Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02924


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Full Text
n1 -----
*
ANNO DE 1835. SEGUNDA FE1RA

3 DE AGOSTO. N. NO.
5
DIARIO DE PERNAMBUC
Prnambdco, ha Typ. dbPihbiro cFaria. 1835.
DIAS DA SEMANA.
3 Segunda S. Eetevio P. M- Aud. do. Ja. do C. de m. e de t ae*
4 S.VM. de Gun. Re., d. m aud- do J. de 0. de t
9 Q0arta N. S. das Nev. se**o da T- Pub.
6 Qat. Transfi,rurac3o de Cr He. de ., aud. do Jai. do C. de
m. e de t "* rn*" Sf'de ffl. c aud. do J. de 0.
7 Sexta S- Caetano sessao da I. r. ae m. e
, lobado. Jejum S. Grifa Hjjfa *- do V. O.
det.emGlinda.Luach.alh.e 19 a. da i.
9 Domingo S- Romfo
Tudo agora depende de nos meamos, da nossa prudencia, mode
racSo, e energas continuemos coma principiamos, e seremos a-
pontados com admiracao entre as Nacoes mais cultas.
Praclamufo ia JumblM Gertl do Braiil.
Subscreve-se a 1000 rs. mensae pagos adiantados nesta Typogra-
fia e na Pr'ca da Independencia N. S7 e 38 onde se recebe
correspondencia legalisadas e annuncioa t inser.ndo-se estes ara.
tis sendo dos propriosassignantes, e vmdo assigoadot.
PARTIDAS DOS CORRBIOS.
Ohnda -Todos os diasaomeio da.
Goiana, Alhandra, Paraiba, Villa do Conde. Mamangnape, Fi-
lar Real de S. Jlo, Brejo d'Areia, Rainhn, Pombal, No
Sbusa, Cidade do Natal, Villas de Goianninha, e Nora da Prinee
za; Cidade da Foraleaa, Villas do Anuir*., Monte mor noo-
Aracaty, Cascavel, Canind, Granja, Imperatria, S. Bernardo,
S. Joao do Principe, Sobrar, Nova d'EIRe.T, Ico, S. M atheus, i-
acho do sanguc, Santo Antonio do Jardim, Qnexeramobim, e Par.
naiba- Segundas e Sextas feiras ao meio dia.
Santo A ntao- Todas as quartas feiras ao meio dia.
Garanhuns, e Bonito- bos das 9 c 23 do mes ao mel dia.
Flores- no dia 13 de cada me* ao meio dia.
Serinhaem, Rio Formlo, e Limeiras-Segundas, Quartas,
extas feiras ao meio dia. ___________________
DIARIO DE PERNAMBUCO.
TWberoosgazetas do Rio at 30deJunho, e da
filia ale 2-Ji dejulho; aquellas nada ad.an.So sobre
a mar ha dornegocios adert. nle cnate
qT" propalada d8a mudenca do Ministerio e .rnug.
q tS.Anx Princea D. Jannana ero Regente na
irno.?daSde de S M. Imperador: pelo que a pode-
Z" dar por falca aero receio de .acorrer no dem-
Z?A* rllum oartido. Serta roister ou huma retro-
fu' atWmTlei especial que ..terne. J
Lo 122 da Constitoic.5 que > da-
e de *5 .unos, ao prente ma.s ch gado do
npeTedor para* ser Regente, e coudo a
ie,e tersidoexecut.de) He o juramento de^sa Sra.
InAssemblea Ger.l i Constituyo, como Herdeja
presumptiv. do Imperio, conforme o Art. ,06 cu,o
bramante he do theor seguinte-Juromanter Re-
linio Ctboliea Apostlica Romana, observar a Cos-
lutoso Poltica daNaca5 Brasile.ra, e -er obediente
seis eao Imperador-E suporto qne se dev. espe-
rartenh. auceso o Ser. D. Pedro 2 cojudo ac-
lmente he .... Augusta Irman a Herde.r. Prejj-
pliva. Mas consent.So n.sto os Snrs. trancas, Hata-
eis, e os de m.is Latnellai f

RIO DE JANEIRO
Anemblea Getal Legislativa.
iMARA no DB.PUTADOS.
Extrata da Sessio em 2 de Mete.
Presidencia do Sor. Araujo Lima.
Feo a chamada pelas dez horas da manhi, e a-
chando-se presentes ensenta Deputados, o Presiden-
te declarou abarla a sewaS, elida a acta da antece-
dente foi approTsd. O i Secretario dea conts do
expediente.
^ ORDEM DO DIA,
Goutinuoa discus-a sobre o ..ligo additivo do
Sur. Vasconeellos resoluc- 5 da amnista.
O Sur. Baptiata Caetano pedio a pulavra, e man-
dou mesa huma env nda addiliva, na qual se de-
clarou : a O Governo fira autoi issdo a f.ser na esecu-
to desta Lei as ir.odirici.c6es que reclamar o tom do
Estado, ice. Foi apoiada, e enUon em discus-
o. .
O Sor. Ferreira d% Veiga entre as multas rasoes que
expendeo s bre a materia, disse, que qnsndo se II-
iiIm iulgado prei:dirada a emenda do Snr. reman-
des Tunes, logo elle Deputado leve na idea aprsen-
la! huma em nda roncbi do mesnu) sent lo em que est a que apresentou o r.
B.plista CstUiio: qu-em 6-n desde que teve lugar a
M.orl do D que de Braganca, desejou acmpre q.e
l.uuvessc hu.na amnista, porque entenda que era
chegada a orcasiaS em qne ella te dev,a conceder .
porem nunca huma amnista, que em vez de Uv.ra
Provincia de Minas a par e concordia, levwe o ta-
cho da discordia e da guerra ciil: que decorrenrfo
pos a historia de diversos Pai a, lem virto que es
Governos tem decretado amnistas, mas que raras
v, es tem sido, sem que essas amnistas nio fossem
concedidas com huma ou outra exrepcaS, e que por
tanto as amnistas .dmittiao roodficacoes e excepco-s.
Aqu o illustre Deputado deu a d*Rmgio do que era
modificado e excepcao, e continuou d.zendo, que
estas modificaeSes e excepcS^s nao oodiio ser te.tas
por hum Corpo Collectivo, e era so o poder, so a-
qoella .ntoridade que trabalhara no gabinete, a que
odia .vahar asdifferentes circunflancas, bem como
s caso. as peraoee a quem dever applicar a amnis-
ta e que ero vista desfa raZ6es, votara pela emen-
da ofterVeide pelo Snr. Baptista Caetano; que era
ero don. casos que determina a Conslituicao que baja
a amnista i i.' quando a hum.n.dade o reclama : Q.
quando o bem do^Essado o.conselha. O illustre ora-
dor con nnou sustentando a saa op.nio, e votando
^oTnr" Gncalves Martins voton contra a emenda,
ea favor da aronisi. na sua generahdade.
O Snr. Visconde de Goianna falln e votou no me.-
mo sentido. .. _, .. -_ m rn-
O, Snrs Mello e Custodio D>ee continuarlo a fallar
con.m .amnista, eoSnr. Alo.bi.de. ., votar_pdo
artigo additivo do Snr. Vasconeellos, e demonitioa
qaeoquehojeseehama amnist.a, se *;""
on.ro lempo perdi: qneemni.Hs.se leen conce-
dido com excepte, e nio sna sua n*^:
mo se dissera ; e que para proeer este beto,Jrt.
v.-lhe recorrer historia moderna, por onde se b .
qeoDuquedeBr.gan?a, como Regente ^J
Jal, der.hum..mnis.iaeom cepcSes; e com.ta
declarando que votara pela emenda do Snr. Bapt.st.
^SC Ramiro pronnneando-se altamente contra
os actos sediciosos de Minas, voton a favor da amn.s-
iae contra o art. additivo e emend., f^^
bemdahuroanidadeassimoex.ga, obera do esta ao
^Vnr^oSo, respondendo aos argnmemo
do illustre Orador que emboa de f.llar, Ta
elle lastimara a esses infelizes que fono ^Wld~ na
sedieco equetemsoffnrfoasprisoes, &c-'1' ^* "
Ito dira, iel.es tem soffrido er. pjrqj.-J-
.lreX-or depois de diaccrrcr longo tempo so-
bre a materia concluio votando pelo se. a.t. e pronun
rindo se a favor da emenda. .
ideada sufficien.emente discutida ? T
\oJ que a votad fo- nominal a requer.men.o do
Snr.B-ptisJaCaet.no. Senhor
Pond.-se a ...laclo o arligo add.livo uo
Vasconeellos, vota ro a favor 26 Deputados, e contra
590 Presidente reclamou da Cejar. profundo
lencio ditendo, que fe'acaso se quena que houvesse
"rr: ero "do oVnperio do Brasili era prenso que
daadla Croara sahse oex.mp'o. (^*drK^[%_
Seenio-se a v'aeSo sobe a emenda do Sor. B-pUs
t.S-t.^.o. e votar.5 a fayo 35 Deputados, e con-
ira 50.
Dando-se por finda a dscuaslo do Projecto, segu io
se a votae5 sobre a sua adopcio, e foi adoptado por
57 votos contra 28.
Ei.tr.ra5 em discus-Io as emendas desta Cmara ao
projecte do S.enado sobre formule, que ae deve se-
guir no julgamento das-pessoM qae ali de vera ct jal-
eadas. ..
O Snr. Henrique de Reiende pedio o adumenlo
para asessa seguinte, e sendo apoiade, foi a final ap-
provado.
Passeu-se a discutir o seguinte projecto :
a A Asseinblea Geral L-gislativa Resolve :
Art. i. as diaposicoes do artigo 6 da resoloco
de 23 de Outubro de i83a, que marcou oa veneimon-
tos dos Empregndos das Reparticoes do Arsenal de
Geerra da Corte, n5 da comprehendidos o. Portei-
ros Guardas dos poriSes do mesmo estabelecimento,
que com os aponladores conluuio a ser jornale.-
Art. a. ordenado dos Continuos das Reparti-
c5es fie. elevado a tresento mil reis .nnuaea, poden-
do ser despedidos doemprego, sempre que o bem do
servico o exigir. ...
Art. 3. Fico derog.d.5 as dispesicoes em con-
Tpaco da Camera dos Deputado em tO de Junho
de .833.Vieira SoutoBaplista deOhveirat. do
Reg.
O 1."art. toi approv.do. -
Entrando em d.scuss.5 o a.t., foi remelda a
mesa hum. emenda do Snr. Rodrigues Torrea, que
diz se supprimo as pal.vraspodendo ser desped-
dos_, .qual foi apoiada. Tarobem se apniou outra
emenda do Sur. Paim; porm como Uvesse dado a
hora, ficon a discussio adiada.
O Presidente deu para orden do da 23, discusrio
de differente. projectos, e levantou a seaso pelas de-
as horas da tardo.
GOVERNO da PROVINCIA.
Expediente de 30 de Junho.
P.rasalisfaaer a exigencia, qae no incluso officio
fas o Command.nte das Armas; cumpre que Va.
em virtudedo Aviio, t.S bem junto, r"P".uI
escripto esta Presencia, renuncia a Patente que
tem de Alferes; ou 8 de Magistrado que u
exercendo, revertendo as indicadas PjCa oici-es.
aSSrdi a Vm. Palacio do Go^^^-^.
co 51 de Julho de .835. Fr.nosco de Pwle^Cej.I an
do Brejo. '
' Da 31.
Officio AoCommandante das Armas, re-
,nettendo-ll.e o nque.imeuto do l. **"*>
C,rD.) de Ccador-.de Fernando, despachado pela
Jnni. de Josti'a, a nm de que se d o competente dm-
'n- Ao Coronel da UgudeG. N. le <**&
despensar do servico ordinario a A..tH.ol
Franco Secretario do Arsenal deMar.nha, peflnce..
te ao BaU.llia5 do Poco da Panells.


-A
DI A RO DE PERNAMBUCO.
5* v
*~ A' Cmara Municipal do Bonito, diiendo-lhe
que com a ti orneaca6 de Juiz Municipal, de Or-
P phos'que eua offirio de 16 do correute j lhe foi
participada, est ptovidenciado o expendido no seu
officio de 8 do corren te.
Ao Doutor Juiz de Direito do Rio Formero,
dizendo em respost co scu officio, que deve remet-
terao Governo una relajad dos prezos pobres, a fin
de Ibes mandar dar a sustentacad de que.carecen.
A' Cmara do rlonite, para remelter ao Go-
verno o orsamenjo da^ despeza que se poder fazer
com a obra da Cadeia qe y por concluir, a fim
de que o mesmo Governo providencia a cerca" do que
a Cmara reprezenta em seu oncio de 9 do corren te.
-**Ao Inspector da Thczouraria, approvando a
avaliacaS ( io rs. ) da rac>5 d'agoardtnte para a Tro-
pa de primeira linha np. corren te semestre, com a de-
clarado que s a devem receber aquellas Prac,as que
nao vencem racens por gratificaca6.
Ao Commandante das Armas, communicando-
ibe o contheudo do precedente oflicio.
-- Ao Prezidente da Retacad para dar o seu pare-
cer sobre o objecto.de dous officios que se Ihe remet-
teram. (a) #
Portara -- Ao Inspector do Arsenal de Mari-
nba para mandar prover de m pau de hojarrona a
Escuna-Vitoria e cunbar-lbe o rnastro grande.
,QCP Ao Inspector da Thezourara para
mandar abrir assenlo de praca a um Corneta do Ba-
talhaSdeG. N. de Cimbres.
-- Ao Commandante do BatalhaG de G. N. de
Cimbres, communicando lhe o contheudo do prece-
dente oflicio sobre o Corneta.
Ao Commandante Superior das G. N. do Re-
cilt, para responsabilizar os seos subalternos, a fim
de que nao se continu a chamar para o aervico o
Portuguez Francisco Ferreira Botges. di
'
D.
Pede se a publicacuo do seeuinte
DECRETO.
'OM PEJRO POR GRAC\ DE DOS, e Unni-
me Aclamaco dos Povos, Imperador Constitucional,
e Defensor Perpetuo do Brazil. Fozemos saber a todos
os Nossos Subdiclos, que a Assembla Geral Decretou
e Nos Queremos a Le seguinle.
Art. i. o Fica.exlincta a Junta da Direcelo da
Typografia Nacional, creada pelo Decreto de i3 de
Maio de I808, e Instruccens de 4 de Junho do mes-
mo anno, ede i7 de Fevereiro de 18i5.
Art. .o A Tipografa Nacional ser adminis-
trada por hum Direictor, que vencer o ordemnado
annual de 8oo#oo rs., e mais huma gratificado de 6
por ceru do rendimenlo liquido da Officina, a qual
cenara nao sendo annualmente decretada segundo os
mteressesdoEstabelecimeno; p'hum Administrador
que lera a sen cargo aguarda, e acceio do Estabele-
cinento, eo pagamento dos operarios, e vencer o
ordenado de 75o$>oo rs; e por um Guarda Livros,
que fai toda a Esc ipturaco necessaria, e vencer o
oi"denado de 6oo$ooo rs.
Ait. 3. Os Empreados de que tracta oAitigo
antecedente sao de Cemmis-Io, e o Director ficar
responsavel pelos ei ros de Typografia, que apprece-
rem as Leis, que imprimiiem, fazendo-sea reim-
pres'io a sua cusa.
n^rj m_ As Pcssoas queseocenparemno tra-
fcalho da Tipografa Nacional, ou no das particu-
lares, fico isentas de todo o servico militar.
Arl. 5. Os Impressos da Typografia Nacional
nao se daro gratuitamente a pessoa alguma. Exce-
ptuio-ae : 1. os que pertencerem s Cmaras Le-
gislativas, os quaesseraS remetidos a cada huma de
uas Secretarias: 2. os que deverera repartir-se
pelas Estacoens, e Aulboridades Publicas, que sero
remetidos a Secretaria dEstado, a que competir sua
deatnbuicio: 3. os que deverem, na conformida-
dada ley, enviar-se ao Promotor do Jury;
Art. 6. o Felo revog-das todas as Leys, AI va-
ras, Decretos, e mais Dispuzicoens em contrario.
Mandamos por tanto a todas as Aulboridades a
quera o conhecimento, e execuco da referida Lei per-
tencer, q'a cumpro, e racad-cum'prir e guardar 1S0
inteiramenfecomonellasacontem. O Secretario de
Estado dos Negocios da Fazenda a faca imprimir, pu-
blicar, e correr. Dada no Palacio do Rio de Janeiro
em 7 de Dezembro de i83o, 9. da Independencia
e do Imperio.
IMPERADOR Com Rubrica e Guarda.
( L. S. ; Antonio Francisco de Paula e Hollanda Ca-
raleanti de Albuquerque.
Carta de Lei pela qual &. 8c.
() Vkfe o expedente de 27 do corrente o oflicio
erigido ao Doutor Benlo Joaquim de Miranda Hen-
rique, rra>i9metlindo-toe o officio do Doutor Juiz do
C/'t#! Jcze JcaijuniGemeniannode Moris Navarro.
DIVERCAS REPARTICOENS.
E
polica.
iXcEt Sor. Da parte do Commandante Geral
consta terem sido recolhidos ao Qoartel o crioulo Jo-
s Benedicto, por ser encontrado fora de oras ; e Jo-
aquim de Rezende, Joz Lu.iz, Luiz Jernimo, e Ig-
nocencio da Costa pelo mesmo motivo, sendo estes
prxospelo Juis de Pas do 3. Destricto do Carmo, e
aquella pelo Oficial rondante; nada mais consta ter
bavido, por ufo terrecebido partes de algn Juizes
de Pas.
Dos Guardes a V. Ex. Recife 31 de Julh J835*
Illust. eExc. Snr. Francisco de Paula Cava,can,
de Albuquerque, Presidente da Provincia. Joaqu'ra
Nones Machado, Chefe de Polica.
- Teno de me dirigir ao Promotor Public0 de'-
ta Cidade a negocio do servico Publico, e como o Pr-
prietario se axa atizente com lcen<;a, mande-me V.
S. dizer se procedo nos termos do art. 38 doCod.
do Proc. e quem he o Promotor interino nomeado.
Dos Guarde a V. S. Recife 3i de-Julho i835.
Joaquim Nuaes Machado, Chefe de Polica. I|-
lust. Snr. Dr. Antonio Alfonso de Mello, Juis Mu"i-
cipal do Recife.
Sirva-se V. S. receber noquartel dos Munici-
paes de seo Commando os individuos, que pelos Juizes
de Pas desta Cidade lhe forem remetidos, e os conser-
ve em s^guranca.
Dos Guarde a V. S. Recife 31 de Julho i835.
Joaquim Manes Machado, Chefe de Polica. Illust.
Snr. Francisco Antonio de S Barrito, Commandante
Geral.
S. CARIOLNO-CARIOCA.
Artbcipo a V. Ex. que as Patrulhas dero parte
nao haver occorrido novidade alguma.
O Official rondante at meia noite, partecipa ter
recolhido a este Quartel ao criollo Joze Benedicto,
por o encontrar na ra fora de horas.
Foro renu'ttdo9 para as przo s deste Quartel pe-
lo JuiadePazdo3. Destricto do Carmo os paza-
nos Joaquim Rezende, J<>ze Luiz, Lua Jernimo, e
Ignocencio da Costa, os quaes foro encontrados na
ra tarde da noite.
Quartel do Corpo Policial 3i de Julho de 1835.__
Francisco Antonio de S Brrelo, Commandante Ge-
rri.
Coutinuac&o dos artigo* a que se refere o Edital do
Inspector interino d'Alfandega de 3o do crtente,
ARMAZEM n. 3.
^^Uarenta, e nove peca de paninho de cor
Qualro centos, e cinceenta sacos de Gime
Cincoenta, e quatro chapeos de palinba
Dous mil, e tresentos ditos de Braga
Tresentos, e setenta, esete ditos de pello
Tres pecas de Durante prto
Trez caxSes cora chapeos de pello
Trez ditos com ditos de dito
Huma pequea porclo de canella
Huns rrtalhee, e pecas de fazenda deaenrolada
Hum caixio com papel
Hum emhmlho debainhas de parnahibas
Huma pi quena porclo de bollo armeno
Quatro pecas de Piinceza
Hum saco com pimen'a do Reino
Huma pequea porcSo d'Alequim
Huma caixinha de cha demassella
Huns engoentos
Huma condca grande
Vinte colheresde pedreiro
Huma pequeua porco de carrinhos de corda
Trez garrafas d'agoa Inglesa
Dous martellos de Cipateiro
Tunta, e trez barias d'arame pequeas
Trez caines de folbetos impressos
Dous pares de Cpalos
Hnm bah com rolheresde pao
Meia pxca de bata asul
Meia dita iled ta encarnada
Meia dita de Baetilba branca
Quatro bahs velhos
Huma porjio de cartas, e damas do jgo de vispras
Huraa pequea porco de marroquiro
Dous caixoes com caixinhas Francesas.
ARMAZEM N. 4.
Quatrocentos, e quarenta Archotes
Trez barricas de tai inha, arrombadas
Trez ditas de Rxo Ierra
Duas barricas de resina de Jatob.
ARMAZEM N. 5.
ITma niianlidailp 1> P.nxt%fr
dem de pedras de fgo .' r'
de broxas deCapaleiro
de pregos grandes, e pequeos
de marcas de cobrir
de gaitas de madera
de papelo
de llhas ds Louro
d'Avelaens
u de boles de Rap
de Frascos de dito
de sublimado corros!v, ou couza que se asse-
melha a elle
Um caixio com berlolas, ou plumas militares
marca H n. c 22 arrombado
pequeo Cunhele com ferragem
a dito com feixos, e canos de pistolas'
a barril com vermellio
DousPandeiros
Urna caixa pequea cm Pandeiros
Um caixo com frascos p< quinos
rolo de fumo
Vinte, e huma buctas de pnho de diversos tamanlios
Urna barrica cotu mssangas
Sele garrafas d'Agoa Inglesa

U


Urna caixa com Massea
Um caixo contendo garrafas, e vidros
Um dito com Cantridas.

MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A paula he a mesma do N.' 138.
CORREIO.
Galera S. Rita de que he Capillo Alexsndie Joe
Aires, sai para Lisboa nodia 6 do corrente.
CAMBIOS.
Rio de Janeiro 27 de Junio i835.
jLiOndres............ 38'/,3/4
Pariz................. 245
Ouro em barras......... 80 a 83 p. c. premie.
Dbbres Hespsnhes..... 22$200
Pesos................,. 1^480 a 1$500
Moedas de &&A00....... 12$8O0
de 4^)000....... 6#50O
Prata................. 6* p. e. premio
Cobre moeda d 80 res.. 10 a 12 p. c. de desc.
de 40 reis...
Apolices de 6 p. c. juro.. 94 '/> p c
(Do Jumal do Commercio.)
-
Baha 21 de Julho de i835.
AjOnDBES........... So effectuado.
Dito em moeda papel.... 36 '/>
Lisboa................ 112 a 115 por cento.
Rio de Janeiro........ 3y p. c. de premio.
Provincias do Norte Per-
nambuco........... 10 a i5 por c.
Dobi oes Hespanhoes..... a 3<>Jj
Pecas de 6$4oo........ 16^ a 16^600
Ditas de 4^........... 8$5oo
Pesos Hespanhoes....... imp. c.
Prata cunhada......... 110 p. c.
Descont............. 1 '/, a ip..6mei.
Moeda papel........... 20 p. c.
Cobre................ a5 p. c. -4-we^* a b
'
(Do Corseio Mewaaitil).

Fundes Pblicos na Eutopa.
JLiOndres, 7 de MaioConsolidados, 92 '/,; Acces
do Banco, 217'/j-Fundos Eslrangeros. Brazileiroa,
88-//, Poitug. 100 '/,, s/4 ; Hespanhoes, 70_/,, '/
Morning Cbronicle.)
Pariz, 5 de MaioCinco por cenlo, 1O8 fr. i5c;
Qualro por cento, 99 fr. 20 c; Trez por cento, 8! Ir.
5 c. ; Acedes do Banco, 1,986 fr' ; Renda d.Hespa-
iha, eincopor cento, 50 74 V4; Emprestimo Portu*
guer, 100, V4, 101.
(Id.)
Amsterdam, 4 de Maio.Divida actual, dous e
meio por cente, 57 s/4 a 58 '/<
(Id.)


r
Bruxel
porcento,
r (Evehing Mail.J
Berm, 30 de Ab.ll.St. Schuld. Sch., quatro por
cent0; 101 V, i0T/- .
(Morning Crmele.)
(Do Jornal do Coiumcrcio).
DIARIO DE PfiftNAMBUC
xelUs, 1 de Maio.Divida actual, dous e
nlo, 54 /, i ^oco da Blgica, 120 %
(Evehing !V
m, 30de"- -* *"*"*U
, 101 '/.,
meio

RESPOSTA A.' CoRRESPONDGNCIA POSR. GERVAZIO PI-
RES FF.RKI.RV, PUBLICADA ^ TELUO PElNAM-
huc'ano 's.'>-6.
i Ecce iterum Cnspinus, e esl mihi sos pe vucaaau*.
Jnpaites. Juvenal. Ah torna oalra vez o nieu
Cpru-pimi sempre o terei coraigo a cont-ts.
Ra clieguei a capacitar-me, que o Sr. Gerva-
sio Pires Ferrera,' ja saciado de polemices periodi-
quciras, se tivtsse esquecido de mim, que lui o de-
safiado, e provocado por S. S. : mas confesa, que
* me engmi ; por que o Sr. G., sobre vi ver desoccu-
pado, lie capitoso, frascrvef, e muilo amigo de ap-
arecer em publico, torrendo mundo, cm lela re-
donda. Tomou-rae para su'alma, e at parece,
Yiuese desenf.da, e recrea cm essas alteicales de
zetas. Far-lhe-ei a vontade, at que hum de nos
canee, e recolha-se ao bastidor.
.Seo Si'. G. I'. F. matasse o tempo occioso, que
tena em-abarrotar de pergantinhas, e pergunlonas
a tpdos os Peridico do Brail sem tocar na minha
pessoa, >em rae tirar a lerreiro, e linear me das-
eos, de certo nenhuma resposta minha teria appar.e-
cido ; por que *lm de nao estar constitudo e tira-
duvidasM gazelas, lenho mnito, em que meoccu-
pe, en6 me sobra tempo para satiaier a curiosi-
dade do prximo : mas o Sr. G. de mixtura cora
as suas coslumadas perguntas cbama-me acampo,
atira-me a luva, e em verdade tractou-me de hum
moda, que tanto'mala me admirou, quanto eumenos
lh'o mereca ; por iss. que sempre o respeitei por
seus annos, riqueza, e posicao social.
E que quena S. 5., que eu fisesse ? Que aluras-
se a resiega, e me callasse ? Que fosse apodado, co-
mo fui, porS. S., eficassemudo, e quedo sem ac
dir. por mim, sem defender me, 8c. ? Tal seria cor-
tamente a minha disfbrra, se Sr. G. f&ra algum"
chirrehote, algum desses bijaorrilhas, com quem eu
deveise pejar-me de me por a trava-contas: mas o Sr.
G. he hum Pemaaabucano Ilustre, he hum cidadaS
,-onspicuo, com quem nao me he desairoso arcar,
, huma vez que para isso me desafio u.
Todo o filo do meu Ilustre conteudorhe descon-
ceituar-me na opiniao publica, e morder nos meus
escriptos.' Devo confessar-lbe ingenuamente, que
eu 6u primeiro, que reconheco a minha insufiici-
enci* litteiaria : mas por que he, que o S\ G., que
8e constitue meu censor, n .6 mimosea o Publico com
alguma obra, limpa de lacerias, huma obra mais
seria, do que as INites de Young, os Tmulo de
Hervey, as MeditacSes do misntropo Tima'f Poi-
que nao faz gravissimos coramentarios Ideologa de
Tracy, ou Melhafizica transcendente de Kaut?
Produza alguma cousa ; escreva sobre alguma mate-
ria grave, authoritativa, e interessante; e entaS eu
sereio primeiro aabaixar cabera a S. S. : mas gu-
ar -se de dizer ordm chronologica d que isso nao, .isso eu nao perdoara nem a meu pa,
se livesae de^es escorregos.
O Sr. G. .na6 h duviJa, que me provocou, que
offendeo me giatuitamenie : e quando respondo s
suas lof.qupzadaa, abordoa-se a sedica escora, de atri-
buir-me falta de Lgica. Este he o recurso anti-
nuissimodos que se chaS baldos de rasao, e nao en-
coplraS melhor evasaO aos argumentos, que os mo-
lentao. Aiuda nu5 vi disputa mais renhida, e atu-
rada em a qua' Dum dos contendores nao assaqneao
oulro o reproche, de erro de Lgica, sem s-; dar ao
trabalbo de o drtionsrrar. Nao ba-ta pois, queoSr.
G. diga, qu^ fali^.i' s regras da Lgica; cumpria-
Ibe mostrar qual a materia, ou forma, em quepec-
cao os meus raciocinios. E o Sr. G. sabe o que he
Lgica ?, A0de *, aprendeo ? Em Mafra, e em Co-
mbra nao -, por que j' leve a franqueza de certifi-
..n0< que nada ali colheo dos seus p.imeiros estu-
Huma das baldas ( e talvez a principal ) do Sr.
G. P. F. be querer, que o tenha por homem Lil-
terato; e debateudose para o inculcar, ordinaria-
mente espichase, ( segundo a fraze Acadmica) e
d d*ave>so com a su reputaca a ele respeito. Eu
na6 levanto aleive, nem aventuro propozipp va-
gas o que digo provo com a mesnms palavras do
meu illustre coutendor. Mais Ihc agradecera,
( diz oSr. G.) se me desse licSes de Lgica, erubo-
ra fon* a Peripattica, e nao a de Euclides ; por que
-endoeataA.queuosensin a f*r sylogismo regu-
lares, &. >. A Historia na5 nos falla, senaSdedou
Euclides, que sao ; o natural de Migara, discipulo
de Scrates, e o de Alexandria, que ensinou Geome-
tria .no reinado de Ptolometi, filho de Lagus. O
primeiro foi o dialctico maisembruihado, e arguci-
oso, qiieo mundo tem vi.tto: argumenlava, como
hum energmeno ; Indo confunda com vas subtile-
zas, e a sua escola, que produzio ao depois hum A
baMard, e outios mu i tos dialelico endemoninhados,
foi a f inte dos Nominaes, e Reaes, dos. Thomistas,
e Scotistas, que" lano perturbaron os progressosdas
operaces inttllectuaes : o segundo foi esse sempre
celebre Mathematico, de quem apenas nos restaS
15'Livros de Geometria. a5 consta, que ensinasse
Lgica, cm mateiia !guma, que diga respeito s re- ,
guiar a marcha do entendimento ; por que supposto
qnea Lgica, e Geomelria sejaS prenlas mui chega-
das, todava ninguem dii, que sa5 huma, ea mes-
illa cousa, ou que hum Prefessnr de Geometra ta
bemo sej^ de Lgica. O Euclides, que deo regias
dest'arte, foi o sofista de Megra ; e ser deste, que
dizoSr. G. se deVe aprender a fazer sylogismos re-
gulares ? Que pobreza de m-.trueca5 !
J que o Sr. G. fez-me a honra de me constituir
seu Mustie, na6 h remedio, se ua5 ?nsnar-Ihe tao
bem alguma cousa sobre a historia da Lgica moder-
na, a fim de que, quando houver de escrever, ou
fallar em taes materias, na5 chame a Euclides Pro-
fessor de Lgica. Bacon de Verlamio foi o primei
ro, que espanoou as trevas, de qie esUva envolla a
Filozofia Racional : seguiose lhe o grrande Locke,
depois Coudillac, a cuja escola pertence a Ideologa
de Tracy. ltimamente appareceo o celebre Alema5
Kanl. que refutou grande parte do systemt de Con-
dillac, dando muito mais poder (ao espirito, do que
materia. Da escolla de Kant sairs outras, como
seja6 ; a de Fichte, a de Schellng, e a de Heg^el.
D'ahl seguio-se a famosa escolla Escocesa, cujos prin-
cipaesCampies-aoReal, Dugald Stewart, Royer-
Collard, e JoufFrey. Desta formou-se a escolla E-
cleclica, a que pertencem Bonstetten, Ancillon, Dror,
Brovrn, Paley, Jacobi, eoeloquente Lammiguiere.
Ora vej* o Sr. Gervasio, que fartura Todos estes
Filsofos escreveraS, o ensinaraS a nova Filosofia
Racional, e Moral, depurada dos engrimancosda
Peripattica, e das subtilezas, e mysterios d'Euclides,
sofista de Migara Ah lom S. S. gr.ude ahastan
ca e muito, onde escolher, sem ser preciso citir ao
' Euclides de Alexandria, mestre de Geometra, co-
rno auclor de Lgica.
Bem sei, que ser* sempre respeilavel a Sentenca,
qUe diz__Ventas parit edium : mas outra se me
afronta, que taobem diz ( e he do grande Aristote
les se bem me record) rnicas Plato, amicus
Scrates, sed magis amiea ventas. > O Sr. G. tem
muilas ideas de Commercio ; tem vasta noticia das
cousas da nossa Provincia, he assiduo, e trabaja-
dor ; mas como Literato he zero, he nada ; e a sua
mesma Projectaria, coma qaal levavu geito de afo-
gar-nosn'AsseraWa Provincial, asss patenta a pou-
cadigestaSdassms ideas; por que preciudmdo do
estylo escabroso, emquea6 esenptos o seus Pioie-
ctos pondo de parte aquelles seus bordes obrigado-,
ou a fastidiosa enfiada de concideando, concideran-
do, quemataSa gente de tanto eouciderar-, na5 ha
homs, que deixe de misturar alhos com bugallios,
e fazer humigirabulha dos nossos pecados Cada
humbemsepodrachamarhum arremedo luterano
da Feira da Ladra de Lisboa.
Finalmente na6 sendo da minha intencao respon-
der s continuas perguntas, queoSr. G. faz a quem
ouueira salisfazer pelos Peridicos; eu so acudo por
aquellas, quesedirigem minha pessoa iPois nao
tendo j pais, nem pad.inhos, que me defendaS,
forcoso he, que o faca por mim mesmo. oe.npre res-
ponder! poisao Sr. G. toda Tei que me tocar ; mas
pode ficar certo, que jamis roe ajudaiei das armas
da descompostura, com que S S. tem a urbamda-
dedeameacar me; por que nao obstante o havei-
me oflddid., sera lb'omerecer, eu sempre sabere
respeitar suas cans, sua posicao social, e as pessoas,
auelhesaconjunctas, a me ao credoras de mu.ta
2eneraca6 por muito. titulo, e.te por que nao tem
ellas culpa alguma das impertenenc.as de S. S. O
Sr G vio-me menino : ja^sta adiantado em annos;
e he proprio do velho^ o seren cabecudos, raivi-
nhosas. Todava sempre o tractara com crespeito, e
decencia o r r*
O Deputado Provincial. -Lepes Uama.
S. C. em Olinda 28 de
Julho de 1835.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redits.
Das palavras: quando sedisse em Pernarobtico,
que o Velho Barata eslava em perfcila alienaco men-
tal, eu fui hum dos que o defend; ms agora, Snrt.
Redactores conveocime com a leilura da sua nojent,
e alrabilaria Sentinella N. il'. nojenta, porque he
escripia serr. estilo, sera nexo, sen; fnz'o algum dos
pieceilosdeeloquericia, e arte de escrever ; alrabila-
pia, porque esse velho indwscrelo, ouZa por empe-
ligo a minha llibada reputaca.: e nao fon, Snrs.
Redacloros, corre em es^os baratas por Cidade lon-
giquas, onde ci sou ronhecd>, eu de certo lhe nio
daria resposta ; porque Pernambuco, donde sou na_
toral, todo me condece, mas como issas baratajear *
de ser lidas sinda sk'm do Imperio, e tjn facas Com-
merciaes, onde nao sou conhecido, cumprc par def-
fender a minha honra, e dignidade, e a d^s mercado-
res meus companheiroN que o dismiuia como m-vo,
e que por fim o aconcelbe, que dizista da impreza de
escrever, que reconheca a sua incapacidade. Sor. Ba-
rata com Vm. agora folio : como ouza temt-rai lamen-
te Vm. a avancar em a sua S ntinella dizer, que o
pvo acredita pouco no rouho da minha Loja de ta-
zendss ? No se lembra, que sendo hum [acto de pu-
blica noloredade, pode-se tirar huma ellacio desse
seu dito contra Vm. mesmo ? Nao ve, que advogan-
do assira a cauza dos ladroens, pode-se supor que ?i
Snr. seria tambero nelle rtaeressado, e que pro iraU,
bem lhe pdera tocar algum corte de cazaca i Mi/e-
ravel mas, nio; insolente Deixe, Snrs. Redacto-
res, dismascarsr esse hipocrata: tnsua sses docu-
mentos, que o enchero de f ergonha, e leve pelo pre-
lo a noticia quem quizer saber, que o meu proced.-
mento, logo depois de ser roubado, foi anunciar me-
us credores, que eu continuara a pagar da mesAa
forma em rebate algum, e nen, prorogacao de lem-
po ; pois tendo-m dedicado a trabalhar a minio, U-fj|
nba suficientes fundos para cbntmuar da esma Sot*
ma, e sto para me no arriscar a s puado W
dade, com ei toda a ua tida tea sido o Sor. Bara-
ta, tornan*- por fim ingi-ato para com "'^-
fc.ore, e perjuro ao J.-. que presin...-._. -Q..n.
a exc.peio^o Snr. Barata, se.lreve rV*"P*;
cirios e roubos que desde a muito ha em Pe. nafnbnco,
'Ptod^Brazi?, proveniente da demazfo J^hrandu-
radaLeis?| Srs. Redactores, everri ao trelo.artaso-
Ta aoSur. Barata, e sssegure-lhe q' ^'^ *
uuar anegar .existencia defootos Un nae.s, p olala
de o desbaratarle a caxla; se constante laitr
Ignacio Berito de Loillo.
Antonio Galdiho de Fre, Escrirfo R^ *?
Paz doquar.o Des.rcto da R.beira do IBairrn delS.
Antonio1 da Cidade do Recfe &c Certifica c^ lhe-
or dosobjectos, pertencentes ao Suplicante .aado,
como fozJ ver em sua pelicio, e pede por eeririln,
ludo he da forma e maneira segrate. Cinco pes
de chitas branca in.eiras i pessa de cetme.a branca ,
rom 8 lardas. 2 pessas de castor branco cora 06 jar-
3^ f pisa dedraque de cores, i preta, eoutra a-
ES c2oPraToemeajL.a; 3 Pefas de paitan de
pessas
linho Snesas depalhetias dealgodao,
nnno, x pes as V 4 de cambraia
cassas de cores cora 71 jaraa, ^
bordadas 7 pessas de paninho, 6 pessss de cassas II-
. fiSJ. desetimlizos de diferentes cores, 8 len-
zas, 6 pessas de sel m uz ^ ^ cUro
?PSit^.XK-. 1 dita.pret- com, ,
cora aocorauos e i ,0 c ter.
covados, l7 c;^^oe5Pa5^coVados de pao azul N.
S M34 o dos 'em diferente vetalhos, |6-O
?^^-r;x^ Sis
do. de lila irjnvnd. Pr I P ^^ ^^
ii emeocovados de sarja ,r ^
?SLWHa
u, de upa, 3de.cT,' aeoaro de punl.0,
bem d.pr.1., M'"J^2 %. cennh.
e 1 par de rozetas de oure.
&c..................................
VARIEDADES.
-Si. Excel. Snr., si V. Ex. "'""S:
6^ Palacio o recinto d'essas cazinha, da: ganla, m,.J
mizeravel, ah encoptrana espectculos lio digneda
coramizeracio, pela odioza vege.cio, que nao h,>.
ri,, por ums momento, em andar correr a moeda.
em qne,to. Lembre-se pois V. S. ^^^^.
d'uma Provincia, equivale a ura \P1*ii*mg
to pequeo. Por tanto, quena V. Ex. di|nar- de
1


DIARIO DE PERNAMJJU60.

tomar cerca do ex posto, urna metida, lio pouco sa-
luiar, e util, q-ue lheg angei os encomios de lod'esta
Provincia.
(Do Triunfo da ferdade).

CIIEFE D'OBRA BPl'BLICANA.
_ IXsVer dt lo Jo o bom Brasileiro que ama asna Pa-
tria, contribuir para to.sanio e louvavel fim, o qual
so se peder obter, qnando pela liberdadeda im prensa
o Governo possa cabalmente ser instruido da verda-
des, que inculcamos, e dos meios de ievar remedio a
nossas necessidades. Somos livres, e por isso exfor-
car-nos-henos cm respeitar as leis, e mostrar os meios
legtimos pelos quaes a Naci pode sem perigo mudar
asua forma de Governo. Porern se fortnos inquieta-
dos n'este asillo da liberdade (porque odespotismo tem
mais bracos, e mais cumpridos do que o Briaro da
fbula) sofreiemos tranquilos do Povo sums engrati-
does, e entio s diremos com o Divino Libertador do
Povo Hebreo : eu Ibesperdo-o porque nio saben o
quefazem. Possionossos trabadlos ser de algum pro-
ve to estes dous dolos do uosso conco Pauta*
Verdode.
(Do Republicano Federativo)*
ANNNCIOS.
D,
"Eo luz o N. 27 o Aristarco contendo bam
artigo obre os pretenderles dos lugares pblicos,
outro sobre raa ( do partido moderado; resposla ao
Velho Fenambuciio sobre os Officiaes do Corpo
Policial, cootiouaco do N. antecdante. Vende-se
nos lugares do costume.
%cy Amanhi terca feira ao toque d jrvor.ida da
a luz o 7. N. da PONTE DA BOA-VISTA !! e pa-
ra se tornar este acto mais pompoze, a muzira ser
accrescentada com banda de cornetas, timbales e &c
%cy* Certo individuo, dezejando indiscretamente
spalhar as intempet>v por ora, nio convem o Brazil, o Redactor do Tri-
unfo da verdade, ero o seu a. If.", que se acha a ven-
da na Piscada Independencia, N. 19, faz triunfar
a verdade, respeito ; e por isso mister que o Pu-
blico sensato o analise, mormente aqueles, quem
urna revoluciofora de lempo, cauzar grandes preju-
%o. Sabbado, sair o 3." N., reprorando com pla-
siveis razdes o Celibato, no ultimo artigo.
*xy> Sabio o 4.' N. da Guarda A vaneada. Ven-
de-M nos lugares do costume.
AVISOS PARTICULARES.
O
Sur. Antonio Joaqun Vas da Silva qoeira pro-
curar urna carta que se acha na loja do Snr. Manoel
Joze Meudea para o dito Sur. que por se ignorar a sua
rezidencia nio se Ihe tem entregado.
yp^ Quem poecizar de 100$ res a juros dando
anhor que cubra a dita quantia, dirija-se a ra das
nacheiras D. i4.
jry O Snr. Joo Francisco de Oliveira Nogueira
queira procurar urna carta vnda da Cidade do Porto,
na venda da ra Nova jnntoa Ponte D. 36.
yf^ Preciza-se a lugar orna pessoa, eacravo, oo
forro que seja verdadeiro para o servico da casa de
om honiem solteiro: quem estiver as circuntlancias,
dirija-se a ra da Florentina casa nova de Juio Zur-
rid, porta mais prxima ao lampiib.
%3r Como houvesse uro intrigante, que andasse
dizendo, que da ra de S. Bento en Olinda todas aa
ooites sahia huma quadri)ha de saltiadores montados
' a cavados, a ponto que j fui ao conhecimeoto do Sr.
Juiz de Direito, e Chefe de Polica, e este ja officiou ao
Juiz de Paz respectivo, para tomar conbecimt." dell< a,
dar providencias a respeito ; declarase ao publico
que os saltiadores de que se fallo, heapatrulba ron-
dante a cavado, cuja que acompunha herio os Ci-
dadios s< guintes Tenente Joze Eustaquio Mar el
Monteiro, Ollicial da Secretaria Jurdica Joze Mi-
guel deSouza Magalbaens Jnior, Exudante do 5.a
anno Joze Gomes da Silva, e Ignocencio Vianna, eisos
Cidadios capazes de sefermarem em poadrilhas para
roubaretn, tudo istu para desacreditar a pessoa que
dirige taes rondas : a tanto chega o genio do mal.
/y Quem quizer dar 20$ res a juros, com
penhores deouro e prata, por tenpo de seisou qua-
iro me zea ; annuncie para ser procurado.
tyy Joze Bernardea de Sonta, agradece a todos os
Snrs. que obtequiario o funeral de sua mana Jozefa
Lopes de Almeida.
ITjr Qualquar p-u defamiia que qutia mandar
a.uiuai sena O'bos a Icr, tacrtvar, c contar com
perfeicio; e commodamente; dirija-se ao principio
da raa da camboa do Carmo D. 20.
fry O Cobrador do ixtincto Diario da Adminis-
traco para ajustar assuai contas e salvar o seu rredi-
tc, para coro o Redactor, se ver forcado a publicar
o nome d'aquelles Senhores que nio Ibe tero querido
pagar as assignaturas que devero, se por esta ultima
vez nio pagarem a quem Ihes levar o recibo dos me-
zesquenio tem pago.
A Typografia paga se, o papel compra-se, os des-
tribuidores pagam-se, e o cobrador tiobem be pago,
e islo nio se faz com patarras, he com dnheiro. Quem
nao pode assignar peridicos rifo os assigna, e quem
a___
assigna paga. H quem Oe" al de evereiro nio
obstante o cobrador todos os mezes fazer-lbe bastante-
visitas !! Nio est mais para cansar as peinas des
balde
Joaquim Joze Moreira.
Vy Prpciza.se de um feitor para un sitio perto
da pi ac que trabalhe tiobem e saiba podar enseriare
alinhar arvoredo ; na ra das cruzes D. 7, 1.* andar.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio Grande do Su!, com escalla pelo Ro de
Janeiro.
kjAhir nodia 15 de Agosto o Brigue Escuna Ade-
laide, Capitio Joze da Sil veira Villa Lobos Jnior:
quem no mesmo quizer carregar, ou ir de passagem,
dirija se ao Capitio a bordo, ou a Joze Ramos d'Oli
voira, na ra da Cruz n. 6.
Para a Baha.
r^" Segu viagem com toda a brevidade o Bri-
gue Dinamarqus Concordia, bem velleiro, dobrado
e forrado de cobre : quem nelle quizer carregar ou
ir de passagem, dirija-se aos seus consignatarios Jacob
Le Solle fie Comp. ra da Cruz n. f\.
COMPRAS.
U.
cavado bom : -na roa Ja cruz n. 60.
Escravos ladinos sadiose mocos que sirvi pa-
ra trabalhos de Engenho : em casa de JoSo Xavier
Carneiro da Cunha na das cruzesD. i3 i. andar, de
manhi ate as 10 horas, e de larde ata as 4.
t9" Um Diccionario Magnum Lexicomeom unta
Selecta em bom uzo : nesta Tipografa do Diario,
(in ^w^^v^"*
VENDAS.
Y Ende-se, ou arrenda-se um sitio perto, por ser
pouco a diante da Igrpjados Aflictos, com chio pro-
prio, frente murada, e todo o mais cercado de limo,
decente caza de vivenda, com sotio, e suficientes
commoJos para familia, toda envidracada, boa sanza-
la de pretos, cncheira, caz?, para feitor, e Chvalarica
para trez cavallos, tudo de pedra e cal, mudos arvo-
redos de fi ucto em anhameoto, assim como vende-se
com o mesmo, ou separado um carrinho com todos
aparelhos anda novos, seo empetente cavallo, muilo
manco, e mantiudo : na ra do muro da penha sobra-
do de dois andares D. 18 das 3 horas da tarde em
diante.
W Barriz de mel de furo : na raa do Lvramen-
to sobrado D. 18
%W Uns livroe Eceleiiastiro1 com brevarias :
fallar com o de>tribuidqr dos Diarios em Olinda.
Instruccoes para jogo de espada : na Tipo-
grafa da ra das Cruzes.
fc2f A vendada esquinada ra do Azeite de pei-
xe, com poucosfundos : na ra do Vigarion. 2i.
tt^ Para fora da Provincia um escrava de naci
Angola, de bonita figura, de 18 a i9 annos: na ra
da Alegra primeiro sobrado.
%*" Arroz em casca a 2$40O res o alqueire, me>
dida velha : no mesmo sobrado cima.
*Jr O Regulamento das Guardas Nacionae, a
Ley da Reforma, o Decreto sobre o fardamento, as
Instruccoes de Infantaria para uzo dos roesmas Guar-
das, com toda8 Portaras e Decretos sobre os mesmos:
na praca da Independencia N. 37 e 38.
tW Um negro de 26 annos, de naci, bem re-
busto, carniceiro, e capinheiro: na ra do Roza rio
larga D. 8.
1T^ Quatro escravos, sendo urna mulata mo9a e
sabe cozere frzer todo servio de una casa, assim co-
mo urna das pistas : na ra do Rangcl penltimo so-
brado do lado esquerdo ao chegar a Ribeira n. 32.
jTJP* Um cont e duzentos mil reis en moeda de
robre denominada testa liza por moada de prata, ou
sedul-s : na ra Direila a. andar du sobrado D. i3.
|ty Pipas de anoardenle por preco coniinodo : na
ra Nova venda V, 25.
Uro tranceln da ouro com i elogio "de mu-
de ouro, ebon regulador, un crucifixo de ouro a.
vrado, urna cruz, une coraZescom requififes, un par
de esporas modernas de boa prata, una brida e uro
par deestrvosde prata e mais outrasobras deouro, e
urna escrava de boa figura, mossa, cosinha o Diario
lava de barreda, vende na ra, e muto delgente oar
o servico de casa e ra : no,' nixo do Noia casa D
25.
Seis bois de carro, mancos, e bastante KQr
dos, umrelogiopequenojcom ocaixa dej ouro etem
repelicio: notado da Matriz sobrado de dois'anda-
res defronte do simiterio, i. andar.
*3T- 2 pianos fortes em tudo de qualidade melhor
no^sive!, chegados agora: na raa da Cruz n
63. *
*^ acanoaidecarreira, orna ja:encavernada.fe
um porre servida ; eoutra nova sem eavernas na
ra do Crespo D. 9, 1-do do sul; e na mesma se com-
prao bola mansos para ca ro.
y Travs de palmo e couto de grossura e mais
madeiras por preco commodo : a fallar com Culos
Joze da Rocha no armazem de madeiraa na ruadas
Flores.
*o<
Ni
ESCRAVOS FGIDOS.
Odia !. do corren te desapareceo urna negri-
nha erla de nome Theodora, de dade i3 a i4 au-
nos, chbeca grande, cabello bem pixanhim, e preto,
olhos grandes, denles superiores da fente podres, cor
fulla, pez apaljetados, ossos da frente botados para
fora, nariz ebato, e vistosa; levou pao da costa j
uzado, vestido ^de linho de quadres miudos roxo,
carniza de a'godozinho: quem a aprender, ou della
iiver noticia dirja-se ao beco do Monteiro sobrado
que tem varandas de caixo que serio |bem recom-
pencados.
|C^ Mara preta baixa, cara redonda, cabeca pro-
porcionada, beiyos grocos, olhos grandes, peitos em
p e pequeos, pernas arquiadas, e de i\ annos; le-
vou vestido de xita roxr, pao da costa azul con na-
tames brancos em roda; fgida a 27 de Junho do
corrente anno : os aprehendederes leven-a loja da
ferragem defronte do beco da Congregaclo n. 66,
que serio recom pencados.
tW En 3o de Janeiro do presente anno fugio um
escravo de nome Luir com os signaes seguintes : ca-
bra claro, idade de 20 annos, estatura regular, ebeiw
do corpo, sem barba, dentes limados, beicudo, e um
tanto descarnado, pernas grocas, pea conpridos, e
levou comsigo urna cabra de nome Anna forra, de 20
annob, rosto comprido, e descarnado, dentes lina-
dos, e levou urna filha claaa, olbos azues, e con 2
annos da idade : quem delle souber ou liver noticia
dirija-se ao sitio do Monteiro, freguezia de Moribe-
ca que ser ben recom pencado.
NOTICIAS MAMTMASr
Tobos das mares chotas no Perto de Pernambuco
9

"O
>
.2
Q
loSegunda 0 h. 30 m.
11T: i 18
i2Q: 2 6
1.3Q:* J--ti Tarde.
x4S:----- -3-i
,5-S:----- 4-30 a
16-D: 5-42
Navio entrado no da 1 .*
ORTOS DO SUL; 27 das; Paq. Conceicio
Com. o 2. Tenente Antonio Mara Gomes. Passa-
geiros-o 1.a Tenente da Armada Carlos Rodrigue, o
2." Tenente Angello Custodio de O veira, 2 pracas
daMarinha para o para.
Da 2.
RIO DE JANEIRO; 10 das; Bergantn Socio.
dade Feliz, M. Joze Cardozo de Lira : gneros dopa-
iz.
Navios sabidos no dim 1".
R.
.10 G. DO SUL i B. Esc. Matildes, cap. Joio
Ignacio Fer reir : difieren les gneros. Passagiros
Antonio Hermandes, Joze Francisco Camacbo.
PORTOS DO NORTE 4 Paq. Feliz, con. o Te-
nente Antonio Marques de Faria. Passagiros o \*
Tenente Carlos Rodrigues, o 2.* Tenente Manoel
Ignacio Bricio, um mariuheiro, Honorio Jse dos
Santos, Joze Baplista Cmara, Joze Joaquim Ferrei-
ra de Campos, Joaquim Joze daiNevcs, Joaqun Xa-
vier Garca de Almeida, e sua familia, Antonio Jo-
ze de Mello, Joaqun Ignacio Perera, Loareneo Jo-
ze Concia, Francisco Gomes da Silva.
LIVERPOOL; Bergantn logle Liviet, cap. Ja-
mes Bereedye ; assucar, e algodo.
Perru na Typ, do Diario 1855


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