Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02761


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Full Text
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d rWrirt. pntcn rt Wutria ii< i noUr.lib) i?^part.-!jaf-E> "d-mqii... e i'iH-rjrii.: o.i5i.ifi-,--ns como pmu-.piain* e st-mi.o-
onde p n-wiwm (-orrespo.-iiiancia* ::i,i--;, -. i^ttaif*rrcwe ;ijj(Mmo- coiu admiriHjSo vrttiN.' as-Kaqo-s ****.
* m ; ____ -rra- "^
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pcraamvuco por 3050 actotmo De abveu.
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DAS da SEMANA.
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: 2.*- v Cartos-An&. dos J> do C, de m., ede t., Sef.
da Tlies. P., e(.h ddt.-P. as 10 li. 30 m. da m.
%.'- iZ icarias- Rel.,m de rn, e aud do J. de
, OiTao.s de t. P. as 1!. h. 18 m da m.
. 4.'-.$.Wm>-Sesso da Thcz.. Publica. Pr. nos 6
ni. da t. '
').*~S.Florenco-Me].*"1 de m.. And. dos J.* do C de
in. e de t., c.Cli. Pr. aos 54 m. d;i t.
, 6.'-.S'. Seveiiano+Scs. da Thez. P. do m. o Aurl. d6
.1 de Orfos del. Pr. as 1 h. e 42 mi Ai t. '
Sahbado-S. Victorino- Rl'"" de m. r aud. do Vig.
(i. de t. Prea'mar as 2 h: 30 m da t.
, Dom. Patrocinio de N. S. Pr. as 3 horas 18
m. da t. :
ABegencia Permanente'em TV orne co Imperador
oSenhor D. Pedro II As saber todos os sul)di-
tos d:> Imperio qrfe a Assemblea Geral decretou e, F.l-
t la Sanecionou i Le segu ote :
artigo t. O^nossuidores da ingera de cobre nctu-
almrnte rm <-in'ulaeo"po'dpr fecoih'rui uas The-
sou carias Proynciaes, reccbeiulo ah cequias, que re-
presentryn o valor das quantias r'ccolhidas. em ra/.o
do pezo I'g I, com que foro emiltidas pelo Governo,.
t* jjiroo as Provinrias, deduziudo-sft cinco porcento
para Fazenda Pnbica.
Ait. 2.* Esta oporaco ter lugar dentro do prazo
de dous mores, que eorrpni5 rio di, qjie em cada
Provincia for m ireado pelo GtWer'n, ou por nutras
AulhUriil;id(N, em.conformidude das InslruccSes do
niesmn Goveruo.
Durante este prazo, e outro igual consecutivo, os
possuidores las cedidas podero roalisal-as as respec-
tivas Tliesourarias na moeda de cobre legal, que re-
prese nlo.
Art. 3.* As cdulas dad is rm troco da moeda de
cobre recolbida as Tin-/ ''.k.p 'm-; s'ra5 admitid as co-
mo moeda as Estact;s Publicas das re>peetivas Pro-
vint^is.
Art. -i." O Governo fia tttfiHadb.para reformar as
cdulas dilaceradas, estab- !;p'ii lo os seus Valores de
maueira, que ncilite as traii.:'i oes. .
Art. ," Findo o pr/.o dott dorrs meses mareado
. em cad. huma das Provin< las, que spim ijnni orogavfl,
nVn^uem.ser obrigado a re:ebcr fita moed i de cobre
lunto nos p:i tras liau!iccoes, se nao at* a qurintia de iiiii t is, sal-
va havendo eslipulaco em contHirio,
Art. i.* A moeda de cobre falsa si' corlada e en-
. fttiean quem perteneer.
) Art. 7. Jtdgw-so-ha falsa, po/na tal sn^rila a to-
das as disposices a res piulo?, a mda Jcbffrc qtie
*r.vsivehnente mpcrfeUa em seu^cuimo, ou que li-

ver de mpnos a oitava parte do pezo, com que oi le-
galmente pmillida> as differentes" Provincias.
Art. 8.* Os. fabricadores, e introductores da moe-
da'falsa, spro- punidos, ppla primerea vez com' ape-
na de ,g des para liba de -Fernando, pelo duplo do
fempo de priro, que no Cdigo Crimimil est.'i dis-
ignado para cada hum destes crimes ;''ns r'liftkfen-
cias sero punidos com gales perpettias para a'mesma
liba', alem do dobro da multa.
Art. 0." Na mqsnts pena incofrer6 (f& fabricado-
res, introductores, e falsificadores de Notas, Caut.--
la?. Cdulas, r papis fiduciarios da Nc/o. ou 'do
fianco, de quaquer qualidade, edenominaco qne st:
jo.
Art. 10. Ficao rCvogadas todas as'Leis eui Cntr.i-
rio. e pira a execuco da'presente, 'O''GorferinV d.:r:
as Im trucrues que forem ecessjirias.
Manda por tanto a todas as Antborillades 'qifm' o
conbecimento e exetucao dcsta Le perteneer* r/e a(
cumprao e facaocumprir e guardar tao iteir'amcnif
como nell se contem. O Secretarlo d'Estado dos Ne-
focios da Fazenda a laca imprimir, publicar, e' coj-
rer. Dada no Palacio do Rio de Janeiro' em 3 d<
Outubro de 1333, Duodcimo da Independencia, <
do Imperio. ,.-,.. .'
t ranasco de Lima e oilva.
Joao Braulio Momz.
Candido Joze de Araujo Vauna."
Carla de Lei pela qual Vossa Mat^fslade Imperial
Manda execuhr o Decreto de Assemblea Geral, fpie
bouve por bem Sanccionar, dando providencias SiH)re
a subslituicap da moeda de cobre por cdulas, esta be*
lecendo o prazo depois do qual n-ingiiem ser obriga-
do a receber se nao al mil reis em moeda de cobre, e
declarando as penas em.que incorrem os fabricadores,
introductores, e falsificadores da dita moeda e de pa-
pis fidur arios da Nacao- e do Banco.'
Para Vos^a Mageslade Imperial Ver
Pedio Affonso de Carvalho ; a fez
JlcSlamento para a execuco da Lei de 3 de Ou-
tubro de 1833, d cerca da moeda de cobre.
DECRETO. .
M Regencia em Nome do Imperador o-Senhor D.
/T^Pedro Segundo, em conformidade com 0 que dis
po-! o Artigo dcimo da Lei de Irez de Outubro de
mil oitocentos e trinta e tres : Decreta, que n eteeu-
cao desta se observe o Regulamenlc, que com esto a-
bai\o assignado por .Candido Joze de Araujo Vianna,
do Con'se'lrrt) de Sua agestada o Imperador,"Ministro
os despachos neCessartosI
'/
-^
rX
*~m


< oo c!o Rio lo Janeiro om oito de Outuhro le
IWl oitowntoae trilla elrea, dcimo segundo du lu-
*> Milenciu, r do Imperio.
Francisco di Luna e Silva.
Joo lira alio Mnniz.
Candido Joze de iraujo Vianna.
<.iimpra-sc, e registe-se. R0 em 9 de Oulubro
de 1833.y//auy'o Vanna.
llegulamcnto para a execucao da Lei de trez de
thttnbro de 188.;.
Artigo !. O Inspector da Thoiouraria de cada
iMima das Provincias designar nella hum lugar apro-
pnado, c commodo, para se faser o recebimenlo, e
troco da moeda de cobre; e far sem demora aprom-
tar quanlo fnr necessarto para o expedieii, tommdo
a seu cargo toda a 6 sea lisa co sobre este objecto.
Art. 2/ No lugar designado haver hum Thesou-
reiro, o qual ser o mesmo da Thesouraria, nao ha-
v. rulo inconveniente, encangado desla operaco a-
companhadodos Offioiaes daThesouraria, que neces-
arios foreai parar oeoadjuvarem, e fazerem a respec-
tiva escnptuiacao, e com os operario* precaos para o
expediente do trabalho bracal.
Art. 3. Alem destes Empreados o Prczidente da
Provincia, codo Tribunal do Thesouro na Corte
"orneara odo pessoas rczidentes na Capital, que seio
de fiotona probidade, e publico conceito, a6m deas-
sisr, huma por semana, ao troco da moeda de co-
*'re, e authenticar com a sua assignaiura a cscrntu-
cacaO relativa. *
Art. 4. ^Logo que tudo estiver prompfo, e se l-
verem recehido as sedulas para o troco, o Inspector da
Ihexourana designar o dia, em que deve romnear a
operacao ; e O far constar pelas Folhas Publicas, e
por Edita* em todas as Povoacoes da Provincia, com
i amicipaca conveniente, a qual nao exceder a bum
^ Art. 5. A operacao, e expediente deste troco se
.ara diariamente por espaco de seis horas consecutivas,
desde as ito da manhi at s duas da larde; aviando-
se os portadores da moeda com a possive brevidade,
sem se adm.ttu'jamis a pretexto aigum a cscolha ; ou
precedencia entre elle. Para mantee a tranquilida-
e, e boa ordem o Inspector pedir o auxilio, que pre-
ciso lor, a^o Juide Paz, ou a qualquer autoridade
Fojiticial do Destricto.
Art. 6. Nao se admittira ao troco poreo algtima
da moeda de cobre, e|o pezo tola! se]a inferior a Im-
ana libra ; e qualquer qneseja o pe/.n apresentado de-
ir. r. conler hum numero exacto de libras.
'.?' Os portadores da moeda de cobre apre-
aeularp acompanhada de huma nota, que contenba o
nome do dono, ou a presentante, e o valor nominal
correspondente, calculado na razo de mil e duzentoi
e intenta res por libra, em todas as Provincias, que
iiaolorem as de Matlo Grosso, Govaz, e S.Paulo;
por-jue nestas w far o calculo na razao do valor no-
minal que corresf>onde a cada fibra conforme o pezo
legal com que neUus foi emrtfida lal moeda, isto he
na razao de doun mil e qninhentos e semienta res.
itto sftrporem objecto de da{;aro a dentdade da
pessaa indicada por dono, ou presentante : nem ser-
vira de motivo para recuar-se o troro a falla de exac-
tido na declarar. do valor, a qual se emendar estan-
do errada. '
Art. 8. A moeda de cobre assim a presentada nao
odrera mais que as seguintes averiguacoes ; 1 se he
moeda de cobre ; 2." se em totalidade lem .. pezo de-
clarado na nota do portador. Feito isto o Tliesourei-
ro receber do portador a moeda averiguada, e Ifo;
entregar o equivalente era sedulas ; completando as
qnauliascom moeda de cobre legal, qtiando o nao pos-
sa lser eom sedulas do menor valor. Pas Provinci'
aa fuvrem de S Paulo, M JtoGrosso, e Goy.iz, se ve-
r'fi ara alera do sobredlto, se a moeda aprerenlada
be, oa nao Provincial ; e nao ser aduiiliida ao troco
a que fnr de pezo superior quelle, com que Ib i emi-
tida na Provincia.
Art. Q. As sedulas para este troco ser 6 das quan-
liasde 1$, 2$, 5$), !0$, 20$, 50$, e im& res
authenticadas com a asignatura d~ duas inaesquer
daquellas oito pessoas, de que trata o Artigo 3. ; e en-
tregues ao respectivo Thczourciro, a quem se far
dellas a competente carea.
Art. 10. Quando aconteca n"o serem bstame* as
sedulas remetlidas para o troco, o Inspector da The-
zouraria far supprir a falta, intei mente, com co-
nhecimentos dados ao portador, os quaes sero depo-
s trocados por sedulas, logo que estas sejo romelti-
das.
Art. 11. Se porem sobrarem algumas das sedulas
. remetlidas do Thesouro depois de concluido o troco,
sero cuidadosamente guardadas na Tin sonara em
cofre de trez chaves, das quaes lera huma o Prnden-
te da Provincia, e na Corte o Presidenta do Tribunal
do Thezouro, outra o Inspector, e oulra o Thezou-
reiro ; e sera aplicadas somente substituido das
dilaceradas, sendo estas carimbadas, e receUtldas* ao
mesmo cofre para se conferirem, e inutilizarem peran-
te o respectivo Presidente.
Art. 12. Da operacao do troco da moeda de cobre
se far huma exacta, regular es riptnracao em hum
livro pira isso destinado e rubricado pelo Inspector da
Thezouraria, conferido e*pocfieadamenle o dia da o-
pcracSo ; o nome do dono, ou aprsenla uta da moeda-,
o pezo desta ;. osen valor nominal; a -deduceo leste
na razo de 'inco por -ento; o valor das selulas emit-
tidas; e a moeda de cobre legal dada em demuzta na
conformidade do modello junio (A). Ghegada a hora
de acabar o trabalho diario, se balancearan as entra-
das,, e sabidas, e se fechar aconta do dia como indi-
ca mencionado modelo.
Art. 13. Ao passo que o troco da moeda de cobre
for tendo lugar, se ir fasendo o apartamento da que
nao ti ver o pozo marcado na Lei ; e se pora em guar-
da separadamente at se lite dar o destino conveniente;
fieando a domis destinada para a reajisaco das sedu-
las na forma do Artjgo 2 da Lei.
Art. 14. Findo o prazo marcado para o troco da
moeda de cobre, o equivalente da dedueco dos cinco
por cento entrar em sedulas para o cofre da Thesou-
raria como receita extraordinaria.
Art. 15. Desde que se comecar a operacao do tro-
co, o Inspector da Thesouraria cuidar em dar as pro-
videncias, e tomar as medidas convenientes para se
effectuar a realizacao das sedulas no lempo, e pelo
modo declarado no Artigo 2." da L i.
Art. 16. Cada huma das Thezourarias dar^couta
mensal, e devidamente circunstanciada desta operacao
do troco; e findososquatro mezes enviar hum ha- *
lauco contendo a totalidade das operaces concluidas.
Art. 17. Findo o prazodosdous mezes nnreados
para o troco da moeda de cobre, nao ser esta rocebi-
da as Eslaces Publicas se nao al a (planta de mil
rei ; e denois de examinada, e reconhecida por ver-
dadeira na forma do Artigo 7.'da Le. As sedulas
dadas em troco da dita moeda serio admitidassinen-
te as Fstaces Publicas das respectivas Provincias.
Art. 18. O Inspector da Thesouraria habilitar as
Eslaces Fiscaes com os me ion necessarios para verifi-
car a moeda de cobre, que desde j em diaute ftr da-


V*"
da em pagamento Fazenda Publica ; e para Inutili-
zar n que nao for legal na forma dos Arligos 6.' e 7.*
da L(i.
Art. 10. Em quanto se promptifiVo as sedulas des-
l i mutas para o troco da moeda' de cobre, fica permiti-
do desde ] aos possuidores desla mooda leva-la The-
zouraria respectiva, onde precedendo as verificaees
.declarada* no A,Uro 8.", recebero do Thezourciro
conhecimeulos em forma da quantia verificada, en-
tregue, nosquaes sedeclarar o numero de libra*, e o
valor nominal correspondente, eila a 'deduces dos
fcinco por cento na forma A<\ Leh Nao se dar porem
vonhecimcnto de quantia inferior a cem mil reis.
Rio de Janeiro de Outubro de 1833. Canido Jo-
...
S de Araujo Vianna.
>W4U
r
\
CORRESPONDENCIA.
Senkor Rcdactoi.
SReu nao livesse em meu favor a terminante dspo-
sico do Cdigo do Processo \ se o Alvar-de 10
Je Outubro de 1754, e Decreto de 3 de Janeiro do
torrente anno me nao ajudasscm : se o Cdigo Crimi-
nal em 6m nao fosse to claro, quando no 5. do
Art. 135, diz, a respt.0 dos Empregados Pblicos.Pe-
lo que para cumprir o seu dever exigir directa, ou
indirectamente gratificado, emolumento, ou premio
uio determinado por Le iPenaspprda do Em pre-
go-, prisao por dois me7cs aquatro annos, e de mul-
ta de cinco a vnte por cont do valor exigido, que
restituir se o tiver reeebidoen por eerto teria aba-
donado o campo e deixndo de disputar a victoria ao
Senhor Assombrado. Mas, como o meu. Ilustre ad-
versario nada produzisse em sua correspondencia in-
serta no seu Diario N. 237, que damnificar podesse
a tninba opiniao ; e quisessc com floreios, parallelov
e lugares communs, nrgnraentaf contra Direito Pozi-
tivo, eu torno a lancar mo da peona, nao para repe-
tir argumentos, que produzi, nein para mergu-
lhar-me na profunda ion te dos lugares communs, co-
mo furia, aqueile a qucm fallasse a razo, mas para
chamar o Senhor Assombrado ao ponto da questo,
de que,to hbilmente se apartou. Sim, Senhor Re-
dactor, eu disse na prime ira carta, que llie dirig, q'
]ulgava estarem criminosos os dois Juizes de Direito
/io civel desta Cidade porque o 5." do citado Art.
135 do Cdigo Criminal reputa ronoussior-rio aquel-
Je Empreado, que para cumprir o sen oever exigir
directa, ou indirectamente gralifimco, emolumento,
ou premio nao determinado por Le; mostre, que
nenhumaLei havia, que marrasso emolumentos aos
Juizes de Direito, eque o Art. 49 do Cdigo do Pro-
cesso mencionando os Empregados da Justica, que
eoittir.uo a receber emolumentos di?, que os Juizes
de Di' .lo vencers ordenado : fiz ver, que o Alvar
de 10 de Outubro de 1754 com que argumenlo 09
Scnb^res Crespo, e Bento Joaquim, nenhuma aplica-
cao ,tem ao cazo em questo porque he privativo dos
Ouvidores de Comarca, Juizes de Fora e Orfaos, Al-
caides, Escrives Scc. &c, eque por tanto nada po-
da salvar aqueiles dous Senhores da bem entendida
responsabelidade; porem o Senhor Assombrado, n-
tendendo refutar to fortes argumentos, diz, queofim
do Senhor Tavares em semelbantes denuncias, nao he
o'fi louvavel do verdadeiro Cidado, e Patrioia, que
dev\: procurar por meos honestos, decentes &c.; que
nao pode haver peculalo na Justica ; que houve gra-
de di cu cao quando se tractou do ordenado dos Juizes
do Civel; que o direito de punir ufo pertenee a ne-
nenhum Cidado em particular que eu devo saner,
que fallo entre /?uem me entende;, conato se isto algu-
macoUzalivesse.com a cnminalidade dos Senhores
Beato Joaquim, e Crespo, pode muito bem suceder,
Seuhor Redactor, que as intencoes do Senhor Tava-
res nao sejo lao puras como eu suponho; porem
deixaro por sto de ser n-m nosos os dous Juizes de
Direito no Civel ? O que lem as inlencdes do Senhor
Tavares com i eoncusso do Senhor Crespo e o que
tem a discucn da Assomhlea com n eoncusso do Sur.
Rento Joaquim ? Nada por certO. Senhor Assom-
brado '; nao he por este lado, que Vmc. hade lser
baquar a miuha op'iwo, porqtie. TU tambem posso
d/.er, que Vmc. deve saber, que falla pera ule quem
o entnde, e conhece &c. &c, e com slo nada con-
segumos. Aponte a Lei, que authoma os Jmses de
Direito a recebar emolumentos, que eu rnlregarei as
mos palmatoria, porem -nao argumente com paral-
lelos, e a contrario sensu, contra a expressa disposieo
do nosso Direito PozilivQ.
Disse eu na minha correspondencia, que o Senhor
Tavares hera a pessoa competente para a denuncia de
quesetracta, porque sendo o crime de eoncusso a
elie compete em virlude do Art. 74 do Cdigo do Pro-
cesso que dizA denuncia compete ao Promotor Pu-
blico, e quilquer do Povo. l.Nos crimes, que
nao admilem flanea. 2.Nos crimes de peculalo.
peil'i, eoncusso, suborno, ou qual quer outro de
responsabelidadeDiz porem o Senhor Assombrado,
que eu erreiporque o Artigo 135. do Cdigo Cri-
mual diz de quantos modos se pode commetter este
crime, e porque Empregados Pblicos diferentes dos
Encarregados da Administraco da JusticaNinguem
por certo esperara, que o Senhor Asssombrado re-
crreme a huma to triste evasiva para salvar da res-
ponsabelidade os Juizes de Direito denunciados; o
citado5." do Artigo 135 do Cdigo Criminal diz,'
lomamos a repetir]ulgar-sr-ha conimettido este cri-
me, eoncusso, pelo Embregado Publico, que para
cumprir o seu devver exigir directa, ou indirectamen-
te emolumentos &r. &rc nao determinados por Le
porem os Senhores Bento Joaquim, e Crespo sao Em-
pregados Publicse recebero emolumentos, que Ibes
nao eslo marcadox por Lei, logo clles esli crimino-
sos ; mas taes criminosos devem ser denunciados pelo
Promotor Publico, como se v do citado Art. 74 2."
do Cdigo, logo a denuncia foi milito bem dada, c o
Presidente da Relaco obrou como devia receben-
do a.
E de mais, Senhor Redactor, quando tnesm* a
eoncusso nao podesse ser cometida pelos Empregados
da Justica, anda assim adenuncia befa bem dada
pelo Promotor Publico, porque, como acabamos de
ver do 2." do Artigo 7-, a elle compete denunciar
todo e qualquer crime de responsabelidade.
O Senhor Assombrado arlciramente confunde a
denuncia com a aecusaco, e d'aqui procede elle que-
rer declarar o Promotor incompetente, argumentando
pelo lado do previlegio dos Magistrados; argumento
este, que cabe apenas formado, porque o Art. 37 do
Cdigo do Processo dizAo Promotor perlencem as
attrbuc6es seguintes. 1Denunciar os crimes p-
blicos, e policiaes, e aecusar os denquenles perante
os Jurados &e.donde he fcil roligir-se, que sendo
publico o crime dos dous Juizes de Direito no Civel,
ao Promotor Publico compete a denuncia, mas nao a
aecusaco porque elle s pode aecusar aquellas pessoas.
nao previlegiadas, que tiverem de ser julgadas pe-
rante os Jurados. Alem deque, o Art. 335 do refer
rido Cdigo do Processo nada deixa a desejar a este
respeito; alie dizO Promotor Publico denunciar,
e promover as aicusacoes, nps crimen de respofiabe-
.


.
M
dade dos Kmpregado Pblicos, miando nao hourer
p&fcteS(rK6*o's Tu i /es de t)reilo. Em pregados Publi.r
coan? Sem duvid. Log, nao hvendo parte, que os
denuncie por os crimes de rcsponsabelidade,. (pie com-
metieren; o Promotor Pbfco ppd, e Heve denun-
eial-os. Creo que a vista de. hun 15o claro, c termi-:
nante Artig, o fm-tm"alais Ignorte se convenccT
rada legaid^ .d^dercqncias dadas pelo Promotor
contra os Senhores Dent Joaquim, e Crespo.
A questo, Senhor Redactor, osla bastantemente,
discutida ; e eu concilio pedindo ao respeitavel Pu-
blico, (jue, dundo-se ao trabatho de analisar as cor-
respondencias do Senhor Assmbrado, e as mirillas'
decida para que parte se inclina a concha da razio.
Com esta carta te'fn respondido ao Senhor'Assombrado,
cao muito digno Redactor da Quolidiana
O Tranquillo.
HIV1M*.,
9tot0ojs do oDorrrto.
O Corrcio terrestre de Agoa-Preta, Rio Formo-
zo, e Serinhaem parte hoje (4) a meia dia.
K^* O Correio terrestre da Paralaba parte boje
ao meio dia.
^?" O Rrigue Es-una Dois Amigos recebe a ma-
la para o Rio Grande do Sul boje (4) do crrente as
4 horas da tarde.
....,,,,
Hetlao'-
RUssell Mellors & Companhla fazem leilao de fa-
zendas, limpas, e avadadas, amanh terca feira 5
de Novembro, pelas 10 horas da ment, na casa de
sua residencia, ra da Cadeia velha n. 17.
*%*%V IIVM
M lindo sortimento de fazendas 'modernas entre
(LitllfrlS.
\Jas qnaes.se acha um sortimento de urna fazenda
nova chamada Taglioni muito boa para vestidos de Se-
niora, nao s pela pintura, como pelo bordado que
he muito fino, e de cores fixas: na ra do Cabun lo
a D. 7. :"
. y Um retajo grande, london, de parede, com
despertador; um violo ro c, m sua caria; urna
caixa de rap de prala domada nova: dois relojes
eom caixas detraa; urna eauz, e um anel de grisoli
tas ; um habito da Carr-panha da Baha para Offirial;
urna bajira.de ja< a randa uzada, de abrir ; e um ba
grande tobem uzado, ludo por prec'o rbminudn : na
ra do Lwramento ioja de cambio da parte do nuseen
fc3*- Um ptimo cvalo de sela : na ra do Pala-
tete JX 23.
&3* Uma venda cita lia Praciha do LivrameRto
del'ronte da torre da mesma Igreja, com fundos de
quinhei.tos mil rcis : na mesma a'tratar das condic-
es.
^ $3 Balas de papel branco, caixas com 12 garra-
' las de viho moscatel, caixas de espermacetr por pie*
co cmodo : na ra da Madre de Dos n. 24.
&&* Urna, escrava de 18 anos, boceteira, ensiiboa,
e cosinha o diario de urna casa : na ra do Ranui
1) 7. \
Cotoprag.
M selim com seus pertences cm-botn uzo : na ra
do Palacete D. 23.
^3=" Capi-qi de planta diariamente : na mesma c:i- I
za grima. ., .? -' -
%h Urna caileirau/ada : na nvesnia caza acjma.
^T^* Um xcxeo'ioni.cantador?^ anuncie.
*. 't 'i r*'{w* *
: Urna csctv, un t'ondo vicio algum. e i :
anuncie. "
3^-'Urna" osera va quesalka cozer, e engomar, srm
vicio nem molesl.a alguna, at 20 afinos: nos
Quiltro cantis Ioja de Manuel Joaquim dli Silva.
^^* Urna escrava que entcn.la de plaiilaoties de
,siHo, e seja fil, e onvi negra mossa fiara vender ver-
duras na ru.i, csaiba lavar de varrdh, e urna lezou-
ra pequea do aparar cerca de liman : na ra do Cres-
po I). 12, ou no sitio em Santa Auna adan te- "da ven-
da grande.
<%\ *, ,.,%,% v
pC"3:?;3 '
.'MrO dia 27 do mez p: p., urna preta escrava de Ig-
i\( naci Alves dos Sanios,- moranur no"cortume da
ra da Gloria, perdeu um rozario de onro : quem o
tiverachada, equeira restituir, ser bem recompenca-
do pelo dilo'Senhor.
%**^v
ai?c55 parncutareS;
OAbaixo assiguado, roga a qsiem livr dgas rHens
mecadas contra o abaixo assiguado, ua por,Mar-
celino de Souza PeTeira Brillo, e aulrn por Migui
Ferreira de Mello, e junfameite um bhele do jnr1-
mo abaixo assiguado ta quantia de Rs. 80^0Q0 pos
he o nico bilbrte que Ha assiguado pelo abaixo a-
signa, fieando sciente-de'se Ibe aprezentarem .n,o pr.i-
zo de S dias, e pausando ficar.'i sen vir.
*T^* Precisa se"fallar ao Snr. Manoil Joa<|uim d.-,
Silva para negocio do seu interesse : e como se ignora
asun morada por isso rogi-se ao dito Snr. jpuira ter
a bondade de hir na ra do Queimado, na penpltima
Ioja da esquina ao volrar para Palacio.
^^* No sitio em Santa Ann adi,iute da venda gra-
de preeiza-se de urna mulher s pelo sostento, u roo-
iada d.; ffiica.
'.,?" O procurador Ho Snr. Mantx I de Arairjo Li-
ma, queira procurar na ra d'Aurora, 4 "casa 2. an-
dar, ama carta que ahi existe para o seo cdnslituint.'.
NO TUJAS MARTIMAS.
Navio eri'trwlo mi (lia 2.
HA.1FAZ ; 56 lic.'> 5 B. Ing. Planet, Cap. Bates:
bacalbao : Smii & Leiicaster. i
BAHA; I dias; B. Ing. y clona, Cap.'George
Foggo : lastro. ,. i -
CF.ARA, pei.o ASSU; 32 dias; L. Santo Anto-
nio Fiordo fiazl, M. Antonio Francisco 'IN'unes :
sal. '
ASSU'; 18 dias; E. Feit-icclia, Cap. Antonio Leo-
nardo de Mendoea : -sai. l'assajjeiros 4.
. Navios sa!tirios no da 1.
R.TO DE JANEIRO, ron MACEI. E BAHA ;
Paq. Leopoldina? Com. o 1. Tenertte da'Arma-
da Joao Maria Wandeuchok. Paswgei'ros por ordem
(lo Governo o Commicario la A muida, Ma^otl do>
Anjos Ferreira, e 14 prezo.-. de justica : C Joze Tava-
res Bastos.
Dia i,
ILIIA DE S. TIOMEi B. hckpse, Cap. Joao
Mauricio Belem : varios gneros. .
Dia,.3,
ILTA DEFERNAl\l).;.S. Impe.ah Cap. Fra
cisco Mendes da. Silva : larinba. ^Passageiro Franci.-
CO da Cosa Amida e Mello Escrivao da mesma.
HALIFAZ; B. Ing. Argo, Cap. James nd : assu-
. r*Bj)r..jrj TfJ>. no iir^inv 7i**>

i


^
1f -I .I I
I I I
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r
*
,
AO DIARIO N 240.
MPRESSO EM PERNAMBUCO, POR JOZE VICTORINO DE ABREtT.
s
CORRESPONDENCIAS.
, Snr. Redactor.
Egundo nos refere Montesquieu, ein
Alhenas tinha pena de morte o Estrangei-
ro, que se entremeta no Congresso do Po-
vo, no Brazil, apenas elles cliega por
exemplo da Franca, ou Inglaterra, entro-
duzem-se logo em Sociedades, Polticas,
entrao na Macona ria, e para cumulo de
desgracas, ath" nstalao a Carbonaria com
aquelles mesmos que, como os Snrs. Car-
neiros, e Joao Ribeiro n'um dia promo-
vem abaixo asignados para fazer sa-
bir da Provincia todo o Brazileiro adopti-
vo, que nao tem mais d 2;000#000 rs.,
e n'outro unidos com Portuguezes passei-
ao por as ras desta Cidade, e consentein
em sua presen9a, que esses aventuraros,
e agentes de D. Pedro; cubraode baldes
a Pcrnambucanos honrados, que em todos
os lempos tem dado a esta Provincia pro-
vas nao equivocas do seu Patriotismo.
Que inconsequen/ia!!! Para piovar, Sr.
Redactor o que venho de dizer citarei lium
facto bem recente. Chegou da Fraila
esta Provincia hum celebrrimo Portuguez
chamado, valha a verdade, Joao Lopes de
Andrade, homem ignorante, sem eir, nem
beira, nem ramo de figueira, e so porque
affetou de liberal, j se sabe para Portu-
gal, e dsse, que andava em commssao
pelo mundo, mandado pelo General La
Fayette, instalando a Carbonaria, os Srs.
Carneros, Joao Ribeiro, eoutros unem se
com elle, e consentem, que emesse aventu-
rero tome a iniciativa nos negocios Poli-
ticos do'Brazil; que seja socio instalador
da an-restauradora, em menos cabo de Be-
nemritos Brazileiros ; que tenha ingresso
as lojas macnnicas, e finalmente, que por
meio da divizao plantada com a instalado
da Sociedade Carbonaria promova a volta
de D. Pedro nesta Provincia: Que desgra-
na Eha-de-se ttido isto ver sem dizer
nada, so porque nao gostarao esses Senho-
res f A Carbonaria nao conven por ora
ao Brazil, porque tendo por tira a destru-
cao dos Reys, e a instauracao do Governo
Republicano, que tem feito a fortuna de
muitos Povos, ao nosso s pode presente-
mente cauzar males, e abismar a Nacao
toda em hum pelago insondavel de desgra-
cas. O' do Governo alerta! O' dos Jui-
zes de Paz vigilancia O' do Poto fora
com o Portuguez Andrada, a gente de D.
Pedro. <
H,
O Ante-Restaurador.
Snr. Redactor.
.E o interesse publico, que me Jevfc
ao seu concentuoso Peridico, e por ette
queira dar lugar a estas poucas rbicas.
Em huma deseas neites, encontrando o Ju-
iz de Paz do 3. Destricto a huma patru-
Iha do i Corno de Municipaes Permanente
pedio-lhe o santo e como esta naodesse, a
ptendeo, e trouxe escoltada a este Quartel,
ensultando o% que a eompunha com os
epkhetos de assacinos, e saltadores, do que
hia resultando huma terrivel catstrofe, se
espiritos pacficos nao apparecessem, pr~
suadindo ao mais corpo a obrar com a pru-
dencia devida e sempre neoessaria,
Tenho a observar, que quando seja urna
falta no t?mpo prezente, a Patrulha o nao
a presentar o santo o Sur. Juiz de Paz,
nao deva escolta-la, e trata-la tao insolen-
temente. A tropa a mais subordinada nao
deixaria n'aquelle intere de desaggravar
insultos tao positivos, e essa mesma Patru-
lha, conhecendo a sua dignidade, nao se
sugeitaria tao prudentemente as arbitraras
despsteos, e sarcasmos do Snr, Juiz de
Paz. Porem, Snr. Redactor, quem, co-
nhecendo a ignorancia e fraqueza de hum
individuo, ou de huma Authoridade, lan-
caria mao das armas para abater o seu
orgulho ? So a covardia, que sempre an-
da a par, ou da ignorancia, ou da fraque-
za. Eu bem sei, que he inui prudente
que todas as patrulha levem o santo (o que
tem cahdo em desuso neste corpo Policial)
todava o Snr. Juiz de Paz de va ser mais
Politice, qual o ro um Official (jo roasmp



*
(Yrpa qne encontrando em JU olte al- Este corpo J*
gm.ms pm. mal p.omptas, Coi mes.no a esWa o remedm fatale preven^ vo a
taza do Delegado dos Affogados a saber, consequencms resultantes d,tae. P-oced.-
se era raU-uUm por elle deternmwda; e nao mentos *> que *e cvde v.r se
devia, al*, de escolta-la, ensnl.a-la to a este Quartel, a pretexto de 9 P"
insolentemente. E se a Patrolha deseo- Buco, Ped,r se gente para agar petas
nhrcene' V, Sur. Jniz de Paz, ,K>, que mas, como ten, por -J^J*?*;
a trazia M ensignias significativas > quid cido e despresando a* apupadas, quelne
w tem observado, que gostaS de deverr- prestar a obediencia ue*n V^_
se a costa dos Seo* traball.os, por quauto des legalmente con,t,t,das h r. HeJc
a preterto de servido publico, se ten, vin- tor, eu dezejo o progresso da nb o i a
do a este Qnartel pedir gnardas para teta- zileira, e juntamente con, os ,< us aupa
za particularissuna, e segmanca de prs- nlviros pro.neUemos ^**
ssleu.po. EudczejaraperguntaraoSnr. as orden* Jegaes do* '^ffig
JuizdePaz, se elle ,5 confieda, q. e a nos esquecemos ta^ln^JJ8***^
paUnlha era ee,np<*ta de Gurdas Moni- tos. En n,e deryo *'b*%*a*J"t
c,paes, be,n eonhecidos, e se estes nao sao conhca o br,o Municipal- h Excel
nieos paizanos, que volunta,ananl;s lencia, para q4faSSSECJ
ten, Vindo engajar para defeza do publica sartas ; C a este corpo de Muniupaes Per-
e dos particufaris. V-izera que me di- mientes, fin, teque P^o^mpfc dJ
*e. a pirul fez Ihe alguma re*- tinguu-se jMflne de accu* ^*'
5* para que fosse preciso, quesea- da,-I>is. ed.g,in. oa. niu-n^* CJn-
vitasseason-ispatrulhasdoseu comando. dab instruid.* e de bom **^J* a
Emnm,quizera e he necesario, que me relevar a exfncao, po,s lie de quem pro-
responda, aeest authorisado, pa.a faze fw^cosiwnha'iraentos.
Justica, o exultar a l.mna palrulha de- I u &* Pn*o '%
pois de escoltada. Se este corpo fosse Permanente.
coniposto de semelliantes bilhostres, talvaz _^------ '" -------
o Snr. Jniz de P^z (mgnfM por, atto preco |7< o .
o, que a justo,, por baixo : mas ,, ste cor, lLsrAcOri-espondenc.a.acbava-seenno*.
po, que se nuipoeiii de honrados e patrio- se poder a' Ata*; e; agora fin que me
titns Cidadas, 1*5 qniz asscn,ellia,-se ao podemos dar a'publicidade.
Sur. Jizde Pp, reppeliudo a loica Com f Rejht()r
foica.

i

.
.:


-^;

Ve-


Full Text
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