Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02934


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Full Text

.",. "1 *
ANN0 m !# SEGUNDA FEIfU
~?. .1 -

17 DIO ACOSTO. IV.
DIARIO DE PERNAMBUCO.

mmaamwB^f9K j --> ^--j^^rHAwtdfaiwr itimi i o.
DAS DA SEMANA.
I? femada MtW M. Ad. d Js.do C. de m. cdc t. ,.
la 1 V. U. He i.
18 Tercu S- ara de Monte F. Hel. de m: aud do J. de O. de t.
|!> fuavta S. I.uix l>. r. sessao da T- Puh.
W Quima Bernardo Al. Rl'de m., aud.doJuizdoC.de
e de I.
?l Sexta S. Joaima V.rancisca atario da T. P. de m. e aufl. do J.
de O .ir l.
92 Va!)bniio.-.lriii!,, Tlicnioten. Hebra., rfc m. e rud. do Y. de i. rnuMHAiJ Lita ch.a I h. c l 3 mingo O (agrado (oraran d( Alaria til
I'a,,"ll|,m' Tvr. Di P.xriEjRo Fari
I 35.
Tildo vora depc. rio de nos marapa, da noaaa prudencia, mode
rae. o, eeoergi:i: continuemos con prieipiamo. c aerenina a-
Poutados coiii udmiraco entre a. NaCOe. uiais cultas.
Proclamara da Jsstmblca Geral do Brntil
Snl>screve-se a 1000 rs. mrnxara papos adiantados nesta Tvpora-
fta. e na Pra$ da Independencia N. 37 e ss onde aa receben]
correspondencia* legalisndao. aiintinr.in* : inserindo-*e catea gra.
ti sendo de* proprio asignantes, e fiado .-signado.
P<-
PARTinAsnoscour.ios.
Otinda -Todos os dia* ao mero da
lar. Rea de.S. Joao, Urejo dMieia, Rafnha, i
%70% weto.....*' *
iTSfc i. Caftind."Granja, |mp,rall
S Joa,. do Principe, .Sobrar. W dKlKcv li,
l$L-Tf: 2 Atonl*>ato JaaaW. Que
naiha-Secundas c Sexta* (Viras ao me/o dia
Santo Anio-Todas a. uliarlas fciftM ,,; dia.
Garanhuns, e BonUo- no. dia. 9 o 1 do me* ao meto di
Flores-i,, d,a 13 de cada mea ao ,ei dia.
Sermlutciii. H,o hrwwo, a lameiraa-See-iwda, Ounw *
extas.feira.ao nieio dia.
O
INTERIOR.
B'li
gaia'issmo Anigo que oomoc.imos a trans-
i- ver Jo Mensageiro Nuiheroyense, he le la pa-
tente nifre. fin-uto |ililr, 'lre 10%Boii lium ir?, r impm r de nossos loiiores
> iii'.is .v iia atlenca sobre Ma doutrirra. Charos
Concidado As im he que se d.veolhar e pensar
sobre oniiHu IWil : |,jCj m vez a vossa coi.vicca. .
A moliere volumuc, non morder;
P'odesse, nuil lajdereErasmo.
s.
As Repblicas Jmei canas, e o Brazil.
'Egnios i]a nnssa coiiscioncia fir nes no proposito
le so.le mos loda custa abatata da Monai-juia no
Imperio do Urji.il, calamos ic-o!dos roa bal. r I.-
lo sistema, jue se dirija desvirtuar a essencia da
uossa ley 1'uinlameiiUl ; seja qual for o Alela qu. dos
arroje o guante. Porein tvta res.^.to he nohre em
si mc.snia, c: t m por objeclo advertir sem ex pro
brar, ser ulil sera ofender.--Con ludo, muilo teme-
iiks que seenvenentra as nossas int'cn(,5es;< principal-
menleqtiando Linos de faser compari.csa, que sj
qoasi sejnpre odio-as ; anda que na5 dessemos lugar
jiiizos temerarios, evitando qua'qoer proposit;a5,
qne nt6 wtp Tmd.da cm lium fado histrico, ou nos
pnnnpio.s di dinito publico univeisal.
Wb ureaeute srculo, quaiHt, se trata de huma m >-
narqui ronsl'lucioia!, ap'i.ne.ra idea que ocrorre
i media f rae t*, lie a que of. rece a Inglaterra no seu
estado pol tico; do me-momoiln quando se tula de
Imm.i R.q.ub'ica, somos levnilos cousderar os Ea-
indos Uuid.s como o typodus ^ovemos populares
He po. (Icsia fonle fecunda que os entusiastas da de-
iiiociacii lem etgoUdo as dourinas do acu sistema, sem
I mlnarem-se (ue os "goveruos sa5 rreadoa para os
Movo e nao os t'ovo> pain certa classe de governo.
l^ssemos ex.trainir os elemenlos piimilivo< o'jqml-
1.1 arrogante Repblica, e Vejamos .-i humanamente
iallanrlo, nqhiim oulro Povo Airericano se a< hou nas
. inemas circunslancias para adoptar hum sistema a-
nalogo.
Os piimeiros Inglees, que viera povoar a Ame-
itra Sept.ulrional, fora simples emprehendedores,
que a sms proprios gasius e riscos se fisere proprie-
larios do p-"a, hem comprando aos naluraes p>-rci.5
do ten torio, ou ronqnistando-o com as armas, pelo
que se conslilnia os Soberauo> sem necessidade
do conseiitimento deninguem. Porem Raleigb, Che-
le da primeira empresa, queiendo prevenir pa o
futuro qualquer peilcnc^O da Inglaterra sohre seus
direilos ailquii id, tu de seos successores, fez huma
convenci rom a Rain ha h, b.lem 158^, pela qual
(e*srgiir.>va Raleighe seus successores a pcrpclui-
dade da S, berania da Colonia, con plena faculdade
de formar hum .Corpo legislativo, e de establecer
hum governo semelhanle ao Gov. rno Ingles : deven-
do icar nni'la Inglatena upor lacos de huma per-
ei la nh'anca eamisade; laeaauS ai propria ex-pres-
fes da CarlaEm honra da R.iinba, qu?; linha hor-
irfr ao matrinioiii chainou-se aquelle pai--Vitgi-
nia. As- grandes atspe/as, que occasiouara vatias
expeditO pii.i u.oar a Colonia, ohiigaivS opio-
plriy la rio ccd\ r em culros parle de ;cus direitos, IW-
m-indo huma Companhia" de hotos emprehendedores.
Em 1621 esta mesa Companhia decrelou que para
o futuro haveria hum Corpo legislativo, clumado
Assemblea eral, quedevia consistir em hum O'.ver-
narlnr. i-j Cnnnf4hvims, e Represenlanles lo Povn.
enearregados de faser as leys, e de velar nosinlerea-
stsdeseus Coris'ilninles.
A segunda Companhia fotmou-se' i-nilacf.5 Ja
primeira, eohteve a sua Carla em 16O6, para fitodar
Colunii, que se chanouMa-sachusets, |tia>i
Dos mesmos termra que a precedente: fota princi-
pies memb'os daC-mpanhia Femando Jo gpsGover-
mi.lor d Piymoulh, e Julo Pdp1iam% i." JuizEm,
1634 o Povo d.i Colonia se leimio, e decretu h'ima
Conslit'uigaS ; era a secunda nue se da\a na Ameri-
ta. As Colonias de Rhods! Idund, Conneclicut, e
New-Uamphir iveraa s*aoigem da de Massaehu-
sets, e scgiiira em todo o seu cxemp'oSeguio-se
depois a fundacaS deMaryiand, devida a Lord BjI-
limore e Guilherme Penn, rjue tainl>em foi o fun-
dador da Pesyl'aniaOs piimeiros Colonos de Ma-
ryland P.ra 200 familias Catlicas das princ'paesde
Inglaterra, que leva rao com sigo toda a sua forluiK.:
Pensvlvania fundada debaixo dos auspicios de p. un
com huma inti ira liherdade de culto, em ocasi.i5 das
perseguices religiosas, medrou p-odigiosamenle fa-
vorecida pefa Consiiiuic.5otorgada pelo inesmo Benn
A Colonia do-Delwre- hequasida mesma dala, e
seguioa mesma marcha qhe as precedentes.
-N.w Yoik he tal vez a fundaca, coja origem he
m is d.ficil de determinar, porque foi primeramente
povoada pel<>s Holland' ses.fe cuttou muitas desordeus
para que fe tornasse Colonia dos Inglezes; duiante
algunsannos foi envernada por pes-oas da nomeato
dVI-R.y com ilimitada autoridade, ale* que em i691
o povo reunido formou huma acta constitutiva,pela
qualopodr l< gislalivo, e a sSopr.-ma auloridade de-
vi.5 er exercidos pelo Governador com hum Conse-
ibo, e pelos Representantes do povo em Assemblea
Gera' New.Jersey,- -fundada sob a dependencia
de Ntw Yo.'k, seseparon em i736 com a mesma Cous-
t tuica me os proprietaiios tinh5 obtido em 170a
Em lempo de Carlos i.* fundou-se a -Carolina- em
honra daqiielle M>narca, o qital emeedeo huma
Companhia. a propri.-dade absoluta do piiz com todo
odiieilo dejurisdiccnS, privilegios reaes, e outras
legalias, cora tanto que as leys nao fossrm feitas se-
n5 de acord e conseutitneiito dos homeus livres da
Colonia.
Chegamos poca do Sistema de legislac>5 de Lo-
que por u mrito intrnsecoQuem tiver lid<> a
historia da Caro'ina-sabei que a legis!ac6 de Lork<:
n.<6 foi iniiit.i feliz pela sua complieava ; o Povo re-
correo por fin seos proprios recursos, e fi> melhor
suteedido. Em I7a8 a Colonia foi dividida em duas,
que se denominarloCarolina meridionale septentri-
onal.-- Qnatro annos depois se formou o^itra dehai-
xadono/ne de Georgia.-d'aqnella parte na5 culii-
vada perlencenle Carolina MeridionalD.serrgana-
dos os Proprielarios do nenhum frueto que sacavaio
da S herania, que exerciaS nesta inJcressaule poces-
s, devolvera el-Rey a Carla de doac5, e o Go-
.verno da Georgia foi establecido em i752 debaixo
do mismo p e Ordem que lodosos oolros.
E-Us fora as i3 Provincias ou Estados, que se
confederaraG cm 1778 para formar huma Naea n- I
dependente elivr, debaixo de hum p.irto soborne
que afiancas e asna emancipacao Todi 'es fufa-
dos se governava antes pelas suas propn.s lev ,
tivfift no g..so daipiella parte d.. Solwani.. .,
<-'inpalivel com direilo <\*tni^\,: r,:r .-.-.'-
glatcrra; emo aquellas Provincias aliad s, a ,-,
o povo Romano conceda o direito de Chktfe As
rendios da Coroa alcancava muilo ponca cou,.;
R.is concedfndo Cartas Patentes as Coinpaui.'ns m
pie reservava, como direito deSenhorio. hnwa'dlati-
sula qualquer; por xemplo na Colonia de Mtfty
aobngaca de enviar ao Caslello de Wiud.cr'
fl-i has de Indios, quando fossem pedida^: na de p- r..
sy>ania^du.spcVh8deGauimo, &cN.'.-mima Mm
l|huCaO, prestados, ou subsidio se p
n. fosse decretado antes pelas Assnnhle.i:- Gpraes o
parlamento Bi 1 la ti ico nafinlia ingfBvtToia algufli
negocios das Colonias. Quaud coroessatSo
sences entre J-coh 1." eo parlamento, nle n'
gei ir-se nos negot ios da Virginia ; porem a As
blea Geral dos habitantes du Colonia *f0e-s forte
mente, ponto de f.zer huma pfloNta-fafi solemne,
declarando immigo da Palria com w cimllscaeri
hens lodo aquello que lentasse huer k'nma ma
ca no Govemo ; > pelo (|ue el Rey ass^-j i:r;),i u>no-
vo que nenhuma alteraija se laria no livptma adop..
tado. E-te inesmo empstiho do Parian-.'lito-Vi o
que alfim ocasionou a revoluca >)a Imleptidencia ;
todo o mundo sabe com que energa os Americano a
se opesera aos actos daquelle Corpo, qm n .
leo sulimellel os aos imposto* do Sello, dop'nd do
CW, Ve. 4Vc.
Geralmenle todas as Colonias tinh.m plena lil
>er-
1 ILE6VEL
dade de)minei'co com todas as Macos, como a In-
glaterra mesma. Emtempo deCioiiwel se fez'nff-
ma Capitnlaca, pela qual as Colonias devis gozar do
lodos os privilegios e franquas do l'o o Ingles ; em
viitudeda restamaca de Carlos a," fbr 'anulados
todos os actos deCromwel, porem ficato ubsislindo
as mesmasprerogativase-regalas bilquirida dtbaixo
da dependencia da Repblica. Vejamos poh como se
formou aquella prodigiosa populacao m pouco maia
de sSeculo e m^io, e de que elementos e'lla te compu-
n ha.
A Igrcja Ang'icana que, com a pon pa episc'opaf;
finha herdado a intolerancia religiosa, pers.goia os
Puritanos, Presbiterianos, a lodo;, aquellf $ qu nac
queru conforma r-se rom a sua doutrina ; 'pelo qun
fora estes chamadosNa-conformi.st,ts. Hum,' par-
te dos, pers'guidos, que deade 106 se tinhao feftgia-
do na liollanda, formara o projulo de passar f< Amo-
rica, e o vei ificjra nn espeanca le e\;ar pela dis-
tancia a perseguc. das Crl.s le Ju.siica Fpisccpaes.
lm I6a8 as seitas antiEpisropues peideito toda a
esperanca de reforma ; hum grande ni mero
soas, principalmente Puiianos, :esolvea> eivir a De-
ns na America ; foi la grande a voiuirr< miados
que emigrava, quo apai-eceo huma Ordtm prohi-
bindo embarcar sem luenca. Totuos annos drpois
muilaa ptssoas opulenlaa, alguaias le elevJ,
quia, desgosloaas do Governo arbilrMo de In"';:'.rra,
tanlo pelo temporal como pelo espiriinal, iial'iberarc
passar a America, e se rompronuterso et>ni esartigoa
Colonos lodos os gastes da sua nova en proaEm
1630 sobreven) huma fome borrive!, ... que forr v-
cliinas mullos emigrados ; sem en.baigo o gov..
arbitrario da Corte edalgieja, ixibut'i lurc
?.



DIARIO DE i'KUNAMBLCO.
p lito de Faofgroc, 6, c j rfcrcrai
prodigiosainrnl.. O, ha Ordem de t-Rri jiobibio
< ipieameiilf o rr!'-f nu- nn>u TlI, iu^ .,'...
eta Ordrm s produao o i ft-ito de (odas as prohib-
c6es, que fi.i a desojo vehemente de deso" dercl-a, e
os transpoi te. se multiplicares. Muiloa hUloi ado-
res pertcndtm que at e auno do de Ing'aWrr para a America 398 embarca 6 vaudo 4 mil familias, < 11 ?12OO petsoas v todos os se-
xos e idades.
Ein le.i'po de Cromwtl <>s Catlicos perseguidos
tivcra igualaamte de emigrar ; Maryland foi povoa-
da por Catlicos ; 00 familias comecraO aW]uelli- ea-
labt-lcrimcuio debaixo da prolecca de Lord Bal limo
re. Emini a ni adminUtraca de Jacob 1. e a
revogacaS do Edicto de Nantes vierao engrossar a po-
pulacad uascente das Colonia-; a peiaeguica fez con-
correr, tanto da Franca como de Inglati-rra hum gran-
de numero de familias respeilaveis, que fug'ndo du
seo paiz natal, procur8va5dete lado d<> Atlntico as
docuras da liberdade. Que paiz no mundo foi j
man povoado deeta maneira singnlai ? Onda se vio
tanta moralidade, tanto amor Ordem, tantas vir-
tudes reunidas em liomens, que fugia da de^ordem
e da guerra civil ? Qua diferente devia ser esta eolo-
.tsaca d'aquella que se faz cora gente sem costumes,
com aventrenos dispostos abandonar a sua patria
por hum bocado de pao em alheio territorio O que
acabamos de diser basta para desmentir a opini.5 ge-
ramente admitid? deque todas as C< lonias fora po-
voadas por degradados e bandidos. Todava, veja-
mos a origem deata falsidade, examinando o que di-
sem os historiadores este respeito.
Recorrendo a b loria da IegMaca5 inglesa, o'nser-
vanos, que al 1666nenhuma 1< y existia condenan-
do desterro para as Colonias; foi naqnelle mesmo
anuo, que apareceo a primeira mandando transpor-
tar os que f..-sem convencidos de roubu no Condado
doNoithambeiland. Em i670 a mema ley cora-
prehendeo os que furtassem durante a noite os teci-
dos, que ficave6 estendid. s no Campo para corar, ou
que deitassem fogoaseiras, &r. j sem embargo, ao-,
t sde 1717 na5 consta que hum s degradado passasse
i America. Na quelle tempo pa cao da p na de morte em desle ro para aa Colonias
em ceiloa caaos, quando j a populaca Jivre da A-
meiica selenlrional monta va mais de 800 mil almas.
Q Abade RynaJ se engaa quando diz que os Ti ibu-
iues vendia os aervicos dos Criminosos ; o Gorerno
Ingles os fazia transportar a sua propria cuata. Os
Colonos reclamarlo imediaiamente contra a ley ; em
algumas Colonias nao quiseraS jamis recbelos; em
oulras os recebiaS para evitar contestarles com a Mi
Patria. Em Nt\v-Yorck no anno de i766 hum des-
tes degradadas foi preso e condenado u ser trans-
portado para Inglaterra ; foi em consequencia pos-
to bordo de hum navio, e parti ; porem assim que
ali cliegou fui novamenle preso e conducido per.m'e
hum Tribunal como evadido; logo que lhe fiso-
ra5 asprjanlas do costume, disendo-se-lhe, si nao
sabia que tica va sugeilo porisso pena de morle, le -
pondeo que elle tinha sido transportado; mas
como o nao eolcndessem, eacou ento da sua algi-
beira a sentenca do T. ibunal de NeW-York, que o
condenava depoi tacao pira a Velba lnguterr* ;
cuja leitura causan liiim riso universal, e o hornera
lbi posto em Iibei dahe.
Continuar-se d.
RIO DE JANEIRO
AssembUa Geial Legislativa.
CAM \n A nos 8ENAD0RKS.
Sessao em 30 de Maio de 1835.
Presidencia do Sr. Bento Barrozo Peieira.
a A Elas 10 horas e meia achando-se presentes 33
Cenadores declarando-se aberla a seasa, leu se e
approvou-se a acia da antecedente'. O i." Secre-
tario den conta do expediente,
ORDEM do DA.
Continua 2" d'srussad da reaolucaS que conce-
de amnista i Provincias de Minas Geraes e Rio de
Janeiro, com a seguiu'e emenda oflferecda pelo Sr.
Paula Souaa na sesea5 anterior, c nella apoiadu. Em
lugar de esolve, diga-se decreta: e o artigo re-
dija-teasam : O Governo fica autorisado por
humaHiio, contado da dala dente l.ei, a conceder
amnUla na foima do 9 do artigo 101 da Consti
luicaO. Salvaa ledarcad.
O Sr. Borget depeia de combater algnmas opiniOes
MiireseotadainaaeMaQ anterior, entrando em materia
obaervou que a historia dai mm'ilns do Braiil n;.5
tinha ncnlium grao de comparaca pa>n cora onlroi
\
pai/ s; fe* a analice das tmnisli.is que so te conre-
dclo, riidoa primeira em 1853, equal sendo nppro*
rada e reasc-U!!:1. s *' Caasra fci dcsprrza:!a por
aciUiiK6 ; em 35 t< ntoii ontia vea o Si nado o el'a
pasear; e rnt. spparecraS dos mil e lanas assina-
lu-asa favor, as quacs tambem foiaS prsenles on-
da Cmara; passou no Senado pela segunda vez,
poim na ulra Cmara tomn a ser despiezada, a
final apparcteu hum acto legislativo da nutra Cma-
ra, autorisandoo gov rno a concedr amui tia segn
do a julgasse eonvenh nte em sua judicica intelligpn
cia, a cujo acto o Senado onnuio ; porem era a C-
mara dos Depulado, ('amara que havendo por duas
vezes desprezadoa amnista concedida p lo Senado,
qnem boje manda va ao Senado huma proposiraS de
amnista para Minas e Rio de Janeiro: factoestea
ques''m>5 p"dia responder senhoromo o Padre Fran-
cisco Manoel : E queris vindourosl!.. e nao
o explicando o apresentava ao publico a fim de que
o couiparasse. Obaerrou que n.n5 va que esta conces-
sa6 d arnhisfia fos.e enrab cada em hum esquecinen-
nifnto perpetuo de crinies politros, porque nao lhe
censtava que se achassem era campo dona pretenden-
tes Coroa do Brazil ; iiem t p0uco dous partidos
que pretendi bum acn eivacaS do Pacto Social, e.
outioasua alteracaS, &c, porem que a gitiaa
se apresentava era, por exemplo no Para exigencias
de deporlac.5 d<- P01 tugueies, debaixo porm de cu-
ja exigencia os fina erad outros, .p.-is era notavelque
ero todas as deso dens que se tfcem da.losempre.-e
tinha riato lotera Dobreea contra a raqueta, e esse
enme nao poda ser considerado como poltico mos-
trouqneas amnisliai at aqui concedidas m.5 t.-m
produzdo o eReito que se lem.lidn em vista, que no
anno pastado fora governo autorisado a conced-la,
e a extndeu ao Pa. e Pernambuco, porm o resul-
tado de sua opphccaS foi o despreio que della fize-
r;.ocs iiisiirgenles e salteadores das ditas Provincias
e o mesmo se dava a respeito das entras provincias :
que em nenhum publicista tinha echado a dea de que
conyiesse o ser o Corpo Legislativo quero concede a ro-
mana, qnerendo porm que sua allribiuc>.5 seja d..
poder exrcutivo, no que conco.dava por iulgar, e
mesmo estar persuadido que he elle quem'podeter
maisprevioconhecimenloda necessidade, nlilidade,
eapplicaca6deliumaamn,lia, por cuta razaS vota-
va contra a resolucao, e^ela emenda.
OSr. Saturnino conlran'oo muitos do^arguroen-
tos apresenlados pelo nobre Senador, e demonstrou
que o argumenlo do effeilo que liavia prodotido a am
mst.a as Provincias do Para, e rernambuco na5 pro-
ceda, por isso que a amnista de que ora se tralava
nao era extensiva o essaa Provincias, eso aira de
Minase Rio de Janeiro, as quaesnaS ronsteva se tU
jeaseradadoaaexigencioa deque o nobre Senador
tallara; enaSselemlo apresemailo argumentos que
destrmsscm a necessidade e ulidade da ieablea&
volava por ella.
O Sr. Albuquerqoe proouncina-ae pela amnista
00 sentido da reaolac 3, fundado en. que a humani-
dade pede que ella seja concedida, e conlrarioo a
eropnda fundada em que sendo hum acto ta!, como
oda concesseS daamnislia, a suspensaS das leis, e
competindo esta attrbnic. ao Corpo Legislativo,
de-nenhum modo poda tal atribuido ser concedida
ao I oder Exeeutivo.
OSr. Ftij dissen;^ esperar que a Asseinbla se
orcupasse de concorrer pira a impunidade, quando
todos Lisiunava o estado lamentavel a que e tiva
reduz.doo Brasil pela falla de segu anca e tranquil--
hdade publica: notou que a mateiia sendo de impor-
tancia nao produzia beneficio algum, alrn de ser
contraria a Constituido, e ana principios de juslica
universal: que o Corpo Leg-ialalivo na5 devia dar
exeuipl,, dse Mohr a Constituido, pois a dalo era
querer que lodosa violasse-n e nao eslvessem pelas
dcc. oes do Corpo Legislativo, porqus mesma
Constituido marca os casos em que a amnista deve
ser concedida: produzio muitos outros argumentos
sustentaudoasua opina, e cncluio votaudo contra
a amnista.
Depois de mas alguns Sis. ter.m lomado parte
na discuasa, dando-se a materia por disculiJa, o
Presidente pos votaca a resoluc-5, e (i ap-
p.ovada-, votando pro os Senhores Cunde de Va-
lenc, Co-la Barros, Olveira, V'sconde de. Con-
gonhas Mrquez de Inhamhupe, Aguiar, Monleiro
de Barros, Rodrigues de An Ira-Je, Mala Bacellar,
Joao Evangelista, Vizconde de Caite, Mrquez de
Jacarepagu, Carneiro de Campo?, Dr. Carvalho,
Mrquez de Caravellas, Rodrigues de Carvalho, Can-
de de Laces; JUrquec dex.irie. Mrquez de Pa.'ma,
ron na da Cmara, Patricio, Almeda Albuqaerque,
TlUOCO, Sintos Pinto, Sa*arnino, Mrquez de Pa-
renagni, D. Nuno, Bira de liapd: e contra
Se.nhores Borges, Paula Sooxa, P..cs de Andrade,
Ferreir de Mello, e Fej.
Tendo lado a liora, n Pie,Mente den para ordem
deJunho, a conclusada dis-
cnsa da resolticaSda amnista, e mais maleiia d.
d- I~..l..n ,r...K~ __l_- J J '"
x, C ICTSuSCB S >voao iii-iaa UliflS IIOTaS.
do diada seaslo do 1
c
d
O.
GOVERNO da PROVINCIA
ContmuacaS do Expediente do dia 11.
'Fficio A Cmara Mumeipal de Olinda, no-
meando o Trajano Alio de IIolan la chacn de Al-
buquerque Promotor Publico.
Ao C'imnandante Geral do Corpo Polci.i|
para renii-tler ao Inspector da Tliezou>aiia umare-
lacao nominal dosOfliciaesdo mesmo Cepo, que pela
nova organizaca se acliam ero servico.
Ao Tenente Coronel Fngenheiro FerminoHer-
culano de Mora es Aucora, enlhoiisando-o paraen-
gajar as pesrsois necesssai as fim de njudarem a Tho-
m Penira Lagos, e o 1. Tenente d'Artel he ra Jo-
aquina Joze de Faca Neves as obras das estradas de
que esta6 cncarregados; e se por i$ooo ra. mensa-
es na6 apparecerem pessoas capases, pode augraentar
alguma coux.i mais.
Ao Doutor JoG Joze Pinto, demeltindo o da
^Directora Interina do Jardim Botnico de Olinda e
commutiicxndo-lhe que passa- a subslilulo Joaquini
Jernimo Serpa, a quero deve entregar ludo quanto
a s< u cargo estiver.
Ao Inspector da Tlieiounria, remetlondo-lhe
por copia para lhe dar a devida execuceo Imperial
Avizo, pelo quala Regencia Houve por bem conceder
6 mezes de licenca, com vencimento de ordenado* a
Joao Nepomoceno-Poes de Mcndonca E>cript'irario do
Arsenal de Guerra, a m de tractor de sua saude.
Da 13.
^"*" Auclori'ado V. S. como est por esta Presiden-
cia para em pregar a Companhia dos Cabocolos de
rBarreirosna peispguicao, eextincados pretos aqu-
lombados as malas do Catuc, pode igualmente em -
pregar no menno servigo quacs qner OITiciaes e Sol-
dado< de Linha, qne julgar nrcessaros para o bom
xito desta dtligencia para direccao 'a qual me paic-
cia conveniente a nomeaca6 de hum Oflcial Superior
para Commandant*! das operacoeu, julgando com os
necessarios requesilos o Tenente Coronel Francisco
da Rocha Paes Brrelo, o qual, se o seu estado de
saude o par met ir V. S. nomenr para o refeiido
commando.
Dos Guarde V. S. Palacio do Governo de Per-
uarobuco i2 de Agosto de i83f*. Francisco de
Paula Cavalcanle d'Albuquerque. lllm. Sr. Jo-
ze da Costa Rebtllo Reg Monteiro^ Commandante
das Armas.
SatisfJca V. S. ao que no cilicio incluso reque*
sita o Commandante em Cnefe por intermedio do Com-
mandante das Armas remetiendo com brevidade pa-
ra o Acampamento os 5 306$720 pe tencentes aos
vencimei'tjs dasG. N. e ordenancas de Garanhuns,
e para a Pagadoria do mesmo Acampamento as l-
vranpns, ou relaca nominal das m smas Pracas, se-
gundo se pede no citado oflicio, o qual, e o do Com-
mindante das Armas devolver a esta Secretaria.
Dos Guarde a V. S. Pala, io do Governo de
Pernamburo 12 de Agosto de i835. Franciscode
Paula Cavakante d'Albuquerque. Sr. Inspector
da Thezouraria Joao Gonsalves da Silva.
Dia 13.
Corft o recebmento do seu olicio dalado de iO
do corrente faco marchar para esta. Villa hum desta-
camento do Corpo Policial, conten Jo hum Oflicial
Subalterno, hum Sargmlo, dous Cabos, e dsoito
Soldados ; e quando na5 seja suficiente esta forca pa-
ra conservaca5 do socrgo publico Vm. requesilarao
Commandante do Batalhi5 das Guardas Naciooaes de
Goiannba as de mais pracs que julgar precizaa, re-
nnindo-as a forca enviada para serem commandadas
p#lore pectivo Oficial de Policial.
TeuHo com esia occaziaS a de recomendar-lhe a
immediata execucaS da ordem desta Presidencia para
o recrulamento, que muito concorrer para a conser-
vacaS da tranquilidade publica d'essa Comarca.
Dos Guard a V. Exc. Palacio do Governo de Per-
nsmhuco \7> de Agosto de 1835Francisco de Paula
Cavalcauti de Albuquerque. Sr. Juiz de Direlo
interina da Comarca de Goianna Urbano Sabino Pes
soa de Mello.
Ofiicio Ao Prezdente da Rellaca afina de
informar com o seu parecer sobre a inteligencia da
segunda parle do Arl. 33 do cdigo do Processo, pa-
ra ser deferido o reqnerimento de Pedro da Rucha.
Ao Comman lente Geral do Corpo Policial, pa-
ra fazer seguir no dia da data d'este un destacamen-
to de 1 Sargento, a Cabos, c 18 Saldados comman-
dados por um Subalterno para a Villa de Goianna, on-
de este destacamento se conservar a desposicaS do
Juiz de Direlo.


*
DIARIO DEPKRNAMBUCO
3
om
EDITAtS.
i^jOs dia* i4 u> e 18 deSetembio prximo vin-
ifouro e ha deno.vamente por eu. has'a publica, pe-
anle Thcxouraria da Fazenda de- la Provincia, pa-
ra ser arrematada a qnemjnaior pie?" offerecTra rtu-
dat'ienal doTelht-iro, que servio de Cavsllarica do
extim'to Regiment de Ai lelberia, e da caza contigua
ao mesmoTelheiroj cejo predios sio situados na Ci-
devem orrparer na SaUa dasS5es da referido The-
ourona'Wosdls indicados, huras doseu expediente.
Societaria da Tlr zourai ia d Pcruambiuo i4 l'e A-
go.ilo de i 855.
Joaquim Francisco Bastos.
OUirial Maior.
'tlaUai

Mi
tf*
*%**** %*V
hLInda queja por vezes esta Administrarlo fize-se
con ti'" por os peridicos pblicos fleila Provincia no
pausado auno financeiro a os Snr?. de Engeulv s, La-
vrndorr-s, recebi-doi es armazenarios, e despachantes
di-Caixa<, e mais Volumes de acucar o desposto no .
3 o doari./fi d IT-guuimento dota Admitiistrayiu
mandado observar pr Decreto de 26 de VI a re de
1833, com ludo corno tem aparecido muitos volum'-s,
a in(li>pirisavel indieatio determinada no mensionado
parafo, dando os despacha ules por cauzal anda nao
teram alguna dos mesmos Snr*. de Eugenias, Labra-
dores e &c. o respectivo ferro paia ess.-i ihdicvfio, e
tendo decoirido tempo sss subejo para asua pronti-
licacio, motivo porque e por estar prxima a nova
safra, e evitar oerr.birco que deve parecer nacon-
repeo doa despachos como detiemina Q citado* 5 de
novo Iranscreve-se o aeu theor.
. 3. O, Snru. de Engenhos fah cantes d. as-
sucar, ser obrigados.a por nos topos das Caitas, rj m
maro*'de fog", a I araque tilas tem, o noine do En-
geiilio tinque fui fabiicado, ea marca do Snr. doEn-
genlio, como presereve a Le de 15 de D 1687, e48 deFeveniro de 1688, sob pena de nao
serem ademiltida adtspacho, faltando-lh.es es (fia re-
quisito-. O mesmo se obsi-rvar nos Trapiche*, e
Armatcns, que co.-tuaio encaixara -aurar.
E para constar mandei affixar o prez-ente por mira
asignado, e Sellado com o Sello Nacional. Meza de-
Diversas Rendas de Pe nambuco i3 d Agosto de 1835.
Miguel Arcanjo Montciro de Andiae.
** Mft*%
O Dr. Lourenco Tiigo de Loureiro Juis de Orf&os e
Municipal desta Cidade de Olinda e seu Termo
pela liegencia em Nome do Imperador o Sur. U.
Pedro 11. (fue Dos Guarde Seo.
tW Ac saber, que por e>le Juizo se procede Justi-
ficaro de Demencia ixOfficio contra J< lo 0*0 Reg
Barios e Mel'o morador na Povoscio do Monleiro ;
e feito ex ama na formada Le, e vindo os autos a con
clu.-o julguei ao dito Julo do Reg Bal ros Mello
por emente, em Trlude do que nomiei paraseu Ca-
rador ad hocca asua mullier D. Mara Elena Pesoa de
Mello a fim deque pessoa alguma uo trete mgocio
algum com o referido di mente sob pena denullidadej
-esim com sua Curadora dila D. Mari* Elena Pessoa
de Mello por estar authorisada por este Juizo, e para
que xegue a noticia a todos mandei passar o presente;
que seta afixado 00 lugar mais publico denla Cidade.
Dado e passado ncsla Cidade de Olinda sob meo signal
e Sello que ante niim serve ou valha aem Sello x cau-
sa aos 11 d Agosto i835. En Mahoel Juze da Mol-
la Escrisio o escrevi.
Dr. Lourenco Trigo de Loureiro.

4 O mesmo Julx c\ j Ac saber, que por este Juito se procedeo Justifi-
etcio de demencia Reg Barros morador na Povoaclo do Monleiro, e fei-
loexame na forma da Le, e vindo os autos a concll-
alo julguei ao dito Coronel Jote do Reg Barros por
demente, em virlude do que nomiei para seu Cnra
dorad hocca Ma mther D. Antonia Floriuda Pessoa
de'Mello, a fim de que pessoa alguma nao trete ne-
gocio algum com o r\ ferido demente sb pena de nuU
lidade; esim com sua Curadora dita D. Antonia F!o-
rinda Pe.-3oa de Mello por estar aulhori-ada por este
Jujzo, e para que xegne a noticia a ttfos mandei pas-
aar o presente, que ses affixado no logar mus publico
desta Cidade. Dad/} e passado nenia Cidada de Olin-
da sob meo signal e sello que ante miro serve ou vallu
sem sello ex causa a os 11 de Agoslo i835. Eu M4-
uoelJoic da Molla Escriyo o esc.ievi.
Dr. Lourenco Trigo de Loureiro.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
Pauta do preco rorrente dos gneros -pelo qual te fa-
lem os despachos do assilcar e algodo na Meza das
Diversas Rendas d'esla Provincia de Pernambuco
na semana de l i a 19 do mez de Agosto de 1835.
Velbo .Novo
900 Assoca B. (1.'sorte 1^50 2$150
2.-,, 1^525 1^925
500 Dito velho 13.".. 1^225 1^625
>>
900 Dilo M.
500 Dilo velho
Agio de 1$500 1^900
l.'st.' 1&000 1^)400
2.',, 55900 1^300
$800 1^200
3.'
Algodo empluma
1O&400
Miguel Arcanjo Monleiro de Andrade.
Administrador.
CORREIO.
^T Corrtio Terrestre de Pajaon de Flores, parte boje
(17) ao'meiodia.

-----
DIARIO DE PERNAMBUCO.
gomas pessoas tem, nesles ltimos dias, descon-
fiado que os pezos das Repub'icas Americanas nio
valem tanto, quantos os H^spanhoes ; e outros mesmo
duvidao da bondade do metal, para conbecimento
pois do publico ; publicamos o tabella seguiHe, mos-
trando o pero e a quantidade de metal puro nos Pezos
Duros dos difierentes Estados d'este Continente, com-
parados om aquellos do Pezo Duro de Hexpanba,
conforme foi ensaiado na Real casa da Moeda em
Londres.
Peio Bruto Metal Puro
O Pezo Duroani;goHespo1 4l6grs. 3909/.o gis.
Pezo do Maxico d 1831 4187,,, SgS*/,,
Dito dito i83j 4129/10 389
Dilo dito 1853 4I89/,. 396
Dito Bi liviano i829 \&(n 3953/..
Dito dito 183a 4 !$%. ae5V m
Dito Peruvanno i83a 4ia ,391'/,.
Dito dito 1833 4i55/ 3956/ n
Dito do Cbili > 1833 42i6/,a 4001/,.
Dito do R. da Prata 4098/,, 3877/l0
Publicacao podido.
Ml.r.rsT. e Excel. Snr. Agora acabo de receber o
Olficio de V. Ex. em que me estranha -de haver en
feito vesloria em liuui Brigue Napolitano, denomina-
do Caliope; e de oujo procedimiento se qutiva o V.
Cnsul lepectivo. Antos que fassa sentir a V. Ex. ,
que em nada ofend oa direitos consulare devo pri-
meiramente referir o fa- to.
'Jlo Donneily, Subdito britnico, me deregio u-
ma Pelicio, em que me dizia, que Undo Tratado o
Brigue Caliopc a Stilvutori Guardiani, subdito apo
titano,' e*le liie nao havia aprezentado bu'm Navio de
quilha forle, como se linha comprometido, e como
elle se quera desonerar era lempo oportuno dos en-
cargos do afretamento, me requera queeu procedes-
sea vestoria no mencionado B.igue, cuja encapacida-
de derarregar negara abertamente o Capito Guardi-
ani. Defei o requermento mandando que fossjcia-
d a parte, e que nomiassem louvados. De'xou o
Capillo Guardiani correr a cauza a revalia, tdvez j
contando con acrias immun'dades. Fin lmente de-
signei o da para a delig.mcia, e mandei, que o Es-
envo avizasse 6 Cnsul or Carta, para ass'atir o
auto, se #te parecesse. Assira praticou o Escrivo ;
e s oras aj>< asadas me apreienlei bordo com os ra-
us Offidaes, eah esperei pelo V. Cnsul at quaze as
6 horas, qBando elle fra avizado para as 4 da tarde,
conforme dos autos consta. Vendo eu que o V. Cn-
sul nao c liega va prosegu na deligencia considerando
exauridas todas as foi realidades da cortesa.
Obrando d'eta sorte nenhum motivo da recenti.
ment de ao V. Cnsul: antes mandando-o avisar por
Carta, uzei de huma cortezia, que poda despernar,
e que elle me nlopodia exigir. Para 'xercer os actos
do meo menis'erio nao necessito do camensoou per-
misso do Sor. V. Cnsul Napolitano, como elle se
persuade-, pois que V. Ex.mui bem sabe, que, se-
gundo os pncipios mis trevia'es de Diieito das Gen-
tes, oaComulos costumo, e devem estar preii>
tes, quando se trata de bascas, eoutra* quawquer in-
vestigacoens crmes, como hoexpresso no artigo 5.
do Tratado feito com a Franca, e art. 6. doTrat.
celebrado com a Inglytorra, e nunca quinde- se I rila
d huma vestoria civel no casco de urna Embarcarlo;
de huma diligencia, que nena atrope!^ neos olTende
o dr ito das Pmi tea, muito menos os Diareitos Con-
solares.
Seria na r> rdade bem limitada, e bem precaria a
micha jurisdicio, se ella estivease dependente da ron-
lude, consenso dchum V. Cnsul! E triste de m-
nba Naci se as preroguiias Consulares saestendea-
-f-w i ponto de obstar o cuiao da Juttic*. V. Ex. bem
sal;f, que os Cnsules, da me-tna soile que qualquer
ouiro simples Eslrangeiros, nunca foro exemptos da
jurisdicio do paiz, onde recidem. Este principio de
dirtito das Gentes uneral, h muito foi consagrado
pelo Al vara de 11 de Dezembro de i748, e moderna-
mente se acha apoyado, e bem desenvolvido, pelos
aviios de 19 de Jineiro de i83o, e i4 de S ptembio
d'i 833 onde mui poselivaraente se faz ver, que os
Cnsules nio te podem eximir de comperecei ** pr-
zenca dos Magistrados t forem chamados, ou notiGrados.
Se pois em dezempenbodes deveres do meo cargo
eu posso mandar vir a minba presenca qualquer Agen-
te Consular, residente no meo Deslricto: se cu posso
iulerpr minba authoridade nos litigios agitados dom
os rae-mosConsulta, como nopoderei faser urna vei-
tO'ia, sem lirenca era hura Navio mercantil? Eu ereio
que ningucm me disputar es'e direito, menos que
se nio queira dar huma importancia transcedeute, e
fra do comum, a os Snrs. Extrangeiros, que posto
que sejo credorts da nossa hospitalidade, neahum di-
reito ter deexegir de nos a mais pequea hnila-
cio.
O V. Cnsul levando mais adrante o seu queixume
meenvteliva de o ler eu mandado avizar por urna
carta de Francisco Pereira Dulra, a lalvex querendo
que Ihe officiasse du meo proprk) puuhe. Devo fastr
TeraV.Ex., que Fraociseo Pareira Dutra ha meo
E^crivSo, e he por elle qC devia mandar avizar o V.
Cnsul, por Carla, pas que esta he a maneira mala
decente porque 1 Ord. do L. 5. i. pan-
di a visir as pessois gndaa. Nesta partalo poda ser
maismelindrozo com o Snr. V. Consol, que sendo
um simples agenta de releeftes commerciaesj nio com-
aerva carcter deplomatieo^ oid Ministro Publico,
para esperar de mim tantas reverencias. s t
Tio bem devo dser a V. E*., que o V. Cnsul foi
exagerado, e mesmo preeepitado, quaado me arge
de ter menoscabado o sagrada direito de proprie-
dade, em raso de ler sallado com es meos Officiiea
dentro da Embarcaeo nioeatando prtaente o Capillo.
Esle Capillo, como disse, foi mui anUcipadameute
citado para a vistoria; e deaprezou os favores da justi-
ga, deixahdo correr a cauza reveta: e tal vez mui
de propositse pozesse foiada Embarcaco, no ensejo
da deligencia, a fim de illudi-la. Ne.te estado nio
necessitava eu de ana presenca para cumprir com a
minba obrigacio. Se as ideas menoscabo do di-
reito de propriedade -- aioda expriraem e mesmo
concelo, queaiagera tem expremido, rae nio ao-
cuzo de ter envadido a propriedade eiUingein por a
ter apenas vesloriado.
De mnha pirte, Excel. Sr., sinto muito, equan-
to posso, que o V. Cnsul Nipolitano se bouvease
tanto estomagado com o roe preceder, allias comedi-
do : mas estando minba consciencia tranquila, por-
que me persuado que oem venialmente offendi o derer
de hospialidade, n ra o melindre, que se deve ter
com os Empregados pblicos daa Nacoeus amigaa, jul-
go me despern de dar aapisfacoaJguma ao mensio-
nado V. Cnsul, cumprindo-me somenta, como o te-
nbo fefo, dar conta a V. Ex. do acontecido, para do-
lber como for de rasio. INesla occaso torno a rei-
terai os roeus protetoa de alta consideracte a Pessoa
de V. Ex. a quera Dos guarde muitoianaos. Re-
cfeu de Agosto de 1835. Illust. eExcel. Snr.
Francisco de Paala Cavalcinti de Albuquerque, Pre-
sidente desta Provincia. Joie Joaquim Geminiano
de Monea Navarro, Juis do Civil da 2.' VaradaCom^ %
marcado Recife.
VARIEDADES
Extradas da gieta intitulada Triumfo da Varda-
de e dep.>slas pelo valor das caitas no jdgo do
Trumfo figurando ser este de Copu.
A SOTTA.
M. Oknamo por tanto a dizir, 6 mister que 5. Er.
se lembre qae hum Prezidenla que, durante o
seo governo, nio mhora, sendo preciso, o estado
das couzas, nio faz mais do que urna figura de pape-
lio; facamoa finalmente triumfar a verdad, nio o
mais do que um Presidente de direito, e ola da Ai, to :
de direito, porque feito pelo supremo Governo, pa-
ra isso lutorizado, e por sso legal; e nio delicio,
o ossencial, por que nio dezempenha o no daver :}


DIARIO DK IMCRXAVIIUCJO.
', comoj diwti"!, h'.ima figura, de pop lio.
M4*4N> *>lHf Hrfe"*lv qilPS':.
Pai- re*ppilo, f.. ireudamente *ita o Exc. 5r. Cornea"
..w da ule das Armas; >* a DJhm" departa irira l do
" renlo lite t* nee O B\ST<).
Kaiesada inrnureai. nie, que ipmiIUo do miado
< clib*lario iloa Padirs, alen* do-, que Ib'.u ai rriiu o
tiiM-n'Jiio, ee camUlo, |ne presan ."sociedade. Se
|4lfiim Psdic- c Imni liuriicrn v Mo sanmlade, o
qnedeie, na qnalidude de Sal teirml.ux mumli,
rumo iiir li"7.u-(.li. iilo, petan' o NWM proviito/.o
cx.mp'o a seus igiuies, turiur-.se o espelh", eiin (pie
cjo lodos a-lio*s mximas, o pr< \iilU(i<*, orno querer-se que ell viva era un e>lado,
omlo nula quvrend", nao pode i'b-oiur couJicea is-
la *
o \'s i>n copas! !
Olim do cazamemo, .segundo \im s fin n un so
i aiiitii (") <: a prop-gMco da piole, e a eaucaco da
(Ursina.
(DoN.o 3doT. daV.)
Conlitiuar-se a.
A N NUNCIOS.
.a
Jj^Kxt.i feiraden a luz o 3.* o. do Republicano Fe-
derativo : vende se no lugares do co-lmin.
^Cja l>e lu o N. 3i do Aristarco ojitcodu Din
art'go sobi'e Revolueo de Abril un resposla ao Ve-
Iho Peina inhumano j um resumo das discusie que
ii-ni luvido o* Cmara dos Depulados sobre o cobre.
Vi me-se na b-jas do coslume.

AYIZOH PARTICULAR!.
yj Juii de Paz Suppleale do i. Destrido do Pi'ar,
da Freguezia de S. Fr. Pedro Goticaln* do Reeifp, a-
Viza, a quem per I ene er, que por o dito Juizo foio
aprehendidos, e recolhidosa radeia dp,t., cidade, hon-
lem 18 do correrte, bum escravo caba de nome Faus
litio, o qualdizser lorio} orna pre:a de nome
Barbara, prijada, que diz si resera va : qUCm (br seus
sanliorea compareci perante o misino Juizo.
* y&* Quem aiinuncio no Diario n. 102 do mei
/de Juubo qoese chava no Porto Calvo urna npgra por
nome Mariana e com alguns filhos de menor idade, a
qul da o nenie d* senhora trocado, se ftr ella lem
os signaes seguidles : de naci angola, baixa, fulla,
ebeia do corpo, lestuda, urna ve gro.-sa atravesada
na mesina, boca grande, beicuda, dent.s limados, a
croa do Rei com o sino salamap no peilo esquerdo,
peinas arquiadas, um signal de carne no olho : se for
-verdade qualquer senlior Juiz de Paz podei pe-
-gar e mandar com aeguraiica, que sera bem recom-
poncada a pesso que a trouxer as 5 ponas ten la D.
51.
|ry Mara habel da. Grac Evangelhta Tai scimte
ao vrespeilavel pisblico qu nao se responsabiliza por
divida alguma que fier, ou tenha fito sea marido
Jete Rodrigues Lima, tanto nesia Piaca como lora
delta por se achar desapartada delle, cuidando em sen
desquitt ; eper isso protesta contra toda accio Jndi
eialq ledito .-eu na ido tenha movido, ou perlen.ia
mover at final son tenca de seu desquite pira nao es
utilizar, edestruir os beus que a ella pe. t ncem.
9&~ O abaixe assignado vendo o annem io que sa-
bio no Diario de Pernambuco de 13 do conenle mez
relativamente aoaluguel da casa onde leve.venda Jo-
ze"Rapoio Grego, declara, que o ilativo asignado
nio^o respoHsavvl pelo aluguel da caza pois nao foi
que alugoii, e que ella est ocrupada com os bei s d -
quelle (irego que se auzentou, e que esto 4rpiehen-
didos pelo Juizo de Auienlts, e o p opiietario lem ha
-Le i o remedio contra aquel les ben, e ttii contra o a
-boko assignado
^ Constantino Joze Rapoto.
yCW O Professer de Mnemotechnia eTaclivgra-
pliia-J. J. Gennet aprz*r de ji se ach*r muito nulhor
da toa moles!ia, nao podondo todava, por ainda mui-
to fraco abrir os seos cursos no da i7 conforme elle
.uiniinciou, participa ao respcilavel publico, e mais
particularmente aes senhores seus subscriptores que
fita remetlido o da da abertura dos ditos p ra o dia
Segunda feira iA do crrente, lempo que conforme
a opiniaodo sabio professor que o asista, Ibe he essen-
riaimente necessario para poder se realabelecer e va-
g %W* O Cornman Jante da Fortaleza do Buraco,
para dar a merecida re-posta a pergunla, que, a seo
anlhor dell.i, haja Ac rl.-rftrar o -rfue pi rlenoenle ao-
Negocianles, loni elle ipado a forca; e oulro sim, que
declare o seo nome.
Jnio'. dh lU -n \\*\ r.s.
Fi i Qoa'ificjilo (uhiiI.i Rnionl o M si re
AH'.-ial.' Prim-i Polearpo de S. Anna; e foco na pio-
x na parada appr< z**iil>vi ne fardado no 2 o B^lalniu :
i'epois Hirigindo i o m> sino Conse'b", de Qqalifica-
co uma Peticio, m lia jns| ficou com li-aleinuiijias (lo-
(lis nflirirtis lesna l g) uto poder ser G -N.. per
ni ter os ipii 'mi ul..>s utarfado> na Le, v>lo M u-
ci*. r diai menle p. lo seo tffi-io 480, a 500 .
Ko maitf be, que foi d.f.i id", ni sua pejrU>qc^v l'n"
do oiiirsmMil' assigii.'*d pond.t quem conhercr o dilu Sur. sni', > quem
acbaudo-se as inesmas ci:cunslancias be com ludo
G. N.
%"^ Precisa sede ntn liomcm de idade, que quei-
ia lomar o.nl< de uma rasa de vender bolaxa pao :
em l'nia dp portas n. >.%.
^y Quem arbuncieu qu> mr comprar urna casa
na' Roa ti ta; dirija sp*a cinco Ponas ainiaiemde
sal 0. .
*^ Qnpro liver para alrfgar uma cas, nos bw
res d.. p.-co da VaiK'll;!, CaM|ireiio, ponte de Ua>,
de Sanio Anna, prefere-se pe lo de. b.tnho, i.nd > que
seja de pouea familia, annune'e para 8r procurado.^
mr Luiaa RAWia da Conreico Viuva de Luiz
Manoi l finio convil4 los ciedores de seo razal p<'a
que em n dia 18 do coi-mnle, pelas 9 hei^sda manbi
comn -rrcio na caza della anuncaule : alrai da Ma-
triz D. 7 a^m de ipio possio lrat-r a arraiijos mais
nece sari'>s e eonvenioiiles para o pagamento dos mis-
mos Snrs. rredorps dos q rea esppra nao deixcm de
comparecer no dia desigptf.
%3^ Q-eiu annunciou qmrer comprar u.n fil--
re ; dirija se a ra do Qucimado loja de faiendas D. 3.
W l'um Solicihdor viaa ao* solicitadores, slo
he a os pila'|UPros que nio ronlinupm a aguzar ac-
coens dos capules para nio fi. arein enverg-mbados as
audiencias, emesmonio levareni a fama que leva >,
qnando os cipote b lio a perder as canias, e r< flilo
qnedesses requerimenioi k se lira prejuizo e discre-
dito.
fcy* Quem prpeizar de700J5reis a juros com boas
firmas a por ceuto, anmmcie.
T^r* Preriza-se alogar urna escrava que saiba com-
prar e fazer todo o airan jo de um i cas, a que s ja
fiel : quem a liver e aquizer alugu* anuncie por esta
folba. l
W^1 Na ra da Florentina, casas novas de Joio
Zuriuk, porta mais prxima ao lampi precisa-se
de 2 criad"S, forros, ou eseravos, um para ser em
pregado em compras na ra, recados &c, e oolro iJe-
veenlender de cosioba, e para servir em Olinda.
tf^ D-se 600$ re;s a juros com hipoteca, ou
firmas que agrade, ou|>iiih >res ; anniiiuie.
^Pf Dt-se 600$ rrt a premio com hipoteca em
d'is e.'cravoi : no principio do alieno dos A fugados
armzem de com os.
%9* O abaixo assignado f t sciente aos Trenles, e
amigos que flls(-ido ^eu mane Francisco Rorges dos
Sanios Gurjoemo Pai, e por q' muilos deles ditos
pllenles se acbao lora de.ta Provincia faz ela p rli
cipago
Joio Bapi la Gurjio.
i isau -----
Iciu menos de 20 annos dc'idadc, ptimo pesca do r
a'.le, p apto para servic-. dr camoo, ref ito de rorp.,
n .Botica de Joio re.rvir da Si'veir^, ou na loi.i ''|
Manoil J rquiro di Suva na roa do Rozaiiu suv.i.
V^y 30 Ir reas dam.iira de f.-i rQ nov, de pule!
[ircriPJ de TnV i're-i
^^ Umadozia de cad-ir s d.; palbinba muder-
na, cc'aanspr', r. m pomo uzo : nd |.jN de marci-
luiro, mi ilal'enln sobrado I). 8.
tT^ Una propried-'e denominada Oilpiro no iu-
r.nr d-kP.rabib. com h a casa de laipa de vivenda, ,
za para negr. s e.-tiib.i ia p.ra 4cav.,llos, -viameios
encasa de lazer l-i ioba, le, ras piopna-i 'com p .JOl _
les pata se liabalhar com 8 escravos aiinu4iui ni,."
na ra doP'dlegio no sobrado da pinta lari-a I) 1
billar eom Joz>- I^naci Sjhh de Macvdn
WT- Um Me o grande para velU, ou ra> reir d
fus pa.a oiio pessoas : im lora de pelj no adro do
Pilar n. r.r>3.
fcy Um i elogio de peta de sima de meza *', ia
nell,l8lef.dha pa.aazejle, liixadnras grafdes di
brora mullo boa Com sua x.pa para cadl.d.s c-urto
da seguranca e urna Imagen de S. Joio com sua ,.
ga : na roa ds Florea D. 8.
*- Umaesnava muito rK.-,s roni ,[,-; 0(li1
(osur.e de cosmlH, ,,, t.vnseb'm con. passad.-re*
e relogio de cu. o, c mais oU|ra$ obras de ouro e lr-ta
sem f.it o: no uixodo Noin D. 25.
ICy Un a armacio.de B lira em bomuzo: na Bo^
Inaile Joio Ferrrira da Cunba ni Boa-vista.
ry Bixasmuilobaas, ibegadas agora do Parlo
na venda grande dojbeco da Li,.ge|a 4 e Man0e
Goucalves Pereira.
V^- Um anel de bri'l.ai.1- ,,, 1,^ de fazenda*
da e.,qu'0 da ra do Cabug q-e volia para u qoi le
dos Miuiicipaes.
y Pai* fora da Provincia uma ocr.va, moca de
todo o servico de urna casa de familia : fal.U rom
Ai.t.mio J ze,Peieira de MedGonc.i, no foi le do Mal-
tos, se dir quem vende.
ESCRAVO8 FGIDOS.
ro, prelo de na^o e parece'"oriolo, f!la sofri*
te portugupz, espiglo do corpo, edr -retia]
PEJ,
velmsnl
Jeic,5ea regulmes, sem entes afenle, zambro dai
^pernas, e eom uma ferida 0111 caria uma das ca'oeflas ;
Tevou chpeo branco de castor ing'elz nzado, cemizu
branca de paninbecalca branca : os apreheudedorts
levemoao Forlo das canoas casa nova do Mesquila.

NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chatas no Ptrto Je Ptrnambuc*
m
(*) Em que anno sen nosfala o sabio Redacd r ?
Ifinoa duas bypoleeea escolher : ou lii'a no seu i.
aono de idade, ou doi. de estudos juridicos. Na
primeira, que Menino !! J nos peilos de sua i\lai
.^ahia do fian do Matrimonio Se na segunda......
COMPRAS.
\J \fa caixa de faqnei o de d;iza, ou xala, ou alia j
uesla Tipografa se dnquem compra.
*9~ t'"1 negro bom cosinbeire, e engomador, 011
uma prtta de meia idade com as inesmas habilidades,
e sem vicios : na prava da Independencia n. 37, e 58,
se dii quem compra.
%^ Pe tende comprar-se um bom rebjgio de pa-
rede, de fabrica Ing'eza, com preferencia^d Rork'll:
quem o liver para veuderanuuucie, afim de ser vis-
to, e lialar-sedo ajuste.
^ 3f Uma casa terrea nos luga res-Poco da panella,
Caldeireiro, ponte de Uxoa ou Sania Anua; prtferin-
do-sejperto de bao lio : q-iem a ti ver anuuncie.
y9~ 130^5) res de moeda imperial; assim como
doii negros, sern vicios nem achaques: no mincipio
do atierro dos AfogaJos arm zem de com os.
M*" Uma cabra com leile : ua praga, da ludepeo-
deucia lado da ra dos Q.iarleis loja de Fnquadei-
nador D. a6.
i
a
/i
24Segunda i -Oh. 6b.
25T:- S 0 54
i 1 --42
- 2 -30
3 18
' e 4 6
4 --54 a
i-Q:
27-Q:
28 -S:----
aO-^-S:-----
30-D:
iMauba.
t t.
Navio entrado no dia
.LVtiou arribado o Hiale Sanie Antonio Flor do
Brazil.
Saludos no mesmo dia.
I_jEARA'; B. Passose Victoria, M. Manoel Jos Ri-
bviio: varios gneros do Pas. Passageiros -Joaqu'uu
Joxe B.iiboza Jnior com sua familia, Jqaquim da
Fonceca Soares e Silva, com sua familia, Manoel Mar-
linsdoNascimento, e uma eferava.
Fez-sede vellaoBrigue Americano que se achaca
fu odiado no Lameiio.
PARA1IIBA j B. Ing. Mi ky> Cap. Henrique E-
dem : algodas. Passageiros 4.
Dia 15.
LISBOA; Barra Porlugutza Acliva, Cap. Sabino
Antonio do Cabo e Almrida : varios gneros. Passa-
geiros Luiz Panel Hespanhel, eom sua familia-
Um.-
VENDAS.
ayo crilo do Ceilio, ptimo para p m,
jjs^ Com este Diario se destribue beje aos Snrs.
Assignanlesa Cente da Rereita e despeza do Glande
Hospital de Cardade, que se aeltt a das cm nossa
mao.
B^^
Pero, na Typ. de Dimrim 183^


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