Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02760


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Full Text

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Pioclamu -tu ila Axtemble* Gtral di Br.nl.
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'|mpjcej3i30 em t&etftanumco par 3o?c Victorino &e abreiu
ar>je!-l-^HS<
DI \Si>a SEMANA.
S .1,1 nlo-.V. Victorino- Rl "" de m and. lo Vig.
(r. de t. Preamar as G i. 54 m. ta m.
\),>:v. S. MaJaquim, Pr. as 7 boras 42 m.
fl Mi. r
RIO DF, JANEIRO.
,tini%t0ro dn Justicrt.
rgnVxnn Invado no conhecimenlo ra Regenera", o Of-
jL fi' i'> Vm. de 22 do pastado pediudo esclarec*
menlos ro m^uhI m quisitos innre as Guardas Naeo-
nae*. I," Sto Captfo, que for eleito Tilias de Pal,
deixa ragua Posto, desde un presta o Juramento do
Juiz? 2.a Se havrudn dnus Alfcrcs nw huma Cumpa-
nba que na formada I.e os dora ter ojfl consecuen-
cia do numero de suas prayus, e diminuind esto nu-
mero no nervino ordinario, o que so dover pralcar ?
.'. S(i os Qualificadns na Rezerva em virtud da Le
de 18 de Agosto tic 1331, e nao eomprehendidos nos
do Artigo 8." do Decreto de 25 de Outubro de
lo?., dever reverter ao servico ordinario? F. por
nao ter a Le elTeilo retroactiva, como passar para a
Rererva os Officiaes dos extnetos Corpus de Milicias,
c rdeiiBuvas, que antes ero lo servico Ordinario?
4." Se os Cornmandantes das Companhias podem dar
licencas, residirfdo o Chefe do Corpo n nutra Paro-
lina ? 5." Se no actu da eleican para os Postos vagos,
nao comparecerem mais de metade dos votantes, tan-
to do servico ordinario romo de Rezerva ; nao imp
do a f .ei pena, (pial deve ser o proeedimento do Juiz
Jo Paz? 0." Como proceder s Iuspecces de Snude
uoJury Je Revista? 7.a Se nao devendo reunir-so o
n.ttalho para rc< onheccr o Chele excedendo a duas
leguas do distancia, dcvtr ler tupir a parada Geral
etn oais tic quiltro Irgoas; ecomo se verificar enlo
o recnuhecimeuto do Chefe ? 8.* Se na eliico d' al-
jum Official do Estado Maior, dever volar os mais
Dfficiae delle? 9." Se nomeados os Sargentos Ajudan-
le.s, e Qu.it tel Mcstre, se consideran vagas as Com-
pniliias a que pertenciio? E uo cazo de afirmativa,
^ meama Regencia, em Nome do Imperador o Senhor
i). Pedro 2., declarar a Vm. 1 Que os Officiaes
que fotem eleitos Juzei de Paz, logo que enlrarem
coi edectivo esercicio deste lugar dcixao os Postos
vagos, por nao aeren) eompativeis as funeces dotas
Authoridades rom o servico da Guarda. 2. Que se
deverefi conservar ambos os Aleres, att^ o lempo da
nova eltico. 3. Qun o alislamento *e (hve faser
agora conforme o que dispoz o Decreto tic 25 de Ou-
tubro de 1832, sem obstar aLei anterior. 4." Que
as Licencas de que trata o Artigo 10 do iresmo e-
i reto devem ser concedidas pelos Cornmandantes das
Compungas nos Parochias em que nao se tiver for-
mado Datalho, por nao so acharen us circunstancias
do Artigo 37 da Le de 18 ce Agosto. 5. Que o-
Guardas que faltarem reuniao para a eleic.o de seus
OfTici^es (lever ser punidos na eonformitlade do Ar-
tigo 19 do Decreto de 25 de Outubro. 6. Que a
Inspeccao deve ser fe la por mriodeexame dos Cirur-
gies respectivos. 7.' Qup no caso em que nao po-
der ter lugar a aennio do italhao, determinada pe-
lo Artigo 58 da Le de 18 de Agosto para o reconhe-
efmeutt) uo Chele por exceder o Distrirtn a duas le-
Korts na ennformidade lo Artigo 15 da Resofuco de
25 de Outubro de 1832, os.Tuizes de Paz dever f;i-
ser nconhecer o Chefe pelas Conipanhias deque elle
se camp". 8. Que os Officiaes e Officiaes Inferio-
res do Estado Meior e M or dos Corpos deven) vo-
tar n Fleieo dos OfTtciaes do Estado ^I^ior. 9. Que
os Offi.-iaes Inferiores nomeados para o Estado Menor
deixan v.igos os seus lugares as Comp..nhins u quo
perteneiffo mas que poniendo nesfe caso o voto activo
as eleices a que se proceder nelhs, tle que ja nao
fasem parte, nao perdem rom ludo o voto passivo, c
podem ser eleitos para os Postos dessas Compnnhias a
que dantes pertenciao.
Dos Guarde a Vm. Palacio do Rio de Janeiro 12
de Srtembro de 1833Aui chano de Souza e Oliveira
CoutinhoSenhor Ju de P ix da Frefjuezia da Gp
de Parobahiba.
Pedf-se-nos a pubcarao do soguinte.
CMARA DOS DETECTADOS.
Se.tJo de 20 do Sotombro.
Prkzioemcia do Sr. Lisiro e ABnF.r.
ABbbta a Sesalodepois das 10 hdras, e lda e np.
prvida i Acta da antecedente, o Snr. 1. Secre-
tario deo conta do expediente, leudo huin Offieio do
Ministro do Imperio remetiendo varios Officios do
Conselho Cieral da Provincia de Pernambuco ; forao
Commissao dos Conselhos Geraes.
CORRESPONDENCIAS.
Senhor Rcdactoi.
mT*t faltou o Senhor Tranquillo a sua promessa
1^1 sobre querer justificar ao Senhor Tavares p#lo
proeedimente, que ti vera com o Presidente -i Rrla-
co : mas acazo pode chimar se a?juillo defeza ? Nao
ser antes mais huma prova do crime do Senhor Tm-
vares ? Parece-me que sim. Para o convencerme..- d'
islo. e para que o Publico possa Pacer ao mesmo lem-
po hum combinado, e acertado jui/.o sobre o queixu-
me deste Senhor a cerca do oHcio do Presidente da
Relacio, eu passo a apresentallo tal qual lhe fo diri-
gido : eilo aqui Recebi o seu offieio em datta dej l
to correte pelo que pertende em conformidade do
Artigo 33d do Cdigo do Processo que eu mande por
o Escrivo Campello passar por certido se anda per-
eebo emolumentos das sentencas, e mais papis que
transitan pela Chancellara, ao que respondo que nao


*>.!< a mateaia de que ti rcta, nbjecto de offi o n.i
forma do mcsmo Artigo 336, que cita, pode requo-
rer em forma euriul o que pretender, e que esteja tle-
lutxo das miuhas atrilttiicdee para poder expedir-se
con: dispacho meo huma vez. que nao v de encon-
tr a Le. Deo* o Guarde fice. &c. Senhor Joze Ta-
iros Gomes da Fonceca, Promotor Publico.Ris.i-
qui Senhor Redactor n integra do oflicio, que tanto
molesiou ao Senhor Tavares. Onde se enconlra aqu
exitressdes grosscir.i, ondea falta de podez do Pie
sidente ,\ Relaco? ondea provocaco ? S.i a detes-
ta \el parcial idade ; b o insaciavel desojo da deprimir;
em fm s a mata abjecta maledicencia pode descobrir
nesta resposta groceria, e falla de polidez : mas Snr.
Redactor, pela defeza do Senhor Tranquillo ve-se,
que o escndalo do Senhor.Tavares nao consiste n-is
pdavras de que se compon o oHcio, mas sim no que
aj nao se expressou, isto lie, o Senhor Taya res que-
na huma SE\HORIA (quando podia esperar pea
EXCELLENCIAque tal ve* nao esteja mui distan-
te) porque dizendo o Senhor Tranquillo, que o Mem-
hro maisabjecto da Sociedade tem o tractamento de
\ossa Merc, e nao querendoo Senhor Tavares en-
trar na classe dos membros abjectos, he de inferir-se,
se nao com certeza, ao menos com milita prohabilida-
de, que a falta do tratamento deSenhoriafoi oque
cliocou o melindre do Senhor Tavares : e oeserever
o nomo do Senhor Promotor na extremidade inferior
do olhcio tobem nao he motivo de provocaco ? A
isto ludo se podia mui bem dar em resposta oRisum
teucalisdo vclho Horacio, mas o-negocio he serio
continuemos com elle. Saiba o Senhor Tranquillo, c
aprenda o Senhor Tavares que nao ha Lei, que como
Promotor Ihe de o traclamenlo de qualidade alguma,
e |>or tanto nao Iho dando o Presidente da Relaco c-
prio o sen dever ; e quanlo ver eseripto o seo nome
na extremidade inferior do oHcio he isto hum estilo
urlica Jo. desde tempos immemoriaes, e adoptado pe-
las Auctoridaslcs Superiores para com os subalternos :
assim paatico os Ministros, o Serreiarios de Estado
do ofliciando a qualquer AuctSridadc por mais gradu-
ada que se ja ; assim pralico os Presidentes das Pro-
vincias rom os Empreados da mesma assim pralica
o Presidente do Supremo Tribunal de .Indica com
os Presidentes das Relacocs, e mais Auctoridadcs Ju-
dieiari is fice, fice, e por c&sequeucia nada ha q' possa
extranhar-se na, observancia do estilo praiic&da pelo
Presidente desta Relacjo ce disto, Snr. Redactor, quejuizo, e conceilo se de-
ve lser da cilueac) connecinSeuto, e patriotismo do
Snr. Tavares, que recchendo o ofRr.io assima mencio-
nado, eseripto com as formalidades legres, tem a pi-
carda de res postal io rom oque se v no seo Diario
S. 225 ? Como chamar incivil ao Presidente da Rel-
laco por Ihe nao dar hum tratamento, que nao tem ?
Como diser que elle nao se pode acomodar com as for-
mulas ; o doutrinas de tempos Constiluciooaes ? On-
de os facts disto ? E como combinrr esse seo dito com
a conducta Publica daquelle Empregado pela qual tem
merecido sufragios dos habitantes desta vasta Provin-
cia,, j para Representante da Naco, j para Cose-
Ihciro do Governo, j para Conselheiro de Provin-
cia fice, fice. fice. Como avancar que elle percebe e-
mofumentos injustamente quando o Art. 22 da Despo-
zico Provisoria acerca da Administradlo da Juslica
civil combinado com o Art. 343 do Cod. do Proc. o
authoi-/.a para isso ? E cutio Snr. Tranquillo pode
dizer-se que o Snr. Tavares leve educaco ? que ca-
lende do seoofficio ? E que he Patriota, quando elle
deia do exercer e pralicar as obrigacoens a que est
Igado na Sociedade ? Sim lodos sahem que nos Go-
vemos Representativos depois (\ corno Legislativo o
Poder, que mais consideracao merece be o Judiciario
como executor das Leis, suas Augustas funcoens ex
gem a nttenclo Puhliea : o Cidado contracta (nascen-
. do) o dever de o respeitar, obedecer as suas ordens. e
deixar hum livre curco a Justicaca protectora da liber-
dade civil. Se pois esta he a obrigaeo de cada hum
dos Socios da nossacomunhoJPolitica porque feUimen-
te vivemos debaixo de hum Governo daquella nature-
za, como ouzar o Snr. Tavares insultar, e injuriar
lo atrozmente a hum Membro daquelle Poder alias
rcspeitavel por seos servieos, c virtudes, por ha ver
procedido segundo a Lei ? o IMetnbro maisabjecto (tos-
te todo de certo nao.quereria ouvir ouho tanto quan-
lo mais a Authoridade Judichria de maior graduacn
da Provincia. He verdade, que ao Cidado he lici-
to sensurar os actos da Publica Admiuistraco, mas
como? em termos decentes, e comedidos, diz O Art.
IVo 4 do Cod. Ci im. : logo o Sur. Tavares nao (
praticando assim ncm o Presidente da Rel. sunondo-se ter, que censurar uaqnelle oificio, tem
platicarlo hum facto contra esta delermina'o, e como
assim vMV'enenrco na pena dos Artigo* 236 e 237 do
mesmo Cod Crrm. Snr. Tavares per is Cdigo do Proc. exigi, que o Promotor Publico fos-
se homem instruido n Kcieneta das Leis : confess a
sua tica pac dade, recopheea a illcgalidade meaco, e proceda como deve a esse respeilo : nao
imagine denuncias, e nem accuz tcoens } os crimes es-
tn clacincados; e as suas obrigacoens, en quanlo for
Promotor, esto escripias no Cod. do Proc : eumpre
pois, que proceda como a Lei manda se quiser gozar
da opinio de verdadeiro Patriota : e se o seo fim he
ganhar popu'aridade porque hrasona de aceuzar a to-
dos os Magistrados, afirmo Ihe que se engaa, porque
] se nao engoda o Povo com estas espeeulacoens. A
Dos Snr. Redactor aloutra vez.
O Assoaibidilo.
IM\ttlUU>l\
PERGUJNTAS.
PEooukto por va do sao Diario ao Snr. Juiz 4e
Paz Luis Antonio Alvos Maseareflhas de qtlc ser
/em es assinaturas que elle anda mendingando para
provarqueeu nao moro naFrcguezia do Poco da Pa-
nella Se elle se persuade que cu nao pa tonteare i ao
Publico os meios de que se lem servido para alean ar
tacs assignaturas Se os trez Juizes de Paz asfgna-
ro o seo papel; eseo testemonho destes nao dever
ter mais vigor do que os dw Particulares !
Florencio Joze Carneiro Afonteiro.
^3" Pergunta aos Snr* Exurnitadore de Tnco
logia do Seminario de Olinda. se o >fr'**re de Qnt-
enlo, e Letarga do mesmo Seminal o-, pode votar em
exames de Tlieologia, sem ser examinado naquelia (*;-
cnldade.
O Curioso ?
fc3^" Pergunta-se ao Commandante da Fortaleza
dita marac, se anda tem esperan cas, de que OwBraxil
torne a ser colonia de Portugal, pois que a inda eon-
sente, que sttjio patentes na entrada daquella Forta-
leza aos olho5 do publico as detesta veis armas daquelh
Naco.
O verdadeiro Brasileiro.
Sbisos no Correio
OBrigue Elisa de que he Capilo Joze Antonio de
Carvalho Gomes, sae para o Rio de Janeiro com
escala pela Babia no dia 8 do corrente.

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/*a;vx si.nstei dom.
SKg-ub viagem com a Hiftior brevidade i Escuna O-
iaudeza (Jiiflciniming, tendo mais da melude de
sita carga abordo; quem nella quiser carrejar ou hir
de passagem dirjase a i ua da C-uz caza de C. J. Wv-
lep.
Para o Rio de Janeiro.^
^^" At o dia 8 do corrSfriojniez, tocando na Ba-
ha (para onde recebe somente passageiros) o Brigue
Elisa, Capilo Jo/.e Antonio de Carvalho Gomes:
quem no ni-smo quiser carregar, ou hir de passagem
dirija-se a Gaudino Agostinlio de Barros, na Praci-
nna do Curpo Santo I). 67, ou ao Capilo do nies-
mo.
** ***** %**
Lelao'.
RUssfll Mellora & Companliia fazem leilo de fa-
llidas, limpas, e avariadas, no dia terca fura 5
de Novembro, pelas 10 horas da manha, na casa de
sua rezidencia, ruada Cadeia velha II. 17.
<%%** %*%%
rM par de estrros de prata, e um par de brides
mJtoi)-m de prata, e toda contrastada sendo am-
bas as p-ssas novas : na ra d LivramenoD. 17.
** Bixas de Lisboa chegadas proXimmente gra-
des, means, pequeas por preco comraodo, vinho ve-
Iho de l boa a caada 800, dito do Porto caada 960,
dito da Figueira 800, dito ordinaria 480, queijos 800,
manti-iga boa a 320 a libra, vinho engarrafado da
Companhla 400, a garrafa, c todos os mais gneros
por preco commodo : na ra do Vjgario n.* 30.
^^* 2 siligs unidos em urna s propriedade na
estrada das salinas, ou cada um de per si com duas
moradag de rasas sendo urna terriae a outra de sobra-
do ambos com boas baixas para rpita, e poco fundo
cercados com um grande pedaco de malta virgem com
mais de mil pez de larangeiras sendo parte de embigo,
9 vacas manyas, e alguns escravos: na ra do Qui-
mado D. 2, a tratar com seu proprietario Antonio
Muir Pereira.
^C^" Um relogio de repetico regula minito certo:
ua ra Direita esquina do beco do Serigado no I.*an-
dar, das 7 horas at as 9 da manha, e das 2 da tarde
m diante.
^j^- Urna venda na ra de Santa T.ereza D. 13,
a dinheiro, ecomcommodos para familia : na mesma.
XC3P Excellente farinha de mandioca em sacas de
alqueire do padro antigo, para mais, por preco eom-
iMod : na ra do Collegio fallar com Antonio Jo
Godinho Jnior.
^^ Um bom carrinhode duas rodas, com todos
os seus aparelhos ainda novos, e competente cavallo,
incito manso, e manliudo, por pifio commodo : no
atierro dos A {Togados lado esquerdo alem do viveiro
do Mnniz casa de dois andares.
*3^ Urna negra propra para o servico de casa :
no patio da Santa Cruz venda que faz esquina para a
ra velha.
flEy* 2 temos de pezos de urna libra al urna arro-
ba j uzados a 60 reis a libra : atraz da Praca da U-
niia venda da garapa D. I,
* ^3* Una escrava de 16 a 18 annos : na ru>.
I Rozarlo da Boa-vista ). 4, rotulas verdes.
$*> Una escrava mona de boa figura, boa eozi-
nheira e Uvadeira, e com urna cria : na ra do Quei-
mado L). 4, 2. andar.
^T3"* Botes de rap Princesa chegado prximamen-
te de Lisboa de qualidade superior, penliohos para
marrafa de tartaruga compridos e bem fornidos, abo-
toadliras amarcllas, lavradas para cazaca, o mais fino
possivel : na ra do Crespo loja do Serafim.
^T^* 2 escravos canoeiros, um mosso, o oulro ma-
is avamado na idade, ambos minio habuis no cilicio :
na ra das Flores D. 6.
^^" Um prezepio com seus pertenres dentro de.
urna caixa de vidro, urna porco de couros de abra
curtidos, outra dita de bezerros da Ierra, camursa
branca, fitas de todas as cores de retroz para sapalos.
hons espelhof dourados, Ynezas, commodas, embancas,
urna cadeira de Senhora de muito bom goslir-cora os
seus pertences, um par de esporas de prata, cabeca-
das brancas francezas modernas, um aparclho de
meza de porcullana muito rico, 3 bengallas com seos
casloens de ouro, 42 bandejas grandes de rasquinha
muito rifas, boas imagens encarnadas de muito bom
goslo : uoarmuzem de trastes da ra Nova D. 3 : e
no mesmo se recebe todos ohjcctos tanto novos como
uzados, para se vender por meio do seo estabelecimen-
to.
mi\uv
Compras.
ESca a vos lad i nos tanto com vicios como sem elles,
de 10.a 20 annos para fora da Provincia, e-paga-
se em muito boa moeda : na ra da Cadeia n. 61, das
2 as 4 horas da tarde.
$^ Urna crila que seja moca, e saiba engomar,
e cozer com perfeico : na ra Direita sobrado U.
53. *'
UJT Urna escrava que saiba coser, e engomar, sem
vicio nem molestia alguma, (at 20 annos: nos
Quatro cantos loja de Mauoel Joaquim da Silva.
fr^ Um esclavo, ou esclava: em Olinda ra de
Malinas Ferreira D. 11, ou anuncie.
$C^ Escravos de ambos os sexos de 10 a 20 annos
tanto com vicios como sem elles : na ra da Cadeia
velha, venda D. 61, e se paga em moeda a vontade do
.vendedor.
^T2f Manual Pratico por Alexandre Caetano, Ma-
nual pratico dos Tabcliaes por Correia Teles, Pri-
meiras linhas sobre o Proeesso Orfanalogico por Car-
va Ibo, Remissoes as ordenacoes por Bar boza. Gardo-
zo, o que aeja o proeesso civil, Arces Su miliarios por
i,oubo, e suus disserlacoes : na rufa do Qi.eiir,;* I
defronte do beco da Congregaeo D. 16.
Ahtvck'St por preco commodo urna boa casa ter
ria na ra Nova da Cidade de Olinda, com quin-
tal de arvores frutiferas : fallar com Fernando Al-
fonso de Mello na mesma Cidade de Olinda, ra de
S. Bento, nO sobrado que faz esquina, e quasi defron-
te da guarda velha.
$3T Alluga-se pelo tempo da festa urna casa terrea
com quintal, e commodos para grande familia em O-
liuda ra de Mathias Ferreira D. 40 : fallar na mes-
ma.
^- Alluga-se urna escrava crioja com muito bnm
>"**


*J\y\s *
feite, e bastante cuidado/a : ua loja da rao do Quei-
Kiaclo D. 5, cncaminbarao os pcrtendcntc3.
jO da '26 do corrcnte foi adiado por um mo'equfl
um hilkete de cobre da quanlin de quarcnta e ci-
to nH res, passado por Joao Pereira da Silveira :
entregue n casa I). 0, do lado direitoaa roa das cin-
co ponas.
$3* A pessoaqut no din 80 de Outubro p. p. per-
oto urna porco de ouro no atierro dos Afolados ; di-
rija-se.i ra do Peixoto D. 78 junto, ao sobrado quo
ahi se dir quem o aeho.
nvxvmuv
am?e0 particulares.
OSeuhor J. da S. R. qncira quanto anles vir pn-
gar 2$ rcisqno ficou devendo de um chapeo que
Irocou defronte d beeo da Cacimba, na loja de cha-
peos, |X)is azem umitas segundas feiras, e immen-
sos meios das.
$3r" O abaixo assignado roga a quem tiv r b I heles
de sua firma baja de lhosaprezent te aoito das, para serem pagos; visto que tem 1 liqui-
dar suas contas a fin dehir ao centro desta Provincia.
Pedro Fiancisco de Mello.
%^~ Precisa-se allugar una caza terrea na Boa vis-
ta nao sendo ra muito esquisita, rom commodos pa-
ra urna familia, bom quinta], e cacimba : annuncie.
^3* Precisa-se de um caixeiro Portuguez, ou
Brasilciro, que saiba ler e contar, e que de fiador de
sua conducta : no arma/.em de couros da ra do Pei-
loto.
^^ Prceisa-se de al logar um prclo para todo o
>ervico : na ra do Cotovclo D. 7.
^3?" Precisa de urna ama de leile: nos Ha ir ros bai-
xos caza que Ib i do Padre Manoel do Muro.
$3" Manoel Joze de Bastos aviza a todas as pessoas
que tem penbores em seu poder os ven bao tirar no
pa7o de 8 dias.
^^* Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 anuos
para venda : na ra do Ara gao D. 3.
*cy Roga-se bo Senbor que veio recebar abordo
do Paquete Leopoldina um saco que devia ter quaren-
ta mil rs. coma marcaMCBe que recebeo por en-
gao outro de cincoenta e sete rail e seis centos, te-
nba a bondade de levar o excesso a caza de Ricardo
Doyle ra da Cruz N. 43, ou abordo do mesmo Pa-
quete, fazendo sciente que o anunciante sabe o nomo
do mesmo Senbor.
$^" Precisa se de um caixeiro para urna venda,
que de fiador de sua conducta: as Cinco pontas
D. 1.
$l^ Quem anunciou querer vender um aparelbo
de cha ; dirija-se a ilbarga do Livramento (aliar cora
Pedro de Alcntara.
$T^* O Snr. que lirou por engao urna carta viu-
da de Lisboa para Lauriano Pereira, ('ir o favor de
a entregar na ra dos Quarteis venda D. 10.
^^ O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
Publico que leudo passado una ordena a Roberto Go-
mes Fraga da quantia de duzentos mil reis importan-
cia de urna escrava que Ihe comprou, e como he en-
contrn certas molestias declara que ninguem (ac ne-
gocio eonj a dita ordena porque nao se responde mais
por t-lla.
Antonio Joze Imenes.
*^* Percisa-se ailugar urna casa em lugar proprio,
no Bairro do Santo Antonio 1." Dcstriclo, de uw >m
dar coto arranjos de eosinba c outrus pertenecs quera
tiver p.ir.i o fin perteiidido ; dirija-se a roa do Colle-
' .""lo, fallar com Antonio Joao (Jodinho JUinor.
%^ O abaixo assignado morador na esquina da
ra dos Martirios vollando para o beco do Dique ou
do Marisco D. 9, partecipa a quem em seu poder li-
vor penbores da qualidai'e quo fer hajo de- estirar
no prazo de 30 dias contados desdi* a pubiieacao desle
na falta desdo j protesta nao ser n sponsuvel por qual
quer destravio que o mesmo.-; possao ter, e Andando
o dito prazo os negociara para resserciar o sen desem-#
boleo.
Francisco Jos futir Machado.
^3?" Quem pereisar de urna Bina sera para o servi-
co de uma cusa dirija-se a ra de Santa Therezu 1).
14.
\fF Quem tiver para allugar um prele de '. ? a 20
anuos j dirija-se a ra di (ni* ia velha D. 4
Cstcvaf jb USIDO0-
T!IrRF./.A, naca > Beni, esta tara mediana, um tanto
fulla, cara, cabera e ore!has pequeas, barba
laxada, cal- !l( bastante r,lo. tem no lugar das Ponas
uns talhos a imito ai de ps de galinl; barriga que-
brada, beicos groen*, e no bifpir da jun' i do p es-
querdo tem um molho de vtias alevantalas; ftigidi
em Dezembro do auno passado : s Cinco ponas D.
53.
^3* Joao, naci mossambique, IR a 2i) annos,
rosto redondo, e talhado, ponta di barba. :s!atura
ordinaria, bastante ladino, canoeiro, c b rn nhecf- '
do pormatumbo5 fgido a 6 do corrente. ra
Din -la D. 53.
Vyy- Tia Xica Mtguzcira, 50 annos, alta, div. m>-
taua, beicuda, corpulenta, tamba das pernos, e ti-
las tem cicatrices; fgida a 20 de Marco : venda Ja
esquina do beco do peixe frito, que s gratifica com
20$ reis.
^y Joanna, baixa, fulla, denles limados, urna
pequea velde no olho esqnerdo, ps e maos peque-
as, naco benguella ; fgida no da 28 de Agosto :
mesma venda cima.
y Feliciana, 20 annos, estatura baixa, do gen-
to de angola, bastante ladina, neitos grandes, urna
marca de sua trra abaixo do hombro dii eito ; fgida
no da 27 de Outubro p. p., com saia, e cabecio de
riscado azul, c foi em corpo : na ra das Trincheiras
sobrado de um andar ao p do lampio.
NOTICIAS MARTIMAS.
Navios sabidos no dia 30.
RIO DE JANEIRO, pbl* BAHA E. Mara da
Gloria, Cap. Antonio Cirios de Azeredo Co*i-
nho : fasendas. Passageiro*Francisco Antonio V-
onna, com sua mulber, e dois filhos, Doutor Moura,
Joze Joaquim dos Santos, M*noel de Ca valbo Rorges,
Gustavo Xavier de S, Francisco Jorge MonteiroT Jo-
ze Joaquim Simes, Vicente Ci.lmon, Francisco Men-
des da Costa, Joo Joze de Bitancurt," Joze Vieira Ro-
drigues, Padre Antonio, Doutor Alitran, com sua
mulber, e dois filbos, Doutor Macedo, Lucio Rento
Cardoso, Innocencio Marques, Francisco Jos Duar
te, Doutor Antonio de Aguiar e Silva, e Doutor Joo
Joze Ferreira de Aguiar.
NEW-YORK; B. Amr. Susan, Cap. D. C. Cou-
pland : assucar, couros, e pontas.
**-
.
Pmbjv. jr7Trp. do Diario. 18.S.H


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