Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02952


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Full Text
ANNO DE 1S35. QUARTA AFIRE
gpESBTMBRQ N. jg8.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Pbkahbuco, xa Ttf. diM. F. de Paria- 1836.
DAS DA SEMANA.
7 Segunda>ium 8. Panfilo B. Annir. d Iad. do Braail. Graads
ralla. Na ha defP. L. ch. aos 30 m. da m.
F 8 Terca )jc Natividad* de N. Snra.
9 Quarta S. Sergia P. "asao T Pub.
10 QuinU S. Nicolao de T. Re de m., aud. da Joia de C. de
11 Sexta E S- Theodora. teawo da T. P. dt m. e aud. de J.
19 Sabfcado. S. Auta T. M. Relacio de m. e rud. do V. G.Me t.
em Oliada.
13 Domingo O SS. Nom de Mana.
Todo agora depende de nos raesmos, da noma prudencia, aaode
racao, eeoergia: continuemos coma grincipiamot, e teremet a-
poetado* cok admiradlo eatre ai Nacoes mais culta*.
Proelammfi da JitimbU* Ceral de Bratil.
SabsereTa-se a 1000 r. menae pagos adiantados ne*ta Typogra-
fia, e na Praca da Independencia N. 37 e 38 ; onde *e receben
correspondencias legalisarfas, e annunaios ; inserindo-se e*te* gra-
tis sendo dos propriosassignantes, e viudo assignados.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
OlmdaTodo* os dias ao mel da.
Ooiana, Alhaudra, Paraiba, Villa do Conde. Mamanjraaa*, Pi-
lar, Real de S. Joo, Brejo d'Areia, Raiuha, Pnmbal, ora -
Souza, Cidade do Natal, Villas de Goiaoninha, e Nora da Priaee,
ea; Cidade da Fortaleza, Villas do A giras. Monte mor doto*
Aracaty Cascavel, Canind, Granja, lmperatria, S- BeraaHoe
S. Jo-iodo Principe, Sobrar, NovadElRer, Ico, S. M atheus, r
achodo sangue, Santo Antonio do Jardim, Qnexeramobim, le***
aaiha Segundas e Sextas feiras ao meio dia,
Santo Antao Todas as qnartas feiras ao meio dia.
Garanhuns, e Bonito nos dias 9 e 23 do mea ao meio dia.
Floresno dia 13 de cada mez ao meio dia.
Sernhaem, Rio Pormozo, e LimeirasSegunda*, Quarta*,
extas feiras ao meio dia.
J -
I
RIO DE JANEIRO.
Ministerio do Imperio.
_Llm. e Exm. Snr.--De Ordem da Regencia, em
Nome do Imperador, passo as mos de V. Exc, para
que ae digne faaer presente na Cmara dos Snrs. De-
putados, a copia inclusa do Decreto de 30 de Abril
do coi renteanno, pelo qual o presidenleda provincia
do Ceai anecionou a Lei que marca os casos e a for-
ma, poique o mesmo Presidente pode nomear, sus-
pender e demitlir os Empregados provineiaes.
Dos Guarde a V. Exc. Paco em a9 "de Julho de
i835Joaquina Vieia da Silva e Souxa--Snr. Ber-
nardo Bilisario Soares de Souza.
Senhor.A Assemblea Legislativa provincial do Ce-
ara, intiooamenle convencida do estado de progresslo
e melhorameuto, em que bSo marchado os' negocios
pblicos da Provincia, debaixo da Adrainistraco do
Exm. Joie Marliniano de Alencar, nao pode deixar,
vista das noticias que ora apparecem de sua demmis-
lio, de faser sentir junto ao Throno de V. M. I. e
C. o despraier de que seacha penetrada esta provin-
cia inteira, se por faiadade se realisar semelhanie
demisko. He huma rerdade, Senhor, que
a Provincia do Cear se achava no maior e mais des-
granado estado de perturbaco pela furia dos facinero-
sos, quando por f ritma sua tomou as redeas do seu
Governo oEsm. Joze Marliniano de Alencar, que
eertamente sabendo conciliar a prudencia coro a ener-
ga e aclividade que tcm apresentado em sua Admini-
traco, conseguio a gleria de faaer desaparecer os
maiores horrores corn quegemia a homanidade, per-
seguida debaixo de punbaf dos assassinos. Senhor, a
Provincia do Cear, testemunhocerto das mais inau-
ditas atrocidades, pode dizer sem medo de errar, que
tem sido a poca, em que mais tranquilla se conside-
ra, esie< poucos meses do Governv do Exm. Joze
Marliniano de Alencar. Por aquelles mesmos luga-
res onde o crime irais frequeatemente produzia os seus
ten iveis eFeitos, sao os que presentemente gozio de
maior paz ; por i-so que pesando sobre elle a espada
da juslica, e da punico, suceprabiro-se os facnoro-
aos e desassombrario-se os homens pacficos, eal as
proprias Aulhoridades, que, attei radas se nao atlre-
vilo a procesar a hum so facinoroso, pois com raso
temia serem victimas de sua ferocidade. Neste es-
tado de cousas, no apuro deslas circunstancias, os
Cearenses se julg6 felices, logo que veera dirigidos
os negocios de sua Provincia por seu digno filbo, o
Exm. Joze Marliniano de Alencar, e bern de presta
virio, com a major^gloria sua, susteniar-aea Lei, res-
tabelecer-se a paz e huma benco geral de toda a Pro-
vincia sua Administrado. Pondere agora, Senhor,
V. M. I. e C. o choque de-agradavel e a
triste emocio que nao terio tido os Cearensos com es-
as asaustadora* noticias, que nada menos tem im-
portado, que o desalent de algumas Authoridades, a
diminuicio da forca moral do Governo, e ao mesmo
lempo a audacia e a esperance com que de novo se
tem reanimado os perturbadores e anarquistas.
Senhor: aconservacio do Exm. Joze Martiniano
de Alencar na Presidencia he de absoluta necessidade :
alia be reclamada paja opinia publica, e esta Assem-
blea, como Representante da sua Provincia, ae con-
sidera com bastante Aireito para reclamar perante o
Tnrono dt Y. M. L e C. pela sua srgnnneS e berrt
estar, por todos estes principios, bem convencida e
altamente- confiada no desvelo e interesse que toma V.
M. I. e C pela felicidade do Povo Brasileiro, fica
eta Assemblea de quesera ouvida coro attencSo a sua
respitosa supplica, e por isso conservado na Presi-
dencia desta Provincia o Exm. Joze Martiniano de A-
lencar. OsCeos dilatem a Augusta Vida de V. M.
I. eC. f
Paco da Assemblea Legislativa Provincial do Cear
4 de Miio de i833-Joaquim Joa* Btrboza, presiden-
te.--0 Padre ('arlos Augusio re x oto de Alencar, i.*
Secretario da Assemblea.-Joxe de Ca tro Silva Jnior,
2.* Secretario.
Ministerio da Juslica.
|.Ll. e Exm. Snr.Acontando a recepelo do Aviso
de V. Exc. de i5 desle mes, em que exige sol u co
sobre as duvidaa propostas pelo Juiz dos Orpbios da
Cidade de Campos : i. se os bens de raie provenien-
tes de defunlos ou ausentes, anies desaber-ae da ex-
istencia de algum herdeiro ausente, devero ser arre-
matados, ou administrados, e por quinto tempo : 2.
se a Ordenaco Livro 4. Titulo 96 2., e do Livro
i. Titulo 90, e a L^i de 3 de Novembro de 1830 se a-
chfo revogadas pelo Art. 9i da Lei de 24 daOutubro
de i832 \ cumpre-me communieara V. Exc, qui-
to ao i.* quesito, que devendo os Juizes dos Orpbios
regular-se, a respeito da arrecadacio e admioistracio
dos bens dos defunto, e ausentes, pelas diaposicSes
da Ordenaco Li'v. i. Til. 6a 32 versoAbseotis
Titulo 88 a2 e seguintes, Titulo 9. da Lei de 22 de
Setembrode i8a8, Art. 2. 4 e 5> e da Lei de 3
de Novembro de i830, nao sao por ellas authorisadoa
a venderos bens de raiz dos ditos difuntos e ausentes,
que Ihea compre fazer aproveitar da maneira ordena-
da as citadas Leis, para serem entregues aoa berdei-
ros que se habilitaren, ou s respectivas provedorias,
quando ba falta de herdeiros idneos delles, te hoo-
verem por vacantes, e como taes pertencentes Na-
ea.
E*n nanlo ao2., que a disposipo do Art. 9i da
Lei de 24 deOutubro de 1832, em nada revogou ou
altern as dispooicSes das Leis queregem a arrecada-
ca e administracio dos bens dos defuntos, e ausentes,
mas sosente acautelou a boa guarda dos dinheiros
provenientes dessa arrecadacio e adminisiraco, para
que se nio retenhio ou demerem em poder dos Admi-
nistradores e Thesoureiros particulares.
Dos Guarde a V. Exc. Paco em a4 de Julho da
i835. Manoel Alves Bronco.--Senhor Manoel do
Nascimento Castro e Silva.
CMARA nos DEPOTADOS.
Extrato da Sest&o em 1 -i de lunho
Presidencia do Snr. AraujoLiraa.
J^ Erta a chamada pela dez horas da manh, e a-
chando-se presentes s< sienta Depotades, o Presiden-
te declaroo abertatt tessafc. e lida a acta da antece-
dente, foi approvada.
O Segundo Secratai io aervindo de primeiro deu
conta do *xpadienle.
Proceden se segunda leilura dos Projestoade ra-
forma de ConstituieaS.
1. Do Sr. Antonio Ferreira Franca, que declara
que o Imperador he maior na idade em que os oatraa
Cidadas sa6 maiores, Scc
i. Do Sr. Luiz Cavalcanti, que declara que o Im-
perador, e o Principe Imperadoj sa5 maiores na
idade de quatorie annoa, fice.
3. Do Sr. Antonio Ferreira Franca relativo a alai
cSes. FicaraS para terceira leitara.
Leu ae e jalgou-se objecto de deliberacaS, hum
parecer da Commistio de PensSes e Ordenados, em
que se approva a tenca annual de 3oo$ooo ris con-
cedida a D. Maria Eulalia de Lima e Silva, em ra
tnuneracaS dos servaos de seu marido o Brigadeira
Jos Joaquim de Lima e Silva, correspondente o- eeu
posto.
Leu-aee approvou-ie hum parecer da ComrniasaS
de Guerra e Marinha sobra o reqaerimentode Gaspar
Eduardo, CapitaS que foi de cavalleria no Rio Giande
do Sul, onda servio por engajamento desde I828 at
i83l, poca em q'e foi demitido, em virtude do art.
4 da lei de a5 de Novembro de 183o, e em que pede a
esta Augusta Cmara baja de o declarar comprehendi-
do na excepcaS do art. 4 da lei de 25 de Novembro da
183o; eaCommissaS, aquem foiremettido o reqae-
1 ment do supplicante, em quanto reconheca palca
documentos untosa juslica da sua pretenea6, ha da
parecer que competindo ao Governa a deciaaS desta
negocio, a elle deve o supplicante recorrer, ate.
ORDEM DO DIA.
Continuou a segunda dicussa5 do terceiro artigo
do prniecto sobre o meio circulante, adiado na sea-
sao de hontera.
Emenda apoiada de suppressao do terceira artiga
do Sr. Rafael de Carvalho.
Emenda ao art. 3.
Os iroposlos que pela lei de 3 de Oulubro da
1833 fora5 decretados para a fundacad do novo Ban-
co, e quaesquer outres que ae haja de decretar para
a amorrisaca da moeda papel, seri pagos na mrs-
ma moeda, tanto quanto o permittir a quantia de
pagamento.
Art. Crear-se-ha huma estacaS especial para
arrecadacaS destesimpospos, eella meama ser en-
carregada da amc-rlisacaS do papel pelo meio se-
guinte.
Art. Todos os annos dar-se-ha balanco nestas
reparticSes, conferida a quantia recebida com tedo
o escrpulo ; o seu producto em papel ser solem-
nemente queimado em publico.
Art. Para execucaS do artigo antecedente, no-
mear-se-ha na Corte huma Comraissa de cada hu-
ma das Cmaras Legislativas, logo que se rena a
Assemblea Geral, para asaislir a toda.essa opoiacaS ;
e as Provincias huma Commissa5 da respectiva As-
semb'a Legislativa assistir mesma operaca.
Art. A moeda de cobre ou prata resultante dos
pagamentos para os quae* nao chegueo papel de me-
nor valor, ser convertida ea notas, e igualmente
qu< imadas estas conjuntamente com as ootras.
Art. O Governo ter toda a inspec^aS sobre es-
las estaces, e dar as ios truecas jura a prom pa
execucad em peifcita, harmona com esta. Hen-
rique de Reiende.
Emenda additiva ao artigo 5. *
Depoisdaspalavras papel moeda aceras-




r

DIARIO DE PLBNAMBWC'd.
ir
\
r
cente-se assini como o producto da snbscripcsb
quese piouioveu para a estatua equestre do Sr. D.
Pedro i. Baiboza ficrdtiro. >
. O Ai ligo 5 seja substituido pelo seguinte
artigo .5 fieaU xradas e a ppf irados para o animal
resgtrte do papi-l monda alca aun iotal iinoiiMcaS o
fundos e rendas seguintes.
i.c O producto annnal dos imposlos, cujo
rendimento te acba applicado no artigo 5 o da lei de
8 de Oulubr de 1833, para fundo do novo Banco
em qunntoesle $e n6 realisar. 2C a i/2por loo
de to'dos os ordafMoos, tati!i<;ieSes, snb-idibs, on-
gruas tencas, A-5es, e aposentad o ras que txcede-
rem a OOaJftOO i>. anuuaes.
3 5 por cento de todos o pagamentos de
juros que s.. izpiero na Caixa d'Amorlit>aca5, e esla-
ces p.ibcas. Alvares Machado, a
Depo's dolSr. Deputado Oiivcia ter largamente
sustentado a doulrin do litigo 3 julgou-.-e mi-
tei ia tufficientemeule discutida. <,
PIj voloia-emenda de suppressa do ai ligo,
.o passov.
Posto o ai tigo volaca foi approvado. Aa ouirll
emendas julra6-se prejudi adas.
Entrou eui discussa o art'go 4 do Prejeclo ; o qual
depoisde discutido foi approvado.
Enti on en discussa o artigo 5.
rora apoadas duas emendas a este artigo :
O Sr. Cornelio Fraitca pedio a patarra pela ord> m,
e diste que liuha bum r.egccio u-gente para propr
eonsideirtca da Cmara, e dizendo-lbe o Sr. Pie-
aidente, que pxpuze se o motivo da sua urgencia,
para ver se a Cmara a apoiava, disse enta o Illua.
tre Deputado que a lei da amnista tendo pas-ado ins-
ta Ornara,' e na do Senado, haria sido dirigida a
anceno, eqae se esperara que ella fbsse saneciona-
da. mesronpor bum dito do Ministro da Justica ; m. d9 alivia ag'-ra por boro requeriii.ento que Ihe fra
rnetlido de bum dos reos, que tem ordem de ir a-
manba infallivelmente embarcar para cumprir o s*u
degredo, esuppunha que o Governo na6 divia por
*m pratica semelhante set.tenca, o que na6 Ihe pare-
ca milito justo, se tal o uzease; e he por is.-o que
pedia Cmara que desse providencias a este respai-
lo, a fim de evitar que o individuo de que se tratava
soffrese.harria rioieneia ; e portanto propunha que
e reqoerimenlo deque fallara fosse remedido Coni-
roisa6 de ConslituicaS para dar hoje mesnio a ser
posaivel, osen parecer a tal respeito.
A urgencia proposta foi apoiada, e depois de dis-
entida, approvou-se.
O Sr. Cornelio Franca leu enta6 o reqoerimenlo
de Joao Bernaido de Verne e Bil.-tein, em que se
queixa a esta Augusta Cmara de ler obligado a ir
eamprir a iua .-entenca, te. O requermento foi rt-
metlido CommissaS de Con-tituica5.
Gontiuoando a discuto sobre o meo circulante,
foi nterfomp'da em consequencia de se ler o parecer
da Cotnmissao de Constituidas e poderes, que reco-
nhace cono Deputado pela Provincia do Cear, ao
Sr. Manoel do NasciuientoCdStroe Silva, etc.
Entrando este parecer em discumG, teve i oppo-
aica dos Diputados Ibis pina, Pinte de Menciones,
Ramiro, e m, em consequencia de haver na casa
bum precesso de pronuncia contra o Sr. Manoel do
Nescimento Castro e Silva, sobre abuso de liberdade
da imprenta; e foi o parecer sustentado pelos mem-
bros da CommisaaS, demonstrando e S<". Sonsa e
Olivtia que o Sr.( Manoel do Nascimento nao es'ava
pronunciado em querela ou devassa. Tamben fal-
htra a favor do parecer os Srs. Henrique de Rezende,
Meavias de Lea8, c Alcibiades.
OSr. Paim propz o adiamento para que o negocio
vollasse outrt ver. Commissa.
O adiamento proposto fui apoiado, e depois de dis-
cutido nao passou. Continuoi. por conseguate a dis-
etfss 6.
?Como ti veste dado a hora, o Sr. Baptista Ca tao
propz a prorogacio da sessa5 al dicisao do parecer,
esja prrogacfo foi approvada pela Cmara.
"XISC. Ramiro offereceu huma emenda para que se
fit/5 decidiste o parecer da conmiasa, sem preceder
a interpretaca do pargrafo t-rceiro do artigo 94 da
cbisiitnieift, cuja emenda fui apoiada e eniru em
discussa.
f t tea totola meada do Sr. Remiro, eforegeita-
da.
Stgu'ttido m a votacaG sobre o parvear da Commis-
s.rS, rol approvado.
G Sr. Cornelio Franca insisti na urgencia que
linba propos'o acerca do negocio de BiUtein, e reque-
ren a prorogacaft da aesinft, a qual a Cmara naS
i|>prrvoo.
* O Pirsitlente deu para ordem do dia r5ajmesma
tateiia dirfa para boje, e leraulom i sesti" |>ell
toas koias e aacia. .
DIVERCAS REPARTICOENS.
-
CMARA MIMICJPAL DO RECH'K.
SessoS ordinal ia do dia 8 de agosto.
Presidencia do Snr. Guarni.
V/Ori'parecerio el Sms. Miranda, Bernardo de
Miranda, Metim. Cunh, Catanho, e Sema, falta-
do con causa os Snrs. Mene.-e, eSilca.
Abei la a Msso e lid a.cla'da antecedente f-i mn-
ejonada por esto' coiiforme.
O Secretario dando conta doexpedeate iencionou
os seguintes i ffic'os.
HoSn do V"\3> I da Boa-visl companbado da lita
das pessoas multadas por nfiarcio de po*tura* no
mez de Julho e pedindo que se lh<* nnndasse pagar a
quantia de 4800 niscm que inipoita'a a limpesa da
ponte que se passou mandado para ser pago ficando
cem a refaci o Snr. Presidente.
Outro do Fiscal de S. Antonia para que se Ihe
mandasse pagar a quantia de 1280 reis que bavia dis
pendido coui o nlcrranunto de bum eadaver que ha-
via apparecido uo seu Bairro que se passasse mandado
para ser pago. *
Outro do Fiscal da Boa-vista para que o Grdiadar
nao fizesse cordiacio alguma sem qup elle fsl vesse
presente : que o Cerdiador jamis 6sse cordacSo
de algn predio sem que presente esliveasem os Fis-
caes respctivos e por eaLtrem presentes os Fiscae?,
c Cor diador ficaio ambos nns-a inteligencia.
Outro de Antonio de Holanda Cavalrahti de Albn-
querque para, a vi la, da testaco do Facultativo ser
dispensado de tomar posse de Juiz de Paz o 5 Des
tricto de Bcm Gca: que se chamasse o iramedia-
to.
Outro doDoutor Luiz de Carvalbo Paes de Andra-
de agradecendb a uomeacio que delle fixera a Cma-
ra p rada.
Fefio approvado^ os pareceres dados por a Com-
nii-so sobre a caparidade dos Cidados prnposlos por
os Jui-es dePdi do t rciiroestriclo da Estancia, 3.*
Desiiicto do Carino, e 5.a Destricto das 5 Pontas, pa-
ra Inspectores de Quarteiiio, e em consequencia se
ordenou que se oflicia'ie aos meamos Juires parlicipi-
do a ap ruvacio.
Tendo >e lindado os das e rio app. arrematasse os concert da Cadeia desta Cidade resol-
vea a Cmara qoe os mesmos fossem ja fetoi debai-
xo da in-peccio, e adinin'itrscio do Fiscal Bara-
ta.
O Snr. Bor'rardo de Miranda ScoQ enearregado de
mandar >ir de Lisboa 50 exempluei de escripia de
Joaquim Joze Ventar.
Resolveu a Cmara sobre o omrio do Fiscal deste
Bairro, Barata addiado a reqaerimeMte do Snr. Men-
ta da se sao passada para esta que ella se nio julgava
autliorisada a envolver-se en questio da proposta por
conler direito departes en quanlo a compalbilidade
do exercicio de Fiscal eom o em prego de Juii de Pac;
outro sin nao se jnlua autboiisada a alterar a appura-
cfo da A-semb'ea Provincial a resp. ito da accumnla-
QiodosOmcios de Fiscal, eCordiador. E por ser
dada a hora alevantou-se a sessio. Eu Joze Favares
Gomes da Fonceca Secretario a eserevi. Gusmio P.
P.MirandaBernardo de MirandaMennaCu-
nbaSousa.
SAMARA MUNICIPAL D'OMNBA.
2 SessaS o diara de 13 de kbril de lISS. .
Presidencia do Sr. Burros FalcaS.
x\BErla a sessaS comparecerafl os Srs. Oveira,
Costa, Azevedc. e F Serpa. Passos, Ferreira, e Pe'Xoto.
O Secretario dando conta do expediente mencio-
nen han officio do Venador elteilo Joze Vellez de
Guvara, pai ticip. respondesse que legaste a sua molestia.
Outro officio do Conego Francixo J xe Peixoto,
participando que viito ja ser Veriador desia Cmara
fazia 0pca5 dette eargs, e rennnciava o de Juiz de
Pai dii a. Districto : nteirada, e que te chamai'e
o mediato, asaim como o Sr. Barros Falcan, quej
aeado V>riador juramentido con poste e juramento,
e visto ter sessado o seu impedimento de novo torna-
ra no exercicio de Vareador, de que faia opc 6, a
renunciava o caigo de Juiz de Paz pelo que a Cma-
ra resotou que te chamaste o inmediata, e que se
Iba aprasaise a ses>a6 de al do coi rente.
Outro officio do Juiz de Px elleo em terreiro ln-
*r do Destricto di Maranguape, participando fizer
opcafi deste cargo ao de Inspector do QuaiteiraS; ,
Cmara ficou inteirado, e mandn que te Ihe aprazai.
se a sestaS do dia aa do eorrente. .
Outio officio do Jnizde Pai do 4. Districto re.
metiendo a lista dos G. Nacionaes de seu Districto
contendo 3-rompanhins i a Camtra rezolveo que e
offiriasve ao dito Juiz de Paz, para que exclaiecesse
onde se clia6 marcada^ as MMf paradas, e-se j ext.
lemOfficiaes para ditai C< rrpanbias, visto q (e ella
i. fon6 organizadas p> lo Municipio de Iguarass
antes i'e pertencerem ao Municipio desta Cidade. A
commissBenrairegada de dar a seu parecer udri
aprovHci5 dos Inspectores di QaarieiraS do .o D,.
trido da St, deo osen parecer aprovrindn os Cidados
elleitoi pelo Juii de Paz do dito Districto. A Cmara
os houve por provados, e manden que se ofliciase A I
ae> Juiz de Paz para que osfizrte coiipaseer na na. |
safide aa para presiaiem juramento na formada
I.ei. ()Sr. Faril prop t que de riovo te cnmsse
o Juii de Paz Soplfnte do 1. e Distiiito da S, eo
Suplente do Poco da Panella visto na5 teum jurado
m Acta da Cmara, e ta8 somente pelo Preii!ente
da nesna. Resolveu a Cmara que o Procurador
comprase 4 duzias de Cadenas de palinha, sendo u-
ma de angico.
H"uver&5 varios requerimentos de partes, t por
dar oa oSr. Prezidenle huve a sessa8 por feixa-
da, ezesta Ada en que assignaia. Eu Maootl
da Molla Si'v Borros Falc.5, Prez.; Farit ; Oveira ; Costa;. A-
sevedo.
-
*-V
Polica.
JIi.lM. Sr, Quando recebi o offic io de V. S. re-
comniendando me vigilancia e providencias sobre hum
contrabando de Africanos, que houve em Porto de
Galinhas, eu ja linha dado aquellas, que estava6 a
meu alcance, officiando ao J< iz de paz do dito lugar
advirtindo Ihe que, empregasse a maior circunspe-
ca5, e pesquiza na endaga?s6 daquelle fado, e mes-
i'no in'struindo 0 no procedimenlo, que julguei ne-
cessirioj pelo que passadot alguns das recebi em
reiposta, do dito mu offifio, outro do referido Ju.
iz de Pazaconpanbado de bn auto de iiupii icoens,
feito por elle, no snpradilo lugar de P.rto de Gali-
nhas, emquejura5 quatro petsoai de na5 saberem,
nem por noticias, de senelbante contrabando ; oque
ludoineluio remello a V. S. por copia.
Na5obstsnle aquella rtaposta, com a iecepc-5 do
mencionado officio de V. S.; e nais documentos, que
parecem comp'ovar dito cont abando, novamente
officiei na5 s aquelle Juiz de Paz, ionio a todos os
nais da Freguesa de Ipejuca, remettendo Ibes por
ropia a officio de V. S. e|mais documesTlos, e entad
empreguei maiores recomfciidacoens, e at per.-uazo-
ens, afim deque (lies se dedicassem aquellas inda-
gacoens com zello, e *ct vidade ; mas ja recebi res-
posta de dousJuizes de Paz da dita Freguezia, afir-
mando-me que, n5 Ihe con3tava5aquelle c do, e que en fim faiia sempre as nd..gJcoens por
mim exigidas. O que trago dito, be o que tenho po
dido conseguir ate* hoje'aobrc este negocio.
Cumpre-me notar a V. S. que, quando houve es-
te contrabando, eu inda na5 linba tomado exercicio,
ou pose do lugar, que hoje oceupo ; e inda mas
que, dezejo desempenhar os deveres que est6 a meu
cargo; mas algn ha, cojos cumplimento* nade-
pendem sdemim, con.d dos Juizes de Par, pelo
que nicamente os meus exforcos na5 sao sufficien-
tes. Ainda na lis assevero a V. S. que, quando o-
Iho i Lei, como exteutor della, nenhuma outra i-
deia me oceupa, que a do seu restricto ruinprimen-
to ; epor isso u5 ha conciderac5 alguna philosofi
ea, quemefacaafatardasua execucaS ; pu->p. rten-
cendo privativamente ao poder Legi Litivo conhecer
da conveniencia ou inronvtnien(ia das Lfis, anos
s nos incumbe obsrvala, eexi ctalas. Pelo que
venho de diaar, certiBcar-se-ha V. S. que, anda
2nando conhei es-e desvantagem na abolip. do tca-
co de Africanos no Brazil, de modo algum deixaria
deexecutaras Leis, que a prese re ve.
Acceile V. S. os meus comprimentos de respeito
considerapaC.
Dos Guarde a V. S. Villa do Cabo 26 de Agosta
de 1835. Nln. gr. Dootor Joaqun Nones Ma-
chado, Chefe dePolicia de Re fe. Francisco E-
lias do Reg Danta, Juiz de Orlaos e Municipal da
Villa do Cabo.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mama do N.* I $9.


MFI HOR FXEMPL


rOfDia 7 Septembro de i83S foi emPernambuco
r>rdadehaimMitc brilhante e magnifico! Sa*uisado
Bormil:dmons!m?6e9 pubhVs de patriotismo e de
alori*, pVlamais angosta de todas;? -pochas da Nac,
Jlle foi aohre lde abi nadado pelo mais completo so-
ergi. unii", eivi>mo, no meio do rraii acrisolado
euibuaiaimo de nda a populadlo, que des despera
se mosiiouelrctrisada d* jubilo, divagando em nume-
rosos grupos por Udas as ras da Capital, que ae avilo
espontanea Je completamente Iluminado: de* a
. coropai.hia Commca huma elegante repreteutaclo
gratis, aeompaohada de uma"l rilhaeta ccn'radaiica,
feulada p do ue-fl lio hum concurao innumeraiel. Asa
grada Aturra do Da 7 fi annuucda lodo o P *amito ptlo r< bombo dos mavorsios trovesdaa For-
taleza e Embarcares de Guerra surtas no Porto, ee-
c,-s queooliVa annunciioos ealrafcoe da merle, en-
tio s anirnal nos coracas Brazjleiios o f-go riv fi-
Brar.il! Todos julgvloouvir os estrondo da batalha de
P.fa,' o embarque do.- Generaes Madira, e Reg, a
?Tatuarlo da tropas Lusitansa r.o Rio deJamiio;
ninguem in.uf- ficou innerme, nenhum Cidadio Sol-
dado d.moiou seim correr ana parada, attraido ao
lom da chamada de todos os Baia'hot-s deGuadss
Nat ionaes, e do primeii a L Plas 8 oras eatatio formados todos em ofldero de
marcha, em maguifi. o uniforme, ero que profusa-
mente biilbou agalhardia Pernam hura nal J des do
assonar da Amor*, numerosa;, girndolas de fogo ar-
t,filial, e oacm mag^siuso dos -agrados brones da I-
greia Mlriz iiii* t orthodoxos Pe 1 taml>u< anos que sobre todas aa
auaiaac 'generosas, elie liashio- te bir tender o
Todo Poderoso as de vid is g'ayas pela prosperidade da
Independencia do Imperio, e bem estar da familia
Biazdeira. Foi este rooa efeilo entre os setos roai.- eX-
|,tendidos que inanguiaioo Dia 7, o ira queaumni-
licencia nada poupou ao >ett uzinrnto! HunaSo-
ciedade de Patriotas Peinambucauoa eouroneo com
f. anquza para hum solemnis-imo Te-Deum na refe-
rida lg'ejj Matriz, *m que ludo foi rico e digno da
caza deUeuSI a d< corceo a msica nao se podiao
inelhor org nizar no Paiz ea Oracao que reriiou 6
amito Reverendo Sur. Coadjuli-r Manuel da Fonceca
e Si'va foi de hutn mereeiooento superior ao noxao elo-
gio Nada menos podiao deixar de produzir no seu
pen-ameiilo a R- li^io e a Patria. A ni ser tio curto
o mbito d'hum rtigo, ea nao temer-moa siil desa-
provacio, nos daramos aqui em globo os loj iros ro-
is salicu'es do seu panagirico, que a riminiasem ta nos
conserva emgiaiide paite.
04.* Corpo de ariiiharia ligeira em grande uni-
fotme, benZonasua lgreja daPtiiba oPa*bo Na-
cional, e seguio com 6 bocas de fogo para a Praca da
Boa-vista, designada para ponto de reuniio geral de
todas as tropaa : para ali seguirlo = BUlhoes de G.
N. doRecife e Santo Antonio sub as ordens do Chefe
da i." Legio, e formando com o da Bfe-vis'a e da
Vanea, 7.* de Cansadores delinha, e da Ai lilharia,
S brigadas s<-b asrdeos do Coronel Comraaud. Superior Francsco Jacintho Pereira, voltario pelas 11
oras em passo ordinario ate aporta da Matriz de S.
Antonio desfilando por toda a ra Nora, e ponte da
Boa-viste. Entio o Ulust. e Excel. Sur. Presidente
da Provincia, o Sur. Commsndante das Armas, Pre-
sidente da Retalie, egeralmente todas as Autorida-
des, todos os Em pregado Publico!*, os Cnsules Es-
traugeiros em grande uniforme, osMembios da C-
mara Muuikipal, e hntii grandsimo numero de Ci-
dadios di. tintos e de m rito, concorretio ao Templo
e no ais profundo acatamctito assislirlo o acto Reli-
gioso. Findo este pelas 9, horas, S. Ex. acompanha-
do de todos que avemga roensionndo, dirigio-se ao
Passo do Colegio ; o concurso do pove atulhava as
ras que pai a ab encaminhio, e a Iropa desfilando pe-
la Praca da Independencia, marchoo pela ra do Cres-
po a postar-ge des do largo e ra do Colegio, o largo
de Si Francisco : pilas 2'/, o Commandante Supe-
rior frente da lustre Officialidade de todos os Car-
pos, foi ao cortejo, e pelas 3 horas aoaro as descargas
de alegt ia, correspondidas pelos Fortes, e Navios de
Guerra, e quase nao ou vidas pelo estrondoso ecco do
immenso concuiao respondendo aos vivas dados pelo
Snr. Presidente aos objectos mais sngrados e insiado-
res do enthusiasmo popular Com quanto nio ou-
vissimos todos, 1 ersibemos bem esles quatro : A In-
dependencia d.. Brift, S. M. I. o Sur. D. Pedro II,
s Cmaras legislativas, Uniio de todos os Branlei-
ras! Nada pode deber ver 6 interease paterrtado pe-
los expedidores! He digno de todo o elogio o ar-
dor com que a tropa con espondeo aos vivas do Com-
mindante Superioi Aa^oraa n tropas desfiliarlo
lepes e cheisj de gloria i aeus Quat leis, ce habitan-
"W
DIARIO E PBRNAMBt'CO
lea vollaiio ssuas habitav(ea.para bemdizer entre su-
as familias tanta tranijuiliJade e lauto reg^sijo. Glo-
ria ao Dia 7 de Scptembro !! I S. Ez. o Presidente,
Commandante das Armas, o Superior, de Legiocs, e
dos Corpos, militas Authoi idides, e grand* n.* da
pessoas distintas, linio acistir por convite da mesma
Socied&de de patriotas Pernamhucanot hnm expleti-
dido bmquele dado em iiuma das salas de Palacio : uso
tivemoa oforimcio do detalhe dste festin, por is.'o
nos obstamos de sua narraci->, Mtposto que o nige-
ntos em todo digno doa mesmos que em tildo utaia eou-
berio fazer biilhar anas actes. Nos esperamos pu-
blicar relatorioa particnlaies dos diversos festei09 da-
do* por aeus Ag*ntea, e por iss<> aqui resumimos o
ooss-> para nio enfadar c-m repetices da meama ma-
fia ; acreccc^iando 6 que 11 tile foi digna do Dia
que descrevemoi : geral e brilhanle illominacio, so-
bressaindo s todas caza de dae da Sociedade Ta-
pisieore, na tua do Q Jeimado ; grauda concurso 110
Theatro, immenso povo p&sseaiido, liudis^itno luar,
e o mais pi of indo soreg, fai io por amitos das recor-
dar com go^to o Di 1 7 daS'toi.bro dei835emPer-
nainbuco !
COMMUNICADO.
Continuado do Diario lf. i6fl.
., Ocioztdade, embmtecimento, e fanatismo do
Misionarios liiilia tocado tal auge, que disse una a
Humboldt que de todos os prazeres da vida, uo ex-
ceptuando o somno, nenhum era comparavel aode
comer carne de vaca. E outro que Dauxion pin-
ta entre os memores, considera va todos os Sabios an-
tigos, emodernos enviados por Santanaz para cor-
romper o genero humano, e dizia, que elle se faria de
boa vonlade demonio por alguna annosafim dse vm-
gar dilles. O, Ov fes das Mi6es, continua Cont,
ero guardas da pudicicia das mulhercs. As cazadas
cujos maridos estavlo Hente?, eassolteiras nubeis
eiio guardadas de noite em ora sal* contiguo a Caza
do C'htfe de Missio, que tinba com ella corounicago
interior, e as chaves erao entregues a este. Bo-
ungaville affirma, queroizas anda mais extraordina-
rias Ihe forio contada em Buenos Aires; ra|3 que el-
le s acreditara, e que julgara crivel, e de que tivera
provas.
Lio, que diz Cont doa Jesutas do Paraguai, a-
firma poder-se dizer de quazi todas as Ma-5es, e que
a historia deltas era muissimo semelhante. Sao ho-
rneas acreditados, que frfllao, e nio Escritores d-ou-
vir dizer, e que inventio, entVio, e exagero factos
para agradarem a esta, ou aquela classe. He verdad,
que o capirito de nivelamento de direitoa, e propie-
dades, que tanto squito teve na Europa, e particu-
larmente na Franca, folg >u ouvir narrar factoa, qae
confitmavio sea sistema, e para o propagar figurn
ainda mai* propria a Repblica .i Paraguai.; ma as
vi*gena modernas, fazendo verificar o contrario do
que se havia assoalhado, desfuero a favoravel opini-
i, que seliuha formado d govetoo do Paragua',
qurs be hoja crida por ignorancia, ou assoalhada
por interease.
E serio Filosofantes, r enipalnudore os que deze-
jo a extincio doa Fiados? Sero beregen, e ladr-
ea Clemente 14. Lua 15 da Franca, Jote 1. de
Portugal, Aleandre da Kuasia, Carloa 6. 5 de Hea-
pjuha, e sena Minislroa o Mrquez de Porobal, o
Conde d'Aranda, o Duque de Choiseal, que conlri-
buiriopara a final extiugio dosJezuitas? Selo-hia
Minben a Eumpa toda, que mais, ou menos toroou
parte na medida ? Sero hereges, eladiis Henri-
que 4. que emseu lempo o-*e*pulsnu de Franca.
OCardeal Saldanha. que veio conhecer dellea Por-
tugal ? Os Geraes de sua propria orden Fiovarante,
Inchofer, Gonzales, S. Francisco de Borja, Acqua-
viva, eVoleacheli, que tanto lamentarlo sua depra-
vadlo, e procurarlo a reforma 7 Maane, que teo-
do ado ana moco Ver ladiiro Jeauita, searrependeu,
quaddo eatrado na vilhice (romo he coatume) e 0011-
fessa pezarozo em suss obras os vicios de sua Ordem ?
Seriio bereges T ladroes os primeiros Governadorea
do Par cpiosolfifios eatio recheados de queixas con
tra oa Frades, a Jesutas ? Se-lo hia o Bisp de Nan-
kim, queem sua caria a Benedito i4 se queixa dos
crimes dos Jesuitas naquelle Paia? Se-lo-ho tan-
bem D. Joio de Pal-fox Bispo de Puebla dos Anjos,
D. Bitlboloineu d'Aldonali Governador do Piragua!,
o General Gomes Freir d'Andrade, Anteg >ada Vice
ReideLima, o Bario Neateninano, D. Bemardiuo
d'Almansa Arcebispo de S. F, D. Matheua de Cas^fo
Bispo enviado aa Indina por Uebano 8. D. Fi-
nando Guerreiro, e D Felipe. Pargo Arceb^p >s de
Manilha, D. Bernardino de Crdena Bispo do Para-
guai, e mi I ha re d'outros Prelado*, Aulboid*des,
Esoriptores, quereprezentarlo del'es aoa Imperantes,
e Pontifica', oa escreverio obras eonra sua deprava-
vaoio, crines ?
Siria tambem PJiilowfanle, e ladio flre. dt.-. D.
Pedro Duque deBraganca, que teve a coracero de e-
magar a hidra, querievorava Poitigit? Hidra, que
assolou este misero Reino athe a auno patsado, a quo
anda agora devas a a alf/dada H- .p nhaef S- tt so!w
he bauhido de sangue, s ruina a dcsolaco, o estra-
go tim vizilado Cidad- s e Pr-vincias nteiias, sua po-
puLrio eutiecue anarqua disninuc todos os dias ;
se chama I'hilowfante, e mpalmador quem censura
odesm.auradon. d R =.'ligi os, que Jeiu "ol-
vido suas riquezas, alo os prinelpas thif.s da Rebea
lio, que contra a ultima Sobi r. na se declarou a Ta-
vor de D. Cario., em cujo nome ten seduztJo, e ar-
mado parte Ba populadlo, con.iusido contra scus Ir-
mios, e cometido toda a forte de violencias? Bats-
Ihesde Fradel apareoem incorporados as tropas con-
tra a Rainha d'H spaitha, e a aparenlo as de D.
Miguel contra Mana, e sio Fhilosantes, e ladies
oa que iulglo prejudiciaea as Ordens Religi..zaa ? !
Eo f.i D. Pedro, que as exlitguiu em Porlugal? !
Toda a Europa, toda a America c criminoza, beregr,
emp limadora &c. e os nicos honrados alo o Sur. Bs-
criplor, Anquetil, e mui raros outros !
Continuar-tt '.
EXTERIOR.
LONDRES 7 DE U l.HO.
Noticias Extradas do Monitor.
E
jM 28 do pisaado Junbo, foi atsigaada huma cw-
vencJo feiU pelo Ministro dos negocio estrangeiros,
eo Embaixador de Hespanhr. Em consequeneia da
dita convenci, a Lcgiio otraogeira deixar Jo ser vi-
co da Franca e passar aodeS. M. Catholica, qpe pa-
gar aos officiaes e soldados de que ella se conp6>.
S. M. oRei de Franca se obriga a nio recebar outra
vez ao ieu servido, toda ou parte d'ella, sen o fonnsl
conseniinento dogoverno Hespanhol. Os navios Fraft-
cezes transportars a dita devizio do lerrilorio d'Ar-
gel so poni da Penisuls, que Ihe for designado pelo
Gabinete de Madiid. Ella podeti levar assuassrma*
e bagages, cujo valor ser estimado por ambas as par-
tes, e pago aogoverno Francs pelo dellespanha.
Hum Commissario Hespanhol ir a frica a bordo*de
Hum navio de guerra Francez, a fin de proceder
tfansferent a para o aervico da Hespanha da Legio
eatrangeira, eatinacio cima nencionada. Esta
Commissario sabio dePariz bontera em conpanhia
do Commissario Francez, encarregado pelo Ministre
da guerra de fazer os arranjos necessanos da parte do
Governo do Rei. Fste CommUario convidar oa in-
dividuos deque se compocm a le*o estrangeira a a-
ceitar as propostas do Governo H-spanhol, ese entre
eles houvercm slgunsque pertencioao exercito I'ran-
cez e qu;zerem passar ao servico de S. M. Catholica,
os.-euspostos direitos, e antiguidades Ihe serio cea-
servados. ... ...
Independente das esttpulac5es conUudss ns con-
venci assignada em 28 de Junho, o Governo do Rey
authorisou publicamente o voluntario ahstamentojem
favor da Hespanha, e ofiereceu ao Embaixador Hes-
panhol tudo quanto fosse necessario para eftectuar o
dito alistamento. _
Forio tomadas medidss pelos Governos Francs,
e Ing'ez para ctabelecerem cruzeiros as costas de
Hespanha do Sul, Norte, Liste, e Ueste, cujas me-
didas consistem em enviarem s ditas costas hum cor-
lo- n de Nus de linha, Fragataa, e navios Iigeii-os.
Estas torcas navaes ser devididas pelas differ.ntes ea-
tscese.n igual n.* de navios de ambas asNaces.
(Timos).
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redaerfes.
IfArruntoque j nio esrreve oNaufragio da Ver-
dad-? poisque, e nlobarrunto Vm* quera a*ja
o Naulragio ? Easa he boa l... Po he pena que
nao tenha i o Publico sensato aquellas rerdadeiras
bobagens para seu desfructe! Oxal que eu podeua.
.ubstnuir com toda a fo.ca do nd.culo o objeclo em
qtiestlo el, c, c, c 1! Barrunto que nao posso
fazer triunfar o que alnejo; nem tenho huma ind-s-
posico de ventie: .
Com que as ventai possa encher do cujo,
Cono de TT a testa elle ten cheia.
Porem descance o mesmo respeitavel Publico sensa-
to e imparcial em quesHo, q' na nesgolavel mina das
-^Variedadese definicas cehbotarias en farei triun-
far oNaufraugio. Dito, e feito : l vai huma ajee
se de ve 1er aaiim :
i


_AR ENCONTRADO i


r
4
1

\

DIARIO DE. PftltNAMBUCO.
Carta dirig Ja a huma costureira da casa do Cn-
sul Leile da Babia, chamada Cordiere.
Madame.
Pergunta-se, ae a senbora enconlrasse um moco
dotado de qualidades tanto fi-ieai, como moraes, que
tvesse temor de Dos, e das Leis, que soubesse digo
respeitar as Leis do llymineu, e ti actar a sua esposa
oni a mesma delicadeza, e docura prescritas, e reco-
mendadas pelos celebres Authores Felice, Builma-
qui, Bario d'Horbac, Puffendoi fio, e o litros ', s'en-
contrasse digo um moco, que fosse barruntado das
qualidades previamente cima indignadas, se quera
desposarse comelle? Sua sabia rcspotla sabei de-
terminar ao Brasileo amante da ordem, que es-
tuda Leis formar se em
FeiiViuCO.
Bravos !.. Bravissimoi!... ptimo 1 Eesa
ha boa !
Do Moc.
I.
Publicaran pedido.
^ Lina. Star. Doutor Promotor pub'ico-Para que V.
8. obre com perfeito eonhcciroento de causa na De-
nuncia qnedeo contra o Fiscal Barata, off'ereco a V.
S. oseguinte memorial*par que se digne fazel-o jun-
tar aos Autos da mesma denuncia.
A principal lapagem daquelle meu sitio, consiste-
nos vallados de que elle est circundado, e *e, no'lu-
gar da planta emquesio nio esto estes vallados na
cordoaio da ra, como acontece em toda a mais ex-
tencio, por causa da omissio da Cmara em cum-
,prirosseus deveres ; pois que nfio tendo ella, como
liiecumpre, abilitado psra o tranzito publico o terre-
no para i-so destinado, em virtude da cordoaco que
ella mesma manduu fazer (cordoaco esta lio amiga,
que j depois se fet uma ponte nova tempo t"l, que
a dous annos se Ibe fez um concert em que s os Es-
vtttftC Ibe aproreitaio.) ero virtude, digo, da omis-
aio da Cmara em curnpi ir esta parte os seus deveres,
stou eu privado do uso deroinba propriedade sem
n'ella poder edificar, bem como en-toda a mais fren-
te, como a seu devido lempo se mostrar ; por guanlo,
como por este motivo eu deixasse intil fora d'estes
Tallados um pedasso de trra, e cu veja o caso em ler-
jnosd'a, refeiida Cmara tarde, ou nunca cumprir
tal obngaco, lentei aproveitar aqoelle terreno coro
uma planlaco, despinhopara produrir lenhas; e
comquaoto eu esteja assaz persuadido que inda mesmo
queeu eslendesse a minha plantacSo a toda a extencio
do mea terreno, multo emboia com ella tomasse o
lugar por onde o pvo transita, nem o Snr. Fiscal,
nem n'enbhuma outra authoridade tinha direito a
romper no excesso de arrancar-m'a, uma vez que eu
nao occupasse terreno algum destinado para a rus, e
.que sim o mais que podia faier o Snr. Fiscal ra en-
tenderle comigo convencionalmente para consentir
na continuado de prestar aquel le tirrerro para o
Iranaito publico em quanlo a Cmara nao cumprsse
os seos dereres (pois que a proprieade do) Cidadao nao
ertaobrigadaapagaras faltas da Cmara no coropri-
ment d estes mesmos deveres) com quanto eu esteja
persuadido, d'isto, todava longe de aproveitar ludo,
dirig aquella plantacio n'uma linha lela psralella
ora a da cordoaco da roa, mas reconsentrada Testa
braca eme, eu cominuei em quanlo entend que
io prejudicava de forma alguma o transito pubico ;
como aqu o mesmo trau-ito o permitase, curveiesta
linha obhquando esobre a esquerda, de nodo que
na >ua exlremidade se acha internada na nimba pro-
pfiedade mais de 50 .palmos, o que nio obstante,
nli mesmo chegou o despotismo do Snr. Fiscal. O
terreno peritamente abilitado para o transito publi-
co, queeu deixei fora do meu servico, tem na parte
mais*stre.ta 30 palmos de leito, o queme parece ma-
is que suficiente, mormente n'um lugar em queexie-
e uma lio estreita pinguella da ponte para o caes (o-
i>ra da Cameral) que de largura apenas ten 14 pal-
mo*, e daqual (por nio ter guardas) eu sou testemu-
nha ocular de ver despenharem-se cavados de pobres
raatutiiibos, icando uns logo morios, outros estropea-
dos, cargas de assucar derretidas n'agoa, e mais con-
soqueneiis relativas !1 Requeiro por tanto a V. S.
ajo- se digne faser quanto antes visloriar o lugar do
sbulbo que me foi leito, antes que o lempo disselva
rhareompativeiscon a Le, afim deque a verdade
nio seja eclip-ada, e V. S. eludido.
Sou ice.
Antonio Sirva dos Prazeres Pedroza.
Agosto 12 de 1835.
ANNUNCIOS.
3Ai amatiba o 5* n.* da Cova da Onca quem
nunca vio venba ver.A loja de Bandeira Jnior, a
Typ. Fidedigna, eos destribuidores ds Quotidiana abi
estio para trocar por 40 reia marcados cada um ex-
emplar bem quenlinho, como sairdo forno.
AVIZOS PARTICULARES.
n7 Eigunta-seaoSnr. Joze Narcizo Camello, actual
Procurador Fiscal, ou antes o celebreiro das du vidas,
que sendo elle to celoso para o que diz respeilo os
ulereases Naconaes, a razio porque concente o Viga-
rio da desgracada Freguezia da Varzia, Joio Antonio
Torres, estar recebendo do Thezouro Naeional a
Congrua, sem nunca ter posto es ps na mesma Fre-
guezia, e nem estar em actual exercicio della. Com
sua resposta, a materia ser entio desenvolvida, e s-
lo pergunta o
_ f Amante da Lej.
W* D-se 455$ reis a juros de a por cento, so-
bre hipoteca cm predio, livre, e desembarazado, boas
firmas, ou pinbores de prala, eouro, sendo o seu va-
lor superior a sobredita quaatja : na rus Direita 2.
andar-do sobrado D. i3.
tr^ Quem tiyer um escraro para o servico de
enxada e que queira alogar ou hipotecar dirija aloja
do Bandeira, ra do cabuga D. 4.
#^ Aluga-se uma ou duas preas para venderem
na ra, pagando-se a40 reis por dia j no pateo de S.
redro lado do sul D. 6.
W>* "Perlende-se um feitor para um sitio perto
desta praea para administrar io ou i esaravos:
quem se quizerajostar pode dirigir-se a ra da San-
zala no A n. 23, a.* sobrado das ,7 horas da manh at
as 9, ou do meo dia ateas trex da tarde.
ACIIADOS.
_Cbou-seuma caixa de prala dourada na r j
Crespa na noite de Domingo 6 do crtente :
for sen dono pode din'gir-se ao e.^criptorio da Ad *
nistracio da Companhia Geral extinta, na rus A'"
Quarteis, a fallar con o Guarda livros da mesma Ad"
miriistiacio, o qual promptamentea entregar a qut
der ossinaes cerlos da nesna caixa.
FURTO.
.
VENDAS.
O* t- mOtaitxm Viaja

, os qaacs bem com-
previo quanto renho d diser indejiedeute mesmo
de teslemunhas. Devo advertir a V. S. que nuilo
admirado, estou de ver a pi omptidio com que o Snr.
GoHcallo Frajici>co d Souza se prestou para ser Juiz
n esta denuncia, sendo gaciosamenle meu antigoini-
Higo, e intim j amigo d. denunciado ; e Uto, apezar
nio so do Snr. Montetro Ihe dareexemplo de darse
desuspeilo por ser amigo do denunciado, mas lam-
ber depois d'eu Ibe requiziur a suspeico : levo pois
i.to loconheciineutode V. S. pira que se digne dir
a til respeilo as previdencias que en sus sabsdorisa-
Ms carrees com Boi ainda nova : na ra da Ro-
da D. 14, se dir qaem vende.
%C^ Bixas do Porto muio grsnes, por preco
connodo : na ra da cruz n. 48.
/*- Urna escrava da csta, moca, lava de barre-
la, e sabio, cosinha o diario de unacasa, e vende na
ra, e tambera psga semana, o nolivo porque se
vende se dir ao comprador, tamben se rende una
dtta de angola, de idade de 15 a i annos com prin-
cipio de costura e de cosinlu: no nixo do Noia casa
D. 25.
fc^ Um relogio de caita de ouro que regula bem,
2 pares de esporas nordernas de boa prala, um dito
de esti i vos pequeos enlodemos, uma bride, nm tran-
telim de ouro para senhora, ou para para relogio com
passador, un crucifiso lavrado, e un cruz, e mais ou-
trasobras de ouro sem feitio : na nesma casa acim.
y^ Urna eserara crila, idade O a 18 annos com
principio de costura, quitanrfeira, e muito hbil para
o arranjo de casa : era Olinda nos 4 cantos reuda
queden o letreiro da mesma ra.
WT 5 panellas de folba para aeeite, a feixaduras
de broca mu.to segura com sua xapa e eadiados i na
ra das 1'le es D. 8.
^ Um casa terreasc'rta no pateo do Hospital:
em Foro de portas casa terrea de rotulas verdes de-
fronte do nixo.
..*& Muloabolaxaaa#400res a arrobe, a
di "heno testa liza : no atierro da Boa-vista D. 63.
*W Vende-se um escraro, ou troca-se por outro
que|nio tenba vicios: alraz da Matriz da Boa-vista n.
17, de manhi at aa oito he ras, de tarde das 8 en
diante.
%qn Un Diccionario novo de rortuguez pra aFr-
cea : quen pertender anouncie.
PERDA.
Erdeo-se na manhi do dia 7 do comente, desde
a ra das Cruzas at a camboa do Carmo, tres bolCas
de ouro de bertura, tendo um delles uma nedra :
quero os achare quuer restituir, di.ija-se a camboa
do Carmo D. 12, que ser recompensado.
1\| O dia 30 de Agosto p. p. furtarlo um caralledo-
porto des iMa'tr05, com os signes segunits: ra
vermelbo, com pintas de pedreis pela cabeca, pescocc
algunas, pelo corpo, orelhai pequeas, dinas gran-
des, de meias carnes, una matadura nojmeio do espj.
nbaco, cauda nio muito comprida, um casco do D
branco, bom carregador de dois tronis, e esquipt-
dor : quem delle tiver noticia ou seuber, dirija se i
ruf do Crideireiro atraz dos Martirios casa terrea D
35, que ser generosamente recompensado, e pro-
mete-se guardar segrpdo a quem o descobrir, e igual-
mente nao se proceder contra quem o furtou.
ESCRAVOS FGIDOS.
tPOse, dogentiode Angola, estatura baixa, cor (u- ]
la, ollios pequeos, e neios mortos, pes tambem pe-"
quenos, oflicial de sapateiro, e bem ladino, levoo
vestido carniza, e duas calcas uma branca e a outro do
estopa, echapeo preto; fgido em o. de Setembro
desteanno, e como se sabe que est aqu acoilado, ro-
ga se a qualquer pessoa que* delle sonber de o levar a
ra Direita em qualquer dos sobrados D. il, quess*
rio i ecompencados.
!f- Joaquim Gama, 40 e tantos annos, baixo,
tem uma perna aleijada, quando falla be assohiando,
be cazado, mas deixou a mulber; fgido no dia 6 d
crtente de bm sitio no lugar de S. Anoa, foi escraro
,do falecido Joaqun pires Ferreira, e julga-se ter hi-
ao para o Sul onde elle ja csteve : quem o pogar tra-
ga o naprscinha doLivramento loja de fazendasD.
i9 quesera recompensado.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Porto d Pcrnmmbuct
0

i
.2
Q
15Segunda 4 h. 30
,6-T: g 5-- 48
17Q:----- -.6-50
,8Q:----- 7-18
19-S:----- 8- 6
20S:----- s 8-54
Ji D:----- 9 -4a
m

Tarde.
>* Ui*.
Navios entrados no dia 6.
tlAVRE DE GRACE; 46 dias; Birea Francets
Gencia, Cap. Becoure : varios gneros : Alma Guer-
ra. Ton. a37. Passageiio 1 Francex.
ASStT 5 110 dias; S. Santo Antonio Vencedor,
M. Fran.ci-.coGomes de Figueredo : sal, e carnauba:
Viuva Costa & Filbos. Ton. i97.
LIVERPOOL; 52 dias; Ese. Ingbza Quidiles
Cap. David Les : plvora, e varios gneros : Crabt-
tree &. Conp. Ton. 122, a qual fuodiou no poco.
Dia 7.
PORTOS DO SUL ; 25 dias; Paquete Leopoldi-
na, Con. o 2. Tenente Francisco Candido de Castro
Menezes. PassageirosO Capillo de Fragata Barto-
lomeu Edei, o Capiio-Tenente Vietor Santiago, o
rillo Simio Francisco Xavier de Moris, Jos Costo-
dio deAmaral Pitanga. D. Joaquina Francisca da
Peuha, e 5 Glhos, Jote Henrique Lourenco, Luis de
Franca Alexandrino, Francisco Antonio de Olireira,
todos por ordem do Governo, e de passsgem 6.
PHLADELFIA ; 53 ; B. Amr. Chrobbem, Cap.
Wlee Bayd : farinha, e mais^generos : Forster Sf
Comp. Ton. i73.
Navio sahido no dia 6.
OSTON B. Amr. Florida, Cap. N. P. Smith :
assucar, e ceuros.
Dia 7.
MONTEVIDEO; B. Sardo Dido, Cap. Antonio
Mara Mxilida : sal, e agoardenle. Passageiro-O
Hespapbol D. Manoel Gomes.
ObseivacaS.
Futidiou noLameiiio umBrigue de Guerra Iav
l'c, n. na^yp.


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