Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02931


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Full Text
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12 Di<: agosto. n
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IIIIO 1>E PERNAMBUCO.
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c 1- vil |\. i36.
HIAS DASEMANA.
10 Prgunna fc S. i.ourcnco M.
11 Terca S- Tihnre.io e Suratia. Hel. ii ni: a mi do J. de O. de I.
Qiunta S. fiara V. *essao
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da T- Pul..
Quinta S. l[\|(olio ; (Vmuoo KuI de m., aiid. doJoii do C. de
ni- o de
Sexln J.;i- S. Kuzecio guato da T. I', de in. e aud. do J.
de O ,|,-'.
V-ll>edo ff A *'iini|>i;ao de X Sara.
l).>inii-o S". Joaqttim Pai de V. Sn.w. Qusrto m. as 6 li. e 54
ni. da in-
Tadn a-.. drperde de no.mrnms d; n** nrudenoh. nlde
nicao. erterrln: conHiihcmos coma riKci|>ijm "onudoscom admirado e.Vtre as KacV* mai cultas.
Proclamado d. Js.emblct cral do Brtit
SMbsereve-se i| llWKIrs. mrftWi' p.vjos arilaatadof ups| Tvpoera-
fia. na Praca Ja Independencia S. 37 rM : onde c r'eeelicm
correM>oiid lis sendo do proufiosassifjnantes, e viudo asignado*.
..partidas noscorieios.
Olmda _Todos os dias a.i meio dia.
fto;aiia.
F.
/'BjBlipOOlII illlil HIIIH,ll|iI[i|,
RIODE .HNFJRO
Asscmblea Geial Legislativa.
CAMVHA OOS DEPliTAOOS.
J-'jtralo da Sess.< em 27 fie Maio.
Presidencia tloSfii-. Araujo Lima.
m( !.. do s..,,,,,,,., ^.rto Antonio d. .Ud.W, Qaexeramobi'm.'c F.r.
naba-Sf^umhis e Sextas fe.ras ao meio dia.
Santo Antao-Todasns (piarlas feira< no meio dia
Garaoliuns, r Honitn- nos dia. 9 e K3 do me* o meio da.
Plore*- no da 13 de cada me* ao meio di >.
Serinhaem. Klo Fonnozo. e Linieiras- Segunda, Quartn, r
evtas fciras ao meio dia.

Eila a chamada drpi>s Jn dez hora* d* minha, e
adundo se prsbite cincocnla. c qualio L)rputadi.s,o
Pac-ideote dw'aroit aber'a a sces 5, elida n avta da
anteccdenle fui pprovada.
Passamln-.-e 'o expediente, o a Secretario scrviu-
do de i." leo hum Offici do Minislro da Juslica, ro-
no enranciado dos negocios Klrangeiro*, en uui<
.se derfar*, que tornando .e cada vez irais n"censara
a ii|t>rpt taca 6 do 4." do Alvau de 20 le Oulubro
de 1812. na parte relativa v iida das embarcacSes
slrangeiras, como se rolligc-da copia junta da irnta
.do Encanegado de Negocio* di- S. \1. Fideiiasitri, pe-
d-que a Camaia h-.ja de resoler o que lor dr justica
a tul i-ecpeiiu : Commi^ s d Jostra Cifil, e Di--
p'onacia.
Fez-s* mt'iis,.6 de varios rcfjm rmenlos de partes
que foiv s lAnimi>*5's- i-osp ^'litas; e entr elles
lium dsSnr. J"fio D'i'go-sSfuiz, eonlios, cuno agen
les (U companhia de naveg.icio do Rio D<>ce, acutn-
'.uiliado de ht.nu memoria solircasnb erv^cSi-s feita^
im Rio Doce pela expedicd ali inundada pela mesfla
sti-dade, dtinoust judo a nocessidade de seren pu-
.cmentains os privilegios concedidos pelo parecer da
Cotnini-i'i do atino pas-ado.
L< ro-s e approv.-iro-se d (T rentes redaccOes de
r.aoln^'.s, para terein o sen devido d^IratV. Leu-
^a oa"provon-.se oseguinie requerimenlo :
Recjueiro qiiesepi^d ao Governo pelo Minihte-
ti.i da Guerra, o av:so de 3 de J neiro de 1832, que
declara Pagadot la a Condic5ps do pagamento de
meio sold viuvas e fiiha's dos militares.
l'elt Ministerio do FazendaA ordem expedida
pai a Provincia do JVIaranli., em 8 de Jtillio de
833, ao diio respeilo. Cmara dos eputados, 27
de Maio.de ii35.Duarle e Stlra.
Leu se eapprovou-se o seguinte :
Rerjueiio sepeca ao Governo copla do privilegio
concedido a Geacomo A'exi, e Manoel Peroan, para
ocommerciodo gelo no Imperio; assim tambem a
do concedido a Wenceslao Miguel de Almeida, s 1>re
a aua salwdiia. Pato da Cmara dos Depu'adoi, -7
de Maio de 1835.Rafael de Carralho.n Foi lido o
segu.ite:
Reqiieiro se peca ao Gov> rno informaces sobre
o lequet i metilo, que a esta Cmara fes o Mrquez do
Recili-, na -esso de 1833 acerca da dispnsic" da re-
soluca de 13 de Outobro de 833, p la qtial fbi li-
tada ao referido Marques a administracio do Ho-pilal
de N. Senhora do P.raizo na Provincia de Pernambu-
C'; tequerimetilo, que sendo na mesma sesso remet-
ti'lo a nentos, nad consta que lerilia sido devolvido a esta
Cmara. Papo da Cumaru, 25 de Maio de i835.
Se ara.).
O Sur. Henrique de Rescnde votou contra o reqtie-
rmenlo, allegando que este negocio Ota da cprttpe-
'enc*l(Ja Asseib'ea P.ovineii.l. O 5)tr. Seara stisten-
r"it oseu requer rien i o declarando, qile esle negocio
'-i ti alado poi huma lei g- ral : que o individuo de
que se trata fura privado do direiio qne tittlia, que
H.--6 peitemia fVe ne'i co- Assemlilea Provincial,
porque ella niu poda legislar sobre huma le! eral, e
entenda por lano, que o reqiet ment se d*"Va ap-
provar, para que a Cmara tooaasse huma delibeta-
cn a tal respeito. Dando-se por disentido o reqneri-
nictilo, l*.. se e approvou-se oseguinte re(|t)erimen'o :
Que se pecad ao (;.yerpo informaces a respeito
de huma Represenlaca dos balulanles do Arraial da
Conqui U, na Provincia da Biliia, qneem conse(|ueu-
cia .de huma Resoluc.io da As-emMea, ficav>6 per-
lencendo aoleno da Vil'a d> Rio, pai O da Provin-
cia de Minas Getacs : exigindo que sejj.5 enviadas
Cmara .as Repiesent. ces d qg. lies Povos, cenas
informates a respeo. do Pmidente da Provincia
dr Mina, e do da Bdiia. Paco da Cmara -27 de
Ma'o de i835.--'Souza Martilla.
F.ii-se lium OTicio co Minislro eSecret.rio de E -
tado dos Negocios da" Guerra, em que participara nao
poder a.sistir hoje disct>ssa da fixacao das torcas de
trra : "Cmara ficou inleirada.
ORDEM d.i DIA.
Continuoii a 3/ discussio sobre a fixacio da; for.gaa
de ierra, e emendas apoiadas as sesses anl-iio-
tes.
O Sur. Ramiro em hum loupo di-curso Misteji'ou
a doiilrina das seguules (lU'iidas, que mandou me-
sa e fora5 a potada*.
Art. 2* 0 Governo fica aulorisado a organisar
o quadro do Exercito, excUindo tlelle os Ofliriyes que
se mostrarem inhabilitados, a h'm de t-er snbmetiido
' approvacfio d* Assemblea Geral, conhecer-se da jus-
' tica di't.'XcUi.-'oqiiefe fier, e deliberar- o que. con-
\ iei sobeo degimo los Officiaesavnls<>s.
Paco da (Jamara dos Depulados, 27 de Maio de
1835.Salva a redueco.
< Art. 3." O G ve rno fi-a anloris-do a fazer pro-
moi5 s no Exercilo nicamente no s guiutes ca-
>os :
I. Para preencher as vagas qne existirem, huma
vez que faiteen da classe dosavulsos 0(Iiciae3 que sejao
ida con fia tiga do Governo.
II. Quando parecer cenvenienle promover em
razio do mrito eservipos, os Ofidaes do Coi pode
Engenheiros.
< III. Todas as vezes que hum Offi iil fr ferido,
em rasSo de servico, por inimigo externo, ou sus-
tenlando a ordem publica tu ocrsioes de rebellio,
sedivo, e insurr.ica, huma Tez que o Offivial nease
servico se fenha .distinguido.
ce IV. Sempr que os Cdm mandan tes das Armas,
de Expedic&es, e Corpus, on quaesquer out nho frito ei vicos relevantes ordem pub! ca, e per-
manecido em sus Commiss -s por lempo de cinco
annos. Salva a redaccio.
Paco da Cmara dos Deputados. a7 de Maio de
i8.55.Ramiro.
Emenda apoiado, do Snr. Soia inarlns :
Da data desta lei em diante fica o_ Governo aulo-
risado a fazer promocSes, na forrla das iei, da rhela-
aostos qu vgarm n.
q .er promic;*...) Qual.|uer eflh al que recusar, <.n
sesublrahii a cumprir as ComotissOes e ordena do Go-
vi-rno, tendentes aoset vico, allegutdo pretextos l'al
sos, ouf volos, sera d s. mpreg^do a p,/o do Go-
v.rno. havidas asnecessarias informaee^; e iifopo-
d.r ser pn.movi o. A.dspsic..o do presrnte ai ti-
go lera eff.-ito d.sJe ja. Salva a redaeco. __'
H I'O. '
C*Sm. Soua # Obveii-a oblendo a p.lavra pela
ordem, pedio ao Presidente que dease para erdetri do
dia a propala do Gove no, relativa Guarda Naci-
onal,
O Presjden'e deopara nrd'iH do dia 29, a mesma
materia dada pata boje, e levantou a s*lu p^lasdu-
as liaras da larde.
de dos pos los q
tees do Exercito, de
E^neuda na5 dpoiada do Sur.Vufello :
Ar igo adJilivo. (Se pa-sat autori-ac a {.ara qual
GOVERNO da PROVINCIA."
Expediente do dia 8.
'i
J\ Ulhorisada fola Pre-idencia pela Aasemhlea l>av
gislaiiva Provincial para qu, onvindo o Procura-
dor'Fiscal, lomasse acertada deliberaco, e aquella
que menor prejuizo cauza>se a esta Provincia acer-
ca da Caleta S. Joao Batista, cuja compra foi dicta-,
rada uuHa pela rotfua Assemhlea ; ,e tendo-se proce-
dido a audiencia nao r do Procurador riscal, como
dodaCoroa, Fazcnda, e Soberana Nacional, qtr
julgaiio o contracto perfrto, e consumado; resobro
que ero asta publica seja vendida a mencionada Gale-
ra, da qual ntnluima preciso tem o ser*n?" PM-
, ^0. Em consequencia V. S., precedendo os Eiitaes
do co-tume, far piorcder a atremataco, empregn-
do deligencits qteevilem o pr-juizo da Fazeuda nei-'
te negocio.
Dos Guarde a V. S. Pajacio do Governo de Per-
nambuco 8deAg.slo de 1835Francisco d Paula
Cavalcanli de AlbuqucrqueSnr. Inspector da The-
zouraria.
Incumbindo o 1."do Arl. 66 Titulo 3 dal
Carla de Lei do i. de Oulubro de i828" as Cmaras
Municipaes a I i m pea e desemparham nlo'das ruata
caes, e praxis, e achando se vrgonho^mente entu-
Ihada de lixo, estreo, emais iinundicias a praia, fe:
parte da praca do Collegio desta Cidade, onde be col-
locado o Palacio da presidencia, e onde se fazem as
grandes paradas, como s tem de fazer no prximo
dia 7 de Selembro A un i versa rio da Independencia d'
este Imperio; cumpre que V. mcs. exp'co as preci-
sas ordens para ser desempachada a referida praia,
praca, recommendatido ao Fiscal desle Bairro todo o
cuidado, e vigilancia para que se all nao lancero tois
semelhaiite. mundicias, con viudo mesmo fa^er Pos-
turas a respeiio. E feita a limpeza ordenrei liobetn
que a sentinella das Armas prohiba quenesse lugar se
laya despejos.
DeoaGuarde a V. mcs. Palacio doGorerno de Per-
nen-buco 8 de Agosto de 1835Francisco de P..uta
Cavalcanti de AlbuquerqneSnrs. presidente e Mriri-
biof daCaiiiaraMuuicipal desta Cidade.


r
i "
diario' di? pirnamruco.


DIVERJAS RF.PARTICOENS.
ED1TAES.
Alomara Municipal da Cidade do fecife, e seu
ron fim vil liidp fin T.fi
-
' W Az saber ao* habitantes do Municipio, que de bo-
je em diante nao se peder alevanlar ca a alguma de
sobrado cojos o i toen3 n;-5 si j. 6 de paredes dobrtulos,
i lo he ; de dons lijo'o.s de alvenaria por assim con-
vira -eguranca pobla sob pena de seren as paiedes
demolidas a cu.-ta dos piQ|>ri< smos nuil
lados na quaiitiade 300000 pela primeirB vez, 60*
rs., por a segunda; e i.as reincidencia^ a ultima pe
na agravada com 30 da* de cad. ia emorrendo. O
mestre da obra as mesmas peimas;. e 05 ORioiaos
que le ratita re m paredes contra esla determnac.a6
pela primen* vez 10 dias de ca Jeia, pela segunda aO,
e pela terrena 30, e as reincidencias aer'escido.s ae-
ra6gmvad>sci m a multa pecunitria de 11) a ti0$000
rt, Fi pira que chegue a noticia a todos inond< 11 pu-
blicar o presente edital por ella assignada tiesta Cidade
do Reeife em eessaS ordinai ia de 6 de Agosto de i835.
Jos Tarares Gomes da Fonceca, Societario o escre-
vi. 'Miomas Joze Ja Silva Gu^m^; Josquim Jo-
xe de Miran la ; Bernardo Antonio'de Miranda; Ja-
cinto Moreira Sevcriano da Cunh ; Felippe Menna
Calado da Fomeca \ Antonio Luts deSouza.
A mama Cmara 8c.
&
Az saber que no dia iO de Setembro do rorren'e
anuo se btde ai rematar a qaem mal ler, ns rasas da
IV ca da Independencia por lempo de bum anno ;
as c*>a* da Ribera do Peixe deste Burro sobre a
qnantia de i:i60$70O is. ; as casas da Praca do
mercado do mesnio Biicro sobre a qoan'ia de
5lrj$00rs. : a csa da plvora sob ea qoanlia de
4^^)000 rs.5 as c ias da Placado mercado da Boa
v,ista sob.ea quana de 3as)500 rs., o repico dos
Assougues sobre a quautia He i58$3tiO rs., o con-
tracto 46#500 rs., e o da afericad e revir dos petos e me-
didas do Municipio s bre a qoautia iaiu$000 rs.
debaixo das c.ond-coen que no aeto se ihe impeaerem
Quem nuiles quizer Janear deve comparecer ha sal
la das suas se-soens por as 11 horas do n Trido dia
com acns fiadores chaos c abonado*. Dado epassado
ne>ta Cidade do Reeife ein sessa5 ordinaria de 8 de
Agosto de 1835. Joze Tarares Gomes da Fonceca,
Secretario o e-crevi. Thomas Joze da Silva Gus-
ma5, P. P.j Bernardo Antonio de Miranda ; Anto-
nio Luis de Souza ; Joaquns Jote de Miranda ; Fe-
lippe Menna Callado da Fonceca.
fin. E\m. Sr. Tendo sido por a Assemblea
Legislativa Proemial approvados as contasdadas por
esta Cmara, dos annos de i832 a i833 e i834, e
devendo as mesmas voltarem para o sen arqu'vo as-
sim nao aconteoeo, peto qae a Cacara Municipal des-
ta Cidade vem p.-dir a V. Ex., que baja de maridar
officiar ap Secretario da refeiid Assemblea para que
faca quanlo antes reuietter-no as mencionadas cun-
tas por a-sira ser mster.
Dos Guarde a V. Ex. Recife. em sessaS ordina-
ria de 8 de Agota Je i835. I Im. Ex.11. Sr. Fri-
cisco de Paula Cnlcai.ti de Aibuquerque, Presi-
dente da Provincia.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he amo i na do iV.* 144.
"A
CORREie.
Barca Activa j recelw a malla para Lisboa boje
j a as 5 horas da tarde.
Documentos Offieiaes relativos d Provincia do
Par,
D.
MANIFEST.
E5de o sempre nefando dia 7 de Janeiro a Capi-
tal da Provincia do Para nao tern cessado de ser o
Tbeatro das mai tristese hoirotosas aceas. Huma
fac#aC cujas principios he a total ruina da Patria e o
aniquilameiito daLiberdade osaacinou nesse imfausto
i* a Legitimas Autboridades, quaes o Presidente da
Previniia, commandante das Armas, Commindan'e
das Fwca* Martima, e oa Offieiaes que ao toque de
rba)te se r. covia aos aens respectivos quarteis, esta
me3aoa Tropa violadora 4e seus sagrados juramentos
nnida a huro pnnhado de Saltiadores nomiarao para
os primeins lugares dons homens de sua cmunbr.5
politica, e qwe scecba^a5, hum prezo, e ootro per-
ci guido pela Ley em consequencia do Sanguinario
plano que felizmente tboilou na Criminoza reun 5
do Rio Acara -- Mt>l her *- >e chama o Presidente
e!li ito, e Francisco Pedio Vinagre, o Commandi-
le das Anv.a.*, ambos fillios do crimr, e da TrauaS.
N Slard.u nitrito tempo, que o espirito da discordia
na6 dividir e sa faccaS ira d amente tentavaS a se destruir M-lcber-- rollo ou-
se a lest.i de bum rjue pareca tiabalhar par* o restaqe-
lecimentoda ordem perdida e o outio aeguioo im-
piilco da sua sega anibicaS ; do choque dasopinio's
contrarias rezoliou hum rompim de ser funesto aos interess s da Patria pelo muilo san-
gue derramado, e por rositas vidas perdidas: lego
cubrise de luto a Humanidade no meio lia g>^
consiernaca amparou se no Commando dasAim.s,
e na Adtonistrac*6 da Provincia Fiancisco Pedro Vi-
nagre o alarme nunca mais ceca dentro da Capital;
c o ni tnedonho ^cho. i^ruercutir-se em n do o in-
in'eiior: a im'graca contjnuou, lam lias inteiras
pvincipiarad a r< tirar-se,' <> Coromercio paralizado, a
agricultura e-tag:ia la, ea Industria amorlicida : por
con-eqii'ncia as rendas publicas diminuidas, e o E
lario esgolado nada disto imped", que o mencio-
nado Vinagre na5 fermas.se o projeto de dar as nos-
sas fin-meas o ubimo Garrote !r-nzaces odiozas com
o Thezonro cambios oa m.ds vergonhozoi com as
Ren.'asNartonaes, em suma, a mais infame di'apida-
c 6 aparee o no Sistema Financeiro do dilo Vinagre,
cuja baze na6 existes? n;-5 na sua propria voutade, e
nab nesse Patriotismo, e de airada liberdade, com
enjos prestigios elle iem sabido illudir os imautos.
Naopodetidoo Governo do MaiaiibsS S'r incen-
civel a"8 bamidisde hoifii Provincia viziolia. e d>s-
gracada, mandn em Nonie de Sua Mag< stade o Im-
perador, o Sr. D. Pedro Segundo, a Fragata Impo
ritrn, en B;igueCons|&o: ia. d'baivo do^ommando
do prud nte, e corai&zo Cpili.6 Xnente Pedro d*
Cunba in Socorro da Humanidade percegnida. A
penas apparecer5 estas forca- proMoias da L-y que
a maldade, e o Espirito da mais baixa iptriga priu-
cipiaVaS a pAr-seem moviineuib.os. malvados intimi-
dados, echcits.de remo'5'S, com as lernbrancas de
seus crimes alardeeS bravura, e trabalha para que
a Fragata Saia do Porto com MegacOes de frivolo
prete-tos'; os insultos princ'pi-8, e se sucedem com
adimiravrl rapidez da parte da faca5 d Prudente Cornmandant em lugar de retribuir toes
insultos, e injurias por meio da fuca, sufucon o seu
fervor militar, .e ludo tendo -6 em "is'a evitar o der-
ramnt de sangue Brazeiro, n..6 re.-pondia a esses
reiterados ataques, se m aquella puliliz e ducura
de que he sujceplivel a sua grande Alma, no intuito
de harmonizar os nimos, e deninoiiar a Patria dos
seus maiores rom o precioso dom da paz desconh ci-
d.is sempre fora as boa intenefies do Comuiandante
atbe que finalmente ch'gou o momento, em que to
dos penetrad que a Palia hTi sessar do geer, en-
trando a Admjnistracafi da PiovibcM na esfera da,
l.igalidade. ApuraO-SC os Votos dos Drp-. lados a \s-
semble Provincial eu obtive a maioria dos Sufr.gios
dos meus concidados em conaequeocia do que fui
officiado pela Cmara Municipal e pelo, OBesmQ Fran-
cisco Pedro Vinagre, para yir tomar con la das rodeas
do Governo. com a mais si riela re^ponsaMUade por
qnalquerdem raque hoivesse de o nba paite. A
crize milindroza, ennaoe lula-. a Palria fts com que
eu cedesse a vonlade da Proviin ia ntera : os meus
co mira tena neos si -lentes desta noi'ci, e pelo memo
convite, que Ihes fu, se apressav.i& la f.de Fran
cisco Pedro Vinagre, arrisco-me a mim czamilode
armamentos part a Capital, e, q i.:n.do menos esp?>
rava ser victima da Traics fui aro 1 elido por huma
laxa arthelhnda, e huma Igarii armada, mandada
a esse fim pelo mesmo Francisco Pedro' Vinagre como
eonsti da ordempor escriptoque existe em meo p >-
d-'f, por.mgracas as pre.venc5es do Com mandan le
d 8 forjas Maiitimas, que apenas informado da minha
vinda, mandou mtnediatmente escoltar-me por 3
lan\5es, e hura esoaller commandados por bravos Of-
fieiaes cujo valor ti iunfou da perfidia, e da Trajcap
pesaroso fiquei de ver correr algumas gotas de san
gue Brazileiro, e, apesar de me ressentir d^semelhi-
te'acolbo, lancei entretanto o veo da tolerancia, ees-
quecime'nlo sobre este horroroso procedimenio, afim.
de ver.se peu* ovios brando, e pas-ifios consegua a
que me enlregace a Presidencia, dessolvendo-se essa
forca bruta, que sustenta o c-prixo, a tirana. A-
thagora temsido infriietuozosos meio's drandur.a
que a p. udencia me teta sugerido para evite deria-
mmento de sangue $ porque cei lamente na5 ha coli-
za mais contraria a naturea do m-u roracod.
Hetodavia do mcu deter d( zfrontar a injuria
feita a voniade bvre.dosiue s concidadioa, e sulenlar
a digndade NaelonaJ, que (aires tenba -offrido p" ia
minha nimia condescendencia. P01 tanto protesto
contra Francisco Pedro Vinagre, que Qca responca-
\e! peante a Ly, a Naca6 Brazileira, e a Reuencia
em ome do Imperador o Sr. D. Pedro 2. c ,,e|t.a
ocnlecimentos, a que dar cansa sua tenas reluc-
tancia, da mesnia soite fio 5 reaponavei; es Juiz
de Par por na6 bareiem desso.'vido esses ilcito ainn-
lamentos fasendo coro qne elh-s depouh.6 a Armas
e obtd c.'6as forca da L'galidude vfsia do qpe nc>
me be possivel garantir as propiedades estiangeir.
mormonte qnando as Nacionaes c< rrem igual rico
'fioando todava os Ag n'e das Naretainjgas conven,
cidos de qie en pregarei todos os im ios, que estivereng
ao ineu alcance para que as snas respectiva proprie-
dades sej.6 respeitada4, e n8 sof>i>5 o menor detri-
mento. Em consequenria da iesu!ucu5 queoscir-
cunstar cias me cbiigao a lomar, convido os Cidadaos
que n.i5 forem do credo daTaca deiordeia, se re-
tirarem da Cidade, e aq' venha reunirse, for-
casda'L'galidade, quesoacba5 engrccudas pelo nu-
meroso conenreo de Cidadaos probos que voluntaria-
mente Iem acodidodo infers*r i ferindo-.se dahi que
he-6 forca de perceguica5. que o inti uzo l'rezideii-
te iem f-e poido mantrr ; e na8 pela vonia !e ger..l
da Provincia, como tem elle qmrido inculcar, afim
dene6 pa.-sanm pelo mesmos vexames, que sea-
xn5 exp<>slos os ficciosos. Bordo da Fragata Impe-
ralriz surta no Para iO de Main de i835.
Assigoade pe'o Vice Prezidente.
Continuar-se d.
Copia dos artigos das mstrueccens de iO do Junho
de r8a2 sobre o lecrutamcHto.
Artigo 3. 5 W cao suieitos ao Recnilaroento
todos ns "homens brancos solteiros, e aiuda ptrdos
libertos de idade de desoito- tiinla e cinco anno*,
que ua5 ijvereni a seu favor as excepcoenf, de que
logse tratai.
Ar. 4- Os Caxeiros de Lojas de bebida,
Talwriias, i-endo soltfiro?, e de.idade ato trinta
cinco anuos.
Art. 5. Os Milicianos aproprlamenie alista-
do, equen6 eliverem fardados, 01a nao ubsis-
lirem de hi.ma honesta, e legal industria.
Art. 6. S6 i/emplos do Rec.rulamenl oa
bono ns cazad< s; o Irm5 de.Oifaons, que liver a
sen cargo a subsistencia,' e t ducaca dellcs: o 6II10
nico de La viador, ou hum a ana csccdlia, qu.mdo
honver mais de hum, ciltiraudo trras ou propias,
ou aforadas, ou arrendadas.
Art. 7-c O Artigo a cima e estende do mesmo
modo ao filbo nnioo de Viuvas.
Art. 8.? S*5: lamliem /.emptoa, oFeitor, ou
AdminislraJor deFazenda com mais de seis escraros,
ou planlacfio, ou de Griaca, ou de Olaiia.
Art, 9. Qs TrQpeiros, Boiadeiro.% osMestres
de Officiua com Loja abeiti, Pedeiro, Carpiutei-
roa, Pescadores de qualquer disorico, huma vt-z
que exer,cit<-sn o seus Ofiicios eiTectivainente^ e lc-
nhio bom comporlamento.
Ar!. 10. No dito artigo fie-5 comprehendi-
gnada; igualmente em cr.da cocheira publica n.6
podei haver mai* de oi o Bolieiros, conforme o
luirnero.das seges que liverem: ras cazaa dos part.
rulares, q* li.ve em mais de duas sege.s, dous; e hum
as dos que tiven ro de huma ate* dua 5 e a fim de
q'n. 3 baja iissq abuzo, o Io!enden:e Ge ral da I'oli-
iia inndala logo fazer hum alislamenlo eral dos
Bolieiros das Cocheiia& publia-, e pfriar aos que
lorem c&mpr.chi ndid. s hum Certificado, que valei
em quanlp tlles;-e.li v^rtm no ser vico das ditas Cochei-
ra*; os mocos 4f. Cocheiras de Cavalles de aluguel
nao sa.5 coniprelieudidot-na presente izempeao.
Ait. 11.? Os. Ma: inheros, grumetes, e mocos,
que se acharen) embarcados,, ou inati iculado.s; os ar-
rales tfTeclvos de Barcos de couduzir mantimentos,
ou optros gneros.
Art. i2. Fica iz< apios abeu do Recruta-
mento as cazas de, Comrnrrejo de gresso trato tres
Caxeins uas de segunda ordem dous, as de peque-
a bum.
Art. i3. Esla zempcao-cima aera igulmer.te
applioadacm toda asna exlenca as tazas de Com-
mercio E-tiangeiras,
Ait. i4. To loaos Esludanles que aprtzanta-
rom attos'ado dos respectivos Professores, que certi-
fiquen) a sua appi acao, e aproveitamento.
Ait. i5. OsCommandaulesdos Dealfictosirfr
remetiendo ax> Quarlel General successivamente os
Reclutas queae forem apurando, acompaaahados de
competente Escolia pa>a oa guarda!, sem: que jamis
empreguemeorrentes, algemas, ou manilbas.
Art. 16. Os Recrula virb acompanhad de
dus relacdes indicativas de suaa etriuoalaocias e
assignadapelos ivpectivos Commandanle* dos De*
irictoaj huma para a Secretaria d'Et>d d*>-Guerra.-
1


DIARIO Di: PKHNAMat O
&
m
e oi>i,a enlregue no Quartel dn ral, e nesta dc-da-
i'1*6 o-dia, rm que a- Escollas p.ilein do D*sl rielo.
Art. 17. D A rada huma -das Prac->, de que se
ce nij>o/ ral das Ti opa- da Corte oilenta rs. diarios, colados
desde odia em em que a ellea r> grrs-arMn, *.>ta do sen itineraiio,
pelo qual se t'.n n a conU na mesma Tin zout aria Geral
das Tr< pa.*, Uv.in'loo vhta 1J0 Quartel Gen- ral. Os
Recrtiia? porem se>i?6 Ia5 nem abonados de sostena
reis d.irios, at aodia de -na apiezcnlea5 no Quar-
lel C uer.d. (spedido). 1
---------- I
Continuado di, Pf. antecedente.
J^A e de de meu filho, emqtianto elle for menor, depende
a rcalUacio de-tes ni1 'Un lamentos : Siuto-me, pcr-
tan'o, oh;i^ado vP8 expender minha,"actualmente
desinteresada, opiniao a respeilo das n"tb,lida(lr8
que jfohrevivero prova decisiva do manejo <>*> ne-
gocios, e daa'cull 5es da reToluc".
Os Regentes (.u fallo d.-adoi que tiveiio a hn-
gauirnidade de sustentar atgora o pesado onus deque
Jbri revestido, o terreiro pronunciou a sua piopria
M-iiu-oca.) tem dado o ezemp'o ra -.simo de hura cor-
no colleclivo, operando por huma s vontade, con-
serva ndo-se non litrri I es das suasattribuic,5es ; e es'u-
dandoa opiuiSo publica para regular a sua conducta
politice) i 'StelotiYor por ambos merecido, lealca a
inda mais naquelle que fendo huma espida, scrnpre a
curvoup rante a lega-lade. He bom que quem go-
vern, saib watt- jar huma e-pa la.
Feijdvu 0 g- pe decisivo na lula da hifluencia
militare do icpiiicn legal, e firmou eni ba^es n-ba-
laxeis o ^yslem.i'd) nr-ngre so na ordem ; mas ao de-
pois Feij pan-reo desconfiar da solidez da sua prnpra
ohra, e cuidar que a salvaciodo Patria que salvara a
inda car> ti.i de ex!r-l> gatidades e dictaduras.......
jiuveliano conduzio com constancia, habilidade,
eem-rgU legal, o rr.oriinenlo revolueieiiario Irave*.
as iesi-leiuias do partido retrogrado, 011 estacionario,
t termino 1 o edificio que F'ei| fundir. E-te fb 1 o
Miaislio dasrMS, aqi elle daaccio noiroal doGorcr-
%it\ Porem pan completar a gloria d- Aureltano pre-
rii he que. ulo fugue o leme antes q e o novo piloto
<> vinh.i receber. Se elle se deix-tr allu phaulaam^goricM "pposico, que.os perteudido orgi-
11, 1I1 opinilo publi. a llie aprrseutareni, perder o'al-
t conceilo, o lugar diluvio qo mcr ce ctitieassomr
niidadts do partido nacipiinl, embira estas lepugnem
de adinillir, anciosai de o recalcar na carnada das
inediociidaihs ein que tantos phosphoro* que biilh-
io po uomi-ntos no.hoiisonlo poltico, jKteni aba-
lados.
Evttrislo (ero sJo a sos conscicncio-a do pat ti Jo
da nio leraio, o consetheiro nos instantes dopeiigo,
0 consolaJor as desgranas,.o appgoad r dos ti'ium-
phusj o si'u htilco fo um throuo 'le sapimcia, intre-
pidez 'cvica, c Bi'9flljeri|M> Nj sua liviana appa-
leieo hum novo FYanklin. ... Oxa' o puhcista.
nao ceda o passq ao jornalisla, e o pu> o ambc da Pa-
tiia nao seja uonca nid,i fraco, do que a sed^de huma
fugitir.^pdpul.iridade!
Manoei de Carvalho he honiem de ir, ', p, na
e>phia -ici u.-Ja. a ein ijue Lni govemjd'j, frxoU so-
hre a aitcm;5> dij B:ail pela aua vigoro.i allitude
n,a.turada ilejiloi.wel guerra uil de Panfilas. As
leinhi ancas da Repblica do EquaJor aun* odesaho-
i>oj por4-aidade, a reflexao, asi.ig-ns, eap-o-
pvia XP' riencia dos principios da Democracia, tero
Uecerto dado sua caneca aque'le gio de madurez,
1 equiiiado nws Tardes clMtnados auger os'destinos
dos seus concidados.
fasconceliots, farn so Clufe de opposico, i|) io
de recursos e armauhs para desmoronar, grande ar-
ratelo de rtiina'f, flagello dos Ministerio*, p.irce-
me impoleftte para edificar e conse var. Esta vocacio
sublime exige gejii e- moral-'dade. Como homem de
Estado e mernbro kadminisrraQio, Vascou. ellos em
liada ie distingui, e como Ministro djs.' inmeas cu-
nhou cobre cottio os seus antecessoves, pedio erapres-
limos como os seus snecessores, e rotou pelaalteraco
do tvpa monetario, ou em <>utr<>s termos, a banca-
rot.
EiaBrasileiros ornen parecer, despido de odi ede
gffe'^ib, sohre os homens mais 'n;;!avc;s ?orucioj outtOs sein duv da influiri'i sebe a vo'ss
sortea.... mas alera de screm-menos'conspicuos, ja
nio me resta for^a para prosseguir..... Siuto-me des-
falecer; is dores ja acordad ; ja a ol.iridade da minlni
mente afrouxa..... tot'avia en tinlia aimlainuiro que;'
commcanorar.....ea queiia vos acon>-e!hdr hum.i
mnistia agora lio oppo tuna edecorosa.....eu que
na roa recmmendar o> amigos ijtie me nao abando-
nara no infortunio, a.-sim como a sorte da ininba
njonvparavel espusa..... ma b* melhor -entregar .
istoi vossa gererosidade, inexhaoiivcl thesonto qie
ja se diflundio obre a minlia Lmiia orphia, que < u
nio duvidei confiar de t?.....Braileiros P.u dei-
xo meq rcracio heroica Cidade do Porto, Ihealro
da ninlia veiddeira gloria, co resto do meu despojo
roorl Cidade de Mo, lugar da minha nsseenfa ;
porem >6s p ^io virente do meu ser, mcu filbo n*u fillto ni-
co I..... Brasihiros, nio podei- e.-linar f m demasa
e.^te caro penhur, porque elle e sua projr nie tri io
s mprc o i. da \ossa Naci grande,
o 1'al'adHiin da tossa Cousiituicio e da vos*a Liber-
dade. Com e.-ta dadiva eu icsgalci ludo quolO dei-
>eide cumplir com vosco do excelsod.ever, a que o
Ser Supremo me tinha chamado. Este pensi-mento
suaviza a mjuha agona : minha aluja o depostala
parame o Solio da Omnisciencia oda Ornnibondade. .
;.. Meu D. os! a ta hercio permauc$a elernamen-
te,sol're os Brasileros e meu Filho! .
TEDRO.
Paro de Quelnz s 4 horas da madrugada de a3 de
Seplerobro de tSd/f-
CORRESPONDENCIA.
I9NR8. Pedactorks. Como oEs>r!ptor do Re-
publicano Federativo presume de nao aver quem Ihe
refnie suas doutrinas, (? na ve-dade j por q*ie oinda
nio se dignou fazer huma pequea exp)o.-io dos Seas
principios) Eu rogo a Vvms. de Ihe offerectrem da
prle do infrascripto, osiguinte Comniunicado para
que o Illustre Dr. o tome em concidi-racio, e h)* de
o meditar, and s de dar algum estoiro coa que assus-
te epiovoqne huma lara c'ontriditoria do
Eihna.
COMMUNICADO.
Endo c begado a nossos ouvidos que na Cmara e
lectiva appareccra urna hidicacio, para que se decre-
taste a abolico da Monarqua hereditaria no Brasil, fi -
canda o poder execuiivo confiado a um Presidente
biennal, anda que muito respt ilemos o saber e patri-
otismo do nobre Deputado que \enlilou este assump-
to, e que, cpmo elle, n3o desconhecamus o absurdo
e pe igo de he ranea no poder e vilalicidade nos em-
prgoa em systema liberal, e quautoi malea as coras
tin trazido bumanidade; orno estamos tambera
convencido de que os interesses dospovos io devem
si saciificados ao modo de pens-r particular, e que,
pelo contrario, no.-sas mus f.voritas opin.es se de-
vem curvar ante a fVlicidade geral,- e como igualmen-
te nos peiso&dimos que o ftiesmo illustre Deputado,
hero conhecido por sua probidad--, nio pode queier
ter a o pi azer de ouvir ressoar nos pontos do Brasil a
voz quelite lio grata, mas que est na convh ?ao de
que este poao trar os'bcn que fantasa, lomamos a
ousadia de lisrorrer pe'o va to e espinhoao campo da
poltica, guiado apenas pela bussula de urna razio fra-
c*, apoiada na obervacio da3 revolu^d'-s alhas, eem
-a'gwin f-ot-Jieeimeulo pratic dos hnmens na marcha
da nos&a, a vr 9 acharaos esta verdade. A medida
intempesjlivfl, e acarre!,1 riiu ao Brasil immensos
males. Raciocinemos.
Se em todas as emp as a occasiao, a pas-ageira
occasio, deve entrar tomo elemento no calculo de
buin resultado, ella dere" ser principalmente atlendida
u< Iratamento das graves enfermidades doscorpos de
todas asorden.. Bem'como no fysico, no corpo no-
lili' o, um remedio, que em occasio opportuoa salva-
ri* o enfei m, -wpp'ieado emoulra, p le at accele-
rar o fim funesto a que o deve levar o de cuido ou o
lacieeinio do Medico.
A oc0asio de proclamar o y^tema, para o qual
o Brasil pareca tiro rata decidida prop n-o, appure-
co ero fin* de i8ai e principios de 18a : ella nio foi
iprowtada, peNten-se; o quera sabe quando reap-
parerer?! Vejamos seo podemos pro var.
Oqnefdeve^ posan ir indispensarelmente uro povo,
quesoh aro garito, que ntida a forma do Governo ea-
tal>elecida, quando se declara em rcbelio ? 1. u-
rfio nascidadeidniidade de interesses, e uniformi-
dddede mo lo de'pensar, para haver unidadede arda :
2. cotht.siaamo ciiad pela idea da grandeza d'la
nc?io, d tfiuarondnca feliz, honrosa cgloriosa, ga-
rador do esforc que hade superar as dif0culdades que
devem apparecer: 3. director de Ilimitada confi-
anca cora capacidade de bein dirigir aijutlle exalla-
mm>.
Quen'aquella poca ha va unio, que o partido di
maioria era s uro, todos Sdbem. Quebgvia en'hu-
siasmo pela independencia absoluta de tudo que fsie
do pasaado rgimen, ;e nma aversio ao propaladoautor
da'dtfna da praca dCdroinercio, estar na memoria
dorf" al Noremhro de 183i, eque talSo o que se passa-
va naa provincias. Que do* Rm-Uiiros, ura ao Ni r-
e, oulroao Sul, ambos gozando geral estima econfi-
anga nos a^us respectivos pontos, com grande inlqen-
t ia na mocidade, e um d'el'es c< m crdito de aebi de
a'ta ordrm e eonsideraco uitie os(Strange?ro5,^o
hrsssrrano mismo sentid--, plantario com suav^Ke
osyslcma democrtico, (empresa anda niaa facilita-
i!a pelo Deoelo d.sCitts poi tuguezas que iemovi<\
d'aijiu um ob tacnlo) laml>ro a lodos claro.
Estaieinos hojeem idinticasciicunstaciss? JUo.
Os Brasileros se acbio divididos em partido que tanto
se oderlo } que, por dtsejo indi>ci|!pavel de vingan-
ca, houve quem anhelasse, e at pu'gassc (ciclo-has,
posterrdadcPV rcslaurac;o de D. Pedro.
Quanto ao enlha i^s-no, pergeniaremos os po-
ro legidoadtmocratiramenle biil, rio tcndoaihado nV-te rgimen mr!horaoi(-nto
ao eu estado, antes lerdo chegado um gao indizi-
vel de desconten I a me ni o, ai tijbmudo elhs s^ua ma-
lea a um partido q"f trm dominado, e estando c rtos
de que o leme vira drnovo mios do me nio partido,
ou paasar a3,d> ** sulagonistas, que nao tero u.e-
Ihore vistas nem mais urtudes; capovej, dizemo,
encher-se-hio d'aquelle enlhu;asmo par fazer a ura-
danca, nada esperando ganfcar, espuder? Nao
certaraenle.* Tratemos do rhefe. Onde -e achara Iwje
um Brasil iro a quem rom cordial confianca igio,
nio digo a maioi %>t mas duienlos hom^ns ? Nio sa-
bemos.
Passeraos a outras considera.6rs. Nao est conso-
lidado oro systema de Governo s com a proclamacio
d'elle : nio et Indo feito ; o coropletamento da 0-
bra depende da direccio que fazem tomar revoluco
o* qoe ficio dii igjndo a sua marcha. Se e. le t^o pa-
triotismo, actividade esabtr para bem1 regu'ar o. anda -
ment, entorta, virlude para moralisarem a J^airf
sendo eu espelho, condigio fm a qual nada aeeon-
clue, apparecei um novo heioico, a obra teta con-
summada : e por^m dominar o egosmo, a ambicio
de mando, o espirito de partido, vr-se-ba um^fcea-
tro de desgracas, e brevemente aqiuHa Naca entre?
gara os pulsos a urii despota. Sim : quando um pero
Faz orna revolucio poltica, ofre urna morl que o poe
em um nimia >useepiibilidaV. .NVate estado elle re-
cebe, como a cera, a fi roa que l|ie imprime O caracr
ter de eus directores. Se Bruto nio prisenlas* uro
virlude quasi sobrenaloral, sc.com a muda eloquen-
cia, porm a ma'u expressiva do sacrificio. de eu
propro filaos, nio persuadissa aos Romano do valor
da liberdade, sargiriio de urna mnTtldo caer visada, a
quem o tyraimo trabalbava por arrancar un resto do
bro nacional, oa Cocise qsScevolas, q>e obrigassem
com a sua coragem o Re do&Etruscos a abandonar
causa do despotismo espantado .4? tanto herosmo?
Es-es Americanos, que lano insejame?, eonlaroqia
si iu lustros de orna .independencia' livre e firlit, se-
ho'mens superiores bumanidade nao alimilasem era
un e Uifundissem era o'ro$ a* virtudecwic?
A1 Franca, Ilimitada, franca, gne de melhor
sorle, de quanto* horro es nao foi lhealio,por li pof
directores de ua revpucio ambiciosos acebertados
rom as falsas restes do patriotismo, tigre que dispu-
ta vio a pisa da Patita, e n'esta luta.a despedace vio?
Pensa o iliustre Diputado que, proclauwda agora a
democracia, hvar-no lija sorte dos-Estados Unidos,
ou de loma na sua primavera? 'feriamos muito ma-
les da Franca, sem podermos tr nem mesm a tiiste
coi.solacio de reimos admirar a nossa grandeza em
. nossos desvarios. Espora achr mu homem ma-
ravlhoso, que, como por encantamento, transime
esta marchi natural e invarjarel daaco'sa? eque
neolraee logo os parlidol, que contenha nos justo* e
prudentes limites alguma provincia fascinada* por
deas pouco so'idas emitidas por especuladores poli-
cos? com repeito e endito para convidar os eairaji-
geiroa ao ieconhecimenlo danovaorde.m da coieMj' O
para mod" raf-os' o contl-os em suas infalliveis exi-
gencias e vi tas abusivas do estado da mesraast coieae?
Quanta outras considercoes nao teriamo afae-,..,
|,oim paramos aqui re'pelindo a medida, interne*
p sliv, e acarretaiia ao Brasil immenso male.
(Do Conciliador N. 82.)
ANNNCIOt
kJAhio luzN.*80d Ai iarco cotendo um a'r-
tiflo aobio e eiwpt^eio de 'garantas o Pai ob'erva-
i5es u Goarda A vaneada d Norte, c outros objecloe
de intres-e. Vende se hotugares do costme.
I v^ Terca frira 5 de Agosto;' sro o 4.' N> d;\
riunfo da verdade, azen'do,
lo, de que tile
respeito de tuda
lie tract, triunfararerdde, especuluSn-
|e, cerca do ceHbafo-, e os impaccaei, nio d'm
espirito contraditorio relo seassim he, ou nao.
<"i>"'



cisio de FreilasTjamhoj para regn'arem un Ext>|vB-
lido upe-laco'o |-aia fxlij 6 il> Setiinbioo quUrr
gruli- pivn >piinripes persom-gen* amttttl'eB'; e |rro-
t- el i ras do Thi'itti <> b~i>t fiiali :'lc dos CoTpos de
i.* Liona, Guardas N*cionaes, e Em pregados TtiMi-
co> das dilferentes estac*, d t-l.i Cidade : um Elogio
Analoijo Independ-nria do Br.17.il Especiar ul ; on a novia peca rhrgula de Li b-a p Marsnbo 110 Hi le Ninfo, be a sroiid 1 para ele
Oa, rujo Ti!ulo heO Direilo d-s Reales "00 b I '<>-
putismol'rina a rcvnloro to* r ivos-a 3 pule d<> es-
pectculo >ei" Com posta de danca* ejecutadas p*OV Jo-
vcnstira-tik-iros de aml os es sexos que voloniaria-
etoml. A roiffanHJi espera que sea <>nei-'<-i.-trlt
H'j aceito p-do.s seus convidados romo nm tfSlemmrlM
ira anrizck.' fc .b'tTo antojas ioiti.uics Ire:
I'hi-mr.ro le Pai.la 15 sndSo.
%-^" Quem an*ir.fio(j qn.'Yer 0*00$ eis ein sedu-
ksa iur-. dirj ye a l*) r!e cera d.. ra do r,.l>uga.
*jr> Q'i'm ver eqo*7er a*bgai ma ia/fl i.^i-f,
1 s br.wl.ypie nof \vda 1 o tft mil ie'-, sendo no
irr > d> S.1M0 Aninni". oii Rf"ire. di ija-se a- Fur-
f* fallar cbm Main e da florera Luna.
Ol
B
rho
a
**>
l
de-pu
que nos rrg-nj
N. B. Este cxpeclai nl. he absolutamente mle-
priidente do destinado parado di 7 e 8 qute seio di-
ier Aninnio'l.opi's'Ri'beivo.
'I'liedro de Almeida Cosa.
Franc isi o de l'reilas Gamlioa.
WJF* Pergunta-se ao Fxm. Sur. ('omm-ndane das
Armarse oCommsndaiite da Foitaleta do Buraco es-
a aufhorisfdo para tomar a fuica o que dos Nego-
ciaste*.
%3f* Pre< iza-se de um humem que saiba erfxerlar
lanligeifas : quem souber dii ija-se a malVoVo D. 5
d< fronte do caldeireiro.
V&* Precisa se de HU h nnem casad) para botar
sentido a um lio perto da praca; quem pe tender d?-
1 ija-se a' niesma casa cima.
/y Rrllacodas pesoas q-ie t.m ido multadas
pelo senhor Jiz de p.zfiodolib JuSo Barata d'Alnv i-
da no presenteannoa' a data desta por Infracta o d.is
Posturas da Cmara Municrj).!Joj.e de lmeid Li-
ma pe* coiftervar porco> na ra i5$, o nn-amo por
tarar arewda praia 4$, Norberta Frat'ci.fa de Brr-
rm por o smu 4$, Izabel-Caetana dem 4JJ, An-
uih da Trbdade ideaa 4ft, Anturrio Jote de. Maga-
lctit B>tosi"drm4^), Fmiuiseo da Cost dem 4$,
Jo*e Antonio Oroeiro dem 45, Primo de tal idetn
401, redro da Rocha dem i^>, Agostinbo da S Iva
Guimares ioVttl 4&, Francisco de As.z di O'Sla
Moteiro dem 4^, Antonio Joze de Souza Tcx.ira
por tirar areia na jinii do Forle 4fa Pedro J.zede
Lira por conservar salgjdciras ne coritime >em licen-
;a da Cam.ra O^J, a Viuva de Marcelino Antonio i -
deui 10^, Francisco Xavier da Foncoca Cout'hho i-
dem lvj, Iiinocencio Guies pinto idem 10JJ, J.^ze
Germano*o de Carv-!ho por t-r b.'aupas fi'cis n
aasougue N -conal 12^, AnJ. de Soun pir medida*
(alcas 6$, JoZe Ap dinaiio por conservar ein sna por-
ta b.iTicas vazias 2^, Alexandre Jz'e idem.2^ Ja-
te Inglet dem 2^, Jaciritlio d'Olivei,, Roxa.'idem
2^, Lui Gomes inWerio por-conservar h venda a-
Iwrta dVp% das oit horas 2#, Maihias Munz Vv4.
leapordeitar logo buscap A$ mp(,rlou ,u,j0 on|
,35000. Quinto Ucstrclo das 5 P Ihode i835.
O $.-crvao doluiz'.
. Manoel Lucas de Sanios &. Olivdra.
ya^ l>-se um como dereis a joros em moedas de
6^5400, dando puihoies ou firmas que agrade: na
loj- da eaquina que vira para a cadeia vindo do arco
de Santo Antonio que l te dir quem faz es*te uego-
ero.
jr^ Tendo feilo pdboo pelo Diario de Pecuam-
buo de 16 de Fevereiro desle anuo N. i2 que nin-
^oeoicontractassecom ranha mulhef BUria Rila da
Silva sobre os bens do nessocnzal, pois n'So don neni
poasodaromo consen ti ment pela sem razio com
que dili minha mulher se considera livre do vinculo
juenos une, leudo agora noticias que alienara um es-
rravo do nosso cazal, que esla contrahindo divdase
que perlende rreMdar a serrara que pos>uimos no
rogar da ra da rraia ; todos taffj e outroj quaesqu r
coutr.iclos que fier si0 millos e com a decizo di
cauta da inventada uulidade e matnm.nio passarei a
anullaloaaem que saptifaca coui4 alguma aus *ve-
tufVu-os que se dispoem a tonlraclar com urna mulher
tfuc sabem que cazada.
Felis AViiMu Falca
O
NAVIOS \ CAKGA.
Para -M< nl-i \ ideo.
Briue Sardo. l)>lo. Capi4q firtoiu Mldi^lin,
pretende segu, vi.-igem at p^jj.m do corre.11> m- 7. do
Aiioslo : qufm nc II. -quzc-r c.'niegar, ou ir de p.ssa-
gem, paraoqiM olerece exilenles comodo, dija-
se ao Consignatario I A. Dulxinrq.
U\Ia.'po
OOWIMAS.
orcode \iirho de oajYi : quem o ti ver (lir
ja -sea'I'pqiiraga derfe Diado para ser procurado.
* M;drqu<> ile 12 a 16 amiosde idade, s.'m v-
cos^nen aclia(|ues: na ra da radeia velln n. 19
tW Moe.da de ptota noesedu as a razio do 1400
o pa^in : no nixu do N-ia D. 25.
\.v ,,..

*V Oabaixu assignado propn, Ur4o du Botequim
la ra d Rozario D. 6 la/, pnr este 1
r
m:nus'.
tjMa escrava de Angola de 20 a 24 anuos de b nila
liitira, sem vi. 10, e ne. aidia^ue, abe roaiiihnr o di*-
1:0 de una casa. e,)gim |,0, enb >*, ptima para
torto o niaissenico : no atierro da Boa-vsla D. a9.
X9- 4e.s.ravos dois Ra. hiis, e duaa femeas, sen-
do os machos um de iclade de .? ano. e o Outro de
seis amos ; e aa fm qnal coze, (figim, e fa/. redas, e cosnha ludo
sofnvemente, e a pntra com algum principio, de eos-
l-.ra P eosinnaj ... rna j Fagundes obrtdo de um
SO andar lado direito D. 7.
^" Um prclaciiola que cose xo faZ renda, co
nnlMod.ar.odeuraacasa, lava de varralla, e eosa-
boa e mutto boa v,-dedeira de rna, sem vci : na
, T PereIr' d* S,'Veira' ,ua d R*ro
e>tieita D. 1 2.
Urna negn de naca'o de i5 annoa, com prin-
cipo decosilia,^. doservico ordoaio de urna casa
umtrauselm, com rejego de caixa deonro, un J
de esporas moderna, de l-oa p.ala, e mas nutra, obras
deouro.e p.ata.someilo: no nxodo Noia i) 25
W* mnegLodacalamoMP, sem *chaquM e de
born:, fig.ra, com a con d cao de ser para fura da Pro-
vinca, ou pata Engenlio : no atierro da Boa-viata D.
r^ Urna cama grande por prec con-molo : na
mesma ca-aa.nua.
*f P^olds da l.mVilia nllnuamenle ehega.bs do
Pono cm frascos de 100 co, o,c,> compete loh-
oemesmopo, miudo: assm como l.ixas de boa ,,,.
com' i' e!" ^"'r C0'"0 P"r "**h ludo peco
l-P/o legal emboraseja 0.1 noa.narella : u. praca da
Iadependenc.. loa n. 20. l ^
cT "r,m ^ f",T"fie"S- B |0UCO S0"!-
uatnio, ticlo embom uzo, enle nao txcede a innYs
res^mfora de p(,rl3s l(( vetlda ^ J W
Um cofre de n.adcira chamado de ferro or
pre^ommodo: ra da cadei^arm-zem "o^
*T Uma agulha de manar, umaeslan'e um ara.
omc.ro cademaesde 3 g:mos, ditos de J '2 *
'-rfiu, aancora.de ferro, una peq.eua lallande
Ihe urna un ia, 0lltl;i grande ^J^l
radecarregar ecarregar embarcares, u.na espin-
garda de espoleta mui.obaa, ,uJ ^ "~ ^ j
commodo ; em *r. de Por.,s casa terreadue fie" d!
I ron leda casa que tero o nxo. '
n !T/rdfrnhr,-,le '""" de l,om gosto,e um.
^mmod!; n',CS,fe,U7-0 '{0 ^^nrZ^l pr,c>
Z Folie' ,,rUidlC-dl- ^n,fadeJ.ZetonU
. *^r> Rap Prinrczj da B 11
L.boa as libras eotava,: lw P.^,* ''**!*. do
lo, I, j. I). 20. UM do L.iv.aflen-
i'FRDy?.
I- Fr,o-8eumooidod.-ou.orrn1-f,
ra ecom unv. ima^m di (',' B- .m m*"n va"
.omesuiorordi-AaTiid dA ^ ,,m)''m P**
.-.l.evio,adae;c0;ia,^rir^rro-m-
pomas: quem n achm, x,0,,,,s ale as tinco
- 5qPon".D;; ; ;;.rr"hiir -hj
fuado. 1'K!,e,a6,'^^.me,ik-grati.
equiZerrnegard,ria:,ea mesm '"'^ ar,,OU
mo, que,,A m r^,^*1"' -"^ "
ESCIIAVOSFUGIDOH.
/Jf
'tPOaquim, naci anela kaiVr. ,'.
'repoda lSSZ< KS'^8 ''"e
m^alomboslevanladus pelas ce1 ,1 S?^ '"'"
, pu,i-e ser enfei.es da .,Ua ESl e te^} ^37 T
<; : j e'"m principio do ni.
Wn^^L'J''^ n "- *l--
, tone me anuo. Joao, nato conp ilo.fi.
e:rdTsce,,oqne,cm/Lat;v!af;:K
t eT,.faUA gT C'ren,,!: :--dedor.S
da cTu" n%V nm DOr"^ Pl", *rt^ rii
do ,mn',,,d;^,,,u's"-'><'oo,po, cabello acabocla.
do com 5 palmos de altura poUco mas ou menos : r-
Vdonodia 3 do correte, eom calca c carnea bemsu-
- : osapreliendedoreslevem.oa ra da eadea ve.lu
oj^de chapes 45, que ieceber.5 5o^ Je g(.atfi_
Cnn^hJ'*drAne:,,a' r*rf*tt* '#'* idade 25
'snnos,ba,xo,cbe.o,docorpo, rosto amarellu, levm,
camisa com a.ento hr.nco e l, mesmoassentobrancoe lista, encaradas, clnpeo de
p.lln, pintado de tmta aznj, ecom fija meta la.ga : o
n.esmoe canoero, e fugio no d,a i^PcoWe *i o
preheudedoreb le^em-n a ru de S. Gonc.do n. 10,
'j ".-*--* b"m -<^0"'PeHc;|toS-
NOTICIAS MARTIMAS------rr-ss^9
Taboas das mares clicias no Porto de Pe,nambiro
17Segunda 6 h. 3
,8-I:' 1 .-7.111
5
Q
B
5o m.
r- 18
fc 8 6
- 8-54 ) Tarde.
^ 9-42
210 30
-' -11..18.
ffavio entrado no dia i O.

por todiiaspessoas do sen coiiliccinxiito, e que llie.fazem
^ honra de Ihe prestaren! sob sua firma, que iicnhusf
>jm.iis cousa alguma i Lui Jcrouiuo dos Stsjtofl
Por tcs.a liza urna mola.nfaa moca, bonita
v

OSTON; 5dias.i B. Amr. Quine, Cap. Char-
les Janes : bacalhu : L. G. Fe 1 reir'
TERRA NOVA; 42 dias; B. Ing Ma.i : fa-
nnha de trigo, echa : Hr.ywurlhe Crabtree &C.
NEVV-YORCKi 42 di.,; B. Ing. Suza, Cap.
( orplacid : f.-rinha de trigo, e cha. Pa-. a faroi a do
Cnsul loglez.
Sahiac-s no mesmo dia.
Sebattiao, i urna hora ,1a lardate 4, ti, uU auuSge
quem quurr para ser procurado S li^m se S 1
DAHIA; Esc. Dinaarq. Concordia., M.B.otk"; lo>
>Mi Mate Conceico da Pra.'a, M. Francisca
tro.
Palea
dille ent.-s goneros.
m
Pas. 20.
Fer. na Typ. do Diario S35
-J
II
1


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