Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02935


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Full Text
I
l
y*
MM*

ANN(> t>E 1835 rFRf A FK1RA
DIARIO
. das da semana.
17 Sesnnda S. Mmnede M- Aud. do* Js. do C. de m. c de t. <*.
,g TeVl Oa di" Monte F. Re. de n. aud d., J de O. de t.
f| Quarta S. Lu* B. F. eeasaii T- Ful)
90 QiiinUS. Bernardo Ab. Rl de m., aud. do Jai* do C. de
51 ^u* S. Joanna Eranci.caTe.x3o da T. P. de ra. e ad. do J.
J2 FalS." JciirtS Thtmotrn. WrlacSn de m. e r.d. do V. G.
de I- em Olinla. La di. a I h. e lles. da I.
11 Dunda* O Sagrado Corado de Mana Sf.
Continuado do N. antecedente.
Assim mesmo nunca cheg^aS a cmb por snnooi
deportados para lodar'sjs Colonias; era (al o horror
einq.f os nnhlo, que dcilmente >e pod.sS rasar
no pas. A popule.o das i3 Colonias, que formaras
a Confederabas Americana, .ra a mal homognea
possel. As lys dos primeiros emigrados foraO con-
formes au>teri*iade da sua rctigiaS e de sena cost-
me*; multas destas 1. y* respirav.6hum rigor exees-
sir, at roe rao por etilos de intolerancia religiosa,
porem he misterconfee-ar que oiiiras erao dignas de
elogios. A nica diferanca notavel entre epopnla-
c 6 eepargi I* por aquella regia5. consiga nos prin-
cipios religiosos das diferentes Seitas, qde tnico
eslabelecido parcialmente: eno durida alguma min-
io infl.io equUl principios nos negocio* p-Aiticos
de cada Colonia. Massachnsels, Connectfrut e K. w-
H'imtiire era5 gobernadas poCngregacon^tas ;--
Virginia pelos-Anglicanos-Ma. yland pelos-Cato-
liros;-a Pemylv.nia f.. a mais preferida, principal-
mente pelos Quakeros,por causa da sua toleran
c religiosa. .
A educae.-5 d'aquelle Povo cor^pondia a '*''';
dada He mos p.inepios religiosos : a illustraca na5
e arhava m >i divulgada coro tud aparecerao ho-
mensdegr.ndes.Der naluta da Independencia; os
nomes nspeilaveia de Frauklin, I ffer-on, Adams,
Hamilton, Hancock, MadUn, Washington &o. &c.
S6 anda hoje venerads na Ameiica como na Euro-
pa. O Censo fello em 1783 dea dous milhoes e por-
to de estcenlas inil almas, das quaes de "* Al-
trente mil er5 cativos; istohe, quando os Estados
Unidos se emancipa, ao, a quarta parte da sua popu-
laca era escravaEm i830c nso mandado l-
ser pelogoverno prodnro de i2 a i3 milhoes de ha-
llantes, dos quaes. er6 escravos 2:0:0:436, ieo he,
a sexta paite poueo mais ou meno o que pt ova qne
a eserevatura creer respectivamente^, porem dimi
nue relativamente pupul-caS brenca--S. dennos
crdito ao qne disem Tracy, Volney, Condorcet e ou-
tros respeilo d\.quelle Po.eo maravilloso pode as-
segorsr-ae que nunca exilio huma Sociedade mais
bem organisada, nem bom Povo mais virtuoso. Pe-
le electora dos diferentes associados v-ae que os
Estados Unidos formando huma Confederacao, bse-
ra6 todo quanto podia de boamente fazer para uni-
ram-se, pois que ante* nao exista nexo algom que
oaligesse: pelo contrario as ua respectivas oninioes
religiosas lihhio multes ves-s provocedo r.vebdadcs
erilak, quealgnmas veres f,rt.5 tunelas; porein
H,do ceden diante do perigo roara : todo se saenfi
coa so dolo da Independencia, e a hhrrdane fo. m-
destrnctivel.: Que PosotaS marsvilh. so !
N.6 permilindo a eTrelt(^ deiium simples artigo,
que entramos em hume analise profunda de lodos os
elementos consttuitivos dos diferentes P.-vos .meara
nos d.pois de termos fallado dos Estados Unidos*
tomlrenos por base das nossus n-flexoes^Mexieo ea
Colombia nicamente com Neco-s mais constdea-
veis, tanto pela sua popul.-cio eomo por nene re.tos e
Tiqueiss. Comeereraus poi pela prtmeira deslas du-
as.
ODeraSd'Humhold depoi^le ha ver estado em Ve-
resuela, N..va Grluada e Quilo, de haver vrtp oU-
rinocoen RioNrg.o, pe>sou ao Pe. para ohserver
no emisferio austral o paseo de Mercurio sobre o Sol ,
BJWML.'kMWW

18 DE AOOSTO. N. 151.
r%
Prnamblo. 'iiiTvr.DtPiJMtuo cFarh- IS15.
Tildo agora depende de nos mesmo, di ijoa prudencia, mode
rac>o, eenergin: conliiiHemo*comH prinep^amo*. e seremos a-
poulado coui adiiiiraqo eHtre as Nacors maik cultas.
Proclamado da Jitcmblw Otral do Braiil
Saliscrere-se a 1000 r. menaes pa?os adianlAdo iresta T^popra-
fia e na Frac. da Independencia N. 37 e 88 i <*de recel.em
correspondencia- lesalis.-u n. < annnncio. i inaeriodn-ne entesara,
ti* leudo do* |iroifriosas -------------: r -
e rlepois seguio iNuva R*panha pelo mar do Sal em
Margo de i803 -Pareeeo-lhe t*5 edianlada a vdisa-
ca de Mxico com respeilo as de mais Colonias Es-
panholas, qne se vio ohrigado investigar, as causas,
demorando-se hm anuo em viajar e observal-as; he
pois do sea pvoprio. Ensaio, qne nos nos sef'viremos
assirn como d is Cartas de Constando, celebre Gegra-
fo Espnliol residente em Vere-Crui prin-ipios rfes
teSeculo. OBara5d"HumJ^!d d de populaca ao
R.-inode M.xico, comprehendendo 15 Intendencias,
sem contar com a Capitana Gerat de Goalemahf,
5:900:000 hablantes em i80S; porem em huma
Caita escrita Bolvar em 182a, enviando-lhe p cal-
culo provavel da pop'ilacaS americana, da pira a No-
va Eapanha 6:800:000 hahitjntes : inultos pertendem
que em 1823 a populacho do Imperio Mexicano pas
eava de 7 milhoesO calculo a resp< ito da escrava-
tura he nmito vario ; huns da5 nicamente a00 mil
escrevps, outrosSOO, slgnns cheg;.5 et 400 mil,
comprehendendo todas as Provincias mmdionaes e
costasadjacenies: istohe, l/17pouco mais ou me-
nos da na populacho total.
Com efeiio. admirado Humb.ld de progressiva i-
lustracao do Mxico, tralou de ev-rignar as suas can-
eas, e es achou fundadas na primitiva cmhaaclo do
Povo indigene, e na vasta erudi<;5 que ee necessila
para trahalhar 37 districtos de ricas minas, onda o
mesmo Bara6 se espanten de ver at que poni tiiihaS
chegado os onhecimeneos mineralgicos pelo auxilio
de huma Academia, que nada tinha de invejar as me;
Ihorea escolas de Alemanha. A mesma populacso
indgena he a msis industriosa de toda a America ; el-
la conserva a mesma segacidade e desliera de sens mai
ores. Sicompararmos os primeisos Mexicanos com
os Peruanos do lempo de Almagro, certamente nlo
seberenios qnem dar a primasia, dando crdito ao
qae disen, D. Jorge Juan e D, Anton-o Uo a cerca
deatei. porem hoje devemos confessar que a raca dos
Incas tein peidido toda a sua energia, e se acha sum-
isamente degradada e abatida.
Em Mxico existia6 homens dehum saher menm ,
os monumentos eolo>saes, de que fala Hnmbold em
euaa anlignidades e monumentos dos Andes, os leo-
calis, asEslaluas, Canees, caminho e estradas, que
-.inda hoie admira o Viajante, d*5 do Mexuo a idea
do Povo mais culto e n.aisanligo do nosso Contmen-
to Isto mesmo confirma Robertson, e o conBrm-o
todos quenlos tem visilade aquella vasta regiao-Uo-
mente e Univeraidade de Valladolid tem producido
homens de raro saber ; a Nova Espanha possuia qna
tro Universidades, alem de 10 Colegios e outros ests-
beleciroenlos cientficos, quando se independisou da
velha metropoli-Os que qniserem indagar com mais
descanso e estalistica de Mxico, p >dem occorre:, e-
lero do En.sei p -Utico qne mencionamos, as barias
d'ehnm Americ.no, neritas pelo Padre ier a--Mo
ce- jornal Espenhol publicado em Londres depo.s
da resolucafi das Colonias Espanhol.s-Mier ca Me-
xicano de naacimento, ehum historiograpbo consa-
mado; em hume desuse Cartas orovou exuberante-
mente de Plalos foi a que tinha crucificado anbssohenhor
Je-ueC'islo. /
O citado Bera d'llumbold calcnlou em 1809 pe a
0 Reino da Nova Granada e Capitana Gejal de Veno-
suela (quedepois formara juntas a Repblica de ,
ombii) 2:700.000 haiiilnntes, em tfl#> ratifl^W.
ume
PAUTIDAS DOSCORRRlOS.
OlindaTodos os dia ao nicio dia.
Goianu. Alhandra, t'araiha. Villa do Conde. MaMangoape. Pr^
lar, Real ite S. JoSo,' Brcjo d'Areia, Kainlia, Poml>al. Nova d*
Sonza. ( dad.- do Naiat, Vilian'de Ooianjiiftha, e Nv f.ax Cidade da f'ortalezn. Villas do AquirsV, Monte mor ][**
AracalT. Careavel, faninda. Grama, tnpratriz, S> IWrnaHo.
S. J3o'do Principe, Sobrar. Nova d'ElHey, Ic6. S. M Heu, i-
acho do anpue. Santo Antonio do J.irdim. Qnexeraiaobioi, e rar-
naiha Sepimila^ e Sexta* fteiras ao meio dia.
Santo AnlSto-Toda* as qnartas feira ao msjo da. *
Garanhnnr, e Bonito- nos dra 9 e 1% do asae^ao meio ST
Flore*-- no dia ia de cada oiex ao meio di-
Serinhaejn, Rio FdVnioxo, e Limeiras-Sr^nnda*. Quartaa,
exta feira- ao meio dia.
o seo calculo deo a mesma popolaca5 sem nmgmente
nem dminuica. Em 183 fez-se hum censo regu-
lar para servir de norma ao pimiiorCongeeaso ordi-
nario, e reSultaraS os mesmos 2:700:000, dos quaes
300 m uniremen'e era5 escravoa; isto he. 1/9 de
sna t.tal pop i|ac Sem embargo, na6 he de admi-
rar esta estagnac5 do progressivo augmento da po-
pulaca, tenles as devata le malfadado f% es E panhoes, durante a poca hor-
rivel da guerra de exterminio, em que n5 s perdo-
ava a sexo nem a idade ; os campos de Venesuela a-
inda hoje tesiifics a ex4ent ia de boma gvracaS in-
teira que desapareceo debaiio da segure Eespaoho-
'* ......
Tambera existiaS no mesmo territorio 4 Universi-
dades, das quaes a de Caracas tinha hume ceiituna de
ex-teucie antes d i evolucaS. Humnold admira, so-
bre todo na Nov* Granada, os hmena de saber que
elle enrontrou, e qne muito o coadjuvaraS em todas
as anas empresas cientfii as ; como prova da sna gra-
I-Im lecoohecimentodedcou ao Illa tre e despeado
Caldas a sna mortal obra de-Geogrefia das rlanUs.-
Malematicos, Naturalistas, Jurisconsu'tos, em todaa
as Clesses finalmente, achou Hombold que admirar
erespeilar; hum Caldas, hum Mutis, hum Camilo
Corres, hum Zea,* hum Mexias, &e., Ice, sa6 no-
mes que as ciencias muito deven em todos os re-
mos. A principal iniasio do feroi Morillo a Nora
Granada fo exterminar essa race preciosa de homens
talentosos, qae se tinhio elevado por si meamos ao
nivel de lodo o saber humsno ; e quando a populeea5
foi decimada, caliin.5 ao mesmo le:npo mu tas cabe-
cas privilegiadas, victimas como Archimedes do sen
intenso patriotismo. ,
Todas as grandes expedices cientficas, a de 5eie,
e Mosino, a de la Perouse, e de Boug.ier, Godin e la
Condamne, a de Hninbolde Bomplend, todas for-
dirigidas s Colonias E.panholas ; todas achare apoio
nos Sabios americanos ? o mesmo Le Condamne fala
do Padre Mutis, que o acompanhoe> a Quito em su-
as observaces astronmicas. Os Sabios Jorge Juan
UHoa, Chorruca e Hidalgo, que taa honra faeem
a literatura Espanhola, cujos nemee este inscritos
entre os dos Sabios de todo o mundo, vier*6 empre-
ar na America o tesouro dos seus vastos conhecimen-
tos. Mxico, Per, e a Nova-Granada for.5 por
mu las vezes "teatro dea investiga, ->es cientficas; so-
mente o pobre e desgracado Brazil esleve vedado a
lodos os sabios e viajentes ; somente oa Breaileiros es-
liveraS privados do comercio do mondo civilisedo;
somente o nesso pair nao pJe ser explorado, "et%e%
nossesaltu.es medidas, nem ob9eV/do,^;0?,0~,'*
mes; nem ivemos nunc. huma Umver^idade, nem
a
dimentos classicos.
Estabelecidas es regres pelas qusss nos devemos
gaiar no plano da no.*a analise, paseemoa agora I
examinar o estado actual do Brasil, com os pa.^,
queecebamos depassar em resenha; p. rem como
em ham jornal nao se pode dar a reden eo pensamen-
to, nos res, varaos pros, guir noiraed.ato numero.
nes: nem t vemos nunca Huma un.v..u..
lom Colegio, excpc.5 de Sem.nar.oe, onde toda
, instruco se reduria s noc.s mais simples dos ru-
Conlinuar-s* +*



DlAitl DE FEB.NA.MDUC0.

RIO DE JANEIRO
VA
CMARA DOS DIPUTADOS.
ExU&to daSess&j em 30 de Maio.
Presidencia doSnr. AraujoLima.
JT Eilo a chamada pelas dez Koran da man?, -
i liando se presantes cincuenta e seis Dcpotados, o
Fresidesile dcr'arou aberlaa se.-s-, e lida a acia.da
antecedente f approvada. O .. Secretario deu
lonta do expeditnd.
I.iTh5-se e julgra se opjeclos de deliheraca os
segu ules Projtcto-> que f >is a itn\ ri,mir para eniiar
naordeni dos tioba'bus.
1. do Sr. Duarlee Silva, para quer art. l do
Cdigo de proctssu j Lie sen I a de ilrritos os Jiz primeira ItisUncia, fique extensivo a todos os Em-
preados pblicos, para nao pagarera outro algum
direito ou imposto, sena o do bello do Diploma.
2. c Do Sr. Palm, par nao ser admittida em Jui
so acc alguma sobre filiacaS, que nao tenha sido
leconh'-cida pelo supposto pai, (m escriptura publi-
ca ou testamento.
5. c,Do Si. Henrique de Rezende, para que em
quanto ai Aasemblas Legislativas Provincia** n*
executa o 11 do artigo 10 da Lei das reformas da
Consrituic 5, os.residenlcs e-t< *o no gezo comple-
to das attribuicesque atal rtapeilu Ihe compelem.
4. DoSr. Vianna, para que os gados de qual-
qu. r genero, que forein importados no Brazil, e des
tinados ao mel hora ment das racas actuis sejaS sen-
tos de direitos as Alfandegas do Imperio.
5. Do Sr. Rafael de Carvalho, relativo ren-
das publicas, e sobi e o coromei co exterior. Foi de-
pois remettido Commissa do Ornamento a reqner-
menle do Sr. Deputado Baptista de Oliveira.
6. Do Visconde de Goiana, declarando"que he
da privativa pr-priedade do Governo a publicado
das Leis, Decretos, Cdigos, Resoluces, e de todo
o expediente que baixa dos poderes polticos da Ne-
ce ; e que os editora e impressos particulare, que
fizerem aemelhantes puhlieaccs, ficar incuracs
as penas do cdigo Criminal artigo 26i, em utili-
dad*, do Thesouro c sein limilaca de lempo.
7. c Do Sr. "JLessa, eocarregando cmara Muni-
cipal desta cidade a Aiimnistrac.a do canal da Pavu-
8. Do Sr. chinaco, para que as pensos outen-
cas concedidas pelo Governo priucipiem a vencer-se
da data da RcsoJuca qoeapprovar a sua concessa.
ORDEM DO DA.
Entrou un* discus.-ao o seguinle projeclo sobre
a fixaca da foica de mar.
A Assemhha Geral Legialativa decrtla :
Art. i. At.Forc.as Navaes activas ordinarias do
Imperio, pata o servico do anno que ha de correr do
1. de Julho de mil oitorento* e Irinta e seis a 30
de Junbo de mil oitocentos e tunta e sete, constars
das En.barcac&es que o Governo julgar indispensa-
vtis, nao devendo excider o total de suas respectivas
ti pulse a a mil e oitocentos pracas de todas asclas-
Ar. a. A Forra do corpo de Artilbaria da
Marraba em Cfcct ridade de servico nao exceder a
arscenlas pracas.
Art. 3. c Em cicun-tancias extraordinarias,
as Forcas decretadas no ait. i. poder ser eleva-
das a tres mil prac s, e a rail, as do ar!. a.
Art. 4- S podero ser Aspirantes os discpu-
lo* da Academia, approvados no primeiro anno Ma-
theraatiro; e Guardas Marrabas, os que tiverem com-
pletado o curso dos esludos rsped, kis.
a Art, 5. O Governo fica autor isa do para ajus-
far maruja a premio, prefei indo os nacionaes aos es-
trangeiros ; e n& havendo quein queira aasim en-
gaj-r se, podei recrular na forma da Lei, Unto pa-
ra a manija como para o Corpo de Arilheria de M-
i'inln, as pracas uecessai as para completar as foica*
cima decretada.-*. '
Art. 6. FicaS suspensas as promoces dos 01-
ficiaes de Fazeuda, Saude, Apito, capella, e Nauti-
W^kque nao forera indi-penas veis para o servico das
^ ftbarcaics designadas nosarts. 1. e 3.
m Art. 7. O Governo fica aulorisado a conceder
liceneys, com vencimento de lempo, e meio sold,
aoi Officues ila Armada e de Arlilberia da Marinba,
que, sendo deanecessai ios ao servico, a.ssitn o quiae-
reta, e por estas liecncas ncuhuns emolumentos pa-
lara os Uceru-..-dos.
Art. 8. Ficad derogadas as Leis em contrario.
Paco da cmara dos Diputados la de Maio de
1135. Lima e Suva. Pinto Peixoto. Fran-
cisco do Reg Barios.
Foru approvados sem discussa os artigoi 1, a, 3
4, e ao artigo 5. o Sr. Rafael de carvalho mar-
dou m#* Kiima emenda que declara : D pois da
palavra estraugeiros, acci eoenle-*e, com tanto
que o numero destes nunca exceda a terca parle
dos Nacionaes. Na6 passou.
Para prerncher a foica de.Mguada para o Corpo
po de Artilheiia de Marinba, o Governo fie* aulo-
risado a convidar para o servico os individuos que
tendo j servido no e vrasu.'is baixas ; e a contratar com os que existen)
nds cen pi'.'Ca, e c-siau iu ii.iu de ieiun baixn por
Itn m ni abado o seu t< mpo de servico, a continuar
no inesnii) servico, dando a huns e a oulros, como
graiificaca, a'm do suido que Ihrs pertencer, em
qnanlo foreui pracas de piel, huma quaiitia igual so
mesmo sold.
a Fica igualmente autoi isado a conceder huma gra-
tificacf. igual metade do respectivo sold, aos p;.i
sanos que voluntariamente quiseiem entrar uo ser-
vico.
Conliniiou a discussa. Apoou-se humaemen^
da do Sr. Rafael de Cm valbo, que declara que o
E qusndu nao oossa coneoi
jetos
m*mi ri-
ma indicados, completar a mencionada foica, fica
auloiisado a recrular na forma das Leis. Limae
Silva. Pinto Peixoto. F- do Reg.
Deu-se por finda a segunda discussad do Projeclo,
e approvou-ae para pas.-ar tercena.
O ntinut'U a discussa adiada do seguiute :
A Assembla Geral Leg:slaliva decreta :
Art. 1. As pracas do Exercito seifi preenebidas
por individuos litados do al.-tamento geral dos Cida-
da'os. annualmente conscriptos p.ira esse fim em cada
Municipio du Imperio.
a Art. 2. SerS consc iptos para o aervico do E-
xcicito e do Coi[)(> d'Arti heiia de Maiinha todos os
Cidados Brazileiros: estes ser distribuidos ero clas-
ses, segundo a ordem das idades, procedendo de
maior paia menor, e em cada huma deltas numera-
dos por sortramanto.
Art. 3. Ficar porm isentos da conscripcafi:
I. O arfaS, ou o maia velho dos orf^Oi de pai,
que viva era companhia de itia mii viu va, ou a cujo
cargo esteja a manulenca de sena irmios.
II. Ofilho nico varad de pais s< xagenei os ou
pobies, ou aquelle a cujo car^o esleja a manulencaS
da familia.
III. os casados que viverem com suis espo-
sas.
IV. O individuo, que por algum defeilo pby-
sico, on compleic-i5 enferma, fr manifcstameule
impropiio para o exeicicio militar.
a Art. 4. O listaraenlo geral para a coascripcaS
comecar no da que, o Governo na Coi te, eosP.e-
sidentes nas Provincias, determinaren!.
Art. 5. Em quinto na6 bouverem dados es-
talislicos exactos, o chamamento para o servico mi-
litar ser feito pelo Governo, entre as Provincias,
na propoiciSdo numero de seus Deputado--, e pelo
3rezidenti-8 destas, na proporca dos conscriptos,
ro, eFerreira da Vti^a, o Sr. Climaco proo&i oa-
diamcnio, para que este negocio fosse remellido
ComniM*0 de Maiinha e Guerra, a fim de organisar
hum novo projeclo. O adiamento proposlo foi
regeitado.
Conlnucju por cons'quencia a discusnS, e como
tivesse dado a hora, alguna Depulada^ediri votos.
O Sr. Souza Martinpropz a prorogac da'ses-
nS por mais niela hora, e sendo erTirecida votacafi
esta proposta, nu5 se aj provou. Ficou por tantc-a
di se us s.. o adiada.
O Presidente deu psrs ordem do dia 1. de Ju-
nbo, a numeacad da Commisa Especial para tratar
das prttencSes da Companhia de Navegaca do Rio
Doce; a discussa do meio circulante, para que fui
convidado a assistir o Ministro da Fazenda ; e levan-
lou-se a se* a5 depois das duas horas da larde.
de cada Municipio, por ordem numrica das c'asses,
e dosindiuduos de cada ciaste. A durac..6 do srvico
limilar-se-ha a qualro atino*, n,5 se contar po-
rm o lempo da duracaS, nem o de pri.-a por cum-
primento deaeuten^a.
Art. 6. Ser premiitido aos conscriptos, que
forem chamados para o servico, darera por si pessoa
idnea que ossubslitua, n 6 sujeita eoiisciipcfi, e
na6 excedendo a idade de 30 annos.
Art. 7. Fica6 derogadas todas as leis em contra
110.
Pago da Cmara dos Depulados em a5 deJunho
de i834. Pinto ?9IXvto. Fieita Sonto. Lima
* Silva
Emendas apoudas.
Ao artigo a d.pols das palavias Cida !gos Bra-
zileiros, accieiceiite-se de 17 a 18 e de 18 a I9 anuos
de idade.
O530 suppi ima-'p doartig > 3. -
Artigo additivo 0 Governo fica aufoi isado pa-
ra encarregar a pessoas por elle nomeadas, o alista-
roento doa conscripios e p^ra dar as insti u< c6-s ne-
ce.-saraspara execucaS desta Ie. Rodrigues Tai-
res.
A Assembla Geral resolte :
O Governo fica autorisadoa faicr o recruiamen-
to do Exercito dentro da l da fixaca das forcs de
trra na forma daa leis existentes; en car regando a
execuca platicado mesmo recruiamento aquellas su-
toridides civis ou militares que julgar mais conveni-
entes. Souza Maitins.
O recrutamento ser feito na propo-c-5 da popu-
laca daa respectivas Provincia, temando por base
o numero dos Eleitores de cada Provincia.
Cama, a doa Deputados, a9 de Maio de i835.-
Souxa Martins.
Artigo Additivo. -- Em quanto nao se tiver pos-
to em execucafi s dispos^es da presente lei, de mo-
do que possa o exercito ter conscriptos em suas filei-
r.s, o Governo poder proc.der ao recrutamento na
forma das leis existentes, encarregando as autoridades
que julgar adVquadas o levar a cffeito o dito recruta-
mento. Figueia de Mello
GOVERNO DA.PKOVINCIA
Continuacad do Expediente do dia i3.
m.' Cmara da Villa de Serenhaem, dizendo-lhe;
que para o orsamento da obra de que preciza CadeU
podea mesma Cmara haver os Peritos precisos da
Capital, visto que o Governo nao tem a quemencar-
regue d'esla Commis-a.
Ao Inpector da Thezouraria, para entiegar ao
Commandaute do Corpo PoliciaJ acuantia de i:505^JJ
rs. a fim de compiar 29 cavados para a Companhia
de cavallaria a raza de 45$000 rs. rada um.
Ao Commandante Gira! do Crpo Policial,
communicando-lhe que o Alfi-res de primeira L-
nha Ernesto Emiliano de Medeiros est uomeado 3.
Commandante da primeira companhia do mesmo
Coipo.
Ao Commandante das Armas, communicando-
lhe a nomeaca pruden'e, a fim de expedir as ne-
cessarias ordena, para que se ella effectue.
Portaria Ao Administrador do Crrelo inte-
ligenciando-o de que a sabida do Paquete Conceica
para; Corte, marcada para odia ip docorrenle, n-
ca tian.-ferida para o 1. de Selembro, visto que no
dia i5 larga para o mesmo destino a Sumaca Olivei-
ra, salvo si antes chegar do Sul outro Paquete.
Noracando 3. 6 Commandante do Corpo Poli-
cial oAlferes.de primis*. Linha Ernesto Euieliano
de Medeiros.
Ao Commandante da Escuna Fluminence, afim
de se fazer de vella para a 1 ha de Fernando, logo que
tnha recibido do Inspector da Thezouraria a fari-
nh 1, e mais ohjectos que li.e foi em mandados.
Ao me mo| afim d<- ir.nispoila. para a Ilhsd*
Fernando ao Boticario, nomeado para aquella Ilha,
Joze Felis de Morara.
Ao Commandaute da Ilha de Fernando, dizendo-
lhe ; que o Governo na incerteza de 1er alli ebegado
a Sumaca Bom fim, quea mais de um mea d'aquis-
liiu condr.ziiido inantiraentos, e outra- couzas, e que
arribou ao RioGran.le do Norte onde se demorou,
fez agora sahir a Escuna Flumiuence para trazer noti-
cias da mesma Ilha, e da Sumaca referida, levando
a mesma Escuna por cautella huma porca defari-
nlia, que sei de prestante socorro, cazo baja falla,
"* 'Pendo sido encarregado por esta Presidencia a
Tenente Coionel Francisco da Rocha Paes.Barrito d
F delig'-ncia de perseguir e destrocar os negros aqu
lombados nas Malas do Caluc, para cujo fim teph"
mandado por sua desposic-t a Companhia dos Ca
bocolosde Barreiros, assim o communico a *7in. pa~
. ra que n'esta inteligencia o coadjuve, e Ihe preste t "
dos os auxilios que por o mesmo Ihe forcm requesil0'
dos : o que Ihe hei por muito recommendado, esp ,
raudo que Vm. com todo o empenho e energa
prestes si melhante servico, como Ihe incuii.be a Le8.8
eoseu particu'ar interesse exige como morador na''
vizinhancas das Matas. a
Deo* Guarde a Vm. Palacio do Governo de Per-
namboco 13 de Agosto de 1835Francisco de Paula,
Cavalcanli de Albu^uerque. Sr. Juiz de Paz do
, Po?o.
Guidos de igual ibeor se dei igiram eos Juizes
^ de Paz de B. btrihe, Paratibe, Iguarasso> Pao d'Albo,
aos a de S. Lourenco,
Dia 14.
Illa. eExm. Sr. Havendo esla Presiden-
cia em virtude do olficio de V Ex., de 4 de Maio
desteanno, exegido do Administrador da Meza das
Diversas Rendas, e do Inspector da Thezouraria des-
ta Provincia os necessarios esclareeimentos sobre o
Navio Inglez Hebe Capita Wichs, ipforma o
priraeio que por aquel'a Repa tiea s foi despachado


I
BIAR10 DE PP.RNAMOUCO
a4 de Maio de i835 nm Briguc Inglez denoroina-
.- Hebf-- Capita Richard L.augleis-- em lastro
pira o Rio Grande do Norte, referindo o sen Consi
Mialsrio Jom-s YVyenn tersido fretado u< lo overno
para ir ali receher Pao Brasil e rondutil-o a l.ondr.a,
nuando segundo affirraa que pela Thesouraria nada
consta a r<--ppo de tal rmb i reacio: o que V. Ex. me-
Ihorve das respectivas informacoeni por copia jun-
lai.
L* Lanco mo d'esta ocratio para cumpriineutar a
V. Ex., nssemaran lo-o da mnlu destnela couside-
ic5o e ealim.
' Deo Guarde a V. Ele. Palacio de Pernamhuco
,4 de Agosto de 1835. Illust. e Ex. Sur. Miguel
M."ia Lisboa, Encarregado de Negocios Interino na
Corte de Londres.Francisco de Paula Cavalcanli
d"ibuquerque.
Continuar-se-.
DIVERJAS RF.PARTICOENS.
PoLICI.i.
Jl.Li'BT. Sur. Bastante ifuuivel me foi a I tura de
offiaio, que V. S.-mefe favor di igir em dada de a5
de Junbo de-te anno, yn o qual me exps os crimjno-
zoaacunlecimentoa que liverlo logaren odia 2 do
nuamo niez no Juri dessa Capital, e o arrojo do T-
ente Coronel de Guardas Nacionaes Manoel Mendes
da Cruz, deaautorizaudo-o fiicamente, quando exer-
cia actos de sua authoridade ; e digo a V. S. que meos
senlimentos crescerie tanto mai-i, quanlo avista da
combinacio dos tactos, nao pude duvidar que o genio
do mal eapalhado por lodos os ngulos de nossa infeliz
Patiia a vai precipitando de abismo em abismo; e a
aniquilar de todo, se man providente a nio so-tiver :
A Capital de Pemambuco, assim como o Cear, pas-
sou por maior amargor por aeontecinienlot da maior
eslrohdo e horror que tiverlo aqu lugar e em Seccio
dos Jurados, que passo a communicar a V. S. em re-
tribuieo.
Trata va-se em o da i4 de Julbo urna cauta por
abuzo de liberdade de imprensa anlre parles o Capi-
Florencio Jote Carneiro Menteiro e Manel do Nasci-
mente Silva Guarda Municipal; grande concuiao de
povoapinhava as galatias ; os Advogados sustentavio
ranhido debate (*parecendo entie ellas algum deaae-
medimento); os espectadores moslravio-se em extre-
mo exaludo, e entrando u Seccio pela noiie, quando
o Advogado do Reo elava arrazoando, eis quesoa um
tiro dentro da Sallado* Juiados, que malou dois in-
lelizes que ali estarlo s por espirito de curiozidade.
U su-slo e o tai ror que se apoderarlo do.> Juizes e ex-
pectad.Of*:s inocentes, a confusa, e a dezordem que
tomarlo o lugar da diacpssio deixo a V. S. o ajuitar :
alguus Juiztsse precipitarlo das var andas de Palacio
a baixo, donde resultou quebrar um a pin, eoa-
tro o pescosso; e o mesmo Juis de Direito que prece-
da 1 Seccio o Dr. Aguiar, sofreo algum incomodo
porque lbem saltn. D'aqui podci V. S. avaliar
otdo 1 uliioto do Bratil, aonde oci i.ninozo nem ina-
ia respeita o Sancluario da Juslica, o Tribunal tre-
molido, we.-mo no acto deiiupor as penas Peloqf%
re.peita a recoiniiidacit que sae fas do criminlo
Mendea aaaeguroa V. S. de execular cum elle o que
determ na a Le. Aproveito esta occetio paraapre-
zentar a V. S. meos comprimentov
lieos Guarde a V. S. Recife7 de Agosto i835.
Joaquina Nunes Machado, Chefe de P.*licia. Illust.
Sur. Dr. Jlo Paulo de Miranda, Juis de Direito e
Chefe.de Polica daCidade da Fui Uleza.
* Excel. Snr, O officio em original incluzo do
Juis de Pal de Paralibe instruir a V. Ex. do resulta-
do do Proceaso que mandei proceder contra Manee I
Ignacio Bizira de Mello Juis de Pas Suspense do
mesuio lugar ; em consequeucia de ordena do Govcr-
no.
Dos Guarde a V. Ex. Recife 8 de Agosto 1835
llluit. e Excel. Snr. Francisco de Paula Cavalcanti da
Albuqueique, Presidenta da Provincia. Joaquim
Aunes Machado, Chefe de Polica.
Nada maia occorro a nole passada, que a pri-
tio de um pelo escravo no 4. Destriclu da Ribei-
ra, e um T raaciaco Manuel Felis uo 2. Destriclo do
Corpo Santo.
Ueos Guarde a V. Ex. Recife 8 de Agosto 1835.
Iilust. e Excel. Snr. Francisco de Paula Cavalcanti de
Albuqueique, Presidente da Provincia. Joaquim
Nunes Machado,' Cbefe de Polica.*
Emvio a V. S.^Luz de Franca crioulo para V.
S. Ibe sentar praca em Marinha, segundo as ordena
da Prttidencia.
Dos Guarde a V. S. Recife 8 de Agosto 1835.
Joaquim Nunes Machado, Chefe de Polica. Illust.
Sur. Commandanta das Foi gas Martimas.
Do Officio original jncluzo, que devolver, do
Commrndanle da Escuna Fluminense rara V. S. a re-
quizicio que elle me fas, a qual deve ser saptsfeita ne
cazo de que o Grumete nao tenha cometido ciime,
pelo que esteja procesado; atu que V. S. mecom-
municat para poder responder ao referido Comman-
dante.
Dos Guarde Vs S Recife 8 de Arate ; 835.
Joaquim Nunes Maxado, Chefe dePulci,__ Illust.
Snr. Juis deP^s do 5. 3 Deslrctodas 5 Pomas.
As lesternanhar, cujos nomes Ib'* (nvei, a que
V. S. exige saber a que corporacao'fpertencem, slo
Muniripaes que estavio de Guarda naCadeia: reque-
zite-oa V. S. ao CommandanleGeral, e proceda com
ellas a sumario, a que deve servir de Corpo de delicio
a parte de Inspector e os meos cilicios.
Dos Guarde a V. S. Recife 8 de Agosto 1835.
Joaquim Nunes Machado, Chite de Polica. Illust.
Snr. Jote Ignacio da Cmara, Juis de Pas do Corpo
Sanie.
. Remeto a V. S. o inclute officio em origina',
que reverter, do Juis de Fas do i. Desdido da
Varzea, para V. S. avista dtl'e me informar se Luiz
Jote de Barros he com effeito algum dos prezoi fgi-
dos da Cadeia dessa Cidadc.
Dos Guarde a V, S. Recife 11 de Agosto 1835.
Joaquim Nunes Machado, Cbefe de Polica. -- Il-
lust. Snr. Dr. Lourenco Tiigo de Loureiro, Juis Mu-
nicipal de Olinda.
EDITAL.
Rodolfo Joio Barata de Almeida, Fiscal desle Ba
de Santo Antonio do Recife Ve.
ino
F
As saber a lodos os hrbitantes de.te Barre, que
he vedado pelea Posturas Municipaes terrm se as por-
tas das ras, ou calcadas, bancos, c.ixoens, eoulias
quaes qoer armacea, e taboletaa, depositadas, ou de-
Eenduradas do'portal para fra : sob pena deofin*
actores sofieiem a multa rom minada as mesma
Posturas; e para que nlo aleguem ignorancia, man-
da affixar o presente nos lugares raais pblicos, e pella
imprecisa. Bairro de S. Antonio i7 de Agosto de
1835. Eu Francisco Amancio Martina Ajudante do
Porteiro da Cantara Municipal o escrev.
Rodolfo Julo Barata de Alneida.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A paula he a mesma do N.' 150.
CORREIO.
O
Hiate Praterra rec be a malla para o Rio Grande
do Norte boje 18 do crtente as 5 dotas da tarde.
A pedido publicamos asegninle
CORRESPONDENCIA.
jNrs. Redactores. Temos assas satiafaco de le-
var mus so conhecimento deiespeitavtl Publico, que
no tlia 12 do corren le met Iptalou-se huma Socieda-
de, dtbixo do titulo B.-m-leitora no Concistorio de
N. S. do Rotaro d Bairro de Santo Antonio, com a-
cislencia do Muito digno, e respeilavel Snr. Juiz de
Paz do 2. Destricto, do dito Bairro a quem compe-
ta-, segundo exige no.-sa Liberal, e Constitucional
Ley, desto vasto, e respeilavel Imperio Brazileiro.
Ora, Snr>. Redactores ; sendo Initallada dita Socieda-
de por Brasileiros natos de core* pi etas; tem-se susci-
tado nesla bella Provincia, hum lal cstronda de falla-
toiio, edeboaloa lam tristes, e aterradores que tem
de lal maiicira chocado os coracoes dos associados que
perece sei-mos fe; as em sacia veis que surgimos do a-
verno fundo. Quando, Snrs. Redactores, pelo con-
trario, pois que esta Publica Socedade, nio contem
seno coraprindo os preceitos da nossa mu Pa, e San-
la Relig'o; fundando nos nos Mandamenlos da Santa
Ley de Dos ; onde diz = Religlo consiste ero doia
ai tigos, amar a Dos, e a prximo; eis, Snrs. Re-
dactores, o intimo fervor desta Sociedade. Porque o
que ella conciste hp, para socorrer-mos huus, aosou-
troa nanvtera em que nos vemos, Snrs. Redactores,
vemos tantos menores crioinhcs forros que por llie
faliai-era seus Pay demauio por estas ras, como que
se fossem cana sem dono, e muitaa vetea por osle de-
sabandono vam serem victimas d'wcravidio. Snrs,
Redactores assim como, tantas Viuvas, e Dontellaa pu-
depundas, que por falta desoccorros icam debandi-
daa, e emlreguesas miterias do Mundo, muitaa vetes
bem naKdas, e criadas, vem apara-rem-seem esta-
dos tristes, e lasjimozos (como se rio pode ignorar)
e mesmo, v-se criollos livres que por derrapas de
aucedeilleijaremse, ou cairem em bums peloog ada
molestia, vam parir em um Ospital, sem tralaaaento
middrzo de familia, amigos ou pareojei; ouiros vem
acabar seus dias de vida em huma ribeira, calsadas,
arco da Conceicio, dito das Portas. Q laea e ora bera hum digno amigo, busa hornera serie, e de
tai ai ter esseuci-l!' = = =. Oh grande Dm; 5^*0 ]Jj|
que he ruina, maldade, desaquietacoens casUgs-nes
Snr., xova centra nos toda a maldicio &c. dcc^Sers.
Redactores, eis os justos, e necessariea naotivcT desta
Sociedtde nella se nao encoatra couzas dctastiesajj que
perlubem o bem calar da dejleilavel ProviaciaTV-
nambucana, por iaso que ella he Publica, o mesmo
Snr. Dr. Juiz d'Paz (|uando acistio >ua abertura nio
axou couxa que duvida fizesen^ mesmo o Sr. Dr. Bar-
ros Falcio de Alboquerqpe Maranhio, que despois da
retirada do dte Sur. Dr. Juiz de Paz ; veio acistir o
Acto, o qual muito aplaudi, e dio mhitoa eoergiaos,
e mirarulozos Conrelhos, dignos mesmo de um Filo-
sofo xeio de hum Espirito Anglico; e ahi os esaocia-
dos com as suas debis, a fraraa muzas ferirlo o tecto
do dito Concistorio de repetidos versos, ofieresidos,
ao Supremo Ser, dos Seres; a Amagestoza Censtiui
ci do Imperio; e ao nosso tenro Joven o Anjo tutelar
do Imperio o Sor. D. Pedro a." Car**, e magnni-
mos Sidadoens desle vasto Imperio oh Publico Blero,
ouvi; se isto he mo faca-ae justicial Bem-feitoura.
Socieda le. Snrs. Redactores, os aflftiados, nio s
fundado* na Ley, iizuda da Couslituico, quegnran-'
te as Sociedades Publicas, isto he quando astas alo pa- s
ra fins bem exigidos; mas tamben scienlifteados nos
cscriptos dos Filosofo*. Modeinos. l.ivro, ou Metho-
do de ser felis, ou Calhecismo de moral, as folhas 99,
Artigo 2.- lelo 55 diz--Observa-se que o estado
natural dos Homcns entre si he hum estado de Socieda-
de. He prop iiimenle huma sociedade de i.e.essdade ;
porque ludo nos prova, ou j sejo as nossas preciz&es,
ou as nossas faculdade.% e as nossas enclinacoens, qua
ser sociavl he hum carcter essencial do hosnem.
Como he tai natureza dohomem, conven reco-
nbecer que he de sua obrigac-io contribuir quanlo Ihe
fr necessai io para conservar, e aperfeicoar esta Socie-
dade, fazendo a os ouiros todo o bem deque hca-
paz, consagr.,ndo-lhe m iilimenlos d'amixade, e de be-
nevolencia. A despozicio, ea rerlude que noscon-
duz praticar estas obrigaces, se xima Sociabelida-
de. Este sentimento se estende a todos os hornee* em
geral, a aem excepclo, por que est fundado as rea-
lena que entre si tem, em coosequencia da sua ale-
laren comroua.
Quaes alo porem as 1 elacoens que ligia ao hsmens
buns aosoutios, e as obrigaces que os obriglo mutu-
amente? cada espece de hunioentre os homcns; ser
cundo he raais ou menea intima, est compreheadida
por hum gio d'afecclo roais ou menos forte. Chat
roa se Amera efeccio que nos prende a Patria, que
une juntamente dois Espozos, a que liga o filho mu
Pay, ou o Pay teu filho. Chama-se Amizade, a que
nace da nossa propria esclha. Deuomina-se em m
Humanidade, a qua asimples qualidade de homens
nos inspira para os nossos semilhantes. Eis Snrs. Re-
dactores, finda toda a verdad desta tara asnerobradi
Swcedade, pens que com estas Sociedades ficar
Provincia mais respeitael, litro da mal-fazejos, tri-
gas, carreiras dcc. porque nesta Sociedade oque se
quer he, homens pacficos, e pencieoadea, cordatos,
e de huma conducta regular que dera suas ratoens,
e se convence com outras reaoens, que seja manso, pa-
cifico ; e que eslejao na clase de poaauirem o-ttnlo de
Sidadoens Brazileiros. Porem nada de admitir-te
nella, Irivollos, criminlos; e rusguentos esejuenta-
dos porque uas rsunioens em que tstm se axarena, lu-
do he aliando, oomfuzo, sidiclo, eatrocidades. Po-
rem, o respeuval Publico que he assx digno, e jes-
tirrire fica da sua parle a criminarem, ou justicar es-
la Socedade, e no mais Snrs. Redactores, lenho a
honrada rae auiguar como hum dos seos menor sub-
dito rspeilador eciiado
Juliio da Costa Monteiro.
Viste Piezidente actual da Socieda Bemfeilora.
Recifa 1 a da Julho de i835.
r<&
PERGNTA.
Ergunta-sb ao Sr. Padre Gama, como comen-
te, que esteja regando a Freguezia de S. Antonia oSa-
crstio, estando pretenteo Reverendo-Ceadjutejr, que
he verdadeiro Parocho ?
O Theologo Cirrioxe.'
AVIZOS PARTICULARRS.
u Abiixo assignada avisa a qualquer pessoa a quem
possa ser offerecida, por seo filho Franris o Antu-
ues d'Olveira, urna parle da casa n. 7 cita na rus da
Auioia no Bairro da Boa-vita, quaa nao con (rafe ni,
J MUTILADO


\
1WAHIO 1>E iM.RNAMIiUUO.
T
SUJP
/
-ri-r^wn
ior ratar o dito -a lho crul 'multada do valor da te-
fi-tLf parte, %.|.-siii'i iiiocn lodix titu'os, qtierx-
tlaani ni poder da" nu.innci.int.-, e pa>a que se nio cha-
liiem Nguoi Jftcia faz o p retente aununri-i
Mari.'mid Jo^qui'-a da Trindade.
^ O JiM d Direit(.h*lit de-folicia rrei lente
ioTiibuuul do* Jurado-fat scienle ao pub'iro que ;
SerCju d-s Jurados -enttveftHla pra Iritns-
Bila Maiiado- MITO, para previnr d s-
ni;t7' de >**u Fi'lio Miguel Gome Coi reu Jnior a-
Mut todas M p'Tsoss do m.-ii ot'tfli'-iioionto, c nior-
iii'lite ao* sen* PMi*pidr, lie n*> prestaiem mura
ule unta que dito *t'U (ttho pessa em mure da annon-
<-i*ii(e": de-de a prote.-ta nao respor-sahili/ar-sa p"r
divida* <**hV, por i>s>iueso acha fira te sua rotn-
panhiae nao <> tent aulhon.-ado para liada tratar on
i e jy Precisa-M' alugar um soldado de doisanda-
reato*' arinrpart mas de Santo Antonio : qu-m o li-
ver annnni o.
/jr Q -em annunri-'U querer fallar rom Manoel
ioaquia? Pinto Mat'hud- (-iuimaiens ; dirija >* as 5
ponas venda O. 10, on armuneii a .sua morada.
ay OtiaUuer senhor Sactd"te, jiie quiter le-
ilirar-se a pnsaM->r a* primeirasletias os li'hos do nm
}nr. le KngemS, perio da Vil'a Cano, o qoal seivii
roniuriUmvnlede capello da Cap I a do mesmo Fn-
srenh, para o que se lli- f >Z lint bom ordena do : qnem
ntsim Hie c^nviT p>oure a Joaquim Mara de (]r-
valho na provira casa nova doGunha Guimaiiesni
direrciaan Pal rete paia laZer e>le a-ju-te.
jry Pt-rgtHila-*e ao Sur. Thezonreiro dn Orde-
nados, porquera-ionio recibe o dinh iro liafMal
i-m trocoide menores quantias, que a de 1$ ri se
he para nao f.ir.er rom ell.s pinjen tos a aaj|4 afilia -
dos: u se he por a Ky determinar, que elle pague
ora dita moeda, e nio reo ba : o pie h< ga.
0Pergunladr.
/y l)-se 4:000$000 premio om hipoteca -m
iienftde r-ii boas firmas: no atierro da Boa-vista
s il>i\do I). 16.
ajy Quem annunciou querer dar G00 reis com
hinotera ; dirija-be ao atierro da B
la Botica por
hua do Sur. N-rarro.
jry Quem pii'eiaar de 1:400$000 reis a premio
te dois por c uto ao niez rom hipotrea em alfuni pre-
cio neata idade ; annuiuieajna m>rada para r pro-
miado, e fleiluai -se o negocio pnposto.
yy Pre:ia-se de 4 arrobas de rapim diariamen -
lf noeni qoiier f*ter rale negorio p>de dirigir-seao
l'.si riulorio de Johnston Fat>-i & Coo>p. na ra da ma-
drede De'S para traclar do sen aju>te.
^^yy D-se vinie it.il reis a quem levar, mi desco-
hfir donde ata urna negra de nome Joaquina que
odagida desde o ^ia do presente nuz, lendo
oaaigoaasfieguinlea, do gento Ir B- ni, alta, de b'-nita
figura, moas, bem Talante, Talla grtx;a, ror preta, roa-
la inau roaapri lodo que redondo, tem m t<-sta (albos
d'aito a baixo, porem pouco se p^r*ebem, as vuttm
' iemalgun> ralombos, final da sua trra, ou de iicoti<-
da.*; ooopa*a-se em vender assucar refinalo de ma-
bIi' e do roeio da em iiairte A-tco saa senlmra mora
no principio da *ua do ilo-pkio na casn da esqui-
na que tea lamprao yunto o s tio dd Snr. Joze Carlos,
donde dve er enlreg,*ie, pira recelara promesa.
yja Preeisa-se de um hornem que queira ser leitor,
e qoe aaiba nogir, Taaendo-se-lh- boa eonrenienria :
tn Cliuda ra de S. liento loja do Olivira.
^p Manoel Ferreira da Silva deixou de ser cai
i.no de Antonio Jote Meudes.
ya Precisa-re le um menino Portugus de i2 a
i4 aunes para caixeiro de venda Umdo pratira do me-
rao negocio i na ra do Livramento venda D. 5.
yy A sabida da Sumara Beija Flor fira Iramferi
da para odia i9 de Ag->ato, para o Araeati.
jry Queaa quizer 400^ reis a premie d 1 por
cenlo, daudo penbor de euro, ou boas firmas : an-
nnncie.
yy Aluga-se um pretoqoe s^afiel, para Tatpr to-
do u aervioo de urna casa de fdini'ia, e as compras ne
eesaarias para o diario, dando-se-lhe o sustento, e pa-
gando-se por mez, ou aemanss o que se conlradar :
a quem eonvier anuncie para ser prcurado, ou di
Tija-ee a ra da Gaia n. \%, segundo andar, das 6 ao-
4-aa as 8 da inanh, ou das 8 da larde em ranle.
fjaaa Quem precisar dr um caiseiio para armarem
oupaia ra, que sabe bem ler, eacrever e contar, e
la fia.lor a sua conduela ; dirij J-o a Fra de Poi las
obrado de om andar n. 152, me *a lita Jira quem
he o pi -tendente.
mai--------

NAVIOS A CARGA.
Para o Bio de laneiro
^Eae viagemroma maior brevidade possivel, por
Craseo cjrregamen" prompto a SumacaHP.dme, ('api- j
tan M.moel.liz
ti
Ua
d./silVa M.,u. :
n M.innel.l(Z" ity )f;ni : q>i-m ni nie*m
'..f ir di- p.issa^em'dStfja'-sV (laWdno A^Ostin
iar.i.s. on ao Cspitab a> rdo.
if.m nn nu*mi |Ui-
10 de
a
de
COMPRAS.
\J \la morada e rasa ueste BjUffft k- Santo Antonio,
U'i Boa-vist.i, qu* i'o s*i mi be^o esquiilo, eque
nao exreda le i :20O^>0O0reis: quem a ti\erauiiuntie
por esta solha.
jry Por scdi'N nina pacraa crila le bonita fi-
giir. moca eom cria ou sran ella, ou uie-ono 'Stamlo
P'ijfcU, ipie Sfj otima viinled I iade^ ou -em fl|ty> : quem o li>r aiiuuncie por esU:
Diario p>a ser procurado.
%^> Una rarlfira de escrito, i >, de bom uze : an-
iiuncie pna ser procurado.
VENDAS.
\J\\ negro (le mein tldO proprio para lodo serv-
fo, prineip.lmente, pra o d'..lrii, por ji ler bs-
tente pratira : na rila Velha n. 38.
ary Um i elogio le pra I a le sima aeinela, 8
nellasde Tdha pn-aaieite, 3 feiaduias grandes
broca muilo l>oa com fu xapa para radiados com to-
da segura tira, e urna Imagem de S. Joo com sua rn^n-
ga ." na ru l^s Flores D. 8.
r 700 palmos de Ierra quaii toda envuta, rom
p Unios lu fondo no atierro dos Affigsdos do
Udo rsqurrdoao ir para os AlVog.olos, e isto ou por
junto, ou a retalho : na ra Nova Botica do Pinto, se
dir quem vende.
*3 B'xasd nanita biaqu-r.di ximamente do'Porto : na nusma Botica cima men-
cionada.
/y- Una nrgraboa cosinheira e sabe lavar le sa-
bio e v.orelia, e ntendede engomar, e vender na ra:
1 na refinacao de aasncer1 ao p1 Ja matrx da Boa-vista.
t/^ Caixas dequrijose lambem par miudo, co-
tellasde pono, por proco commodo e a cobre testa li-
ta, caixas de velUs decebo de 6em libras, sacas rom
nriox brauro, prezuntosdo Porto tantojem barriz co-
rona retalho c por preco commodo : noarinaxeni de
asscar na ra da cacimba n. 5-
\^m Un\* porcio de ratxai vazias qae TorSo de
assucar : no mesmo ai omero cima.
a/y Urna v. nda com puudoi fandos na ra do
l.ivramento lado esqnertlo I). 6 na me.-nn.
*# Um palanqoim, e uma Trasqueira com doze
ira-coa doui-los, propria para viagein : na ra da
Florentina, casa nova de Joo Zurtich na asa I). i3.
jt^ Umi casa de obrado de um andar com Cnm-
modos para grande familia, clios pro|)rios, quintal
grande com o fnmlo murado, cita na ra do Amparo
em O'inda n. 20. junto 4.Casa do B-rlem : no a. an-
dar do sobrad< qn'e fax esquina para S. Goncalo.e ce
tovello d-s 9 horas da manlii ale as 3 horas da larde.
jCJTr* Unn negra de a3 annos, de muito bonita fi-
gura, lava bem roupa, e cuaiuha, com una cria de
8anii"$, tu lo sem vicio, nem defito: na Pracinba
do l.ivramento loja D..-33.
Continua-se atender por toda a qoalidadede
lirado novo, na estrada, (m'a 'vai'fl,
Maiiguinho defronle do Ferreirp
commodo : no sal
S .ledade para o
espito Braz.
y&~ Umii'Ol. rio muilo bem parevido, pAra todo
o ..rvii-o, e tem ur.o Je sapat<-iro,: na i ua da Laran
geiran. 12. i
tjrj- Un.a porcio'a asoallo de amatellu d i5
palmos de cumplido, por preco commodo: na praia
do eolh-gio armaZem de Franci^iH|uim da Costa
|ty UrnapTiao de g.i rufas \aiias: na esquiru,
do heco do porto das canoas venda nova de tre poiijg
jy* Um c-cravo de 26 auno, coni officio de ser.
rador de b>iso, e lamben! de pescador: 114 ra da
Cui 11. 16.
t/3P Bisa* muito boas giandes, e pequeas e>e.
das ltimamente doPoilo, por prego cmodo, tant(>
.osenlos, coma a retalbo : na 1 ua do Rozarlo ealrel-
la botica de Jola Pereira da Silveira.
|ry Verdadeiras Pirlas de .tmijia, em pequeas,
e grandes porvoeus rom o seo coropctculr folhela em
que eiisiiu a nianeira p:ira seren aplicadas : na nies-
ma botica.
AlCtfUEI&.
iAI."ga-se uma casa grande terrea com bom quintal:
os picieiidenies diiijao-se a prac da Uuiao n. 20.
MJF' Aluga-ss uma negra captiva com muito e bom
leile : no Mangoinlio, sitio de I). Mariauna Thtreza
de Je/.u Siqueira.
meeda lendo o peio legal f mb ira sea ou nio emarel-
la de Xe L. ou de duascruzea de 50 rs.|o seguiule: ra-
p Princesa e da Babia em libras, e oilavas, cha hisson
da priineira sortc, dito pecla, tinta em cs^xinhas de
2 l.bras e meia, titila da esciever, dita em caada in-
gleta para regrar 'ivros, pxcellente graxi 97 e ditade
daY lustro sem precisar et.coxa, escoras finas, ditas
orditvrias, e exc.-llente pirlas de lamilia tanto ero
porcio de 100 em um frasipiinho rom o sen compe-
tente follieto, como a retalbo, simente* de ortaliee no-
vas, ltimamente ehegadas e tambem bix.is muito g-
lese meaas, eoutras miudezas, tudo por proco com-
modo : na praca da Independeueia loja n. 20.
fjr^ Urna esersva de i5 a 16 annos, sem virio
nem achaques : na ra do Fogo D. 7 da parte do
naseenle.
Tfy Arroz com casca a 2$560 em dinbeiro testa
lita, e marcado, ou prata aa^J reis o alqueire medi-
da vellui, carne do Rio Grandea i^Jyi^Q a arroba, em
dinheiro tesla lita, e dita i^J920, pelo mesmo dinbei-
ro : na ra do Collegio anuasem D. 9.
tj^p* Um mol< que crilo de l*i anuos: na roa do
palacete D.23, das 6 horas da mauhf al as 8, e das 2
da lardeas 4.
%q^ Urna porefo de botoens pretoa de retrot pa-
ra fardas, e tembem para jaquetas: na rua do Que-
mado loja D. 15 do Carioca.
^p* Uma carrosa propria para servico de nm r.i-
vallo, maneira, e ao mesmo lempo muito fot te, por
ser bem construida, loda de madeira d sicupir, ero
bom uto, e niguas movis da casa bem como cadeiras,
camas, e commoda,, e guaida louca, tu4o por preco j
PERDAS.
1\|0 dia i4 docorrente perdeu Jote Joaquim Biur-
ra Cav?lenii uma espora de piala com correle so
Primeiro Deshielo do colleg o : quem a arhar ausou-
ber quema ach >u a poder levar, ou declarar em cu-
j mao exi-te ao Juit de Paz do meinio Oestrielo palo
(pirsei com franqueza premiado.
ESCRA VOS FGIDOS.
Premio de 60$ reis.
rm Qnem prender uma negra conga, por nome
rulqueija, porem taires e tenha mudado, estatura
ordinai ia, cheia do upo, e mui' prela, oMios glan-
des e muilo ladina pois-na falla parece eriola, tem um
marca em um dos bracos da nrefo ; fuuida a li da
Abril do auno pastado oum uma caisa de flandas eom
bstanle fazendas, e promet.-se nio contender cora
a pessoa que a liver acuitada sendos entregue na ras
do Livrauenlo em rasa de Joaquim Jote Ferreira, as-
sim como tambem se promete perdi para a mesina
eacrav*.
tfJP Napoliio. crilo, i3 a i4 anno*, rheio do
corpo ; fgido no Dlrl de Maio doanna presiono pa$-
sndo : os aprehended>res levem-o ao >itfo da passagem
da Madalena que foi de Miguel Tavares.
a ajry Caiharina, nacao Angola, alia, e rheis do
corpo, meia fulla, albo agarapodo, beicoa grocos, na-
riz xato, dentesacangulado*, com um buraco na on-
Iba mata grande que o outro ; fgido no dia 10 du
corren te, com uma saia de xila aiul com palmas, cal-
ci de algodaotinho, e um pao da costa j uzado : os
apreheudedores ievero a a rua do Rangel D. a9, qot
s.rao bem ieoropn^dos.
/y Maria, ama, meia fulla, de naci cajsinge, 1-
dade 16 annos, altara regular, magra, levoo veat'do
de ciscado azul de linho, fgida aodia 15docorrea-
te do Mondego : os aprehendedorea le\em-a a rua i
ciux n. 11, que serio bem recampencade.
'i -IIL.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chcias no Porto do Pornmbue$
a
0>
Man i.
24Sega n da
25T:----
2(5-Q:----
27-Q:
S 28S:----
3 9-b:----
30D:------
Navio entrado no dia i7.
TeRRA-NOVA; 24 di.s; B. Ing. Elgecom^,
caqilio Joshua Evans: b.calbo : a Crabtrea H .y
worlh 8c Comp.
Oh. 6 m.
i _ 0- 54
0. _ I 42 a
_ 2- 50 M
O -_ 5- 18 N
^m. 4 - 6 a
0 TI _ 4- 54 a
Pern. na Typ. d Diario 1835
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


Conta da Reccita, e Despeza do Grande Hospital de Caridade,
Expostos do 5. trimestre doanno financeiro de
i835.
Abril
Maie
JunLo.

iG
aa
M


a8
3o


a
ai
3i



<(
9





RECEITA.
JLr. Dinheiro recebido de D. Laurrana Roza Candida Regueira por conta do que
deve ao Grande Hospital................. 58as'5oo
t Dito de Joie Narcizo Camello de resto da renda do sitio na estrada do Arraial* 37a '607
o Dito do Procurador Abreu Jnior d'alugueis de cazas......... 2375755
Dito da Tbezouraria da Provincia do subsidio para o Hospital dos Lazaros ven-
cido em Marco do correnle auno emsedulas.......... sSosooj
Dito em prata a ra;o de isaoo rs. o patato............ a5os'ooo
Premio da quantia cima..................ioo'000
Dinheiro recebido do Commandante dos Municipaes por conta da dispeza do mez
de Fevereiro. .................... i5o,sooo
Dito de J. M. de Barros W. Lins por conta da Renda do Erigen ho Trapixe ,
vencida em Maio i834................. ioos'ooq
Dito da l'hezouraria da Provincia por conta da dispeza dos Enfermos da Marmita
domezd'Abrik................... 1:376*118
Dito do Procurador Abreu Jnior d'alugueis de cazas......... 87320
Ditodo Regente dos Expostos de matetiaesque vendeo de restos que ficou da
obra da mesma caza,................. 12$800
Dito do Procurador J. M. de Barros -de foros alugueis de cazas. 585i'oi 1
Dito do Boticario da Botica do Grande Hospital de medicamentos que vendeo
neste mez................. ns'qio
Dito de M. Z. dos Santos de comedorias de seu 6lho Joze Faustino..... 74>o
Dito da Thetouraria da Provincia por conta da dispeza dos Enfermos Cabanos do
mez d'Abril..............;...... 3oo'ooo
Dito do Commandante dos Municipaes por conta da dispeta dos Enfermos Mu-
nicipaes...................... 197/000
Dito do Procurador Abreu Jnior d'alugueis de cazas......... 'OijfSio
Dito do mesmo de dito.................. 88855
Dito do Procurador J. M. de Barros de foros e alugueis de cazas. 5aii'a5o
Dito do Procurador Abreu Jnior d'alugueis de cazas......... 44,'68
Dito de M. Z. dos Santos de comedorias de seu Glho Joze Faustino..... 8sGoo
Dito que deixou o Enfermo Francisco da Paz.........." 5ooo
Dito de J. H. de Miranda de comedorias de seu Escravo Antonio. a's'goo
Dito de M. F. Duarte de dito do escravo Victorino......... 1 s'b'oo
Dito de Antonio da Silva Pereira de comedorias de J. F. de Brito..... jo'ooo
Dito do Boticario do Grande Hospital de medicamentos que vendeo neste mez. i8,'ioo
Dito de J. T. d'Aguiar da renda do Engcnbo Algodoaes vencida em
Maio do correnle anno................. 1.003000
Dito de J. M. W. L. de resto da renda do Engenbo Trapixe vencida era
Maio i834..................... 4oo,sooo
Dito do Procurador Abreu Jnior d'alugueis de casas......... 3a5'54<>
Dito da Tbezouraria da Provincia por conta da dispeza dos Enfermos Cabanos do
mez de Maio.................... 200s000
Dito do Procurador Abreu Jnior d'alugueis de cazas......... 6'4'83o
Ditodo Boticario do Grande Hospital de medicamentos que vendeo neste mez. i7(s'58o
Dito de M. Z. dos Santos de comedorias de seu Glho Joze Faustino; 8s6oo
Dito de F. daC. Maxado de seu escravo Francisco de dito....... 27^520
Dito de J. A. de Miranda do dito de seu escravo Tboroaz........ 6^00
Dito do Procurador J. M. de Barros de foros e alugueis de cazas. ..." 4oai'a58
Dito do Procurador Abreu Jnior de alugueis de cazas......... 5o'685
Cont in
8:i33s'38g
ILEGIVEL



Hospital de IV. Senhora da Conceico dos Lazaros, e Caza dos
1835 do i. d'Abril at 5o de Junho 1855.
i835. DESPEZA.
Abril, i JLh. Saldo a favor do Thezonroiro do trimestre passado. .;..;... 4:^'7i'217
ll Pagamento as Amas Regente a Regente ea Mestra da caza dos Expostos ,
deste mez ed'alguns atrazados Documento N. i........233s34o
3o Dito ao Boticario do Grande Hospital de seu ordenado drste mez Documento
N.-a.......'............... i6'666
a Dito ao inesmo de 3o dias de jornal do servente da dita Botica dito Documen-
to dito.........* ....... ...... 96o
n a Dito ao mesmo de gneros comprados para a mesua Botica dito .Documento
N. 3...................... 243s'6Go
Dito ao Pralicanle da ftferida Botica de 39 dias de sus diarias a i6o rs. D^
cumenlo N. 4..................... 9l36
a Importancia do sustento lavagem de roupa e mais gneros do gasto ordinario
da caza dos Expostos neste mez D Mmenlo N. 5....... lo'iszbo
a Dito de dito e mais gneros do gasto ordinario do Hospital dos Lazaros dito ,
Documento N. 6................... 7lSio
* o Dito de dito lavage de roupa alguns utencilios e mais gneros do gasto ordi-
nario do Grande Hospital incluida as dispezas das Enfermaras da Marinba ,
Cabanos, e Municipies dilo ,- Docaraento JN. 7.........9ll>?0"'*
I a Ordenados ao Regente, Cipello Enfermeiro Ajudante do mesmo Enfer-
meira Cozinlieiro Porteiro, Barbeiro Dispenceiro, Enfermeiro da En-
fermara da Mariuba Ajudante do mesmo Enfermeiro dos Cabanos,, Aju-
< dante do mesmo e Enfermeiro dos Municipaes, dito, Documento dito. 167 965
Maio 11 Pagamento as Amas Recente, a Regente da caza dos Expostos deste mez,
e d'alguns atrazados, Documento N. 8....... ao9,s66o
ai Dilo ao Cirurgio J. J. Alves pelo curativo dos Enfermos Municipaes curados
no Grande Hospital, Doou.roento N. 9............ 74,H8
t Ditoao Procurador J. J. d'Abreu Jnior de 2 mezes de seu Ordenado, de Mar-
co e Abril do corrente anno Documento N. 10........ ib^boo
%L 1 Dito ao Procurador de B. F. de Sou'a por conta do que Ihe deve o Grande
Hospital de medicamentos que deu para oextincto Hospital do Paraizo Docu-
ment N, 11.........'....'.'...... 51,8960
< Dito ao Boticario do Grande Hospital de seu ordenado neste mez Docum nto .
iy. 12. *., ............. i6s'666
3o a Dito ao mesmo de 3i de jornal do servente da dita Botica a 3ao rs., dito Docu-
mento dito. .................... 99JJ
3i o Dito ao Procurador Abreu Jnior de seu ordenado, dito, Documento N. i3. 8s333
Ditoao mesmo, de papel para recibos carretos de din luiros &. dito, Docu-
mento dito....................- lS6o
< Dito aoEscrivo J. N. d'A. Loiolla pelo termo da posse das'cazas das ras do
Rozario e Cabugal Documento i4........ 3s8*jo
a Dito ao Boticario do Grande Hospital de gneros comprados para a dita Bdzica
neste mez, Documento N. i5...... ^97ao
Importancia do sustento e mais gneros do gasto ordinario do Hospital dos La-
zaros dito Documento N. 16.............. 69J360
c Dito do sustento lavagem de roupa e mais gneros do gasto ordinario da caza
dos Expostos dilo Documento N. 17........._ 83,s'55o
< a Dilo de dito dilo, alguns utencilios-, e mais gneros do gaslo ordinario do
Grande Hospital incluida as dispezas das Enfermaras da Marinba, e Cabanos,
dito, Documento N. 18................ 648s45a
Ordenados ao Regente Capello Enfermeiro Ajudante do mesmo Enfer-
meira Cozinheiro, Porteiro, Dispenceiro, Barbeiro, Enfermeiro da En-
fermara da Marinba Ajudante do mesmo Enfermeiro dos Cabanos e seu
Ajudante, dito, Documento dito..............152S175
Junbo 3 Pagamento ao procurador de B. F. de Souza por saldo do que deve o Grande
Hospital, Documento N. 19.............. i:ooofooo
II 4 Dito as Amas Regente, a Regente da caza dos Expostos deste mez, ed'al-
gun atrazados Documento N. ao. ........... 267^760
Cwna % :-*<>7579


Jonht *
5
. TRANSPORTE DA RECEITA' 8:i^3|3%
Saldo fiTor do Ttuaoureiw. ; s i % ; ? 5 ; : : ; 3:47%54
n:6ias'343
W. B. Exist.ao no Grande Hospital de Cridadeem 01. d'Abril i835J 55 Enfermos, entraro neste
No Hospital dos Lazaros, exisfioemo 1. d'Abril i835 36 Enfermos, existem neste trimestre os me,
Da La dos Lxpostos exuUao cm dito tempo 17a entrarlo neste trimestre 19, falecero 14, e existem 177*
PERfl, KA JOT, DE PDHEIRO & FAMA, 835;
#
S. E.
Pernambuco 3o
^ Gaspar de Menezes Vas-
Presi-
Padre Joze Thco-
Escri-
Manoel Caetano S*
Thezou-
JBernardo Anto-
Joze Joaqun


0 TRANSPORTE DA DESPEZA. 9'^67H5'^l
Junho IQ Dito a J. J. d'Abren de fornecimento de po e bolaxa pare os Hospitaea de
Caridade, e caza dos Expostos do mez de Marco, Documento N. al. *47|l8Q
Dito ao mesmo de dito do mez d'Abril, Documento N. a2. ...... i38b83
Dito ao Solicitador F. L. Nelto de dispezas judic.anas fetas por conta desta
Administrado Documento N. a3. ........... a3s38o
3o a Ditoao Boticario do Grande Hospital de seu ordenado neste mez, Documento
N. a4...................... i64666
Dito ao mesmo de 3o das de jornal do servente da dita Botica dito Docn-
raeltR dito......... 9s6
Dito ao Solicitador desta AdministracSo F. L. Neto de um trimestre de seu
ordeuado vencido hoje Documento N. a5. ojlooo
Dito ao Boticario do Grande Hospital de gneros comprados para a dita Botica ,
neste mea. Documento N. a6. ; .- '94*9
Dito ao Praticante da Botica do Grande Hospital de suas diarias de i a de Maio
al hoie, a-4o rs., Documento N.a7. S. > ia?ooo
Dito ao Reverendo J. T. Cordero de 88 Missas mandadas diter pela dispoticao
destamentaria de D. Ignez Brrelo, neste trimestre Documento N. a8. 2o?it>o
Dito ao Reverendo J. A. G. Lessa de 88 ditas mandadas dizer pela a de D. Joao
de Souza dito Documento N. 29......._,* 2.?IO
Dito ao Procurador e Comprador J. M. de Barros de um trimestre de seu or-
denado vencido hoje, Documento N. 3o. ... ._ J>.?
Dito ao mesmo de dispezas miudas mandadas fazer pela Administraco dito ^^
Documento dito......''!', ''.,'*" .1 w*
Dito ao Procurador Abreu Jnior de seu ordenado vencido boje Documento w. g ^
Ditoo Boticario J. P. da Silveira de medicamentos que vendeo para a Botica do
Grande Hospital, Documento N. 3a. >. 374P
Ditoao Arrema.ante das carnes verdes D. A. M. Ordoio de 1.8 ar 10 de
carne para o fornecimento do Grande Hospital indotado a da Mannha e La-
baos, dito, Documenlo N. 33. > ., 1 lt kL *
Dito ao mesmo de 58 ar. de dito para o Hospital dos Lazaros dito Documento ^ ^
Di[o'aomsmdei4ar.\ e 6'fi de dito'para a caza dos Expostos dito, Doco- ^^
Dito? Pinbeiro Faria por impresso da conta da Receita e Dispeza do tri- ^^
meslre passado, Documento N. 36. .*, ." j *
Importancia do sustento e mais gneros do gasto ordinario do Hospital dos La
zaros, neste mez Documenlo N. 3;. '**
Dilo de dito lavage de roupa e ma.s gneros do gasto ordinario da caza do &
Expostos, dito, Documento N. 38. .' '
DitodTdito, dito, alguna utencilios e ma.s gneros de.gasto "d. nano do
Grande Hospital taeluindo as dispezas das Enfermar.as da Mannba, e Cabanos ^
o
dito, Documento N. 3o..... V. r.-
Ordenados .0 Regente Capelln, Enferme.ro Ajudante do mesmo>, Engr
meira, Cozinheiro Porleiro Dispenceiro, B.rbe.ro Enfcrme.ro da bn
fermaria da Marinha Ajudante do mesmo Enferme.ro dos Cabanos eseu ^
Ajudante dito Documento dito............ ______,.y
ii'.6a|343
trimestre i4a sabiro curados 98, falecerSo 4o, e exislem 59.
mos sendo 1 escravo do dito Hospital.
e O.
de Junbo i835.
concellos de Di ummond ,
dente.
doro Cordeiro,
vo.
Carnciro Monteiro,
reiro.
nio de Miranda
de Oliveira.


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