Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02933


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rkcao. e energa: continenlo conw principiamos, e ""irnos a
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nr-y < o?" V ""^" ,olih i f^ <'*);
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.rre-PMideiiciH- leitaliwla<- amriMb iiOfW*W^-
:ii4o d, r|ff^iM>MTVi^Wlr!l^ di.n'Altodo^oi-bhi.*^!"

'ofMetMtViHaWd Imtr., M*lte"
: Joao do PnncTpe. Sobrar. Novad WHe.T, lcq. *. ^'^ '
ct.odo-a..guc.>autoAntoDo.do Jr*. ftneeninflSl.mi. e PaV-
al.a-Serumla Sexta feira^aojeiojia.
Sanio \iitao- Toda a quarta fera ao ineio lia.
OarauimnN e Bonito-no. diatt e -." '"
Flore- no da 13 de cada >M ao-m#o*lia.
.-/,' \> ''-na'j| '< .-iJtii e s ?> '?
, ; br\Mn Vft)%ti)%NffK>! ,r' '-1 '
iup *s *tL,,q ap onml
*nib>, foi liiab
duaa rrovincias eomo^^lf.SqKlMade pulsea e
e, al ? WabV.Utlo. n 1 8/ -*'?
I OPreirloiUed.cUrou jiilnarqoe amalena apoia-
Ida ni8 preiud^clll?ad#^Hr^r4lti^rl.'^|^^^l,*
l) que pdiOser
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c o'itit-e
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J?j:V! O. ^"l*^Provelt-v. .o ce-
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jo Minilro ', porem qUc
solvera (i que enU>ndes9, : jj e
1 0-Snr. Paula Souza:- Na casa nao ha informa-,,
<;&******** q i*d'".P**;>
pro e contia a cnnet* da amolsUa. nu.. H**"**
do tivoUoaqui.ili.do ,ft.irhleno-.$ e umo qiV,l* v>- f
larciiia-nciosamnle, nao o pou GW ein e-lar
informado. .
O #vimtKe :-^lUl ale.tr daa^tti.oo! *ate-
jgisl-tiro da Aaaemblea deste i ovinoia p-ra nerem aiu-
nUtiados todos os crimes poltico.
Dando-s"pr denuda' a materia de. reqdenmr^
tos ps,la fcor.a
Shl* f JSMmAibrtntfqw m.o.,a ,- InM p.isdoft^,KlM.1nddsido ^^.'^JT
S ^^roWt.** air.1. 'f^'f^g^
; 'do rtp.^ t.V^|6-*o>ieeoV,errtir nwU,opiiiMfi .
:E,l^'qdi*rl ^#.l*int,Te*onbenk, queasga^
1 pelfiWe da HiipMftdt* 5o. ddictos^asinMomb^,
KiSe'di V^ ^ meda, da>-.
prfrnd.de,' os ******!* punidos ~~J
Tsto pbiTiM o todlpe He moho b.t.ndo,^'- ao *
rIS ni ynnheclmento da ^^V; -J
r>oCongo era W n. vcad.de.ra 1*^^>
lO(i..eadis0osi<;..5do Ju-zo Jilao. "--
aiBpunidde, oque.erahUma *ffS!!
S^JS doiictw, f^j^s^JSSSSi
c dos J.r.do ^ n on^mlno^ddb., s*,a^^*^?
Zl \& ja wVfcW tido lugjr hun t^ce.ra, en
ere quar. qnlucrr f> h.iatro da JuM.c. en.
mm. Ri-Utorio menciona doaa .ed.coes ne se pau -
,l-do, oo*aVr*"' cp^gr-*-^." Gu-I.
uira na. Alaaq.s, Parahiba, Pe.nan.buco, &r J.
leflfso de v> 5,5Sui4*dfca7W
o.lidaae MIcfc D ^jo fodo r rkiM ^
la, aendjo cer
cav roeTTio iuiv>"u ---- _
T0.e os desefs de .neo c.*H&'ai5-i*
M9, .S.d eltdtf eMhaWctfdo m pe *
S: plOual o e-tado dos pro-
.i. DeraVr, masnoesiairo -iii'-.-v---------- ,
coPWfl.oobero^omVl>psi.^ -' ; *v .
C ?)Snr. Saturnino listutu a wceMiA*ta-^e UjH- ,
f^uino, Fcrreirn i e^Mlq
w wq fi
ILEGVEI
-i ,- | r
L^C^SSm2 4^iw^ ^^liSMr^Vr^^*W^ -
I lilil" ejp^HHuMm ff9nda1,44wm.5. % ^M-a
(icn adiada por dar hora. .w
adjafUlr|.ii4 q1'^ f*^, e !a,r4tou a a^ao.
Expediente d*diai\.
I. T l
Elm. eEam. S..r.-Aucloilda esta Prt. deci
por Lei Provincial de 30 de M-io desle auno, da qual
'-teiibo a honra de reielier.% V1,^.*'I*W*I-;)
'a Mgawr hm bo.n EgqbpUi>^f4JalW' "*"**
o. eVang/iro. P' mandar llr*.r p,a,,tolft2?
n*?a doPorlo dta .Odrit, ha*en4o enlre
! V KM., pedind^lb u.ob.qio dj fa/e. # eirf^r
^ S.k4 .bi, ud rxial. n o. .elbores Ey .ten*
!q.Vr. quilla pecnwari-s qoe^e.iguve M pnre^
, que V. Ec. de boto grado *e pr^.f. a <*"?**
Wie6i.tt1.0Mia P eque con. P^wd.<,'*'*2
e ta nmtlocb jt* .,Se^.Uua.retnec6e encono
S. cTlebr.r-s7oCp.vlrac^ lflo de-xuiido prt,-
'denci,, c conhecimcntosaTV. Exc, qnem por e.-
^X^.^tV.t.c: M.;io d^overm^Ptr-
in.n.luco 11 de Agosto de US5~lllm. rEXrn. Srtr.
Encriegado dos Negocia d.. B.ai.l a H-IU^
fSU d, Pala Gar-Uant, de A'^.j^
_ Aulh .risado c^mpetentemeiite p-w a ta*T*"
ne5t. Frovincu prtos A^n^*5.22L5j4
.eceor de V. Ec. fur, encrenla J! J*
^*S M o Imperadof de engaj.r hum Ka^nBelFO
Seria dep^-de 3 biandts, o que ^Hg J,^
r4drt^nPoff.cie dKr.rftei.con.do a^S7;^
Exc, pedindia-tW -q*ra ^^^h
sacando por o*^'*"*''. 'Vl^ff?33fc
The-ourVlP Wrt PrHcu. lpero -jtf v^
-..,i..i.se.*a'a fater*SfPiw w> ay***-'
tas! r^^dt^r^^s
emboco i. d,. Ago,toiie 183r.-AojHojMy^Sl;
Mfoistre .irc.trejla des U^mmjffiffi
*"*.<%+*:-*
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. lnPl^ b' l'VfifeV -1
. olv b
f'P'../ii>* i


f .
r
DI AI i t di ?*>**t;c.
/
divercas

ALICIA.
M3Q> oficios inclusos ver Y. S. requzicaft que
a fi o Chefe de Polica do Rio de Janeiro t por.
3ae a possa wptisfaxe I, rogo V. S. sirvo te men-
or proceder as diligencias exigidas em ditoi oficios,
eremeter-me a r.rtideo de &tpl-mo de Daniel JoSe
Firmo de Sania Anna natural de Jc\ filho de Jote
de Sania Anu, e Felicia Mario da ConreicaB, iclode
ponco msis, ou menos vinte cinco anm>s ; e igual-
mente sertidal se o mesmo foi Soldado do Batalha&
n. f 84, te do baixa, ou se be desertor. Espeto
quev. 5. senaSnegai a este ser vico, e que me re-
ineta oa resollados desnas indagarles cdm a brevidu-
do posaivei j e asseguro a V. S. que ucsta me osar
muilo pronto pora igual serv eo.
Dora Guarde a V. S. Recife 7 de Agosto de i835.
-- Uta. Sr. Dr. Jo,5 Paulo de Miranda, Juiade
Direito eChrfe de Policio da Cidode da Fortaleza.
J. N. M., Cb. do rolicie.
Barrelibos arromados
ron chumbo cao groo
Tre Borricas
i o d",.bertas(om charutos
Tret Cetxoes
Duus Embroihos
i Caiiio coui botes de rape"
t Coisloarrcmbodorom
vidroadrCaxilhos
I Cao ohertocom gar-
rafa empalhtdas
l Dito arromb ido coa
vkiroi lacrados.
AR.MAZBM 6.
Cine* CaixCes
Hom Caixote
Doas Tajras de ferro
Urna maquina de madeira
9 Vidros thos de Boi

*
IDITAES.
Monsfanenei do officio do Ex ni. 3r. P den-
le do Provincia, de 8 do eorrente mei, dirigido ao
Illa. Inspector da Fatenda, se f*a publico, que nos
das ti, i4> e 16 deSetembro prximo vindouro so
hade por em hasta publica para ser Tendida a quena
aaejor preco cfferrcer a Geleri denominada. 5. Jo-
ao Baptista. b
A pencas, que se propnserem o tancar deveraB
comps-receraa SaNa da* fes 8es desta Theaourarie
aWsrefeiidos diss horas dos* expediente.
fl^a-Jx-aa rfaa Tbesour.ria de Pernaaabuco i de
Agosto de r855. '
Joaqoim Francisco Bastos,
Offi ial Maier.
0dodaJoeeirnordod- Goma, Juis de Pai Su-
plente do i. Dcstrito do Sacramento da Bcarhia.
Ax sober aos Habitantes do 1. Destrito da Santa
J* Pj*,'nconeeoienle n.6 pode dar principio a
quebficeoa8 do mesmo Destrito no dr. 51 do mes pas-
eaeJo, como foi publicado por seu Ediial de a9do
nxeamomei o que lera gor. |0g.r no dia 17 do
crrenle pelas 3 oras da torda no Consistorio da Ma-
srie, e recomend aos mesmos babitontos a leiturade
MmoEahtol que sobre elle va i dar inl. rocumpri-
nto. Epara quo ehegue ao conhecimento dos mes.
o. mando publicar o prsenle pelalmprensa. Boa*
Fereiri Guimaraens, Escrivaft o escrevy.
Jote Bernardo da Gama.
Querala oskcoFipas
Unos Qoarlollas
Sincoente e dUas ditos
Sincoenla o doos Barril
Cont e a5 harrelinhos
DuOS B.ii res:
Genaros existentes em Pateos, e avariados, a ex-
tepeo dos tret primeiros artlgos Saber.
Dus Taxas de ferro %
Varias peces de dito, cojo pre.-timo ?e ignora
i porfi de bncoe de robre s na ser dos aprbendidoa
nos Amarras de Piastaha
Urna bar lee, contando seis L> tas
Urna dito, cojo contbeudo tamben se ignoro
Ums porclo de Arcos de ferro
Urna dita de ramos
Urna dita de Sineatba.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
SU-, i
A patita he a mesma do JY> 144.
CORRSIO.
VT Brigue Triunfo Americano, recebe a Baila para
Lisboa boje ( f*) ae 5 horas da tarde.
OPaqnfteN. Cenceica, recebe os mallas para as
Provineias do Sui hoje ( i4 ) as g horas da noile.
Documentos Offtciaes relativas d Provincia do
Pard,
I.


ContioeocAV, dos artlgos a que se refere oEdflalde
Inspecior inUr.no da Alfandega de So do mes o.
AltVAXKat W. 9 4.
1 RW Barrase Hua Bar. arrombada
Cenia *,.i* da.. Set-u e ,es aiuu
Noea paseos de Cabo Sincoonto Jila.
Husnaporoio de Juneoa Selecto!.*, o 39 ditos
AftHAZEJg N. 5.
ia> Pita de cera, dos qaa- Sei- Barrelinhos
asumo grande p. ie o 3 Diloa arromb.doe com
*ixaferaaroalto.o fanmee emca.ocoa
^unrento coaxos po.iuenas Hum dito
lw^ lX6e' ditoaarrombadasconlen.
tu(m dito eseangalhode Huaao Barrica
DuaaCaixsa
Vis Caik6.es
Husn dito cusa 1 de do
Roma dito aherta cosa bo-
lasialiss avjriadas
flus Fardo
1 Caobete eom ferr.gesa Hun, Babn f ranaV
Muo tardo aocouraoo Hum Farda
1 Fardo aacour
Duaa Barricas
Duas.ditas menores
SaUCaiaoes
Bmm uioicp*M(io
ssMks ditos menores
Osiaditra
Hum Farda
Bes dito aberto
Hum 4lf
Hum Caixlo pequeo
Duas lates redondas
s)o Lenffs d* cobre
58 Fl. de tobiecompridas
Huns dito de igual lamanho 18 Ditas de dito menores
*** < Cmsnponha O Pief de ebusnba
n ** ? ^ baquihosq.'pareeem
Muaa Fardo ptameno canter chombo miudo
rr.t.iae. Lata redonda eos ca-
^*m F*Tfo 1 fleca cosn dragas
Llms. Srs. He chelo de jubila, e Patriotismo
quemo dirijo a V. Su. aannuneiar-lbe os mena sin-
ceros parabens pela eleio6, qn acaba de verificar se
o'esfa Opial, no nos<-o miu digno p*tiic'o, e bene-
mrito Cidsdio o Doutor. Angelo Custodio Cerris^
para Vire-Presidente do riee, e easta Proeinria do
fecundo, c majestoso Amaiona*: gloria m-j dada aos
conspicuos Cidadi- s, a quem coub.' a parte de ta6 s-
certada escolba. Praga CfOS que^lrst forma t6
l^al, qual a maioria dos Tutos dos Paraensei^ se fe-
che em un s centro os (lites dea1 inos do ( al oqui)
desditocossir, eque d baixo d< s auspicias ijo mu
digne Sr. Vicepresidente, a 9 ouihrfa poasa ,chegar
ocnmolodegrandea, pora que foi destinada pelo
grande Architoto do nif. r^o. Naft he popm sem o
mais doloroso sentiment que en ainda fe rt-jo nai
eirsunstaorias de sustentar o que tenbo expendido
e mea officio de 18 de*te me, por qoanto bem a
pecar meo entoldo a percixao da coadjuvaca dos di-
gnos, e Bravos Cametaenses, p.ra que seia levnds a
efteim ssoblime empieza a que e ton rolado, qual a
de rotabelecer a pas, e a Lea esta boa parte d.. I-n
peri(. S'i Be licougeio desde s, de que os B avo^
Carnetaense.s a quem coube a Tentura de lerem por
Palria, a bcrco do digno gdad*6dest:nsdo a lomar as
rodeas Merinba mosliaiv6 sempre o msit perlelo, e viga-
rostfsoxilio, porsefaaer m>!enlar no deienpnho
das arduas mas gloriosas larefas do dcem pendo da
ai. Aceilai rr.ui dignos, o Benemritos fatr c.* os
votos de cordial eslima como da qel|.- que muito os
presa, asordo da rr-gaU'lmpeialric surto no r.r
em 20 de Abril de i885, films. Sis. preri lento,
e Mimbro* da Cama, a Municipal da Benemeila Vilfa
da Camela. Pedro da Cnba, Commandante.
Continuar-te .
problema Ecconrnlce de Sustentar o maior numen,
possivel de indhnduos com a memor auanttdade jsos-
sivel denumeratio. Eu Ihe faria nr, que osKrades
Brarilciros, a quem no principio f.rafi doados por
particulares porcias de trras urulia<, e desaprorei-
ladas, soubera6 as ti aballar de nianeira, qur d'ahl
tirrao os fundos pai00 sua suatcntacsS frugal pra
ievanlarem predios rustiros, e nrba., aumpiuoss
Temphav^NJndadc, p.us fazertm quolidana, ,,.
moU.vis>aasderism'aladears|o Culto, V. : tudode-
do o e,i mgimen aceitado, a >sji .abia eccononna.
M..S boj- os Fra les (di. i alguem)nada dioso Mitra.'
E de quem de a culpa ? He du* Governos, que os tem
empequ- n lado, ri&S Ibes con-entindo o ingres o do
noeos adeploa a fim de os extinguir pels constimpeaff*
be dos Gouernos em summo, qne euibaidos peloes-
pirit > da moda n*aia qv muri baS concorrido para
o relaiactB da disciplina is >nstca. Drixesn-osme-
drar, faciiltem-lhes a ad'i>s5 de noroa Kegio&os
sustenlem os Prelados ni observancia das mas Regras
e eer-se-a, como tornao os Fi ades aos das da aoa glo
ria, e quam Tai.tojosos sa8 ao mesmo Estado : pon m
loes pensamentos nao eutra6 n..s cabecas da sucia
hiloH)fntc empalmadora, cujo espirito dominante
e a destniicaS, cuia tctica simples, e suMime he
locup'etar sea custa do suor a'htio sb a falsa cor de
beneficio de hum ente moral chamado a Naca5, que
em ultima analyse cifra ae lodo noj prortito de mea
diizi.i definissimcssocarrftes, e glandes egostas.
Inrenton-sea f-axe Bens de ma6 mora ; a
romo b muito tempo que patarras a6 $ que nos go-
fcrernaft, na8 oolhs para a ennsa j profere-se o a-
nsthema contra as Corporac&s Religiosas." Venh.6
es para nos ( a Nacaft )casas le ras, essas caxas, esses
engenhos, 4. 8r.; pois mb hens de ma6 mors, em
qusnto os possuirem 03 Frad, e tornem-se em nos-
no poder, e repartidos por n<5s bens de m.6 viva ( c
gatuna )', que he o que deve ser, e assim o requeren,
as (uses do secuto, que a ftst espeito s6 assim por
modo de loses da nossa Matad* atoroeira. Mas poi-
que afcsVhons de m>6 morta os bens dos Fra des ? Hor
que na6 soo repsrlidos, e debsarolados por berdeiros?
Eu passo a demonstrar por bum hreve raciocinio,
qne r***> bens C< nventoaes, que tanlrs ccegas faze
cobica pbilosophante, sa6 d cerlo modo hum pa-
trimonio das familias, e consegainteniente do Estado.
Cortamente de qne h, que ee e dadre ReligioAOS ? Naf he de subditos do Imperio?
E estea nsft pertencem s Familias? Sem dunda.
Loco quem se sustento desses bens he buma p de Brazeiros : morios estes, va6 entrando ooliot
eoqui lemol, como em ultima analyg- esses bens vem
. -,.- _.,i.i___:. ,1., ni. :.____: 1______. 1
;
Continuado d l. anteceden*.
I Td" Ralifioms ( tem dicto militas r
xas a Vos da B'birihe ) a comp -tas de gente vadi-,
c-lrogada, e prejudicial ao Estado. LamVnto o v. r-
e fenopeado nos acanhados limites de hum Peri-
dico i por que se Kvesoe ro.i r e pa-;.,, e U,e faria
rer, nao vaga, e gratuito ven le, ma^ por factos ir-
recuMveiseconlWrio de todas essas suas ssseraes.
ha Ihefa.ia ver, que muilos seculos antes deappa-
recerem as bnlhsntes Tbeortas de Eccononiia Polili-
ca de Adam Smiih, GoniH, David Ricar.lo, Sllio.k,
Maorulmcb, J. B SeJ, dr ja os Frodas eral
eolrts practicas desea sueneia, resosVende a rsnde
. -^... v..v., .w...y ... .....u.. .u...j t'.rj uriii vi'lll
a ser pal 1 tmonio do Poro, e meio mui honesto de vi-
da para muitos cidadios. Ess* communicacatt hemais
frequeiite, do que se esses bens fossem aiienaveis :
por que em tal cao muit-is passarwo ao dominio d'al-
gnm f.mila, onde se eonceivariao por seculos; ev^
sendo Monsticos, dVlles vio participando quari lo- \
dos os anuos diversas familias, com esta notavel diTe-
renca, que na alienacaft quem os quixessa, havia os
'e comprar, c sendo dos Conventos, ds8-se de graca.
Hum pai, que mt lem bens para deixxra t H'hos,
ou que os tem lao mingoados, qud n,.8 se pudem se-
parar, m.6 tero por grande felit idade achar quem Ihe
viuda por diminuto preco tanto de reodiinento quin-
to seja bstanle para que lodos, ou parte de I les se sus-
lentem ? Eis aqu poia o que os pas, e filhos dos Bra-
zi'eirosrncontraft nos Conventos) e assim posto quo
se u*8 slienem 08 bens Monsticos, sa6 summametire
con municaveis, e formt>6 bum fundo publico, em
pregado lodo em beneficio do P6vo : donde se v|
que a tal historia de Bens de maf morta be huma des*
sasexpeess5es mgicas, que ihtidem aos odilas, e
aproveilafi aos rsp*-rt'ilhoes.
De inaos Convenios tem sido, eaind4 pr.decn ser
du.n me"o de acco;nodca6 honesta para muita gente.
V-se o G'.verno diariamente salti ado de pretndan-
les, que he reqnerem empiegoi, e OTicios: apenas
vaga qunlquerd-sies por mais insignificantes que se-'
ji, surgero tantos requerimenlos quauto se appare-
cer de f'-rmig,* de azas no lempo das primaras agoas:
logse forem extinctos os Conventos, -essando esse
modo de vida, devecreseer o numer dos prelendeh-
lesaempregos} e hum Governo Liberal d'hum sca-
lo, qoe diz emminen temen le tolleiinte, bem fOl
ge de embarcar, deve, quanto a mm, por sen pro*
prio commody, einteresse deixar subsistir bumes-
tobelecjmt-nlo, gue accomod decenivmenie a mul-
los de seus subditos sem Ibes extorvar o gosto dom,
ou man, de Irazerem estameuda ou buiel em vs d
cazara, e a cabeca rapada em vez de cristos, mele-
nss, Sr.
Finalmente que grandes proveilos poda o Gover-
no tirar das Corporscoes Religiosas do Bi axil! Sim
con cinta-Ibes a admissfo de hum numero certo
de fluvicns: obrigue es Frades Cathequesi dos nos-
sea Indgenas, verdadeiros doaoa do Brasil, ftca, qne
eatffftea Liafsas, e Boas Letras Mt*idee 9m 9409,


'F
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t'i^i .iij u y ia
BU*** BE PSANAMaiH
3"
^
IT i
^J M no-so.Correspondente not pede rom o artigo a
baixo, a> pessaa tiobeni abaxo tran.-crplaj.
J~. Misterioza demi.-aio do ex Presidente des Ma-
guas o Sur. Jos Joaquina Maxado deOIiveira poltra
ser mais desenvolvida pela leiiura do officio transcrip-
to .baixu que ao Excel Ministro derigio iquelle" por
objectod'A.-seml lea Provincial, cujas fundos, jar-
Ta o GotiTDo ficatsem adiadas, at que o Corpo I e-
gUlalivo lexolvesse a cerra de toa legalidad--, ensinu-
ando para Mae Pievidente fim de usar da faculda-
dr, que 1 he concede a l.ei Constitucional de isde A-
gosto. Aos Ministros raas vnes agrada a nobre alli-
vn de seus suhal t< rnos, e quando urna ob di ncia pa-
s\a nao Iht caracteiistr, indignos por reto slo
de sua sfeiuo. U Excel. Ministro do Im; ei io actual
uunca s nipathisou coro o Snr. MaCadu de OH reir ;
0 Ion vavl compoi lamento do ex Presidente do Pai
atihiosobre si o desagrado do Snr. Vieira, qi-e ele-
vado ao Minisieiio nio pode tolerar, que pewMMeces-
ac aquello no lugar, era que a pausada Administiavio ,
fvavia rolkxado para piova da canfianea, que lhe
UsConventos, brgtr-os a coadjuvarem os Poracbos
na cure das almis, dio eonsinla, qu vaguem por
ah ftem orrpaelo proveiloaa, e entregues a huma
vida tboVimindoao, Calaceira, como alguns aria,*
ever, que. os Frades hio de ser o queseropie f.ra8,
utilissimos Relgi.6, e mui proficuos ao Estado. R-
ta r i^s o contrario a Vot do Bibirbe. Essa aveisao Ss
Oidens Religiosas provm em alguna do amor da no-
vidade, e cega paixlo p ludo quan'o be da moda; em
mui 1 os do fystima empalmado/; que est na oidem
d da, o na tctica Phozophante provea do seu
ai dente desejo de dar rabo do Cstholecsmo. Em
confino; cao disto concleirei citando a seguinte pas
fagem oVtVcio de Correspondencias entro Frede-
tiro i.!, Rei de Prusaia e Voltahe D'Alembart,
V.; e dcixo ao jeizo das pessoaa p>denles, o na5
iscadasda impiedadeo fterem a app'eac*6 devida.
Fredei ico de Pi ussia Rei Philozofante, o grande
ininiigo da Relg0 Catholics, que cbamava supers-
tica, e fanatismo, escreveedo a'u patriarca VoJtaire
( Tutn. 10 pag. 47 ) a sira se expressa em robuce e
NiS esta guardado para as armas o destruir a tupen-
tiifo; poi m eHs acabir pela fuica da verdade; e
ee qntfft; que en desevolva essa iJYa, Jshl voi
que emendo. Tenho observado, que logares,
onde b mais Convent. s, e Frades, sao aqueMes, em
queo Puro irais cegamente sa entrega supentiee.
He poli rerlo, que se por secado so chtgarem a des-
truir rases azi). I do fanatismo, < m breve ae. tornar 0
Poro tibio, e idiifereiite para os objectos, queacto-
almenie sao os da stia maior venerac;<9. Devia pok
iractar-.-e de abolir os Mosteiios, oa ao menos a" prin-
cipio eiicm tar-lbes o nunxro : be chegado para bao
o momento favoravel ; por que os Govornoa Francs,
o Austraco acb-6-e ndvidados j exhaurirafi oa
recursos da industria para selrerein as suas divida*,
sen que o trnluS podid^ conseguir. O engodo das
Abbadias ricas, dos Coi,yelos bem dotados he ten-
tado". ; o faiendo Ihos rrr mal, qae os Cenobitas
i nem a poputafad dos eus Estados, asaim como a a-
buso do raude numero de Frades, que enthem as
suas Provincias, e ao mesmo tempo a (* Idado de
pagarem huma parte de suas dividas, applcaado parir
eslv fino Ihetouros di ssas CoSam unidades, que nafi
tem S4icces*r>r0; julgo, seria foil determnalos a
(Me 1 rincipias-em e.-t Rtfoitu 1 e be do pr que drpois' de term gando da Secularitacut d'l
giisN bneficio, a.su rridea saoeesctvamrnte eogo
loria o mais Todo o Governo, que se d. terminar
a fazer i>tb, ser amigo dos Filsofos, e partidista da,
lodosos Li\ ros, qiiealacaiem as supinlic 6et popo -
li es, e u falso telo dos bypotrias, que se quiaerem
oppor a calas reformas. Eh aqvi bu pequeo Pro
jtvlo, que eusubmetlo ao exme dr. patriarca de Fer-
ey : a alie, como pai dos /ei, hequep-rtcnre me-,
lhovalo, e execiilalo. O patriarca talvet me p r-
gunte o que ha-se de faaer aoa B pos ? Respondo, qua
inda n6 lie tempo do bol ir com elles, e aqueim-
por a be destruir 0$ que ceendrm o fanatismo ne
coiacaddo pevo. Lugo que este .-e e.slrir, o Bis-
pos ha6 de torner-ee baus wpazinhoi, de quem oa
hoberam s di-poiii6 |.elo andar do tempo, como bem
Ibes paree;r. o Toiaot lembrar aos meas Leilores,
quoMaliiigoagemdes.se Re impo, e de .eus conso-
ci s supcistica, e fanatismo sao sy non irnos de Culta
Calhoco.
Esto bem cario, que pode o Catbolecismo exis-
tir sem Frades: mas U&beiu etou certo, que os ini-
niigos desla Religia6 Divina tod<>s atirifS aoa Frades,
e de muito trabalhao pelos extinguir. Tem conclui-
do as s as lellcxes o mparcial.
O Esctptor do Carapuceirm-
mereca o onrsfb, fcitonfgenio, enrgica, e patriota
\u n Ptri- 5nr- Mxd*> d Olireira aos
olbos do E>etl. Ministro tinba de mais dous criase,,
am elogio do Josticeirb, e .existencia asoas rtiM'naa-
'j 'I10 W,w * mliido da P.exidencia das Alogoascom 5 meses de Ad-
itrfoistracloi e quando i S. Et. dereria constar sua
eelletit conducta no meio da cnflagraalo dooOspiri-
tos, o divubes, im que axon Provincia; tomando
por intariatel politka moderar os nimos, o desviar
excesos. Nio que eom iatp pretendamos reprerar a
nomeacf o do aclual Presidente das Alagaos, rujo pro-
cedimento muito o abono, e orna a eaeolba do Gorer.
no, mas por facer justip ao merecmeato da nm dig-
no Empfegado, qiae apeear do toda sao capicidade
tem por mo fado sido mpre victima da calumnia,
e da minga. OSnr. Masado deOlTelra deas vocea
lutando comas dificuldsdes de duas mui melindrosas,
e amaradas Presidencias, deas vezes vencendo oes
prrto de partido, que nio tem podido omir-lbe1io-
nreaagens, amado, e respeitadb dos Poros, qae ga-
?ernou, o Sur. Maxado de Olireira ao afecta, o ami-
zadedePaiaenaes, e A lagos nos, deixon atss duas
Pnsdenriaa, paiece, quesempre etd no desagrado
do Governa.
1 I' Mil
o eslsdo m Pi oviucia ptlo lado da guerra ckmsttaJsl,
qae sustenta contra os salteadores de Jacuipe, e Pa-
nelas ; e anda pela cenligtridade da Provincia de Por-
nmbaco, entib em tuta com os anerqnistM, o sedi-
ciosos, qne, insuflados pelos Carneiros tenia vara urna
rerolia geral na Prurincia. No raso de qo* prevalea-
ecsaem os primeiras Wicoes, ou, que ore oaatfsaa,
u
qnando pi ponderesse o partido aubplantodo, ra bas-
Ubi o risco se acbaria s Provincia do solfrcr 'repetidos
ggn s 6rs, e hostilidad* dos selteadores, por ajot: t
qtle o Governo Provincial car.-sse de sua defoto, o sfj-
guridade, poiqu o descosto gerel de ecmel liante pro'
cedencia por parre dos horneo, que meio ,te interea-
sam na extnecia denso guerra, e o terem-se proeen-
rrodo francamente contra eeso partido os dotas Coa.
mandantes das Tropas em ser vico na anesma guerra,
faria desalentare entorpecer oa moios, qi.e aopudat-
sem applicar para tal fim, e falbariam mais os i-eaur-
o que se tirio ds Provincia. E>sa mesma tirouai-
taacia coopeaaria pora animar, e elevar a moior pea -
te as tentativas sediciosas dos sublevados de Perneas-
Que extranha centradicio eser um odexejodo
Povo, e outro o do Governo I Como seria deRcil ser-
vir os lugares da Publica Adminitrac,io| se para ajes-
tar a conducta eom a satisfacfo do GoVerno fosse mis-
ler por-se em opoc'icfo rom a necessidade do Povo!
Ettrlanto uto raras passa por essss duas proras o ho-
mem orii ado, que na poticio social quer manter Sua
juila dignidade. Soft a o ex Prezident e das Alsgftas a
iiijustica, que mais de ums vec Ih tem feifo a Go-
verno; tempo viri em qae a sombra dos psrtidoa so
levantar para lhe deixar patente o sea mericimenlo.
Pagar-lbe ao menos a eslan, afelo, e saudades dos
sinceros Alagenos, que vilo no seu Governo o ger-
men de um futuro lxongeiro.

t*; 4.
+
xt'st. e Betel. Snr. Bem diverta ora a minha
espectativa, e nio esteva preparado para recebar o A-
viso de 1 a de Marco deste atino, pela Secretaria de Estada i csrgo de V. Ex., e era que
V. Ec. se aerve parlecipar-me, que a Regencia sella-
va conveniente, que, estado en do direlo, que oso
confere o S l. Art. 24 da Lei de 11 d'Agoslo do sa-
no passado, addiasse a A semb'ea Legislativa desta Pro-
vincia al a decsio da Assemhlea Geral, com o fun-
damento do que tal vez a mesma Assemblta Geral an-
nulle urnas, e outras oleicSes da Provincial, a torne
rritos, enullos, e de nenhum effeito o* actos platica-
dos p*a que foi instaltada. Pensava daoatra raanei-
ra, Excel. Sur. fundandome em qae o Governo
Imperial haveria lomado em justa considerado o ofi-
cio do Conselhero enearregado desta Presidencia, de
4 de Oesemhro do arme p. p., e o raen da %o de J-t-
neiro ultima, sob numero 5, em es qua es se fez ums
minuciosa (Xposicio dos aconserimentos havidos nesta
Provincia em Norembrod'aqoa'le anno ; dos motivas
que a issoobi gario; e do assen ti ment quasi unni-
me, e bem pronunciado, que ao Publico sensato ha-
viio sugeiidu as ele\5e.i de i5 de Janeiro passado : o
profunda magoa me causen, que se nio dsse o devido
appreco, e mrito a um aeonteeinv-nlo, que, pesio
queferisse a Legalidade, foi arrastrado pelo concur-
se de circunstancias imperiosas, que afeetavam bem
depeito a ordein e segnr.mea publica; as Formas
Monrquico Constitucin a es sbracadas; e a Unilo do
Imperio, eonjo prolixanacrtte fiz ver nsquetle meu ci-
tado oficio.
Nio pude abracar a < nsnuacio qae me fez a Re-
gencia, de Ianar miu de um. meio, que se me anto-
Ihou lio odioso, e lalvex mesmo imxequivel, conloa-
ra o addiar a Assemblea Legislativa Provincial, com
quanto reconhecs niss um psso que indica a presi-
dencia para cautelar o anvolvimento dos negocios pa
blicos desta Provincia no presupposto d' Assemblea
Geral nio convir as medidas eitraordinarias, que a
foroa das crcnnstnnisa fexsduptarom eriso lio ar-
riscada ; e destingua na sabesissio deate negocio
mesmii Aasemblea ems desistencia espontanea, esto
faz o Governo Imperial de ama suaattribui<;i, a re.
reio aera davida de evitar eomprometilmenie, qne
jamai\podem realisar-se.
Tenho por vezes declarado o Governo Imperial,
e insi-ta em dixer, que aquella medida aalvoa a Pro-
* ncia de grandes choques, e da I uta que segair se-bia
vanlagem que por ventura obtvessa o dete-stado
partido dos anarquista sobre o que suslentava a or-
dem, e seguranca publica : o preciso que o Governa
se convenga de queso taes cireanstsncia me reteriam
em ir de encontr a actoasemelbantes encarado* com
o ferrete da llfgalidade, como fui o prmeiro era re-
conh Fasia 00 igualmeele digao da mais r'suda attenOo
buco, coja coincidencia de principios entre alies, e o
anarquas daqoi treria a simultanea revoltagrral da
ambas as P. ovinciaa, como bem se tem depreendido
do rompimento sedicioso, qne se premediiou no en-
genbo Cattanba-grande, da propriedade de u m dios
Carne-e*, desposto para o momento em que o subte
lacao de Pernambuco tomssse mais corpo, o incre-
mento, e que felizmente foi a tempo sofocada, eema .
ja pariecipei ao Governo Imperial. ,n
Em tal estado do cousas, e quando ja se achavlo
adiantadas da metade do tempo ordinario asse>t6cs
da Assemblea Provincial, e alguns actos legislativo*
lio hio iido sanecionado, e postos em execucio, ctm
outras medidas emanadas desse Corpo: so tempo 04a
que anda se aplauda a aa in-lallacio, e rec bia ello
felicitacoes delods Provincia, rnereeendo o vota
publico a efficaoia de seos trabajhos, a prudancia, e
sisudeaa de anas discossoas, e a denegscCo a tude quau-
to fosse em vindicta dos actos hostis, praticadoa pela
partido epposlo, ou por sns nspiracio, e influencia,
em semelbadtea circunstancias pois oussr o addiamen-
ta da Assemblea; parar oseo andamento, que ja esla-
va om harmona ctm a arelo .administrativa da Pro-
vincia, e que todo conspira va para o bem ser, e proa-
peridade dos Potos, era semduvida espor em riac^W
Ordem publica, derramar o degosto geral na Pro-
vincial, atear mais o odio contra o partido detestado,
alias ja modificado, o quasi convertido em compaxio,
ou indifererie*, e mesmo concitr 0* nimos da po-
pulacho asis conscenciosa a urna commossio, cujua
effeitoH cise poder Un bem calcular, eoubecendo-se
o astado em que se srhio os recurso do Pais, deseada. -
pela guerra amoladora dos salteadores, o a forca moral,
com que nelle feHxmeote prepondera essa mesma po~
putario.
deficil tornar-se e.ta minba conduela pot di so-
bediancia, ea racalcitracio s determinaces do Go-
verno Imperial, por mais que a'guem, qee boje forma
parte 0% Minutario, alm^je m faxcr as>im valor. T dos os meus setos administrativos, manifestados aqu,.
na Pai m Sergipe, e no Sol, e que tem sempre
sobresabido a todo o manejo insidioso dos rneua per-
versos calumniadores; o meu carcter tomado no sen -
tidu o mais genuino; eacondiccio mesmo, que me
fax hoje dependente, mediante os dietsmes da honro
e bro, do Po 'er Supremo, da qual me considero de-
legado, sio proras rrerusaveis, e quem poden beat
destruir qaalquer dea qae se posse sascitsr contra
principio de respeilo, e obediencia que por convieeio
consagro so mesmo Governo.
Cnmpro em flm rgar a V. Ex., que medite bem
sobre todo quanto tiponhoneete, eo tenho foila nos
deas' oficios anteriores, s re-peito desta espionse, a
mui seria qaes'io, qua parece ter 6do tomada ante
cedt ntemente em melhor sentido, como se depreondo
da* commnicacoes, que me forio feitss por parto de
Regencia em Neme do Imperador ; e que se dovest
em fazer eontencer a Mesase Regencia ; qne s medida
por ella lembrada, indo de encontr a quanto tenho
praticado para manter e?ta Provincia en ordem, o
iranquHade, para su.-tenisr em toda a sua plemtn-
de o Sysleme Moaarqnico-Canstucional-Repreaen-
latvo, que abroomoo, e para destruir qualqaer idoa
que por vent-ra baja contra a Uniio Rraaileira, nio
oearretaria ralo males desastroms a Provincia, e tai-
re os mesmos, qne anda ha pouco a mea 9a rio Per-
nambico, o qnoabismario o Para.
Dos Guarde a V. Es. Palacio do Governo das
Alagoa 4 de Maio de i855. Illust. e Excel. Snr.
Joaquim Vleirs da Siva e Sonsa, Ministro Secreta* **
rio de Estado dea Negocios do Imperio Josa Ja-
quim Machado dOliveira.
Voto de agradecimento qie a Assemblea legislativa
Provincial dirigi, por meio de orna clemneDepu-
ts5o so Exm. ex-Pr.tideute Jote Joaquim MacaU-
do de Olivelra, no oa qua oatrefoii o Governo.
lile, e twi. asir.A Aseomasce l.egi.ofiva Pro*



MARIO K PttNAMBtCO
i
,r>a1, n qw>m fot dirigido a^6frt
d*4teWaeV*e NMj p!e |ftl Rh*mw evNvW* v
do-*..i*radi Sm\ lkiVdrftv!Mv<4 p<*' e*e#
.iiertitir V. Rm* P\44v*eie *k\* J^U**,**
vnvlest* jasando, ote a leiteiar -V. m\ oe Miaa
.i.** v^*4*ag,*d*etnvnlo |>ea .pretio ***,
armiit* imada, roa que *' porto V. KXAV*ltfi>
(, mhii A*aibire>te lodo e*u Jaba-
ln*. epe-Veobeitude, e-?riilifCHlo ****** g"
dHJwV. r*Neaei..*adifnida4e AW
tiw, t fe ana Repreararfentr.
km. Sun ftU*H mprceti'ai e\f*t ere junU*
^ *x*. tandadeabaaawt, Mit* predva.ee beje w coteifi *Bep *nUn
m-dwPvevineia, 1" Tvcwlwi. e V. w. *w
AtiHgo fiVl, r oni ge.eole.W pee l.ntwJe* aclarad* .
uk> R*i do wm!, o >M, noie.,
^'doameta trata Ja>LegeMa4e> npntae punbeeao
4o reaoreo. ?'
-88e mu, Exa, Sur. Pedente\ oMoj|iiunioi e
Miffumoaenoiiregedot exprimir A V. Em. pele A*>
M*lMl>aUiiv* dequem *> br lutMleev
AMMio^ttu Oeolea de B.rroa fatt* Je* J^^^
des d OUvvnrirbonUw. Fraiaiat* de -Aw **"*
Joto-fJamtlkk'de-araup. Maeeel lswi.e de Sd*.
Jote Ca.idide Pontee Vbguei.o.
Reiposte que drti S>. Kxo. i DepuWcl ..
Prneirade de leconbe nimio por al bv pcova
de **eVo!eYKa, p a Aawmblve l.-gielel1fe, acaba
4e4f, diigirTeVme ao efradeeiti.itiee pelo quemo
me deavelei ci cooperar per u boa xito doaacu> Ira-
t^llio*, por hacer dmuklBitq a .Provincia ua
pptoc*o ; aaim coae pela expreso do ftnliaen-
to que llwe.ii o lof do 4ipeea4 dfiU Hmideii-
ca peloGoveruo Genual, eu Iba contagio a a a w-,
ti oral dio. a > -
Oulre nlopoditeera conduolaque o Govi roo *
via lar coa a Repiceot oto Provincia1, alienta a
marrhn eWuda, a legal por rila adopuda na fatt*.,
beiuKovartar o Povo AlagOMiu'liqalocil oauaoian-
ciofco*!

CORRESPONDENUi.
i r
L%NR8. Hfdaclorw.-RogoUiaiqu* aneajudcea pe-
diva S. Exc. 0 Sor. Preaidtnle de HioVincia, a ao
Xlinilriavimo Sur. Adminitradr dn loeaa. dai D'wer-
m Renda, que nluinaia couainlaqua navio cilran-
tfiio* conduxio daqui moeda de colire pn.t o porloa
dolapeii, coojo ha ponco aa permiti, e'parat qua
ot>iuam^oaa Concordia espaia igual fa^ror j p-ia qua
KHtta"treo rvndinanio do> Paquetea cona-eaiaeua
deaeVlHleneia, que nao havtlla, lul- dM*a reu-
dMft ^Ulooempenbo qiM htien.dedeiYvr dixpn ma
luoeda. Outra rotio man forte me ft mportitm-loa
Snr. Uedector, ha o'daamVr40it>ria' ifuC rofc [a>
to tai or ndou noaaa natrgifia dlto4age q*a/.i
moribunda por golpa* que t-in differMitot adniidua
trm levado. Mnilo confi no patriotiaaia d S, Ex'.
d ftitr. Monteiro para perar que aua vigilancia
pelobera publico nomai**er Iludida. Atlw logo
dar. Redactorei.
O amigo da protptridade Diawileira,
m >
VARIEDADES.- d .
-a-'
' r
*
Imoi a jim do Uno|docor-
ivi^a ire r*>*do m ped.tpo de
uaasa producl", quando nM drigiruoa o E*b. Pva
r.idaarte, a ftm d'aile t^nar alguna mididn, n *.4iT
r^Boeda de cobre cora alo d/.< jamo Mf lemcra-
aioa, bin qua alguna dad\>a IkiIuihuii conhecei quai
motivo da lano apreco a num danilrini<. Oio rea-
aabudaoBO ao Snr. Redau tote, como di-xei iamo rea-
aaiii \ inaztoJaviu de paMg m Iba dicamoa, que
oeaernoetx pardea cu lempo, porque nia pelejtnu#
rom konN-n, c-ujaa ariHM gua uoa nlu |qv
continuarse a.
( o '/'/unjo da yeldada) ^
AwafraaB>a^a)^BBaa"- y
i la ., ai f
AFfWVWCIO.
4*oiiri. ftv
eii*j
-rj^a,q,/i
ft<
mquabioded.verurinandei publicar pela Iwpret-
a para chrgar atm ao tonheclmanio dofrgM2
fgriMtn r davan coa o 40 ri conconer no lu-
Krrdie.iroiudo no Liarlo do da oito : i-touner
?Kiv uer vea : Por t.ul/ n>Mdo. tem.ndn, e
tortea Suda. a oufm me qu^Kcftrdrcar que eo.n-
9<#op*io fgfltffc mo
*" OR,^VC..^r,;^
! Au pnio l app-ndirg aq i^,^mo. do au|ipa.'.
dr^caii5da>Ac. Red.gio dca,R'U6 V.HJ6>
mv* da Tabnllaa eta^a,a .de^o da l>tm^.m
maia imoWa, f .r- avrvir Uolu au,c,o^a#^KS .^a-
para f-,li'.r>de quad^.. U Ve .p.era ao Uvrr do uu;uin.oil da.ralcolo
raviiUeaaa. *^ f''**'
Eate tabaUa W'o a pwi.Mqjijeva)oa>nfg9f *-,
te. dH pa mni e^rapuloaa. -t."J ', C."1
Aaiana.>epo ua palera; Mi ^ a do>|lH^|H8>-
m aargi. d- Edapeuden a, u. *e p.g-v .w J^Jj
da aaf>*ge< t)epow de ahir .Mu, fader.a|hba| -
S^MeflOft-U. ..
I* Ameaal'al'bado bn.lf i.l>tr urna bo Jrn4ir-.
n.ua renleodu equina ^H^wa^V* .* JWJ
riae^^aSoMe. e ua ariigee^eV roua^iinpaf4aoea,
que d>aiuaabr4a5or O baa*M i iaf
,,-.arta
a j
VIZOS TAnTICW-AHES. ,,
VeV .r. b1 ..
PeIo JnuodaP-t do t.i Wetl.iao do Corpa ,5plp ,
ae arlu polo ao Orpoio (*e*al a qaariio qu P-
receu na -ue dacroi, cuja dona,*.vio aabf que
ttlgar predicado, o pude piwcur.r neiit d|lo Juaio
Pra b* er nlgiM modrandq ler *ru onn
y Oofm annonriou qoDiano W. 4" ,fr',m
acrava para vendar diriia ae a ^oa-viala ra d Glo-
ria aan da Igoacio J. Ban-u-ir* n. 4a v
ajy PrvciM^o- fallara M* noel Joaquuu PioloJtta-
rlia^, negocio de i'dareae, w8e,aa.quf .anppof;]p,
pare er procurado. ,. <"b uvni
aj^aa. Quc annunciou querer dinheiro luftra Ba-
ta firma, ilre-ee a rjui.do Crep D. II.
a/^ En mo d Joiefioniei bohral do racimen|
lo axwieuiua carta vinda do Porl", ttenla f^
Coaiue>praJoae Gom, que t lirou por arcano.
, **> >Queni anuvxioiou. no Diario da bonpun flnj(
rrromprraaov*va vtndcdeirai de ruj d.yi).-ie
o Wi*o.lo Nai D. 95. i V
. *W Prtdia-ee da-urnfwtw P*'J MOrPtrto,
deatacidade, e que nleuda deyorla, e maia penla,
cuta: qnrnn aliver neaiaa c'we*inmvrMa dlnja-ig a
ru dj (aioria aobradol). 38. ?
ajQga* A p"WK>a que a,'.inucini no Diarm d bont'-m
ttr para dar apremio,600) re,rom Inpo'rca, oo
baaa firman prorurt na"a m0)a'l'vpogrefia al bo-
je pala 8 Horaada maiilul, que acbaricom |uem Ira-
ri
lar.

Prtc ia-e de 8 pre^i lugadna par t relia-
lbar em tilia i q le-o tirar falle eoaj oblo 'deCo>
ta |fdnlajraavtHaatMfu no Trtpixvt que e.te di-
rquein oe perlendVr. ...
XaT Quea anunfiou quarpr coqiprar um lei^im
aa Um uao fc dirija-M a ra Nora, (t. andar da
aobrada Ouda niara o Ur, Prfola.
a? MaMAMM .,
i i
NAVfOS A CAflflA. rifle-q
' r ai'" 'n n
ve. .n*5 hai r<(r-L,Dot. > '
, ->b a
Siegue vUa/m om loda ab.eviaae'pof tlr'WrnHip-
la a uiaior parl de tua.carg o Bergafiim Sori^dadn
Flix,' forrete/,' "e caVIBltdo fh cobre, e fle' rxeetlente
maiali, ..de que be Capillo Jote Cnnlozo nV I^ra :
(iiiain no memo quitar rarre^f ou ir de patMgvm di-
rj-te a %tn cWijgnaUrio Mflnot1'nJoa|ulni' Ra*m\> e
SRv'e.
' l';l*. Ill I
W'K'IM
e i a 11
a
C0MPBA9* o


r \f a negra ata moaa de bonita figura, u>a mi
tiM da um annn peoco aei ou aetloa, oe tea aula,
a eactmo pivahe : rea de Oria eobr* ajggf> Um arta redaaidada arto 4ceella, feri-, e
em baai uzaV: ajoea a livrr auundie para atf procu-
ndo. .?. i*. I r
i nVl'l i>
VEKDA8.
.
w Mj reda com commodo para f miKa h rifa do
fVhv Pl.irieno, axqena qee rolla yare o boct due
HaAU{oohot, e dinheiro ; na awaa.
jrjp Urri carallo tl< Imtu mallo ro J.. Iwm
r.n($4or : noamatein de flu(ino Gen*. d.< > i
cec, ue ra da rencriflo 4 Boa v4t. r i.ay- 'I ti ee|'*' aa'ei>|: ee ,
fWFve^riV.
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rom adrrrtt fd,<- rolura- pira, aradora \ uaa .4ia e>
m*iijir*,'0ni leu tocndi ; um non (logo para uaa t
maxH ^,Ma ^jm linleiro da lou^a da ptrqalla)p. ^p
b.a linda t u>N* ca xinha de.rt^^,., wm pJm a
mo i^bra dp Ump gutui. doi^r^muiiii'tti de grada-
co, d'agpardvjDlg, amrar i um j>go da p>l.*|Ude
tapgbet, *in,boro pura mejiiiutppfi ary o!|ia i cor-
tBa5# dr ^ta, pana ir no para rxsrev,*ra, arl6-
tNe,iM>l*(fU'nrha ningice: na na dot Batrroa Ua -
itacate do^Ulq i.idre.|Unajl fjp^lU.ifo.
!Tf^#Hfa .. le Mi
AIjUCaUKtfc. a.1 ^
tbi'te'um piMi moe.i, q>-e Mbe ftxer t do er-
illuHe me r^.H I be fu dj M. dii vfuv a LU duflerrn, no nrinlvife atodtr.
|| I 1t.| *
leeutot m i *%,',"t^" r ft .'-^^'q
letcaAvoe ruamos;"
TXo
_ din 17 de Mio fugo da Villa 4a Areeali Jote
cibdo da Se aneaValiu, groo, pr* gwudea, e aamia,
pernaa grmett, uaballe coi lado a moda, qneiide fal'a
gegrjf algum outna : conJutio urna toa paree ira
da noma Auna, muate da 5 atino-, de eiatura aae-
diant, ere docorpn, coa um dado da mo quo ule
pode beui *brir, baico ffrocoa, rara .-eetpi 4e, aeom
maiVa deoallto na-cebuca : nui c^lovellot do. bracot
|ima e*pttce-depiiluiedao*rnedurat qoem oe rpra-
Tendan, ou drllaa liver n'tiria ot p ma Yrll aaao taobur Domingo Jote de Cota | rea
periMiubleo-eJoxoAlTefte aereina na roa 4a cad-ia,
vi-lbi ; (lidale da terabbi a Jote Ruif'anio de Silv|
na cidade 4 e*arfalete a Tboraar. Uurenco da Silv
Catiro | a Villa -do lo Peafeteaca Jote da Cle ; ua
Vula.de Pireahai eocapillo Joa Ribeirode Mallo ; na
cidade ileOri.11 ao Herode Parnabiba ; ni cidade
de Marta1'! a fraatciace Joiede FnilaGuimarte, e
ni do Rio Grande do Nortete Juix da Pat, a queea
lodo pagin nio tt drape/ae (|oe fieerlo ua cou-
duolo do* dito eteravoa, mal o reeoapeiiturt 5 g^-
n-naaeiiU o tea Irabalke.

NOTICIAS MARTIMAS.
Taboat das mares chatas no porto da farnambuco
V-Segunda 6 b. 3o a.
,g-T: 7 -- 18 a
,9-Q;---- i 8- 6 a
tOO:- -64
5i_r.^_ .-g-4*.
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Saviejatdono.diaiZ. (1
-MACEOYttUleSeato Ao0"" 'lor d<> D,A,il **
jiraVUo CoDcalvr: v.rjo grun-ea do pal*,, e I
conloa de ra em cobra, faMigeM o=Mtnoe! Alefa
do'Caftne, Maonel Vioenta deSaropaio, Fe i* da R'|-
., ftimingot Mari bit da "una, Juilmo Anlonl"
WerlUa, t Lu f-Mf, eTburc.o VeM ^'
lieja.
i
- Pola aianlii p^iou LiM- q> ^Mf0ta k-
lira, qua iem da tefiojr para Lubua e iiuaMtM m
paaegem Jlo Dolelbe do Mallo rom lUt Mudll. ^
iWatS Tjyr- e> OWte (IHA
Observabas.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


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