Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02764


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Full Text
ix\NODBl83& QUINTA PETRA rUENOVEMBRO NU3H5RO 21&,
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"ni! se recenui unn'i^pimduttciaH, e anu'iK.O!. este* insiren
gratis sendo ;!> trcMnos i> i n me OMieute e vindn a-lanadas.
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'I .i..., ;. >:;. depend deraco, e< nctn*** c*iitiiiOi>ios como priucipianiAs e seren
apuntado cun aflu iraca, entce as Kafdei mi* cultas.
Pfi.lnnti-'uo ilii AtiHnib&M tiern tu lii'izii
i.-a*-t
SmpjreAM em pemaiaMpo por 3,05c aiciormo dcSIh'&iu
sac>r;.;- 7 --')<*:<56f*- CseHSBBbK
DAS da SFMA1NA.
%'V*%/^V*%V.' "%*%* %v ^-**-**
.r>.-,-S./'V,/y.,7c/^ I'u'l "" (l* 111., AU(I (IOS J.' (lo C df
m. e de t e Ch. Pr. ans 54 m. da t.
GV-S'. Soveriano-Scs. 4a Tliez, P. de m r And. do
J. de OHa"os dot. Pp. as 1 !. e 42 m. da t.
Siihbado-.S FTctoiino- Rl de m. f anH. do \>g.
(i. di- i. Prea nar as 2 h. 30 m. da t.
Bom. Patrocinio de JY. S. Pr. as 3 horas 18
m. di l.
*'-** v*
%V*t% l\* *". Vtll <***>.*< tt*\**\i,v*
PROCLAMACA.
Da Cmara Municipal da Cidtide das A'aoas.
jlAa saber a lodos, que > presante virem, que o
. Exm. Presidente desta Provincia communicou, e
ordenou fisessemos publico, que por par teri pacn do
Commandante Geral das roreas desta. Provincia de
10 do correte, Coi informado deque (oda a vantt-
gem tem ltimamente tirado as nossas Tropas em al-
guns encontros com os salteadoras, sendo prisionei-
ros 17 d'elles, i o; I asi vilmente doUS facanhoSOS Che-
es Joo Piulo, e Miguel \ dolo, assim como, que se
acho lomadas asavinidas da mala do rolo, onde se
diz, mas sen raleza, e-tarem ellos, e pretenderem
vir para esta Cidade, e Aa mesma sorte para a Villa
de Macelo. Discansai pois honrados, e valorosos
Habitantes desta Cidade as* providentes medidas do
nosso Hroe |Presidente, rujo uerizoltdo Patriotis-
mo he asas conheiido centra os inimigos da
nossa Sagrada Cauza, mostrando v('>s de vossa parle o
mesmo Patriotismo, e disvelo para rcpelirdcs qual-
quer tentativa daquelles infames contra esta Capi-
tal.
Pede se-nos a publicaco do sn quinte
OFFTCIO.
ILlm. e Exm. Senhor(om amaior surpresa rece-
hi o Quicio de A7. Ex<". de A do correte em que o
Iromerno me fa : sentir o desprjser que Ihe causou a
Uiiiiha conducta n 'atrevida apar icio d'uma poi\:o de
Cabaitos na Preguezii d'Ipojucu em 30 do passado ; e
oindn que o modo eom que se me crimina me dispen-
sa de toda a reapoosabelidade, por carecer das forma-
lidades precisas para investigar a verd de, s por' u-
m i simpliee cbmmuncacao dirigida, talvez, por quem
loi a cauza indirecta d'essa escandalosa tentativa, sera
tef sido en Quvido : o meo melindre e o amor que
nrofesso ao meo paJz, me obrigib a levar ao
conhecimento de V. Ejfc. que em 30 to passado ui
avisado pelo Juiz de Va/, daquella Freguezia de ler-se
a prese ulado no seu territorio os ditos Ca baos, o que
eu tomasse as providencias ncccssarias n este nspeilo.
Assim o verifiquei oficiando aos meos Delegados, se-
cundo todo consta das suas rcspostas, que exislem no
meo poder, e praticando quantas deligenciaa eblive-
rao i m^u alcance ; e creio dentro da esfera das mi-
li h is altihu'e.o -s.
Qudq >r denuncia oq anunciacSo fora desta, he
ni lis h ni fi li t das circunstancias en que se acha a
o s>a desgrcad-i Pruvineja, que /.ello Patritico em
que nar* m*' eon i-b* o inferior a pesspa aguma dest
Termo, poden lo assegnrar a V. Exc. que longe de
me opor a reunan 'le al is pessoas q'pe^no em Ar-
m< pnr-i viuga-r esses iusuvtns, eu mesmo marchei a
Villa, aeliei-aosmeos Delegudos, enearreguei o Com-
mando da Porea a unvdel es que (amhem he Captto
de (i. N, de -.'.i veraeidatle podef t> GoVernbfi-
car mis sapti&feito: Su arba motivo para proceder a
iiiti sumario, a cuja vista pisaa eu apresentar a minha
defeza. He quinto posso informar a V. Exc. em co-
sequencia do citado Oficio, a que tenho a honra de
responder.
Dos Guarde a V. Exc. Villa do Cabo 8 de Outu-
hao de 1833Illm. e Exm. Senhor Presidente desta
Provincia -Jo/.e Carlos Paes Brrelo, Juiz de Paz
do Cabo.
%^w% v%%%*v
M
COMAIUNICADO.
h.Ihi frgidas borror membro quatit! Nos estre-
_aiecemos, a pena oos cabe da mo ao relatar um
crime que deve fazer estremecer a todos. Pertende-
se faser reviver entre usa ceila do Principe dos As-
sassinos o Velho da Munlanha Em tenebrosas ca-
vernas de degenerados Waees, ou Carbonarios, de-
creta-se o assassinio de quem te ve a audacia de fazer
chamar a attencSo publica sobre hura Portugus (oh
vergonha !! 1) que entre nos agura appareceo enrou-
pado nas hrilhantcs vestes do Republicanismo. Sim,
Pcrnambucanos : em huma leunio feita no dia 5 do
correte por eerlos sugeijos, que se disem Murnos,
ou Carbonarios, foi decidido, que a todo euslo se
descobrisse os authores das correspondencias publica-
das em Supplemenlo ao Diario contra o Agijnle do
Duque de Braganca, o Portuguer Andrade para se-
ren asssfssina los E conseguirn esses malvados rc-
alisar lo negro projecto na Patria dos Canecas, A^os-
tinbos, eTheolonios? IVo tremem esses monslros de
roubar a vida a Pernambucanos livres, que conhece-
dores dos verdadeiros ioleresses de sna Patria, ostao
dispostos a nao consentir, m republicanismo, quan-
do Ella anda nao est as circunstancias de adoptar
e- a sedutoura forma de Governo, c anda mais ineul
cada, plantada, e propagada por hura Eslrangeiro,
evidentemenle suspeito por ser Agente de D I'edro,
e que sabe, que o uniomeio de fiteilitar a volta des e
Tyranno, he devidir nos, fingirulo-se liberal e at
republicano Pernambucanos !.........suou a S|-
neta da morte ; verdadeiros Patriotas ja receberao a
sentenca de mofle. o seu crime he o seu Braiikuris
e seus Juizes......os seu* assassinos.
rao.
Autboridades, que leudes a vosso cargo a segurao-
ca dosCidados picificOS, nao os desamparis redo-
J


K7T)
i
7ik!u-os .1 tristsima roMiso de cmprrgnrem as for-
ras ao seu alcance, para salvaren s suas vidas contra
o faror dos que, poraxarem opposi^o a sous detes-
lavis planos, Irnlao contra fles A corda i Snrs., vo-
la i na publica seguranca, eapreitai e prohib essas re-
unios secretas p nocturnas, aonde se dicide das vi-
das dos Cidadaos. e da sorte do Estado. To crimi-
noso be o descara lo Restaurador, como o fingido Re-
publicano. Salvai nos, c Salvai vos.
G. F. C.
CORRESPONDENCIAS.
Scrihor Rcdactoi.
Ogo-IIic o obsequio de inserir na sua fo'.ba a se-
.guinte ancdota : Hindo eu de Jornada na manb
de 22 de Setembro a um dos Engenhos da Frrguczia
de S. Amaro Jaboatao, e passando perto da Matriz,
rujo sino cbamava naquella hora os fiis para assisti-
retn ao Sanlo Sacrificio da Missa, quis aproveilar-
me da occasio, quanto que soubesse que o Capelo
do Engenho, para onde me encaminhava, era meo a-
intgo, e estando a minha espera nao celebrarla antes
que eu l ebebasse. Nestas cousas gosto muilo de as-
segurar-me : entrei na Matriz de Jaboatao; e cum-
prindo com os meos deveres religiosos, conforme me
msinaro, fui Lineando curiosas vistas (isto nao be pe-
cado) sobre a tosca architelura do Templo, em quan-
o o R verendo Vigario se demorava nasarr stia, con-
versando com dois dosseus Freguezes; e se bem per-
cebi c de longe falavao elles do deploravel estado da
ponte de Motocolomb, da negligencia da Cmara Mu-
nicipal, &c. corria eu com os olhos todo aquelle Sa-
grado edificio, eeis que observo um estupendo, e ig-
nominioso padro... Oh meo Dos As armas Por-
iguezas no arco da Capella Mor !. As armas Por-
Inguezas !. D'enlre algumas p.ssoas, que notarao a
minha surpresa, um vebo mais intremetido dirigi-
se a mim, e com vos baixa expressou-se desta manei-
ranao se admire Senbor Capitao ; aqui naohavero
ic^olonisadores, ou Caramurs; Dos he que sabe ;
porem olbe meu Capitao ; fique cerlo de qvw ha mui-
ta ignorancia, e muito desaforoEntrava ueste tem,
po a Missa : o velho callou-se, e apenas eu podia dis-
larcar a minl inquietacao. Ouvi o Ite Missa est, e
lo^o me pus a andar, deitando abenco Senhora
Matriz de Ja!;:iato para nunca mais l tornar, se al-
guem nao tiv r o cuidado de fazer destruir aquella a-
ronloza menor a do nosso amigo captiveiro, a qual
a desde o anuo de 1822 ali nao devia conserwir-se,
a nao baverem grandes desejos de perpetuar a lem-
branca desse listado servil, deque to gloriosamente
nos librtame pnra sempre.
Sou Scnhcr Redactor
Seo assignanle muito venerador
O Carola.
%%%*w%\\ \*
Snr. Redactor.
PAn\ que as Aulhoridades a quem compete, nao
Miponhlu que o Sentar Te nenie Coronel Chefe
d<< ljalli:,io v i Guardas IVacionaes do Municipio da
Cidade ti'Otiirda, leu ha infringido a Lei de 25 de Ou-
tubro de 1832, sobre onoterainda procedido a Elei-
cao de Major do mesmo Bilalhao queira Vmc. por ob-
sequio nsefir na sua folha com esta os Arligos 10, e
It da mesflla Ley, que soo* ;;uiules.
Arl. 10. As disposices temporarias por justifica-
do* motivos, i)'.m como as licencas para os G. N. se
nuzentnreOl nporariamente, scio ronredid-is pelos
Cheles dos C' .pos, ou pelos Commandantes das Com-
pauhias as Parochias, em que nao bou ver Chele do
Corpo, com recurso para o Jury de Revista, ca'-o se-
jao negadas.
Art. 16. O Official, ou OfRcial Inferior,, que
mudar de Municipio, ou delle se ausentar sem licen-
ca por mais de biun mez, ou com ella, por mais de
dez mezes, deixa vago o seu Posto.
O Senbor Major a< ha-se presentemcnle com licen-
ca em virtude da sobreditu Ley por tempo de nove
mezes, dada pelo dito Sewbor Tenenle Coronel, e s
poder mandar proceder a dita eleico, quando se
findar a mesoin, com isto respondo a 3.* pergunta in
senda no seu Diario N. 232. O Mar te llo
Snr. Redactor.
TEnho estado al o presente a ver touros de palau-
que! gracas aos Ceos Aleluia em fin apareceo
a exemplar relacao no Diario do Governo IV.- 159 dos
Juizes de Fado que devem servir nos Jurados fetal pe-
lo Sapientsimo Juiz de Paz do 1. Deslricto do Pil-
lar ; a vista da qual ajui/.ar o Pnblico imparcial dan-
do-lbe o devido pezo que merece com isso fi''o des-
picado aplicando o anligo adagioTaes cabecas, taes
sentencas, a quem Ibe servir a carapuca que a ponba,.
com a inscrco das seguintes linbas unii obrigara ao
Seo Venerador e amigo
Um dos quefoi excluido pelo Scnhor Juiz poi
nao ter seneo.
Snr. Redactor.
ORnioAno pela Na tu reza d Pender os direitos de
meu fi'bo loica be iuc niodar seu Prelo por
sera Reserva do Cidado Constitucional. Marxando
meu filho para bater os saltead >rt*8 de Panellas ali se
conservou por mais de bum auno at que p >r ordem
do Governo foi mudado, e enlma nesta Cidade de-
ba i xo de forma, e qoerendo titinuar a servir no
Corpo Municipal, foi-'iie ileii {jado por o Senbor
Commandante Geral S Ra i l recorre meu filho a
justificar sua conducta, aprsenla documentos de Co-
ronis, e todos os mais Oficnv s que estivero na C-
pinha, a nada se mov o Senbor Commandante Ge-
ral permanece em sua perrisse ; entretanto que est
engajando aos criminosos, que desertarlo da Caro-
pinha, bem como Fcneisco Joze de Oveira, Joze
Rento de Freilas. Antonio Ceriaco, e conserva o Cor-
i t
iro
neta Lourengo Justiniano, o maior desod
Bravo, Senbor Redactor que justica ? essa parece
que foi o Senbor Commandante Geral aprender com
Artigas : em fim be querel-o vilo, metao-lhe o car-
go na man: eopeior he que eu nao como este Sur.
de lespanhol nsturalisado, ocupa cargos no Brasil,
valKa-me Dos, Senbor Redactor, ludo be gato por
lebre Por ora basta, sirva-se, miutosiar o Senbor Co-
mandantc Geral com estas linbas pata o (Lemasca*
rar.
Seu constante leitor
angelo Custodio do Sacamiento.
PERGUMAS.
PEnouNTA-sc ao Snr. Major do Batalhlo de Guar-
das Pfaconaea do Rairro do Recife, se elle a seu
bol prazer pode despeocar do servic por dinbi iro a
trinta e tantas pracas do mesmo Batatho parasustenla-
co das despezas da muzica, organizada s. m aprova-
cJogefal; fazendo dest'arte hum a tropello continua-
do, que deven do ha ver folga de 15 das (como dan-
tea,) a lem prczenietwente de 10 a l-l.
Hum (iaarda do mesmo.
^3" Pergunta-Se ao Sor. Redactor, ou a quem
queira responder se um Alteres da 1.' Linda do Ex-
ercitocom excrcicio de Instructor do Ratnlbo de G.
**


97.5)
i..



N. da Villa do Goiannn que vence o Sold de sua Pa-
tente,* se por acose pode exereer o F,m prego de Juiz
(le Pal da mesma ^ illa, como est exerreudo JozeGre-
gorio de Je/.us; e igualmente pereehendo os proz mar
cados pelo Regiment .ios Juizes de Paz : c se as Lea
(leste Imperio excepluo, ou nao a Empregados taes
occuparem Empregos Civis.
E com a sua resposta muilo Ihe agradecer.
O amigo da razo.
^^" Pergunta se aoSnr. Inspector da Thezoura-
ia, qnem sao os fiadores do Almoxarife do Trem,
pois o Sur. Miranda ( segundo (lizem ) est servindo
osle pequeo lugar, sem anda ter prestado Manca id-
nea, o que sendo verdade, pergunla-se mais ao Snr.
Inspector se assim he, que S. S. fiscaliza o dinheiro
da JNac, abozando to exea n da losa mente da Le,
que determina aos Almoxarifcs recebedores, e pagado-
ros prestarem flaneas. Sim meo Inspectorzinho quei-
ra por ora bir respandendo a estas perguntas, que ou-
tras militas tem que Ihe fazer bum
Menino do Trem.
>%%'\'%V'
Sociedadc Bem-feitora,
SEsslo extraordinari.i amanb (8) pela* 4 lloras da
larde, e roga-se aos Snrs. Socios qucirocompare-
cer iinpreterivelmenle as horas indicadas para se tra-
tar de ohjtclos inlercss.-.ntes.
s
ANUNCIO.
Ex." R.'"" pertende por as Igrrjas a Concurso,
para rujo fin mandara, com a possivel brevida-
de, afixar os Editaes do estilo.
Palacio da Soledade de Novembro de 1833.
O Padre francisco Joze Tavaies da Gama.
Secretario de S. Ex' R.ma.
tnu^m.vt %%+>
9bi0o# Do Correto.
OPataxo Bom Jazus de que be Capito i\ Ja noel
Antonio de Souza parte para o Rio Grande do
Sul no dia l(Tdo correnle.
.*****
cu
r
MI Autas para enterro, e officio, ditas de ciJabas de
\jdiferentes oaraleres, laboadas de somar e mulipli-
eaT, Conhecimentos para embarque, Calhceismos de
Doutrina Christf, Acoluneida Poema, ptimas colle-
cOes de (refiados, ou exemplares de Escripia, Novo
M.thodo de Gramtica Latina, Cartilhas do Padre Ig-
nacio, Compendio de Gongrafia-hislorica anliga e mo-
derna, e ehronologia, para uzo da mocidade, por Ca-
zado Giraldes, Compendio dedefinieoes d'Ari thmtti-
a e Geometra pratiea, para URO das aulas de primei-
as letras, Historia da Donzea Tbeodora, Historia de
Joo de Calais, Galicanea, ou Cruelissima Guerra en-
ire oscaens o os gatos, Novo Melbodo para a prender
a iingoa Ingleza, a Caverna da morle, Novella moral
!i,iHi/i(li (io Ioglez, Elogio da Loucura, por Erasmo,
Direilo Publico Constitucional, por Ramn Sallas, Ex-
positor Portugus, Direilo das Mu Iberos, Pereirae
Souza, Diciouario Jurido, Lo'bao, notas ao Paseoal,
Carlas de Iv !>o o Narcifeo, h iwpfhfir poezia amatoria
conhecid-i, JN'ovoBas escotldlfi de Htrersos authores :
lia piaca da Unio n. 37 e 38.
^C^* Urna venda com poucos fundos defronte da
Cadeia D. 10 : na mesma.
q^* Unvi preU de 20 a 22 annos, buoeteira, t de
bonita figura, sabe engomar, c cosinhnr o diario de
urna casa : na Praeinha do do Livramento D. 23.
$y Uma porco de gingibre por proco eommodo:
no beeo do Marisco D. 9.
$^- Sacas de feijo braneo muilo novo, com mais
de alqueire da medida anliga a 7$000 reis cada urna:
no armazem de Goncalo Joze da Costa e Sa dv- fronte
da eseadinba da Alfandega.
C- Urna porcao de rolim, para faser assenlos de
endeiras, gauips, c marquezas : na ra do Vigario
D. 8.
$r^ Uma venda na ra do Fagundes D. 9. com
pou-os fundos, e com cmodos para pequea familia :
familia : na mesma.
^^ Parte dos utencilios, de padarin romo seja u
m maceira grande, e uma meza dita de tender pao :
na roa do Fagundes D. 7.
$3* 2 cazas lernas de taipa com a frente de tijolm
continuas urna a oulra na Villa de Santo Anto, citas
no lugar do l5arro n. 31 e 32 : na ra do Fagundes
D. 9.
$C^ Rap Princeza de muito boa qualidade, em
porcocs de 8 e boa cera branca de Angela, em ga-
melas, tudo por preco eommodo : na ra da Cruz n
57.
$3 Urna armaco de loja, na ra das cinco Pon-
as com eommodos para grande familia : na ra do
Colegio loja de vidros.
&*y Um poueo de dinheiro de 3 oitavas: na me.s-
mu.
.* ^* -*% *'
Copras
PRata com o premio de 60 por cento : na ra da
Cadeia velha n. 14.
^- Uma cabra de leite : nesla Tipografa se dir
quem compra.
TS5* Escravos ladinos de ambos os sexos, sejao de
Angola, ou crilos: na ra da Cruz U. 57.
$3F- Umescravo, bom oficial de padeiro : anun-
cie.
MIHVMV*
$h ROza Maris de Lima, retifiea de novo o seu anun-
cio inserido neste Diario N. 18 e faser sciente
ao respeilavel Publico, que ninguem compre, e nem
faca tranzacao alguma de qualquer naturezu, que. ca.
com Thereza Perpetua de Jezus sobre os bens, que
ficarfio por falecimento do Reverendo Caelano Joze de
Souza Antunes, porque taes bens se yao tornar de sua
pertenco por ser anunciante filha Natural daquelle
taleseido Padre, e sua nica Erdeira : cuja habelila-
Co est a findar-se, corro no Juizn doCivel Esrrivao
Coelho. E para que ningurm se chame a ignorancia
de qualquer negocio, ou tranzacoens, que poaao fa-
zor, faz anunciante o prestente anuncio, e mesmo para
inteiro conhecimento do Respeitavel publico.
*CT O Abaixo assignado credor da finada Snr.'
D. Hara Ignacia Ta vares Lima, de dezoito con tos
qoarenta e cinco mil trezentos e setenta e quatro reis,
alero dos juros, agio de porta as lelras de que he ado-
rante, e costas the final Senlenca. constante das letras
e obngacao apensas osautos de libello civil que move
contra'seos herdeiros (nao se enlendendo islo com o
Snr. I rancisco Joze Tavares Lira que estando bastan-
te o facto como os outros confessa-la, consiliando-se para que fosse paga dos bens
da faleseida devedora, como se v do termo de consi-
liacfio anexo aos .nulos, devendo por isso recabir SO so-
bre a beideia opo ,;,:.- oUcntar ttm mjl ceuto e sessenta e se le re i*

*



I
(97:;
saldo f!e contas controladas rom a dita finado depois lo
aceite das uiiimas i< iras como ludo se mostea de siia
corita corrente e documentos ; previne ao Respeitave
Publico i ira que pessoa alguma compre, hifwiteque,
oh laea tranzaco abroma com bens da dita finada de
quem he testamenleira a Snr" ). Vlaria Ignacia Tava-
t> i de Gosm i por sso que ditos bens na"o so e'stfoo-
brigadosa dita divida como a outra igual quantia que
" caza I Mnl iro, da (..dado de Lisboa aos Snrs. Francisco
Joze l'avrres Lira, liento Joze da Costa, Antonio Car-
duzo Qu< ir nao t- r feilo lo ven tirio para dar partilhas aos filhos
do Sur. Francisco Manoel da Silva Gnmo merlo a
s< te annos no que o abaixo assignado sofre o impate de
qnasi 11'/ ionios de reis que Ihe sao devedores o.> di
los li.hos nao tendo OUtro meio de I he pagar se nao
pelo que'lie toear Cmligitiroa, e porque a dcmori do
inventario (que por motivos ao ocultos a muila gente
se lem deixado de fase) ronsuniindo-se osfrutOs das
propriedadesque lium da devem parlilhar eomjrquel
le?, a delouga que perlende a testamenleirab. demanda que por mera opinio sustenta, s por nao
ter o abaixo assignadoanudoas propozicoens irritori-
as que se llie fez sobre o seo pagamento ; pode com o
augmento dos juros, e cusas levar o lebito a lium
ponto que nao ciicguem os chamados bens do eazal,
previne o abaixo assignado igualmente para que pes-
soa algunia compre bens que se diz propriamente da
dila testamenleira porque constando estes de hum En-
eenho rom algun> escravos doado as tercas dos ditos
finados, e caso he que nao pode fiear livre se nao de-
pois de pi^as todas as dividas, a lem de ser a snbr edita
teatamenteira devedora ao abaixo assignado mais de
quatrocontos de reis fora o queja deve a outras, e pa-
ra que pessoa alguma se chame ao engao faz-se o pre-
zenle anuncio.
Thomaz Joz&da Silva Gosm&o.
^2P" O Padre Joo Rodrigues de Arattjo, Reitor
do Seminario de Olinda, pas>a a realisar a eobranca
das dividas activas do niesmo Seminario^ constantes
do Livro da Matricula.e obrigaedes, desde o lempo
do seu Predecessor o Reverendo Padre Mestre Ir.
Miguel Joaqnim Pegado. Roga por tanto aquelles
Snrs., que se ac>o debitados, e pie desejffo livrar-
se de maior encommodo, queiro comparecer no pra-
zo de 20 dias.
*5^* Tendo-se feito Embargo nos bens de Gabriel
Joze dos Res com armazem de carne seca na Praia do
Collegio, e querendo igualmente azer-se em m mo-
leque pertencenle ao mesmo de nome Francisco, nao
Ibi poasivel effectuar-se tal Embargo por ter sido oc-
mllado o dito moleque, e como elle se acha sugeito
as dividas, aviza-se que ningucm Caca negocio por
compra do mesmo a qual sera anudada urna vez que
a siza nao ten ha sido paga com urna dada anterior a
do mandado de Embargo.
cobre ^ firma de Rozas & Braga, e ordens sob e a
mesma ; bem como letras vencidas, nao s de Ion.
como do Erario d'esla Provincia i sirvo-se manda Ijs
receber no prazo de trez dias, fin dos os quaes pdde-
i i5 procurar as respectivas quantias no f)ej>ozlo Ge-
ral, O.lde d'.ve a ser reeolhidas.
Vr^ O Snr. Reverendo Sacerdote, que anuncim
querer Capelln a no Certo, queirt ter a bondade
procurar a Ignacio da Silva Santos na ra da Gloria,
porto D. 25, na Boa-vista, e dir sua perteneo se o
nao ai-bar mais era casa.
lJ^ Hum Compozitor reformado, aviza aos sel s
18, que caso sejo convidados para o Rio Grande
do Norte ; nao se deixem Iludir com promessas, que
todas do em nada como lem acontecido, com oque la
existe, e se quizerem ser ruuis bem informados di-
rija se a casa do mesmo reformado que r.teve as
7'orrinJuis.
SCjp Alluga-sc urna ama que nao tenha filho e com
hite, preferindo-se escrava : no paleo do Carmo casa
tercia ionio ao tartarugueiro.
*t^" Roga-se segunda vez ao Snr. IWnardino C-
dido \' Cunha morador no Engeiiho Piedade quira
mandar remira sua obrigacao mandando pagar o rer
tante que sao C$020 reis de fasendas que compro
naquella lojana ra do Qoeimado l). 11, ppis balo
tantos annos de espera.
?^3 Preciza-se siber, < muilo dnpres^a, at pian-
do deve estar o Inspector do Trem (digo Inspector,
por ser ali A odante confirmado, e igualmente ser um
Omcial superior, e ter do Trem um perfeitOconbevi*
ment como nenbum) (lente, sem h..v r una Aucto-
ridadeque o obrigue quanto antes a se apresentar na
sua reparticao.
?-^5* O abaixo assignado declara ao Senbor Papa
algodo, que lem os Diarios, que mandn pedir ao
Patriota Caetano Pinto de \ eras, nos quaes Diarios
nao eslo insertas, nem a pronuncia, que leve na de-
vasta, nem a sentenea, que leve no livrameulo por ter
roubado o cofre dequehera Thezourriro, da AU'an-
dega, do algodao, CUJOS autos exislem no Carloi io, q'
foi do EscriySo, que > me. bem sabe.
> braigo dos Ladinos.
Kis- O abaixo assignado, parlecipa ao respeitave
Publico, que ninguem contrete com a viuva de 3- o
Manoel Miguis, sobre urna caza, que a mesma tem
em S. Tb. re/i de Olinda, sem que Uubem seja o art-
nuncianle ouvido, sobre todo, e qualquer Irado. ;ue
houve.rde fazer com a dita viuva, visto possuir o m.s-
mo urna parle em a referida casa, sob pena de nuli-
dade.
Cnotnno de Miranda Castro.
fcry O Snr. Gals Ain queira por milito favor de-
clarar se o depo/.ito eral aoude dfter rccolhido a
quantia de 251^080 reis importancia de um bilhele
Vencido, se ( m sua caa, pois o me>mo Sr.Cals anda
at boje ao meio dia(C do corr ule) nao o tiuba feito.
adverlindo ao momo Snr. que o Publico nem sempre
est,para soportar mentiras, e muitomenoso indivi-
duo em cuja mSo s- acharo tal Bilbetiuho.
Hum Caxeiio.
fc^ Roga-se ao Exm. Snr. Vice Prczideute, de
expedir ordens terminantes aos Juizes de Paz de Seri-
nliem reativamente a recepeo da moeda de cobre
circulante considerada boa pelo bando do ex-Preziden
te o Snr. Francisco de Carvalho ; e ordens ulterio-
res ; nao por negligencia dos respectivos Juizes, mas,
por fcbuzog dos rece be-dores.
fc^F O abaixo assignado tendo dado urna rdem
da quantia de cem mil r>-is sobre a casa de Adollo
Schramm; e al boje ainda nao foi apresentadT, por
lauto quera a raesma ordem liver queiaa hir receber a-
t o di i S na casa do mesmo Adolfo, pois o anunciante
nao se responsabiliza por qualquer alteraco que possa
bave na moeda, e pissado que sej i o dilo dia 8 nao
responde mais por a mesma ordem.
Naseimento.
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M
ERRATAS.
O Diario n. 211, pag. 1.a, col. 2, linhas 36des-
criminosaleia-secriminosa.

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Per*, jvu Trp. no Diurno 18:


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