Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02875


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Full Text
t ***/*<<* MA IM4UMIMM
SEGUNDA FERA i DE MARCO NUMERO 83.
*"*'"' "WTHllllllllmlH--------- _______________ *
XWWIWIMI11 fcin,t
*%<*%%,
MMUIlMMWtWMWWMumiMHWI tW
DIARIO DE PERIVAMBIJCO
. ..
ede
das da semana-
2 Segunda. Simplicio..Aud., dos< Juies do C- de m,
t. ses. da TUS. ('uf,ICll, Chaic. de t.
S Terca S. Hemeferio M. Re. de ra. aud. do J. de Orf. de't
4 Ufara de Cyaza (jejum) Nao ha despacho.
i., (tota/ S- Theofilo B.: Re. de m. aud. do Juiz do C. de mi,
Scita S. ('/lgano, B. Sessao da Thez. Publica de
m. c aud. do J. 'de O. di; t. > '
7 abbado S, Th' onaa de .Aquino. Re. de m. e aud- do Vfg. G.
d;11. em, Oiinda. 4. cee.se. a h e S2 m da t
i domingo Prheiro a Qiiares. Voo d D.os
Tudo agora de per de de nos mesmos, da nossa prudencia, raode-
racao, e energa: continuemos domo principiamos, e serenos -
pontados com admira^ao entre as Nacdes uiais.cultas.
. Pfoclaniafta. ka AhsemMea fraP 4 Bratit.
\
Subscreve.se a 640 reis mensaes pagos adiantados nesta Typociu-
fia, e na Praca da Independencia ST. 37 e 38 ; onde c receben
corref-pondencias legalizadas, e annuucios;. inscrindo-fle estol gr.
tis sendo dos proprios issignantes, e rindo assignatios.
Per.vambuco.a Typ: de Pinheiro & Faria; Pateo da MATrzi de Santo Awtomio.
. >dwv .--- : '... ..

INTERIOR.
VHvimos boatos de huma nova rusga. Alguns.C-
dados qn.4*So;-$e de arbitrariedades doGoverno ; ou-
fros rrirldUem e temem as agitaeo,-s populares. Nao a-
?entUfMHo-parecer sobre a veraridade'destes pressen-
hmentos. Paremos algomas vnVxocs somente de
flU*nto nos custaip a perda da ordem, por muita mo-
mentnea que possa ser. Pernambuco na fruido feliz
da'pu interior routo mais de hum auno, sem dar
peso ao l.geiro metheoro de 21 de Janeiro, quer re-
almente a manulenco da ordem : alguns inconveni-
la nossa mediocrid.de n'arte de governar, equa-
Prov,c,a emqueocommercio, a industria,'a agri-
cultura, e analmente todos osempregos humanos ga-
Bhariaoaprrfeicoamento, e vantagem. Os que em
wnlido contrario fazem acreditar o dezejo de novas
marineas Vi,to he, e novos agentes na mesma ordem
ae cousas) Representan a maioria da Provincia como-
ja suspirando por braceijar em huma fevolco. O
censo, a experiencia presidir.^ aos seus juizos? Se os
que novas cousas anhelan chegarem a experimentar as
iri.uldades colossaes de huma revolucao sistemtica
por trez mezes em Pernarab.uco, bem depressa maldi-
rao seus votlosirrefl..,ti.Jos Po m*io de nossos sofri-
mentos actuaes (o o negamos) Nao he pequea van-
Y Sta ds meios de remover a orgem delles;
wDer a funte do mal, ter na le o poder de estagnalo '
wm arnsear a exigencia doCidado, he huma felici-
l*Qv 'r e Porl sero despresadas as vias pacificas de
prover uoS5as hecrsj.idades se disso se trata ? Figure-
mos Por momentos na crise d'huma grande rus-
npiVi' jleremS ahl fffantia8, liberdade, >\veres, pro-
agre ~ 8Canco mo(t^ ^1** forca P*ra rePe,Ir
g ssoes externas, teremos certeza de encontrar o
inTcc" lm^,acu,ad(, ? Quando o canlio he a voz que
za J L0(,'{'0 ^a espada qupra pode diser co'mcerte-
dem' me. pertenre ?Os Pernambueanos nao po-
cod**iaf orco de tantas incont;ngencias, frui-
-eac e.^(Jtt '<*, e nao deiconhnsiiem quenssim como a espiona-
' ? o^rror, as pr5a Jg os degredos &c. sao o se-
lUito
uo despoiisro j taobera nao sao alheios huma
ti
revolucao; Paresse-nf? pois que a tranqilidade de
nossa chara Patria nao ser alterada'.

"i1
GOVERNODA PROVINCIA.
Expediente do da 13 de Fevereiro ,
^FFfi'-ios\o Inspector da Thez. para mandar sa-
ti.<<(ttZeF a Joze Elias de Souza a importancia de 48 bo^a
que vendeo para as Tropas em operacao.
Ao dito para mandar abonar os sidos e Etanes
desde o I. f Janeiro o. coi rente atino, aos Soldado
que se sublevaro em Alagoa dos Gatos: avista da ob-
servaeao do Exm. Commandante das Armas. Quan-
do obliverem, suas respectivas guias a vita delUs se-
ro ento tirados os mais vem imentos trazados, e re-
metidos para a Provincia do R. G. do Sul, para onde
esto a seguir.
Ao Exm. Commandante das Armas no rnef.mo
sentido, e ordenando de formar d<>s dios Soldados hu-
ma Companhia, e nomear humncial que os contl-
' I\ I O II J j c i
za a P. de S. Pedro do bal.
Ao Inspector da Thez. para mandar ao Gaba
Francisco Luiz do Sacramento a importaneia do allu-
gue^ de 8 cavalgaduras a 1920 reis cada huma.
Ao Commanaante da F. Martima concedendo-
Ihe 10 rtias de licenca para tomar ares do campo, de-
vendo fi-ar no Commando o orfi-ial a quempor le
competir*.
Ao Commandante da F. Martima para mandar'
ptssr para a Cadeia a dispcsieo do J. de Paz do 1.*
Destricto o preso Themote de Assi Santos.
Ao J. de Paz do 1.* Desrielo Antonio da Silva
Gusmointeirando-o do referido. .
Ao Chefe interio da Legio de G. N. para DD-
meiar 1 oficial de qualquer dos R.italh5-s para assistir
a humconcelho noCorpo dos Muuicipaes P. respon-
sabilisando o por qualquer roisVa, e que communi-
queao overno a nomeaLque fizer. x
Ao Director do Collegio dos Orfos. Apro-
vando a medida de empregr hum homem para com-
prador decouzasmiudas ; e alernbiando queset me-
Ihor empregar na rouparia huma mollier honesta qu
se cohtehta'ria com rato e caza, d'teri meihor inteili^
MUTILADO
.. v


<*>
enca par* traur destes dbjeetos. go remetidas ai laminas de poz vscinico ja, requisitad*a
do respectivo Cirorgrifcj
Siunumniir uva,
-i-
ir ut
f""
manual
eoneerlar as capas de metal das bombas do" Brigue B.
S. Christo vio ; por quinto sao au i atleudiveis ai ra-
fes que aprsenla o seo Coromaodante.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma 4o F.m 4.
IV
CORRESPONDENCIAS.
Snrs. Redactores.
A passao Vmcs. pela ponte do Rerife ? Nao v-
em o miseravel estado desta obra, t,lvez a prime ira
da Provincia? Acato nao haver dinheiro para se el
la acabar ? no Bao lia ve rio anadiaras que sirvi para
esse fim P Dinheiro, Snrs. Redactores, deve haver,
assim como o ha para comprar o novio S. Joan Be pin-
ta, para servir de prizo^ e madeiras no falli, assim
orno nio lem faltado para se f*serem mensos brados
de dous, trez, e mais andares. Clament pois, Snrs.
Redactores, pela cooclusio dessa interessante obra,
que com issse aro grande btm a hnmanidade, e a
O Perguntador.
Snrs. Redactaros.
Mj Eodo o seo Diario de Sexta feira 27 de Fevereiro
do correte auno, vi orna parteeipacao feita pelo Illm.
Sor. Felippe Lopes Nelo Jnior Promotor Pub'ico d'
esta Qdade, ab Illm. Sor. Dootor Franeij.cn Xavier
Pereira de Brito, Juia de Orphos desu Cidade; e
como me fosse moito indecoroso desde o seo principio
at a ultima palavra do que trata a dita parteripacSo e
me obrigado pela vea prmeira dar ao I'lm. Snr. Fe-
Uppe Xropes Neto jnior Promotor Publico o raeu res-
sentiraento qur uve peta sua m expresso nesta parte-
oipaco e como igualmente faser ver ao respeitavel pu-
buco a rasao porque existe em aneo poder as doas me-
ninas pardas \ para se desvanecerem de alguna m
l qu h >jao de mim sefazer. O Sor. Joze Luis Fer-
reira finba por cativas comprado as doas meninas par-
das de nome Mara, e Francisca ao Snr. loio Ipolilo
morador na Povoaco do A breo em Una e como se
v.erificasse em virtude da Carta de Liberdade da roe
das meninas'passada por seu Snr. Antonio Goncalves
do auno de 1814, e nasridas as ditas meninas no an-
bo de 1825 como todo consta da certidao de seos bap-
lismos; deo por isso motivo ao Sor. Joze Luiz r er-
re* ra valer-se do ourives Fernn des que lena loja na
ra Nova desta Cidade e morador por detrs de quin-
tal da orden terceira do Carao ; que assim se explica
o Illm. Sor. Promotor : le pedindo em dias de Janei-
ro do correte anno fieasse por depositario das ditas
meninas ath qoe se decidisse o pleito que bir tentar
contra o vendedor e como visinho e eonhecido I he fix
cwe grande (avor em assign*r c deposito. Este he o
motivo de existir em em meo poder as meninas as qua-
es entregam qoando pelo Joiio competente mandar
aregar. Oa (orras no cativas, e para esetarecimento-
4a Publico. Vmcs. fario obsequio dar lugir em un
canto da soa folha e publiesrao destai quatro Knbas
do que ficar tternH'mnte obrignde ;
De Vmos. seo venerador e assignauie
Joatiim Joze Fernandes.
EDITAL.
Antonio Simplicio de Barros Jais de Paz do 1. D^
tricto da Cidade de Otiuda em virtude da Lei- &c,
bv Ac saber aos moradores do meo Destricto, e a
qoem convier, qoe doo audicias as partes nos dias ter-
cas ffiras. e sextas de cada semana na casa de minha
residencia o. 13 na ra do Carino da mesma Cidade,
das oito horas da mabi al urna da tarde. E para qoa
che'gue a noticia de todos fix o prezente, qoe ser pu>
blicado pela imprensa, e afixado nos logares pblicos
deste Destricto. Oiihda23 de Fevereiro de 1835.
Antonio Simplicio de Barros.
Publicact pedido.
M-LlustrissimosSenhoresAcabo de receber o omeo,
que Vv. Ss. me dirigiro com data de 16 do corrente,
eque acompnhoo a conta a crea das despezas, qoe
alguns Guardas do Cor po de meu Commaudo, atie
com baixa passa rio a esse Hospital, a trataren* de, seas
saude occazionaro; e como nella nao se declare o qoa
cada om gastoo de per s, para eu poder fs ser-Ibes o
disconto, rogo a Vv. Ss. se sirvi mandar, qoe o Re-
verendo Regante, oo a pessoa competente me especi-
fique por outra conta, oque com cada om dos ditos
individuos gastoo essa ofermaria. De raminho leav
bro a Vv. Ss., qoe as despezas me parece na crescidas,
de maneira, que os sidos dos Guardas serio absorvi-
dos scom seus curativos, e espero qo Vv. $s. toman-
do em cohsidcracSo, queelles a doessem era oservico
Publico, sejioas dispezas mais mdicas, afim de que os
seos sidos posslo (lugar, nio s para o restabetesc*
ment de suas saude, como para outras necessidades
de soas familias fora.Aproveito a opportunidade pa-
ra segurara Vv. Ss. os protestos de minha considera-
cao, e respeito.Dens Guarde a Vv. Ss. Quartet dos
Permanentes 19 de Fevereiro de 1835 lllms. Snrs*
.Presiden!*-, e Administrador do Grande Hospital da
Cari da deFrancisco Antonio de S BrreloCom-
mandante Geral.
/Sabios a Carga.
Para Liverpool.
\w Brigue Inglez Heghlander a sabir com a maior
brevidade possivel: quem nell quiser carregar dir-
janse aos seos consignatarios Diogo Cocksbotl &C.
Para os Por tos do Nr|o at o Aracaty.
%ry* A escona Brasileira Cooceicio Feliz segu vi-
agem, lendo parle da carga pronta ; quem nella qui-
ser carregar oo ir de passagem dirija-se aborde, de-
froote da Lingoata a tractar com o Cap i lio.
xLeilaa\
fP One & Wynne fen leio, quinta feira 5 dt
Marco, pelas 10 da roanha, de movis, e trastes per-
tencent s ao Sor. Ricardo Doyle, no Hospicio, en
em qoe moroo o Consol Ingles.


()
.
oettDajy.
Jd- escravo moco eom officioxde serrador : fallar
j0m fe*,**** Aftepe 4 Miranda de nsr.Ua tt
fcoras, dejard al as 3, na ra rfo Torras.
%9* A.pwie do uta terreno no atierro dos Afogadoe
coro 25 palmos de frente, efundo qu va i at a Ca-
banga : na ra dos Martirios D. 14.
*y Umevenda no Porto das Canoas ao pe* da ca-
a de pasto : na raesma.
WT HOmeios d sola d*Matta de muito boa
qualidade, e por preco eommodo: no ra Nova D.
gy Feixos vazios para assucar, de camacari, por
Seco eommodo: no ?orlo das canoas cacas Nova* do
esquita.
*9* O bilhar e mais algons atencilios do ex bote-
quim grande da praca por preco com rae do: a fallar
o mesma, oucora o Patricio nobotequini pegado ao
mesroo.
fe ^^c0 Erqi$mo das Senhoras, oracS de N. S. do
Monte Serrate, cartas de convite para anjos, defuntos,
esetiroodia, bi'hetesde diversos vinhos, e licores fcc.:
na ra do fiomfim era Olinda caza de Joo Severino
do Bomfro n, 2.
fcj Toucirho muito bom em caixas, e a **talho,
vela*de sebo de 6 era libra, em caixas 'de meia arro-
ba, 6o pacote e de vella ludo chegado prximamente
de do Pofto, sacas com farinha, e arroz, e barricas
oro milho, tudo por preco eommodo : no arraazeoa
de assucar roa da Cacimba n. 5.
|r^ Caicas coro queijos a 560, e ditas rom sebo do
Porto: no armazem de Antonio Joaquim Pereira.
y Urna porco de libras de doce de caj seco, e
urna poryo grando de diferentes quadades' em calda
para cnxer barris, e tamarindos: na ra do Monde-
goD. 51.
&y Urna venda na ra do Arago na Boa-vista,
com poucos fundos, commodos para familia, e ranxo
para malulos, a dinbeiro ou a prazo cora boas firmas:
na mesma.
9 #9* Um escravo canoeiro, e 4 vacas com arias, pa-
ndas de pouco lempo de muito hoa qualidade : na ra
da Paz n. 12 por detraz da ra das Flores.
W" Urna escrava crila de 18 a 20 annos : ya ra
dos Martirios sobrado novo no primeiro andar.
Sf&* 2 tremes, ou troca-se por 2 espelbos de por
em salla 5 um grande, gordo e manco carneiro acos-
tumado a carregar meninos : na ra estreita do Roza-
rio sobrado D. 33.
V3^ Urna venda com pou'os fundos sita na ra do
Rozarlo da Boa-vista D. 24, com bom quintal, cacim-
ba, ecommodos para familia, a dinbeiro au a prazo
aom boas firmas : na mesma.
^y Collecco de L*is do Brasil, Curco de IMalhe-
maticas de Lacrois,' Diccionarios de Moraes, e virios
outros livros : na ra do Vigario n. t8.
^4?* Um pretosem vicios, de idade de 25 annos e
proprio para lodo o sesvico : na ra do Queimado lo-
ja de Antonio da Silva Gusmo.
fc^ Muito boa sola do Certo, por preco cora -
modo : na ra da Cruz n. 7.
IfF Um preto crilo, de 25 annos, hbil a todo
lervico: na ra da Roda D. 27, a qualquer hora do
dia.
Compra*
Mea vallo, queseja.bom, e teriha bons andares,
e que nao excedas 7Qlfrr*b\ nVrat feS. feeito en
Olinda padaria n. 55, ou annurme por esta folbe.
&* Urna porefio de fios de pao de hnho : na
Boioa da fus Hn Vicario.

Huguet?.
M
Lluga-se urna escrava molata par> o servio de
portas dentro de unta casa, sabe coser, engomar, e
cos riba ; faz lavarnto, borda, abre caeunder, faz
bicos, e rendas, e corta vestidos de sen hora, todo com
perfeicao: no pateo de S. Joze D. 8, fado do nascen-
le.
%^ Alugase urna canoa de conduzir agua, at o
fim de Setembro deste mesmo anno : ra loja de ferra-
ge m ao p do Corpo Santo n. 69.
WP* A luga s um sobrado de um andar e sotao na
ra de Hortas : quera o per tender diriia-se a ra Penba D. 9. r J
A,
arretramento
mRrenda-se um sitio de coqueros na Curcurana de
baixo, por preco eommodo: quem o pertender dirja-
se ra de Manoel Coco, sobrado de um andar D. 26.
*
P.
1crDaj5\
Erdeo-se um diamante encastoado para cortar vi-
dro, com uma face de lati, e outra de ferro, da ej-
Irada da Caza forte at o Rccife : quem o achar, leve-
0 Kracada Independencia loja de funileiro de Bar-
nardo, que ser gratificado.
O
atroff particulares.
S Administradores a caza fallida de Smith &
Lineaste r rogo ao* Surs. Credores da (resma casa para
se reouirem na casa d'AdminHtraco quarta feira 4 de
Margo pelas 11 horas da manbfi para tratarem sobre
negocio da mesma. ,
^y D-se 2 tontos de rs., um em moeda de prala
pelo valor antigo de nove eentosf e secenta ris o pata-
cao, e oulro ero bom cobre, um, e outro a premio de
um e meio por cento, sobre hipoteca era predio nesta
praca : quem pertender este neg, io procure a Joze
Zacaras de Carvalho morador na roa da Senzata ve-
Iba n. 34, este dir a pessoa com quem dever tralor
di too negocio.
Y&* Preciza-se de um Boticario aprovado, ou na
falta algum rapaz que tenh para a Botica da roa do Vigario n.^72.
%qj* Quem no Diario de 26 do corrente nnunciou
querer comprar a historia do Brazil, procure na loja
de Joze l)is Moreira na ra do Qurimado, que l a-
char com quem tratar.
tS^ Qualquer Sacerdote que se achar as circuns-
tancias de ser Capello distante desta praca 30
legoas pouco mais ou menos, tendo de ?ua Cpela na
a ti nua I mente perlo de 600^)00 res, procure na ra
larga do Rozario venda D. 6, que echar cora quem a-
justar.
|r^ Quero aohou duzentos mil reis em sedutas. a
saber duas de 50$ rs., quatro de20$, e rfuas1 fa 10$
re^s, tod=iS embrulbadss ero um papet; que^no en-
trega-las a Francisco Serfico d'Assis Carvalho (que
foi quem perdeo,) morador no pateo de N. S. do Ti&f-
co sobrado p. Sf ser bem recompencado.
-


(4)
Precba-se de2Q/)$ res* t jaros, com hipote-
ca era tim escravo annumie.
**#"' Preci/a-se a lugar serventes de pedreiro: na
Costa.-
^3F" O Snr. Antonio d'Albuquerque Mello queira
vir recebcr na ra do Palae^e na caz junto a de Fran-
cisco Goncai ves do Cabo una ra ta viuda de Lisboa, a
jual por engao de nome foi entregue na dita ea>a-.
%C9*, Allogao-se escravos que enteudu do trabalho
de padaria, ainda m^smo ,6e |>i:e'vrem aquelles que
nao entendi; os Senhoresquequ tureca (azer o jus-
te por anuo, obrigando-se o ano uncan te a ensigna-
los, e D*gar un vantajozo aluguel ; diriju-se a ra da
Senzrtla velha ti. 29.
%C$- Prensa-s de 600$000 res a juros de 2 por
tent ao rmz, port^mpo de um anno sobral hipoteca
na tena parte de ura Engenho na Mata: na ruado
Padre FlorianoIV6.
f tSQ^ No principio do mf de Julho p.p., o Snr,
Manoei Francisco de Souza, levou ualojade Ferrel &
Dubor, doi rvlogios p*ra concertar : um francez, eo
outro Ingles, ambos com caixa de prata; nc fim ,do
dilo me/, lendo liido o. mesmo Snr. Manuel Francisco
de Souza procurar por stras relogios, levou (por en-
gao) dois relopios que nao ero d'elle, um com caixa
de prata, e o outro com caixa da latao ordinario ; Per-
rl & l)ubci> rogo ao dilo Snr. Manoei Francisco de
Souza, queira ter a bondadede desmamhara troca.
3* Precizo-se de. 6 carpinas, e 4 alfaiates par
trabalhtitftra.no Theatro oVsta Crdade de empellada
para a afcgrtura do mesmo 1 heatro no dia 5 de Marco:
julquer pessoa quequ^ira fa?er a lnminaco do mes-
mo,' e quera entender de Maruja para tratar de Cabo-
tgem, di rija-se ai. mesmo Theatro a fallar coroactu-
ai administrador Francisco de Freitas Gamboa.
tt^ Oabaixo asignado faz saber a praca de Per-
n.in.bucoe asmis do Brazil, mesmo da Europa, que
ndo elle proprietario e socio com Joze Ferreira Das,
eZ icaria* Gomes de Briio, Marcelino dos Mar teres
Silya, da Escuna Conceico Feliz ancorada- nese por-
to eio o annunciante deconra-mestre em a dita Es-
cuna, e o ultimo socio Marcelino por mestre, e tendo
este afastado-se dos deveres de bom socio por suas con-
vivencias eml.rra, entrou a tratar oannunciante to-
bem socio com indilerenca pelo que deixo oannun-
ciante o bordo da .mencionada Escuna, e se regressou
par* a Cid.' da Babia na Sumar* Madalena a dar p^rte
aos socios noroeados, eali moradores, do turtuozo pro-
eedimento do mencionado socio e mestre Marcelino ; e
como possa acontecer que as convivencias do tal Marce-
lino o srra&trm a querer vender a indicada Escuna ou
alguma oi/.a dos seus pertenres' por isso aviza oan-
nunciante que nenbuma pessoa compre, ou faca outro
algum negocio com aquelle Marcelino, respeito a Es-
cuna e seus pertences, na certeza de ser ella reivendi-
eada pelo annunciante, e mais socios do poder de
quem quer que seja que com elle Marcelino contrate,
para que noaleguem ignorancia faz o prezente an-
nneio p.ra que todos saibioque o dito Marcelino ne-
nhum poder tem do annunciante e mais socios para
dispor da Escuna.
m_ Elias Francisco do Espirito Santo.
*&~ Ppcisi- de urna ama, que tenhabomleite :
ma ra do Coll go D. 8, 1.' andar.
WW* Qu**ra annuncio.u querer comprar umselim:
dirija-se a ra d Cruz D. 34.
*9~ Que annunciou querer saber a morada de
oze da Punficacao Teixeira : diriia-se a Pora de Por-
as n 98.
i W^ Precisare de um menino de 10 a 15 annos,
para caixeiro de venda : no atierro dos A logados DI

O Juiz de Paz do 3.' Destrieto do R^cife, ki
__k!in mo roonlhcna paHia ri^kta C.lflarlp i>t ~UU>.
r-..-----, X|... ..----->.._------------------------- _-----------. ^.* pictw
de nome Jozp,.que andava procurando qiiert o crt^
prasse, e da queaenhor chama-se Fritirs^o Tfetier
Caneiro, morador na ruado Carmo na Crdadb da Pai
raiba.
. jga Huma ama de leite, cbm mui boas quilioa-
des ; as 5 ponas D. 11.
r
craro fugtDo?.
ro ao pescoco, oqua'rfoi com'prado nestr Cidade so Sr.
Joze da Penh ? por Joze Venancio de Behevides mora-
dor na dita Fazenda ; osaprehendedores poderao le-
var caza do Medico Bi ito no atierro da Boa-vista, o
a dita Fazenda, e ah receberaosua gratificaco.
^y Agostinbo, cri|o, que trab*h!va na fabrica
de papelo, de 22 anuos pouco maisou menos, baixo,
cheio docorpo, tem um taco no beico, e urna marca
deferida em sima de ura dos pes, estes grandes echa-
tos ; fgido no dia 24 do correte : os aprehendedo-
res lerem-oa ra do Sol, segunda casa da esquina qu
sero recompencados.
^y Esperanca, de 20 annos, grossa do corpb, coif
escura, peitos grandes, p* assapalados, olhos grandes,
parece crila, porem da Costa } fgido na noite di
24 do corrente pelas 7 horas e meia : os aprenhende-
dores levem-a a ra do Rozario sobrado D. 139, ao p
de Manoel Felipe.
Jorge, naci mocambique, estatura regular
cara redonda, sem rriarcas, representa ter 25 annos dr
idade, foi escravo de Joo Carrol; fgido n fim d<|
mez de Novembro : os aprehetidedores levem-o ra
da Cruz n. 56, ou na Boa-vista ra detraz da Matriz
n. 8.
XjSF Joze, representa ter 30 annos, nacfio Angola,
poura barba, estatura ordinaria, pernas arquiadas,
o pesquerdo mais grosso que o outro, e como ded
minino de menos, e sicatrizudo de novo, bastante
bebado, e anda mu ito vagaroso ; fgido no dia 20 do
corrente, com camisa de estopa, Calca escura j bastan-
te rota, jaquelada mesraa forma de riscado, azul : os
aprehendedores levem-o a Joo Nepomoceno B^rrosoy
na ra da Cadeira do Recife h. a7, junto ao arco da
Conceico, que sero b^m recompencados. j
NOTICIAS MARTIMAS.
Tboas das mares cheias no Porto de Pcrnamhyl
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4Segunda
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ManhSa
J Tarde.
ObseWacoes.
i1 ndiou no Lameirio urna Fragata Francezat *
fez se d vella do mesmo lugaru ma Gelera Brazileirt.
Pern. na Typ. do Diario 1&35.



AO DIARIO DPERNAMBUCO N. 23.
=3S2S->#e^H^5SEa
Impresso por Pinheiro e Faria.
CORRESPONDENCIA.
Sms. Redactores.
MJl desassombrado o providente Offico, que S. Exc.
oSnr. Prezide'nte dirigi Administrado dos H>spi-
taes sobre a falta de exacco do Regente as obrigacoas
do seu Regentado; e rauito me admirou, quehouves-
sera homens to amigos da pobreza enferma, ou da in-
triga dominante, que s<5 por advogar a causa dos en-
fermos, ou oarranjo de alguna pertendente, fossem
informar a S. Exo\ que o Regente do G. Hospital nao
cumpria exctaraente as sus obrigaco^s inexacta-
mente &^ O maishe, que estes zilos# inform^do-
res, que talvez dezejem comer do zelo, nao meotiro
por esta vez, por que este adjectivoexactonao se
pode applicar (falando moralraente) nem huno Era
pregado em Pernambuco, com adevida venia, desde
o Presidente mais patriota at o meirinho raaiscabano;
e para que os intrigantes de encoramenda, ou os adu-
ladores do tempo nao se espntem com esta minha as-
serco to verdadeira, como livre, que at da Tribu-
na Sagrada nao rae acobardare avancar, ah Vil a
deffinico desta palavraexactona e cr* : homem
exacto, ou pontual, o que faz as cousas hora, e do
modo devida, ao ponto dado, seu tempo, aproposi-
tadamente 5 avista desta deffinico, que nao he mi-
nha, podemos todos dizer, e talvez alguem nr* do
que euhomines sums! Seas minlus faltas fossem
to salientes, quanto parece inculcar o ofti'io e p.
Exc, estoucerto, que a Illustre Commis-o, quem
compete conhecer respeito, nao ppderia deixar de
sabe-las, admoestando-me, ou providenciando-as.
Nao roe quero izentar d'algumas fallas, porque ellas
appatecem em todos os homens, sinda mesmo naquel-
les, que tem avista de lince; o estado de exactido,
que be mui propinquo ao de perfeetibilidade nao he
para nos, que em tudo mostramos a origena da nossa
condipo. Snrs. Redactores, o que faco, e pralico
cornos pobres enfermos do G. Hospital, deixo para el-
les mesmos o publicaren! i.. sejo elles os meus accu-
sadores. Releva por tanto saber, quaes sao essas fal-
tas, que tanto se pertende avoluraar, para tobem
dar-se a rasao, que as motivou 5 d'outra maneira he
dar pasto a sorrateira intriga encapotada com o nome
de filantropa, e nodoar a conducta domestica d'hum
Cbefe de repartico, que nao merece, que se creia
tanto de leve, o que delle se diz. Muitas couzas e
desairosas se tem escripto, e ainda hoje se dizem de
S. Exe. o Snr. Prezidente, que eu apesar de ser duas
vzescrente, nao as acreditei, antes as tenho refutado,
por nao me ser incgnito o macheavelismo desta per-
niciosa mxima lio canonisada era nossa malfadada 1pa-
tria, ei-laintrigar para 'desconceituar. Permittlo-
me, Snrs. Redactores,- que eu apostrophe por hura
pouco. Exra. Snr. Presidente, V. Exc. quer saber
do que nao Ihe informarlo esses sugeitinhos, (quasi
que bem os conheco) que tanto se rgvoltarao cora a
inexactidao do Regente era suas obrigacoes, d-me at-
tenco, e ouca rae. Trabalha-se rauito de propozto
para V. Exc. encarar cora hura microscopio algumas
faltas, que se commettem no G. Hospital, j que o po-
mo da discordia nao tera podido vingar entre os seus
Empregados; e mo occulta maneja este negocio para
fazer caducar huma InslituicSo, que muito e multo tem
raelhorado depois da reuniio dos Hospitaes sob a mte-
gerrima direcco dos actuaes Administradores, que
se nao tera feito tudo, o que devem, ao menos tem
feito tudo o que podera, atientas as circunstancias pre-
zenles O Relatorio, que llesappresentaraoa V.-bxc,
he verdade, nao he hura Evangeiho, porem he huma
exposico quasi fiel do estado actual do G. Hospital;
nelle a Snrs. Redactores, roubei-lhes quasi hunn pagina de
3ua bem acreditada olha s para o Respeitavel Publi-
co noconceituar to mal das minhas faltas, que nao
sao daquelUs, que muitodesairo o individuo, si tos-
sera taes, calar-rae-hia. Contera comoutra corres-
pondencia, se for preciso dizer mais algaraacousa so-
bre este objecto, porque nao posso ficar embuxado:
tem papel, tinta, e penna
Manoel da Fonceca e Uva.
Coadjutor Pro Parocho em S. Antonio,
e Regente do G. Hospital de Candade.
Fi.k* HATrr d.Piichtro aria; mtko Pa atbi p*S. Autopio-


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