Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02954


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Full Text
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ANNO L>B 1835. SEXTA FE1RA

11 DE SETEMBRO N. 170.
DIARIO DE PERNAMBTJCO.
das da semana.
i SM.adaW.im S. Panfilo B- Aenir. da Iod. d.Braail. Giaad.
VaHa. Na& h d^p. L. ch. ios 90 m. U B.
t Terca # NaTdade de N. Snre. i
Quarta S. Sergio P. eeao da T. Pafc.
10 (fciaU S.Nicolao de T. #Rd ., aad.do Jaled.f. de
temf'&Tbeeeora. eio da T. P. te ... ..d.do J.
lf btac&A.itaV.M. Rel.cod..a..n.d.doV. G. det-
cm Olinda.
11 Dominf o O SS. Nom* de Mara.
Priimidm, !Tvf.DtM.F. tF*u- 1835-
Tudo agora depnde de o nemos, da noe prudencia, mode-
racio, e energa: continuemos com principiamos, e eremo a-
pontado* cm admiracao entre ai Nacoe mai culta*.
Proclamado da Atttm.hU* Qtral d* Mrutil.
Subcre*-e a 1,000 rt. measaei paro adianUdo. aesta fypogra*
fia? e na Praca da Independencia l. 87 Si onde te recebm
correspondencia leRaliseas, e annoneiom inaenndo-M wtM rr.
tit ende do proprioaaignantes, t Yindo aawfnado.
PARTIDAS DOS CORRBIOS.
Olinda Todo o* dias BO meio dia.
Goiana, Alhandro, Paraiba, Villa do Condtv Mamanguape, Pi-
lar, Real de S. Joao, Bejo d'Areia, Hainha, Porabal, N* 4-
Soua, Cidade do Natal, Villa* de Goiaoninha, e Nora da Priaee.
a; Cidade da Fortaleza, Villas do Afluirs, Monte mor or*
AracatY, Caacavel, Canind, Granja, lmperatria, S- Bernardo
S. Joao do Principe, Sobrar, Nova d'BlRej, Ico, S. Matheue, i
achodo sangae, Santo Antonio do Jardim, Qbexermbbini, Pf
naibaSegunda e Sextas feiras ao mei6 dia.
Santo AntaoTodas as quartas feiras ao mei o dia.
Garanhum, e Bonito- nos dias 9 e 23 do mea ao selo dia.
Floreno dia 18 de cada mee ao meio dia.
Seriohaem, Rio Fonnoao, e Limeira- Segunda, Quarta,
exta feiras ao meio dia
RIO DE JANEIRO.
Ministerio da Juslica.
t
n
lum. Exm- Snr.Pelo OfiBcio de lf de Maio
paaeed, do Vire-Presidente dessa Provinciay fleou I
Regencia, ero Nome do Imperador o Sor. Doro Pedro
II, intfirada dos revate- carviene- bumanidade e da Patria lera feilo o Rispo densa Diu-
ceie, conseguiidopor meio de ra presenca eeihor-
tacSea, que grande numero dos revoltosos de Jacuipe
e Panellas, se lenhaS apreeeutado, e procurado o a- I
briso da Lei.
Beos Guarde a Y. Exc. Palacio do Rio de Janeiro
ero ii de Julho de 1835-Manoel Aires Branco.
Senhor Prndenle da Provincia de Pernambu-
IUm. eExm. Snr.A Regencia, ero Nome do
Imperador o Seuhor Dota Pedro II, Inorada de
quanto V. Exc. pende eroseu Oflicion. 8dei4nV
Maio ultimo, sobre haver suspendido em Conselhoi
o Batalhio de Guardas Nacionaes da Villa de Guyana,|
pela paite que tomara ns pertuibacSea quealitive-)
raS lugar ea Outubro do enno paseado, Manda de-
clarar a V. Exc. que esta medida mereceu a Sua ap-
provacad.
Dos Guarde a V. Exc. Palacio do Rio de Janeiro
em 13 de Julho de i835.Manoel Alvea Branea.
Senhor ^rendente da provincia de pernambu-
co. .
Illm. eExm. Senhor Nao havendo disposieao
de Lei expressa 0 terroinanie, qnei-e applique ques
t6 movida entre o Cpila6 da 6. Companhia do i.
B..Ulbao, e o Cnmmandante interino delle, e pare-
ceudo mui attendivei*, econclodentes a* rases coro
que o mesmo interino Commandante sustenta o direi
to que enlende ter, de demittir os Cornetas qe mal
nervirem, sem que por i*so fiquero prejudicados os-
Comrnandantes das Gompanhiaa da faculriade que Ihes
d oArt. 56 da Lei de 18 de Agoto de i83i, dos
nomear, sendo os deroittidosaub-tiluidos por outros
idneos da sua nemeac: Manda a Regencia, en
Nome do Imperador o Senhor D. Pedro II, declara*
a V. Exc, que por bem da ordem, disciplina, e re-
gutaridade do serviieo, convero fawr valer as ratSes
expendidas, eqiejulga improcedente a queixa do
CanitaS da 6. Companhia, de que trat6 os Oficio N.
409 e 4 iO de 9 do corren le.
Dos Guarde a V. Exc. taco em 45 de Julho de
1835Manoel Al ves Branco.Snr. Cunde de S. Si
Mai.
Ministerio dos Eslrangeiroi.
&Nr. Commendador.Recebi a Carta que mefizea-
tea a honra de dirigir em aS'de Abril Itimo, a rea-
peito da disposiclo da Ordenanca Real de 8 de Jolho
de 1894, que onera de bom triplo direito as madei-
ras de marcineria serradas a tres decimetros de grossu-
ra pelo menos. Eu ja tlnha sido informado, pele Le-
gac6 doRei no Rio de Janeiro, das qaexas que es-
ta disposica excitou no Brasil. Mas, ainda antes de
as conheeer, oGovernodo Bei tinha temado de aeu
moto proprio a determinacad de lh%i faser desapare-
eer causa, pomo o atiesta o projecto de Lei sobro
as Alfaadegas, apresentado Cmara dos Deputados
em o r. de Derembro uliimo. Entretanto o Artigo
deetaProietto, que he relativo as madeirasde marci-
neria serradas, tendo apparecdo redigido de huma
roaneira qiifl poderia f*ser nascer algumas duvidas, o
Sar. Ministro doCoromercio, em virtud* das com-
municacoes quede miro recebe, deve propor na oc-
caaiS da dicussa do Piojelo huma dispoaicad ma-
i.+ precisa, e p-.-la qual as madeiras de marcineria ser-
radssa tres detim-lros de grossu ra nao ofrera o
triplo direito, sena qundo n*t6 forem importadas
diiectarnt-nte dos lugares d producca ; e se, como
h provavel, e>te projecto de Lei nao for discutido
na Sfsi6 actual, o Governo do Rei inserir a disposi-
?a8 de que se tratafem hum Ordenanza Real, que se-
r publicada depoisdo encerramenro da Sesaa5."^fe-
licitaudo-me, Snr. Commendador, de ter de roa
transmitlir esta deoisa5, que complelameole reconhe.
ce o direito'da reclamado que fisestes, em nome do
Governo de Sua M-gestade o Imperador do Braiil,
n6 nosso dispensar-me de responder as obse. vacees
qae termina a vosse CarlaVos notaes que a nos-
sa tarifa semita em geral os productos do Brasil a di-
rectos subidos, e represenlaes que as mercador.as r ri-
cesas sao iratadaa no Brasil dfe huma maoeira multo
mais favorav.l. He verdade que, segundo a Legis-
lac6 Braaileira, os productosestr.ngeiros na8 devem
pacr por sua importaca5 mais do que hiimdireilode
quince por ce .lo ; mas vos sabis, Sor. Commenda-
dor, que este direito, em vez de ser regulado sobren
valor real das aaerondoria* no momento de sua iritro-
docea8, he perri-bido pelas avaliac5es olficiaet e hxis.
Or, eslasavaliaces sao de tal sorte exageradas paia
alguns dos prodnrt< proprios da Franca, que dao
locar percepca5 de tala, que excede em mu.to a im-
posic-5 de quina* por cento do valor ; e mesmo ce. las
mercatlorias Franrea sao excessivamente avahadas
em rasa6 da aaa origem. A LegacaS do Re na6 tem
deixsdo de reclamar por differentes veies ayaliacea
de mais equidade, mas os^eus esforcos tem sidosem-
pre malogrados, bem que se posa demonstrar que
n6 nteressa ao Brasil conservar as fixcSes que sao
o insto objecto de nonas queixas. Entretanto, Snr.
Commeadador, as di^poiieoes da LcgislacaS das Altan-
desas Francesas, ni parle relativa aos productos Bra-
sileras, me pai ecem longo de aothoi isar a negativa que
experimentamos. Logo que v* vos queixastes do
modo por que estes producios n8 tratados em Frao-
ca, tfli*isen da vida" particularmente em vista os
direiioa a que sa8 augeitoa em a nossa tarifa o assacar
e o caf dos paiz^s estrsngein$ mas he preciso notar,
Snr. Commendador, que a imposicio da^es direitoa
ha fundada sobre a necenidade em que eslamosde
assegorarrm Franca hama extracca aoa productos
das nossas Colonias, e que ella ns6 a||cta ais oa ib*
(eresses do Brasil do que os de outros pases, que pro-
dusem os mesmos artigos. T sabis alea diasoque
o Governo do Rei oa5 cena de buscar todos o meioa
possiveis de obter hnm meio maia ampio para as trocas
entre a Franca ees pases estrangeiros, e eu na6 tenho
necenidade de lembrar-vos que o anno panado elle
tomou huma medida, que, facilitando a d"|1?'5
dossnucarai mascavos, para uso das nosns babraos
de refinar, teve especialmente por fim estender nos-
sas relacoes com o Brasil, lata medida, e a que eu a-
cabo deanaahciar-Toa refativarfser/te aa madeiraa de
marcineria, proraS asss?. o desejo que temos de fazer
tudo o que nos be pouivet em favor do Commercio
Brasileiro, e eu na5 duvido, Snr. Commendador,
que o Governo de Sua Macestude o Imperador do Bra-
sil, esclarecido por vos sobre nossas boas disposicSea,
veja nellas hum novo motivo de modificar as avalia-
c5es contra as quaes deUalde nos temos pronunciado
at hoje.
Recebei a segranea da alta consideracaS com que
tenho a hema de ser, Snr. Commendador, vosso
muito humilde e muito obediente servoDe Bi oglie
Senhor Commendador de Moutinho, Enviado Ex-
traordinario e Ministro plenipotenciario do Brasil tro.
pariz.
a*
EDITORIAL.
Continuado do N. 109.
Jum hum dos histoiadores dos ltimos lempos *
Imperio Romano lemos de passo, que Sapores, aquel-
le temoso Rey da perbia, contra quem Juliano fez a
expedica5, em que perdeo vida, fAra coroado ao
venlre de sua MeHa vendo a Rain ha fictdo deeape-
rancas por morte deseu marido, declararlo os Magos,
que a criatura, -uue havie de nascer, seria vara6 ; pe-
lo que troucera5 as insignias reaes, e colocaodo-as no
venlre da Rainha, os principes e Strapas fiaaraft
prostrados o reconhecimento do emb iaO Monarca
poiem para citarmos hum exemplo mais conhecido
enire o infinito numero dos que se apreseulaS, to-
maremos o seguinte: Domiciano o peior, e Trajano
o melhor dos principes, forafi promovidos ao imperio
pelo mesmo titulo; Domiciano foi fi ho deFlavio, a
Irina, e talve o envenenador laShern de Tito Vea-
pasiano; Traiano foi filho adoptivo de Nerva ; am-
bos Ihes valeo igualmente o direito do succenao ; e
si Trajano foi collocado entre os Deoses, n5 foi esta
distincao maior, que a que obtiveraS alguna dos pei-
ores deseussntecenores ou successores, pelas mesmaa
rases e molivs, que Sneca poe na boca de Dieapi*
ter no Ap.lolokyotosis de Claudio: Cuan ut re-
publica esse aliquem, qui cum Romulo possit ferven-
ta rapa voraiea-isto h^> sendo util a Repblica que
haja atguem, que em companhia de Romulo pona co-
mer os nabos quentes
Si os nonos leitores se sentern ja inclinados ter-aos
por ioimigos dos Monarcas, e em particular, de que
estes succedao por direito denogue, esperamos, que
muito pronto formarlo melhor conoeito de noa. rre-
ferimoa a Honarcbia quajquer outra forma de go-
verno, e a Monarqua hereditaria a electiva j reapei-
tamos os Reys, asna digoidude, direiios e pessoas,
porem islo deve entender-se onicamente em quanto
ao carcter e governo de hum Rey patriota } si he que
nemsempre se tem por divinos enes dire.tos, nem
por imacolada a sua conducta. A obrigacaS, que te-
mos, da sugeiur-nes as leys humanas, como caBdi-
ca5 de todo pacto social, se demonstra com a simples
luz da raw5 ; e ninguem poderia resistir as condicoes
de huaa contrato poltico sem infringir a ley natural,
que nosobriga acatara ley civil. Dos aa6 itiatituio
a Monarqua, nem a Democracia, nem iorma algaaa
de governo, porem quiz, que os horneas obedeees-
sem s leys d'aqutlla communidada, qua cada hum
perleace pelo nascimea^p, au palla -^e.V?V
cer p' hom pacto posterior e Haho. Huma ves dmt.O
*


r
UHe he -njibxMivc*.
.
?
p* expressa convenci certa forma de gotern, f.-iaC
lodos obrigadoa sostel-a cono emanada da ley natu-
*> *t ,,* W" uaa j.; Dus. Nrric f.-!;;: ;ds<
degelle* tuegevcrnsS, seja8 Rey* ou fraeisiradns,
G9fi3SKJtyJnSmcnat a de huma. Ha^aA qoa-1-
qoer, ha n6.-6 justa como legitima, e lodo os Su-
bditos esta6 obligados obedecel-a ; e nc m> Ibor, qt.e
os Reye tcnh- desle modo a sua auloi idade fundada
ib piincipios nconie-taves, do que n\ quimeras
dos loucoa. Hum direito humano, que he ncontro-
vertvel, he seguramente preftrivel o pretendido
direito difino, qoe poucos crem, ou poden dallar
da crer implicitamente.
O que acabamos de diser lie igualmente aplica vel,
aasina aos Monarcas hereditarios como aos electivos;
sobos sao igualmente sagrados em quanto correspon-
dereiM aosfins, para q' torio destinados. Scm embar-
go, algons pretenden fas r huma dUlincio entre a
Monarqua hereditaria ea electiva; eom efeito em a
teora nada pode haver de mais absurdo, que o direi-
to hereditario V hum liomem para governar aos ou-
tros homen.-; ecom tudo na piatica a nada he mais
absurdo labem, que ler de nonear hum Rey em ca-
da) varante do Trono Vrrdade he, que no primeiro
caso jugamos huma lotera, em que a perda teni
muitos graos de probabilidade; porem temos por
veufura.algum Certe.a de ganancia no segundo? Cie-
mos que ncnbums} neste, como em outroa muitos
oasoao Poto andar ta acertado, si ae fia da casuali-
dade con.o da elcic6, da sua fui tuna como do aeo
jais*.
Si considerarmos o negocio debaixo de outro poni
de Tista, S ventagem se achar int.ii ament de parte
d snccessfo hereditaria. as Momarquias electivas as
leicea, s>ja6 hem ou mal feilas, acarreta muitas re-
sstanlas calamidades Rac>6, q' nem anda os melho-
res reinados bast5para repara! as; ao mesmo lempo
que as Monarquas hvreditains se etta8 todos estes
nales, seja bom ou seja mo o Principe, que sucede
ri Trono; com tanto que seja huma Monarqua
limitada, a Esta v enfade ncontestavcl ,-e arria pl'ena-
asanta desenvolvida na interessante historia da P.donia
Sor Salvandy, t por Monteiqui-u na seo qu-dro
istorico sobre a grandesa e decadencia dos Romanos;
cujas obras devein ocorrer, os q' quiserem ensaiar-
ac sobre este genero de e.-tdo, para poderem falr
eom algn ciilerio em materia de tanta transe, deoc.
Com tleito, examinndoos nietos mais recnditos da
historia das Naces, peiihurna aserca prova mais a
iastabilidade das cousas hurmnas, do que a historia
das Monarquas electivas, Quando vemos a PoIonW,
poto mais belicoso da trra, constantemente er
guerra, quise sempre vencedor, e ao mesino tempo
perdendo, em tez de adquirir, parte do seo territoiio,
ate! desaparecer da lista das NacOts; qufdo meditamos
nos horrores do bsix Imperio-, e as caTanJidarfes,
quasofirerao os Povos do Meio-dta durante o sistema
d Monarcas electivos; quando Consideramos na suc-
dessaS assombrosa desses Chefes militares e religiosos,
eJuelnvadiraS a Eumpa, depos de terem assofdo a
Ana e i frica, debaixo do estandarte da mea Lu..;
comparamos tudo isto com a marcha progresiva
do entenduieuto humarlo sbb a influencia de go-
veroos hereditarios e permanentes; ufo podemos
dcixar de lamentar a nossa serte, vendo apai ecer'cn
r>e nos esie e>pililo de eleicsft, que tem sido o fia-
gtl do genero humano em todnt u pocas d1
uranio (.onlieoidflf.
Conliftumr-st i.
tOtHXO Ha rtfOVlCU
Rmpadienf d da i.
X ENdo a Regencia em Nome do Imperador m con-
sequencia de requisicafl da Cmara dos Depurados,
exegide d*esta Presidencia em Avio de 4 de Julho
dVsteanno humaconta circunstanciada dos Milita*
res d'esta Provincia, que por comba terem a favor da
ordem pathKca finad mutilados, ou morro ram dei
xando viuvas ou filhos 0< fos, declarndose quaes
d'sas individuos h*5 por ser- j;os no cazo de
meiecar pansoens e graduando-se estas pela impor-
tancia doa mesaos ser vicos, e sendo pro va v el que no
numero d'elles se conten algons dos Guardas Nacio-
nal s d'este Municipio que estiveiam empreg.dos na
gderra dePandlase JacarrJe, dos quaes ataba de-re
preeotar o Com mandante da* Armas nao' peder H-
jormar, como Ihe foi ordenado, em riaafi de terem
ido sMito despedidos do Acampamento ; compre
aae V S. e remeta huma Rclacaft nominjl d'aquel-
lea doa rferdiBi Goardas qne ae acharem naa srjfhrv
dTtaa eircunstancias, eom todas os clamas espacirica.
das no ritdte A viso.
' la T, tota re oGurtmo Wttt-
n-mbuco 5 de Setembrn de 1815. Francisco de
P*u!a Cav-lcaMli d'Albuquerque. Sr. Francisco
Jannto PereJr. C. mmandant. Superior da Gualdas
Nacionae-. do Municipio do Recife.
Officio, ilo tlieor do precedente aeenviaram aos
chefes d*s Legioens de Olinda, Goianna, S. AntaS,
e ao Commandanle do Batalha6doLimoeiro.
-Por carecer o Presidente da Provincia de aocto-
risacaS para faxer, ou nomear Officiaes de commis-
safi, e p.r ^e ter concluido a guerra de Panellas, se-
gundo ti-m put-liripado o Major Commandanle em
Chrfe, n5 fH crjnvir, ou approvar a Someaevfi
[ do Alfere> deCommis^S, que deo o nesih Com-
mandanle a Salomeo Joaqun B-mos, e antea orde-
no que fiquem de nenhum effeito, e sejaS ras-adas
todas as nom*coros de Offici..s df oommiisal. O
que V. S. cominunicar a aquelle Commandanle em
Chefc, cuje officio a re? peito me apieientou como
srudo 1. do torrente.
Dei s Guarde a V. S. Pal^ci'* do Gowrno di P*r.
nambnco 5 de Setembro de ir?J5. Francisco de
Paula Cavtlcanti d'Albuquerque. & Ulna. Sr. Jote
da Co.-la Rebello Reg Monteiro, Commandanle das
Armas.
Iilm. Sr. Para que na6 paralite o expedi-
fO'e da rreradacaS. e desli iiuca8 daRndas Pro^
vin.iees por mor te do Thesoareiro Fitlippe Neri Fr-
reira, que teve lu^ar no dia 3 do corretite, s-gando
V. S. p: rtieipou em seu officio de hontem, ordeno
que o Fiel Domingo^ A fio neo Nei Fernira o sub-ti-
luaem qnanto naS obtem Titulo provisorio que de
ver solicitar pela Secretaria d'este Gove no.
W Guardo V. S. Pilbrin do Governo da Por-
nafrbuco 5 de Setemb o de y855. rareiaco da
Paula Cavaleanti d'Albuquerque: Sr. Joa6Goa-
salte da Silva, Insp.ctor da Theiourariri.
O Artigo 70 da Le de I de Agosto da 18S1, creou a G. N. d* qoe o Comnando nao Frats,
ou ceremonias civiz pertertcerf to Offii iil maia gra-
duado -- e fst* des| os9- Venr depoi da lev conside-
rado a G. Nacional em concorrmria com Tropa* de
Linha. Conseguintemente ato CotnrMudairte da#Ar-
mas, que he srrtfcontradicaO oGflkial mi* gradua-
do da Provincia pela Patento de commihdaaite dad
Armas compete o combando de toda Porga de Lr-
nha e Guardas Narion'aes sempfa que ellai aonrorre-
rrn. cono sconteceri riodia 7do cori'ente. Esen-
do sta a dcsp-slcafida Leideve V. S. Velhi ngeitar-
ae, e com as l.egiens do seo comnando estar" oh o
mando do Commandaote das Aittfat. S quando as
G. N. se leunirem . Lirhs, he que o com mandante Superior lem d
mcat lugar aos deferentes carpos das reestnes G. W.
FieaS assim sol vi des as do vidas en qwe V. S m ai he,
e que rontxe ocoonecinrento dosta Prexrd. nVia em
seo mVfo de hojp.
1>m^ Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
namburo 5 de Setembro de 183* Francisco do
Paula Gavalranti d'Abuqu-rque. Sr. Francisco
J .cinto rerera, Commandanle Superior do G. N.
d'eate Mun tipio.
^ -- O Pcezidente da Provincia convido lo Sr. Con-
sol de S. M. R. para-comparecer em o Palacio do
Governo d'eta Provincia m dia j do orrnl mri
pelo meio dia para assistir ao c-rtejo que n'eie dia se
f-ir ao Retrato de S. M. o Imperador do Brasil o
Sr. D. Pedro i. por orea ri do Aniversario da
Gloriosa Independencia dVale Imperio.
Palacio do Governo de Pernamburo 5 do. Setem-
bro de 1885. -- Fi-anciaeo de Pona Cavakonli d'Al-
buquerque. Sr. Cnsul Britnico.
Offircio de igoal iheor ao do precedente se en-
vin a todos os Cnsules, e Vico Cnsules Bstraogei-
roo.
Comparece V. S., e ordene aos Em pregados do
Repartica de que he V. S. Chele qoe comparre.a5
na dia 7 do crtenle em Palacra deste Governo pela
mi dia para cortejar o Retrato da S. M. o Si-. D.
Pedro S. o Imperador do Brasil por oceaziaft do An-
iversario da Glorion Independencia d'este Imperio.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per
namburo 5 de S. lembro dV i835. Francisco d
Paula Caielcaiiti d'Albuquenjue. Sr. oefr Go-
salvis daSilva, In-pectT da Tbeaooraria.
Omd-do ihejrdo pr-cedenle se enviaran *o
Uspeclo' d'Alfandega, Administrador da Mesa doa
D versas lendaj, Administrador Fiscal doa obras
Publicas, Director do Arsenal ue Guerra, Juis de
Direito Cbel de Polica, Inspector do Arsenal do
Mai inda, e Administrador do Correio.
Ilm. e Exou Sr. Coamdo a V. E aos
Di-tembargadores, e m-ia E, o pregad-s do Rdaoa
para eompa>eceien nodia 7 do correle me pelo
ok-io dia para aa-iatirem ao Gortafa que deaa dia ae
fovov Retrato de S M. o Impwador do Brozil o Sr.
D. Pedro %. por oecatiaft db Anvcrnrio da Glo-
rioeolndepeodancia dV^e Impeiio.
Dea Gnlr ?. Potara do Govonn de
Pernambuco 5 de Sten.bro de i835 Francisco
de Paula Cevalcanti d'Alboqueique. Iilm. eExro
Sr. Pr Vidente da Reloca.
O deno qtieveji.6 reentregadcis no e'xercKi
dos seos Postos o Capit-0 t ihias de Ab .qiiea^aW
Mello, e o Ajndante Jos Juaquim de M lio afl
do BatalbaO d< G. N. da V.rsea, que hati^S.-idosus-
pencos por esta Presidencia, vi.sto serem nc-rios
para o servco como V. S. diz em officio de boje
que fica assm respondido.
Dos Guarde a V. S. Pa'acio do Governo de Per-
nambeco 5 deSetenabio de i835. Francisco de
Paula Cavilenti d'Albuqueique. 8t. Francisco
Jacinto Per. ir, Commandantb da G. N. d'este Mu-
nicipio.
Portara; Aocommaed nle do Bata'haS da G.
N. do Poco para entregar SO arrms ao lenle Coro-
nel Francisco da Rocha Paes Bar ele.
Officio Ao Reverendo Miguel do Sacramento
Lopes Gama, Director Interino do Curso Juridi-oe
exegido-fheo cumplimente do que em officio de 18
de Via o do corrente anno ao lh excgiu acerca da Bi-
bleoteca Publica.
Ao Juisder.ni de Paque>ira, dizendo-lb em
rrspqsia a 11 m seu officio, que* requpzite ao respecti-
vo Cummandanlr d. s G. N. a gente que for precisa
paia pe seguir e prender o bando de enorasol que
infesta aquelles lugares, nandamlo entretanto buscar
aqui duseutos cartusos para moniciar a gente, que
tver reunido.
laeaaa
IVER?AS REPART1COENS.
AHAHA. MUNICIPAL D'OLINDA.
5. StisaS oidinarmdm 17 do Abril i i835>
Prendeneia d* Sr. Barro FalcaS.
I
J\ Bu-la a seeseft comparecers oi Sis. Ase.vedo,
Cosita, Ferreira, Piasoa, o Barata, faltan.lfi com cau-
ta oSrt. Faria, e Duarte por aiod ua6 ter tomado
pono.
O Secretario dando contado evpi diente mencio-
non hum 1 ffieiodo Juis do Paz elleito Manoel Figuei-
roa de Fat>, pe tkipando que na5 poda tomar posse
do dito cargo por se acbar mudado pata o Recife. pe
lo que se achava eicuM*1 rezoheu que ae cbamasse
omnWdiato.
OSr. Presi lente m> Ira tm diseuc'6 o milbor.r-
ranjo dos Empragadoa da Cmara para milhor expe-
diente di rnesma pelo que t^sentou se remeter ao
parecer fie huma Cdmms5 pai a o que se nomiou
osSrs. parias. Osla, e Azevedo, e a ranina C.-ini-
saftfoi encarreg.da de faer o Ornamento das deapesas.
Municipaes na forma da Lei. OS. Barata rjue is-
10 desapaieer o LivrO do Fiscal da preguszia da S
em quelanca as multas' se Ibe desse outro Lirio, e
que ianalmentese remeleaea cada hum dos piacaea
do Termo, e que o procurador declaiasse em huma
relee; 6 as multas, que f-li 6 para se a 1 recadar: f i
rezolvi Presidente hnuve a> s-sa por eixada. Eu Manoel
da Multa Silvetra, Seeretaiio da Cmara o esirevy.
Declaro que o Fiscal da S aprsenlo a rea? dos,
mo'tado-do liimestrepasitdo. Eu dito Secretario O,
eacrevy-, e deelorou Barroa Falc. 5, Prei. Pas-
aos Per reir Barata Aae vedo -- Costa.
Tu IZO DO ORPAO DE OLlKDA.
MLlm. Sr. Requisitos V. S. dois G. N. para
rem boje mesmo Fortaleza do Buraco, a fim de
condurirem a esta Jubo o preso Francisco Oe Paula,
favor doqual acabo de mandar paasar Orden de.
- Hxbeali Corpus. -
DeosGoaidea V. 5. por nuiles annos. inda
8 de Ag >sto de i835. Illm. Sr. Manoel Amonio
d'S Pasaos e Silva, Commandanle Interino do Bal*
IhaSdeG. N. d. sle Municipio. Doutor Loaren-
CO Trigo de Louraiio, Juix Municipal.
DITAES. 0
Jt Erante Inspector do Alfandega, e na porta da
mesma das onae horas para o o meio dia de 16 do cor-
rearte se kio do arrematar a quera maior preco offere-
cer as mereaderiaa almixo declara das, por e acha. em
na dita Alfn Peruenbuco 10 da Setembro de i!3f.
ManotlZeferino do$ Santos.
40 pessaa de panjobo da cor iaolilisade.
$M tteoosdaGoaa


* w.
DIARIO DE PERNAMBLCO
|$4 chapeos de p^h'nht,
jtfO ditds Je Braga. ,. %i j
*54 3 pessas le oiimuk p.-------'
Mria eatcba de canella. ^.
rWlm*lhos de fundar deseuroledes militad,..
, raUSo rom '*" coderoo de psiel inuiiluado.
H'im emlii-olho de bamba* de parnaibes iBoUbeadaa.
tiiOJporciodBMII..rmen?o.
5 pessas de rrnceza mutilada.
24 Ib as de pimeB'a do reino.
Huma pequen porcio de Alecrn.
Hume ix* coro. d<> ?'<** ^P** *W
Huma porclo de Emp'aHro .nui'itado.
Huma condece com trex baleioho.
-, colh.-rea de retrepare pedr ir. 4,
Han. P^'" P0^0 dc C"rnhM ""** '
Usada-. .
$ ai rafas coro ego Ing eu.
, nwtUlos de pafeude.
53 bar. de rame.
5 reixoea d, fo helo imp enoe soutiliaedoe.
, pares de spalos inutilisado.
1 bal com colherea de pao.
.jXrovddosdebaelaeiul. %
44 dito- d^-dia encamada em 5 p daeoi.
,? dit.rt de Belilh. branca* em dota pedecei.
4 bahs velhos inuiili adoa.
H-m-prcio de cartas, edema, de jogo octMoru..
Hum, pequea porcio de merroquim iniiliUtodo.
1 cii6es m eaiiinha flanee.. inutilundai.
P. S. O Inventario sei patente aos LiciUates.
Bode'fo Joa6 B rata d'Almoida, Juia de Paz do 5- *
Di>tricto do Birrfe Meto Amonio de Recite oc.
Faco aaber aos que etrfe *ir*m, oue ontem I o
cnenle lora aprehendido bota cervelh russo peque-
o, evomosqueixo roveiro, o qu.1 agave aoKo
peU roe Imptrial, do Atierro dai curco -pona, *
p,r- que < Vgue a noticia de quen for eo *<*H
mando publicar o prevale pele Imprenea. Qoinlo
UMiiieto9deSeplernhrode i835. Manoel Lucras
dos Santos eOlirti'a, lecrivaS o e-crevi.
Rodolfo Joa5 Barata d'Almeida.
1HEZA DAS DVr*!SAS REWtlA*
Pufa rem os despachos do rfiscaf e algodao na Meza des
Diversa Rendas d'esta' Provincia de Pernambuco
na semana de
100d AssucaVB:
600 Dito velho
11 a 17* de Selemb o de 1835.
VelFio Novo
l/sffe
f.'
M

Aajto de l#6O0 2&000
tfJOO Dito M. ff.y/1
600 Dito velho !>'
I .
Algodlb pluma
1&I00 1&500
#900 1&30
9#i90o
Miguel Atasajo Monteiro de Andrade.
Administrador.
CorUrn-ilaclo d. rfarraVIo caliza 0 ifteilov dos e-
crasos d Para nos rrities de Abril e Maio dste en-
rtO de 1835 rel..tivcs> Expedicio martima vinda
do Mdiatilt>S oflerecda a todos os Bfasi'elros por
Prancieo P(drc Vin''gre, Presidente d fado e
enr. regndo 'Id Commando das Armas da mesma
Po imia db Para.
Si
o .srdido, e paricnlar interrase desaas vaidesa
* eg..islas mhoridddes tem exigido profundo, emi-
el.id vlico segiedo sobre a indicaco pi tica dos meios
j.aia oLioigeral da Provincia ; 011 repiovando to
in'quo pioc^dimenio, e taxando-o etd de rrimin'ao
julgoei senipr** de mejor ser vico ao Che fe da Nc,io,
cd. proviito Publiccrseguir diflbrente ay^teme, pe-
ttnteariilo em lempo oportuno os verdadeiros sent-
lenlos da maioi a Parense, fallando a linguagem da
verdade, que sendo orne s incerre em ai a excellen-
cia de todas as vii luden. $m Snr. os fe tos de mi-
nba publica adiuinistracie desde 21 de Fevcreiro a
ei4ap-ite propio evidentemente, que e Provincie do
Grio Pai nao \> *r-lou em neuhuan dos seas hngulos
oexUnoartt da rehelliio. Os Paraenses alo 'em ca*-
betido a L nal Bia-ileira : elles 6 tem repellido ataque, de acr-
rimos iu.migos oros'e-g.dora de seoa dinitoe polti-
co; direftrt maFrtirnVtJI, e no Codia/TtiSrersel
dos homeni livres. O^Pareense f|o iofilisea i rnas
nl criminoso-. Pcrarile o Gotei no, de S. M. Im-
perial serio vencidos cos onzadia os fados d preaen-
te siluacio Parense, pp'em aquelle qo* ora empu-
sba aaredess do Gi verno qua! eu, lui micj^obu?-
ta, eaem esrrupulos de ronsrifnria mais tu juro, e
prolrslo aompfisdor de qoea resplandecer estrel-
la do proteptoso Amazona fat, e 8-n.pr-- far a parte
zmis preciosa de -ua Angosta Corpa. Os Paraenses
tenS dado sohhmesexeBJfloede ns'teravel submissio
e afrecto sagrada Pesar i e Go^i roo deS. M. Consti-
tucin*!, cujoa exemplos no genuino.wntr dos verda
deiro* Pat. iarcas ila l>em enleidida Liherdade eso
coiidemctr, a detectavd inolenei dosqoe inflamados
pelo ardor Jmmod^r.do do desptico mando pioino-
ve-i> efleclivam B aniqoilaco des Naces. Quando o artnal Gi>vei no
do Pai disvel.ido cnid .va de cicAlrisar as fendas da
infeliz Provincia ; qusnd de lio l>qa f communirava
aos de mal? Presidentes do Brasil a causal das-lote Fu-
nestas de Janeiro e Fevereiro ; esperifiean'dolhe com
lUura o estado melindroso de hum Pn'i inleirp agjlado
pela sua Liherda.le 1. g.l; quando finalmente oflere-
ca rontemplato prudente, e filosfica do Governo
d*S. M. a tremenda crise po'itiea de lio importante
Estado; he ent'lo, oh! dilirio humano! que o Pie-
idnte doCeai, e Maranhfo de seu moto-propro
ftsem d'alli sabir nm < expedicio ma'itima eonlra os
habitantes de huma Capital, inda no convale'cen-
t. s dos mates Ja tyi nnia A prepotencia, e nju
tica prat'cada por aquelle dois Presidenie na aeV'p-
cio de medidas li<> violentas, quanlo elheia da sua
ingerencia, listo que o assumpto de lio graviasim
causa eslava aflecto somenie ao immedialo conheci-
menlo do Governo d.- S. M. o Imperador, he o roai-
or absurdo em plit. a. he hum proredimento bem
digno ta mais rigorosa scensura, e severo castigo pe-
las deplbravei consequencias resultantes, bem facis
de. prever, hum estimulo bem capaz de produsir a
qnebra do Tinclos de unidade, a serera ootro os
sentivnentos Jos Paraf nse, que iremem de assim pen
sarem e'nHiito se 1 fanlo de serem subditos fiis d n-
clito Imperador Biasilelre Sur. D. Pedro 2. 3 nico
Arbitro i'esoa futura surte.
Surgi em fim as pgoa do Par a fatal expedicio
martima, e largou a ancora n* porto desta Cidade
em o diat 7 do mee d'Abril. N- di 18 rerebeo o C.o-
terno hum oflicio do Cammandnle da Fragata Im-
peratri, em quelhe paiti. ipava vir enxngr es lagri-
ma do Paraenses. e resibellerer a Legalidode a eX-
forcos da Presidente de Maranhfo.
De hum para o ootru diase ob^rrou alguna agi-
tacfo na Tropa, e Cid^dos P^raensea e o furor do
seu patritico enth>iiamo suhio d-* ponto qnando oo-
berlo nio haver-S'dignado o Gove 110 d>- Maranb&o
de Officiar ao d-J Para en huma ocaso to recpmen-
deyfcl pele naturesa impnrtanti-si.ua do objecto em
qoesrfo.
Pode felizmente o Governo acalmar o fogo do re-
centimenle de seu Considdlo, e da forc armad ;
mal no particular do seu enlendimento furui isiu cou-
sa extraordinarias, pois vi>ivelmente lia nos coracSes
de todos umj decidida repugaaticia estada da forca
Ipediciei/naris, que reputarlo aggre-sora, mui
priocfpalnirnt^ por ser enviada p-l simple arbiirio
doAlenrr. e Antonio Pedro, ** fundamento, ero
dreito. Em data do 19 do referido A h. I onriou o
Governo do Para ao Comraaud me dasf-ica manli
rtM ex'pondo Ihe o est.do de inquietaco e desconfi-
aHcJ, em qne se achavfo os hahiantes da C-pilal des-
de o rhoniertto da sua chogada a m, e que por se; vi-
co do Impe ador e aos Brasileiros se lefrasse deste
poto. Nest mesma dala respondeo ao Governo a-
queffe Comandante em sentido oppo-to. allegando
motivos, que na present erise e twrnavio iud rais-
ireisi O Governo sempie prudente, e sin. ero pr
melhor convencer aquelle C"BBmante, do que a acto-
afida'de deespinhosascircunslam-a- exiguo em pome
de Ley Suprema a alrecio da Povo a prompta
sabida des forcas expedin..narias, resolveu, e man-
doU eseu bordo urna D'potaclo de conspicuos Cida-
dooa'ericarrfgd de faser-lheconhecer oecessidede
imperiosa' do cBmpriBKnto daqiella exigencia. A
Deputavfo orou neste sentido rom intimaliv, e fran-
qnesa, mas nada em fvrer consegu.'; porque infe-
lizmente aquelle Commandanle nio q mz penetrar -e
da verdade O 'Governo em o.UU> lo af^tiva en-
eminha-ae pessoelmenie abordo da Fregla, e-lli
como simples homem, >emCb!or de auctoiidade de
clarou verdicamente ao Commandanle deU as causa
urgentes, qne merecilo o pequea sacrificio dw faser-
e de vene par Maranl|o: renova-lhe o protestos
de faae^r sentar n Cadeira Prezidial da Provincia a-
quelle, qne Ly designarse; e conclua suplicando-
Hie'alais um'vex nlo precipite com a sua pro!opgda
demora huma'familia de mais de vinte mil pe oas
Bfasileiras 11'hinn abi*mo de males incabulaveis. Te-
TtoGoWrai ifortaiiia, da que a vheencj de,|ue
persjeaf. fisesse incUnar aquelle Commandante toni-
Tprepicio, creaoasel partido, que coovinhe ade-
tar-ae: e apena asjim o fez constsr na Cidade, logo
Assen.hlea Provincial, eamaiora recabio noXJ:
dio oDoutor Angelo Costodio Correa, a auem Etei
porronsefluencia cb.mava ao Governo da Provincia
no presente caso. Foi nrxplicavet meo contenta-
mento por simhante movo, pois anoio o appelecrij,
que mo mais hbil dirigiste os negocio de minHa
chara Pat.ia. No dia 23 do supracitado mez pait-
cipe oficialroente ao mencionado Dodtor Angelo Co-
todio sohreesle obieclo, e Iheroguei nos termos ma.
expressivo nlo perde?sc tempo em sat.sfazer i L*y,
e ao nieu intrinsico dselo.
Para condosr a S. x. 6z navegar o H ate Meo-
duru. paraCamotti no dia 26, e em date del do
roesmomet depreqnei ao Commandanle da Fragata B-
Se^se^ahr urna das Embarc.cSea de Guerra pare o.
lugares indicados e .. meus Ornaos, que effectivjtnen-
te Ihe confio } a fim de condusir a L.rJ.tal os DVpn-
tsJos de Provincia par que no d.a 10 de Maio e imt-
lala.-ae a Assemhla, e comessa.se sua funecoes, aisax
necesarias. ., ,
Qaando eu me lisongeava de ha ver vertcido ob>
tsaulos mui f-r mida veis sem ontros sacr.fic.os mata
que os mes proprio sacrificios, e me da va paraban
or Haver mantid a ordem, e publico socego ern
temos tio diividosos he duendo nesta mesma occasilo
son Informado, de que abordo da Fragata erlgchegt-
dos buns individuos doBuia., illudidos porsmistra,
prfida seduclo. Immediaiamente offic.ei aquellh
Commandahte'do mar requMlando-lhe deCenlemeote
md declar.sse se com ffeito havia recoibido a sea bo-
do gente de algum districto desta Cidade, e para qoe
fim ; mas qual nio foi a minha surpr-a ao ler o ofi-
cio em resposra, que pelo seu phrazeado resoluro
ame.cad\,r fe capecitar-me di'haver aquelle Com-
mandante .rbido a minba boa fe, ffleX
pirado contra a paz, que reimva na Capta ; dissor-
Venlo oslacos de Harmona, que commigo bavie tre-
tado I Puz de parlo todo o receniirnento, que to
extravagante .esposta era capas de P,odus,r 'd' ".*
coree! do homem maisincen .vel; eno 1. de Maio
Iheenviei um outro Ofeio em estillo decoroso exhor.
lando o, e qpe nresse reverter a seu lares e esses lm~
mens dementes a qoem a mendosa fofia da d.scordjtt
haviaViastano a seo bordo debajo do encanadbr
pretexto do triunfo desss tantas vezs nlch legi-
lidade. Foi frvido o Snr Commandante responder*
me com dobrede acrimonia I ^yX>t a T^l
dupp'icar o cuidado de evitar conflicto, des'e espreie,
que bem podilo degenerar em prejmzo do.puW.co
repooso. Cons.a-ml que pela Jftlta djs II horas da
noite de 5 do referido Ran, a fo* do ^f*
nicSes detrezescaleres da Prtg*la fistrio j**
fogo de morteiro, e fusil obre a gente que n hmiba
xlo hia de ordem minha a deligenc. do servio^Njc-
onal, deeujo fogo forlo viclimas alguns bomeos
outrl. afogados. Conrun.en.enle sobe, que .bordo
da ovan Fraga. existia em custod.a oJ*J
deBeja, euna Inspedores de QQalleir, ^"*
FreguVjia; todos estes enfeli-es, presos ooiceleiiolo
Joaquim Prdro Gonsalves Campos, que *^^
rl..tiob(m estar all. A evidencia u?r" ^
bastantes et para rcvoltarem hum povo,do Aojo, J*
nio po lia ser encarada con. ""g^,JJ"W
frioi toda a Cidade sabia serem verd*d,^'UV
Ihantes alternados, o eu seria o hornero **"
no lugar, que oceupo deixasse de ser o P^^V^
tir sem lio barbaros eff itos ^0^J.^^
guin.e dia officei equelle Command.rit. da Fr-gaU
evpondo-lhe a existencia de tantas ^{*5 "
metidas contra o. Paraenses, o cO"hec,entoexact.
do mais, que de'xo dito e por ^^J^
prasav. pirante e Mundo pare ^^Tvccedo Z.
postura E deste m.nei.e-nfelut--
PriKilamarfo de 2# W aean, v mecabe
dicio martima de MaranMo.Mu^a 8
por nio serem anda tao fr-a6'"iT" PHe ^j
levar aozenith da e..per.lo \?"'*2vl?*
hum documen.o au.heqln o da o. ^^P^ *
cionava desembarcar, par. "f>^HS!
na Preeidncia com es solemnidades ao coatome. ne-



i


s
DIARIO DE PEBNAMBU60.

!?

>
gmsou a Depul<;Io, e'fei-me saber, que S' Et. dis-
sera, que nSo desembarcara de bordo sem que sou-
bes^e verdaderamente estar desarmada a gente de tr-
ra, de gu'S! recesvs todc c 122! "ossvel mniri una
pessoa. Esta resposta de S. Ex. que logo chegouao
-eoubecimento de todos ferio a boa di*posicfo dos cor-
po% armados,' liobcm ad'quei ida a su favor, e todos
usCidadio'se pronunciarlo summamente offendidos
por hum Brasileo, que elevado ao piimeiro Empre-
o da Provincia pelos seus votos assim Ihe retribui-
cem lio p/ompia, e gratuitamente conceituaudo-os
de seus inimigos. Suffbquei este qoeixorne publico
contra S. Ex. e obtive unnime ad'hesfo sua auc-
loiidade debaiio de urna s condicio a todos vanido-
sa. Em data de 10 dodtomezlbeenderecei hura olficio
rogando-lhe por elle 6-esses desarmar, hir a seus do-
micilios todos os individuos suspeitos de peigos
segurancaindividual Praense, que se ach.VaS as
embarcasjoes de guerra: Condic, que as-im satisfei-
ta mais nenhums difficuldade havia a vencer para que
S. Exa* invistiese no Governo, como, quando, e
bemqu^esttc. Responden S. Ex. n>u diversamen-
te do que se pensava negou-se ao'comprimeuto da
aauve condica proposla, com exp prenheasivss, e indecorosas, confirmou a sus opinia
m despico da nossa probidade. Sent infinito, que
S. Ex em tio poucas linhas do seo bilbete em rea-
posla ao meu offico extendesse tanta grossaria e tan-
ta affrontaaos Paraences distruindo com um t bor-
rad de sus pena o edificio da Legalidade, que de lio
boa mente Ihe haviamoa levando. J me nao foi pos-
aivel obstar a indignacaS dos habitantes da Cidadeem
desforra do cruel procedmenlo de S. Ex de quem
tinh/6 piesentes, e isaes provas do sua iudigna, e
promediada inlencaS, faseudo-se arompanhsr de for-
fa armada Caniulaeii.se, combinada ja com a de roa-
'inba para-a ferro, e fogo es pal lian do a mor te subir
eom legalidade p* cadveres Brasileiros, a Cadeira Pre-
ideneial : 1 Em rasa6 do'queoPovo, e Tropa da
Capital esc lu rao Angelo Costodio Corris da qualida-
is da Presidente do Para.
Continuar-se .
CORRESPONDENCIA.
P W A pessoa que precisar de um homem para
caix iro de ra, ou ontra qualquer caxaiia : anuncie
para rer procurado.
*r^ Precia se de urna mulher forra, ou cativa
para sma de urna casa de pouca familia ; quem es-
ver nestns|circunstanciasdiiija-se roa dos Martillos
venda defronte da Igreja.
ts^P* Precisa-se de 300$ reis a juros por espaco
de tres metes : quem quizer fazer este negocio pro-
cure na rus do colegio D. 9.
%GP~ Roga-se a Illustrissima Cmara desta cidadeo
favor de mandar feixar om beeo que fica por deraz do
callabouco vtlho, pois s serve de coito.
Hum cuidadoso da roa.
Wk^ O Snr. que tirn urna carta do Corre o vin-
da do Rio He Janeiro no Paquete Nacional Leopoldi-
na para J-io deOliveira Souza Guimfiraens, haja de
a dei'amn mesmo cerreio, ou entiegalla na ra da
cruz venda n. 34.
tEaT Oabaxo as-ignado roga a pessoa, que Ihe ti-
rou do Correio as partas a elle vindas do Rio de Ja-
neiro, as qouaes continhfo mgocio de ponderscio, a
ninser pessoa sua inimga, que de propos.to assim
praiicoa as queira redimir.
___ Franc isro Joaquim de Carvalbo Jnior.
W* A ComroissSo Adniinb-tradoia ds S. H. Thea-
trsl, convids a todos os socios da me&ma, a compaie-
cerem Domingo i3 do eoi rente pelas 9 hora da raa-
nhi n'Alfandega velha, para continuacio da discussio
do projeeto de estatutos.
. Jf^ Quem percizar de um feitor Pot tuguez para
sitio ou para administrar escravos, annuncie por esta
folha. r
*^ Precisa-sede 17#000 reis a joros sobre hi-
potecaem urna escrava : na roa do Raogel D. 7.
Jp" A,"6 se ra do Arsglo da Boa-vsla
U. 28, urna pita mssa que soja delgeute: para o
servipo de urna caza de pouca familia.
. *^ Quem nnoneiou ter orna ama de leite, diri-
)a-ee.a caza de Luiz Gomes Ferreira no Mondejo, ou
ue seo escriptorio. '
Rape* princeza, feito na Babia igual
Lisboa, chegado agora no Paquete, as libras e i
na ra da cadeia do Recife n. 56. lat|: '
*W Vm preta de naci de 2a a 24 an*o- ..-.
Jigura, cosinha odiarlo de urna casa, engom4|yh',,!i,
va de sabio, e bea quitandeira por preco con n d
nacamboa do caroso D. 21.
direilo.
?^ Vende se, oo troca se um preto ainda moa.
so, ffirial de sapateiro, e Umbem trabalha de selehT
por um moleque de i2 anuos: na ra Direila nada
roa Lgica, e os Elementos de Philosophf,
Moral em meio un, e por preco muito comBodo-
queraos pertender annuncie or esta folha.
%r^ Sal do Ass: bordo da Sumaca Santo An
tomo Vencedor, ou em oaaa fe Viuva Costa & Filaos*
t^Uma casa d taipa no lugar do tierro d*
Alegados ladoesquerdo confronte o falescido Pedro
Umb, lino, com alguroas pedras para emtulho da par.
te,do mal, e urna porco de estacas : na ra atrs da
Santa Rita nova casa da esquina que faz fundo coma
mesma Igreja.
r^ Bixas cbeg^dn ltimamente, e por preco
commodo : no armazem n. 8, ra do collegio pw
baisii do Distribuidor Oliveira. r
*9* Urna casa terrea no beco da Bomba : no Por-
te do Mdtos, rus do Cordiniz n. 7.
Snr 1. JtetUcrfft.
I vio ai analogas f Gesto dallas tato como do
Naufragio da Terdade. Imitando eu o Genuensedi-
go; ludo no mundo tem relaeSs anlogas : quem di-
ra que o Presidente do Ceara sancionara huma lei,
cuja lei muia pe idade tem com hum sucesso que
sti para acontecer nn Curso Jurdico'd'Olinda ?
Senhores, l vai s expKcacio: A Assembla do Ces-
ei huma*-le cuioarl. i* diz aHm:D'burs em
diante nioser reputado Barbato assim no vacuna,
como do|c^caval.ar, ae ni aquella res, que se achar
atm ferro, s signa], af a idade dlefc^trez annos, nio
pparecetido at este lempo o seo egitimo dono Ve Ve.
Ora Sv. Redactores qoem ignora que temos no
C'uiso hum Barbalio da e.^perie que eu aponio, que
estando -no 3.* anno de estudos tem de ser marcado
vom lm reverendissimos R R quando apparecer dos
#f ames I Oh tiaques de todo o Imperio da China I
Eitourai, e supn'o estrondo das miabas gargalha-
alas! Ca, c, c, ci! Q'masso de analogas !
Fhodo Coar; com cara de burro; no 3.* anno de
estudos { compriodo-lhe mamar trez R R em abono
da verdad*, quem nao eonhece o triunfo da minlia
analoga ?... H quem barrunte ? Eu o desafii para
depois do morto, toda hora ds noite e do di.*, de p
vusemprea ca vallo, previamente, ou em que tio fa-
zer triunfar a mnha anslogia ; isto por palavras, pro
peticea ^percepefies, priucipos, regras, postulado,
probabilidades, propriedade, raciocinios, por sontes
dilemas, tbeoremas, sofismas, e enlhimemas corolla-
rios, cortesa, axiomas verdades e evidencias. Poia
que baim homem que devia ter dado os principios
preliminares para ser matriculado Alumno do Curso,
qoe5depois do i.* anno beque soube comprehen-
der o fim de matrimonio, be bar bati, a barbalio
oastaado Vi va poia a an.logia i viva au
O Mqs.
NAVIOS A CARGA.
Para fretar, *u carregar.
'Ara qualquer porto do Mediferraneo s Polaca Sar-
da Diana, Capujo Mazzin do lote de ,80 caixas de
assucsr: a tractar com o consignatario A. Schramm.
PERDAS.
Erdeu-se ama canoa curta, sberU/encavernada
w... muito pouca moridade, e aaude: quem aouber
onde jaz faz favor participar ao feitor dos ktnpiorna
desencaminhada pelo fluxo, enHuso, h poucos d-
AVIZOfl PARTICULARES.
Reciu-sede om homem para macera, branco, ou
preto: na padaria da ra da Larangeira D. 13.
t^ O Snr. que no dia 7 de Setembro deste anno,
impiestou a noite, um chapeo deso no Trapixe da
Naci,, qura noticiar a sua morada para se Ihe res-
tituir, o. dito chapeo.
lejr* Pr& sa-se alugar urna ama para casa que co-
1 'iba o diario, a tlob m um pisto para o ser rico or-
diatrio : m na Nota 0.
VENDAS.
OlbasdePergsmiohoe 6las, tudo proprio para
caitas de form.tura de ldanles do Curso Ju,ido
na ru. da cadaie do Rccfe a, loia de chapeos n 36 '
n. i!: T""0 ",68i em f,"8 carne8. e coro se-
* .0 Quart. 1 das eroco Pont.,, onde se .X- o mesmo
Continua.se a vender por toda a qualidade
ae noMd'T' T r.^ B-W-n. "-
daepordeXeLde-Orei,, e de 20 res de dua,
cruzesosegmnte: cha, r.^, papel azul, dito hran-
r?r\2'.*%t,"?P"ll,..e enC8rnrtda. ovas finas,
pnolas da familia a ref.lho, e em portes de 100 com
o seo competenle f-.lheto, simentes de ortace, bxas
do Porto, eoutraamiudezas, por preSo commodo :
na naca da Independencia luja n. 20.
WT- Urna escrava crila, .adia de 3a a 36 annos.
cosintia oordwario co-, engoma, lava de sabio, e
muito bem de v.rrell* : na ra do muro da Penba so.
brado n. 18 da 6 as 8 horas d. maohi, e das 3 da ur-
de em diente,
iETTJ9 a^^o, vere,>o de alqueire da me-
d.davelhaaS^reis.sacca por cubre testa liza: na
venda do ateo do Ca.mo D. 3.
JCT* Cm moleq.ie com 17 annos de dade, boni-
ta figura, sem achaque, bem f.lante, proprio para
isrortf"n,onur: Mpra?t da i^^-
*W Urna escrava crila de 20 annoa, coze, engo-
ma, cosinha muito esperta p,ra todo servco de u?ns
dea D. 7,sobrado de um andar lado dreito quem
vem da Ribeira. '
yjT A prazo com boai firmas, a parte de orna
padana cita na ru. Direita confronte a casa do fales-
l. 'k "r qe ,he c^"*o a padaria da
Preta, muito bem afregueaada cora bastantes farinhas,
e de preco commodo : quem pertender dirja-e a
^aA,,Cr0l|"r,n"e^1- l6a W-rcu.JoaquimLo-
peadAlmeida que dir o motivo da sua venda.
tJT Uixasboas grandes, e pequeas, cheg .das a-
gora do Porto por preco commodo : na venda (>...
Jsde beca da LmgoeU de ftatfo'el Gooclve. rmi-a.
ESCRAVOS FGIDOS.
tf Oze Profiro, crilo, idade de 20 annoa, estatura
bms, meio fula, cara liza, denles limados, as persas
meissarquiadas, levou jaqoela de pao, caba branca,
chapeo de palha : quem o pegar o leve ao Engenbo
S. Joo na IIha d llamarac. ou nesta praca ra do
Encantamento a Francisco Xavier Martins Bastas.
%y Pedro de idade pouco mais oo men<'S 20 as-
nos, sinda sem barba, grogura, e altura regular, com
urna sicatriz em urna das canella-. da peina, rosto re-
dondo, e bem preto, falla bem claro, nio obstante ser
do gentio de Angola ; fgido no dia 7 do cor rente
mez de madrugada, do Engenbo Maciape; levou
vestido cafra, e camisa de hamburgo, mais he de su-
por ter, mudado de traje, por ter levado mais roupa :
quem no apr-beoder ser bem recompensado levan-
do o ao Recife na ra da cruz n. i7.
jr^ Felis, naci congo, de boa estatura, bobada
com suica, dentes abei tos, ebeo do eorpo, repre-
cruta ter 2e anuos, levou vestido siroula de ettopa,
camina de chita azul, chapeo de palha ; fgido no
dia 3 do correle : os sprehendedores levera o a casa
deManoel Carva'bo .Vleieiros detraz do rorpo Santo
D. 67, fjue ser., bem aecompeacadws.
*-#" Benedicto- naci Angola, representa 50
34anno, estatura regular, com barba Jeixada, e al-
guna dentes Mos na frente, levou cal^a de bnm, ea-
msa de algodio, coleto de pao azul, chapeo de pa-
lha ; fgido ne dia 30 de Agosto p. p.; este preto
canoeiro, e costuma trabalhar no porto da Boa-vista:
os apr< hendedores le vem-o ao beco da Lingoeta ven-
da n. 4, qne serlo bem 1 ecompeucados. *
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chelas no Parto da Parnamauo
9
a
i-I
13Segunda 4 h. 30 m. \
,6T:. 9 5-42 i
17:----- 6-30
8-Q:----- 7--18 a jTarde.
19S:-----
20S:-----
2iD:----- 9-4
5 8 6 a
6 54 a
Navio sabido no dia 10.
fjTENOVA; B. Sardo S. Josa Fortuna, Cap. Si.
moni Sard : algodo,
'attrrJv a j/Vp"rfit Otaria, |gJ5.


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