Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02846


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Full Text
ANNO t)E 1*35.
SEGUNDA FERA23 DE FEVRREIRO NUMgbO 18.
BIARSO DE PERWAMBIJtiU'
das da semana.
fS Segunda Jej.,S. Lzaro Aud. dos Juizes do C- de m., ede
t. ses. da Thez. Publica, Chae de t
24 Tere, a jff S. M&thias.
i6 ftuarta S. Cezario : Sesso da Thez. Publica.
96 Quinta S- Torcato Are; Re. de m. aud. do Juiz do C. de m.,
ede t.
7 Sexta S. Leandro Are. Seesao da Thez. Publica de
m. e aud. do J. de O. de t. L. n as 10 h. 8 m. da m.
Sabbado S.Roraao Ab.: Re. de m. e aud. do Vig. G. de t. emt
Olinda.
1 Domingo Primeiro de Marco. Quinquagessima. S. Adriao M.
Tudo agora depende de nos mesmos, da nossa prudencia, mode
rac.iio, e energa: continuemos como principiamos, e seremos a -
pontados com admirado entre as'Nacoes mais cuitas.
Proclamado da Micmblta Geral da Brcnil.
. | y'
Subscrere-se a 640 reis mensaes pagos adiantados nesta Typogra*
fia, e na Praca da Indi-pendencia \. 37 e 38 ; onde se receben
corre pondencas legalisadas, e annuncios; inscrindo-so este* gra-
tis sendo dos proprios assignantes, e vindo assignados.
j
PfiRNAMBUCO NA TyP. DE PlNHEIRO & FaRIAJ PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
A
HYGIENA.
-
Receilas relativas ao Somno.
Falta absoluta, ou a demasiada brevidade do
somno altera a saude e muitas vejes a ndole.
O homein que pouco dorme he mais irrlavel, mais
magro, menos susceptivel de hum trabalbo prolon-
gado ; digere mal, tem as mos, e o corpo esquita-
dos, pouca vontade de comer, e quasi sempre tristeza
Ou pfeceupaco.
He difficil ter saude, si nao se dormir ao menos 6
horas cada noite.
Todava, he mister proporcionar o somno fadiga
do corpo ou do espirito, idade, ao.sexo, aos sori-
raentos physicos, e aos pezares.
Hj preciso mais somno enanca do que ao homem
adulto, mais ao adulto do que ao ancio, mais roo-
)her do que ao homem, mais ao convalpscente do que
ao homem com saude, mais ao homem babitualmente
preocupado, de que ao indiferente.
Nove a dez horas de somno sao necess^rias ao con-
valescente e enanca, 8 molher raossa, 7 ao homem
oceupado, 6aoocciosos; basto 5 para os velhos, e3
para os doentes.
Quatro horas de somno de noile torno a dar mais
torca* e aptido acco do que seis horas do da.
Todava, nos paizes quenles, como o nosso, pde-
se, pelo meiododia, dar algum tempo ao somno : fa-
jer asiste, sso mes rao he de preceito para os jorna-
Ileiros, assim como para os homens de letras, e de es-
Icriptorio.
Aquelles que fazem mal sua dgestio devem fazer
muito movimento, se para sso tem suffieiente forga,
ou demorarem-se mais tempo na cama. A cama faz a
digestao mais lenta, porem torna-a mais proveitosaa-
iera do que nao dissipa seu producto.
Do ordinario imagnaco acorda se no fim de qua-
tao horas y (brea ysil no fim de cinco; mais aos sen-
dos e ao jizo sao precisas 6 a 7 horas de somno, e 8
gordura.
Nao sao todos nossos orgos sugeitos ao somno: o co-
raco, os'pulmoes e.o diaphragma opero ssm cessar
tanto noite como de din ; eis porque elles sao mais
Ve*es doentes, e he por elles que se annuncia a velhi-
ce.
Km hum homem que MOrre na idade de 75 annos,
huma parte deseusorgos s obrarlo realmente 50
annes, pois que elles esto em discanco durante o som-
no. Mas os pulmSes e ocoraco tem verdaderamente
75 annos.
Demazado somno dispoe apopfecia e inerta ; a
falta de somno. conduz' magreira, ao delirio e as ver
zesa demencia.
Entre as p^ixoes, humas produzem o somno, e ou-
tras oafugento. Felicidade em demazia tira-nos o
somno par dos pezares.
Pouco caf produz muitas vezes insomnolencia ; o
muito caf o adormec ment e as vezes o delirio. O
effeito do vnho e licores he o mesrao.
Hum somno devido a semilhanle abuso nos traz no
outro da febre e antojo.
Pouco opio amansa os sonhos, e as dores ; muito o-
pio produz a embriaguez, a insomnolencia ou o deli-
rio. O habito do opio tem muis vezes causado a
demencia. Tal cousa que demanha abrandu detarde
he excitante. Por exemplo : o almoco s vezes con-
vida o somno, ea ceia o tira.
O somno tira o apetite pela mesma razo que torna
a dar forcas. He porque ento nao soraente os orgos
descanco,- mais tambem porque a comida do da Ihej
he igualmente distribuida pelo coraco que para todos
est de vigia. _
Depois de huma insomnolencia estamos ao principio
mais bem dispostos para o trabalho ; mas a mesma co-
mida logo nos adormece, e nos fatiga 6 menor xerci.
co.
Para se entregar ao somno, he mister que a diges-
to seja se nao feita ao menos principiada; que o corpo
osmembros estejo lvres de aperto quilquer, de
ligaduras ou eompresso.
He bomprevenir-se contra o ruido, grande clari-
dade, eeucanamehto de ar, sena todava enserrarrse
em profundas a'covas em que o ar nao se poderia re-
novar. He mister-afastar de seu quarto o perfumes,
as flores adoriferas, dusceptiveis de asphixiar : hun^
calor demasa Ha mente vivo seria noscivo, poderia dar
tugar a apoplexia. As camas muito fofas excito o su-
orea debili da Je : a cabeca de ve ser alta e moderada
mente cuberta, os ps querits, os cobertores leves-, as
precis5es da vida satisfeits, e o espirito quieto.
A maior parte dos homens dormem inclinados sobr^


o lado esquerdos do corpo. Est hbito resulta da si-
luaco do gauo uu lado direito do ceatro, e do cora-
cao no lado esjjuerdo do peito. Mu i toa rapazes proco*
rario era vio deitarem-se sabr o lado esquerdo : pal-
pitac5es e dores agudas os acordario logo.
Mas quando, no decurso da vida, o cora cao tera-se
tornado mais calmo, mais socegado, he til acostumar-
se a dormir ora sobre hum lado ora sobre o outro. Es-
ta inclioaco perseverante sobre o mesmo lado, duran-
te este terco da vida consagrado ao somno, teria por
efiViio destruir o equilibrio em que devem ser con-
servados os dois lados Ido corpo ; o pulmo esquerdo
teria demasiada fadiga, q direito demasiado descanco;
o cerebro seria exposto a entupir-se dolado direito, e
assim podera 0 lado esquerdo do corpo entorpecer-se
eparalisar-se.
He mister pois trocar de fado dormindo, quanto for
ossivc! j deve se preferir nrinojni-irnor dormir so-
bre o lado esquerdo, afira de que com facilidade se a-
oabe a digesto, e mais tarde, durante a noite, sobre
o lado direito.
He til lembrar-se que hum somno quieto importa
tanto ao humor e ao espirito como a saude. Muitos
homeus nao sao magros, doentes, mose altercadores,
se nao porque dormindo mal, di fcilmente digerem.
As boasdigesles nascem muitas vezes d'hum somno
quieto; dVstas duas couzas provem a saude : ora,
saude vivfica,o espirito e torna mais fcil a felicidade ;
a felicidade, su a vez, engendra a tolerancia e a bon-
dade.
Os mos e os ambiciosos pouco dormem.
O grande Scipio era hm dos maiores nprmioho-
cos de Roma : Caligula nunca dorma mais de trex
horas.
He para a tarde que a neressidade do somno tem
rior ascendencia sobreos, e istp concorda con pre-
ciso s da vida mais anda do que com nossos hbitos so-
ciaes.
He natural, com efleito, de dar ao descanco as ho-
ras que a obscuridade torna sem era prego para aacco.
somno de dia nao enfraquece o horneen se nao por
que he menos socegado ; e alguraas veves porque dor-
me-se d dia para passar a noite em Irabalhos serios
ou nos excessos.
, Se. os estudos nocturnos consumem o corpo, he jus-
tamente porque ellesso os melhores e mais pi efundes.
Aodepois, as vig*,laS afastao da sociedade, dos de-
veres como dos prazeres, A energa estando e*gotada
pelas medi'ates das noites, appnreee a distrarcio no*
fce^ocios, e humaapparente indiferenca no commer-
cio intimo da vida.
As longas vigilias podem pois conduzir fama, mais
raras vezesao pode/io. De sorle que osinteresses d'hu-
rna verdadera ambicio concordo, at certo ponter,
com os d& saude.
A escolha dos lugares importa menos do que a esco-
Iha do tempo. O^ential para o somno, he o soce-
go dos espiritos unido ladga dos merabros.
A CassOTO, junta segurauca, dorme mais profun-
damente sobre apilln du que a ociosidade viciosa so-
bre a pennugemj ,
A fadiga he o travesseiro do trabalbador.
Se o somno aplaca a fonje, a fome eropede e dimi-
nue o somno,
A preguic.1 mo veceiro nao tem remedio mais sobe-
rano dn que hum somno quieto* prolongado.
As flores, de que.se deve temer a proximidade,
principalmente de noite durante o somno, esobre tu-
o n'hum quarto puucp rejado, sao as qne tem o ma-
isforte c)iero : laes quaes as violas, narcisos, Sucenas,
rosas, an^e/icas, jasmini, cravo-Vc.
O ar que enrdea huma rosa posta debaiio d'hum
eopo, oroa* impropria, depois d 6af horas d
contacto, para] alimentar a chama d'huma ,vela, tanto
gaz acido carbnico exhala esta flor.
A privacio absoluta do somno he hm dos maiores
suplicios que hajo, Qudo os Romanos tinhaoquepo,
nir hum grande criminoso ou inimigo temivel, o era*
pedio de dormir pelas tormentas.
He assim que elles se vingaro de Persi.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta lie amesma do N.9 i.
| EDITAL.
lEOrdem do Illustrissimo Senhor Inspector da
Thezouraria da Fazenda se faz publico, que do dia
23 do crrente em diante, continua-se na Caza dos Co-
fres da mesma Thesouraria, a trocaros Conhecimen-
tos de 500$000 reis, de 1:000$000 res, edequan-
tias incertas, que se dero na operario do troco da
raoeda de coore, por as Sedlas, que ltimamente
viero do Tribunal do Thesouro Publico Nacional.
Est*s Sedulassao estampadas em papel azulado, com
marca d'agUaem forma de Chadr.ez, e rubricadas na
tarja com oappellidoGodfroy^, e no verso como
dePinto, e esto assignadas as de 100$000 res
de N. 1:001a 3:100 por Antonio Joze Pires, nafa-
ce, e .Thomaz J-oze da Silva Gusmao, Antonio Mar-
ques da Costa ISoares, e JoVPires Ferreira. no ver-
so : as de 10^000 reis, 20(^000 reis; e 5000 reis
por Gaspar de Menez face, Francisco Xavier Pereira de Brito, Manoel
Caetano Soares Carneiro Monteiro, e Bernardo An-
tonio de Miranda no verso ; e as 1^000 reis, 2^000
reis, e5^>000 reisdeN.0 1001 a 2000 por Joaquim
Joze de Miranda Jnior, na face, e Thomaz de A-
quiooFonceca, Jote Antonio Gomes Jnior, e Mano-
el Joaquim Ramos e Silva, no verso. Secretaria da
Thesouraria da Fazenda de Pernambuco 21 deFcve-
reiro de 836.
Joaquim Francisco vastos.
- Official Maior.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
Esahi da minha Igre^a e frrguezia do Cabo no
dia 1^ do mez p. p. de Janeiro deste presente anno pe-
las 10 horas da noite, Cao amarillecer do dra seguint
ehrguei a -esta Praca ealado..., e calado quiefa aqu
estar, athe qu o tempo nos a presentase hum ornonte
mais claro, em que as Authoridxes constituidas m
sua plena liberdade podessera executar as LnJ.
Tender, e6rmar os Direitos, e Propriodades dcada
hum Cidado, visto que a este he prohibido qualquer
procedimento illeg*l de vindicta, ou reviodicfa.
havendo-se abusado desta minha conducta, diflundm^
do-se muito rte proposito nesta Praca vozes, 4u*j.
desiumbrao, feriudo o meo crdito, e fama pu
vejo-rae agora na triste necessidade de rallarlo m i '
quanto rae permite o Direito Natural de DetfW '
dia 27 do mez de Dezembro do anno |>. p- etroM
Ee. Revm. na Villa do Cabo, vetando lego a ^
Igreja Matriz; e no sfgqiute depois do Chisa^
disse particularmente que me dispensatasua vis
livros de assentos, Fabrica, e bens de minha Igreja>


&
oeeamuitp subraissa mente replique!, instando que
por essa mesma visita hera que S. Exc. Revm. podia
cohecer dos meos erru, fallas, &i:., i aiiu por qu
u muito a desejava, &c, ao que elle respondeo estas
formaes palavras, segunda minha lembranca : Olh,
repare bem 1 Ku vira aqui visitar somente a sua Igre-
ja, cbrismar seus freguezes, e nada mais; pois que es-
Iqu muito mforrtiado da ntegridade, honra, e probi-
dade, com que Vmc. tem desempeado os seus de-
veres. Neste mesrao da foi elle a Igreja Matriz a con-
sumar o Cbrisroa, e sendo jamis de 9 horas da noi-.
te, assim mesmo fatigado como esta va, dignou se hon-
rar-me cora sua visita em rainha caza ; e etito foi que
sendo eu hum hornera Livre, e era cuja f protesto a
Dos, e aos homens de viver, e morrer sempre firme,
ferido, e transportado de tanta bondade, exrlamei:
Ah Senhor athe hoje eu fui seu subdito ; mas ja deste
momento fico sendo seo escravo. No dia segointere-
tirou-se para a Pcoaco de Na?arpih. donde me di-
rigi o Officiojunto, em que me constitue visitador
em seo Nome de toda minha fregupzia scom. poderes
de Delegar. Eento he que no dia 18 de Janeiro,
em que lendo en dito a Missa Conventual voltava pa-
ra minha raza, fui atacado no meio da ra por hum
grupo de homens armados de espadas, pistolas, facas
de ponta, &c. &c.... O mais diglo os Paduanos hon-
rados, ede boa f*, poisque tdo foi publico, e noto-
rio naquella Villa. Ora avista do exposto, que nao
pode ser contrariado, como he que se ten o descara-
ment de fazendivulgar nesta Praca, (lem deoutras
parvoices), que S. Exc. Revm. me suspehdeo, bncou-
rae forado minha Igreja,^ Beneficio, que nao houve
forca alguma armada, que a tal me obrigasse, &c.
&e. ??? Era tal cazo teria S. Exc. Revra. perdido a
cabeca, e cometido hum violento atentado contra todas
as Leis Cannica.*, e Civis,. nao me tendo jlgado por
sentenca, e convencido dos crimps, que privo do
Beneficio; para que pois manchar assim a conducta
irrepreheasivel do Exm. Prelado?? Ah l Snrs. Re-
dactores, que futilidade que vergonha !! Basta por
agora ; e pernaito os Ceos que pnr essa mesma razo
de defeza natural nao seja eu obrigado a dizer, o que
alias nao quisera.... Rogo-lhe pois queirao por huma-
nidade ceder hum cantinho do seo Diario a esta mi-
nha exposicao, pelo que Ihe ser obrigadissimo o
S-eo rauito atiento venprador
Jao Cavalcante de Albuquerque.
Nao Nos sendo possivel por falta de tempo visi-
tar as Cpelas, te Oratorios desta freguezia, .Hei pnr
bem authorisar Vossa merc -para que em Nosso No-
me visite, ou mande visitar ditas Cpelas, e Oratori-
os, participando-Nos o estado de decencia, ou inde-
cencia *m que se acho constituidos para darmos as
providencias ah Nosso alcance; e remeler-Nos-ha os e-
molumentos que Nos perti'neem. Dos Guarde a
Vossa merc muitos anns. Nazareth, triirta de De-
zembro de 1834 foo Hispo DrocezanoReverendo
Snr. Vigario da Freguezia do Cabo.
PERGNTA.
"ErguntawseaoSnr. Filippe Margues dos Santos,
se ainda nao lempo de dar satisfaco ao que esta obr-
gado, como Administrador q*e se impossou da subs-
crico tirada para a fabrica das Cartas Bfaiileiras, vis-
toser passado mais de ura anno, que o dito Snr. rece-
beo a subcrico de varios assignantcs e nem palavra a
este respeito "(s eu nao posso apanhar hum^ pi*inxa
d'eslas) pacieucia; com a resppsta do Snr. Admin^s-
rador fare tolo negocio para ver se recabo ao menos a
metade do que j dei ficando perdendo a outra ameta-
A- -;;; -T~'r^ 'rrr~. # natnitin nnvnilo tal n-
, |MC 93IM1 tucaiuu
ttay** *v-t**.>^
, KY,r.
brice (se nio me engao) era de vapor, ,que so servem
de se vaporaren! com o dinheiro : assim nao os Padres
brigo.
Hum assignante da fabrica evaporada.
+
Pequea duvida.
JtiUm Soldado que agora se insobordinou na AU-
go dos Gatos, e que aind nao foi abonado, na Setera-
brizada roubou, e quiz atirar em hura Oficial, que
da janella do Quartel de S. Francisco perguntou-lb*
na ocazio emque elle mbarcava urna pouca de fa-zerir
da se aquillo era delle ; e isto era prezenca de outro
Official, deve desembarcar e ficar adido a um Corpo
novamenle criado ou devesair as ordens de urna da^
Classes ? isto deseja saber Snrs. Redactores um
Leal devoto de S. Joo Vxeia de Negreiros. .
SUBSCRIP^AM PORTUGUEZA.
Vjr S abaixo a'ssignados, Agentes d Subs^
cripc/io a prol da* Viuvas e Oraos,^ que a
guerra civil de Portugal reduzio iudi-
geneia, rogo por muito obsequio a todos
aqulles SeTihores, que se dignjirao coi^or-
rer para tao meritorio fim, hajao de man-
dar" o importe das suas assiguaturas a cajza
do Thezoureiro da mesma Subscrip9ao,
Caetano Pereira Gon9alves da Cuolia, ra
da Cruz u. 2.
Caetano Pereir Goncalves da Cun^a.
Joaquim Baptista Moreira.
Joaquim da Silva Castro;
. Joze Joaquim dos Reis.
Luiz Joze da FonceCa. \
' Manoel Emilio Srturiaho Bindeira.
bito lo Cpwcto.
A
Sumara Magdaleua de que he Mestre Luiz Fer-
nandes da Silva sai para a B*hia com escala por Ma-
cei no dia 25 do frrente.
Acha-se na Administrado do Correw uqia
vnda do MaranhSo para Duarte Vale-
carta segura,
rianno Madal. .
^^- O Correio Terrestres de Liraelras parte noje
a^O CorreioTerrestre da Parahiba.parte hoje
ao meio da.
ARRFJV1AT
SlOs das te'rca, quarta, quinta fera, 24, 25, e 46
do correte, pelas 4 horas da tarde se hade arrema-
tar em praca, o sitio de Joo Carrol que por vanas
vezes setemannunciado pelas folhas publicas, o qual
tem 7358 bracas qUadradas, bem plantado, e com
bbm sobrado feito em 1828.
IJ-Ma fVk plante ladina de nafio, de b4ttta-egu-



i*":-
ra, de 23 annos, que sabe cozer, engomar liso cora
sigums perfrtio&Oi nsebos, etra Ahnim nrineinio de'
cosinha, e muito hbil para todo ser vico d* urna casa
de familia: na ultima travessa do Forte do Mallos,
junto acasaonde mora Boli & Chavani, sobrado de do-
is andares sera numero, que fica confronte a casa da
Assemblea Provincial. x
%3* Ura moleque d'Angola de 14a 16annos: na
ra do Vigario, arrnazem n. 10.
$^* Um ferro de fazer hostias: na ponte Velha
D. 47.
^y* Ura negro de nacao, omcial de marcineiro:
em Olinda na ra do Amparo sobrado n. 21.
fcE3^ Boneis de couro de lustro, ditos de pao, o-
liado, algumas pessas de pao fino de cores para caza-
eas ; e batatas era barris, ludo por preco commodo :
na ra Nova fabrica de chapeos D. 17.
SS&* Ameixas, maces, e outras fructas de diferen-
tes quaiidades por preco commodo : na mesraa fabrica
cima.
fc^* Urna negra do gentio de Angola, de 26 a 28
annos, si m ticioalgum, boa costureira, lava, engoma,
ecozinha o diario de urna casa : na ra do Hospicio'
junto de Joze de Pinho Borgeg no primeiro porlao.
$T3* Uro preto de 22 a 23 annos : na ra do Col-
legio D. 1 junto ao Passo.
$$* Urna preta boa ladeira, e cosinha alguma cou-
2a, de 23 a 25 anuos : no inesmo lugar cima.
tfy Urna preta perita engoroadeira, boa cosinhei-
ra, e do. eir de todas as quaiidades : na ra do Cabu-
la D. 7.
Compra?.
Obra intitulada, Amor, e Melancola, feita bas-
tilho, por mais do sen valor : na ra da Cruz O. 14
1.* andar.
fc3F* 2 cadellos que sirvo para guardar sitio ; an-
nunt-ie.
\^ Um negro que seja forneiro, e paga-se bem pa-
go ero sedula ou prata : na ra da Cadeia velha loja
de cambio do Vieira, se dir quem compra.
\S3r Urea porco grande de tijollos de alrenaria,
assim como lelhas: na ra da Cruz armazem de Joa-
quim Antonio de Vasconcellos & Corop.
>A
!3ilu8uet0>

Lluga-se ora escravo para qualquer servico gros-
ero: quem o pertender dirija-se a Olinda, ra do
Amparo sobrado n. 21.
A
arrenDamento
Rrenda-se um sitio prximo a esta praca, com ca-
za de vivenda, bastantes arvores fructferas, e grande
terreno proprio para plantar capiro: na praca do Cor-
po Santo bolequim pequeo de Antonio Lopes.
atusog particulares.
V Barharel Joze Alves da Silva Freir annuncia aos
seus Constitu oles que tendo de ir por estes 15 diasas-
sistir ao Jury da Comarca de Santo Anto tem encar-
regado, e deixadoemseu logar ao Snr. Doutor Joze
Bento daCunha de Figueredo ao qual se devem (Jiri-
|ir era sua, auencU.
fcj Quem annuncioa querer 'ftHa'M' Joze d*
rSantos Muniz queira declarar sua morada era
curado, ou falle a Jeze Hignode Miranda'.
^C^ Quem annuAcidu precisar de urna mlfter
Europea, pode dirgir-se ao pateo do Carmp, vadj
da esquina D. l4ao entrar para a ruade Santa The-
reza, se dir quem .'
$3^ Precisa-se fallar ao Snr. Maoe Rodrigue
Campos natural de S. Martinho de Boro gado, comar-
ca da (idde do Porto, e como se ignora a sua mora-
da, queira annuncia la por esta folHa, ou dirigir-se a
Porto das canoas casas novos do Mesquita.
$C^ Precsase de urna pcssoa para tomar conta t
de urna padaria e que seja inteligente deste trafico
d fiador a sua conducta: na ra da Cruz armazem
de transas junto ao Corpo Santo.
G^" Quem precisar de umcaixro para ra, loja,
ou outra qualquer occupaco ; dirija-se ao mesmo Bo-
tequio.) cima.
tsy Roga-sea pessoaque Ihe for a presentado um
bilhete d cobre da quantia de 138$000 reis, pasa-
do pelo Snr. Manoel Pereira Caldas com dcta de 19
de Fevereiro do correte anno de 1835, nao faca ne-
gocio com dito bilhete por este ser desencaminhado da
caza do abaixo assignado, e o passador ja o ter pago.
Joaquim deSouza Pinto.
tCJ* Quera annunciou querer comprar ura selim
Uzado dirija se a ra da Cruz D. 84.
^^ Precisa-se atugar urna es'Tava para servir en
urna casa de pouca familia ; d-se 240 reis por
dia, e sustento : na ra das Flores D. 2.
1U
scra^ois fugiDof.
O dia 16 do corrente fugio m escravo por no-
rae Miguel, naco cabund, boa estatura e tem urna
marca de ferro no p levem-o a ra Velha n. 32 que serio bera recorapensa-
dos.
/
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chelas no Porto de Pe
lamba
a
9
O)
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26Segunda
27T:-
28Q:----
29Q:--^
1S:
2S:-----
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ce 1- -42
ti 2- -30
3- -18
^^ 4- - 6
a T3 . 5- -18
2 ~ i6- -6
o n , 6- -54
Tarde.
Navio entrado no dia 21.
JPaRAHIBA; B. Philinto Elizio/Cap; Atonw
Joze dos Reis : sal. Passageiros 2.
Navio sabido no dia 20.
fjTOIANNA ; Canoa Conceico do Pilar, M. Anto-
nio AfFonso de Melle : differentes gneros. Passa-
geiros-Joze Ferreira, Antonio Leopoldo Pinto, Jo
Bente de Moura, Joze Ignacio de Freitas, Joaquim
Joze de Santa Anna, e Joze Lourenco.
Di.. 21.
BOSTON; B, Amr. Florioca, Cap. Malbus P.
Smith : assucar.
Pern. na Typ. do Diario 1835*
r>


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