Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02815


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Full Text
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ANNO DE i83.
SABBADO ii DE JUNHO.
NUMERO ia4
MAM 11 FBIRAMBUG

Subscreve-se mensa ente' 640 rea, pagos adiantados, en caza do Editor, ra Direita N. 67 ; onde ae recebem correspond. .c-
as, e anuncios ; este* inseretn-se gratis sendo dos proprios assignautes soraenle, viudo asignados, t sero publicados ao da iuniedia
to ao du entrega, sendo esla feita ate o meio da e viudo rezumdos e bem escriptos.
O* annttiteios, que nao forem dos assignautes deverao, a
tem das de mais condicfies, pagar por cada linha iaapressa
4* res.
1
i

i
Tudo agora depende de nos meamos, da nossa prudencia,
moderarii), e enjrgia ; continuemos eom pricipiamos, o
seremos a puntado* com admiraco entre as Nacoe* mais cuitas.
Proc/amacao da Asicmblta G*ral dm Mraml.
PERNAMBCO; SA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA, RA DAS FLORES, N. l8. 1831.

ARTIGO D'OFICIO.
N
V5 cabendo as minhas attrbuicdes a
criacao de hum corpa de Guardas Cvicas',
para cuja organizaco tenho sido instado
por alguns dos Paisanos, que voluntaria*
mente tem rondado todas as noites, desde
y do carrete, ja debaixo das ordens de V.
S., ja das do Commandante da Polica, do
que tem resultado a conservadlo do socgo
Publico nesta Cidade, e convndo appro-
veitar o zello, e actividade de tio estima-
veis Cidados, que sacrificao as horas do
seu descanco ao oem da Patria ; depois de
agradecer por parte da Provincia V. S,
e elles os bons servicos, que tem presta-
do, e que ja tem sido levados ao conheci-
meuto da Regencia do imperio : cmpre-
me recom:nendar-lhe a continuaco das so-
breditas Rondas pela maneira constante
das nstruces induzas, ou por qualquer
outra, que V. S, achar mais acertada ; at
que por ordc:n superior sejo dadas me-
1 llores providencias Dos. Guarde a V. S.
Palacio do Governo de Pernambuco 3i de
Maio de i83i Joaquim Jos Pinheiro de
Vasconcellos Snr. Juiz da Paz do Bairro
de Santo Antonio, Fes Joz Tavares de
Miara Kxpediro-se iguaes aos Juizes de
Paz do Recife, e Boa-vista.
nstruces para a Polica de Paz da
Cidade do Recife.
Capitulo 1. .
Alistamento, Divizo dos Alistados, e
Emprego das Patrulhas.
Art. 1. O Juiz de Paz de cada hum dos
Bairros desta Cidade far no seu respecti-
vo Bairro hum alistamento de todos os
Paisanos, que voluntariamente se quiserem
prestar ao SerVico das Rondas."
Art. 2. Haver hum Inspector, noirea-
do pelo Juiz de Paz para o ajudar no tra-
LmIIio do Alistamento, e inspecionar os A-
Jistados.
Art. 3. Os Alistados sero divididos
em Companhias, tendo cada huma dellas
6eu Director particular, nomeado pelo Ins-
pector com a pprovaco do Juiz de Paz.
Art. 4 Cada coinpanhia ser subdivi-
dida em Patrulhas de 10 Individuos, com-
mandadas por hum Cabo, nomeado pelo
Director com approvaco do Inspector,
comraunicada ao Juiz de Paz.
Art. 5. O Juiz de Paz designar o nu-
mero de Patrulhas, que forem necessariag
para Rondar no seu Bairro, desde as Ave-
maria ates a meia noite ( porque dahi em
diante rondar a Polica de i." Linha au-
xiliada pelos Milicianos). O Inspector desi
guar a Companhia, ou Companhias, que
as devein prestar e os Directores das Com-
panhias destribuir as Patrulhas para oer-
tos, e determinados lugares, alem dos qua-
es somente deverao passar em auxilio de
outra Patrulha, acommoda^-ao dequalquer
desordm e seguimento de algum crimi-
nozo, ou pessoa suspeita.
Art. Haver hum signa], ou Santo,
dado alternadamente por cada hum dos
Juizes de Paz a todas as Patrulhas dos Bair-
ros, e communicado ao Commandante da
Policia Militar para evitar, que debaixo
do pretexto de Patrulha rondante se co-
meto desordens.
Art. 7 As Patrulhas farao o servico com,
as -Aimas que o Juiz de Paz designar, re-
quisitando ao Presidente da Provincia,
que Ihas mande fornecer pelo Trem Nacio-
nal: Estas Armas sero guardadas em casa
dos mesmos Juizes de Paz com as cautellas
necessarias entregues aos Individuos das
Patrulhas na hora, em que se distribuirenj
as rondas, e restituidas por estes quando
se recolherem. Fico responsaveis Fa-
zenda Publica pelas Anas nao s os Indi-
viduos, que as extraviaren!, como qualquer
dos Cheles pela omissao, que tiverem em
as azereai entregar, e bem assitn o Juiz de
Paz pela guarda, e conserva^o das tnestna.
m }


*.' Yftf "*


r (5ia)
*
;

(apitulo 2. ^ .
O!.: 'r'ir :>rs das Patrulha rondantes.
kH. 8. Corojo iu deltas Rotulas Je-
ja manter a segor^Hca, e t.anquilidade Pu-
blca, devorar) as l'a ruinas i npedir, que
se ccmrt.au crimes, prender em fi--grante -
qnenes que os cometcien?, tomar as Armas
(fefe/as daquelles, que as, trouxerem cla-
ra, bu mediamente, impr silencio s
-qnc dicerem injurias, ou levantaren! voy.es
contra a seguranca de qualquer Pessoa,
tanto Naciunal, como Estrangeira; fa-
ser reeollier as suas moradas os que forem
ochados en estado de embriaguez* e mes-
mo ):ilus-(*m custodia, qnando nao estejao
ca estndo de obedece!, e finalmente de-
r.empeuhur o qoe se acba determinado pe-
|o Artigo 3 da Le: de 5 deOutubro de
8>.~. Separar os ajuntamentos etu que
hija loan i fes t o per i^-) de desordeus, ou v-
bralos a lim de que neles se maittenlia a
ordem.
Art o. c Qualquer in lividuo, que or
p*ia> peas' Patruibas, ser-ii fogo levado a
p resee a do Juias de Paz coin a parte res-
pectiva, em que se* declare circunstancia-
damente o motivo da prizao, e o nome das
Testemunbas, que presencia rSo o facto cri-
minoso : o Juiz d Paz proceder' contra
elle na forma do sen Regiment, enviando
aquellfs contra queii se deve formar cul-
pa p Dezembargador intendente da Poli-
ca com o competente Auto do Corpo
de Decto, 'interrogatorio, e indiocaca
das Test m un has.
v^Uaudo em o nosso ultim Diario1 disse-
mos que a Era gata Imglcza fondeada no
lameirgo eonduziaa Inglaterra os dous cele-
bres Mayers, esta vamos longe de pensar,
que qualquer desses dous malvados se lem-
brasse de por ainda os ps nesta Provincia,
mas enganamo-nos completamente. Esta-
mos bem informado, que o Mano Ouvit'dr
onheeido por Scrpentao ou Eerrabraz ,
nao so veif> pira trra, e est ein caza cj-
mo que oftieiou ao Exm. Presidente, que
havendo dcseriibarc-ido molesto nao podia
i*r apprescntar-se a S. Ex; mas que ofazia
frjg que o sen estado de saude llt'opermit
tisse. Pelo que consta do Rio de Janeiro
este sugeito sabio daquella Corte sem licenca
u passa[)t>rte, e se o tirn fot para Inglater-
ra ; t; ueni de cret, que a nossa Regen-
cia cpiizesse mi motear a Provincia de Per-
ita mbuco com tal jbeste, alem das dernafs
que para ca nos traz a ma sorte: logo elle
vem como fgido o que se pode concluir
inesmo do facto de nao remetter eHe o sen
passapj le a S. Ex, Ora se elle vem fgido
o qu deve obrar a seu respeito o Exm. Sr.
f're/blente ? Quinto a nosso Em co enten-
der elle deve ser prezo ou pelo menos man-
darse sabir daqrft. ao basta tanto columna,
c >n que por nos>os peerados carregamos,
h-ivemos de consentir que a nossa Provin-
cia se torne o vireiro de quanta gente as
nutras Provincias temjuigadu ma e preju-
dicial., e porto na ra ? iVIezericordia !
Se sim vt*e o negocio, breve teremo*
debitar como partido absolutista, que nein
morreo nein desaparecen : nao justo
Me se | ion ha em risco a seguranea publica,
milito menos que se queira levar no apu-
ro a condescendencia e modera cao dos
Peinamb'KMnos : estes negocios sao melin-
dro/os eexigem toda a eircunsperaiTao; mas
o goslo, e prazer de urn malvado inimigo
d.i nossa Liberdade nao nos merece a m.-is
pequea aitcnco. Ja que elle nao tem iuizo,
fa^a-o o Gverno tello ; mande o andar,
para que nos nao d cuidados pois nao
podemos nem queremos vigiar tanto malva-
do io contra rio nada se tem feito e
talvez se torne ao depois necessario aplicar-
algum caustico, se tudo se quer levar a-
gora com agua morna. O S. nJyr dc-
sabir daq por qualquer modo. AsseverSo-
nos que mii delles, fallando milit mal os^ti
Imperador; por que nao se aclamon absolu-
to qua-ndo elle queriao, e nao desbarate u
a Naca, com quem nao podia para fazer
este gosto aos Mayers, accrescentou ; que
elle fora ouuico a quem S. ex M. recebera
bem abordo da embiicacr6 em que o
-- deixarao' relugiar-se Vcjv>' la de
que estofa sao' estes columitas e'deixem-os
licar trantjuiHos entre nos.
Tinbarros escripto o artigo si.pa
quand pessoa idet'igna nos aeverou ter'
ouvido ao Coinniandaiite da Corveta liigle-
za, (.jne todos os passageiros que trouxera
do Rio e Balia ilcava'o aqu. Pelo que temosa
em casa, nao so o Maier Ouviiior. comoW
tarnbem o Vlajor Maiyer; aqui vem retitg-
ar-se todos os ugidos ou expulsos do Ro,
Babia Alagoas, e Parabiba ; que colbeita es-
tamos lifasendo! A providencia que iu-
gamos conveniente pira o i. Mayer, ur-
gente para o 2. ; porque alem do ruis
assassiao imperial.
CORRESPONDENCIAS.
ONa. Editor. E>tou as ordens. Nao'acltei
novidade e tudo est em paz. Trago a
continuaca da miuha tarefa a respeito do
Spr. Manoel Joaquim : fiquni no item

M


pp
''




t
n*g ' *eiessando fie Portugal f,r;iein UretUra
(st, 4iuf< direitiuho':' ve:h rmiffio a
jiropozto M Ura/uliurUmo o r('resso em
tf ro tura ) a Corte do fti > de Janeiro, e
*1# presin O juramento a Constituido Po-
ltica (i -cimiento .5., e como < ida^l to'
Brazileir so mente teve a veriie.icn do
Posto de Alteres para servir no cor>o de Po-
fci documento (i Tem seti peso este hrflgftj
Mas en von dividido por a!luas em sec-
eoes ele. ele"; e espero leduzir a p o pa-
la vi eado xoxo.
Poueo importa a quem que' prnvar, que
Bra/.ileiro i-ir ou nao em direitnra ao Bra-
sil; o que multo importa saber qmndo-
se fez ejsa (ftrvib'tha que justamente o
que o Snr. 3lanoe! Joaquirn deixou no tin-
teiro : e pensa que istx> nada ?. Foi para
Portugal eom Lnu do llego em 8at e. vol-
tou. voltou em .. Mis voltou ijua'n-
clo ? voltou em dirritura est dito. (u
voa sube* miando voltou : d'u elle e alli
prestou O juramento etc. parece, que se
ato, ou. pelo menos pomo mediato: elle
foi a i5 de Maruo de 1820', dahi se pode
concluir que foi ueste auno que o Sr. M.
,J. c ehrgou. Ifi u Ule parece Sor. E-
ditor que o nosso PtiPtugt&ztn gastn bas*
ta>ute tempa em arranjar os ne.goeios^da
sua caza ? Mas se elle veio em direitura
p is nao' liavia entao' 110 Brasil mn ponto
Portugus que desse esperan cas ; qne ha-
de que ieeusalo Mas anda, havia un e
Seiri Portuguez que era o comea' de D.
Pedro de Alcntara e la se acolheu o Sur.
Manoel Joaquirn'{ prestando O juramento,
n10' qnalquer juramento : us O juramen-
to que prestirio' tintos Portugueses,
quando jofgavao, que este acto desse direi-
tos de eidwlao', prestando digo, O jura-
mento a Cohsfituicao' etc. Do que levo di-
to deduzao' os le torea o que quiserem sem
que seja necessario fser combinarles com
a patente imperial de que filia o ifem em
questao'; porque ella em nada abona o bra-
tei fiemodo Sur. Manoel Joaquirn, ser-
ve somente de confirmar que o ex-impe-
rador empreara o dinbo se este Uve mos-
trasse ter feitO'alguma einsa rontra o Bta-
.*., e se o Sur. Man/bel Joaquirn tivesse
neto servicos a Portugal mais hem despa-
chado seria. Nao* ra agora o>Snr. Mano-
el Joaquirn diselo que eu conresso ,
qe elle nao fes servicos a Portugal e
para obviar duv i das eu me explico : o Sur,
M. J. nao' fez servidos a Portugal; porque
a crize exiga aquelles, para que elle tem '
Si
(5i3)



[>ni(o, ou enhu'm gito (julgoeu, pod
elle ser multo Militn-) e rt servicos de a-
Compa.ihar provisses, beij-maos e-ou-
trasdmsis peioes can os quaes tumbem
se feai chucharlo muit) posto de aCcesso.
Guardo a indi o resto da muira analize para
nutra occisiao', Sur. Editor, pois nao' que-
ro ser enfadonh.
Son etc.
ShlincUa Pernmbacano.
P S. l'essoa que nao* suspeita chegoti a
m alta guarita e me commuuicou que o
Sur. Lemenha est doeni em termos que
nao' pode embarcar e foi accrescentando
di/.em que la nao' vai ningue n eque so
so sus puentes.....nao' senhor nao'
senhr he g lite i eu : tenlio visto la entrar
sugeitrnhos que nao' sao' parentes do Sur.
Lemeiilia ; verda le que vao' se espiivan-
so ; mas e em conseqiieuei.i aquelle 'neu.
brado de que nao' gosta*rao' nada. Fieo
sempre a espreita.



OH. Editor A Odc que sahio no sen Di-
ario N". 118 tem defeitos, porque nao sen-
do revista por seu autor antes de ser en-
tregue ao prelo, un seu amigo a fe/, im-
primir parece que so pelo gosto de a ver
so rfa primeira strophe se lera De Leda
os (illos gemeos visKava
Na Eclptica obliqua.
Na quinta strofe se lera -r Se desprendem
raios e no terceiro verso da tresma stro-
phe se lera Enrin/.ando os panos.
Seu venerador etc.
OR. Editor iogp-lbe. qeira por obze-
quio mandar inserir na'sua estinavel folha
este anuncio, para que chegue a noticia de
todos os Snhores a (jueni devo ; no que
obligara milito ao
Seu respeitador.
Iodo Ittem.
TVndo en sido clmittido do Servico do
Imperio, ao que metenho de do o irte Coraco, sou necessitado dir
Corte, rccl.rniar o direito, que me |>arece
assistir-me, e devendo esta viagem effectu-
ar-se em hum destes dias prximos, estou
impossHjiltadr o ele ir pessoaluiente fazer
os meus devidos comprimentos de despe-
dida a todos os llliutrissmios Snhores a
quem por tantos ttulos sou devedor de mil
bondades, nom .1 eolhimento, e huma pre-
tenso a mais docidida, e honrosa, o que me






(51
4)
'-



7T
he bem scnsivel, *pr me ver privado do
prazer de significar a cada hum em parti-
cular ossentimentos degratidSo de que te-
nho infinitamente penhorado o meu* cora-
ro. He-me imposivel cumprir este dever ;
por isto von rogar a cada hum dos Illms.
Snrs. desta Capital e Provincia de Pernam-
buco se dignem ter a bondade de me des-
culparem esta omisso involuntaria, rece-
bendo por este modo o testemunho sincero
dos meus respeitos, e da minlia gratido.
kale.
LOTERA.
J\ es uni dos premios saludos no 3. da.
Premios grandes.
Nmeros Premio
3702 ,......iojjooo
4ooQ.......y 4j*0o
2.65o f.........I Oj^OOO
4au..........20^000
443a..........abjfiooo
1070..........4^oo
6y3........ a^ooo
4977.......: lojjooo
ir~84 *......io^ooo
1&67.......... a>$ooo
384 ;.........iojjooo
aba..........5oooo
4339..........3o$ooo
4971..........3ojooo
E mais i3(> premios de 8^000 rs.
VENDAS.
Historia da Rerolncao franceza: em
Olinda ra do Bom fim D. 19, e tiesta ci-
dade na loja do Bandeira ra do Cabug.
Uva crilo de i/\ annos, muito esper-
to : no pateo do Terco venda D. 1.
Um moleqtie, 18 annos. padeiro, prin-
cipio de serrador: ao pe da Ribeira da
Boa vista N. 270 D. 1 2, na mesma outro com
mais idade, Caranguegeiro.
Urna obra nova de Borges Carnei-
ro : em Olinda ra de S. Pedro Novo N. 9 ;
Ipreco 6j#4 ***
O botequim sito na roa Nova, com
dois Buhares um em o mesrao Botequim, e
outro no primeiro andar do sobrado com
todos os pertences dos buhares e casa de
pasto, tudo pelo preco de 600^000 rs. por
que o dono pertende passar a Portugal: no
mesmo botequim.*
________________
COMPRAS.
U M par de esporas de prata, uzadas : a
nuncie-se.
A Farmacopea de Pinto Lenwes, ea
[obra de opefages de Jacinto da Costa:
'anuncie.

PERDA.
D
'A ra de S. Gonsalo ate a d'Hortas, per-
deu-se urna volta de cordo de ouro : na
casa D. 8 do lado direito ra de S. Gon-
salo.
ACfADOS.
.Cliou-se um cordo de ouro no pateo da
Igreja dos Matirios : no sobrado ao pe da
dita Igreja se entregar.
A 6 do corrente apareceu urna canoa
abena muito vellia sem paneiro, a popa es-
cangalhada : no armazem de carrocas ao la-
do da Cadeia se entregar e nao se respon-
de por ella.
AVISOS PARTICULARES.
IVlanoel Mo reir de Jezus retira-se pa-
ra Portugual; quem com elle tiver negocio
. a tratar, procure no sitio do meio, lugar
dasua residencia, em Santo Amaro.
Precisa-se de um sobrdo de um so
andar cmodos suficientes para pequea fa-
milia, quintal e cacimba e sendo nos bair-
ros de S. Antonio ou Boa vista : quem o ti-
ver dirija-se a ra do Queioiado loja D.
7-
Seliveste Joaquim do Nacimento : ra-
ga a todos os seus credores qne no dia 11
do corrente, pelas 4 oras darde, haja por
obzequio de achar-se na ra do Rosario,
na casa da residencia do mesmo N. 11 2.
andar, para o mesmo lindar com o que tem
a apresentar aos mesinos seus credores.
?
PERNAMBCO NA TYPOGBAFIA FIDEDIGNA.


'
,
' mm
-^




}
N. la4.
PERPfAMBCO; PA TYPOfRAFlA PIDEDIGWA, RA DAS FLORES, N. l8. l83l.

PARAHIBA.
Acta de Sessfco extraordinaria do Conse-
lio en a'i de Maio Je i83i, Prezidencia do
Senhor Jos Thomaz Naburio de Arauo ~
Aos vintee qriatro dias domiez de Mam de
de 18 > i pelas onze fras da noite na Salla
co Governo desta tfdacfe da Paraiba, reu-
nido o Ciweln, e faltando os Senhores
Carvalho, c Maranhao, por nao moraiem
naCidade, enoselhes ter feito aviso, o
Snr. Preziflente derla rou, que llie constara
por partieipaeao vocal do Commandante da
Polica, b Tjente Joze Antonio Lima, lo-
go depois das nove horasda noite, ane o
5. CorpodeArtilharia depimepra Linha
da guarnicao desta Ci lade esteva/reunido,
e ramadoem seu Quart-1, e ordenando ao
mesmo Commandante de Polica, qne exa-
miuasse o caso, vista a pouca cert sa, com
queizera,a primeira participacjo. refe< i mi-
se ao dito de hum Soldado ; e voltaudo o de-
pois, e a esse rnesrao lempo comparecendo
o Commandante (|as Armas TrAjan Anto-
nio Gonsalves de Medeiros, aconfpanbado
de seu Ajudante de Orden o Alfares Er
nesto Emilia 10 de Medeiros, do Coronel
do Batatalhao 65 de segundo Linha Joao Jo-
seda Silva dos tjudatsd* irLinliA And re
Axiolli Adeliano de Vasconcellos, e Fran-
cisco Jo/e do Horario, e do Alteres tao bem
de segunda Linha Aurelio Crispa no da
Cunba ; cornparecendo ta bem o Juiz de
Paz Antonio Elias de Carvalho, sonbe en-
to cora certesa pelo que Ihe foi commuru-
cado pelo dito Commandante da Polica,
e o das Armas, que nao so o predito 5.
Corpo de Artilharia, como tao bem toda
a mais Tropa da primeira e segunda Lmha
da Guarnirn desta Cidade se aehaya reun-
da, e com povo armado ; e municiada no
largo deS. Beato, e temi Hfcpots entrado
o Major do mesmo Corpo de Artilharia Jo-
aquim Jos Luii de Sottza, o do Da Jos
Maria Corren, e o Ajudante Antonio de
Souto Gondim, que se achava em Serviqo:
por este mandn saber da dita Forca reu-
nida o motivo da sua reoniao e o que per-
tendio, e tendo en respjsta dada pelo
mesmo Ajudante, que o motivo da reum-
o era para a requisito da suspendo do
Commandante das Armas, que atualmente
e axer ce o dito Coronel Trajano Anto-
nio Gonsalves de Medeiros Commandantcs
de Corpos, e Fortaleza, e outros ofticiacs ;
avista do que deliberou a presente reuma >
do Conselho para na forma da Lei tomar
as medidas convenientes, para tranquilizar
a Provincia, e chamar a ordem aqoeljes,
que se achavo armados, sem expressa de-
terminado : tendo feito retirar a aeus
Quarteis o mesmo Commandante das Ar-
mas, e mais ofhViaes, que se aehava pre-
zentes. E aciando-se assim reunido o Con-
selho lhe foi apresentada pelo dito Ajudan-
te Gondim a representado do theor se-
guinte Illustrissimos, e Excellentissi-
mosSenhores -- O Povo e a Tropa reutii-
dosjieste Campo, zellosos da Liberdade da
Patria, mui respeitosan ente se dirigem a V.
Ex. era Conselho, para qne attendendo as
suas jutas recia mages se Digne-anuir aos
quizitos seguintes i. Qne seja dimitido
do Emprego de com marida n te das Armas
d4Sta Provincia o actual Coronel Trajano
Antonio Gonsalves de Medeiros, ja por
reqnerer o bem tranquilidade Publica ,
e seguranza do actual Sytema ja por
falta de opiniao Publica, eja pelos factos,
que tem aprezentado fce.npre opostos ao ac-
tual Systema a. Que seja dimitido do
Comando do 5 Corpo de Artilharia Mon-
tada do Ex-rcito o Major Joaquim Joze
Luiz de Souza ; eo Capito Ajudante as
ordens Nicolao Tolentino de Vasconcellos,
pelos rnesmos motivos ponderados no i.
quint 3. Queda mesma forma, e pelos
mesmos motivos ponderados no Artigo an-
tecedente sejo dimitidos o Commandante
de Fortaleza do Cabedello o Tenente Coro-
nel Joaquim Justiniano da Silva o Com-
mandante do Batalhao N. Q 65 Joao Joze
da Silva Coronel do mesmo o Tenente
Coronel do mesmo Batalhao Joze Francisco
de Altaide e Mello, e o Major tao bem do
dito BatalhSo Joze Maria Correia este nao
so pelos motivos ja ponderados, como athe
por ser estrangeiro. Certos dos sentimen-
tos patriticos de V. Ex. e dos Dignos
Membros do Conselho desse Governo con-
fiamos que anuir a to justas requi-zicoes;
poisque tendeai nao so a bem da consoli-
dadlo do actual Systema, como a bem da
tranquilidade eseguranea da Provincia, i.a
certeza de que ja mais depor as armhf
*i ;*eg
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sni que SejO cmfpridos os qizitos referi-
dos Deus Guarde a V. Exas. Campo da
liberdade na Cidade di Paraiba 2 de Majo
de i83i Wuatrissimos Excellentissmo
Srs. JozcThouiaz Nabuco de Araujo Presi-
dente desta Provincia,' e MembrOs d ('iSe-
Iho Pre/.idencal da;mesma.-Joquim de po
ise Vasciieellos Capito do Batalhao N
66 de 2. Linha Joze francisco das Cha-
gas Tenente do Batalhao N. 66 ~ Joze
Francisco de Seixas Machado Tenente do
Batalhao 65 Joze Ferreira da Fonceca
2. o Tenente de Artillara. Joze Vicente
de Magalhaes Alferes. do Corpo de Vetera-
nos --Antonio ManoeJ da Natividade Alfe-
res do Batalhao 65 Manoel Julio de Sar-
e Alferes do Batalhao 67-Lepcip Amando
Ozano de Magalhaes Neiva i.c Cadete, do
5 Corpo de A,rtiUiariaJoao Gomes da
Silva 2. Cadete do Batalhao N. 2 -An-
tonio Lopes da Silveira Alferes do Batalhao
(>5 Antonio Felis Pitomba Cadete do
JJatalho N. 66 A vista da qual Rezolveu
u.Conselhopor indicacao do Senhor Prezi-
cfente que antes de se tomar qualquer
deliberacao se devia esgotar todos os mei-
os, para que se dissolvesse aquella reun-
o e os reunidos depozessem as Armas,
devendo esperar a Rezoluc,o do Supremo
Governo do Imperio a cuja Prezencja
devia ser levada a meama Reprezentacjo;
enviando-se para isso hum dos Membros
do dito Conselho ; ao que anuindo o ms-
mo Conselho foi mandado o Senhor Con-
selheiro Leitu, que logo parti cominstru-
ces para os persuadir a que se recolhes-
sem a seus quarteis e depozessem as
armas fazendo-hes ver que o meio
de que se tinhao valido era contrario as
liis que permitcm o direito de Petico, e
prolnbem taes ajuntamentos, e tumultos ;
asseverando-lbes, que o Conselho os garan-
ta de qualquer incommodo, em quanto o
Mesmo Governo Supremo deliberava a cer-'
ca dos objectos, que elles representavo ; e
voltando o mestno Sur. Conselheiro Leitao
da sua Commissao deca ron, que empre-
ando toda a forca da persuazo, que lhe
foi possivel, jamis pode conseguir a desso-
lucao do ajuntame,nto, e deposito das
Armas, antes insta rao todos os que ali se
achavo pela satisfago da Representaeao,
que havijo feito porescripto, asseverandev,
que nao depunho a;s armas, e nem d ali se
apartavao sem concluir-se o que tinhao re-
jwiezeiitado ; acresceotaodo mais; qeo'so-
bredito Commandante das Armas Traja no
Antonio Gonsalves de Medeiros, e o .$ar-':
giento Mor Joaquim, Jos Luiz de, Sjmza..
itevio no espaco de trez dias shir da Pro-

.




vneia, embarcados para o Rio de Janeiro'
pelo perigo que corra o socgo da Pro,-
vincia, com a demora dos mesmo s, infor-
mando u ais o Sur. Gonselheiro Leitao,
que no Campo se acbava reunida toda a
orca de l>,e d. Linhaexsteute nesta Ci-
dade, assirn como hum grande numero de
Povo, que o saudarao com* vivas ao Snr.
Presidente, e Conselho, protestando nao
ofender a pessoa alguma. Resoiven o, Con-
selho unanimenle, que as actuaes circuns-
tancias, em que pr;ga a Cauza Publicq, e
por ser de conformidade com a Le de 20
de Outubfode i8a3 Artigo 24 ii que
fosse suspenso do Comando das Armas des-
ta Provincia o sobredito Coronel Traja no
Antonio Gonsalves de Medeiros, e rom el-
le o Major de Artilharia Joiquim Joze Luiz
de Souza, o Capitao Ajudai>te de Ordens
JNicolo Tolcntino de Vasconcellos, o^|Te-
nente Coronel Commandante da Fortale-
za do Cabedello Joaqium Justiniano da Sil-
va, o Coi or:el da 2. Linha Joo Jos da Sil-
va, o Tenente Coronel Graduado taobem
de 2. Linha Jos Francisco d Attaide e
Mello, e o Major taobem de 2. Linha Jos^>
Maria Correia, Horneando para o Com-
mando das Armas o Tenente Coronel do
Batalhao de Cacadores de 2. -inha N. 69
Francisco Jos de Avila Titancurt, por
julgar o Conselho competir lhe p<;la sua
maioria de anteguidade, e por se adiar, em
efnctivo exercicio do seu Posto ; sendo
o Snr. Conselbeiro Meira de voto que fos-
se nomeado o Tenente Covonel do B.-.iaIhao
de 2. Linha N. 70 Jos da Costa Macha-
do por julgar estar as mesmas circuns-
tancias, a pezar de Sentenca que teve con-
tra si spbre opinics polticas, e nmito
principalmente a face do Liberaiissimo De-
creto de "de Abril co torrente anuo.
para "servn- em quanto nao checa o Com-
mandante de Armas interinamente nomea-
do, se enea riega o Commando das Armas
ao Tenente Coronel Graduado Comman-
dante do Batalhao eje 2 Linba N. 66 Ao-
ro Pereira Gomes, a quem o Snr. Presi-
dente fira' o competente aviso assim como
ao interino Commandante das Armas, para
quanto antes entrar no excrcicio do referi-
do Cmmando, participando igualmente
ap demitido a preseute rezolucao do Con-
selho, substituindo aos Ofticiaes demitidos,
os immediatos ; e entrando finalmente em
discucao a ultima requisico do mesmo Po-
vp, 6 Tropa, para que em trez das sahis-
sem desta Provincia o ex-Commandante
da6 Armas, e o Sargento mor de ArtiUia-
na, Rezolveu o Conselho nao anuir a tal.
requizi^, por parecer huma medida mui-
/-a.



-
*



I 1
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i* .<
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*
to violenta, e nti-Constitucional ; levn-
dose tudo no Conliecimento da Regencia
pela competente Secretaria. E para cons-
tar se lavrou esta Acta, dando-so por hu-
*U a Sessao pelas sejfe horas da manida do
dia 15, que eu Antonio-Joaquim Ferreira
.Marque OfJicial Maior da Secretaria no
impedimento do Secretario escrevi Joz
Tliomaz Nabuco de Araujo ~ Francisco
Joz Meira Jos Lucas de Souza Rangel
Ignacio de, Souza Gouva Joaquim
Antonio Leito.

Copiaba qne se refere o ex Commandante
fas Irmas no seu offieio de 4 de Maio,
<|ue fez imprimir avulsamCnte, e da ul-
tima resposta, que Hie foi dada pelo Pre-
sidente a respeito do dito Oficio.
Irjnstrissimo, e Excellentissimo Senhor
Julgo necessarip adefeza da Provincia ter-se
piompto em boa arrecadacao mil armas com
o. sen competente Corrame de Cassadores
mil moxilas deviveres, mil ca ntiz, e mil bor-
naes, mil marmitas, dez mil pedras de fogo,
cpm caixotes proprios para Conduzir mufl-
coes em CaVaUos, e cincoenta encerados
para cbrir cargas; outros gneros scro
precizos nromptificar-se e eu os irei lem-
hrando a yossa E*cellencia no cazo deaten^
der as necessddes destes Dens Guarde
a; Vossa Excellencia milito anuos. Qtiaiw
tel do Com mando das Armas da Cidadedn
Paraiba.u de FevCreiro de i8o,~. Illustris-
simo e Excellentjssimo Senhor Gabriel
Monteiro de Mendonca Prezidente desta
Proyincia da Paraib. Trajano Antonio
Qpn^alves de Aledejros, Commandante das
Armas, da mesma Est conforme Nicolao
Tolentino de Visconcellos i Capito e
Ajuda ute de Ordens.
ftesposta do Prezidente ao Commandante i
das Armas. I
Illustrissimo, e Excellentissimo Senhor
Accuzo a recepco do seu ofh'cio datado de
quatro do corrente e que ontem me foi
lemettidoacotnpanliandoos quatroMappas
de que faz meoc.oo dito officio, e fieando
iniejrado do qpe V. Ex. me comraunieou,
teulio por ora a responder-lhe que a vista
daj'ortaria do Ministerio da Guerra expe-
dida a este Goverrio na data oV sejsoV;
Dezembro do anuo passado que reraetti,
por copia a V. Ex. em officio de 4 de
Fevereiro d'este anno nomejulgo auto-
rizado para despender quantja;aIguma qom
Armameuto e Equipamento ; e nesta i-
(517)

; te-lligencia ja nie diri^ ao respectiyo Mi-
nistro na data de 21 do mez passado, remet-
tendo-ihas relace, que exigi do Capito
Inspector do Trem tanto do que he ne-
cessario para forneciment do mesmo Trem,
cmodo que nelleexiste. Ecomo a Provin-
! ca se Conserva tranquilla nao posso annuir
as medidas extraordinarias sem que me
faqa responsavel pelo rezultado que pode
piodurir, muito principalmente por ter
sid oculto a este governo e Conselho a
correspondencia do Commandante das Ar-
mas da Provincia de Pernambuco Bento
Joz Lemenha Lins com V. Ex., o que ja
mais pode ser adraissivel no Systema
Constitucional, que felizmente nos rege.
Deus Guarde a V- Ex. Palacio do Governo
da Paraiba 6 de Maio de i83i Joz Tbo-
maz Nabuco de Araujo Sr. Trajano An-
tonio Gonsalvcs de Medeiros Comman-
dante das Armas da Provincia.
Est conforme.
Francisco Xavier Monteiro da Franca
Secretario do Governo da Provincia;
IlOTEIUA.
*' ti '
Resumo dos premios sahidos no 4 da.
Premios grandes.
Numero* Premios
368a io^ooo
447...........io^ooo
1108 ... 20$000
2639 ... ...... 4^000
701 ,;."* ^S
1 1786 ... ...... 3o#ooo
'346o .......:.. io$ooo
44q 3o^ooo
! 1690 .... ioo^ooo
2;'6'2......, ... 3o^ooo
, 42.24 3oifjooo
2o5 ., .;,... s5jooo
3000........... 1:000^000
554 .......... 10^000
1
I
E mais 143 precios de 89J000 rs.
AVIZO.

. iJf.S^euhores que derfora desta .Provincia
nos tem enviado correspondencias, devem
dirigir-se a alguem que ajuste a sua impres-
sfo/na fTppgra|ia ; porque nao podemos
inserias rro Diarro. O mesmo devem fo
mmmms*
*<*


< J-,
i
(5.4)

\
N
zer os Snrs. desta Provincia que nos tem
remettido correspondencias sobre negocios
seus* ^ pj-,
O Editor.
OBRA PUBLICADA.
OAliiu a lu urna pequea obra, intitulada
Historia curiosa sobre a defeza de um ,
Processo julgado iiallo por falta de reconci-
liaco : vende se na ra do Crespo loja
D. 3: preco ioo rs.
VENDAS.
A ra da Cadeia N. 4? moleque,
12 annos, eum negro.
Urna crila de 8 annos, um moleque,
angola, de 12, outro da Costa de i4, um
negro cosinheiro :na rna da Cadeia verhalN
6. Do se a contento por 8 dias, sendo para
casa conlieeida.
No porto das canoas : urna venda cora
ramo-de garapa.
Um escravo do servico de campo : nos
quatro cantos na ra do Queimado ao Ad-
vocado Reg. .
Na pracinha do Livra ment loja IJ.
21 : urna preta, conga, 28 annos, cosinha,
cose, faz lavarinto, engoma, ensaboa, e tra-
ta de meninos, tudo com perfeicao : o mo-
tivo da venda se dir ao comprador.
Urna erial, cozinba o commum, e la-
va muito bem : na ra do Fogo D. 12.
-
FURTO.
Na noite de 5to corrente furtarao de u-
ina serrara detraz da ra da Guia ao pe
do armasem de Domingos do Passo, arae-
tade de um pranxo de costado, alinhado
com duas linlias, tendo trez taboas de as-
soalhado de 3o palmos quem delle tiver no-
ticia 011 se !he oferecer ; d parte na ra
da Cruz N. 62, e ser recompensado.
AVISOS PARTICULARES.
JrReciza-se saber a rezidencia do Sr. Joa-
qnira Francisco Ramalho em caza do Edi-
tor do Diario ra Direita.
O Collector da Decima do Bairro do
Reciee fora deportas participa aos propie-
tarios que no cfiai 4 do corrente pertende
dar principio a cobranra da dita Decima,
a qual ser feita no Colegio na Salla do
Conselho do Governo, das nove ate
as duas datarde e todos aquelles que nao
comparecerem no praio de 3o dias seexecu-
taro na forma da Ley.
__Precha-se de um cozinheiro torro,
na ra do varadero D. 48 era Olinda.
Joaquim Manoel de Oliveira Miranda,
declara, que a caza que pertende vender na
ladeira do varadro de Olinda, N. 52 e 55
poterdous qmrtos, e qu por engao foi
que pozn. 5i e confessa ser a caza N. 5i
do Doutor Antonio Joaquim Ferreira de
Sampaio.
ONegociante Brasileiro ou bstrangeiro,
que precisar de um Brasileiro pira caxeiro
de Escriptorio, armazem ou ra ; sugei-
tandose este por algum tempo gratuito ,
e dando fiador de sua conducta : anuncie
para ser procurado.
_ Quem precisar de um Otticial de
chfate nesta Cidade ou seus suburbi-
os capaz de tomar e dar conta de qual-
quer obra por menor jornal do que o
estipulado no seu Oflicio, anuncie-se.
~ Na ra do Rozario botica D. 7
se aehn una carta do Porto para Uladislo
Ferreira Coqut di Silva Queiros.
__A. quem Ihe fuer conta, a troca de urna
ovelha prenhe, por urna cabra, prenhe, ou
com fillio. e sera elle, porem que seja cabra
de boa qual i da de, porque a ovelha que se-
pertende dar em troca, tambem o anun-
cie.
Quem percizar de 2 Brasileiros para
caxeiro, um de Escritorio, ou ra, e com
pratica de escrev^r em cirtorio de escri-
vSes, e outro para ra, armazem, ou ven-
da, e ambos darlo fianca ; anuncie.
Perciza se alagar urna caza terrea,
ou sobradinho, com poucos com modos,
sendo em qualquer das ras de outra ban-
da, ou Recife : quem tiver annuncie-se.

-
ESCRAVO FGIDO.
Jr Ugio 20 dias um negro da Costa, no-
rae Joao Benin, quasi ceg, na perna es-
querda urna grande ferida ; o seo trafico e-
Ira carregar lenha e capim : a ra do Viga-
rio, casa n. 7.


-
1



.
PERNAMBUCO NA TYPOGRAFIA FIDEDIGNA.


'
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mm


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