Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02894


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Full Text
.WJOD1835. QUINTA FEIRA 26 DE MARCO NUMERO 42.
r+ *"*
DE PERNAMBUCO.
das da semana.
-.
-J.m* S Ftlis M. Aud. dos Juizes. do C de m.. e de
*fc ,t ges;da rphez. Publica, Chae de t.
TeTCa p. de Institucae dO"$S.' Sacramento >Jc noBairro de
. Antonio. He' de hl aud. do J. de Orf. de t
I Quarta ^ Annuncla.cao de N. Spra.
' Quiot S* Ludiera Re. de m. aud. do J. do C. de m. e de t.
>
r Sexta S.Roberto Sessao da Thez. Publica de.m. e aud.
do 'J. de O. de t Procissao
) Sabbado S- Alexandre Re. de m. e aud. do Yig. Q.
de t. em Olinda.
) Domingo 4 da Q. S. Bcrtoldo. La n. a 1 h- e 35 m. da m.
Tudo agora depende de nos mesmos, da nossa prudencia, m***;
ra^ao, fe energa r continuemos como principiamos', e seremos '
pontados r.om admiraran entre Na,coe? iai culta.
Proclamado da Js$emtea Geral d ^Bim*.
Breese a 640 res mensaes pagos adiantados nesta Trpo*i
fia, e na'Praca da Independencia N. 37 e 88; onde se recebe*
_.!,_!.. l..,..,t;. .i.li a onnincinc ineprindi-sf l'i(Pi T
Subsc
na, c na i ruyu u iiucpciiuciion .i. .#. v **v ^*.~ ~ ..-
correspondencias legalisadas, eannuncios; inserindo*se estes fra-
lis sendo dos pcoprios assigdantes, e rindo assignados.
ERNAMBUCO NA TyP. DE PlNHERO & FARIA; PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANT0N6.
U

GOVRNODA PROVINCIA.
Expediente de t de Marco.
f Ffficios Ao P. da Retarlo partecipando-lhe que
islim Fernando desde 1830 Andr Luir do Espi-
onan to Degradado sem gui*, e sentenciado por es-
Relaco : naja pois de en fiar dita guia.
Ao E*r. Coinmandaute das Armas para aceitar
enuncia de hum anno de Ucenca que faz o Tenente
fonsode Abuquerque e Meo, e em prega-lo como
Ihor convier.
Ao Exm. Presidente da P. das Alagoas, parafa-
uegresar ptra Pernambuno o Capito da 6." Comp.
L* C. de Art. de Poskao Alfonso deNoronha For
, por requisico que delle fazo Eira. C. das Ar-
s. .
AoEzm. Commandante das Armas, partecipan-
Ihe ja achar-se przo no Brum o Tenente Joo
ttonio de Noronba, que deve seguir para aCor-
Ao mesmo consederido licenca para o 4-* Corpo
Art. poder dar huma salva de 21 tiros na ncasio
ser collocada'a mag. de 5. Joo Baptista na Igreja
Penha.
Ao mesmo para mandar dar pelas Fortalezas do
um, e Buraco huma salva de 21 tiros na passagem
Imigera de $. Joo Baptista de Olinda para esta
i dide,
\ Ao Administrador do Correio aeuzando a recep-
o do seu officio que acorapanhava o ponto.
Ao Commandante, das Foroa* Martimas reme-
nd- lhe 2 certi.i5es que contra eUes foro pedidas
slo 2. Tenente Ernesto A. B.'M. Brrelo, para Ihe
rera entregue quando as procurar.
Ao Commandante de G. N. de Nazareth pedin-
o-lhe a filiaco dos 2 cornetas que se acho engajados
J seu Batalbo para se lhe fazer acento de Pra-
i
Ao mesmo disendo-he que nao pode ser aatis-
itaa requisico d seu offioio de 9 do correte.
Ao Commandante de Fernando para remeter na
"imeira Embarcacao Luiz Antonio do Monte do Ba-
^0 54, Joze Gomes do 7.% Solero AWes Guarda
ioual do Abrto que se acho ali sem senlen-
. AoC. Chefe da 1.' Legiao remetendo-lhe par
entregar ao Alferes Porta BanfJeira Caetano P.. <|e Ve- ..
ras o seu requerimento remetido da Regencia em No-
me do Imperador e para fazer rer ao dito Alferes qua
no art. 55 da lei de 18 de Agosto de 1831 achara oa
meios de fazer as suas reciamacoes.
Ao Inspector da Thez. consultando-o sobr
as medidas propostas pelo Commandante das Arma*,
e Commandante em Ghefe para o pagamento da divi-
da velha do Acampamento.
O
InformacSes sobre a fusga.


rS Documentos OBciaes publicados Terca Feira
na Quotidiana devero ter instruido o publico da crir
tira posico era que a esta hora se acho o punhado d
facciosos com que os Caneirinhos procuro prolongar
a 3.' parte da sua ru*gf, acantonando-se as matas df
Jaguanbe e Pasmado, ondeousaro por detraz de paos .
insultar as Tropas da L^gilidade, que desapercebidaa
na sua marcha de os encontrar lo sedo foragtdos d
Goianna, assim mesmo lhe pagaro com 8 mortos doa
delles, 2 dos nossos. Contente o Major F. D. perei-
ra de os ter tanto a mo, t em logar onde tero di
cassar Capivaras para se manterem, ou estorquir dos
Propf ietarios; o Major D. Pereira voltau a Iguaras-
s tomar posicoes, ecobrir as estradas do norte da
Capital: no entanto de Goianiuha desee huma boa
Forca para os acossar pela retaguarda, e para sto ero-
barcaro Terca Feira 55 bravos de Municipaes e %f
Jinha condusindo armamento e rouhicSes, e se lhe hi-
o encorporar sob u comando do Opito de Muuicipar
es Hollanda. .*
Os facciosos enviarlo huma Portara falsa ao Ma-
jor Pereira ordenando-lhe em nome doEam. Presi-
dente de voltar para o Recife; perdero a mo de tal
habtlidade, e malogrou-se tal vez o melhor plano do
seu Gibante falecido na entrada de Goianna. O tal Gi-
gante alias, dizem que ara o pobre Mathias do Afo-
lado, que realmente era hum Laponio. Os Carneiti-
nhqs dizera que as leis lem elles o direito de resis-
tencia : hesonho. Elles pretendem depor, e insur- i
Rir, e a isto a lei nao aulhorisa ninguem.
Esnueceu-seem.fim a u*ada legendaNao se la*
ILEGIVEL
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issL-ii ps-t-: ---*-. s.
"* 1 "* -I 11- 1 %
^go |i 'riCiOoraOesses ui^Miios r riCiCS quctia- io rrrei ninss., 5 nu nc graua, e oom, oqv
indo seus deterjas fiserSo fogo Guarnido de ,Goin-; eocolerifca mo, eau .jujeo nao pssa; daqui. Ve.
na! A liyao que ahi recebero nao foi completa;
2.a em Jaguaribe nao os d^senganou j cabanaro-se
atas matas... bravos excjarao os seus adherentes, es-
to H9venciereis t... Vansesperancas A Rusga est a-
abada. Quando hura partido que quer revolucionar
heobrigado a buscar carapo, e epnquistar palmo a pal-
mo as posicesoecupadas pelo Govrrn,o, est perdido,
te nao tem a seu dispor grandissiroos recursos. Estes
recursos he o que nio vemos nos CampiSes das giran*
dolas: nem dioheiro neos munioes, Bem crdito,
em causa. Os Iludidos que os seguem nao sao p^ra
ter ome treis dias, e vi ver as capoeiras exwostos diu-
turna mente ao sol, e chuva$ por tanto o plano de Ca-
de este escravo do povo, aze-lo voluntariamente seu
juiz; desde ento el!e nao mais hvre, e os elogios no.
putares o condemno a merece-loa. (2) Logo que uro"
estado tornada urna vez democrtico, ardendo nesta
sede de liberdade, achou em seus magistrados, Copei-
ros imprudentes, que Ihe dero a beber puro o licor
fita! coii qaeilw se embriago-a, enio, se etiw o
sao sempre fracos, se elles nao offerecera ao poro a li-
berdade em pleno copo, o povo os aceuza,e os casti-
ga como traidores que aspiran a govefha-to. Se se
ouza obedecer Ibes ainda, e-se desprezado ornoami-
go da escravido, cuja sorte rastejar debaixo de um
senhor. E' possivel que urna tal Repblica nao se
baar, nio pode ser duradouros, os povos nao se J precipite em todas as loucuras da independencia?.,
movem como elles se faz i o crer, a mor parte do seu
partido gosta mais de esperar que de obrar, por tan-
to, reduzidos 9 si raesmos, o resultado ade vir ser sa-
far-se cada hum para sua caza, e.vir dar os motivos
porque nao triunfaro.He sempre parque nao quise-
ro-E os oVffensores da^ Ordem criminosos porque-
fizerao fogo Patricios.-
O Diario da Administracao sofreo antes d'ontem
hum eclipse, passando a publicacio do Expediente do
Governo para Quoidiana, Nao sabemos a cau-
I

...- 4
O
LIBERDADE.
> r
Liberdade dos antigos.
Christianismo, abra.ngendo por seus preceitos
todas as aceces do hornera, desembaracou o legislador
desse* rgula'mentos singulares, e subls sobre sua con-
ducta privada, que torno to ppressiva a liberdade
das antigs Repoblicas. Nao era necessario mandar
deitar s nove horas o Chrislo cuja vida inteira e todos
os seus pensamentos tinh a Dos por juiz.
Mas appzar da dffieuldade dos tempos, e dos erros
da Polytheismo, os antigos sao ainda nossos mestres
em liberdade, como am ludo o mais, e Roma princi-
palmente nos offerece exemplos irtlructivos da manea-
ra cem que ella se pode esUbele^eP. Os novos imita-
dores da antignidade sao to conderonados por e*ta
-ooesraa antig-iidade como pelia ideas moraes de todos
os tempos; isto se explica fcilmente. Plato1, Arist-
teles, 'Cicerp defendio urna ordem social, eo proprio
defca poca dissolver ludo. G Povo nao ser jam-
is filosofo, diz Platio. {1) Esses mercenarios, que o
povo chama sofistas nio repeem em suas escolas seno
as ideas de nossos ajuntamentos populares: eis ah pa-
ra ells aiabedoria. Parece-me ver um homem que
tivesse estudado o carcter de nao sei qu monstro e-?
norme, eselvagem ; seus hbitos, seus dezejos, o mo-
do como necessario aproxima-lo, etocca-lo; quando,
e porque est elle feroz, ou socegade ; que soubesse,
segundo o que ouvio, eobservou, que tom de voz o
aocega, ou irrita, e que ento, chumando sabedoria
as rezullados certos de sa longa experiencia formasse
disso urna arte que quizesse ensinar. Pouco Ihe im-
porta em duvida que as inelinacScs do ente que Sizon-
geia, sejao conformes honra, virtude, justica j
ludo . mi *.
(1) Rep. VII. Estas diffreniescilicc5es sao tiradas
da encllente obra,Pensamentos de Plato sojire a
Religio, a Moral, e a Poltica,- colhidos, e traduzi*
alai por M. J. V. Le Cien?; 1819, em 8.
Mas que vai fazer esse povo rom taes principios? quo
desconfiado deve elle de ser! que inJignacao, que fu-
ror mais leve sombra de sugeico! A h vos o sab-
is, chega um tempo era que as levs divinas, e huma-
nas nao Ihe parecem mais que um jugo : nada da. se-
nhor, gritao elles, nada de tiranno.
Pois bem, deste governo to bello, to altivo,
nascer o tiranno. Os flagelos que tem conservado
a Constituidlo oligarchica, multiplicados,, e augmenta-
dos pela licenca do estado popular, Ihe prepario 1
escravido: porque todo o excesso traz voluntaria-
mente o excesso contrario n estacSes, nos vegetaes.
e sobre ludo nos imperios. .pois natnral que pif
as Sociedades, como paraos individuos, demazida
liberdade succeda demazida oppresfeo, e que de'pis
da democracia venha o despotismo, depois da.abuzo da
independencia, o excesso da escravido.... O povo,
querendo evitar, como se diz, o vapor da dependen-
cia entre pessoas ivres, cahe no brazeiro de um ver-
gohhozo despotismo ; e sa excessiva, e, louea liber-
dade succede a mais dura, e a mais amarga escravido,
que o submette condieco de esrravos (%); Arist-
teles nao tem menos horror que Platp .SuDerania po-
pular. O governo do povo, diz elle, nao difiere
em nada do dos tiranos. Os lizong^iros aHi sao Hon-
rados, as pessoas de. bem avassaladas. Ha a mesmo
arbitrio nos decretos d povo, que ms ordens dos ti-
ranos; assim como os mesraos costumes. U que la-
xe m as pestes de Corte peranfe ests, fazem os dema-
gogosna prezenca do povo,(4). Este a^untemento de
horneas tanto um tiranno, quanto um s homem,
diz Cicero, (5) e mesmo um tiranno Unto maisodozo,
quanto nio ha uada de mais terrivel d que es
mal feroz que toma a forma
Os Alhenienses, com
tes confiscacSes, parecem,
menos habis na liberdade doquenas bellas artes. Es
ta incapacidade de serem livresera com guslica expro-
bada aos Athenenses, Soln, quando, denunciando
a falsa democracia de Pesistrato, el|e os trata va de ho-
mens sera milos, e de loupbs. O bom senso do Poro
Romano na formado de sm Itberd idc, verdadeira-
mente admiravel. Ao tempo de seu priraeiro retiro
para o Monte-Sacro, elle nomeia magistrados, coja
pessoa inviolavel, que exercem seu recurso contra
os Cnsules, e cujos lugares mesmo nao poderp ser oc-
cupadosse nao por patricios.' O segundo retiro ao
Monte-Aveniino, no tempo do abutimemo dos decem-
viros, to pacifico como o primero. Em todas es-
tas revoluccSes, oexerclld da oexeroplo da ordem
-
(2J Repob., I. VI. "~ "~
(S) Repub., I. VIII.
(4) Polt., |. IV, C. V.
(5) Rep. I. IH, C. 23.- >
mais ternvel do que esse ani-
qrma, e o nome de povo.
it o ostracismo, suas frequen-
em, como todos os poyos leves,
>J- *.'... U^ll ^l.- Va.


(3)
4a moderno (6). SeManlio propoe, faz aecetir
urna ef tb campo, este exempi, o priroeiro depois
deqazequatrocentOsannos que Roma exista, logo
reprimido. O Senado adopta a ley, porque ella u-
til, (7) mas os tribunos prohibem, acbpeua de inor-
te, desastrozas, dzem efies^ nao se poderiafazer ae'cei'
4ar.aopoTC por est y\*, em virtude da obediencia rai<
litar (8) ? Era Roma, o povo' era tudo, o exercito
nada: eo Romano, to altivo debaixo da toga, se tor-
naba debaixo do capacete, o mais humilde dos Subdi-
tos^* Repblica. Taes virtudes parecen hoje Deri-
vis : o verdadeiro amor da patria o segredo de as
adquirir.
(Traduzido de Faletjr.)
!
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
- Acaula he a mesma do N* 33.

EDITAL.
O Gdado Joo Domngues da Silva, Juz de Paz Su-
plente do 1. DestrictO do Sacramento da Boa-?isia
&c.
F,
Az saber absSnrs. Juizes de Falo Francisco Igna-
cio de Ataide, Jbaquim da Fneeca Soares de Figue-
redo, Joo Fran-isco Soars Brando, .Joaqim de
Ponles Marnho, Joo B^pista de Souza; Antonio
Martins Rifceifo, e thoitu Joze ; da Silva Gusmo
lodos moradores iwste Destrieto, que sahir sortea-
dos para asesso ordinaria dd Jnry riesta Cidade em 4
d Abril do correte anuo, e ndla devero" compare-
cer sob as penas da Lei na Salla das sus sestes no
Palacio do Governo. E pr que chegue ao confien'-
mentodestes mesmos Snr. mande publicar ^presen-
t pela Ira prensa. Boa-vista 23 de Marco de 1835,
a Francisco Caetano Pereir Guniarae Escrivo o
aicrevi.
J*&o Domingues da Silva.
<;!
-
AN2UNCIO.
>MjubojeJuio3^ovda^02 de Bebiribi <
tndoos segu ules artigosRusga de 17 docorrente
Eleiclo do Regente, queta odeva ser-Educacao phi-
aiea,Megdtantrouogeneria. arte de procrear homerts
robustos, etaleptoza*.

.

Utioio* acatga.
V>"t
re-
s
Para o Aat com escallaojelos Ttffos.
Egue viagm at O dia 28 do corrent o Brigtie *
uiio: quem nelle luizr carregaYo ir de passagem
dirija-se ao Cpitio do mesmo1 AtbmV Joz dos Rea.
^^ Para Marselha. >
WT* Saetodla S de Abril a Galera Franfceca
Virginie, Cap. t. Fournaire, forrada dco'bre/e
mui velleira : quem nella qaiser carro'gar ou ir de pas-
sagem dirija-se a en consigrttfiarib A. Schramm.
Ji ..
Ohnston Pater.fr Companhia, fazem leilo de fa- *
zendas, hoje pelas 10 horas da caza de suas rez*
ca, ra da Madre de Dos.
tnaag.
:' 'ti
B


3bt0O Dd Correto.
'
Sumaca S. Luna receb a mala para o Rio de
Janeiro no di* 29 do corrent ao roeio dia.
t^T'O BrigiiH Pott. Lial Portuense sai par* An-
gola no dia 3! docorrente.
L. II.
*-------------1------------,-
I
rte d
o va-
vj Ella adjudicar ao fisco a vigsima pal
'or dos escravos que se libertassem.'
() Nihil enim non permites* juratos in Consulis
V'bat quamvis perniciosum populo, si id liceret>
Jerriposse.
Roussais, Pbisiologia, 3 ?blomes; Dio Pbleg-
masias, 3 ditos; Ditbv CalKecisrao, 1. ditb';,Marjo-
lin, Anatoma, ditos; Le^oii, qhiror^ia, ltfjt*;
Rcbrnd, Phisioldgia, 2 ditos ; Bich^tl,' Tratado
das membranas, dito: Beaurtie, Elementos de Pljar-
jmacia, 2 dos; Mekel, Anatoma, 3 ditos ; Brisqui-
Jon, Aphorismos de Hy^ocrartes, 1 df.t;( "Dami*;
Zoonomia, em Ing^z, 4 ditos1
metro, e Barmetro:
ro andar dos sobrados
a ra do Arago. ;3 -
tf^ PranchSes de amatell vinhjico de routo ,f
boa qua'idade : a fallar' cm" Antonio Joze de Abren ; ^
ra do Crespo D. 6. 1Ht*: A armacao e perr^ncea- de urna vendrf* narta
do Rozario da Boa vista D. 7 na esquina do bero $
Tambi, com coroedos par famlfl) e-o allguel da
caza sao 5$ mensaes por preco cmodo : na ra do
Arago D. 4. fe
t^ Um preto de 22 a 23 anuos : na ra d* Glo-
ria caza junta a fabrica de Gervazio Piras Ferrei-
ra. tit ,. .. i
^y Um cavalb lazao bom carregador, eesquipa-.,
dor : ta praca da Boa-vista D. 10.
t9* Meios Bjlhetes da Lotera a 3^200 reis em
prata : ao p da loja do Sr. Bandeira, toja de iniudezaa.
^y Urna venda com poucos fpndna na ra do A-
ragSo D. 14, cuja paga d aloguel A$ reis, e venda
4$ reis para cima estando sortida : na mesma.
$30* ptimas pelles de viado capoeiro," ditas da
bizerro francez, boa sola, e calcado tanto de homem
como de Senhora : no atierro da Boa-vista loja de cou-
ros D. 15, lado direito.
^y Um carrinho de quatro rodas novo, e bem
construido, cora os seus competentes arreios, e arma-
cao de vidracas em roda, por preco commodo em ra-
zio de sea dono se retirar para fofa ; na rus Nova
fallar o segeirp Francez.
lOr* Urna cabra boa leiteira, e muito manca, e
dois cabritos jtaludos, amboscapados"e{bem gordos:
nesta lipngraB*.
^^ Meios Bilbetes da prezente Lotera: na ra
eitreita do Rozario loja de couros.
Ditos, por prata, cobre testa-lisa, e sedulaa:
:>-


i
<*a


m*m'l
(*)
na ibja de Marcelino Goncalves da Sil?a, ra da Ca-
dea n. 23.
%OT Uma.litir anda nova, eom todos seos per-
tences, e assim mais trez leitos para carracas; ludo
por preco commodo : no atierro da Boa-vista D. 20,
lado oposto matriz.
*%6^. Benthero, oeuvres completes 13 voluraes, Fi-
Jangieri sci*nre de la Lp,gi.laiiofl 6 volumes, :Pastoret
Lob Penales 2 vol. Renazzi Elementa Juris Crimi-
nales, Beccaria Delist e Peines, Benjamim Constant
toursde Pulique 4 vol., Vattel Droit de GensS vol.,
Conste Legislatioo 4 vol. e Frilot sciertcedu Publi-
ciste 11 vol. : na ra da Cadeia do Recife n. 47;
%&F Doos escravos carreiros, mocos, boas figuras,
possantes, esadios*, e urna negra do servico de caza,
cote chao, e cuzinha o ordinario, todos crilos: na
ra d Penha sobrado de dous andares D. 2 defrente
de ojutro que se est fazendo.
Compro
i Ara fora da Provincia, escravos ladinos que re-
presen lem ter de 14 a 18 annos deidade, e sejo de
legantes figuras: ni ra da Cruzn. 22 a fallar com
Alexandre Per eir do Lago.
%3P* Uma casa terrea, sendo as ras principaes
desta Cidade, o pagamento ser feito na moeda que o
tendedor quizer: annuncie.
.ffl^ Uma casa terrea, que tenha quintal, desde o
meio da ra Di^eita al a pracinha do Livramento:
nesta Tipografa se dir quem compra.
%cy* Quatro ps de tamarinos, e cem acento e
incenla t L*rarigeira, todos capazes de se trasplan-
tarem ; ese as Larangeiras forem da Ierra milhor:
quem pertender vender, dirija-se loja de livros da
prac* da Independencia n. 37 e 38.
EJr* Um Diccionario latino era boro uzo : quem
ti ver annuncie por esta folha, ou falle no beco do
ptize frito venda grande.
i_______


Ai
flUuguet*.
Lua-seum ptimo sobrado, no atiero des Aflo-
jados, onde morou o Snr. Miguel Arcan jo Monteiro
e'Andrade: quero o pertender dirija sea Elias Bap-
lista da Silva, na roa da Cruz no Bairro do Recife, de-
fronlede Antonio Joze de Aroorim.
A
&rrefflmmento
Rrenda-se um siti na Embiribeira estrada da
Boa-viagem comease de vivendanova, e boa agoa de
beber, com perto de cem ps de coqueiros, e oetras
fruteirascoroojambreiros, mangue i ras doces, pintom-
keiras, e botante socas de capim de planta ; por preco
omnsodo : fallar com o proprio ao correr da mesma
estrada.
_ pzvtofr
Lr Esencaminhou-se do poder do abaixo assignado
ama ordem da quantii de 6O#O0O res, saccada por o
Snr. Joaqmro Mauricio Wanderlei morador no lugar
PindcibaCommarca do Limoeiro; contra o Sur.
Joaquira Francisco de Mello Cavalcante; qnem a a-
ibar tenba a bondade entrega-la ao mesmo abaizo as-
lH
signada, visto que o dito Snr. Cavalcanle j est|
ertiScado de a nao pagar irng!t!.
Francisco Ignacio de Atbahyde.
33t03 particulares.
%f Abaixo assignado deixando de ser caixeiro de Jt>.
^e Joaquina Marques Braga no dia 23 do corrente, pr.
ciza que todos os Snrs. a quem o abaixo assignado tea
comprado efeilos para a yenda do dito Braga, e pisaa-
do recibo, aprezentera ascontas, para(o futuro naoha-
verem duvidas.
Joze Mara; Palmeirt.
^cy A pessoa que de sua casa Ibe desapareceo
cabano de nome Joze Ribeiro de Lima, com idade t
8 parbannos, pode procura-lo na ra do Nogueira
D.6.
yy Rogase ao Snr. Guarda Nacional, que se
dia 17 do corrente marchou, com a Torca para a Caja
Forte contra os sediciosos, e que na voita truxe por
obzequio, um telim com uma bainha de espada ama-
relia, queira ter a bondade de vir entregar noQuar-
tel dos Permanentes, que achara quero a.receba por
ordem deseu dono, o Tenente Mavignier;
}fjf Alexo Joze da Fonceca, estando provando str
filho natural do fallescido Al^x ndre Joze da Fonceta,
previne que ninguem compre os bens qu fcaro por
allestmeato do raesmo, e parte dos quaes eslo en
poder de Cordula Maria do Livramento ; poisque per*
tencendo-Ihe por direito a parte dos ditos bens, de que
se acba de posse a dita Cordula; protesta o annunciiu-
te ha ve-los do poder de quem os ti Ver. .
ICjr* Osherdeiros dos lallescidos Francisco Camel-
lo Valcaca j de Antonio Miguel Biart; do Coronel An-
tonio Joze Victoriano Borges. ta Fonceca j de Mi-
guel Alves Lima, queiro comparecer perante a Meza
da Santa Caza da Mizericordia eje Olinda fim de tra-
taren! das dividas, que conlrahiro os cima mencio-
nados. Pecbra-se, que a divida do primeiro pria-
cipal 185#000, juros at 2 de Julbo do correte anna
269#377; a do 2.*principal 35O$000, juros at
2 de Abril do corrente anno 753$>3,45; ado3.,*-
principal 902$560, juros ale* 2 d'Abril do cor renta
2:636$560; a do 4 principal 80O$000, jurte
t 26 de Agosto do corrente anno 2:070$000.
Joo Baptista da Silva Manguinho.
Escrivio actual.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chelas no Port do Pernambuto
m
m
o
v
o
25Segunda 0 h. 54 m.
26T:---- g._ 1-42
27Q:---- S. 230
28 Q: t-----3 18
29S:---- 4 6
30h:---- g 4 64
1_D: eS 5 18 a>
Manbl.
Navios saludos no dia 24.
PaRAHIBA B, SardoGuilherme Te, C*p. IV
aeeio Roer : lastro.
Dia 26.
RIO GRANDE DO SUL; B. Commercio, Op-
Belxior Joze dos Reis: sal, vinho, agoardente, os-
tros gneros : leva 12 eserrvos de passagem.
Pern. na.Typ. do Diario 1835.


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