Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02828


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Full Text
4
ANNODE i83r. QUINTA FEiu 3o DE JUNHO.
NUMERO i3?
"Bl'.f:EMAMl0(3

Suhscreve-se menial.nente a 6{oreia, pagos adiantadoi, era caza do Editor, ra Direita N. 167 ; onde se recebem corresnondeoei-
, e anuncios ; estes^ iiiserem-se gratis send> dos proprios assigriantes omerite, e vigo assigaados, e serio publicados no dia nmedia
* ao da eutrega, leudo esta fejta ate o uieio dia e viudo rtzutnidos e bem cscriptos.

1.....1 rnr
___W-

Os auiiHiieioi, que nao forem dos assignantes devrSo, a
m da* dt mais condicoes, pagar ppr cada linha isjipressft
4 **'*
f
Tu do agora depende de nos mesmos, da nossa prudencia ,
tnoderacao, e energa i continuemos fOno pricipiamo, o
cienes a puntados com admiracao entre as Na^es mais cultas.
Proclamacao da Jssemblta Ceral do Bratil.
.
PERNAMBCO; NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA, RA DAS FLORES, N. 1 8. l83l.
IJOmingo (26) chegu a este porto a Fra-
gata que condusia o Sr. Brigadeiro Pau-
la Vasconcelos para commandar as Armas
nesta Provincia e segunda feira peto meio
dia desembarco dirigindo-se a Palacio ,
d'onde deo vivas a Nacao' Brasieira, a
ConstituicMo', a independencia e aos Per-
nambucanos. Com o Sr. Commandante
viera b', como1 ja' anunciamos, muitas pra-
cas e paisanos desta Provincia : entre estes
nomeia-se o Sr. Coronel Aleixo, que nad
sabemos que vern cd fazer. Vira' comman-
dar algum corpo ou esperara' ser empre-
gado em algures ? Supomos que o Sr.
Aleixo nao' obrou qpm muito acert, si e'
que nao' veio somente para gosar da nossa
bella nthm'osfera e tomar lguns banlios
do Capibaribe: o ressentimento da Sua Po-
lilla anda existe ; e ninguem tem culpa de
o ex-Imperador nao' ter pago melhor os
seus servicos. Quanto ao'Ulustrissimo Sr.
Commandante das Armas nos sedemos tam
promptos era elogalo quando merecer ,
como em censralo quando houver razao'
para isso: por ora ellee' hum hemero novo
part Pernambuco e muitas pessoas afian-
cao r)ue fara' bora governo. Dos o per-
mita.
%
Uizeramos satisfazer a todos os nossos
compatriotas que se tem dignado enviar-
nos alguwias correspondencias ; mas e' im-
possivel o cumprimento desta nossa vontade
especialmente do modo par que alguns o
exigem : o nosso Diario dedicado em gran-
de parte ao Commercio tem de admittir
tudo quanto lhe e' relativo e nao' esta' da
nossa parte a afluencia ou escassez dos a*
nuncios. Entretanto homens ha', que logo
que pe nra artigo as mos do pobre
Editor, querem ser obedecidos, e media-
tamente ; e a sua obra e' sempre a de mata
iifteresse publico, anda que nao' seja s*
L.
nao' um avzo de escravo Fgido. Que
devemos pois fazer em taes conjuncturas
Com todo o nosso sangue fri dizeraos aos
Srs. aueixosos, que tenhao' paciencia,
pois no tambem a temos : tantos peridi-
cos existem agora que todos os genios e
gostoj* podem fldar satisfeitos procurando
cad# um aauelle que lhe agradar, excep-
to a gente absolutista que gracas ao nosso
bom Dos ja nao' existe. Temos em
nosso poder algumas correspondencias so-
bre o uzo indevido do tope rasileiro por
alguns Portuguezes perguntando-se-no
a quem se deve recorrer para obrigar esses
Srs. a nao* trazer o dis^inctivo que Ihes nao*
compete; aponta urna dellas a Francisco
Joze de Sou/a que ten do baix'a por Portu-
gaez Iraz hoje o tope Brasileiro ; outra diz,
que ujai Portu*uez que como tal havia
sido demittido do Bttdham 53 tornou a-
gora a assentar praca no mesmo Batalham.
Pelo qu respeita ao uzo indevido do top
eremos que e' ao Sr. Intendente Geral da
Polica que compete mandar tirello a quem
o traz nao' sendo Brasileiro: e' urna in-
solencia quererem estrangeiros, que se
confundem tanto com os Nacionaes uzar
da nica distincejao' que temos, e surrep-
ticiamente se envolverao' assim as ellei-
ces populares e em tudo o mais que pe-
los direitos de Cidadao' gozao' os Nacio-
naes se se llies nao' for as mos. Quanto
pdrem ao assentamento de pra^a e sobre
os Srs. Commandantes respectivos que de-
ve recahir a censura : nos nao' precizamos
de bragOS estrangeiros para as no^jsas Tro-
pas e nenhum individuo de qualquer
cargo, pode admittilos quando ate'o Pro-
jecto de Guardas Cvicas exclue os Brasie-
ros adoptivos que nao' tiverem certos re-
quizitos.
.
Um nosso amigo por um motivo
inverso nos enYou a seguinte.
Ufa


I m

(572)
s
CORRESPONDENCIAS.
R. Editor Todos tem direito a prote-
gao' da Le. Francisco da Silva Corumer-
ciante nesta Cidade, tem lium ou dous fi-
lhos ,. os quaes terao talvez j 5 annos de ida-
de :.iavia-os mandado educar em^Portugal,
e ao tempo da Independencia la' se acha-
ra*). Estes jovens nascero nesta Cidade
de mai Braziejra nata e seo Pai Brazileir
adoptivo: ao tempo da Independencia fcro
de niui tenra i da de e como anda hoje nao
tenha deliberaco propria por que estavo
e esto debaixo da adrainistraeo de seo
Pai. consta-nos que o tal Francisco da Silva
os faz uzardo laco Portugus, e os ha izemp-
tado de alistamento em Milicias por serem
Portuguezes. Nada mais revolcante : .a
favor desees Jovens que eu imploro a prote-
o da Lei pois que pela barbar idade,
e antibrazileirismo deseu pai elles nabdevem
ficar privados do direito de Cicladlos Bra-
zileiro o que ja hoje honrozo ; essei Jo-
vens, torno a dizer, nao thao, e anda
nao tem deliberacao propria ,. e o poder de
seo pai nao pode chegar ao ponto de espo-
lalos deuoi direito adquerido por o seo nas-
cimcnto. N5o sei se ser fora de proposi-
to intervir o Juiz de Orlaos ueste negocio,
o que sei que esses Jovens devera ser pro-
tegidos e nao abandonados aos caprixos de
seu Pai, de quem ao sao escravos,
V^Uanto a estes meninos enredemos, que
deve n ser chamados ao servido logo que
estejao em circunstancias disso. Niugnem
pode expobar-se dos direitos de Cidadab,
s pela palavra nao quero (jue a nica
allegacn que poderia fazer esses peque-
nos, quando sobre si: mas provavel que
a esse tempo elles mesmos indigna ndose
da villeza de seu pai, corrao a declarar-se
Cidados Brazileiros, como na realidade sao.
.OUI.I


^R. EditorAqu me tem V. m. meo caro
amigo, deposta a minha terrivel granadei-
ra transformado de soldado em susten-
tador de*polmicas, e com quem? Com
gente Iitterata, distincta, e *... desdeja ad-
virto que me falta a cortezania, que ta
?roprja em que aliza os bancos de urna
Fniversidade como impossvl em quem
sempre tem vivido pelas tarimbas. Mas es-
ses Ulustrissimos Sensores do Ohndense
terab paciencia pois de muitp sua livre von-
tade creio eu, se- viera intrometter cora
gente pleben. Intrometter. disse eu ? Po-
is na3 disse nada : chamar a contas pedir
jastificaca, oqu.esedeprehende da ultima
que me dirigir ; ainda que eu ca com os
botes de osso da minha farda assentei, que"
era bazofia e fanfarronee dos taes Ulustris-
simos. Ora", ^e elles pensa que sao os
Archontes dos Escriptores de toda a especie,^
posso hir-lhes dizendo que ninguem da fe
delles, nao. Nem tab ponco esperem que
c o soldado velho com ccatrizes hourosrs
se aprezntasse perante um conselho de pa-
zini'nhos*bzonhos, qu ainda agora prin-
cipiad a fallar ( e agora que faz bonl tempo)
como reo que va ouvir a sua sentenca. Na-
da nada nem fallemos nisso tocarei no
que me parece esseucial da tal accusaqao'
(nao quero mais chamar cumprimentos, que
palavra de que Os taes Ulustrissimos nao
gostab) equanio arnini dous sab os pon-
tos.
O primeiro vem a ser qando nao lia que
temer dos columnas: o a. que eu son
iniraigo da Patritica. Eisahi aquestab a
qual respondo que ha que temar dos
Columnas, e que eu nao sou i ni migo da
Patritica. Dizem os Ulustrissimos, que.
os principaes columnas desaparecerab e
que o Sr. Lenienha, e o Sr. Dezembargador
Mello naopodero tentar agora urna revolu-
cao : dos columnas principaes de Pernaai-
buco s o Martins Gustavo e Meirelles desa-
parecerao, e o primeiro muir gente affirma r
estar bem petto clesta Cidade : logo todos
os Columnas distnctos desaparecidos se en-
cerra, em dous ou trez, e era Martins
Gustavo e Meirelles que haviao Je sahir por
essas ras sos e'sem mais ninguem a fazer a
rusga ? Nao me facja rir. I .a esta na Pa-
tritica mesmo o Prezidente, que di\ i succe-
der (dizem) ao Exm. actual na sua projectada
demissab e por ordem superior E esse
nao era col un na principal ? To.lps os
outros, que por aqni estaS nao cuido sena |^%
em dirigir preces ao Todo-poderozo pela ,
firmeza da nossa Liberdade cujas preces
unidas as dos muito patriticos Aristocra^s j
podem muito bem alcangar a mizericordia
do Senhor Que gente tab mansinha tao
sancta! Dos os abencoe Mas que ?
estad todos por isso ? nao nos estafc elles
todos os das convencendo de que as suas
esperanzas ainda s^ naO desvanecerao? E
Janeando nos nos Dragos da boa fe, que
os havemos de fazer conrter, e respeitar-nos?
Pensetn os Ulustrissimos como quize-
rem, que eu cu, e o Povo comigo, o Povo?
Sim. o Povo quer estar de olho vivo nao* so"
sobre os columnas, como1 sobre os trabidores
ugidos liberaes, sobr^aristrocata* tenuefe,

i


*"P
ii. mi niiMimni
i
maduros, lograwtes fe logrados; e por tanjo
a porta ira de continuar a ser vigiada ;
n porta do Senhor Lemenha, e de mais
alguem, que qnem tem inimigos nao' dorv
rae.
Eu nao sou ininiigo da Patritica, e la
tenlio amigos; nao gosto de tratadores,
de entes nidios, de Aristcratas, d fatuo*-
zinhos, que ja teni posto no facto so' de
alli estarem as mais gratas esperattcas etc.
etc. etc. ora anda que entendo, qae ica-
rao com a agua na bocea, com tudo tam-
bem a eolurana icou na mesma ; mas fez
primeiro rauita patifaria, e eu tive tnuita
raiva della. Nao Sera' a Patritica urna no-
va Columna, estou por isso; mas que tera
la gente, e em abundancia, que nsd pode,
aem excitar o escarno publico chama r-se
patriota, urna verdade : que os gigantes-
cos projectos ali aparecidos cheii\io-nie
agua de barrella ou espuma de sabao, o
que I he eu confesso, desgote-se quem se
desgostar. Tudo isto porem nao constitue
um inimigo da Patritica.
Tenha passiencia os illustrissirios Srs.
do Olindense, se a minlia resposta nao
satisfatoria, bocado bom nao para solda-
do. Bem me quera escusar de entrar em
dize tu direi eu ; mas arrastao'tne, emp-
cbao-me, que lhes hei de fazer ? Adeos,
eu Editorzinho, vou at a Praga da Un-'
meii
a(ah! Unia, Unrab !) admirar o des-
caramento e confianca com que Os nossos
Columnas desaparecidos ali se ajunta a
dar a taramella, e quem sabe... nos raes-
mos pontos, em que se decretaVao os ca.
langros enforcados, os pasquins contra Os
liberaes etc. etc.: ja descobri ca urna" pe-
drinha mnito boa, onde vou agucar a baiO-
neta, e se a callo a um caxorro dessfes, faco-
o de espetada. Olha pata a gente com
um ar de eorpo ah cambada !
Sou como sempre.
Amigo cerfo
* O Setinella P.

aNUlNCO.

O Doutr Thotcn Antonio Mdcil Mon-
teito Fidalgo Cavalir det Caza Impe-
rial Proffesso na orden d Chmto d
Dezemhargo de S. M. /. seit Dezetfa
bargddornd Caza dd Supplicacam coni
exercicio na Relaom dsta Cidade Juiz
dos Feitos da Corda e Faznda e Priva-
tivo da extinta Companhia por o nies-
mo Snr. que Deas Guade tc
JLH Ac,o saber, que *e ha de arrematar a
quem mais der findds bs rfias dalLejr em
praca publica a 'eacr&va Marcolina crioula
com idade menos avahada em 8o$ooo rs. Para pa-
gamento do rest daexecugm dos Admi-
nistradores da Companhia contra os hr-
deiros de Esteva Gil da Costa Rbife ai
de Junlio de i83i. Joaquim Joze Ferreirfc
de Carvalho o escreVi Tfromas Antonio
iMaciel Monteiro.
0:

. i
AVZO do correio.
_ *S Snrs. Capitaes de Navios abaixo de*
clarados qnanto antes venhao rebeber os
premios das Cartas que entregaran ao Cor-
re o.
Brigue Portuguez Boa fortuna Vind
de Lisboa.
Brigue Inglz Wakefuld Vindo dd
Liverpool.
Brigfe Inglez Eliza Vindo de Livefr
pool.
Galera Ingleza Hughtinflor Vindo d
Liverpool.
Galera Ingleza Kangoroa Vindo d
Lq/idres.
Galera HamburguezaThetesVindo
de Hamburgo.
Galera FrancezaGrand Duquesine
Vindo de Havre.
Brigue Francez Grand Navegador
Viudo de Havre.

_____
XEILAO'
JL/E todos os movis, e hura superior
Pian no forte, hoje quinta feira 3o do cor-
rente pelas i o oras da manha, no atier-
ro* da Boa-vista caza n. 61.

'


.
VENDAS.


EstidOs de fil de linho, tfrricOS, prv

V
tOs.
j_ Pntts d tartaruga lizoS, abfcrtfls.
__Dtosde marrafa.
I- fitas para cinto.
eu biros de linho.
botina' de mrroquim pat meninos.
fet d linho lrzo, e brdader.
luvas de castor.
fofcWde fif d Knha para Snhoras, e
meninos.
.i.^day, eSfctinV.
__vestidos de cambraia de linho.
los de linho brancos, e pretos. ^


]

*
,
im

I
yn,Tudp4esttporjprquahdade, ,tima; moda.: na Praga da Uniao -N. 3i, e
.
Bjicos, renila, veos, e vestidos de fi-
jo' fJe iinlioHapj princesa a 2100 a libra,
e20, rs. a oitaya-r:hnma crioula de 19 an-
Ofr, que safee cozer, engomtr, e cozirihar:
j-a Praea dq Uiii/ia N. 20.
Na mesla se compra, e vende moeda
de oiro, e prata, e reeebe-se hum menino
hlho do Paiz, que nao exceda de 12 annos.
A Typografia, que imprima o ( m-
zeiro\ na ra da Cadeia-velha loja de An-
tonio Alvares de Souza Carvalhp.
... Bixas trocando-se as que na5 pega
rem, na ra da Cruz Botica N. 38.
. Huma mulata, que reprezenta ter 20
a 22 annos com hum pequeo, eaabe co*
zer, engomar e eozinbar Hum negro mo-
co : na Tua do Crespo 1). 6.
*m Um lindo prezepio do Menino Deos>
completo em todas as suas figurasa e com
diversas esquipacoes, obra feita no Paiz, e
por preco cmodo, a vista da perfeicao, e
galantari.js, que o compoe : na Typografia
a baixo mencionada das 6 as q horas da
manbaa, edas 2 as 6 da tarde.
... 1
~
PERDA.




T
JLEsdtf a ra da Cada-velha at o Hos-
pital do Paraizo hum bilhete de Loteria
n. 3454 com a firma da Jo'/e Thomaz de
Castro ; a pessoa que o achar, anuncie.

AVI20S PARTICULARES.
J Ose Pereira Campos, mandando anun-
ciar pelo Diario a sua sahida desta Provin- j
cia para Portugal a tratar da sua saude, a
pessoa a quem incumbi este anuncio etiN
vocou-se no nome, anunciando Joze P^rei*
ra Caldas, cujo Snr. nao pertende por ora
retirar-se, e porque pode sobre este enga-
o haver alguim duvida se faz o prezente
anunci.Joaquim Silverio cic .Azcvedo.
Joaquim G01u.es pertende retirar-se
para Portugal ; e por is$ aviza a todos
os Sen h o res que com elle tiverem con tas
as queirab aprezentar para serem embol-
sados.
, Sealgum prurgia6|lhe convier pas-
1 .
sar para a Cidnde de Lisboa afira de accom-
p^hhar ma Senhora que vai doente! desta
para a dita Cidade. Se dirijira'ao: P^ofes-
sol4, de cirurgia Manoel Pereira Teixeira,
que esta' encarregado de 'azer o ajuste ne-
cessario, cora declaraca nbcem que o de-
vera'fazer com a possivel brevidade, visto
que o nvio tem de partir at o dia trez do
mez de Julho prossimo no mais tardar.
/f Joaquim Pinto da Cruz faz sciente ao
publico que pertende se retirar para o Porto
quem com elle ti ver cpntas dirija-se a caza
da sua rezidencia na ra nova D. 33. no
prazo de oito dias.
Rbate-se huma letra d nove ceios
mil rs. a vencer em Fevereiro do nnno
vindouro de i83a. De muito boas irn.&ft
nesta praca.: quera qmzer anuncie.
Joaquim Pinto da Cruz faz publico
que pertende retirar se para a Europa :
quem.cm elletiver negocio derija se a ra
5ova D. 33. no prazo de 8 dias.
Romao da Silva Sdes, faz publico
que lhe he percizo ir a Lisboa ; e por isso
aviza a todos os que com elle tivetem con*
tas aparejad no prazo de oito dias.
Roga-se a pessoa que ja' por vezes
tem tirado, eainda ni ti mam en te tirou (har-
tas no Correio para Joze Antonio de Fci-
tas, tenha a bondade de as mandar .entre
gama ra da Cruz n. (>o, e se por acaso
de igual norne quena declarar a sua dio
radia a Hu de que ambos se possao' euteu-
der.

m

ESCRAVOS FGIDOS.
A,
I2docorrente Juho drsapareceo un
escravo de nome Jos G.dnnda estatura re-
gular, bem preto, quebrado de utna vea
e arquea as pernas para fora quem o acbar
le ve-o a ra do Crespo loja D- 5.
No dia 18 de Marco do correte f huma preta por rime Izabel, Conga, eteni
os signaes segu n tes alta, rosto comprido,
olhos vermelhos pernas grossas eom
hum dente de meaos na frente idade de
4o annos o Snr. mora no Aterro do Afo-
gado defronte de Joaquim ionizio.
No da 3 de Mayo passado desapa-
receo hum preto de nome Manoel baix.o,
magro nariz afilado, representa ter 4o an-
nos levou vestido carniza e siroula de esto-
pa grosa qualquer pessoa que o pegar leve-
o a ruu da Senzalla-velha, padaria de An-
tonio Alves Dias.

PERNAMBCQ NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA.

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Uni b i :
:; ; I .'-i '


/
?


Full Text
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