Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02869


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Full Text
*NNO UK 1835
SEGUNDA FEIRA 26 DE JANEIRO. NUMERO 589
MtllO I ftlMUtVCO

mmkmm*
m
SafwereVeise merisalmente a 6401 res. adiantados. a Tipogrfi*
4o Diario, pateo da Matti de S. Antonio sobrado: da porta larga
oade se recehcm correspondencias, e anuncios estes insirem-se
gratis sendo dos proprio signadles somente e rindo assienados.
"^-- '^-......-..
Tudo agoradepende de nos mesmoB,da nossa prudencia, wio-
deracao, e energa; continuemos Como prineipiantuc e seremos
apontados com admiracao entre as NaQoes mais cultas.
Ptoclamaqo da AittmbUa Qerrl do Bratit.
,- '; > ;,.
-*-^
%wfttt^ tm fcetnammitopbt g. Dejarana-falta'*..
.
DAS di SEMANA,
-
J."-5. Policarpp-Aud'. dos h. do C. de m. e de t. Ses.
daTh. P. e Ch,,de tarde.
3.-- S. JoSoC. (- ReL de m,jAuddo J. de Orlaos
de t.
4.'-5. Cyrillo-, Ses. da Thez. Publica.
5.*-S. Sulpicio-Re. de m. ud. dosJ. de Civ. m.
e det,
6.* -S. Jacintha- Ses. da Th. P. de m.eA.doJ.
de Orlaos de t.
Sabbado-S. Pedro N.-Re. de'm. e aud do VigG. d
t. '.'___
Domingo S. Ignacio. .
*n *** o v> i wiwvw %********* ********m**mm*mi*m* *****<
A
PARA'.
Acta do Exm. Cnselho do Governo.
ofcOs23 das domez de Outbro da 1834 annos,
nestaCidade de Santa Maria de Belem, Capital da
Provincia do Grao Para e no Palacio do Governo da
rnesma, estando presentes o Exm. Snr. Presidente, e
os Srits. Conselheiros abaixo assignados, foi aberta a
Ses sao. <
O Exm. Snr. Presidente relatando ao Cnselho as
circunstancias, em que se acha a Provincia de perigo
eminentsimo de ser aleada a guerra civil, que tantos
estragos e ruinas tem cauzado a outras Provincias, por
serena patentes os tramas eexforcos dos inimigos da
Ordem, e por constar que no dislricto do Acara F-
lix Antonio Cjeniente Malcher tem reunido gente pa-
ra o fim de proclamar o sistema de Governo Republi-
cano sobre a ruina do Sistema IVIonarchico Constitucio-
nal Representativo e com o sacrificio das vidas e pro-
priedades de todos os homens Constitucionaes e pro-
pietarios como evidenlissi mmente deixao ver as hos
tilidades commettidas por esse partido insurgente, que
atraicoadamente aggredira ao destacamento, que na-
quelle dislricto do Acara se achava de observacao, e
assassinara o Comraandante da mesma forca Joze Maria
Nabuco d'Araujo ealgumas pracas, prendendo o Te-
nenle Coronel Commandante de Guardas Nacionaes
Jote Pereira daSerra, que para ali havia sido man-
dado para manter a ordem de seu Balalho, como
consta pela denuncia vocal, que Ihe dera o Feitor de
Malhias Joze da Silva visinho do lugar onde se achava
quelle destacamento, e que lera todo o carcter de ve-
rdica, acreseendo mais estas- provas os documentos,
que se acharan em caza do Arcipreste Joo Baptista
Goncalves Campos, que deroonstro a existencia do
plano, que principio a por era execucao, e, ser o raes-
mo Arcipreste o seu primeiro rrais influente e mais
daronoso agente, acreseendo mais outra Jenuncia vo-
cal, que lhe dera 0 Ddutnr Juiz de Direito Manoel
Bernardino de Soma e Figueredo de se tentar por em
pratica o mesmo plano na Villa da Viga onde se acha-
va em razo do seu Officio, a qul pode serainda so-
focada pelo patriotismo das Authoridads, e homens
bonsda dita Villa, eoutrs rauilos factos que correm
de plano ; jul#va que em crize tao arriscada na quaj
os inimigos da ordem nao guardao medida siguana,,
nem principios dejustica para prem pratica os planos
mais terriveis e horrorosos, hum dos quaes principad-
mente a poltica aconselha que fique em silencio, jul-
gava nao se poder manter a ordem e conservar a Pro-
vincia em paz com os meios crdinariasy que tem sido
religiosamente observados em todo o tempo de sua d-
ministraco ; e propunha como medida indispensavel
ficar authorisado para empregar a forca armada contra
taes inimigos internos, quequalquer ponto ds Pro-
vincia, onde appareca igual tentativa para destruir
o Sistema actual, e a tranquilidade publica, seja de-
clarado pelo simples facto de reunio de forjas como
era assedio, eque ness districto do Acara, e em qual
quer outro para onde a forca desorganizadora se refu-
giar, a forca publica do Governo possa operar livre
mente, sera nenhumasoutras formalidades alem das
que prescrevem as Leis Militares sobre o 'direito da
guerra, e que assim ficasse declarado em assedio aquel-
lo districto do Acara ; e isto na conformidade doj 8-
do A^t. 11 da Le de 1% de Agosto do corrente anuo
das raudancas e addicoes eitas a Constituicao do Im-
perio, por nao poder ter logar ainda a reunio da As-
semblea Legislativa Provincial; o *que tomando em
muita consideraco o Cnselho, quelem siJo inabala-
vel e firme sustentador dos direitos de todos os Cida-
dos e das legalidades, roas que reconbecendo a crise
imperiosa," que exige medidas extraordinarias para a
salvaco publica que he a Lei suprema do Estado,
medidas taes que nenhm homem justo deixar de re-
conhecer como necessariase nicas que p^Jem apro-
veitar; deliberou unnimemente na conformidade da
exposico e proposto do Exm. Senhor Presidente.
O Exm. Snr, Presidente propoz mais a deraisso do
Secretario do Governo Joze Antono da Fonceca Les-
sa, por Ihe nao merecer confianca : o Cnselho con- .
cordando com a proposta deliberou que fosse' demo-
lido na confprmidade da Lei de 14 de Junho de. 1831.
O mesmo Cnselho tendo pleno conhecimento da co-
niveneia que tem tido com os desorganizadores da or-
dem publica os Estrangeiros Henrique Roussart, e Vr
bao Blasf Pardo, deliberou fossera postos emcuslodi-
a, sendo-lhes intimado pelo Chefe de Polica o sahi-
rem para fora desta Provincia na priraeira Erpbarca-
co, que se fizer de vela. Resolveo mais o Cnselho
que o Exm. Snr. Presidente, ho sentido *o.qufl se tero
deliberado nesta prsenle Se,sso, cn autherisado pa-
ra tomar todas as medidas pura' a manutencao da or-
dem. Do que ludo para constar se lavro a presente


Acia, que eu Miguel Antonio Nchre, QSctal Maior
da Secretaria do Cbverno, no impedimento do Secre-
tario, a escrevi.-*- Bernardo Lobo de Souza, Presi-
nteAntonio Manoel de Souza Trovo-Mauoel
bastio de Mello Marinho Falco-Joo da Gama
,obo d'AnverevSilvestre Antunes Perera de Serra
Joze teptista Camecran.
Circulares a tonos os Juizes de Paz da Provin-
cia.
V,
W Me. praliear ludo quanto dispoem o Cdigo Cri-
rninrl no Capitule 3. Artigos 285^ a 294 para fazer
dispersar qualquer njunifcem iljicito, que baja' de
reunir-Ge no seu distinto; e pora eoi prulica todos os
ineios egaes para manter a ordem ; c me dar parte
de qual quer movimiilo que por ventura aeonte-
ca.
DeosGuarde a Vmc. Palacio do Governo do Para
24 de Outubro de de 1336 Be'rnarndo Lobo de Sou-
za, Presidente.

JL -Endo sido completamente batidos e dispersados os
revoltosos, que Flix Antonio Clemente Maleher reu-.
nio na sua faxendi situada no districto do Acara, e
nao tendo sido possivel a prisao do dito Malcher, de
Vicente Ferreira Lavo* Papagaio, e de outros cabe-
cas da revolla, que tentavo destruir a forma do Go-
verno legamente estabelecido; e sendo provavel q)ue
alguns dtllas procuTem escapar a justa punico de
seuscrimes, derramando-se por esse districto : Orde-
no a Vmc. que debaixo de su responsabilidade d to-
das as. providencias, para que sejo prezos os mencio-
nados cab 'cas ; cazo appareeSo em seu di>tricto : e pa-
ra evitar todo e qualquer ajuntamento, que por qual
quer pretexto tenda, ou possa vir a tender para a per-
turbdcao da Ordem publica. 'O Commandante do Ba
talho de Guardas Nacionaes respeclivo lem ordem
expressa para prestar todo o auxilio, que for necessa-
rio~pra conseguir-se os fins indicados; o Vmc, na
conformidad das Leis rcqiMl ir os auxilios que pre-
cisar, fi' ando ce-rto de que nada o relevar da respon-
sabilidade peanle a Naci, e parante a Regencia cm
Nome do Imperador o Snr. I). Pedro II si por qual
quer ommi?<-o ifo sua parl a Ordem publica for alte-
rada ; e me dar parte do que occorrer- no seu dis-
tricto.
Dos Guarde a Vmc. Palacio do Governo do Para
29 de Outubro de 1834Bernardo Lobo1 de Souza,
Presideirte.
Mmrr amataK
JL Araensesj quando nosentregavamos ao* jubilo***
rega/.i)os pela faaslissima pub|icaoo da Le de 12.de
Agosto, que nos d o carcter de Federados; quando
eu esperava que huma noticia to salisfatcria annun-
ciasse dias mais\sereoosvhe quando o rizonte da Pro-
vincia se torna mais carregado, e proceloso pelas nu-
yens evaporadas de coracQos damnados, -prfidos,, e
criminosos / Sim, Paraenses, boma poreao de ho-
.Hienuncaulos unida a hura bando de facciosos; de
malvacjos, e de asassinos capitaneados por dois mai
scelerados de todos os monslros, acabo de por em
ipralica esse plano, tem pos trabalhado, de morte, e
de roubo, ameaeao'do destruir Ortieh eslabellecida,
emergulbara Provincia n'hum abismo de niales. O
feroz Malcher he o Capilo desle bando de faeinoras
que forca tem coagido alguns, habitantes daquelle
Districto reunirrse elles. Cinco victimas } forSo(
sacrificadas sua barbari'dftde,' e entre estas' o joven,
valente, e benemrito Patriota o 2v Commandanle da
Guarda MunicipalJzr Mara Nab'uco de Araujo: o
Commandaute do ataHhad daquele istricAd'por elles
oi prezo, e outrps individuos vo a ser I'uziladpsl
Tarila scenna de iorrort s he bastante para vos mover
oscoracoes, e vos chamar as armas:, Sirn, s, armas :
Paraenses: reunl-Vbs ao Governo, que iucansavl
trabalba na destrivo de tao iniquos planos, Pafaeii-
ses, a cauza he de todos: o npsso sagrado systenra, as
vossaspropriedades, s^ao objecto sagrados, que ago-
ra vos deveis curvar, e a que deveis^ sacrificar de
prompto todas as vossas comodidades. A trorobela
dos rebeldes j si, c he occasio de. abater a audacia
de to vis inimigos. >
Confiai no Governo da Provincia, cujos destinos
legilimamente prezide. ?a?'anses, nos temos jurado
manter as nossas saprads instituitoes : he tempo de
as defender-mos: Ei<, Puraensc, vamos ass< jurara
gloria do nome Brazileiro, e o explendor da nossaMo-
narchia Constitucional. A Jftstjaiest da nossa parfe.
As armas. Tiva a Religio Calholiea e A pos\olca Ro-
mana, Viva a Naco Brazeira, Viva a Assemb'ea Ge-
ral Legijlfttiva, Viva o Imperador, Noss Jovem Pa-
tricio o Senhr D. Pedro II. ; Viva a Regencia em
Nome do mesmo Aagusto Senhor*, Vivao os Paraen-
ses amigos da-Ley, e da Felicidade de sua Patria ; e
Vivo as"Refrm Bernardo Lobo de Souza, Prezidcnte.

Circular para todas as Comaras da Peovin-
aa.
T
__Enlvo a satisfico de communiear h V. Mes. que
os revoltosos, qu baria reunido Flix Antonio Cle-
rneate Malcher rrti sua fizfnda diluida no distrito do
Acara, foro completamente batidos, e dispersados;
fufindo os c.nbec^s a punieo do crime : nesta 'dala
expesso ordeiii aos 'Juizes de Paz para serem presos os
mencinalos eabecas.
fteeommenJo muio a V. Mes. oemprego de todos
os tnelos legres para a manutencao da ordem, e da
Iranquilidade publica ; e que me deem parte do que
occorrer itestejentido no seu Municipio.
Dcos Guirde a V. Mes. Paicio do Governo do Pa-
ra 59 de Outubro de 1834Bernardo Lobj de Souza,
-IV-esidenlc.
-----iSfrggfrCi^mr
Araenses A Lei, e a luslica vao em triunfo : a
forca expedicionaria batoo, e desruio o primeiro pon-
to dos salteadores, e vevoUozos D*e havio fortificado
junto a fazenda GoialwHibt muitos delles foro
mortos, e feridos fa'tf o resto deix.mh) sobre o
campo o proprio fa<:to, e munit6js. Dois dos Soldados
da legylidade foro mortos ; e o que c mais, Paraen-
ses o nunca asss louvado Patriota o Coronel Manoel
Sebistiao de Mello Marinho Flco rendeo vida ao
Sci vico da Patria erido de urna bala dos revoltozos ;
dt'ixwtdo porein a memoria eterna de sua bravura,
patriotismo, e fi.lelidade s Leis. Os per fi ios i ni mi -
gos'da Patria nao ouzaro mo'ilrar aos nossos Soldados
que a peilo descoborto se buio', os seus criminozos
rostos ; e covardes, como sao todos os malvados, n-
rero o logo escondidos nos matos; que contrastes! I
Paraenses aqui nvsrno ouvistes o eatrondo punidor da perfidia e da rebelio. He a^im qoe o
Soberano do Uf i i verso vae fazendo .baler o. orgullx
desses rebeldes ou furias vomiadas do Averno, e le*
r


A?4$5)
!*vdo em triunfo os nossns bravos pelo Camir.ho, da
honra. Confiai, Paraenses, as medidas do Gover-
i,0| e em breve tereis a noticia da ultima destrico
dos scelerados; para, os quaes pouco, beber todo o
sangue da humanidade : entre /tanto, Paraenses, es-
tae alerta :Viva a Religiao Otdliea e Apostlica Ro-
mana ; Viva a Nacao Bfazleira; Viva a Assemblea
Geral Legislativa; Viva o Imperador, osso Joven
Patricio o Snr. D. Pedro II; Viva a Regencia em No-
me to raesmo Augusto'Snr.; Vivao os Parenses ami-
bos da Lye da Felioidade de sua Patria ; e Vivo as
Reformas Legamente Decretadas.
Palacio do Gbvrnd do Para 27 de'Outubro de
1834.
* Bernardo Lobo deSouza, Prezidente.
Jltlm; eExm. Snr. -Emresposta ao Dfficio de V.
Eic. de 25 do correte'tenho a responder que hontem
as seis botas qoareota e cinco minutos da tard mor-
reo de huma baila o Coronel Mi'noel SebastiSo de Mel-
lo, al m deste morrero mais hum Soldado de Caca-
dores, ebumMarinheiro: ach$o-se feridos dez, in-
cluzve dous Officiaes de Mariana deste, e quatrri'ma-
rinheiros da Escuna.
Em quantoos tiros riue V., Exc ouvio tenho a di-
zer que as seis horas da tarde rompcro os agressores
ofogo da parl dlreita do Ro, da Fazenda Guiaba!,
cforo immcdiatamehte rebatidos i-om valor, e varios
vivas a Sua Magestade o Snr. E>om Pedro 2., e a V.
Exc; durante o f(f(p at as sete horas'e quinze mi-
nuto?, nooccorreudo atdemartha mais novidades;
fiz desembarcar nest Fazenda porco da Tropa, com
mandada pelo Major 'Rayarn do de Moraes. e Se'ixas,
oqualnSo'encontroupessoaalguma, sim municoens,
v lato eemente aos aggressores
Consta por hura escravo da dita Fazenda que da por-
te delle tinha havido,grande numero de morios e fe-
ridos, eqiie ppV is3o se reliravlo.Dos Guarde a V.
fcxo. luo.Acara ero .26-de Outubro de 1834.Iilm. e
htm. Snr. Bernardo Lobo de Souza, Presidenle des-
la Fravincia.-^roe James Inglez, Capitn de Fraga-
l ?om*daoie:^Esta coo^be.HWw Antonio
Sobre, Oficiar Maior.
mants'Osscus sagrados Diroiosj Vivaba Consihuicao,-
Santa Federacao ; Viva a Regencia em Nome do Im-
perador 5 viva S.M. I. e Constitucional o nosso Jo-
ven Patricio, o Snr. D. Pedro II. Engeubo do Des-
terro, e Acampamento das Torcas Federaes 24 de Ou-
tubro de 1834.O Tenente Coronel Commandanto
Flix Antonio Clemente Malcher.
Reconheco o signal da Proclamaco supra ser de
Flix Antonio Clemente Malcher por ter todo o co-
nhecimento do mesmo, e por similbanteque vi. Pa-
ra 3 (fe Novembk) de 1834Em testemunho de
verdade eslava o signal publicoPaulo Maria Perdi-
gad.Est cofurrio.Miguel Antonio Nobre Ofi-
cial Maior.
(Do Correio Jficial ParaenseJ.
MU*tV11U
MARANHAO 7. DE DEZEjVlBRO.
Piecos de gneros de expoitacao.
i
-i
A
LLgtdao bom por Cdula 8$200 a 8$40O
)rtb a Conhecimentos 10$000
O de Serra tem differencHe $200 al$30 por
^arroba;
Arroz em casca..... i$000 a ,1$200
Afanados.

$170 a $180 '.
Chifres de boi..... 7$00 a ?$500 Cento.
Goma............ 2$000 a 2$400 Paneiro.
Fatiiiba....../------- $800 a $900 Paneiro.
Milho............. $800 a 1$000 Dito.
Feijo............. $800 Dito.
Azeite de carrapalo.. $280 a $300 quartiiho,
Dilode Jerzelin.... .' 1$000 rasco.
Vaquetas ....-----... 1$600 a l$8Q0sepdo boas.
Dizimo do Algodo bom 9$500
Dito Serra 8$000
Premio da prata por cdulas 50 por cento.
Conhecimentos 80 por cento.
-
-

-----------
Proclamaco dos abanos sublevados -no Rio A-
Fice (Amulado de lamburgo.
. i
caa.
PfoclamacpValerosos Patriotas Paraenses, tenho
asatisfavo de vos communi dente Bernardo Lobo de Souza, atemonwido.das nos-
^as valerosas flexas e baionetas, j ex,4e abordo da
CurvWa Herlioga, demaneira que jn nao vem a Ierra,
c lambern .porque se v solitni io^ pois o pequeo reb*-
' nodu esclavos que o arrodeavio, )fl o.abandono.u, e.
' nico recurso, que resUi a esso malvado Presidcnle
"' lugir, fieando nos assim o disaior, de nao ocollier
ja mus, para que fosse aqui mesmo punido o se*
orrorozos crimes.
'jraenses ] temos hum destacamento Jia parage de-
^omiuadaGoiabalde cento elrinti Patriotas Bra-
j-jleiros valerosos, ce que he digVio Commandante o
Capito Joze Agoslinho d'OIiveira, Patriota bem co-
pnecidtj texiado de probidade patriotismo, e curagem,
d'gno.iHii Gm do doce nome Brazileiro Liberal. Vos
*>a lesterounlias dos Brazileiros que aqui existem cx-
postos antes morrer,1 do que serem novaonenle gover-
nado, coma dura vara de ferro do infame Despotis-
mo.
Viva a Santa Religiao Gholica Romana que pr'of-
l"S4am>ij Viva o Povo e Tropa Paraense, que sabe
.'
. Ra da Cruz n. 63.
JtOr este Consulado se faz publico que a Escuna
Hamburgueza Eclipse Pack^t, Capito Asmu* Fyhn,
prximamente arribada neste Poi lo na sua viagem da
Babia para Hamburgo precisa de mais ou menos sei
centos mil reis ce emprestimo a grossa sobre o seu cas-
co e frete. Quem quiser emprestar dita quanlia diri-
ja os seus oToreciments e condicoes por carta feixada
a este Consulado at 27 do corrente o meio dia.
ANNCIO. At
Pe.<
se achia recoimaa a i^aaea umi prel
naco angola, que diz ser escrava de Jo?e deFig.uere-
do, pegada pe i ronda nocturna hontem 22 docorren-
!lo Juizo de Paz do 2.# Destripo do Corpo Santo,
i recolhida a Cadeia umi preta de nome Maria,
te.
\JM escravo de angola, 20 a 24 annos, robusto, e
sadio, stm vicio algum: na ra da Cruz do liecie
n. 17- n


!


I
fH56)
na ra do
Uina venda con poneos fundos,
Amparo n. 51 : na mesma,
fc^" Taxas de ferro para Engenho, tamborea car-
retas, aguilhoes de Varar, ditos dos lados, macis,
carapucas, bronzes, 4 mappas das 4 partes do mundo,
urna burra de ferro batida, e urna porcao de barricas,
por preco coramodo : na ra do V gario n. 16, 2.
andar.
ma
Urna negra de 17 a 18 annos, cosinba, engo-
ensaboa, e coto principios de costura: no largo
do Collegi que bota para a ra do Queimado por ci-
ma da botica 3.* andar.
^R3^ Urna preta de 19 a 20 annos, coze e faz lava*
rnto, cosinba, lava, e engoma : na casa junto a fabri-
ca de Gervazio Pires Ferreira a fallar com Jze Felis
da Silva Fragozo.
VT^* Um'molequede 14 a 15 annos, sem vicio :
fallar com o mesmo cima.

K
Compra?.
j Ma casa terrea em qualquer dos Bairros, Santo An-
tonio, ou Boa-viste, ou mesmo em Fora de portas,
que nao exceda de 1:000$000 reis; quera a tirer an-
nuncie.
$3 Pentes velhos de tartaruga : no aterro .da Boa-
vista casa de tarlarugueiro.
A
fluguet*
Luga-9e urna preta : quem a per tender dirija-se a
ra da Moeda sobrado de 3 andares defronte de outro
pintado de amarello, das duas horas por diante.
MTErdeo-se urna ordena de 32$000 reis, saccada por
Luiz Antonio Barboza de Brito sobre Antonio Coelho
da Silva, a pagar ao portador Joao Joze de Souza Luna,
o qual mandando-a receber Ihe escreveo no reverso da
mesma-pague-se ao Snr. Franciscp Bernardo Caval-
cante, e como de nada sirva a quem a achasse, visto
estar o pagador sciente, roga-se a qualquer pessoa em
cuja mo exista, querendo entrega-la diriia-se a ra
Nova D. 13 e 14. r
9Mm partteularc
\JJf em quiser dar 80$ reisnesta Praca para rece-
tar na da Babia com o cambio de Praca a Praca, an-
nnncie.
ty Quem precisar de um bomem cazado com fa-,
milia para administrador de olaria, engenbo, ou sitio
prt da praca annuncie.
1&* A pessoa que annunciou querer vender um
terreno na passagem da Magdalena, pode procurar na
Cruz do Recife n. 61, primeiro ou segundo
ra d.i
andar.
S&F' O Director do Collegio ps Orfa'os annnncia a
jQem convier, que tendo tomado posse'a 14 do cr-
rante mez de Janeiros e devendo receber da Ulustm-
f
sima Coromissao ludo que pertence ao Collegip por
huin Inventario, s comecar a recebr os Meninos do
t. deFevereiro em diante.
%Cp Percjsa-se arrendar um sitio que possa ter 3 a
4 vacas de leite, e que seja na passagem da Magdalena,
ouManguinho ; quemo tiver annuncie.
J\|o dia 15 de Dezembro do anno passado, fu-
gio do Engenho Terra Nova junto a Nazeth um es-
cravo de Antonio Joze do Amara! que era morador no
5. Destricto das 5 Pontas, e mudou se a pbuco para
o dito Engenho, cujo bastante ladino de nome An>
dr, Angico, 25 a 30 annos, baixo, e seco docorpo,
pihos, boca, denles, e pes pequeos, cabello cortado
de novo, com urna argola pequea de aljfar de ouro-
na orelha, chapeo de palha envernizado de verde, e_
branco; levou duas calsas de brituou linhajem, urna,"
com forro nos bolsos, e cor de riscado azul: este es-
cravojfoi encontrado no mesmo dia em caminho di-:
zendo que hia levar cartas no Recife, e ju.lga-se ser
a onde est: os aprehendedores levera-o a loaquim
Francisco de Mello Cava lea nte na ra Direita junto ao
beco da Penha, ou no mesmo Engenho, que sero bem
recompensados.
%^ Fugio no dia 10 do corrente urna prel por,
nome Felicia de NacSo Angola, de quarenta e tantos
annos de idade, baixa, e'cr fula, com urna tanga fa
pao da costa nico trage que levou, vestido, e um
ferro ao pescoco ; sup5e-se estar oculta em alguma ca-
za em S. Joze, ou 5 Pontas, onde lera sido vista com-
prando na ra ; seu senhor protesta uzar do rigor da
Lei, contra a pessoa que a tiver oculta, se a nao en-
tregar na ruado azeit de peixe no Recife, venda n*
NOTICIAS MSUTIMJS;
Navios entrados no dia 22.
JrORTO; 41 dis; B. Bella Maria Pernnmbuc-i
na, M. Ballhazar Joze dos Reis: frragans, fazendasj
e varios gneros : Francisco Manoel d Silva Ta-
vares : ton. 105. Passageiros 7.
Da 23.;
PORTOSDO NORTE; 3 das do ultimo porto;
Paquete Nacional Constanca, Com. o 2, Tenented
Armada Antonio Marque de Faria. Passageiros do
parO ex-Secretario do Governo Antonio Joze da
Fonceca lessa, comsua familia, o 1. Teen te da Ar
mada Joze Martins Goncalves Barrozo, Jze Gomes Vt-
ludo, e Vicente Honorato dos Santos Leal: do Cea
ro Capillo da 1.' Linha Fernando da Costa, o Te-
nenie Joio da Silva Pedreira, os Estudanle* Luiz An-
tonio da Rocha Lima, e Antonio Augusto de CaStro <
Silva, tyanoel Xavier Torres, Caetano Joze Correa.
e Joaquim Joze Maia : do Rio Grande do Norle-
Tnente Coronel do Estada Maior Marcos Antonio
Bricio. e o Estudante Jenuind Augusto de Barros Tr-
relo ; conduz mais por ordem do Governo do rara
5 sentenciados a degredo ; e por ordem do Governo
do Marano 4 recruta, um soldado, e um ex-soldad. ,
Navio sahido no dia 22.
JjISBOA ; B. Escuna rort.Emprehendedor, Cap
Ignacio Joza d'Araujo: assucar, vaquetas, e couros
Da 24.
Nao enlrou nem sahio embarcacSo alguma.
Per A. na Typ. do-Diario- 1835*
II
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