Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02943


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Full Text
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ANNO DE kll^i SEXTA FBIRAJ
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a r"-r'rrt -' ~ -^
2S DE AO06TQ N. 159.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
aPKs*yncce. ka Tvr.a* JM.^F. deFyan- 's
-T"i-r --,-,r -r--gf-
1885-
DM1 DASBWANA-
M Sexuada JJfi S. Bartholamea. Loa doto as 2 h. d m.
Terca S- Luis Hci de P. K *> Quarla S. Zifrio F. M. sao da f l'ub.
97 Quinta 8. Jozede CaJazaw Re de m., and. do Juiz do C. 4e.
m. e de t.
58 Sexta S. Are-stinho B. sepilo da T. P. *de ra. e and. do J.
de O de t.
59 SaW>ado. IH-golacso iie S. JoaS Bap^ Relami de ra. e rnd. do
V. G. de I- -ni Dliada.
'm Domingo S. Roxa de Lima. Qnarto cresc-aa 10 h. e 31 mu.
da t.
1 ;-
Tu*> aadra deuecitc de na mwipo, da raco. e enurgi: continuemos com.* principiamos, e sororaos a-
poniadoK' ion admirado Catre as acoes mais culta*.
Proclamacao dt Jit$mblf Qeral BrutU.
SuWreve-se a IQOO rv mrnsaes pasos adfantados ncsta T*pot;ra-
fia. e na PraeJlWa IndepeaduaCia N. 37r.**t onde se recekeai
correspondencia* leiralisada*, e annuraio ; Inaeriitdo,? ates fra-
tis sendo dos propriosassignanten, e vindo assigaados.
1 '
Mur'inT
Os Estadot Unido e o Pi%sidente Jackson -Conti-
nuado do n. 137.
T
Km feilo oa Estados do No.it, desde epca de
Washington, i masen sos progressos part o espirito de-
mocrtico. Qdi-ixi-oe altamente o po m Nevr
Yoik que nao sendo a initrucrad igual pan todos,
n-5 sao lodos s ridados igualmente apios para os
bwpregoi pblicos. Alguna lu que at recia mao a
] h a influencia dea'as ideasse d a conhecer as elei-
c-*s em qae os hometis favoraveis ao snfTragio univer-
sal preferens aempre. He o numero quetn decide to-
das asq:iet5is, e como a populacad duplica todos
os ast anuos, em bn ve ser e-te numero formdavel.
Piminui necesariamente opreco do tmbalho qyl-
du a iinniinsidade deatea terrenos feriis' fr cobert a
'habitantes. Si a mi-o ei a se'der huma va a conhe-
cer, e f .Itaretn trras novas como ha de presente pa-
r cultivar, se os legisladores romeados pelo povo
quiseremsatisfspr s necessi la des da maioria srTred<-
ri, era inoontestavelmenle a propriedade ferda de
golpe mortal na America. Hererto que entaS e te-
nio mauufeetor despertar evir em auxilio da Na-
*u Cidades fabricantes se er^umio por toda a pr
Ib; sabem por. m todo* aquefalae vacilac5 estaft
lugeilas aspopuUcSis fahris, sesjnndo augmentafl ou
tliiniuuemaa procurar? Sabe-sa qu.,5 arriscado he
a exigir grandes Itizcs e prudencia de sai massas agglo-
intT-d-s no mesmo prmto. Sahe-se a final que nn-
ca si.b.it. grande Capital opulents sem luxo e sem
luiseria, sem anrbJtS,s e Vicios. Trar este grande
couilictu espoliac 6 legil, consn t>ceia6 nlgons Ame-
ricano ? Serio os Estados Unidos preservados por es-
pacial Hiovidencia dos perigos cnmmnna a tollas ns
Nate? Compondo-se lioje a mai-ria Americana de
proprieturjo* nao he de temer huma revolado, e na5
se podem esperar ,.en;.8 passng'iras coTnmoc5's ; msi
o incieinenlo progresivo e rpido da massa sem pro
pnedade, ea ptopagae-S daadoutrima que infamaS
a propriedade e rquera, a ocioaidde e desimial.lade
de jerarquas efort.tnas, sao de certo tcnivel ameaca.
guando d'hum lado esliver a r5, a riqueza e o
pequeo numero ; e d'outro fme, wde eg-amre nu-
mero, que era d'huma Rrpnhlica fundada no
principio da maioria Soberana ?
O la?o federal, ruja debilidade cima 'haremos de-
nionstrado, wr balante pjra conter estas emot es I
lieiflicil ere-lo : a mor parte dos Polticos que fi*J
rao hoje em primeiro lugar nos negocios America-
nos, nao coucorda5 entre si cerca da naforeza do
lavo federal e acerca da ext gando lorksou, con.olida o lapo fM9h(os interesses
te ?,.0i fiados : e por esta ra5, tem o Gorerno
conlral direito de fazer que se executem setis Decretos,
^onlorme M. Calhonm, pelo contrario, devem as
5f,berae> ge aes do Corpo S> b rano ser recoladas
e dirigidas pelas1 delbcracS.' especiae* de cada Estado.
v6 Uay e Webber mais longe que Jac kson, e ahV-
Mio que tem<) Goterno federal dir. O de laxar todo
ocouimcrcio do paiz, e mesmo .. dn pplicar a sen
aabor os unpo-tos a objeclos de publico ipteresse.
uto so General Hayn, sustenta elle qua sa5 todas
U opuiiSes fundadas em falsas ioterpretac5es da le.
As luesmas dissidencia se da a conhcccr nos diver-
sos 'atados. P.upt-ntlem huns, romo dissemos, para
a deanwcraria, outras P'ra a aristocracia : equeser
qusado o$interesses ja divergente, gannarem novo
incremento? Como se ferio coincidir as opin5es p<-
liiicas e as vistas governalizas da Florida, que produz
assncar, edo Maine, que apenas pode dar huma co-
lhei'a demilho? Que rela?a6 ha eutre est*s homens
separados huns dot outros por mais de 600 leguas ? Se
he cerlo que lem cada GsUdo de fuValiaar por ulilida-
de aua.os actos do Governo e de os. annujar ( o que
os Americanos em sua linguagem, chamad nullirica-
lionl n .6 resultaras daqui gravissnnos P^'S"'* "
recepte facto da Carolina, a respeito da piula d All-
degaaapresenja bem notavel exemplo. Tres Estados,,
Ohio, New Yaak e Pendilvania adqoirem portentosa
extensa, e pa ecem destinados a sobrepujar as ou-
tras vintc a huma subdivUes daUnia. Ser3 necaa,-
sariamente eatea Estadas os que tT*5 de escolber o
Preaideote e oa que preferir a todo aeos irmlos.
Daqui muiloaciumas, a que se er5 sem dunda, de
seguir deapedacamento e coplra os quae nao he pn-
rossiv^l que venha a Enal a quebrarse o vinculo da
Uni*5. .
Os partidarios enthiiaiattas d Constituido Ameri-
cana, osqueraputa este acto huma das maii bellas
creacS^do espirito humano, pensaS que be precisa,
mente em anas anomalas, em seus deeitos que ,ax
todo seu podar eforaa. Nada os assusla, nem diver-
gencia de intere se, nem diversidade de climas ; nem
as immensa distancias qneseparaS cada Estado. Ju-
do, nodizar dellea, fui previsto pela Cmslituicao, e
o lago federal, eminentemente flexivel de sua n-iare-
isa, estapromptoa dobrar-se a todas as exigencias.
A Carolina e Virginia na5 prodpiera en5 a-sucar;
h, pnU bm l Todo osconanmidures da nia a el-
la *e dirigirao. ao mesmo lampo qoe os balados do
Norte nnuudara com aeu productos as outras v.n
te Repblicas q tanto s distancias, em vez de preju-
dicaram o laco federal, o preservad de go pes violen-
to,. Argumento ou sophisma, tem elles s.mpre
prometa re^ponla a dar bennventurados optimistas,
que assigoa5 ao homem huma marcha regular e uiva-
riavel, que o considerad como hum eneaixe de roda*
dentadas ou huma maroma, sem se embarae-arem com
seus caprichos, egoismo e paixes. As recentes per-
turbares provocadas p-la revisad das pautas, e usar-
pacoes do R*neo ainda nao b*ta5 para os desenga-
ar. N 5 s*6 todo este movimentos mais que paj-
ssgeirantervescenciasaosolhosdcstes, en.5 signaes
precorsores de geral eonflgrac*5 mais ou menp- pr-
xima. My pes Puliiicos, que em pre-enca dai tem-
pestade que ronca nao vem se n -5 direiios d Altan-,
dfg, que se devem diminuir, e ardministiag^o finan -
ceira, que e devem reforma''- Km quanto esper,5,
a onda poptilar se enrola, iutumece e loma todo o
dias mais ameaca dora.
feate desenvoUi*onU 4fl pi^it<> damocralico, este
respeito votado s maiojitis.ppuulares b sido-especi-
almenle pr.tegdos t pi apagados pelo celebre Jefcr-
son, discpulo da Condorce*, que rcalispu toda a
doi i na deate Filosofo- PolsuV de. firffety, d alma
fra, e im placa ver, sabendo aborrecer, mas *}torre~
eer por longo lempo, toda a sa vida pregn_1'borda-
do a provou com eu coro no i lamento que o fervorjli-
loaofico pouco influa no carafter pessoal e vida pri-
vada. Este homem, qua poesuu quadades como
homem do poder, roascujni aelo* aa5 caraclensados
por liuma aspereza e rudet quasi feroi, Uve por jae-
ce sor Madison, que com menos energa, mis laobem
PARTIDAS DOS CORREIQS.
Olinila_To (diana. Alhandra. Paraiha, Villa do Condv MsmanirAinpe, Ba-
lar, Real de S. Jlo. Brejo d*Area. Rainha, Pomlial. No*t V
Soort. HMasnta Nata', Vilta d GoianntnlM. e Novada PriSee*
za; Cidade da Forialeja, Villa do Aquir, Monte mor no
Aracatv faicavl, Canind, Grai'i'a. mperalriz, S- B>raf*.
S. JoSorfo Principe, Sol.rar. Novad'KlRer. Ico, S. M ath*m.
achodo -aiienc. Santo Antonio do Jardim. Qnexcraasobn, e Par-
nailia Se-jundas e Sextas fairax ao airio dia.
Santo Antao Todas as qnartas ferras aO meio dia.
Garanhunx. e Bonitonos dias 9 c 2S do mea ao meio da.
FUrcs- no di 13 de cada iwa ao meio dia-
Scrinliaem, Rio Fonnoxo, e Limeiras-Secunda, ^Quarta*,
ektaa fetras ao meio dia.
LKttlU.....!
com manos rudet, segnio camtnho, sem-lliante. O
seculo da democracia fd sempre profundailo; vei*
Monroe dep.is equiz abrir campo que Iba fosa* pro-
prio ; compondo o seu gabinete dedifferenles core,
desgostou a todos. J.,ibn Q-inry Adains eleito Pifs-
dente por manobras qae lodo mundo reprovoo, na5
son he imprimir cm "a administrapad carcter fixo,
nd foi reelcifo. A final o General Jck crata mni pronunciado, succedeo a Quincy Adama
(i). Demoiemo nossas vistas neste homem de Estado,
que, as prsenles circunstaeias, otlrahc a si a atltn-
ca5 da Europa.
He e>te talvez, de todo o Pi esidentes da Uno,
que al aqu representou.o papel m.i activo e maia
diflictl. Naceo a i5 de Mareo de iT87am humWe
do Cantad de Vaxuw, trra que perteneia a seo pe,
Irlandez de nascim ;n(o, destinava-se ao estado Eccle-
siaafico, quando apenas da idado de i5 anmM, asdtf-
ficea circunstancias em que se achara a Uuiadolera-
rad a listar-se com seu nmd as bahdeiras di inde-
pendencia. Acabavad os Ingleses de feser ineorsdea
na Carolina : niriguam podia ficar neutro. Comba-
ten elle valprosameo'e, \io oahirseu irmad junto a '
no campo da bUalba, recobrou seus esludos depors da
partida dos Ingleies, a triunfo da lberdade, e ensai-
ou a carrelra do foro. Foi em 1788 e tabeleccr-se em
Tennesnee, em Nashville ondeoecupou o importante
posto de Advogado Geral. Fazad maitas veteaos
Indios correras na Provincia ; tomn Ja. kson oV no-
vo as armas e foi bum dos primeiro a repelli-lo.
El. ito m mbro da Convencad qas redigio a ConsHtwi-
Cad do Temieaseey qnando foi este Estado admittido a
Uniad federal, foi a principio membro do CongrassO,
como Representante deste novo Estado, qae logo d-
pois o encarregou de defender seus interesses no Se-
nado de Washington. D-poiWe haver passado alguna
annos na solidad e vida privada, quando de nevos
ateou a guerra entre a America e Inglaterra, foi elle
nomeado Mejor General das Milicia*.
Succede-lhe desobedecer ao Congresso am huma
circnnslanc importante. Encarregado de levar a
Nuche*,* 500 voluntarios, esperava orden superio-
res. Depais de longa e penosa marcha, osdous ter-
cos de seu pequeo corpo opprimidos de redigas era
ceifados de perigosa molestias. Apenas cmgadw,
leve Jackson ordem de os licenciar. Teriad os do-
entcs monido neste tenitoro quasi deserto,* o re*to,
por falla de dlnhHro pira roltar a seos lares, sena
farcfldo a alistar se, Nud attendeu Jackson a orden
qoe se lhe intimava : recondutio^ saa Tropa a ash-
vlle, cedend oseo cavallo aos enferm >.,e marchan-
do a ,, como o ullime dot vQlonlarios ; dmgioao da-
poisao Presidente ex plieaead do aeu praeed.me.Uo.
No seguinte ann desenvokeu cllejyiar'-^_H-
"tilrfi. fTruisi Fnaces.^Mjgjjg
te eleito por A annos ; mas, nos t.rmoa da Conslitn
icad, pode ser reeleilo segunda ver, somente. Aj
ou. tem todos os Presiden I as, excepto Adama, P*^
do dua. eleivdes. Aqu, val a ordem q.je
succadersd. Jorge W.s ringlon, de i78 a 7, John
Adams dei797a80i; Thomat Jeferson, de 1801
809 ; James Madi-ou, de i809 a i7 (.liMN Monroi,
d 17 a 15 ; Qainrt, Adams filho de John A*ame.
de I825ax8a9, c a final Andrw Jackson, actual
Presidente, eleilo em |8*9 at i833, e reesian rn
iR.Sal iR3f.
i
*
d sTMrnMTDAnr.
:______'


*
1
DIARIO DE PFRINAMBUCO.
i
E
Y
?
v!a no enviado rom 3,500 homens contra os I'.dios
Creeks, que, aireados e ampiados pelo* H da Pemaeola, tinba atacado as guarnu oes d-s fron-
te9CAa#*ican**- Chegado ao emha4o 4n loria
Indiano; e sujeito a piivaccs de toda specie, >e
CTmu c csT''.c j vic-se J*ck-o>> fircado aioi-se
na frente das fikiras de pistola fm p un lio, e a amea-
car com a morle a quein des< bed-cesce. For. 5 os
Indios batidos, smteiitava poit'm os He.*pnhosaoa
Indios a qm m se t nha hido r< unir 3,000 Inglezes.
Coniinuar-st-.
m

FIO BF. JANEIRO
AMARA DOS UfKADOHEt.
SessaS em 5 deJunho de 1835.
Piesidencia do Sr. BeiHo Barroso Perere.
M. Ebs iO horas e meia acbando-'e presentes 28 Se-
nadores foi declarada berta a .es.'a, lida eapprova-
da a acia da antecedente. O i. Secretario deu con-
ta rfo expediente.
OR DEM do DA.
Entrn em ultima discnssa a prcpoMc do Sr.
Rodrigue.-, de Cairalho para que se nomeie huma
Coanm ss.5 a fina de examinar es dAerentes pi ojelos
de corrccc5 ao Cdigo do Piocosso Criminal, e dis-
pesica provisoria, que t x stera distribuidos no S< na-
do, convidando-sc a Cmara dos Diputados a nome-
ar outra de igual numero para trabalhaiein em Com-
mi*sa5 Mixta, e darem a final o seu paiecera ambas
as-Cmaras.
Deu-se por discutida, e posta volaca foi appro-
vada conforme o vencido na piimeira di.-cua ao, e
pnssou-se nooicacd dos tres Miembros que devtm
formar a tnestna Comrasa, e saliir5 eleitos os Si s.
Francisco Cameiro de Campos, com 2a votos ; Joa
Antonio Rodrigues de Crvallio, rom i4; e Marques
de Inhambupe, com i4- O Presidente declarou que
sa passava a convidar a outra Cmara para ncmear
Iiurna igual Conirnissa.
Entrou em ultima disrussa a propos'ca do mes-
rao Senada, para que se nomeie huma Com mis a pa-
ra rever o Cdigo do Com mere io- Deu-se por dis-
cutida, e posta votaca foi apurovada conforme o
vencido na piimeira drfeussao, e pausando se nome-
ac5 da dita Commissa, sahiao para ella eleitos os
Sra. Mrquez de Marica, com 25 votos ; Joa An-
tonia Rodrigues de Carvalho, 22 > e Paula Suea,
com i3
Seguio se a ultima discusv. da Res.luca viuda da
fiutra.Cama a, que concede amnista s Provincias
de Minas Geraes e Rio de Janeiro.
Nao havendo quem pediese a palavra, deu-se por
discutid*, e fui appro'-ails para subir saneca.
Entrn em iiliimu <1.-cij5sj a esoliica viuda da
mira Cmara acerca dos terrenos de Mariuha recla-
madas pela Cmara Municipal da Curie, para aug-
mentar o seu patrimonio, e emendas appi oradas na
segunda discussa.
O Senado deliberou que esta diseus^a fusse por ar-
tigo*, e nao em geral como manda o Regiment, em
cnaequencia do que, entrou em discu sao o artigo
piimeiro da resoluca com as emendas approvadasna
segunda diseussi.
O Sr. Vergueiro pmpz que neste primen o arti-
go ae sapprimissem as palavrac que elle ha- depr.is
da palavra Municipio, al* Thesouro, inclusive. Es-
ta emenda foi apoiada e entrou em dicussa.
OSr. Paula Souza disse que a Cmara dosDepu-
tadoaoi^antsou a resoluca que remetteu ao Senado,
e eatava em d^cussa, no anuo passado depois deja
trr paseado a Le do Ornamento, e conceden Cma-
ra, Municipal o que ella pedio para os fins indicados;
o Senado poiem, pela Lei do Orcamenlo, conceden-
lhe que ella percehesse noros foros, e vinde depois
desta determinado a resoluca de que ora se trata,
continua, saber-se ae a Assemblea Geral eslava ou
u;. conforme < m mudar de voto que leve o anno
paosado na occasia da Lei do Orcamenlo ; que se
o Senado queria mudar de voto enta necessariamen-
te revoca va a Lei do.Orcamento, poi em que enra-
pria obserrar se que a Coramiss.5 do Senado dizia
tm seureiatorio, que concordando na materia da re-
soWca, julgava com ludo necessario fixar tal dispo-
*'u}9& por luinia lei iuvariavel, e dando se-Ihe m s
d qaiea Cmara pedio, o que importa o mesmo que
facorpermanfute a disposicaS da lei do orcamenlo, e
satsdklestaa intenca da Commissa a redacca do
acagu tibi achava b.>a, e maguma entendera, e
ment s da Cmara Ihe- roncedeu n s o que rendes-
semosf.ns, romo tan bem lhe conciden impostes
da Puliei.; r que na5constando lenhio- augmentarlo
ros seus rendimenlos, nao ra motivo para que se coar-
classen; asslm, que os membrs da casa que eilo
desta opinia deviso concordar na suppiessio, e quan-
do o Senado nisso n quince concordar devia eniaS
app^ara rrsotuctiS como veio da outra Cmara:
notou a po.-ies da Cmara da C> te, que nao tinha
( como as mais do Imperio ) huma Assemble'a Legis-
lativa que li-calisasse ps >eus intcrrssrs, a na8 aera
AsserabVa (".eral; qae elle w nao a-hava na rinbe das
demais Cmara por prreisar deniaions rendimenie,
po tei de alt-mer ifHrressee e ncceidaeVs mal-
1 iaes de duzentcs mil habitante.';. e coneluio mandan-
do a mesa a seguintc emenda: Quando nao paase a
rmerida do Sr. Vergueiro, digs=se s e es por ella
leclamados. > Foi apoiada.
O Sr. Borgej analisou a Lf gslaco qne hav* a
este respeito, donde deduiio que se nao fazia outra
cousa mais que redtizir hum acto Legislativo annual a
ser Permanente, e tratando-se disso, convinha que
huma tal di.'posica fo.-se em armonia com a Lei do
Orcaroeuto do auno pass^d".
O Mrquez de Caravellascoacbateu as opin'cs dos
Oradores que o precedra, porque nao bvia contra
dipa alguma quando passasse a emenda da Commis-
si, poique ella eslava em armonia com a disposicaS
da Lei do Orcamenlo que na ampliou tanlo como
queria alguus Senadores: notou que os nobres Sena-
dores diziaS, que pela Lei do Orea ment se concede-
rlo os terrenos de Marinha em todo o municipio, mas
estava engaados, pois se havia concedido so-nente
os 1 en limen lo; dos foros, rendimentos qne j perce-
biao: que a emenda que propozera a L i do Orna-
mento feita 110 anno passado tinha por fim o que hoje
se pretende, e por isso de nehhum modo se dava
contrad.'c8 alguma.
O Sr. Almeida Albuquerque obrervoo que a dis-
cussaS que havia, nao mostrava outra cousa mais qne
o defeilo da redaega, e nao contradiies como se di-
zia; que n>6 era sua opinia sedessern Cmara ren-
dimenie perpttuos, porque em hom anno pndia ter
necessidade de maior ou menor rendjmenlo, e jul-
gava mais conforme que se lhe concedessem annual-
mente.
O Sr. Cameiro de Campos demonstrou que a C-
mara Municipal tinha grande necesaidade de rendi-
menlos, para occorrer s desperas necessarias a faeer
para a salubrJade publica, do que era necessario el-
la ti atar, bem como de commoddadevpt>rs erae-
videnle a neres-idade da factura de cezes, pracas
decentes para mercados, etc.; porm que observan-
do as difEculdades que liavia apresentade contra a
emenda da Commissa, e desejos de restringir rendi-
menlos da Cmara, conrordava em que a emenda nao
passasse, por sao que ella da mnis tneios de rendimen-
tos, e concordaba na redacca da resoluca viuda da
outra Cmara.
Dando se a final a mtteria do artigo primeire da
resoluca e suasemendas por discutido, sendo posta
votaca passou, salvas as emendas, e estas repro-
vadas.
Entronero di>cussa o artigo segundo, que a fin.d
foi approvado tal qu*l, e desprezadas as emendan.
Deu-se por finda a ultima discnssa, e approvou-
se a final a resoluca para se remetter sanee .
Tendo chegado a hora, o Piesidente deu paraor-
dem do da pareceres nao impressns, e a redacca do
adresse que deve acompanhar o regiment commum
que se tem de dirigir outra Cmara, e traballios de
Commiiies; levantou-se 1 sessa s duas horas.
anno passado qoando quemido augmentar os rendi-
GOVEUNO da PROVINCIA
Expediente do dia 25.
J_jXijo que V. S. ouvindo o Procurador Fiscal en-
tei ponha o seo parecer sobre a inclusa reprezentaca
do Commandante das Armas, a quem parece que o
Alferes Felis Peiioto de Brito e Mell<*, lendo recebi-
do o subsidio como Membro da As-emblea Provinci-
al, nao devia tabem receber o sold do tempo em
quedurou a sessa da mesina Assemblea. Quanto
a acceilar o referido Felis Peixoto hom logar de Ma-
gislratura sendo Militar, ja lhe ordemnei que respon-
desse se renuncia a Patente, oa a Magi tratura, vis-
loa incompatibilidade das respeeiivas funcoens.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
nambuco a5 de Aposto de i835. Francisco de
Paula Cavalcanli d'Albnquerq*. Sr. Inspector da
Thezouraria Joa Gonsalves da Silva.
>_ Nao obstante a despensa qae per esta Presidvn-*-
ca llie foi dada da Commisa5 de mecer de fsrinha
a Fu rea da Direita, continu a satisfacer as requisa*
eoens que d'ese genero Iheforem fettas pelo respeoli-
vo Commandante, egundo me informa Comman- >
dante em Chefea quem ouvi a este respeilo em conse-
quenciadoseuoflicio.de 6 do mez passado, que ora
l-edeste^modo esjJOndp..
HilPeos Gnarde a Vm. Palacio do Gorerno de P^r-
^nainhaoo'l5de A.2"
la Cavalcanli d'lbuquerque. Sr. Joaquim Joze
r-sw re*. > .
- Parecendo-me conveniente que a Adunnialra-
c Geral do Crreio d'e>L, Cidade niantenlia urna- -
ag.nc.'a n'essa Villa, que se encarregne do rec*b-
mer.to, e enjrega dos officios de servio Public, 0
cartas particulares tenho airdeniiado ao-idminutra-
dor do Com o que faga air locar o Posllllla que non
das 1, 11, e i de todo* nvzes tcm desahir d'est^'
Capital para o Sul at a Villa de Porlo Calvo ; coiav-
puintemente curnpre que essa Cmara m virtode do w
Aitigo30doReguIamentoGeral dos Correio^nHbee )
p a qual bem podeser algum dos Professores do Ensi-
no Publico dessa Villa. E feita a nomeaca Vm. da-
ra parte dVHa ao Admstrador do Correio para que
remeta elle mslmcoens ao iroroeado.
Dos Cuarde a Vm. Palacio do Governo de fl-
namhuco 25 de Agosto de i835. Francisco de
Paula Cavalcanli rPAlbuqnyque. -Si. Presiden-
te e Membros da Cmara Municipal.
- Officio ; Ao Administrador do Correro, com-
monicanlo lhe o contbendo do precedente, para lhe
dar oxecuca pela paite qne lhe perlence, e d.zendo-
Ihe que na Villa de Porto Calvo existe establecida
pelo Presidente das Alagoas nma Acucia a qual o di-
to Administrador se devora .erigir.
- O Commandante das C. N do Poco da Panal-
la o grande tianitorno que eau o cressido numero
de individuos do Servico activo, que pelos Juizes do
Pas'saS propos4(.s para Io*d**Ioiib V Quattendes,
os qnaes tal veas com o 6in de se tvudirein.an iues-
moservico procurataea nomeaeoers, e devendo es-
tas em virtude doa Avizos expedidos pe* Secretaria
de Estado dos Negocio* ta Juslicaero.4 de Maio de
i833, a f!c Janeiro e 28 de Fevereuo de i834, reca-
liir em Guardas Naoionaes da Reserva, e 6 por falta
ah oluta de.-le?, no de teveo activo, lenho ordena-
do ao Jura de Di.eilo Cliefo de Policio tjoe di termi-
ne todos a Juiaes de Paa da Commarca de sua jo-
*i udlca, que nizeodo oaasar r nmoeaeoeur- de Jnspe.-
ciorea que taes individuos ttnba, ehtida poponoa
Guardas d* Reserva, eem cansequeucia recomend
a VmaM que'nfiJ aomeem. d'tulre os propestos para
semelhantes cargos si n*. aos individuos que a ella
pejtencerero, do que igualmente nand prevenir o
referidos Juizes de Pa.
Dos Guarde a Vm*. Palacio do Governo de Per-
narobueo 25 de Agosto de 1835. F.ancwco de Pau-
laCvarcanti de Albuquerque. -Srs. Presiden le e
Vereadores da Cmara Municipal de Olindo.
- Officio; Ao Coronel Cb*fc da Legwo dMu-
nicipio de Olinda, communicando-lbe o cootheudo
do efficio precedente sobre os G. N., que sao uome-
ados Inspectorerde Quarleira, a fim de sobre e>se
ohjecto expedir as convenientes deas, chamando
para oservigoos Inspectores que foiem do srrvicoae-
- Ao Teen le Coronel do Balalhso de Guardas
Nacionaes do Poco, fazendo lhe 5 mesma communi-
caca constante do precedente officio extractad.
^ A'Joaquim Joze F^teves Promotor Publico-to
Bonito, dizendo lhe que aos respectivos Juzea-te-Di-
1. ilo Ch.ie de Policia deve elle requesilar os procesaoa
que mencioia em seu ofixi'o.
CQMMANDOBAS ARMAS.
Quartet da Commando das Armas- d Pernambu-
co 27 de Agosto de 1836.
OROEM ADDCIONAL.
lEsdo sido dispensado do servico da guerra de Ja-
culpe, e Panellcs o Sr. Mejor de Candores de prt-
meira linba JozeTbomaa Hemiques, e bavendo de
regressar para sua Provincia ( a Pamba ); o Com-
mandante das Armas determina ao Sr. Commandsn-
te da lerceira classe d'Ofliciaes, que dell o dishgoo
passando-lhe guia. 1
O Commandante das Arnjis mlcirado dos relevan-
tes servicos que o Sr. M-jor pieslou durante a Iota
em qualidade d Comm.'ndaHte Geral das torcas, das
Ajamas, tem justos mothoa para tecer^lhe os louvo-
rea, que lhe sao devidos, e occasu oppoitaua da
testernunhai -lhe sua gratida.
Jote da. Coila Rebello Reg Montr%,


Ji
DIVERQAS REPART1C0ENS.
PuLICIV.
jl.Po,s inclutos olficioi em originaos do JuU de'Direi-
lu do Ro Funtuto. e Jtv Se/uJj^m, _e/dsfdenu dada *qui em <> 3/ D.t-
tA.teWd Carato, vera.v.a .que *-ui o ii uts-
<'fjun\iuu no.Porlo d* GaJiuhast deala Couvnarca uim
Kmhai cacan ca riega.la de una nao pequeo uum/TO^de
iiift-Heva Africanos, a quem a crueldad*, 0 amova
vu redu7.ir-a,nenvel desgranada orle de escravos,
/'emlbenescabu d* nos** Lea, que em oa sabia, bu-
01A949. P>PErlNAMB^CQ
O
1000 Dito M.
eQO Difirelbo
Algodio em pluma
1&10Q
1$QQ0
900
1#500
i#4oo
1#300
io#/foo
Miguel Arcinio Montriro de A mirad.
Administrador.
?.
. .j2c fique impune prendimiento ti" criminlo,
rehollante, que alaca com velipendio agLisda Soci-
cdade, multa e avdta a natureza, cumpre que V.'S.
te desvelle ero dar as pi evidencias perrizas, a fim de
descolrir os Autores de to infame liafirn, edesco-
flertos qut; sejo mande proceder contra elles, retne-
tendaos papis que agoia to a Authoridade compe-
tente: os Husmo piptis Ule servfrio de guia no de-
aeniprriho deafa otdi'm,*pois d'elle consta que os A-
frcanoi folio transportados para fuojaca, que est
dentro desse 'I crino; ese pWi feheidade se descobrir
d'lugararmdee^o e:Ses d.sgracados, V. S. os man-
dar uprthnder, ercin-t.r a esta Capital, cumprin-
do em ludo as l^els criadas. -Releva lembrar a V. 9.
que no prezente cato nio nos devenios leinbrar de ar-
gumento.", e reflexis philosoph'cns sobre a conveni-
encia, ou desconveniencia das Lea (alias dictadas peta
prudencia, sabedoria, e,me* da Patrio, da Huma-
nidade) que pioliibem oingresao de eseravalura no
tyrwU ***ity, e.liu sement df sen.qs l-i em vistas
que somos, J,.*ies, t uoe s la eb -ei vaw:.da Leisem, vigor; e que a menor Irn-
agencia gn ciiroiuoiics. beiimgrandvcjinie pora s
de iossa Clase; mas, quando quizessemu reflexionar
Fpbix,oa,bjen, e rales do una, t) probibico, n" -
xariam s pi'is svbdos, f r-azeaveis argumentes, para
5useut..r oxlireiios d#luimanidade, que par* just fi-,?,
c*rnrtta airueldddod'aqiiflUs, que, por a va. reza, nao
icr^)|a de lo.il-ai aseoasfcinjlb;mtes, quiilo (pie eW
li pr. giu de m.iia rhaio ; a Libeidad.*, t- e como
dar cumigo, e \)o\ sso cont j com i>s mais Ccb'ce
insultados, que mecummuuicat.
eosGuaide a. V S. Recifv a,i do Agosto i835*~
Jui-quim- utes Machado, Cheje de folicia. Ilhiat.'
Su-, ,P#- Francisco luas do Reg Danta, Jui* MTT"
n 'al do Cabo.
. i
- "t
I,
La- Si- > A' vista d-ooflScio do promotor Po-
blico htleiino (teste Municipio oom data d I'je> no
qualroedi*, que nao podenJ)o ulular a accisca5
mi me i r*. aue nao noaeiijo iuieuir cuBicau v.------ ... i i: l,
em iaa* de ter pinnlesco prximo :oro alguna de
seu*Meteoros, remelte-nw, por jnati uccaS do V. S.,
ofap jaque lbes# relalisos, pra eu oomear inn
Promotor adMc ns termo do artigo 38 do Cdigo
do Pwcessp. Criminal, levo cun^idorofao de V. S.,'
que, d*udo brevemente ter logar a nonieac.5 de
Promotor efivetivo sobr proposta da Cmara, e de-
vendo-ae ter como cousa certa que ama s pes oa nao
hwer nesta Cidade, que queira encaing^r se dessa
commi-.sa, jdlgoprodenteespWor -e por aqielld nu-
meac-6, at or que convem prevenir recusas de 1.5
importante, qitanto arriscado cargo.
Dos Guarde a V. S. por rouitos anuos. Oiinda
a8 de Julho de i835. lltm. Sr. Dr. Joaqnini
Nones Machado, Jui de Direito Chtfe de Polica.
Doutor Lourenco Trigo de Loureiro, Juil do Or-
fa6e Municipal.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
Pauta do preco corrente dos gneros pelo qual se fa-
em o despachos do assucar e algodio na Meia das
Diversas Renda d'esta Provincia do Pernambueo
na semana de *7 de Agosto a 1 de Selemb.o do
1835".
Velho
1000 Assocar B.
600 Dito velho
l.'wrto 1J850
J. .. 1#S25
de 1^600
Agio
Noto
2$!50
1^025
1&785

J#000
EXTERIOR.
r^ iiixa,q,ue a metlicas e aaor^oco do luinco ex-
perimenta v0 ltimamente sobre a proco de Vienua,
lio explicada, nos correspondencias pajticularea que
iM>a.v.rri>> dessa capital, pe/as noliriaf receladas da
provincias esooretodu da Hungra. Aigums caitas
no relhlao buma alterariu mui.\iva entre- 0 Impera-
dor e.Mr. de Metlcuiich.
Depoisda moile do Imp. rador Francisco, Mr. de
Metlernieh empenhou-seem dar a m>ior actvidade
polica secreta. Nio obstante os multiplicados affaze-
res que necessitava a mudanca do reinado, a as nume-
rosas occupacSes que enlio linha o Ministro com a
pasta do negocios esfrangeiros elle encarrogou-se da
alta polica; augmentou ope-soal, os emolumento o
gratificacoea, e ealabtleceo em Vienna hti comit de
eximej ao qual encarregon a clastirlcscSo das iufor-
macoena afim de Iransmittil-aa ao Cnnselho. Os
primerS.8sSaltadod'e3as dispoei^Ses foiio degrao'de
npit;nei. A romparacio de;dormentoo lio di-
verso oindo de lugares oppostoa e distante*, procu-
ra rae dcscubertas de que aadirereS s provinciaes nao
tinhl idea.
O Minjalrojulgon dever fallar aalmpcrador do
novo aervico que acaba va de prestar Ihe; mas qual
nio fi ua odmiraco quando Imperador, depnis de?
ter a provado mu ee!o, exigi a rnihmnnicaoio de to-
do o doeumentos obtidos dep >i d* reformo da poli-
ce! A vito'da demora do ministro lhe remetter
escapeos, olmpe.ador reiierwasua trdom ; libero
que &e lhe mandaose rnente humo puta dos taooin-
formaedes, oqne leo foi batan4e pora atlrair toda a
sollicitudo do Imperador, qoe descubri nelias rela-
c5ea exactas obre o estado da provinciaes, obre a
opinio pobliea, econatantes reclamaqSes de reforma
liberss. U'esta vez oio crio- peridicos estrangeiros,
mas sim, os directores de polica, documentos offici-
aes que constavi hum ficto que o mioistro linha ne
gado n presenea do Imperador.
Animado daa intencSes sma generosas, o Impe-
rador depoi de ter estudado essea documentos, e to-
mado suas notas, tirou concluaSet ruja lgica espan-
lou o pnmeiro ministro. Dahi, resllou entre cites
huma viva aileacoj
Dizem que aosahir doComelbo, Mr. de Melter-
nich pensara que elle eria obi igado dar sua demis-
sio, e he por esse motivo qee realisoa a raaior parte
de sua fortuna.
Semelhante aconlermento, quando mesmo a de-
ntaria para explicar ab.iixa dos fundo em Vienna.
'Nio he certiroente o amor que se tem a este ministro,
'massim a ineertea, que produzio este iff ito; pois
que ese nomee hum ministro cujo espirito sabia-
mente prog essivo offerecesse garantios, a confianca
publica seria logo estabelecida esobre bazes muito
solidas.
(Constittonel).
CORRESPONDENCIAS..
5INks. Redactores. J lhe nsrrei a conduela do
Snr. Juis de Pa da Ribera, anterior a minha prizi;
a maneir poique saplifez ao* caprichos do Inspec-
tor Benle Gomes Pereir, agora contar-lhe-h-i, o
que fe o Sur. Maciel depoi* que me po na Cadeia
dosta Cidade, afim de que Vms. ajuiz m, quanto so-
fremos, quartdo o elecio dar taes lugares reeahe em
homens mos, ou ignorantes.
Estova tranquilo em minha cata na manb do da
14 de Junho, quando me apareceo o Inspector Gomes
Pereira, (depois deseu improperios) dizendo-me que
o acomponhasse, pois eslava prezo, por conivonte no
assasino que lhe quizerio fazer na noite antecedente.
Asaombrado por hum caso to extraordinario, pois
e.tava segurle minha inocenria, disse que oio duvi-
djva obedecer a ordem de prizio, mas qoe lhe exhi-
ba o ordem por ecripta da Auctoi idade competente,
visto nio ter sido preZo em ftagante," e ser-moi exprea-
.a adespozicio do Art. 179 8 da Consiituiglo o
Imperio. Ao que elle me reapondeo que nio trazia
rdem, e que en oseguisse. Cenvidei vesnhos raeu*
puf proxencisrem quanto passava, e doxor:me coi-
duzr para aQdeia. Dep"isdas24 ',orM de'miqb^r
pri/.io requer a Snr. Maciel a nocla da mo lia cu(-
pa, e I i ve pr despicho que eslava prezo por teotjli-
va de homicidio. BN ad<> porem das em que m,f
conslasse baver-se-riie Ibrmado piocesso algum ped
huma ordem de Habeas-Corpus ao Snr. Dr. Juis de
Direito, C'hfir de Poli' a poriju.- julgava sofrer huma
pri/o il< g*l* nao se me lendo rormado a culpa den
tro do prazo da Ley, nem lendo en s clismadc pa-
ra asistir a inquei icio daa leM< munhas eslaudo preto
d> de o da 1.4, e morando antes di-to no Desli t lo do
Snr. Maciel. Mandn o Sur, Dr, Juiz de Direito ou-
T|o Sur. Juiz, que levando inmensos das a respon-
der mandou-me soltar anteriormente por huma Por-
Jaria que mandn ao Carctrero para que me pozes<;
em liberdad.e visto nao le sido eu pronunciado por
elle no Proccsso que foimou pela lentaliva de homeci-
dio na pessua do Inspector Rento Gomes; fni com ef-
feitq,SA>!to p.o dia 27 de Junho, depois de i4 dias de
padecimento ao capn'xo dySur, Maciel. Conlava-mo
ineiramerilc livre daquella pefseguvo que malda-
de de ura horaem tinha producido contra mim quan-
do de novo fui piezoaordetn do Snr. Maciel pelo
mesmo delicio no dia lo de Julho ; da Cadeia reque-
r huma Certdo doProcesso e por ella conheci que
as testmunhas que, me fizeio carga foro iiqueridas
no da ao de Junh', islo he 6 dias depois da minha
prizio, e que a pronuncia i> lanceda no dia aa do
mesmo mez, 5 dias antes da ordem do Snr. Maciel
que por certidao tenho em meu poder, na qual deca-
rava nio ter eu sido pronunciado L! L
Taes fictos Snr. Redactores em abono da verdade
nio depoem a favor da pi obidade do Snr. Maciel, por^--
que nada roeuos d a entender, que houve a'lerac.io
no Processo depois da minha soltura, ou que o Ser. ,
Maciel faltn a verdade ua ordem que mandou aoCVr*
cereiro, e soliou-me sem o dever iazer ; das duaa hu-
ma ; ou o Prorento fez-se durante a minha prizio ou
depois, se durante a prizio como indicio aa doctas,
porque me nio mandn buscar o Snr. Maciel para as-
si tir a inquericSo das teatemunbas como deapoem o
Arl. i4a doCod. do Proc. Crim. e-por que declra.
na Portara passada no dia I7 de Junho que nio fui
comprebendido na pronuncia lanzada no dia aa do
mesmo mez, e depois da minha soltura qal a J>y que
ajictorizoii bunt Juiz de Paz, a proceder duas vezes
sobre o mesmo decto, tendo-so no pnmeiro Suma-
rio dcscubeil o suposlo agente e cumplices deUe ?
aonde ainUIWilnr. Mari, 1 a facultlade defilsifcar
Processos em piejuizode innocencia??.
Pedi boma ordem de Hahess-Corpus segunda vez
ao moretissimo Snr. Juiz Municipal pois segundo os
documentos que lheaprezenlei, juntos curp minha pe-
ticio.provavio exuberantemente a illegalldade do mi-
nha prizio, e a uullidade do Processo. Este digno
Ministro tendeado tio justas razons mandn me por
em liberdade ; fisendo desla forma ti iunfar a inno- .
cenca tio vilmente oprimida.
Infirmei de tudo isto auSnr. Dr. Promotor, que
em dezempenho de seu dever den uncin o Snr. Mano-
el Correia Maciel, eo Inspector Rento Gomes Perei-
ra. Empero que a Justipi 8* MplUfeiHi, e que taes
ci imes sejo punidos como reclama o interrsse da So-
ciedade, a fim de que o castigo do Sor. Maciel e de
seu Inspector rva de ejemplo para desviar das ar-
bitrariedades, quanlos para o futuro pertenderem i-
mita-los. Do contrario nao podemos contar-nos se
gurs seje qul for a pureza dos nossoa sentimento.,
e a qualidade das nossas aeces, porque preponderar
sempre o capiixo, e a instituicio dos Juizes de Paz
bem longe de garantir a Liberdade do Cidadio^ he o
maior flagello que elle pode ter, lal copo o Sur. M ciel. .
Digne se Sqrs. Redactores pubhcarem estas mal
tracadas linhas que muito obligado lhe ficar osen
atenciozo
Leilor e Arsignanto
Joo da Silva OUveirm.
SNrs. Redaclore.Quaodo pensci que comas nos-
sas Instiluites foste melhorando de orle e:e betlo,
e lindis.imo Poiz, eos seu habitante owera tor-
nando mai* patrite^, mais polrtico, e mal humanos,
pelo contrario, fincando eu oa olhos para urnas taas
consas, qu io por eslas roas, nio poso deixir de
dizer, queporfiltad'umaboapohc'? e por posteas
habis, eqoesouberio que couza fui cnacio, o e-
ducscio, vai-se tornando, egundo pens, ua Pin
do gentios, e de barbaros 5 porque o doido, o ebrio,
o velho, o turto, o alejado, o mal p.ompto, ce. e
objectos dWarneo, e de vilipendio do gente pueril,
e saal creada, despojada talvez do pae, e me, ou de
pessoas, a qusm como devein. t ca tomar lhe ai re-
deas do3 seus despotis mos infantil, deapbtfin oote,
que pelo habito em que nelle3 se cria a dita gente,
cuita/juazi sempre a perder na idade adwH<*, "%W*
1
'
i MUTILADO u


.**.
t
\
\

DIARIO QRPKRNAMRUeO.
por .o pode ararrrlar-nosurn futuro desa^trozo. A-
Irm drs'as, e outras nimias ronza, appareceu hon-
icm 55 do correte Agosft.o no derruhamrnlo da ga-
meleira'do Areal do Foi te das Crflo Ponas nm novo
ln nqi eh> desi gente disenfi-cada, que, va'endo-se
das coi das, que at-iioa dita siameleiraj^ra Jerru-
herem, quando e>ives>e cariado, ngairara o uuiros,
lipava-os pela cintura, icv.i-os lugar aro, e, raa-
neira d'uma pol', deix-.va os cahir rom todo o coi po,
. nm milito contentam* nlo de todos, e sem ha*er quero
oftohslas.se, deMiianchase este ajunlamento to pre
judicial, e um tal brnqoedo de sua notnresa barf>a-
ro, e perigozo : uro dcllta,. que Toi victima defce
biinqnedo P. em bracos para casa ; e com queollios o
veiiao seus p'* (si beque os tinha) que se nao par*
t oni de dr ? Oinesmo acontecen a um inule-
Miiinbo, que existe ^m ase poder, pnrem felizmente
de naia s* qmxa, e quem sabe si para o futuro se
qu> isaiH? Alista do que levo dito, Snrs. Redacto-
es, titirito a b-iwlade 1'azer publico pelo seu Diario,
h si os pas de familias, lutoies, ou senhores pfV
Mdmcio tsUs e outros inco* mientes de*1e entes
desenfilados, tornando-os mais amigos de seu prxi-
mo, m..s polticos, e mais humanos.; e si nossas
Aocturidade t.mo, romo dcvein, estas e outras em
ou.MderacSu, pura que fin teiihamo* um futuro ma-
is fiflis.
Ficar llies la uiuito obligado o
Seu j4ssgnan1e.
AVIZOS PARTICULARES.
\J Juiz do (ivel da 4." Vara mudou a sua rezidrn-
daiicia para a mi Nova cusa D.96, e com quanto to-
nda narrado |wu despacho das 8 hora* da manira
vjti as 5 da tarde, ja tica subtendido que os casos ur-
genles est prompto a qualquer hora.
*y A pessoa que annunciou no Diario de quarta
ii-ira 46 d conenle querer fallar com Antonio (Jo-
mes da Cunha, dirija-se a ra da Madie de Daos d*
ladu direito a primeira luja.
a/y Qu.-m annuociou querer dar 1:400$000 rs.
a joros de dois por ceutu ao roe/: queira declarara
sua morada. a
yy Na padariada rua do prixc^^MS^Lr mi*
precisa-se de um rapos f*[>itf*rpmyHrtm*llQ
com um negro.
ajry A pessoa a quem se fui t um qoeijo boniem
4* do coi rente procure ra a caa do Juii de Paz do
2* Dettiicto do Bairro de Santo Antonio que tomn o
do que i jo a umpieto tweagado, que andava ven-
dando, e duendo, que Ibo hiiv.ao dado.
yy Precita-so de 1:000^)000 em cdulas: na
ra d<> Queimado D. 1, segando andar, ou annuncie.
yy Aviza-se a todos o* Irroios da Irmadade do
Livramento para coroparecerem no da Domingo 30
de Agos'o pelas der.-hras do dia para aprovaeio do
novo conrprimisso-; roga-se por lano queirio com-
parecer a fin de que se uio diga (comnse costuma)
tura api ovado por meta doria de limaos, pois que o
bem, ou mal para lodos.
ajry Peanle a Adminitraco de patrimonio dos
O. fioa se hade arrematar a tratan mais der os alugneu
iU casa n. 49 da da ra d'Amorim, pertencpnte ao
Patrimonio dos nu-smos nos dias iG e 28 do cor-
rete inez ss 4 huras da tarde na casa das se-su** da
snesma Adminisliacio. As pessoas, que se propotf
irm a anematar podrro eemparecer nos referidos
dias com fe<>s fe-dores.
Francisco Rodrigues Machado.
Eiurivo da mesma.
ajry Quem annunciou ler um rapis hbil para
todo seivico de urna casa ; dirija-.e al iaz da Matriz
de Santo Antonio D. 5.
ajtaT" Quem annunciou querer mmprar vaccas de
Jeite, sendo ainda queira procure a Jos Goncalves de
Faria na i ua do collegio D. 7, que Jbe diii qaem as
w Trooa> se um sobrado na Cidade d'O'inda com
bstanla* commodos, decenio, e em urna das prin-
tpees ras por urna ba casa terrea no Rairro de S.
Antonio, ou Boa-v.4a ; quean pertender faeer dito ne-
gocio poder* *e dirigir ao armazetn da asquear de Jo-
te Xavier Caroeiro da Cunha na ra da Moeda do
EeciV, que la achara com quem traeter,
e/y Tioca-se jxrescravoa ladinos o-m pa'raoade
ierre com bom a toare no \*%\t Ao Palacete; a pes-
ea, qne cenvier esU negociodir'^a-sa ee caico poo-
ta loja de (sendas D. 10.
a/y PieKa-se de um lapa/, para venda tendo
jiretua do asesino negocio : ama do Padre Floria-
no e*quaque voUa peta os sssouguiuhos venda D.
j7.
a/y Quem preri/ar de um taiieiio eorluguc;
anuonitr.
A ppssoaque'aniiunrioai no Diaria de hontem
47 do corrrute^* querer comprar um terreno para
edificar nrtn sino pertodcvta prava, e tendo porto de
embjiquc; dirija-se a ra Nova D. 3, no 2 andar.

OM PISAS.
U Ma rK terrea na Cidade de Olinda em qualquer
nina das ras, que no rxceda o seo preco a 300$ r*.:
q tem a liver annuncie por ela folha, para ser pocu-
iailo.
/y Pipas de Agoardente da trra : uo principio
do arierro dos A Togado* armazetn de conrea.
a/y IJm tronco ainda que sja uzado, e dois ne-
gros qoe hc'fo bous canueiios : na pfacinh.i do Livra-
mento |nj,< n. i9.
l/y Um* escr.-ivs eosinlieira, e boa engomadi ira,
ou nm moleq-ie crilo al a idade de 14 anuos: as
5 ponas loja de fazeiid-is D. 10.
)
VENDAS.
Vfa escrava de naci .Angola, com 20 aunns de i-
lde, sabe cusinhar, e eNgamar : na i ua da Liran-
geira D. 6. .segundo andar.
l/y^ Una mulata com todas as prendas, propria
para urna cava de familia, de 38 a 40 anuos, e nimio
sadia : na ra do Fagundea lado esquerdo biudo da
Liiber.i D. io, primeiro andar.
%.&' Um esc raro crilo de menos de 40 anuos : na
Botica de J.oo vereira da Silveira, ou na loja de Ma-
noel Joaqu'un da Silva.
f %cy Vcnde-se, ou troca-se por casas aqui na Praca
furu.sitio no beco do E-piubaiio entrando pela frente
do sitio do Sin-. Francisco Manuel da Silva Thvjiis
sendo o segundo entrando uo Beca com cade vi-
venda de pedia e cal, frente de cerca de lima cura u-
ma cacimba de milito boa agoa de beber chaos pro-
prios com bastantes ps de coqueiros eprande baixa
para cpim, earios prfs de mangueirsa e a'guinas h-
rangeiras e mtiitoa cajueiros, e coro um pedaco de
m ingue que se pode facer um viveiro : quem pe leu-
uVl itoiaf compra ou ti oca nnuncie por este Diario
pira ser procurado.
Rap chegado ltimamente da Rabia por ro-
uni sitio com casn de pedra ecal, com commodos pava
grande tami'ia, odiante dos Afogados, e fundes do
Ro, edm u dente para a er-tra qui, e F.ugeiiho do meio : na rua do Collegio Palito
de ( fp: ii>no l.niz ds Par.
tgy Um tarrinbo de dus rodas: na cOxeirs
Francrza da rua Nova. ^^**V.'. \^\
*/y lJm.i urg a ei iota, cose, engoma, e (ir. ifaJdV 3
srrrico de urna casa : ua rua do Cvbuga loja de MSHohi >
Duarte Ferro. *a'
Uina m rada de easa terrea cita no heco di
Rombal), i. com paite do motrial para se levanja'v
adverte-se que tiohem se troca por oulia vo'tulo se
o que for de razio : nesta Typ-'gralis.
r
PERDAS.
M^Erdeo se na npite do dia 44 do con ente uns ocu-
los azuescom caixa encamada, desde a rua da Roda
a'o pateo de S. I'odro : quem os achou e quizer T.*
tngii, dirija-se ao patio da S. redro D. 3, que ficar
muilo obligado pelo favor,
f/y Perdto-se do Nixo da Aasumpco do muro
da Pi-nha at as 5 ponas na noite do dia 23 para o dia.
ii do com ule nm par de butuens de uro ouvados
coafar firma de seo propri dono M. F. A. C : quem
os achou qiieiviidu reslituil-oa, dirija se as 5 Puntas
D. 54, quesera generosamenteiavoajp*n;ado.
ESC KA VOS FGIDOS.
i\| O dia 44 do ci nenie desapar erro unta negra cora
duas crias da casa de Thoro Antooio Martina com os
si^nsts seguintes : Roza figura baixa, magra, peitos
grandts, vesga dos olhos, raaicas pelos bracos, diz ella
ser deb b*s que leve em p- quena, Nacao Rebola, u-
ma fi I ha por nome Loiza de I anuos, cor fula, e um
filho por nome R. nedicto com 3 semanas, desapare-
ceo das 6 para as 7 horas da noite, e foi seduzida por
o ter costume de fugir : toda e qualquer pesaoa que
mesrna soulier a pod> ra levar na aeama rasa de-
fronte da cadeia que ser bem rerompencado, assin
oome. se previne a qualquer pessoa a nao compre tan-
to para a trra eomo para fora com a pena de a per-
der e patar dias deservico, e litar o mesmo da acolo
criminal coutia o comprador, e para que se nio cha-
brea iC5440, prala ^IO, cobre marcado a GO, e Pmrm ^.^aun. f,z o presenteatinuneio.
cu commodo, fiado e a dinheiro : ua rua dos Quarteis
arniazem O. 7.
*/y Txas de ferro cuailo, tsnbores, rodelas,
chumbo fino em birra, dito em lancois, carne do Rio
Grande do Sol, e algumas fazendas francesas lauto a
|*axo como a dinheiro, assim como a troco de gene-
ros : na ruad'ARandega velha n. 5.
tjry Um cavado deestribaria com muito bons an-
dadM e boa figura : na rua do Ca'deireiro D. 46.
ajry Um-sitio no lugir doGiqui, que tem duas
moradas de casa de atipa, e nina dallas tem ven-
da, e commodos para familia, por preco commodo:
na rua de Hurlas venda D. li.
%/y Espadas direitas com roca proprias para Offi-
ciaes de G. N por preco commodo a isla da qualida-
de : na rua Nova loja de ierra gem de Jote Luiz Perei-
reir.
I/y Um moleqne omcialdesapateiro : na Boa-vis-
la, atraz da Matriz D. 44
jy Para lora da Provincia um escravo -de naci
de idade 16 anuos, bjnita lisura, ^m vicio, rom of-
ficio de camaroeiro, e com principio de cusinlieiro :
na pr ica da Independencia loja u. 4, se dir quem
vende.
ajry Um relogio de pedra eMina de meza, 5 pa-
nellas de folh* pata azeile, % feixaduias grandes de
broca com sua xapa e cadwdos com seguranca, e urna
Imagem maito peifeila de S. Jofo: na rua das Flo-
res D. 8.
ajry Um faqueirodeprata de duas duzias, e outro
de meia duzia, brincos de filagri, chapeos de ca-tor
brancos, pardos e prdos : na rua da Cadeia do Rcci-
f n. 16
/y Um venda com poneos fundos, a prazo com
boas -firmas, ou a dinheiro : em Olinda i ua de M.illnas
Ferreira st4irado n. 4- *
tjry Duas moradas de cas s de sobrado nesta Cida
de i na praeiaha do \vramenio loja n. 19, se /dir
quemvende.
ajy Polaca de maito boa qualidade, e pu preco
commodo J noarmazrm de J ,o Marinlio de SouZa
Liao oa rua da Moeda. '
ajry Miudezas de toda a qnalidade, por moeda de
CobietenU liza : na risa dwc .Ix.gi j-iiiiou luja do Si.
RandKira,
^y^'ende-se, ou armnda-se para pa-nr a (m\\
m o da 4"> do correte desapureceo um mo-
leque de nome Joaquina hindo a carregai'egua e levan-
do o bal le com < s aiguaes seguintes; altura ordinaria,
seco do corpo e bastante espigado, tem uo cotovelle
direito um pequeo polmio, e lem por costume roer
las millas, e levou vestido jaquel a de riscad velba, ca-
rniza de algodo da Ierra, calcas de estopa nova, aha-
peo de palha oliado de preto, e urna baeta encarnada:
os npreliendedorcs lev, ni o a loja de Ourives da rua
da Cunceiro, que serio bem re ompencado.
i^. ajy Fogio no dia 46 docorrente mes pelea 5 bo-
/ ras e m. a da larde um negro de idade pouco mais ou
menos 40 anuo", cor pouco fulla, cabello mal corta-
\ do, ja quebrado do rosto, e>Utura mediana, levoa
.camisa deriscido azul, ealca branca, foi sem chapeo :
\uem aprehender leve o a casa do Sur. na ruaeatrei-
ta do Rozario sobrai'o D. 33, quesera bem recompeu-
cado.
mmmmmmmmmmmmm um i i wwawwwM
N OT1CIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Porto d* Puiutrnonet
9
-3
0
"O
m
iSegunda S f h. 18
2-T:---- S 6 6
3-Q:---- i 6-54
4_Q:---- 7 42
5S:----- -S 8 50
-S:----- 9 18
7_D:----- tS 10- 6
Manhf.
Navio entrado no dia i. H'
AMBURGO; 63d'wi; Pal. Denaro.Experimant,
( a|). Pelore l'.sclielsen : diferente gneros : a N. O.
Riib r, Pasa^eros $. Ton. \o.
Sonidos no mesmo dia.
LilVERPOOL; Rarcalngh-aa'Elisa Jolvnsluo, Cap.
Alcx.vndre Pclrie : diferenles gneros. Pasaageiros
Andrc Comher com ua familia.
Saldo em Coumissio a Escuna Victoria.
(
Pt'fi. na
Ti
yp
do Diario
7855
miitii Ano l


*r
[ ^
I*
"V.
V
feuMnooo jta Ttf. Fibdigka de J. N. di Mello.
:
-- i. .1 n.
V/wj. liedtctorts.
f VIUITO me tem admirado a sem aere.
monM com da Motta Silveifa, mu digno Secretario
da Cmara Municipal d'Otioda, santifica*
o sen amigo Fraoeisco Velho do Reg
Barros, actual Juiz de Pafc SwppJente. do
. De&tricto do iiicsnio Mimieipio i e eu
seria o primeiro a lovaf tio apreciareis
qualidades do Sor. Motta SHreir, nesta
parte se eom effeito cenhecesae nelie
*entimentos de impareialidade.
Aleta de outros biqmnhos d'ofara que
deixo por hora no tinteiro: disse o Sor.
Mol! Silveira a huma peasoa de roiuha a-
misade, que o dito sen amigo Barro1 he-
n lium homesn omito obediente a Lei ,
e que s desjata acertar: oao> posto vcer
que o Sur. M. S. estoja lbdnk f porque
tem bastantes auno* do exercicia de sua
arte paru bem pu 1er conhecer aquellas
peascos-com quem ten reia^oes to fre-
quetHes. Querer o Snr. M. S. elacifirar
actos- de pura anidad e cora o de rtrtu-
se tolera. Pergunto Snr. M.
S. ser obediente a Le bu hornea que
sendo chamado a conciliacao, por outro,
por Ihe ter cortado as orcinas ou ai cant-
da de ban Catadlo, disse na presenta do
Juiz de Paz, seu Escrivo, o Meirinho
e hura Snr. deprobidade, que o man-
dar matar repitindo por umitas reses
com vozes alteradas a meso* razoes, e
que quando o virem dizer, matarSo Joe
Caxorro fui eu que o mandei matar Sr.
Juiz, porque hura Cabra nao dere cha-
mar a concifiacio a hmn homemnobre,
e o mandou por em pratica por seu mola-
to Thomaz e hum sea agregajp de norae
Manoel; nao o izerao' tal rez por medo,
ou por serem mais humanos que elle. Sr.
M. S. ainda rive o Juiz de Paz o Escri-
vo', o Meirinho, o Sr. que presenciou,
e o mesmo pardo. Ser obediente a, Lei
Sr. M. S. e dezejar acertar hum homem,
que sendo Juiz de Paz foi preso no seu
Districto no da 10 de Maio hum Ladro,
que conduzia huma negra furtada a Anto-
nio Aires morador nesta praca Ra dos
Martirios indo armada eom huma faca
de ponta, e huma pistola de bronze: nlo
o processou, e a negra foi entregue
homsugeito Veiho de calca e raqueta, que
*h' apareeeudepois de 6 ou 8 cfiad duendo,
qe hera sua esorara: foi feita esta en-
trega pela simples -informacao d huma
mullier de ndme. Elena : diz aqnele Juiz
que o preso foi prcessado, mais com
qoae (eatemunhas que nao' consta que
do lugar foase alguem chamado para jurar
eu setnlhante processo: diste tanbem,
que o bomem tinba justificado a Sua posse
legal (bravo ) como poda aqfcell Sr. dar
al* buso justificado' (enformacao') em
forma quando no lugar, tiem rile, aera
a negra erae' conhecidos serta o' disem
. 9*** Pla tatl Elena concorda rei ( eom
tudo ; que fusse e mesmo Sr. da negra a
quemete a entregou mas responda-me
Sr AL S. seria legal entrega ? Nin se
fea o termo d atada e menos o interro-
gatorio : pode ser que como elle hoje tem
a jaca e o qaeij., que V. S> como sea
adrogado, Ihe mande diser que todo fas-
aa j par* por a mascara sobresea crime ,
porem e el; acontecer se pro vara o con-
trario com toda delieadesa, e no entre-
tanto previno, que os aprebendedores,
e conductores, exis tero, e o Inspector que
entao' servia;
Ser obediente a Lei Sr. M. Sv bom
Jota que fea com hum tai* o noro d'
cobre que conduzia a negra hmn m>
toW d couro de ovelh'a, hmna red
branda, bomas pecas de roopa, feitas,
e outras por fazer, qoe lado conduzia o
Ladra, e que tudo foi examinado pelo
Inspector na presenta das pessas que o
prendera' e rt huma pur^aozinha de di-
nheiro de cobre 7 ou 8 patacas
tudo foi entregue ao Jui seria para isto
Sr. M. S. que sena o' fez o termo de asa-
da a ponte-me por sua bondade o Peri-
dico em que o Sr. Juiz mandou anunciar o
taixo; c as mais alfaias. Desejar acertar
Sr. M. S. esse Juiz ? o Ladrao' hia muni-
do de hum Bequerimento de passaprte
com hum despacho de pode seguir via-
gem asaignado Abreu ate declara
oDestricto, aprisao' foi feita em 10 de
Maio porque rasao' nao' salvou elle a hon-
ra de seu digno Collega ? os meios para
o faser sao' bem claros, processando o


w

mu { ftiH M c -
Ladrao', e anunciando o roubo da fir- Ser obediente a Le Sr. M. S. hum
roa daquelle Magistrado: seria por isto Juir. que estando o Ewrivao' trabalhanro
Sr. M. S. qu senao' tei o enterrogatorio, no Juiso no meu procrsto com outro Juiz ,
para o ladrao' nao' descobrir quera frtou *He nunca deixou de-fser as conciliacfie*
afirma do Sr. Joao' Mano 1 Pereira de que Ihe erao' requeridas, como frz era
i
Abreu ? E nao' ter por isto Sr. M. S. o
seu predilecto, o sen santinho alguma
responsabelidade ? Responda Sr. M.
das do mee de Jalho p. p. sendo parte Fe-
lis Joze AI ves e hum sugeito cujo nome
publicara se roe o pedifem e outra no
Quem nao' conbecer como eu ao Sr. J. M. P. de Abreu e vissea queile dispachp nao tora Diogo Soares de Albuquerque, e
puderia por ventora faser algum juito te- Domingos Ferreira : se V! S. me pergun-
merario? E quem disto seria cauzddor ? tar quem servio de Escrivao', eu Ihe res-
Eu? Sr. M. S. ou V. S. aconselha muito ponderei que Dos he quem sabe: o co-
mal ao seu constante, constituinte, ou mo he que as conciliares se fiserao', as
meta a viola no saco, e v xupando os seus partes eonvencHas forao* condemnadas
cobres, que elle Ihe d para sustentar as as custas etc. etc. etc. Sr. M. S. se aper*
duas dem-indasi e se o quer defender tarem com migo digo o resto (e nao'cui-
entao' saia a campo. Ser obediente a deque he fcwuco) no entretanto como a
Lej Sr. M. S., e desej*r acertar hum Juiz penna estoja muito groca fico apparan-
que por huma pequen disavenca entre do-a.
hum preto ilativo e dois forros em que Desde o anno de i834 que tenho a
nao houie ferimento grave, precedeu dois fortuna de conhecer a V. S., em fjm des-
sumarios o primeiro a ex oificio note* de que servio de Escrivao' em Coianna ,
se que este acontecimento teve lugar mui- e V. S. por consequenxia tao'bem me de-
to antes d'elle ser Juiz de Paz em que ve conhecer do inesmo terr.po.
eriminou o captivo, e o segundo a Regu- O jurado d'OIinda estar tal vez muito
ment da Senhora do negro, guiada breve a sua reuniao e como tenho de me
4>or elle em que eriminou a hum, ou aos deender nelle ser justo que se aprovei-
dous forros: se quiser esclarecimentos tem dessa oecasiab se VV. SS. nao qui-
disso pec-me por meio do Prelo que ser serem deiiar para a segurte, como qui-
satisfeito: mas o que digo, V. S. deve sa- zerem eu taobem. Continuarei Srs. Re-
ber mais que eu. Ser obediente a Lei dactoreso baixo assignado Ibes roga en
Sr. M. S. e desejar acertar hura Juiz carecidamenfce a mais breve ensersao des-
que faculta, ou delega os seus poderes ao tas linhas mal tracadas com o que muito
Escrivao' para enquerir testemunhas de obrigarao ao seu constante Leitor, e as*
hum processo em sua casa morando em signante,
distancia de meia Legoa, sem sua assis-
tencia, como praticou na inquiricao' das
testemunhas para o ultimo dos dois pros
cessos cima releridos?


Manoel Ignacio Bizerra &e Meilo\
Fortalesa das 5 pon tas
11 de Agosto de i835.

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Mif>

******
Na'Ttp. Fidsdga de J. N. de Mbllo R. das Flobe&.D. 17. i


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! v.

1 .
1
i;



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