Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02940


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Full Text
- .-,.-
/

r
ANNO DE IM5. TERCA FEIRA

1

25 K AGOSTO. N. 156.
JL- .-----------^____1U"3
DIARIO DE PERNAMBIJCO.
P!.*Bnco, n* Yvr. de Pihup-iro e F*m- 1835-
das da semana.
9* Segunda ifc S. Rartholomeu. La noro u f h. da ni.
95 Terea 8- Lata Rri de P. Re. de va: i>d d. J. de O. de t
> QimrU S. Zifiriao P. M. lessao da T- Pub.
91 Quinta S. Jase de Ca'aiaos Rui d ., aud. da Jala do C. da
m- e de t. .
tt Sexta S. Agostinho R. sessao da T. P. |de m. a aud. do J.
He O de t.
99 Sahbado. Dcirnlaijao de S- Joao Bap.* Relami de na. o rad. do
V. 6. de t. rin Oliada.
JO Dnoiiaru Hoza de Lima. Qnarto creso- as 10 h. e SI mln.
dat. _________
r~ j t^:
Tudo agora depende de non raesmo. da nnasa prudencia, moda
r*<*o, e enere, h: eoiitineeinnt coma principiamos, a lermoi a-
poatadot era admiroslo catre as NafSes mais culta*.
ProtUmtfi da iuamtl Otrml da Mrmut
Sibierr-e a 1000 ra. wamifi para* aHIantado* afila TvSSJsjra-
fis, e na I'raqa da Independencia N. 17 e 38 s onde te receben!
correspondencias legalisadas, e annu a >< i Inserindo-ae natas gra
tis sendo dos propriosassignaates, e indo assigoados.
PARTIDAS DOS CORRBIOS.
OlindaTodos os das ao meio dia.
Goiaaa. Alhandra, Paraiba, Villa do Conde. MaiMnguape. '*'"
lar. Real de S. Joio, Brejo d'Areia. Kainha, Poaibal. o* d*
Sousn. Cidade do Natal, V'il'as de (oianninha, e Nova da Prineea
xa: Cidado da Fortaleza. Villas do Anuir)*, Monte mor novo.
Ararat. Cascavel, Cannd. (irania,. Inferatria, 8- Bernardo,
S. Joio do Principe, Sobrar, Novad'RIRev, Ico, S. M ath*us, h
ir lio do vanpur. Santo Antonio do Jardisn, Qurirramobira, a Par-
nailia Secundas e Sextas feiras ao mein dia.
Santo A ntioTodas as quartas feiras ao roci dia.
(laranhuns. e Bonito nos dias 9 c 23 do mea ao me o da.
Flores no dia 13 de cada aier. ao meio dia.
Serinhaem, Rio Formozo, e Limeiras-Segundas, Quantaa,
citas feiras ao meio dia.
-"-
Continuado da If. antecedente.
Exfepc* de a'guns donatarios, que esrreverao
a hialoria da* auaa doaces e conquistas, ou de algum
Jesuia, que andn rm busca de huma horda sel va-
gtm, nada mais exi*le de til para ai scieneias nem
para a arte, alem de huno Roteiro das Cosas do Bra-
sil fr i i o por Uiogo do Castro, ou da drscripca (o-
grfica da Am> i i( a Portuguesa pnr Francisco da Cu-
nha un 1587 ; p< cas ambas t nc< rrectas e ta imi-
tis, que fora relegadas a hum completo esqueei-
roenloMuito posteriormente aparece a dcscripca
geogrfica do Cosmgrafo Portugal, asim como a
Arle de navegar; enripia por Pntenle! em 1609, com-
prehendendo o Brasil e a Cosa d'Afiica, as quaet
ser vi ru por muito lempo de Rvteiro do Brasil. Sem
embargo, tudo isto na6 <5 careca de exaclila eomo
de arle ; s o nosso isolameule do re* I o do globo
poda censervar-nes em lana ignorancia Islo mesma
e comprehende pela necessidade, em que se viraos
Inglezes, de mandar huma ex pediea hidrogrfica pa-
ra examinar a nussa Costa, e levantar aa Carlas nerea-
aarias para a navegado comercio das nosias bahas,
porlos e enteladas, comprehendidas na vas'a exten-
sa do nosso liloial. Vja-se as observace* saeri-
dienaea a cronomtricas feila, pelo Tenenle Wm.
Hwel bordo da FragslaIncensante(18H) m-
dada porSir Eduardo Tu. ker ; eo Releirode J. Pnr-
dy tracadosobre o Promeyo'das ohservaces lunares
e cronomtricas fritas por diferentes navios pata uso
dos navegantes Ingleses
Na* menos eonhiaida fo para os Franceses a ne-
eessdade de formar hum Roteiro para assegursr a aua
navegac^S, visto que nenbum havia feilo pelos P.r-
togoraes, que mereresse a conilanca de guiarle por
elle: eisah o motivo da expede*5 hidrogrfica de
I8i9e 1820, de qt.e fo Chefe o Contra Almiranle
Baia Roussin, equedeualuz o inleressante Roteiro
intitulado iFiluto do Brasil, ou desrripcaS das Costas
d'America meridional, &c. Vc. Que tvesse che-
g'do ao nosso eoiibecim^iito de mais til ecorrecto, e
ainda digno de recomen da r-se, he a coleccaS do ma-
pas topogrficos de J.io de Barros, Cosmog.sfo Por-
tuguez, de que se servio Arrowsmith em 18i0 para a
sua famosa Carla d'America Meridionalfo aquello
nnico.sabio, que passou ao Brasil em vrlude do srt.
8 doT atado de Madrid, aboli do a chamada linha
Alexandrina ; ainda assim esses uiesmos Irahalhos fo-
rs5 sem frarts, easdemarcares nao tivera6 lugar por
incuria dos Port11gue7.esNos posaoiraos o nico do-
cumento, que tal vez existe este respeito, havido
pela mais rara casualidade.
Nunca podemos ohter huma Universidad no Bra-
sil, nem ao menos que se nosensinsssem as Sciencias
exactas 00 naturae ; era mster ir Portugal para
prender aquillo mesno, que hum Americano Espa-
nhol teria aprendido em qualquer Capitana Geral,
L,u Provincia subalterna \ assim meaooo desgracado
o Biasileiro que se fa&ta nolar pela sua inteligencia
u por hum genio superior ; logo se Ihe armava hu-
ta sancadilha, e o pobre bomem era redundo bu-
lls prisad ou ao abandono da patria^ Quea ignora
anda hoja o que se pralicou com o Hiplito, Caldas,
AnusJa, eoulros muios Brasileiros deta ordem ? O
Marques do Fon,bal, bontem despreocupado, foi o
primeiio Ministro que conircou cha mar-nos a j>ar-
.iicfpa de Iaii5 engos publico*Nos oujro* viv|-
I
amos em completa abjeead ; e nao ha muits auno*,
que se sinalava as Villas e Aldeas as pessoas que sou-
bessem ler ou escrever.
Contimmr-4+d.
RIO DE JAWEIRO
AMARA nos SXPOTADOS.
Extrato da SetM&o em 3 da Junh*
Presidencia do Snr. Araujo Lima.
F.
, Ei'a a chamada pelas dez horas da manhf, a a-
chando se presentes sessenta Deputadoj, o Presiden-
te declarou a berta a sesssS, e h'da a acia da antece-
dente foi approvada. O 1.* Secretario den conta de
expediente.
ORDEM DO DIA.
Primeira discussa do Proiecto sobre o Meio Cir-
culante, o qual foi approvado para passar segunda.
Enlrouem terceira discurso, foi approvado a
adoptado o seguinle Projeeto :
A Assembla Geral Legislativa Decreta :
Ait. 1. O Regente do Imperio vencer sub-
sidio annoal de inte conios de ris, sem poder ac.ru-
mularouiro algum vencimeHto da Fatenda Publica,
nem exerecr oulro algum emprego, nem memo as
funccSes de Senador ou Deputado.
Arl. 8. Durante o lempo do seu exercicio, o seu
subsidio nao devora soflfrer alteracaO alguma.
a Art. 3. O Regente ter as horas, e o tratamen-
to conferido pela Lei de 14 de Junho de i831.
a Art. 4. FicaS derogadas todas aa dsposices em
contraro.
Papo di Cmara, 31 deMae de 1835. Ba-
plista deOJveira. A. P. Maciel Monleiro.
O Sr. Henriqua de Resende propi urgencia pa-
ra se tratar de projeeto sobre o Meio Circulante. A
urgencia proposta foi apaiada e entrou em discussa,
e depois de discutida, foi vencida para s tratar do
Meio Circulante depois de terceira discussa da lei da
fixaca5 das forcasde mar, dada para ordem do dia
de boje.Emenda do Snr. Ramiro:
1. O Governo fica auloiisadoa dividir em duas
classes os fliciaes de Maiinlta actualmente existen-
tes.
a a. A primeira ciaste ser com posta dos Ofiriaes
capazesdeservico activo, e poder aer promovida
conforme o merecimenlo diatincto de cada hum 01-
ficial.
3. A segunda dos Officiaes que nao estando em
lerm-js de reforma, seja lodavia mais aptos para o
commando de Cor reos, Transportes, e presidir a Es-
labelecimento Navaesa de huma importancia secun-
dara. .
u O Cuverno fica autoi sado a promover da pri-
meira classe t5 tmente, apresentado a Asaembla
Geral o quadroque tiver organsado. Ramiro.
Foi apoiada e entrou em discussa.
l'ntrou, na conformidade da urgencia vencida, em
seguido discussa, o projeeto sobre o Meio Circulan-
te.
k A C.'inmisSdO Especial enrarregada de propr
aedidas legislativa* que mclhorem estada sr.iu.tl da
circulaca monetaria em todo o Imperio, ha vendo
dado a e-te objecto todt a alinelo que demanda a sua
importancia, julga que as acluaes circunstancia*
coovm adoptar-se as seguales medidas :
A primeira hefazer huma sunslituic- geral dea
diversos papis de crdito que actualmente circaU
no Imperio, por hum s papel de padra unitaria**
de maisperfeito fabrico, a fim de que us posea rr
faNificado ta fcilmente como o que actualfstatc
circula : a execuca desla medida torna-se agora f-
cil, vis'o a Cmara estar j informada pelo Relalorio
do Ministro da Faienda*, que acaba de chegar ao
Thesouro as primeiras remestas das olas de novo e
mais perfi-ito padra, fabricadas em Londres por or-
dem do seu antecessor, e em quantidade sufficieota
para o mencionado fim. Convinha igualmente, qu
huma parle leste papel pudc-se circular em to-
das as Provincias do Imperio para facilitar aa
transaecr mercan tis das mesmas Provincias, e fazer
desapparecer as grandes differencaa de cambio que
actualmente existem } ea Commissv para iasojul-
gou acertado determinar; que as olas de cem mil
is para cima pudes.se circular em lodo o Imperio, 6-
cando restricto a cada Provincia o giro das que livee-
sem menores valores.
a A segunda providencia, que a Commissa jut-
gou conveniente adoptar, foi e.stbelec<>r hum fundo
progresivo, que sirviria de garanlia para auioi tiaca
do papel moeda, e por isso assentou que fossem appli-
cados a 4e fim os mpostos comprehendidos no arti-
ga 5. da Lei de 3 deOulubrode i833, em quanio
nao fosse creado o novo Banco, assim como o valor
real disponivel da moeda de cobre actualmente reco-
Ihida ; edeterminou, que a importancia dessea im-
poatos fosse empregada annoalmente na compra da
fundo* pblicos, para assim formar hum fundo de
amorlisaca por meio da accumulaca dos juros ao
capital. Esta disposica tem a duplicada vantagem
de promover o crdito dos nossos fundos, a de ios-
pirar aconfianca no papel moeda pela amorlisaca
garantida por esae fundo, que crescer rpidamente
pela accumutaoi' dos juros do capital, aem diminu-
ir quanta do papel circulante, nem alterar o seu
preco no mercado, como alias auccederia, se acaso
fosse ordenado hum resgate parcial todos os annos.
Finalmente a Commissa acordon, que era mis-
ter reduzir a moeda de cobre que actualmente cir-
cula, a hum valor opproximado, quanto possivel,
ao seu valor intrnseco, para asaim evitar a continu-
ada falsificaca, e a introducca por conlrabando,
que diariamente continua a aggravar rada ves mais
a Naci com hum accressimo de divida publica eu
huma progressa espantosa. Entre todos os pe-
dientes que se ofi'erecra aos Memhros da Commis-
sa, nenhum parecen mais conveniente, e por ven-
tura menos oneroso Naca, do que vem a ser filar-
se hum prazo su lucientemente eapacoso, depois do
qual a moeda de cobre nao deve mais circular sena
por metade do seu valor actual. Esta medida que
primeira vista parece offender a boa fe Nacional.
por sao que manda recber o cobre por hum va'or
menor do que o emit ido, nao tero oa realidade na-
da de iniqua, nem pode prejudicar muilo aquellas
mesmos, que. coolra a disposica da Lei de 8 de O"-
lubro de ib33, tiverem amontoado grandeporca de
robre em suas mfos para especularen* fom a publico,
f m tensequsneia ehts allerastiras de agio. Pi qeai-


****"M^^H


to sendo a poca fi x a da pava esta alteraca *de valor
o i. de Janeiro de i83^, e dependo al pfll6 a mo-
eda de cobre ser recebida as Estat&es publicas, e as
transadles particularespelo mu valor nominal 5 he
conquencia, qiii) tesapreco .do robre no n-.ercado
gJIHllliiel e grados! proporent qe eiJIJlWfr-
mar o termo nnrazado para a mudanca do seo valor;
e por esta sorle'a peda' ficar repartida entre lodos
aquellespor mos de quero homar de girar a moeda
de cobre dentro do prazo nxado ; e na proporc niauTOU menor quantia desta moeda que conservar
erjiaeu poder. Esta per da gradual, e quasi Hiten-
sivel .-e di vira considerar como burn tributo .\ttave, -;
por meio do q<*l fica'i recatada huma greude pane-
da divida SLcomI, equivalente majada da moeda*
de cobre que actualmente"* (irrua. Por outra parle
logo que tal medida seja adoptada, os falsificadores
fcaraS desanimados, adveriindo que os seus lucros
va5 a diminuir, e mesmo a acabar totalmente lflgo
que ae approxime o termo fixado ; e cessar8 de in-
troduzir a moeda Taba, que alin disso, nao poder
ser mais recebida, stnao al a quuutiade i$0Q0.
Nao obslanleeste resollado que parece quasi in-
faffivel, a CouimissaS reconheceu a necesMda.de de.
emiUir-se outra moeda de cobre de cunho mais per-
feilo, que pudes>e offerecer ao publico maior garan-
ta contra as fabifioace3, e oppuzesse ainda maiorea
obstculos aos contrafac I ores, e por isso auloiisouo
Govern a recunhar a moeda actualmente recolhida,
cm coaformidade com o novo systema monetario al
a quantia de 4.0 conlos ; e a eniitti-la proporcaG
qllfosse curihando. Desta serte, 'dentro em dous
annosque poder durar o recunho, veremos a muer-
da de cobre substituida por outra mais perfeita e in-
teieomente removido o peiigo das hdsificaces, que
tanto mal ha produzido Naca5.
Em conformidade com estas dea?, a Commis^iS
jolga hver s;.ti-feito confianca da Careara, pre-
sentado o sega nte Frojecto de Le, que julga conve-
niente adoptar-se.
c A Assembla Oeral Legislativa decreta :
> Art. 1. O Governo fai substituir toda a mo-
ada papel que actualmente circula no Imperio, a sa-
ber: as notas do extinelo Bagro, Bnligas sedulas da
Babia, e as sedulas ltimamente emltlidas em troco
da moeda de cobi e, pelas notas fabricadas em Lon-
dres. !?
a Art. 1. As Instracc5e5 qu-* o Governo houver
da expedir para realizar a subsn'luica, guardar5 as
seguintes bases :
c i." A nnmeraca5 e ossignatora das notas de
roenot* vador que cen mil res, scra feitas as res-
pectivas Provincus, a cujas limites ficar circunscri-
pta a sua circulaca'5.n A asignatura consistir em
turna simples rubrica, qaeciere acompanhar a desi-
gnaos da Prof incia onde as notas team de circular.
* a. As Nulas de cera mil ris eas de raiiore* valo
res, depois de rubricadas e numeradas na Corte, ?e
ra6 distribuidas petas Provincia, podendo gira- em
todo o Imperio sem mais requisilo algum.
c 3. O trabdlbo da Mi'v.titnco o esciiptnraca6 re-
lativa ser6commeliidos na Cortee Provincia do Rio
de Janeiro, a huma Comisso composta de cinco
membros, e ubs Provincias a Comrnis oes de tres
membros da no mea ce 5 do GulN rrvo. Os membros
tiestas Conmi-sps fara a assignatura das utas
distribuidas entre tiles por class e o Governo Ihes
arbitrar gratificaces em re!aya6 ao tt'abalho de cada
boma das ( ommisses, as>im como aoe Escripturari-
os, e mais agentes que os coadju varem.
a Arf. 3. O producto annual dos imposto.', cujo
rendimen'o seaeha app-ado no art. 5 da Lei de 8
deOutubso de i833 para o novo Banco, ea importan-
cia daquees que annual mente forem eslabelecidos
porLei para amoit'Hac6 do papel moeda, ser des-
do jempregado emfuudWis publico*, cuja renda te-
nha o aaesnio eroprego, a fim de se f.>rmar hum fnudo
accumulado. destinado pira a mor ti poca determinada pelo Corpo Legislativa, e devendo
eslefanrfo ser entregue ao novo Banco, logo qcie elles
se rease.
- Art. 4. Os fandoa, de que trata o artigo an-
tecedenle, s'ara a cargo da adniinistra5 da Caixa
da Amoiti/aca.
Art. 5. Do .primeiro de Janeiro de i837 em
diante nwgaem ier obligado, tanto nos pagamentos
legat, como as transaecfs particulares, a receber
b moeda da cabr hrgal q' actudlmeunegra ao Impe-
rio, sena5por melada do seu valor nominal, e semen-
t at a quaiilia de mil ris emenda pagamento, de
surte q'as moedaa de 80 reis ser6 recebidas no valor
de 40, aade 4 ris circulara no valor de ?0, e as-
sina das outrasd"1 menor valor.
Ait. 6. OG-'verno vlca autorisado para reea-
nhr a moeda de cobre reraibido em vii tude le
d> de Otitub. o de 1833, at a quantia de qua'f0 ni
conto'a, em con lar mi da da eos a avo sj-atema mone-
tario.
I
DIARIO DB PR-NAMCUCO.
A. 7- A nu.ed recunbada ser empngada rm
fazer a substituyate da moeda"dacobre (|iie flctnalrren-
te circula, sj^de e*tu rerebida rat5 de 60 r.'is a
libia, pi>d> nrfo a nova moeda ser emitida pela Fazen-
da publica cm pagamentos de i$000 ris proporcaS
que se fr cunbando.
Ait. 8. O restante da moeda de Cobre aeioal-
mrnie lec.dniua, e r.qcl!s que ;v hc!?e ''*; rr.-nlher,
e nao l necess%ria para o rVrunho nutoi isfldo pelo
ai t 5 ser pelo Governo aparado, como mais
conveniente ulgar, devendo a .vua importancia ler
a applic. c 5 destinada no art. terceiro d'sla lej-
Art. 9. Paraa efecnaaStle ai i^j 5;
Governo antorado para f; ty rollorar no
da AfVIemia das Helias A" tes 'da Corle o novo *
de machina", cuja acquisica Toi cotrartada pelo
mesmo Governo, po leudo fazer para etp flm todas
as despezas necessarias, incliyndo-f-e nestas os ullianos
pagamentos que se eslo devendo ao machinla na
fot ma do contracto
'?Art. 10. O Governo. Far cnnbar cm morda Na-
cional toda a quantidade de orno em binas cu em p,
qoe entrar para o Thesonrft:Publica Nacional.
a Pagoda Cmara^jfjje Main de i835. Ba-
plisl| de Oliveira. T5%5a Martins. Antonio
.Fraucisco de Paula e Hollanda Cavalcanli de Albti-
querque.
Passando-.e a discutir o eitigo 3. Foi interrom-
pida a discaaMJ em coniequencia de *e annunciar es-
tar na sala immediata o Ministro da Fatenda, o qual
sendo inlroduiido com a forinabdade do estilo, oceu-
pon o competente lugar.
Continuiiu em consequ ncia a discusat-C (b>eo
terceiro artigo e emenda do Sr. Souza Martina ao
projecto acerca do systema monetario.
Passou-se eleica da mesa.
PiOcedcmlo se Siomeapa de Presidente, sabio
eleilo o Sr. Araujo Lima com 66 votos.
Seguio-se a efeica de'VTce-Presidente, etendoob-
tidoem primeiro (serntinio, o Sr. Aiaujo Vianna Ai
' votos, e o Sr. Rispo Ebito 3, corren segundo es-
crutinio, e sabio eleito Vice-Presidente o Sr. Arau-
jo Vianna com 5s votoi."
Proced- u-se eleica dos Secretarios, e sabirao
eleitos para primeiro, o 9r. Be'ario com 70 votos;
para segundo, o Sr. Fgneira de Mello com \5 ; pa-
ra terceiro, o Sr. Paranbos com 39 ; e para quarlo,
o Sr. Corneo Franca com 35 ; e para primeiro
Siipplenle, oSr. Das de Toledo, com 34; e para
segundo, o Sr. Costa Miranda, com 29.
O Presidente deu purJ drdem do dia 4, a continu-
acao da mesma materia e levantou a sessaS pelas
duai horas e meia da laido.

GOVERNO da PROVINCIA
Continua$a6 do Expediente do dia ao.
^PlJAsDO recebi o offn-io de Vm. participando q'
no logar denominado Porto de "Galinhas se fi-
zera por contrabando desembarque de 200 e lantos
Africanos, e qo* no sitio Pao secco exista u-
ma quadrilha de salteadores, ja tinha dado todas as
providencias a ceica de hum o mitro obj^rtb, recom-
naendando ao-Juiz de Direito Chefe de Polici'joem-
prego da ForQa, e de todos os recui'so^ que a Lei tem
posto a sua desposica, e son informado de qu com
toda a'efficacia se lem elle dedicado ao cumprimento
de seos deveres u'esta parte. Entretanto Vm. na
quloque astiver a seoalcahce, e for da sua compe-
tencia providenciar igualmente.
Deo> Guarde a Vm. Pulacio do Govprno de Per-
namboco 20 de Agosto de i835. Francisco de
Ptrul Cuvalcan'i d'Albuquerque. Sr. Juiz de
OifSos Municipal da Villa do Caho.
__ O Consol de S. M. Brilmica pede permis-So
d'cta Presidencia para que o Brigiae de Guerra fie sua
Na s o Bapid ven ha lundiar noMosqnefro; e eu
Ordeno que V. S. facilite a sua entrada, e o que for
de uzo e costme pralicar-sa em cazos semelhantes.
Dos Guarde a V. S. Palacio do(Goyerno de Per-
amburo 20 de Agosto de i835. *>- Franc;sco de P^u-
la Cavalcantt de Albuquerq ie. 9nr. Inspector do
Arsenal deMarinha.
Olficio ; ao Cnsul Britnico, cpmmunicando-
Ihe o contheu'lo do precedente olficio.
O Presidente da Previncia annnindoao convite
que por parte de servico, utilidade Pu'ilica Ihe foi
feito pelo Excel. Presidente das Alagos do estabeleci-
menlo de um Correio terrestre entre esta e aqudla
Provincia, cujos E tafetas, ou' Potilhoens devero
sakir das Capitaes respectivas no i., ti, e 21 de
cada mez, e fazer a troca das malas em a Villa do Por-
to Calvo, ordena que o Sr. Administrador do Correio
desta Cldade estabeleca a regular sahida de taes Po t'-
Ihoens principiando no dia 11 do prrtximo Stemhro;
(lerendo oolro sim a mesmo Posiilho tocar as Villas
do'Chbo, Serinhaem, Rio Formoio, e Agoa Preta,
tanto na rda, como no regresso. Efai publicar pe
la impiensa a cipaci deste novo Correio. Pal.ici
do Governo de l\ryambuco a^d/^gosjode^^jy-^.
a-l officin; Ao Ex. ei. prmmtrfsneigfgs',
conimunicando-lhe conlbeuilo da precedente |Por-
taria. .
__ Ao Exct-i. Com. lias'Anuas, dafn io-lhe que o
Governo nao pode convir no eog- cas p:ira augmentar a guarn co da Fortaleza do Brum,
visto que ella pode ser Eugmentada pelos Corpos de
priiugira linba, ^ajirosajpfes wyemrutado, e es-
t.eei lando.
Paltariair^ioDiillai. M.Meml de Guerra
paia entregar ao Administrador Fiscal das obras Pu-
blicas A. F. de Moora oarmazem de Palacio velho por
d tras da caza da Relacio, que servio dcPaiqu; o*
dois que ha cas lojas do Convento de S. Francisco da
parte do Norte, onde fui Quartel do Baialho exiran-
geiro; e os dois anligos Cajabouces-, o aue tudu ha
preciso para deposito eseguranca de objtc'os a seu
1 careo;'- ''
OlTu-io ; ao Adniiniztrador Fiscal das obras Pu-
blicas A. F. de M. cominunicando-lhe o contheudo
d" pVfcedcnt Poi taf is-, a fim de tomar conta das ca-
zas que se Ihe inaadam entregar.
Dia ai.
^B^B^H
-
Constando a e^ta Pi evidencia q' Vv. Mm. at hoja
no tem dadQ cumprimento s ordens, que em virtu-
de da Resoluco da A semblea Legislativa P-ioviocial
Ihe foro devigidas em 19 d Jiinlio do correrte anno,
para nomearem d'entre os Cidados mais probos, e A
t-lig nt"S do seu desrielo urna Co.nmissio de tres
Membros, que com outra igual lio Municipio de Igua-
ras-tratem da divi/', e limites de ambos os Te. m.s
com a< alteracoens que confieren a beneficio e cora-
medidade de seus haKitahtes; no meposso despeusnr
de significar a Vr. Mm-, qnemui digna de censura se
torna a sua ommisso, e falta de interesse pelo bem
pnbbco, e prevenindo-os deque lenho designado o
dia I5.de Setembro p.' I paro a reunio das ditas Com
missoens, espero que me USO sei precito anda e.x-
ci(al-os ao cumprimento das referidas ordens.
Dos Guarde a Vv. Mm. Palacio do Governo de
Pernambuco2l de Agosto de i855. Francisco de
Pula Cavalcanli de Alb'uqnerque Surs. Picideute
e Verpadores da Cmara 'Municipal deltamar*c.
__ Vista a neg'igertcia que tem havido da parte da '
Cmara Municipal deltamar.ic no cumprimento das
ordens d'esta PresidencM para nomear a Comrais-Sn,
que com a desse Municipio deve tratar da divizo e le-
mite de ambos as Termos: tenho imrcado, como
Vv. Mm. pedem, o dia i5 de Setembro p. f. par., a
reunio das referidas Commiss ens, prevenindo diilo
mesnao a sobredita Cmara.
FTcaassim deferida a rCpresentaco, que Vv. Mm.
m derigirio com dala de Vi do con ente. Dos Guar-
de a Vv. Mm. Palacio do Govier'no de PornambiK-o
al de Agosto de i8d5. Francisco de Paula Caval-
canli dores da Cmara Municipal de Iguarass.
__ Oiicio; A'i Co.nmandnte Superior das G. N.
d'este Nhmicipio, communicJndo-lhe que o Governo
approvon a pn pia que fez o Chefe da 2.* Legio do
Dr Luiz de Carvalho Paes d'Andrade para Cirurg'o
Mor da'mesma Legio.
-* Ao Tenente Coronel do Bat.lhao de G. N. do
Poco dizendo-lhe, em respeta a um seu officio, que
poJuizdePae do l'oc Fianci-co Duarte C.oelho se
ordena que n.andasse ospu Esciivo eommnirar ao ,
mesmo Tenente Coronel as aberace^ que em virtude ]
do Art. 17 Livro da Matricula Geral.
-_ AoJutz dePasdo3. Destricto do Bario ver-
melho dir-endo-lhe que a poh ora que aprehenden de-
ve ser restituida a seus dorios, porque ti legalmejile
deD..chada, remo se fet aer por documento.-.

DIVERJAS REPARTICOENS.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFR.

S es sao do dia 4 de Jukho de 1855.
Presidencia do Snr. Oliveira.
Omparecer5 os Snr. Costa, Soiza, Silva, Jo*e
Joaqoim, Guarni, faltando com causa os Sis. Ca-
valcanli, Cunha, eDrumond.
Aberla a sessab e lida a acta da antecedente foi san-
cionada por estar conforme : O Secretario dando con-
ta do expediente mencionou os seguiuies ollicios:
huhi do Fiscal deste Bairro a repeito do aluguel da
easa cm que estaft guardados vario* utencilioa da Ca-


D1AIU 1>E PKUNAMBUCO
.lili ,. L___i
3*>
"sWra : que se'passnOTtradado fKtra se lh dar
la i m dow.

eri-
^ P,i'iro do Juiz-ue.DjrcitoeChefe de Pot jo<
no con\oiajii|o. .huu.ia,a*isu d Jurado* p*>a o dia;
"i do cbrente, qim se fu^sa a extraca das csenta
sdalas c ))^s.is4m,Hs urdeni necea-arias, andndo-
se imprimir e publicar editara para seren i etufcUidkxi
*Q\il\i* r FV* *JW vi "'' "
Oulro (Jo L'.mo. Yi.e-Piesidente duendo que ficava.
"sam 'Y. ii'o'as de-p is f concedidas aos Empregados d*
Caraira qic 6*0 G ar *s N.cionacs ; o Miglas -.estes
a fuitrcm u s < r^o que Ibes o ul>L>rlViinti ada. ,
Oulro de Joaquina C-valca- li de Albuqueiqueipnp-
' van-locura alte.oac do Fc-aliaia
jn do ser djs.pt" n^ado-de .servir como Juz derPae do
. Dostrj^to da;V|dvae* : MceitJlid*Wss,.*6,< e que se
cliamas.e o unuedialo. ,
Oulro do Fiscal doReofe Mompanliado daielaca
dpjmultados no soez paas-d : inteiada, ticando
eom ielac o o.Snr. Presidente.
Outro do juizdel'az do a. Dtslric lo do ,Jaba..o
pa questfjuiameolaase dousJnites visto quoearfan-
|o elle (JoRirii ua tero a quera p. s^r a vara 5 q<*e e
cramasse a quera co'rnpetnse, fieando osjuize impe-
didos abrigados a ju-lilicarera as stias molesliaa.
Outro do Exm. Prsri nte arompinhado da copia
dehum ollicio da As-stmblo Provincial extranhando
a Cmara p.la falla rfeie^o, e exactdarom que Ose-
ra aapur.-ca: inteirada, eque >e archiyasse a dista
impiessa da nova Hppiiriuho dvs D. Pr.vineles leifa
por.Asscr.bfea.
Outro do mesmo communi. ando a sna rnWMitfo
ex. rcic da Presidencia: que na form da Le s-* fi-
st'BM pub'ica, econstar as de mais-Cmaros da Pro-
vncia.
Oiitru do J*iiz di-Paz da luz duendo ler nomea-
do Anlonio da Rui* Lir.. para Fiscal dalneguezia, e
pedindo a nprovac.<{ que ip$ pd ser p;rovada
dila nomeacaS, porque gem Itum Ajdante do P^QL-
teiropara com el e fazer a,s con idas, ella de nada ser-
vira, e que para os i ti fiy plores d*s Posturas nn fi a-
itm impunes, elle Juz %>-!} ssc, cuno he ol igido
niexecoca 'dasme-mni, recebando, e m nido a
Cmara as mu'tas cobrada--.
Outro don coldesie B-iirn cerca de ,vn?con
cerlo de que p! ei > o lei.lo da na Nova ; que oa fi
esse rom oJa a economa, e pnsie/a.
Pe.solveo a Cmara, xpie se pnidirass-; edilal de ig-
nando O laig-i, ou Paleo do Ca 1110 nao coinpi h n-
dendo as embocaduras das mas, e o Urgo, ou Poleo
do Pa*izo pfi;fric> educes, fruotas, orlalice, e
hile. I *
O Pro-dor da Saudn appresenlou oa lermo* Be
llaiM fuiii>nji Epli*fccBliislralaajiB Porto nos
mestsi1 Fcver-ift,Marco, Al.ril, |ft\fctl inti'ir4
da.
ManJu-se pagar a?^86i res a Felippe B-iiirio
Beaerra de cusas em que foi condemnada a Cmara ;
23J)240 re ao Fiscal deate Bairro dos concerlos em
que Coi anear regado, e maia i3<^000 r> is para pagaaj
9tvlttgUi.'l dedeus mnea da casa ^111 que esta g larda-
dos vario> ultiiciiios da Cmara. E por ser dada a
boraaLviiilou- a s< -ac En J< ze Tivares (ioi.es
d FonceraSccic'.arioa escrevi Ovi i*a P.--Sila -
Jojae JoaquimC'u.-tajliu7a--G'asai*6.

-
PoLICIt.
E,
Kcel Sur. Pailecipo a V., F.x. que nao c-
tuei acomissao d<- que me enca reguei de providi-ru i-
ar sobre s fricaiio#d<'S-111 bureados em o P01 lo de
Galinlics, porque xeg.jdo a este lugar oa nianb do
dia 18, e enlrrgindo o Comandante da Escuna o go-
verno do Navio aelvWre Pra Uto para o meter mu
Porto, e-te lecbzou dizendo que o lugar nao d.;va
ancorac?oro para a E>cuna, pois que a costa era toda
xeia de baxos, e pedras, e rjue um nico fundo que
avia al-rn deealreftoC *-ra perlo da Co.ila em menor
di>tanc'a que o cumbrimeuto do Navio, e inais que
d'ahi na'i se podia sahrr com todos os ventos, que era
percizo esperar monco: avi.ila desie perigo, (|ue
crescia com a extraordinaria bravura domar, e muita
ventaneira, resol? nao desembarcar: oCorandante
da Encuna afl'gio-se bastante com esta rain lia re oluco,
e faiendo todos os exforcos para fundiar, xim >u a
falla abrumas Jangadas para instruir-seda n-ilureza tia
Costa;' ina.iconcordando lodosos Jangadeiros que a E -
cuna nSo cabia noancoradoro do Porto, e que corra
risco se se tentarse mella dentro; e combinando isto
com o roteiro da Costa do Brazil, aonde se l que no
Poito deGalinhas no enlro seno Barcos, elanxa^,
aiiuio eiiao o Coramandante em fe iiio fundiar aqui,
porem q'iie el'e procrarm outro Porto : fomos a llha
eS. Aleixo 3 legoas em distancia do Porto deGuli-
b*' onda igoalrnente oio fundamos, porque, su-
SU
posto deVse tnroradouro para o Navio, todava es''e e-
1a nmi distante de Ifria, e t.o dav{i d**nobarqu* e-
liHfi^aia a lrp, pois a Jauxa ai gurtldi e JV-
.aa'^tinha de pissar sobre pedia-, e a oSU va denar
dv;rbiitassq; d'qui prnpos-meoCosMiidaiitr'que
lo^eiuos d^rpfesrcar no Cali, MU* ja aehte ledifO
XindoFWeflc^i^lido de umt foi le d<^r de cabeg, pi r
mutoenjo o, e fieando o cabo o legoa.i em distancia
* QvSP&kp C-onr^irin, pmjjqb e eii Serien? se-
guir, e 3 legoas ao Porto de Galianas, rezidencia do
Juis meo transpone, ieaphi,nie a ollar, o que comuM-
quei -o C9iua,nda,rite, e ordtneMhe que' ae fiease-de
vella para esla Capital, o que fes, aqui x 11 oras do dia fje bentem, e lo^o nao me derigir a V.,
Ex. pelo grande desarranjo de roe. fifcico, do que
pe>so de.-i upa. Nesys lei>i:os digue sp V. Ex. com-
mmiicar-me as providenci,.* que julgar a proposi-
to para o cato, e que quer que ae ponbao em execus-
DosGuarde a V. Ex. Recife 20 de Agosto lc53*w
lilust. p Excel. Sur. Francisco dePanla Cavalcantide
Albuqiieri|ue, Presidente da Provincia. Joaquim
Nuues Machado, SLb&d*"
EDITAS
V,
O tidado Jos Berna/da da Gama, Ju'u dt Pas
. Suplente do 1. Dastricto do i. da Boa vista
em virtude da Lci ye,
M? Az saber aos habitantes do s^o Destrictoque oEx-
eelt nlissimo Presidente da Provincia pubcou em da-
ta de 6 de Julbo do correne auno, o Edital j trans-
cripto em o Diario N.8 154- E para que chegue ao
conheciroento dos mesmos habitantes mando publicar
o prezente nos lugares irais pblicos desle Desirioto,
e publirnllo pela iinptCusa. Boa-v'isla i"x de Agbsro
de i835, eu Francisco Caetano Perelra Guimaraons
Escriio oescievi.
Juze Bernardo da Gama.
:
j
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mes na do N.*. 150.
----- i f nata ---------r
C0HRE10.
J\ ^scuna Mucuripe de quo Me.-lre Manoal Gen-
calves da Costa, sai para o Ararat com escalla p.-'o
Ceai no diu 3o Jo con ente.
VARIEDADE.
(Continuado do artigo Educaco.)
EDUCACAO DO. POVO. *
/i Pkzar de inju>Lis preventes, a educaco do po-
vo, fundada solire bazes religiuz.is, e mocaes, le a
lambem rezaTtadoi bem sal uta res. E principalmente
para o Povo que o criihe um mo juizo. (1)
Os factos eoi bnns espirlos coiifirmio etta opinilo
com sua duplicada aulhoridade. A passagem seguin-
te de \\. M.ilth (a), sobre este assumplo, notaveU
i< ,\ este re.ipeilo, diz elle, pens iiitenamente como
Ad Srailli; 11 lo que um Povo instruido, ebein edu-
cado S' ria muilo menos su-c qitivel, que oulro qual-
quer, de ser ,-eluzido por escriptos igeendiarios, e
saberla muilo melhor discernir, e apreciar em sed.
valor as vas declamacSe de alguna denng gos a fuera
anima a ambii,o, ou o inere.-se. Nao ne es-ario
para excitar a sedicioem urna Paroquia maisqueum,
ou doos. leiio ey eseellis esto Vendidos ao partido
democrtico, plem lazcr muito maior mal, e.-co-
Iheudo passag'ni, e mom^rlysivoraveis a.ieusdezig-
nios, do que se cada iudividuo eslivesse em estado de
ler a ubi a intera. Se a edmato fos-e g^ral, dizum
I om fcb-ei vailor (3), nnlmno ho nem do 0ovo teri
por sm edmagio exelu-iva, breve de coudifcior en-
tre o povo.....O b*xo p >to Escoeez in fruido,
e obediente; elle le, c trabtlha. O baixo p.vo Ii-
andes iguovanie, sediciazo ;
halha. As escolas paioquies da.Eseoeia tero frito de
(1) Duelos.
(2) Eusaio sobre o principio da populacio, t. II,
p. 133.
(3) Viagem deura Franrezj IngUlina, por M. 8i-
moj?, t- II, P- 89.
otn tfospovos maia bar batos da Europa, o rmw exrm-
p>r q*i#;iilie. litdfpcodoitlemonle doaplfftido-
anunlo des ci stnae, que nio pode ser contcpfafco,
poja que a romnicUem c< m veaes.mas ci inaes na ftCs-
pai.ha, e na Italia, p*izes ondea cdliracao popurkir <
qua/^nenhume, do que i^aHoUado, e outrospsitVs
do or(avoinde cta i ap inlilligemia dtve lambem dlr aomer>adtfrv a'sr-
liata. UMlikhilo nVannliraiin. urna titiddo em seu
negocios, e urna uperioiidade emseu -efirb, qlo^o
nzo nao pode.d>r* Falla-se do feculo de Luiz XIV,
ras* u sen exempto no aqui app) cvel. N'esse lem-
po a multido dos miniaos da Religio, seus fxem-
plos, sups predican, scusbciuficios, erio para aspe-
quenas aldeas me ios de civilizacfo qiie desapparece-
rio, e rfuetraO se podem fter renas-fer. Compre ver
ascouzas laes quacs ellas sao: s< duvida. debaioWa
rtlaiao'da baibaridaile, e eU tinorancia, n povo aa
- .yoluifio uada devia. deixa" a dezejar aos inimigoi da
. ^Uicaicio popular; e esquece se o que elle fti. Asftn
cono o C^am-poflt r. polico dosFrancr zt-s da anligtli-
d-sdr?, e nao nrrBOignoranle que elle, seenfadoo tari-
bem deouvir clian ar julos os Aristideada reabsa.Y4)
exemplo dos- eriraea qcte estai! povo rorametfa? de-
vera ao-mmo ptrmillir o ensato deuma tdocarlo
ditTerelek (5)
(traduwkh de Pfly).

01
mi ii'
Pubiieaci pedido.
II
L[m. Sur. Uoulor Elias Coolho Cintra -Um rrque-
rinjeMlo que eo fizaS. Ee.,io5nr. Presidente, qaei
xando-rae de injusticas as mais escandalosas eom qoo
niui de propuMlo me lera atenuado era meu difvio
certo Empregado Pnb'ico, produzio o mesmissimb
ffFeitoqueseeu tocas-e com una oastaft n'umi casa dte
Mai ibondos com os quaes a natureza ouvesse prodiga-
lisado.asqualida/lieadoj Zangiurj sim, Illn. Snrj,
logo que aquello requerimeato aparseo iW do
dia, poseraS- se em Campo os amigos daqteHo Empre-
gado Publico, e como postados a qual mais calcara
sospesa Le, abusando das authoridsdes que indig-
namonle cxrcem, cada um tem fet o mais qWlhe
tfm sido pos*iveJ-para oppriirrir me, e espesiuhaH
me; Rodolfo Joa Barata d* Almeida\ Illm. Snr.W
d'entre estes quem muito seassignalou n'um aolo que
na qualidade de Fiscal do Bairr do Santo Antonio, ,
praticnu na larde do dia 9i do mes p. p. cuto acto
o que 6e!me*fe passo a expor a V, S.
Es'ando eu na referida tarde ultimando ama plani
tacaO d'Espinbo na frente d'um sitio qlie tenho criado
ao longo do aterro, e junto Ponte da PovoacaS dos
ATogados, appar^sieo-meaquelle Barata seguido do
seu Escrifao, edo do J .izo de paz (V*a que tambem
me consta star sendo exeicida pelo mesmo) com ma-
is urna, ou duas pessoas, e aproximando- e a mim
com semblante proprio d'um iracundo Snr. que vai re-
prebonder um seu Escravo, disse : Com que lieenca
est o Sur. plantando este espinho ? ao que d. res-
pond : Paraeu trabdlhar em propiiedade miuba, a
ninguem pie so p dir licenc'a. E enfafi tornoa elle;
o Snr. nao sabe que sem lieenca da Cmara nao se po-
de edificar em ras, estradas &c. &c. ? so que repli-
que : Eu na5 eslou edificando era ra', ou eitrada, "
mas .-im el tou fasendo urea plan tac5 na miaba pro-
pried.ide, o em diitancia da eordoacaS da ra braca e
meia.....a que fui eu inUrrompido pelo mu no di-
sendo*me: Nao quero saber disso; o Snr. na5 pedio
lieenca Cmara, e por tanto tem ultrapasado as ra-
as da legaldade, pelo que (virando se para um de
seus seqnases) arranque lulo; e volrendo-ae de novo
para mira, cuitinuou, e o Sur. fira multado. Illm.
Snr. entrego concideracio de V. S. o effeito qu
n'um tal confliclosen'iiia um homem sentimental, em
cuja conta eu me tenho S o respeito s Leis, t o
ter eu mais que perder -que aquelle Barata, er a
graadeconfianca que lanho na inleireireza de V. S.
pava na qualidade de Promotor Publico desafrontar-
ra-a par da-Le; so estas coBcideraces, digo, terilo
forca suficieute para conter-me, a, jvinto eom meu
E-cravos nao livrar por una vez a qaaiqaer indivi-
duo de meu prximo d'outro lio afronfoso esbullio
praticado por aqnelle pecimo Fuurcionario Publico.
Empero pois que V. S. im qualidade de digno Promo-
asisapB
(4) "A edtfbaco do povo era pes-ima em Atbenps,
ellaesisl a as roiosdoa escravos ou dos libertos. Pla-
tio se quena d'esla educaco em um dos seus dilogos
(Larlis) ; talvcz explique ella a ingratidio, e a li-
eenca dos Alheniensrs.
(5) A hi.-turia do povo de Dos ofF recemm exern-
pl. locante, e profundo da necr*id*d; da educaclo
geral, exemplo que podeiia oppftr as pessoas que, a-
cho a ignorancia nobro, epnetic: cada judeo em
obrigado a escrever urna vez em sua vida, liria *
ley lodo inicuo, e dos rtisduas vetes.
\'fi


f
ss

DlAkU* DE PftNAM-BVeO.
ss
Propriedade dos Cidados passifieos, t laboriosos
garantida pela Lei, e que eta nio dea* inpuoe quem
ousa violar lio Sagrado Direite. Rite allantado fui
presenciado nio pelas pessoas que na occasiio trau -
ilavii mU mm. tn.,u taitvh m por mu i tas que por
Ibes oonilar na Povoecio dos Afogados vierlo de pro-
posita ver-, pelo que fscillimo me juslifical-, para
qu oaTeresM especialmente para trateniimbes &c-
Sou Sc.
Antonio Silva dos Prazerea Pedros*.
AV1ZOS PARTICULARES.
O
Juiz de Paz do Terceiro De.tricto de Madre de
Deoa tdi publico, que se acha reooJhida a cideia des-
ta Cidade por sua-ordem urna preta de nomejoanna,
que diz ser escrava de Miguel de tal, morador oeste
Bai ro do Recite, masque nio sabe a ra, e nem casa
do seu aenbor.
W* Precisa-se deum Europeo de idade para tra-
balharem um sitio perto deste praca : a pessoa que
eetiver ne*tus circunstancias dii ija-se a ra do colle-
gio era casa de Joze Guacal ves de Fai a que I be dir
quem o pertende.
arja Precisa se alug-ir urna ama, liberta, ou ca-
tiva, que tenha bastante leite, e que teja parida de
pouco lempo, para criar um menino de 8 das : na
ra do Nogueira D. SO da parte do Sul.
jy O Sur. que pertende a armario de Botica, po-
de dirigir-te a 'Juio Ferreira da Cuaba na praca da
Boa vista.
fjy Faz as saber aos Subditos Britnicos renden-
tes em Pernantbuco qu* no dia -Segunda feira 31 do
oriente pelo ia io dia, tei- lugar no Consolado Bri-
tnico roa da Cruz e ajuntamenlo dos aohsciiptores
para os fint designados no acto Geo IV. cap. 87.
jy Quem annuncioo querer comprar meia do-
sis de cadeiras, um berco, e um biln'i, dirija-sea ra
da Gloria casa verde de tres portas defronte do sobra-
do de um andar que tcm lampiio.
%rjr Di-te 1 400^000 reis a premio de 2 por
acato ao mez com hypoteea especial- em algum predio
nesla cidade : -a quem Ibe convier este negocio anun-
cie sua morada para ser procurado.
%W A abaino assignada, teudo reeebido de Lait
de Miranda, um-Fica, ou ordem da quantia de 70$
reisem pagamento pastado por o Sar. M. Lino Mar-
tina de Souza, dactado de 3 de Janeiro do corrente
aneo, foi-lbe dito Fica, ou ordem detencaminhado,
moti vo,porque roga a quem o liverachado, o entre-
gue i abaixo assignada, que ser reeompencad* em
a loja de eera junto a Igreja do Tevco: adverte-se
mais que o pataador do subredito Fica j esta na in-
teligencia, de o nio pagar a outra pessoa, qual nio
seja abaixoaasignada
Marianna Joaquina Mort-ira da C.
%rjn- Luttkens&Comp, incumbidos da liquidacio
da sua antiga casa de J. H. de F. II. I.ulikens, pedem
a pessoa, que liver iim Bilhete d'Alfand.g da ultima
firma de Rs. 33$0?5 em piala para 1A de Maio de
1835 cmaeo poder, demndalo receber qnanto an-
tes.
%ry Precisa-te de um pequeo de i2 annos pa-
ra venda, e te for vortnguez milfaor : na venda *
Se da raa do Rozar io, se dir qoem precisa.
try O abaixo aasignado Administrador do Morga-
do, que instiiuio o Coronel Francisco* Berenguer de
Andrade, as trras de Paratibe de cima, Mirocira,
Bebiribe, e outras; onde se comprehendem os luga-
res Colonia de S.Amelia, Cutodia, &c faz scien-
te a todas at pessoas, tanto desta praca, como Tora
dellaque por ventara precizem tirar as ditas torras
qualquer porco de madeiraspara construccio d'obrss
publicas on particulares, varames, a moirss para
currae* de pescara, que ao annunciante se dtfverrS
primeiramente dirigir para este fin ; e que final-
mente proceder com o rigor da Lei 'contra lodos a-
qoelles, que sem legitima liecnca sua furtiva, ou pu-
blicamente -desiruirera as mallas do referido Morga-
do, cortando madeias, ou meamo faseodo cervoes, e
lenbas : teia sto eu nio praticado por quem arleira-
mente fingir persaadir-se que a Naci possue para all
algum terreno de voluto.
Por e>ta ocesriosd verte li-.bem aos Snrs. Juizes
de Paz de Paratibe, Bebiribe, Cica-forte &c, cu os
Destrielas comprehendio parte das trras em questio,
que nio admiti Conciliaco perante si pessoa al-
guma a ttulo de rendeiro, ou foreiro da annuncian-
te em qualquer duvida, que apparerer poasa sobre li-
mites ou cuuzas outras que raspeitem as niesmas tr-
ras, ce munida nzo for da competente e legal .pror-u-
racfo bastan le pelo annunciante outorguda; e istoa-
os de se evitar nulidades
Salvador CoeIho da Drumond e Albuqoerquo.
Precia se fallar w)m es Snrs. Pedro de Bi lo
a Vasconeellos, Jote Soares de Filgueira morador em
Jatob, eMsnoel da Vera Cros de Albuquerque U-
cha morador no Engenho Santo Estevso de Uuna,
Manoel Coneia l.ial, o Francisco Gulherme da Ro-
cha, ou a quem saas vetes fier, para negocios de se-
us interesses: annunciem seas moradas psi a seren
procurados.
%y TroeaS-se patai fies por cobre mareado : na
ra do ni xo do Neia D. a5.
jr^ Quero quiter tomar dois contos de reis a ju-
ros de um por cinto ao me*, sobre firmas; dirija-e
a ra do Martirios lado da Igreja em rasa de Ignacio
Joaqnimde Barros.
r* Adverte-se ao Sur. Inspector do 2.* Destrie
lo da Boa vista, baja de lancar ai suas visis sobre a
roa da Gloria para ondete mudou a pouco Mara Re-
fina do Csrnto ; do contrario ter a viznbanes da dita
ra de a ouvr, e sofrer, o que tem ou vido, e sofrido as
de outras d'nnde ella tem sabido corrida : esta adver-
tencia Ihe faz
, Unja por ella oftundide.
LOTERA.
Endem-seblhetes, aleas de nos lugares do costti-
me, na leja de Sor. Quaresma, roa da cadeia do Re-
cife: e pela extracefo, que tem tido os mesmot bi-
lhete*, e abundancia de prats, que ha ao raz, ju'ga-
se, que correr para o mes segninte.
NAVIOS A CARGA.
Para Genova.
lOrAhir impreterivelmente no dia 10 do prximo
Setembro, portera maior paite de sua carga prnmp-
ta, e muito veleiro, o bem conhecido Brigae Sardo
S. Jezee Fortuna, forrado eravilhado de cobre. Cap.
Simone Sardi: qnem no mesmo qoizer carregar di-
rija se ao dito Cap., 00 a* Escriptoi o do scu Joio
rinto de Lcmos.
COMPRAS.
(jMa fau terrea em Santo Antonia, eu Boa-viats,
nioolhando-se a isto preco algum : na ra dos Mar-
tirios lado da Igreja em casa de Ignacio Joaquim da
Barro*.
%W Ums carteira em m< io uto : na ra do Livra-
ment D. 14, ou annuucie.
f/y Vm bom prelo, qne seja sado, sem vieio al-
gum e proprio para todo o servico: na ra da cadeia
velha n. 58.
%jr Urna escrava de 16 a 25 annos de idade pou-
co mais ou menos, com habilidades, ou sem ellas, com
tanto que nio sejs viciosa : na ru* da Cabug primei-
ro andar do sobrado encarnado defrente da loja de
cera.
y& Urna escrava que nfo tenha vicio, a'gum
e que saiba engomar, cosinbar o diario de urna casa,
e lavar de sabio ; tendo estas habdidsdes*nio se ollia
a preco: na ra Direita D. 27 segundo andar
VENDAS.
Adi ilhoe de mor more : no Escriptorio de Juio
Pinto de Lemns.
/^ m preto de meia idade, (robusto) muito fi-
el, sem vicio, e proprio para todo servico : na ra ve-
lha n. 58.
*e^ U"> escravo muito bom cosinhero; com
principios de official de^sapatero : no armazem da
ra do Vigario n. i7.
jr^ 3 bandas j usadas, que servem para Ofuial:
na Tipografa da ra das Cruces se dir quem vende.
tr^ Um sitio cosa b a caca terrea, assoalhada, e
solio; dous viveiros, e algum arvoredo, na rovoa-
cio dos AflFogados, pertencente ao faileccidu Capillo
Mdtheus Vieira da Silva : fallar com o Herdcii o
Antonio Joaquim de Faria, no Botequim da praca, ou
ca casa de Viura Costa eV Filhos.
W* S,SU fino eadinha, e .evada a libra a 80
res, e arroba a i#92o, caiza de cha perolhadea
hbrat, e a'jofar de 13, dito hisson de i2 libras, e la-
tas de perolade 2 Ibras, e tamben a retalho, e maia
gneros por preco mu commodo: no armazem da ra
das cruzas D. 9.
*y m preto mosto rom ponts de b ,rla, bom
servente de pedreiio, cbon para lio por s.. muito
curioso, c at sabe bem podar pa*iej..t: na ra da
Sania crac D. 9,
3 tenis que lev! 180 cenadas cada um : sjgf
vend da oqnina da ra do Rosario D. 15.
1& Urna negra de angola, para Kngeho, ou fc-
ra da Provincia, de 18 20 annos ; doij ctties de ce-
xorros atravefsados; e erroz em casca a 2$24o reis
o alqueire da medida Velha ; na ra da Alegra i/*,,
brndo. ".
jCp Para Tora da Ierra um escravo moco para o
servico de campo, sem achaques : no palco do car-
ino no sobiado do Padre Cordeiro.
%r^ Superi. r b.laxa a 9^560 a arroba, a cobre
testa hsa, bolaxinha a 3&840, ptimo p0, barricas
def.nnbaa7#500, e meias ditata 4^)500rs.: na
rujDireila paUaria de Joio Frederico Abreu Reg.
. W*" Urna morada de rasa terrea cita no heeoeja
Bomba D. a, rom parte d metrial para s* levantar
adverte se que tiobem s troca por outra voltando-sc
o que for de raco: ne-ta Tipografa.
fjr^ Urna venda no atierro dos Affbgados, eom
poneos fundos, fica quazi def.onteda Caa do Escri-
bi Can pello : na mesm.
' %rn Urna cabra parida com dois cab.itos muito
bialeiteira: na ra da S. Goncalo, na Boa-vista \tU
direito D. 17,
PERDAU.
ItOr-A-iE a pessoa que na noile de Domingo pa-
r Segunda feira achou a tsbolta do Juis de Pas, do
2. Deatriclodo Colegio, que por mal segura julga-se
caber ia da veranda, ha ja de a mandar levar a raza da
meamo Juis, que ser generosamente recompensada.
HTi
FURTO.
. A noitc do dia 13 do corrente mez da Agosto fur-
tario do sitio de Joze Goncalves de Faria no logar
denominado Pina um cavado rusto pombo pequeo, a
capada, tem um Wco tirado ero urna orellia, bom
naceiro, furtapaceiro, em cima d'anca l M-e : quem delle souber e der noticia certa acra bvm
i-ecompeneado.
EStRA VOS FGIDOS.
IvXAnoel, Angola, alto, com urna marca da antiga si-
catiit sobre o arito do olho direito, pea pequruoi,as
juntas dot dedos grandes dos pi!s muito aaidas e por s-
su os dedos grandes mais unidas aos outros, olhos a-
vermelludog, e tem cravos no p direito; fugiraai
de Agosto do corrente anno, e quem o pegar peder
lvalo oatterro da Boa-vista D. 9, que seta; recon-
pencado da seo tra baldo.
%W Amonio, com apelido da congregado, naci
Congo, estatura b.n'xa, corpo regular, uns careos uo
rosto de um e ouiro lado, que reprsenla banuges,
pouca barba, idade 30 e tantos annos, aojo escravo
venda pao diariamente, e fugio no dia 10 do corrente
levando 7J)560 de pi, com camisa e tiroula de al-
godocinho, ha alguna noticia que fui encontrado
em certa parta rom o Sur... que por modestia nio *
diz, e roga-se que por obcequioo mande trazer por
|ualquer pessoa, ou quem oeueontrar que seigrati-
icado com 50^ res.
NOTICIAS MARTIMAS.
Tobos das mares cheuts mo Pwl* dm Ptrnambuem
m
1Segunda 5 h. 18 m.
2T:' 5 0a
3Q:----- 6 54 a
4Q:----- ? .. 4} iManbi.
5S; 8 50 1
Q 6S;----- g 9 18 a
7D: J 10 6
Navio entrado no dio 23.
PaRAHIBA ; 6 diat; Hiele Conceicio do P.llsr,
M. Manoel Falcao : familia de trigo : so mesmo M.
Ton. 22.
Navio sakido no dio**-
BoSTON B. Amr. CeyU, Op. T. M. Welch i
a.-Si:car.
t.< n_______________________
" PcrOTna Typ. do Diario 1835


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