am -seos Benignos
Leilores. qne douti ina exposta em dilo N. apre -
sentada tnicamente para ae delucidar a verdade, e
por O recotnenda o Pvo que ohed 9a cgamente
o Magistrado, e este rg-mente sleis, poisso asaim
a R, publica consegu) i a admincio dos b mens li-
*. e nao deaobeJeceado aa leis que a NacOes se
ek-vi.i o galarim da felicidade social, e im quatido
:io esrravot das lea: sle penaar pelo sabio Soln
usl firado com a seguinte rulenca : A Repuh'ico
raiiila quaudo o Magistrado nlo obedece a le, e o
Puvoo Magistrado. A lturadoN. do Repu-
blirno Federativo dcveiuter*ar a todos os Partidos
Polticos, e principalmente o Povoirxau'o do Brasil,
qi.e ik. onh cea moniode radeias que o partido a-
n.k'Tla auirateira, e prfidamente unido cora Os
E lr;.ngr.oa farjio, para manietar seus ps. e brseoa.
J o de Barro* rVcio ri'Albuquerque Maranhlo.
yrjf Ueo lu o N.' 38 do Aristarco con ten do :
Bieec Respi-sla Guarda Avaneada; um pequeo
Artigo sobre o Par, huma correspondencia que rela-
ta ae prepotencias praticadas n*> Cear pel< Snr. A-
lenrar, un extenco discurso do Snr. Depolado M iri.o subre o mtio circulante. Sai com duas folhas
para compensar a falta que hoave QuarU f ira pnr
iiiiut" lial)a!hosd*Typ''g'nfla. Vende-se na loja de
litios da Pisca da Independencia, e no armatem do
Sor. Aleixo ait rro da Boa vala.
WW A Thesouraris desta Provincia tea de nego-
ciar Letras sobre a praca de Lnndi ea ate* 5.000 L. e
mai'da-convidar aos Sms. Negociantes flacione, ou
Estohgeiros, que a esta transacuio se pr pniho,
qu/ti> comparecer 110 da 14 do cnente para fazer-
eo ajuste. Secreta-ia di Thesouraria de Persaa-
buco 11 de Setenabrode 1835.
Joaquim Francisco B stos,
Offi ial Mator.
DcCubiiose finalmente O
moto continuo, a Pedia Fi-
lozofal, e a realictafie da Utopia de TI10-
maz Moro : Sabio Luz Intu Pr-ijecto de
Constituirn a mais perfl-ita, que se pode
imaginar, e a nica, qut*, se felizmente for
abracada, tornar o Brazil hum Paraizo
terreal. Vende-se na Praca da Indepen-
dencia Loja de Livros N. 37 e 38, pelo
proco de 80 m. Ele Projecto compre-
bende as meihores i'!as,^o meio n;ais se-
puro de promover, e sustentar a liberdade.
Mil vezes fezes os Povos, tjue o abraca-
ren) E quem dira que lie obra do Dou-
tor Marche marche f Foi aerado este
Projecto depon da sua morte entre | apeia
velhos. Os mais fdizes descobrmentos tem
sahido mujtas vezes donde se nao espera-
va.
AYIZ08 PARTICULARES.
Ereira-sede um bnmtru para administrar urna
>brs: quem estirer oejtJi eircunstanciaa dirijasoas>
armatem de nnc*ines da r characum quem tractar.
%W' Pre< tsa-se de um homem, ou mesmo um pe-
qiifno para a'-ompauhar a um negro de entregar pfo;
na ra e^tcHta do R.iurio padaria D. i7.
%& O Abanto H.'5Rii, ciantes, e Ingisu dela Praca as:gnid<> de.rhracii q'
se aeha no Diario A* urnambuc N.# l6s), de re-
ceber a m<-d.t lep-afa nacional, e e.strangera c>-
nliecida com o nome H patu i.> no val'ir de mil e seis
centoa rU tem conhecido que ni divergencia do valor
por qu> ra ta um oucr, ou pagar, ou ser paga nf*a
mo'ds, a um glande emharsco as suastrant.ict6es,
tanlo de -oiMpr, como de venda, e por is o decl.ira q'
se apart-t d < d-1 Lracio que a^gnira, na qual nio se
d.tndo le.upo.-, rto, .inie^eiido'eHunci.ida de prezenle,
sto be. quando foi feita, nio o pode obrigar indistine-
tamente por lempo long >, e assim de agora em (liante
pecebei, v p*gii naquella moeda pelo valor que
ajuMar com aeoa contractantit.
Jote Joaquim de Meaquita.
%&' D-se um cont de reis em sedlas a juros de
doispor centoao mez, ddndo firmas a cont-uto, po-
de diiigir-ae a ru tarea do Rotario, Botica D. 10,
onde se lir. qm-m ht t*l negocio.
%JB" Prcisa-sa de singar negros para serventes de
pedreiro, traba'hn aqiina Praca, e p.tg-se por di. a
sello em boa atoe la : na casa D. 8, em N. S. do Ter-
co,
Y9m ^" venda D 9 oa* cinco p.intas precisa-se de
um fetor Poilugoez, on Esirangeiro para um sitio
perto da praca qu enienda de p<r, a eoxertar:
quera eliver nestas circunstancias dilija se a tractar
do ajus'e ia mesm.i venda cima. ^^
lljp1 O nb iix" a-sifn,-do orno bastante procura
dor de sua irmi An>ia Bernarda Selle, viuva do
falecido Amaro de Ba.rns Corris, e como tutor dos
Orfios fi hns dos ditos, a vita ae Sur. Ignacio X\ier
Carnero da Conha, que o fi Jlo Nepomoceno
Carneiro da Cimba, como abonador, fi'dor e prin-
cipal pagador, firou a dever ao referido casal nio
poneos cotilos de reis, cojos ttulos desde ja passa a
entregue sos ci clore do mesmo casal para pmcederem
a sua eohranca, por isso qoe ainda tata realisada nio
ebegari para .satiafsier aos mesmon crmores, e por
eonsequencia mnliumas sobras a beneficio da viuva
sua iruiia e dos () faos eos obrinbos.
Francisco Feliciano RodriguesSette.
yy Precisa-se de urna ma de leile, que tenha os
requuitoH necessario que seja livre. branca, p.rda ou
preta, qual *e pag-r com generosidade; qutm esti-
ver ne-ts ci>cun-tancias dirija-sea c.:sj de Lui/. Go-
mes Ferreiri no Mondego.
Hy A pe..soiqne annunciou no Diarion. 170 ofiV
receudo-se para fV;tor de sitio, ou para administrar
escravos pode dirigic-se a >ua da Paz N. 12.
y Preci/.a-se d-6oo a 8oo^JJ rs. a juros, sobre
hipoteca, ou ho s fiemas quem os tver, e quizer
dar anuncie.
sjry A Comis'-io administradora dosHosptaes de
caridada e cazad a Esp -sto, pertende pr em anema-
lacio a quem rni>i der, as spguinte propiedades per-
tcncentes o mesmo H-ispita' ums na ra Velhs D. 33,
outra no B co da Viradlo D. 20, potra era Fora de
portas na ra principil o. 180, e outra no fundo da
mesase com a fren'e para a mar gr-tnde n. 117, outra
na ra da Pad Jote D. J, outra no'Bcco doquiabo na Boa vista D. 3,
outra na ra da Vegria una propi d-ide de i andar
crin loja na iu> do \morim D i i onra d<- 2 andares
e um rmate n roa di Lap n. 188, : a psso< q'
Eertendccem dirijao-sc no dia i6 do eorrtul pelas 4
oaa da tai de com seo fiador.-s >o mesmo Hospital.
H<
ARR-MATA^AO.
__Oje sabbadu 12 do correte ae hade arrematar em
hasta pub-a os eff'-iloaque ficnio na venda do fugi-
tivo Joze Rapo/o Greg na ra da praia defroiiteda
casas de Constantino Joze Rapos, pelas 4 horas da
tarde sobre a avaluacio de 233&830 res a qusm mais
der.
NAVIOS A CARGA.
Pai fretar, eu carregar.
Ara qua!qurr porto do Mediterrneo a Polaca Sar-
da Diana, Capi'o Mat/.ini do lote de i80caixasde
assaoar : tractar com o consignatario A. Schramm.
COMPRAS.
i


IJMa morada de casa terrea em boa ra : quem a j
tircr annuneie por esta folba.
-Um terna da medida velba, sendo deseceos:
quem tlvrr annuncie.
VENDAS.
i
Ms esnoa que lera i ni! reis d'sges : ss rus de
Hor'asD. 18,
W* A prato com boas firmas, ou mesmo a tra-
co de escravos, e>o propriedada a parte de una
padara cita na ra Direiia confronte a risa do fales*
c do Joze da ecnba, qae Ihe rh.imavio a padaria da
Treta, muito bem afreg etada com bastantes farinbas,
e de pr co coramodo : sjucm a pertender dirija-te a
ra da crut srmazem de Joaquim Antonio da Vascon-
celos & Comp. a fallar com o seucaixeiro Joaquim Lc-
pesa^Almeida, que dir o motivo da sus venda.
W Vende-se, eu troca-se por um moleqNe de 0 a
ioannos, um de si mno?, official desap.teiie, e ae-
leiro j na ra Direita loja de couros D. 12, lado da
nascente,
V^ Urna escrava, de naci Benguella lavadeirs,
para fora desta provincia, ou par Engenho : em Fo-
ra de Portas a'fallar rom I. iz Gomes e Figuerado
d fronte do sobrado do defunto Constancio.
%3^ Rape princesa ebegado prximamente da Ba-
bia : na roa da cadeia velha n. 15.
fc^ Urna escrava crila que representa 26annoi,
boa figira, cose, engoma, coiinha, lava, e vende na
ra : na ra da Santa cruz na Boa-vista em casa da
Francisco Marques da Silva, defronte de oito da rata-
nia Igreja.
%rjp Vestidos de fi' de linho, ditos de escomitha,
ditos de cambiis, challes prttea, e brancas de fil
de linho, e de varios tamaitos, lovas curtas e cura-
pridas, challes de teuquim de diversas cores, lensos
de fil de linho, e de cambraia, sapatos de marro-
quim, chapeos de sold seda, chamalote desedaede
algodio, e camb aias de linha, e de algodio todo pa-
ra senhoras : lensos pretos grandes, sarjas e setins de
varias cores, panos finos de diferentes cores, brine
transado* de linho, chapeos de sol de seda para ho-
rnero, panos para, banca-, chapeos castores e de mas-
sa, suspensorios de seda, ditos de borrsza, e outras
mtiita< fatendas de go-to, e por toda moeda de robra
que li ver o pezo da Le : na ra do Qut-imado D. 3
JTJP* Um selim de montara para senhora, mu ri-
co e com pouco uzo, no ultimo gesto e moderno, por
prego commodo: na ruada cadeia velba loja de cha-
peo D. 45.
yfJT Para fara da Provincia um escr*ro de 6 an-
uos, com tdficio de Camareeiro, e principie decosi-
nheiro : na ra da Cadeia, 2. andar do,sobrado D..
2, por cima da guarda.
PERDAS.
Jl Erdeu-se urna caixade prata fvita no ra te comas
I. tras de firma F. P. C. : quem a a:har leve-a a ten-
da de Joaquim Dos Gomes Siqueira na ra da Madre
de Deej que receber o seu valor de gratificacfo.
ESCRAVOS FGIDOS.
WTEAvo, deidade iz sanos, pouco mais ou menos,
de boa estatura, cara bixigoza, urna oielha finada,
uo and r b ta s dedos do> p> para fora; fgido a
um anuo, ej f i prezoni-sta praca porera tornou a
fogir : csapr c da Fonre. a na ra da Madre de Dos, que serio bem
recomp-ncados.
nry No da 26 de Agosto desapareceo do Engenho
Velh.i de J.boatio um mulato claro de nome Anasta-
cio, o qual lem s siguaes seg lintes : estatura baiza,
cabePos catapinliado, tdhos vesgos, representa terde
idade 18 annos, tem offh io de sapateiro : offereee-se
0$) reis a quem o levar a diso Engenho.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboms das mares ehetas a /'crto aa Parnamkucc
a
J
4
o
m
15Segunda !
i
16T:
17_Q:
18-Q:
19 -S:
20-S:----
2i-D:
i-
4 b. SO m.
5 -42
6 -50
7 .-II a
8- - 6 a
8 -54
9 -4a a
Tarde.
Hontem nioentrou, nem tahio Embceselo gi-
ma.
Pern. na Typ. do Mari 1996.
AD rTM^PiMT-DAri L


BS
Pveco& comente*. Petnambnco
/J2
c/e ^/ete??i6roff5
iMy&TA$Ae
IMPORTATION
GNEROS.
Ancoras e ancoretas.
Aniagem ordinaria,
fina.....
>>

1
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,, de lato.......
Arcos de ferro......
Arroz piUdo estrangeiro
Azarco..............
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Inglez largo......
estreito-----
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Bolaxinha................
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da Russia.
CafTe'....................
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,, de Monte-video,
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d'America
de Porco
m >i 'Irlanda
Carneiras Francezas decores..
Carvo de pedra....
Cera ama relia.....
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Uxim.........
perola........
Cerveja branca
AR 'FIGLES.
Siecl A/lian..........
Swedish.......
Spirits oj turpenline...
Brandy Frenh 26. ..
,, Spanish ,, ....
Tar Swedisch .....'..
,, American.......
Lavander............
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Hemp Eng. pat..
Russian
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Agoardente de Franca 26.
M do Mediterrneo,,
Aicatro Sueco..............
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Alfazema...................
Alvaiade...................
Amarras de ferro conf. snasv.
,, de linho Ing. pat....
,, da Russia..........
Amendoa doce com casca mole Sweet talmonds soft shell
Anchors and grapnels..
Crcquillas...........
fine.......
ron Irire assprted
Brass
Iron lioops
Rice white
Red lead
OH olive Portugal
,, Medilerranean
Whale...........
Codsh Small and di y.
Brass basins..........
Potatoes..............
Caifskins, French
Rossin ...............
Russia sheeting wide...
Ravens duck
Engl, sheeting wide ...
duck..
Bread pilot...........
1. navy.........
Crackers .............
Cordage Eng. pat
Russian...
Caffee ..........
Beef dried, Rio grande
,, Montevideo
Salted Irish....
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Pork................
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Sheep Skins French col.
Goal..........
Yellow wax...
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Tea Hysson S
Uxin ....
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Algodo, 1. qualidade. .
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1 iiondres, 39 a 4i Ds. St por i$ cdulas ou
prata 5o p. cento de premio nominal.
Lisboa 4o Pr 0/0 premio, por metal, Nom.
Franca a3545o Rs. por franco
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Moedas de 6/400 ia^eoo a iatf8oo
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Premio da prata 60 65 p. c. em pagameto'Trieste
,, 43a5o p. c. contra cdulas
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Cobre 10 por cento de descont
Freights
por 0/0
Nglaterra. Algodo, 410 Rs. ar. &5 p. en
,, nom. Assucar 2 por Ton. 10 ,
Franca Algodo 400 rs. ar & 10 por 0/0 No
,, Assucar 60 fr. nom.
Couros 180 a 200 reis ,.
Namburgo, Assucar lib 3 e 5 p. l Nom
Hollanda 3 L. & 5 >
3 L. 10 & 5 por j0
Portugal, Algodo 600 Rs. por Ar.
,, Assucar 3oo
Genova, dito 3 *.
CAMBIOS.

pnJne^it^lotT; ^ffitii&'i*; s^:stLYm!;LT Ia ufrnco; ro r ,barras 2 ^ cenide p,emio; ^^ ***** v**
'por 0/0 iuros, 80 1/2 por 0,0 juros pagos. 4* '20 hlin,a ; Prata ^ Por cenl > Cob,e- ">eda de 80 rs. 9 por cento de descont ; Apolices de 6 I
'fes^ Lisboa .ooporcento; Rio de Janeiro 3o por cento de prJ
r *4 ^JO m" //,lBS ae 4*0 a >#000 numa i P"^ cunhada 90 por cento, nominal ; Moeda papel ao por o/ ; Cobre 25 p. 0/0 I
1 mo;
B.
C
Iho
Hb
1 Quintal =: 4 arrobas. 1 ar. 3a Lb.
100 Lb. a- 93 meios k\ ,, = 101 Lb. Ings. = 95 flam.
1 Canad (medida vclha) 1 3/5 galn = 6/7 velte.
42 Alqueires (idem)= 94 bushel = 34o titres.
1 Covado = 3 palmos, t Yatd. 4 palmos.
1 Vara 5 palmos, 1 palmo = o mex. 116, = 8 p. M Ing.
01. quintal, Lb. libra, Ar. arroba, To. tonelada, Ba. barrica,
barril Cx. caixa, Gl. galo Pp. pipa Alq. alqueire Va. vara,
oovado, hu. huma, Di. duaia Ct. cento, Gr. groza, Mi. mi-
, Pe. peca, Re. resma; Fa. falu, ab. abundante, Pr. procurado,
, nao ha, Ya. Jarda. r
OS direitosso de i5 p. c. sobre as avanacoens.e mais 1 ija de expedieiite -
flt^ Desde o i. de JuUio, o fumo, ea Carne do Rio Grande nao ra-
go mais direilo algum de exportaco, mas continuo a pagar 16 por etn-
to sobre a avaliaco d'Alfandega, vindo de payzes estrangeiros.
^* A Agoardente paga a por cento d'exportaco sobre o valor de 400
rs.a caada.
i^Subscreve-sena Typografia do Diario, pateo da Matriza i3ooo por pnn
7j|fooo por Semestre 4 #00 por trimestre ; vende-se avulso nd^mesrao luga'
4oo Rs. rada liuii e sendo para os assignantes i 80 Rs.
1MPRESS0 POR M. F. DE FARIA.


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