Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02770


This item is only available as the following downloads:


Full Text
.*.\XODE 1835. Ql'INTAf^fkUA M, !)E NoEMKtto' NMEHO*^
ftlftlkJ
y^**'*w^y?^^^^v'w*^yMi*?i^r^^',,'^vr-v>^
>" ssr( k i' Tt-fit.- .t (540 n'iit. ;'..:>i,' ,-.-. K;, '| ywr..'fi<
; crt-celifin corFc.vcimJtwcia', uiiirii^uj eu in-ircn-,^
Jjtil -;[;;. doi >:\v: -. .:<,!', illie- ovir-iu- \iii,1( HsMOHaOi.
flgiy?-*?g
Tu:'.o ;._.i.. dopcBjn He n*s roesmos, da iiwssa p!?itk-; -:.i. m>-
d.ri.'c, ec'AW& r-0i"ltitnttl9& como principamo-"e s.-renos
apuntados cai'HuniiraCHi) > nr* as Nacas inaistultt-v
l'ieilwiu'' da Autin'.il.-* Geral du Brmfl.
-a
%va$n$$& cm i^ernamuco pn jbf dictarme De bmu
obsts-ses* -***? (j-3M.ica
DAS da SEMANA.
'.'^'V***-*.** *% *tV.V* *. <>:A* .%.,.. wV *.
U.'-S.Florencio- Re. de m., And. dos J. do C. de,
* ni. ei)e't.,fl Ch. Pr. as 6 h. 6 m. da m.
i).'->. GertnufesrSs. .!. de Orlaos dct. Pr. as G h. e 54 m. da m.
Snhhado-vS. fctorino- Til.""' de m. f aud. do Vig.
(i. de t. Preamar as 7 h. 4*2 m. da m.
!); >uingO-S. Gregorio Thauniaturgo. Pr. as 5 h. 30
i i. da m.
ARTIGO DE OFFICIO.
fLi.u. e Exrn. SenhorTendo Sua Ma gestado Im-
perial o Senhor Dom Pedro Secundo soffrido em
ii i'Io da A do conente Ihutn violentsimo a-
l que apopltico, t-convulsivo, que opiirou por al-
gu-tpas huiu> do uzo da palavra, e dos sentidos, e poz
(iii consternadlo a Regencia, e lodosos habitantes tes-
ta Capital, pelo receio de sermos privados de huma
Existencia tao preciosa, echara aos Brasileiros ea
ehando-se o Mesmo Augusto Senhor actualmente li-
vre do ciniuente porigo que O amcacara, se heni que
anda nao de todo restabelecido : A Mesma Regencia
asbim o Manda Drnmunicar a V. Exc. a fin de que
o laca constar nessa Provincia ; esperando do sello c
patriotismo que caraelcrisa os respectivos Prelados,
Aulhoridades, e Corporacoes Religiosas, hajo de ren-
der ao Supremo Arbitro dos Imperios solemnes, g fer
vorosas Acedes de Gracas, por to assignalado bene-
ficio.
Den* Guarde a V. Exc. Palacio do Rio de Janeiro
cm 14 de Ouluhro de 1833Antonio Pinto Chicor-
ro d.i GamaSenhor Manoel Zcferino dos Santos
Curapra-seP;ilaea do Governo de Pemambuco 13
de Novcrnbro de 1833Lira.
CMARA MUNICIPAL.
23." Scss ordinaria do dia 30 de Agasto de 1S33.
PllESlDEHCIA DO SmR. EsTEVES.
COmparecera os Senhores Doulores Maciel Mon-
teiro, Mavignier, Camelo, Olveira, e Gusmo,
(altando com cauza os Senhores Mello, e Silva. O
Secretario fez a leitura do-expediente.
Hum officio do Veriador Silva parleci pando que se
achava incommodado: inteirada.
O Senhor Vereado Doutor Peregrino Maciel fez a
seguinte PropostaQue a Cmara tome na devida
consideraco a representarn do Fiscal deste Bairro,
re itivamente ao estado da carne, que se consom nos
acoogues desta Cidade e a dote. Oulro sini huma
medida eficaz, e prompta a fim deque se nao expo-
nha a venda publica carnes provenientes de gados af-
fectados de mal triste, ou outra qHalquer efixoaeia.
Passo da Cmara 30 de A'goto de 1833O Venador
Peregrino Maciel. Fm addiamento a proposta su-
pra o Senhor Camello fe/, a seguinteQue s oli com urgencia ao Inspector do Thrzouro, para man-
dar entreor as chaves dosenrraes dfesra Freguczia de
S. Antonio, e na Boa-vista aos respectivos Fisea-.-s pa-
ra por este ardis vedar, que se matem gados setn a sua
assislencia, e prevenir-se as fraudes, e m f dos mar-
xanles a semelhante respeitoPasso da Cmara era 30
de Agosto He 18330 Vereador Canielio-Estas pro-
postas entrando em. votaro foraoapprovadas.
A Cmara resolvi que se officiasse ao Exm. Presi-
dente da Provincia para que 'ossem dispensados do
servico das Guardas Naeionaes os Fiseaes desta ('ama-
ra que se acho sobrecarregados de oceupacoes inte-
ressantes do Municipio, e obsta adiara coiilinsaco
do Emprego, as continuadas guardas para que sao
chamados, o que ib i requisitado pelo Fiscal deste #
Bairro Rodolfo Joo Barata de Almeida a esta Cmara
na presente sessSo sobre que tomou a Cmara a supra-
i'ita resolucao. o
Becebco-se hum officio do Cidado Jbe Guarberto
Correiaicom cerlidao do Professor de Medicina justi-
ficando sua infermidade pela qnal he impossibililado
de exercer o cargo de Veriador : a Cmara resalveo
que fosse escuso e que se chamasse o immedialo para
tomar assento na seguinte sessao. E por ser dada a
hora alevantou o Senhor Presidente a* sesso, e man-
darlo fazer esta acta em que assiguaro. Eu Francis-
co Antonio Rabello de Carvalho, Secretario Interino
a escrevi. Esteves Pro P.GusmoOliveiraDou-
tor Mavignier Camello Doutor Maciel Montei-
ro.
MMMt%UM'4MttV
CORRESPONDENCIAS.
Sur. liedacittr.
"j^fA remedio se nao dar algum cavaco, nao para
i.^1 satisfacer ao Senhor Angelo Custodio do Sacra-
mento que bem certoest do que sv. passouentre mim
e elle a cerca da pertenco do engajamento de seu fi-
lho 5 mas sim ao Publico, por isso que elle se queixa
como arbitrariedade minhu por nao querer eu enga-
jal-o.
Se o Senhor Angele est persuadido que condescen-
dencias e receios, de que apareco correspondencias
contra mim, como o que poz elle em sua folha N.
243, do vx 7 do corrate, me fnr faltar a meu^de-
ver engana-se, e milito que devia elle estar di-to
convencido, por nao ser de hoje que me conheee o Sr.
Angelo, e eu elle, porter sido Sargento da Compa-
nbia em que eu fui Alferes, que por nao ter elle a-
quelle carcter, e conducta, que se. requer no serv-
cu Militar, sebearme lembro crcio que nunca imre-


i
(996)
ceo ti n I UIMO. c
Anda .Miles d se recolherem do A'ainpam.'ntQ os
G kI.i Muiiicipaes, que scacluvo em operat-oes
Oiit i o> Ficcioso^ l'anellas, signos Officiaes do
Cbrpo me leivihr-irii.) que quaiido fossem elles rccolhi-
I ., devia ni l'.itvr urna escolha dcnlre elles para fi-
caivm nv sirvico do Corpo os que merecessem por
suas conductas, porque alguns linlio sido admittidos
a elle pea necessidade de se reunir gente contra a-
qti'Ues Carnosos. Regressando do Acampamento em
26 de Setembro prximo passado o Capillo Francisco
d"Bnro-i Cav.iUanti de Lcenla com urna porco de
Guardas Municipaes, que tinbo de ser de novo enga-
i.itlo.> pai;a o ser vico da polica. Ib i qando no ultimo
do dito mes, fiz reunir os Officiaes do Corpo na Se-
cretaria, para informar-me da conducta da* pracas re-
ctoi dudadas, por isso que a nenhum conhecia eu, e
Ihes pedi iuformacoes exactas ; o que me informaro
do filbo do Senhor Angelo, tanto de seus, scrvicos a-
qnl, como no Acampamento, seria mister consumir
a)gum lempo para escrever, pelo que nao o quiz en-
cajar, assim como nao foro oito mais, e antes que os
despedisse, dei ordem a que se Ihes ajustasse suas con-
tas, para que o Governo Ihes mandasse pagar o que
lez. Pjucos dias depois apareceo o Senhor Angelo na
Secretaria queixando-se, por nao ter eu querido en-
g.rar a sen fillio, ao que Ihe respond que eu nao o-
i>r iva por motivos particulares, por que nunca seu
filho me tinha offendido, e nao o conhecia eu nem de
vista, e se entenda que Ihe fazia eu injustica, o re-
medio eu mesmo Ihe lemhrava, que hera queixar-se
d" mim a-- Gov, rno, que este hera natural me man-
asse re&ponier, e ento de novo eu ouviria aos meos
"Officiaes ; se elles se disdizessem sentara praca a seu
Ivlho, e se suslcntasscm oque ja me tinhlo dito, de
(crio nao sentara : apresenlou me depois seu requeri-
menlo, a informa cao do Cnmmandante da Companhia
o Senhor Angelo a tem, e vista dola Ihe foi negada
a sua p iltiic : reqnereu 10 Exm. Senhor Presiden-
te, a presen tindo-nv um amigo o requerimento, man-
d<;>i-o- S. E*c. informar, referi-me s informacSes
uando agora a|rtrece a correspondencia em seu Da-
rio (I !
Fran. o Jo/e de Olivoira, e otros de que elle fil-
ia ii sci t .dos do Acampamento, e se acho engajados
no G>rpo pro;unte no Exm. Senhor Manoel Zeferi-
no, porque o> mandou engajar por seu despacho.
Fin quinto porem Senhor Redactor a offensa, que
o Senhor Angelo me faz con suas toscas,, e estupidas
ejpresses, eu procura re o recurso na Lei, por isso
que nao quererei nunca parecer-me com os anarquis-
tas, ou Dspotas, que ludo he urna, e a mesma cou-
*a. .
Bogo-Ihe o favor de darse ao Ira bal lio de inserir
em sua f.dha oque levo exposto, pelo que deixar
muilo o4t igado
A leu amigo c servidor
Francisco Antonio de S Baireto.
* *%%%%%
Snr. Redactor.
DYaxsm. eu do meoPatricio insertas no seu Diario N.'221,
estando ao facto do procdimento do Senhor Luiz Jo-
ze de Sa.npaio, sena tornar-me cmplice na atroz ca-
lumnia contra elle vomitad a pelo fcu correspondente,
lser ver ao publico a maldade, que re*piro as laes
perguntas; concorrer para que J^rba menle se 5o
ofenda a honra de lium Empregado PuWieo, bem
m lis precioso que elle por serto possue, he o meo de-
ver, e de todo aquenc homem, que como eu pieza a
virlude, e desoja ver Sperihhado o vicio; por tanto,
Sen1ior Redactor, nieve qde eu roubando ihe huma
parte do precioso lempo votados aos seos honrosos tra-
bados, Ihe pessa a inserclo do que passo a expor.
Pergunta o meoPatricioem 1 lugar ao Senhor
Luiz Joze de Sampayo, se tem a le para faser injus-
ticas aos Cidados Rrasiloirosem 2. lugar a racSo*
porque nomcou Guarda Supra, a Francisco do Sales
e Albuquerque, sem ter idade completa que a Le
marca; em quanto a 1/ pergunta dini, que o Snr.
Sampayo, nem pessoa alguma tem semelhante Lei, e
que nao consta, que elle em todo o lempo que tem si-r-
vido de Juiz interino da Alfandega das Far.endastenha
dado o menor passsn. que va v. encontr com os seos
deveres, como quer dar a entender o meo Patricio:.
se por accaso errar, he osla a condicao da especie hu-
mana, porem nem poiisto dcixarsr-ha de reconhe-
cer as suas boas intrnces, a sua philantropia, e so-
bre ludo o seu Patriotismo.
A segunda pergunta liabem lie fcil res>onder-se :
o Senhor Sampaio nomcou a Francisco de Salles e
Albuquerque, para o lugar, que deixou vago o Snr.
Joo Baplista Gurjo, que lao crua guerra tem feto
ao Senhor Salles, foi porque como chefe daquella re-
parlico, tendo d prehencher aquella vaga, d<>vm
escolher como prudentemente o fezHum Cidado
Brasileiro, que livesse inteligencia suffi.icnte, para
bem desempenhar s obrigaco-s daqelle cargo ; que
fosse probo, e incapaz de se deixar corromper ; qua-
lidades estas que na vprdade ninguem de boa f ne-
gar no Senhor Salles ; por tanto a nomeaco do Snr.
Salles bem longe de abalar a reputaco do Snr. Luiz
Joze do Sampayo, he mais hum testemunho nao e-
quivoco da imparcialidade comque aquelle lirasileiro
se dirige na espinhosa tarda de Juiz da Alfandega das
Fazendas.
Diz mais o me*Patricioque O c5enhor Salles,
nao tem 21 annos Muito pode com efeito a ambi-
co, e inveja, que forcou o meuPatricioa fal-
tar despejadamenre avordade; eu Senhor Redactor
que conheco ha muitos annos o Senhor Salles, fir-
mo-lhe que elle tem a idade da Le : (porque est co-
plelando os 21 annos visto Ihe faltar 2 a 3 meses para
inteiraros21 anuos) ese nao fosse o bom genio do
Senhor Salles, que Ihe nao permite entrar em conteu-
da peranle o Publico com hum homem que para dar
algum peno as suas palavras cobrio se com as vestes
do annimo, elle por certo a nvtistempo com mais
vigor teria desmascarado aquello calumniador, apre-
sentando ao respeitavel Publico a sua cerlido de ida-
de, e sua carta de emancipacao passada pelo Juizo
competente.
Descnlpe Senhor Redactor o incommodo, qrn^ vc-
nho Ihe dar, e creia, que sou
Seu Patricio e amigo
Cactano Pinto de Veras.
Snr. Redactor.
COncewa, que me valha do seu bem con Jornal para contar urna historia, que a ser verdi-
ca ho de se ver boas comas, ou como la disem mos-
cas por cordas, c mosquitos por aramos : bem sei Sr.
Redactor, que o negocio em nada nleres>a, ao Publi-
co, mas ele diz ropeito muitos individuos que ou
por falta desciencia de facto, ou por ignorancia d'a-
quillo, que fasem, podem uns entrar na rasSo, e o-
tros no conhecimenlo, e dosta forma evitar se como di-
zera os capadocio8 urna marmionda escandalosa. He
\
i


i
amV
pois ocazo : disem e valha a reliad*, qn** um sinei-
ro, que oqui lemos perlen le fundir uus sinos para a
Matriz do Corpo Santo, e que noolendo p*ra esse
fim o metal necessuiio valeo-se de um seu Pio-urador,
que nlguma assendencia tem na meza actual do Livra-
menlo, e consta que dcll conseguio pnr um modo ga-
lante odarse-lhe dois sinos quebrados que existem
a torre do Livrament para aproveitar o metal, eom
o s- nplfs oniMis de o entregar todas as vezes que a Ir-
i&indadc o pedir. Se isto lie verdade, que tal o ne-
goeinho? Elle com cuello nao pode ser melhor, por
que p lo mrnos ota! sineiro metlcna burra mais 300
ou 400$ reis, e o s<-u amigo Procurador nao deixnr
de receber algum presentinho por cortezias que nao
faz .-orno seu proprio chapeo. H; de esperar, que a
Iruvuidade io transija, com esta negociada a ser cer-
ta k "neonvencid i de que a Meza para tanto nao est
auihurisada. Em fim Snr. Redactor miis coizas li-
nda a diser, porcm, como, o que levo dito julgo suf-
ti-ieule para operar o desejado effeilo, reserva rei o
rstfl para outra oeasio entre tanto que sempre
! iniuarci a Irmandade, que veja bem, Ihe uo acon-
[' -a eom os sinos o mesmo que aconteceu a um certo
Z ii i ieh com as Pedras. Eu sou Snr. Redaelor
Seo muito venerador
Pedro Ceg.
+ *%.<%%+*%%
Senhor Redacto/.
INtkressk publico: na concluzo domerelissimo Sr.
IWto Jouquim de Miranda Henrique eslava posla
Jilima cauza do libello, que me moveu Manoel Anto-
nio da Silva Molla, que por seu enrundamenlo, e a-
visti dos afneos com que me segoraro alguns Adro-
gad >i, ertar de mrnhi parle toda a razio, he verdade,
(pie avancei por algumas vezes a dizer a algumas pes-
soas, que por ella me perguntavo, que hera impossi-
vel, que eu tivesse Sentenca contra ; eque infallivel-
mente, eu a esperava a favor; isto, torno a repetir-
Ihe, Sor. Redactor, por ser nao s reconhecida a Jus-
tica da Cauza } er sido mu bem trabalhada, como
porque al se me a segurou, que da parte do A. ella
lora inju idacamente tentada : e bem se ve, que, se-
;uudoa frazeeom que eu mesmo me lizongiava em na-
da ofenda no melindre, e honra do Snr. Benlo Joa-
quim, qnem bem longe de o tocar, confeco, que o
repeilo :y pois que em verdade elle se tem eonduzido
no lugar de Juiz de Dircito no Civel eom Unta honra,
que he p.ra dezejar, que, os que vicrenn viudo, o 1-
Initein isto nao obstante, muito me recen ti ao saber,
que o Snr. Miranda Henrique, se estimulizara, do
meu modo de lizungiar-me, tanto mais quando cu na-
da ofend sua honra : aponlo de se anear o mesmo
Si.r. de suspeilo por isso; e poros emp nhos (segun-
do :ne dizcm) que leve da parte do A Afirmaro-me,
Snr. Redactor, que o Snr. Miranda Henrique dicera
que, sem embargo dos empenhos que Uvera elle sem-
pre ifltcaria a Senlenca a ineu favor, se a cazo eu nao
hla onasge, ou nao conlasse com ella ; a meu ver per-
Miulo-me, que quanlo ao que me loca, isso nao era
molivo para o Snr. Miranda Henrique se laucar de
sti^peito; e em quanto aos empenhos que leve na par-
le do nutro ; por isso mesmo devera o Snr. Mi ramio
Henrique dar a Sentenca a favor de quem r^zo livcs-
se, que por isso mesmo cada vez maiso ronsliUlia dig-
n ) dos encomios de que se tem feilo redor por suas
mam iras, e rexlidao. Perdoe-me.o Snr. Miranda ix>r
essa ofensa involunlariu. que a tanto nao pensei che-
gasa, e sirva-me de lico para com o Snr. Crespo,
para quem passarao os autos, de quem seguro eslou na
tsiia honra, e quem o io corromper empenhos do
A. saiba pois Snr. Redactor \ me. e o respeilavcl pu-
blico, que sin la h gente, <]<* confiado em patrona-
tos, em a i sada corrupeo de ai^uiis Ministros, 00-
zo ainda a tenlarem demandas i.j islas, por negocio,
e eneomodarem a pacficos Cidados cuno o lem 31*0
este : .
Seu alenlo venerador.
Leopoldo Joze da Costa Juiujo.
Sociedade Federal.
SRssao ordinaria hoje Quinta tetra as 5 heras da
larde, para se lerem Ora ios recem chegados de
diversas Sociedades do Imperio.
flmjmi &o Ccrcrto.
.
OBrigue Feliz Destino de que he Capillo Pedro
Dias sai para o Rio Grande do Sul no d ia (25>
do crrente.
y O Paquete Ingles Rynard recebe as mallas pa
ra a Bifeia, e Rio de Janeiro amanha (15) as 9 horas
da uuuhaa.
* V **- ***
ittlao'.
CJ. Wilep, faz leHao de urna porco de mantai-
ga, por conla dequem perlencer, no annazeni
d (ioncalo Joze da Cosa e Sa, as nove horas da raa-
nlia.
W% V%%% mu*
aenoas.
IjMk negrinha de 13 a 14 anuos, sem vicio, e co e
J muito bem, propria pan quaiquer casa de lamilia:
na ra Nova en casa de Madama Anais.
^3r- Dois aparelhos de cha uovos de prS de pedia,
transparentes, e finas : no armazem de uiolhados na
ra do Roza-io larga I). 12. ...
%^ Um moleque de 8 a 9 annos, de bonita figu-
ra e muito esperto : na ra do Crespo D. 7.
^y Urna morada de ca a lerna de pedra, e cal
citas no altero dos Affogados, da parle do nascenle,
com principio de Ira veja ment para sobrado, e com-
modos para urna grande familia, loreiras aos herdeiros
do llescido Manoel Correia de Araujo; junio ao so-
brado de Miguel Arcanjo Monteirode Andrade^a
qual se acha livre e desembaracada para quem a per-
tonder : na mesma das 6, as 9 horas da mauh, u a tar-
de, a quaiquer hora.
$3T Urna cscrava famosa srvenle de casa, engo
ma, lava de varrela, ensaboa, e enlende de cozinha :
na ra do Fagundes lado do nascenle D. 10.
M.*MMk
1 Compras
UMa escrava boa eosiuheira, engomadeira, e lava-
deira, nao lendo vicio algum : numrie.
^y Urna mocada de casa lerria edm chaos prop i-
os, no Bairro de ^nto Antonio, ou Boa vista, que nao
exceda a um cont \e reis, e um par de mangas de
vidro lizas: nestaTVnogr..fia se dir quera compra.
^3T Uma negrinna de 16 a 20 annos, pagando-se
vm praU com o comJ>elenle cambio : nesU Tipografa
se dir quem compra.
5^ Urna pqeta de 16 a 20 annos, sein vicio, que
enlenda do servico de urna casa : na ra de Joze da
Costa no lorie do Mallos, casa de 4 andares.
%%%-* v%
ailugucif
ALlcga-s* umquarlo andar bem frescos e boa vis-
la para o mar e tena, na ra da Moeda W. 141 ;
no 1." andar do msmo.
%*% ^%v*%%%*


( rs: J*
/.
PErdso-SC no da 9 do corente una alfineite de pci-
lo de ouro com duas oitavas e mei;i, do feitio de
una ancora de navio : quem o at-har o (|ui/.er restituir
diri.i se a ra da Moeda n. 141, I." andar, que sftr
jenerosfewente recompensado.
*%% *V,\k
8bt?G$ particulares.
O Abaixo ussignado, avira ao respeitavel publico,
mrmente na Villa de Goianna que Manuel d'AI-
meida Ferreira, ali existente nao mais seu Procura
tlor desde o 1. de Jnlho do crrente anno, como re-
pelidas vezes pessoalmente Ihetenho dito, por se farer
suspeito ; por isso que derroco, e annullo urna pro-
euraco bastante, que aquella Villa exisje, cuja pro-
uraco fica sem vigor, e forras.
Joo Leitao Figueira.
V^ Em resposta, a pergunta do Snr. Riogran-
danse, tenho a di/.er Ihe, que faltando-lhe razo para
refutar o meo nyizo, faz-se ignoranto do motivo, e
Janeando mo da favorita da moda, julgater com isso
feito a deeza dos seus compatriotas, e hum grande
serVico a sua Patria. Pois saiba Snr. Rio Grandense
(opte se faz desentendido) que a cauza do meo vizo
pea falta do cumprimento de tracto que se fez com o
que la existe; nao s de quem o seduzio no Rio de
Janeiro ; como dos membros da Sociedade Typogra-
i'a, os ffuacs (com excepcao) devera ser mais exatos,
pois tndo-se finalizado o lempo do tracto a 2 de Sc-
tembro, at a data de 7 de Outubro, ainda nao tinha
^sido embolsado do restante que sao 166$54ti, como
constado Relatorio da Commisso, inserto no Na tlen-
se N. 57, tora a passagem que foi avaliada cm 100$
reis. t r
Acresce alem disso Snr. Rio Grandense o enromo-
do que ttm tido o mesmo em cbamar os ditos ao Juiz
de Paz, afim de se Ihe pagar, e sem esperaneas disso
eslava (o que de fado acontecera) se nao fora a che-
gada do novo Prezidente o Exm. Sr. Bazilio Quares
na Torrio, a quem louvoressejo dados, nao s pelo
andamento em qu% pz aquella fontc d'onde demanao
tantas vantagens, como reanimando o commercio, o
qual so acha em decadencia.
Avista do ex posto, Snr. Rio Grandense, acbo ser
Jium deverde humanidade, avizar aos meos collegas
para que nao cahiao na corrila ; e ter satisfeito a per-
yunta, o reformado que est livre'de chupar as
Twrinhas-
fcr^ Ollluminadur dos lampioens' desta Cidade a-
codindo ao reclamo de suplicantas fta Quotidiana de
hontcm N. 22 nao demora declarar- suplica ao Exm. Governo, o qual se ror servido defe
rir-lhes com os lampioens que perttf'idem fica da par-
te do Iluminador, o cuidado de affiear-lhes boa tor-
cida, e molho.
Para o mais que parece muitissuuoobzequio, e vem
na tal petisso, muitissimo obrigador bocadinhoseos
atractivo! olhosvai barrado.
fc^" Joze Alves da Silva Freir Bixarel Formado
en Leis, propondo-se advogar nesti Cidade, anuncia
aspessoas, que se quizerem utilizar do seu prestimo,
que o devem procurar em casa de sua rezideneia na
ra de S. Francisco defronte da cadeia N. 5 no 1. an-
dar. Da mesma sorte se oferece gratuitamente as pes-
soas misera vea, c.com taes oprimidas pela prepoten-
u dos poderosos, ou inexecucao das Leis pelos Em
pfcgis Judiciarios.
f^" Relia-sc ao Sr. Joao Dulra VatoderWi, qi|e
pof^bzequio queira quando fizer anuncios, como no
Diario N. 247, fez^de canoa, eaibros, c travs queia
anunciar quem os vende, e nao di/.er que he ua Ota-
ria do lalescido Manoel Rodrigues d > Passo, pois ca-
noa, que carrega mil tijollos, nao est em Olaria, e
se estivesse beta perciso que este Sur. tivesse Olaria,
e como a nolem, e nem a comprou a Viuva, c nern
a herdeiro do lalescido Passos, be escuaado azer a
nuncios, se nao em seu nome, e nunca declarando
lugar que nao he seuhor, e o mais he abuzar.
^3* A abaixo assignada Viuva do faleseido Lui/
de Mello de Albuquerque Pita por si, e pomo totora
de seos filhos Orfos tem uns metos de apellacao no
Tribunal da Relaco, Escrivo Ferreira sobre una
execuco que Ihe faz Joao Antonio Goma!ves Maduro,
a qual pelo seu poderocoaseguioexecutar a anuncian-
te, e seos filhos sem Sen lenca algum a, ou concilia legal no Juizo da Paz, c como aappellaco foi recebi-
da em um s effeito, leve tempo de fazer adjudicar
as casas da morada da anunciante, e seos filhos a seu
pagamento, e dspejala, e tendo-se passado perto, ou
mais de seis mezos que foi entregue a appelWao nn
Tribunal da Relaco ainda nao ltoove deferim uto. A
anunciante por meio desle vai rogar aos Snrs. Magis-
trados queiro lembrar-se de deferir a esses orfos, e
viuva os quaesnlo reclarafo imustica seu favor, e s
pertendem o desembargo do feito com attenco ao te-
mo de conciliaco no qual nada mais pedia o redor s*.-
no esse termo para poder justificar o seu debito no
Inventario, ou azar d'acco que Ihe competsse, e com
elle asim feito passou a executar a anunciante, e seo.
filhos, sem outra algvma Sentenca, se a Lei assim o
manda, assim se julgue; e se nao manda dezeja a an-
nunciante por si, e seos filhos aplicaco da.Lei porque
temqueopor a semilhanle debito para sua del'eza n i
caso do ser o credor reaietido para aeco competente:
Anna Ignacio, de Jess.
fc^* Quem tiver una eanoa joquena para allugar
pelo tempo de 3, ou 4 mezes 5 dirija sf a loja do liau-
dera ra do Cabug.
^^* O Bacharel Formado Joao Capislrano Bhndei-
ra de M lio propoe-e a advogar, na ra do Queima-
do D. 4.
^T&~ O abaixo assignado faz scienteT que ninguem
receba um hilhele de cobre de sua firma, com data de
7 do correte, diabeiro, que em seu puder deixou o
Agricultor Ignacio Paes de Souza, por isso que este o
perdeo, e foi substituido por ontro emdacla de boje
12, nico que o abaixo assigmdo paga quando Ihe Cor
apresentado.
loza Joajuim da Fonceca Capibaribe.
**% "*%*%
c50cmro. tamo*.
SEbdsliao, uacao Mocambiqua, estatura reblar,
cor prela, grosso do corpo, testa olhos, nariz,*e
orelhas naturaes, cara, e caneca redonda, quando an-
da deita o co do joelho fora do seo naturar, e j foi
visto no Enjenho de Santo Cosme freguezia da Var-
zia ; fgido a dois annos : ra da Moeda n. 141, Io
andar, que ser recompencado com 20$ reis.
** % \ \\*%
ERRATAS.
T^rO Diario N. 247, col. 1, lin. 6rntesleia-se
lanles col. 2 lin. 2 conciliativoleia-seconci-
liatorio.
1
1
j;
,
i
1
sajr. js'u. Typ. do Diario. I

Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EMKVOFPR8_TU2FAY INGEST_TIME 2013-03-27T16:41:10Z PACKAGE AA00011611_02770
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES