Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02937


This item is only available as the following downloads:


Full Text
f
_ -_
m
SO K AGOSTO.
NNO DE 1835. QUINTA FKiftA

DIARIO DE PERIVAMBUCO.
Lif:
Puma mije, stTir, ml'niin r I-'aiih- 18 JA-

DAS da sem ana.
(7 Sepinta mlj M- And. do* J. do f. de sn. i de 1. sos.
de T. P. CI. do t.
ti Terca S- CUrm de Monte F. Rol. de o' aud d J de O. de t.
19 QMrte >. Lula B. P. seao T- Pab.
M Qeint S. Bernardo Ab. Re de *.. ad. da i*\?. do G. de
m- e de t.
ti Sexta S. Joanoa ErancLe* ewao da T. P, de m. e aad. do J.
fffl labhadu. Jejum S. Themoteo- Relacao de m. e red. do Y. H.
de t. cm Olioda. Liia ch-a I h. e 10 m. da t.
S Domingo O 5a-rado CoraCaS de Maria "sS.
Tedo ajora depende de no mesmo, ca nnssn prudencia, raodi-
raijSo, e eoerjfin: contiiineuiu come principiamos, e teremot a-
puurudu-c*m admiraqao cutre a Naques uiai cullai.
Proelanitfi da Jiiimblt 0roi i BrmtH
abereve-e a 1000 r. menae pa?o adiantadn aetta Trpojjra-
fla. e na Praca da Independencia N -17 e 33 ; onde o receben)
eorr*pondencia !ejsliadas, e anm aj <; inoerindo-ee estes fra-
ti toado do pruprio*aig-nante, e >iudo assig-nados.
ssiBE^ast^we.ssas^&w^^.?.^
Continuado Jo N. muteeedente.
^^Uem ni derar a l>b rdade, e o espirito de igualdade da Grecia
a <'e Roma ? Sem embargo, quando contemplamos o
genero humano dividido ein duas Cala* iniiniea< de
bomeni q-ae gos.sb, edehomens que padrcefn, vol-
Ttmoi, como para consolar nos, a vita para aquelles
dom l'uvos antigs ; e vemos que em Esparta huma
aristotraria de 30 mil nobres tioha debaixo de hum
jugo h<>rro:oso 200 m escravos : que para impedir
a demasiada prop>gac5 daquelia e-pecie de negror,
os Laced*-monios ia de noile a caja dos Elotes, como
am husca de animaes feroses. para dealrui-los: que
em Aleas, no Sancluario da liberdade, liaviaS 4 es-
cravos por bnra liomem liCej que nao exislia humi
so caa, onde aquelles pretendidos Demcratas nao
xeicrssem o rgimen desptico dos antigos colonos da
America, com huma rreeldude digna ds tranos :
que de 4 milhrs de hometr, que deveraS povoar a
miga Grecia, mais de 3 milhSes era8 esrravos : que
s designaldade poltica o civil, era o dogma dos Poios,
e do Legisladores \ que se achara ron-agrado por Ly-
vorgo e por Soln, pt ofensa do por Aristteles, pelo
divino Plstio, pelos Generara a Embaixadore* de A-
laoa, Espaita e Roma, os qtiaes em Polibio, Tito Li-
sio, e Turi ltdrs fa'io, como si fossem Eru'iaixado-
res de Aiila oude Trhingiskm.
Em Roma t. 8'>. m veinara os meamos cnslumes nos
que se chamarlo bellos lempos da Rcpub'ica.; ali o
marido venda sua mo'.her, o Pae venda seo filio : o
escravo ns era pess> a : o de vedo r insolvente era re-
dusido a s-rridao, e as leis aulori>avs5 q hum ho-
inrm li> re se despojaste seu arbitrio doimprescr:pt-
tl! e itialicnavel direilo da liberdade. Quando se
txaininad .-aog'ie fri estes barbaros costumes, ess> s
citalielecimeiilos de Gecis e de Roma, perde-se a
ilusa que faz olbar com respeiio pura l<5 injustosgo-
veinos, e nos sentimos inclinados ..bracsr o parecer
de hum filosofo moderno, que os contempla como mui
senielhantes ao dos Mamelucos do Egipto su do Dey de
Argel; e ci que u. 8 falla sos antigos Gregos e Roma
nos U5 famigerados, inais do que o nome de H .n ou de Vndalos para serem hum rerda'deiro r. trato
de todos os caracteres, que di.-lirignem as na<,8rsfero-
es da meia idade.
A Comliluico5 Bol viana, sanrionaudo a liberdade
dos escrcivos, tucou o comp'emenio dos direitos n* ti-
ra es, civis e polticos do boinem ; estab-.-lece de fa-
ca o o santo dogma da igutldade. Seo autor fo o pri-
fteird que. renlindo dentro d'alms a forca dest prin-
cipio, emancipou em ham > die meis de tresentos
ejeravos de sus propriedade ; exemplo i< rm de hum valor menso para as geraces futuras,
tnicas que poderlo avalia-lo iuiparcial.nenie. En-
freUnto esse homem singular, o primeirn que pra-
ficameate sjnt ionou e grande dogma da liberdide ci-
vil, F. i viitma das inj utas invectivas de seuscompa-
triotas, esurpeilado de atentar oon'ra a liberdade po-
ltica ; o liomem que na Europa litera, sido o Campi-
lo da liberdade, morreo na America tachado de tire-
ia. Tal he a cotibequencia de todas as anomala,
que boje se esta vendo no novo mundo ; aspiramos
Subir ao cume do monte deooro, engendramos abor-
dos cada momento, e cercados de esCraeos quere-
mos o Snb'iina da liberdade ; menteeaploa Na6
pode batvr poif.4tal!hejrdad plica sem a civil e
religiosa ; si aspiramos a huma, como detestaremos
asoulras? De qualquer msneira que se encarem as
coma*, o direilo de hnm homem sobre a liberdader
individual de outro he irrito, ns8 16 porque he in-
j isto, sena8 poique he absurdo e carece de significa-
e6. Estas palavrasescrsvida8 e diroilo sa5 contra-
dictorias, ese exelnem mutuamente.
E ahi huma qtiesla8 impolitica que na8 deeia to-
car-se na Amerita, dir algum visionario liberal; ou-
tro me tachar de cerebro exaltado, e de novador
pedante; ;tqu'lie me jnlg ir subversivo, este delin-
quenle e perignso ; em fin cada hum me classificar
do modo mais conforme as suas ideas, e todos se enga-
naraS. Crer queeiisle hum ente racional, que na8
sinta o peso da escravfSaS. que n8 veja cada passo
o latego do dono levantado, e que. na8 cont diaria-
mente os fuiis da cadeia que suporta ; querer que o
coraca do eKravo na6 tinta o injusto do cativeiro, e
que seos olhos na8 vej*8 a diferonca, que existe, entre
seres da mesma especie, hnnsquegosaS, e oulrosqne
consunemenlesofrem ; he na verdade o cumulo do
delirio, da mais crassa insensatx. DmWsoI-o, por
que elles o sabem e sentem mais que nos ; porque
pensamos unicam nle, em tanto que elles experimen
ta8 tedo o peso destas verdades; e q tando nosempe-
uhamo-i em demonstral as, na8 he paraexritar a pra-
tica qOasi impossivel por muitosannos de aemelhan-
les doutrina, massim pra faser sentir, quaS contra-
dictorio he em moral, o bello ideal da liberdade polti-
ca sem a liberdade civil.
Devemos faser huma declararlo, visto que deseja
mos ser entendidos por todos os nossos compatriotas
doqualquerclasseou cot,dics8 que seja8. Quando
otamos a contradireaS manifesta entre as patarra*
escravo e direito, sponos aquelle direito unirersa',
que he fundado ou emanado do principio de justiga
eterna, reeonhecido por lodosos Pt.vosdo mundo, e
sancionado pela moral crisll; porem de>gracadam*n-
le existe entre os homens outro direito chamado de
convenci, que est fundado na mxima Fdz aosou-
troso que elles te fiserem. Desie direito nasce o de-
minio pida Forca, que tambem se cbamou direito;
por consequenela o cativeiro, o despojo, odiieilode
vida .e de morte sobre o prisioneiro, as presas no alto
mar, &c fice, constituem o que se chsm.i direito da
gu. rra.
Este principio inconcusso, Ia6 injusto em sua ori-
gem, como exactamente observado pelas Nacoes ci-
vilisdss, s se diFerenceia hoje pelo direilo de redutir
cativeiro o vencido, que Foi abolido como irrito e
chocante. Sem embargo, a presa he ou na8 proprie-
dade legal ? nos persuadimos que sim ; logo em qui-
to a ley autorisava comprar os prisioneiros, que as
Nae8es belicosas fasia& entre i na Costa d' A frica, o
escravo que custeu o meo dinheiro, he minha propri-
edade e nenhum poder humano deve privar-me do
que jucamente me pertenre, sem cometer hum gran-
de crime, sem alentar contra o direito de proprieda-
de que he asegunda garantia social. Por conse-
cuencia adiamos lio njuola a escravidaS considerada
emsime^ma, como legitimo o dominio, considerado
como direito de propriedade, emquanto a ley o per-
mita. \> ,ji
De ludo q tanto temos dito, pod< remos deduer Uu-
as cousas: 1.* q? eminripaciS dos escravos, ou
a liberdade civil na America hede impossibilidadearw
soluta loe asmes, prineipalmeaste ne> rassl :
PARTIDAS DOS C0RRE10S.
OliodaTodos os diaaao meio dia.
Goiana. Alhandra, Paniba, Villa d^Tonde. Mananpiapo. Ri-
lar, Real de S. Joo, Hrejo d'Areia, Raiuha, Pnmbal. KV '
Souza, Cidadi- do Natal, Villa de Goiaonlnha, e Noa da Prinee
za: Cidade da Fortaleza, Villas do Anuirs, Monte mor nove
Aracaty Cascavcl, Canind", Grania. Imperatrs, S. Bernardo,
S. Joio'do Principe, Sobrar. Novad*ElRev, Ico, S. M athcisa, !
acho do sangue, Santo Antonio do Jardini, Qnexeramobim, o Pa*-
nailia- Secunda e Sexta feiras ao meio dia.
Santo AotioToda as quartae feira ao naci dia.
Garanhuns, o Bonito no dia 9 e t do mex ao meio da
Flores no dia 13 de cada mex ao meio dia.
Sennhaem, Rio Formozo, e Liiuciras- Secundas, Qoartaa,
extas feiras ao meio dia.
2.* que sem a liberdade civil nao pdennos asphal-
eo complemento da liberdade poltica. O Uiasil, na-
ca agrcola, "lijos capitaes eta8 redolidos trras
el escravos, funda a sus existencia actual $a sua iu*
dustria rural; por conseq^iencia, a prosperidad, o
bem estar, a vida mesma da Sociedade dependa dos
escravos ; o seu numero he inu-neo*, seo valor assom-
broso ; s penas ha ver hum homem livre, que na6 pos*
sa considerar-se senher de dous calivos. A. liberda-
de civil seria po^s s morte poltica do Brasil, seria o
slsque mais pernicioso contra a propriedade; sen*
finalmente a destrui?a8 do Eldo. Agora pergun*
tamos e hum Povo que funda a sua existencia sobra
base lao incerta de direito e de justica, pode, sem te
mor de precipitar se em hum abismo, invocar em seu
auxilio as teoras deoutros Povos mais falises, dola-
dos de melhores elementos? He acaso em hum paix,
onde os Cidadios revistera todos os meios legaes de
destruir oflgello da eicravidaS, onde as leis sao^ina-
ficazes para minorar o mal que nos aflige, onda ludo
eonspira eperpetuar a miseria da nossa posica6 soci-
al, que se inculcad principios de huma liberdade sem
ficio, dehumt ncenca popular,^e huma perfeila
democracia ? Hio, nao eremos que possa haver boa
f em quem alimenta semelhantis pe tenebes.
Qual oulro Povo existe, que possa servir-noa da
exemplo ? Os Estados-Unidos que a penas contad ho-
je 1/6 da sua popula^a em cativeiro, ou qualquer
das Repblicas Sul-amei ranas, cuj propoica he
infinitamente menor ? Os Estados-Uidos, cujos 5/6
sio perfeilamenle homogneos, sem msela de clas-
sesdistinctascom direitos reclamar, sem America-
nos do 4., sem hum mulato ou negro armado, sera
"IogU-zes as Cmaras legislativas, sem Padres que in-
vadi o dominio temporal? O que somos nos outios?
O corscaS se nos parle ao oneebermos a li ile idas da
retratar-nos, porque em fim somos Braaileiroa po-
rem resUtindo todas asafeccesdoamor proprio fe
rido, vamos pintar-nos como somos } dis>equemoa
a nossa popuIacaS, o vejamos por dentro a sua contex-
tura orgnica, as entranhas deate monslro, que na*
pe tence eapecie alguma do mundo conhecido.
Continumr-se d.
GOVERNO i>a PROVNHA.
s
Espediente d dia 17.
^ENdoapveientadajuaTheioururia deeta Pifmet
a letra inclusa sacada por lote Joaquina da Ahnaida
Coroinissario de Vi teres em Limetas, o Iospector
duvdou mandal-s pagar, nab por na tu'"*
tcada por V^ S., como por die pa-ecer a firsaa de-
ferente d'aquella que uxa o rtfeiido c^nmiesarTi
sccres^endo simia ser o avito deregido ao Vija Pra-
xidente Vicente Thoros Pires de Figueredo Casvar-
go em dais de n de Abril, tendo lia estrado esnex-
ercicio da Vice Peiidencia no dia ri d'aquella met,
e impossivel era que no dia mmediato chegasse **-
noticia em Liraeiras; circunstanea que iorB*>is
duvidoss a veracidade da letra. Cumprc pois ejue
V. S, me informe a respailo, examinando t lres,
eassenlos do cominissariado.
Dos Guardes V. S. Palacio do rsoverda T*tt
MMbuoo 17 de Age:te de IM5. -Vraae*.fw de Ito
MUTILADO


DIARIO
DE PFnrsAMDUCO.

U Cmaleanli d'Albuquerquo. Sr. Joaquim Juze
Lu'. ( comandante em Cluft.
fnn lio a Vh. o cilicio incluso (!< Ju'z de
do Rio FormczO romparinado
dcon'ro do Juiz de Paz de 6 Dfsti' lo dt S> i inkaom,
pait crptico, qw no da S8 w Julho ltmctif*ia no
i o<> de Gammas urna Entuna carreada de Afi ca-
noa, que desembarcan, < f<>a condu7dos para
Frgueria de Ipojura, a fin de que nvlide proceder
a este rcsperto era ronfoimidade a J.e;.
Dos Guarde fe^ig^ Ptilatiojji (PMTnM^^Mf**
nambuco i 71! In de i83i. -- Ffnci*^|kde
Paula Cavara n% ^e 'Alhuqnei que. -- Se Jufl de
Di'cilo Jaquin Nurirs Mochado.
Notn 1o fm v(0ude da aurt ri.-ac;-5, qur tive
\vizo Je 1 i de Marco prximo passafkfc exped
' Sec etar^de Fs'ado dos Negocios do Impe-
rio a Joa Mara de Albuquerque Oliveira Guarda
Bandeira da lie par lie 6 da Saude paia que no acto
das visitas de s-ande a.sfcnbaicacoejwq e enlraS ncsle
Porto receba afrailas e cartas avuisas, que osC'pi-
Uensou M.Mres trouxerrm as entregar nonvsmo
dia a Adinini-tiiico do Correio. E renee' por es-
te trabJho a fcialtficacno de dez mil res mensaes que
IbeseraS pago? pejo referida Adniini-lroca do Cor-
reio ondee-la se^gisiai, e na Thezonraria.
por Ai
<*n p?t
Palacio do Governo de Pern.imburo i7 de Agoslo
de 1835. Cavalranli.
Oli. o Ao Coronel Chefe da Lega<5 de S.
Anta. rprovando o egulamen'o que aprezenlou
para o ser v ico 1 rdinario da mesma Legao.
- Ao Juiz do Por. do 1. Desiricto da Villa '!. S.
Anlaopara por a desposicao do'rspedivo Juiz de
BireiolaG. N, para polica rem, re^pondendo se
dWa soilcao sen otficio, ed zendo fellc que o G -
ernnespea qoe o mesmo *oit seja nuis ex.ctono
cum primen lo de seusdevprrs.
Ao CoTnmnrUanfe das Armas, d'zencio-lhe que
Gp%eroo leu o oTk' do Commandante em Chef,
expendo vearios Santos, o qrial offki vai ser publicado pela
Inipi easa.
Ao mesmo, dizendo-lhe que a vista do que res-
padeu Juiz de Direito olCommarca, julga o Go-
?erneita ler lugai-a iu>meaca& de outro Auditor de
Guerra, como o m-saio Commandaute das Arma
pronos.
A' Cmara da Villa de S. Ante6, autborisan-
d^-anara organizar um Esquadr;-6 de Cavallariade
' rorlaria Nomee-ndoem vrlnde do Art. 2o.
da L(f i'rovincial de iOde fundo o Tenenfre Corone I
Amaro Francisco de Monra Administrador Fiscal das
Obras Publicas r.lagf rovifici, cora os vencinnntos
#rr*!ponuVnt*6 TVuenle Coronel de Etgenheiros
em dcligeticin activa.
. *v> Oifieio Ao Tenente corone! A. F. di Mw-
ra pava torasr posse da Adm*iis!raca8 para que foi
awnreadp.
* Ao 2. Tenente Joaquim Ignacio de Carva-
Iho Inap olor Inteiioo das olrraa Publicas para entre-
^r esta Insrecloria ao Teaettte Coronel A. F. de
M.
- Ao Ltspectorda Thezouraria, commnnicando-
ikt a nomea.. do Temufe Coronel A. F. ile M r, de q-;e ?rictam as (tecas preced-n'e^
fc poi taria Aotboris-ndo o .Tenetiie coronal
4>anscJ8CO da Roc4itf>Pes IJarMo enarregado de des-
^rkii o Quitorubo do cauc para-reqa W8 cf*e preciiar, tanto de -coiss, cerno de pissoas
aa JoiceadePar, e ai cbef(s, e Commaudanles das
fi. N.
-- Offi. io Ao Inspector da Therrnraiia para
entregar ao Alferetr Raimundo de Soma Lobo Qmr-
tel Mealte nomejdo das Forcas em pregadas na ex-
tiuca do Quilombo'do "Catnr o valor dos Solos, e
Gtaips qt:q as mosmas venceivm, devendo adiantar
algs.in Quarlel Meslre.
Poilaria-- Ao commandanle Grral do c-rpo
Policial para mandar aprezentar ao Tenente Cotw-
ntl Paes B^tT-cto 2 ordenancas dacavallaria.
Officio Ao CoTanfeihtonte das Armas, com-
*rrM#ado Ihe o contheiido da precedente Portara.
Ao-niearno, nulhoHsandoo para augmentar a
gnarniea da Fortaleza do Brum com rhais dez pra-
;as em quanto all exislirem prezo^de Jut9n.
m Dio 8. 1
- i*a-~X) oftico iocluso do Juiz 4e Faz da Villa de
Flores be unta ora qu i xa, e aecuzacao dos actos'l-
.?e^ac, e rrimiasos practicados pelo Juiz de Direito
d'aqwella (Jommarca AnIonio de Serqtfeira Carvalho
>iti%Co'ntra o qual bei mandado pg|oeder. V. Rt.
ajjanlhr esta peca as outrasqiie fhWltnho rmettido
pt1*a(ormr**-lheacolp,i ; e fique na inteligencia
de que bt i ordenado qucaqnelle fuiz e recoilia a es-
ftrtajii!*.",flP
*^Mk Guarde a,T. E*. Palacio do GoteSho de f>r-
c.ri
nnir.buro 18 de AgC;to de i835. -- Francisco de 1
P;tnla 'avalranti de AHuqueique. -- Illm. eExm. i as propriedades do seu DistriclQ, qJieeaU-por.nu-
Sr. P'< zidente da Re'
Foi prw#|c a esta Presidencia oten ofTirio de
29 do pascado Julho quixando-se das violencias prati-
oVSprijiu-ira. e porque igual r via sido dirigida pela respectiva Can-ara Municipal re
solvi manda;-rerolher a esta Capital ese Juiz, e or-
dene! ao Juiz Municipal para ahi nomea'o. que se-
nmit iwrdintamate. Ootro sim rnandei formar
ul|)M*o mencionado Jniz de Direito. S me reata
re obiim ndar-lhe toda a moderaci no em prego dos
meios, que a Le i tem po.to a sua disposic-o para man
ter a paz e Iranquilidade publica, tendo o maior cui-
dado em qe se ella n>6 altere; admoestando aos
Povos que se ach. 6 em commocao pro, 011 contra o
Juiz de Direito que se tranquilisem. rnidem des seus
traba'hos e comercio, ediixpm a Presidencia vellar
sobre o hem estar de todos, dos quaes um momen-
to se naoesquece.
Dees Guarde a V. Me. Pa'ano do Governo de P< r-
nambuco 18 de Agoslo de 1835Francisco de Paula
Cavalcant: de Albuquerque Sur. Juiz de Paz de
Flores J.-ze Anton'o Pereia.
O Piezidente da Riovincia aulhorisaao Sr. Te-
nrnle Coronel de Eugenlieiros Fermino Herculano de
Moroes Ancora, para fazer o necessario reparo e
concert na caza do Zumbi, demaneira que fique
com a necesaria s* gnranca para se nella r< colbrrem
os piezes de juslica condi mnados a trabalhos publi-
c<*8, e aquelles presos, que voluntariamente se qui-
gipm empiegar em taes trblhos mediante alguma
gratificacao. E fac no mesmo lugar hum telheiro
p.ra osde mais traba I ha drese serventes.
Palacio do Governo de Pe namburo 18 de Agosto
de (835. C'Valcanti.
-- Officio Ao Tenente Coronel Enganheiro F
H. de M. A. p;tra faz* r proceder a obra do trapixe
doA'godao, segundo O plano que elle aprezent'ii,
assim como pira construir um caes junto' no mesmo
trapixe, principiando do da A'fn lega das Fazendas
conforme o outro plano.
Ao Inspector da TheZouraria ccmmnnicando-
Ihe o coiitheudo do precedente officio, a fim do pres-
tar o que for mister para a obra n'elle rdi mnad^.
Ao Tei ente Coronel Engerido'ro F. I!. deM.
A. para mand n fi^er dude j na estrida do Mangui-
nhe junto 00 Dezemhargador Macel Monteiro o re-
paro provisorio queendicou em quanto dura o inver-
n; proredendo lego aooisamento e plano da obra
que necessila. para sopor ero arremataclo, e ler co-
ro eco na entrada do verio.
Ao Juiz de Direito do Ro Formoro, dizend-
lhe: que no Cdigo oVfVoflaVtn, en<-s Decretos de
29deM&rco, 6dpMaio, e 15 deO-.iluliro de i833
esto bem iruircadas as attibu-coeni dos Jair.es de Di-
reito Chefes dp Polica; e que por tanto, recommen-
dando He a leilura d.-sta i.ecjslacSo, tem o Governo
re*poodido ao seu 1 Hieio de 1 1 do corrent", no qoal
exige esclarecimentos a respeito de sua auc'toridade. e
jrthsdicfo.
DIVERCA5 REPARTCOENS.
CMARA Mt'NlCIPXL DO RECIFK.
SessaS em 4 de Mato.
Presidencia doSnr. Oliveira.
c
lOuparec r6 os 8w. Costa, Doarmond, Si'va,
Cunhx, filiando com rauta os mai- Srs.
Ab-rta a sessaS, e lida a acta da antecedente foi
saoccion^d/i por f.-iar conform.
O SiTilario dando cnta do expi diente mencio-
non of segi^in^e^ Offici >s:
UumdoExm. Vice Pies-denle para que se llie
remtese huma relacao das ptssoas empregadas na
InspecaS da Saude conl.-ndo os nomes de caila boma
de Has, os s.-os vencimentos, e eropi-fgns as dictas de
seas provimenlose por onde expedidos, declarando
todas as despezas que se fas com a referida Iuspe-rca:
que se pedisse dita inlbnnacaS do Provedor da Saude
aquemse Ihe enviase Copia do Officio do E\m.
Vue Presidente.
Oitro do mesmo para que se despeita zes de Paz no compritnento deses devere-" pelo que
di 1 respeito p qiwbfi.acaS dos Guardas Nacionaes
que se Oficiassfta re-peito a todor os Juizes de Paz
dos primeiro* D.slrictos.
Outro do Fiscal dos Anegados pedin lose llie man-
dase pagara dispeza feila com a lmpeza da ponte da
dita Povoaca qro-imporloo na quantia dc5:iaOrs.
que se passjf mandado para ser pige.
Outro do Fiscal do Rocifife pedindoae Ihe mandasse
pagar 3:a80 rs. da limp-za da ponte* do dito Biirro
qiiese p ssas-e mandado para ser p*g<7.
OulrodoJuis de Paz do Pilar pedindo a approra-
6 de Bsriiv.. que inteiifiaraenteest servind.. ron
elle, e que se Ihe dissesseqiirm devia por os numeii
as propriedades do seu Distrclo, qjie eaUopor nu
me' ar: que para ser m as caras numeradas ricen e se
uiai
1
ar.ia; e quanto ao n.ais
ao Inspector da Tbezo
teirada.
^slvo e'o Fisr.! da g^a, ,
paraT Assougue dp Ou\ 10T que os mandasMfj-
yerepnrno lug-r coi..,,* rite tndo cuidado qnc
rarneseja serrada e nao p/f^da.
Outro do-Juiz/le faz actual de Ben fin p. im a,,e
se rlurtniase*nrm qM e%- pofep entregar',
vara por ler^Be mudar-Fdo Destriclo que: a'n,fi
largos erm q,uartlo se \h$ rui6 ap-e/.enls-,e algaeni
cpir,pet''nlemenle autbnrizado para runber a vara
que se chama-se a quem por a oidem da votac^^e-.
vase ser.
Onlro do Cnefe de Polica marcando o dia 24 do
corren le para a insta!ac.5 da SHMS extraordinaria
do Jury de Senteoca e logo por -e atay prezentfeo
Piomotor publico, se fez a extrca5 xlis aessantase-
-dolas que com o Edital convidando-se as ptssoas rrel-
las indicadas se mandou pnb'icar e lemetler conus
aos Juizes de Paz do Termo para fazerem na compe-
trilles avisos.
Foi approvado opaiecenda commissr.encarreaa-
da doegame do- precos das agoa ardentes do cdltsu-
mo do raz; e em consequencia a Cauora taxoun
precode quatro centoa res por caada aumente para
servirde baze a exacca dos diieilos ele vinte pn-
cenlo ese mandn publicar edital poro Diario e par-
tecipor a Thezourarai ia da Provincia.
Tendo c mpa'reido o Aervogad Frahf*cb de Pan-
la Gomes dosSanloa para prestar o Juramento drfqV
go de Juiz deO'ftos puTi que liaa efvita fm Iua4'j0
Dontor Francisco Xavier ^ere ira de Brito hora im-
pedido suciiou-se a dnvla d nv6 devpr elle servir'
dito raxgoporsor Juiz de paz do 1. -auno e 4.*
De.'frirTo do Sacramento de.-te Bainoj e nao poder z-
comular o cargo de Juiz de Orfaosao di Juiz de P
e depois de huma pequea discticafi julgada a mate-
ria suficiHte*iente dbatida, poz-s a votnc.6 e
veTjreo-St' que elle i'na'6 poda ter sido eleito, e q'Qa
na6 podia tomar posse^ pelo que retirou-se o dito Sr.
-Aelvogado Francisco de Paula, e fazendo a Cmara
outra eleica-5 sh'o eleito para o refei ido, o Sr. Jacinto
Mentira Severiano da Cunda, o qual estando presen-
te presin logo fu rmenlo e lomou posse tendo para
se Ihe conferir a posse e Juramento sendo chamado
os Srs. Vereadores GusmaSe Souza, que est3V6'no
Jurado, os qnas ts6 bem asstgnara o seu Diploma, e
se relirara, e por ser dada a hora alevantou-sea
Sess;6. E Joze Tavares Cromes da Fonccca, Se-
cretario a escreti. -- Oliveira', P. -- Drumond --
Soiita Silva GnsmaS.
CMARA MUNICIPAL riVLINpA,
li.* SessaS ordinaria de 27 de Fevcreiro de i855.
Piezidencu do Sr. Peixola.
<^BErta a SessaS compairerao os Srs. Dout-rCha-
gns; Fan'as, Serpa, Ferreira, Azevedo, faltando com
caftTfo os Srs. Oliveira, Passo-, 'e Costa.
OSecretai io dandei corita do Expediente mencio-
non um < mcio do E\m. Presidente pnrlicipatido ter
re*unida a'compaihi.t de G. N. dos Aflictos para for-
mar um Batlhh com as 3 companhaa ea Poqo a fim
de Se marcar parada geral do Batalha" ir.teradj :
reznlveii nomiar O piteo da c.tpella.da caa F'uite, e
que se olnYitsse ao Governo participando dfU rrzofu-
C.<5, o ao Juiz de Paz.
O'utro officio domein-o Exm. Prtzidenle partici-
pando ter criado no IVitalh6 desta Cidde, eodo
Poco, urna LegidS de G. N e para son thee a
Francisco Anleinie d.-Souta Lcn6 : intirada.
Outro rfficio do Major Commandante das conipa-
nhias do* Guardas Nacionaes do P^-co requizilnndo
mudanca da parada dtf segunda Companhia para o
pateo da Capella do Monteiro, visto s-r rrrais cmodo
ao- Guardas: Cmara rezolteu a favor da requizi-
o, eqneseoflictasseao dil-o Commandante.
Outro officio do C'rdadaS Joa5 BapfistaWartguinlio,
requintando exe*uza de Juiz de Paz Suplente, vito
preferir ao posto e*i rpe ttava do OKril de G. N?J
e remiro i.if o de Juiz de Paz: ifiteirada, e rezolveu
croe se hoUv? per excuao, e qiie sechamasse o medi-
ato em votos que era > CapilaS Francisco Xavier de
Mendonca Pessoa, pira tomar posse e juramento.
Outro ffir-odo Re Verendo Corfego rrancisco An-
tonio Mendes Gui'jaft, participando n5 poiltr pres-
tar juramento para Soplentede Juiz dol.c Distrito
da S por se a chai* deente como pro va va o alte,atado
do Facultativo pelo que o huvtjraS por excur"o; e quB
se chamare o Imediio qneera -So. 5 Pai l> Ferrra
nira'a primeira Sess. 5.
OflDEM Do DA.
Com assistenciado Piomotor se reeoiherao na or-
itH as Sedulas para os Jufados conforme i. puracaS da



,

DIARIO DE PERNAMBUCO
1


mstn^eral ra este crrante anuo, tudoiomo
fr,lern IlouveraG vavios reqrimrntos
,e Mri i- a ora o Sr.t P. houve a Seesa&
Mr flxtff'a, assiro cuma a uvgzenle bessa ordinaria,
|P fia este Termo e*B que a signar-C. ETi Mantel d;i
i^Mta^Silveife.-^atreJfcBM. Cmara a efeirevi.
Pfi*uW,'Pi'ead't auY Chagas Faria
Afttedo- Serpa. S
MEZA DAS DIVERSAS* RENDAS.
A parta he a mrsma do N.9 K>0.
feOKlElO. .
*

(5
v.Uuio fcidd'deque heCoiif mandante, 3o Ma-
iiy%>gi'i"Ai para o Ai-arar uoj|ia30 do rrent*.
* *% mAm
CORRESPONDENCIAS
j^Nbs. Redactores. Seqnirs-e fazer alarde de
sabixS", que 1'o.H occa/.iao nao teria eu de citar todos
08 publicista, que tem escrito sobre a ptoleccio levi-
da ao ccmmerciu Pi oleecio, que- lata longe dc-pre-
idicar lifttea b fiscal sco, Ihe hefav ravel, e aug-
menta n .-omrti dos t-cndi tientos mcionaes e propne-
d.ide publica tm pMpuroio daexti nsio das lianeacoei
commercaes. fWttai *stW trnsoc5 s sem transgre-
dir o que reclama huma boa administracio, eis o de-
ver d'hum empiegdo publico amante de .'eu pife.
Ej'as retlexSe, Shrs. Redactores,- tomao sta fon-
te ni ?arios fados acontecidos n'Alfandega d'esla pro-
vincia ; e passando a analisar alguns dos mai- notav-eis,
creio que sirvo o paiz eoa lucsmos eropregado, mos-
trando-Ibes eiro em que lahoiio. Vamos adianle.
i. Opoito le Per poro buco, collocado por 8.
4' 7" L. s. e 3;.0 la. 5q" L. O. he de todos, q
i'
lint
CS
ra-.ios, ? diiig'rem >c, segundo estas, para o norte 011
Su!, oh ficue m *e o pn co de seus carregami ntog nao
f.r inferior 00 dos oulr. poitcs. Por isso Pernam-
buco tinha-se tornado a pie h r prac_

comincicia
1 du
Brazil e oceiilro das tspn ulates. F<> p'is coni sen-
si* el priar, que sube da denegacio lera pelo Inspec-
tor In'eiino d'Alfaudega, ao Capilo do Brigue hfglez
G. A.t.H7, 3.?:
Mesroo depois da visita de enlrada al" a de dts-
,. carga, nao (feixar entrar na embarcaco pessoa al-
n guia sem licenca por escn'plo do Inspector d*AI-
h landega : esta liceirca .' ser concedida nos humos
cazos: 1. de precisaren! os compradores rborVo
a ix minar o carrrgamento que quehi comprar,
quaiido d'ille nao pos 5o vir tena amostras suf-
k finentt-s para (xaffle.
lie constante, Snrs. R'edaatore', que a venda de
no mo qeiro,' tem apresentado huma difTeroiica nos
prect.s obtidos de 10, i5, e 20 por cento para m nos.
K i/ulro iitpodeiia ser o resultado, poisque, eslan-
^^tHPJI^^R^^To^wiTo, Imdo j feito desperas
nao pequeas, l>uma cxcssiva dillerenca nos pncos
he que poder obliga 1 o -api'iodespretal-as e seguir
OlU#v4e>tM9- E,u Pa"M ona\io et fura, esta-
belece-se numa concurrencia entre os compradores
que, na alternativa de o veiern retirar-se, limiiioseus
ganhos e elevao suasolTertas aihc onde podem chegar.
Para evitar bufa prijuiz t>uJ)otavel he que se aeguio
constanwajiewte a pratia de traZer se para a Ierra taes
amostras. i, 'i
Allribua-seJ, $reto qnt sem razio, esa Falta de pro-
teceo atJumite^ii trario*eoppostos nova administrapjSo e introdcelo
do regulaiuen^v Esta idea he Jilqa da preocapa93o,
d'hum uio faUo e de neuhuns conhecimeRlos mer-
cgf lis. efl que fcil seja rebater este erro, islo cor-
to que nioconvewcerei aqudles que se disculpio dos
vexames que coromelem sob O pretexto de serem os
negociantes todos contrabandista', capaits defraudar I
os direitos de duas barricas de bacalho, quatro rasle-
^,,ie 4hps ou cbolas, seis garraff* de vinho ou acei-
je, huma quaita desa!, &c. > que vem para amos-
lrt. Nao ha peoressurdo que aquelleaque i>o que-
reniouvir. Em quanto tuiu^ reconheci que a groa-
de maioa do commercio de Pernambuco, vio com
jaajfUiaaiifiiina d'AUimdega, esperando enfntrar,
..idohiima juslafistalict>, bons modos e justica;
.peWUido que, cessando huma fiauda t favoravel
alguns, hum igual onus de direitos estalieleceria equi-
librio e reciproridade para todo5, acabando^se de hu-
ma vez esSa de.'igualdade que eatia ;?ntre aquellea
qu*, roais honrados ou como qmzerem menos ouiads,
nao sahiao do circulo da \f>aa\lt,\o (? c r-ururo de-
teseia grandt). e os mais distrmidos ou ambMbaos
que, favorecidos pilo contrnbando, vt-ndiaoBenscar-
1 f g.iinentos ci m ganhos quando os primeiros sofTriio
prejuito. Qtial a caaa de commercio quem Calta -
vio volumes inti iros, rouhadosno sesabe por quem,
tiio preferir o estado actual de seguranca ? O lypo do
aegoiianle, Snr>. Rd..ctorts, he n boa oide*, n boa ordmi nao ha sceesaos constantes noeomnieicic;
pode a confuro favorecel-o momfirtaneamente, da
gracado porem d'aqnelle que o abriga romo roci de
loiluna!.....
a. liem queeale segando ponto seja de grande
monta, farei por ser lacnico e nfio abusar da attencio
do publico.
O Ait. 115, Cap. in, do j citado regulamenlo
diz;
Todas as mercadorias que se recolherem a Os
" ariuazeus d'Alfandega pod> rao ah conservar-sc'por
lempo de tres anuos, sendo gneros seceos, e pdr
lempo de seis meze, sendo gneros mclhados que
admitlao corrtipcao.
Cieio que isto he claro eena interprelacio, mas
deque serve; oSnr. Iusperlor Interrno, em menos-
cabo dodireilo depicjniedade e da Lei, decedio qise
dev-ia mandar proceder venda em hasta publica de
menadoius se ocas viudas n'este auno. Como con-.la
de nao pouco volucnts incluidos na relacao que ac-
companha seu edital. Considerando que teosos vo
Iuroes, em coHformidade do Art. n4 Cap. 8. ,
trazem inse iploa odia, mu eannodesua eutrsda,
nao acique disculpa se possa dar tal abuso, ni me
persuadiudo que se ti nha importe dos direitos e por lauto o qninhio dos pur
centos.-
J sou extenso e por isso deixarei no silencio ou-
ti os miiitos lacios, que provn a dsafeicio que le tem
ao commercio, limitando tne poi hojeao expendido e a
recomendar aos Snrs. d'Alfandega, quem servir o
carapuca, exactido s< m injusticaj pi-ompta aoluefo
ou despaxo a os rcqu sendo uorgulho oapansgio dos tedios.
Basta por heje, Sur. Redactores, logo me tere de
novo a oe seus ps. .
Seu As^ignante
Nj^ Redactores. Nio posso forrar ms salis-
tacio, que sinlo ao ver lobem apadrinhada a minha
humilde opimo relatitamtnte s Coi pora (oes Religi
osas. Em quanto por esla nossa Capital nio falli
Estadistas, quesentenceem d'ejtalo pioscripcao to-
das as Ordens Rigul-res, a quem issaco s mais feas
pechas, o hornveiserimes-; em quanto este, ou aquel-
la Pai da Patria, blasfema contra osFrades, dizendo,
que sio prejudiciaes populacao, a industria, Reli-
g'o, (que el les inuilo acalo, eobservo); a Assem-
l'la Provincial da Babia, rompostade cidadios pro-
bos, e Ilustrados acaba de dar hum testerqunho pu-
blico da sna prudencia, c sab. doria, dando licenca
para admissiodc 3o Novicos s tre Ordens, Benedic-
tina, Carmelita, e Franci cana.
O que diio dessa tio acertada n sohico c os nos-
sos guapos innova lores? O que dirao os oosos telo-
sos dos beneficios Nocionaes, que traiem osolhosrra-
va4os no3 engenhos, faiendas, &c. dos Benedictinos,
o Gnmelitas. que per isse sao es entes mais crimino-
sos do mun Jo? Dii tal vez, que a AssembU'a da
Itehia, com.Oe-se de hum punhado de estpidas que
nao pesco ncm huma piabinh de Ecconomia Polti-
ca, era ainda futi Ilustrados pelas luzes do seclo.'
Diro 1 ud>> quanto quizercm: mas resta-me a gloria de
q' a minha humilde opinio aclui se corroboiada p' lo
conspicuos Brazileiros, pelos mais grado-, eescerlhi-
doscidados da Babia. Mais e,sa 2anguinltl para os
me >s graciosos inimigos. Louvores sejo dados dig-
nissima Asseinble'a Provincial da Babia, que despre-
zando essas deelamacoes iui'uiidam mUtdas, c fi has da
in-aciavel cobija dos nossos reformistas destruidores
olbou para o Brasil, como elle he, quero dizer ; em-
minenletnente Calholico Romano, e renhecefl, que as
-Ordena Religiosas Brar.iliiras, que muilos set'vieos
/tem feito mesma Liberdade, sempre Torio alten, e
ainda podem prestar-sCgraiidfinente ao beneficio pu-
blico. O lenipo finalmente mostrar, que ellns serio
icforrtiadas. comocumpve, sem qne fijuem reduzi-
darfa mea dnsia de velhos decrpitos, e achacosos.
Snrs. Redactores, tuibio a bondule dlrnnscre-
ver em o sea Diario asegainte Resoluci, eitrahida do
Diario da Babia N. 153 de aa de Julho, no que mili-
to obrsgar ao
Escripter do Carapueeirc.
v
II
Rksoluca DE 33 DE J?WO DB l835.
Numero 25.
IlB-AKori Antonio SaNS", Vire-ririd* ate da Pro-
vincia da Baha. Fabo Saber todos os seos Habitan-
tes, que a Ass-'irrb'c'a Legislativa Provincial Deeretou,
e eu S..neionei a ResorUtir/seguinle.
Ai t. i Fi Francis-nnos, eCarmelisras caKjadbs, e ao D. A libada
Geral do.i Benedictinos de^ta Provincia, licenca para
acreitarescada um Irir.la Novicos, que deverS sw
l'rasileiios.
Art. a. O Governo da Provincia he authoriaa-
<|p a auxiliar as reformas das v^dens Religiosas, que
forcm promovidas pela complente Aulhoridade Ee-
cliiiastica.
Art. 3. Ficfio revogadas ss Desposicfos em ecni-
ti-ario.
Mando portento todas as Authoridades^ queda
o coimerimento, e execucSo da referida esoroefo
perlehcer, que a cumpram, efaearaeumprir lio in-
leii amen te como mdla se conim. O Secretaria deita
Provincia a faca imprimir, publicar, e corter. Pala-
cio do Govorno da l'.ahla 23 de Junho de i835, dci-
mo quarto da Independencia e do imperio.
(Logar do Sell).
Mtttiel Antonio Galvio.
Nesta Secretaria do Gowrno da Proyjncia da'Ba-
bia fi.i publicada a presente Resoluco aos 23 da Junho
de i83f>.
Antonio Jouquhn Aivmrts de Jmaral.
4*~--------
Publicado pedid.
12
Llust. Snr. Como o Colleeibr da Villa do Lj
moero,.Snr. Ant-nio MarheusRingel, tenb tWcfts\
as contas das ai recadacea dos novos e velhos direitos,
assim de outros 1 eudimentos pertencentcs a Pzenda
Nacional, sem q'eu em qualidade de Escrivio da Col-
lecla daquella \ illa interviene n'este acto na forma da
Lei ^ e como segundo as contas por aquello Collector
api exentadas, eu lenlio algumas duvidas, por isso que
ellas nao esli em forma : Pur tanto bem doservico
Publico, requeiro a V. S. para que nomeando urna
Commissio ad boc mande examinar as contas existen-
tes era meo poder, pois do contrario vira a Faienda
Publica sofi er um prejuizo consideravel.
Dos G uarde a V. S. Recife 7 de Agosto i85.
Illust. Snr. Juio Goncalves da Silva, Iospect^r da
Thezouraria. Francisco do Reg Barios e Silva,
Escrivio da Colleota da Villa e Commarca do Limo-.
eiro.
Cqntinuac&o da escolha de ptimas Variedades ex-
tradas do Ti tunjo da Verdad*.
o re di copa.

^FUando fallamos do cellibalo, pela vez. primeia
em o nosso Numero, 3. deviamoso ter definida
primeiramente, o que a gora o fazeroos, por ser m-
flior fazer as couzas tarde do que nanea 1 dcsta opini-
o o respeitavel Escriptor do Carapuceiro: vamos
ao cazo. Celibato, segando o nosso grande Moraes,
e o estado, ou vida de sobeiro, sem consorte; asaz
presume-se fj^(pelo menos) que o home;u solteiro
nao tem a juntamenlo com snalher, logo a verdadei-
ra definilo esl'oatra : eelibato estado de solteiro,
isento de uniio ilIKita com mAlher : a primeia defi-
nicio se acha encei rada aest'ontra segunda com eit'-
ullima circunstancia oculta. Dada pois a definiclo,
v-se, e a experiencia o tem mostrado, que os Padres,
hoinens fem tudo iguses los outros, cemo j o oto-tra-
mos, nio podem resistir, enllocados no estado cliba-
tario, o impulso da carne humana ; impnlso tanto
mais forte eajq^>ggantesco, que impelle, sem distinc-
90, urreo, ao po&re o grandej o pequeo, o'a-
ms palavra, a todo o gonero humano a reciproca-
mente unir-so, com a anomala de hum ou doos im-
postores, aaotariOJS, que menos a cabrea expurgada
de prejuizos tem : a proposicio tio yerdadvira, que
nos paresseesiar euvindo es nossos leitores dierem :
c-im efeito nt todos conhecemos que ello tilo drsae
nada.....
T.a' Vil 0 VAIXtTE !
Primeirameafe die o Ilustre ftscriptor 'do Carapu-
ccir, que a vontade d'um Bispo nio era sufficiente
distruir unta Lei g*ral da Igrep, estabelecida, e con-
firmada por tantos Concilios &c. A islo responde-
mos, que assim como o Imperante Civil tem direito aro
Bearp'acil, em razio d'oma Lei Ecclesisstica, qu
'
*

*
-------------. 1 ..MMM*MMwMaaBaaaa^apssss^aasaBi


a c~
%


DIARIO D PKIWAHBMeO.
r
-
*
4
.branga todo o orbe Calholico, poder aer irommo-
dada pjfi Paia, e nio oulro, e cite revoga-la, se vii
que nio hcadaj tada s circunstancias do listado, que
rege, o que nio pode estar tanto > canee do Pont-
fice, i orno o do Monarca, por etar ero maior ron-
t"C;. tuii v j iiv, i!f ijuc cl.'s niirt simiihante-
meate mu BitiiO pode suspender u ffeito, ol dispo-
iicio u'umu Lri geni, te vir que ella nao coiivhIiq -
velfl>vo menos a sua Dioceee Lo i\. 4- -Que nos
importa, Snior Hoque, que Le t,eja defriiuuta,
uina rea que nao eslamos *u tomados a reforma-la, e
anima ebedece-'.a ? o pas que podemos faaer, qaan-
o ti moa que ni, clamar pela m lelouna. Do
I. I. *
--Ja fu cinco mentes: agora ciT.recu ao Publica
ata ultima que nao oa Olio ores.
Faiemos, despeito da mais cruenta guana,
|u m nos Caer, e d tudo etn fin quauto for vio,
(riuufar com denodo, v intrepidec a verdad, que
sriupra bous iflaitoi, uio, comodicem, o odio, pro-
dus, oque a provar pesaamos, ae uo bou ve sem
Untos interpretes, d'agoa doce, chamados. Aqoel-
1ra, cujos coi av oes sao be ai formados, quem a ins-
i meci, e reclidao drigein, bm longe d'enfurece-
iHi em mi Ibes aponiendo qualqutr defeito, ficia
pelo contrario, susnarne!* agrade, idos, procurando
lugo un qualquer motivo d'vm pralica porem os seoa
sentiweolos, re peitu ; logo de duvidota passa ver-
dadeira sar a nosss asercio, que poder pasar por
iaexate, ou para com aquelles, que mais 'iguoi ancia,
e aalvadcta Um, ou que mano* o objeclos profun-
dar costumao. Sim, tacamos triunfar a verdade, que,
disfai cada, quase sempre; c mormente em o Brasil,
com a pernicioxssitua adulacao, e pnicos terrores,
lea predusido ua Bal lio eensideiarel, que nos au-
gura de pe toa nosaa total dsgraca. Tal be, por ex-
emulo, o mal, que nos tt na acarretado o medo, oa re
eeio d'n Autoridades as verdades diser-raos, lisou-
geaudo-ai, eui ves de Ibea fallar- moa na lingoagea da
lateares*, e joslica, a da verdade. Do N. 4.
-----------^??eeai -
H<
ANNUNCIOS.
[Oje Q.'istU, qae come favor de De os se le-de
contar 20 do crreme Agesto de )8S5, sar imprete-
rivelaente a Bella Ponte da Bao vista centn do cois-
nbas de goito, e por isso sai com 8 paginas em quarlo,
e ufo com 4 como de costume, sem que com
tal segmento aja alteraco alguma no precinbo do coa-
turne. Inda aver vvente algum, que s'anime a di-
ser, q' a ponte, eseusRR. nao sao generlos a pro va
4, que urna Ponte depois de fabricada, por uiuiio pe-
quena queseja, importa em um par de contos de rea,
e a da Be*-vista fabiicadana Ra das Fiares importa
ero quarentaris I!
Desta ves como as modrirascom que ella fabrica-
da fia de sicupira, corceo de negro, pi ferro e seu
ramo, alem do seu d< brado tsmanbo, lmou o acord
de nio a'arredar da Typ. Fidedigna, aoade pe leude
dar beija-moaosamigos.
I^ap- Sabio boje um novo p.-riodico intitulado O
Escudo da Monarchia eonsiitueiona!. Vende-se na
prace da Independencia, loja de cnsadernador D. 26,
e na Tip. de Viauna & Onip. ra Direila D. So j
Subscre>e se nos mentios lugares a 3ao rs. tn nsacs,
e qnal subir- nes Quietas ft iras.
AVIZS PAR RULARES.
Reriza se de um preto, ou pieta forra ou cativa,
que sai be bem co&iuhar toda qualidade de comida per-
Uncente a um Botequim, e que seja esperta no mes-
moarrvico: quem a tiver dirjase au Botequim dr
detrs da Matriz de Sanio Antonio D. S. O mesmo
Boleqtiim precita de quemo fornica diariamente de
leite, pera pagar no fim de cada iuez, ou semana ; as-
sim como offeiece o publico almoC's de caf a 100
rei$, dilodecba a 120reis, e sendo de bife com um
poe contra melad* de viudo i 200 reis, ludo bem af-
ranjado.
trjp" D-se vinte mil reis a quens pegar ou desrobiir
onde de ceito est o molato Jeuoario esersvo de Fran-
cisco Manoelda Silva Tavares que Ibe lugio na madru-
gada des dia 18 do cociente Agosto : tem os signaes
teguiutt-s, pardo alvo, mosso, de peuca baiba, poiss
tem csbelos no hoe e na punta do queixo, cbelos tor-
cido, porem tra-lo peulado, testa laiga, e de cautos,
nio alto, nem b*i\o, lio bem nio gordo, nem ma-
gro, falla por dois nielee.", groco e filio; tem pi 0c-
pio de sapaleiio, porem pouc<>, toca mal gu,larra,
rscreve o A be a ass gas o seo noale : aciiiitg-r
ao Foile do Mallos na l'renca do mesmo ou no seo
alta no pn incipie da estrada dos Aflicta.
Quera annunciou.querer comprar um Iran-
seliiM de our'e >em pas^adg; diiija-se ao INixo do
NoiaD. 25.
jr^ Quera quitar dar dioheiro em scdula* a pre-
mio, dndose penbores de uro, e piala ; dirija se a
mesmo i:nS5 m\ lliiu.
jry Quem anauncioHqaurer ooraprar urna preta
cam habilidades ou srm ell~, boa v> adedeira do ra,
diria-se a rnesma casa.
X^ O Administrador Fiscal das Ob-a publicas
fax pub'ieo que esta Repartieio tem de comprar em
basta publica os objeetes seguinUs : cal preta, lijlo
ae alvenaiiu, areia faxina de mangue, e di veteas pe-
fas demadeira para dille rentes obras que ha a fatrr :
todas as pessoasqueqaiterem vender os dil< s gneros
podem cueaparecer na salla da dita Admidi-ti acio das
0 horas da man ha as 1 da tarde no dia 26 do rorr nte
Agosto, para seeompranm a quem por menea' ven-
der.
%r^ Qut-m precizar dr ums mulbcr para ama de
nina casa, pois j tea sen do, dirija se a ra dos As-
souguinhes ao p do asaougue que l achsi cora quera
tractar.
WP" A commissio Adaienislradoia da A. H. Th-a-
t ral, convida a todoa oa socios da mesma para comparo-
cerera Domingo 25 do con ente pelas 9 hars da ma-
nhi ?>< A'fandega vdhs; para discuso eaprovaco
ds novow estatuas.
jrjp- O i- m annunciou querer comprar urna car-
tt-ira para Esciiplorio ; diriji-sea ra da Senr.alla em
casa de Reacnde, e na ra do Rangel D. 26 de manha
at as 9 horas, e de Urde da 3 as 6, ou anauncie para
ser procurado.
tLP1 Quem annunciou q>ierer comprai um relogio
drparede; dirija-sc a padaria da ra do Liviamen-
lo D. 16, que l se dir quem venda.
ypF" Pracisa-se de um hornero de avaucada idade,
para traer eouta de urna cata de reader pao a b.la
13 : em fora de Portas n, 101.
^Jf" Preciza-se alagar dois at qualro etrravos
que seji> mocos para liab-.lhi.rem de servenluai iosem
urna tema de frrrriro, o qual meslre se obliga a en-
signaralgumaseousas do dito ffieio : quem os tiver
diiija-sea Ribeira na tanda de Ierreiro, ou annuncie
para sar proruredo.
\fW Precita-se a premio 400$000 reis em scdulas
ou J4v>"' prala a i#*00, pelo lempo de 3 metes,
dando-se de penbor urna mulata com urna cria de 7
mezes, com rouito bom leite para criar, sabeado cus
nhar, e engomar perfeitameule e com outras habihda -
de-; e mais a'guos penhores: a quem ^potnier eale ne-
gocio, dirija se a ra d'Agoas-verdes sobrado D. 3.
t^ Preea-seallugar urna negra que ssiba faser
o servico diario de ntaa caxa, ou mesmo que sirva
para compras de ra ; nesla Tipografa.
fc?r Quem precisar de urna ama de leite, dirija-se
defronte da Forlalen das 5 Paulas em casa de Fran-
cisco Nicolao.
quartss ds medida velha por 1$280' refs etii
conforme a Lei : na rus da cadeia srmtzem u. 59.
/y Urna moleta mosa, o boa fig ,m dricia
era achaques, e com (odas as(babelida e mu radi-
que de 18 anuos sem d, feilo. algum : na rus do Cre*a*
:- -r\ laSlSSSalSSaii
luja -u i .
%cy" Um mnteque de if} s ffi aMos bouita figura,
o qual sabe montar a' ajea. ptimo para pagem, e
nlicial de sapat<-iro, a sk i prop iedade de padra e
ca' nos Afogadosqoe rorsf j.ruenalmente 4000 : atiyt
da Matris da Boa-vis'ta n. 83.
<'
OMPRAS.
I Adeiras de assvnto de palhinha em boa ato, a me-
zas grandes para jantares, roa aparadeiras, a mar-
quetas : na ras do Rosario B tica D 7, se dir quea
cempra. \
.
VENDA.
tasa peueos
firmas : na
a
rasa de L.
Ma venda no paleo da S. Pedro D. 1
fundos a dinheira ou a praso coa boas
mesma.
l/js- Barricas de sebo era rama : em
A. Dubwurrq, rus do Vigario o. 16.
jr^ Urna tstravade Angola de 18 a 20 anuos de
bonita figura sem vicio e nem achaque, coma eondicio
de ser para fora desta cidade : no atierro da Boa vi-la
D. a9.
Urna e>crava de naci, ptima para o sai vi-
co de ca, e multo boa ce.inheira, lavadeirt, a en-
gomadeira : na Botica do Braulio, na praca da B
vista.
oa-
Um bom piano moderno, urna secretaria, du-
sa metas de salla para jogo, UIDa dla grande com
duas gavetas, urna dit. dejaniar ordinaria, algumas
cadei.asamenranas, e varios outros trastes de rasa,
ludo por preco commodo: na ra do coilegio D. 8
dr s 8 as 9 liaras da manh, e das 3 s A da tarde.
*y Oilo mil cbifr.s: a bordo do Brgue Hercn-
les, ancorado na volta do Forte do Mallos.
Urna escrava crila de 18 a 20 annes bem
lallante, born figura ag| p,ri enxads e para servieo
de casa : na ra Dimu D. 49, eicm l.bolela de ou-
rives.
.W1" Sacasde farinha de mandioca do Rio de Ja
nei.ode fie* a'qtici.e da madtira aova, en einca
2 nrgros psra fora da trra : quea 01 per ten-
der annuncie por esta f.lha para ser procurado.
vjry Urna escrava 16 ou 17 annoa que taba ea-
tinhar, engomar solTricimente a de lodoje servica
de cata : na ra do Vigario tt. 10. %
a"3P* Urna canoa de 31 palmos da coaprid, e 4
de lio a era bom uso : em s caza de Antonio Joa-
qun] Rodrigues no finido Beco das canoas; esquina
dit lampiio.
arar* Smenles de ortalice de varas qaalidades ; mi
rus da Cro N. 23.
%r^P* Para fora da Provincia hura cabra mos 18 s 20 annos, bonita figura : na rus da inoeda na
aruia'/eni de Joa5 Marinho de Sonta Lego que ah se
dar o motivo da venda.
%W Uns porc5 da barri !. potassa de boa qus-
liJ.de : noarmatem da rus da m>eda 11 It.
*j9" Diariamenie espim de planta em bnns fexes,
a 160: na venda D. 56 na ra Nova junto a pon*
te.
Um planqi.ia fffl bom uto, a uma frasqueira
rom i2 fraseos 4 copos lulo domado e sera uto algum:
na 1 ua da Florentina defroule de Joo Zaivril eata 0.
13.
PERDA.
WT Erdeu-se o Bilhete N. 105; L 19, e es ineios
Bilbetes N. 325, e 454 L 3 e 4, da 2/ parla da 11.*
Lotera do Seminario d'OIinda : quea os tirar echa-
do, querndo oa restituir, visto que dalles so nio pode
utliaar, haja de os entregar ao Sar. Antonio Jos
Bandeira de Mello, ns ra do Cahug, de quem reos-
ber dois patacSes de adiada. Previne-se ao Sur.
Tbesoureiro da Lotera que nia p^gue o pre-
mio que possasahir em ditos Ntimeroe^ pois que ea
lampo se fara embargo, e se Ihe spresentar a justifi-
caeio neeessaria.
yrW Na uoite de Domingo para Segunda feira de*
sapareceo da varanda do Juit de Pax do 2. Destricta
do Colegio aiab ilela, que se ju'ga ter cabido por estar
mil segure ; quem s tirar adiada, leve-a a oaaa da
mesmo J.lis.
ESCR A VOS FGIDOS.
iCfEveriMB, crila, boa altura, coa algumas aera
de bx'ga no reto, cor preta, tem um talbo uo brice
de cima, dmies limsdos, grossa docorpo, cora uaa
filhs parda de noae Verissima, de idade de 1 i annos,
coma cor amarelUca, cobello preto, boca pequea,
dentes limados, naris afiliado, ebeia co corpo, forie
e*cr tonio : os sprehendedores levem-ss a ca nova em
direccSo ra do Palacete que racabeaO 50$ reis de
gratificacio.
epsgiw^p^^wsawpwpi
NOTICIAS MARTIMAS.
Tobotu das mares chotas me Hmri da Famambaew
9

24Segunda Oh. 6 a
J5T:---- S
26-Q: i
*7-Q -
i8S:----
,9-S:----
30-D:-^f
Navitr entrado no dia lO
0--5
t-42
2--50
5--18
4-6
4-54
Manlat.
JLiNtroo a Escuna Victoria, Commaiidaatea i.T<*
nente Caetano Aires de Soasa.
G.
Sahidos no mesmo dia.
TIBRALTAR, pelo Marnbio ; Pataxelng. Terr
Frunds, M. Lomenre Co^ta : differantes generas.
ARACATI ; S. Delmira, Mt Jee Joaquia Alvae:
diffeiules gneros. Passageiros 20.
Ve**, natyp. d* Diario 1835

MUTILADO l


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E6MG4YUZ2_4HLHOK INGEST_TIME 2013-03-27T14:32:20Z PACKAGE AA00011611_02937
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES