Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02798


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Full Text
ANNODE 18.11 TERCA FhMA 18 !>tt FEVEUKMO NUMKROI25.
WI%%l^V'**WW%VW^Wi%%tVV '%vv**vM.v%f*% ixvv^.^w^.vvw ***%% %wf*w

uliscreve-se mcriKalmente a 640 re 8. a.ianiado... h.. Tiioj>T..fia
< Diario, pateo da Matas de S. Antonio sobrado da porta larga
de e recbelo corresuonucncias. e anuncios; estes insireiu-se
gratis sendo do proprios MtigMMleV someiile e viudo asonados.
E------------l.-iJgBBLBmLI!!! _:.imimi .J!_Lj_____i ji
'l'udo agora depende de nos mesnios, da n.issa prudencia, nio
di'ia<;;io. e energa.- CO^|lihutn)at como priueip.iain.4s e sereno
apon lado* coni admi rabilo eitre as Naco mata cultas.
l'toclaiil/i^ao lia Asicmile.* Geral du Hriinl.
5mpjre00o em pmiamtouco por 3o?c CictcnnoDc Sbreu,
'-*.*??_. L_a<-fca
DAS da SEMANA.
v*.*.^-^^ %,- .*
tVtVt\ViV><<><
*-%* %%*
3.a- S. Simado Re."* de m., e autl. do J. dos
Oraos de t. P. as 11 h. 42 m. da m.
4." S. Alvaro-Scs. da Thezourariu Publica. Pr. aos
30 m. da t.
5.a-S. G'egono-li\e\.tm de m., Aud. dos J.' do Cv.
de m. e de t., e Cli. Pr. a 1 h. 18 ni. da t.
t,'-.V. Cito Ses. da Thez. P. de m. e Aud. do
J. de Orfns de t. Pr. as 2 h. 6 m. da t.
Sabbado-6'. A/argarida Rl.,,u G. de t. Pleamar as 2 ii. 54 m. cta t.
Dom. S. Lzaro-Pleamar as 3 h. 42 minutos
da t.
-*
PROCLAMA CAO.
w ABITANTES do Recife O caraeter desastroso,
que tem tomado a abomiriaVe'l insui reico de Pa-
nfilas, e Jacuipe, me chama boje ao Tbeatro da guer-
. ra Corea he por tanto, que eu vos deixe por algum
lempo, e corra as fileiras dos briosos, e destinados
Defensores das Liberdades patrias. Consternado so-
bre modo pela eontiiiuaco de huma guerra, que tem
posto no maior perigo nossos foros, nossos dircitos,
nossa honra, e at mesmo o nosso nome, eu por mais
lempo uio posso, resistir ao fervoroso desejo de obie/-
var de perlo o estado do nosso acampamento ; obelar
o progressode lo liorrivel flagello;. ac.ulelar os abu-
sos, que por ventura se ter.lo insinuado lias nossas
disposices; e em huma palavra terminar a guerra,
e fazer fluctuar naquella parte do nosso territorio o
brabante, o majestoso pavilhao Nacional : Se houver
perigo em tal expediente, eu serei feliz em partilh a-o,
e se victima for dos meos voluntarios esfercos, o sacri-'
ficio me ser doce.
Habitantes do Recife! permanecei tranquillos sob
o patrocinio da Lei, e das Aulhoridades policiaes :
continuai inalteraveisno desempenho dos vossos de-
veres pblicos, e deseancai na veglanria dos m.nda-
tanos do Governo, a quem a Lei confiou a aeco go-
vernamental des! i bella Provincia!
A esperanca de me adiar em breve no meio de vos
accelerar meus passos; e a confi inca, que fundo no
patriotismo e valenta dos nossos Concilladlos me faz
docemente acreditar, que naquelles C.mp os desgr*.
cados, ensopados boje rom o sague Venerare! dos De-
fensores da P,tria aiuda abromar asuivissima Oli-
veira, Symbolo encantador da paz, e da brdtin. As-
sim o dse ja, assifH o espera
Manuel de CarvaUw Paes de Andrade.
V. P.
HEopinio de algumas pessoas, e al de algunsco-
Icgus nossos, que a ten sustentado por suas fo-
lhasque se nao deve dar importancia aos .cabaos
que nao merecem tantos cuidado*, que.em fim nada
valem, nem receio algara podem cauzar. Concorda-
mos com elles cm parte ; mas discordamos em outra.
Encarados pelo lado poltico pouco de certo valem os
cabanos; porque nao he me,i duzia de salteadores,
e assassinos. que bao de decidir da sorle do Brasil,
nerri ainda da desh Provincia. E muito embora o c8-
trario pense o General das massas, e nelles funde to-
di siia esperanca da restaora cao de Pedro 1., nys nao
temos receio nenhum do qnr possa surtir e Afeito urna
eonspiracSo que taes ffentes, e cliefe tem. A reslau-
rac.io so pode ser ef-itiiada. querndo-a a maiorla
dos Brasileiros, e seria fazcr-lhes a mais sensivel inju-
ria sopor, que elles fos>om capazes de entrar em rela-
c qUH j tacos rcenbtins respeila, e stquer lonhar, e
matar. Qlhe m para os eabmos, e seas chefes, ai-
tenda-se ao nrijhnm progrrsso, que esta faeco tem
feito entre a penle do interior, que goza dealguma im-
portancia, e iil;;ue-se se podem e"''s PUwr receios
pelo lado poltico, e se dovem ser considerados sob
outro aspecto, que nao seja o de. ladio-'S, e assassinos
que qnerem viver ; rusta allicia, encobrindo seus fin:,
com o noni" d.> ex Imperador, a quem com tildo in-
directamente serveni. Poristo, e por que por lodo
o Rrasil vai denaixo o partido restaurador, sobre lu-
do na Corte, onde araba de levar golpe mortal, somos
da opinio daquelles, que os nao considerad deimporr
taneia alguma e como capazos de fazer pe/.o na balancu
dos destinos do Brasil.
Mas por outro lado nos julgamos a fac^So cabaal
merecedora de toda a coMsideraco do Governo, e
Povo Pernambucano, e he pelo da srguranea de nos-
sos Concidados. e prospe'ridde da Provincia. Estes
perversos eslragao. ao'ao, e talao nossas proprieda-
des, e territorio, derramao o sangue de nossos Patri-
cios, atacao a honra de nossas amaveis comprovincia-
nas, c ni'> devem merecer nossa altencao ? Pernam-
blicod finha-se, perde. suas forras; e riquezas, v em
btla.ncos seu crdito, o nao devenios dar importancia
aos rabinos?! To pouco apreco fazemos da nossa
reputaco. das vidas de DOSSOS Couciilados, que nao
deviin >s dar importancia a urna recova de salteadores,
que nodi mi, e disima as outras? Que nao devu-
mos emnregar lodos os nossos exforr.os para os ver a-
niquilados? De certo, que ninguem conleslara estas
verd idi-s. Os cahanos nao jiezo directamente na ba-
tanea poltica da Provincia; mas cuidando nossa pa-
ciencia, esgotando npseos recursos, ns>assnando .nos?
sos bravos soldados, e defensoras rontribuem muito,-
e Iavoroeem as vi-las Aa faccao rctrogada. A historia
nos mostra, ter sido este o m mej > (los conspiradores
coiilra a f< le |.i |,. de sua Patria, quando nao tem for-
ras pira se apresnntareno em campo raso, e ;h temo,
a La \ en lee ondea misma especie de guena tem u-
z ido. os Carlistas contra os"ib;-racs Francezes. O cj,
^
" y
2




(290)
'baos, rem que ambas as coisas sao, nao valem muito neste
segundo sentido ; mu valem mais que muito nopri-
. cneiro, islo Ji como ladroes, -e-assassinos, e como la-
es merecem toda a importancia, e ludo se deve era-
.pregar para a sua total aniqiUco. Guerra de mor-
*te com elles; porque sao ladrees: guerra de morle
com elles; porque sao assacinos : guerra de morte
com elles; porque sao restauradores, que bem as duas
primeiras valem. ou aimda mais.
Felizmente o Exm. Senhor V. Presidente Manoel
de Carvalho Paes de Andrade tem tomado em tda>a
consideraco eta dissoladora guerra, e-vai partir em
breves dias(diz-se que no dia 20 (Test)tpara o enteri-
or a frente de grosso numero de tropa de Linha, e
guardas Nacionaes do Reeife, Olinda, Iguarass, e
Goiana, e j de nutras partes da Provincia tem parti-
do, e vo partir reforcos, bem como se esp<*ro 200
homens mais de Fernando, e 100 da Parahiba, com 1000, e tantos bomens com que j parti pasa o
centro da Provincia de Alagoas o sea mui digno, pa-
triota, e enrgico Presidente oExm. Senhor Camargo,
vo por ceno, e bater as matas onde se tem feito forte
os salteadores. He de esperar, que dota vez fique a-
uiquilada esta horda de assassinos, que ao mrsmo pas-
.soassolo, e envergonhao as duas Provincias de Per-
nambueo, e Alagoas. Os calanos com difficuldadc
Wrlo socorridos vistas as providencias, que para o
prevenirse tem tomado; elles devem de estar desa-
< oroeoados com as primes, que tem aqui sofrido seus
cmplices, ecom a total derrota, que na Capital do
.Imperio, centro de suas forcas sofrero seus consocios,
directores, e chefes ; e cercados de todas as lorcas das
Provincias circunvisinhas fcil ser sua total derrota.
As armas Pernambucanos da Capital, e do centro, re-
uni-vos em torno do vosso patriota V. Presidente, e
o ajudai a destruir este quilombo de malvados, res-
tituir a seguranca aos vossos Con cid a daos do Sul, e
revendicar a reputaeo de vossa heroica Patria. Os
restauradores aeho se batidos cmtodos os pontos do
Brasil, entre nos elles se reduzem aos (abanos em ar-
mas, e aiguns oulcos nao muitos, eapalhados por
lugares em que nao do receios. Nao acreditis em
boatos arteiramenteespalhados do grtnfle:numero de
ius partidarios, tati-a deque se elles tem servido pa-
sa desanimar os tmidos. Suas loicas sao diminuta*,
presentai-vos, e com o sacrificio de poneos das sal-
vareis a vossa Patria, a Pernambuco.
CMARA MUNICIPAL.
54/ Ses sao Ordinaria de \0.de Janeiro de 1834.
Presidencia *jo SwEsteves.
COmpareceroosSenhores Silva, -Camelo, Souza,
Oliveia, e Gusmo, faltando com cauza os Snrs.
Doutor Peregrino Maciel, Doular Mavignier, e Cos-
ta.
Aberla a sesso e lida a acta da antecedente foi san-
cionada por estar conforme.
O Secretario dando parte do expediente mencio-
nen hum ofcio do Exm. Presidente em resposla ao
(|ue a Cmara Ihe dirigi sobre a moeda de cobre : qu
se mandasse ambas as pessas.
Outrodo Vigario de Una dando os motivos por que
nao podia vr tomar assento no Consclho de Provin-
cia : que a este e nao a Cmara appresentasse as cau-
cas que tinha para seresctiso.
Outro doJuiz de Paz do 3. Dctriclo, da Estancia
partecipando a Dronuncia quetivera o Juiz de Paz'Jo-
o Manoel Mendes da Cunha Azevedo em 20 do mez
passado por fabricante de moeda falsa : que se dicesse
ao que est actualmente exercendo a vara, Patricia
Joze Borges que entregasse avara ao do 1.a anno, a
nao ao pronunciado.
Outro do Juiz de Paz do 3." Destricto da Madre de
Dos parleci pando estar prompto a servir : que o ae-
tual Juiz Ihe entregasse a vara.
Foi a p pro va do o parecer da commisso a respeite
da proposla que fez o Juiz de Paz do 1. Destricto da
Boa-vista de'Francisco Cactano Pe reir Guimaras
para seu Escrivo em consequencia mandou-se-lhe
passar o competente Diploma.
Comparccero o Vigario daFreguezia de Sao Frei
Pedro (idncalves, e o Juiz de Paz do 2. Destricto do
Corpo Santo e ante elles fez-se a apuraco dos Cida-
dos para Jurados e foro approvados os segnintes:
Antonio Ferreir Duarte Velloso, Antonio Gomes
Pessoa, Antonio da Silva & C.', Antonio Marques
da Costa Soares, Antonio Roberto da Silva, Bernardo
Joze da Cmara, Be uto Joze Alves, Francisco Anto-
nio de Meodonca, Francisco Joze de Matos, Francis-
co Mamede de Almeida, Joo Joze da Cruz, Joao
Maria Sve, Joo Pinto de Lemos, Joo Baptista Ri-
heiro, Joaquim Joze de Amori-m, 'Joaquim Rodrigues
Pinheiro, Joaquim Leocadio de Oliveira Guimares,
Joaquim Francisco de Mello Cavalcanti, Joaquim Jo-
ze de Miranda Jnior, o Padre Joquim Rafael da Sil-
va, Joze Gomes Li I, Jor.e Antonio Bastos, Joze Ra-
mos de Oliveira, Joze Vital Ferreira Pinto, Joze Ig-
nacio da Cmara, Joze Zacaras de Carvalho, Joze
Joaquim de Oliveira, Luiz Antonio Vieira, o Padre
el Goncalves da Silva, Manoel Joze Duarte, Nuuo
Maria de Seixas, e Silvestre Gonsalves dos Santos..
Depacharo-se alguns requerimenlos e por ser da-
da a hora alevanlou-se a seso. Joze Tavares Gome
da Fonceca Secretario aescreviEsteves Pro P., Gus-
mo, Silva, Camelo, Souza.
^%^%^^r^v^^ ^^^
CORPO MUNICIPAL.
Artigo d' Officio.
ILIm. e'Exm. SenhorAccuso hiver recebido o of-
fieio de V. Exc. da data de ontem, uoqual me de-
termina, que fornessa, hum cavallo ao ordenanca do
Juiz de Direilo, e Chefe interino de Polica desta Co-
marca, cada vez que por el'e me Cor requisitado, paro
a mesma levar lora da Cidade, o expediente to dito
Juiz, do que fico na utelligencia. A recommenda-
co, que no mesmo Officio me fax V. Exc, para que
sem a menor demora se presten) os auxilios, que por
parte das Authoridades Polieiaes me lorem pedidos^
teoiio de lembrar V. Exc, que nem sempre se pode
cumplir com este dever, pelos diferentes, e frequen-
. tes ser vicos, que faz o Corpo, mormentc nos dias, que
da a guarnico da Praca, por ficar o'Quarlel sem pra-
cas disponiveis.; o que levo ao tsonhrei ment de V.
vExc, para nao julgar em mim relaxaco, ou falla de
exaclido em cumplir asorden de V. Exc a bem do
servido Publico
Dos Guarde a V. Exc. Quartel dos Municipaoa
Permanentes-15 de Fevereiro de 1834Illm. e Exm.
Senhor Manoel de Carvalho Paes de Andrade, V<*-
Presidente da ProvinciaFrancisco Antonio de S
.Bal reto Comma rulante Geral.
-WVV %

T7


*WWI
i^MMMM

(1291 >
PERGtJNTAS.,
WA
ptQUmm ao Snr. Juiz;Interino da Alfarfdega,
porque motivo sendo to activo para mandara
Portara que dirigi ao Guarda Mor da mesma par.
elle entregar os bihetes no momento que os recetar
-aoEcrivaoaa Descargas, porque nao he para fazer
cumprir religiosamente asrdeos superiores, mandan-
do passr o lacre da mo do Escrivio da Descarga para
opuderdo Guarda Mor da mesma que-por Portara
de 19 de Ata de 1826, da extinta Junta Coi mandado
estar* cargo do dito Guarda Mor.
fc^ Roga-se ao Sur. Inspector do 3. Quarteirio
do 2.8 Destrictoda Boa-vista,-liaja de declarar qualo
motivoflue o obrigou a correr a rasa do pateo da Sae-
ta Cruz.
atotto* do Coerci.
^| Brigue Escuna Matildes de que he Capillo rAn-
V4MMo**e de Abreu, sai para o Rio Grande do
Sal to da (23) do corren te.
J9at>iO0 a carga.
JL Escuna Bornfim anunciada a seguir viagem para
/.o Rio de Janeiro hade parliri>o dia 22 do prrze*-
-zente mez : os Snrs. earregadorese passigeiros trata-
dos e que ti verem a tratar respeta a dita viagem, di-
njo-se so Escritorio de Gaudino Agobtinho de Bar
ros Pracinha do Corpo Santo D. 67.
llclao.
LUiz Gomes Ferreira & Mansfield, &cm leilo
de varias faseudas de atgodo, seda, lonas, e ral-
Oado, manh Qu.rtn t ira 19 do correnle mez de Fe-
vereiro, pelas 11 horas manh, na-sua casa ra da
Cadeia.
acn&as.
CM cavado carregado baixoat meio, com seusrpcr-
leuoes, ou sem tiles, por preco coramodo : no
atierro da Boa-vista D. 5.
vjC^ Farinha em sicas de um alqueire, dita de tri-
go, ser veja manleiga, Larris de vinho p n r, ditos da
madeira seca, graxa em barricas, carne salgada, con-
servas, e molhad js de todas as quididades em grosso e
a retulho : na ra da Cruz n. 24, armazem de Joo Ste-
le.
JT3>* 20 meio de sola, e maisalgumas cotizas per-
tenceutes a urna loja de couros : narua dos Martirios
D. 14.
T3* Um negro mosso dr todo osem'co, sem vicio
alguno i no fim da'rua da Florentina casa da esquina
que |t*oi lampio.
t^ O novo Regulamenlo das Alfandegas do Im-
perio : na ra da Cadeia luja do Sr. Cardozo Arres.
tfy Umcavallo, com a ultima muda por axer,
anda bem de passo, e furia passa : na ra Vellia D. 36.
fc^ Una casara pitia, um pir de calcas larrbem
pretas, e um dito azul, em meio uzo : na ra do Cres-
po loja.B. 6.
%^" Potes despumada para curar Erisipela, e fon-
das cancrosaschegaua a poucode Inglaterra e jeape-
raientada nesta Provincia : na ra Nova loja de fcr-
ragem D. 18.
$7*--(Jina venda na esquina da ra do Fogo, com
os fundos de duzentos mitris, a dinheiro : na mesma.
fc3** 2 raaleques de 13 a 14 annos, e urna negraa-
inda mssa cosinha e lava : bo Forle do Mallos n 12,
de manh al as-9 hoFas e de tarde das 2 por diante.
JP^ Urna escrava de -naci boa cosinheira, lava-
deira, e ptima ama de casa sem defeito algum : na
ra d'Agoas verdes sobrado D. 20.
$3 Serveja, e graxa em barricas, farinha da Ier-
ra e de trigo, Caf, vellas de spermacete, barris de vi-
nho, lona, vinho de obampaygne, e da madeira em
barris, queiios londrinos, conservas e motilados de to-
das as qualidades : na ra da Cruz n. 24.
C3r Moenda-sde Engenho deiladase em p, laxas
de ferrd batido e coado, um assentamenlo de 5 taxas
de cobre sendo a menor de 6 palmos de boca e cres-
cendo cada urna mais meio palmo : na casa de Brade
'Schawind 6t Gomp. na praca do Corpo Sanio n. 3.
&& Cocos secos para embarque, e palhas de co-
queiro secas : no Forte do Mallos prensa de Cordeiro
'Leite.
Cotnpro5
ITUanegra, que enfeuda do servico de casa, e sai-
J ba engomar, e cosinhar, e que sirva tambem pana
vender na ra : na Cidade do Olinda, ra de S. Ben-
to sobrado do Gorreio.
W'-Um raolequc, ou molatinho de 12 annos, as-
sim como urna escrva de qualquer cor, com cria ou
sem da, mossa e sem -vicios : a ra do Amparo n.
80. K
^C?Urna negra mossa, e sem vicios, que enlenda
doserrico de casa : na ra do Rozario estreila venda
D. 9.
9" Compendio da Theologia Moral Evanglico,
e Historia Sagrada do Velho e Novo Testamento da
'Roimondo, a Historia' Eclesistica de Benli : na Ci-
dade de*Oliuda ra Nova n. 2.
^3" Dinheiro pfcanehan que nao corra : na loja
de couros da ma das Cruzrs'D. 2, na dita doatterro
da Boa-vista venda de Francisco Vicente Vallim na ra
de Livramento defronte do ronsisloria da Igreia.
\py* Soares Barboza, novo ou em meiouzo : anun-
cie.
&& XJma negra, qu engome soFrrvel, e cosinta
o diario de urna casa, sadia, e sem vicios, e urna ne-
-griiibade8a 10 annos, tobem sadia, e sem vicios:
no Forte do Mallos prenca de Carneiro Luit, ou a
fallar com Foneec.i Cap barita.
tfy Compra-se, ou alluga-se urna nadara que te-
'rtlia todos oseos pertences : anuncie.
MMMMMH
flrreitDantetfto.
Rrenda se um sitio na Magdalena, com bstanles
larangeiras, frucleiras de toda qualidade, e baixa
capim : na ra d'Agoas verdes sobrado D. 20.
Adijos parcicufatcs.
OPndreXuiz Florentino de AImeida CiUnho Po-
fessor do Latim do Collegio das Artes do Curso
Jurdico da Cidade de Olinda avisa ao respeitavel Pu-
blico, que abri a sua Aula de Gramtica Latina no
Seminario no dia 17.
fc3" Percisa se de um hbil professor de danca pa-
ra dar lices a moderno j quem quizerse dispor a isso
queira anunciar.
#3?* D-se seis ceios mil reis a juros de 2 por ren-
to sobre Bilbeles d'Alfandega adez m*aesou umanno
anuncie.
com
z
i
i


(1292)
^y Quem anunciou querer vender um moleque
de 14 nonos ; dii ija-se a ra da Cadeia do Recife n.
3, l: andar.
tf&* Quem, percisar de urna ama, que sabe engo-
mar, cosinhar, e tratar de urna casa, por oito patacas
por tnez ; dirija-se ns cinco Ponas passando o beco do
Marisco da parte esquerdo D. 21.
^l^* Ghrisliano Henriques Borchens, Alemo, tor-
noiro de madeiras, melacs, e marfim annncia a todas
as pessoas, que se quizcrem utilisar de seo presumo;
e juntamente a qui*m liver instrumentos de sopro da
qualidade, que br, para os concertar, que o poder
procurar no sobrado o posto ao oito da Matriz de S.
Antonio.
^p^" Percizase de um peritimo padeiro no atier-
ro da Boa-vista D. 63, se dir quem o perlende.
$^* Matioel Novaes da Costa, rctira-se desta Pro-
vincia.
^3?" O Senhor Colleclor das Agoardentes, fique
ce rio que se feixou a venda, que existia na ruados
Bairros b.iixos, fin de que o nao cont no numero dos
que lera de pagar direitos, do que sao Collei lados por
venda de tal {enero.
^f3* Declara-se que o anuncio que falla o Diario
i). 320 nao se cntende com Antonio Pereira da Silva
esim com Antonio Pereira intitulado o tirano morador
na ra Nova ao pe da ponte.
$^* Joaquina Benedicta Vieira, vendo o Supple-
nienlo do Diario de Pcrncmbuco de 3 do correle,
nao pode deixar de declarar perante o respcilavel Pu-
blico (nao ijuerendo cem isto justificar a seu marido
Joaquim da Silva Percira das falcas calumnias com que
algumas pessoas o tem querido increpar) que he falco e
falcissimo o que na naquelle Supplemeulo se diz rela-
tivo ao indasse de Letra c flanea que se exigi de dito
seu marido pois que nunca tal cotiza se passou, e at
eslranhi muilo que o Sur. que (al correspondencia m-
don inserir, te lemhrasse de huma faUidade seme-
lliaote, viudo por ola forma a augmcnlar-se mais a
indisposieo pue contra elle injustamente se tem mani-
lestado, a mesma anunciante vendo igualmente no
Diario da Administracio d 3 do correte, o officio do
Juiz de.Paz de Unna ao Exm. Vico Prez i den le, nao
pode deixar de dizer que parece que de propositse
procura malquistar a seu marido, pois que sendo o
dilo olficio iniciado do F.ngenho SahuemH de A-
goslu de 1833, apparece agora impresso no dilo Dia-
rio em 3 de Fevereiro de 18'54, estanto por isso pr'to
de seis me/es sera se dar ao pelo he necessario pi-
ra se criminar um homem que apareci provas lega-
es, e aonde eslo ellas.
Ja a p parecen alguma correspondencia dille para
com. os .Gbanos.
Ja se upanharo algumas municoens, armamento,
vveres por elle, remetidos.
Logo como he que se pode criminar a huin homem,
simpltsmenle porque se diz fulano he con ven te com
os Cabanos, nio lie assim : .c de mais como he crivel
que o marido da anunciante seja conivenle com os (la-
baos leudo elle huns poucos de mil cruzados espalha-
dos por esses matos. .
Hade protegeros Cabanos para estes arrazarem co-
mo o tem leilo as casas, lavouras, e propriedades da-
uelles qu,r Ihe sao dcvedorcs, com efeilo he at aon-
e'pode chegar a malidicen< i a, a anunciante confia na
Providencia Devina (que he s para quein apella.) que
a verdade hade aparecer em toda a sua lo/, e enlo a-
que-lles que to injustamente se tem indignado contra
sen marido v.irao no verdadeiro coohecimenlo da in-
justica-yue com elle tem urlica do.
^jH Un rapaz Br.iz:! iro com muita praliea de
;
cacheiro no Forte do Ma.tlos, tanto de escripia, como
de ra, e apto ale para corretor, saliendo, que o Sr.
Miguel Arcanjo de Barros Correia procura com empe-
nho um eacheiro, oferece-se ao dito Snr., como or-
denado de seis centosmil reis, recebendo um anno a-
diantado, por cauza das duvidas.
^X^ Roga-se ao Sur. Miguel Arcanjo de Barros
Correia la ja, por favor declarar quando, como, ea-
onde, pertende pagar dous bilhetes de cobre de 100$)
reis cada um, passadoscm Juliio do anno prximo fin-
ado, osquaes,-sendo-lhe por vezes aprezeulado, ora
nao est ahi, ora ven ha no fim do mez, e por ultimo
desearta-seem dizer, que nao paga. ..
$l^ Francisco Jozc do Sacramento morador na ra
do Padre Floriano caza n. 426 D. 5 par tecina aos
Redacloresf dos Diarios da Provincia, da Administra-
cao, da Quotidiana Fidedigna, e do Carapuceiro de
que he assignanle de todas ellas, que Ihe nao mandem
levar as fainas a sua caza, porque o anunciante vai pa-
ra o malo a tratar de sua saude, hajo de as guardar
na Tipografa, que alli as mandara buscar, ou alias
quando vier l'ar aviso para Ihe as mandar entre-
gar. ....
f^* Roga-se ao Senhor Joao Domingues Pssas,
ou ao Senhor Antonio Domingues Machado, queira
dirigir-se a ra da M-idre de Dos, loja de fazendas n.
29, receher urna cuta vinda do Porto, pela Galera
B la Pernambucma.
^^- Precisa-se allugir um escravo para servico or-
dinario de nina caza : na ra do Vigario n. 12.
'T^h Alluga-se urna caza de 2 andares, que tenha
commodos para urna familia, c que seja no Bairro di;
S. Antonio, ou da Bqa-vista : anuncie.
V3" Quera anunciou querer vender um moleque
de I 4 anuos; dirija-se a ra do Crespo D. 7.
^^* Joo Manoel Pinto Chaves, faz sciente aos
Senhores Administradores da actual cobranca, e fu-
tura do consumo das agoardeutes que elle de.ixou de
vender agoardeute na sua renda da ra da Cacimba
D. I, como ja partecippu ao respeceivo Colleclor que
fi 00. entendido ; o que faz publico para evitar duvi-
das para o futuro.
x*
c3crayo3 fugiDos.
myO dia 10 do crrante desaparoceo urna negra de
1^1 O anuos pouco mais menos, do gento de'Ango-
la, pirececabra, tem faltas de denles adianto superio-
res, e$ta perdida, ou fui t ida, pois fot a pouco che-
guio do mato : ra do Rozario estrella na venda D.
9, (pie ser reeompencado.
Sy^J No dia 3 do corrrnte mez de Fevereiro, sen-
do mandado ao Engenho Novo de Goianna um mole-
que corh urna carta para o rendeiro do mesmo Enge-
nho Antonio da Silva Vianna, desapareceo al o pre-
zenle, e delle nao tem havido noticia alguma : supe-
se o mesmo muleque furtado, nao obstante ser bastan-
te esperto : elle chaina-se Joo, de naco e imundon-
g >, lie b m la.lino, e de pequea altura, tem o rosto
eheio, olhos grandes, o abotoados 5 levou vestido ca-
rniza, e calca de estopa, e clupeo de |)alh.i, tem prin-
cipios de pedreiro, e escravo de Agosliuho Bizerra,
proprietario do Engenho S. B.irtholomeu i o'|paleo
do Carino D. 1 I, que ser reeompencado.
*..%**,*%%,
N
ERRATA.
A Necrologia leia-se em ve/, de seriose no pro-
pMttJT. J\'*f fiP DO DimitlO l&.'Jl.
77
TT
mm


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