Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02947


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Full Text


^NNO DE 1835. QUARTA FEIRA

J
f DR SETEMBRO N. 103/
DIARIO DE PERNAMBUCO.
uTrr.oiM. F. deFaai*. 1835.
DAS dasbmana-
1 Strnnd S. Raimando N- And. doi Js. da C. de a. < % mi
de T- P. Ch. de t.
I "fr.-ca Primeiro d. Setembro S- Egldio Ab. Ral. 4* *
do J.de O. det.
1 Quarta S. EstcTo Rsi essao da T- Pnb.
3 Quinta S. Eufemia T. M. Re d m., aud. da Jm do C. da
4 Sexto S. Rota da Vit ses-io da T. P. da m. aud. do /.
de O de t. -,
Sabhado. S. Antonio M. Relaea da a. a rmd. do Y. G. do t.
em Oliada.
0 Dominga S- Libania V.
Tudo agora depande de nsiaesmos, da nossa pradencia, mode
racao. eenerpia: continuemos com. principiamos, e sertmos a-
puntados admiracSo entre a* Nacoss mais cultas.
Prelomf> da JmmHm Otrat i MratU.
SnbsomTe.se a 1000 rs. mensaes papos ndiantados ntata Typo-rra-
fia. e na Praca da Independencia N. 37 e 88 onde se receben,
correspondencias lejralisadas, e annunsio* nsenndo>a estas fra.
tis sendo dos propriosataij-nanUs, e indo assi^nados.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
OlindaTodos os diasao meio da.
Goiana. Alhaodra, Paraiba, Villa do Cond* Ma/aanpiafa, Pi-
lar, Real de S. Joao. Brejo d'Areia, Rainha, Ponibal. Nova d-
Souza. Cidadedn Natal, Vil'as de Goianninha, e Nora da Pr.ne.
tai Cidade da Fortaleza, Villas do Anuirs, Monte mor nova
Aracatr, Cascavel, Canind, Granja, Impemtria, S. Bernardou
S. Joo do Principe. Sobrar, Novad'BlRer, Ico, S. M atheus, r
achodo f>an(rne, Santo Antonio do Jardim, Qnexeramobim, iPa
naiba Sejrundas e Sextas feira ao meto dia.
Santo A ntao Todas as ojia ras fei ras ao meio dia
Garanhuns, e Bonito nos dias 9 e 23 do mes ao mefo dta,
Floresno dia 13 de cada Serinhaem, Rio Formoao, e Liineiras-Se-rundaa, Qaartaw, a
e*tas feir ao meio dia. ^^^
Os Estados Unido e o Presidente Jathson Conti-
nuado do n. 162.
M-
A5 foi o Prndenle, foi o Sonado qnem ultrapas-
son as metas do poder constitucional. Pira que d
o S-nado sua opiniaS sobre hum facto ? Que impor-
ta eata opinia? Quando seestava de modo Ia6 vio-
lentos marcha do Gorerno, n5 cumprii que haja
giavssimo motivo? Authorisa a Constituica5 o Sena-
do a erigir-ge em Tribunal ? Hum Tribunal cujas
fentencas nao saS consagradas pelas formulas daL**i 1
5i8, o Prrsidente po nado, mas gmenle segundo as fumas ronsiitiirionaes,
e na6 dee ser inconsti'ucionalmente humiMiado.
Da illegaldade deste citmpnrtament do Senado re-
sultou a marcha illegal seguida pela Tmara do* Re-
presentantes. T. 5 ai dente em sustentar e defender o
Poder Executivo contrs o Banco, quunlo o era o So-
nido em sustentar o Banco contra o Poder Executivo,
p..z-se a Cmara dos Representantes em lula com os
Directores: baxou ella mandado de pi i-So contra ri-
les, por haverem resistido ao Poder, e recusado mos-
trar suas contase escriplniviCaS Commi.-so de eia-
ine nomedda para este effeito. Nao he ete passo le-
gal, nio > ainhon-a a Constituido. Eu sei que o
t'arlamento dT.gl.iterra usurpou muitas ve/.es privi-
legios que Ihe n6 pe.tenciaS. para se vingare des-
forrar da arbitrarias usurpacSes que f.isia a Com de
ua parte. Eu porem ja o disse, nao ha cotisa mais
peng'-sa para hum Estado novo do que o goternar-se
por principios d'hum Estado antigo.
V-scj que resultado* tiverio, mesmo em tempo ero
a;ue parece que a America tem poucos obstculos a en-
contrar em sua marcha, as duas causas morl'osas que
ja* cima desiguei: collisfio de poderes, e m-vidade d'
iuMtuir,'.'s mal comprehendidss. Cumpre todava
dizer que, grapas firmesa do Presidente, toraS es-
as causas de dissencoes comprimidas apenas mani-
festadas 5 ano-tou sempre o General Jackson a tem-
pestade, e constantemente desplego a mesma ener-
ga de carcter, a mesma espontaneidade d'sccjio.
Por isso se compras, m lodos osespiritos prudentes da
Uniio de confessar os eminentes servicos que esta al-
ma to bem temperada fez sua patria ncste< momen-
tos d.fficeis; applaudiisS todos a coragem. do Presi-
dente, quando elle reduzio a .seu justo valor as recla-
mai6es dos Estados do Sul, e quando ctfntef as u-
surpcoes do Banco ; nem todos porern approvai.5
s formulas acerbas de'que faz uso. En? toda sua ex-
istencia poltica nao se desmentio hm s instante o
General Jackson ; quer frente dos Milicianos da Ca-
rolina expulse do territorio da TJnio os Indios de
Pensacola, quer forc os Inglezes a levatitar oassedio
dr NoViOrleans, quer revndique os suffragios de se-
us eommittentes do Tenesoce, ou quer resolva fes dif-
ficuldades que estorvso a marcha de sua administra-
co, hesempreo mesmo horoem arrogante, firme,
pertinaz, mas sempre dominado por hum pensamen-
to justo, guiado sempre por hum golpe, de vista se-
guro ; sao estes seus antecedentes, e seus .uecessos
obtidos nesta rota, os que impellira sua firmess at
sos limites da durezs em seu recente comportamento
com a Franca.
Esquecendo-se o Gabinete d'Washington dos ser-
vicos que a Franca havia feito em i775 aos Estados-
Unidos, esquecendo-se das consideraveis perdas que
entaS tete que soppoitar esta Potencia, d'homens,
nsvios, armas edinheiro para os ajudar a conquistar
sua independencia ; esqui-cendo-se igualmente las
vantagensque Ihes grangeou a cesss.6 di Luisiana;
esquecendo-se de tudo em fim. nara >6 se recordar das
bruta es ronfiscacSea de Napole^6 nos porto de An-
vers, Hollsnda, Hespanha e aples, teimou sempre
em ser indemnisada d.sts presas. He lonchan mu
teimoso de sua natureza e ou sej para Ihe agradar,
ou p nao deixar deprimir esta rechmacio, rada no$-
lo Presidente fez hum dever de renoval-a esperando
favoravel enseio d- s> r admit'ida. Os triunfos e re-
Tese^deNip.le;i5nO davio lempo para ex ,minar a
ralirlade desta repecaS? tinM.i Luz XVIII < Car-
los X nutras contasque recular com a S. AlHahca,
e nfo podiso pensnr em semalhanten pos'a qo samprp n.lelV rid.P, .o d aintmiivio os
Esldos-Unidos; em quanto esperavjo. conlent..v.,8-
se com aug neniar ai puS de mas AH ridegas para
as mercado, a Francesas. Chegou eu. fim o momen-
to, rebenta a Revolucio de Juho ; hum novo Gover-
r. Franca; jolgario i>s Estados-Unidos f.voravel cense
jo. e inst^o mais que nunca. Era enllo lnguido o
tommerrio de F< anc-; ffei ecero-e elles a fate^ hpm
abalimento dedire.los nos vinhos, sed, e em ge.al
em todo-o-productos Francezes; v*ntagens deque
cotudo elles mui boa parle, masque, emdefinitiv.,
ero mu fiVonvei* Franca. Iuleliimenle nao foi
este Trado ratificado pela legislatura Francia.
Vio-se desde ento comprometida a responsalulidade
do Presidente, e os Jornaes da opposico Americana
Ihe censurarlo sua leviandade e l'r-queza. ChegarSo
at a arcusa-lo de haver compromettido os uie.esses
doE-tado, por ter provocado a redueco dos direi-
t..s as mercaniiis F.anrezas, e foi por cons. gumta
duvidosa sua r.eleiio por algum lempo. Eraporem
o General Ja. kson mui hbil e nao poda como tal
deixar de faser redundar m iitilidade sua este mal
fundado d's.ontentamento. Algmias palavraj fan-
farn-n.g mitas na sua mensagem, llie toril bsstante*
para recobrar a popular dad,- deque he to cioso, e
que sua porfiada luia contra o Sena.lo < Binco llie ha-
via segurado. Tal lie hoj a posicio do Presidente;
muito elogiado por huus, violentamente atacado pr
outros; poffjae nio he o General J deson, comodizia
ceit* Snr. de New Yoik, daquelles homens que *e
amo'ou aborrecem s a meio.
Muitas vezesentrei eu na Casa Branca (Whithnnse)
Sssim se denomina o palacio do Presidente. He Jac-
kson homcmde 65 anuos, d'alla estatura, econsMlui-
ca f'aca na apparenca; ve-se que a energa nervo-
sa sobrepuja nelle af.rca muscular. N'iiguem melhor
que Jackson supporta a fadiga ; s< ns otlios d'asul car-
regado, coben os de arqueadas s tanto satfienres, tem exjressio pronunciad i ; quando
se animio hrilhso com viva luz. He ento que se re-
conhece o bomem caia vida toda foi huma lula triun-
fante. Tem elle firmeza, resoluco e penetracao em
todas hs leices da phfsiohomia. Seu- cabellos todos
b ancos airipiSo-se no alto da calieca e allongando-lhe
a oval do rosto, Ihe Uso hum carcter singular. He
polido sem affectaca, e ofiabilidade republicana re-
ne aquella diguidade que ,,ertence a homens supe-
riores. Quando o vi pela vez primira, era da de
grande recepcio, e pequea indisposico havia ace-
rado suas feicoes. Quis elle entretanto fazer as hon-
ras de s*a cssa, desempenhoa com verdadeira cora-
ger esta impertinente e difficil funccaS. Recebia com
igual lM>nd.ide todos os que cbegavaS. Nafi -e e-
quecia de que dependa su* popularidsde do grao de*
Oonsi leracao e e-tima que Ihe I i ves em as clSSes po-
pulare-, e que a BJaa leve demonstracio d'al arriscava es a popularidsde. Parecen me, em huma
pdavra, nesta circunstancia mui hbil Diplma-
la.
No ha couza mais curiosa nem mais nova para
qualquer Eumpeii do que a*tds recepc.5 s. Figurai-
vos trez grandes salSes ab-i toS e cheios de huma inul-
tido io mesclada em cores, como nunca tal vistes em
nrnhum tumulto de popula-ja em Londres ou Pars.
Todas as ca ses saali i%\iresentodas mui exactamen-
te quanto id le, ierarquiay t.nnos donzellas de f5, apenas desenvolvas, 'velhoi
Coinmo loros com seus uniformes militares* Minis-
tros E trangeiros carregados de Cruzes ; fasendeiros
de sapa tos grossos, acompanhados de suas roulhe'res
com vestidos de chita Majores em cimisola, exha-
lando na sua p^ssigem nauseativo chei.o d'agwarden-
te e tabico; G.-neraes, Membros^ do Coogresso ;
F'-rreiros, -Molmros, innocentes Alfaates que vo ex-
eminsr pnrsi mesmos o talhe dos vestidos que fie*
rao; emigrados Ii landezes em fim, ta6 eirepiogos o
soididos come o s;-5 -empr* as classes infe.iores des-
ta Naco. N.da dislo leenda a Europa. He huma
ronfus-iS* em que ningnes*l se entente- Ea floal tudo
he contraste inri Washington : atravesaes hum cam-
po onde se descobrem alguroas casas isoladas, pergun-,
taes onde he Washington? Respondem-vos : c ti*
meis hora que astaesnella.
Continuarse i.
RIO DE JANEIRO
CMARA DO* FMADpR.
Extrato da Sess&o em 6 de Junho.
Presidencia do Sr. Bento Barrozo Persirs.
^ El\s iO horas e meia achando-se reunidos 31 Se-
nadores, declarada aberta a sessaS, leu-se e approTvu-
se a acia da sessaS de 5 de Junho. O primeiro Ss-
cretino deucouta do expediente.
O Maniuez de Inhambupe, obtendo a palavra pe-
la ordem, disse que a pulihcacaS das leis he Ia5 ne-
cessari* como ell.s nad poder, 5 ser ex-miadas sen que sejad co-
nheci las. E,tV p-incipio de direito publico un.irer-
sal ach-se cons graben, tod s os Cdigos das Na-
w c.s .iviliiadas, esta!., le. en lo regras para que se pos-
i rsrtlmente obter cite importante P*514 U!3-
! lcc-5qvieadopra.no-, da *6_J^ ?,"^1"'^
est
! P
.tara encarregado ao Chncele,- Mf do Imperios
pubi.cac 'las leis, e a obr.gic. u>. transu.lttir OS
seos ex. mpl-res aos Corregedo.es das C. upa
ra estes ibes da. em o lomp-t-nte des'm | n
vendo-se abolid ebta M gisir..tura p>U c.rta de fot
de 10 de Desen.b o de i 830, na5 se estalle!, cea toda-
va como era mislr, hu.n iwelhodo segu.. erfg'iar
para o exeiccio de suas functes neste unpc-i r*u e
obiecto, determinahdo-se apenas no artigo tercwrx,
que s publicseao du leis se faris as Secretan"* de
!
II fr^iwci


1
"'l "}' .
niAHIO !)li PKRNAMBUCO.
Estado respectivas pilos seas Offidaes Maiore, os
quaes remettuS tos Piesidenles das Provincias os
exemplares dellaa; para seren disti huidos pelas Ca>
OBafM.MuHkip^i, senp,enj csUbeleaesse o meio
eficaz destj correspondencia, nem rfesVnar o lem-
po dentro do qual a-* leis devis principiar a ohrigar,
calculada esta obrgcaS pelas distancias de*te vasto
Imperio; o queelle havia previsto, quando se oppoz
na di^cussaS desta le, a e ta medida, que julgmi pre-
caria, e iucfiicat corno a experiencia o tein mostrado,
pois ninguein ignora que cm militas Villas, e ainda
Cdades nao ha o conhecimento necessario das leis
ordenadas pelo Corp-' Legislativo,*o que nafi pode
deizar de causar a maiur desordem, especialmente
para as autoridad* constituidas que tetn de entrar
no exercirio de suas jurisdic<;6e-, sem conhecimen-
to das leis regulanuntares em que devem firmar suas
decisoes; pelo que em beneficio da publica Adminis-
trado, jufgara indispensavel cstabelecer regias in-
rariaveis a este respeilo para o que cfferecia o seguin-
le piojecto :
t A Assembla Geral r.egi.-latira do Imperio de-
i-r> ta :
Ait. i. Ass'gnada a iei ou Decreto p-lo Impera-
dor ou Regenie, o Ministro e Secretario d'Estado a
que o negocio competir o referendar, e far sellar
tora o sello grande do Imperio, registar em sua Se-
cretaria e imprimir.
a Ait. a. Oaut.grapho ser remttiido para Se-
cretaria d'Estado dos Negocios do Imperio que strvi-
i para este fim de Archivo publico em quanto nao
se estabelecer hum privativo.
Ait. 3. O mesmo se platicar com a lei ou De-
creto que se houverde p. omulgarsem a Sancho Im-
perial.
Ait. 4. O Ministro Secretario d'Estado que
rtferendar e fuer promulgar, e imprimir as leis ou
Decretos, ordenara a rernessa de suficientes exem-
plares ao Presidente do Supremo Tribunal de Justica,
ao da Relac5, Cmara Municipal, e Juizes de D-
reito do Municipio, da Corte ; assim como a os Presi-
dentes dais Provincias do Imperio, para estes os envi-
aremaos Pre-identes das RelacSes, Cmaras Munici-
pacs, e Juizes de Direito.
(i Ait. 5. As Camaias Municip.irs logo que rece-
berem estes exempUres, s fai immediatamente re-
gistarem livro paia isso destinado, e publicar por
Edilaes affixados nos lugares pblicos do seu Munici-
pio, dando ponrtua! conta de a>-ini o ha ver m cun-
prido, aos Presidentes, e estes ao Ministro d'Estado
que lhe &i a rernessa, pena de responsabilidade de
huns e de outros.
Ait. 6. As Lea ou Decreto*, dez dias depois da
sua publicado obr ig>r a lodos os habitantes do Mu-
nicipio.
u Art. 7. A impressa das leis e Decretos ser
poivativa da Typograpbia Nacional, e n5 poder
formal roen le seren reimpresas* as offuiuas Typo-
graphicds particulare, sem l, enea, no Municipio da
C te do Mintro e Secretario de Estado dos Negoci-
oa do Impeiio, e as Pujvinias dos respectivos Pre-
.'denles; pena de pag-rem os mpiessores a00$ r?.
p* os cofies da munivipilidade, alern da indeinnisaca
do damno que causarem as altcrac.s feitas no texto
*da Lei, ou do Decreto, e das penas que tnt rtcerem
pelo abuso da liberd<> Art. 8. Exceptuo-se da di-posica do artigo
antecedente as Gaietas e folhas peridicas, as quaes
ae poderS transcrever as Leis ou Decretos que se
promulgaren), ou teja para iustiucca do publico, e
noticias histricas, ou seja para dar publicidade dos
actos, e sesses das Cmaras Legslativas.
a Ai t. 9. As Leis que fui em feitas as Assemblas
Provincbes, sendo sanecionadase publicadas na for-
ma do artigo 18 da Lei constitucional de la de Agosto
de i834, ou nad sanccioimdas nos termos do artigo
19 da inesma Lei, pricipiar a obrigar do prazo
marcado no artigo terceiro da prseme Lei preceden-
do as diligem as que as Cmaras Municipa praticar pela maneira reconmendada no artigo quai-
to
A'L '0. A sua impressa ser igualmente priva-
tiva da Typogiaphias Nacionaos, na,- Provincias aon-
de as bou ver, nos termos decretados no artigo 7, e
na sua falta s rao os Presidentes autorizados a darem
* necessarias providencias, para veriicar-se pla
imprensa a pulicacaS das Leis Provinciaes, a fim de
chegarem ao conhecimento de todos os seus habitan-
tes.
a Ar. 11. F9a5 revogadas todas as Leis em con-
trario.
a Paco do Senado, i0 de Jnnho de i835. Mr-
quez de Inbanbupe.
Ficou sobre a mesrna.
prova a tenca de 80$0Q0 rs. annuaes, concedida ao>.
Sargento Mor de Engenbeiros Jos Victorino dos San-
tos e Souza, para ser verificada em sua fillia D. Anna
Victorina di s Santos e Souza.
Dtpois de alguasas :fl->;5cu di u-sfi a materia por
I discutida e posta a reso'aca a volaca foi appovada,
e pa-son ultima di euca5.
I'oiaom seguida approvadas em sigunda discus-
sa6, e passro ultima, tres re.ulucSrs approvsndo
diversas pensSes-.
Foi igualmente appi ovada a resnluca que auloi isa
o Director do Cur.*o Jurdico de S. Paulo a admiltir
matiicula do querlo armo a Jos deSequtiraQuei-
roz.
Entrou tm ultima disemso a resoluc&S que decla-
ra, que a omissao daeleo para Regente do Collegio
do Porto das Pedias na Provincia das Alagoar, nao
invalida asmis eleicSes da mesma Provincia, com
as metidas app-ovadas cm segunda discussifir. Dan-
do-se por discutida foi approvada a materia da reso-
luc.5 na forma da emenda do Sr. Paula e Souza, sen-
do regeilada a emenda do Sr. Vc-rgueiro.
Tendo dado a hora o Presid nte deu para ordem
do da da seguintesessa a raateiia dada, hum parecer
da Commiss.,0 da Mesa, etc., e levantou a sessao
pelas duas horas da tarde.
GOVERNO da PROVINCIA
Expediente do dia 29.
J.I.I.M. eExm. Sr. Ao Alferes Antonio Alves
de Paira fora entregues pelo Arsenal de Guerra des-
ta Provincia as cinco arrobas de cobie em folba pro
prio para o fab>ico de cornetas de toque e com as di-
mens-s especificadas por V. Ex. em seu ufficio de
1a do crtente, em que os requisita.
Dos Guarde a V. Ex Palacio do Governo de Per-
nambuco a9 de Agosto de i835. Illm. e Exm.
Sr. Luiz Alvares de Carvalho, Vce Presidente da
Provincia da Parabiba. Francisco de Paula Caval-
canli d'Abiiqueique.
O Presidente da Provincia ordena que o Sr.
Commandaute da Escuna Fluminense tendo recebido
a seo bol do o Offii ul, e Escolta que vai condusir ao
Acampamento huma porca de dinheirose faca de rel-
ia para o Rio Formozo, d'.nde depois de ter desem-
b rcado o Ofiicial e dinheiro, largar para Taman-
dar a recber elle o Tiem de Aiielharia de campa-
p.mha p. rtencenle a hum obs, tres peasasde calibre
ORDEM DO DIA.
Katroa em segunda dixcus.lo a ratolucao qoe p~
seis, com cairela?, earmoens, assim como trrs car-
ros manxigos; e iminediatamente regressar a este
Porto.
Palacio do Governo de Pornambuco 2g de Agosto
de 1835. Cavalcanli.
O Commandante da Escuna Fluminense ja tem
ordem para i-'cebir o Oficial, escolla, e dinbeiro,
qu.' v.ii ser remetlido pira o Acampamento, e que
deve desembarcar em o Rio Formoso. A mesma Es
cuna ir a Tamandar buscar o Trem de Artelharia,
que ali existe, equeconvem ser recolhido ao Arse-
nal. V. S. siente d'esta ordem expedir as suas.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
nambuco a9 de Agosto de i835. Francisco de
Paula Ca>a'cant d'AH'Uquerque. Illm. Sr. Jo-
zeda Custa Rebollo Reg Monteiro, Comimndante
das Armas.
Do mesmo theor ao Illm. Inspector da The-
souraria.
Em vii lude do art. 6.* da Lei Provincial.de
lOde Juubo de~te anno, Nomeio a Joaquim da Fun-
ceca Soaren de Figueiredo pira se emptegar, dehaixo
da direccaS do Tenente Coronel de Engenbeiros Fir-
mino Hercntano de Morara Ancora, no trabalho de
formar planos, peifis, e orcamentos dos reparos, e
oirecces das acluaes estradas, e abertura de novas ;
precedendo os precisa exames, e reconhecimentoi :
assim como as poutes, que for mister construir, ou
reparar. E pe cebera por este service o vencimen-
to marcado no meueiouado art. 6. c da Lei.
Palacio do Governo de Pernambuco 39 de Agosto
de 1835. Cava kan ti.
Officios ; Ao Inspector da Thezourajia, e ao
Tenente Coronel F. H. de M. Ancora, communican-
do-lbe a nomeac^ precedente.
# O Presidente da Provincia ordena ao Sr. Di-
rector do Arsenal de Guerra, que mande ferropeav o
Reo Manuel de Jezus, sentenciado gales por dous
annos eoilo mezes ; o qual lhe ser remetlido pelo
Juiz Municipal desta Cidade.
Palacio do Governo de Pernambuco 29 de Agosto
de 1135. Cavalcanli.
Officio ; Ae Juiz Municipal, para remetler ao
Arsenal de Guerra o prezo de que tracta a anteceden-
te Portara equedeveser fenopeado.
Avista do que Vm., expoem em officio que sem
data dirigi a ei'a Presidencia, rumpre dicer-lhe que
sendo a G. N. criada para manter a obediencia s
Leis, e tendo cbrigacaS de se prestarem s requisice-
ens das Autoridades Policiaes em objecto de Ser.
00 publico ; deve Vm. quando para esse fim lhe for
pirciza fwiv itquinU-a a o espectivos Comman-
dantes.
Dos Guarde a Vm. Palacio do Governo de Per-
nambuco 29 de Agosto de 1835. Francisco de Pau-
la Cavalcanti d'Albuquerque. Sr. Femando Af-
fonso de Mello, Juiz Municipal da Villa' do pao do
Albo.
S. Ex. o Sr. Presidente quer ver o.Mappa das
G. N. da provincia, que por esta presidencia foi re--1
medido a Assembla provincial Legislativa quando re-
unida se achara ; e exige que V. S. o remella a esta
Secretaria certo de que lhe ser depois devolvido.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
nambuco 29 de Agosto de 1835. Mro. Sr. P>
dre Lauretinno Antonio Morena de Carvalho, Se-
cretario da Assembla Provincial Legislativa. Vi-
cente Tbomaz Pires de Figueiredo Camargo, Secre-
tario da Provincia. __
DJVERCAS REPARTICOENS.
CAMAHA MUNICIPAL DO RF.CIFR.
Sessao do dia a5 de Junho de 1855.
Presidencia do Snr. Oliveira.

*_jOpareceraS os Srs. Cosa, Cavalcanti, Dru-
mond. Jozp Joaquim, e Cunlia, faltando com cau-
la os Srs. Silva, Gusma- *
Aberla a sessfS e lida a acta da antecedente foi
sancionada por e O Secretario dando conta do expediente mencio-
nou os spguinles officios:
IIum do Chefe de Polica para que a Cmara man-
dasse facer os comerlos de que pieciza a Cadeia desta
Cidade : inteirada.
Ouiro do Exm. Piezidenle para que a Cmara
mandasseenmo lhe cutnpria faze.r os concerlos e re-
paros na Cadeia : que se officiasse ao mesmo Exm.
Sr., Prez, pedindoq' designasse qual oEiigenheiro, q'
deyla orear pimeirameiile, para depois que da The-
zouraria rerebesse a quantia em as raesraas furem or-
9adas dar-se principio a elles.
Ouiro doColleclor deste Bairro, pedindo a quan-
tia de a 14^560 re. da dcima do i. simestie dos
predios da Cmara : que se passasse mandado para
pagar-se.
Ouiro do Fiscal do Boa-vista dando conla dos con-
reaos de que estava encarregado, no assougue do
mesmo Bairro : ao Sr. Drumond.
Ouiro de Joa Coelh<> da Silva, que naS poda to-
mar conta do Juieado de Paz do a. Destrict<> deS.
Amaro de JaboalaS por molestia'que padease : que
as justificas-e.
Ojitro de Joze Francisco Lavra disendo que por
rao saber ler nem esoever nao poda tomar conta do
Juizado de Paz do 3." Desrielo da Estancia : aceita a
demissaQ.
Ontro do Fiscal da Boa-vista, dando contas do con-
cert de que foi encarregapo des casas da Praca do di-
to B irro : ao Snr. Drumond.
Ouiro do Vigario da Lus com a nformaca pedida
sobre as escolas de sua Freguezia : aos Snrs. Dru-
mond, e Joze Joaquim.
Outro do Eira. Piesidente paitecipando a existen-
cia da Cholera morbus em Martilla : qu se commu-
nicasse ao Provedor da Saude, para dars providen-
cias e lomar as medidas necessarias que estiverem ao
seu alcance, pedindo se ao Doulor Medico da Sauda
o s^u parecer para preservar se esta Provincia de s-
melhante mal, e mandar-se publicar para conheci-
mento do Publico.
Paslara-se mandados para pagar a Antonino Joze
de Miranda 3$800 reis por a impressa dos editaes
para a convocdcad dos Jurados, e a folba dos ordena-
dos do* Em pregados, a vencer no ultimo deste mez
i:059$96l reis.
O Sur. Presidente, para tratar de seus negocios,
e saude, teve Ire meses de lcenca, por esta uccaai-
a entregou a chave do cofre, e urna, que tinha em
seu poder, com tudo quanto em dinheiro nelle es-
lava constante do livro, caixa, e tiobem dos papis
que e-ta va em sua mao ao Snr. Joze Joaquim os qua-
es sa5 as reUces dos multados por os Fi-caes dos 3
Bairro* desta Cidade, importando as do mez de Abril
em 69a$600 rs. e do mez de Maio em 933$000 rs.
e hum piojecto de novas Posturas para o Municipio.
Passou-Sf mindado para pagar-se ao Collectur des-
te Bairro al455560 das Decimas dos Predios da C-
mara. E por ser dada a hora alevantou-se a Sessao.
Eu Joze Ta vares Gomes da Fonceca, Secretario a es-
e/tfi.


1
DIARIO DE PfiJRNAMfiUCO
%

XSSB
as

M
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
rf pauta he a mesma do iV. ISO
EDITA L. "*"
Rudo'lo Joi.. Barata de Aludida, Fiscal 4o Bairro de
Santa Antonio &e.
F<
m Ai soberaos moradores do dito Bairro, que o lu-
gares designados pajase lancarem as imundices, lixos,
V #c. to no largo do Palacio velbo do la da ruar pe-
quea (ou Rio), atraz do Convento do Ca too; terre-
no do pfixoio, e no lug.ir dar R be ira do lado da naa-
l: Osqie fora desses lugares fizerem qualquer des-
peijo, serio multados na conformidade das posturas
tal ie-peto ; e por isso manda affixar o prezente no
lugares mais pblicos do referido Bairro, e fazer pu-
blico pela ioipreBsa. Francisco Amando Martins
Aldante do Porteiro da Cmara Municipal o ese-reveo
apa a9 da Agobio de i835.
Rodolfo Jvio Barata de Almeida.
COMMUNICADO.
Continuado di, N. antecedente.
Perda doJapin, a ent parte convertido ao Ca-
tholioi'.mo, he at. buida intiigrs de alguna Frades.
Hum Frade Porluguez leve a indlsciiucio de nio que-
rer ceder o pa.-so BiM Grande do Imperio : os Je-
sutas quizerio conservar forca urna caza, que se
Ihes ha va doado, e requisitava ; e e.-tas-, e outras im-
prudencias cauzario a posciipc/io dos Frades, e da
ReligioChiisti no Japio. Na America pralicarlo
eltes couzas inaudita*. Rebellaro-se contra os Rea
de He.-panlia, e Portugal no Paraguar!, onde armario
mu Exercito de Indios, e de Soldados Europeos, que
engejarlo na Europa, e com i3$ horneas a cuja testa
estavo o* Jemitas Lamp, e'laden, rezislirio as for-
cas Portuguesas, e Hespanholas, segundo o refere o
General Gomes Freir d'Audraile. Suscitarlo dczor-
den por caoza dos limites do Rio Negro com o Per,
publicaio obras, laucarlo mi do pretexto de Reli-
giao, como liecoslume, apregoando, que as con6s-
s6es, e actos Sacramcntaeseio nullos em cerlos lu-
gares por falla dejurisdicio Ecclcziastioa, entrarlo
com tropa biespanhola no territorio Brasileo, ataca-
rlo as PuNoaces de Paranari, e Faiacutaba perten-
ceutes a Provincia do Para, ecometlerio toda a sor te
de hosleldades. Na Capital oppozerio-se ao estabe-
ksiimento da Companhia do Pai, e Maranho, que
lhes vinha diminuir os lucros commercijes, pregan-
do do pulpito, que quem enlrasse nella nao seria dig-
no de entrar na Companhia de Jezus e lio turbulen-
to espirito mo.-traio, que forao por fin expulsos da
Proviacia, c mais os Frades Mercenarios.
J em sru iugresso nesta Provincia tinhio encon-
gado decidida opozico da parte de seos hahitantes,
que k em i653 os deixario ahi formar um estabeles-
cimeiito depois de terem asaignado termo pranle a
Cmara de se nao inlromelterem nos negocias da Pro-
vincia. Em sen lempo levo parte mui grande nestas
intrigas o Padre Antonio Vicha, alias homem de mili-
to saber, peto que incoireu no desagrado da Coi te.
Em Portugal intrometeu-se nos negocios pblicos; da
Babia escrevia cartas, que bem moitravio os pezares,
que liuhi de se ver no desagrado do Rei, que preten-
da continuar a dominir, eseu genio vingatito con-
tra algumas Aullioi idides da Provincia; eemsuas
carias de 1668 a aconselhuu a ntroducio de E-cravos
Africanos no Para, O proprio D. Fr. Bar holomeu
dos Martins, esqueceu-se de que era Porluguez, para
ser em ludo Frade, favorecen Jo a uzurpacio dos Res
de Castella em Portugal, pelo que se viu obrigado a
se retirar paia Tui (Vej. sua historia).
As intiigas Fradescas subirio a tal ponto, lorna-
rio-se el les tio arrogantes, e nsu porta veis quando e-
levados, Cadeira Pontifica, (exemplo Gregorio 7.)
que em o seculo 16 no Pontificado de Sixto 5. Fran -
ciscano, tomario os Cardeaes o acord de nio eleer
Pontfice a nenhum Religiozo, e de dar a bem poucos
o barrete Cardinalicio, o que cumpriro seus Sucea-
sores, tendo d'ento alhagora subido ao Pontificado
rarissimos Religi zos. Mas seria um nunca acabar
citar as travesuras, e intrigas Fradescas, de que ha
noticia, eoscuriozos leiio Miltot, o Ensaio doscos-
tumes de Vol taire, esobre os Jesuta, entre oulros,
um liviinho impresso em Poitugal em i759, que tem
por ttulo Reflexes de um Porluguez um me-
moiial enderezado pelos Jesutas ao Pontfice Ciernen-
Continuarse'/i.

exterior.
pajuz a; jb *uhho.
flS ExplicacSes anunciada ha alguns das sobre o
Recru'amento para a Hespanha liveiio lugar n* C-
mara dos Coraniuns em Londres. Lord Palmerstun
respoudeu. as interpetrarSes de Lord Mahon com hu-
ma franqueza, e huma precizio d gnas de servir de
modelo todos os Ministros diplomticos.
Elle tracou peT. lamente a linha de separaco que
devide a triple allianea do norte da quadruple al/i-
aneado meio da. Elleprovou que a Inglaterra, par-
te integrante desla ultima, n|o pode sofer o trium-
fu de I). Carlos, ea reacio que dflle seria consequen-
cia. Poique a quadruple allianea, disse elle, he in-
teii ament fundada sobre a coinmunidade do princi-
pios Cosalitucionaes.
Notamos liobem a franqueza e lealdade com que
o Ministro pergunlado, se prestou a coramunicar
Cmara o acto que fa voresse os ingajamenloa, e todo
00 documentos a elle relativos.
dem a9 DE JUNHO.
A convenci relativa a inviar-se a Hespanha a Le~
gio estsangeira, foi assignada hontem pelo Ministro
dos mgocios asir ngeiros, e o Duque de Fras, Em-
baixador de Hespanha.
Assegrio que n continente Irrglez deve chfer a
Hespanha antes do firo do mez. Elle ser mmediata-
mente dirigido, assim como a Legiio estrangeira for-
tiecida pela Fran9a, sobre o theatro da guerra.
AfiBrma-se que he Moreno o chamado para substi-
tuir Zumala-Carreguy no commando em chefe do
Exei'citoins.urreeional. Moreno he aquele que, fea
executar Torrijos, e seus infelizes companheiros. El-
le estava a algn tempo em Franca debaizo da vigi-
lancia do goveroo Franrez ; porem, seguindo o o ex-
emplo de seu Snr. D. Carlos, elle se escapou das mos
du policia, e conseguio chegar s Provincias insurgi-
das.

Huma carta de Hamhurgo, datada em22 do cor-
rente, confirma a noticia dada pelo Cap. de hura na-
vio recentemente chegado de Kronstadt, deque o
governoRusso tinha descuberto, no mez de Majo pas-
sado, huma conspiradlo conlro o Imperador Nicolao,
e contra o Estado, por pessoas qu- fazifio parte da
conspiragio de Pestel, Rylien, Besturheff &c. e
que se nio arhario comprometidas na occaziio do pro-
cesso de 1826. Mais de 60 pessoasF>rie piezas em S.
Pelersburg, e as Provincias. O Seg. edo se guarda
por ora diante da Europa, e poi isso todas as cartas
sio geralmente bertas as razas da posta. A ronspi-
racio >e linha formado, segundo dizern, por efuzado
lcenciamento da escola dos Cadetes militares; os qua-
esa maior parte forin inviados para os R-gimentos es-
tacionados na Siberia e no Cancaso, como, simp'es
Soldados. Alguns Regimentos da guarda Imperial so-
frerf o a mesma sorte.
A penuria financeira na Rusta aumenta cada vez
mais; o cancro do thezouso se agrava: em vio ella
se dirige a Pariz e a Londre? para obter um empresli-
mo; em oenhuna deslas Prapas, encoutiou recursos.
As coizas tem chegado a tal ponto que, sedentio em
seis mezes, ella nio poder ebter hum iropre-timo,
ver dezacreditada a moeda papel de seu banco, do
seu thezouro. As coizas nio estio eifl melhor estado
por todo o norte da Europa. A Prussia nio sai des-
te emharasso se nio pela sua grande economa. A Aus-
tria vai contratar huma nova divida; porem como
esta potencia apprezenta garantas, como o estado pa-
cfico das suas Provincias, a Regularidade doseu go-
verno, offerecem mais seguranca aos Capitalistas, a
Austria encontrar mais fcilmente recursos. He na
rerdade hum espactaculo maravilhoso, o que tdfcre-
cem no meio desla crise dos estados absolutos, a Fran-
ca e a Inglaterra, pelo seu extraordinario crdito re-
zultado das formas, e das condv-s dogoveruo Rep-
prezentativo. .
He precizo coufessar, que a liherdade he boa para
alguma coiza, ainda que nao seja aenio para procla-
mar a regularidade e p.obidade de hum Paiz. Ha
recursos, que nenhum congiesso pode fornecer : os
irex soberanos do Norte podera reunirse em Kalisch,
deliberar declaracoes, proerammas ; porem ludo isso
nio Ihe producir hum real de crdito. Nu da em
que elles entrareru de boa f no progresso de huma Ii-
berdade moderada, e bem inlendida, quando elles
qnzerem sobre tudo diminuir o seu mnenso estado
militar, e que o puderem fazer por hum melhor sys-
tema de governo, cntio o crdito se chagara para el-
les ; porque 01 capitaes aUuudo na Europa.
MADRID i5 DE TBimo.

A decizio do gabinete dM Tulleeias, qu<
niervirdirectsmente, bem Unge de desanimar am~
f... , au vuu ... m > r iiuuillO O p>' :C;^ bons He.-p- directa rm huma
medida, qne muitos homens p-.litcos olhavlo romo
d< zastroza, e bem que se nio pnssa supor Franca a
irrevogavel determinaeo de nao nfervir. em hum
r>zo urgente, nutre-se aesperanca, ese confia que *
Hespanha possa sa 'oreas, de-te flefiil inpenho. O.Secorros que nossoa
alliidos nos offererem, nos os aceitamos romo hum
meio de conseguir mais depressa o deiejado fim, e a
prezenca dos nossos auxiliares, pe mi I tira ao ministe-
rio, de cumprir a larefa tio nobre, como ardas, que
em emprehendido. >.
F em Dona-Santos, quet.Mirino foi 'completa-
mente batido a 3 do correte pela coluna s ordena do
Coronel Mir ; depois de haver deixado sobre o terre-
no hum assaz grande de morios e feridos mais
de 100 prizi'meiros, qn ^e passrio pira asfiU-iraa da
Rainha, Miiinose meteu nos bosques de Soria.
, O* Navarrezes se avancavo em forca para Victoria
para atacar, citiala, ou tmala, selhefosse possivel;
a guarnicio que se achava assaz forte em infartara
cavalaria, tendo sido reforcada pela coluna do gee-
ral Inaste, fez buna surtida vigoroEa, cu}o rezuHado
que estava em Victoria, que carr*gou sobteoinmi-
go com milita impetuozidade. Parece segundo car-
tas lecebidas do theatro da guerra que a noticia da nio
intei venci directa, pr'oduzio as tropas hum gran
de energa tio solido que, se hojequiser intervir di-
rectamente talvez o nio consentissem. Valdez reuni
15,000 homens e deve estar em marcha para as Pro-
vincias ; nio he duvidozo que as suas tropas se nos-
tiio cheias de confiauca e de rezolucio. O Exercit
grita boje : Fora a interveneio 1 Vencer, ou mbr-
rer.
FRICA.
Mudanca de Dinasta em Trpoli.
Ha muilo tempo que as folhas Alemias e as correa-
pondenrias do Oliente falli dosarmamectos maiili-
mosdoSulto. Huma esquadra se armava ro sterio-
zameu'e ; sem deslino conbecido. Os polticos do Pa-
iz se julgavio com dados soficientas para advinbar que
a expedicao sedrigia contra o Bax rebelde doEgyp-
to. J os astrlogos Misulmanos profetizarlo a qu-
da enevitavel e prxima de Mehemet Ali. A Esqua-
dra porem comniandada pelo Baix Najib, fundiou a
26 de Maio no porto de Trpoli, composta de huma
uau, 5 f. gatas, 2 Corvetas, 2 Brigues, 2 Navios li-
geiros, e 10 transportes. Logo o Bax comecou as
suas communicaeSes com Naj b Bax. Este partec-
pou a Sld-Ali que traza hum Firman, ou decreto do
Gran-Senhor, no qual Ihe anunciara secorros de tro-
pas, e navios de guerra. Depois disto Najb Bax
fez dezemharcar no da 29 huma numeroza ai tilharia
decampanha, e 4,5oo homens, que tomario posse do
todos os pontos fortificados da Cidade. No da 8,
Najib-Bax genvidouSid Ali para vir abordo da Nao,
para trataren! juntos, dasoperacSis a fazer. Este
sem a menor desconfianza arelou o convite, e confe-
lenciou por muio tempo com Najib Bax 5 porem
quando qniz voltar a tena, Najib Ihe anumiou qne
elle estava nomeado para substituir o seu lugar, por
ordem do Snllio, governador da Regencia, eo obri-
gwu a ficar abordo; dezembarcou dep..is s, e tomou
posse da Cidade debaixo de salvas d'artelharia.
Assim se completou esta revalucio sem effuziu de
sangue. Sidi-Ali parti para Couslantinopla, segui-
do de sua familia, ede hum certo n. de pessoas, a
quem foi permeltido acompanha-lo. Elle levou com
sigo ludo quanlo quiz.
O Sobi nho de Sid Alli, a quem os revoltoxos ha-
Tio nomeade B .x, fugio; porem consta que elle foi
. onbado, e morto alguns dias depois. Os montes, e a
Corveta Inglesa a Favorita tem servido de refu-
gio a alguns comprometidos.
Foi assim que a familia dos Casaman, que rei-
nava mais de uoo annos em Trpoli, foi deposta pot
huma nova astucia do Naj ib-Besa.
(Le Temps).
CORRESPONDENCIA.
*.

I
ONrs. Redactores.Cono meacheembaracadosem
puder resolver urna queslio de Direito, Vou rogar-
lhe o ebtequio de me esclarecer sobre ella, o que en-
tender. He a quesfip, se um liberto tendo o read-


I
*
DIARIO DE PKliiNAMBLGO.
-^r
-r
mente de duzcntog mil reis, que marca a Lei, se po-
de er Guarda Nacional: mata antes que Vmcs.emit-
tie a sua opiaio permiitio-me, qua lhes Taca alguna*
observacoes ivuli das Leis existentes, im de escla-
recer ase*, hor aquestao.O Arl. 16 da Lei de 18 de
de Ageste de i83i, dizSerlo alistados para o ser-
vido das Guardas Nacionaea as Cidades do Rio de Ja-
neiro, Bahia, Recie, e Maranhio, e seus respectivos
Termos: 1. Todos o Cidadios Brazileros que po-
dem ser Eleitores &c. o Ai t. 5. do Decreto de 25
de (Julubro de i832 que reformou a citada Lei cima
daSerio alistados para o servico das Guardas Na-
cionaea as Cidades do Rio de Janeiro, Babia, Recite,
e Maranhio, e seus respectivos Termos: 1." Todos
os Cidadios Brazileiios, que tiverem de renda liquida
annual duzentos mil reis e fice* Ora conibinando-se
estas duas disposiioes da -Lei, e Decreto, se v, que
a Lei da creacio das Guardas Nacionaes exige a quali-
dade de Cidade Brazileiro que podem ser Eleirores;
o Decreto da Reforma exige smente ser Cidado
Brasileiro, e ter de renda liquida duzentos mil rea :
logo nao exigindo o citado Decreto que reformou a
Lei a qualidade de Eleitor ; exigindo .'rnente o ser
Cidado Brasileo, claro est, que os libertos podem
ser alistados para o servico das Guardas Nacionaes:
poi o Art. 6.* da Constituidlo dizSao Cidadios Bra-
zileiros : 1.* Os que no Brazil tiverem nscidu, quer
teji ingenuos ou libertos &c. Esta be a queslo em
que tenbo duvida, e per isso o vou encommodar.
Sou sea constante leitor e obrigado.
O Nacional.
A ANUNCIOS.
O \bio boje o 3.* N.* do Escudo du Monarchia eens-
titucional. Vende-se na Praga da Independencia to-
ja de'Encadernador D. 26.
AT1ZOS PARTICULARES.
Vj Abaixoassignado foreiro de 164 palmos de tr-
ra alagada noaeguimeoto da ra do Caldeireiro jun-
to ao terreno j alienado de Felippe Neri da Fonceca
perlende vender dito terreno; se alguem seiulgar
com direito a elle declare por esta fulha.
Jze Mara d'Amorim.
f/^ Pela Adminislraco das Obraa Publicas se ha-
de comprar em hasta Publiaa, a quera por menor
preco vender os objectos seguintas: 8 custados de
pu de Olio, ou pu carga, de 4 polegadas de grosu-
ra j. e comprimento e largura o que tver ; 6 taboas
d.e cuatadinbo de amarello de 30 palmos de compri-
do e 2 eum quarto de largura, livre de branro; 18
taboas de aasealho, reforcado, de amarello de 30 pal-
mos de comprido, e 2 e um quarto de largara ; 4
ditas de lomo, de 38 palmos de comprido ele meio
de largo; i6500 lijollos de bom ladrillio; 14600 te-
Ihas; 2 portadas de cantara, para portas de 14 pal-
mos de alto, e 11 de largura; 16 ditas para janellas
de 5 palmos de ahura, e 6 de largura, para receber
grades de ferro. As pessoas que quizemn vender
podero comparecer na salla da sobredita Administra-
cao, das 9 horas do dia, al as a da larde, do da 4 do
corren le Setembro.
j^ Preciza-se fallar com o Snr. Joze Mara Lins
para negocio seu : na ra do Cullegio Botica de Cy-
priano Luiz da Faz.
lOY" Precisa-sc de om homem sollero que saiha
traciar de urna vaca de leite, e tubem de um sitio :
quein esliver nestas circunstancias pode dir>gir-se a
ra da Madre de Deosao Escriptoiie de Johnslon Pa-
ter fie Comp. para Iraclar do seu ajuste.
%J* Na ra Direita venda D. 29 d-seentulho, e
pedacos de lijlos.
WP* OJuiz de paz do 1. Destricto da Boa-viagera
faz publico que se a cha reculhido a cadeia da Cidade
do Recife por sua ordem um preto que reprezenta ter
16 annoa pouco mais ou menos, por nome Manoel
que diz ser eseravo de Manoel Joaquim morador era
Jacuipeno Engenho Roncador: quem for seu senbor
eompareca neste Juzo para o justificar.
t/js?* O Snr. Francisco Affonse de Meiio, propri-
tario do Engenho Muilas-cabras que ira annunciar
per esta folha onde est assistind nesta praca para se
iraclar negocio que lhe perlence, ou euo dirija-se
ra do Hospicio ao p do primoiro lampo.
Iy&P Perciza-sede urna Senhora capaz para Mes-
tia de meoinaaque s*iba 1er, escrever, contar, e co-
ser, paga se lhe um grande ordenado annu.il da se-
iba mezada, casa para residir decente e dse-lhea
conducco para t Villa do Il que i para onde se pre-
cisa: q e en do 1 evo I tai a esta praca ohriga-se a mes-
isa pesaba a Ar-lh a conduelo para a por em la
casa ; quera quizer dirija se a rtw da Aurora ca*sa
do Coronel Joze de Barros que abi achar com qum
con Iraclar.
jy Perciza-se de uma ama que sirva para cosi-
nhar, e engoji xa rus do Cabuga D. 6, leja de
mello.
fjy Ignacio Xavier Ca'rneiro da Cunha, tem jas-
te com os herdeiros do finado Joo Nepomoceno Car-
neiro da Cunha, o Engenho Mossupe, na termo da
Villa de Igoarass : toda a pessoa, que tiver direito
ao referido Engenho como credor, ir requerer o seo
direito pelo Ca torio do Fscrivio dos Orlaos da Villa,
de Iguarass, aondeseacha o Inventario do mesmo
finado Joo Nepomoceno; isto no prazo de 30 das;
e fiado e-te prazo se julgar o dito Engenlho lvre e
desembarazado, tem responsabilidadedo comprador;
Vando sem effeitot os aviaos inseridos nos Diarias N.
i44 e 145 de 7, e 8 de Agosto.
jr^T Preeiza-se alugar dois pretos que sirvi para
trabalharem ero um sitie perto da praca : quem os
tiver equizer alugar annuncie, ou diiija-sea ruada
Conceico da Boa-vista D. 2.
*JLT Preciza-se de alagar uma preta cativa, que
saiba cosinhar toda qualidade de comida, e fazer to-
do o serv ico de casa, e de ra, e engomar, aendo fiel;
dirija-se atraz da Matriz de Santo Antonio D. 5, que
l achara com quem tractar, pagando-sc o seu allu-
guel por mes, ou por semana.
/y No Botequim por detraz da Matriz de S. An-
tonio D. 3 preciza-se de quem forneca de leite diaria-
mente.
Uma molata de idade 22 annos, boa engomo"
deira, cosinheira, refinadeira de assucar, faz renda
e coze chSo, sadia, e sera vicie no principio da roa da
Oygjt ant^raitn /lo JS 50 SHCST D, 7 d" 6 2a U Iiax..-
da manh, ede i s 6 da tarde, se dir quem a vende
e o motivo porque.
VW Ummolequede 16 annos, bonita figura mui-
to habilidoso proprio para pagem, por saber bern
montar, e mesmo para qualquer oulro servico por
ser bem fallante : na praca da Independencia loja n
20. J
600$ veis em dinheiro de debroes testa liza: )
na ra da Conceico da Boa-vista D. 2.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro.
t^Egut viagem a Sumaca Novo Mnndo, Capito Ma-
noel Alvesda Silva : quem na raesma quizer ca regar
ou ir de passagem dirija-se a Gaudino Agostnho de
Barro, pracinha do Corpo Santo D. 6?.
Para e Rio Frande do Sul.
%CaP* Segu viagem o Pataxo ero, Cap Antonio deSouza Jnior: quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem dirija-se ao mesmo cima,
ou ao Capito abordo.
leae*-----------
COMPRAS.
,
Ma carioca e um Boi manco que sirva para a mes-
ma : na ra dos Martirios cusa D. 8, do lado da Igreja.
VENDA.
MjEfloa e meia de trra, em Mocos, Termo Ja Vil
la de Goianna, propria para toda plantaeio, e por
preco commodo : na ra do Rangel aocbegar a Ri-
beira, o penltimo sobrado.
\W 2 fiteiros proprios para loja partidos pelo
meio, um com 6 palmos de altura e 9 e meio de com-
prido, e outro com 6 de altura e 10 e meio de com-
prido, e tambem uma armacio nova propria para lo-
ja : na ra do Livramento venda D. i.
W Um relogio de parede : em Olnda campia
do Carmocasa junto a quefoi arrouhacio.
fcy Um bom eavallo de estibaria : na esquina da
pracinha do Livramento D. i, loja do Burgos ponce
de Len.
*9* Toda e qualquer qualidade "de fazendas por
dinheiro Imperial : na raesma loja cima.
*^" Um cavallo de estribara : as 5 pontas ven-
da O. n.
W Brincos, rozelas de pedrss minas novas, di-
tas de tupazios, aneis, alfineit.es, e brincos de filagri,
corazes, cordo de ouro, meias de seda, Iuvjs de
seda brancas nmiio finas, e outras fazendas por pre-
co commodo; recebe-sc moeda de cobre testa liza : na
ra doCabuga D. 1, loja do Mello.
^9* Um Engenho pfrtodesta Praca, com moen-
da horisontal, laxas, destilaijo ludo a moderna, cora
aufficiente fabrica, boiada, safra plantada para perto
de 3000 paens, rossas Ve. He mui frtil de agua pa-
ra moer : os pertendentes dirijo-se a Praca do com-
raercia n. 5, que acharcom quem tracta.
*^ Potaba de primeira qualidade ltimamente
chegada da America : no armazem n. 3, da ra da
cruz.
t^ Um cavallo de estribara muito novo bom
carregdor baixo, uma tipoii, com duas redes, e todos
os mais pertenec, uma carroya de um cavallo pro-
pria para servico de um sitio, duas duzias de cade-
ras com ai>ento de palbinha, e outros objectos per-
tencent.sa mobilia de casa, no sobrado novo defronte
do ferreiro, na estrada que vai da soledade para o
Manguinho, todo os das a qualq un hora, encoulra-
rft com quem ajuxar qualquer dai couias ,.cime
mencionadas.
Bai riz de excellente vinho de Fetoria do Pof'-
to a preco de 40$000 por barril de quatro em pipa :
no armazem de Maduro Fenceca e Silva o p do Cor^
po Santo.
tqpi Uma commoda uzada: na roa do Rosario
da Boa-vista casa verde de 3 por tai dtfronte do so-
brade de um andar.
*^ 2 vaccas uma com ama cria de i5 diaa^a
muito boa leiteira, outaa novilha mojaudo, a qual es.
t muito gordo, e grande: na Botica do Chacas
na ra do Livraroenjo D. 11.
^" ^ma escrava de naci carango, com 22 annos
de idade, sabe cosinhar o' diario de uma casa, e ven-
der na ra, e lava de sabio: na roa Direita sobra-
do D. 20.
ra negro ja idozo, por preco cmodo : an
Para fora da Provincio, ama escrava crila
B vistosa, que sabe bem cozinhar, engomar,
cozer, e fazer pudins : narua d'Agoas-verdes D. ai.
n unca.
mossa, e
ESCRAVOS FGIDOS.
Aulo, alto, saco, muito parlenlo, cabello torcido
poaca barba, representa ler4o annos; fgido sba-
do 2g de Agosto p. p. ; cajo eseravo pertence a Leo-
renco Cavalcanle colletor das Rendas publicas, na
Villa deGaranhuns, onde resida : a pessoa que o a-
drehender al o dia 5 de Setembro, o pode entregar
no beco do Peixe fiilo a Joze Alves Bizerta Cavalean-
te, e receber o seo trabalbo, e do tempo marcado em
diantea seo dono em Garanbuns, que sera bem recom-
pencado.
Maria de naci Angola, e ps e mios pe-
(quenas, denles aparados, bastantes cidros, com una
Imarca no peito direito levantada como queimadura de
fogo, estatura baiza, com ollicio de f'.izer flores de
pao, bem ladina que intitala-se forra ; fgida a 17
de Abril de i833, e como ha noticia que a dia Escra-
va, est mesmo aqui acuitada ; a pessoa que souber ou
a pegar dirija-se a ra do Rosario larga no sobrado
da e-quina que loi do lalescido Joo Bernardo do Reg
D. 9. B
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Prto de Pernambueo
8Segunda 5 10 h. 54 m.
m 9T:---- 1 ti -42 a
a 10Q:---- g, 0 50
11Q:---- - 1 18
m 12S:---- g 6
Q ,3S:---- g ^3 4a
14-D:---- 4 30 a
Maobi.
Tardt
Navio entrado no dia 1.
3ETTE ; 56 dias; B. Ing. Broasd Aze : vinho : ao
mesmo M. Ton. l5$,
ARXCATI; 3^ d.as; S. Est.ela Matutina, M.
Mano.l do Sacramento : sola, couros, e sal: An-
tonio Rodrigues Lima. Ton. 80. Passageiros 2.
Saludos no mesmo dia.
ORTOS do SUL;
p NT
^"cnceicio, Cora, o
Passageiros 5,
2. Teuente Antonio Mara Gomes,
e 3 Recrutas para Marinha.
PARAHIBA; B. Iug. Edgonebe, Cap. Joshua
Ecras : bacalbo.
Os Precos dos gneros que liontem ae publi-
cou neste Diario he o Maranhio.
i'tvn. na Typ. do Diari 1835



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