Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02913


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Full Text
ANNO DE 1835.
***WMHMIMI
__QUARTA FEfJi* 22 DE ABRIL NUMl&O Q.
'"% l

hwtinil
{-
lo DLAS PA-SEM^^'
SO ^eikda % f. Oitaf a ftj Ipk. '
*l# M:'^, ^.d* Sea. data* Pub. Abrase
^^s.Jor,eM.ReI.dem.au(1.doj.doc. de ...de.
-ii^o#hiff dftiPjwoolf.. Fatfd ,d >>g.
: I1 ; f > i'-. ," ..... "*
Tufa agora de,pend de nf m.t*iQ>,>d* i*** pradeacf, m4r i
racuo, e enema % continuemos como principiamos e nerea^aa
pH*db3b(I*,acteira^eati't^d(;^S^tAs7ckr. '*
9
H> Proclama
-it't> ., f "i i
Sul>screve*e a 640

3 .!> ti i I -"
vr*e a 610 reis mAsaes papos aH iantadoa nwta T/f JNS**" I
fia, e na traca da Independencia, N. 37 e 88 onde de r*ce>Mi
copre-pondenc as lepisaflas, e annunciM; inserinttt*-se eate* da-
tis sendo dos propriosjas^nap^es, p, viudpaf*iKftades. j
PitnAmbuco na Typ, dePiniieiro & Faiua; Pa^eo da Matriz >dk, "SVi'T.o Antonio.!,
.*-
z. (

O GOVERNODA PR3VJGIicv
Continaci do* expedient do dea 15.'
MI

-
(L^Ffcio eo,Vce-Gons*l Portagure denegando
4lptea,do IArfh*idi Domingo, Jozede Aeevedo
t'er*o do I^np-rios j*eh obi.ura posieo ero que
jieroonegiw'io osfrencio daJegi-daco a repeito, e
airtte ciis pela omi^ii do Dlreilo Poltico Groatitu-
conol de ambas as Nh-m ; rfttfi. na generah'dade das
sota dispos oes, parece ho.abrangHr a esppce prp-
zenfte; p'iis que rom argumentos de ambis se contes-
t> iiretfos de Gidado de liuro e oulro Paiz no Mari
nheiro D. J. de zevedo. Nao devehdo acontecer
menos na separw do-BlWil e Portugal em que pon
eo^seattvnJeo s circunstancias fue os estreas relaco-s
o>fttwpaizes'pnrJeriioo'-eaMrtM* h* o motivo do
embarazo que offere'e ocaso do Y'Iarioheiro cinques
lio. Da correspondencia df V. S. informarn do C.
AafrF. MirH: se que V;. S. suafenta ser D. J de
AzWv Subdito Prluguez por ser fillio d Paas P: que
alando ao servioo da sua N*eo, se reliraro ant^s d
pidwa da ludpfnoVneia. Por oulro lado sulenla o
Opmmml(e das F. M.iilim^ ser o Marinheirq Bra
ziUiro por ter iMHiido no lrh/ii e nao se aKaT na ea-
M^dus^.l, 2. 3 do art. 7 dn Consf. doLop. Rhsu-
fuioil). que>(o, core<*e se que a opinio de V. S. se
luodi tu det Irtfaeo finnl dJ I doart 6 daConst: e
do^Comman l.iirte das P. Mrft. no farto do nasri-
mento do mariuheiroque n lural do Rio de J. Esla
ultima opiuiio como fundad* fhi um faeto, e porque
V^S^nvsino. e o Paisapoite dei'lra ser o individuo
nascido no Brazil. est eii p, al que a outra pn
^er prvida. Was-qne prova presente a^r ? Um
simples Pfapp>fe enque: he d!*rado 8tlb lito P. A
queato be a^ ira subir soffierenna dn prova: Fiel
a^fturiiuipiort d Direilo das Genlet Universal, ao ref-
pw des Traeldoa moi as tfaa&M Estranguiris, eu
ui'negaria a le que rodid Sublito, e Au-horidade
subalterna devo as Doi'umentosr 'eges dos Covernos
Estr^ng-Mros : oas os Pass*porl*, he doulrina cor-
rvofe,. seivem de 4erlarai4 qneNalio' perfienceo
triduo que se aprrzenta a fio de gozar don b^ne-
fi^ios respectivos, m^s nunea elles podem servir para
detisio de buma eontMaeio, qie poeo em duvWa a
<| pii* peftentfa cxGidadip. Em qunto poi oiiwh-
ni,
*


vidou em quea<6o uo provar eslafr no cazo do $> 1..^
art. 6 da ConUiluio do Imperio elle he julgado C*--*^
dado B: ficar ao oervioo deste Paiz. V S. nSu-faV
tranliar o escrpulo, o posso drsW mesmo austetW
dude com que sle Governo quer conservar feixada, ti-*|
roa espada que pondiiziviv a infinito'* abusos. D-
voivo Scc. Stc. &-. Palacio do G. de P. 15 d*Abrt*o
de 1835. ?
Ao Juiz de Direto de Nazareth, que na-hjpafaaS
sivel mandar para aquella o destacarento e 1 .*,.L3- \
nh'i que requisita, porque a Trop regular mal che(*
para fazer a guarnido e polica d'slav (^idrfder e-guer
se v servindu dos 12G. N'. que foro postns sua, dis-
pcsioo, cujo etapp como re/yuisita, tera onfetia/fc) Ib
se]* pagoem dinhriro. Qnnnlo aoacrtmteciment d
preso tirado forca da ealea, que deve proCedr na'*
forma di Lei contra os perpetra lores- de tal nttentado'
a Leis e ao Gverno. 'i
Ao dito que a .emita da depe|a por elle feita .coni|
a Forca rioTeoente Coronel Mayarenhis fui manda-1
da gHlisfazer imm diitamente,. e o offi io entregue,
porlidor do seo primeiro. "

T
PRNAMBQ,
t
^Onforme o aponlamnio-da Bu n. I a Opitiio Pub'iea em Pernambueo fui proouiiczv*
da nos das de sedieio em Janeiro, e Marco, pelo!
comporta ment da N. da -Capital, ..que era nurne-
io de.2000'hon*'ii*4 foro sordos s charo idas Atf-i
thuridade, nao adherindo a calida da Ug-ilidade- enl
perigo. A Bussnla enganou-$e, ou quiz engaar : a
pro*tituk*i dos deVeres, nunca po4e authori>ar huma*
accio qualquer que fr, pur maisciracu que se quei-
r* incitlear. A G. N. (com as competentes eieep-
t-s) traifwdo coro indignidide lei 4* ao* organisa-.
ci, o timbre dd honra pessoal, deoazo qae'os de*J
ordeiros tirassenr argumentos capciosos V hum coo-
doela lio nova, e lio aiheia de P. ru a roboran os, :4oitJ q\
ou vimos Aas suas pro4amajs# foi o qu lemcs as rt*)
vollanle paginas Bus-ola \ mas seus.A(^JItQt ad*>
verS erer ttlo n*Hti* cjalo em assetfrar q'ie os ba-
Ulnfises deG. N. 4o*Solibios todos desofeedecorlt


<>

adadoGovernot B oto botante os factos
..trtrio a B; oio te f*roctctio v*?* norte J
uem nociera crer que te4o a Ojfr$6 fW vei-
*\ Administracl* Ao8nrXtvf!LTfdrt1ecidr oo~
osui-SeaB: no sentiaaento tin*n*(jft de 000 G.
ti, (orm^Uo huma foic competa * air pequea tropa de 1inha, nto se ndisse otri-
o*d.o, partido do verdadei-
*&s .iberaes treis vetes ero campo, quan lo Mine leu
Wsteropor-lhemaiorforca que menos da amelada
t^vi d;tiWh.* ? Como he contar rom a adlie io do
fOO&h: formados em balalb5 *, comChK^, com Of
&laes, com rmas. rom dispon lo, e que nao apares-
sem ? Mito rovardei os deve agora supor a B: ou el-
la mente milito- a> a
?Pareoer estranh" que depois de tantos oi%s, le-
pah da partida do RiWiHari he qrte tratemos de pul-
Verisar seus enredos i ja em o N.# 60 demos o moli-
Vqj e demis nara desvanecer das Meas piofHUre* os
frtejoiso* nt>0U f* o temp U^ lempo;' que ater, a presenc* do Kj-
Ji tof naexposho da re.rdade. nio teslcrounhou elle
entre ", todos osf.etos, romo he que os torre sem
aMJa.d*tiaUt*r a mesm* veidade ? Nn lie por erro de
JJtendimelitO que eUe p.op.la a qoalro annoa a de-
do,rfi t.y contri GoWro Centra*; nio he por b >m
eOnato, qileaiiida nao vio ero Pernambncn h.um Pre
si .M.le q'ie nio fosse otyranno Amscux libnrafs: o
Padre ttuer locup'etar Se, e o qurr a $+* $ lo : eis O
|>rm-n do seu deM-OotPnl*mento. Tem b-istante imi
tadores supostoque menos viperinos; estes pis nos
OSivir^G. Por oolro lado, como o Snr. Carv : nio
ftiNle em Pernan.bnco. tilo os pode caber a pecha'de
aeiradu'ador-, ivnio o he gara btJ biHdade que
nflaa *m contacto, nao f^h moa ao que prometemos
ip primeiro numero est f. de nao tomar deff mi vas
a^Koiies.. V*no B.
A indurcao pd qual a B. pretende demostrar a
O>probi,.ade do or. Carv. na sua volu da EuropS
vio era precisa aos;buiawheoedores do carcter, cre-
do, e vistas do real- do partido que ella anda assola :
iQdoHsbr-m que os fromentos do partido do Eqoador
V 24 existe ainda perlioai -lonco? poueo numeroso
Ctitic o> povos do entro, elle he insignificante^ em
pessons de repres. nt* em abaldonado, fVguih ap-nas se Ihe offerece aV-
fllima rhupiiica. Porem, plavroso, e ressCnlido do
?fcanhnio demuitosqueporellehouverio forlona, e
perito. etH partido nada cntitenta : em Constitui-
do, nem AbdiCH<;io, nem Beformas, em Feleraiao,
irem B'Renria. em. Presidentes, nem Assembleas,
tiem Jory! nem JtfiW de Par., nem cousa nenhuma
que Ihe nio.heire Fquado'r, a separado, e revoln^
tin, a empre^os, a leportnr Porluguetes-, matar Ca-
nusra.'jOntaetWr, a nao ter subordiniao, aderru-
ar n#hum da, o jo meio de huma popuW*o qne s^m presenciado ludo
*lo; e por ventura he impditieo farer estas eipro-
lua mais perigoso he de^iar fructifiar as sement
Snlada pela B* Bem s,b> mos q4w huma fucooquasi
Vual niste dissiminada por todo o Braril, incu ando
4r ter sua frente a OpposidO das Camarat, afeijtan-
mesmo do corpo de opims o 5 mas nem erai Per-
atan.buco, neroem oiitras Provnei-f ella sen* "digna
4chuma reuni vigorosa se tri hando com decemia
< ^airada iltir not-paiati i^S nio apresentisse^horo as-
Sido revoluH'mario, e de oi^o'iirSo. Gbjertarao
sendo, ijw he falso de querer a Opposiclo do gra-
K od-smnbmmentw do Imperio; tiem nos o aase-
jism\9 iimqtteiaio'fo-ijeiraenilodis as Pro fo-
B
Snr. Car<:
ras; mas em Pernambuco du
ser' hornero de probidade, devana ^J ^^g*
da Europa, predbpor o M partido de 24 n/Pi%
' 1 V.u. f >Jrila. Asmib o du .
Le-J,nrii*-fr.ar t" ^TLot e^
lnM.4. Cort., nem to pno-o o ^^.WT
mG.,,r,,nCenlr,t, roto S-o o P .coVrt. o RpO^lor. ee.U,oteo, .onjo. do por-
tlHoniif Hit ser *. F/i.iln
Rr K-i Pr. horn no nr.ii< F J Vil o Snr. Cr. elle ..io .*..U. FU'Pr\*'
,h .fr.R..idde empolgr, d-b.-io d. MU ale-
IVmZ\* do erth l-ncdo d. M do F..do. e
. ,. J eseolh de Senador iJ*ZZfo
l po-^w. o Snr C.r*. 5 obr. por .-^^O
Sor. Crv.lho I.M. d. tepr %**
dP. i:h-fedPodrrF.xca,,n f**^^*
e.mft<. e ,mba, pelo, -o. eq..?dor "V*
romo Senado Imperio. Un ; ,,"r,"(;;',T
rio. prreeeo,.fir,.r hum. not. "T^'-r^
,7deM..reo,mqe sedir que o Snr. Crv tere
M-eta He ron,U,r .o M,or ^T ^ J
SnJtl bee aep.rein d. Prwine, e enlhe^ qflo
,r,p6., f.d pei. neBliv,. F-9e dr e p," ho
rrime. e..no ,emo, *e no prodene... CTSnr.
Ore. po- mi.b^m aron^h-dn. .&. qoee M,
mi eipe"e da* mntinBeneia re,.l..r.on.n.s,
^U.X.n,edoBeniol.bUle.o de-urto. *n*j-
E, qne o elevarlo e^ntra a Com.-tn^ '** *
poolr Provinri.1. eqoe nio poriio dovir.por h
&Mte. Cnsulti. de o levaran *Kr^
m.n.ero>TJemjor-do e porqoe n. deo poee d
comm.nlo'da, arma, a h..m aoooro-H.- Te,c^
,o. emlng-rdoT. C. Se.J-, qe elle *o _
m,.p,.em o nao qnerio, ron.pen.se a Berr d.s *
dircSr,. e o Snr C. d.iioo fMWff1^ ", "'
3, repl.da, ogao.. Prem pin fn. Pe elU. j o
Sne. a., foi q.U6eedo troosloB,""' 'f/ I
pin, do po.Bril, pirata, moral. ^' *7>!
ma. E qoeni a*im o Usalhou ? A Rarao e a wr-
dade. deqqem er, impre5r Snr F. -"JT-IJ
_ .. j. :___..I n\>mniandnleemUi mi- nada in'prinna
mal-nana >n (iiiiina >'^--. ^ ^^
rampo dos Canecas! A Busso!. d Liberdade rede
R tpelo Snr. Jlo Ba.W Corde.ro, oqu.i ico-
miasll: e acrrimo deffensor ainda o anno ^saado^-
virtudes eiviras, da inl-irefi honradez do N-nhOr
Carv! I! Ora isto he gente??? Suponha se qu
o Snr. < arv. abjurava os principios Ub>raes, ques.
tornav, hom Unitario servil por mera inonstanc.a^O
cararter : roiuassero os erros de sua Administraco, nada mil
iusto : prerosuscitar sedhc6-s, robnl-o d. ai m
irainfainia. assacar-Uie as torpesas de uro **>_
por f-etos aopostos todos ero lempo anterior, oem qu
esses meamos homens o procUmavao seii hroe, Aojc
tuJe'ar, primeiro dos Bratileiros, digno da gancia,
o virtuoso... isto nio he dehomens sensatos : nao
o desabafo 4'hniB parlikb que e re trado por r?


Chafe ') hco desesperado furor de meia dtiiia de revo-
lncionarroflque si virio burlados em seos projeetos
ambiciosos. Vamos ver ainda hura dos desvarios da
R
S nao fora este partido (faia dos seos beraes)j
tntjts o seu nomo (do Sr. C) entrara em lista atguma.
nena p^ra Eltvtor', j mis elle seria lembrado pelo
Governo ao menos para C de Legiio, como fui, e
muilo menos para ser confirmado na Precidencia;
ygp porque sendo considerado hum loueo, e anar-
quista, e vendo o Governo que elle nao linha mais
patudo nenburna consideracao Ihe teria jfj^ Ora ets
aqu cono a Corte quer eseravisar as Provincias, ten-
do consideracao e elevando os homens de partido, e
v nomearia Porque : ou o Governo attendeo an Sr.
Carv. peta influencia do seo renome em pernambueO,
a nesle caso he falso de querer opprmir, gratuito e
injusto o recri da B. ou se julgo todos bandeados,
dea do momento em que se aceita huma graca da Cor-
te, tal domo o Coronelato ; e ento para que o eleva-
rlo presidencia contra a Constituicio l! Vamos in-
da a B.
-JVo ultimo $ trac a enriada das acusac 5es do que ella
diz se praii-. em pernambuco, esquecendo de adeio-
nar a re*peito de -violar-se osegredo das cartas v in-
vadir se as propiedades ; facer fogo a homens ugiti-
derer dar alguns esclarecimentos ao Pu b'i rr, ti tra-
illaos de docuroenlos autheuti os. arreciando dta
maneira todo o reparo nao s de mira, co no no metalo
Patrio Mor, especialmente -quinto a a imisso do
Campos a quemen, pezar de despachos, e ouS'io tic
Exm. Precsenle Mwioel de Carv*lhg, na confer
Nomeaco, firmado rio Artigo 142 do Codito Crimi- '
nal. f i >
Sibastiao Joze de-Campos reqoereo era 1833 ao Sr.
Flix Juie Tarares de L ra, entio PreciVnte, q
ordenaste ao Patrio Mor o admitiste na escaua do* Pra-
tirosi e mandando que Ve Sur. informar ao imiim
Patrio Mor, e.te pndulo a seguwle infordlacio :
Muslrissimn e Etm. S.ir. Nenhmrn duvida sa
a ftffrece para o Supp'icante eiercer o offi'io de Pra~
tico das B,rras de>te Porto temi priroeiro sugeita- -
do se anxame na firma da Portara do Sereniset-
mo Infante Almwante General, em o qtial o Sip-
plisante j sabio reprnvado por du*s vece. A* vi-la
do expnsto V Exc; mandar n que or aervido. Re
rife 23 de Novembro de 1833 Jernimo Aitones
Terres.*f Patrio Mor.
Requerendo ltimamente o mesmo Campos* ao
Eim. Snr. M noel de Carvalho, par* ser admittido,
con*eguio o segninte despacho : Remttido aoSf.
a Patri Mor, para contemplar o Sopp^'-ante no Bra-
vos 5 por se preco a vida dos Cidadios; *prcnde-se mero dos Praticos, por isse que alo he possiveU
atmser onSgraute ^ darem-se, e exeeuU se ordens
illegaes6rc. &c &c Multas destis medidas folio
reqoisiiaias por nos no Campo dos Canecas, contra
8 Cab*nos a titulo de Safus Ppuli, Ora o que se
qtier dar ana outros, uio he para engeitar, por isso
a borrasca cahio sobre nos Bossolas, quandonos tor-
n nemos lio sediciosos quase como os C baos, a Ca-
ie-se pois a B. e reconheca os erros do seu partido....
Cafe-se, e rece o Miterare.
Ainda non resta esta tirada da B as notas procla
aaacio de 6 de tVarco., Nota 25 .... prqu*. fz
causa coinum com os Chimangos do R. de J. contra
a a su* Patria ? A respo>ta he obvia : he porque nio
he o mesmo hornera de 24 E quero era este ho
toem de 24? VejaVos leitores o dialogo entre hum
Inglez e hura B a/.ileiro, eseripto no n.* 3 da B sob o
titulo Variedades -- produceo jocoseria do Sor. J.
Bar boza, respailo do Sr. Carv. em lempo em que
alie o tinha por heme !......
Leitores! N reconocemos que he indigno d'hum
Escriptor o Otar de eS|ires>6<-s satricas; mas nao se
pode impugnar as iifetivas, e calumnias tessidas por
bum Asmodeo, sera repellir com igual arma os ataques
insidiosos a Iulegridade Nacional que prometemos def-
ender.
Hum dos R.

MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
'
~ ji pauta he a mesma do N.* 55.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
\ Minha noticia chegon que. requerimento o^
illm. Sur. Gervatio Pires Ferrejr, se cm-iara jo,
tim. Vice Preaidoule p.raque fus**dlimuiedos da
acalla dos Pratitos fcb.tiiu Joze de Campos, e Joze
Kausno Porto, e ara que nio recaa a menor censu-
rtenbre a Reparticto do Arsenal de Marmita a cerca
da admtalo (fes* dois bomeps, du roe,*, ngoroco
que o lupplicante exrrritando oOfficio pelo e-paco
de 3Q anuos, ainda nio saiba quaes as marcas de
hum Porto, paraoqual tero eutiado, e sabido tan
las veces em embarcares de dierentes lamanhos.
P*lacio rio Governo e Pernarobuco 21 de Frverei-
rod 1834Pa^sd'Andrade. ,
Tomei pos^e da Inspccio do Arsenal, e ssbende
j como se achav E>Ubelecimenta dos Praticos, que
por assim dizer, eci^tia em total anarchia. sem hum
regula ment 8ce. diligenciei a separ-co d*s.|e ^ata-
belecimento. dudo Arsenal de Marinha, at av*smo
porque assentet nao me dever distrabir das miuhas '
priucipaes nbrigacS s, marcadas no novo R' gula men-
t dos A rsenaea, ffi indo at tanto ao Exai. Minis-
tro da Marinha, como an Exm. Precidente, os qoaea
ordvnario que os Praticos fi-assem subirdinadoa
InspectSo do Arsen-1. o que b"m desagradaVel raa
foi, porque eu bem S'.bia os embiracos em que me bit
ver com seraelhante Kstabelecimenlo.
Sendo forcoco obedecer, ordene qoe todos os qbe
se diziio Praliws me aprecenUssem suas licencas, e
leudo observado que hum deUes. por nome Roberto,
ttnbt a so* !i-enea Bnalisa la, ordenei-lhe que se qoi-
zeSSe continuar fic<-s>e novo xame, o ijue fec, com at
foaroadades devidas. Aprecenton se-me Sebaatlia
Joz de Campos, perguntei-lhe pela licen^a, ou No-
meacio, e vindo no conhecimento que a nio tinha,
que informe, e individamente exercia a Praticageea,,
ordenei-lhe a suspensio; respondeo-me que o Exm. .
Snr. Manoel'de Carvalho tinha mandado que etle fos,
se Pratico. Dirig logo a S. Exc. hum offi i Uceo-
do-lhevrqiH? o tal Campos nio tendeo sansfefto aos
reqiziios da Portara do Infante Almirante General
para po ler cbamar-se Prati-o, se dignan resolver di-
6oilrmentee*te negocio para raeu governo, para o
que remeta a S. Exc. os papis perteiurentes ao mea-
no Campos. S. Exe. respondeo como se segu : >
Aecuso a recep.o d seo oficio 0e*6 de WO;
* passado, e vista do seu conteudo tenbo a ef a
V.S. qnedevedar ritetro cumprimepto' t0**y'
, paiho defcl de Fevereiro p. p., vi4o que totfa'at
j riuvidaa a case respeito sio infundadas, pois q*- *
k tendo S. bastiio Joce de Ompos, estado no e[^'
t io do Pratico por algum lempo, a aem wata/da*
S
/'


/
1
/
* fin** qus h l$b Pra (tan enmate dMrk 'PaUrio-do
Soteruo (le Hroamfeuco &de Agesto dfe Jl34i-'--;
Paga'A ndrnde.
Comqucntd eu antevio rfspf*ttn!* prdens'bftperio*
resj nao poda, neni conftrr Nomeacao; aS-iwslio
JazVde Cmposs e paraso ficmei-me, coibaj disse?
na.Atigo 142 db Ce H50 tytatnal.
Na verdade, S. Exc. nao poda mandar admittir
ninguem ; ^r itietf^Hraiprw^hPhiila^AfrnwHdads
pwisso ; unto irtis quHiiio SI Bbc.-no\r offiiordio
19ao> JmIIiq deierminava e!nai .'aimenasti*
citaineote, que se ptatssc+fh *%orpa Portarla, do Ih>
, fante, qutuidotnb citarlo pifiijoi^k-se1 q* o Iope tor
. doiAr.4eir;il exercaneeTobfe os-mea-iD Poticos, ir!-
-raaatlinridaJe que outr'ora 'pertenwao ntigosla-
. teudetffe*. tiii >mi
Qnn*oe. Jote Rmitiiib Poito, (emquier snber
cirqufftttnfeia patente o que ejtfi>te .ai Iii^^ao seo
Vca^ek/ pivdtr-se*io ira b vitar<(jtkrarpoijeertadao
o qeinorimi seu resreuco, quandojeMe liado nao sh
emq g> se tolerara qie elle fosse deit*rIfbaajni> B4giWB*
ziWro .Cacique demandan doteSn/i pa'id'adoa* q*afiifib
a s mtihn ?Jaita, (pssad* a>2(* d'Aibrli,, seii-uo o/
exame a 30) o aobiBia? de dirigir hm quelWsipe^ii'agina,
iUctte.Jif-de-Abril de 183:k
Jacimrib-'Alms Bronco MunissBrrelo*
> '
--------
l
S
,,-IWa; ni l

ANN UNCI.
,deo luzo 2.a, hoje o 3. n.a do \RI5*
e ven I pja, do jfcfc Venceslao, ra, do C*-bug ; e
. na Tjr| Pil^dgia, ru* das Flores. Nesjes ipen<-"-
na Jos lyg*t$i tob^m se receben os nones dos Sus/
, vi- q tf. (jii^r e.ii s, r asignantes.
^QT- Cono no entrar fin J.iry, le .^eiftenta o processo feit" pelo Iui
de p.z d 11 I Uestrielo do pilar pelos aeonteci mantos da
Til i m~*
Una d.e Fernn.lo. no j,m| fprp pronunciados m*us
menos, ayi-jo aosnossos amigos e a todo os ais que
qui>eremr ver de-in acarar ;>e lamaoln ciJumnia ma-
nada pjfr. v< intriga riles; oo/naarecao no referido
di# na *alU da* secvoes dos Jurados.
' F. I> R. Roma.
{) ..

fbaUQ a carg*.

Para tUbpa.
uito velleii
roBrigue Portuguez Espprlo oprado
iqb e e rom muilo bona romnoiipa p*i p^aagei-
ros, ten a rmior p^rle. d^ Carga promla, e p^-rtende
fahrai JO ie Mdo prqxmi: querri iinHe qouer car-
refOr !r; ova Fr^cisco 5evenaio R^bnllo m> forto 4o MaUo>.
v i
a*RC


{Srciciflare
Re *a-se da Hugar urna preta pafa o servioo de
^acaka que sa.bi eiigo.ir eeosih-ar : quen a^ li>-
Precisa-se de litigar* tima pesar> ptira .faft-vR
mu m taaa, rpie saibvi rounhar e enrular,. qbea
asi rf iiestaacirctinstanri artnurtrie para ser prccura-
'
Tefido-se ausentado enlt de Mat5# ut^mav >
mente fihdo* do poder do abato aasigatao, bn <&*
leque crilo ieoesecavo de nortie Jojf de i-lade da lSh
a di annos tnv tnlo f^lc*. fSnriT nrwi/arqwaafe^
ps grandes, levando vestido camisa e calca branca comr
suapTafiMPin deoro/ja'i)ueta;de'trba b*ui) e chaceo
deipalflV mol^quequeiiaaera'jdei>a'*quaiidoi^^er*
talvea aihdarfeeiaO eservOS;do Sor. Francisco Joi^R-,,,
drig.uei, .oaofadqt.'nojuglkr (te Bananeiraa pecteneanteO
Conraarvaidb ^ejofd'Ari* na .Provineia da Haral^at
ba^^que ^V0nlitrVlo' jgiqifiRdftAUfani*, *4* q*^m p>r compra o aba.K). a*
do, e que ao lempo da auacneia nest prac se acbava
viudo de fora^ eseado deiSppor, jqe- 3e diri^issenaCl
nboaqwejle^iloltgardt Ityianuir*, "fie airida ,
monaldior; o rHie&rnD.Snn. Friinciseo |pze Rodrigues, da i
suathainra oprobidade espera abiixo assigoiadi, cte!
Ihe norstaahi, ouem qttalqaer-QQlM pafle ,dii estei-
eJv guranca seo poder, entregmd i-se-lhe era sua rasa
nairtiaNov desta Cidade dq fR^Cife 2.arf e o aesmo espera o abaixoas>ignado de qualquer ou>
tr* pes5oa, que possa s*r sabedora, ou que de, boa, fe
en sua companhia conserve o mencionado molequtr
nao se* poupnuJo a despeza algumi, que para a entre-
gi efaca uecessaria. t, -i A*
}oie \latdiadaiRrfMra, Perera-Ja' $Ua.
trpT Q.iem tiver escravps pr allug*?,- diijaHit >
ao Trapixe d'Alfandeg velha ou a ra do Quemada
D. 1.
Ipp Pa qneema caza aHna pag-se a bonena li-
vres q<*e queiro ganbar diariamente era ser vico de
gujqdisle. (|
f^ A pssoa que por eug*no levnu da coro di.
Vlatilz d<* lija-vista una cadeira de angico, a mande
entregar a c^/.a d^ J,>ze Carlos Teixeira Juuioryiou'a .
ptlilflto! par= le ir buscar. ., rf*
<%!&*. Quem aruigfiieiou querer un cfinto de reUm
juroi rom peubores'deonroe prla e urna escrava di-
rija-se a ruada Cruz D 9 oufronie/ torre, qn*
aliisedir quem faz este negui.

NOTICIAS MARTIMAS:


Tabaas das mares cteias no Porto de Prri'afnbu.
J
i
"O
n
33-^egH,nda s f 1 h. 18 m:f Manhf.
24T:*-- | 0- 6 *r ;.
25 Q:---- fc O 54 \
26-Q:. i .. 42 a /
27:----- -2 --30 (Tarde.
28 >:----- 2 3 18 l
29O^----- j- 4 ~ 6 u '
Navio entrado no da 19.
/mRACATI; 18 diaa; fe B^lmra, M. Joze Joa-
qun Alves : algodo. Pasaasetroa 6.
m 19 '
Fundiou no Limeiro um Hiate Americano.
Navio sabido no da 18.

O F0HIOZO S. $aro Antniitai' ftgetnnS M.
fito-yfo lot* Fe reir : lastro j a-^fal'tul^ott ar/riba-
di'no da. 19.
JfcT. na 'Fttfh rt&Uitrio 1835/
HUTILi


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