Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02920


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO DE 1835.
TER9A FERA 28 DE ABRIL NUMFRO 67.
MARIO DE PERWAMBUCO
DAS da semana,
-
2T Segunda N. S. do^Praz. no B. da Rec. and. dos' Js. do C.
,lc m. je de t. sos. da T. V. o ("n. & i. L& J. Hs8ti& d* t.
58 Tertf S. Vital M. Rehxte A) e aud do J. de O. de t.


29 Quarta ,S. Pedro M. sessao da Thcz. Pub.
30 Quol) S. Catharina^a Sena. Piel, de ni. aud. do J. do C. de
m. e de t.
1 Sexta Primeiro de Maio S. Felipe e S. Tiago*
2 Sbbado S. Mafalda Re. de m. aud. *lo V. G. de t. em Oli'nda
3 Domingo- Inven^aV \* Cruz ar>n ver-ario da Afesemblca G.
grande_ galla._____,_______^^
/
Tnc'o agora depende denos mesmos, da nossa pi udencia, mde-
rac/J, e energa: continuemos como principiamos e seremos a-
Kmii com acrmfracSo entre as ThqZes ms cii!a*;
Proclamado 4a jjssemblea Geral do Bratil.

Sabscrevp.se a RIO rcis mrnsaes pagos a-antados nesta Typogra-
fin, c na Praca da Independencia N. 37 e 88 ; onde se receben
corr-pop.dertcias teg'ilisadas,- e annunc.ios; inTndo's estes gra.
tis sepilo dos propriotj assighte's, e vindo assignados.

PehnaM6ug0 na Typ. db Pinheiro & Farm; Pateo DA, MA'rtlZ DE'SX?
I I >
Santo Antoni<>.
'iiii
&35S&>--
GOVEfctfO DA PROVINCIA.
' Expeftt'tifo rfr25.

fjfpficio ao Prudente da Parabiba ; que lhe re-
ueUe'pelo Paquete Flix que deve tocar n'aquelle por-
to, osbjfcctos por elle reVjtlsitados, ecuja importan-
cia fic na Thesouraria d'esta Provincia carregada
Thesdraria d'aquella. % .
'Portara do Director do Arsenal de Guerra pira
entregar os referidos objectos ao Command*nle do Pa-
qifete Feliz, e rrriette a contad Secretaria.
Ao Cmmandante do Paq. Feliz, para receber
aquelles objectos, e entregarlo na Parahiba dispo-
sico do respectivo Presidente.'
Officto ao CorriroandaMe das Armas ; que con-
cede a licenca ao Majar Arruda, eapprova a norrea-
cio interina do Tente Coronel J. da A. de S. Va.
rejo para commandar o Brum nos lo dias de licenea
daqulle Major.
Ao Inspector da Thesouraria ; que tem def rido
rep/sentaco que fez o Inspector do Arsenal de Ma-
rinha! para se lhe fomecer pelo Arsenal de Guerra 7
quintas de ferro em barra, vwfo que O'o mercado
carissimo ; e que mande classricar etfa despeza com-
petentemente.
Ppttaraao Directcrr -do Arsenal e Guerra pi-
ra fornecer oferro, de que trata o offi Ao supra.
OfRcio ao Inspector rio Arsenal de M., com-
muiucando a referida providencia.
Ao Inspector da Thesouraria, que remeta a con
ta ddispeza fe i la com os arranjos da Casa das Sesves
da Askemblea Legislativa Provincial, que a requisi-
ta.
-- Ao di'o; que faca cumpriroque resolveo a re-
ferida Assemblea a cerca da iiluminaeo rtVsta Cidade,
constante de officio incluso do respectivo Secretario.'
- Ao Juiz Relator da Junta de Justic.i ; que re-
quisitando o Commandante das Armas o prompto jul-
gamento final dos profesaos de Militares, elig S. S.^
se tem relatado a$uos, equan Junta^ para serem convidados os Vogaes.
/*".Ao Cnsul deS. M. Britnica : que seria um at-
laqe independencia do Poder Judivi*rio, um acto
arbitrario e criminoso, e eapor a Auctoridade do Go-
wemo um* justa e legal desobediencia, si satisfazen- i
do reqnisicao de S. S raan'lasse soltar o\ trez mari-
nbeiros do* Brigue Inglez Argos, presos a ordem do
Juiz de Paz do,2 o Destrieto d3 Refife.; que nao po-
de por tinto mandar sothr esses marinheiro?, que as
Leis tem os meios, que. devenv recorrer.
- Ao .Chefe de Polica ; que da prte do Registo
do Porto ver ter no menino entrado a Galera Toscana,
Resoluta, cond'uzindo;|6 es^ravos, que diz recebera
dd Briue Brr^ Porlugnpz, Ligeiro, que fora ao fun-
donaLat.S. 3 18.', e'Lopg. O Gren. 33." 4-' ;
e'qne como possa haver dolo n'este negocio,* cumpre
que S. S. tome d elle conhecimento, e providencie
que as Leis a respeto n^o s^jo transgredidas;
Ao Bacharel J. J. F. de Agonr ; que ha vendo
a Regencia approvado a nomeacao do Bacharel B. J.
de \liranda Henrque para Jui de Direito da 2.' Va-
ra do Civel desta Comarca, nao oblante o Despacho
para esse Logar do Bacjharel J. J.. Geminiano d? jM.
N., pode S. S. cofiliuu tr po exeroicio de Juiz de Di-
reito da Comarca, ficando sem eTeito a ordem d
liontem.
Ao Bacharel B. J. de M. Henriques sobre o
mesmd objecto, e declarando sem eFeit a ordem de
hontem.
* Ao Bichare) J. J. Geminimo de M. N. com-
rpunicando aquella orijem da Regencia, e que fiea de .
nuhum tff( ilo o despacho do Governo de hon-
tem.
A' Ca.aiara Municipal desta Cidade ; que a-
chando-se enm asscntQ{na Assemhlea L. P. smente
29..Reputados, cumpre.qne ella envi Diplomas aos res-
ppqlivos Supplentes, como resolveo a mesma Assem-
blea.
Ao Inspector da Alfandega ; qne facilite p exa-
me. que tem de fazer as Armas'Nacionaes vindas de
Ing'alerra o Director do A. de Guerra.
Ao dito Director, conimun'cando a providen-
cia supra.
_~ Ao Inspector das Obras Publicas ; que informe
cir.eunst to Consalho Gt-ral entregan n'aquelie Alfoxarifado
todos os movfis e ppiteiues da nusma.
- Au Inspector do Arsenal de Marinha, remet-
iendo .para sua esecuvo o Aviso da Secretaria da Ma-
rioh'a, que manda que a inspeceo-dos Navios de Guer-
ra seja feila pelaOfticial maisantigo, e nao peto "los-
MIITII ADO


w
Rector do Arsenal, como tora ordenado em Aviso de
11 de Setembro do anno passado.
__ Ao Commaudante das Forcas Mafima para
cumprir o Avizo, que ordena que siga para a Corte o
2." Tenente JozeMara Guerra da guarnicSo da Escu-
na Victoria.
MEZA DAS DIVERSAS TIENDAS,
A pauta he amesma do N."65.
PROMOTORIA PUBLICA.
Falla do Promotor Publico em introduco sua
primeira acusacao no Jury.
Eu falarei somente a vossa rSSo, efarei valer con-
traocrime todas quantas provas poder colher, e es-
l rprto -- r.Lho. ida a culpabdidade do Reo.he-
J2J3T. na correspondente, be* como<,u ..
veris ao innocente. t
He .ssim que em minha op.niao julgo cumprir os
meas deveres. Vos Snrs., que os vossos w bp
osconheceis, eiquem a Soced.de ...cdm .im-
portante tarefa de garantir a v.da, hberd.de, e bens
dosCid.daos eosocego publico, pumndo os pertur-
badores dsite e os que contra elU -te* estou qu.
So Iludiris su. eipecUtiva, e queeonBrmareis o .
so que de vos lem feito. O Publico tem os olhos fi-
los sobre nos Senhores, esforcemo-no* por ntiAnr
seos votos, e esperances.Doutor Et.as Coelho Cin-
tra.
IV
_ A o esperis Snrs. que entranhando-me no vasto
;campo da eloquencia Ora oria, eu ponha em acao o
tpalhetico, procure mover vossos aiectos, e menos ain
da que prorompa em enveclivas contra o Reo.
Ealeeililo, alias*seguido em lodos os Auditorios da
culta Europa, e empreado pelos mais famosos Advo-
cadas da Inglaterra, e Franca, parece mais propna
desscs desaventurados tempos emqe tinha por base, e
(im a Jusca criminal, a vingaca do Poder menoscaba
do, ou-atacado, o era cada punico huma victoria dos
Imperantes subre o Povos, hlcanc.ada por delegados
daquel'e contra os membros deste ; do que de nossa
poca cm que he seu fm a seguranca, e bem estar da
Sociedade, e o castigo dos culpados, urna conquista' 8a
raso sdbre a imprubidade, da Jstica sobre o crime,
conseguidas em noroe da Nacao, e por elleitos seus
contra o ocio rtfratorio, que menos-presou as Leis, e
atacou direitos, ou da Sorieda hum i- deseusConcidados. Nste caso, Snrs., que
he o nosso, vista nossa arginisacao Judimria, e*jul-
ga ment por Jurados, escolhidos da NacSo, e por e
leitsseus, o simples desenvo'vimento dos pontos de
acusacao, provas em que he bascada, artigos do C-
digo em que est o Reo incurso, e quando muito re-
sultados neces>ario9 do crime em Juizo, e os de sua
impunico, sao meios suficientes para esclarecer vossa
consciencia.
E nao temis, Snrs., que seja por isto (Yaca, e im-
perfeila a accusaco : ella ser ao contrario mais va-
lente, e nem vos seris conduzidos a ter piedade do
reo vendo o invectivado, e perseguido com furor pe-
lo Promotor Publico ; nem, esclarecida vossa consci-
encia sobretodos os pontos, e como todas as pro vis,
iju ministrar o processo, podereis evadir-vos, s p
quisesseis, a pronunciar cumjustica.
Deixemos, Snrs aos Advogados, sempre empe-
nhados na absolvico do reo, o em prego de todos os
meios sedutores, e praticos, capazos de tocar tosan
coraco, e deslumbar vosso ent<*ndimento para assim
a conseguir, e ainda contra os dicta mes la rasan, de-
veres de probidade, e eipressi determinaco das Leis.
lie hura-i victoria que canta seu orgolho, e interesas
sobre o imperio daquellas, tanto maior he o seu triun-
fo, quanto mais profunda a chag, que a Sociedade a-
brero. .
Promotor Publico, tanto como vos, Snrs., nte-
ressado na punico do crime, como no triunfo da ino-
cencia nao verdugo da humanidade, porem final ra
Le, cujaexecuclo me cabe promover, nao julgo ne-
cesario, por em moitneoto vossos affectos, e ptiOes
para a conseguir. Seria isto desconfiar do vosso pa-
triotismo, t integridade.


CORRESPONDENCIAS.
Snrs. Redactores."
Tlnh dfterminado nao responder ao seu iario
de 8 de Abril do corrente anno ; mas prevendo qut
do men rsilencio podesse o judicioso Publico tirar .1-
guma illaco desfavoravel, determinei-me responder-
Ibes, principalmente por conheCer que Vmcs. naoti-
vero em vistas o arguir-me de tratar aos meus Com-
provincianos de vil manada deescravos, e sim desh-
gurarem o sentido da minha correspondencia, para
Lim iuculcacme de servo do Sor. ManoeJ de Carta-
Iho; ao que passo a responder-lhe,. que jamis. i5to S8
denrehende do sentido dessa correspondencia, quar.
do digo-Nao admira que o abaixo ass.gnado seja laxa-
do de sedicioso, porque/ile certo o foi em 1824 quan
do osustentou no Governo que elle Presidente taoco-
vardemente ab.ndonou, do que Ihe sobe o sangue ao
rosto de envergonhado todas as vezes que se lem>r f
de tal ter praticado-E como destas expres^oes poJem
conoluir os Snrs. Redactores, que fui servo da &nr.
Carvalho. Acaso sustenUl-o no oyerno, quando U-
ludidamenteoiu'guei necessariow sena ser semdor
daquel'e Snr. ? Ninguem o dir, a nao ser a grande
vontade, que os Senhores Redactores liverao de n-
culcar-roe por humilde servo do referido Sor- tarva-
Iho, o que nao podem acreditar os Per.rambucanosque
bem conhecem a independencia do meu carcter, rn
quanto aos Snrs. Redactores dizerera, que eu p^T*
eonsequente ser deveria renunciar a minha patei
, g^nha pelos servicos de 24, respondo-lhes, queenga-
naro-se, qnndo tal afBrmario, pois o posto que i
queri nao loi por taes servicos, e sim pelos da Um?*-
r,ha da B.hia, e ganho custa de meu sangne derra-
mado nos ampos de Piraj : assim como, que iguai-.
mette enganaro-se, quando disserao, que tiuna -
querido tal posto ao Governo sedicioso de 24, p
que ninguem poder mostrar requerimento le"
ao Snr. Carvalho este respeito ; e nao sel como o
Snrs. Redactores ignoro que estes requerimenlos na
se fazem aos Presidentes, esim ao Governo bupre
He verdade, que em 24 fui promovido a 1* le"'n '
maste posto nanea requer, e os Snrs. t\e a
julgo eslo certos, que de U\ proposta nunca se tra
ao depois do Sete de Abril.
Sou Snrs. Redactores
Seu aff'duoso Am,S0.,
Antonio de Bai ros Falcao de Albuqierque Mar*'
nhao.
Foi para o Judicioso Publico nao. tirar alguma des-


(3)
0
favoravel illuco, que o Snr. Barros em fina se resolA
rea a replicar sobre oque dissemos sobre a sua cor-\
rcspondencia inserida no Diario no. 53. Sentimos que
o Snr. Barros nao dsempenhasse completamente a
sua intencao, falharcdo nos bons principios de herme-/
neutic. Admira, que o nosso Correspondente in-
crepando-nos de tercero sentido de suas expressoes,
(noque engariou-s) Retorca lie a seu bel prazer a
forca do nosso discurso. : Nos dissemos que o Snr.
BarrosTOnfessando-se sedicioso em 24 por devoco ao
Chefe do partido daquelle tempo, e nao pela causa da
Patria.. o que o Snr.Birros a^te conceder : ou a
opposieao de Pernauibuco era 24 (oi justa,, ,ou injusta.
Se justa, seguindo- como seguio, deque tem a en-
vergonhar se de servir com o Chefe ostensivo do par-
tido, nao obstante seus defeitos pessoaes ? Se injustaX.
e o Srrr. Barros foi lludido (valha a verdade) seguio-\
a maquinalmente como servo das opinioes (Jo Snr. Car-
valho, e nao como seu servo commensal em cujo sen-
tido parece que nos arge o snr. Barro. O que nao ,
sabemos ainda, he emque eparca reconbeceu o nosso
Correspondente a covardia do Senhor Carvalho, se j
foi logo na sua retirada era 1824, ou depois de 21
de Dezembro de 1835......
Quanto ao Snr. Birros, diierque a sua patente foi
ganha em Piraj, e nao pelos servicos de 24,tem mui-
ta razo : nem n o contrario asseveremos. Mas que
depoisdo 7 de Abril o Snr. Barros juntamente com
muitosoutrosseus Compinheiros fizero desdes servi-
cos um grande motivo par que o Governo Provincial
Ihes mandare abonar os sidos, isto he huma verdade
que te>temunhou todo Pernambuco : que nesse tempo
nao subia o sango* ao rosto do Sr. Barros na record i
eo de que fora promovido a 1. Tenente ISobem be
verdade: que se viesse o soldo^omptente, seriare-
recebido sem comomssao, lobem pode ser verdade.
Nao dissemos que o Snr. Birros tinha requirido pa-
tentes ao Governo Provincial, isto he falco : disemf s
sim, que mencionando servicos de 24, tinha requeri-
do a reintegracao da sua parte; e est visto que sena
ao Governo que confirma patentes. Diz mais que nos
nao Ufemos em vistas o arguilo de tratar aos seus Com-
provincianos de vil nunada de escravos : sim. Nos
nos o quizemos fazer odioso, por isso Ihe restituimos
sessa injuria, mostrando depois que o Sr. Barros nao
)bstaule sua boa ndole nao tinh teiiea de princi-
pios. Perdoe nosaa franqueza, e digne-se aceitar
todo o noseo respeito, e eslima.
s
jQabto a carga.
Para o Rio Grande do Sal.
Egue viagetn o B. Escuna Unio : quera np raesmo
quizer carregar, ou ir de passagem, diriji se a aeus
consignatarios Rozas & Braga, no largo do Corpo San-
to n. 5.
v
M
lelao'.
\
J. Calmont & Comp. azem leilo de fazendas
avariadas as quaes sao vendidas por conta do seguro, t\
e tambera algumas fazendas liropas, em sua casa ra
da Cruz n. 11, na quarta feia 29 de Abril as 10 ho-
ras
THEATRO EOLINDA. \
f^Uinta fetra 30 do correte a Companhia do The-\
airo do Reeife vai r<-prezentar no daqoella Cdadea;
insigne Peca composico do grande Antonio Xavier
Alnimiga do seu *exo, ou o ceg de chorarUrna ca-
vatina UmDueto-e a bellissima Farca--Astucus de
Urna Gamenha.
S
ANNUNCIO.
^ Ahiu hoje a luz a Voz do Bvbiribi contendo, Re-
flexes sobre o Para- Boa f dos rusgnentosCarta
dura dcsordeiro do Para a ura Amig. nesU Provincia
Decizo da Asjemb!a sobre o requerimeMo dos
Snrs. Carneirose Noli- ias.
I

l]
enaag

M cara tje sobrado, sita no lugir do caes do
Mal-fiado : na ra do Colegio na Ipja do sobrado D. 3.
\cy Umraolecote de 20 annos, crilo de bonita
figura, e bom cosinheiro: na ra dos Martirios D.
14, ou na praia do Collegio junto ao armazem do Ma-
ior Costa da parte dosul.
fc^- Urna trave de 45 palmos de comprido, e qua-
ze palmo e meio cm quadro, de B*rab : por darr.
da ordem 3.* do Carmo casa de Joaquim Joae Fernan-
des.
^- A pose de um terreno no fim^ da ra ae a.
Rila Nova, qu^si atlerrado, cora rouila'pedra, 72 pal-
mos de frente e fundo at baixa mar: na loja de
cambo na praca da Independencia n. 20, se dir quera
vende. ... i us
*y Verdadeiras pillas da familia chegadas lti-
mamente do Porto tanto em pequeas porcSes como
ero grandes, pozes para limpaj dente* e conservar, e
b.Xisgrandese ppquenas : ia ra estreita do Rozano
Botica de Joo Pereira da Silveira.
1&- Um escravo ladino para fora da praca, por
p.-eto commodo : no alterro dos Aflogados D. 27, de-
ronl* do viveiro do IVluniz.
fcy Urna escrava mossa de bonita figura, e avista
do comprador se dir o motivo porque se vende: na
ra deS. Joze D. 8, lado do nascente.
$3- Urna cama grande de peli em bora uzo, por
preco commodo : na ra de Santa Rila oova sobrado
D. 15. -
W3- Sacas de arroz vermelho e branco de alquei-
re pur prepo commodo, garrafn de anniz, botes da
r.n,, B.hiano areia preU : na ra do Livraraento ven-
*&&* Bixasboas chegadas ltimamente de Lisboa,
por preco commodo: na venda grande do beco da
Lingoela n 4, de Manoel Goncalves pereira.
^w- Vende-se, ou troca-se ura negro moco de 1S
a 20 annos, com principio de marcineiro por um ne-
gro que saiba f^.er todo o servico de ura sitio : na rua
JNovaD. 5 defronte do Caldereiro.
fc3- Urna negra de bonita figura, do 14 *"*<**
um mol-tinho da mesma idade : na rua do UUegio U.
8 em casa de Joaquim da Silva Salles.
CJ^ Urna venda cita no principio do atierro dos
A Bogados com poucos fundos ; na rua da Cruz arma-
zem n. 10. j
v Mantega muito boa ltimamente chegada,
chocolate Mfo"ierTeja branca, caf do Rio era sacn*,
-
c_>


jkl
1H

,
C4)

1 i i... ,
fjigos de garrafas razias, Cirinln americana, viuho de
Lisboa do porto mnito bom m bacris,e sabio era
caixas di 30 libras, vdo por preco commodo : no ar-
mazera da ra.da Cadeia velh n. 9.
--------:------- .5
IJM abito d Christo pequeo, e 600 rolos de co-
queiros: atraz da ordem 3.? do formo, rila do Fer-
nandescaza da esquina de 3 portas, ou na ra Nova
loja de ourives D. 21.
t& Palaroes a 1$720 era< borogobre \,, na loja de
ferragm'na esquina do beco defr.nvte, de N. S.,do
Terco; a padaTa das 5 pontas D. 20 lado djretto.
rt: D,: Carlos B.lthzaf da Silvetra ; Ia*>_ P<^Q,
Soares de Albuquerqne fVanot lanado dos Sanios *j,
Francisto' Jz Cort Imperial, Profesor de fnmm**-,
i .____
letras.

amigete
XmLuga-se urna casa terrea com duas sallase quatro
tT^Avia-se'ao respetarel pilbhco.que>fabrica \ ; t
^ chpeos de seda anllente de I*niel Vamo>y fcrr, \ .
g>ra ertencente a Augusto Clamen, at o presen* es,-
bflmrfi na ra Mova D. 23 mudou-se p*ra arua
da cadeia do Recfe D. 4o, loja do chapeo encarado.
O
IQ1 t
tfurfo.
t. Abaixb assignado f*z sciente ao respeitavel publi-
co que na manh de 27 do corrente Ihe, furtaro um
par ce casltcaes de prata, e por tsso roga qqe nin-
guem oscompre, ea pessoa que souber quem foiivin-
do annuncir rWbera um premio Que ficar salisfei-
ii.
Joo Rodrigues de Miranda.
-......
3bts90 particulares.
J. Goqnet Francez de Nacio, Professor de
Mnemoteehmia, u mamaria artifi ial, e de Tachara
pbia ou arte de esc rever too, depresa como palavra.
Pareripa bo respeitavel Publico que elle vaialjrir hum
curio de ambas as ditas artes nesta.Cidade do Recife,
e na de Olinda : era consequencia rs pessoas que de-
, zejaYem eonWer as condkos das sub*criioes dirijo-
[ serfstTypograpUi, ou \da Senzalla velha. Oa.-biha.n.tes s^ccessos ayancados
na^ahi pelo dito Proessor se coroprovo pelo docu
ment ab*ixo transcripto. > .
No* abaixoassignados, subscriptores do 1. Curso
deMneraotechniaou memoria Ar_i*fifi^l do Snr. J. J.
GdHPt, atistame* como o dito Sr. tem prehenchido,
emitido e.por t-rdo, as clausulas a que se ub'igoa .o
seo prospecto, eqtie por tanto desde ja Ihe perte.ncem
as importancias das s-ubsrrip^'S por nos depositadas
taifto na sUa mo, como n do depositario ; e por tanto
em signalde verdade e agraderimento, Ihe-passamos o
prfezente por nos asignados para ilie servir onde pre-
ciso Ihe for. Bahia 20 de Marco de 1834. Maroes-
chfe, Cnsul 4e- Frunce o Dr. Aotonio Fc-rreira
Franca, Deputado ; Cornelio Ferreira Fran:a, )e-
ptado; o Re'v.'P. M. Antonio do Paraizo, Religiozo
Fraueiicano-, o Dr. Tito Alexand-e Cardo/.o de vel-
lo; AgostinhoJoze da Silva Go.linbn; Domingos Jo-
ze de Amorim P^dro Rib. iro d^ 01iv< iro ; Jap.tje
AWVJo Jorge; Vicente Rb^iro Moreira ; Eugenio
Qebos; Hippolito Perret. Prnf. s^r de Mahem^iiea ;
o Dr. Joaquim de Souza Vlfri i P"dro Eugenio peffl;
o-Doator Getjrge E. Frailibaikji; Joze Lourenco So-
bral ; o Secretario do Governo, Antonio Joaquim Al-
vares do Amaral ; o Dr. Gomes Pmfessor de Geo-
crapbia; Antonio Joxe PeNiw Arouca 5 Au^i^q
3* AntoaioCWlhoPereira, morador ha Cd^e
Paratiibado No.ite, faz snber ao Publido |ue elle
retira dquelU Provincia. : ..~v -
A linho, com officio de sapateiro,- o ttull repre-
ZHita tr 14 para 15 annos, seco do corpo, cor fulla,
boco rnde, beicos grocos, e aorelha esquerda repu-
xada para sima ; futido no dia 22 do corrente, com
"calca de alpdozinho, chapeo novo de timbo braceo coin
fita preta 5 o qual cri'^ os aprehendedore|. pooe-
ra leva-to ao seo senhor morador a ultima caa nova
de Joo Zurr, k na ra da Florentina, que serfio bem
recom pencados.
NOTICIAS MARTIMAS.
Tobos das mares cheias no Porto dePcmambu*.
\ Segunda 5 h. 18 m;
2 _T:--- 1-6- 6
3 Q:- i 6 -5-f
^ Q:-----J 7 42
5 S:----- 4 ~ -8--80
6 -M6M------ 2 9 I8
7_D:_ -10- rs
-o
o
Manha.
.
Navios entrados no da 25. .
Havre de grace ; 34 dias 5 b. B*rca fam
Cap. Gueber : diTerentes gneros : Duburcq. Ton.
356.
Z>w26. t
BAHH ; 8 dias; Polaca Sardo Bostica, Cap. Mas-
sana : r-rnesera. Ton. 150.
PORTOS DOSUL; Pq* Nacional Leopoldina,
com. o 1. Tenente Jo/.e Ferreira Guimares. Passa-
riroso2.Tenrnte d'Armad Fernandes Vieira d*
Ro(hi, o 1.- Tenente de Artilharia do Cear Joo da
Silva Pedreira.
Navio saludo no da 25.
AftACATI-, S. Flor dor0; M. Joze Rodrigues
Pinheiro : vinho. Passage.iros 2.
Di^ 26.
BAHA Pat. Amr. Tabasco, M. P. R. Stanbope;
com a mesma carga que etitrou no da 24.'
Pern. na Typ. do Diario I83S


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EY4FH65IK_QWV2S5 INGEST_TIME 2013-03-27T15:25:08Z PACKAGE AA00011611_02920
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES