Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02848


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Full Text

ANNQDEl&tt.
QUINTA FEIflA 26 D FEVERRIRO NMERO 20.

r--
DAS qAUemaN'a..
'
*>? ftuaa> 4<-iSr Lzaro Aud, t. se*- da Thez. i:ubiicai, Chae- de t.
SiT^i S.MaWias.
2 uarta S. Cizao : SeasVda Thez- publica.
% a e de t,
T, Sexta 5. Leandro .Are. Se m- e !Vh\. do .1. de O. d t. t n as 10 /8 Ha m.
2S Sabhald S.R/>mSo Ay.iRl.dc-m. eaud- Dorni Tdo as;oradcperde de nos mesmos, da nossa prudencia, mode-
racno, c energa: continuemos como principiamos, e seremos a-
poatados coro, adoiiru^ao eiKre a Naces ma js cu has. '
Proilamarti) da'Jisemblca Geral d Br*zU.
I)'
_
Subscr^ve^se a 640 rcis mensae* pa^os adiantados nesta Tjpogra'
fia. e ua fraca da luctipeodenjia N. 37'i* 38 ; onde se reeebem
corre pondenc;as lejralisau'"*. e annuucms; nserindo-se eite gra-
tis sendo dos proprios assignantes, c rindo assignados.'

PcnvAWfieco a Typ. de PfNiiEiRo & Fatua; Pateo da Matriz de Santo Antonio.
* '
Lila 1 iTAdre Miguel do Sacramento Lopes Gama 531
2 .I)r. Pedro Francisco de Paula Cavalcante de
Albuquerque.............-----........ 375
3 Francisco de Paula Cavalcante............ 334
4 Pfdre Francisco Joze Corceia............ 298
5 Tiburtino Pinto de Almeida.............. 292
6 Padre Luis Garlos Coejh da Silva........ 269
7. Firmino Herculno de Moraes ncora..... 254
8 Pe. Laurentino Antonio Moreira de Carvalbo 250
9 Germio Pires Ferreira................ 236
10 Padre Virginio Rodrigues Camplo........ 233
11 Manoel Z ferino dos Santos.............. 226
12 Joze Ramos de Oliveira................. 220
13 Padre Jiaquim Rafael.................. 217
14 Thomaz Antonio Maciel Monteiro......... 214
1 Antonio Carueiro Maxado Rios......,____ 207
16 Joaquai Francisco de Mello Cavalennte.*____ 207
17 Lrpnardo Bizerra de Siqueira Cavalcante. 207
1 Ni olo Joze Vaz Salgulo................ 204
19 DouloF Urbano Sabino Fessoa de Mello..... 200
20 Francisco Honorio Bf.rVJi de Metieses..... 199
21 Doutor Fran i>r-o Joaquim as Ch*g;s...... 1.95 ,
22 Padre JoSo Rodrigues Aran jo.......... 195
23 Doutor Francisco de Paula Balista........ 192
24 Francisco deCarva-lho Paes de Andrade. ... 189
Ik Zr Cf>T'llca,,tC de Albt.querqu^.......... 188
^O'Padre LhriMovo de Huanda Cavalcante. ... 177
27 Padre Joaquim Joze do Azevdo.........., 173
28 Lourenco Bizerra Cavalcante............. 170
29 L)r. Joaquim Manoel Vieira de Mello...... 160
%. 30 Luiz Rodrigues Sell................... 1$W
31 Franeisco Caroeiro Mxad Rios.......... 150

32 Doutor Joze Telles de Menezes........... 149
33 IJou^or Joaquim Nones Maxado........... 148
Hj Wtf Antonio da Trindade Antunes M^ira. 1
35 Genio Joze da Costa..................... 1 ,
36 Doutor Luiz Francisco de Paula Cavaleante. 147
47
147

INTERIOR.
ExeiciciO) e tempeanca.
1-*| Ao parece fora de proposito fal'-ar da temprranfa,
ior falta da quil Untas pessos tcm encuetado os 31.US
das, e outras jazem no leito dador, e da miseria, i-
nuteHs sociedade, pezadas aos seus semelhantes, e a
si proprias. He a temperanca pois o meio mais obvio,
e seguro de conservar a saude ; porque pod ser pra-
ticada por qualquer em todo o lempo, e lugar. He
hum tractaruent, que todos podem tersen nterrp-
cb dos proprios negocios, sem dispendio de dinbeiro*
ou perda detempo. Se o c.xercicio poo na devida ac-
co o syaterna muscular, edeseoera o coFpo de toda a
casta de superfluidades, a temperanca as previne. Se
o xercicio poe em justa fermentaco os humores, e
desloca as flegmazias, cpntribuindo poderosamente pa-
ra a f^ci! circulayo do singue ; a temperanca d hum
campo livre natureza, que pode ento obrar com to-
da a sui forca, e vigor. Se o xercicio djs>ipa boma
enfermidaiJe nascenle ; a temperanca a su (foca des-
planta, e desarreiga.
Em vordade a mor parte dos remedios % servem
para s-.iprir falta de xercicio, e de temperanca. He
certo, quo elles sao do absoluta uecessidade as moles-
tias agudas, asqua'rs nosofrem, se recorra opera-
cao lenta dessps daos grandes preservativos cU saude:
mas se nos fizsemos hum habito regrado do ex?ffei*
ci, e temperanca, nao haveriamos mister da Mede-
Cina : por sso vemos, que em g-ral he rcuito mais lo-
gri, e robusta a vid, dos homens do campo. 0>vessi-
catorios, as sangras, os emticos, e at o sacto-he
Hoy commummentp o serveni para agente vauta, e
desregr.ida ; alem de que tnd is essas beborageus lag-
lles nao sao outra couzi in'iis, do que auxiliares, que
trabalho por entreter a saude eorn a crapnla ; e 0v
isso oepi se pode dizer, que o Boticario est seplpre
oceupado em contraminar ao cosioheiro, e vendelbo.
Diz Plutarco, que Diogenes, encontrando na ra a
hura mancebo, que i* para hum banquete, ro'nduno-e
a sua caza, dizen-lo-llie, que o-quera sublrahir
hum perigo extremo, que elle corra cabisbaixo, e
sem pensar. E o qne dira sse Filosofo, se podessr
ver os nossos banquetes? Nao ry^Certa por louco tar-
ridos, vendo-nos devorar tanta carne, tantas especia-
ra, tantos molhos exquisitos, e todos compostos ae
esU/ulan(ps da primelr*. ordem ? Quediiia, se visse
os vinhos, (jueoruoos nossos banquetes? He impos-
si ve!, que taes comidas e b'bidas nao in item a mem-
brana* mucosa ; e d'ah as gastriies, as gastro-inter.ilits
agudas, ouehronicas, conforme s circunstancia**, e.
J^


tpil^* **"*'* *'"tB ^tZ. u'iu;
o iaau tiudiniU vejU ttlMlia
meza compos||ct^ a. exquisi.tisse, e magificehci* de
"hoje, parece-me ver as Nevroses," a Gota, a hvdrope-
zia, a Encephalite, a Polmonia, &c. accorapanhadas
dessa multido de molestias, que somos sugeilos,
postas de eraboseada por entre os pratos, e garra-
las.
Contentase a natureza oem o que ha de m8s sim-
ples, ecommum. A* exeepco do homem, lodosos
aimaes limito-se a huma s comida. Huns vivera de
ervas, outros de peixes, estes de carnes, aquelles de
raizes. S o homem de nada se contenta, e poe em
contribuico os trez reinos da natureza para prover a
sua substenaco, ou gulodice Eu nao sei a que altri-
bua as muitjs molestias, a que estamos hoje sugeitos, e
que eraodesconhecidas de nossos pais, se nao nossa
intemperanca. Molestias nervosis nao as conhecerao
os nossos robustos raaiores : boje nao ha SenJmrita,
ou he mui rara a que se nao quixi de indisposicoes de
estomago, de verligens, de inapetencia Comida &c.
&c., gracas no louro cha da partidas, ao caf, ao
Muscatel, ao Champagne, e nSo menos aosespartilhos
assassinos. Antigamente as nossa bellas Brazileiras
ero galanteadas por seus amantes, cazavo, diverli-
o-se, &c. e naosabao mais, do que o Minuete ras-
teiro, o seu Linduzinho chorado, dancas macias, e
pacatas, eandavo robustas, cradinhas, e morrao,
oclogenarias : hoje com as quadrilhas Francezas,
comas conlradancas, ou salas de coices, com as valsas,
riz, egavolas, vjrem achacosas, pondo bixas a cada
hora, e ordinariamente nao chegao a 50 annos.
Nao he posivel fixnr regras sobre a temperanca ,
pois que o que pode ser exoesso em hum, b^m pode
ser sobriedade em ootro : mas poucas pessoas ha, que,
chegando a certa idade, nao sibao, que qualidade, e
quahtiddde de alimentos melhor Ihes conv m. Dous,
outrez Escriptores amigos nps relatan, que Scrates
aro sofreo mal algum d'aquella terrivel peste, que as-
solou aCidade de Alhenas, peste mu famosa na His-
toria ; o que. allribuem tempornea, em que sem-
pre vjveo o Filosofo. Quando leio a vida destes, cu-
ja-doUtnna reduzia-se aoexpnicio da temperanca, e
sobriedade, observo, que quasi todos se aproxinuro
a idade de hum seculo : mas nenhum exemplo me pa-
rece mais a d mira vel, do que o d'.queMe nobre Vene-
itno, cornado LuizCurnario, Este homem fraco,
e^etudinano al idade de 40 annos, tomouenloa
rezolucao de viverem rigorosa dieta, e de talguwa
restabeleeeo a e>trag,dasaude, que na idade de 80 an-
nospoblieou esse proposito hum livrinho com este
tituloVerdadeiro meto de viver mais de cem aii-
wos em sauce perfornN* verdade elle mesmo deo
ahcao, e o exemplo porque maior de hum seculo
veio a morrer sem dor, o sem gonh.
fesoque valemdoutrinas, o que aproveitao ex-
emplos p^ra a mor parte dos hdmens ? Por isso sempre
me parecen mui ajumado o Magano do Erasmo, qu-
to no Seo eloj/i,, da loucura poz a lodo o mundo- de
doudo. Os H pitaes esto cheids de victimas dolo-
tosas da intemperanca-, a mor te todos otdiascorla em
agraeo miares de individos incontinentes, e crapulo-
sos, a cada passo se nos antolho pelas ras pessoa-, de
tfS_os sexos, qe no verdor dos seos annos dete-
n frao a sua eonstituivo milita* vezes robusia, e
mais parecen) rada ver?, do que vvenles. Entre
a nos esearmento ess^s exemplos, e nao cui-
dosos do terrivel futuro,
saTrJe, a qu,| s brm apreciamos depois que a
que nos aguardd, de^b-r*t<-
perdemos. Essas comeZ.anas indigestas, essas bebidas
/rmentadas, essas especiaras, deque se comftoe os
flossosjuntiresnoso outra couza mais, do que pro-
y
vuiauuicaUil U1UI IC, A^Mo v.~ ...~t.w uva iuuiuus, )C |Q.
. gbente rteltemos em nossa aza.
Nao infira do que levo dicto algum praguento, qu
eu queira reduzir todoo mundo huma dieta Pu-
gorica : nao, os nossos costumes, o nosso estado da
civilisaco, de eommercio, &c. nos nao permita sus-
tentar-se hum Povo inteiro de bredos em agoa, e sal,
de frutas, gafanhotos, e tanajuras: bem arredado
estamos desses sculos'Patriarcaes: mas atemperanea
le relativa idade, ao temperamento, as circunstan-
Cas, e al ao sexo, e nem he incompativei com o nos-
so eitado de civilisaco, e industria. Hum camponez,
e homem affeito ao trabalho bracal pode, e at carece
manler-se de comidas mais fortes, e nutritivas; ja o
homem Viterato, e de vida sedentaria deve procurar
alimentos mais fracos, e empequenitar a quantidade:
as bebidas espirituosas apenas poder5 convir em pe-
quena dozt ero paiz'es frios, e pessoas, que carecao
entonizar-se, e nunca aos mocos, s pessoas sangune-
as, aos melanclicos, e geralmen^e sao damnosiss^mas
ao bello sexo. Aqua potetes ( ja dizia o sempre res-
peitafel Hypocrales) vividiores : sao mais vividores os
que fazem uso de beber agoa. O vinho, dizm alguns
he o sangu das velhos : mais me parece ser elle o san-.
gue dos amigos do copo. Finalmente na mediana es-
t a virlude de todas as couzas sublunares 5 e toda a
moda, leda a etiqueta, corteznia, que se enderesso
a deteriorara preciosissima saude, eu a detesto, n'-
themaliz, e lenho pot huma rematada loUcnra.
hsaes
GOVERNODA PROVINCIA.
.CFFficiosAo Exm. Commandante das Arma*, so-
breo reflresso" do Alferes Mathias Ferreira do B. de
N.doOabo:
Ao Commandante em Chefe para Hiformar cor
urgencia quantas rezes podem gastar-se por calculo a-
proximado, em todos os Acampamentos.
Ao Commandante do 4 "Corpo de Art. pondo
a spu cargo os melhoramritos do Quartrl do Corpo do
seu Commando, entendendo-se com o^'V. C. de En-
genheiros Ancora sobre o orcamtnlo, e compra dos
materiaes.
Ao Exm. Commandante das Armas, para man-
dar/eeolber o Alferes Antonio Faustino de Miranda,
visto no ser nais preciso no Acampamento e exdui-
lo da Classe em conormidade das ordens do Governo
Supremo.
AoT. C. Commandante Gera! dos Municipaes
para por venda em leito publico 4 cavallos que por
achacadas e velhns nao sei vem.
PortaraNom.indo Felipp Lopes Neto Jnior
para Promotor do Municipio desta Cidade.
A' Cmara Municipali partecipando-tbe o r^fc-
ridov
A' Cmara M. de O!inda, normando o Doutor
Francisco Juaquim das Ch^gs para servir d Juiz de
Orfos daquelle M. c marcar-lhe dia pnra prestar seu
juramento, receber o diploma, e tomar psse pirante
este Governo.
Ao Commandante do B. de N. da Varze, qe
pir-i evitar abusos, que teiij consa.uo o Gfiverno nos
pagamentos aos Guardas pelos servicos presados ao Es-
tado, noconsinta mais lazer se pagamentos se nao e
occasio de revista.
, J A' Cmara M. do Cabo para nomear 3 Cidada-
os para delles eseolh'er o Governo hum pira servir de
Promotor daquell. M vislo estar vago pela escura que
deu Domingos Mala juias de A^uiar.


'
<*
o Iosnector da Ther L.HOH?'i v:.;. L^u^.
Josta & Filhos o importe da compra da G. S. Joap dita.extra
Baptista nos termos qo estilo.
A-
VERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N.* 4.


EXTERIOR.
Trpoli 12 de Novembio.
Ur noticias de huma dacta recente, parece-que se
fm estabelecido hum bloqueio na costa daquella Re-
gencia. A torca bloquiaute diz-se consistir em hum
Brigue de guerra Turco, unido s forcas do Bax. A'
respeito da extenco'd'este bloqueio, nada mais se sa-
be do que, que elle se est^nde ao longo da costa de
Meschia.
Gibraltai %de Dezembro.
A Colera appareeida nos dominios de Marrocos.
JVo obstante refere-se que em Fez, onde ella comm-
cou, eslava em declinacao. Em Tnger diz-se, que
raorhaoperto de 20 pessoas por di. Huma quaren-
tena de nuatopte das lem sido imfcosta aos navios que
chegao d'aquella parte do Paiz.
O Re de Sardenha se suppoe ter parte secreta nos
intentados movimentos de ). Miguel, mas ambos eiles
se diz terem perdido toda a esperanca de socorro do
Crovernc loglez, anda que a Administraco do Du-
que d Wellington ltimamente tome raizes. Nao obs-
tante, 1). Miguel tV-m grande quanlidad de dnrniro
asua dispo>icao : elle sacra letras de cambio sobre In-
glaterra, mas no* nao sabemos o nome de casa alguaia,
ou pessoa neste Paiz, sobre quem as suas letras sao sa-
cadas-
i Constanllnopla \ 8 de Novembro.
A Ewjuadra Turca entrn hontem rto; porto." O
esaryoramenlo dos navios continua com grande forca:
UAcampaWntodelconia foi levantado, e as tropis
que o formavu tem ^itio dirigidas a reunirse ao excr-
eto soh o Commando de Redeschid M.-hemet. Pare- ?
ce ser nteneada Porta, que as opciacoes contra os
Lurdssejao continuadas durante este invern. A se-
veridade daestaco forcido-os a descer cora os seus
rebufos campia do'' Paiz, facilita grandemente a
*ua srfbjugaeio. Nos ltimos Ire das se espalhoii na
Udadeo boato de qne os hwbihntes do Pachalico de
Uiarbekirse levantaro contra Redschid Pacha, ese
JinirO aos Curds; e acresretse qne as tropas regu-
lares do seu Commando t m sido completamente des-
irossadas pela i iikWtftom. Pnrem como semejantes
noticias temj circulado durante o verio, e nao obs-
tante o crdito dos qae as espalhao, tera-se tornado
ovanirestameutefHlcs, e cu me inclino a nao, dar cre-
lo a-hum boatoto assustador, Nos nao temos no-
tlas da ^yH,, neim.;do Fgiplo, com tuilo o socego
<|"e nos gozarnos pode em hum momento ser comple-
tamente perturbado. A p-u> est des^parecendo r-
pidamente. De huma aVtl assiguada O.. .
(Do Times.)

O
LOTERA.
W Padre Joo Rodrigues d'Araujo, Reitor do Semi-
ajfiod/Olind, dbendopor inforrdfs, queaextraco
2$bl|,etes d Lpteria tem pausado d'ametade, con-
rea o seu Annuncio, de que o andamento das roda?
eiumez de Marco prximo seguinie, se
extraco continuar com o mesmo feryor.
O
jBatndjr a Carga.
Para Triesfe.
Brigue 'Dinamarqus Amictia Cap. Schmidt a
sahir no fimdo cocrente ainda poder recber at 10O
caixas a i re te.
Para Genova.
V3^~ Sae at o fin do correte o Brigue Sardo 5.
Joze Fortuna, Cap. Sardi. Quem nelles quiser car-
regar ou ir de passagem dirija-s ao seo consignatario
A. Schramm.
/
Xetlac-'.
JTFrmino Joze Flix da Roza /at leilao d passas,
figos, milho, fumo, e batatas, hoja 5.' feira 26 do
correte por conta de quem pertencer, no caes d'Al-
andeg aporta do arraazem de Antonio Joaquim Pe-
reira.

,
QenDajS.
UJVIa canoa muito grande de amarello, propria para
abrir-se : na pracinha do Livramento laja D. 33.
T^* Urna negra mossa de gento milo detigente
para < servico de casa, e do campo : na ra do Padre
Floriano D. G.
ty Um negro crilo de bonita figura, rom pre-
ferencia para fora da trra : na ra do Fagtfde D.
8, primeiro andar, das 7 horas da manba at as '9, e
do meio dia as 3 horas.
%3^ Urna renda cotn poucos fundos, e commodos
para pequea familia, na.ra da Santa Cruz, 'ifttno
quem vai para a Ribeira do lado esquerdoD. 261 : na
mesma/
fc^* 2 bons quartos, por preco eommodp : no
atierro dos Aflojados D. 25.
AO* O sitio da Estiva no lugar da Ib ira com casa
do vi venda e eom bi?tarites arvoredos de frutas, ecoro
boas trras de plantacioe maltas p^ra se tir&r madeira
de qualquer qualidade : na ra do Queimado loja de
ferragem D. 5
^3r* Uifia venda no atierro da Boa-vista coro pou-
cos fundos ecom bon commodos para urna grande fa-
milia, bom quintal com alguns arvoredos : na ra do
Rrigel D. 26.
Urna cabra com cria, e hoa Ieiteira : na mes-
ma casa cima.
Um esclavo: na tub do Ran^el D. 9.
Urna escrava crila de 1 a 12 a unos, bonita
fil
gura,, sem vicio, hbil para todo o servico, coze liso
faz lavarinto sofrivel : na ra da Cruz n. 58, '2.'
andar.
*?* Urna venda com paiicos fundos na ra da Sen-
zalla velha, a dinheiro, ou a prazo com boas firmas :
fJIar com JuaoLeite Pilla Orligueira, ou na ra da
Cruz n. 90.
fc^ap* Uma padaria com seos pertencs a'raz -da Pe-
nha D. 8 ; e um molato proprio para boJjeiro. por j
ter pratica deste trafico, ecum offiiio de Barbeiro : na
ra do Rangel D. 29.
^y Urna caza terrea com bastante largura, e fun-
da, com quintal murado, e chaos proprios, em urna
das priucipaes ras do Recife : na ra do Aragao n.
205.



s^uuna^
ra
e prata ja uz*

>.
UMa caixa _
casta novo : na pfacinha do Livramento loja D.^33.
e Drata ia U7.*da. c um caxorro &5 A HistorilUniversal, escripia/'pelo Abbade
Millot, e a Historia do B.razil, que estejo em bono u-
0 : quera a tiver annuncle.
$3 A qbra St. Cleir Monthey : na ra da Cadeta
sobrado por cima da guarda 3.* andar. ',
fc^ Urna casa terrea com bjns coromotts, em as
ras do Rozario, Conceicio, Santa Gru, 'iVVlh n
Bairroda Boa-vista : na ra do Arago n. a05.
*
reiro da Irmandade das AtmaYssstele na ra aVS.
Bento n. 10. ..
^y Quem precisar de ama criada; dirjase aa
lado direito da WUtrjf.iteSanto Amonio D, 3.
&& Quem brttsaT de urna pessoa segura e fiel
N.
pr&atf.
, O dia 24 do corrente desapareceo do pateo de Pa-
lacio velho um eavallocoraos siguaes seguintesj rus-
so sujo Dedrez, carregadbr, com ara casco da mao bas-
tante raxado. Roga-se a pessoa que o aprehender, ou
delle uve." noticia liaja de entenderle com o Ser.retorio
j Corpo Municipal Permanente, que alera de concor-
rer com as despezas, gratificar o trabalho do pre-
hendedor.
^y Quem ji-
para qualquer vtagem fora desta Piara dirua.se a ra
de S Francisco no Arado confronte" Casa da opera
D.T2 na toja o mWo, q^e^ftW cora quem tratar.
fcy Preciza-se de um leilor. qjie entenda de plan-
tajes para um sitio p^t d* prii$ \ na ra Nova D.
5 defronte do Caldereiro. ., .
*y Quem preciar de uffl rapaz Brzileiro para
caxeiro, o qual sabe bem ler, escrever, e contar-, di-
riia-se a ra do ArSo D. 18.


emw&mmt-
alguaia
J
ifanscs ^articulare?.
JOaquim Rodrigues Pnbeiro, tendo fiando por fia-
dor de um Africnno de nome Antonio, o qual tendo
hidonodia 19 do corrente ao Catuc ecbrar a renda
do sitio p^rtencente a Viuva do Arrematante do dito
frica 119., em cujo sitio esli um Europeo por nome
Joo, ainfl naotornou, e por isso supSe ter sido apa-
nbado, ou desejicaminhado por alguem, o que faz
publico para se alguna pessoa souber d dito Africa-
no, ou o pegar leva-lo a ra da Cadeia do Recife n.
56, qi> sera recompensado, o qual foi de calca, e ja-
quel* branca e he ceg do olho esquerdo, e tem urna
lerid no dedo grand* do p e>querdo.
^3* Acha-se na Tipografa a resposta ao'Snr.
PSuntaSor sobre a fabrica das Cari as (SrasuViras, sa-
tisfasendo sua euriosidade : mas por estarem cheias as
paginas s pode admilt:r-se arh..
%&* A pessoa, quem lafur a 2. tomo da Cons-
titui'cao da Inglaterra de Mr. Delolriie, queira ter a
bondad de se dirigir Botica de Arislides Saissot.
^y Quem perdeo urna obrgco de 674.^200 rs.
dirija-se sala da Asamblea', que l se dir quera tem.
y Quem precisar de Offieiaes de Kanteo para
quahjuer obra dirija-se a'roa do do Collegio a, 11,
3." andar.
'fcJT M'guel Areanjo de Frvitas faz sciente ao Snr.
Colletor das Agurdenles, que dcixou de vender igte
genero na sua venda da ra do Rozario da Boa-vista
3 Um rapaz Brzileiro de mui boa conducta, a
pouco sabido dos es'udos, que nao pode continuar pe-
lo desarranjo de seu Paj doemprego que exercu, pro-
poera-se a servir de caxeiro, para o que se ofereee
promelendo desernpenhar cora exacco tud quanto
se Ibe incurabir : na ra das 5 Puntas D. 22.
^y Qabaixu assignalo faz sciente ao respeitavel
Publico que lodosos seus c-rWur*-: lajao de 'lie apie-
xejitar assuas contas dentro em trez das para serem pa-
gos. ,
y ^rjp preciza-se de uma senhora para o seryco de
urna casa de pouca familia em um sitio nos Aflictos;
quem se quizer sugeitar d.rija-se a ra do Crespo loja
1)4. ,.
Quolquer Snr. ^aecrdotc, que quizer dizer
Kofi.no, molatinho de 12 annosj dentes
couza largos, cabellos meios eftirados, beicos vermt-
Ihos, olhos grandes, e seco do corpo fug^o no, du
2 de Fevereiro corrente, com carniza de madcpo^o,
calca'de ganga azul, com botoes de sso branco, f U-
queta de paninho branco : os prehendedores evem-
o a Boa-vista no coriu^edos Coelh^m casu de An-
tonio Coelho drSTVa, que seralTKem recomp^i9ado,
^^- Joana, baixa, cheia do Corpo, representa U
annos, rosto redondo, dentes da frente limados ps
pequeos, naci cacange, bem ladina, e falla CQtoo
crila : fgida no dia 18 do corrente :.os aprehensorea
levem-o a ra Nova D. 32, 2.'andar, ou na ra da
Moeda caza n. I Al que sero generosamente gratifi-
cados. >
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas as mares cheias no Porto de Pernambu*.
26Segunda 142
27T: 2-30 ,
28-Q:----- % 3-18
29:Q: 4- 6.} Tarda.
1 S: 4 5-*18
5 2b:----- 2 6- 6 )).]
3_D:----- 6-54
Navio entrado no dia 25.
RlO GRANDE DO SUL; 28 dias, B. Escuna
l'ampeiro. Cap. Joze da Silva Carneiro : carne : aa
mesmoCap. Ton. 132. Passageirol.
Navios saludos no dia2A,
-o
o.
s
BOCKOLM j B. Sueco James, M. Ches Cronhaen:
acucar.
.LIVERPOOL;.B Ing. Nhgara, Cap. Job Kffi-
bv:assn.ar, e algodo. ,
"ASSU*i S. Conceicio Felicidade dp Brazii, W.
Matioel Domingues Gomes : lastro.
T) 25.
TRIESTE-, B. Ing. Amanda, Cap. Roberto VYJ-
be : assucar. .
Sahiu para acabar de carreg^r as laminbas um l:i
gue Americano.
................ii i iji.jjj_iu..- ...i .1._____ t
Pem. na Ttp. do Diario !8.5.


Full Text
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