Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02885


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Full Text
ANNODEI835. SEXTA
FERA 13 DE MARCO NUMERO 33.
***%M^^W%%%<^%%,%%%WltH%>
WHwwHiwMHimwwTOw wmimm
:**
DE

das da semana.
9 Sefunda S. Franctca.R.,Aud os Ji>e"^o C- de m., ede
t ses. da Thez. Publica, Chae, de t.
W Terca S. Mehtao Re. de m. aud. do J. de Orf. de i
II Quarta Tqp. SCandado, Sqssao da ^heay RubUctf. Faa nV
nos a orna, rnuceza D. Januaria (13)
,11 Quinta <$ Gregorio P: RJ; d m. aud.dd Juz'uVC. de m
13 Sexta Tcmp. S. Sancha Sessjo da The*. Publica de
ni. e aud. do J. de 0. d t.
. USabfcadoTrap.. S.. Matildes., R^l-dem. e.M. oV-Vi*. G
*m o a eo nd9' fe.cbei> ?s 7-b. e 42 m. da.t.
15 Domingo 2 da Quaresma. S. Henriaue
Tudo agora depende de nos mesmos, da nossa prudencia,
raeao, te erfergia r continuemos orn principiamos, e se/
poutadosoom admiracaoentre as Naifes,okcbitas.
modo-
seremos a-
Proctamacao da Jtssemblea Geral do Bratit.
|
Snbscreve.se a (WOrteis mensae's'pajros adiantados nes-ta typflsrr*.
na, ena Praca da Independencia J. .87 y 381 onde le rcctkf*
correspondencias legalisadas, e annuncios; inserindo-se este* gra.
tis sendo dos proprios assignantes, e vindo asignados. rv r'

PEi.NAMBco na Typ de PiNMEmo & Faiiia; Pateo da' Mu* de Santo Atiri.
<



o
INTERIOR.
jjftm pela huma hora da tarde recebemos folhas
da Capital oo Imperio', de S'. Paulo, e de Minas at
*8 de Janeiro. Bem se ve que as nao podamos 1er
todas para poder tfssar aos nossos leitores o estado dos
negocios cnlraes, e do Sul. Com tudo temos a satis
jyao de annunciar que all nao tem sido a tran.qulida-
de interna nsencatmerite perturbada. Teda a at-
teocaodo publico se fitav nos movimentos de Minas,
oo antes da Cmara da'Cidade do Ouro-Preto na pre-
tendida revogaco do Decret de CommutcSes de pe-
- asaos Reos da sediccao de f% de Marco do anno p.
sobre este objecto disputavo a Aurora (que nos pare-
efe hum pouco sahida do Minesterio ) com o Deffensor
da Legalidde novo Peridico la Rio'de Janeiro bem
cripta, e desentimentos verdaderamente Brazlei-
ros.Dareinos brevemente alguns extractos das opini-
oes dos dous Ilustres Redolores* Wsm como do esti-
m-Vel, t profundo Jusliceiro. "
, """I.?0*??' (?rs*oii ontem pelasonze oras do da
Joticia de ser co,umada huma reaccao revolucionaria
lssas violenta uaquelUde-grcadissima Provincia. Fo-
rao assussmados o Presidente Lobo, Commandante das
Armas S. Tiago, Commandante da Fragata ;Deffen-
sora, mais 5 Officiaes, e 12 a 15 pessoas de difieren-'
les classes. A despeito desta rigoridade horrorosa pra-
cada por hoinens que se dizem liberaes, e virtuosos
arevelucio nao esta va ultimada dizera, e os partidos
procuravo o campo para disputar-se sanguinaria-
meole: rpais de cento e tahtas pessoas emigrarlo para, o
^araaho e ruito mais para cutrs pontos limtrofes.
Malcher ficava na presidencia por unnime acciam-
cao do povo, e tropa (r,o l'rabalhou para outrem.) O
^migerado. Arcipreste Balista Campos era falecido
pouco antel da rusga. Finalmente nao podendo dar
aos nossos leitores tudo quanto sabemos pelos peridi-
cos o arahho faremos hoje mesrao por hum* suple-
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente diS, 7 de Fevereiro.
.OGorpnel^ Chefe dal.'/Legio de .G> N. para
nomear 6 OBciaes para o Cqnsqlho erii ...cjue
ade responder o Capito de Municipaes P. Pedro Fri-
cisqo de Hollanda Cavahranti de Albuquerqqe.. ,
Ao Commandante Grera] dos Municipaes intei-
rapdo-o do referido, por sua, requsico de 21 (doFe.
vereiro.) .
Aos bnrs. da antlga Administracao dos bens do*
(Mios, partecipando-lhe a omeaco dos ,Cjdadios
Francisco Antonipde Qiveira, Padre.F.raaca Ro-
drigues Machado, M. ^ifi^np dos Santos, F, 4a Va-
lois 5. P., e T. de Aquino F. para formarem a pov
AdrajmstracSo, aquem a enliga deve. a presenta r suas
conts para serera examinadas em conformidade do ri
docap. 2.* dos Estatutos.
Portara, a o Commandante do P. Feliz pa,i;a, re-
cebar a sea bordo os OBlciaes que por ordem do Com-
mandante das Armas seguem para Femando ; e. bem
assim os presos que Ihe.torem remedps pelo Jjuiz do
Direito: cora os quaes devr Itr toda a vigilan-
ca. ....
Ao Exm. Commandante das A,rmas,. e ao. Jui/.
de Direito C. de Polica partecipando-os das ordens
espedidas ao P. Feliz.
- Ao Inspector da Thez. para remeter agum di-
nhiro possivel, ao Commandante da Ilha de Fernan-
do pelo Paquete Feliz que de ver sahir al 2 demar-
co.
Ao Bxm. Commandante das Armas .para dar o
suparecer sobr o requer ment de !*r. Ma'ool do
Santo Sepulcro, Capelio do F. do Bruro.
Ao Inspector da 1hez : para mandar pagar ao
Secretario desta Provincia V, T.P. de F. Camar-
go o respectivo ordenado des do 1. do Janeiro visto ter
sido dispensado da Commisso de Presidente das Ala-
gos. (li de Fevereiro.)
.
^5S55^^^C_4Un
-f-i
Qbscrvacoes de al urnas Gu'zefas FranGeza* sobre
o novo Ministerio Inglez.
\W Jornal dos Debates, depois de ufanlas observa-
9.des.ge'raes sobre o novo Ministerio lidiar, di* t^'e


(?)
eite nao testar julgar com prevencSo da sua marcha
poltica, roai seguir o etemplo da 'Inglaterra, e espe-
rtr. Os partidistas da.nova Administraclo aftrmSo
qne ella completara a obra da reforma comcau* por
seus predecessores, e os cedo conheeereraos o valor
esta assercio por alguma couza mis do que meros
nomes. Inglaterra tem manifestado tanta prudeu-
oia neste ultimo mez, que o cuidado do seu destino
pode ser deixado so a ella. N inguero tem jamis ne
gado que ella conhecia os seus proprios interesses, e
agora mais que nunca tem ella os meios de assegurar o
seu triunfo Nao ha Governo possive na iniaienr*
era o apoio da o pinito publica. O povo, interroga-
do7 ou no.presente Parlamento, ou as assembleas elei-
taraes, responder, e a sua resposta ser decisi-
va, rv J
O Constitucional chama recollecce do Duque de
Wellington um faeto histrico que pode servir de um
tarrivel tico aristocracia Inglesa. Quando a Ad-
mimstracsc de Poligusc foi formada cm Agosto de
.1829, ele se esforcou ainduzir as pessoas de mode-
rados principios liberaes entrar no Ministerio, ou
ao menos aappoia-lo, como o Duque agora tem feto
ao Lord Stanley, e a Sir James Graham. Elle noen-
Wellington no mesmo circulo, forcado-a concentrar o
seu poder cora os oltra-Tories. D'aqui resultar u-
ma dissolurao do Parlamento, e urna certa maiona
contra o Ministerio*Os Whigs ou devem outra vex
ser traidos ao poder, outieve ser tentada alguma cou-
semelhante as famocas ordenancas de Carlos X.
Nao ser suficiente esta licco para a Aristocracia da
Europa-?
* O Terapo diz*5rftot>ert Peel emprebende a sea
difficultoza larefa coro collegas rouito diferentes de-
gelles que ao principio elle pareca preferir. Pela
segunda ves se prova ser impossive auniao de um
Ministerio uniforme e as pessoas, mais retrogradas,
o impopulares tem sido escolhides. Com urna tal or-
ganzacac, intil esperar pela profissao de princi-
pios que o novo Gabinete provavelm^nte far. Alem
disso, SirHobert Peel demasiadamente bom julga-
dor para se engaar ero quanto ao resultado. Tudo
oque um hornero rasoavrl, como elle, poderia espe-
rar ero tari circunstancias, seria resolver afgumas ques-
loes pendentes em um sentido Tory, e obter o acces-
sode menibros Tories por urna di-solueco do Parla-
mento. E' inteiramente Claro que a perfeita unio
dos Whigs de toda a forma de opinio assegura a sua
volta ao poder em breve lempo. JSeuhum poder hu-
mano pode refer a tendencia dos espiritos dos homeus
para a civilisaco progressiva.
A Tri&unaolhaa attitude firme e coro tudo sore-
gada do Povo de Inglaterra desde a dimissao da Ad-
ministradlo de Melbourne como urna prova de que o
presente Ministerio nao ter a contender com roovi-
mentos insurreccionarlos. E' no corpo eleitoral que
o novo Gabinete encontrar os seus mais serios emba-
races, porisso que como elle nao pode obrar con a
presente Cmara, urna dissoluco deve ter lugar. Os
-destinos da Inglaterra^ eos da Europa, ao menos por
afgum tempo futuro, dependem da roaneira era que
os eleitores exercerem o seus direitos.
A Quoiidiana asseveraque os Tories pretender
defender a Constiluico, e nao abuso*. Elies sabem
taobem como os seus adversarios que a reforma elei-
toral tem tomado raizes entre as It'ys fundamentes da
Inglaterra. Se os Tories podessem entreroelter-se nes-
ta matteria, seria antes. pra a desenvolver, do que
para a limitar. A interico dos Tories e a sua posicio
a respeito da reforma sendo bero entendida pela maior
parte das pesadas sabias, e influentes da Gr BreUnba,
a nomes, e pessoas sem examinarem os seus actos. JY
migamos que nao. N -
J (Extrahido do Times.)
I
Puhlicac&o d pedido.
MLlm. e Exra. Snr.Esmirilhando eu, como me foi
possive a Le, nao encontrei *Artjgo!guns, que au-
thorisasse a Y. Exc. para mandar sobrar a sesso do
Tribunal do Jury, que o Cdigo do Processo Criminal
Artigo trezentos e desasseis meimpoem odever de re-
unir duasvezesaoanno; para qual sessio ja havia
marcado o dia quinze do corrente Art. 235 : a Cama*
ra oficiado aos Juizes de Paz, e estes aos Jurados Art.
S87 para a comparencia, sb pretexto de nao estar an-
da resolvida aquestao dos Destrictos de Paz desta. Villa,
e para nao -ficar seus actos buIIos. Pouco importa ao
Tribunal do Jury, que tenba, ou nq sido resolvida
aqoesto dos Destrictos, huma vez que a sua reuniio
he marcada por Lei, eso cutra posterior, que mande
o contrario, pode obstar os effeitos daquella, e ficar
porconsequencia derrogada, a qual roe nao consta ha-
ver. E de mais o Tribunal vai conhecer dos proces-
sos dos RR. presos, e afiancados, e nao da junecio que
fez a Cmara dos dous Destrictos em um^ e por isso
parece irrizorio dizer-se, '(fallo com o respeito divido
a V. Exc.) para nao ficarero seus actos nullospois
que nos trabalhps deste Tribunal para coro a junecio
des Destrictos, nem ao menos ha parentesco a fine, a
concedida a hypothese de haverero liuUidades no Ju-
ry, tem as partes recurro para o Superior Tribuait
da Rellacfio, onde podem mostrar essas nullidades.
Todos sabera, e ninguera ignora (fallo coro a venia im-
plorada) que s ordens contrarias as Leis nao socoai-
priveis, e os executores dellas sao considerados obrar,
como se tal orden nao existir, e ponidos peloexcel-
so de poder, ou jurisdico que nisso cometer, Codi
Criminal Art. 142 per totum, e Art. 143. Final-
mente Exm. Snr. os trabalhos do Jury conUnoao im
forma da Lei; embora caia'sobre mim o odio, eie>
gnaco d V. Exc. ,-.
Dos Guarde a V. Exc. muitos annos. GoianoaM
de Fevereiro de 1835-Illm. e Exm. S6r. Manoel da
CarvalboPaesdeAndrade, Presidente da Provincia
Francisco de Paula Noberto d'Andrade, Juizdei-
reito i n ti rio da Com marca de Goianna.
ED1TAL.
F
. Ac saber aos moradores da Freguezia do Boa-vista
que uso de medidas, e pezos, que devem afenlos
t o ultimo do corrente mez de Marco, pois que impre-
terivelroente no !. de Abril heide fczer as corridas
docosturoe, o para que chegue a noticia a todos Bzo
presente avizo. Boa vista 12 de Marco de 1*35.
r O Fiscal
francisco de Barros Falc&o de Lacerda Cavalcanti
<5abio3 a Carga.
Para Montevideo.
SEgue viagem al 15 do prexeDte mez a Pol Safd


(3>
fraeieza Tamny milito veHeire, e forrada de cobre
toe anda pode tomar atguma coiza a frete e tem bens
commodos para passageiros: q nella quizer Utilizar-
se dirija-s iOS seUS consignatarios H2 TUS d Ctu* D.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
Pauta do preco corrente dos gneros pelo qual se fa-
rem os despachos do assucar e algodo na Meza das
Diversas Rendas d'esta Provincia de rernambuco
na semana de 12 a 19 de Marco de 1835.
Velho Novo
As.B. !. sotte 2$I50 2$75
1#300
2.'
99
1$925 2$525
3.* 1$625 2$225
900 Pito dito velho
J#300 Dito M>
1$800 2$30O
l.'st.# l$30O l$80O
2.*,, 1$200 l$70O
800 Dito dito V. (3.* 1$100 l$60O
Algodao empluma
9$500
Miguel Arcanjo Monteiro de Andrade.
*!

Letlao'.
XlArrisons Lathanr 8 Hibert fazem eilo no da
16 do corrente as 11 horas da. mauh de moendaa de
ferro na casa da sua rezidencia ra da Alfandega ve-
Iba n, 9.
U.
Oen&a*.
Mu tipoia nova, muito ri<4 vinda de angola com
lodos os seos pertences, dois ubolriros em folha para
boceleiras, sendo um para fasendas, e outro para roiu-
dttas envidracado, todos com a competente vara e to-
bados : no atterro da Boa-vista, caza terrea junto a
loja de miudezasque tem lmpio D. 34, de mauh
at a 9 horas.
W^ Urna Typografia com todos os seus pertences j
quem a pertender annuncie.
W* 4 escravos sem vicios, spcadores de assucar e
2 de 19 annos : na ra da Cruz D. 14- ** andar.
Urna cabra com cabritos muito leiteira : no
ttcrro dos A Rogados D. 21, bem confronte a casado
Monis.
Urna casa terrea de pedra e cal com grande
quintal murado e algn* ps de coqueiros dentro, na
Povoacodos Afogados ra do Motocolomb lado di-
mito: na Pracinhado Livramento loja D 22.
Compra*.
a*Rethmetica e algebra de La Croix, ou mesmo o
curso completo sendo uzado : na roa do Collegio Boli;
** D. 5, se.dir quero compra.
*9* Um habito da ordem'3.' de S. Francisco que
"oseja muito uzado : na padaria da ru de S. Bento
Oinda, ou na ra da Senzala velha padaria de
Antonio Alves Dias.
N.
J&ertraj5\
meira muda, mellado cax i te, de um sitio em tvato A-
maro, tomando pela estrada da ponte deUxa, e por
ahi sumiu-se, pois foi raatejado, e encontrado por va*
Timo paoa mX% Mjrrtc lgif '. "Cgi-SS m qUaiCr pC~
soa que do mesmo aouber, ou o recothesse em seo sitio
para o restituir a su dono, dirija se a esta Tipogra*
fa para saber a quem pertence, e receber urna grati-
ficacao. ,
*&p Extraviou-se um fica da quantia 1:180$000
res pertencente a D. Mara Francisca Pessoa de Mello
e Saboia, assignado pelo Snr. Luiz Ignacio Pessoa de
Mello : o que se faz publico, a fim de Hitar de nc-nhum
effeito para quem o possuir individameute quando
noqueira restitui-loa sua legitima dona.
ypf Na quarta feira de Cinza desencaminhou-se
urna grande trouxa de roupa j lavada cbntendo gran-
de numero de vestidos do Senbora de cassa de varis*
qualidades, e de riscadinhos e chitas, carnizas de Se-'
1 nhora e do homem, calcas de brim trancado bran-
co e escuro de setineta, e mais roupa do uzo, e como
sucedessea preta que a conduzio deseaneasse em a ra
Nora e se descuidarse da trouxa julga-se que alguraa
pessoa a ten ha guardado; sendo assim roga-se.
a mesma ou qualquer pessoa que da roupa souber quei-
ra dar parte em o Recife ra da Madre de Dos n. 12
4 de (ron te da Igreja que ser generosamente recompen-
sado.
T-
atu*o$ &avtKulavtg.
p
manha do lia 11 dcsaparceo um pojdro da pri*
Revine-se ao respeitavel Publico que ninguem fa-
c*inegocio algum com Faustino Joze do Reg homem
preto official de marcineiro, pelo mesmo ser indigno
das sociedades de homens limpos de raaos, por tomar
imprestado e nao pagar.
Mdnnel Raimundo dos Prazeres*
^y Mjnoel Joze Pereira Borges com venda na
Prtca da Boa-vista, faz certo que desde o dial.* de
Janeiro deixou de vender agoardente na dita sua ven-
da.
fjrjT Quem annunciou querer dar 400^ res a
premio, sendo 300$ rs. em prato e 100J rs. em se-
dulas; dirija-se a Botica defronte da Matriz da Boa-
vista.
ypp Preciza-se alugar um negro, ou negra, para
vender pao na praca, ou no mato, que conheca di-
nheiro : na ra da Guia padoria n. 5, ao qual paga-
se 320 rs. por da,
yy Preciza-se de 300$ reis a juros de 2. por
cento ao mer por lempo de 6 mezes sobre boas firmas;
annuncie.
IjCj Precisa-se de 500$ reis em cobre escolhido
a juros de um e meio por cento, com hipoteca em pre-
dios livres e desembarazados: na loja de couros o mi-
udezasdarua do Livramento D. 13.
^py Preciza-se alugar urna preta para o per vico ale
casa de pequea familia : na ra da Cruz n. 53.
ajjT Preciza-se de um caixeiro de 12 a 13 annos,
para urna padaria na ra da Florentina.
yy Preciza-se alegar um sobrado de um andar ou
um primeiro andar no Bairro do Recife : quem o ti*
ver annuncie. <
$3- Quem precisar de um homem padeiro; diri-
ja-se a ra Direita lado do Terco, tenda de Barbeiro
D. 39.
fry Precisa-se de urna mulher capaz, que d fia-
dor a sua conducta para tomar conta da casa de ura
homem solteiro: na Botica do largo da Boa-vista can-
to da ra do Arago. u
*


G)
__W OSnr. Portuguei Manoel Lu* Passos, pro-
curador de Joaquim Frapcisco de' Aaevedo Compos se'
quiaer: temar conta de um projcoraao da quantia de
v.vop^TjBii par* r im uuauu c rsr .tija-o-
a ra ou a ra Direita D. 54;
tfi^* Joaquina Xuvier da Maia* pertende ir a Eu-
ropa^ coga a todas as pesoas que tivtrm coBtas
com o mesrao hajo de a presentallas at o da 20.
' OT* Quem preeisar de uma mulher. para tama de
casa,.quesabe pencar e tratar de tudo que for preciso
eiceluando layar, e costuras finas; dirija-se a ra da.
Senzaiia nova n. 14, pfimeiro andar,
i JNo beco dos pecados mortaes D. 1, h um
proessorquese prope a fazer qualquer concert qu
fiar preciso er Realejos, Orgios eiRiartoSifprtes.
- :WP^ O Sor. Portuguez quectio' da 19 do mez d
.Eeyereiro p: ^avallo:* nao estando o dono em casa, e sim unta rou-
Iber, dizendo queera para ir ao Engenho do Brum
ver urna nnnra de madeira, e rom efeito o1 levou, de*
*aodo 4$000 res, levando o caballo .seliad, e
^rejado, cujo tem os signaes seguintee : pequeo,
:*, sodado, cauda coroprida, dinas cahidas, cans pretos,
estr*ide>ro baUcde natureza, travadores bememp,
cascos pequeos 5 rogase ao dito Snr. o favor de o v ir
restituir a seujoWa na. mesma casa, assim como tam-
ben roga a qalquer outra pessoa, que tiver noticia d
roesmo cavallo o faca aprehender* levando-o aseu do-
v ho ser bem recompedcada.
C^ Quero plisar de uma porcode entulho de
clice, e pedacos de lijollos j dirija-se a ra do Cabu-
g na lja do Mello.
- "iV^: Quero aununciou querer comprar uma caisa
de pra.ta ero meio zo eqoefosse bastante funda; di-
j ;ija-sf ao iUerro da.' Boa-vista n. 29.
%^! Re,cebe-se fiesta Provincia seis eontos de res
em sedulas para receber igual quantia na raesma espe-
cie na Provincia do Marsuho quem pertender diri-
-ja-se a ra do Vigario n. 12 ou da Cruz n. i que a-
. abara com quiera tratar ou annuncie a sua morada para
ser procurado. *
^y Quem precizar de um rapaz Braziieiro para
oaieiro de casa, ou roa, o qual tem 17 anjios, sabe
leresrever, ecoitfar, tem principios d Gramtica
Portugueza, annuncie.

scravog fiigioof.
F'. : '
Ranrisco, crilo, idade 40 annos, alto, seco, bar-
bado, com officio de carniceir, tem uma canella roais
grossa do que a outra. Joan na, mulher d'este, natu-
ral de Angola, idade 30 annos, alta, seca, e r. no I ha
dos dousoihos. Luiz, crilo, idade 23 annos, alto,
bm espadaudo, sem birba, e fajto de denles. Fii-
eia* ertola^ estatura e grossura ordinaria, tem uus pa-
nos pelo rosto, e pescoco ; fugiro no da 10 do cor-
rente do Engenho Ylaeiape : qu m d'elles souber, ou
li ver noticia dirifa-se casado Coronel Joze de Barros
Falcan de Lacera"r, na ra d'Aurora, ou do Negoci-
ante Luiz Eloy Duro na ra da Cruz. 1
u ^pjr* Francisco, naco roocambique, aleijado da
rrto direita; fgido a 5 do correte: os aprehende-
dores levem-o a ra Direita D. 21.
$t3r Juliana, naco Angola, falla bem que nao
parece ser de Angola, boa estatura, cara redonda, ca
beca grande, olhos pequeos, e goca do corpo $ fu-
gida no di* 18 do passado com vesiido de xit'a rxa, e
pao da Osla, e costo ma mudar de roupa qoanio an
da na ru* v os apeohfwJodores levew-a a ra 0V0 Rat-
gel D. 29, cjueaero bem recompen^KloSt
y/&? Antonia, nacao Iioanda; de boa esWlua, mr
preta, dentes limados pez, apelhetados, boca/lgranife,
e tem as costas urnas costuras i-elbo; fgida no d,
^ do oorrenje prn yespdo d xita wcur,.e,paaa da
costa: os aprehendedores levem-a deironte do "pono
das canoas dentro do Recife por sima da venda de Ma-
. noel Antero, que serSo bem rccompencados.
fcy Catharinai de 13 atj^os, e*itqtur* batxa, de
cor preta, boca rasgada, e esperta, natural da Parahi-
ba ; fgida no da 7 do presente mez pelas 9horaada'
noitede, Apipucos, levando com si^o toda sua r.opa :
quera della souber ou ti ver npcia 4irija-s a, rua^ Ve-
. lha ero casa de Joze Joaquim do Espirito Santo qye
aendo-lbe entregue gratificar. "\
^^ Joo, naco Bacca, idardq 30 e"tantos annos,
levou calca, e carniza de brim aino'a novas ; e iqnapeo
de palpa : quem o aprehender ai>fluncie;t ;
NOTICIAS MARTIMAS. i
Tabocis das mares cheias no Phrto ciTernimm*
U_Segunda 1 h.'lS m.
12--T:
9
03
na
tn
es
17 D:
1 5^ ^
I 2 54
j 342
4-30
t*- '5 42 i"
I 6 30
Tard.
2
Navios entrados no dia\%.
P
ORTOS DO SUL; 36 das ; Paq. N. Moderado,
(ova- o 1,' Tentle da Armada Antonio ConradoSa-
tiino : diTtrentes gneros. Passageiro*~0 2."Te-
nentes Joze Maria Rodrigues, Manoel Jgnacio Brido,
Francieo Antonio Lopes de- Mesquita, Major Francis-
co Xavier Torres, Justioianno Baplista de Souza, o
Sueco Adolfo Rremier, 13 Mariuheiros para servireai
no Para, e Francisco Baptista de Carvalbo.
ACARACU'; 36 dias; S. Ave Mari*, M. JorrJU-
drigues Freir : sola, e'conros silgados. PaswgeiVo!.
MAtEIO; 12 dias j Lanxa S. Benedicto, MMi-
guel dos Passos Marina : taboado : ao mesmo Mttlre.
PassApeiros 2.
' PORTOS DO NORTE; 42 dias; Pao. Nacional
Pta^ni, Com. 2.Tenente da Armada Antonto
Januwjo dos Santos: varios gneros. Fsssageiros o
Doutor Lourenco Joze da SiWa Santiago, o 2.-Ter*n-
te da Armada Gabri*l Ferreira da Cruz, Joaqun Jo-
ze a Silva Santiago Jnior, Jo5o Vaz de Ot.veira, Joa-
quiro Teixeii-a Leite, Manoel da Costa Moreira, Ma-
noel GncalvesTairo, os presos remeliidos pelfr
zidenledoCeari, Boaventura Joze dn Conceicao re-
mettido peloGoverno do Para o Soldado de Artd^
Francisco Carneiro Baptiza, dito do Cear do Brig*
Cassirjoe Francisco Joze da Silva, e Camillo Joze Wo-
reir Jacarac, r
DITOS DO SUL ; 68 das; Paq. W. Jacuipe,Lom.
o2.eTerrenteda Armada Rafael Lopes Anjo : pen-
das. Passageiros Jacinto Moreira da Cunba, u>
tao Correia de Queiroz, Carlos Felippe ManWN
Joo *VdT0 da Rocha, e Joze Joquim da Cunta.
MAfUNH^ 42dUs; B. N. Imperador, wp-
Antonio Carlos Francisco da Silva : ^^^^Z
ros: Elias feaptista d Silva. PassageiroO u
tor Ferhandes Luiz Gregorio.
Sahido no rfismo dia.
LlVERPOOL, peUrParahiba ; B. Ing. Hghhmaet,
Cap. Jchus Hrdner : ssucar.
.,(8. W Typ.do Diario I8S5-


3)(D
SENNADO MUNICIPAL DA VILLA DE GOYANNA.
.oooo<
: '
Pen. N. Typ. deTinheuo FillA. 1385.
/V Cmara da Villa de Goyanha yendo-se reducida,
nao obstante afranqueza cora que se tem conduzido ,
a ultima extremidade ; e teniendo que o seu silencio
aiudado da habiiidade de seus caninaes, e irreconciii-
aveis nimigos, nao faci ter por suspeitos os actos de
suaadministracao na crize.dotoroza em que se a cha
esta Villa ; julga de seu rigorosa dever patentear
franca e lialmente a face da Provincia todo o seo
procedimento uestes ltimos tempos para que con-
vencidos os i nimigos de sua repulaco, que a tacitur-
nidade.lhe nao provinha da injustica e illegalidade de
seus actos, possao por huma vez deixar o infernal
^enio intrigador, e rerotlerera-se a hura eterno
silencio. .
Achava-se aquella Villa ; antes da appanco do
Cdigo do Processo Criminal reunida era hum s
Destricto de Paz. Bem de pressa hum espirito
desorganizador apparece, clamando nos transportes de
seu delirio pela divicSo 5 at que ltimamente a
Cmara da Villa; ero rujo recintho tinha elle partido
preponderante, procedeo-a em conformidade do,
Art. 4. do Decreto de i3 de Dezembro de i832.
A qui comprovincianos principia a poca dos roales-
que por tanto tempo tem perturbado o Publico socego
deta Villa como se vos mostrar. Depois de
divididos os Desliictos como cima ditofica, huma
nuvem de homens reconhecidamente perturbadores
apparece, aspirando por mejos poueos dignos e
bonrozos os lugares daquella Magistratura. Occu-
pava o primeiro lugar da Villa ( Juiz de Fora pela
Lei ) o chefedessa horda infame, que sabido sem
duvida do lugar de seus primes, por temer a justa
punicao delles se tinha vindo restabelecer nella
com a mscara impustora da bondade. Bem depressa
os planos sao executados : caballas infernaes appare-
cem no recintho magestozo do Collegio Paroclualk
Os homens de probidade cujas penetracoes tinho
podido conbecer o que se'passava esse lugar de
desordem onde s se va reiSar as filhas do decejo
de governar e a infamia de certos obsecran ti nos in-
fluentes levantao a voz clamao porem seus ex-
forcos deixo de ter vigor. A sabida d'aquelle lugar
de iniquidades onde a Lei deixava de ter o seu im-
perio era inevitavel: ells a effectuo e desde este
momento como vos oh Concidados que tendea
conhecimento das Inslruccoes de 24 de Marco de
1824.a podis entender, o acto das elleicSes despido
de legalidades loruou-se nullo. E na verdade elle o
era tal visto ter deixado de prezidir, e assignar a
Acta o pro Panocho e hUm dos Escrutadores des-
prezadores d'aquelle lugar 'pelo que ja vai referido.
Isto consta do documento n, Porem nao obs-
tante, tudo h conciderado legal : a Lei h posterga-
da era suas melhores dispozicoes. J se v huma
Cmara, nao disse bem hum pugillo de homens
votados a iriquidade, e a violacao Has LeU, reunirse
no lugar das Stsses do Senado Municipal, j se v
elles insuflados pelo chefe que sendo bforme figu-
rava de Prezidente naquelle lugar, recabe retal os
juramentos dos volados e os impossar : j se v em
fim esse punbadode homens carrejados das publicas
maldicoes( salvasas honrozas excepcoes ) e a quena
o menos cabo das Leis nicamente tinha feito sabir
das trvas do nada impostaos na administraco
das duas Varas da Caneca do Termo. Desde esse
momento huma indignacio publica, hum clamor,
e desconcohV geral apparece por toda a parte : as
intrigas fervem de todos os lados. Os Cidados ju-
demeos ternera, e desconfiao da sua sorte : huma
revoluco infernal rebenta por ultimo nos das a3, o,
2 de Oulubro passado: prizoens sao fetas as
principaes pessoas e autoridades do Municipio :
o mesmo Prezidente v-se forcado a bem da Publica,
tranquilidade, deixar o seu, assento magistral da
Capital da Provincia: toda a Villa em fim1 estremece,
a vista do que se passa : o terror augroenta-se a
vista da mesma authoridade-da Provincia huma vc
[ue as providencias nao tero effeilo e a sua dignida-
Je h pozitivamente escarnecida. Ms a quem devi-
o os Municipalenses em crue to aperlada e me-
lindroza dirigir os seus *# ? Respondi esses
f enios que conherera a fundo a na tu reza dos Mover-
nos esses que tero estudado os Direilos da Mumci-
palidade. Parece Comprovincianos, que nenhum ho-
rnera por mais branco que s-,a deixara de dizer ser
a Cmara quero devia fixar suas esperances, e o nico,
ponto recipiente de seus votos. Sim ella o 01.
Ms qual o rezultado ? Hura mar de odiosidades
e desfostos eternos da parte da primeira authondada
da Provincia foi a consequencia como vos o veris.
A Cmara julgando de seu rigorozo dever, visto nao
ser mais o" composto dos membros impossadores ,
attender segundo os Dreitos da Mun.c.pal.dade ,
ajusta requezico dos CidaSos honrados, e temedo-
res das perturbacoes que podiao sobrevir em conse-
quencia da vibracao em que se achavo os nimos ,
e por outra parte solicita em manter a tranquilidade ,
que j via alterada pela divizo dos Destruaos de-
pois da mais madura reftexao, determinou reunillos,
visto ser em casos taes a medida mais convinhavel a
Publica seguranca. Aqui Comprovincianos princi-
pia a poca mais triste da fatlidade do Sennado Mu-
mcipalGoyanense. Huma nuvem de iras parlin-
3
-~


/
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do do ponto mais elevarj- da-:minipcia\Provincial,
cobre a Caza da Cmara Municipal. Tantane sunf
in animis cel estibas irse. Reprenhencoes ra vas ,
ouspcncoes e ai >e possivei fossc proscripcocs de
seus membros, ludo tem recahido sobre aquelle
Sennado. Porem qual o objecto de tantas iras ?
Qual o objecto de tan tos d#ooBjtentamentQs dispen
cavis? Gertamente Comprovincianos h entender
esse primeiro Magistrado Provincial ter uzado o Sen-
nado de hura direito exorbitante e excntrico era
reunir os Destrictos que elle mesmo tinba creado,
e cuja creacao ainda nao tinba chegado ao conheci-
mento da Assemblea e Governo Geraes. Ms como
alucina-se e fraqua o entendimento desse prmeiro
Magistrado em simelhantes quesloens de Direito ?
Como h improcedente o seu pencar, e injuridicas
as suas decizoens? Convem pois Comprovincianos
que evoquemos esse Penitente Magistrado. Com vos-
co fallo Prezidenie da Provincia, que sem teres
bastantemente refleclid sobre a Jurisprudencia do
secuto e a mais Sncla, mui terminantemente de-
ridisles que a Cmara nao podia tal fzer, econ-
dcmnasles em consequercia seus membros a suspen-
co e reprox^s. Com vosco fallo;* forcozo b pois
que respondis as seguintes quesloens. Quaes sao os
Direitos que nos Governos livues se garanlera as
Municipalidades ? Qrtfacs sao as obrigacoes das mes-
mas Municipalidades Mnarcbias bem constitui-
das ? Quaes sao em fim as obrigacoes dos Governan-
tes para cora essa fracco^dos Poderes Constilucionaes?
Respondei Cidadao Prezidenie. Parece Coroprovin-
canos que esse Magistrado h^zita respondamos
ftorelie. Os Direitos dos Municipios no3 Estados
onde existem publicas lihrdades sao entre outros
rnanter a ordem e economfa Municipal : as sus
obrigacoes h a mesma manutenco e os deveres
dos Governantes applicar a Conslitucionalidade aos
actos do Municipio. Isto nao be idealismo arbitra-
rio, nao chimera nao h illuzao.
O Poltico AmericaHo ( ftivro ) mui deciziva-
raenle o sustenta, e a li'gislaeao Romana, ainda que
barbara em algumas disposicoes, confirma essa o-
niao universal a tantos Secujos. Ora se pela Juris-
prudencia Constitucional gozo os Municipios destes
Direilos e se o Poder Municipal faltara os seus de-
vercs, nao remo-vendo ludo que podesse perturbar
a ordem no Municipio, como pode ter o Sennado Mu-
n.c.pal Goyanense delinquido a ponto de desfeixar
contra s, tantos raios dos furores Prezidenciaes ?
Sea d.v.zaoftMta por esse spirito de desorganizado
to geral na quella Villa reclamava a bem cTa Ordem
huma completa nullidade : como poderia a Cmara
negalla sem postergar a* Leis naluraes, que rerulo
os Poderes sociaes P Diga-o esse Ma^sLdo ^
z dente se atante chega seus transportes em materi-
Zi.l T S "'i raZaVeI a Camara H"" as
%5wiffiSFk>*org5> unversal dosWoi..
opnao Publica-Se era melbor sacrificar a 6*i*!
nl7>tTKehUV ^'^.il vezesfu-
i?ri1 G*vernos,IV"7. tantos milhoens de vctimas
bonr^ i?"6 aCCePr- a S VOtOS dadlos
riJ1 F 'Sa"-, PreCe C^Provincianos que o
TlfFAIlF
qtiem ordens emanadas do Poder Executivo Geral ? o*as
Ihe deo o direito de rezislir como z a ,^.^ nomeacao feita pelo Governo Central ? lffoT^L, *
tou-se elle com o principio de que a c8 Publica, h a Suprema, Leii? Np auendeo 1^
*> nrnrtMiU > ~" rT) *"""<-" HI1U3 GllVIda ,
e conr.na a d.zer a Cmara da Villa de Goyanna
ohrou mal em reunir os Di>trictos, ella h po/con-
seguinte cnm.noza e como tal a Considero Zo ni
Ihe dar Ley simehahte poder Ms Comprovincianos
claraaces do Senado Municipal da Capital ? N-
disseem fim, que obrara em tonformidade (om
principios de justica razo e interesse geral
Governo Supremo tao bem nao altendeo as su
damacO'es? Como pois nao exercita, e narHK^"
mesma justica com o Sennado Municipal de Go <
Nao reclamou elle nao demonstrou a crize ern*'
se achara o Municipio venJo-se alassalhado de P
o* e intrigas desorganizadoras ? Para qtfe lh(
faz justica ? Para que evade-se as ommissoes T
Legislaco? Convem pois Comprovincianos trar-IU
toda a duvida pois que a sua immaginaco ta| v :
escaldada com a concurrencia dos negocios 'o h> r
engaado. nha
As Instrucces de i3 de Dezembro de 1832*
anda que nao falle decizivamenle da materia rti
questo com ludo nella v se dispozicoes bem ah
logas ao que se trata, E na verdade o Arl o"
destas fnlrnpn#"po r5n A*,** A~ F-----
mehto
la v ras
mesmo que d.zer que os Sennados Mimicip.es
podem quando exirgir o Publico soc go reu.iir
e dividir os Destrictos ? Respondi >s cooh.cedo'
res de Direito Ja se vio que pela Jurisprudencia
Constitucional, e pela razo e Direito llesi opodio,
e como denegara a Lei o que os Snelos e eterna
principios dejusti?a conceden^ Parece Coneidados
qu so hum Legislador ignorante: o que se nao po-
de fcilmente conceber do Redacloe das Leis de hun
Povo C.vihzado. )e mais quando mesmo fosse
omm.sso na Logislaco Patria le, i, por isto o Sei-
nado Muruc.pal de Goyanna commHtido bur delicto
JNao obrot elle emcoiiforinidade com os Direitss, que
em todos os Corpos Polticos se conceden a os Muni-
cipios ? Oertamente que sim. Como pois ira-se o
Prezidenie da Provincia ? Ah Comprovincianos,
que eslas ideas filbas de certos momenlos de alucina-
cao poss.vet a todo o bomem escaparan ao CnefV
da Provincia. Elle nao podia se livre de preoo
cupacoes, bem reflectisse dicidir Uo catbegori-
camente sim.lhahle questaoP Porem dicidind' como
o Fez o que resta a aquelle Sennado para salvar
sua reputacSo, fe adignidade do lugar, que oecupa
na sociedade ? protestar peranle os Poderes Geraes
h o seu principal dever. Elle com efeito protesta,
e assim Comprovincianos submtttendo as vossas
considerares os documentos que vao apponcos, o
Sennado Municipal da Villa de Goyanna espera que
attendaes a justica de sua cauza nao condensando
previamente os actos legaes de sua conduela admi-
nistrativa. Assim o esperamos. Villa de Goyana
20 d Fevereiro de i835.
Joaqulm da Silva Barboza. Prezidenie.
Bernardo Jo ze Fe mandes de Sd
Joao da Silva Tavarrs Jnior
Francisco Marques d* A velar Silva
Joze Goncalves da Silva
Eslava recobecida e Sellada.
i.
SHX0<


(3)
Antotiib Rurmo da Silva Barbla Secretario da
remara Municipal da Villa de Goyanna. Certifico
^ ..^ =,.-;= A.-. ArfirG srrns envc da Le do
IHR" oriu
brimeiro de Outobro de rail oito centos e vinte e
to que no Archivo lestaHCmara se acba a Acta
<]a Eleico dos Juizes de Paz do primeiro DestrictO
desla Villa aqual de verbo ad ttfrbtn'h da forma ,
P maneJra seginte Acta da Eleico dos Juizes de
P. do Destricto da Parochia de Nossa Senbora do
Rolarlo da Villa de Goyartna para os annos de mil
olo ceios e trinta e trez mil ito centos e trinta e
quatrt
mil oito centos e trinta e sinco e
mil
to centos e trinta e seis Anio do Nascimento de
Nosso Senbor Jezus Christo de mil oito centos e trin-
ta e trez no Corpo da greja Matris, a os dois de
Septembro do dito anno onde se achava reunido
em virtude do Edital da respectiva Cmara o Co-
Wo Parocbial, para o firri de se proceder a Eleico
o* Juizes de Paz para os annos de mil oito centos e
trinta e trez mil oito centos e trinta e quatro mil
oito centos e trifila e sitieo e mil oito centos e trinta
seis, sobre a Przidencia do Juiz de Paz electivo o
Senhor Joaquim da Silva Barboza e a sislencia do
Reverendo Coadiuctor Senhor Antonio Marques de
Castha e sendo ah depois de feita pelo Prezidehle
a lrilura do Capitulo marcado as instrUcoes pto-
pz para Secretarios a Manoel Dias da Costa e a
Francisco Guedes de 'Albuquerque, e para Escru-
tadores a Manoel de Moura Barboza Cordeiro e ao
Advocado Bernurdo Joze Fernandes de S que
sendo aprovados pelo Colegio tomaro assento e
para constar mandn o mesmo Prndente lavrar esta
Acia em que a signou com os Msanos ja erapossados;
eu Manoel Dias da Costa Secretario o Escrevi -
Joaquim da Silva Barboza o Coadjuctor Antonio
Marques de Castilha Francisco Guedes de Albquer-
quer Manoel Dias da Costa Manoel de Moura
Barboza Cordeiro Bernardo Joze Fernandes de Sa-
E logo no mesmo dia mz e anno se deo prin-
cipio a volaco 1 sendo recebidas as sedulas dos vo-
tantes em urna urna que para este fin se achava pre-
parada e sendo coudas pelo Escrutador Manoel de
Moura Barboza Cordeiro, se asarlo ser que contadas
dusentas sete e repartidas as letras pelos Mzanos
na forma das InstrUccSes se comessou a apuracao dos
votos e extrahida a lista geral das parciaes obt.verao
votos para Juizes de Pa* dos Supramencionados annos
os Seguinles O Padre Joo Barboza Cordero seten-
ta e sete o Instructor Joze Gregorio de Jezus
setenta e tres-Joaquim da Silva Barboza cineoentae
cfojis Ignacio de Loilla Souza qiiarenla e nove U
Cpita-o Joze Luis da Silva Barboza quarenta, e hum-
Joze Ribeiro de SoUza Irinta e oito Antonio Ferr,-
raChrislovo, Irinta eolio -- Antonio Francis-
co'Cezar trinta edous -Antonio Pinto^Go*e*V*
Arauo vinle e oito Manoel Francisco Martin.anno
vite e sinco O Padre Manoel dos Res Curado -
vinte
e qualro Manoel de So.ua Bego e
qoa.ro Donaingos de Albuqoerque Mello Tinte e
trea Manoel 1>as da CosU dezanove Joao da
Silva Tavares dezacele Francisco Marones de Aul-
lar Silva dezacetei Joze Pinto de Abreo *" 'T
is Francisco de Paula Cavatcantedez.ee. Bernardo
Joze Ferhandcs de S deseis Benlo Ferre.ra Mo. -
zinho quinze Joo Colho Vianna Ireze An.on.0
Cavalcanie de Mello doze Antonio ^7/,f'
doz Joze Percira da Silva o.t Rdmao Joze de
ar
Olivcira deis Rento Teixin A Bars ndw Ma-
noel de Moura Barboza nov Joaquim Joz Ribeiro
cito Mathias Ribeiro Coffipos sel* JoSo do* Reu
Curado seis Joze Joaquim Rocha Fana seis-
O Padre Antonio Joze de Barros sinco Manoel
Cavalcante sinco Francisco de Amorim sinco--
Joo Timbaut. de Souza Loubo sineO O Padre
Antonio Marques da Silva quatro Joze Marques
de Andrade quatro Luis Francisco do Reg quatro
--Joze da Silva Monteiro trez Manoet Lopes
Bandeira- trez Antonio Rufino da Silva Barboza
trez- Jacinto Fernandes Moreira dous Joze Joaquim
da Fonceca Machado hura Joo Colho de Barros
hum -- O Padre Joo Barboza da Silva hum -
Joaquim Figueira hum Ignacio Alves de Mello
hum Joo Joze de Souza Gomes hum Silvano
Joze de Brito hum Manoel do Monte hum Anto-
nio Aires de Paiva hum Antonio Ferreira de
Bulhoes hum -- Benlo d Souza hum Francisco
Guedes hum Francisco Aives Ferejra hum --
Francisco Fernandes Vilella hum E depois de
assim apurada alista geral suscitou o Coadjutor ,
que eslava fazndo as veses de Paracho a duvida
se sedevia ou nao 1er prinaeiro os nomes dos vo-
tantes ou dos volados, e metida a materia a discus-
so t e ao-depois avotaco descidio a Meza, que
como nao tinba aparecido a lista dos Eleitores, que
secundo as lostrucoes e Lei devena apresenlar o
Juiz de Paz respectivo se lesse primeiro o nome
dos votantes para se verificar Se clles estavao as
circunstancias de votar, e logo suscitou o mesmo
Coadiuctor a duvida se o Padre Joo Barboza Cor-
deiro que vinha em muitas listas para Juiz de
Paz poda ou nao ser volado para esse emprego,
opinando que elle nao era domiciliario ^Jregue-
zia, eno tinha passado nella a Dominga da Sep-
tuagissima, e metida a materia em d.scussao e ao
depois avotaco dicidio ^Meza, que o votadoi o
Padre Joao Barboza Cordeiro, poda ser volado >
para Juiz de Paz, pois era morador na Freguezia ,
inha nella os seus bens e com animo de perma-
necer al *er chamado a tomar lugar as Cortes des-
te Imperio onde tinha sido elleilo Deputado para
a fuclura Legislatura; suscitou ^rcerafduv,,daRatro^;
mo Coadjuctor sobre o votado o Instructor do Batalhao
dos Guardas Naeionaes desta ^ ,11a de Goyanna Joze
Gregorio de Jezus dlsendoque nao pud.a ser vo^do
para Juiz de Paz por ser Offical de Lvnba e discutida
amateria, e metida a vOtaco resolveo a Meza fundada
no pargrafo seis, Capitulo primeiro d"/"1*
vW.te e seis de Marco de mil orlo centos e vinte
quatro Decreto de vinle e sinco d Junho de mil
oUo reios e trinta e hum Art.gos P^eiro e
Lundo e pela Lei de quinze de Outubro de mil
ofocento'sevinte e sete Artigas tercero e quarto
e principalmente pela Constituico do Imperio, Capi-
tulo seis. Artigo Irinta e dois pargrafo pnmeire>y
suscitou quarta duvida o mesmo Coadjuctor objectan-
do, que aparecio varias listas do Circulo de Jacar
eom a mesma letra no' que se mostrava propencao
para a eleico recahir em huma ou mais pessoas
determinadas, resolvo a Meza que depois de.
procedido exame verbal, a vista de todas as hstat
Sa forma das citadas Instrucoes eUo se dicidiria a
materia, e logo procedido o ditto ame se achou
que dinas listas do circulo de Jacar tiphao ami,
a mesma ietra mas que mtitas otras hs^as do


' I I
ti)
prsenle Colegio.tioiapuma ea mesjua letra entre
as quais foro,a do Reverendo,Manoel (los Res Cu-
rado a deseo Pai Joo dos ReisCurado, ediverssas,
oulras do Circulo do Japumim, avista do que resolveo
b Meza que como a Lei conceda a os Eleitores, que
nao soubessem ler, nem escrever mandarjazer as suas
lstas nnr olrs que nao linba fundamento esta du-
vida suscitada, e tanto assim, queo eleitor o Tenen-
le Manoel Bizerra Cavalcante que prezente eslava
informara que esses volantes do Circulo ,de Jacar*
nao sabio ler., e escrever, pois os conbccia, por se-
rem Guardas JNacionaes de sua Companhias, e alguns
deles que prsenles estavo dissero o mesmo a
firmando que se.m coloio lenho volado as pessoas
escripias era dittas suas listas foi deopinio contra-
ria a todas estas dieizoes'da meza dillo Coajucior e o
Escrutador Manoel de Moura Barboza Cordeiro que
emediatair.ente se levanlaro e se retirarao e era
lugar do Escrutador Cordeiro norpiou o Senhor
Presidente a Jacinto Fernandes Moreira que sendo
aprovado pelos Eleilores presentes lomou assenlo;
e por nao haver mais que tractar no prezeute Cole-
gio se roandou lavrar esta Acta em que asignaro
os musarios e que eu Secretario remetesse a Cmara
respectiva as listas, e esta Acta do presente Colegio
na forma do pargrafo sele ? Capitulo trez das supra-
ciladas Instrucoes e eu Manoel Dias da Costa Se-
cr.elario da Meza Eleitoral o escrevi Joaquim da
Silva Barboza Manoel Dia3 da Costa Francisco
Guedesde Albuquerque- Bernardo Jo/e. Fernandes
de S Jacinto Fernandes Moreira H o que cons-
ta da ditla Acta aqual me reporto e mandei pas-
sar aprsente indo por mim Subscripta, e a signa-
da nesta Villa de Goiauna a os qualorze de Fe-
vereiro 0*6 mil oito ceios e IrinU e cinco. Subs-
erevi,. e assignei. Era f de verdade
Antonio RuBno da Silva Barboza.
Anlouio Rufino da Silva Barboza Secretario da
Cmara Municipal da Villa de Goianna-Ci. Certifi-
co ., em observancia do Artigo setenta e nove da Lei
do primeiro de Outubro de mil oito centos e vinte oi-
to que no Arcbivo desta Cmara se axa a Acta da
Eleico dos Juizes de Paz do segundo Deslriclo d'esla
Villa, qqual de verbo ad verbum be da maneira ,
e forma seguinte Acia da Elleico de Juizes de
Paz do Destricto novamenle marcado para a parle do
ksle que ao de servir os qualro aunas na forma c|a,
novissima Lei : Anuo do Nascimenlo de Nosso
Senlvor Jezus Cbristo de mil oilo ceios e trinla e
trez a os dois dias do mez de Setembro do.dito auno,
na Sacrista da Jgreja Mizericordia d'esla Villa de
Goianna, lugar destinado pela Cmara respectiva
-para oprezenle acto e para assislir a este Colegio
Eleitoral foi designado o Doulor Francisco d'Arruda
Cmara bum dos .Veriadores actuaes o qual nao
se a*af40 na dita Igreja para, presidir ao Colegio ,
por ter sabido para fora ao exercicio do seo Emprego,
e estando os moradores do novo Qestriclo reunidos
para a Eeicio, lecjaraaro que se axqvq prezente bum
Veriador actual ,v qual Joo Nepomuceno de Souza
iVJa^a.lhes reclamarlo que ouvesse de se proceder
a Eleicaoi prezidindo aquee Venador Nepomuceno,
pois que elles se axavo reatados, e que nao po-
ctao extofyarenvse tle sua$ oocupacoes para* wilro da
por isso ouve de tomar assenlona Meza 5 Eleitoral,
e presidir a ella o sobredilto Joo, Nepomuceno de
Souza Magalbes, que tomando assenlo, ellego
para Secretarios o Capilo Francisco Cavalcante
d'Albuqueique e Sebaslio da Cunha Ayiolles, e
para* Escrutadores ao Alferes Francisco Manoel da
Silva Gusmo, e o Alferes Joze Gomes de Jezus
Marreca que sendo aprovados por aeclamacao,
tam bem tiyero assento, e ficou formado o Collcgio
Eleitoral ., e logo se procedeo o recebimento das
Cedullas, as.quaes depqis de intreges todas, se
contarlo, e axou-se ser o numero total dellasduzen-
tas e viitfe duas que postas em ba Urna se princi-
piou a voJaco deslribuindo o Prezidente as letras
aifubecias pelos Secretarios e Emuladores se do
principio a appuraco dos voltos que findando-se
a leitura d'ellas tve a maioria de voltos para Juizes
de Paz, Manoel Dantas Axiolles Lins cento, e
oito voltos, Francisco dos Santos e Oliveira sessen-
ta e dois, Manoel Paulino de Gou\ea cineoenlae
selle, o Reverendo Jernimo Cavalcante d'Albuquer-
que cincoenla e seis Luiz Bizerra de Menezes cin-
coenla e cinco, Joze Alves Ferreira Monteiro quareo
ta e nove o Alferes Joze Gomes de Jezus quarenta
e qualro o Cipito Francisca Cavalcante d'AI-
buquerque quarenta e bum, Antonio Joze Salgado
trinta e dois, o Do.utor Joaquim Joze Franco vin-
te e seis, o Capilo Joze Goncalves da Silva vinte
e bum Manoel d'Andrade Pereira desoito, Felici-
anno Joze de Mello desassele Manoel Bizerra Ca-
valcante desassele Joo Domingues Pereira quinze,
Joo Barboza de Freitas quinze Francisco Nober.to
de Andrade quatorze Manoel Rodrigues Campello
quato.rze, Joaquim Rafael de Mello dze Joze
Correa d'Oliveira onze o Capilo Manoel Patricio
do Monte onze, Manoel Joze Peixoto Guimaraens
dez Joo Nepomuceno de Souza Magalbaemf dez,
Francisco Maxad Freir olo Manoel Gomes de
Albuquerque oilo Joze Joaquim Lage oito An-|
Ionio Alves de Paiva setle Antonio Flix Xavier
seis, Joaquim Joze, Cardozo seis, Bento PirUo Crespo
cinco Joo Muniz da Silva cii.co Manoel Gon-
calves de Faria cinco, Antonio Alves Vianna qualro,'
Manoel Cezar qualro Joo Carneiro de Mesquila
quatro Dimingos Monteiro qualro, Manoel Bizer-
ra de Menezes qualro Pedro de Souza Pimenltl
quatro, Joze Joaquim Leije fez,Manoel Barboza Cor-
deiro trez Francisco Manoel de. Gusmo tres,
Alexandre Ribeiro doi Joo Paulo Ferreira dois ,
Joo Ferreira dois Flix Jv/e da Motta dois Joze
Rodrigues de J3rlo dois Joo Lucio d'Abreo dors,
Rafael Barboza dois, Sebaslio da Cunba AxiolltS
bum, \ cenle Correa hum, Vicente Ferreira de Mi-
randa hum, Reverendo Ignacio de Faria Braga hum,-
E foro estes os Cidadoens, que oblivero votos des-
de o numero mximo, ate o mnimo e pira cuja
Eleico se procedeo na conformidade do paragrao
nono, e dcimo do Capitulo primeiro do Cotn80
do Processo Criminal, e para de tudo conslar man-
dou a meza que se lavrasse esla Acta e que se
remetesse a Cmara espectiva etn cuja Acta assig-
naro o Presidente Secrelarios e Escrutadores-
Eu Francisco Cavalcante d1 Albuquerque Secretario
da meza Eleitoral escrevi Joo Nepomuceno
de Souza Magalhaens, Presidente Francisco
Cavalcante d1 Albuquerque, Secretario Sebaslio


mmf
da Canba Axiolles Lins Francisco Manoe! da Silva
| Gusmo Escrutador Joze Gomes de Jezus Marreca
Escrutador He o que consta da dicta Acta aqoal
m reporto e niandei passar aprezente indo por
miro subscripta, e assignada, n'esta Villa de Goianna
ioj't quatorze de Fevereiro de miV oito centos e
trinta cinco. Suhscrevi e assignei. Em f de
H,l unuvi
Antonio Rufino da Silva Barboza.
J^blica forma
Diz Jacinto Fernandes Moreira, como Procurador
jdi Cmara Municipal desta Villa 'que faz a bera.
doDireito da mcsma Cmara que Manoel de Mou-
jra Barboza Cordeiro, Ihe ateste aop desta que
Isendo Escrutador no Calegio Paroehial na Igreja
pariz desta Villa na ocazio das Eleicoes para Juizes
[de Paz em consequencia de ser devidido o Destricto
Jdesla mcsma Villa em dois elle se ops a os votos
para Juiz de Paz de Joze Gregorio de Jezus por ser
jjjudante Instructor de Guardas JNascionaes e do
Padre Joo Barboza Cordeiro por nao ser domici-
liario desta Villa e Comarca Atestando mais
futras diversas nullidades que ouvero as referidas
Eleicpes Pede ao illustissimo Senhor Doutor "Juiz
jlunicipal e de Direilb interino assim o mande
'j. R.Ai. evereiro de mil oito centos trinta e sinco ndrade-
Manor-l de Moura Barboza Cordeiro Al'eres do
ptalho de. Guardas Nascionaes desta Villa e na
^sraa Tbezoureiro do Cofre de Auzentes por sua
lag^stade Imperial e Constitucional que^Deos Guarde
(5)
Judicial e Notas Escrivao do Geral no Crime^
ecivel nesta Villa e Comarca de Nossa Senhora"
do Rozario de Goianna Provincia de Pcrnambuco
por Sua Magestade Imperial e Constitucional que
Dos Guarde &. Bem e fielmente/ reduzi seo thtor
en Publica forma do proprio Original que me foi
a prezentado por estar Conforme sem correr vicio
iuieriiiha u cousa que duvida faca ao quai me
reporto eo enlreguei apessoa abaixo assignado conferi-
do e consertado por raim escripto e assignado nesia
Villa de Goianna a os dezasseis de Fe.vereiro mil
oito centos trinta e sinCO. Escrevi e assignei.
f de Verdade
Joze Joaquim Leite.
Em
Publica forma.
Diz Jacinto Fernandes Moreira Como Procura-
dor da Cmara Municipal desta Villa de Goianna
que faz a bem do Direito -da mesma Cmara
que o Reverendo Antonio Marques de Castilba ,
Ihe ateste ao p dcste em verba Sacerdotes .se- uas'
Eleicoes geraes para Juizes de Pa d*sla mesma. Villa,
que liveio lugar em consequencia de ser dividida
esta mcsma Villa em deis Destrictos elle suplicada
seo posa votaco do Teen te Gregorio de Jezus por
ser Ajudande e Instrutor do Batalbo de Guardas ftas-
cionaes e ao do Padre Joo Bu hoza Cordel/o por
nao ser do me liaiio desta Comarca de Goianna ,
attestando o o' o m^smo souber a serca da mcsma F.Ui-
cao Pede ao illm. Senhor Juiz Municipal e de Diieito
interino assim o mande attestar E. R. M. Atteste
Atiesto e juro a os Santos Evangelhos quesendo querendo Goianna lieze de Fevereiro de mil oito cen-
scrutador da Meza Parochial na Igreja Matriz tos e trinta e sinco-Andrade. Atiesto em verbo Sa-
sa v,"a as Eleicoes para Juizes de Paz que tivero cerdoiis que iudo preziir na qualidauede Proparacho
desta Villa de Goianna as Eleicoes que tivero lu-
fgar pela devizo do Destricto da mesma em dois, a
ressero na Meza listas em que vinha votado para
Jizes de Paz o Ajudante Instructor Joze Gregorio
* Jezus e o Padre Joo Barboza Cordeho, ao q'me
pus por serem os dois votados em despeilo d Lei,
ipriraeiro por ser Militar da primeira Linha ,
0 segund por nao ser domiciliario desta Villa,
Ipor (jue se teimou em asseitar semelhantes votos e
F^o porque nao a pareceo na meza a lista geral
fchtores Parochiaes a q' deo lugar e de recebe-
HeSedulas de pessoas que nao estavons sircuus-
jrcias de votar e por outras dviersas escandalozas il-
plidades me retirei da Meza e Colegio sem asignar
taptente Acta na qualidade de Escrutador que
sido Eleilo por aclamago e apurcao do
l,egio, Goianna quatorze de Fevereiro de mil
Iocentos trinta e sinco. Manoel de Moura Barboza
Jrdfiro Numero Setenta e oito Pagou quarenta
M* Sello Villa de Goianna dezasseis de Fe-
ferode mil oito centos trinta e sinco-O Colector
pino Muniz -Correa Reconheco a letra e ir-
d* attestacao retro propria da pessoa nella
ntheuda Goianna dezasseis de Fevereiro de mil
rentos trinta e sinco Estava ossignal Publico
fe de verdade o Tabelio Publico Joze Joarjuim
le-E nada mais se continua em dita petico,
[P*so. Attestacao Sello e Reconhecimento",
i Joze Joaquim Laite Tabelio Publico do
gar em consequencia de ter devida o Destricto da
mesma Villa em dois se oferesseio votlos para Jo-
ze Gicgorio de Jezus, Ajudante Instructo do Ba-
talbo de Guardas IVasciona's desta Villa e para
O Padre Joo Bar bo/a Coidiro ao queme o pus;
por-jne o primeiro nao poda ser votado paia Ju z
de Paz, segundo o cargo Militar que ocupa va eo
segundo" por nao. sem domissiliario desta \ il!a, nao7
tendo passado ao menos a septuagsima e por que
se. teimu em tomar os votos d^sses dois volados '
contra huma Lei expressa me retirei da Veza Ellei-
toral, e ficou ella sem Paracho que a presidisse nem
assignei a competente Acta menos assignou outro
por mim como constar da mesma Acta assim (como
to bem constar dediverssas listas falsas que nes-
sa illeico o .corrern, cuja falcidade fiz Patente
e se nao atendeo, bem como a falta da Lista no-
minal que deve ser presentada e publicada pelo Juiz
de Paz, o que tudo concorreo para anulidade do
Acto no que se nao estipulou formalidad- alguma da
Lei, e para minha retirada' dessr mismo Acto ilegal.
Villa de Goianna quatorze de Fevereiro de mil
oito centos trinta e sinco Antonio Marques de
Castilba Paracho emeomendado de Sao Vicente das
Lavras Numero quinhentos e setenta e sete Pa-
gue quarenta reis de Sello Villa de Goianna do
Fevereiro de mii oiio centos trinta s sinco o Colector


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(6)
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iMtiA* Mnttii Crrei* -ftecortheco hlta
firma"e AlteslaCab retro propia da f>esaa *
Cdhlheuda Carina dezasseis de f ^reiro de mil
hit cVitd* tHnta esinco Eslava c> stgnsl Publico trrt
f de" verdad o Tabellad NbKdd Joze Joaqun? Leite.
nada mais se continua em dita'Pelicao, e Despab,
Atlestacao Sello e Recnhe^iment que/u JozeJoa-
nim Lite TabeliSo PuWWi do Judicial y No as
SfiodoGeral no eringe cive! ne.fa V.lheCo-
marca de Nossa Sehhora do Rozano de Gotanna Pro-
vincia de Pernambuco por sua Magestade Impen-
tf e Constitucional que eos Guarde &. Hem
e fielmente reduzir o seu ihepr em Publica forma
do proprio original que me foi aprontado por estar
Conforme sem borraO Vicio enterlinha ou couza que
duvida tssa ao qual me reporto e o inlregue. a pes-
soa baixa assignada eomferida e conserlada^ e por
mm escripto e assignado nesta Villa ae uo.ar.na
a os dezaseis de Fevereiro de mil o.to ceios tnnta e
siaco Escrevi e assignei. t
Joze Joquiro Leite.
_____ lilil '
Wn A.
Antonio Rufino da Silva Bal-boza Secretario da
Cmara Municipal da Villa deGoionna e seo Termo
& Certific em observancia da Artigo setenta e nove
d Lei do primeiro de Outubro de 182B que no
Archivo desta Cmara se acba hdm officio que
Manoel Paulino de Govea Muniz Feijo dirigi a
esta mesma Cmara em resposla de outro que a Cama-
ralbe dirigi cdnvindahdo-o para a posse e jura-
mento do Cargo do Juiz de Paz do segundo Destr.cto
tfesta Villa; cujo omclo de verbo adverbum be da
forma, e roaneira scguinte lllustrissimos Senbores
da Cmara Municipal -- Exuberantes motivos de
ttz milito meu favor se deHes fosse percizo
laucar mSo para tile Itoraf do ponderozo ript.,
Julzde Paz, qando em huma meza legal f,|iTre
vontde d meus Concldadfios me chamassem e
lugar mas Srthoro ; podio Voas Sentarlas to
terem forrado o trablho de escrever aqui a caual
de minha repugnancia mandando afogar no Leiis,
OU eondemnando a hura eterno esqulmenlo \%Q
me Acta que nesse recinto se appresentou, carcoid
de fessenriaes formalidades para sua perfeila validade:
podiao Vossas Senhorias ( por que me conhecern de
perlo ) se terem forrado ao trabalho de me chamaren
para exercer hura emprego, q*so as desvairadaa pj
Uria* de cabalas e irrigulardades me poda tocar.
Confiado ppis na luzes, e boa^Jolencoes de Voslj
Senhorias ,' espero que huma lico mais reflecrdi
das Instruccoes de tinle" seis de Marco de mil 0119
sentse vinte quatro, far rasgar o veo, cote q'be
se ieiii perrnido coum iiw. ?'*inu uim inusire
Cmara a insanavel 'nttHidade de lo, imperfeta acta:
persuadindo-se Vossas Senhorias qu> se asjinhaj
razoens a qui. ponderadas n'huro pezo mtrecwtrhp.
tante Vossas Senhorias o FxcellentisMnro Prezi.
denle da Provincia me dirigiiei levando por extenco,
o documentado o motivo em que me esliihn par
sustentar que nao fui eleilo Ji.z de Paz. Dos
Guarde a Vossas Senhorias. Villa de Goiannadn
de Setembro de mil dito ceios e trinla Ircsi;
Illustrissiuios Senhores Prezdente, e Membros dij
Cmara Municipal da Villa de Goianna -- Mnoe"
Paulino de Gonveia Muniz Feij H o querr
U do dito officio., ao qual me reporto. EtaU'
due passei aprezente em viriude da citada Lei, M
ta Villa de Goianna aos dezoito de Feverei
de i835. Esl Reconhecida e SelladaJ
Antonio Aufino da S>Ua Barboza.
ii'l
**s-i-
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PERMMBCOj H TYP. DE PINHEIRO 8c.
835.
-

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