Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02951


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Full Text
ANNO.DE 1935. 8LGUNDA MSflU
sa

7 DE SETRMBRO N.

DIARIO DE PERNAMBUCO.
PaKAMBOco, *Tvr. M. f. de Pabia. 11*35
'*m
DIAS DA SEMANA-
7 Sepinata jeium S, FmI!o B- Anniv. da Ind, 4o Braeil. Graatfa
;*l!a. No ha dep. L. ch. ao* SO m. 4a a.
t Terca ijt N'avidade de N. Sura.
9 Quarta S. Sergio P. essao ^4a T-Pa.
W Quinta S. Nicolao de T. Re da ., a4. 4, Jala 4* C. U
"xu S. Thao4ora. seso 4a T. P. 4a m. aa4.4a J.
^abbado. ?. AnU T. M. Relacio 4a as. a raa. 4a T. G. t
i em Oliada.
'.. "i)omngo O SS. Nomsde Mara-
DIA7DESEPTEMBR0.
\J Dia, rm que hum Poto opprimido per largos
anuos, saccode o pesado jugo, e proclama a sna In-
dependencia, he a epoeha ma gloriosa desse Poro *
porque sem a Eraancipacio Poltica raramente ha-
rer fehcidade publica. O Brasil, colonia Portu-
guesa por maia de 3 seclos, o Brasil su jeito aoty-to-
rai oppressor d'antiga Metrpoli, e redando a patri-
monio quasi exclusivo dos uascidos em Portugal, nio
poda por mai* lempo suportar a ignominiosa tuto-
lia : ne.-te Dia sempre memoravel declarou solem-
nemente a seas tpuressores, e a tadasas Nacoes, que
era lempo de sequeslrar-se rergonhosa luiella, e di-
rigir per si mesmo ,oa seus negocios, tornando se In-
I dependente.
Mil obstculos se noa poseraS por diante, a poltica
rorloguea grandemente irritada enridou ti.dos os
seus recursos, todas as uas forcss; embusleou, in-
trigan, declaren-nos a guerra ; mas ludo fot baldado;
por que o Brasil supero todas as difficuldada, e fi-
Icou sobre si. No meio de tantos perigos, que de to-
das as partes noa acometifo, empenhados en huma
causa, que tiuha de decidir da nossa vida, honra, e
Liberdade, a aossa aniio nos tornara fortes, respei-
taris, e terrireis aos nossos inimigos : mas eon*e-
guido o bem, obtda a victoria, a segu idade disper-
tou as paixea odiosas, que jaiiio adormentadas vis-
ta do perigo, e os nossos nimos cometario a dispar-
Itir-se.
fiegnum in se divisum diste a (Samma Verdade)
Idcssolabitur: e tal be o desgranado estado, em que
Inosachamos. As parcialidadea pulollo de todas a
(partes, esub o prciexio de bem publico est se cav-
Ido a ruina da Patria. O espirilo de partido he a pi-
I lio mais ceg, e brutal, que pode afl g leiedade. D'mjui as aimnacSes barateadas recipro-
camente ; d'aqui oa baldSes, injurias, e docstos, que
[mutua, o rancorosamente se assacio ; por que a tcti-
les das parcialidades he deprimir os individuos de opi>
niao diver-a para desl'arle desconeeituar a raesma o-
pinio. Eoque he, que se pode esperar desse rec-
tro de paixes violentas, de-saluta do amor proprto
irritado, se nio desharmonia, desamparo do bem pu-
blico, e huma desordena geral ?
Nos confessamo-, que a Opposicio s malversarles
lo Gorerno he a aura vital, (por assim disermes) do
Rgimen Representativo : mas huma opposico szu
la, grare, e bem fundamentada nio he o mesmo, que
turna raiva de>assisada, que parece, que s seende-
reasa a desapreciar o Poder, e soltar as redeas ao ms
d'anarquia. D'.marquia sim, que he quasi oem-
ireo fatal paraJeiro desses odios exaltados, dessa so-
Irepujanca de discordias entre os Cidadion de qual-
oer pas. E harei objecto mais horrirel para as
sociedades, do quea anarqua ? He esta a Clise assus-
dora, em que o homem em vez de serlrre com as
sis, segundo a ene-gica expresssSde Montesquieu,
|ur ser livre contra ellas; eslado medoriho, em
|ue oque era rcgra chama-se constiangimr-nto, o que
ra crime denomina-se virt de, euigque a forca na he
DUtra cousa raais, do qtie o poder d'alguns iiidvidn-
e a desenvoltura o poder de todos, e-tado final-
aenle, em que os restos de Liberdade tornio-se in-
^uportaveis eo Povo passando qua> sempre ao jugo
e hum lyranuo, perde sle* as rantagen da saa cor-
ipcio. E em rerdade ( diz o profunde Thjers) n
Tado ajora depande de no* niesmoi, da nou prudencia, mode
racao, eenerfi*: continuemos com princi|>iamoa, t aaremoa a-
postados aaai admirac&o catre as Nacoea aaais cultas.
Praeamae da Jutmklm 4 atrasl.
Sabaarera-aa a 1000 r. meaaaea paros adianta4oa aaata T.Toa;ra-
Ba, e na Prac 4a In4epen4encia N. 37 e 38* onde aa rccekem
correspondencia* lecaliaadaa, e anuncio inwrindo-aa aataa jra-
tia aaado doa proprioaauis;nantaa, a viudo aaaicnadoa.
PARTIDAS DOS CORRElO*.
Olmda _Todoa oa dias ao meio dia.
Golana, Alhandra, Parailta, Villa lar, Real de S. Joao, Btejo d'Areta, Rairlha, Pombal, No
Soma, Cidade do Natal. ViMaa de Goianninha, c Nova'da Prlaa**
ai Cidade da Fortaleza, Villa do Aaoiru, Monte mor nora>-
AracatT Cascavel, Canind, Granja, Imprratria, S- Bernarda)
S. Joao do Principe, Sobrar, Novad'ElRer, Ico, S. M atheaa, t
acho do sanpue, Santo Antonio do Jardim, Qiiexeraaaoblm, e iPa-
naiba- Segunda e Sextas feiras ao meio dia.
Santo Antio Toda as quarta feira ao meio dia.
Garanhuna, e Bonito noa diaa 9 S* do mea ao mata 41.
Floresno dia 13 de cada me ao meio dia.
Serinhaem, Rio Formozo, a Limeiraa-Sefundaa, Qaartaa, a
extas feiraa ao meio dia.
i anarqua he, que se prepario os eltmantos da eacra-
?idio, equanto m* complea for aquella, mi pro-
' funda ser esta, quando se Ibe seguir.
Sobre maneira inagoados no fundo d'alma por rer,
' como os proprios BrasiU-iro efugio o passo para a
desgraca commum, e eso desl'arie negociando a
ruiua de todos ni desejaramos possur a eloquen-
cia viril de hum Demosthenes, ou a grace insinuali-
ra de hum Cicero para neste Da de tanta gloria, nes-
le Dia de tia lisongeiras recorda6s, chamar a lodos
concordia, e aovgremio da Grande Familia Brasi-
lira : u* exclamariamoa enlio como Anehises a
EneM i .i
Ne pueri, ne tanta ammisatanesctte bella
Nttr* palrior ralidas n viscera rerlile rirea
O'meusfilhos, deixai da fsaer-roatio funesta gaer-
ra : eessai de lacerar at entranhas da rosa a Patria
deerapregar as rossat forjas em a destruir. Se a
grio eusto conquistamos a Liberdade, nio a queira-
ntos perder por nossa imprudencia, e caprxo Alen-
temos para o bem geral, sacrificando no Altar da Pa-
tria o rossos odios, asrossas intrigas, as rosaas pai-
x6as particulares, e dominados do rerdadeiro Palri-
otUmo sejenos unnime em sustentar a Independen-
cia, a Constituici >, e ao Snr. D. Pedro 2. Estes de-
rem sef os tres dolos de todo o Brasilairo honrado, e
verdadairo Patriota $ e taea sio 01 aentimentoa
do .
Redattoret.
BIO DE JANEIRO.
CMARA DO SVNABOXM.
Extrato da Sess&q m n A Juana
Vice-sresideucia do Marques de Paranagu.
El ai io horas e meia ns5 ha vendo numero de Se-
nadores para formar casa, o Vice-Pre.idente, segun-
do o regiment, cenridou osMembros presentes a en-
trarem no exerccio de irabalhos de ComroissSe.
Vericando-se s il horas acharem-se na casa a8
Senadores, o Vce-Presidente declarou aberta a aea-
8u, leo-se e approvoo-se a acta da antecedente.
primeiro Secretario deu conta do seguinte ex-
ped' rite: ,
Offico do primeiro Secretario interino da Cmara
dos Deputados, participando que a Regencia, em
Nome do Imperador, sanccionou a resolucaS da
Assembla Geral LegisUtira, declarando que Anto-
nio Jos de Andrade Pinto, est no gozo dos direitos
de CidadaS Brasileo nsturaliaado, e como tal naft
Ibe pdeerapplicavela disposipafi do art. 4. da
Carta de Le de a5 de Novembro de i830.
Ficou o Senado interado.
Dito do Ministro da Faxenda remetiendo hum dos
antographos da resolucaS da Assemblt{a Geral Legis-
lativa, qu* senta dos dreitps de roporlacsS os gados
importados na Provincia de S. Pedro do Sul, dos es-
tados visinhos. Ficou o Senado interado, commu-
nicando-se outra Cmara.
Remetteu-se Commissa6 da mesa o requenmenlo
de huma prte. Em couformidado do regiment da
casa foi apoiade, a mandou-ss imp.imu para eotiar
na ordem dos trabalhos o projecto a presentado pela
Marques de Inhamhupe, emsessflde 10 do correal*
la, obre a maneira de se publicarem as leis.
LeraS-se os aeguintes pareceres, que ficra6 sobra
a queixa de Elias Vieira Franca, da Paranina do Sol,
acerca da violencia que julga harer sido praticada,
ne despejo qna Ihe fuera de sua cana o Juis de Pac
respectro, pedinaa ae mande proceder responna-
bilidade do mesmo Jr : a Commta6 era de pare-
cer, que sendo a queixa intentada contra hum ero-
pregado da Provincia do Rio de Janeiro, deria aet*
enviada ao Governo para lhe mandar dar a compa-
tente dircecao. Foi deferido na (rma propoata pela
Commissad. ,
Segunda das Commiss6es de Fazenda e LegislacaS,
sobra u nformacSes remet idas pelo Goterfto, cr-
ea da representacaS da Irmandade de S- Jos deta
Corle*, aiConimiss&esem resoltado do seu Irabalho
apresenlraS huma res<>bic6 da Assembla Geral qna
applica Santa casa da Misericordia os remaneeentea
doa premios de suas Loteras em quanto pelos por-
tadores dos blhetea na6 foram recUmadoa ; ra-tita-
indo-se ao cofre da moma irmandade as preatacoaa
com que i entrrao no Theaouro Nacional.
Foi dispensada a mpres.-a6 da rasoauca e cot
para entrar na erdem dos tiabalhos.
3. CaCommsssfi de Instrucc6 Publica aobre a
resolucafi rinda da ootra Cmara anlortsando o Bi-
recter da escola de Medicina da Bahia a adm.itir_ja
exaraedo primeiro anno os E-tudaniea Miguel Fer-
reira Tarares, e Joze da Gama Malcher : a Coraran
sa6 era de parecer que a* mama reaolocaS entraste a
disrussaS. Ficoo para entrar na ordem doa traba-
lhos.
Foi approrada a redae?a6 da resolnca que declara
aulla a eleics para Regente, ae para ella na5' tver
coororridoamaoradosEleilorw do Imperio, Re-
metteu-se oulra Caman.
Sendo a materia da oidem do da trabalhos de Gom-
missSes, o Viee-Presidente convidou oa membros
que as compoema entrarem ne>se exereicio, por ca-
jo motivo suspenda a sessa6, era5 11 horas e meia.
Pouco anta das duas horas continuo, a sessao o
leraS slguns pareceres de CoromissSa que tirerarj O
competente destino, e o Vice-Presdente deo paro
ordem do dia desessaS de 15 do corrente direraasre*
soiuces, e lerantou a sesa5 s duas horas*
GOVERNO da PROVINCIA.
Expedente do dia 4.
VjOMpetindo ao Commandatite das Armas o eom-
maiidci da Forca da Pravncia, e tendo de appareoe
esta em erande Parada no da 7 do presenta mes An-
nirersario da Gloriosa Independencia d este Imperio,
cumprequeV. S. o.dene queasLegtoenade G. Na-
cionaes que tem de marchar n'esse da estejaS sobo
commando do referido Command-nte daa Armas,
cajas ordena sol>re a formatu< a, lotar, a hora! da pa-
rada cumprra os Chefes respectivos.
Dos Guarde V. S. Palacio do Gorerno de Per-
itambueo 4 de S.-kmbro de i835. Francisco da
Paula Caralranti de Albuqaerque. Sor. Fr,n,c,,*
Jacinto Pcrera, Commaudanta Superior das O
d'ejte Munirip o.
i
asta i-rll Ann



\
DIAPIO DE
._
PrR.NAMBUCO.
Offcio Ao Commandante das Armas, cotn-
wunicando I lie o ccnlheudo do precedente offcio,
para expedir as convenientes ord< ns.
- OPi elide nke da Provincia, tecosan fp a recepcaS
da paiticic p^te do Sr. Cnsul de S. M. B. tnica
esa que comnica a esta Prezidencia, que por or-
den doSr. Cnsul do Rio de Janeiro demora no
Vorto d'cstd Provieicia por quatro dias o Paquete -
Opsum ultimanvnfe thegede, a fim de receber os
nrreaearie>s fundos pira o pagamento em Londres da
divida Portuguesa ; t-m em reposta a dizer so Si.
Censul, que nao leudo reerbido nejn una participa-
ca do Gove n. Bivzil- ro avbrp eMe object, nada
pode resolver, sobre.e.-te < bjee l" poi virem lJ ves s
despachos que Ibes-o relativos pil poq.iel- RrazTle'i-
ro que sahiu um di* antes do da N*r> do Sr. Cn-
sul, e que linda uno r.e e lirgdo a cata Provincia, n.v
da pude resolver. toniaudo->e por is-o desnecessria
a demora do ie ferele Paqut te.
O Presidente da Provincia cumprimentando o Sr.
Cccaul reeitera e protestos de alta consideracad.
Palacio do Governo de Pernamlmro 4 de Se-
tnwbio de i835. Francisco de. Paula Cavalcao
d'Alb querqi.e. Sr* Eduard Waltr, Cnsul Bri-
tnico.
lilfti. Sr. Tendei-s concluido a farinha qne
existia no Deposito do Rio Formozo para sustentacuo
daeTropas do Acampamento, segundo v ae,nter p Command.m'o das Ai mis ; ordeno a V. S.
que com brevidade remella para o. mesmo Depi sito
uae porct5 d'aquelle genero, e outra de carne secca.
Dos Guarde n V. S. Palacio do Gove no d Per-
uarobuco 4 de. SeJe/nbro V 1835. Francisco de
PauUCavaleanli d'Ajbuqju.rque. Sr. Joa Gon-
salvea da Sjlv, Jn>pector da Theiouraria.
-r^.jQfficie,* Ao Commandante das Arjnaa, coin-
an1jm>aando-Uie para sna sciencia, o coutheudo do pra-
.dente onin, .
>rt A.o Adminulrador FfcaJ dlaa Obra Publicas,
aeitbprisaodo-o para engajar os homens precisos- que
dertto acompanbar ao i. Teen te Nev, e a Tho-
MssVMr* Lago*nos Irabalboa de que ettaS eucnr-
rafadas.
. B'iiq affl | i i1 i: rol
eWTSRCAS REPAIJTICOENS.
,*s .... ... ," .
A*A*A UVSWlfAL D'OUKSA.
... v> n: i |
I.' Sessad ot diara de 9 de kiiil da i835
BQB
a=i

Presidencia do Sr. Serpa.

A
J\Berta a *ea*6 comparecer. oa Sr, O!ieir,
^tweir Awedo, Ci*ta, a Faria, falundo con
eausa o Sr. Panos, e Peii( to.
dO^c/cfrri* dando ronU do expediente sen ii hum offcio do Exm. Presidente puaqu a Ca-
*.?* rtude da exig'nei, que faz a Assemblea
Provincial venarla o Titulo que tem para administrar
oa^haJanpa, dep.iar asucar na Praea do Reeife em
gran,deee pequeas pez.das : a Cam.ra ficou inteira
dar aqueje remeU-s.se o Tilub que havia a respeito.
0*itfy, offcio dp Co'legio EIJeilor4 renaellendo *
Acltud>.U? da.Rpgenie.
Hum offcio do Jo i de Paz de Bebiribe participan
ej et acbar aijpeuao pelo xm. presidente, eque os
tH$9f*lits ^c,1jC doentek a Cmara rotolveo
ZHf aecharaasse.doas mediatos hum para uprir a
illa do Juii suspensa, e de potro suspendo per de-
uuncia para prestaren! o juramento a i3 do corren-
QmI.W ofljcip do Escrir8 do Juiz de Paratibe par
tieipapdo.que os Juizes^de Pas do D'striclo se aclu
H??ddt!.f iuena P4"tRUe a Cmara resol veo que se cbamasse doiis im
anidialoaparaiurarem.
J^y.officiodjpDoulor Juiz de OimlQ. aprazando
da 4 de Majo pi oximo seguidle p*ra a primeira ses
aafi de Jurados pelo que a Cmara com assislencia do
Doutor Promotor tirou as Sedulas dos 60 Jurados e
rtsolveo que *e puboassee se officiasse aos Juizesde
ras, paraanfiunc.ir. n\ aos Jurados, e Paites deseus
Diatrictos na hVnia da Lei, e que o Procurador a-
prumptasse a caza para rciidencia do Juiz de Direite
coOH>u\i*,iiiiina a mesiua, Lei, A Cmara vioisw
qovaeciam-J-se di, ifiiuiediafyseiu voios paia b'upieu
*sde Jiizdc Paz do a. 9, Distrif lo por iruped aaeu>
lo do.outoi Urbinp Sabinp peoa de Mello, assitu
awaw** Jui*fi%Su|i'eoi(j., do 3. c Di.-t icti-, e do 4.
que epusta < fficial.inenie se'afiljarem vagos, E por
alar ora o $r. IVvz.id'.nle houvfta ^a por feixada
nf*J a\i**-/"! qne a>ift/ir-6, Eu Manoel da
Mota S Iveira, Secr^iai.ip da Cmara o escrevy.
P. 1 fSfrpa ; Cot ; Faria; Olivrira ; Ftr.eir*:
A|a*if.
EDITA!.
O Tente Coronel Ignu o Antonio de Barros Falcad,
Prezidented Cmara Monic'pal da Cidade deO-
r.da c sen Termo cid virtudeda Ley &.
.17 Az sber que se arha apresado pelo Sr. Doutor
Juiz de Direito o dia 15 deSeteaabro prox'moe^uin-
te para piimeira. se.-sao Judiciaria no Tribunal do Ju-
ry desle Municipio Pin que dtvers comparecer oa
60 Jurados abaixo trmi-ciipt<-s que luo de servir du-
rante a, r.eferid.1 se.'s. Judicial ia, aitirp corno lodos
Os nter asados deven 5 coirparerer no refeiido dia
aprosado siib as penas da LVi fc faltaren Sr. Ma-
ne el Ferreifa d Casfvo ; () Maybr Joa6 raido Flrrel-
ra ; Angelo Rodrigues Piulo;. Manoel Henrique da
Silva ; Francisco Carneiro da Cunha ; Antonio Igna-
cio Xavier; MauoelFigueirtde Faria; ChriaUauo
Antonio \unes ; Frami co Xavier Carneiro Lina ;
Jo.5 Brrelo de M< neaea : Alexandie da Silva Fra-
goso ; Monoel Luis ds Veiga ; Doutor Eduardo So-
aie- de A'berguia ; Jo. 6 \lves B ierra ; Manoel Ro-
drigues dos Santos Juiiut ; Felipe do N.scirncnto de
Faria ; Manoel Rnb^aa Lima ; Joze Fideles Borro*
1 ao ; Manoel Antonio da Silva Molla; Joze Bizeira
I da Palma Jacinto da Silva Patrocino de Almei a ;
J* ra ; Joi6 Sergio Cesar de AiHrade ; A^exandre Joze
i Doinellaa ; Joaquim Correa da Silva Lol'aio ; Su-
touio Aires V< Hozo ; Fraiuisco de Paula Freir; a-
| ao Bernardo Braga ; Fiancisco Antonio de Olivara,
! Joaquim do R-go Barros ; o Tenente Felipe Mano-
el de Cbiisto; Aulonio dvs Sanios. Piuheirp ; J-ze
Tarares Gomes da F nceca Snior ; Antonio Lino da
Silva; Antonio da Si|vaG|iimai aens : An'oi.io Ri-
beirpjd. Caryalho ; Wanoel flodi ii;iies dos P< sjh ;
Apselmp Joze Pinto de Soosa ; Jeze Luiz Ks^1 ;
M.fnoel Silverio de Oveira ; Francisco da Cela Te-
xeiraj J.a^Lius Caldasj J-ze Tliomaz da Silva;
Felipe Ribeiro de Cirvalho ; Di. Ja6 Jc Piulo; Anto-
niq.Manoel Feruande ; o Doutor Joze Miguel
de Souza Maga!hnen< ; Franqsce Jora das th<-
g%f.^ fianciaco Lopes Vjana ; o Reverendo Joa5
David M/deira ; Gaudino gos'inbo deBarros ; Fi-
cisco Amari) Baitwka ; o padie Mes'lVe Miguel eSa-
cram
topip
Paula
etoria
o iiaj
cisco,de Paula Esleves. Epara que chegue'a n ticia
de_ todo* fes passar o prez nle que ser afinado, a
cujas penas he a simples ptivacao do errprego, t qU#
por is'o na6 lem pris.o, mas que com tudoha5j,,n.
pre julgados peto Juiy na forma doart. i7i do cita,
do Cdigo.
Hetambem verddeque oait. 294 concede recur-
so da pronuncia do Juiz de Pai para o Juix de Direi-
lo, e que segundo o Avizode 9 deNovembro d 18SS
s p his anda ette arl. e Aviio sedeveni entender faca
dos rilados ai Is. lOO, e 14^ q*' tpnder. o Juig de
Direito reformara pronuncia, quando sendo ociitna
daqnellesem que se pode o Reo vrar-sesolt, o tenha '
pronunciado o Juis de Paz a f-r'saS. (Jualquer o-
Ira rnlt'ligenri aos ? citados artigo il, e 294^Trs7|
torna inconffmives romw oolfn*do'6s feo, e Iti e
rin boa hermenutica derq ser de.-pnsada.
Seria rinda absurelo completo competir ao Juis de
Paz a aprecia^aele prov.is em ciimes cujo julgauen-
lo Ihe ni'5 compete, e he dererlo. apreciarlo, equa-
ti julgameiito decidir, que S3 Iracas as provas, e n,l9
(lor is O nt ten lugjn- a pronBurta^epm prrsa ; mas .
im Mmples livrant''TO. Fv-tari aisiin as mies do
Ju'z de Paz o meio de n.aii pe'i igoso patronlo, e o-
roociuih'Cer dolle, como acus.il-o, se em Ma conte
tniiia, diria elle, a provas'era.fiacas ? Ou ha oa
na6 prosas para a prom.ncia. S lia cmpra-s a
i-ca <> art. 144 esja Rim pronunciado a prisa, e
livramento--quanlo aquella tenlia log.ir-.se naro-h -
ja a qoeixa, ou denuncia ju'gada improcedente. "**"
lie pois a pronucia s*nples livramato dado p/fr
acusado em crinje de homicidio contraria aoarl. i44
o C'd. do Proc< sso Cnm. combinado com os art*.
lOO, e 9 do art. I79 da Constil.uic?5 ; eeal o acu-
sado encinso no''il. i 0b do Cod. Crinitial, Y. S.
aniada c-ta, c prestado o juramento proceder A
f-frrL. da L^i. 'Hicire 3 derieaibib ifto\l2a.-.Dvif.
tor E!is Cdelhb CiViir.., Pi;iotor pob'Mc'A.

MEZA DAS DlVETWAS RETTDA.
k pbusvs He rttihetb N:* iirO.

mmtm

tirio da Cmara aaupscrevy.
Ignacio Antonio o Barro Falceo.
Promotoria.
Erante V. 5. Sur. Juii de Paz do i.# Deslrito do
Pilar denuncia o Peomotor Publico do ex Juiz de
par Luiz Alves Moreira, o moliro de aua denuncia
he o seguinte:
Ter elle pronunciado a simples livramento, e con-
tra a exprea-a determinarlo do ai tgo H4 do Cdigo
d< Pr<>ces>p epo binado com os artigos zOO e iOi a>
lOI ao Major Francisco de Ai-ruda Cmara, accasade
de homicidio iia(pes-oa de oa pnop/u mulher. Diz
o citado artigo 144- S. pela inquu icio das lstemu-.
nbas, iiitenogiiorioao indiciado delinqn nle, ou in-
formac s, que liver procedido, o Juiz se conven-
cer da exi-teocia do delicio e de quenj seja o delin-
quenle declarar por seu despacho nos autos que jul-
ga procedente a queixa, ou denuncia, e ob igado o
delnqueme a prisa nos casos em que elle t-m lugar
ce.--Ora os ca-oaemq.e lem lugar a p.isa5sa se-
gundpoartigo i79 9 daConst. eart. 100 do Cod.
do Proc. todos aquelir cuja penas txcedbm
a 6 misss, de pri-.,o, ou de trro p,ra fora
da Comarca-segue-se pois que naquelles e. mes que
tem maio.r pena, e parlicularraente no d*homicidiot
quenem fianxja aduntte, deve ser semple a pronun-
cia i. piiso.
E uo se queira aiTumenlar com a disnosic.6 dos ar-
ti3oS240e294doCod. dopcoc. Cnm. F.dla sim o
art. 240 da chaluda peanle o jury dos Reus que fe
hvrao sollos: mas taes Reos neo sao por certo os de
eruuescuJMpeiusloremmjiorcs, que a de 6 mese
kc. cuj.. lulgamento be da competencia'do Juiv, e
queso se livrai ia sollos, se os porJe.>sem proni.'uci-
ar s mples hvram-nlo os Juiz,- de Paz. Ca inle-
lvncu he contraria a letra do arl. i44 do rilado, e
n.5 dere ser por isso adoptado; mas sim pejier-se
V>t..n*>Pt]*nf*t\eus quc^vr^'p sollos'.dir o
(odgo odo os Reos de Cnme de l^pons^ttiade
DIARIO DE PJjjBNAMBUCQ.
haBri
rmPRiessa monos a dar aos nos.os /eitprea o proje-
do da Cmara electiva bobre o meio circulante, vea-
cidovjn 3.4diacus-a5 ; e cora mianlo nada Ra i aeja
que hum Piojectos'ugeto anda as ateracoes do Se-
nado, e ja per elle emendado quanto a generalidad
das notas, como noticiamos no passedo n. 166;
com tildo, a anciedade publica sobre as providencias
a respeito do siatema 'monetario, exige que ae nsO
pope todas as uoic&e* sore Uo inltressaate objeclo.
Fiojecto de lei sobre o meio ticulantot, tal qual st
veaceoemi.' discussaS, na Camaia das
$rs. Deputados
A Asemble:a Geia! L'gslativs Decreta ;
Art. O Goveino Fu .-ubstitnir toda a noeda
papelque actualmente circula un Imperio, a saber ;
aa Nolis do esiinU Banco, antigs cdulas da Bahia,
e as cedulax uliimamenle emiltidu.s em troco d mo-
eda de cobre, pelas-Notas fabricadas em Londres.
Art. a," As Inslrucc,5*s.que Governo bouver de
exp-dir para realisar a substituirlo, guardaran as
seguinles bases,
i." A numeraci.6 e ascignatura das Notaa da me-
nor valor que cem mil rs, sera6 feitas as respecti-
vas Provincias a cujos limites ficara circunscripta a
sua circulaca. A a signatura consistir em huma
simples rubrica que dve acompanbar a designacao
da Provincia sondeas Notas iem de circular.
%.* As Notas de cem mil rls, e aa de maiorea va-
lores, depois de rubricadas e numeradas na Corte,
i
Rio de Janeiro a huma Commirfsi com posta de $
membios, e as Provincias a Cdmmssoes de 5 tneni-
1ro.-, da nomeaca doGovetio. s membros et-
las Comnii^es faiao a asignatura das Notas, dis-
tribuidas entre el'es por clases. eo Governo lhe
bilrar gratificacoes em relacao ao trabalho de-ca-
a huma das Commi-soe-i, a-sitn como os escriplo-
res e mais agen les que os coadjuvom.
Ai. 3.* O producto annual dos iniposlos, Cuh
fendimeir'lo se a'clia applicado'ho art. 5.'^ da Lei de
8 de Oulubro de 1833, para o novo Banco, e a im-
porlaiicia daqutllesque annualmciite fo'rm estbe-
iteidos "por Lei para ao.oi tisacaG do papel moeda,
ser d.Mle ja eQjprgado 'em fundos p 110leos, cuja
renda teba o ufesm-) em prego, a fim de se formar
hum fundo acrumnlado, destinado para amortisa-
ca do papel, na epocha determinada pelo Corpo Le-
gislaiivc, e devendo este fundo vo Banco, Togo que elle'se'reaice.
Ait. i." CVfandoV'dc que trata o 'rt. 3Atectli;*
MLTI UD LTVirK^DI


1>IARJ< l)EPR\AMliLCO
.
l
' e'f'fll* cargo d Admiaislrscauda Caixa da A,-
""aVi***!. OipossuiJes 4 i"cda de ^obre legal
fltte simia circulan ttptrio, poder6 rrculbc-IeM
fhfSoor.rUi P.oenciaes, tin conformidad* do i.;
i da Le de 5 de ut-lMO de 1833. Erfa suWl,-
tuiea&etr rali-*L 0111 novopapd de que trata
oarl. l.'oaVeaenje \f- ,.
it 6 fela operac. sera trruunada nruiea do
braa de |f*. coutados daq -He que &r arca-
Son Cre pe- Miii Iro da FaZenda, e n*a P.o-
nnci.spelo.ae,*re>peclvo.Pm.len'e>.
' Ait. V Toda a mo.da.1 presentada as EMacSt-a do
frki fl 8e c!,8r comp-ehendiii na disposicaS do
a,t. T d- o> ncionada Ul de 3 de O.iUibkO. de i833,
,. i m A>.. pnr'il*.
Ait. fl Ri-vn.^ cnrlmdo opraoestjl). l'-n!o
hbait. 6.', nr/f!>ie atrfohr|df lauto nospaga-
jrie.ttoa ga- u* "" traasaecOM particular!-, a
receber u oeda de Cobra 1-gal, s. n 5 por melada do
>c faltar nominal, e smenle al a qiiai.ua de mil
rAt en. ead pagamento.
A. I 9. A mo-da de cobie rrcalMa em viriude
dad-o <5* cima, r toda aquella que exurero
a.Ho.ito, m p .eyi cafo de L*il tenores, se.a
Teirte' 8 ii-1 ir.tfTh-'-ri-Mvipi- aos interesara neTio-
nari, aneVii produc'otci o asesino dt-tin que os
fondos e.-pl- *da ao punco Bie.d.
Art. 10. OGovernofica fluthoiuado* cui nar a'
Vorama dq.iatro mil conloa em coin, nvoiilor-
ftd'adecom unmo .>yitehta monetario.
Art. !: rhoedVi dt-oubre asstm runhada servir
pir job t-'inVaqueoxistima eiicu!cio, o qu R-
J,rr h.r...in-.!'Lc.
Art. >*. O Ceenm dar o nrc.e-seiie Regola-
lifnbV, darane-pi-wi* Lii exaeutada coa
fod* a ex "C oer g r.o
1
PARA'.
G
i^/Raeie Previdencia, ea o da U pela horaa
da larde al:a o Excel. Sur. Mn.hl.. Manoel Jor-
ge Rodi!<, 'rcaliseree-ee aun ineptas e-pera,-
eai, e mil lunera MJu dados a uM*a torta peU;g*>-
ri de ei >.* P'-idids pela i.np;ema Lignlida.de,
i'mi'li pfl-as.mliaKntosliv.es, dtujo espeiioa go-
Mirio prfeita Jualiea. 'Esto quadro f-.i;epato-
st>, nin fajioua>jo aiifirioi o .'"e grande Illutre Miechal que Dosnos
enfiou, ua prodfmi, siia p,.Ktiea, foro mane-
iai, cotn art*, caeriro de forte barreira awg'i*
Mi(adMn>igA4 da ptfs. fi^l*i, Pnreiwei, te-
di ao Di-o da P.i a comer vaco do llluslr^ Ancio :
miditai 6 aaasi*>a de liosa Patria, Meditai-e en-
cara! com atte^cio iw wipettavl presencfc, stes.fe
lo~na biilhantcaraira militar a poltica, aeropiM co-
reados da TiHudfi, par d<* un valor, (]ue tanta ve-
mi e i-m tantos(conflitoa 4'm despresado a ni orre, c
mo vistes. n< a pantos do t'afii41o, Trem, e Santo An-
tonio. K e>tc o An>0 daP.t* da a.-ptirso^a a quem
devrtnostudo. Moflios partidos accaltero o den
danria e denira*eici Paa.
I',ncri encarai o quadro lisongeiru q" pp#e-
eeoni a rvSIHco'dA f4fciftij*a mlaie-s e da ina-
ia brilhaute motidad Paiaensetudo p.-ccegnido por
aru Palri. tistfio, pparee.-m esses aitciftea que podiio
com eua dis<:urQ.-. ser a forle moi albi da ivosaa scgn-
ranca, aa> qe o fatal destino encaiO'i e fez tapar a
boca .para nt pie por eus exforcos pediao salvar esta Protliitia,
maaqiH' por uVfatal Idtf ipliaja aotaenl-aP mis nos-
.aa-oaiiea; kncem s ui veo luctuoso sobre s'as re-
urxoans, e grcs a Providencia, gcaeas-ao Eterno.
Os fiefla {OoMeiflafltibParaenwdei de itnibo.)
PROCLAMA OCXES
Parai.nses. O Vos>o Presidenta ofle'do p^bi
R^gcHcia.!,, lj,ioui tiome do Imperador aSv/D.
Pedro %. ;pai l-aatabelecen a Ley-, ti cbar**-ertr*
vos ara-nlia, ronai que elle cumpiii a sua com*
missio exaclamete, em qoe j#Mts-s-dfaste da mes
na Le. Vos tende presenciado a sua conducta a Bte
de ebasor artiga detla pala udii4aie, e'efepera q^e
fe corresponderis aoa-seus 'niifiiettt05.
Vtfa^ Rligia'tabo'ict'ApOltolipa Roman.
?iva a Conlituicio.
- j i 1MIU A ^tfsto loipcradortr^r.'D.Tedi'Sii.
Vitio os bons Paraenaea. ,
Bordo da Fragata Cai'pisla al" Je Junbo de 1835.
ManaelJoPge Rdn'gius.
1
Parahuses Na Capital da vossa bella Provin-
ia impere a Ley: o tomo Presidente nomeade pela
", -PTM-fffame dolmperador e Sr.
D. Pedro II, tosnou hoje poa^e do Govcrno: eafeetto
o espi.nlanPiO, nSo cObtou .-aigne Brasileiro, o voe-
o Presidente e>pera, que cesse a anarqua nos pouros
li;g.rei onde, iiifttoment, n-in, que-ae^ Imbitan-
tw> paM y a gosar da tiaiiqmUu!ad#.dit que j goaa ^ta
Capital, e que u.s'cdud"eris dispersos vollem o spo
de ua* inoiilias, e ao curiado do utas cnf*i, paro qte
gritullura, e o rommpicio lornem a flortcer. Pa*-
roense* cesein av iuli igay, e os parlados j eo passa-
do fcse record para afWlai -roo de i s o fera, e de-
voi ador ministro da anarqua \ srjo a Le)', %i pros-
peiWade geral u r.osso norlp. Magistrado Civi, Jui-
ze de Paz, etlou seguro que pn vijir*is osdelicl'
para npowi'de* obi igadosa rasligal o. Militares se
queraiftsc hPmpre dignos dat honroso nme, qoe
importa le d*fleniiwrcs da P.lri.i, do Soberano, e
das Ley a,' he preciio que nejaes exemplar PtecailoTa
tas rutante- L' y*, que vos !rminis, i| sendo drf-
feusorc d.. Conniinigo a destru ii.fluindo noe-
oiioa pnli:i os, e que a sub .rdiu.icio ha a bife da
disciplina, tan necesaria boa orden).
Viva a Rcgo Colholica Romn.
Viva a Cun-stituici".
Viva onoftso Jov*b Imperador.
Viva ajNcio Brs>ia.
Viva < Bons lorense-.
CididedeBe'fni %5 de Junbo de i835.
Man el Jorgu Rodrigues.

Par*k\8K8 tl chegado ao port* desla Cidade O
Xlluat. eExce. Snr. Maforkal, Manoel erg Rodri-
puee enviado da Corte do Impe it pelo Goderm deS.
M. o I ni pe ador, para administrar a Provincia de
Gip Pata naqoalidad de seu Presidente.
j bonttnu lii annuuciar por Salrvs de Artilh'tie
to dezejada appai icio doLcgitiino Delegado do noso
Monarca, e amaiiba pe'.a lo hopa do dia fai &. Ex.
a ua wstiada na no*a Capital egund aua expressa
rcnt>de, como me fea communicar.
Realisaro be nossas doce eeperanfieF, complete
rloi-ae o asaos ciaceros deheju*-, e mil parubans ntossa
sor te pela gloria denos.vei-oiospaesididoa pela supre-
ma, epatrrnal Legalidad*, drkaixo decujoa auspiei-
ps,goiremo*> da aa8p*rfviU Juati^a, Ley, Eqonia-
de, e Proiecio.
Na Pe*soa dS. Ex. temos bum consumado Mfc
cenas bem capat de dirigir com perfeito acert os
futuros novo T'lo Brasdebo, qu lr semduvida ai rlclicias
dos Par aenaes. O Braail tem peovas diMincias de
mais brillantes acc5es, e magnficos feitos prestado!
por S. E- em a primeira epocha da sua Santa Emancjadlo, pretaa
3uemuitoa muito recomendo a oossa maia joaia e
evida ongratulaco pela posse e diafrueto do seu Go-
verno illustrado, liberal, prudeivle. c humano.
Paraem-es Formem os nossos fiis e agradecidos
CoracSes a naais poropoxa ala por onde se receba, eon-
duta, e elevo a Pessoa de S. Ex. Cadeira Presiden-
cial do nsso Parz, e*s-im sellaremos a maior das nos-
sas ventirtW faiendo realiaar em pni, eharmomao
nossos juramentos de obediencia, mor o respeito a
S. M. Imperial.
Paraeimi Digamol do fundo de notie alo
Viva a Religilo,
Vivera iNatinBraeire.
VivaS. M. I. o Snr. D. P. II.
ViV a'Rvgfnca do Imperio.
Vivi o Depulados da Na^lo.
Vivaolllust. eEcel. Sur. Preiideete do Peie
Manoel Jorge Rodrigues.
Viva a Asembla Provincial.
VivabaPar*usf, e vivi os Paraenses.
PatPakoio do Geverrto e3 de Junbo dv i851.
Frahcisio Pedro Vintgre.
Ciressiai idiri^idaaaos Jwraes de Paz deMna, O
.iras, Porte!, Helgaco, Collarea, Gonde, Soore e
Bi. ..
Illnat Snr. Acabo de entregar a Presidencia
drala Prirvinciaiaoifixcel.Snr.Nlarechal Manuel Jor
eelledrigues, Presidente lomeado pelo Goeerno d*
b. .VI. o Imperador o Sur..D. Pedro II noasp adorado
Soberano. Reina na Capital a maior trauquilidade, e
S. Ex. o Snr. Prezidente eae trata bem.
Rogo por lano a V. S. como bom patricio earmrgn
conserve ero obediencia e na oielhr ordem esfttV*
de seu Destricto, porque aisio use fjeme maior Imn-
raeservico, que eternamente agradece, ei. ___
DosQuarde a V. S. Para 8de Juho de-8I5.
De V- S. Patricio m. lito ffccluoao Francisco
Pedro Vinagre.
Snr. Redaetor'doMraea*lil Parane.
Eu tenho bastante eRpa de que bomens, pereer-
, sai, e mal intencionad^asapAlbio a existencia de ne-
unieseonp'>der*. Vpca oGorerne, e oenfra'a Pre-
vbiebiafflrmando juntamente que os chafo, ea lsev
AjMS'dbff una pitado rea e da conspirarlo sou eu, cen-
tros iuvidoos do miuhafaii ilia.
Estes homms, priigosos calumniadores, domina-
do pele imeltreda, temivel e poderosa paixlodoe-
d/o e da i inganc tem InMftl e dgracadamnte tranr-
n.ittido rnale infinitos d Pas a flhoa, e c famliea a
fcmiJias.
Nio es dixa o odiodcscancar, tem cuidar daf-
licidade propria, nem da p.t.ia, porquecontinuainea
te estio proturando 'ccaziio de satisfaser tul malva]
detas envenenando at as mais innocentes acv5e atas
p'ss,as cordatas, para flelas odiosar aoa olhos doGd-
verno; e des te modo nao fazerem mal aos oulros
bomens, e a si m-smo, mas at concorrem para aug-
mentar o numero dos desconfiados, e dos mos.
Oodio, e a ^irtganca destrs hinens desmuraKra-
usados be semellianteao f.-go subfi rento, que ni *e
conhet ese ufo qnatidofaio estrago!
Cumpre-m* pn'dver de huma manifestar oaaeu-
mentot que me afftige piovenieute de tal calumnia,
qunlesta, que agora me levsntio- E tambem mcum-
pre dirig'r a palavra a essaa ei imitiosis reuuie (ea-
so por dtsgraca existi) dizrndo-lbesrom toda a fran-
queza, que eu .erei oprimeiro soldado di Patria que
prompto e voluutariamenlp sacrificar! huma, mil
vidas qie tivesse para deb?! lar traidores e conspira-
cses'contra o bem estar da'Provincia, u roiitia osa-
ave e paternal G<-veino e PfS rtchal MANOEL JORGE RODRIGUES actual Presi-
denle do Pai,
Peisuado se os calumniadores, e conspiradores
que iniuca aprovairi ollen^a* feitas aos bomens ainda
mesmoeffl desagraros de putras i.fll-nsas recebidas, por
que hemeonheco o quanto s< milhante proredimento
Migeita os ving.ttivoS vileza, vergonha, e a vin-
ganca da-Lrf quando ttotk se offende. Convencio-se
huns, eoutros, que o viugar-se qualquer homem de
outro, nao he re.steurar seu crdito fazer-se desa-
creditado. O mal que se fax aos outroa, nao destie
o ml quesoffiemos, antes o augmenta porque nos Cas
culpados. O Singue nao esmalta, antis mancha ae
miosde quem o fax vfter.
Fu'iio, e dtsappr."5ao at as mais simples id(faa de
ipuniSe, econspiroQoj porqoe assim evitars ea
traidores o castigo deseus dilictoa.
Tenba a boudade Snr. Redactor iuse ir esta pe-
quena correspondencia em Sua folb publica da que
Ihe ficar agrad.cido o en venerador patricio e eme*
Francisca Padre Vinagre.
Para i. da Julho dal83f..
Le se aaais no Echo do Norte o seguinte :
Cbegoua 28 do oorrente o paquete do Pera, e
or ello soubemos em corno o Marechal Manoel Jorge
.lodriguis entrou no porto da ciJade no dia $3 da Jo-
nho, sallou em trra a 25, e tomou posse em a8. O
Vinagre, ao que dizem cartas, parece quix ainda usar
de conteroporisacio a ver se acabavs com o Marechal
as niesmas fcanhas que ja tinha feito na expeifio de
Pedro da Cnnha ; mas como quer que fosse Uto de
entregar a cidade sem disparar um s tiro, seade
muita parte para,islo o ignorar ella sobre tude que
forca mariliuias e terresles tinha contra si.
A faro* .cero que ogaverno desembarcou ara de
quinhentos homeus, msate data de 8 do coi rente
ja se tinha formado um batalbo de voluntarios con
pertode quatrocenlas pracas. Nao havia ?eguiaoce
coro ludo, os sequsxes Vinagristas passeavam a cide-
delivreroenteuoiie edia a fazer unioes e disturbio, e
se acertavam as roodas de ios : o Vinagre se acha na cidadve v isita a miudo at
lovasauetorid'ides, que nao sabemos porque rasttea
tem deixado de o prendar. Ser por ventura jorree
acharem ainda com poura forca, pelo lemerem, oa
poralguns pact.is que com elle fizessem ? ludo se ig-
nora, masa verdade que alem do mau exemplo qae
nisso sa da, p rde o governo, a dignidade e forca mo-
ral e i pode ser que nio. tardar e Vinagre a se ajun-
tar con* a sua gente toda, que se fui reunir uo Acara,
levando da ciJade, donde sairam pouco talos da a-
tfda do Marechal, todo oerma.nento que wefle FTt-
via, grande quanlidade da munieo, e urna barca,
com quiote pecas de artillara. Se "otarmos qup o
Vinagre chegnu a ter d.b.ixo d armas 2000 .praloi,
tapuios, e.brancosdasua laia poderemo* aydiaru o
milito qic ainda pode fazer.
Segund arara que vimos, o mau suceso do. das-
ettharmie do dia 12 de Maio nao f^i devido o. Pedro
da Cuaba, serto ao Mjor Cernen, quesebonva
tnui fraco c cobarde, mandando tocar a refiaeela.
nuatido iam os no.-so. vencendo t >do facis e d atupe-,
di dos. O Dutoi; Angelo portou-se e.itj baixa ,e in-
dignamente, como W.i vei- os leitores das,pfoa*|Or-
ficiars que havemos dar sobre e d'agtra no'natftro spguini-.
PR

ad FMrnMTRAnn
i


r
.---
mmm
BIARIO BE PlMNAAJItLOO.
De ama carta esc.it do Maranhio, por pessea
digna de lodo o crdito, em daa'a Je 27 de Julho do
corrate .uno; transrrevemos o pargrafo seguirte :
O I aquele Pangonia leceutemeote becado do
Pr da nnii.cH nim.....,,,!.. ...___.........:j.j
adunia 00 pprto, e que logo que chegon, o Vinagre
iot bordo do Navio Chefe, ent.egoii a Presidencia e
propos a aaaneia porque detiiu dt-zcmbarear, eos
pontos irais fiacos onde se devia atacar : con fleito
derio o dezemb-irquesein ums tiro, porm fugiro
p*ra o Arara levando 12 bocas de logo, e bailante ar-
mamemo. O Vinagre foi mandado por parle do Cha-
fe para desarmar a gente que est lora, per 6ra v. jo
as coizjsainda milito feias porque se julga lerem elles
quaiea.ioo horoeus, e as uossas forcaa andar pr 9oo :
se o Vinagre executar a Comiuissie de pue foi encar-
regado hem est, porm se se unir a lies teremos de
ver breve a raesma acea que j se vio. Por ora to-
dos os envolvidos na Vinagrada Mi paciando, isto
era quanto o Paezidente nao eativer seguro, poie'm lo-
go que eUja elles fe rao n recompensa dosscus bous
ser vecos. d
II,
MARANHAO'.
HIMNO.
^.jORAJoaos Biazileiroi,
A honra, o de ver nos cha mo j
As Le-, irais santas rec lami
Nussa PATRIA libertar.
A'a armaa todos corramos
<* Belem Varaos Regalar
Socorrer huin Poro afflto,
Noi*as Leisdesafientar.
Si he priciso o sangue, a vida
Fra Ihe dar a Libei da de,
Qual Braxilciro nio hade
Au Heruiamo se prestar?
a As armas ice.
'Punir impos as*assuios.
Por livre a virtude op presea
He o bem qUe mais inl'rvssa
A' quem PATRIA sabe amar.
As ai mas &c.
por ui temos a Justica,
Rodrigue, Taylor a o lado,
Quem vai de tanto escudad
Hado aempra triunfar.
A armas &c.
Os Vates, aa mesmas Muaaa,
Essaa Filhaa da Memoria
Sb*r5 na clara Historia
Tono nemes Ilustrar.
As arma &c.
(Do Mercantil wraeusa).
A NN UNCIOS.
LO,e segunda far.,M a Monitk daLiberd.de
.mpress. na Typogr.fia de Vianna te Comp. : tr.ct.
daob,eco, .nle,essan,i8Smos patria, a libe,dada, e
todoopovo. Todos fie, Ssa.feiios. '
*- Hoje SJb a Guarda Avansa'da do Norte.
Vender nos lugares do costuroe.
unTfr.e, '"/' 57 do Aristarco contendo
Mm.rt.go sobre a Independencia j e Uniio dos Bra-
*?"" Vende-se no armasen do Snr. Aleiso, no
aturro da Boa-vista. '
AVIZOS PARTICULARES.
'Ezeja se saber dos Sars. qoe
concordado nio recebar nern pagar
a menos de 16"00 o palacio (ia|va
excepco eiarada ho seu abaixo asignado)
!. Que elaterio ter a palana a preZentemente
deqne e servir ao?
*.* Se o cumprimenlo o abaixo assienado be
reciproco, so entre SS. o0 p.r ,oJoi os q|e bouve.
rendo taier algom negocio cora eslranhosi neste
aso, como sugejlar os mais habitantes da Provincia
a Mae ron la de. 7
*. Tropondo-ae o pretndeme de convenci na
-o motar ou menor preco do palacio a 1600, de 7ue
v-gle o abaixo signado ?... *
,i* E*'"io P,aU C0D,r* wlul(le 48 50 por
,TW itodfs tianstecoV sendo leftas pera,qell
moeda, comosedeve rereber o palacio por 1800?
Com a resposta muitoobrigarS o amigo de todos.
'____ Palacio.
W* Q:*em precisar de 400# em sedulas a pre-
mia de i por remo ao mes, 001 gando-se cqpi hipote-
ca em al.aum predio de^embaraeado ; dirjale a 111a
Velha D. 16, lado do norte das 11 horas at as 6 da
tard".
ley Na padaria da ra do Peixoto das cinco Pon-
tas, precisa-sede um rapas para Tender pi com um
nfgropara o mal lo.
*^ Precisi-se de urna pessoa psra eaix. iro de li-
ma fMida, e que tenha pralica do mesmo negocio,
dando fiador a su* conducta: no larpo de N. S. do
Jerco, venda da esquina do beco do Lobato n. 1.
W^ Antonio Vrente Guimaraens, fas sciente ao
respcitavel publico que ninguem faca aegocio rom u-
jn venda no beco do Peixe frito D. 1, perlencenle
liojtoJoanna Gama, r-ois oannunciante anda nio
se arha embolado da qoanlia da mesnia, e para que
ninguem se chame a ignorancia fazo presente annun-
iCjr Preciza se lugar urna prela para servico de
urna casa de pouca familia : na roa da cius D. 34.
*9" Quem annunciou querer comprar um ielim
usado, dit ija-se a ra da cruz n. 54.
IC9- Piecisa-e de um feilor natural das libas, que
entenda de sitio : na ra do crespo loja 0. 4.
WT A'uga >c urna ama, que aiba -cosinhar, en-
gomarle se sugeite todo servico de urna casa de
pouca famila, por nio haTerfilho?, e h escraTos para
oervico de ra, requer se, que aeja honesta, e Cera
disempenhando o seo dever ser paga coro generosi-
dade : quem esuver nestas crcmislf.ncias apareca no
8.# andar do sobrado da esquina defroole do Theatro,
das 6 da roanbi as 9 do dia, da tarde de ama is 6.
^ Qaemannunciouler para vender um com-
pendio de Ge. g.a fia, Historie antig e moderna, e
ch.onologia, pe|o Coronel Giraldes, dirijvo a praca
da Boa vista Botica D. 16.
Y*" Na CMI qaefoi Hospital do paraiio perrita-
Mdeumaamaqueseprepoaba engomar para tres
pessoss porem adverte-se que aiba engomar bem
po.s nio se exige della oatro errico si aio este e no
lempo vago alguma costura, por tanto quem quizar
dirjase a dita eaaque l achar com quem ajoatar-
,V*" ^PeM01 elim era meio uso, dirija-sea ra Nova junto, ponte
da Boa-v,ta loja d Marcioeiro 35, que achara
com quem tractar.
W No aUen-oda Boa-vista D. 63, precisa-sade
umapessoi^aJitamaceira. P
nho do Porto, dito de Liiboa, dito do Estreito, dita
branco, espii ito de vinl.o d 5; graos, agoardeote de
Runo, dita de ans, gedebra, e lodosos mais gne-
ros: na roa do Lviamcnto venda D. 1.
*!* A loja da ra Direii. D. 5 : na meima.
il'"*" B,illf9 com "'mantea, e em elle, med.
Iha, argolinhas, e eoracSes, ti.do de filagri, e do Bc.
mo gi>alo : na ra do collegio loja I). 5.
t^ Quem annuncou no Diario de 4 de Setembre
n. 165 querer vender a Geografa por Casado Cral.
des; dirija-aea rus docethgio loja D. 5.
*&" Un" negra mossa e mnito sadia, cosnha o di-'
ario de ata casa, lava de brrela, ensaboa, vende aa 1
ra, e muitu deligent'' pira todo serviqo, por prec A
commodo : na ra de Hartas sobrad^ L). 47.
^*" Pentes, caixas de tabaco de tartaruga, por to-
da dinheiro de cobre que tenha o peso, eneseja
fundido, por prefo commsdo : na ra de Hurlas .
v3f Um preto com i9 anuos de idade, boa figu-
ra, sabe socar assu^ar, e Ira bal liar de enxadape en-
trale do servico do campo ; por ler trabalhaJo em
sitio ; na ra da cruz aroasem n. 3.
%3T* Urna negra de Angola de 23 annos, boa figU.
ra,^ maitosadia, sabe co-inhV, enpomar, e ensaboar
e lodo o mais servico de casa, e ra, prefere-se ven-
der por menos 50$000 reis para fora da praca,
sendo para a praca o preco ser mais alte os ditos 50$, 1
o mo ivo da renda se dir ao comprador; e t.iobea*.
se troca por outra escrava, pagando o comprador, o *
o veadedor o resto conforme a figura, e babi'idade,
de qualquer dasescravas: na ra da Guia sobrado
n. 7, de manhi at s 9 horas, e de tarda das 5 para
as 6, e nos dias Santos a qualquer hora.
, W^ Um negro mosto, da bonita figura, sem vi-
cio, e inuio rebasto, entende de plantelo de sitio,
por termuilos annos de praliea; tamben trabatha
da enxada, e cosiuheiro : quem o peri^nder anun-
nuncie, 011 dirija-se a Soledade pela estrada de Bo-
lera defroiite do beco do rerabal.
ARRENDAMENTO.

Rrenda se ama boa casa terrea com grande solio
toda acab.da de novo no lugar doCoelho da Boa vista
contigua a Olaria de Miguel Caroeiro : na roa do cres-
po D. 1.
NAVIOS A CARGA.
Para a Babia.
pEgue vugom no dia 20 do correte mes de Setem-
bro o Pataxo Herona, capilio Candido Joze Francis-
co bularle : quem no mesmo quizer carrenr ou r
de passagem dir.ja-se ao me mo capitio.
. __ Para Har&burgo.
WT Sahr at 6 de Outubro prximo o Brigue
Hamburgus Pohdoro, forrado de cobro, podendoae
completar, carga : quem quiser carrer ne.le na-
vio dinja-se aos consignatarios Lut.keu. Se Comp.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheiai me Porto do Prnmmluoo
9
-3
13Segaoda
,6-T:----- g
17-0:
igQ: ^
19-S -
0-S:----- .
4 h.30 m.
5-42
6 50 .
7-18 .
8 6
8 -54
9-4 > /
Tarde.
E:
COMPRAS.
Scravo.lad.no. de naci, mocos de ambo. o. se-
xos, para o Serl.o, sendo por preco commodo : n..s
5 pon as casa terrea dolado esquerdo O.ouN. 35.
das 6ho.rat at as 8 do da, da. 2 al as 4 da tarde!
*W 2 negros que sejio bons canoeiro e possaales-
na rracinha do Liramei.lo loja 19 r**-
ve,TBunde.ter" "^ de *>" ^: 9 ^
* .na morada de ca*a lerria em boa roa:
quem a Uver aooacie por e3ta folha
VENDAS.
JmTLT? mu!f0 bo,' 8^,0 rro-.dn^-
I gioD 9 e'P,aU 2#00 .eis: na ra. do col-
do*^,1?'* foladefU Cdade' P" lloara de a'go-
Cdo iunm T!"S '' "* r"a do '& P"> ao-
caixai dn o l.K P^ em llbr*5' d" *
ho^ml.ga nov,, .parefbeap^^.^, J.
Navios entrados no dia 5.
RlO DE S. FRANCISCO; 5 dias; S. Gentil Ame-
ricana, M. Antonio Vlunixde Mederos : pedias de
amolar : Caelano Moreira da Coala. Ton. 47.
PORTOS DO NORTE; 57 dias; Paq. P.tagonla,
Com. o 2. Teo. Bejamira Carneiro de Campos Paa.
o Commandante e Officiaes, e parte da guaruicio do
Paqo.te Flz.
LIVERPOOL; 5a di..; B. Iog. Ar.ntch.r, Cap.
Will: vanos gneros : Me. C.lmont fc Comp.
Passag.-iro 1 Ingle*.
RIO G. DO W )RTE ;55 dias ; Esc. N. Conceicio,
M. Jos Joaqmm Duarle Pereira: varios gneros:
* 7!L?.?*Ma''i.ro" 10' e fa,nila d" Mestre.
LIVERPOOL; 39 da,; Galera Ing. Seiftao,
Cap. J. 00 Wer : varios gneros : C. X. W. Too.
325. Passag-iro 1.
NEVV-YORCK; 48 dia,; B.. Amr. Leb-rone,
l-ap. J. Le Chemioant: farinha : Henrique Fors-
ler. ^
Sahidos no mesmo dia.
M.

EW-YORCK; B. Amr Susana, Cap. David C
Coraplnt: as*ucar, e oouros.
BOSTON; B. Amr. Queoci, Cap. CbarleaVenes:
as-ucar
w
ERRATA.
11

i O Diario N. ,66, pag. segunde, na artigo Ex-
tTior rr,x 8 de Junho leia-s.- Nrif 8 de J-


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