Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02834


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Aiko DE 1835.
UttUtUtMtH
SEGUNDA FERA9 DE FEVEREIRO NUMERO 6.
***"*' ..............^.........""ivivmtiMinm
***'% % t% %>H %1 %%
M
\ 11IIA IMG"- ,ni?.nmTJL.s*sME-T:*^4v
5 ..i .. : *
I I I. : |
.
das da semana.
9 'Sfitodfc S. A^ltonia V. M. Ad. dbslfnizes do C- de m., e de
t ses. da Thez. Pablica, Chanca de t. ;
.10 Ter$a
11 Qnarta
12 Quinta
13 Sexta
S. Escolstica V.: Re. d<; and. do'jui* do? Oi-faof
de t.
S. Lataro R.: Ses^Bo da Tbetf.Tublfca.
S. EulaliaV. t Re- de m. aud. do Juia do C. de m,
edet. ^
S. Gregorio 2. o Papa Sessao da Tfcez. Pnblica d
m. e aud. do J. de O. de t. La ch. as 8 h. 39 m. da m.
14 Sabbado S. Valenjim M.: Re. de m. e aud. do Vig. G. de t. em
Olinda.
15 Domingo da Seutuagessima. Tral. de S. Antonio.
i morto agora depende fl#rf mt-nos, da nossa; prudencia, node-
.racao, eejiesgia; coiitpiH?nios coni principiamos, e seremos a
puntados com admifacao entre as Nacdes mais cultas.
r Proclamaba da nemblm G*ra9 o BratH.
PerxambuCo naTyp. dePinheiro & Faria; Pateo da Matriz de Santo Antonio.
^^-^-^iQBE
-
II
INTERIOR.
.E.de absoluta necessidade que se promova a re-
forma da Na cao Brasileira.
Ha muito queoucp fallar em reformas, e al o pr-
senle nao me consta que os Escriptores Pblicos (os
Periodistas) se tenho seriamente oceupado com a re-
forma nica e essencial deque tanto precisamos. Pa-
ra hurrs, a reforma consiste em nos tornarmos era lu-
do similhantes aos Grecos e Romanos, oque impor-
ta o mesmo que reduzir-nos ao estado brbaro dos
Jroquezes. No pensar destes o to em quanto nao apparecerem Brutos, e Cales, e pa-
ra que os hajo, cevVse o espirito publico com a re-
cordqcao de factos de alguns homens da anliguidade,
que bera apurados no cadinho da razo, be diffi il de
>e conceber o como tenho merecido o honroso epithe*
lo qe acedes virtuosas. Outros pelo contrario fazerri
consistir reforma, em imbuir o espirito do'povo em
doutrinas, que so* servem de destruir os miis firmas
" aliuerces, sobre que assento e devem assentar todas
as sociedades humanas. Para este fim apregoao-se
principios subversivos da ordem social. A mais per
eita igualdade, ou antes a igualdade chimenea, que
so existe e pode existir em imaginacSes escaldada*, a
nsubordinaeo as Autboridades legalmenle onslitu-
das, a relaxaco,. em summa, dos vnculos que pren-
den! os governados aosgvernanles, eis em breves
palavras os meios cfflcassisHmos, do que costumo
^ncr. irlo. os Cor i tf us da'serta antisocial; deixando
seus *e.qua8es;.o cargo de porem em pratica to dam-
uadqa principios. I
; Otitros porem trilho huma vereda uteiramente op-
posla, e.qoer.^m que IrreilledeAo* as mais cultas Na-
tes modernas do antigb e novo Mundo. No pensar
destes conseguiremos a reforma dezejada, se tran-
pUfiUrmoa p*r o Br.ir.il as bellas, e libe raes institu
ooef.:.de que gozao os Inglezes, Franceses, e A men-
inos doIVorte. Mas os propaladores dest* sistema
OPra^opriiicipio, alias tifabi'do, que as leis se fa-
ttrsfpm os pavos, quero dizer, que as leis devem ser
ppro|i,,das o grao de civilisaco e circunstancias
PJWuJ^neaKikviwaSf'Povo. N** basta pois que ellas te-
>ih$o bont&rfe intrnseca e absoluta, mas he mist-r que
w'fio oemmodadas ao Povo para qum sao feitiS,sem
o 'ju^i^rt,ini|n^mtes e iifcfrat tiferas. Deu Lycurgo
-leis aus Espirtaos,' hs q'aes se mantivecao, porque se
ar-havo crisentane's ads costumes 4 'ov, que de-
vio re$er ; mas a Creta, que leve as leis le Esparla,
sem ler seus costumes, nao poucle conservaj-as. Don-
de se v claramente que drvy^i rejnar a mais intima
relaco e perfita alianca entre-as leis eos costumes de
huma Naco. Sequisermos pois gozar las leis e ins-
tituicSesdos povbs cultosr faz-se misten que tenhanio*
costumes Metlicos.
As sotiedades humanas sao por essencia reformaveis,
'porque os individuos, de ojue ellas se cortjpoem, sao
susceptives de melboramentos. Qtfe 0 hpmem be
hum feiimaf por sua natureza pereetvelj ou capnz de
adquirir hum grao de perfeico cada Vez maior, he
hurta verdade apoiada em Cactos incontrovec^^.^tfA-'
das as sociedades humanas tendem tfo. melbofamenlo
ou perfeiyo y mas h ^le notar que esses njelhora-
menlos sox e foro etn. todos os terapos, progresivos.
Se setivesse guardado a ordem, natural dos adianta-
mentos, os bons resultadps..serip injalivejs \ .c se o x-
ito nao tero correspondido expeclaco nao he por
culpa dimassa geral das.bombos,, ou, ^jar, .falta de
dispoMco para receterem os'meihramentos, mas sim
pela m escolha dos meios empreados., Tudo.deve
ter hum principio*, porem infelii'.meote comecon se
por onde se devia acabar. As reformas polticas, ou
govemativas tornarlo-seo alvo das emprezas, quan-
do ellas sao postesteriores e sub^equeutes outra refor-
ma, na qual ainda' se no cuidou,' Mudaro-se,- ni verdade, as leis; mudou-SQ e mu-
dar-se-ha a Publica administraco ;' porem nao houve
mudanca'nos homens, eeis o motivo po\rr|iie ns boas
leis e instiluirot's nao lem medrado, nem podero me-
drar entre nos, em quanlo os homens t'orem os mesnos.
He pois miater, en o repito (e sem rerefo de eiganar-
me) tornarmos ao .principio, por onde deveratnos ter
comecado ; sim he tnister (ie comecemos pela refor-
ma geral da Naco, communicandu-lht- "inslrucco, ')
bons costumes, e hbitos industriosos. Quando con-
Sfguirmos este resultado, nto o (roverno ser bom,
as leis oniimas. e pontilffpsrirt ejecutadas. H^at-
ganem-se pois os reormistas, que marebao extrnse-
cos a rbita, S^edevem percorrer, que nao he com
boas leis'que se oblm bons cidados, porem sim com
estes que se'conseguem as boas leis. Os que governo,
os Legisladores, e Ejecutores das le? salero da uid>4


<
I
(8)
30 ik
* povo, e quando este se acb civi.lisado, aquelles
partea pi npf;riamon! dos progresos. Ao paseo
que a civilisacio for augmentando, ogovprno tornar-
ae-ha cada Tez mais liberal; a legislaco ser mais sim-
ples e menos complicada, porque a mnltiplicidade das
Ws he o sgnal caracterstico da eorrupcio e deprava-
Ci do* poros; os cdigos serio apurados dessas penas
barbaras, que comprovio a perversidade dos bomens;
as medidas legislativas serio inspiradas pela opiniio
publica llustrada, e nella encontrars o seu mais fir-
me apoio; a execucio das leis ser desembarazada
dos emperros suscitados pela falta de con vieco da sua
utilidade, ou pela ignorancia do povo; a economa ge-
neralisar-se-ha cada vez mais ; par delta crescerio
os ca pitaes, os meios de produeco, e a soroma dos
gozos, commodidades e confonos da vida humana ; o
pobre nio ser o inimigo nato do rico, antes olhar pa-
ra ste como para seu pai e bemfeitor, pois que Ihe mi-
nistra os meios de subsistencia e felicidade; a jerar-
cha social, a verdadeira nobreza, a necessaria e na-
tural subordinaci, a nobre independencia, mui dis-
tincta do aviltamento, (filho da miseria e corrupcio)
mas compativel com o respeito devdo superiorida-
de, que nao he facticia, assentaro sobre fuddamen-
tos estaveis : o trabalho, que o homem ficou sugeito
pe! desobediencia ao Decreto do Creador, e que he o
nico manancial fia riqueza, tornar se-ha o modo de
?ida geral, e desaparecer por conseguinte a mana
dos Empregos pblicos, que serio poucos, e estes
mesmos sugeitos benfica le da concurrencia. Eis
por tanto, em resumo as vantagens que nos offerece a
civilisacio; eis o rizonho por vir que se nos antolha.
Cumpre pois incetarmos quanto antes a carreira dos
progressos. Como Cidadio, que sou, deste vasto Im-
perio, onde tive a ventura de nascer, farei, quanto
em" mim couber, por a presentar os meio que roe pa-
recen) adquados para se conseguirem os melboramen-
tes, de que somos rapazes, e carecemos. Nio ignoro
?|u a trela he laboriosa, e sobrepuja minhas debis
oreas ; farei todava o que me for possive, deixando
.i ouUos engenhos superiores ao meu, o darem a ultima
mi obra, que me proponho.
Autran.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma doN.* A.
CMARA MUNICIPAL.
Sess&o ordinaria do'da ZOde Janeiro de 1335.
Presidencia do Snr. Oliveira.
c
lOmparecerios os Srs. Gusmio, Souza, Joze Joa-
quim, e Costa, faltando com cauza os Srs. Oliveira e
Souza,Ferreira, Camello, e sem ella o Shr. Doutor
Mavgnier.
Abierta a Sesso e lida a acta da antecedente foi san-
cionada por estar conforme. O Secretario dando con-
t do ezpediente menciono, o* angun tes cilicios Hum
lo C:'& Frsr.risro lote da Silva diseudo, que con-
tinuando as suas molestias nio podia aceitar o convite
para servir de Venador da Cmara : que se chamasse
a quem competa para a man ha vir tomar posse.
Outro do Fiscal da Boa-vista para que se mandasse
retelhar o assougue publico do dito Bairro : que elle
fizesse ja com que se retelhasse o mencionado assongue.
Catre de Simplicio Jos de Meo Profesor Subs-
tituto das aulas de ensino mutuo partecipando sua mo-
lestia para que se desse as providencias afim de nio so-
frer detrimento a instruccio publica r que ae Ihe dices-
se, que outra igual partecipacio fizesse ao Exm. Prezi-
' dente a quem compete providenciar a respeito.
Mandou-se pagar a Manoel da Fonceca e Silva a
quantis de 6$6f 4 res de ordenado de oito dias do
cargo de Fiscal que exercia do Bairro do Recife. E
por ser dada a hora levantou-se a sessio. Eu Joze Ta-
vares Gomes da Fonceca Secretario a escrev.Olivei-
ra P., Costa, Joze Joaquim, Souza, Gusmio, Dou-
tor Mavgnier.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores,
W Ictiroa da mais revoltante calumnia, eu valho-me
di sua bem cScetuada folha, para salvar perante o res-
peitavel publicoo meo crdito, injusta mete machado por
algnns meus gratuitos inimigos. Procurei o juizo do
publico para minha defeza, exigindo attestados da-
quellas pessoas, que me conhecem; apezar de *er a
minha conducta poltica fora de toda aduvida. He a
razio da minha defeza Snrs. Redactores, ser apel-
dado pelos roaos detractores por cabano, nome cftte
cerlamente encerra emsi tudo quanto ha de mi.
Hera preciso Snrs. Redactores, ou que eu com effei-
to fosse cabano, como querem os meos antagonistas,
ou que fosse destituido de todos os sentimentos, para
que, vendo a minha honra decahida, nao trabalhasse
por torna-la ao seo primitivo estado. Nio admiro',
Snrs. Redactores, calumniarem-me os meos detracto-
res, porque proprio de genios perversos ; mas sira
admiro ser isso tiobem aceito pelo Exm. Snr. Presi-
dente, como de viva voz, e em sua propra caza o dis-
se a meo filho; e he com efleito para extrsnhar, que o
Snr. Presidente ultrapassasse os limites da civilidadp,
e da prudencia, e dissesse bem expressamente a meo
filho em sua prepria caza, que eu sou cabano ; k) por
que pessoas de nenhum mrito, e considerado Ihe in-
forma rao contra mim ? quando outras, que pelo con-
trario merecem todo o crdito Ihe afirmario o contra-
rio ? bem como o digno Juiz de Paz de Un na 0 Snr.
Francisco de Barros Reg, que, segundo me consta a-
bonou o meo crdito. Mas, Snrs. Redactores, ape-
zar de se ter tornado esta infame guerra' dos cabanOs,
como huma salvaguarda dos calumniadores, e offere-
cer-lhes bastantes meios para fazerem mar, e rxercita-
rem bem o seo maligno genio ; todava avista do meo
bem notorio procedimento, e dos documentos, que a-
baixo vio transcriptos, nio temos exforeos dos meos
detractores, e omito menos a fac lida de do Snr. Pre-
sidente em acredita los. Parece, e be bem contario
a san razio, Snrs. Redactores, que sendo eu cabano,
como quer o Sur. Presidente, tenha sido destruido
em minhas propriedade, e andasse foradellas dous afi-
nos sofrendo extraordinarios prejuizos, encommodos,
e privacSes, e prestando alem disso para aniqoiiamen-
to dos saltiadores auxilios as nossas foscas, conforme as
minhas posses, como posso provar, se prciso for, A
vista disso espero, que o res peitavel publico se con-
venca da calumnia contra mim derramada, e que os
Jnr% Redactores tenhad a bondade de inser em sua
folha, nio s estas mal arranjadas Hnhas, como oa at-
testados, de que fallo, com o que muito ebrtgar ao
Seo Patricio venerador criado
Etias chstSa*tos $tiva.
kstava reconhecida.

\


(
(3)

*
Os attcstados de que faz menso esta corresponden-
cia se poder er no Supplemento a este Diario.
ANNUNCIO.
JS Oga-se por inulto obzequio a todos aquelles Se-
ntares, que se hSo dignado concorrer para a Subs-
cripto a prol das Viuvas e Orphos, que a guerra ci-
ril de Portugal reduzio indigencia, de mandarem
o importe das suas assignaturas a casa do Thezoureiro
da mesma subscricio, Caetano Pereira Goncalves da
Cunha, ruada Cruz n. 21.
autog Do Correto*
\y Corrcio Terrestre de Garanhuns, parte hoje 9
aomeio da.
fcjp O Brigue Espsrdartc de que Capito Fran-
cisco Teodoro Araia sai para a Baha no da 16 do cor-
rente.
.V
OEg.
abios a Carga.
Para o Maranhao.
jqe viagem at 20 do corrente o Brigue Mariana :
quem nelle quizer carregar, ou ir de passagem dirija-
st a filias Baptista da Silva.
Hetaojj'.
Erca feira 10 do corrente nvz se bade continuar a
venda dos salvados do Brigue Dois Amigos, na praca
do Commercio, das nove horas da manho era vanle,
eujos salvados .consisten) era ferros de ancorar, corren-
tes de ferro, cabos de linho e de cauro, vergas masta-
reos, polliame e o mais qUe estar patente.
%3^ L"z Antonio dos Santos, faz leilo de 90 bar-
ricas de farinha de trigo, Terca feira 10 do corrente
pelas 9 horas da manho, vindas da Bhia no Lanxo
Brilhanle, a porta do armazem de. Antonio Joaquina
Pereira defronte dio arco da Conceicfio, por conta e
risco de quem pertenm, assim romo tambem se hade
arrematar no mesmo da o dito Lanxao,. a quem mais
der, na praca do Illm. Snr. Juiz do L.ivel. no atierro
da Boa-vista pelas 3 horas da tsfde; por ja estarem
findos os dias 4a Lei, e vai a praca por execuco do
mesmo Santos.
P
QCllDa5.
Otassa Russiana por preco commodo: na ra do
Crespo oja de fazendas D. 8.
fcy Um piano forte, do ultimo gosto, por preco
commodo : na ra do Aragio n. 186.
yp^ Um mola lo. de 22 anuos offirial de serrador,
sem vicio, e robusto: na ra dos Martirios esquina do
Palacete casa de Miguel Fontes.
Le Roi do 1.* al 4 6ro xarope gomozo,
dito peitoral inglez, dito acetore, dito cilriro, dito de
tamarindos, poz para limpar denles, e agoa admira val
para olhos-, na Botica de Joze Alexandre Ribeiro, ra
do Colegio D. 5.
tp3** Urna morada de casa no pateo do Hospital do
Paraizo pertencente a Francisco Euzebio de Faria: no
sobrado junto a esta Tipografa : advertindo que se
alguem tiver direito a impedir dita venda annuncie no
prazo d 3 dias.
fcy Um escravo, nacao Angola, de 18 a 20 annos,
bom socador de assucar, e proprio para todo ser vico :
na ra da Cadeia do Recifen. 1.
9 Urna crilinha de 9 annos, com principios de
costura, por 350$ reis: na praca da Roa-yista, so-
brado de 2 andares, na esqnina do primeiro beco,
que dobr para a ra Velha, e que lem lampio na
mesma esquina.
^cy Por junto urna poreo de chapeos do Chille
chegadas ltimamente do Rio de Janeiro em a Suma-
ca Paquete: na ra estreita do RozarioD. 29, ae-
gundo andar por cima do Escrivo Pinto.
Compra*.
A S Posturas em vigor da Cmara desta Cidade do
Reeife, ou impressas, ou manuscribas : annuncie.
fcy Para fora da Provincia escravos ladinos de
ambos os sexos, que representem ter de 14 a 20 annos
de idade, e que sejao de elegantes Bguras; pagSo seem
moeda de prata com o agio do da, ou cobre : na rua
da Cruz n. 22, a fallar com Joaquim Joze d'Aroorim.
%^ Continua-se a comprar escravos d'ambos os
sexos para fora da Provincia, com vicios, e sera elles ;
e assim mais para nao sahir duas muito boas pretas seos
vicios, e que sejao lavandeiras, e engomadeiras, urna
roolaliiiha de 12 14 annos, um bom preto cosinhei-
ro, dando garantas a toes vendas: na ra estreila o
Rozario D. 29, 2.# andar por cima do Escrivo Pinto^J
'ftllugutitf.
mLuga-se urna propriedade de dois andares, cita no
atterro dos AfFogidos, com muitos bons commodos ?
onde morou Miguel Arcanjo Monteiro de Audrade ;
quem a pertender dirija-se ra da Cruz a fallar com
Elias Baptista da. Silva, defronte do Amorim.
arrcnamento
A. Rrenda-se um sitio pequea com bastante fruto, e
sofrivel casa, no lugar, da Ponte de Uxoa: fallar
com Joze Carlos Teixeira no mesmo lugar.
IrUem perdeo urna espora de prata na ponte da
Boa vista, dirija-se ao sitio de Joze de Azevedo Squ-
za na estrada de Belero ao p da Cpela de N. S. da
Conceico de Joo de Barros.
>
~eV


abtog ^amortares*.
(4)
h
V AtmWq asignada pariyipa a todoS-'cVSen
^fc t*ni pertendltl ^ffotAVlfie t^rreio no no
to denominadodos PrazYespara ali edii-
tiatas, qte ja tem logar'faserem-se ditosafforamentos^
* para inteligencia ao.respit.vel Publico, isto be;
Jra qu todos os Snrs. pertendentes coiibecao as par-
ticularidades que con vidao a edificar se ali; o abaixo
assignando as declara. 1," sao estes chaos no Atierro,
ejbntb' Ponte dos Affcgdos, atierro denominado
liOje fu Imperial ; ra esta que est com disposicao
para ser era breve tempo a melhor de toda a Cidade ;
]k pfAd sua extenco e direitura, pelas agradaveis
islas de mar, ar'eslivres, e puros de que ali se gozat
e ja finalmente por ser a da principal entrada do cen-
tra para Cidade, ao msmo lempo que be beira
ro*r*vflue l,1do a torna,propina para o Commercio.
^k Est 'chaos tem fundos suficientes para quintaes,
e lie'm terreno de mui boa producco, como ja se v
To mesmo sitio. 3.a em fim. INenhuma despega se
faz com a conducido terrestre de materiies para as o-
bras por isso que as canoas encosto junto a ellas.
Os Snrs. pertendentes podem dirigir-se ao 1. so-
mbrado junto a supradifa ponte d>s A {Togados, do lado
esquerdo, a fallar com o proprielario do mesmo si-
tio.
; Antonio Srlva dos PrazeresPedroza.
$Cy O Director doColegio dos Orfos torna a'par-
\- 4fcpar quem convier, que o Colegio ja est em an-
Jameiito ; f>l0 que devem ser recolhidos quanto an-
*es -ds -AJehinos, que tem sidoaceitos por S. Exc. o Sr.
'rezidente da Provincia.
^^ Alaria*Magdalena Monteiro d'An.irade aviza
peiWl Publico,- que* na su'Aula ensina se (a-

i
i
<

"y-
lacio nesta arte tao nobre, como difcil, qual he a de
I fazer ressurgir ante os olhos do Espectador os.hrfbes
da aniiguidade.,. de pintar paixoeos estranhas, de iaj*
pirar horror ao vicio, amor a virtude, enthuziasmar
ocoraco do Expeetadory forlificiH4o n Patriotismo,
no amor s Leis, e na obediencia' ao Governo. Esta
sao as regras em que d^ve ser perito o verdadeiro C-
mico sobre a scena.; e estas sao assaz dificultosas de
desempenbar ; por esta raxb poucossoos* Cmicos
que tem a felicidade de agradar, e -mui principalmen-
te porque poucos se dio ao trabalho de estudar a natu-
rtza nica regra que pode dirigir o tctor sobre a srent.
O abaixo assignado convioVa lodos os Brasiieiros do
ambos os sexos, que se acharem com disposicao de -se
dedicarem a esta sublime arle, pira que compareca
na casa de sua residencia no sobrado jun'o a casa da
Opera, paraabi Ibes, distribuir papis anlogos ao ca-
raiier que Ibes seja mais adquado, podendo contar a-
quellesqne liverem abelidade, com umi ordenado pro-
porcionado a seu merecmento : as reprezentacpes
^rioeipio pela Quaresma prxima ; ea brevidade do
empo de v se quizerem aplicar, por isso que nao se dvraorarao
em serem admitidos, ou regeilados : hum espirilo Pa-
tritico deve influir nos cor<*c6es dos Jovens Pernam-
bucanos, decidindo-os a formar uxa Escola que pode
aindi um dia ser util e liooroza sua Patria.
Francisco de Freitas Gamboa.
Director.
i im..... i i i ii-ii..... ....... ii ii h i i i.
NOTICIAS MATUTINAS.
Taboas das mares cheias no Porto de Perambaeo.
;* a respertavel Publict),' que
ti"':' :Joa de ler? escreVer; coirtar,
bord
coser culturas xan.O
*.Y>m-atoB iirstruccSo doutrinl, e ocois polticas : quera
V (i*t& presumo quizer utilisar-se," dirja-.s' ruada
5 ladera to Bairro de Santo Antonio D. 2.
* '*?r'.NoPodemlotertft-giiT, por impedimenio do
:'' Illustrissimo Snr. Doutor Juiz da l.-vara clu Civel,
;*.^arremta(odoBrgue Brasileiro, denominado Cora-
c, do crrante, como se havia aja-

correte, pelas 3
horas da tarde, a port"'do me'ncionado Juiz, ruada
W nunciado pelas. Folhas pyhjitvis, fira transferida dit,i
-*1 iremataco para terca' (eir 10 do torrente, pelas 2
Aurora. *
Precsa-se de urna ama, liberta, ou captiva
para crear urna menina de qgafro mezes : na ra do
Nogueira D. 20 do Iddo'tf Su!.'
^3* Quem annunciou no dia 3 de Fevereiro, a
perdadeuma ordem.3l de Janeiro p. p.; dirija-se
aruadaCadea venda n. 6, para Ihe ser entregue.
Escola Cmica Brazileira.
- ,*^ Francisco de Freitas Gomboa tendo contracta--
o cora o actual Emprezario; o Thealro tiesta Cidade,
ereconhecendo agrande necessidade deformar urna
Companhia Cmica puramente Brazileira, e evitar a
loucura m que outr'ora-catiio de gastar 500$0Q reis
era mandar vr de fora da Provincia Cmicos taes
quaes Pernambuco os vio, eipnenhum impulso dero
ho Theatro ; nochegindo iiem a igualar aquellesoqe
ftaijui havia transformado e,nyiclyres (h qua atheao
tetero merecido psElogi^ do Publico, os-quae
o^podem negar serem discpulos do ab-uxotfssi.gniH
eXcepco do Snr. Silva, e Joo Jo/.e Lqpes : ) pa-
ra evitar, pois a mencionad* dispeza, e crear a emu-
zs
-3
vi
!0
12Segunda
13T:-
14Q:-----
15Q:^-
16S:
17S:-----
18 D:-----

a
E
ca
2- e
2-54
. 3__4-2
- __ 4--30
4 5-42
n
- 6 ~?. 0
7-18
Tarde.
f -i aqi3
T
L>
Navio entrado no dia

TftV
UVERPOOL; 51 dan; B. Ing. Baront. Cap.
Wyhei i (azendas, e manteiga : Diog Cockbost &
Comp.Ton. 196.
Sahidoslno'mesmo dia.
CjfGARA'; S. Estrela Matutina, M. Arrtonro Lrau-
dro de Mendonca : v^ios /?enefos. Kisa^eirw 2.
PORTO ALEGRE; Patacho lendidor, te. Cle-
mente Joze Francisco : sal, e assucr. ; lPa^A^iro^
Joo Nalter, Alemao, com siitt famifia, A^rtio Vi-
eira da Cosa. J '
TRIESTE; B. Ing.'Fo^U^'tfaji. JSd.-Mnri
asucar. -' '
________ ?.6ftD
ERRATAS. ^
1\0 Diario N. 3, VariedadesPartes competentes
leia-se componentes. Diario N. 4i Interior Jinha
17conlrnctoleia-se contacto ; linha 33-cheiasj4
S; Jaco--lcia-se de S. Joo : uUiino,,gr|evaft?)o-o)pllL
feiSo:-!eia-se perfeicao &c. &c. &c-, Vo Diario
antecedente, >em lugar de Sexta Vim 0 >|e Feve^fo,
N. 4leia-se S.'bpado 7 de Fefereiro, 3n 5.
n m '*&$
JJ-i ^^. juuii !,j| j \\i\. i iljimli] i g. ,i JLUJ 1J
Pern. na Ttjp, do iarh ;]&3X
1. 1 *f li


I
SUPPLfiMENTO
-0hii8 9b .Vi .O 8H) Hnoi^^j^^T^-^^^.nr/ibj hnWff sob om-oifisl!
**j iJr* I3 .inS o wp oi^JA .foJluorr^A ffivK8 jI inotesd
(ithJff oil-fi.J .!!.!)"..! '" ^ W^f^*'^*Wk'W tnA iltfl *f.8!
fc ^m^^fbS: nho.Ilha grande 6 de D^zerpbro^ $&
MI ) -:.;. m( y .,,:,, ffigf"^,
/


JWJ8
Refiro-me aos attestados cima.. JEpgf>
i*o_ Camorinzinho 8 deDezemtfroe T834
l heetonio Fragoso da Silva, Agricultor.
Refi*b me ab* smesUdo* adma. Enge-
nho Camorinzinho 8 de Dezembro de
1834- Bartholomeo^iris""WanaerIey, A-
tiYo-me aos.attestados. cima. Enge-
nto Bom'fim &ile Dezembro de 1834
AWtoiu6(1Polica^o Callado, Agricultor.
ftefiro-me as attestados supra. Enge-
aho Mato grosso 9 de l)ezembro de 1834
Joao Bento de Gouvcia, Proprietario.
Attesto que o Snr. Elias dos Santos Sil-
va, proprietario dos Engenhos Sacramento,
e Bomfim, pois do dito suplicante tenho
inteiro couheci ment desde a epocha tfe
1817 ate o presente, sempe se tem mos-
''t amante da liberdade, e prestado em
as as rquisivoes a bem do servido Naci-
onal^ e prosperidade de sua Patria : a sua
conducta moral ne a melhor possivel. Por
esta me ser pedida, e em cumprimento do
despacho retro, mandei passar a presente,
a qual va por mim assignad. Engenho
Conceicao de Maria 9 de Dezembro de
83 Antonio Joaquim de Moma, Pro-
prietario do Engenho Concejcao de Mara.,
Attesto que o Senhor Elias dos Santos
Silva, proprietario dos Engenhos Sacra-
mento, e Bomfim, pois deste tenho per-
teito conheciment, tem sempre sido firme
no sistema Constitucional desd^e a epocha
de 8tyiate o presente, he conduzido co-
mo bom pai de familia, e por ser verdade,
cesta me ser pedida, a(te*to. Engenho
Frescondim 9 de Dezembro de 1834 An-
tonio Perera de Albuquerque, Agricultor.
Atiesto que o Snr. I1 lias dos Santos Silva
proprietario dos Engenhos Sacramento, e
TJon fin tem mostrado desde a epocha de
1821, que delle tenho conheciment ser a-
mani'do sistema Constitucional; e quanto
a sua conducta moral, nada tenho sabido
que o desdore, nem que otme reprehen-
d vel, antes mostra ser bom pai de familia,
ede costumes exemplares ; o que atiesto
S'' r me ser esta pedida. Engenho Came-
ra 8 i Dezeiiibro de 1834 Francisco
de Barros Va'nderley, Capitao do Batalho
de de Serinhaem.
Refiro-me ao attestado cima por me
constar ter o dito Snr. Elias dos Santos^il-
r iJ lili '
va s predicados expendidos no mesmo.
emo Bom snecesso 8 de bezembro de
1834Manoel Felippe Vnderley Lins
Tpente Coronel das G. N.. de Serinha*
fof Cl U7>
Attesto que o Snr. Elias dos Santos Silva,
propr^tario doe E#nhos S*wMflttU>,
e Bomfim, tem mostrado desde a epocha
de? 1824rq"l^l,e,e tenho inlero conheci;
ment se ter.setnpre conduzido muito bem
sobre o sistema' Coritltucina, e a bem do
socego publico, e por vezes que ali ymiio
estaccionado com minha F>>rcr
pedido (
crenhd Anhmnas 8 de Dezembro de 1834
- Antonio Feij de Mello, Capilad kie G.
N., e Commandarite da Compnha Expe-
dicionaria, e'Juiz de Paz de terceiro Des-
"trelo de Serinhaem.
Attesto que o Senbor Elias dos Santos
Silva, proprietario dos Engentes Sacra,
ment, e Bomfim sempre se tem conduzi-
do muito bem sobre o sistema Constitucio-
nal, e a bem do 'scegb publico, amaRte,
e obediente as Leis establecidas ; passp o
presente por me ser pedido, e.somente por
mim assignado. Engenho A^tas 9 de De-
zembro de 1834- Manoel d'Araujo Lima,
Proprietario do Engenho Antas.
Attesto, e afirmo por pala ira de honra,
que desde a epocha de 18*4 conhec/) ao
Snr. Elias dos Santos Silva sempre propu-
gnador pela Constituido, e Independen:
cia do Brasil, e sobre sua conducta mo-
ral, afirmo que he bom pai de familia,
honrado em todos os seus feitos, e por isso
attesto a presente por me ser perdida. En*
gehho Pao sangue 8 de Dezembro de 1834
- Manoel Gaidjno Vnderley Lins, Mz
de Paz do 4. ? estrictp da Villa d,o Hio
Formozo.
Refiro-me ao attestado cima pop-me cofr
tar ter o dito Snr. E|ias dos Santos Silva
os predicados expendidos ro mesmp. riKn^
geni,. r4i.v: q.^iv:^.i..:l ifi^^n.
ze
* ormozo.
Hehrp-me aos attestados supra( ^nge-
nho Matlo-grosso 10 de Dezembrp. de
1834- Joze Luiz Salgado ^hsr qioli,
Agricultor, e Fiscal da.Vilia do KipFor-
"^t i i i ,;
Attesto, que tendo bum^fo., copheci-
mnto depesspa do Illuslrissmo Snr.EHai
dos |antos Silva, proprietario dos^Oge-
Hilos bacramento, e Bomfim, fie huin U-


G>
dadio de inteim probidade, e ihimigo d
toda, e q^alquer foma, que tenda a per-
turbar a ordem, e trnqiHtfd publica.
Engeho Alcea 10 de Dezembro 1834-
Francisco d Silva S.Tigo, Proprietario
do Engenhb Aldeia.
Certifico seV tudo verdade quanto disem
os attestados cima por ict do dito Sor.
inteifo cSnh^imnto, Engenho Caxoei-
rinha 10 de Dezembro de 1834- Pedro
Teixeira CavalCante, Proprietorio do En-
ghho Caxoeirinha.
Retirme aos attestados supra por co-
nhecer bern de perto o proced ment do
pretendente. Engenho Primavera 10 de
Dezembro de 1834- Francisco Machado
Teixeira Cavalcente, Proprietario do En-
genho Primavera; e Prezidente da Cma-
ra Municipal da Villa do Rio Formozo.
Refiro ine aos attestados supra. Enge-
nho Carnassari 10 de Dezembro de 1834
Francisco de Gouveia e Souza; Agri-
cultor, e Veriador da Cmara Municipal
da Villa do Rio Formozo.
Refiro me ao attestado retro do meritis-
smd Jiz de Paz da Freguezia de Agua
preta,o Ciddao Zeferino'da Cunha Bas-
tos. Villi de Serinham 10 de Dezembro
de I834- O Advocado, e Alferes de G.
N. Pedro Alejandrino Ortiz de Carnario.
Refiro-me aos attestados supra. Villa
deSerinhem 10 de Dezembro de 1834
O Padre Manoel Joze dt>Iiveira, Profes-
sor de Gramtica Latina. '
Refiro-me aos .atuendos supra. Villa
d Seriuhem 10 de Dezembro de 1834r-
OfyV Paulo Bnto Zidanes.
Refiro-me aos attestados supra. Enge-
nho PiHcfoWirha 11 de Dezembro de 1834
-qa-quim Francisco Cavafeante d'lbu-
querque, Agricultor." ?
Gerlico que o Sr. Elias dos Santos Sil."
va, proprietario dos Engerhos Sacramento,
cf Bomfftw tem mostrfido desd' a epocfi* d
1894, que delle tenho conheciment, ser
amante do sistema Constitucional, e nada
tenho sabido que o desdoure, nem que o
torne* reprehnsivel s vbre a sua conducta
moral, antes mostra ser muito bom pai de
familia, e de costumes exempiares; he o
que sei, e juro, se for preciso. Engenho
Joze da Costa 11 ds Dezembro de 1834
Manoel Machado Leaj, Agricultor.
Certifico, que o Snr. Elias dos Santos
Silva, proprietario dos Engenhos Sacra-
mento, e Bomrim, de quem tenho conheci-
mento desd' o anno de 1834, tem $tijjey*
pre huma exemplar conducta, tanto mora),
cmo civil ; que atiesto por ser verdade,
e me ser pedido. Engenho Santa Cruz 11
de Dezembro de 1834-Joze Antonio Pe1
rei ra de Brito, Proprieta rio do mesm En
genho.
Refiro-me ao attestado cima. Engenho
Sau* 11 de Dezembro de 1834- Jze Paes
d'lmeida, Administrador do mesmo En-
genho*
Francisco de Barros Reg, Juiz de Paz
da Freguezia de Unna Attesto que Elias
dos Santos Silva, proprietario dos Enge-
nhos Sacramento, e Bomfim tem smpre
sido amante do sistema Publico, muito o-
bedient as Auctoridades, muito bom visi-
nti', e digno de todos os lovoures sem nota
alguma, e muito bem quisto de todos, e por
me ser1 esta pedida a passo de mihfia letra,
signal. Engenho au 12 de Dezembro
de 1834-^ Francisco (le Barros Reg.
Refiro me ao attestado cima, acrescen*
tandode mais, que ao dito Siir. Elias dos
Santos Silva conheco desde 1817 sempre
bom patriota, e bom visinho. 12 de De*
zembro de 1834 Antonio da Rocha Van*
derlei, Juizde Paz Suplente.
Manoel Gon^alves de Azevedo, Jiz d
Paz co 2. Destricto da Villa do Rio For.
mozo, segundo a Lei Attesto que Elias
dos Santos Silva, proprietario dos Enge-
nhos Sacramento, e Bom fim da Fregueziaj
de Agua preta, Cidadao pacifico, hon-
rado, e verdadeiramente probo, e desd' o
anno de 1822 o recnheci por hiyu dofc
memores patriotas daquella rreguezia, $
desde esse lempo atlie o presente, nao m&-
corista que ten ha dado motivos para per>,
deresse honroso titulo; o aue afirmo env
fe (lo meo emprego." Propriedade da Ser-,
ra d'Agoa 12 de Dezembro de 1834Ma-
noel Gon cal ves Correia d'Azevedo.
Attesto que Elias dos Santos Silva helio-;
mem de boa conducta tanto moral, como
civil, perfeito respeitador das auctoridades
legtimamente constituidas cumprindo en-
violavelmente suas ordens, tendentes con-
sol idacao do sistema constitucial, que feliz-
mente nos rege, e nem me consta coisa,
que deslutre seo louvavel procedimento.
Assim o afirme debaixo de palavra de non
ra, e jura rei se necessario for. Engcnho
Bath 12 de Dezembro de 1834- Manoel
de Barros Lindozo, Proprietario do Enge
nho Bath. r


m
do Baalto WO^I A tW e Juizde bom esposo, hom mM Mfo^ft
'^^^v'r-i'Atv-i.v.. j_ ii'^.^: KL JL^nHaflaft amante smnredA
propnetano dos

raz.S
cipio d^
^J^Pu,ar-
tos Silva, prc
que*posso
.-w-, y...*, ^ ..r- Sa- gundo a muh honra, e ^racler,Ufaj
cramento, e Bomfim, situldo^na Fffigfi* feSteiJ^RBf^!?!? de,834^
zia. d'Affoa preta, pesssoa.de raiai.beai cd-
nneeaa, he de louvavel Qonducta, e ex
emular: seo patriotismo de routo tempo Jund
por mim reconhco'liao1 tve quebra na Francisco de trailla Marinho Vand^Iei:
presente epocha, segundo me coqstou, du- Atiesto qfe Elias dos Santos Silva, pro-
rantf
do
ante o lempo qu estive nao so no ponto prietario dos Engeiitis Sacramento,
bEiifiiho Cncenfife cmo no d Piran- Bomrlrr na freguezia d'Agoa preja, be.de
isto afirmo comjuramen Jo sendo necessario.
Engenlio Gindahi 18 de Dezembro d
Joao Mauricio de Barros Vancer-
Voprietario dosEngenhos Gindahi,
bortib me coristou, de prestar com seos Saco.
bens. Engenho Parasinrid'l de bzm- Refiro me aos attesfados cima,, Reci*
bro d 1834- Antonio Venancio da Sil: fede Dezembrode 84- Joaquiin>Fe-
VeiraT lis Machado, viv de commercio.
Joaquitn Joze WAWffl flUfaffi g Refiro me aos atteslados cima,; por ta
^Tlbr YV.alKA^ k S\tiL Ajfrki.\*\* \!\ J.''Jtr^ L^kUwAt^rJ* A*a bruta Atialrlaripa
que Uets1 guarde" &c. Attesto todas as occasies se ten votado, e presta
que Elias dos Srtds Silva, prOprietario dos co ao sistema Constitucional, o que afirmo
Engenhos &cratneht, Bmfim "da^r- por ser verdade, e sendo preciso o jurareis
guezia d'Agoa preta, He'idadao pacifico, R'ecife 14 de Janeiro de lSt- Joao Ifca-
honra, e verdatieiraninie'jirbb. e desde o noef de Barros Vanderlei Litis, Proprieta-
atinde 1-821" reWheci por hum dos rip- r a
melhores patriotas daq'la, Freguezia, e Attesto que Elias dos Santqs \v pro:
desde esse tempo ale' a* 'rjr^e nao me pntari'o dos ngenhos Saciiainen^.eJ^atn-
consta que ten ha dado riti vosjJara perder fim be pessoa proba, e de reconheeido Pa*
esse burozo titulo: o que afirmo em f trismo, o que tem postrado en> tOGasa*
fii'mo'ejurarei, se.Pje-
de Janeiro de Jp5a-7p
rietaV
do meo empreo: Povoacao de Un na 12 epocias, fie o que afirmo YjurareL se.nre
de D^mbro AmMriil Joa~ cPsFfo Kcife 16
annos de meo conhecimentb. ri^s fregxie- f n
zia, e aiida que el riiprk em'uas proprie. Pern. na Typ. do Diarw itsK-
ol .

I
'


I
i
| | -
: (OSohfK '' (); : -
. /JllJh ';
ma
; : .... to^l
:'0
om
I
11.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EH80ECAXE_82LNO9 INGEST_TIME 2013-03-27T15:43:05Z PACKAGE AA00011611_02834
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES