Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02929


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Full Text
--
* "

RF
ANNO DE 1835. SABBAO
(
8 DE AGOSTO. N. Uo..
m
DIARIO .DE PERNAMBUCO.
Prnambuco, na Tvp. de Piniikiro Fadia. 1835.
DAS DA SEMANA-
5 Secunda S. F.oteva P. M. Aud. dos J*. do C. de m. e de t. e.
4 Terca S- Domingo de Gudn. Re. de m: aud do J. de de t.
> Quarta N. S. das Nev, sessilo da T. Pub.
6 Quinto Tranfipiracao de Cr. Re de m., aud. do Juiz do C. de
ib. e de t. na Frcguezia da S.. V
7 Sexto S- Caetano se3o da T. P. de m. eaud. do J. de O.
H Satinado. Jejum & Ciraco. Relacao de m. e rud. do V. G.
de t. em Olinda. Lwa ch. a 1 h. e 19 m. da t
9 Domingo S. Romao
Tudo agora depende de nsmesmi, da nossa prudencia, mode
ragao, e energa: continuemos comn principiadnos, e seremos a-
pontadoscom admiraqao entre as Naijoes mais cultas.
Proclamtfo da Atttrubltm Oeral do Bratil.
Saliscrcve-se a 1000 rs. mensaes pagos adiantados nesta Typogra-
fii, e na Praca da Independencia- N. 37 eS8 : onde se receben)
correspondencias le^alisadas, eannuncios; nserindo-se estes gra-
tis sendo dos propriosassignantes, e vindo asignados.
*ARITAS DOS CORREIOS.
Olinda _Todos os das ao meio di a.
Goiana, Alhandra,l'arail).i, Villa .do Conde. Mimanguape, Pl-
lar, Real de S. Joao, Brejo d'Areia, Rainha, Pombal, Nov ,4*
Suza, Cidade do Natal, Vi Mas de Goianninha, e Nova da Prinee
za: Cidade da Fortaleza, Villas do Anuirs, Monte mor oro-
Aracaty Cascavet, Canind, Granja, Imperatriz, S. Bernardo,
S. Joao do Principe, Sobrar, Novad'EIRey, Ico, S. M-atheus, i-
acho-do sangue, Santo Antonio do Jardim. Qnexeramobim, e Pa/
naiba Segundas e Sextas feiras ao meio dia.
Santo Antao Todas as quartas fe i ras ao meio dia.
GaranhOns, e Bonito nos dias 9 e 23 do mez ao meio dia.
Flores no dia 13 de cada mez ao meio dia.
Serinhaem, Rio Formozo, e Limeiras Segundas, Qaartit, e
extos feiras ao meio dia. ^^^ v ,
GOVERNO da PROVINCIA.
Contmacao do Expedient do dia 4-
Of6 ioAoTenente Coronel Joie Joaquina Cuelho
cnviand*-lbe a copia do segunie Avizo.
CopiaIlltn. e Exm. Snr.Sciente a Regencia em
Nome do Imperador, pelo oficio n. 2a dessa Presi-
dencia, do off. rerimento que fez o Tenenle Coronel
JozeJoaquimCoeUio, para ir *lefta de huma Expe-
diea pacificara Provincia dora.a: IVfanda respon-
der a V. Eic pora qtieo faca constar quelle Official,
que Icndo ja tomado as medidas, e dado as providen-
cias que prudentemente ju'gou ; acertadas par
deancar lio desejado fim, s Ihe resta louvar a honra
e interease deste Official, pela observancia da Lei e
>rdem entre os seus Concid<>s, elogiar seus iio-
bres sen timen los Militares, signifcando-lhe a conside-
raos em que loma taesqualidades.
Dos Guarde a V. Exc. Palacio do Rio de Janeiro
n4deJulho de 1835. Bara6 de Itapcm-Mi-
rim.Senhor Presidente da Provincia de Pernam-
huco.
__Offi oAo Commandanle' das Armas, remet-
'endo-lheos Processos pertencenles a Pi dro J>ze d"
S. Anna, Joao Joze de Souza, e Francisco Joze dos
iant s Soldados de i* Linha do Gorpo de Fernando,
p a Manoel Gomes e Joa6 de Barros do BataialhaS *l a
Jim dse cumprirem as sentencas proferidas nos raes-
mos Piocessos pela Junta de Juslica.
Ao Inspector da Alfandea, direndo-lile, qtie
t.'iido ceswdo o motivo porque ora'vedado o despa-
cho de Armas, muutffte, salitre, euxofr'e,*chumbo
em lencoes e barra, e aWm do cobre, despache os
mencionados arligos iudependente de despacho do
Goveruo.
Dia 5.
Illm. e Exm. Snr. Constando-roe, que reside
nes-a Provincia O. Gerlrndes Magna d' Ovira, v-
tiva do Cap to Joao de Mello no na, rogo a V. Exc,
queira fazer-lhe constar o Aviso da copia inclusa, pe-
lo quol aR'-geucia em Nome lo Impardor Hnuve
p<>r bein a reqnerimenlo da inesma viuva, ordenar
que ella fosse p3ga dos toldos que se ficar<6 devendo
n seu marido, na furnia da infoi maca do Comman-
danle das Armas desta Provincia que tambem por
copia Tai inclusa.
Dos Guarde a V. Ex, Palacio do Governo d Per-
nmhuco 5 e Agosto de 1835 Llm. e Exm. Snr.
Pie i-leuieda Prtui-icia da B-hiaFranci-co de Pau-
la Cavrthtanli de lbnijuerqu*.
Llm. e Exm. Snr.Com o 'ffiio incluso do
In.spector da Tliir-ouiaria desta Pro\ncia respondo
ao que tive a honra de receber de V. Exi-. com dala
detJO do prximo passado Julho ; e do mesmo conlie-
cer V. Exr. nad b-aver neres-nia le de frelar-se o Pa
laxo que a V. Exc. i ff receo hum Negociante dissa.
Villa.
Palacio do Governo de Pi rnambuco 5 de Agosto
de 1.835Illm. e Exm. Sur. Antonio Joaquim de
Moura, J?reidente da Provincia das Alagoas Fran-
cisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque.
Exijo o parecer de V. mc. na quaJiJade de Pro-
curador da Faz. nda e Soberana Nacional sobre
ajuera deve emboicar a FazenJa Publica da quanlia
por que oi comprada Gaera S-. Joa Bap^ista, si os
Vaiiiedores ou se o compra Jo--, que tal compra fez
incompetentemente, e sem para isfo estar authonsa-
do, pr q'ieeu possa darcumprimento ao o,ue foi
resol vido pela Assemht a Legislativa Provincial e cons-
ta do Padecer incluso por copia, ao qual acompanha
o parecer do Procurador Fiscal queja fo ouvido so-
bre o objeclo era questa.
Dos Guarde a Vm. Palacio do Governo de Per-
nambuco 5 de Agosto de 1835. Francisco de Pau-
la Cavalcanti d'lbuquerque. Sr. Procurador da
Coroa, Faxenda, e S.iberania Nacional.
Foi prezente esta Presidencia o "eu officio de
29 do passado Julho reprezentando os inconvenien-
tes, e obstculos que tem encontrado em adminis-
trar Juslica e faZer a Polica da Cummarca de sua ju-
lisdigao, e pedindo providencias, que apona, ao
que compre rwponnVr-lhe que notas, e mu termi-
nantes oidens .-ao agora expedidas ao Coinmndanfe
do BatalhaS de G. N. d'eas Vila para por a despo-
sica de Vm. os doxe Soldados, como o meo Ante-
cessor assim havia ordenado,' e islo somenteem qiin-
to a Forca Policial nao he ellevada ao seu estado com-
pleto, e possa tornecer hum Destacamento para essa
Villa. Bpara se isto conseguir com brevidade far
Vm. ahi publicar o Edital incluso con vJando os Ci-
dados, que quiserem e esliveivm em estado de se en-
gajarem no Corpo de Polica ; e quando, findo d
prazo, marcado, n?o comprecam, os far recru'ar
na conformidade das Ins'riKcoptis respectivas, e ie-
mettel os para e^taPi ac. Feito slo poder o Desta-
camento dessa Villa ser compos'o de individuos que
pertencerem a essa mesma Comarca. Pode Vm.*
mandar huma cavalgadura para conduzr 9 corren-
tes e manilbas que requezila. Recomendo-lhe prom-
ptid .5 no Recrutamento para a prirneira Linha.
Deos^uarde a Vm. Palacio do Governo de Per-r
namliuco 5 de Agosto de i835. Francisco de Pau-
la Cavalcanti d'lbuquerque. Sr. Juiz de Direi-
lo da Commai ca de Nizaretb.
Para conhecimerito desta Prezidenca, e para
ministrar ella esclarecimenlos a Assembla L"gislativa
Provincial precizo se f-z hum Mappa dos Alumnos
que nessa Commarca frequenta as Aulas de Ensino
Publico, e'oulro dos que frequenta as Aulas de Vi es-
tres particulares cop deelatacu da idade, sexo, e
cr dos Alumno. Vm. pois para salisfazer a esta
exigencia oidenaraos respectivos Juizes de Paz, e
Cmaras Municipaes que lhe preslem as necessarias
informacoens, asqnaasVm.. ajuntar sua sobre a
rapacidade, aptid>.6, e frequencia dos Piofessores,
uue sa5 pagos pela FazenJa Publica.
'Deo Guarde a Vm. Palacio do Governo de Per-
nanibuco5 de Agosto de i333. Francisco de Pau-
la Cav*lcan- de Albiiqiierque.--- Sr. Juiz deDirei-
lo da Commarca do Rec-ife.
__ Officios do theor do precedente se enviaram a
lodos os Juizes de Direilo das Commrcas da Provin-
cia.
Cntimiar-se a.
dal de iO de Junho desle anno, de mandar proceder
ao trabalho dos reparos, e drecc>>ens das actuaes es-
tradas, e abertura de novas, e sendo necessario fazer
os precizos exames, e reconhecimentos afim dse
formarem os planos, perlis, e orcamentos das Obras
necessarias, assim as mesmas estradas como as ^pon-
tes, que fiir misler construir, ou reparar; e nao ha-
vendo Ofiicies Fngenheiros n'csla Provincia que bds-
tem para serem encarregados desta Commissad: con<
vdo ;i quaes quer pessoas Naciooaes, ou Estrangeiraj,
que lenha a preciza idoneiJade, para pue compare-,
cao em o Palacio desle Governo, afim de se encarre-
garem dos mencionados trabalhos, pelos quaes lera/5
o vencimento marcado no artigo 6. da mencionadla
Ley.
Palacio dojGovern de Pernambuco 6 de Agosto
de i835. ,
Francisco d Paula Cavalcanti d'lbuquerque:
DlVRCS REPARTigOENSi
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N.* 144.

EDlTAL.
Francisco de Paula Cavalcanti dAlbuqueique,
Fidalgo Cavalleiro da Imperial Ordem do Cru-
zeiro, Coronel de %? Linha, e Presidente da
Provincia de Pernambuco poi a fegencia em
Nome do mpeador, Que Dos Guarde #.
Endo em virtud* do artigo 5. s ds l>y Provri-
CORRESPONDENCIAS.
Snrs. Redactores:
W Enho salisfaser o Snr. A. H. F. M., responden-
do sua carta inserta no D. N. i3a.
Anda estou persuadido de que, a Assemblea Pro-
vincial foi mesquinha. decretando somenle 4^8 Pra-
cas para a Forga policial, e vou provar tto Srr. A.
que, o argumento que produzio para acobeilar este
defifeto da Lei na6 he de tanto pezo como spoz, po-
is que o 2.e doarl. 11 da Lei de i2 de Agosto qtii-
do dizque, as A. P. compete Fixar sobre informa-
coes do P. da P. a F. policial respectiva nao dex
entender de tal frase, que as A. P. subscrevad asin-
formaco'es dos Piesidentes, por tanto podem as As-
scmbleas alterar o numero de Pracas quando ju|g.-
rem conven'ene, e tendo a nossa Assemblea este d-
reito, eallerando o numero designado pelo Exm. Pre-
sidente para mais 48 omente, foi mesquiulm porgue,
os membros da A. P. tem lana, quanta lera os Pre-
sidenles, obrigicao de conhecer as necessidades da su-
as Provincias : e assim como ea_simp.les< e mui sim-
ples Cid'ac'o estou a alcance de conhecer, e demons-
trar como demonstrei em minha primara carta que
a forca decretada he diminuta, (o que n.5. quiz
o Sur. A. exlrainar, como parece lhecumpia)assiin
deviaS estar os nosw dignos Representantes pofjwiue,
pira remediar nossas necessidades he que foraa tlle-
va,dos a to. honrosos ca gos.Eu ua5 culpei em mi-
nha p'rmera caria a A. P., ncm desculpei o Exm.
P. ; dsse que, a forca era pouca denvmslrei-o : e
disse que a Lei l;nha deffeitos; apntei-os. Mas da-
se acao que esses deff-ilos era lillios de m fe, nica
hipollu-se em que elles lomario o carcter de culpa ?
Nao. L'g", a illa<;*5 tirada pelo Snr. A., foi gralu
la, e da moda que he, lancar o odioso contra qum
nao subscreve nossas opinos. Maldita intolerancia*
Foi parcial, im putei a culpa a quem a nao tem pata
absolver seu aulhor, ouf..i iiupaicial, elevei so eui
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DIARIO DE fLRNAMBUCO.
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vistas demons'rar que ora insufficccntc a for$n decre-
tada, e que este de floito da Le era devido a. Asscmb'cn,
visjo que podi.t, a despeito da infornieca do Bxni.
F., dt ociar oiijoi-fgtca ? He \\v imputar culpa a
alguem, ou demonstrar d< ffeitos e en os? E s e,
comfheltom enos, s se laz'm c> mas dcffctu"sas
rom dolida Uncao ? N5 : iras era pnciso liir rom
n moda mormente po- qe pouro, ou nada, hacia
que oppor aos argumentos o Justiceiro quo l u.*$dia de ii(>tar defl'eiaos om huma Lei da A. P. ; e
para que outrn (arclio nao u?h romo elle du garanta
oulorgada p- los 3 c 4. art 9.* i!o C. C. tta-se
a este huma ruina aa boca. Que bella mxima !. .
Continuemos.' Insidio ainda, que n5 fui injusto a-
'hallando o< 3.* daLei, pois s agua fo que chegon
a niiuhs noticia (pordzel.o, e di so citar exemplos o
Snr. A. a cuja ja f, mais g repollo) que, leui h.iulo Crpos de Cata Marta rom
hornen* oc sobiecellente: pmqpi ain por que, talvez diversas circunstancias*n ilil ssrm. na
organisaca desses Cor pos, d< Coropanhia do Corpo policial., para a qual a Le" nad
dcsiguou homens desmontados, cpor trillo devcni $er
todos considerados ca vallo ; nas dando a L i para
50 houuns 46caval!os ven a faltar 4, e por con>e-
quencia ba de faci 4 homens a j. mas de direilo
nao se sabe quaes elles devem ser porque a Le na5 o
designa : d'aqu resulta que os 46 cavados seraS mon-
tados indisliiularacnle pelas 50 pracas, sem que se
posaa designara cada huma o sen, o que traz o nsjB
pequeo inconveniente de seivm maltratados, pois
'qu Soldado algntn se dar com afinco ao trac tan cu-
to de luim cavallo que elle salte n;.o ser su a praea.
Ainda mais : na5 descobreoSnr. A. incoherencia en-
tre o 3. do art. i. coro o art. 3.! Aqne'.le marco os
49 cavarlos para as 50 pmc.s, e este diz cquparo.
sustentars, e pensaro os seus cavalos por con la
das fbrragens marradas as Tabellas dosarligos &r.
Ques sd5 os seas cavalos ? Todos ? Nenhum P E n*5
he ialo deffeilo em huma Lei ? Aa de rorlugal, IngU-
-terra, Franca, e Wuttcmboig, apoiitadas pelo Snr.
A., couterotiobm estas laeunas, e posicao a advi-
nhar seos ejecutores? Talvz m.5.
Conven] >o que o meu amigo fo se mono eiacto rm
i informacaS relativa as lases que expendio oll-
lie Retador, e quero mesmo conceder que, anda
ras militas, e Mu valiosas produzisse este Snr.,
ua
lut
uai
rom queni ncuhuma ogerisa lenho, e aoconlra-io
iinpaliso e re-petV,) prguntarei com trido aoSor. A.:
as rases allegadas as discussoes* tem forja de Le ?
Ocio que me responder negativamente ; e con vi i
que o resultado e.-ertpto he qne toma este carcter :
segua-scjmr lano que subsiste o di fl\lo da Le por
que, nao fer nem mensa dos argumentos aprevena-
dos pelo lllu-lre Relactor, i. p.t na5 di-se que, havi-
io 4 homens desmontados na tompanbia de Cvallara,
anda que dciasse t aibitrio do Commandantt desig-
nal os.
raz-me ju-iic* o Snr. A. qnandosn|,oe qu o meu.
fim naSfoi injuriar nenhum dos mcipbios da noasa
A. P. A ex-pressafi ver se-hi Toreado a ceder do
capnxo Irc. foi him lap-ode penna, do qual como
sei manejar as armas do vophisn.a. p.co a devida, dis-
culpa ao Illustre RJIador a quem'n-6 perLndi,
nem pertendo rnjurftr. NeMa parte levou as lampas
o Snr. A., a quera vo'to.O Snr. A. buscando pro-
var que, .- desalti ndi j s duas qmlidades es>enciafs
de toda,* cansara, i b. imparcialidade e jusl'ca cah:o
nos enos que em remirado deseus r.dctrlos julgou a-
char em minha prumin carta, porque tenho de-
monstrado o contario. Quanto a u.iuha falta de ca-
bal conheennento da materia respondo ao Snr. A.
qe, se para fallar-se de huma materia fosse necessa
nc-i-caha eonhecimento della, andavamos todos
callados, poque iu>o ha canonoso Mundo quem te-
oha complecto, ou .erfeito conhecimeulo de alguma
cousa j alem de que, eu .sigo tons exemplos. F.u vi
come, les olhos, e onvi com estes ouvidos, hum nos-
orpotado na Avsemblea P. pedi a pdLvra, levan-
taa-ae, e principiar o discurso conTessando que ape-
rar de nao entender da materia em questao, todava
dira oque Ihedictavaa rasa Tbem creo, que
nao he ter cabal co.ihecmento da materia de que tra-
to, ter lido 1 exemplo^ que cita o Snr. A., porque a-
fii est o illustre R da Comms roais insti odos militares, que a ter n^ecia delle-, a-
oonlal-os hia para corroborar a doutrina do Projeclo,
quaino ibes observaras a diHerenca entre o numero
de homens, e de cavalos.
USr. A. para forrar-se responder, ou antespor
nao ter que responder a alguns pontos da minha pri-
lireira carta, ainda mesmo sophislicando como fez a
respeto dos que re.-pondeu, dizem tom de modestia
que m osen objeclo nao fo examinar todos os pontos
da Mlalise fei'a polo Justiceiro, o qua deixa pes-
oaa tnhif habis Pos anda mais halies que o Sr.
A., que tern b'do a Collccca d.is Leis inUi'.ucs o
jMrar d- 20 gesto de 171,6, o dito de 4 de Novemluo de 1815, e
o Journal das Sciences Militares desde o i. e ale"
ultimo ton. pg 30?
fiad-, aqu anda modcsinde mais! ("mili adiete
Sr. A. contradice, mvi encarecidanienie Iho pe-
co o nue eu disse relativo a niesqunbez da forca :
(oque nao foi sen proposito eAminar a e o que
paiece-me quedeva ser ) conlradete o que arrisque
s-.bre a miogoa dos sidos: rotttiadtote a anali.se ao
ail. 7 : coniradicteem fim o que xprnd contra
a njustica clamante do rnombm ullino do art.
i0: deixe-se de m>d$tias que e.^tou certo que lie
muilo cpai de por todo i.*so em palos limpos e
arromara horca do francilho d< Justiceiro. Sobre
ludo, como part ularismo favor a este si u vuei-aj^
dor, veja se arba no Journal de Scierces Militan s,
hum Ajudante com.d'uas forragens, e avze-n;e que
muito lhengradecerei.
Agora vou salisfazef os 4 queziios do Sr. A. Ao
I. respondo que, falle com quabjur Com mandan-
te de Corno, e (lie lhe dir ae contaou nao com V4 ^a
forca f.ra do estado d> fazer servcp ; e se eMeqnar-
tose eomj.oede doentes, preto^, e lieeneiados. Ao
2. = q:ie, eu na5 d5:e que hum Soldado do Exer-
cilo fax-a iO^OOO rs., porm desse crea u de
10JOOO : x crea he adv., iquivalle a, perto,
quazi, jnelo, prximo ( em numero ) e & Sea
por imparci.d e ju lo que o Sr. A. altera mi-
nhas expiesSes? Veja Sr. ., se hum So'dado do
Excrcito nao fazer coica de 10^000 r. mensaes
al^m dos soccorrosdo H"-pi rs. desold, i$500 de fardsmenle, e 3^4.'0 de e-
tape, e achara o resultado 7$950; aos quaes deve
juntar a quantia que lhe parecer mais rasavrl para
oequipiimento, e recouheccr que monta a eeica
de 1Q^000 rs. Ni le o Sr. que a elape est cal-
culada a 115 rs., e que esto pieco hade variar srm
prepara mos, nunca para rueo* em Pernambuco ;
e veja . de deapeza nunsal-hum Soldado do Ejercito. De-
pois disto calcule a despeza' da monta, e auslentaciio
de humilosp'tal ; calcule hum Soldado do Eercilo
atacado de huma gastrltes aguda, precisando le-
var h' mai*40 bxas &., finalmento diga com lisu-
ra e franqnez qual fez mais despeza se o Soldado de
Polica, se o de prm ira Linha ; qual tem mais van-
tangens, se este, seaque'le? Qiantoao 3. respon-
do que, a lierinoueoliea do Sr. A. he nimiamente
ligoroza, pois que tomn ao p da letra a nterpetra-
caS da palavra 9iddado, figurando ignorar que este
nomc se d at aos Geneiaes. Ju'go re.-pondido este
quizito com dizeiyao Sr. A. que, d a devida l-*t.i-
lude ao termo Soldado u o.que feito, refonhecer
que, as I.eis militara asseguraS k suas familias van-
lagens depois de sua moi I". ,
Na6 me d muilo inroutrnodo sal i-fazer o 4.
3uezlo do Sr. A., e o fiCO rog'ando-lhe que leia >is
nstrureSes, sobie o reconUmenlo, de lo de Junho
de iBa2, e d'ellas vei quinta gente h isenta d'elle,
sen?a8 que m la'a ve!o fazer a Lei de G. N por
qne ningnem que ver 18 an>'os de idade, e for mo-
rigerado deixai de fazer exforcos por qualificar-se
G. N, para rt expr a ser rerrutdo. Quando o
Sr; A. t ver nfleclido b**m ni-to, convir comigo
ime o retante, e 110 cazo de ser ncrutado, he gen-
te spm meio hon sto de vida, a sem morigere 6
c at i> sem ubi em fim reos de polica > ; e,
p< r nvarivel eonsequencia, impro-nia pa% a poli
cia que, deve ser composta de gente escolhida com
lodo o esc'upu!o, de gente filialmente em quem
se possa confiir,, e r-la gente t v.m servir sendo bem
paga. V.
Sem qoerer inculcar de sabio a tenho demons-
trado ao Sr. A. qne as minhas armas atada que
ferrugenlas na5 mentir; 5 fogo, e ao contrario l-a-
lei'j>6 a sua Irncheira construida de paos de ma
moero : que nao me melli em frota sem band> i-
ra, e que finalmente nao terei orientado com
mnlias correspondencias os nos-.os Ref)rezenlantes I
Provinciaes, porm tamb.-rc nao os desori nlei, co
mo pertende o Sr. A., porque n.deixci de demons
trar o que arrisquei.
Fui mais extenco do que pertendta Sr-. Redacto-
res, mas fo para fallar a i vs campo d'O'iriqne
com o Sr. A. que tem lgica particular.
SoudeVms. Amigo.
O Justiceiro.
Sn. Redactores.
*_J \Niado Je sof'er inju-tica com que por tanto
tempo a Tezouraria de-ta Provincia me tem defi< til-
lado no ajuste decontas, qoe com a F;,ztnda Publica I
lenho de frrtr, na qualnJade de Conimandanle Ge- '
ral da Forca do cent 10 contra os salteadores, precia
zo <|ue me valha desie recurso, de queixar-me da
quelle, que para isto tem concorrido.
Encariegado pelo Gove no da Provincia para eon-
servar una forca em servico activo de operacGes nn
lu; iior, e pelo mesmo euilcrizailo para fazer cu,,
ella as inilespen.'aveis despezes fuco/o me foi pai
desempenho n tal comiW6, na deficuldade de me
serem enviados os neeessarios foiri' eiriicutos pelu Te-
zoiuo, que em lodo esse lempo mal pode enviar-u,
i maremissa de 8:000:0o0 por va das Ahigoas, dos
quaes rnesmos n- 5 pequea quaulidade de dinbeiro
falso, pormilagn, que nao pie. izo explicar forco*
zo me fui, d go na urgente precizaS de sufocar a fu-
ria, com que naquelles das cowslava, os salteadorea
dePanellMS aireaQara5 nvadir todo o Interior, p;,,a
conservar essa forca, que o Governo pos minha di-
vecen, valer me domen pioprios ucursos, dando
esta apTicaQ.5 ao dirih,ro que me ha va comprado
meu trabalho, ser viudo* me do crdito, que gozo tn-'
tre mens ConcidadSos, e finalmente contiahindo cni-
]>relinios, une ainda p"go de i>fco pequea soma, e
com o eiees'-ivo premio de 2 por lOO. E o ajuste
da* conlas de>ie dinbeiro empivgado em pagameuto
do s< Ido e mais despezas feitas ctm a tropa daquelle
lado do Acampamento, o que jamis tem sido po s-
vel concliiir-se, apezarde5a das, que se encerrarlo
osirabalhos da Asumbleo ProMneial, que ni iot(-
nbo com afinco empenhado, e da sincera aderenci;i,
que pera conchizao deste npgoeio tem mos'rado p
honrado, e mu repetavel Sr. Inspector da Tcsou*
rnria. Desde Setembro do nno pa.-sado, em que o
Governo Ptovincil mal infirmado sem duvda da
pn-bidade, e'honr-dez daquelle, que debaixo de mi-
nha rub: ktf fazia a dojtribuicQ das dopezas publi-
cas, lalvez por n5 tomar parte no extravio dosdi-
nheiros Nacional s, q ie .a mullos dro ganbo^ como
nao muito ocqlto, desde quazc um anuo, que
o Pagador da-; Tropas deGaranhuns mal depo-to 1I1
confianca do Presidente, desceo para ajustar estas con-
la, oque jamis pode conseguir, por ter de encon-
tr a desafeic 5 do IJagador Geral, axando sempre
mei s o Sr. Jo p Lu'r, lalvez por motivos enferiores
aos de inleresse Publico de pi ocraslinar jugando queso em 4 annos se poderia elle efeluar,
quanlo nao Tossero cssas coutas dadas por perdidas.
A dejronfiaqca, que spbre este negocio se procurou
depropozito den amar n^S t< m ficado sem efeito, e a
despeito da minha f publica, da honradez, com que
lenho servido nos lugares pblicos, que tenho exer-
rdo, a despeito do crdito, que me tenho feito um
direiiode goaar por urna coo lucia a nuis Ihana, e
filba da probidade, apenar de ludo isto, estas con tas
t-msidosugeitasao mais severo; eminuciozo exorne,
e o que maii consideradassuspeitas, e duvidozas,
como se nelles eu ontro iuteresse tive^se, que salvar
parte dos preju zos, que sofr co*m e>sa cXpedica,
e reuii o meu crdito empenhado no s. rvico Na.cip-
nal. Essas cania*, que se aXn8 legalizads, e mu-
nidas dos neeessario.s documentos, que mcrec.'iaft o
abono do Sr. Procurador Fiscal em'seu parecer res-
peilo, se nao tem al boje podido ainda ajuslar, c ago-
ra que parecio xegar ao tecuio de se ultimjrem, qua-
do conhecendo o Sr. Inspector a injustica, com
q? p ranlo lempo tenho sido demorado, lomando o
trabalho de rs examinar entregou o seu Bjm.tea um
Oficial de raerecmento, agora quando p los empenhos
do dgmVjmo Ch fe daquella Reparlca, meeu pe-
le idia ver liver do capixode algumas pessoas i
Tezouraria, eis que noVas duvidas apaiecem ainda,
e como de propozit 1 part me relardarem. Saques de
letras felas p' outros Pgadoi es (sabe Dos com q' fim)
em nome daejuelle, que servio na forca de me.1 Co-
mido, e apparecem p? novas ebjec5es; quand> d pu-
Iilco, e constante, que j.uniis apareco na Tezouraria
Letra sacada por aquelle Pagador, sem qne para
maior seguranca, e clareza ossem por mira nprova-
das, remitidas em oficio meu, conlendo a declaracaS
da quantia, e oHecto a que se aplicara seu valor-, c
que urna letra j paga em nada pode prejudcar o
ajuste de mais conlas com a Pazcrtda Publica. Avista
disto pois Srs. Redactores me nao cabera dereito de
queixar contra aquelles, que tal vez nunca ta5 scru-
pulozos fos^em pelos inleresses Nacionaes, do que
no caprixozo dezejo, que tem mo-tra Jo em rae com-
sumirem, apurando-me a paciencia na delucda?ao
de um negocio, que ta5 enlrincadoparece? AxarS
poncoas pescas, q' lano se tem ntere-sado em me re-
tardar aqu as p.>noza> fadgas, e laboriozos encomo-
dos, q' sofr com essa raisferavel guerra, para asdezeja-
rem ver continuadas as pivacoes em q e me axo_de
minha familia, e de mens entrese*? Eu q' (na6 dio
por allegar ser vicos, que os nao fiz por nteresse de
recompensa d'alguetn) desde Junho de 185o a*bando
nei minha caza, q* expus a minha, ea vida de meus n-
Ihos, que perd um genro, q' empeubei meus ullimos
forros, q' p' duas vizes me conservei imenso ternpo
Acampnenlo, para aniquaca6 des-a desaslroia
ex
no


DIARIO DE PERNAMiJUC
7>
3
rtiierrfl, eu leverei qnaudo allos gozao d<> reponzo
pealado ffcj Imil.s fadigasjo continuar em minlins
5rivac5 oj iiuiH, para cobrar iiiutitmenlc da Tezonraria o
inheiru que empieguei no Servcu Nacional? Mas
que laZer c.onlr.i o capixo dos bom 11-.! Cha-
niar conlra elle* a vendida publica, e a vigilancia
das Autoridades, cm cujas mos est prevenir ns
fijnstcl* deque >s hnuiens de boa fe, como eu s.10
viciinas, o (' islo o (jiie en procuro. n-> favor q' pesan a
VoU. Srs. RcdaCtoies de dai publicidudc a e la, cem
oque muilo agrahcido deixarao ao seu assiguaule,
el ilor.
Jjourcncu Bicerra CavaK-anti de Albnquerque.
#
" "
rer e assentario disculpar aos frades alfiuns defritos
em conlcmplacio de militas qaaliades boas, e servi-
ros, que loo prestado, e renlinofo a prestar.
Sen Venerador
a. r, do o.
THEATRO DO REjClTg.
/Manha' 9 do frrente a beneficio de Antonia
P.d.carpa da Si'va -er.pn zentar .peca o Conde
de Geoovits escolladas sinfonas, a cavatina son
de amor amensngeira e aCaxnxa, findando o d-
^ei tmenlo rom a Joroza Farca o Grande Oli.viros
pm dos dp?e. Pars, de Frenen.

Snrs. Hedticrtecs.
JjOjmo se ten; ltimamente publicado fautaa ror-
reapondiiiciai sobre as orden religiosas, e sua uboli-
cio pareceqdo-rbe este objecto de nio pequeo in-
tgresse, resalme tiobern a dizer a este respeito al-
puma coust, e por que os eloqucult-s djscuiso* do Sr.
Dr. Au'raii, e do Redactor doCarapueeiropouco dei-
M> de-ejar lmitai-aie-hei as.eg O Brasil lepo buma r lligio d'ejiudo, que lei fun-
damental, eosCodgos mando proteger, e conser-
var, (i)
O cero no Brasil he muilo pobre, e por b< m co-
nhecdas cir linslancias, emotivos nao goza daquella
ini|)orUi.iia, c ronsidoraco, "que aoa setnduvida o
m.'.ior premio dos nel|s desvellos, e servicos.
Hora n'buin payz, Como o Brasil, aonde a anjhi-
co folla lo alto, que se,faz ou*ir em toda a parte,
aon le lia tanto mcios de conseguir fortuna, e aonde
01.-piiaiicis e as mil u 5v-s faze/ii alcancar a lodoso
i.rospeelo -iVs. beiccimeutos vanUjoso*; o estado cjb-
}<-si..Mco, acompaubado de. provacoes, e restricto
k devore.'* peniveis, e ao nitOu lempo desconsidera-
do, deve toser de*corosoa,r acuelles que se^despoecs-
aem a seguillo.
Sen) o conveniente numero d,e ministonl se nao
odc inanUr oexp'endor do culto, co -exercieio da
jr.i^io, o q'ie lie contia as nansas gafan'ias social j
i oulra a 'ion f d.is pr-JUjessas m.-i- soFenines : logo
do.tul o Govcrno, e os oais Poderes do Estado era
() /.enip-nlio de .IMS mais razQddus ob. igac^ "*, me-
Jlioiai a sorte dos que se deslinar, va a vida Etle;siasli-
ta, cstabelecendo pat' im congruas em beoe^tto do clfipg,
Mas o Estado acba-se so'irecarregado, co3 liuim
divida enorme, e olrigado a deipezas, (fl* tod>s os
dias nea"f,ravio por meio d nefandas e progessivas
cria 5's de crapiego* paras'ta, que por lumi pro-
icssn inexpcavcl loJososdiHs su au^mentio, e sao
buinas dj. ni..is serias ubjiCi.Qes ao d<-s-.-nvolvi nenio
da iiidustri., e a prosperidade Publica.
- Pegunta gurai seem circunstancias, como es-
la* ser convenjeule, eproprio de Uc-mens timoratos,
reciosos da desgrac Publica d.'slruir ainda os con-
ventos, e redu.sir a nada Os sius i.iliifnonis, quesus-
t alando o clero regular poupo huma grande parle
ta do.-pcia n cessaiia para a mu il.e'H-ao dosonlros
afifidotesj quecom o e auxilio podem ser menoa
numerozos e rrais factis de coiiten'ar.
Es aq ci;o ua qu^l te/uila em exeru-
cs deleis, e em dinbeiro eqne por lauto se funda
cm precedentes quenem o mais jurado reformista nem
o Philosopho mais nivelladov, e mais arisco se atre-
ve rao a ileprezar.
Se alguem be admirar de liirem apircn'endo tantos
defensores da> ordens relgiozas, e dos fia les, lalvez
eaigomas outrs pe.>soas: ou motivo semellunte sejo
a causa deste phenoraeno.
Observando en que a cultura do caf enriqueca a
provincia do Rio de Janeiro; exciiou me acuiiosidale
a procurar n'hom livro d'agricultura a historia d sta
pa..la e como ja nesse lempo fossein os- frades objec-
to das mais violenta- deelamacSes e'no onvesso crime,
que Ihenao fosse imputado, nemvlrtule, >u quali-
dade boa, que Ibe nao fy*se contestada, li com grande
admiaclo que o caf foi descuberto pelos religiosos
de hura moateiro de Arabii, e como lamben) rae lem
brasse baver lidoque furo frades quem inlioduzio m
Constantiuopola a creaqo dobixoda seda; que ser-
vio degiande auiilioe prorogou por largos amos, a
existencia do Inip- rioGrego decadente, comeca a des-
confiar das invectivas; que se dirigo contra os fra-
des, e per^uado-tme que inultos dos.seusantagonistas,
quegosUvj muito de caf semolerem enveutado a-
jpezar do grande odio, quetinbao votado aos invento-
res, ero muilo peores do que os frades, a quem tan
tocriticavo ; e commuuicando estas miuny refle-
xoes algunsfazen.leirosjicos; segoiiio o mea pue-
ticias de scu Sobrinho Antonio Joze Fe reifa da Costa,
qirt foiraixeiro doSnr. Antonio Fabt3 eMendon-
ca. (
|T^ Quera quizer arrendar un Engenlio com
a'gunsescra^oi, dando se-lbe ura aono de renda adi-
antado ; anuncie, ou dii ija-se a ra Nov armazem
de Leilfo.
^C^ Quem anunciou querer comprar urna espin-
garda de espoleta ; dii ija-se a Fora de Portas, casaier-
ria de rptulas verde.'1, dironte do Nixo.
Aviza-se aos Snrs. ciedorcs da caza do finado
I
(i) C. at. 5. 3 Cod. Crim. .rl. 87b eteguintrs.
A NN UNCIOS.
jTaT Or rdem do Snr. Inspector do Arsenal de Mari-
nba se faz publico que o Arsenal preciza comprar Fei-
jo par.1 o fornecimenlo des Armazens do mesrno, es
pessoas que tiverem o dito genero compareplo 'esta
Reparticio, a fiqi de trataren de seo ajuste. Ai seal
de Maiinha 6 de Agosto de i835.
Antonio Roberto Frahr.
S_ecretario do inspector do Arsenal de Marinba.
Hy* Deo luz o N. 28 do Aristarco cenlendo o
segun.tes trigos : Suspenslo degaral>as para o Pa-
ra, diaijysfo indirecta dos Empregados dafAlfandega :
contii.uacjlo do Discurso do $nr. Deputadb Dr. Mn-
'eiro. Acba-se Uobeni venda o N. 28 que n5o fo-
anuncido e contem : Breve resposta ao Velbo Per-
nambucano ; Projecloa Lei sobre a criaclo de hnma
Rellacio especial do Para, Dircnrso do Snr. Deputa do
Dr. M. nieiio tendente a uniformizar o p^peljmadai
em todo o Imperio. No lugares do coitume.
Hum novp Peridico sahio
|^^^bf hoje (sabbado) a luz. Mas
f|ue Peridico Que titulo t3* O Caga*
time 4$ D se coisa sernelhante De que
traar este Peri Comprein, e vero o qne nunca vira > ve-
ro o dezengano.
cba-se a venda em O inda ra de S.
B.'nto foja, do Snr. Oliveira, e nos quatro
cantos na do Snr. Passos. No Llecife Bo-
tica junto a Madre Dos. Em Sanio An-
tonio ra dj Crespo D. 2 loja do Snr. Xis-
to Vieira Coelto ; e ra Dheita Tipogra-
fa do Snr. Vianna e Oomp. Preco 40 rs,
carimbados
AV1ZOS PARTICULARES,
. Assi a cobrar a$ assignaluras doezlinclo Diario
da A Iministracio, o actual cobrador d'e.->tj Diario de
Pernambuco,, Francisco Antonio dos Sanios.
f t^ Ace timos aosdous conceitos de Muzica de-
I sempeuhados pelo Joven Frederico Plae!, e nio po-
I demos deixar de Ibes dirigir os nossos applausos, nio
I receando anlrmar que nenhum espectador deixou de
admirar o seu talento nesta arte; este Joven 011 ico
phenomeno conbecidjo na,America ; em ambos os ins-
trumentos moslroo. grande abelidade tanlo pelo co-
nbecimento da Muzica como pelo dezembaraco. Fou-
cos ns fu profiissio, na idade deb de 12 anuos exe
cut.raimesmo lempo como Frederico Planel em
dous instrumentos de lo difficulsoza execucio, qnaes
opianno, ea rebeca. Seria-nos deflWI indicar qual
o instrumento para que o chamio mais especialmente
as suasd.spozic8s naturaes, porque em hum, eou-
iro desenvolveu huma pericia sing dar.
Varios pfiilo-srmonicos.
^3 Quem anunciou no Diario de 6 do correte,
comprtr cobj^ legal-, diuja-e a ra do Fagundcs
D. i3. ... ..
^y Na na doCabug, loja de Relojoeuo da-se
5oo^rs. ajurosdepor cenlo, sobre peibores, ou
boas fumas.
|ry Quem anunciou querer comprar urna espin-
garda 'Espoleta para cassar; dirija-se a ra do Que-
mado loja D. 15. "
^y Quem quizer dar 2oo# rs. a premio de 2 por
centoaomez, por lempo de um anno; anuncie.
ypf Qupm anunciou querer comprar urna espin-
garda de espoleta; W Bernardo Joze da Costa e Silva, rezidente no
Rio de Janeiro na raa do Sjhio N. fio Jezejs ler no-
Boticario Jos Pedro d'Acaotafa, paflque compar-,
jio em o da Terca feisa 11 do coi rente, em a caza da
rezidencia da m|t do dito finado; para ahi se
spbrc a lequidao d mencionada caza,
tratar
***MV %%*
NAV|OS A CARCM.
Para Monlivideo.
\9 Brigue Sardo, Djdo, Capitlo Antonio Michelini,
pretende seguir viagem at o Um do correte mez de
Agosto: quem nelle quizer ca regar, ou irdepassa-
gem, para o que o Perece excelleoles cmodos, dirijar
se ao Cohsignitario I.. h. Dobourcq.
B
COPPRAS.
r Acia de lalio vclhas, enaga-se porbom precot:
na ra do Liviamenlo loja de lalueiro, D. 5-
yy m tranceiim em bom uo, e paga-sc a 5oo
a oitava : na ra Nova caza que fas lenle para a roa
do Calhabouco novo.
try Arl^toria Universal do AbbadeMillote cm
Porlgueo, ainda que seja usada : anuncie. ,
\jtHk canoa de carreira que pega 1a a i4 peavjas :
na ra do polegio sobrado D. s.
^y Milho a 3##8o rs. o alqutire, medida-, velna,
e pipas razias: na ra Direita deuda D. ag.
^y m preto de mcia idade, pra lodo o servico :
na ra Velha N. 38. > :,.
T Rap Pi inceza da Babia cbfgado na ultima
emba cacao a'i^Up rs. : na ra Nova caza que fa,z
frente para a rna doCalbabouco noto.
fERDA^.
O \ caza de Joze Wanoel tcceJor de cadeiras desa-
parece 3 cadeiras de Jacaranda pertencentcs a K?to-
lano Joze das Neves meatre Marcmeiro, que du o
mencionado Joze Maooel as entregou a um menino
que por engao, 00 malicia as foi buscar; quem as
tiver, e quizer entrega* dirija-so a ra do.Agoas ver-
des loja de Marcineiro D. 4, queabi recebis em pre-
mio o importe das ditas Cadeiras.
M***M' **
WSSP
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no PHlo de Pernambuco
m
9

s
10-Segunda 0 h. 30 m.
11-T: I -t--18
l2Q:---- S. l 6
!3_n:---- -5 i 54 Tarde.
I4IS: ?-fnf.
16-D:- tS 5"42
Savio entrado no da 7.
FlGUElRA ; 36 dias: B. Port. Lp, Cap. Ri-
cardo Xavier da Cunba : sal, e mais gneros : a An-
tonio Joze de Amorim. Ton. i3?.
bservacaS.
23Ahio para acabar de carregar no Lameiiio a Bar-
ca Porlugueza Activa.
1

l'ern. na Typ. do Diario 13^5
j-


'"
*SSH
|3eir 00 torratte*
rf vi- # tS&aodfo- <#35
ia*01tA(A9
-^ -- -__ i i^aa i mu
MPOTATIOX
GNEROS.
A < dMilo.
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?
Ago? .
Acoardente de Franca a6. ..
,, do Mediterrneo,,
' Atcatro Sueco-----.
|. ,, Americano
Alfazema..........
Alvaiade..........
Amanas de ferro con!, snasv.
de linho Ing- pat
da Russia..........
Atoendoa doce com casca mole Swee talmonds soft shell
Anchors and grapnels.
Crcqu illas
ii fine............
frou Win assorled
Brass
/ron hoops
Rice white.
Red lead
OH olive Portugal
Afedilerranean
Whale
Codfish Small and di y.
Brass basins
Po tal oes
Caifskins, French
Rossin
Russia slieeling wide...
Ravens duck
Engl, sheeting widc
duck..
Bread pilot
navy
Crackers
Cordage Eng. pat
Russiait........
Caffet .......:.......
Beefdried, Rio grande]
,, Montevideo
Salted Irh------
,, American
Pork.................
Irish..
\Sheep Skins Fnnch col.
Coal..................
Yellow wax...........
white..........
Teaffysson S.........
tfxin............
peart.............
bottled...........
Brown Stout..........
Priuts Porl. blue &lc___
Lead in barrs.........
Sheet .........
Shot aseorlea..
Brmiers copper.......
S eathing............
IIoes Portuguese.....v
Anmseed.............
Portuguese gnus.......
Pewter...............
Flour Whcaten Amei..
,* olher.'. .
,, mandioca........
Tin pintes assorled....
Slteet ron.....e.......
Twineisail makers....
Ancoras e aneoretas.........
Aniagem ordinaria..........<
j 1>J..............
rame de ferro............
m. de lato............
! Arcos de ferro..............
; Arrox pilado estrangeiro.....,
Azarco...................
Azeile doce de Portugal......
,, de Mediten-anco..
de peixe.......
BACALHAU peq. seco......
i Hacas de lato............
'.Batatas....................
1 Rezerros Francezes.........
Breu.......................
Bri: da Russia largo........
estreito.......
lnglez largo........
.. estreito......
Bola xa fina.................
,, ordiimi. ............
Bolaxinha..................
CABOS de linlio Ing. pat.....
da Russia...
CaflV.....................
Carne seoca do Rio-grande ....
deMoote-video...
i, de vaca salgadad'Irlauda
d'America
de Poico ,, ..
dlilanda
Carueiras Francezas decores..
Carvo de pedra.........
Cera amarella..........
,, branca............
Cha Ilissou superior.....
n v'ir*..............
,, perola..............
Cerveja branca..............Air
preta................
Chitas azuesda fabrica deLiab.
Chumbo cm barras..........
,, cm lencol..........
,, dcmunic.........
Cobre para Galdereiro.......
\, trm...........
do Porto.......
ART/CLES.
Steel- Milion........
Swedish.....
Spirits oj turpn Une
Brandy Fnnli a6.
SpanisJi ..
Tar Swedisch -------
,, American.....
Lnvander..........
White lead.........
Cablcs-chain acc. to size
Hemp Eng. pat
Russia,
PRECO
PRICE
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tifooo
Ba.
Ar.
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ENCHADAS
Ervadoce...........
Espingardas lazarinas
Estanto............
F A RI MI A de Trigo A me/...
,, de outra parte...
,, de M.iniliocii.....
Fulha de Flandes
de ferro lnglez........
Fio de vclla......

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Ferro Ing. eni barras.......
,, cm v.a........
,, da Suecia.............
GARRaFAS prelas........
^arrafoens empalliados.....
Gcuebra cm pipas..........
em botijas........'
Grossarla..................
LONAS da Russia largas-----
,, ,, estrellas.....
,, liiglczas largas..
estreitas........
MAMTEIGA Inglesa.......
,, Franceza
,Alassas sortidns
OLEO do 1
^AOS de
Papel flollanda grande......
menor......
,, de pe-zo.coroiuha i.aual.
,, almaco 1. qualidaae. .
J-' >.......
,, florete...............
,,de einbrulliar i.&a. q.
Par/ialiibas................
Passas muscatel...........'.
Pite da Suecia.........o..
,, d'Airterica............
Potassa d'Ameriea
,, da Russia
ARTJCLES
>>
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lulas........ macear
li/thaca cm pipa.. OH lias
emgarrafes... ,, ,,
Lisboa..........Sausagt
Pregos caibrar,
caixar .
11
11
Fa.
Uz.
fooo
jjfooo
Pao Lb.
Sftooo
4j^6oo
oo
Fa.
Fa.
Lb
Fa.
Sa*afA8A9 EXPOR1ATION
ripar.............
,, de guanico. .0......
nPrezuntos do f rto.......
de Inglaterra...
QUEIJOS Flameogos.......
Londrinos.......
RAPE da Baha, arca pieta.
Princeza...........
"Retroz sonido.............
iABAO' Americano........
outro.............
SA Estrangeiro........... .
Salca-parriba ........*
Selins.....................
TABACO inaependiin......
,, da Babia........
,, d'America.......
Toucinho.................
VERDETE................
Vinagre de Portugal.......
do Mediterrneo...
Vinhw do Porto............
de Lisboa Unto P R R
,, outros autores
da Figueira ...
de Prov. e Catalonia..
pipas de 85 Caadas..
> 70
de Bo/deaut em B.....
,, cuga/'rafado
Champagne ., .,.,
Moscatel ...,
Vidras para cazilhos decaixa
de 100 pes quadrados...
Vcllas de Spermacete.......
,, de cebo.........
Viuho de Cette, S. O. p er
Vidros..............._
ron Eng. in bars...
in ods------
,, Swedish.......
Butlesblack .......
Dame-jeannes ^...
Gin in pipes........
in jars.........
Ofnaburgs .........
Sail cotli Russia wide.
,, ,, narrow
Engel. wid..
'",, ,, narrow.. .
Butter English.......
Fnnch.......
.. )Maccaroni and verm...
linseed in pipes:....
in jars.....
sages Lisboa......
Paper large folio.....
n Small ......
lelter ..........
,, alniasso 1. qualit.
I >! 2- I
,, Jlonte /......
,, Wrapping 1 & 1 q.
Ge 1 man cutlasses......
Muscalel rasins.......
Pilch Swedish........
,, A menean....._,
Pol ash American.....
Rut sian........
Nailv 3 in...........
ji 3|> .....
lf..............
,, i i to a in.......
Hams Lisboa.........
,, English...:------
Clieese dutch..........
English.......
finuff Ba'ua..........
.,, Lisboa.........
Sewing Silk.....
Soap American.......
ot/ier............
PRECO
PRCE
11
.1
i
..>..>
Sarsaparilha.........
Saddles..............
Tobacco Maependim...
,, Baha.......
,, American ....
Bacon................
Verdigris............
Vinegai Portuguese...
,, Mediterrnea/!
Wine Oporlo.........
red Lisboa P.RR.
,, othen. brands....
,, Figueira........
,, Piwence and Cal.
pipes qf 85 Can.
70 .
clairt..........
., bottled ...
Cliampaigne ,, ..
,, Muscalel ,, ..
Window glass pe box
qf 100 squanjeet
Canales spermecely ...
,, tallow......
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Factura
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Pp
Fa.
Ab.
Fa.
Di. No
A Saluda (KAlfandega c venda das armas de toda qualidade, excepto as pistolas, e Trocados "lor..
'de Jacuipe c Paucllas. .. -
'*Gannlenle casaca supe/ior.
Algodo, 1. (pialidade. .
Assucar branen, sob farro
BKiJBon, KFi|-ioo,BKi#ioo
RBjjo, BB8ooBIt5o
Assucar mascav. Sobre ferros..
\1M 5oo, MR 400, MB3oo
Assucar B. em bar...........
Con ros SecosSalgados.......
Va<|ucta...................
Ponas de Iwi...............
Cobre velho......,.......
Ruin Superior
Colln .. quality.....
Sugar white, Above
brands ..........
Sugar muscoc above...
brandes........
Ilide, Ox...
Leal luir....
Horas, Ox.,
Od copper.
4o| 45#ooo
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PP.:
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JLjondres, 60 a 62 Ds.
Fa.
-'JUl.
. St. pcV ig em prata N.
4o a 4 .1 l 1, em cdulas
Lisboa 4o por 0/0 premio, por metal, N010.
Franca a35--a5o Rs. por franco
"lio de J. ao par
Babia Nominal
Moedas de 6^4oo i3#oooa 12^800
,, 4#ooo 7#ooo 7#aoo
Pezos llespauboes i#56o a i#58o
Premio da p/Bta 65 a 66 p. c em pagamento
,, Contra cdulas 5o a 55 p. c.
I ,, das lettias por mes 1 a a por oy
Cobre i5 a 18 por cento de descont
iNglaterra. Algodo, 36o a 34o ar. Si 5 p. c.
nom. Assucar a por Ton. 10
Franca Algodo 4oo rs. ar & 10 por 0/0 Vo
,, Assucar 60 fr. nom.
Couros 180 a aoo res
Hamburgo, Assucar lib 3 ~ e 5 p.
Ilollanda 3 L. & 5
Trieste 3 L. 10 A 5 por oj0
Portugal, Algodo 600 Rs. por Ar
,, Assucar 3oo .. ,,
Genova, dito 3 10
o|o
i.*
Nom
OBSERVACOES.
permittidas por ordem do governo provinial,>m consequencia da pacificacSo
..... BULLETIM COMMEBCUt.
Importaies. Amaiorparledosnaviosaportadosaestedepoisdenossoulti.il,. Bolletim, tendo-i- diricido sb.e o.-JL ,.. 1 1 ,
ricas para amostra 1 .'.'... Eu como se entende pro-
s que se (izero contra cdulas foro mui insigniu-
noUdo em prata, vai calculado 960' o pataco.
^S dircitcis sao de 15 p. c. sobre as avanacocns e mais 1 na de expediti.te -
(F^ Desde o i.dt Julho, o lumo, ea Came do Kio Grandt nao j a-
gao mais direilo algum de exportaco, mas continuSo a ncar 16 por etn-
tosobre a avalmco d'Alfandega, rindo de pavzes estrangemM.
t^ A Agoardeutepaga aprcenlo d'exportaco sobre o valor de 4oo
-rs. a caada.
a^Subscreve-sena Typogra/ia do Diario, pateo di Matriz a i3#ooo por juno j
7#ooo por beinestre 4#oo por trimestre ; vende-se avulso no mesmo lugar 1
400 lis. cada hur c sendo iwra os assignantes 80 Rs.
IMPlESSO POR PItN'HEJR & FARIA.
i,
U
lhn
Mi.
Lb. = 93 meios kil = 101 Lb. Ings. = o5 Ham.
1 Canaila (medida vellui/= ; 3/;l galn = 677 velte.
4a A/queires (idem) 94 bushcl = 34) liires.
1 Covailn = 3 palmos, 1 Taid. 4 palmos.
1 Vara 5 p limos, 1 palmo = o mex. ai6, = 8 p. 11 ,t"
Ql quUal, Lb. libra, Ar. arrob*, To. tonelada, Ba. barrica,
liarni r Cx. cana, Gl. galo Pp. pipa Alq. alqueire Va. vara,
cjvado, hu. Iiuna, Di. duiia Ct. cento, Gr. groza, Mi. mi-
Pe. peca,. Re. res na; -Fa. falta, ab. abuu.li.Ue, Vr. procurado,
nio ha, Ya. Jarda.


Full Text
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