Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02876


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Full Text
A^!EP1I^^_I.A!E^^DEM^0 NMER02/.
BE PEjftflAMBIJCO.
DJAS DASBMANA-
2 SfgwHi* S-$lhip!erd A^nt. -dtit Jot^rs do C- de m., e d
t^fda;Tbe.;PHWcil-Clic.e t.
5 Tere* S, Hepeterio M.. ReJ. de nu.aud.,dof. 4* Qrf. de 4.
4Qrta deCmJtCJcSuw'NSc'.ha-dfesiweHo.
5 Quinta S- Theil B\: ReK de m- aud. do Jniz o C. de m.,
e de t.
6 9e*H> S. -OJfejrajr Qi ?essao da Thez. Publica de
m. e aud. do J. de O. de t-
7 Sabbado S. Timuianeste Ayttao. "fe* de m. e aud. do Vig. G.
de* *m Onda. a ocrer u 52 ui j. t
8 Domingo PVitaeiro^QwftsBi. .;/pao d *&.
Tud &gara depeade de nos Husmos, da fnos$a prudencia nVde-
ragao, e energa: QputiuH^m^f pdniQ principiamos, .* .^4cin pofttadoscom dmiracao entre as Nacaes uiais cultas.
; IfriKantQ>;o da Asttmiltlea Gem dt Bratil.
JtnrJ
Subtcreve-se a 640 rej mensaps pae-oradiantados nesta Typorr'
na, e na PiraCa da Independencia N. 37 e 38 ; onde se rcebem
correspondencia* lfegglisaUas, e amiuncios; inser ndo-se estos gra.
tis sendo dos nronrins asK*nant Pernambucq.na Typ. drPinh^jro & #aria; Kteq da Matriz de Santo Antonio.
1
RIO DEJANEIR0.
M^Or decreto de 20 de Janeiro* o Doutor Joaquina
Vieira da Silva e Souza, Deputado pela Provincia do
Maranho, foi nomeado Ministro e Secretario de Es-
tado dos Negocios do Imperio.
y? negocios pblicos ent Minas, segundo as ultimas
noticias, nao offofecio. a melhot face. Sabe-se que
em muitqs pontos da Provincia, e especialmente em
S. Jo"o d'El-Rei e Ouro Preto, as comratacdes de
peiia concedidas aos presos da sedic de 22 de Mar-
co, forao mal 8CoJhid*s* e exritarojal&um descontenta-
mente. Dos Jqroaesda Provincia, Varios com aze-
dume censurarao a medida, que apenas foi branda-
mente justificada no Universal. Com tudo nao tinha
ajada oceorxido acto algura de desobediencia aos De-
cretos do Govemo g rautou ao reo Joo Jleinald de Verna e Bilstein -ape-
,ltt denlesperpetutas era 15 annos de degredo para
o Rio Grande do Su!, foi recebido com indignaoio, e
nao oi *ecu0do ;f ei Presidente da Provincia, o Sr.
Antonio Paulino Limpo de Abreu. Achando-o con-
trario ao dever da sua conscifencia, o Snr. Limpo dea
e instou pela demissio, pedindo mra a Corte que se
me nomeasse successor, ou que o Decreto osse revoga-
o. Lniendeu Go ver no geral que devia sustentar o
que eslava determinado; e accedendo aos rogos do Sr.
wmpo, aesignou p%a succeder Ibe na Presidencia o
"r. Antonio da Gosla Pintd, Membro da Assembjet
^rov'ncial de Minas, e ahi geraJnimte Conceitaado.
Apenas ao Ouro Preto chegou noticia de que nfo fora
rehogado o. Detrfeto referido, e de que era aceita a de-
missaoi do Snr. Limpo de Aeu, os espiritos se irrita-
do sobremaneira. O Befa-mixta e o mesrao Univer-
s IDanifestaro-se era opposicao o procedimento do
overno geral, e o novo Presidente reetisou aTS?o-
H?ao Por nn offieio em que declara n&o simpatizar
C?m aai cho que de lempos a esta pai te tem sgui*
oo Goveroo imperial. Ento, e uinda aotesTfue
^ppareeesseiii reflexes algumas nos dous joroats gae
^ncionaraot varios Cidados se rniro no Paco da
7amar Municipal tixa Ouro Preto : aK, etn nutnero
e 70 ou 80 subscrevero huma represent&cffo, pdi*-
ber o de coromutacao d pena ao reo elsteih, e a-
quelle em que foi dada a demisso ao Sor: Limpo de
Ab#eu) bem como huma felictacao ao Presidente, con-
gratula ndo-se por se achar* anda na direceo dos ne-
gocios Provincae5. Depois^disto, o ppvo' se retiro
ero ordem, e nada se passou que lterasse essencil-
menle a tranquilidade publica. a primira das duas
representacoes notfio se estas palavras: ma^ se ap-
sir de tudo, os Conselheiros de V. M. I. cosegui-
rem conservar a V. M. I. na illusao, depois de tantos
desgracados exemplos que tem occorridb era differen-
tes Provincias do Imperio, quera sar assegurjr
que, desattendidas iiossasjusas suplicas, a |>ar inter-
na da Provincia se conserve, eque seja bem recebi-
do o hornera que for de-proposi*o escolhido para execu-
tor desses decretos ? A mesma indisposic violenta
que se mostrou no Ouro Preto, sentio se igualmente
era Marianna, era ferbacena, e S. Joo de i-Rei;
quando la sesouberao as ultimas determina^Ses da -
dmitiistracao central. Tal era o estado das cotiss era
Minas ; tal o ombarsco em t|ue s v collooado o Go-
vemo geral. Nos, como Brasilero, como amigo sin-
earo dos Mineiros, ^rto a este povo que porduas ve-
les nos *em escolhido seu representante, nao podemos
deixar de exper com franqueza os nossos sentimentos ^
escrevremos o que pensamos em questo de tai sorte
delicada. Nao he fazendo baixamente a corte ao po-
der qoeselhfid fproa e pro vas de verdadeira amisa-
de ; nem he fazendo baixamente a corte ao povo que
se Ihe offeFece testeraunbo Seguro de affeieo e de es-
tima.
J em outro n. da Aurora notamos que a commuta-
yao de pena concedida ao reo Bilstein, sem duvida
horados maiores criminosos da sedico de 22 de Mar-
eo, nao guardou proporco com os (temis actos da
mesma natureza : mas entendemos tambem que nao
eraesse reo pesso* ta importante para merecer qan-
tos encommdos se queran tomar por elle, e para que
towa proviner* inteira se abalasse por seu respeite.
Oiremos agora alguma coisa sobre a pretendida revo-
gacio do decreto que Ihe mnorou o castigo. Certa-
menee, e nesses dw$Ttos de a-graeamenrto, usou d hum direito
que dCe^stituieio ihe marca, e em cujo exersicio deve
ser obpeeida. Depois da Reforma da Constitico^
,def>^ <$w o e^inento rederativo teve ho, fytoji d^se%>
u


T
(i)
/*
volvimento mais ampio, he por isso mesmo tacto iba-
is necessario,manter ao Governo geral, sem lesao ne~
nhuma, asaltribuicoes que Ihe forSo conservadas, .a
m de que o equilibrio se nao perca, a fim de que,
triunfando de todo o provincialismo, o Imperio nao se
despedace, Curopre dar as provincias oque he das
provinoias, Naco o que he da Nacao, respetndo-
se religiosamente asraias que dividem estas duas es-
pecies de poderes. Taes foro constantemente, na im-
portante sessao de 1834 os principios da Deputaco
Mineira a que temos abonra de pertencer. Nem es-
tes dogmas poltico* sao s para serem apresentados em
pura theoria, e desconhecidos na pratica, toda a vez
que desua observancia parece resultar algum inconve-
niente. Nao, 0,118 fra isto dar vans palayras d que
nao vvem os Estados. E mesmo qu grande incon-
veniente poderid resultar para Minas Geraes daotta-
ra de hum homem to despresivel como Bilstein% mul-
to principalmente tendo logo de ser removido esse es-
cndalo para outra provincia ? Nos o ignoramos. A
Regencia he instantemente sollicitada para que revo-
que odecreto em que rainorou a pena do reo Bilstein.,
Mas, (deixadas' de parte considerares polticas, liga-
das ao resultado infallivel de todo o acto de fraqeza
da parte dos Governos) pode ella faze-lo ? Cobe
isso as suasattribuices? Quanlo a nos ella nao o
.pode fazer \ as suas attribuices nao se extendem a
tanto. A Constituicao habilitou a para minorar cas-
tigos, e nao para aggrava-los : nos nos explicamos.
O decreto de egraciamento ou de coromutacSd de
easligo, devido a clemencia do Poder Moderador, es-
tando, como eft, dentro do circulo constitucional,
corresponde a huma jurdica sentenca final dada em
favor do reo ; goza este dos direitos ao beneficio de se-
melhante indulto, desde que emanou da autoridsde
legitima. Por consecuencia a p'ena hoje imposta ao
reo BUstein, quaesqaer que fossem alias seus crimes,
he a de 15 annos de degredo para a Provincia do Rio
Grande do Sul. Essi pena, nem a Regencia, nem
Poder Constitucional algum, tem agora ojus de aug-
menta-la :, o direito de perdoar e de commutar os cas-
tigos nao inslvelo de exacerba-los, Assim, a repre-
sentaco dosCdados do Ouro Prelo, dictada como
he pelo eritluiMasmo de hum sincero patriotismo, nao
pode ser favoravelmente deferida, quando mesmo o
Governo geral o desejasse. A observancia fiel da
Constituicao, neste ou naquelle caso occasionar taU
vez algum damno ; mas esse fcilmente se remedeia, e
tal linha de proceder he sempre muitq preferivel ao
exemplo aberto dasua violaco e desprezo. Os Cida-
dos assignados na representaco do Ouro Preto, du-
vidodeque seja bem rerebido o homem escoihido
para execator dos Dectetos da Regencia, isto he,
o novo Presidente que ella houver de nomear para
Minas: cito a esse proposito, os desgranados exem-
ptos que tem occouido em differenies Provincias do
lmpe\io. E tem Minas que invejar a sol te dessas Pro-
vincias? Nao he cora oculto da legalidade que elia
se ha mantido sera amiudadas commocs intestinas,
que eila ha cheg^do elevada importancia, conside-
radlo .que hoje recebe entre todas as suas irms ? Pre-
tende-se que desea de to alta cathegoria, pela eseada
funesta da anarchia e das agitacoes populares ? Mi-
nas foi taihada para destinos mais elizes: o carcter
honrado e sisudo de seusfilhos deve grangear-Ihe me-
lliores futuros. O enthusiasmo que pode levar a Pro-
vincia ao abismo, deve ser ahi modificado pela refle-
xo, e pelo amor dtsssa leglidadeem favor da qual os
Vftieii os eombatero a sedico de 22 de Marco. Quan-
u demisso do Snr. Limpo de Abreu, nao fdi ella
pedida, e com instancia, pelo digno Presidente ? Nao
.--- j_____-
mandn este declarar que a ua va u su* espnntanei*.
de e que j esperava wccesgor ? Oque empra ao
Governo geral fazer nesae caso? Ceder, cerca bV>
decreto, de commutacao de pena? Nos j mostramos
que isso al nao caba em suas faculdrdes. Iosistir
para que ficasse ? Depois da deelaraefia Uo explcita
que o Snr Limpo de Abreu aprezentra por duasve-
z.es; era vo e ridiculo, logo qu se quera sustentar
decreto em questo..... Os Mineiros, os patriotas
influentes, pensars melhor, e reconhecerao convem arriscar a paz de tal Provincia por hum ca-
f>richo, por hum BUstein : que o estandarte da fega-
idade he s aquelle cuja sombra pode crescer e
prosperar Minas.
(Aurora Fluminense.)
O
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 18 de Fevereiro.
^FficiosA o Exm. Commandante das Armas para
officiar ao Commandante em Chefe para satisfazer as
exigencias do Inspector da Thez. sobre os sidos, e
mais venciments devidos as tropas em operaco.
A Cmara Municipal, ordenando-he que pro-
cedo nova proposta para Promotor, pois que Ferrppe
Lopes Netlo Jnior por razos mui ponderosas nSo po-
de continuar a exercer.
Ao Promotor referido partecipando-lhe da re-
soluco expendida, e rogando-lhe de continuar, ate
que Ihe seja noroeado successor.
A Cmara de'Cimbres dizendo-lhe que o des-
falque dos cofre da Thez : nao permite sustentar hum
Destacamento de G. N. nessa Villa por tanto curopre
que o servico seja feito pelos mesmos G. N. mudados
diariamente.
Ao Inspector da Thez. para satisfaser 44$ res
a Joo Ferreira Valerim pelaconduco de huma boia-
da remetida da Jangadinha por Joo Francisco Soares
Brando ao Acampamento.
Ao Juiz de Paz dos fogados Joo da Costa Bezef-
ra, disendo-lhe que deve enviar os vales originaes
para serem transmitidos Thez.
Ao Inspector das obras Publicas para mandar
fazer os reparos indspensaveis arruinada ponte do
J. i
iquia.
Ao T. C. Commandante do B. da Varzeft para
enviar huma relaco dos seos Officiaesqoes nao com-
portarlo como devio no dia 21 de Janeiro p. p- para
contra elles proceder o Governo como Ihe crpre na
forma da lei.
Ao Exm. Snr. Presidente da Provincia do Kio
Grande do Norte parte_cipaodo-lhe hchar-se compleja-
mente restablecida a ordem, e trauquilidade publica
em Pernambuco, a despeito dosesforsos anarquistas
dos sediciosos de 21 de Janeiro p. p. (oom data deU
de Fevereiro).
, Ao Exm. Snr. Presidente da Bahi, rernetten.
do-lhincluza n'hum offico do Inspector daThM'
huma letra endocada pelo Intendente da Manpha des
sa Provincia para pagamento departe de objecro'jue
Ihe forao remettidos pelo Arcenal da Mannha de r
nambuco rogando de expedir ordens a fim de Ser sSW
fita (dem) .
Ao Exm. Commandante daa Armas, p*ra ertfe-
nar ao Commandante do Destacamento 4e &*rtj*,.
na Galera S. Joo Baplista que remetta humare^
exacta das pracas que existen! abordo*, avisando
tempo quando fallar agoa. f
. Ao Inspector da Thez. dsendo

(3)
ernotem mareado ao Ciruriomor Solero J. de S. .19 anim, hbi a aorender analnuer offieio, e para
I... n hlnnn A humo fnrranom .: 1___ J "_ .
huma Etape, e huma forragem diaria alem do sea ven
cimento pela Inspeccio dosHospitaes do Acamp. es-
' casando aos de mais Cirurgioes M. a quem a le tem
determinado 09 seos vencimentes.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he amesma do V> 4.
CAMBIOS.
Bio de Janeiro, 26 de Janeiro de 1835.
JLOndre............. 37 %
Pariz.................. 256
Oaro em barras......... 84 p. c. p.
Dubroes Hespanbes .... 21 $400 a 21 $450
Pesos-----..........:.. l$365
Moedas de 6$400....... 1i$455 a 12$400
. de 4$000 ....... 6$4*0 a 6$455
Prata................. 42 '/4 a 42 /, p. c.
Cobre raoeda de 80 rs..... 17 p. c. de descont
40 rs..... 25
Apolices de 6 por cento juro 72 a 72 '/4 p. c.
(Do Jornal do Comraeroio.)
Lelao'.
tfOnes&Wynne fazem leilo, quinta feira 5 de
Marco, pelas 10 da manhaa, de movis, e trastes per-
tencent* s ao Snr. Ricardo Doyle, no Hospicio, caza
em que morou"o Cnsul Ingiez.
V^ Jorge Brocklehurst & Comp. fazem leilo de
fazemJas, em o da Quinta feira 5 do correnle pelas
10 horas do da na casa de sua rezidencia, ra da Cruz
n. 7. ,
r
(BetiD*.

M cvalo ruco bera manteudo, e por.preco cora-
modo, e urnas cabras com suas competentes crias : na
ra do Aragao D. 37.
^S1" Urna prcta do gento de angola, de naco qui-
cam de 24 a 25 anuos : na fabrica de Gervazio Pi-
res Perreira.
^3?* Bixas de boa qualidide, sacas de feijo branco,
molalinho, fradinho, e rajado, caixas de passas,
velas de sebo do Porto, e marmelada do Rio de Ja-
neiro : no armazem do Maxado ra do Vigario n. l/
^9* Continuarse a veiiiJnr o Regulamento das Al-
fandegas do Imperio, cornos modelos que podem in-
teressar aos Desparhantes, e Commanda rites dos Na-
vos, em formato de 4.\ ponteado 65 paginas em le-
filvl typo, e pelo mdico preco de 640 reis : no Bair-
J lo. Recife. ra, da Caden botica do Snr. Antonio
Pedro das Neves, fi luja do Sor. Cardozo Ayres ;' no
de Saino Antonio loja. de-Livros da Praca da Indepen-
JjWia n, 37 jb 33 .'e n0 (|a Boa-vista botica do Snr.
Ferrei drfronte lia Matriz. Adverte-se, que o n.#
, "ejemplares que se imprimirn foi muito diminuto,
* por conseguate quem dee precisar nao se demore
ni o hir comprar, se nao fiear sem elle em quanto
nao ourer quem de novo os^queira imprimir.
Um molato claro, bonita figura, de 18 para
agem, e sem vicios: na roa Nova casa do Ponchet
pagei
D.5.
Um selim Ingiez em bom uzo : na ra do
Crespo D. 6,1* andar.
f/jf Um cava lio castanho com todos os andares e
preco commodo : na ra do Cabug loja de ourives
MJm 1
|T^ Urna canoa que carrega 4 caixas, cora todos
os nos pertences, boa para se fazer ama barcaca : na
ra das Cruzes armazem D. 7.
A.
-
Compras.
.S Ordenacoes do Reino, anda mesmo uzadas:
quem as tver annuncie.
fc^ Fumo da Baha a 4$200 res a rroba: quem
o ti ver annuncie.
fcy Duas negras que sejo mocas, a saber urna que
saiba cosinhar, engomar, e lavar, e a outra que
com cria ou sem ella, que tenha bom Uite para criar,
e que saiba cozer, e engomar : defronte da cadeia D.
7, ou annuncie.
*
A)
aUuguei*.
_Lluga-se um lerceiro andar, e aguas furtadas com
bastantes commodos, e asseio para urna grande familia,
com quintal, cacimba, e estribara, na ra de Roza-
rio que vai para Carmo D. 29 : na ra do Queima-
do loja de ferragem n. 30.
fcy- Alluga-se um terceiro andar na ra da Moeda
n. 141, com mutos e bons commodos, vista para o.
mar e trra, e mu fresca : no primeire andar do mes-
mo.
atreu&amerita
A.Rrenda-se o Engenho do Agiar rao^nte e corren-
te no termo de Iguarassu, perto desta praca, o enge-
nho granda, bons pastos, matas, e seguro em safras:
quem o pertender dirija-se a ra Direita defrnte do
beco que entra para a Igreja da Penha a fallar com
Francisco Xavier Cavajeante..
$etta&
w
._ A occasio em qu unir Senbbra, Domingo 1 do
corrnte hia embarcar perdeu na ra da Cadeia do Re-
cifeuma argola de diamantes : quem da mesma tiver
noticia, ou a possuir e quiser entregar procure ao
Commandente das Armas, que Ihe gratificar.
O
2Ltm particulares*.
_'S Administradores da caza fallida de Smilh &
Lancaster rogoaosSnrs. Credoresda mesma casa para
se reunirem na casa d'Administracio quarta feira 4 de
Margo pelas 11 horas da man ha para tratarem sobre
negocio da mesma.
VQP* Quem precisar de um rapaz Brazileiro psra
caixeiro de loja, venda, o Engenho, o qual tem bas-
tante pratica : annuncie por este Diario para ser pro-
curado.
^ry Deeeja-se fallar com o Snr. H. B. Slepbe %


\
m
pata nefcorio 4e Ka nteresse, rpfcfa ese fim queir
dea**ra'itia inorad* par*' sfer proeuvatto.
^y Roga-se encarecidamente a Illm. eJExm. ShrV
Prenda** oV Prometa^ foVjf 3 ia*ithif)ba* ao
menes um lampio na ra que fio* f*w|,>
tebms *lh\ pbitf GpMr fx-ntIv il is* fcrtNtofes
4a itmj pura* vive* do mais dwtafweo.
Hum dos cuidadozosda ra.
fe$ Queiwquiier; juros aYdoVs por mr, |Jor
cftfatroime 7K$W re medir fwto tallara
6$400 res dando hypotca rfeflia prafcay fcoa* fckaW}
annuncie por esta folba.
^^- Na ra do Caldeiretro4>. 20 h quena se pro-
ponhaa ensinar, a bera ler, escrever, contar, fazer
lavarintos, bordar, uwtear, eozr costuras chas, tu-
do com perfeico, e preco commodo.
^y- FeroiOfl-ee ^e dais; p(fetos, o pretas $u$$b-
jao Seis, para venderem iouoa* pa^ando-fe diari*-
mele3^roi^: r arjuazra d$ puca da .Bahir^or
detrz da ra Nova que faz frente para a ra do Gala-
bouqpnoAO. ,
iW&>; fioga se ao Sor. Fiscal .Barata qpeira por <>b-
zequio laucar suas vista,paijaalguns sobrados da .ra
do Queimado, e a resucito, del les fazer comprar as.Pos-
turas da Cmara (se me nao engao) a cercadas arnia-
dilhasde taboas que algnns moradores ] tinho, eou-
tros de novo vo deitaudo dos lados de suas varandas:
visto que se deve preferir o bro publico ao particular ;
porque nao s desformozea a raesma ra, como tapa as
vistas aos mais vezinhos, que em fian rcf mofo
contiguos as mesmas casas.
Por hum morador.
&p AUugo-s disescravos para srtfe'rit&s de p-
dreiro com o jornal de 320 reis cada um, dando o do-
no da obra o jantar j quem os pertender qeira s an-
nunciar para ser procurado.
fcjp Precisase de wm caixeiro de 14 a 20 annos
Portuguez, e que saiba ler e escrever bem para uni
venda : na ra do Rozarlo D. 15.
$3^ Qualquer rapa* strangeiro que quiser servir
em urna caza ingleza como criado, dirija-se a ra u*a
Crid?* vlbr 8.
Qtita pregar Tfcebr-na apjttl dProvirU
cia do Cearf a cjnan.tn 55f$ res dardo* aoi
mesma ^antia, diri^te prc da Indbn'd'rici
n. 4. / *
j__ .
/
T.
gcr&pns f ugtDor.
Hereza, denacao AngolO; 25 a 30 annos, alta, se-
ca do corpo, picada de bexigas ; fgida no dia 2$ xlo
passado, cora vestido de xitaazul claro, e pao da fri-
ta : osaprehendedores levera-a a ra do Trapixe t.
10, que sero bem recom pencados,-
T^* Joze, na9o, Angola, de boa estatura, corpo
regular, rosto comprido, dntes alvos e abertos, pg
grandes, oem falSnte, cujo escravo tem andado pelo
Cerio; fgido no dia 25 do correnle cora camisa e
sirla de algodo, chapeo de palha envernizado, e
um surro d ovelha onde levava urna reuS eraais rou-
pa: os aprehendedores ievem-o a ra Nova D. 31,
q[u sertfotjmreompencado. M
t^ NodiS4dopassadodmahhSrugio 'de ca^
dese^erhr fia Soldade, rim ^scVav cri? de %
irntids, rtyr^setila rer menos por ser pequeo, cr
fula, levou vestido camisa e calca de estopa, chap'eb '
d balita: teril 'bfxos, on rr^avos nos p< : os aprhpn- i
dierorei Vm-o k largo do tae Mattofs rt. %
que serfid bem recompericads.
Metete* tharimra* d ftto djaMb*.
" Paquete-Jaoutyti Gmrna*ame-o>2.9 T^neflte
Birftei.LopeS'Anjo, -tv* Sfftdd d* Rt'd* JaWfro
3 de Janeiro, e chelear na Babi# 3 d#l?#^
O Paquete Moderado, Com. o 2.# Tenente Joze
Maria Ferreira, havia*4e sabir do Rio de Janeirt,
para os portos do Norte, no dia 1. de Fevereiro.
O Bri^leSardo olomho sttid ^Ro ih Janeiro
para Pernambuco, no dia 23 de Janeiro, com a mei-
macarga que condui^dae Montera^.
A Barca Franceza Actif, Capitn Blay, vinda de'
Bordeaux com 44 dias de-V4a^em, 7 passageiros e car-
ga de vinho e agurdente consignacao dos Snrs. Rie-
dy Lory e Lebericy, b ifta4>arra hontem s 5 ho-
ras da manh, faltou-lhe o vento, desgovernou e foi
levada f&t eorrent >aiW dRn* o^ ^slift <& Santa
Cruz. Depoisde bater por espaco de doze a ^injfe
minutos abri hum i*dftfbo por estiborde e stssdBol,
safando ento das petffe e onservando-se superUcie
da agua pela nalufe** sua arga. 0#ewilenes qu
forSb om su occorr frita vo 4e rebcala rtste estada
para a Armaco 01* Pfainhaoudeser^ncalbada, on-
de po6Ta Salvar pde parte da siW 6>rga. Os -
caleres de Stta Groz, do -Registo d VHegaignon, e
Saude>e Ptlioirfora o prBMiiPOS que chegrao fsoc-
correr o navio naufragado, viudo l>ogo d*poi- os d
dififerentes vasos de guerra, e finalmente os do Arse-
nal de Marinha.
N^o podemos deixar de notar que a Rarca intitulada
doSoccorro, e que se acha estacionada em S. Joo, foi
a ultima que aparece*, infelicidade que por mais de
huma vez Ihe lera j acontecido.
Eslimamos muito poder anuunciar que nao morieu
pessoaalguma. .
N. B. Nao sabemosse a escuna de guerra N: Flu-
minense, annunciada sabir para PerBambnoo pela
Adroniitracao do Crrelo da Capital* ftzrse 4q val
17 de Janeiro, como tioha sido publicado as oibas.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares cheias no Porto de Pernambuco.
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Navio entrado no da 1.'
PoRTO; 35 dias; B. Port. Flor de Beriz, W-'
Joto Ferhandes da Silva : diffrentes generes: a Joaa
Frnandes da Silva. Ton. 136. Passageiros 22-
Sabidos no mesmo dia.
LIVERPOOL', B. Ig. Melby, Cap. Hemmy :U
ffodao e couros. Passagiros^-oPadre Joaqim Ani
iMiod'OveiraLeiiao, eolng'.ez Henric(ue Enm
HA.VRE ^ G. Franceza Iodustria, Cap. CharobloB.
Per, n Typ. do Diario


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