Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02916


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Full Text
ANNODE1835. QUINTA PE1RA 23 DE ABRIL NUM^J
^^^^w^.^,^^,,,.^^.........................M.....km.......wltt,tt,w>MWtMtwt>tMt>M 7"o es.

I
DI4 PASSMM-V.
iO egitftff >fc 1; Oiaaia S/i^nez.
;f?r >smJln
21 .Terca, 1 Oitav .S. Anselmo.
, llrffrib dr o-1nonos 1 16*
3>flQDirfa.<>$J AftW BaJHwji Ses* daThJ. ?b.r Abreve
' 2f',upfr9S.' Jorke'M.i jfbl. de m. aud. do J. do & d' m. e fle
'tardi;r ViJ
**'' dft* ^^^^ttJWn-^*8^ Th, P.?a(.'.do J. de O,
^'m^ S. ttucof fttt*. t^e!. de m. aud- do Vig. G. de t.
em O.
ft Domin^ d* Pascoella- Futida, de N. S.
Tudo agora depende de nos aesmos, da ora prudencia, mde-
racao, e energa: continuemos como principiamos, c seremos a-
< pontadoi com admiraco entre as Nacdes mais cultas.
Proclqmafao da Assemblea Geral 4a Eratit.
, \
. Sbscrpvfse a 640 res mensaes paeos adiantados nesta Typo/rra-
-, e hafrac* da Independencia N. 37 e 38 ; onde se recebem
correspondencias legalisadas, e annuncios; inserindo-se estes gra
tis sendo dos proprios, ssigtiantesT'e vinfio asignados.
Pli^AMBircl^,TV^v DEPmHEmp & Faria; Pateo da'Matriz de Santo Antonio.
v --------

GOV
lll,
. ..
PBQtylJKClA.
Expediente do dio, 22.
VFfieio ciado ao Juiz de Direito, da 2.* Va*a do CrUne desta
Comarca,^ J. J. Ferreira. deAguiat para se encarregar
das funccSes de, Audjtpr de Guerra, por Ihe competir
esse exercicippelo Decreto de 12 de Agosto de 1833.
-r Ao Inspector da Tbeo^raria de iguaKteor.
Ao Juiz de Direito cima dito, para se encarre-
gar do que fie* referido.
T Ao Doctor J. B. da Cunba Figueredo dispen-
sandQ-o acjdele exe,rccio^
. Ao Inspector da Tesouraria exigindo parasa-
tislazer a, Assemblea L. Provincial, uma.conta da des-
peza feta com a;s Guardas N. desde a sua organisaco.
Aodito, que providencie que o fornecedor d'a-
gua para o Brum, raapde para ali boa agua.
Ao ditp que mande exigir dos donos ou consg-
anos d.GaleraNqva. Aurora a despeza de trez ti-
ros que Ihe fez a Fqrtaleza do Brum, por Ibe nq ha-
veraprezentado o coropeterite~visto~ou passe--.
Ao dito, que mande fazer assentoaos dous cor-
MEZA DAS-DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N>.' 55.
CORRESPONDENCIAS.
Vj
Snrs. Redactores.
etas do Batajho de G. N. de. Goianninh
T Ao Comandante, das G- N. da dit
Mff .ita Povoaep
communicando a provijeDcia do oflicio supra.
Ao Chefe de polica, que nao pode ter logara
r;quisicp do C|ie# de Polica da Parahiba, cujo offi-
t'o.enyiou e reverte, por haver ja partido o destaca-
ment d'aquella Prqvineia. "
A,os Priores dos Conventos do Carmo, exigindo,
para satisfazer Asserpblea Leg. Prov. copia auten-
,ca do instituto, regra, ou estatuto de sua cpmmuni-
a(5i urna relajo dos Religiosos, com declarago da
rez,d.eqca, eempregos,; outra dos bens que possuem, j
seUs rendimentos e despezas ; e outra de suas dividas./
J^T Ao Comman4*intedasG. N. de Nazareth, que
"ap.ode. levantar a suspenco intimada ao Major e
aPto(;am(pe.ro do seu Bataho, por se haver ord-
uado ao Juiz de Direito, que os fizesse processar,
Mltfk InH. 1 I ( 1 "1*11
le-.
o
^efari, qua^do sp !be nao acheculpabilidade.
I, e muito me satisfez a leitura de huma carta em
o seu Diario n.58 de bumSnr. Caranguijo'aCer-
qa da regeicao do infernal moeda de cobre; mal este,
que cotidianamente flagela a toda esta Provincia; como
porero, Snrs. Redactores, casualmente escapasse ao
dito Snr. da correspondencia, o motivo genuino,
porque jamis tem aparecido (hura prempto remedio
a semelianle maj; eu vou manifestar tal qual a razao
do roeu dito, e vema ser, que se os Snrs. Senadores,
e Deputadps da Assemblea Geral do Brazil, Regentes,
Ministros d'Estado, Dezembargadores de todos os Tri-
bunaes, Chefesde Polica, Presidentes de Provincias,
. Marechaes, Brigadeiros, Commandantes d'Armas, ^
Coronis, Majores, eflectivos, e reformados, Capiti-"
es, Ajudantes&c. &c, e lodos^quantus tem nome de
Empregado Publica, sm Snrs. Redactores, se todas
estas Personagens cima declaradas recebecem suas
^enspes, em. a actual moeda de cobre- em que^o, eii-
to muito haveria aparecido huma prompta >e santa
providencia; porem nao tem aparecido esta, por que
os ditos raeos Snrs. recebem do cofre Nacional seus
sidos era boa moeda de prata no valor de l$a00 re*
hum pataco, que se troca no mercado por 1$680
reis por moeda de cobre chamada do rei velho, eis-
to nao faz mal a ninguem : ora digio-me, Snrs. Re-
dactores ; quera sentir os males incalculaveis, que sof-
fre.rn.os pobrissimosPaesdfe familias desta Cidade, que
o pouco, que ganho petes seos officios, e que recebem
por paga huma moeda despresivel, que ja se nao ac-
ceila era mercadera alguma; sim quera sintir ? Quem
acudir as Jiecessidades Publicas P Seo mal da moeda
de cobrej>e*asse sobre aelasse chamada da primeira
prdem, e que essa classe passasse pelas calamidades,
que passa a pobreza desvalida, entao, torno a repa-
tir, a muitosannas teria parecido o huta geral, que
todos desfijamos; porem dizem os grandes Persona-
gens emsomdemofs nao importa, que morra aome
II FfilY/FI
1
L


**-
1 J
e a
roiserit efse Pavo', (pohre Povo, descanca cm p*-
) queo6t de,verv he uabalhar para np3 grandes,
embora tifo dos eleve a Senadores, e Deputados, por
cujos Empregos temos seguro os tiossos nove mil cru-
zados em prata L .. Snrs. Rededores, o negocio be
mais serio do que se pensa !... O Povo, ja nao po-
de supottar Unta dormencia da parte da Assemble
Gera-1, que parece tnuilo de proposito estar surda ao<
clamor geral da Ndco 1 Em concluso, eu vejo por
instantes aparecer por iodos os ngulos desia roaia-
proposito pelos-homen?, -que regem os destinos doBra-j
z; e ento, Snrs. Redactores, pretender"o os Illms,
Snrs. Deputados desta Assemble Provincial, verera(
a sangue fri aparecer a desordeno nesta Cidade e Pro-
vincia P Julgo, que nao-, por isso, que no circulo da
npssa Assemble Provincial, existem verdadeiros sent-
mentos de Patriotismo nos Representantes Provincia-
es, os quaes daro remedio aos nossoa sofriroentns.
N verdade, Senhores Redactores, confesso, que foi
geral o contentamenlo dos Perna robranos, quando ern
odia primeiro dos Irablhos da Assemble o Benem-
rito Deputado Gervazio Pires Ferreira apresentou
Cmara hum requerimento, ou Projecto sobre o de-
preciaflento da actual moeda de cobre, fazendo sen-
tir as ncessidades publica*: louvores Ihesejo dados,
e a Divina Providencia queira accrescentar seus das,
paraquedle sempre corajosamente pugne pelos Di-
reitos de seos Comprovincianos. Qml ser melhor,
Snrs. Redactores; que apareca huma desordem popu-
lar,' era que o mais forte obrigue o mais fraro a accei-
tar huma moeda desgracada; ou aparecer huma me-
dida provisoria demelhoramento, the a deciso da
Assemble Geral a quem compet por Lei providen-
ciar t respeit'o ? E a quem deveremos recorrer no e-
minentissimo perigo em que riosacbamo"? Aos Illms.
Snrs. Deputados Provinciaes em a Assemble reuni-
dos, requenendo-lhes, que cora toda a presteza curem
seos Comprovincianos do abismo, que os aroeassa ; e
so o nofizerm, ai de Pernambuco. Snr. Redacto-
res, deseara eu ter a eloquencia de hum Cicero, pa-
ra melhor expender oque levo dito perem fiz oque
dicta minha razo, por isso que sou hura simp'es
Sentinela do Colegio.

Snrs. Redactores.
Ao veem Vmrs. o misero estado, que nos tfm
levado a maldita moeda de cobre, essa prga que, tan-
to nos amefina e atormenta ? Nao ouvem Vmcs. os
clamores do povo ? Acaso nao Ibes rhegcu anda ao
conhecimento, que seacbo parausadas as transaees
dos negociantes, que ha mais1 de 2 mezes nao podem
fazer cobrancas, porque seus devedores nao tem cdu-
las, com .que Ihes pak-uem as dividas? Nao sabem
Vmcs. que tudo est na maior confuso, tanto o po-
bre como o rico e que hoje se nao sabe qual o d-
nbeiro boro e qual o mo ? Acaso duvidar alguem
que os 400 centos que sahirao do Fr8rio mal ehegao
para meia duzia de capitalista* e que os mais eslo com
as suas razas abarrotadas de cobre, cuja grande parte
hoje refugada por todo-y e que existe na realidade
no mercado grande faita de meio circulante ? Grilpm
pois meus R. R.; bradem, e, se possivel for, at re-
bentarem, para vermos se d'esta arte despertamos do
letargo aos nossos Deputados Provinciaes que pan -
cem estar surdos aos males que padecemos.
, O Desesperado.
TT""i*
COMMUNICADO
- -.T
Jl .Com efiDeito para admirar que a nossa ^ssemUea
Provnciai, quasi que insensive aos males qtj* opri-
mem este malfadado povo, e sem duvda digno d me-
lhor sorte, nSo tenha querido tomar medidasacer-a da
moeda de cobre. Dizem os Snrs. Deputados (com pe-
ouenas excepcoe) que nSo podem lancar mo do -
oediente, que recorrero o ear e MaraiihSo, re-
duzintioova.u. ?(7CMrr.^Y^?o"^^j.^- v;
ella corre, por qe isl val encontr ao disposto no
p 17 do rt. 1 o da Constitoic do Imperio.' Omali-
vo alegado seria na verdade plansivel, e sift re>tipa,
se escrupulosamente sempre se tivesse guardado a Le
fundamentar; ese as circtnstarioSs, em'qtfe nosacha-
mos naofossem de, Unto aperto. Afas pergutare.
mosquantas coisas mas em.si mesmas se n5o fizerao
e se bao de fr contra a Constituicio ? Quantas m-
fracSes desnecessarias, despotices e acubertadas com o
taha vopuli nao tem sido pralicadas at pelas pnmei-
ras Autoridades? Ora dar-se-ha que a Constituyo
s sirva debarreira quillo que essencialmente bom,
eque vem aliviar o p0vo da grande miseria em que
iaz envolto? E quidse o povo desesperado lancar mao
das armas para obter oque, atientas as circunstancias,
se Ihe poda conceder por bons modos, e quando pao
ora segundo a Utera\ dispositSo da Lei, pelo menos
conforme todos os principios de equidade ; po que
as urgentes necessiuadps que padece o povo se nao re
medeio com dilac5es ? E' raister que a nossa Assem-
ble pondere atentamente no caso, e que dos dots ver -
les escolha o menor. Sim mster que ella tome al
guma medida arerCa do cobre.
D is sao os meios que a Assemble pode empreg*r
acerca da mOeda de cobre ou decretar que corra toda
a moeda de cobre que ti ver O pezo legal e nSo for v.si-
velmente falsa, equeseja admitida as estacoes publi-
cas at virer novas providencias do Rio de Janeiro
(que alguroa por ceno sa hade tomar, pois que nao
convem dar ensanchaos aos fabricadores de moeda
falsa, enero o cobre por si mesmo hum genero de
moeda proprio para as transaees d'algum vulto), ou
alias manter na circnUco tanto cobre com o eu valor
intrnseco, quanto basta para s trocos miudos, e su-
prir o dficit com cdulas. P^a isto seria nnster que
se marcasse hum prazo rasoavet para se recolher todo
o cobre que tiver o pezo lepa), e nao for visivelmenfe
falso. Ao posso que se receber este cobre, dar-^nh*
aos portadores do que trOuxer, por exemplo, 100 2)
res 50$ em cobre velho carimbado, reduzdo a rne-
hde deseu valor (econsta-nosque no Erario exisiem
100 contos desse cobre) e os otms 50$ em cdulas.
Ocobrerecolhido ser logo carimbado e reduzdo 1-
gualmente a metade de seu valor nara se trocar p
aquelle que for entrando. Como se nao pode reeo-
Iher de pancada toda a moeda que existe seria preciso,
que o cobre carimbado que sahisse do Erario_ 6l..
rom metade do seu valor nominal e que o ou o
tinuasse acorrer com todo o seu valor nomirjai,
completar se o recolhimento do cobre, depois do q
nenhum dever correr que nao seja carimbado e p
metade do seu valor nominal. Consta nos que a nos^
Assemble pretende prorrogar o prazo que esta e
a Lei de 3 deOntubro de 1833, mandando ^^
novamente o cobre e emitindo em sen lug*[ ^
contos de reis de cobre carimbado que se achaO ^
rarin e cdulas, quantas sejao ncessarias pa*a c"
o dficit. Receamos que a emenda noseja peo M
o soneto, queremos dizer, que essa quantia que s p ^
tende emitir nao seja proporcionada s precis ^
Provincia e suficiente para os troces miudos, eq
\


(3)

K.#?f?W',i P3,9q0s^l?osioferpe(dufir em^um.*,
tena \5b importantes eespera^os;qufia Meipib)^,
ndQ em consjcier^ao ftegppWd^as provi-
ero era
-B
>vt sb IibIVI
ZOSSQpre a Assemplea Provincial,, um
- ""nrtfIUI
, JmgBblJD TOJ53321Z 80?S
._ 2 arti^s sobre a Assem,plea Provincial, um
^^o^SSj&Wf'S^t HflWW' etamargo, um sobr
a raoeda decobreque tiver o pezo, nlo sendo fuada:
h&iru&An Padre O. 1.
na ru a%
mepto.s,d^,Provincia. ,.:lq $y
.OS .n r.i'tubffpwill v Isuo' irb sui t-a.J^'
-r.u fib GniJgJ. Boijfimmfi'iO.ab lo^eloi1*
o *
U*
ab
! ?rfc
vow$ bo Coleto, i i

!k>

A
ni Sumaca Conceico Flor d mar recebe a malla lio--
je*23 as 11 horas da manha.
fr^ A Sumaca Feliz Desfino, de que Mestre Jo-
ze Maria Ribeir'o de Carvlhb sai para a Bahia nordia
30 do corrente.
Cafeto a carga.

Parara/Bofc la bm eseatta por Ma ei.
.4-

! Sumaca Esperanca, boa vellera, sahiracom to-
daahrevMade: quero quizer carrejar dirija-se em
caza de Bolli & Cha van ni Frres, no Forte do Mallos,
ouaoCaRrt6a.jeu,bQrdo.
Para o Maranbo com escalio peloCear.
fcy Segu viaeejm no l-'de Maio p Pataxo Brazi-
leiro Santb Antonio : qem no mesmo quizer. car-regar
ou ir de passagenf dirija-so a Manoel Goncalves da
Silva, ouao CapTaoJbordo co raesmo.
, '- *

M moleque de 14 a 15 annos, e de bonita fiftUjPM
na ra do Cal/ug lpja;dreto)befo D-. 3H]
$ry | pa.r de rxnetn,r nm mu4 tadrfd1 brilbantes^
e um par de pulciras de filagr de mnito bom gsto
e por preeo coinmodd : na'praca da Uo'iao lo^a n. 40.
^3** Sicca) de arroz! braneoi e ditas de hrinhi, e
Jouca da Babia, tanto'a j-etlho'teomo por junto \ rece-
be-se toda a moeda fendo o pezo, e vintem de duas
cruzes: na ra das CruzesD: 53.
Kf&* Louca da Bahia por todo dinheiro que tenhi
o pezo, seja ou nao deduascrues : por detraz da ra
Nova casa que faz frente para a ra do Callaboco no-
vo.
$3 Plvora Ingltza para fora da Provincia, ulti*-
namehtecbeginla : na ra da Croan. 7.
$3 3 vaccas de leite, com crias: na Magdalena,
sitio de D. Calharina.
$ty Dois tremes em meio uzo, dois pares de man-
gas de vidro lizas, um caizo proprio para sacrista
elgreja, ou capella, um jogo de bancas de meia la-
ranja, e-lambem se troca qualquer das pessas por ou-
trasmodcrnas, voltandoseaquillo porque seajustar:
na ra estreica do Rozario sobrado D. 33.
^ Recebe-se por ircco da effeitos de veuda toda
*jrj* Um;awecote de bonita figara
cade i a do Recife lojai, 41.
- > W Uni nrela^jfioa d 14- ann'ds sem vicioa nam
adiaowaO o ba Direita' esquina dobeco do Seri-
gadpiiu') iniarujbcrr
r.x^K^r aaa bareinaftindo de sola, para officia!,
ou Sargento ? na ra Direia D. 33.
^rjh F*a*ltafoV^bnodti|aatr chaves muito bo-
as: n^raa'ffoTa'Dft'ftcfe'O/'
^' 80O^arrfa*#e bOw Hewes a raoda de cobre
com o pezo legal nao se olha a qualidade, e t*ot>em se
vende embarricado e pronto para embarque : na ra
Dtreita venda da esqrtia^lfeG de S. Pedro que vol-
ta para o Livramento.
^r,30 pip^liijeaUfperior agoardente : na ra do
Fagupdes ^obra^fi J3- AO
i&*\ Uma1(mol.ata de bonita! figiura, mnito boaenr
gomadeira, boa rendeird, coze liio, foz. doces, e co-
wibjM) diario de urna,pasa : na ra que atravessa da
^a,plpria para a da AlagJfiaDu 4 das 6 as ft horai da
manh.
^r3- Um mo)atov muito moco, vis tozo, >:g1f |tra
pagem, qp qual/|upr servico de caza, e canlpo^ a
ra daadeia do Recife, em caa de JoSo MaraSfe-
ve* it i r
. Jpq^ l}ma caza terrea de pedra e oal, sita na Laza
forte, edifioafla, a pouco tempo por preeo commodo :
a fallarlas 5 Ponas tenda D. 7 ; era sedulas ouem
prata. v
yy Trancejins d!ouro de gosto moderno para ho-
meme senhora, anneis de brilhantes, com rubins ea-
pal, annelfies esmaltados de muito bom gosto, alBnei-
tes d'ouro e esmalte para senhora, pulceiras d'ouroe
esmalte, ricos, e de'icados a^fineites de filagr de di-
versos gostos, aderecos para sen.' de filagr com brin-
cos, boloes para homem' d'aventurina, relogios para
senhora, lencos de sed^ preta para homem ditos de
dita de cores, espartilhps para senhora com molla, e
sera ellas, boloes de ouro para camisas de homem,
mangas de vidro lizas lanternas trombetadas, e la-
vradas, com ramos de cores, e seus respectivos casti-
caes, um rico piano forte de novo gosto, um apare-
Iho de meza de pusilana de muito bom gosto, uvas sur-
tas de pelica, e castor fino para senhora, raeias de ly-
nho muito finas lizas para senhora, ditas curias pa-
r homem. O seguinte, que s se vende por arcado
__ricos vestidos brancos de fil de linho, ditos pretQ3
dito dito, meiasde seda brancas para homem, lencos*
decambraja de linho para senhora, ditos de 3 ppntas
de fil de linho, excedentes viludos pretos, sedas pre-
tas lavradas, ditas de diversas cores de muito bom
gosto, suspensorios elsticos de linho, e de seda, exce-
lentes brides a imitaco das feitas aqu, por molde que
daquise mandn, por issoque desta qualidade nunca
vierlo, um bomsortmento de frascos d'oliq macas^ar,
e outras qurddes, frascos de verdadeira agaa de co-
lonia,1 sacos de farinha para lavar as mos,. coljtetes, e
gramps, golas de fi' de linho, de diversos tamanhos,
bicos e rendas de fil de linho d ruito bom goslo :
no atierro da Boa-vista easa de Joo Francisco Santos
de iqueira/d* manh at as 9 horas, e de tarde das
3 em vantej affimeando que nao deixaro de fazer
negocio, nao so porque a qualidade das fazendas a isso
convida, como por ser o preeo commodo.
o mal de
$000 reiso
^ Um muilo bpra remedio para curar
fenles o reais forte em poucos minutos a $
vidro. Este remedio teve aaprovacao da Academia
de Franca, faz-se este anuncio depois de ter-seexfe,
J MUTILADO


\
C4J
ejtado tqpi depon* dt sua ehegan'a, e> tr 'couse-
o* melopea etieto*fc expeliente verniz de copal
rio para carnnhos, diamantes para corla i* vid ros*
en^FBadoa^afti Orivfes ^olir oroijr pntWT a-
ricana : na ra da Cruz ni> 54 I nb i
Wi^prafio ouadinbeiFa' unWjpidaTtt cRmos
s^us perfqgea na Pontea 'oafergajda;S. Gwhj con*
fronte a Igreja, tem bom forno a modentyic eafcaffera
faojijja: quam a pertetodeT, dirija-* id iJm*CelLza
D. 4. jd f.ui en ;,
yp^Tlt por?> dejteflra^^ft^BiAvi^a.tfdnrtOO a
600 palmos de fundo propriiB^ataOetoiftfnmiTcazase
na ra do Aragfo a foUar qoJ b&T&^ieetfdeTAlfcu-
querque. ,
7UJ "S seguintesjoriamento*':HMto'Alh', urna pedra
pequea, uro caix, urna Gazla EraTca cora os seus
pertenees; um cord6 braned d& fib,' mf|Pdercasti-
cfs^e>efal, urna Imagem & ife&rfetoY una dfta" de
S- Jow tima dita da-GonceieS,' asestlas novS 6$
em bou Uso, senda tkma braDt^ottra +6Xi dfrW-
te da Cadeia D. 7.
t*3r? I3m*egwi que sab* ngdmaF; coser, csi-
uhaiyrq mr e que seja moca e vistosa : na mestiza
caza rabia,i ou anhuncie.
$C^" Urna armaejo de venda, e urna escrava st'-
JneiJdo osttihai, ,e engomar, e p*g*Vs''nr'S5utas:
na ra estreita do Rozario sobrado U. 33.
fcy 4>ravee de qarenta phnost d# eomprido, e
nra palmo reforcado de largo, e que seja de boa qua-
lidade na rila do Fagudes D. 8, primeiro" andar.
-u..
LltoendanSe, ou vende-s"e o Engenho Jangadinha
na freguezk de- Jaboato, com tqos os omiriodos pre-
cizoV'e'com urna safra para moer no prezenteanno :
quera o pertender dirija-se ra do Hospicio primei-
re sebtbctoD: 1.



mw pattxcu(m$,.
T_r Abaixo assignado oue transcreveo o annuneio em
0 Diario 60 sobre a fgida de urna sua escrava de
nome Gracia com urna cria, declara que I he nao ex.-
tranho quera tem a mesma escrava aceitada,, por, j
1 he ter escrito sobra a venda da dita escrava, e antes
que o annunqnte proceda contra a mesma pessoa, der
pos de ter certeza fhiea, queira ir entrgala, ou nes-
ta prada a pessoa no dito Diario n. 60 j declarada, ou
oannnciante que assim mesmo recompencari alias
ir tratar do ajuste da sobredta escrava.
Francisco Alexandrino.
"t3F\ Alguma mulher queestjver as circunstancias
de servir em urna caza de pouca familia, que esta sai-
ba engomar, pode dirigir-se a botica de Bartholomeu
ra larga do nozario.
&3T Precisa-se de um menino Porluguez, ouiBra-
ftileiro para caixeiro*de urna venda : na ra dos Mar-
tirios venda defonte da greja.
tjy Preciza-se de um caixeiro que* d fiador a sua
conducta, para urna venda: no patp de S. Pedro
D. .1.
tt3^ Djrijao-se a ra do Cre$po,IX 6, do jado do
Norte, andar, as pessoas, que pr^endem. comprar
as cazas annunciadas a "18 do crrente pgr &* (tib**.
Precia-se atygar ama escrava para qsevi$
e ama peau^ini mu u. um -. f Tf ?f ^ ,\*?
^Mvrthfen^B'fiadecouxos'D. H, ou annuncu
; > ^^tfew'tffeiSr de ma ama que .saB|]-
mem solteiro; dirija-se-W^rftfda,linoas0i.,q
^ry OaBfxo assnaa%^niziscente ao Snr. An.d
Ferreira de Almeid^eJ^uAinaMaria de Jezus, que
no prazodeoitodias V&MI\tW1qs penhores que em
vi^eoima'Wt qto ^tUfer a^^WlBf;
goa#v*adest>. 38, onnnpie.
fc$* Precise um 'pdeTd : lias 5 pontas D."7
ou na ra da Senzala vetw*padaria n. 29. :__
%cy O Professor de Gramraatica Latina da Boa A
vista faz public643fue Tviso o melKorimento da sua |
enfermidade, continua a dar aula Idepois das feriaste
Pasco.
--------.'tmif '
JlXAnoel songp^ preto alto, bem parecido, maior
de 20 annos, temcicalmes no peseoco, a hum lado
por ferida de garrafa quebrada, calsa e jaqueta de
brim escuro, e chapeo pequeo de pajha alcatroado ;
fgido 2.a feira da Pascoa presente : os aprehendedo-
res enlrejgajo^fo ao arrematante da llumina'co aqui,
ou na Serrara do Monteiro a quero la preside.
I.nii,)1i u niJ ii-
. '"'" *
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias na Porto de Pernambuco.
3
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ti
te
23Secunda 11 h. IB m.jManha".
24-T:-!-: | ~0~ 6
25-Q: 1^-0-54-)
26-Q: 1-42 >./ .
27S:------ 2-30 [Tarde.
28S:----- g 3 18 \
29D:---- 4 6

Navios entrados no da 20.
ERINHAEDfi; 3 dias; S. S. Jo*e Vencedor, M.
Bentojbae da Silva : assucar: A. M. d (oslaSo-
res.
PARAHIBA;6.dia; trate Prazeres Parahibmo,
M. Ignacio Gonca I ves Lim lenha. Ton. 33.
MAiNGALONA; 6-da; Ha'te Conceicao, M.
Martina Antonio : assucar. Ton. 21.
Dia%\.
MARANHA'O; 22 dias ; Hiate Ninpha, M. Fran-
cisco Ferreira da Silva : differentes gneros : Ma-
nioc 1 DuaNe Rodrigues. Ton. 87. Passageiros 4.
BAHA 10 dias; S. Boa Esperance, M. Joze Luiz:
varios gneros : Bolli Chavanni. Passageros 3.
ASSU' j 36 dias \ S. Coneeicio Felicidade
Brazil, M. Manoel Domingues Gomes : sal, e peixe.
Ton. 91. Passageiros4.
Da 22.
RK) DE JANEIRO; 32 dias; Pat. Adelaide, M.
Joze da Silva Vilasboa: carne seca, 140 rolos de
fumo, e 200 caisas de vinho franee : ao msmo Mes-
jre. Passageiros 3.____________________
Pem. na Typ. do Diario 1835.
V.


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