Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02884


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Full Text
m
ANB0DE1.MB. QUINTA FERA 12 DE MARCO
l *% YV* lrtWlM.1_____
NUMERO 32.
> #*
^^U5 ^ ri^llLlAlUJUJCJU,
W
das da semana.
9 Senda s* Francia J*. Aud. dos Jaizes'do C- de m., de
t. se*, da Thez. Publica, Chae, de t
,lTer$a^ S. Melitao Re- de m. aud. do J. de Orf. de t
II Quarta
At Quinto
Jj Sexta
Tep. S. Candido. Sessao da Tb*. Publica- Faz ari*
nos a >nra. Pnnceza D. Januana (13)
S. Gregorio P: Rp|. de nt- aud. do J.uiz do C. de m., *
Temp. S. Sancha .Scssao da Thez. Publica de
m. e aud. do J. de O', de t
, 14 Sabbado Temp. S- Matildes. Hel-dem. e awd. do Tg "G
de t. em Olinda. La cheia as 7 h., e 42 m. da U
'. 15 Domingo 2 da Quaresma. S. Henrque

Tudo agora depende de nos mesmoa, da nossa prudencia, modr*
racao, e energa: continuemos como principiamos, e seremas a-
pontadoscom admirado entre as Nacoes mais cultas.
PrQclamafi da Jstcmhlca Geral do Bratil.
Subscrevcvse a 640 reis mensaes,pagos adiantados negra Typogra-
na, e na Hraca da Independencia N. 37 e 38 ; onde se receben
correspondencias legah'sadas, eannunci^; inserindo-se estes gra.
tis sendo dos prqprios assigaantes, e viudo assignados.
Prnambuco na Typ. de PINHEmo 4 Paria; Pato da Matriz de Santo Antonio
.

Continuacao do aittgoFaccdes, Sedicces, e Re-
volucces.
Da policio dos partidos.Dos partidos, e da opinio.
Revolucoes roiliUres.Dos Chefes, e dos prin
cipios em revoluccao.

LJM dos erros do espirito de partido attribuir mui-
ta influencia aos homens 5 as eauzas, e a posico dos
partidos (1) sobre tudo conlrbuem muito mais para
ps di versos successos das revolucoes. Perguntando M.
de Beaufort no presidente de Belljvre se dando urna
bofetada em M. d'ElbeuT mudara a face dos negocios;
sso nao mudaria.se nao a faie de M. d'Elbeuf res-
pondeo gravemente o magistrado. A pretenco a po-
pularidade tera sido sempre a Iqucura dos chefes de
partido. Madamoiselle, e M. de Beaufort, conta a
Dunueza de Nemours, foro enviados por Monsieur
aoHotel-de-Ville para apaciguar a desordem. Mas
em lugar deseapressarem, se divertirlo nocaminho a
disputar qual tinha mais crdito entre o povo. Made-
moiselle sustenta va ao Duque de Beaufort, que elle nao
tana asegura rica sem ella, e elle, que se jacta va da
amisade do povo mais que de alguma outra couza, a
segurava de que ao contrario era elle (quem Ihe pro-
cora va essa seguranca. Em fim fez se-lhe ver que
*suaco|te*lacio era ^nuito intil, e mesmo perigoza,
porque o mal instara muito : o que os ob-igu a ..fiio
W|dar mais se nao em diantar-se coro a maior dili-
gencia que Ibes losse possivel, para fazer eessar a des-
T m"' a qual ac bou anda mais pelas ordens secretas
?M. o principe, do que pela presenca delles. Esta
^isputa de poplaridade a historia de nossos part-
s5 na luida anuos, todos querem ser a naco ; a
evoluco continua : nos disputamos em vez de ebe-
ti Vuerer*se-hia algumas vezes, em poltica, confun-
^aop,n,;^r51' eos partidos: a ditTerenca im-
Sa* partidos nao .-lo jamis sengo ura puqueno
ero de hmens ; elles podem arrancar o poder,
L. S e ^ pouco duravet ero suas mos, porqms ne-
Hma forca rnoraJ ossuslcsta esteriorrpenie : Sedic
----__L *__
r >- <' if
v ) AsfaUas que commeltefn os homens d'estado
l"*0 San ec^..v_ I- '
[ti *^Te ,'l?r*$ multas vezes sao consecuencias
LeCe^Ss,r'asd?sAuacaoem que se acho. MoDtesqujr
FU Waad. edcad. dos Bomanos, C 18.
*
ciososou proscri plores, buscosupprif pela vloeneia
a esta forca que tiles nao tem, e neste odio de homens,
nesta viyacidade de interesses, e de paixoes qu, os a-
tormento, elles tem em nenhuma conta o b'em do seu
paiz. A verd*deira opinio, ao contrario, amada
como urna patria por aquellas mesmos que sao vidtirnas
delU; ella rene un povo fiel que lamenta^ e tfseja
o lempo nao enlHquae as coriviccoes de sua Onsc-
encia, e seu triunfo, orno o da justica, sempr.siro-
pls, e socegado.
De todas as revoluSesa mais curta lm sido smpre
a uturpaco militar ; ella Commanda a homens rectos
em urna linha m; sua aeco simples, positiva, 4 r-
pida ; seus interesses sao gozos; ses instfnriVentos o
puro, ou o ferro; ella compra, ou mata, e a vaga* de
illuzoes, ededezejos, que trabalha tanto lempo os
povos, nao experimentada por este rude, e tTrivl
poder. Acivilisaco ;.como a bafbaridade offerece
os mesmos ejemplos. Conhecem se as revolncos ro
Bdixo-Iro^erio, e do Oriente ; o Principe de Ornge
e Bonaparte eropregano exactamente o mesmo nume-
ro de das em triunfar da Inglaterra e da Fran-
ca.
Quando os Chfes falto, ento que as revolcoes
sao mais longas, e mais funestas, e que a dislQiuco
social parece mais inminente. Urna tlaa prirrncipaes
cauxas, disse' RhraroV das desgracas da revoruco
Franceza, foi nao haver chefes ; nao havio se nao "
principios.
(Tiadusido de F'alerj-.)
GOVERJKODA PROVINCIA.
Continuacao do expediento de 25 de Fevereiio.
%.0 Inspector da Thez. inormando-o da dimissX
do Ajudante do Arrenal de Guerra Joo A. da Silva
norneacao do Reformado Joo Arcenio Barbo-
23.
^- A'Adminr*traco dos Ho*ptaes para informarern
se o Regente do Graude Hospil! cumpre exactamente
suas obrigaces : e bem assim algucis dos ou Iros em-
pregados-
, Ao I*iiQiotor P. do M. para mandar apreseinUr



a* Comnaandante di* Forcas Martimas o crioulo
lieiiro Miguel Joze de ,qae tratado setf oficio de
Ao Exm. Omtnandante das Armas sobre a
dispensa do Cirurgio Ajudante Innocencio da S.
Costa; epara nanear entro que o subslitua se-for pre-
ciso.
Para substituir.a ManoelFirmino de^Ffueredo
noemprego de Commssaro de vveres no Acampa-
mento de Limeiras, henomeado Joze -Joaqun de Al-
meida. .
O Snr. Director do Are. de G. mande fazer hu-
ma mola'de macaco que requisita o Exm. P. do Ce-
r.
' En virtude do 3 cap. -dos Estatutos para o
Collegio dos Orfos, e art. 12 da le de 3 de Outubro,
he nomeiada o'Crdado F. A. de Oveira para Pre-
sidente da Administraco do patiimonio dos ditos. (26
de Feverciro.)
De igual tbeor ao Snr. Padre Francisco Rodri-
gues Machado para Rs-rivo, Manoel Zifirino dos
Santos Thezoureiro, Pclis de Valois Soares Pereira
Procurador, Thomaz de Aquino Fonceca, Fornece-
dpr..
Ao Juiz de Paz do 2. Destricto Felipe Lopes
Neloconseulindo serem presos os individuos que se a-
cnassem bricando entrado com -seringas. (dem)
Ao Promotor de Oliuda em resposta do seu offi-
/\o de 22 de Fevereiro negaudo-lhe os Uvros que re-
quisita para termos de juramento &c. &c. por nao es-
-tur,esta dispesa autborisada na le.
" AC. Municipal do Re Formozo, fazendo voltar
a sua proposla sobre Juiz de Orfios dqueHa Villa,
per nao estar conforme ao art. JG das instruccoes para
o-C. db Processo.
- Ao Exm. Commandante das Armas para expedir
Mas ordens aos Acampamentos de Agoa Preta, e Li-
meiras para que se nao compre mais gados, sem que
peio menos se cosuma a terca parte do que exis-
Ao Juiz de Paz do 4 o Destricto de Igtiarac,
disendo Ihe que nao bavia, nem se podio aprontar
to breve as palronas e senlures que requisita em offi-
cio de 20.
*~r Ao Exm. Presidente da Relaco, para dar o seu
parecer sobre hum oficio da Cmara Municipal de O-
linda.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do NS 27.
I
Publicac&j pedido.
[Um. e Exm. Snr.A Regencia, em Nome do Im-
perador o Snr. I) Pedro II, inteirada de tudo quanlo
V.Exc. expoznoseuOffino de J9 do: corren t, qus
acompanhouosdousdoJuu de Direito da Comarca
da lina brande, Manda declarar a V. Exc. em ves-
posta s refleifrs que oflWe, cerca da inteligencia
do 11 do artigo 10 da Carta de Lei de 12 de Aposto
desteanno que emt*ta mesmo deste p.ragrapho,
esta persuadida d* que, emqnanto *s Assembleas Pro-
.vinciaes nao legislareni SQbre o modo porque os Presi-
dentes devao nomear e demillir os Empreados Pro-
vinciaes, a ella compete faze-lo na forma da Legistacao
em vigor, peis que so depois que as mesmas Assemble-
as estabe ecerem essa norma, para por ella se regula-
ren os Presidentes,.o podero elles fazer-, alende |
que determinando a sObredita Lei que nos casa ott
-.missosiidutidosoj, Assembka Gral perte*^
rinterprelacap, entendeos tnbem a..Regtiiicta.qUQ b*J
seu deverno deniuir de si huma attrikuioSo qI
pelo que 'fiea exposto, e vista do artigo 102 8 3.. j
Conatituicao (que^o foi julgado reformave) paPecJ
pertencr-lhe auda. En consecuencia lomando'
Regencia em consideracao, tanto os Officios do Jut
de Direito, como ludo quantoV. Exc. cenadelles'ex.
poz, beuve por bem aceitar a deirissao qi>e aquel
Juiz dera, e nomear para Ihe sueceder o Bacbrel Jq0
Antonio de Miranda, que tenido a poucoservido nes.
te Municipio o lugar de Promotor Publico. Bostr^
bastante bdbilidade, e hum religioso respeitPs L
e desejos de seu exacto cumprimenlo. E porque p so.
bredito Juiz de Direito se queixra que Joze Antonio
de Paita, actual Juiz Municipal e Collector Geral das
Rendas Nacionaes da Ilha Grande, o puzera era coac-
co, ameacando-o, con o fim de proteger o commer-
ci iliicito de Africanos que ali continua escandalosa-
mente, Ordena a Mesma Regencia que V. Eze. ouvin-
do-o, e mandando fazer as mais escrupulosas indaga-
coes a tal respeito, faca proceder contra o mesmo Col.
etor, como for conveniente e de direito, para oqua
reslituo a V. Exc. os Officios do referido Juiz deDi-
reito.
Dos Guarde a V. Exc. Palacio do Rio deJmeiro,
em 24 de Dezembra de 1834.Aureliano .deSouza
e O'.iveira Coutinho.Snr. Presidente da Provincia
do Rio de Janeiro.
EP1TAL.
4 Erante a Thezouraria do Fasendadesta Provincia
se hade arrendar nos das 1, 3, e 6 do seguate mes de
Abril* e por tempo de hum anno, a quen maior preco
offerrcer, o Armazeip grande contiguo Igreja do
Bum Jezus das Portas, N. 224-
As pessoas, que o pertenderem, devera comparecer
competentemente habilitadas na Salla das Sessoes da
mesma Thezouraria, nos indicados dias. Secretaria
da Thesoupara da Fazenda de Pernambuco 2 de Mar-
co de 1835.
Joaqutm Francisco Bastos^
Official Maior.

CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
TArdei, porem nao falto. Es-me na romha graUj-
ta tarefa de ofiferecer contemplacio do PD,|? ,
gqns tpicos mais attendiveis da Gazela-^nunen
da Liberdade^falo do n." 22. Tem ella **"
no para huma estenca analise ; mas seria per
po, por que se ella he ppuco lida muito menos osera
sua refutacao. Isto difo, jlgo ****ni*""
ciencia :, quanto aos mais valha a vetdadee.ec _
,0 aqU fflaW
provincia em huma voragem de males, q -acto-
de sondar, a Que tal!... Assoim la W*


N
<3)
yeshum eifrio, que he quantovale este inepto tren-
api *
acaraos squatro suposieoes, ou causas do levan-
fanienio dos Escraves : perU, ociosas, e exifaius o
absurdos boatos popularas.
A priraeira he ( diz a Senlinella) a barbaridade
coro que os captivos tem sido tratados como precisa pa-
ra os conter;... aqui anda parvosse: barbaridade
precisa para conter miseros escravos, he absurdo: e
se ella foi, ou he pricada as ocasioes de sublevacao
dos ditos, em tao deixa de o ser, antes he hum di-
reilo natural de defeza destacada mente til pelo ter-
ror que supre em tas crises a falta de forca prsi-
ca "e &c.
' A segunda causa (na Sent ) parece me ser o con*
trabando impio e criminoso que s Ui dos Escravos,
metendo se (libe) por elle mtlhares de hmens pretos,
que se vendem furtivamente, sendo alias forros pela
lei. Ora isto Snrs. Redactores nao val nem huma ci-
fra quanto mais.coiza que ehegue a 800$ res de ren-
da .' O contrabando, sendo causa da insurreico da
escravatura Quiamoso rnsgo de patriotismo em ru-
des^Africanos l Eque diremos da alloma p*a lei ? Vi-
va a Patria Ja-huma lei do Brazil pode impor a liber-
dde, ou a escravdo povos de outro Hemi*lerio a
despeito dos direitos da natnreza, que sao cousas ba-
ratas. Pergunto eu : antes de ha'ver contrabando, nao
houverio insurrei. oes de esrravos e os que vinho cap-
tivos segundo a lei nao engrossavo o numero dos o
pfimidos, e nao se lembfavo das couzas maiores?
Qual he pois o fundamento esseneial da segunda causa
que diz a senlinella? O contrabando, porque he hu
ira pedrada contra o Governo : eos da oposiyk> esta-
ro em jejum?. Miseria Miseria *
A terseira razo da Senlinella (he picorrucha ) diz
lia ser a sem siriraonia dos Eslrangeiros europeos
(que os Americanos nao tem aqui eslavos, ou nao sao
estrangeiros!) em conversarem sebre estas malinas re-
provando a nossa njustic*.. .)> item : e lubem da
Senlinella que o mesmo escreve : e usa de mais a cor-
tezia de calar as atrocidades praticadas pelos papameis:
de Jacuipe e Pafrellas que chamou collelivamente
cora as dos Cabanos, desforra do tralamento quelites
dr.vo as nossas tropas. N. 21 de 23 de Fevereiro de
1835.
A quarta e mais importante de todas as couzas (e
para mima mais ftil da Senlinella) he o atrevido,
ntetiberal, e dispotico procedimento dos malvados
desliaes Patria, os Presidentes da Bai^que por mer-
o do terror e violencia desrmaro o povo baiano, e
armarao os Marolos, (nao toco nos bons... be da Sen-
linella : bons Marolos !! Bravos OpUmn !. repi-
t*-se 5 bms Marolos! He huma advinhaco bem ba-
rata : he irma legitima da frase-insens.veis padecen-
tes!) nindo (continua a Senlinella) aquelles maos
Marotos, o corno de Janizaros Turcos, ou Mamelu-
cos doEgypto, chamaos-Municipars Permanen-
tes.) oh que trovoada Qu raios! Porem nao
he nada com bs Braz.ileiros Municip^sj he contra
os Municipaes Turcos, Mamelucos E?ypnos, ou rre-
torianos de Rama. Viva a Patria Bem disse eu
queabarraschhialparaalemdo tropeo de Un-
er : e ainda q ie d.ga a Senlinella que com esse*lg-
tos, Mameluecs, e Romanos, Se insultara hum Muni-
cipio de Minas Geraes 5 nao bquo temer, nem mes-
rao da espravalun pois estamos unidos aos Marotos
briosos ... Fajta-me tocar ...da na ^^^'
ma da SenlineUU-^ pas do Estado so devempe-
me^armas\ont,a o mi$ ***m0\*
Tontrasw compatriotas: rra observada esta mxima
por hm povo ar%ado como quer a Senlinella temo-lo
imperpetua antrchia, huns no intuito 4* **
Governo, outros dfe foscrem respeitar a lei; e a forca
do Estado simples espectadora da sempre nrrmina-
vc! cciteda des Partidos. Cubases de ?*_* Pj-
nellas! Qaba nos da qoem, e da lem montes athe o
-inferno : exultai! A Seottneila advoga 'indirecta-
mente Vossos nteresses : soii vos compatriotas? Poii
he impoltico ante-liberal desptico, Turco, e Marte-
. luco, empregar contra vos tropas de hnha, devem lur
somente os Nacionaes ainda que ocupados ou molestos,
combater-vos porque vos sois parte do tudoquehe
interno: e quaudo nao bastem hirao os da Rezerva
velho9,eestropiadosarmadoi. de chusos que he quan-
to basta. '
Snrs. Redactores! tenho apostrophadosera querer.
He lempo de acabar; mas antes rogare a Senlinella
que nos aponte hum povo que tenha existido constante-
mente armado por sistema poltico : se o fi/er, valen
ospimeiro80 reisquando nao inda esta sera isso.o
rendimento precizo para ser Senador. Islp ju'ga em
conciencia, valha a verdade
O Nacional de Bem Fica.
lTOie 5 feira 12 do correte raez de Marco pelasOi
horas da manhS faz-se lelo de alguns trastes, na_;PJWi
das Gruzes em 1.' andar da casa em que esta a Tipo-
6
ra
fia.
.u

>
\ jAla cabra prenhe, e tem dois cabritos um maro^
e outra femea, ludo pelo preco de 6 res era.sedtfWa:
na ra do'rgo n. 205.
3- ma negra de Angola, que si be cosinhar,
f^er doces, e tavar ber de varrella : na ra ca Ale-
fria junto ao lampio casa que tem urnas varandasde
ferro na porta.
^y Rap da Bahia chegado ltimamente : na ra
do Oueimado D. 8.
^- Urna casa terria na ra do Nogueira : na roa
doRangelD. 30, 2. andar. :
^6 cavatlos de sela : na ra das Tnncheiras ca-
za que se aluga'cavallos. ,
- As ver iadeiras pillas da familia, vindas do
Potoem fiscos de 25, 50, e de 100, com suas com-
pelenfes ante*ti*as, e a relalho : na ra doCol|egi#
Bolica Cypriano Luiz da Paz. -v
tt^- m negro de 24 ahnos, bonita figura, senj
vicnTalgum, e entende de cosinha : na ra da Lana-/
geira padaria D. 15. iri'k- '
^y Um negro : na rus co Rangel 9.
te^p- Urna escrara propria para o ser vico decampo
,boa lavadeira, por preco pommodo : na ra larga
do Rozario venda D. 6.
tt- Urna venda com poucos fundos na ra ua,A-
leirria D. 7, com commodos para urna pequea fami-
lia independente da mesraa, e paga de aluguel 5 re
mensaes: na mesma. ,, iVik''
rs- Urna porco detaboado de ama pello de 25, e
30 palmos, em cosiadinho, e sssoalho todo por juntoe.
por preco muito commodo : fallar com 'Jos Caros
Teixeira Jnior na ra atraz da Matriz da Boa-vista,
try Um sitio no lugar da Caza rorte, com dnas,
casasde taipa, eslrjbaria, e bstanle arvoredo de frc
to fallar com Thom Pereira Lagos, com quera fan
negocio ainda mesmo fiado com boas firmas.



W)

ft .fclP* Urnaprela de nac>, (J|ph fccejeira, e coii-
jfaeira -, prjima a parir : na'ruado Ar.aggo D. ljB.
WF uas vendas com poucos fundos na ruado
_J|ragao, adioheiro, ou boas firmas: na raesma ra
esquina de bees d Juio
W&~ O peridico dos Pobres, de Lisboa, de Sf-
, tembro at Dezembro : na .venda da pr/aca da.Boa-vis-
ita junto a Botiqa do Braulio.
%3** Boas e novas sementes de qujabo, e qentro ;
^na yenda da esquina do beco do Padre D. 1.
%tj>- Taboado de amarello, e louro, vjnho velbo
era barrjs, eumacanoa quecarrega 4 caixas, prompta
. fazer viagem, ludo por preco commodo: na ra
das Ouzps armazem D. 7.
%C^ Urna duzia de cadeiras de condur, e um ca-
map, ludo de palhinba e era mu Lo bam uzo : na ra
da Florentina D. 4, das 6 horas da raanli at as 9, e
de urna da tarde at as 4.
..%Q^ Carne do Rio Grande superior e nova a tro-
0 de moeda de cobre que tepho o pezo da,Le, nao
sendo fundida, nem taquiada, asida da moeda se tara
o preco de genero : na ruado Collegio armazem n. 9
da parte do Rio.
ff^p* Rap da Baha novo por prego commodo: na
ruado Cabug junt as lojasdo Bandeira.
Um prelo com os officios de canoeiro, carni-
R
abtfof ^articulareis.
eeiro, e rapinheiro, que era qualquer d'elles ganha
(pelo menos) 480 reis diarios: nao se vende por vi-
cio que* ten ha o escravo, ssim por motivo muito di-
verso, que a vista do comprador dir-se-ha : na ra
de Hortas sobrado D. 52.
%t^ Vinhobranco e tinto de diversas qualidades
em pipas, quartolas, e barris, passas novas, e salame de
boa qualidade, por prego commodo : no armazem da!
ra dos Quarteis D. 8.
f^&T PfU moleque de 20 annos para o mato ou fora
...da Provincia : as 5 Pon tas D. 13.
fc3F" Urna molata de 20 annos, eoze, engoma, faz
ivarinjo, e.cosinha, e urna preta de JVacoaocico, de
I afino?, vendedeira de ra : na ra da Cadea velfca
Compran
iMa morada de casa terrea que nfo exceda de
,OQ# reis a 1*000$ ewum dosdois Bairrps S. An-
tonio, ou Boa-vi>ta, ou mesroo em Fora'de' Porta*:
quem a ti ver annunc.ie.
WP Urna casa terrea que bote os fundos p*ra a
ali, sendo,na Senzalla nova, ou ra da Guia : na
ruada Cadeia n. 47.
1 -^OT Urna casa terrea que nao exceda de 800$ a
-900$ ceis, nas ras, Oireita, Hortas, Martirios,Pe-
nha, ou Agoas verdes : na ra das 5 ponas sobrado
da esquina do beco do Lbalo D. 69, 2. andar.
ftgr Urna crila .ou urna molata de .16 a 18 annos,
quftsiiba cozer e engomar : no paleo do Collegio que
vira para a ruado Queimado por cima da botica
and*. 1
iOga^se;ftO Snr.aqie Jgpftcio deMwmfMm me*
irador em aCasa~Forle, queira por Qbaeouio .
cer em a ra da Cruz n. 7.
fc^Precisa-selugar una casa terrea ni *oas do
RangeJ, de Ortas, Cruzes, ou pateo do Paraizo, que
tenba quiajtaj : quem a tiver annuneje.
.-t5P* Precisa-se.alugar m raoleque para oservieo
de casa : na ra Nova D. 3>.
$3^ Preeisa-se de, um feilor para upa sitio perla 4*
Praca, que seja. trahalhador, fiel, e que entenda plantar ortalices, arvoredojde es^nho, eilores: na
ra das Cruzes D. 15, 1 andar achara com quem Ira-
lir. 0
%&* O Snr. morador no Mon{eiro a gjuejn, :no o>
da festa do-Poco deorse urna espada de ponta direija
para guardar, queiraquanto anLes a vir trazer a diu
espada poisque jase passou hastante lempo so pao pas-
sar pelo desgoslo de ver o seo>nome publicado por es-
, fia 'olha.
OQdeteda ArtiJheria.
fcy O abaixo assignado aviza aos Snrs. Colectores
das Agoardentesque elle nao vende o dito genero em
sua venda no atierro da Boa-vista, e para.que se nio
chamema ignorancia faz o pre.sen.te annunejo.
Manoel FranciscoLagoa.
^3^ Lava-se e engoma-s por preco commQfJo:
naCamboa do Carino 1). 11.
%J^ Precisarse de um menino Portuguez de 10 a
12 annos para raixeiro de venoa queja saiba vender, e
.coivhecer dinheiro : narua do Ara gao n. 14, se d^i
quem precisa.
^5^* Apareceo na Povqacao da Boa viagem ufa
quarto lazo, sollo, o qual se acha no depozito no Jui-
zo de P^z daquelle logar : quera for seo dono compare
ca naquelle Juizo para justificar em como se.u, para
lije ser, entregue.
L
2craro2 fug-taof.
3.
_UIuyna, crilo, cor fula, alta e groca, nariz cha-
lo, e um dente fallo na frente; fgida no 1. do.cr-
renle : osprehfndedores levem-a ao Monteiro a sua
senhora no silio de Luiz Joze de Sampaio, ou no pa-
teo de N. S. do Terco casa terrea D. 4, que sero bem
recompencados.
. tS3T Feh>, crilo, 14 a 15 annos, cpm um sjgqal
de bi.xiga em cima do nariz que mal se percebe 5 f-
gido? 11 do corrente com cmisa de riscado b'sUrjfe
rota,.e .sirola de algodao suja : os aprehendedores .fe-
vera a ruadas Flores anuazem ^uc foi.de distiU??o,
que serao bem recompencdqs.
^**
L_LWM K.J--
J\
arttnuamento
kRranda-se um silio no lugar da Cruz de Almas,
com grande casa de vivenda, baizacom capim planta-
do para sustentar doisa Irez caval)o$,,e aIgMmarvoredo
defruto : ai Mar com JozeCarU Tei.i.ira Jnior na
ra atraz da Matriz da Boa-vista.
NOTICIAS MARTIMA*.
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Taboas das mares cheias no fyorto de Pctnambut.
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