Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02821


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Full Text
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*NNO D'tt i83f. SEGUNDA F#RA ao DE JUNH.
NUMERO 13o.
9
as
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.S^CNr?"'e a,e"s"lmen, >!", pagos adanodos, em caa do Edita
15 souient
bem escrito*.
usere-u-ae gra. tm&Tfa proprio J* S"!? !! 'a? '' ""^ ** rle?!eb1m c"?*pod< <-
.. da &, 8e,,4o e,u feita L o meio dia e fil!^"SdosTC "' M""dM. puM-adu. di. mmed.
Oa MimoHM, que dm forem dos assignantea dyerSo,
daa de uutm coidi96ea, pi(gar por ad lioha prewa
>
a-
| rM
Tudo agora depende de nos mesmos, da nona prndenoia ,
moderado, e energa ; conuWma eomo pricipianios, '
eieoios a pn(ad< cooi admirado emre a Na9.it mais cuita*.

'

Proclmacao da JssembUa Gtral Jo Bratif.
WWKAMBUGO; VA TTPOGRAFA PIDEDlOIfA, RA )AS FLORES, N. 1 8. l83l.
-Lguns amibos nos tem pedido a publi-
carlo de urna arta, que a das temos em
fififo poder, viuda as mos de um delles,
^ o sabemos como. Ella escripia a um
' Columna esta Provincia, que mijitos ser-
vicos fe/, a seu senhor, a si; e nSo est us-
6gnada. A pezar das instancias dos ami-
gos, nao queremos publicar no mes de Per-
Biibucanos, que por sins poxes, e inte.-
rc*ses mutao tem trabalhado por trocar a
afticao de seus compatriotas t:n justa ex-
#1 T4ca<>, porque nau tiesta Provincia, que
elles tem posto en pratiea suas iuiquas
manobra, quando for tempo nos o fase-
JO01; porque antepomos o bem da Patria
todos os respeilos particulares. Tambero
nao puMiciiemos alguns periodos da -cur-
t, (tris.por iritehgiveis, outros por nao
interesal em ao Publico. Eis caria,
? Hbtttrissiroo Sur......Rio ab' de Maro
le i8h \ Nao obstante llie ter mandado
tiizer o que -s deve fazer, e o que tem h;\-
viJxi, torno ratificar os nieos utos, e conti-
nuo, porque nao tendo reconbecido a mo-
iWcje, que tm acolbido em seu smbolo
-este Rio de Janeiro asseno de Ibes fazer
a guerra que poder por fas ou por nefas, e
t bem fcil) de tirar as provas, visto que
sea canallia tem diieito de obrar o que
Ih vem US ventas, os homens de bem de-
*eai e po !e obrar mais, porem sempre con-
tra a corje porca.
\. Regencia actual, que he nulla, por
iif Coi feita por os farropilhas no campo
m feira, isto be no campo, de Santa Au-
ra, por Republico, e mais calila, esta' a
calor mesmo antes de os Sflrs. Despropo-
sitados nomearem outra, e a testa disto es-
tji'! e outros trahi.lores de i-
wil matuia, porque o quer sem ma-
~ifc nem menos metter na futura Regencia
o jarN..........sorjro; para que a
t> dias que -la/ a dliciar negros e uiu-
iutj, cjuuUmeAte os soldados, e se estad
>*
y
a rf unir no'caniDO da feira de S. Anua pa-
ra fazer estremecer mesnia Assembla,
obter os votos a sen belprazesrealem dis- '
to dsempregar se todos os Ofliciaes, e em-
preados Pdrtii^uezes atle Officiaes de as-
til};!, e isto vae succeder, quer A.ssenblk
queira, quer nao. e os mesmos Deputadok
Portuguezes vo lora; a carnaje vae ser
aqu terrivel, porque ha opposieaq.
He tp grande a desgrana, a cegueira
(leste foco do Rio de Janeiro, que quer de-
cidir por si dasorte do Brazil, e da Poiti-
cu da ur->pa, a qyd ser por tim, quem ha-
de decidir dos farroupilhas, que estao nos
seus trez mezes a pilharerb, e sjfarem-se co-
mo, me conto os que e mand observar
nos clubs delles. A reunio, qu est
fazendo he para muitas coizas, e entre es-
tas coizas, he o raiifro o principal objecto.
Em -cori-iequencia das esperancas, que
tem os negociantes e gente oppremi Ja, j
monta ao N. de 200 sabidos por lista,, qu
paraahi va se estafcelecer, huma, vea que
sustente a ordem, e o Sur. D. Pedro 1 ,
nao vo para Monte video, d America
atbe chegar o tempo da guerra com os
Montevidianos para porin suaa embar<-
ces e;n corso sobre este Brazil e levalIfc
ao 'ultimo estado. Eni vrdade esta gente
que vae ofendida, sem dar auza Ije d
esperar-se toda a ruina ao Brazil. .
A Regencia actual, que ja Ihe p^oso a-
firmar, esta no chao, pretende desvolver
Assemblea, e criar outra, porem os tas su-
geitinhos della que sao os mesmissimos
que fizero a trama do dia y, esto ja de
espeque contra a Regencia, que he juntar
a canalha e polla em campo e deidir del-
la, e do mais, e eu acho-lhes razio, porque
como os da Regencia assim o quizerao as-
sim o tenho ; e he muito justo que pagueni
o que fizro ao Imperador............
Eu ja aponteio que .devia-se fuzer aqni
viudo da hi, que be nao annuindo ao quefe
este Riosiibo, criar-se aqu a comissao se-
m-m


/



.
' !:V (5j
"'fe

i
\ j
.
creta na forma cle<5. Paulo, Mina, e Rio
Grande, para se mandar gente e'dinheiro,-e
os membros j* os indique! era huma que
lhe escrevi a das. ...... Aqu se nao
pode mais requerer adrt, secundo limna
nova resolucao d'Assembla, que te todos
os lugares serem romeados pla reparti-
do competente da^roviaeia, e vir depois
confirmar: que Ibes fass* bom proyeito,
por nqui va vendo como estara' o Rio de
Janeiro, huma pequea Provincia da qui a
trez aunes para sustentar urna Corte ; mas,
como magister dmt, fat..............
. Tudo quer ser Regente, se houvesse
i2,,ooo Regencias era pouco para os taes
meninorios. Quando chamo......tra-
liidor, c .. .. nao he com actual Regencia,
. he com o (pe eles fizero com o impera-
dor o Sur. D. Tedro.
'.Jos Bonifacio esta' no canto, pedia
r. demissao de tutor, e lhe nao dero anda,
ho sei que faro com elle, he bom que
pague o que fe?, ao Imperador. Agora ou-
co dir.cr, que sahira' Regente, elle, o Costa
Carvaio, elJma Francisco, porem julgo,
que nao tarda a Repblica aqni feita, e el-
le fgido para ah com o Principe, o tal
cacique agora amigo do imperador an-
zente, como lhe faltou a ti boa ppr onde
imputla, s que faz he chorar por el-
Je.....................
' fiima csqtiadra tem chegado entre
aqu e Baha porem ainda fio aportou.
He do seu amigo ex eorde F
Os erros de que esta carta esta cheia e
algun desconchavo de ideas inculcar por
author lgum ignorante ; mas prescindin-
io ainda da possibilidade de serem taes er-
res voluntarios, e fingidos, conhece-se
bem, que elle esta* em lugar de poder in-
fluir por alguma tnaueira nos negocios do
Urazil, eque est informado de circuns-
tancias d que so tem eonhecimento ho-
mens muito inteirados dos trapas que
formab a contiuuacao da marcha do nosso
tiraMco governo que acabou : os impro-
perios contra os Liberaes, o aferr a seu
Sehhor a pessoa a quem a carta se diri-
.giu nao dexao a menor duvida sobre os
cen timen tos do seu author. O certo e' que
nella se diviao travs desse aranzel de par-
ticipacoes verdades incontestaveis (pie
devem merecer tanta mais attenca quan-
to ellas sao confirmadas por Patriotas em
daa suspeitose que devem por7 a lerta a a-
queJJes que por tacis acreditad que nos es-
tamos segursimos e quenada mais ha temer.
Que se trama contra a Regencia; e con-
tra a Assemblea pela desordenada ambi-
ca deempolgar o mando; e que se tem
em pregado pan isto as mais vis intrigas,
nao resta duvida, o que nao admira na-
quelles que sempre tem sido trahidores,
falsos e voluveis para conseguir cmpre-
sos qne* populares, quer do governo.
Aquimesmo se tem pe atendido derramara
desconianca entre os nossos compatriotas
de cor e'esta sizania plantada sem du-
vida pe|a mao dos ambiciosos dos arist-
cratas e dos absolutistas : algn desse
nossos compatriotas que nada podem
ganhar na liga com tal gente, se tem me-
lis mente deixado levar de sugestoes e
formad agora queixas para que naO tera
razao alguma plaiuivel desconfiando ata
de possoas que tem constante pugnado
pela igualdade legal. Urna queixa soinen-
te ppontao que seria razoavel se ha fu-
ra fundada em ofonsns particulares, que
devem ser demenhum pezo ao hornera ,
que peza mais a sua Patria do que a sua ^
cor: dizem que pessoas ra.l educadas
tem offendido alguna pardos e pretos as
rondas eivio s e isto e' com elfeito assaz
reprehensvcl. O CidadiO nada perde,
nem desmerece pela sua cor, so a virtude,
e o merecimento distinguem os homeni, is-
to se acha estabelecido na noSsa CotHtitui-
qnb : por tanto quemsead conforma coi*
este principio, deve conheeer que nao pode
iriver entre nos a seu gosto.# E poi tiiu;f
justo que uns e outros entrem em seus de-
veres uns respeitmdo os homens, que
muitas veses I lies sao superiores em patrio-
tismo virtudes et?. ; outrs nao julgan-
do as couzas pelo que diz um malcreado e
n3o se prestando sobre tudo as vistas si-
nistras dos partidarios' do absolutismo, o
de urna fantstica liberdade. Se todos
queremos ser livrej, dev^mos ser justosn
c fraterniza r-mo-nos.
EVerdade que o despotismo do Tira-
no, que nos dominou poz o Rio de Ja-
neiw no Costme de dicidir de todo o
Brazil; mas esse costume hade desaparecer
com o tempo e desengao. Quanto mais
as Provincias se conservarem em ordem
tanto serlo respetadas pela Corte, cujoa
demagogos, anarehistas, ou ambociosos
se convencerao, que nao devem substituir
o lugar vago do ladro coreado. Nao
para temer, que a Europa se envolva nos
negocios do Brazil nao so pelo sistema de
equilibrio adoptado pelos Governos, como
porque os faropilhas della esto *em ajuste
de contas com os seus Tiranos ; e ain^a
mesmo que elle podesse e quizesse attentaV
contra o Brazil essa guerra produzirlT
a unio dos partidos e a aversao ao jugo
estraneiro faria deaa arecer o interessa


*' "
-**
privado, e surgir a unilo no campo da
honra combitendo contra oinimigo com-
raum. Quanto aos roubos, pode-se dizer,
que llei apirecer-? quaudo se verificar
cssa .oayij-ig que a mu! vadea do tollir >
politieo columna antolliou lia sua antasia.
Os Brailtiros so tao punco barbaros, que
ao' o desespero c apreseguigo os te feto
poucas vezes derramar o singue dos seus
fmos e os ron nos tem sido sempre
o mimo do principal ladro, que se oi e
dos seus sequiles : se os houver vira o des-
tes e nao dtquelles.
E una. das prova3 desta assersao a do
fiolumii, quaudo diz que Negociantes le-
varas com seus corsos o Brazil aos ltimos
puros. Nao sera a primera vez, que ho-
rneas infames e auti-Brazileirosperteneentei
a e>sa classe-tenhuft armado brizos assassi-
nospira roubarem o paiz, que tan gene-
rosamente os hospeda. Nio duv danos ,
que o 'Hrar.il ten !n de pideeer tolos os m i-
les que es*e malvado nosagoura ; mis pelo
menos fijara expurga lo o sea sei > de tin-
tos ladrees tantos infames, tantos traido-
res tantos ininiigos.
. Do demiisdcssa carta conhegao os nos-
oi compatriotas quanto ra ntajoso ui6
6 esta Provincia como a todo o Rrazii
mantera orde.n segindo vereda da le
ida jnstC/t, Precisarnos de energa d
vigilancia de patriotismo ; mas este mes-
mo patriotismo; exige de nos circunspec-
cao, e madureza: frustremos as tentattfae
quer doi ambiciosos sob cipa de libertes
qiier dos absolutistas descubertos e tes-
farcadas. Mostremos, que nao fora5 bal-
dados Untrjs aiinoS de experiencias que a-
proveitanvos a licao,. e que podemos dil-e
aos bo$os, compatriotas, que nao ati-
%-erem tomado Vigiemos em ordem! Unia!
> '------------r1
m
55)
T
VVDA3.

|
U:
- \1 encerado de eobrir caixat grande,
feito de lona seai uzo algum : na ra da
Guia N, a5. i ; ~
^ Urna casa de familia, pinto a casa ior-
te :., ha vna de Agoas verdes a illtarga de
S. Pedro D. 26.
Para tora cU Provincia um escravo
com 2 mu* de trra: na ra do Faguudes
lado I)ireito ao a. andar.

COMPRAS.
TJj\la casa tarta, ou da obrado em boni
lugar : anuncie.
. Geometria, e Tegnomitria de Lacroix :
fea Vna dircita botica N. 11.
Compra-se, ou arrenda-se um sitio,
perto da traca nos lugares de Belem, Afli-
tos,e Mangninho, que tenha trras para
plantar de capim, ortalicas, e com arvores
de Frut ; aminncie, ou dirija-se a casa D. 2
no largo de S Pedro.

ARRENDAMENTOi
U V Sitio pequeo na Estrada do Ro-
zarinho com boa caza, e baxa para capiri:
za ra do Colgio loja de louca, e Vidros.
*=*=
AVJZOS PARTICULARES.
P
Erciza-se de urna criada capaz para acom-
panhar ate Lisboa urna Senhora doente, e
tractar d'ella durante a viagem ; quem esti-
ver nestas circunstancias dirija-se ao I. P.
Adour na na nova.
Quem anunciou no Diaria de sbado
querer ioojfooo rs. a juros de 2 por cento
ao rnez com boas firmas, on hypoteca em
escravos, dirija-se a ra do Queimado D.
iG, ou no largo do Terco N. u>.
__Joze FranciscoMoreira fas sciente que
se retira para Pqrtugal.
Brawn Lindsay e C. Negociantes que
forao nesta Praca fazem sciente ao publi-
co que a sociedade que tiveraO debiixo da-
quela firma se acha inteiremente extincta.
--Jnao Joze da Silva, retira se para Por-
tugh quem com elie ti ver negocio pro-
curo no botequim da lingueta.
Luiz Pereira da Costa faz publico qu
pertende retirar-se para a Cidade do Por-
to.
Joaqnim Joze de Souza retira-se desta
Provincia.
O Sr; Joze Antonio Cavalcanti queira
anunciar o lugar da suh moradia para ser
procurado afim de se lhe entregar hum cr-
dito, que lhe perterice'etc.
'. > '

ESCRAVOS FGIDOS.
Eugenio, crilo de a3 annos, tem uniaL
xaga crande na perna, anda fgido a 2 me-
ses pelo Mfanguinho. ate Monteiro : auem
o aprehender leve-o a ra d'Agoas verdes a,




un>r.i ta Jgreja de $. PeJro D. 2^.
tieeleci, representa ter in unios, es-
tatura ordinaria, cor fula, e a ou 3 marcas
las costas: queni del la souber, partecipe
a Seriliora no Aterro da Boa vista casa do
Dsem.bargador Jacobino.
\o dia do corren te fogio um mole-
qne 4ligla, de nome Manoel, ja ladino, 17
anuos, seco docorpo, levou vestido urna ca-
nii/.i de pao de liiio eomprida, e una cal-
ca curta de estopa, e supese ter sido fur-
ta.lo : ta ra do sebo na Boa vista sobrado
D. 12.
Un n^gro da Cota, Joao' cgo, o
qu.tl tera urna grande tei ida na perna es-
qu.-rla, v pouco ; eos tu maya ira lenba e
capi.n, e sii;jpoeni-^e 3st.1r.pelo mato cor-
tando o para' oiuros a tr/erfn ; quena o
pegar leve-o a Jlua do Vicario Caza N.
7-
?

JSOTLCUS JVJAMTIMaS.

flavio filtrado no dia 26 de Maio.
Ilha da Asrencao ; 8 djas; G. Ing.
4fia;dp. Wjlliym S/fnicd ; em asfro : a
ohuston Pater e C. Seguio para tyjaranhao
Entrado a 27.
S. (oneci-
db da Ponte; lVI. lanicio Mirqes: cai-
xas : a Jos Rodrigues da-Silva Barroca.
Porto de pedias ; 1 dia ; S
fit da Ponte; VI. lanicio Mirqi
* t r
A 28.
Liverpool ; 44das; B. Ing. Fortune^
Cap. WL (1 lirodie : fazendas i a Johon-
ton Pater e G.

fjOiidres; $7 das ; Barca Ing. Colunia
lMktt% Cp Willi irn Waterscook :
bacallao : a Smitli e La peas ter.





A
*9>
i
;
H di fax ; 5* din 1: B& Ing. Plover^
Cap. J. Godrey : bacalhao : a Diogo Co*
ckstioteC.
A 3o..

Lima ; 5o di?s; BE. Ing. llama, Cap.
George Moree : madeiras de tiugir, sassa,
e pesos duros : a RcardOotle. &euio para 1
Londres em 3l.
A ti.

New-Bedford pela costa da Patagn
nia 10 meses ; G. Ainer. Octavia, Cap.
Granville Man ter : azeite de peixe : A. P.
Ciato. Seguio para New-Bedford, no mes-
mo dia.
Junho 1.


Rio Formoso ; 1 dia : S- S. Antonio Lt-
geiro: M. Jos Joiquim di Costa : caixas:
de Jos Luiz Paredes.
Goiana ; i5 dias ; L. Ai. S. do Pilar,
M. e dono Silvano Jos do Espirito Santo ;
caixas.
Serinhem ; 1 dia ; S. (onceicao-, M.
Antonio Jos di Silva ; caixas ; de Jos Jo-
aquim Fe-reir d' Almeida.
Goianna ; t dins; S. S. Joan Diligente,
M. e dono Antonio Pinheiro de Mello : cai-
xas..
Terra Nova ; 4o dias ; B. ing. )id&1
Cap. James Luscambe : bacalhao u Snith,
e La 11 cas ter.
A 10.

Jlamburgo ; 53 dias ; B. Diara. Tri-
tn, Cap. Pedro B. RreckJing: MSi :
a N. O. Bieber.
- Rio Formoso ; 1 dia ; S. Aoe Maa
M. Francisco Martas de Oliveira ; cai-
xas: de Manoel Jos.

A 12.

.

Rio- de Janeiro : 9 dias : E. Mari* da
Gloria, Cq>. Joao Antonio Lisboa ; raolha-
dos : a Vianoel Pereira Rosas Pass .geiros
j- Lniz Manoel 'Vires, Joa6 Francisco
Bastos Jnior, Jos Antonio de Fre tas
Mariana Pinto Ferreira Velozo, e dois iC
lhos menores.
Rio Formoso 1 dia ; S. A'. S. do /io~
sano, Ai. Jernimo Moreira : caixas : de
Jos Antonio Falcad.

11-"
rnn

i ..,


I

V
Rio Grinde : 18 dias; B Felis Desti-
no, M Pedro Dias : carne seca : dejse Lu-
iz Paredes. Passageiro -, Jos Antonio
Martins Wesquita.
Liverpool; 5o dias : B. Ing. Be!%rare9
Cap. WiJiam Everard ; differentes gneros :
a Lorve Ricardsows.
PERNAMBCO NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA.

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PERNJMBUCO. NATWpGMElA FWIDIGVJ. i83i

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CORRESPONDENCIAS.
.
Sk.


Editor Como se vae proceder na
Provincia do Sear, ele i cao d'huin novo
Senador, por deixar vago este lugar no Se-
nado o Mrquez d'Aracaty, que tao heroi-
camente abandonou o BrazjJ, de cujos in-
teresses elle nunca siinportou ; e consten-
do-nos que huma grande parte dos Snrs.
Eleitores daquella Provincia, descobrn-
do no Padre Jos Martiniano d'AIencar
todos os requezitos exigiveis para hum to
honroso cargo'; gentem porem nao pode-
fem encontrar o ca idade; achei de meu
dever, como Cidado, e como amigo, azer
publico a idade d'aquelle tao estima vel va-
rao, por meio do Documento junto, que
rogo a V. ni. queira transcreyelo no seu Di-
ario i afini de qu saiba o Sear que, no,'
seu mesmo solo, existen* Cidados natas,
bem dignos d'esta nobre eleicjio; e que nao
a faca recahir, por ignorancia, em algum
Mrquez, que nos pregue a mesla peca
que o ntro, Sou i>nr. Editor etc. etc.
Hum y/ssgnarite.
O Padre Jos Martiniano d'AIencar Pres-
btero Secular Deputado as Cortes do Bra-
zil, quer, que, revendo-se os Autos de mo-
r bus a que se procedeu quando se Ihe pas-
siro Dimissrias pira o Suplicante ascen-
der a ordem de iiaeono ; s Ihe d por
certido a poca em que foro passadas di-
tas Dimissrias para a referida Ordem :|e
outro sim a certido de &ua idade, como
consta aos meamos Autos cima Pede ao
Sur. Doutor Provizor assim o queira man-
dar Recebera Ulere Passe Reinau.,
Joaquim d'Assumpeo, Presbtero Secu-
lar, Escrivo da Cmara Epjscppal de Per-,
nambuco etc. Certific que, revendo, ps Au-
tos de que faz menco o requerimento su-
pra. d'elles consta ter-se passado ao Reve-
rendo suplicante Dimissrias para a ordem
d biacono em 2 3 d'itubrp ,de *83i ( e-
ra-lhe ento neoessario 22 .aunos) utro
sim consta dos mesmos Autos de moribus
ieverendo suplicante, nascido nos fins
\D de 1701 ( hemse v,que para, i83i,
tameate 4o *Rn08) 9 referido he
e. Cmara (Episcopal d'Olinda em
ii;)Te Junho de ifei O pifo >a-
crnim /l'^aumpc^o, Esenvp da Mrnra,
Episcopal.
Estava reconhecida pelo Tabeleo
Cidade d'Ofinda.
da

OR. Editor Eis-me pela primeira vefc
encomodando-o tenha paciencia, e oussa-
me por um pouco. Felis mente pude ob*
ter por certido dtiAS informacoes que o
meoex-Commandante de execrando memo-
ria, o Sr. Teen te Coronel e Lente Antonio
Cardozo Pereira de Mello dirigi a meo
respejto ao Sr. Lemenha a primeira aoom-
panhou a urna reprezentaco minha, que
a.esteSr. declarando o motivo que teve
o Sr. Cardozo, para me remover para a
Fortaleza do Buraco quando me axava
prezo, e a segunda a um requerimento em
que eu pedia a Praca por menagem das
ques enforma^es V. m. far-me- o obze-
quio inserir partes, que me merecero
alguma afenco. Eis fprmaes palavras.
O Suplicante axando-se prezo no Estado'
Maior doCorpo de meo comando pelo mo-
tivo da fuga dos prezos de Justica, nesta
Fortaleza, deixou a prizo, e saio do Quar-
tel pelas 11 oras da noite do dia 4 do cor-
rente em ocazio que iz a minha ronda ,
e 'jdei peto aua falta etc. E quanto
ao que diz sobre o Tenente Antonio Bene-
dicto, nunca tive noticia alguma que elle
fosse a sua caza estando prezo e nem
tan)bem disto tem noticia oMajor do Corpo,
de quem me informei, e s o referido Te-
ndente algumas vezes saio foi com co6en-
timeuto clelle quando se axava d'Estado
maiqr etc. Se-m^e-he permetido in-
formo a Y. Excellencia com o juizo que
dell/e faco e por mim enterposto na reiar
cao ele conducta 'reitirando o com o que
depois dice em o meo oficio de 22 de Junho
na parte que.Ihe toca e enfermando a V.
Excellencia a respeito da Qmeagem, que
pedeem p, seu requerimento .tenho a (zer
que nao o conciderp pas circu^isfancias de
a obeter qua,ndo ella,t)frp.;sej^. anoiada em
Le expressa pela reprebensivel conducta
que tm clesenvolvitlo c, e do que V. Excelencia, est ,bem e^te^
rado etc. Ora Sk. Editor he pe-'
cjzp um ,h9pem i;e(vstr-se 4a paciencia
lhantes falsidades i\ao sena mais auozo
V

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T
^T
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'
to Senbor Cardov.^ falar a verdade e di*
zer na saa informaco que tendo-lhe de-
nunciado eerto Oficial, (alias meo amigo,)
que eu costumava ir pela noite aminhacaza,
elle foi de propo/ito aoQuartel para pu-
I >
der de mi".a vingar-se !'. Aqui vem o
Sr. Cardozo dizer que leo pela mrnlia fal-
ta, en ocasiao que fa/.ia a sua ronda, ?
Seria para alegar servidos e obter do Sr.
Lemenh a os agradec mritos ? Pois o Sr.
Cardoo do Corpo-das^Ordenangas para
fazer servidos cazacalmente! Durante o
tempo (jsie S. S comanden o 8. Corpo
sliponh que fui a -primeira ronda que fez,
pelo menos nunca rondu em ocazioque
eu estivesse d'Estado Maior. Diz adiante o
Sr. Gardozo, que nunca lhe constou, que o
Tenente Antonio Benedicto, fossje a sacaza
ese agama vez saio, foi com consent raen!
t meo quando eslava d'Estado. Muitobri-
gado, meo Senhor isto o que falar a ver-
dade E depois que fui prezo quem con-
senta o Sr. A; B- ir a sua caza? Eu estou
certo que o Sr. A. B. no hade negar, que
quaze todas as noites ia dormir em sua'
caza e quando elle por condescendencia
ao Sr. Cardozo ou medo da restaurado
da columna tal fassa, eu aprezentare
provas suficientes para o desmentir. Vamos
10 ultimo que tem seo pezo Eu
siiponho que o Sn Cardoz quera que eu
segissc o seu exeroplo, ora fosse columna,
ora Constituciona'l, e que fossemos con-
formes no nosso modo de pensar nao
e.t Senhor Cardjzo, o meu carcter;
apenas xeguei de Fernando e tive noticia
dsti infernal soeiedade *amada- (Colum-
na deixei de requentar a amizade de alguus
rteos cmara das, por pertencerem a esta
soeiedade e tratei ne procurar a estima da-
quelas pessoas amantes da Liberdade em
urr.a paravra deciarei-me Constitucional,
eis de quando Qbservou o Sr. Qardoz [
desenvolv me uto de minha repreensivel
conducta juntamente nao tolerar o ataque
que me fez o Sr. 'Cantazo' por estar leudo
no Estado Maior, e meos Cumpanheiros
os 'Peridicos Diario Copular e Corts-
titueional, que disse S. S. erao revoltozos,
desde entio foi que o Sr. Card mt, de todas aS maHads',' e 'vingaucas
pijtf ire SQcumlnY,' e fazer desesperar : co-
uio fosse tirar-me; me carnerada, que a
l;i; ie concede ; e/tfeno/s de eu tier a Praca
pY' omriagm, mandn ao Major dirigir-
me 6ma ortern, qu quanto' antes resgatas-
se un recibo meu de oize mil e tantos reis
que se achava na caixa do Comit ; oque
promptamente saptisasendo, fiz ver ao di-
o Major, qu ti'ti&qu da Admjrustracao
dos fardamentos existia tambem um crdi-
to meu de sete rail e tantos reis, e que o de-
zejava saptisfazer. Emediatamente ordenou
o Sur. Cardoso a reunia dos membros do
Concelho da^uella caixa emandoiflffisar-me
para eu entrar coma quell quantia, oque
assiri ofizperguutar-nie-ha o Snr. Editor,
a? era tosom esta divida, que existia em dita
caixa. En lhe respondo : existe em divi-
da na dita caixa setecentos secenta e trez
mil e tatitos reis, e a nenhum dos devedores
o Sr. Cardoso mandou avisar para resga-
farem seus creditas se nao a mim, e a dois
companheiros, por nab sermos da sucia
cotumnatica, havendo entre os mesmos
crditos, um de du/ents e t'rinta e tantos
mil reis, outro de dusentos e -treze mil e
tantos res, assim a por poca o. Basta Sur.
Editor, para fasermos urna completa ideia.
doquanto dominado pelas suas paixoes
partcula ros o Snr. Cardoso, he bastantes
rerraos a ordem do da 21 de Feverero do
corrente enserida en seu Diario N'. 5d do
10 de Marco. Nao he pira' desabafo de
minhas paixoes, que lhe dirijo a presente
correspondencia ; sirii para ver se-o Sr.
ardoso se coibe, e para que se algum da
tornar ao Comando do S. Corpo a'rt-
Ineria ( que Dos tal nao permita) saba es-
timar aos seus Ofticiaes, tratando-os com
aquelle melindre que Ihes divido., e pu-
n ndo-os quando elles o iereca\ Sou Snr.
Editor.
>
Seu amigo e respeitador.
Flix Pe'vira Dourodo*
i. Tenente.

ONn. Editor. Entre os Emblemas, que
appareceram na illuminacab do pateo do
Collegio no tempo do ex Presidente Tho-
toaz Xavier, fi)i um o de Hercules, calcan-
do com um pe' o clo do despotismo em
forma *de m monstro hornvel com um
grande rabo enroscado, em cuja ponta se
va urna especie de firga. O monstro ape-
nas curvou os bracos, e deitou a linga ou de
fora ficando cora os ps firmes, e o longo
rabo erguido; o que vendo eu com attencao
persnadi-meque a signficaca do Emblema,
era que nem o mesmo Hercules poda es-
maga r o despotismo rabulo de Pernam-
bnco. Em verdade indignado avista do
Emblema compu*z um soneto e umaNqua-
dras semilyricas contra o tal despo>mV,
e entreguei a versalhada na sua Typogra%
{>ara se imprimir e publicar; Vm. porem
na6 consentio e eu iquei com o meu tr-
blho de alguma forma perdido. No da



NMM



I <54i)

V
----------
Sy


trez do corrente os Snrs. Acadmicos do
"Curso Jurdico cora enthuziasmo patriti-
co festeja rara o Anniversario da Abertura
da Assembla; e tendo eu a honra de assis-
tir a seus alegres festejos deram-me ura b-
lhete para ir com elles ao Theatro acom-
panheos : reprezentou-se nm Drama ccm-
posto pelo Acadmico o Sr. Jos Alves ;
appareceu na scena um Despotismo cober-
to de cabellos brancos at a cintura per-
suadindo a Onda com suas costumadas
artimanhas que seguisse o Governo antigp,
pois era o legitimo e que visse que aque-
riam deitar a perder com as novas ideas
etc. Olinda firme em seus solidos princi-
pios a nada ceden. Entab o monstro de-
sesperado, tizando do terrorismo lanca
a rtiiS do braco de Olinda, e com furor
lbe di Tu es minha escrava obedce-
me Acode n LiberJade e ambas lutam
com o Despotismo ; iancarn o monstro por
trra e cantara o sen triunfo, entre tanto
que elle, faz esforcos, inuteis por Jevantar-se
finalmente cahindo muitas vezes ficou en-
tecamente, prostrado. Ao mesmo. tempo
lutava em meu interior a Liberdade oom o
despotismo : em que teiiho sidt sempre
massacrado opprimido btropelado por'
elle ; conhecU bem que a quadra daquella
poca nao era propria para poder falac e
at sabia que se pertendia que eu mudo k e
quedo sofresse todas" as oppressoes, e in-
justicas comigo pratieadas ; mas a ibr-
dade a pezar de tudo venceu obrigando-
me a vomitar o soneto *com que ha tanto
tempo esta va empozinjdo e mudados
aJgunS versos o recitei, fazeudo ver a o
filustre Auditorio que aquelle despotismo
cabelludo tinha acabado de excitar o meu
justo furor. Ei-lo ahi.

SONETO.

At quaodo at] quando despotismo ,
Ostentaras o teu poder infando ?
Abate teu furor monstro execrando ,
V que da morte ests no parocismo.
Vai no inferno exercer o terrorismo
Teu sistema com fraudes propagando ,
Leis do Brazil o poyo heroico, e brando
Ja reconhece o teu mach'avelismo.
Teus planos., e traices esta patentes ,
Ja de nada te vale a impostura ,
era teus, esforcos debis, e impotentes
Nq^raailja^a podes ter ventura:
Lfatias do atro Averno deligentes
Ja cavada te tem a sepultura.
Bradou-se Da eaput, da caput. Re-
citei-o de novo e rauitos Senhores Acade
micos recitaran! suas otras com igual ap
plauzo. No dia quatro divulga-se a faustis-
sima noticia da inesperada queda do ver-
dadeiro real despotismo : urna endiente
de jubilo se diffunde pelos corac&es de to-
dos os. Liberaes, rehnem-se os Snrs. Aca-
dmicos ealgunsOlindenses na ra de S.
Bento e com hum enthuziasmo patritico,
e transportes de prazer inexplicaveis mar-
cham com a. muzica do Batalho na melhor
ordem por todos as ras entre alegres vi-
vas sem se offender. a ninguem, eu os a-
companhei ate certo ponto concorrendo
para a boa ordem, e tranquilidad^ publica
em extases de gosto. Nos das seis, e sete
houverara alguns movimentos que sao bem
patentes, e tudo se concluio em paz, e
trariquilidade. No dia 8 houve Theatro, e
nelle recitei um soneto que compuz sobre
o dia sete de Abril, dia sempre memora-
vel. e urna colxa sobre a planta da f.iber-
dade.
SONETO.
i t -
Dia sette de Abril, fausto dia !
Qnantp alegre raiaste no Oriente !
Tu foste para nos perenne fonte
D'immensos beris, de gloria, d* alegra.
Ja punida ficou a aleivozia
, Do insano Pedro lpuco Faetonte ;
Sua qjida legal a historia cont, .
Mostr nossa raso nessa energa/ .
Leam-se nella os fictos gloriosos
Dos que obraren) com tanta lieroiccidade
Nossos dias fasenJo venturosos.
Nao se abuze da nossa humanidade:.
Brasileiros, alerta, valerosos .
Sustentemos da Patria a Liberdade.

A planta da Libtrdadc
Vai florecer no Brazil.
,
; CQLXA.




i
Tem toda fertilidade
O Slo Brasileiro;
Nelle vae. vingar este anno
A planta da Liberdade :
Embra a perversidade
Desse partido servil
Pretenda ver a gentil*
. Cara Patria escravizada ;
Pois sempre a planta agrada
Vai florecer no Brasil.
- Muitos Srs. Acadmicos tobem nesse dia
recitaram suas obras poticas ; e final-
mente no dia a8 houve Theatro, e nelle
recitei o seguinte.


r
**
prt
i


' SOLETO: "
3>aM bens, Brasil b' Ntttt aniada*
Ratpieou cfTirano; desunidos
Seus projets' 1 ica Chrai,'Servs, a qiid'a nspera dv
"Deste sucso'a gloria sublimada "'
Ter^inou n&ssos ojales fclsabrido ;
lrdsiteiros', agora sempre unirlos
Sustetemos a Patria libertada.
Ntfe&i revoluto foi portentosa ;
Ser angu se Operou, o' Brasileiros,
Seja s'em -sangre i lJafra venturoza.
Marte dotouHio* d'anir.os gerreiros
r^i^no Natura urna alma generosa ;
Como Asta? s-jamS justiciros;
Oivera dar 1-gr no seu estimatel Dia-
rio a estas-insulsas rabiscas pois lhe ww
pk>ra Seu'res^itozo- creado.
Jos Joaquim de OJiveira Maciel.
LOTERA.
J i estimo dos premios salados, no 9. da.
Premios grandes.
Premios
taxo 9. Joto- Protector niucrfarl ri. Pry
daCollegio teiiipara Vertdei urna pequea
pdrVJg de carne d Ro Grartd bordb, .
do :mes*no! Fttl*oj e pf circunstancias
ob'rigad a- far *Leila 'dla por conta
de1 quera- pertfencer ; oqal' cmec/ara des-
de terca fif a 2 do corrente mez deJu-
nho, -abordo do referdb Ptax, na cer-
teza1 de que a carne se vender,!(seja qal
for o precoj a fin de;podr! desembarazar'
a erabareaco, que dve seiii( dtrira se-
guir o seu destino.

oooou.
.
-----

.
'.. .
' _

-. a
. Sjjdoo
. ijSooo
. 4$o
. I -10,0000
iNu raeros
i5o .
1317
3700
77O *- v *
3o*o(> W. .... 4o^oo
j^G4 3o^ooo
iV .......... lo-^ooo
,55o .--.. '. 3oo$ooo
3:>o,a io^ooq
4331......... o$ooo
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3aai..........100^000
586 .: ; J l .liojooo
i555 i\ l i; 3oo$ooo
E mais i3i preorioS de 8^000 rs.
P
^avioaiwETe.
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Ara carregar as&ucr-, para fcjftatqneV por-
to da Europa, o ubvb' gue Jolly Tar, 'orrkdbv convier dirija-se aos^SftS'eohSignatartos
IVaca do Corpo Santo N.'-3.';-' '
. A 1 \n ___ :
J
VENDAS.
TT
UM negro moco, entende de padaria,'
para ora da trra : na ra de Santa There-
za D. 29.
Unas taboas de garnao, e seus copos,
tudo novo: na ra de S. Krtta Nova D. 809.
Azeitede dendc a i^ooors. a caada,
e a 160 a garrafa 'arinlia de milho : na
ra do Rosario, esquina do beco do peixe
frito.
Um Oratorio, com Imagens': na ra
! da Coneeicao d^ecie S. i 6.
Obras de marcenaras de toda a qa-
lidade, viudas do Porto ; na ra estreita
do Rosario D. 33.
-i-'2 fasendas de criar gado, com 6 lego-
as d trra, que forao do alecido Francisco
Rodrigues do Passo, lima por nome fasen-
da do pico, e a outra da pedra, sitas, nos
Cariris, termo da Villa real de S. Joao ; es-
tas fasendas tifio-de vender-se em praca
publica pelo Juiso-de Fora da Cidade do
Recife. em Julho do presente auno.
lira escravo criollo, 18 annos : em
casa de Manoel Rodrigues do Passo, no
Aterro da Boa-vista.
Rape ltimamente ehegado a 22oo rs.
a librare 25rs. a itava ; e chapeos de seda
por preco muito cmodo : ha Traca da U-
nio k>J4 N. 20.
i
' I
flto
.
ol AV1ZO PARTICULARE.
X Rdt-se de huta rapaz de; i5 anuos
para cima para e e'n'ipregar n ffiicio de
bandor ra Typo^rfia Fidedigha : a'en>
quizer exercer ste'fdgar aprezenV^-acia
mesra^rytrafii.' ,Lnr*ev
11 j 1 I 1 ; O 'Ji i "'/ <-'< A
f Oiquim Jc*/e d' Oliveira raestre do Pa-
6 rt f ;>ii>if:"1 ii..'i. .F.'if*inifTn>''"0'
-II ; \Pl\:MMmCQ> N"TOPOGRAFA FIDEDIGNA.
; '1 .n-ii.wl'J : n On ', m (

.)tuu^-t> o i^JiLrn
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*-._ r


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