Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02802


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Full Text
L
"**

/
ANNO DE 1834,
o.
SBADO 22 DE FEVEREIRO
*inftnnnnmnm(iin^|(niy||^n
NUMERO 127.
ututo m tnaaitmco,
i
SalMereve-M mensalmente a 640 res, adiantadox. a Tipos-rafia
o IJiano. pateo da Matriz de S. Antonio sobrado da porta larra
J-LT0?6" c"rrt!iP"<1<-,"oas. e anuncios; estes insireiu-se
l-nm wd0 Oo, uroonos Mi|r-Mlet ,omelP e vindo asgifBado8-
Todo agora depende de no* metimos, da nnssa prudencia, nw
deracao, e energa: continuemos como prfeisi piamos e seMBlOS
apon todos con adimracAo entre as Nace* mais colla*.
Ptoclamafio da Atttmbltu eral do Branl
Impreco em #ernaiutwco por %o?e atctonno De abreu.
DAS da SEMANA.
*** V^Wk% V***%v/%*%-%%%*%%.
'**** ***%'%*% fv%%%%v**
Sabbado-iS. Margando. Rl." de m. f aud. do Vig.
G. de t. Preamar as 2 h. 54 m. da t.
Dom. S. Lazaro-V'reamar as 3 h. 42 minutos
da t.
-*.. .v i
l\MUM U1/tMMM'MV
"M*t****Mj
Caitas do oouoivjdas massas aseo irmao Luh,
vfdas, <' aprehendidas na malla do Paquete
Ltopoldtrm. chegado no dja 20 do conente'M
ME querido Luis Hi0 2 de Janeiro de 1834
Vo meu prezenle reliro enmeco a escreverte-te pa-
ra lar lempo de d.ser-le mlas COuzas ; recebi as M
aprec.av..,s de 4, 9, 11, 16 de Dezembro passado; e
creioque h((- boje nao falta nenluima atrazaSa tua, ao
passo qe a (alta da minha de 23 de Outubro me d
cuidado emu.lo que pensar ; porque eu estava doente
e a mande, levar ao Correio por bum OflHal Pernam-
bue.no (humado jpr, assim como outra para Mar-
tim Pirateo em Sanios, e nem tu nem Martim Fran-
cisco receberao asmencionadas cartas ; Em fim a gente
esta cercada de tra.dores; (l) e eu te juro que nao b
ffiie fiar boje de n.ngem Casua|menle pouro ou nada
00tii.no, (2) e te reme,t0 a copia para qoe vejas que
un.-am nteeu perc0 pelo que te digo com respeto
.nlwesses. hem embalo Dos permita que as m.nhas
suspntas nao sejSo rret e verdadeiras. eomo eu supo-
nhoi\ao fas.-s idcV, da impresso (3) desagradavel que
me eauzou a p, ,zo de Joo, e soore tudo pelo corpo
de de!,< i ,p,, Ihe f aXado dQ n-0 COfp '
veacon.yenc, C)rn os Cabanos, serve pelo menos de
vehementes susp,las, e perdemos para sempre o gol-
pe (_4j por tanto etou desesperado, e nao sr o que
laca ; (j^eafleula bem as nossas respectivas posicoens, e
ve se podemos permanecer mais tempo nesse estado ,t
gue perlendes filSfM-agora, visto que nada medites?
fcrao aquellas mjn|las uncas Psperancas ; ^'acaba-
das ellas, a m,|)r, pi(,^0 |,e violenta, e nao sel o que
taca; bum p.rtido desesperado nao adiantari nada;
n" i' ",t'""" e (t e*'"T1'1" Penrnmhacno.
!.' "T-, .' ;il'* setradava pella d p'ano daconspiracao
ii-si a SI5 U^' e" Throno (l' noflw Jov"m Imperador: v
a,, r'r' 0^l'V,a '"t'sma; qi- p>r cntela renim -tteo ese cavaleiro de
m!u f '' [-n!,do Hfb-lrn de Abreu Lima, cxn.il-o d Co-
teFedeSfcl d'' B,Mvar a("cm,avava os ps, por ser
urik 'V,,,e7l ,ivo'";'' Vf,r;nnha s<*m dnvida ransaria mpressao a
ia> o ,,ra",or Joo !toma (carcter distmetivo de toda -na fami-
Uik "l' ,,'" ""Parecer cm Jnnho A:> 1827, na qnal deviao de ser assassinados
"."> Joy.c Carlos Mairink, Antero e ontros; o assa-sino do in<
^"sHmoladr.io Gusiavo Adolfo de Apuilar, e que em hijear dcste
i -ion ml.lfznientc a 3 .mas nao ao 'J-IU1J'I ""a tem.
(') Ilum formidavel jo'p m.-recias tu levar nes?a caheca impos-
tor, sciri verponha. c calntriro.
(5) Faxe o que Alt .Inda* depois que vendr'o o 'Rcdemptor.
(0) Esperanzas em ladroeni >- poem outros ladrocn*.
ao passo que eu nao posso permanecer neste estado
Em fim Dos me ilumine (7). A tua de 4 de Dezero-
oro se refere tinicamenle a contestaco desagradavel, a
que desles lugar pela tua de 28 de Satembro; rnen-
te o que te digo be que a emenda he pior do que o so-
neto, e que valia mais que tu nada me li vesses res-
pondido ; repito-te o conselho, he mister que nos tra-
temos com mais urbanidade, sem reconvencoens &c,
se queremos ser amigos; poren\como eu lu o offen-
dido, dou o dito por nao dito, e s te peco que a este
respeito nem mais huma palavra, porque at me en-
joa a idea deque nossas figurar-te que entre mim e tu
possa haver outras relacoensse nao as de hum sincero
e mutuo amor, earinbo, e excessiva ternura. Serias
hum ingrato se o duvidasses hum instante se quer.
A tua de 9 se refere a primeira carta do Joao, e as
esperancas de bum felis resultado: e as de 11, e 16
nicamente sobre a prizo do Joao com o total desea-
gano de termos perdido para sempre a melbor ocasi-
o. Nao podee figurar te a minha pozico hoje ; (8)
estou estupefacto, e nao sei o que faca ; desle povo
nao pode sacar-se partido algum ; em balde tenho ten-
tado todos os meios ; a desconfianza, o temor, e a ri-
validade tem distruido todos os elementos de huma re-
volnro e estamos reduzidos todos hum bando de la-
droens (9) rateiros, vendo a hora em que hum meiri-
nho nos poem a mo por cima.^Porem admiro o estil-
lo dastuas duas ultimas cartas ; ellas esto co icebidas,
como se temesses que ellas cahissem em mos do Gor
verno, de sorte que longe de eu as poder mostrar ao*
nossos amigos, tive que ocltalas, porque s servem
pare a defeza do Joo diante de hum Conselho de
Guerra ; finalmente porque nao me dissestes os pas-
sos que o Joo linha dado, com quem tinha fallado >
se com effeito leve a entre-vista com o Barrinhos, (10)
&c. &c. ? em fim oque fez ; nada di>to me dizes, e
s tratas de o deseo 1 par no que nao foi culpa se nao
demasiada confianza ; le e torna ler as minhas ante-
riores, e vers que he tudo quanto le recomend, cau-
tela, e mais cautela. Se o negocio ficou arranjado, se
comeffeilo o Joo leve huma entre vista com hum dos
Cbefes, ficou agora habelitado para em todo caso fugir,
e hir para onde elles esto em caso de alguma violen-
(7) Infame: qnemcrcem Dos aocia se rom c >baos.' e faz o
que tutensfeito contra a Libcrdade e Independencia do Bra/il'(
Que hypocrita !!!
(8) Vai trabalhar pera'vilho. que j nao tera< faltas de dinheiro,
e consesfiintementp nao fa'as tuntas indignidades. ^
(9) .\?ora sm fallaste verdade aventureiro sem i^ual, tratante
sem par e traidor nunca visto. N'nma ca'ceta precisan estar por la-
droens tu infame e os teus consocios Lamenha, Andrea, Conrado,
Marlins. Mayer e outr s em quem poder anda nao tere a forra.
(10) \ote-se. que o Rarrinhos he hum dos Chefes dos Salteadores
com quem tratan o tra'dor Joo Roma Hipno I mio do safado Joze
Ijrnacin. Ha cxprpsf-So d:*ste impostor se conclue, que o atravesa-
do I.uiz Roma Ihe tinha mandado dizer que o Joo parta para Pa
nellas e que p^rtendia fallar com o tal Rarrinhos, e he por isso qoe'o
Joze Ihe penrinta se com effeito elle Joo teve a entre vista com o
Rarrinhos. Que sucia de vclhacos e peralvilhxis boas todos pelo me-
nos para Grumetes- I
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.i i M-.V- II V
^^^BBBaHMHMftHMMMHMaiM.___.
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306 j
vi* 'u' >!(.!, no momento -ciii que c'hegu l a noticia
(Jos stjssos 'i'' ti" d D-'-z'-mbro, g di deposico do
I rii'.ftn) cija I.) lie mesmo me/ : qtoem sabe as instru-
ye n* que Ibro para l ao Padre Rezende e ao Tava-
ii'n &(.-; idiili.(-. ih'i te niip-iro fie tudoTu mu fofas c me recomen-
dar de novo o'Lamfnha como iuinu grande cous; eu
hulla i' o LatiKnha umita amisade ; fui eu quem o
procure i, e querq o mgli M^ra ao pulido la opo/i-
ra, o ap.tzar de (pie sempre he observei tibiera a meu
n-pt ato c mor de hum golpe dicisivo, eonlinuci
sempre,a mostrr-fne muito csrinho visitandu-o mi-
udo;. tu menino sabes que ras minhas carias sempre te^
lallei deile inm elogios; porem elle sempre me tratou
rom subterfugios e rom descon6anca e ltimamente. I'p
rioV s'ffb rute 'l nunca levou bm que cu fosse o
Che Mero partido, e logd S meteo a cara para subsli-
iinr me, .concoriendo para dcsa-editi'r-me fiigindo-
se meu Amigol'orem o parlido F.\altado, qiie o nao
pode v>r, nunca oadnnlio e se separou por (pie eu me
M-pin-i..-' demais diss o Lamenha,' alera co ignorante
I l.^e' bruto, den agora provs de li'uma cobarda t
:ir-.-0ln.-;i.osem igual; esta 1:1o dvsrreditado que OS
:ivN Keslauradores di.om que elle OS vendeo e de-
tor da tal Soredade Cara mu ruana pedio por fina con-
tas ao Lamenha dos dinheirns que tinha recebido para
arevoluco, pois gistaiose rios de dinheiro, nio se
sabe em que : este mandn de reto 900$000 res di-
/endo (pie dara logo a sua contaHe impossiwf cal-
cular as maroteiras. (M^adroeiras, e tropacas queso
fueran a rusta da barba longa ; nao fieou p. pobre,
como l dizem. a cusa dos Chumbos e dosCararau-
rus
num-iou ; o Mar I iris assegurou qiuj ee o vendeo (\%ff pronunciado eu em hum sumiriocom 5 testemunhas
Ittllpotl tainhem em lYrnambueo ; he agora que
l (tos diseni qu elle os sacrifico.) ; sem embargo r-n
n iieiibn dito huma palavra sffU spcit'po.r sso
| -oii oendido; e inicamente o que eu d-
. d- tudo isfo h.cra niie O J/;meuIn. nao linln
Iloje 3Faltando o dinheiro, occorri a huma res. r-
va que tinha e me vali de hum amigo meu para que
me empenhasse 50 Aguias d'ouro-, e com cCfeito mili-
dou-me por ella immediatamente 30$000 ; isto foi
em 25 de. Dezembro quando deixei a Hospedara em
que vivia ; lio je veio a easa e me entregou, alem disso
hum cont de res em notas, disendo me que peloa-
mor de Deosos livrasse do ctelo do Governo } \I5)
Joze Bonifacio tambem me mandou seu sobrinho com
a mesma suplica ; ltimamente nao ha homem influen-
te que nao baja volto a pedir-me ou suplicar-me ; e o
milis engrapado he que os mesmos que me calumnia-
ro, tem vindo com o maior descaro a pedir-me per-
do -, eu tenho sido inflexivel at boje ; porem vendo
as-luis circunstancias e as doJoao; perdido o golpe
de Pernambuco e segundo me ac bao de assegurar,
> I'" '"..........;.......
m-oj-ffennrecimenlds. nenS a experiencia, nem o'sunt
;:. i'idque M- !e.-cei!a para s'f r Clieftt Wra*^p ;_'e'o-;ev;-o Homrovftu o ni.-u dito. O Go-
io llii' quizTaz. r'pivce,-, ; ajle" anda .-ti pre-
. .1 o .i l'araguassii, e dir.cni que vv desterra-
(I6)^iilsas, c tendo que abandonar amanh a Cidade,
vou ^ver se posso reunir a inda os elementos, que eu
tinha interiormentei oala reunisse sequer a nvtule
p-.ra a presentar-me em campo--l?inalmente vou a ten-
tar bu n golpe com este dinheiro, e com o mais que
se me tem prometiilo, e ver se l'aco alguma cousa por
I .lo o mez de Janeiro, visto que estou resolvido a nao
deixar me meter na Cadec'i. Muito mal me tem feito
a prizo do Jo^o, porque j se lem aqu publicado em
toijps os Jornaesexpressamente pira l'azer-me mais o-
p;r>' Sania Culerina. Tp s i!) .s 'a influencia me dioso; procura o Jornal do Commercio de 2 do cor-
tem sobre o defino dos homeris Iran i circunstancia rente, e veri nelle huma carta inserta de Peniambu-
amo i-t em lipina revoliu-an rpie ii on, por tanto o pPi (|Ui" me parece S"r do Tavares, em que eu venho
neiiha dcsirredt ido, como e'si, e li do ger lmente ibiia; por tanto a minha posico he desesperada;
piir cobarde,' morreo ji para a r'ev'olucao, e. quien pj- ,|J<(1~) s'Mn "'inhirgo nao tenhas cuidado nem rec os de
ni o Rrazil-T0 Maycr e-ta'(uaze as'me-.nvis circuns- rai^m, porque o Povo haixo, que sempre me Coi fiel,
tinciit, ainda que io loi preso, e.'dizei agora que est todo enmigo e bem pronunciado--Por oulro lado
-pira fiib.ilituir o iamenbi; pivin ese Povo o j nao te de cuidado a minha .existencia, pois j tenho
ao piule ver, e b<> ml pcoVave'ue a primeira ten- mcios para tudo, para tudo--A Dos Lulu : descansa
em mim, e preprate para a noticia, e v, quena e'er-
vecencia nao lhe suceda nada ao pobre Joo, que por
desavisado se dejxoii prender ; d-llie hum abraco
F-ntre tinto recebe o coraco de teo IrmoJor.e.--
Cnpi'a e que se refere a Carta cima.
Meu querido Lul : Rio 23 de Outubro de
1S33Apenas le posso diser pie recebi as tuas esti-
ma veis de 28 rio passado, bastante estensa, e do 1."
(lo correle diminuta, eque nada tem de particular ;
a tua de 28 de Setemhro lem muito que se lhe diga
por que he,inleressapl<1. porem me reservo a sua res-
posta para quando estiver bom.
I'a/. por fin a ojieracao do hidrocelle no da 17 do
correle, islo he, como te tinha dilo, furei o escroto
i fichado, sabio muila agoa, e fi/. trez ingecoes com a-
goa de pedra lipi-. Nao fazes ideia da dor extrem-t
que enuza esta operaco ; nao ha nada comparavel a
pOuc ver, e iu> mu! provave que a p
t.itiva o leve o Diabo ; aqi lilis em que parl as ani-
bicons sem calculo, eo desejo de. figurar sem mere-
- miento nem talentos.
lambeta me (alias de artigos em Jornaes, e de es
ret r aqu sobre os Cnoa'nos ; nao convem esrrevr a-
n (84, pOrqd logo se sabia tildo, alto de (pie ho-
Ju nlo se sreye nada Tnjirensas (pie iinpreni.o papelada ojiohicao Corn qua-
hfadi p'los Chimongps, flS^erio Rinde Janeiro nao
Ha l'.oje oposico'; ludo be rpedn, temor, l ra cao,
ttfnglhcas, odios, e huma cobarda a toda a provi.
\e,,b:io de contar-me (juc o Qoyern man|ou e'!e-
ini v ao Lamcnlu pissaporte pira Pcrn ou'nicn. eque
: p nao aeit.-ira, e que en to p-dira para Suda Ca-
! liiu, a lhe foi coieedido'. e acaban de assegurar-me
qimsahio boje mesmo pela liirra lora- 0 Club Dircc-
tr (:!) A|n>va)aii< i;iii-m;i> vesesenu*
1 isa : c ludo qilltttto diz sobro o ( ogtimrlb (! > l-aiin-nlia he Ir -
nM \'T(l,"lf.
^ k(W) 'l'an)lici>i lo I.-i,,i.-alia eslava ;iiji)i t'eiio mi Ptftia a junio eom o
0 Tonco, c (|lie (|(')oi- loil > i :.' I 'Bfl |)l rijilr O Vailirs
lennlii a inieila (pie ii"\in \vw na forfll i v. irtrthrta. 6 In'&me La
inrnha, fl p*^fUIMtf'J?e <0 Sw#. FeUc'ayo Jojnjt-Jm dos Hantrts, o que
, :,'iI'iIm(oi! aj;nr:i l'i-i y, '.) MI Hi/i',''i- qn.
Ito laMoe para (]"' o ra*****?"
indo
tl'p Hum do- heroismosdo Pdvo Fluniineri <: p imita Deoa que
mpre elle aasini ptatiqtfe.

(14) Na llanada, conio o tal sem vergonha jauaje) iln> ma-;is
qtiardo qart" filiar verdade, como agora : en ocrcio mi-u salado por,
que nao ha restaurador, caraniitr cealiano, que nao seja ladino,
Irtpaceiro, refh'ao. mentiroso, impostor, tratante ec. etc; em fin
todos elles tem a tua cara e carcter.
*" (15) \hi vcn a maldito com as imposturas do costume; qnem crd
m..i- en li ladrio .'
| I ./'") Tambem .la foi pronunciado Snr. Roldao/ He pena que o
nSo tenhao morto enforcado, que he que Vm. merece.
I~* (17) Failbrqiip-se que fica livre deste mundo, e nos de Vm. Snr.
trata
.fe

I
1
/- /
rni'
i
ILE6IVEL
I


- --A~~ t..,-.-, T~ '->-.-
IMIMiMd.
(1.307)
"
l*to. i)i'nj Vtfio tena de bu ii; i pin cima a 7 das rom Imm coco ve-
lado entre as pernas; djsem r|iie estar) b >m ouj uito
ii.is, e que ficarei intciramenle cunlo. iloje dome*
< .i baixar .i i o flama cao ; des le o d a que fu .i ffpe-
racaoal boje so teojio tonudo hum olio mi tin 24
hora; por to< lo al i ajenio, e l,ve fiebre at Inulem. O
drni.I ChrisjtQvJo f')n.iie,rn rae f"/. i opera.eo, e
quera rae tem urssistiti i.ale iiojo. 'fe uro, Luli, que
h opera cao lie ternvel e Tlrosa como he impossivel
des"rever-te ; porem se torno a ter anda agoa no ou-
iro escroto torno a fur'il oNao fases dea do des-
gosto que eij tmha de ver-roe inutilizado coi huma
potra : a nao me veslia n'*m hia a nenhuma $ifye
com vergonha. ; em fim estou sais&ilo e> chufele, e
ja posso m nitor a civallo livreraente e. entrar prfi cam-
pan! ; e isfo foi priucplmente o que me resolve a
lser a operacSo completamente, e a pastar por tudo;
aqui me lens pois prornpto e ligeiro para a possa cam-
pjnha. Convengo nuito e mui o no leo plano indi-
cado im la crrJa de 98 de Setembro e pira' isto'W
retira inti?"ramentn miflhi carta da mesma da'cta^ as-
si m como a < anterioresate 43-, 16, dS deS^emW:
Od'iverno l-m tornado aqu nonato* medidas de
rigor rom hum despotismo inaudito, porem he tudo
Mitra fjentd m;erive!, tanto I-, Pvo. mirla rflguns
oEclarssem protecVqnfl os v, enviando pifa' A \
lagoas. e-s maros toritos rePoreos para nsCdnm.
no momento iim que Tnwes |n eitejfa, fi tqvSXi tome
Otttridirpc4ii--No m.is todo-,!.-', tp;inq:|d rvdo que
oa-0, an la que m Sociedades Defensora Militar se
eirtado o rdio huma contra A rmthi de qutindo em
juando, sem (Mbamsfa efe ladrando A Lo..
Aiu te i*emHRmIguin |&ffottin'e mis1 r presentir.-
de* pera (|iel,e he a mn.1i viver rom mufla economa-Ht'finsdeNnvemhro prox'-
1,1,1 ? *t&M)e Wln fnlmdido ri mef hru-o a trocer o
n uguem 5 nao d,Vo hdm vintem a .Cidnde ; e te-
ol.o-me ira.tad.,'com muita dmmcja, do sorte que
todos erem que' u wfrfcd c indopendente ; oque
deceno me t-m d.< !.Y mit eredjto e rpntacao, e.
este crdito he q.^e,, ,f.m,)p,;n|,,r ^ mfl v^n n,
iiecetetdade el peifir h huns .-, putros; por tanto h
e lars o snrrrnY.ro, imtrs de partir para Panfilas de
mhrcs-mo;ri(.!r.., dV,,oe|les 300->00 res prome-
tidos, que-rae janeara jnttamentff at que to tenhas
.xecutado I., o leo phn.'Y en possa mudar d- posi-
cio rndo me para |;1, o (atendo nquj al-'uma couza
Wi. piuao mtf nV.is .^tenso porque f.ltao-mo Torcas .
A Dh. Recebe o 'corarlo sandnjin do teu fri T... '
y. ). Rom abraco ;i rad'.n h'irjl dos plano*, e cotita-
ihes a miiiha mnhslia &.-.
rAta caria fui a pi imra laheada por h\n da por-
ta da caza do P-romotor t> que foi por elV Hettncia,-
Ami-o e Senhopdraca Hio ft de Jm-iro de
t634 Utrebj ;, s',1;i (lll,0 i,,(m.lV(.f #,, 93 ,|(, n.?zem-
me ultimo, muito sinto o'aeontecimeir'tn tffeVTda-
v-rlcom o, 3 Irm^.s Romas, "prif.Vipalmonte com o
Lu:/., que he o mais Rgil de WH (8) D,-ns permita
que o rranrisconao se inlimide a potito de compro-
melel-os por akurna declaracao, vi im-drpzo, e di/, ulo qunnto Ihe vem a cabeca, seja
da Ja esta com efleito vic;wh (|0) V v.iriod., porque a-

f* ". <'':Y''- -i n ciWa de (i iem aq'ii
!r vivo,,.
!';'; t woiit'lai wiimmIw, nmn-tHa I afft'n
quillodt letra (20) em virtude da falta de dinheiro
ha falso ; Vot, sabe de que detra ala porem aqui produzio o mlhor elcito posiivel, pois
no momento em que apareceo a carta impressa, ven-
do os amibos do Gatera! Roma que elle podia precisar
de dinheiro, Toro a sua casa, .011 a casa onde est 0-
cnlto, e Imm'lhe levou'lOOO-ftOOareis; (21) outro
1:200.^005 reis. olro 500^000 res, e outros Ihe
mmdvHHo offexerer tadoquanto elle (juisesse, e a'inda
que o General' de nada precisa, porque como Vme.
sabe tem milit dinheiro (22), com tudo reservou es-
ta soma para a marr de Espadus O General
no momento em que recebeo a noticia da priso lo
Senhor Joao poz-se em cautella ; porem nao se oeul-
tou ; mis sabeo lo, ociiltou-s no dia 7 do correte, e desde ento es-
t seguro confiado cm os seos amibos, (23) que sao
mu toa e^muito hons to diariamente Ihe levei Iofjo a sua carta, assim como
Ihe l^vn'u'TaSbVml'IflWrtf l^eymfWferirfnrq^1^^!^^-
pia da pronuncia, do que elle serio muito vendte
. pronunciado em Pemambucoporem foi tal a sua
indignjacao contra o Padre Resende esobre tudo con-
tr'i o tal Ft liciano, que Ihe vi arder em colera contra
cs-e'maroto, que nunca vio' letra do General, e aue
nao teve com elle onlras relacoes se nao as de ter-he
pedMo nos Estados Unidos lim favor (24) a que se
nreslou o General Roma, eonseftuindo do Senhor
,To7.e'Silvestre Rahello, ento Ehcarregado dos Nego-
cios do brasil em Washington,- pa'ssaporte para regres-
snr 'Periiamhu'co, como re'tfrsYoPb'ri como de
laes moustros tijdo 1/e de esp'eVar, oG'eneral esta,as-
snst ido com a sdrte de seus rmabs'; ms elle nao dor-
ce, frabdha dia'e'noute, e'os'ss.amigos tm-se
portado agora cpm tarit ^nfo'sida'd'e e dignidade,
q'v ,-;iv ir da cobarda da offic'iAl'idikle, com ludo nao
dnv'idamos'do successo, e'thWet' p&f todo este me*
nos' liheriemos (lestes malvadOs-^^porem b'Genral re-
comenda muito a seus Irmos, que todo o cuidado he
nonco pira fnrM-<& emi estado de que chegndo
l a noticia, nao sofro elles d'aquella canalha alguma
violencia por vinganca, e sobre tudo para que saquem
partido da sorpresa que este' golpe devecnusar uos Chi-
ma n os ; e que.-esses malvados le R'eznd, Felicia-
no, Tavares, (25) &c. nao escapem de maneira f-
gumaO nosso amigo Inglez nao escreve agora per
que nao jnlgij necessario, e porque nem eu nem Vmc.
somos conhecidos, e podemos levar a nossa correspon-
dencia seguraA carta que o Tavars apresentou nao
foi tirada do correio ; ella foi subtrahida porem quem
a levou aqui para o Correio, :e .ta^ve variada aqui
mesmo, e foi remeltida atenta ao Padre Resende pelo
Portador, a quem foi confiada *, que raonstro !! Foi
foss <| '.iTi;ii>''il 1. he em Hidn'fpl a orirrinal que meterao por bai*
xo da !> a do Promotor r ojii (-.1,1 en Jiiiao por elle denunciada.
\'> i> i\\ revolucionaria mais ain do (fie ewe infame.
i I %!go porem consta .la copia reforidada carta denunciada;
-i 1 li') *! *.; i.la r|T na ri > nem nd'Bendaoto, como pensavio no Rio.
(i) Qmi- -i ,;..,. !< pBra animar aoa irnloa ca outros que o
oui.....em aqui emt'ae. To nao h^ para nos mo cara de bobo.
Tomara 1 (| p >r o amor de J)eos te 11S0 entreguen a Ju^tica, e
ira matar a tome*
(21) Por m na earta de S^ttc Ontubro cuja copia a?ora mandas
tes ine!u a 'I 9 d Janeiro, oj'-cs'o'Bfcntrano: at de rico quer o
talante ;', c'ar^auando ell#-tem tanto dinheiro e t>errs da fon un*
ana | m H- ea'ca.
(.'i l'i-r'ai !' 'ii< \H'lu< (k-fcomposturas que em toda as titas car*
tas ;ii- 1 iis dado*
CU) inenu'ia')Hiaii!|: <|uan'o o Sen^r Feliciano voltou j
tu niio e !'.va n^ Ktado UnidoK, eelle s veio quando recebeo
opdem (1 mena amMtm para isso. e todos Rabem que para entrar e fa-
llir Jo- l'-tadoh t'iii'lc* no se nccnvtta paNMnjWfta por tanto men-
nciii Imm dos Emigrado precison de ti naqiielie Pai. aonJp
tHjia,s,. i> fa;;r't\liis.fmto(iomo cada hum delle?,
(25) Como se recomenda um Mnatilfflyl
p-f
LE6IVEL
T*


I
*JB4*ii*
huma asneira escreverem de l ao General Roma no
eu proprio noroe, porque para receber huma carta
asegurada, neceisitava hir em pessoa ao Correio, e
nao devia fazel-o estando oculto, como hera l mesmo
de pensar em virtude das primeiras noticias-Eu es-
crevi estensa mente a Vmc. em 2 (26) do corren te
Escreva-me sel'P'*e e conle tudo ; flleme dos Caba-
nos, poisqueainda que nao gosto delles porque sao
restauradores, com tudo agora tudo he bomDiga aos
Romas que tenho muita cautela com hum assassinato,
e que se preparem para a pancada.A Dos meu a-
mgo at outra ocasioseo Primo e amigoA. (i.
C. daG. *
(1308)
M cavallo russo muito manco, c bom c;irrop^a.
dordor: no cntrarda ra do Rangel loja I). 17.
PRfiCOS CORRENTES.
DOS GNEROS DE EXPORTACIO.
Pernambuco 22 de Fevereiro de 1834.
PRECOS
POR
Para fora da trra urna negra da Costa de bo-
nita figura cosinha, engoma, e lava de rarrelia : na
Boa-vista voltando da ra do Arago para Sania Cruz
na primeira casa junto a venda da esquina.
t%VWVMW*
Cot&pra*
O Uro vellio em obras interason quebradas que so-
ja de bom toque 5 na ra do Padre Floriano casa
terria D. 4.
*"MV
[Agoardente de cana____
1 de cachaca..
|Algodo de Pernambuco
da Parahiba.. .
lAssucar branco sob o fer
Masca vado_____
JAzeite de carrapato.....
ICouros............
[picacuanha......
iMel.............
rWeios desolla..........
[Pontas de Boi..........
|Peles de viado.........
de cabra.........
[Vaquetas.............
62000
6O0OO
7o800
7a000
19200
1&200
1920
135
I06OO
Nao
20200
llaooo
So
320
2oO00
a 64aOOOJ Pipa
a 62^000
a 80000
a 7o200
a
a
a
h
29100
140
la920
k
Arroba


h
a 400

Canad
Libra

Canad
Hum
Huma

Meio
nominal.


CAMBIOS.
Londres........60 dv. |^ a ^* effectuado
p /35 4 p. cento nominal.
Rio de Janeiro
Babia
Moedasde 12#800-28#0OO
Muodasde 6$400-15$000
4#000- 7$500
Pezos Hespanhoes.. 1$600
Premio sobre prata 55 a 60 pr. 100
ic'fc Letras 1 /, a 2 pr. c.
. FRETES.
Jnglalerra-Algodo ar. 320
Assucar ton. 2 a 10 s.
rranca-Algodo ar. 400
Assucar ton. nominal
Humburgo-Assucar portn, f 2 15 s.
tloIlanda-Assucar por f 3
Triesle-Assucar por ton. f 3-5 s.
Portugal-Assucar ar 200 a 250
Algodoar. 600
(26) Maisdeprcssa pegarse hum mentiroso, que hum coixo: A
carta ten oomdaU.de 1 de Janeiro he a primeira Je^Mfc
n Z *2 irC'net 1.C0P? da de 23 de Outu,,ro' Se 3-
Ora a- deJa"e,;.tarab"nhoje publicada di* que H viciada.
" .... d,sIa ana a Antn* Gabriel Co.rei. da Grac e ass.VnaT
""--, .\to,o Gabriel Correia da Graca, tendo na refer-
na carta d<- 2 postos o sobrescripto a Antonio Gabriel Correia
iih '.).iu)jB ***inCU 1uerWo !*Deoa te d vergonua in-
5ltot?o0 particulares.
JOa5 Manoel Pinto Chaves tem a responder ao au-
tor do anuncio inserto no Dhrio n. 125, que a sua
casa da venda, e distilaco na passagem da Magdale-
na, nao tem penhora, e nem est em praca, por isso
nao tem depositario; os pertences di venda ib rao pos-
tos no Depozito geral a requerimento do anunciante,
por Ih'os quererem Curiar ; ese a requerimento do
mesmo anunciante oi a caza a praca sendo sua, foi pa-
ra despejar o inelino que Ihe nao paga va osallugueis,
e nao pertendia mais sahir da casa, o anunciante nao
percisava sentenca de Tribunal, para tomar conta dos
seos bens, bastou um mandado para Ihe serem entre-
gues, e est de posse dos mesmos, faltando-lhe anda
duas letras que eslo no Carlorio do Sur. Bandeira pa-
ra se ajustara conta do resto que se Ihe t'urtou : tem
com isto saptisfeito a pergunta, e se seo autor quizer
saber se taes bens Ihe pertencem, venha a sua caza
para ver os ttulos, e querendo disputar a preferencia
j sabe que est prompto a sustentar os bens que justa-
mente Ihe pertenrem ; e fique certo o autor do dito a-
nuncioque nenhuma outra resposta ter.
tf^ Quem percizar de um caixeiro Pqrtuguez pi-
ra ra, armazem, ou venda, dando fiador a sua con-
ducta anuncie.
ty^ O raixeiro Brasileiro que no Diario
d'hontem ofereceo o seo prestimo; dirija-se a padariu
da ra do Rangel.
tJC^" Percisa-se allugrr urna canoa, que possa con-
duzir duzentos, a quihentos lijlos de alvenaria: na
ra Nova ao peda ponte armazem que tem louca, ou
anuncie.
JKP* Quem quizer se utilisar do servico de urna pe-
ritima engomadeira ; dirija-se ao bero do Lobato no
l.sobradinho de um s andar do ladoesquerdo.
tfcJP1 Rog se aoSnr. J..... C..... A.....e
M.....que por favor venha ntisfazer na Praca da
Boa-vista D. 16a qunntia de 34$460 re* importe de
Reeeitas desde oanno de 1831 at fins de Janeiro de
1834 e mais treze mil reis de duas penciras d'arame
que comprou no dia 17 de Janeiro como consta de um
BHiele que passou em que se obrigou a pagar no dia
18 do corrente; e como se Ihe tenha escripto varias
cartas sem que a ellas queira dar resposta nem saptis-
fazer dita qunntia proceder este que nao he digno de
homem de bem. Pon pe-nos por obzequio de uzar de
meios Judiciaes por to diminuta quantia e espera-se
em Vm. que nestes oilo dias venba j cumprir com o
seu dever de que se Ihe ficar obrigado.
PgRjr. j\> Trp. do Diario 1834.
/
**T
i
i*-


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