Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02887


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Full Text
W
AJN0DR18'35. SEGUNDA FE RA 6 DE MARCO NUMERO 3.5.
..*%*
M%mmiUImMHMtWUtVWMIIHUI>M%UWMMtWIW ***
MAMO BE
HAS 2MANA- Tildo agora depende de nos mesmos, da nossa prudencia, pade
rac^v e energa: continuemos como principiamos, e seremos a-
pontados com admraoslo entre as Nacoe? mas cafl**.
fi Spo-iinda S. Ciraco M.-Aud. dosJizrs'do C- de'm., ede
r t. ees- da Thcz. Publica, Chae de t.
1T Terca S. Patricio Re. de n. aud. do J. de Orf. de t.
18 (larta S-Gabriel Are. Sessao daThez. Publica. Faz an
, nos a Snra. Pri aceza T). Januaria (13)
19 Quinta fff S- Jze Esposo de N. S.
0 Sexta S- Martinho Duminensc Sessao da Thez. Publica de
',w m-c aud. do J. de O. det.
ti Sabbado S-Bento Abade le!, de m. e aud. do/ Vig. G.
de t.em Olindn. Quarto M- as 11 h. e 6 m. da ra.
VL Domingo 3\la Quaresma. S. Emgdio B. M.
Proclamado da Asstmhlsa Gcra do Btatil.
SubscreTf*se a filo res mensaes pa^os adiantado nesta Trpogra-
fia, eain Praca d Independencia .\. 37 e 38 ; onde se recebem
corre porjeiencas I ^ gal isa das, e unnuncios ; nserindo*sc estes gru'-
tis sendo dba proprios asignantes, e viudo asignados.
Perxambuco naTyp. de Piniero & FariA; Pateo dv Matriz de Santo Antonio.
INTERIOR.
\J Que a nnssa razo nos reromenda por melhor,
he ern geral' seguir cada qml as leis do spu paiz. Ere
este o conselho de Scrates, ensinado, corno elle fazia
crer, por inspiraco Divina. Examinemos o que o
virtuoso'Sor-rales pretenda infundir nesta mxima :
por ventura ser que o nosso dever nao tem nutra re-
grase nao o acaso ? Nao. Mas nos temos visto o que
era reputado ser ciime capital do antigo partido do
Governo de D. l*edro, vir a ser eouza legitima, isto
heos meios de violencia, esedieco : e estamos mesmo
segundo a duvidosa sore das revolucoes, Imm di* re-
putados por oppressores, e criminosos de alta traico
ni mente, e mullo maisbinda na frase de algn* que
amanha faro c*hir merc Ja Anarqua a Corislitui-
eo do Imperio Poicos di-s depois se poderem triun-
far os Snrs. da Opposico que so inculco tirannisndos,
por hum Governo a que tratao sem peijo de fraro,
moribundo, e impopular ; (que contradicho ) Depois
do seu triunfo, querero os Snrs. Exaltados cu puri-
tanos, que sigamos asleis do nosso paiz ? E quindn !
No undoso mar d*s oninies disf&eiadas de hum povo
inteiro que pintar a legalidade' de tantas cores, e a
mudar de tantts formas confo ha diversidade as pai-
xoes. Q' bem he apropiado este pensamento de Mon-
taigne !- Nao bastar huma simples vista de olhoscom
'eflexo sobre as desgracas do Para, sobre os horro-
res anda mais infames do Guiaba mesmo sobre a sem
razo dos do Ouro-Preto para convencer os preocu-
pados, de que nada menos se trata, que da feliridade
"Patria? Ma-lcher, e Vinagre, (que nomes )
Uesnviruios no momento quase em que repirtio ii pro-
** do poder, cutre si, recuando para decidirem em
campo a posse complet.i domando arbitrario; Mal-
jner lasendolavrar huma Afta vergouhosa de deso-
bediencia ao Governo Supremo em nome da Constitui-
do ; Malcher que nao tem motivo para ser presuroso
^promover a elleico do novo Regente segundo a
-ci er Regcivio; he Maleber que alguns loncos espe-
jo que eonduza o Par.i por ntreos fscolhos revolu-
cionarios aocume da prosp^ridade : he com as troci-
les i|esse mon-tro, e dos Vinagrciros seos sequas'S
J'ie em Peruambuco se estrtmesse, e se pretende...
Vt'gonha l !
Manesf de Joxe Joaquim da Siva S. Tiago Brioso
Pernambucano Coroado com os louros de Piraj,
Campiao ce 182.4, constante em Agoa-Preta, xefwr-
Aiyr de TiccSes no Reci, Mifilar d'huma reconhecida '
bravura, hometn decoracao bjm, poderias t s su-
tenlar huma resistencia de que todo o partido da or-
dem havia .k^isiido ro-'adeti, e de que 'oi victim?
N.io de nutra sor te sucumbira o valor Pernambucano!
Tantas prqvas de adheslo Independencia, e Libtr-
dnde do Brazil dadas por esse jovem Militar bV de
ser lidas em nada no conceito de seus ConcidadSos?
Acabarn as marepus d amasonas 18 annps de huma
carrea bellicosa, e patritica victima da anarqua !...
A Posteridide esqvuecenfcl > pequeas faltas de homem,
lastimar o fi;n de Coronel S. Tigo A tia morte deve ser huma ligao
proficua para- fc"nambuco tu i Patria I
He indubitavel, em nossas actuaes circunsUncias.
que, se pela no'ssa indolcncii ou por apego a inicresses
particulares, eesperancas imaginarias a respeitode de-
sistencias de partidos nos deixar nos surprehender ou
subjugar, poneos na verdade, ato sadios para ve-
reni de varando os tremendos efeilos 'hnma vingin-
ca premedfa;la pazes, deal^uma considerarn humana. Nao ha pa-
ra apellar, ou renunciar a Patria, ou salva-la.
Prometemos dar da Aurora, e do Deffensor da
Legalidad alguns extractos sobre a questo da Comu-
tico de pensaos RR do Ouro-Preto : eis hum art.
da Aurora 1009.
De A/arianna. Ba'bacc.nrt^ eS. Joo d1 Ei-
lieij ajuntamentos de Ci'Tadaos, Sociedades patriti-
cas, e Cmaras Municipaes tom mandado repieseuta-
(6es iguaes as do Ouro-Preto, p-dindo a conservaco
do Presidente actual, e a revogaeo do decreto que
commutnu a pena ao reo f'dstein. Nao nos con ta que
lenhao viudo por ora pctiioes d.s outras villas de Mi-
nas. Os jornies da provincia que nisso tem falla-
do, entendem que o Governo dfve revogar o de reto.
Mas a mesma Opposfcao Constitucional de S. Joo u
ElRfi concorda com o Universal emqoe nao de-
ve >er reprovad\J o expedientado Ministro quanto as
commulacoes, fiorque conhece as circunstancias par-
ticulares do Ouro-Preto, e est eos.vencida que mili-
to interessava o mandarem-e os sentenciados para fo-
ra.de.huma cidadeaondocontaonumero nao pequen^-
\
II FIVFI
I


.
f -
de pt cid islas.Porem nao aprova o* destines que se
derio a alguns de&ses criminosos. Resta saber se esta
lijve difidencia (<;ue poderia dar logar a algoma cen-
sura desses aetos do Ministro) merece que se faca Unto
ruido com semelh'ante negocio.
Huma carta do uro Preto transcripta no D. da Le-
faidade diz o seguinte : a...... E' galante vel-os
j a descomporem-se, fervem ai apostas sobre o
file fr a Regencia. Vasconcellos, depois de ter me-
tido os seus caes na moila. elle mesmo es aceusa de imbe
<'cii, Joze Pedro lanca a culpa na Nogoeira duendo q'
e*tfc o engaara, promeltendo-lhe appresentar muila
gente ao rebate. Negueira diz que nao ouvio metade
do convencionado, porque surdo, e que o Lirapo,
la'lcu mui baiso quando fe* o plano da rusga. O Pa-
dre Meirinho diz que ludo foi mal concertado, porque
uio houve nv*n?>, o que fora urna podre iraitacao
do que ftzero os de 22. Gomes Freir di razio a to-
dos ; o genro Honorio dizque Manoel Soares foi ma-
fino que o Limpo, porque s quiz apparecer depois
yue Theotonio reeusou-se. Limpo vendo se atacado
por todos, epelo mesmo Vasconcellos, ja conheco
queasuaquaUdade de adoptivo o p6e .ero falsa posi-
co. Vasconcellos promove que se pecio represnta-
las de Cmaras Municipaes, e das Sociedades poti-
raip; mas elle nao esrreve, nem o faz em seu uoitjp, ,
*em >-uie sensata da Povinda temos olhns no Governo, e
todosd.zem. Redir sid nejhs.O verdadeiro Bus-
que Aureliano de Souza. que faz muila sombra a to-
dava canotilhada% se elle (o que nao espero) largar
MwUerio, elles arharS pretexto para comprirem
oJAcrrlo, porque o Limpo est com mullo roedo a
iaipo,ieaocresce a medida que elles brigo, Wque
a -trfttfa va.-se pondo a descoberto.
SeoGoverno se decide por asignaturas pode te-
oJobroparaquesecuropraoDecreto, pois pedir pa-
ra perder muila gPnte sabe mas para augmentar
H*s so t-stes Jadeos que gr,5a Gucifaere, rUell,s
er.io um d,a o pago. O tal Christo uVTstfo Rstein
merece mu.to mais pe| m*,^ que fez, mais urna
vi* perdoado, deve-Se eumprir e muito mais tendo-o
sod.ctado os roesmos Deputados, queagors nego, pa-
** ** Corte aos Eleitores......
>~ .Cumpre-nos agradecer ao Snr. P. da Razio e
da \erdade o estillo civil rom que se dignon impug-
nar ossos principios exagerados ligeramente em o
S desla folba : he nos licito t^bern d;er-lhe com
a mearaa franqueza, P reSpeilo, que ainda presinim*
o rneamo rensar nao obstante a sentenca que nos cita
do grande Mirabean p.irque para ronfiprvar a jUl;ca
que deve ser omoTel de Indas nsarc-ftes humanas, pre-
nso he que essas reclamares do povo de que nos fala,
n.arxorb.tem do circolo da lei. Ideas de Juslica
*em huma norma que a distinga perpetuamente das
piteCes, e dos interesses he ioadmisaivel. Se entre
l.uro povo livre, a lei se presume ser o vetto g*r| dos
^dadaos, por consequencit qual he a revnlucao que
pode M-r entre elles fondada na opinio pubca, qua-
I \qXX e ? StU rpfu,^or Ihe franqueia nutres re-
reor' Quando pnis se diz que o povo reelama, e
que he pree.so respeirr, he indispensavel esmerilhar
a reclemaeaoemconeurso do b?>m senso pra qne se nao
^rmquem ronseccCes extra-legaes. O mesmo Mira-
^e.u pensou assim, Ty.g:5n,os ,x?^rtA h dea e
< preyao ero Pernamhueo onde nao existe nutra forca
que a dos mesmos Cidadaos, e essa pequea e nfo mui-
la subordinaos, salvas as excepeSes..
A-
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente de 27 de Scvoreirg.
O Juiz de Direilo de Nazareth, disendo que a
Thes. Pub. nio pode sustentar bum Destacamento 4
G. N. e que providencie como ihe for possivel.
Ao Coronel Chefe da |. Leg. de G. N. pira
mandar huma Guarda de honra acompanhar a Proc,
dCiuza.
PortariarAo Iusp. das obras P. para praparu
hura armario de vidros, 4 roezas pequeas, A escre-
?aninha, e2campainhas para o ser vico da caza da
Assemblea Provincial.
Ao Juiz de Direito de P]a, para mandar pre-
ceder ontra Francisco Baiboza Nogueira da Paz, eo
Vigario J. E. Lel Periquito, em pregando (oda a di-
ligencia e aprbvendoaosocego da Comarca. ( 28 A*
Fevereiro.) ^/
Ao Cnsul Inglez nesla Provincia partecipando-
Ihe ser ordenado ao Inspector da Alandega demandar
entregar so Mestre do Novio .Lawson as 2 barricis
de bacalhao que viero para amostra, e que foro apre-
hendidas.
Ao T. C. de G. N. do Poco da Panella para re-
ceber do Com. do A.* Curp. de Art. 60 granadeiras:
quanlo ao correiame que (obem reqisilou, nao o ha
por ora velho. nem novo.
Ao Commandante do 4-* Corpo de Ar.U pira
fazer a entrrga mencionada. ^
Ao Dirertor do Are. de G. para fornecer tro-
pa bord do S. Joo Haplista as precisas racoes alter-
nando asqualidades hum fresco, e arroz, ou secca, e
feijo.
AoCom. da F. M. para reonvier ao J. de Pan
do a. O. desta Freguezia o crioulo Miguel Joze visto
nao servir para a Marinhi.
Ao Juiz d.e Direilo renetendo o oftitio dos V. da
Cam. M. dessa Villa Joo Nunes da Silva e FraueKco
Gom. Pereira de Vasconcellos, e para proceder como
for de direito lobem contra Julo Antonio Baplista, Jo-
o dePdiva, Joze OeUno Caipira eoutros.
A" Iosp; do T. para mandar entregar hoje mes-
mo ao Director do A. deG, 20^ para s apromptar
o preciso para atropa que segu para o|\o Grande do
Sul. '
Ao Director do A. de G. pira pagar a Jpaquin
de Souza Cirne 45$ frele pela conduyo de a'guns
soldados doentes viudos do ftio Formozo.
Ao Iosp. da Alf. sobre a enireg* das barrica
de bacalhao. (28 de F.)
Ao Dirct. do A. de G. parA remeter para bor-
do do B. Margues de Pombal tudo o que sh mandou a-
preslar para a tropa que segu para o Rio Grande do
Sul.
Ao Juiz de P. do 2. D. Lopt Neto, para dar
dpstiooaorrioulo Miguel Joze que nao se?ve para o
servco da marinha.)
Ao J, de P ile Villa de Souza disendo-lhe qoa
stias requisii-oes devero ser feitas por intermedie do
Esos. P. da sus Provincia (Paraiba.
No mesmo estillo ao T. C. de G. N. da mesan
Villa de Souza.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he amesma dN.* 33.
II raiwri


CAMBIOS. -^
/IrV d Janeiro &-de Fcverero de 1835,
m....... 373/4 nominal
r ............,...., 255
iiPfffP*'....... 83 p. c. p.
------V |piih ........------- l#365al#367
S#e^jteft&400.......... X 1$500 a 12#500
-r~ -.JMjftOOp,......... 6^450
Pmu............... .: 7* 423/4 p. c;
Cobre rooeda de 40 rs. 15 p. c.
40 rs. 23 p. c.
A plices de 6 p. c. juro 72 74 P <"
(Oo Job. dpComm.)
Mar^ntx}^ de Jntito. ^
PrctS de gneros de exportaeio.
Atffida* bom a prala.......... 5$900 a 0$1OQ
Ditaa Gedlaj....................... 10$000
#ito h Conheci melos................. "i J$000
OdeSerra tem difieren*; i de l$200a 1 $300 por
arroba' '
EVinha. .............. 1$100 a 1&200 pa-
nino e t.i!ib*m por menos conforme a moreda
Mlho...................1$300 a 1$400 Dilo
Hjo................. $800 Dito
Cauros.................. 125ai40
Gma................ 2$400 a 2$80O Pannro
Vaquetas.............. 1$800
Aunados.............. $180
Ateite de Jerzelio....... 850 a 900 frasco
Dilo de carra palo............ 280 a 300 quartilho
Dizimo do Algodao bom...... 10$000 a 10$800
Dita Serra.........<____... 8$700
Premio de prala de 65 a 85 por cento conforme a moc-
d* com que se compra.
(Do Echo q Norte.)
ANNNCIO.
9Ahiu hoje lux o 1 > N.# do Peridico^ voz de
jwertie-.conteni os seguintes artigo*Prosppelo.
?tsfa de. olhos sobre o estado actual do Brasil. Re-
hilados da niorte de D. Pedro. Noticia rircnnsrari-
< *sconseguir. Sahir tima vez por semana, e se as-
*?V. a ^** rt's mensa es na toja de Livros da Praga da
u'to, nado Sur. Passos em Onda, onde tambera
^ndea 80 rs. folhas avulsas.
(3)
boalo distantes do Retifa / lege**, to?.i h-stss sir.
ta, bon* patios/ e boas trras para can*, as qoaes se
podemui be levantar humeando Engento: fal-
lar com seo proprielario no Engento Veiho da raesma
Freguez/ia,
tT2^" Uffla yenda com poneos fundos e com modos
para familia na esquina da Riheira D. i3: defronte
4o muro D. 16.
fc^* 43 pares de ovas de camorepsi chegada* a
p.oucos dias por pTeco commodo : na ra da Snzalla
velto no beco largo armazem n. 26.
t3^ toucinho em jacazes cbegado a poucos dias de
Santos, por preco commodo, e tarabem se vende as
arrobas : no mesmo armazem cima.
fc^ Manteiga em barris propria para padeiroi, on
cazas do pasto, barricas debolaxinha ingleza doce, sei-r
ras de figos de oito libras cada urna, sacras de arroz
vermelho, e outros {eneros por preco commodo : na
, ra da Cruz venda D. 34.
^^* Pares de meias de seda curtas, pretas e bran-
cas a 640 reis, psde Uranias, 30 duna; de cuias
do Para : na esquina da Pracinba do Livraraento D. '
1 na luja do Burgos Ponce de Len.
W^" Urna espingarda de cassar ingleza, e de esp-
lela mu i tobo, com muttos sobrecellentes e sua eo-.
petentftj'aisa com ch?ve : no alterro da Boa-vaia casa
terrea junto a loja de miudezasque tm lampio.
^c^ Urna porco de arroz de casca e outr de dito
pilado, eoutradita a/arroz branco, e urna saca de
teijo mnlatiuno : no lar^o do Hospital D. 21. '
^3* m xexo, 3 sabias da mata, da praia, jjon-
g, um concriz, 3 bi.cudos, 2 canarios criados em ca-
za, um g.lode campia, um curi* 2 papas capim,
um encontr, um cabocolinho, urna natatiya da Para-
bba, e 2 sanliaf s, os quaes todos j fizero mudas
emcasa, e rom seos cantos p'i^o muito bem aos seos
npaxonados o lbiilio da comida: na ra atraz a
Matriz da Boa-vista, sobrado n. 17.
1f^ Um cavallo mellado em boas carnes coman-
dares : na ra Nova loja de marcineiro jujo a Igreja
da Conceico dos Militares. r,\
.%f^- Calcado de Lisboa b^m feito cbegado prxi-
mamente tanto para bomem como Sen horas e meninas
a saber: sapatos de duraque, de setim, de marro- \
quim, ditos de duraque para meninas, ditos ditqs de
marroquiro para ditas, cbiqnitos, e botinas tanibem
de morroqaim para meninas, boljns de bizerro para
hornero, sapatos de dilo, ditos de dilo ingleses, ditos
botinadosdito : na loja do Bairao da ra da eadtia /
lo Recife. __/

4
3U)ijK>0 Do Corrcio.
Escoria Mucuripf. de que he Mestre Manoel Go-
^' Ve* ('a Costa, safpara o Acarac pelo Cear no dia
24 do correte.
H,
iletlao.
^Arrisons L%lham & Hibepl fazem leilo no da
. "yrrente as 11 horas d* mauii de moendan de
'ron^casa da sua rezidencia ra da Alfandega ve-
t>. 9.
II
< ni Da 3.
Us propriedades de trras na .Freguzja de Ja*
&^ Urna tenda de ferreiro com todos os seos per-
tencesrita na ra da Lapa: no forte do Mallos ra
b do Cordiniz n. 7.
%3r Urna venda com poco fundos no forte do
Maltos defronte do Alexandre Jozp Lopes : na mesma.
^flf* Sacas 'ora arroz branco, fio pacole, barricas
com mho, tourinhi do Porto, fio de vejla, caixas de
sebo do Porto, farinba de mandioca, tudo por preco
commodo : no armazem de assucar na ra da cacim-
ba n. 5.
fc3^ Urna agulha de mariar, um grafmetro, um
sestante, 2 ancoras de ferro urea grande que se pondo
ante novo serve, e outr* pequea com falta em urna
tinha, que serve para emb*rc*iocs que estiverem na
praia do collegio, cadernaes grandes para virar embar-
cac5>s de crena, e os Seos competentes cabos que se
vendem ou se Inga nma lanxa grande quazi nova :
na ra do Amortm sobrado D. J25.
|r^ Urna esa terrea na roa do Padre Flortano:
na.loja de selleirp dajrua Direta D. 11, se drquem
JW9r


* 'JW-il_..
a>
Vende-se, 2 trems ou trocaS-se por I espe-
taos grandes'de salla, e tambem um grande gordo e
manco tarneiro -acostmado a carregar meninos, e
uns coclhos : na ra eslreita do Rozario sobrado D.
33.
^S3T Um cavallo castanho muito nov e de bons
andares e bastante gordo, por preca commodo: na
ra da Cadeia reina D. 30.
^^- Urna venda com poucos fundos e commodos
para familia, Cita nos 4 cantos da^Boa-vista debaixo do
sobrado na esquina da ra de S. Goncalo : na Jmesma.
$C3^ Pianos bons por preco commodo : na ra do
Queimado D. 4, no sobrado de 3 andares, defroote
lia Botica.

compran
._ *Ois caxorrinhos, um de fila, e outro gso : pre-
tos, machos, e com as orelhas j aparadas: quem ti-
ver qulquerdelles, annuucie.
t* Ornamentos, e os mais uticilios de Oratorio
privado pai^dizer missa ; quemostiter annunciefpor
esta folh^.
tf3^ Um Oratoro que teha portas de mudeira, e
5 palmos de altura : na ra doFogo D. l4
; jFiU'tc
f Urtou-se no dia 13 do correte das 9 para 10 ho-
ras do dia 2 aneldes lavraclos, um cen 4 oitavas de pe-
70, e lem urna flor, e em cima desta um diamante, e
-outro com 3 oitavas, tambem com diamante: roga-se
a pessoa a quera forem offerecidos, que os tome, e le-
ve-osa sua dona, moradora no beco junt* ao E*criplo-
rio ne Luiz Gomes Ferreira, no 2.* andar do so-
brado que tem varandasde caixo, que ella alem de
gratificar, fitar eternamente agradecida.
A
atteniatiteno
iRrenda-se ou vende-se um, sitio as Afiliados
cora duus casas de vivenda, sendo urna nova, e com
viveiro', em muito bom lugar : quem o pertender pro-
cure-na prensa do Brilo no forte do Mallos.
t ,
O
abtos &atutulan$-
Jf .Abaxo/assignado Escrivo de Paz do 2.* Destric-
tode'Santo Antonio do Recife, faz sciente ao Publico,
quequalquer pessoa, que com o mesmo tiver negocio,
dirjase a ra da Larangeira D. 14, onde se acha
morando.
Antonio Joze d'Oliveira Miranda.
& Um rapaz Brazileiro de muito boa conducta,
sabido apenas dos estados, propoe-se a servir de ca-
xtro, pira oque offerece o seu prestimo, e habilida-
/e presta fiador : ra das 5 ponas D. 22.
X&- Joze Martinsde Amorim av7.aao Publico que
de boje em dianle se assignar Joze Martin da Silva
Porto por jase ter encontrado mais pes*oas, do mesmo
leu nome antigo.
tf^ Dezeja-se fallar ao Snr. Escrivo Tibureio,
da Villa de Serinhaem, e como agora se acha o dito
Snr. nesta Praca e nao se sabe em que casa, roga-se-fhe
a qeira annunciarpara se Ihe/all.ra negocio <\e stu
jnleresse.
,P5 -Aiiugorse negros pafo Irobotasrenri es am
siiio perlo da poaca : quem os tiver dirija-se a ra No-
va D. 5, defronte db Caldereiro.
#3T Quera precisar <^e umeaixeiro Portuguez de
22annps, para lojaj; ra, bu escripia, pois d# tti
tem muita pratica, por ter sidosempre osen emprpgy
quem o pertender annuncie por este DHrk) para ser
procurado. .........
$3^" Preciza se de um feilor para um sitio, e ala-
ga-se algunspretos : quem os ti ver para lugar dirija-
se a preuca de Francisco Ribeiro-de Brilo.

Cataros fttgto'.
Joaquina, criln, de 25 annos, alta, ebeia do *or>
po, tem urna mai quina no queixo CQmo uro iulho, at-
gumas marcas de relho as costas,- e pelos peitos, Te- I
I has e novas, e ps meios apalhelados ; fgido a 22 day
Dezembro do auno pssdo: os aprehendedores U-
vem-a a seu senhor Manoe de Criristo Grngeiro Mel-
lo, morador no Brejo de Arca, ou no armazem do R<
fino na Boa-vista que sero bem recompensados.
7* Joo, naco rebollo, oracial de Kanleo, cara
bexgoza, cheio do corpo, estatura regular ; (ugido n
dia 8 do correte, com calca e carniza de bi im, e cha
peo de palha, alcalroado : os aprehenrfedores levem
a ra do Cdllegio n. 11, que sarao generosamente
gr a l i fi ca do. ..,.M,
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chelas no Porto de Pernambue*.
IB
O
?J
O)
en
t
18Segunda
19Ti----
20Q:----
21 Q:-
22S:-
23S:-
24D:
t
c
s
c
7 h. 18 m.
. 8 6
. 8 -- 54
. 9-42 l Tarde.
10 30
1118
0 6 } Manha.
Navio entrado no dia 14.
ArACATI^ 11 dias; S. Conceicao Flor dotr.f,
M. Joze Rodrigues Finheiro i vario. gneros. Pas-
sageiro5 4-
Da 15.
RIOFORMOZO; 17 horas S. S Anf Ligeiro, M.
Joze de leos Monteiro : assucar : Lourenco Anto-
nio das Neves. Ton. 55. Passageiros 2.
Navios saludos no dia 14.
c
ABO DA BOA ESPERANCA 5 B. Arar. Levant,
Cap. Caldenrll : madeira. r
HAVRE DR GRACE 5 G. Franceza Camoens, Cap.
Maniere : algodo, ** as.sufor.
PApAHlBA; B. Ing. Vallurr, Cap. Grillo : lastrfl,
e algum b.icalho. Passageiros 4- n
RIO DE JANEIRO, coiii escala pelo Porto de e-
dras-, Paq. N. Patagonia, Com. o 2. Tenente Anto-
nio Jannario dos Santos : leva de passagem os 2" ',"
nentesGabiiei Ferreira da Cruz, e Jue Joze Rn'-.n-
gues, o l. Tenente de Artilheri.i Silvestre Henriques
de Pinho com um Sargento, e 22 Soldados, para *
Porto de IWras.
TRIESTE: B. Ing. Manihester, Cap. G. Ber.ey .
^rein. na Typ^do Diario 835*


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