Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02748


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Full Text
r
ANNO DE 1837. SEXTA FEJRA
15 DE SETEMBRO. N. I9-

PEHN. ha TYP. >> M. F. or FAHIA. 1837.

DIA8 DA SBMANA.
11 Sepmida S. TheOdoy Pen'U. Aud. di juz do
Cr. de de t. ses. da T. Publica.
13 Terca S. AUta V. M. liel. Je in. e, aud. do
J. dos O. de t.
l.'i Uuan* S-FelippeM. se*, da T.
14 Quima Kxaltaco da Santa Cruz. L.ia cheiaas
II h,cc i"' 15 Sexta Domingo* de soriano seises, da Tlies.
Pul. aud. do J. d O de t.
:16 Sbado S. Conidio e Oprimo. Re. de m. e
aud. do V. (i. de t. em (Huida.
J7 Uomiugo Fcsta dis Dores de N. S.
Har' chca pora o da 14 de Setcmbro.
as 5 horas e H ui. da t 5 b. c liin. dam.
Ttdo agoradepende de nos meslos da uossa pro-
Ancu, Miodor<;ao. o euerfciaicontinueiiios com.
priticipiamos. e itremoi pomadot com admira-
u euir ai N'acdes maiicultai.
fraclamofo da jitumblta O.ral J'i.l
9nliscreve.se a lOOOrs.mensaes pagosadiantatlo
uesla T^poRraa. ra.das Cajixes I). 3, e n^Pra-
C-a da Independencia N. .17 e 3f* : onde se recebem
correspondencias le^alisadim, r. aniiimcios: inserin-
Jnir i'.tn ifralii leudo dos proprios assignanlrs,
nodo aavignadot.
CAMBIOS-
Sctembro 14.
J-iOnrfrea 30 l|2 a 3o Di- Si. poi I, ced.
Lisboa6S pwuie premio, por metal, Nora.
Franca 316 a 320 lis. por Franco
Hio de Jan. (i p. c- de prem.
Moedas de 6.400 15 000 as velbac, "novas 13,000
. 4,01*0 T.000 a 7.200
Ver.* Colimares 1.68" ak
drtto Mexicanos 1,560 1,570
Patacoes Urasilciros 1,580
Premio ,|:i luiiras. por uiea I lri por oo
Cobre apar dus sedulas
PARTIDA DOS CORHKfOS.
Olmda_Todos os da ao oieio da.
Qoiana, Albandra, Paraiba, Filiado Conde, Vt
masgiiape. Pilar, Real de S. Joiio, Brejo il'Arra
Rainlia, Pombal, Nova de Soiiza. Cidadc do NaUl.
Villas tle Ooiaiiiimha, e Novada Princesa, Cidarts
(ja Fortaleza, Villas do Aquir, Monte mor noto.
Ararat, Cascavcl, Canind, (Irania, Imperatri'
S. Bernardo, S. Joto do Principe, Sobral, Novado
RlRev.lc, S. Mallieus. Reaelio dotaiiRue.. S.'
Antonio do Jardim, Queieramobim. r. Parnahib*
-Segundas c Sextas (eiras ao mcio da por va da
Paraiba. Santo Anlio-Todas as i|iiins tenas a
meio dia. Oaraiihuns, e Bonito-nos das 10 e V*
de rada mea ao meio di. Flores- no da 13 j
cada mea ao meio da- Cabo.Serinl.aem. Rio ti-,
Binas, e Porto Calvo- nos dias I, ll, I de caria
mez-____________ ____ T-------- .

} PARTE OFFIGIAL.
RIO DE JANEIRO.
CMARA do? SENADORES.
Ses sao do dia 11 de Julho.
Presidencia doSr. Mrquez de Baepsndy
Aberta Ses^o, leu-se, e pprovou-se
acta da auteiiur
OSenhor priineiro Secretario fez o
expediente.
Ordem do da.
.ilt appr-ovada era i. e-a. diicassSo,
etu debate e passa a terceire a Resolu-
tao que spprova a Ung de 8o$ reis ao
Te tiente Coronel icfii mado Jobo Benedi-
cto Gaspar Cefferiiog, beca romo a Reno-
lucio que compreheude na disposifo da
le de 3i de Ontubro de 1835 os emo-
lumentos qua se cobrarlo na Secretaria
d' Estado dos Negocios d Mariana, pela
oxpedic<,io de passaportes a passe* de
n\ ios nacioiiaes e esti angtiros.
Entra em i. discusso o fiojeclo n. 6
que be o saguinle.
A Asseurblea Gerl Legislativa Resol-
te-
Art. i. O imposto do ouro que pa-
ga Coropanbia de mintraco do Gongo-
Soco na Piovincia da Minas Geraes,fi\'a
d'ora em chante reduzido a.d-z por cinto;
os (js deveio ser pagos por qualquer
j>o,-uidor daquella mesrot lavru, das
nutras que actualmente miteiicem a re-
ierida curapanbia.
Art. a. Ficto revegadas as determina-
cesera contrario.
Paco da C*mara dos Deputados em 13
de Junbo de 1837. Pedro de Araujo Li-
ma, Presidente; Bernardo elisario So-
ares de Souza, primriro Secretatio; 1).
Jos Je A*sti Mas.aieulifl, segundo Secta-
tario.
A discusso tica ddiada p>la liora, e
p r-sa-8 a outra parle da ordem do din ,
que he adiscustao do artigo 10 do proje-
cto sobre a importaco de escravos, que
libara addiada.
Nao havendo qaem maii queira fallar
sebre a materia, julga-se ducutido oaiti-
o e he epprovado.
Segue-se a discussfio do seguate.
Ait. I i< 0< natos nacioiiaes, pu es-
trangeiros que se despacharan) dos por-
los do Bra>il para navegarem para os pon-
tos d'Afri'-a, os de qne bouvr sos-
peita ou denuncia que para la sa desii-
nio sem despacho, serio vizitados no dia
alosna saida por buril dos principaes Olli-
c its d'Alfaudeg, que os deixsrt' partir
livieoicDle, uioalinlo a b-rd couza
qu faca suspsita de destinar ao commer-
ci da escravos. Acbando objectos que
faca suspt-ita indiquen que o navio vi
einpreiar-se no trafico dfe escravos ser j
seu^bjectos tomados todos cuno contra-
bando ficando os interesadas do navio,
a
ca pitaes, ou tnestre, piloto, eos car re-
gadores iocursos uas punas de contraban-
do.
#Emenda.
Supprima-sea ultima parta do artigo,
qua cummeca pela palavra acbando
&c. at oli!, e .seja aubstuida pe-
la seguate echando alf>um dos olqectos
meni'ionados no artigo 4- siiotaesem
bircaces retidas para lerem logar as
dispoHQes dos artigos 3. e 7. M. de
Bai bicena.
Hd appoiada entra igualmente em dis-
cus-o.
Julga-saa materia discutida, epprdva-
e o artigo o a manda doSenhor M. de
Barbacana.
Entra em disctissio o arguinte.
Artigo 12. Depois da vit|ta nada pode-
ra* str it cebido a bordo do navio.
Emenda;
'Su p prima-se o artigo la. M. de Bar-
bacena.
He appoiada e julgnda a milera dis-
tida appiovase a auppresso do ai ti-
*
Sgue-s? a discussSo do seguate.
Altivo i3. O* Ju-es de Direita ficio
ob i.isi.-ncia com appellaf'i'j paia a Relia-
cao4 in todos os ciimes deiignados na
jire-ente Lei.
O S-nbor Mrquez de Barbacena remet-
te a meza o teguinte artigo, substituti-
vo,
N09 ciimes de qua trata esta fci
(fura dos casos comprebendidos no trata-
uo eom a Gr-Bretauha) teiio a jarisdi-
c>> commuljtiv.i t a pronuucia os Ju-
15. di'i'.-, Muuicipaas e de Direito, a
me e luer ou tentar o desembarque,
mas nunca se entender' preveota a juiin
diccio dos juises de Dimito que pode-
rao chamar ao seu coohtcimentj o> |>>o-
ces8(J9 comee do, renovar ai ind.igac-
es. Aos mesmos Juizes de Direito com-
pete ojulgamenlo com appellaeao ei-o-
ticio par a Relajo respectiva, m. de
Barbacana.
He apoiado e entra em discusso.
A discusso fci addiada ptla hora
o Senbor Presidente marca para ordem
do de Gommi-ses e d'ahi em diante a conti-
tiuaco desta segunda diicussoes do l'ruji-
cto> lelra O obre a imoortacao de es-
cravo.", e coutinuayo d piimeira discus-
so do Piojecto n. 6/ itjualru'-'iile adi-
ada boje pela hora.
Levautou-se a Se=sio depois das 2 horas
da tarde.
CMARA dos DEPUTADOS.
Ses sao do dia 11 de Jlho de 1837.
Presidencia do Senhor Araujo Lima.
A's 1 o hora* feita a chamada achando-
se numero sufEciente de Sara. Deputados,
o Seuhor Prejideuta declara abeita a Ses-
tfo
Lida a acta da antecedente fo appro-
va.
O Senhor primeiro Secretario fez o ex-
pediente.
Ordem do dia.
Continuon a discusso do artigo a.
da Resoluoio numero a4 dcste anuo, so-
bre os Cursos Juiidicos com as emendas
appoiadat;
Depois de alguma discusso foi regeita-
do o artigo com as emendas.
Entrando em diacusso o ai tigo 3. o Sr.
Figueira de Mello propoz qua pri-
meiramente se discutiste o artigo 4- 8 dS"
sirn se vene.a.
Depois de discutido o artigo 4. fot ap-
provndo.
Pn8 Depois e algum debate, o Senhor Car-
neiio Lio rauilou a mesa huma emen-
da psra a .-ulistituicio das Cadeiras na
falta dos sub-litutos.
Pondo-se a otos o ajtigo fo regeitado,
e appiovdda a emenda do Senbor Carueiro
Lelo.
Dando a hora comeca a discusso ad-
diada do Orcameoto da Repartilo do
I-npeii 1, loiii as emendas -oppoiadas Das
SessSes anteriores.
O Senhor Paula Albuquerque mando a
a mesa ln-ma emunda sobre os ProlesSo-
res de diversas aulas, a qual ib i appoia-
da.
O Senbor Hemique de Resende man-
dou e.-taoutia emenda, que Umbem fo
apoiada.
Para gratificar os aervicos prestados pe-
lo Senhor Alencar, como Presidente do
Ceer.i' 10:000$.
Depois da alguma discusso, a pedido
do mesmo Senor fot retirado a sua e-
luenda.
Dndo a bor, fieou ainda addiada a
discusso.
O Snr. Piesideate dea para ordem
do dia a me^mn de boje.
Levantou-so a Sesso depois das 2 horas
da la'de.

PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA1
Expediente do dia i3de Setembro. ,
Oflicio Ao Iri'petor da Thezoraiia ,
partecipando i he haveroR gente em No-
me do Impi'Pador concedido pa-sagem para
para a uarnica de ta Protiooia ao Al-
fares da 1. Linb da Parabiba Antoo,o
ASves de Paiva. .
Oto Aa me-mo para mandar <.'u.
antar ao Capitn Tenente Ay'ot,' Pdro
de Carvalho por conta das eas graltfica-
5oens qualro ce o. toa mil reis para as dis-
pesas que lera de fase r corno trans-
porte para a Provincia do Pai oude v*i
comm ndar a Devi- Dito Ao Capitao *renente Antonio
Pedro deCarvalbo communicando-lbe a ,
exp' dict da ordem de que tiata o prece-
dente ofiicio.
Dito Ao Prefeito da Comarca de S.
Aota5 commuoicando-llia a sua remoca
para a Comarca de Nazareth e ordenan-
do que entregue a Prefeltura de S. Ant*6
ao respectivo Promotor, e parla para Nar.a-
reth por assun convir ao Publico servi-
co.
Dito Inspector da Comarca de Naza-
reth removando o para a de Santo An-
teo,
|)iloAo Inspector da ThcsouArj ,
cpmmunicanrto-lha as remocoen* de qua
tratad psd Dito Cii cular Aos 'refeitos das Co-
marcas da Provincia cnmnaunicando-lhea
que devem guardar e faser cumprir a.
Instru.-coeus dadas pelo Commandanle
Geral do Corpo Polici .1 aos Commandaii-
ts das Seccoeos tjo Companhias das mes-
mas Comarcas.
COnMAHOO Dis ARMAS.
" Expediente do dia 11 de Siembro.
Ora. io Ao Capitn Comman Jante in-
terino do 4. Corpa de Aitilheiia, hu,-
dando passar nova escusa com deelaracio
de haver se perdido a primeira ao sol-
dado Manoel da Santa Auqa de que fwa
menead o seo ofiicio da lo que fioava res-
pondido.
Portara Ai Comuiandate interioo
do 4. Corpo d'Art., maodandodemitlic
ao soldado 3oa5 da Silva do Nasr i men-
t, que por maluco estava incapaz de con-
tinuar no servicio.
Expedienta do dia i2.
Ollcio Ao Eira. Presdeme remet-
iendo o requerimetto de Alfredo L.o-.
\


V
BIAXIODB PKKNAMBUCO
paldino de Carvtlho que tendo assenta do
prora recrulado no Batalhao' 7. de Cas-
.-adoics allegara ser casado na Villa de
Santos onde era domiciliario e pedia em
ronsequancia demiqaS e informando que
constando dos seos assentamentos de praea
i-er solteiro.e na5 presentando a jastili-
tac5 que dera bastantes provas que le-
vassom a evidencia o allegado pareca-
lie na5 estar no caso de ser difirido.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. remet-
lendoo requerimento da Viuva Ignacia
, Maria, que pedia demiga paia seo
[ filbo nico .Manuel do Nascimeoto soldado
db B.tahao' 7. de Cassadores e infor-
mando que nada prcvndo do quealleg n*5 isicTi as circunstancias de ser difi-
lida em quanto o u*_ lisesse.
I),to Ao msmo Exao. Sor., remet-
I tendo o rtqnei ment do Capit5 de 1. "
J.ioha com dittino ao Para' Manoel Luiz
Tapiti, que pedia o abono de mais oous
meses de sold e vencimenl._aJi-ntadoi>,
informando que sus pretencaG depend/
. de mtra'graca p r na5 ter ainda vencido
05 suidos que recebara adianlados na C01-
te do Rio de Janeiro ; purera co.no tenli.i
tilo demora em seo tran'porte, e algnns
.transtornos na viagem pareca lbe justo
que se lbe abonaste se na5 dous um roez
para os seus airan jos, visto ter de faser dis-
pesas considerareis al a Provincia do Pa-
k' para onde partida no primeiro Pa-
aete, sei vindo-se S. Ex. no caso de de-
i meato ordenar a Thesourari que lbe
fisesse tad nenio lansamento em eua res-
petiva guia que anexa ao requerimen-
to.
Dito Ao mesmoExm. Sr., remetien-
do orequer. da Viuva Maiia Francisca do
Nascimeoto que pedia demice_para seo
nico (illio Antonio Joaquim de S. Atina,
> informando, que na5 apresen tando a
^.pjstificca5 que dera provas Instantes,
por na5 declarar quem fura seo marido ,
juando falecera este se antes 011 depon
da praca do seo dito filho com aa cerlido-
ens de Baptismo, ecalamento, parecia-
Ihe 11 a6 poder ter lugar sua pretencad em
quanto isto se nao verificaste.
Dito Ao Inspector do Tbesoi.ro ,
disendoWhe que tendo nomeado res t da-
ta o Conselh* de AdmioislracaS, corapoa-
to -do Commandsiite Msnd.mte e Ca-
pila6 eCapitaS Thesoureiro do 7. de
Cassadores, para conTenienteroente deri-
gir debaixo de sua immediata inspeeca
a Contabilidade ^ e factura do Hospital do
7.0 Batalhao' que o Coveroo tioha oide-
Iiado devendo o Concibo entrar logo
cm seos traballios sob asinstruccoens (ju
lbe marca va os deverea, aobrignoeus na
parle econmica e administradla era*
Jhe par so a rogar em cumprimento as
frdeos do Exm. Sr. Presidente houvease
de fa er entregar ao Capita5 Tbesoureiro
Antonio Fernandes Pa.ilha quatrocunlos
de res por cunta do quantitavo que eslava
eib trado a construccaS da obia, quando
piesentasse elle recibo e aulhorisagaS
do Conselho competentemente lubrica-
da sendo assim julgasae convinieote ao
expediente de sua contabilidade e res-
ponsabilidad* e no caso contrario Ihe hi-
dicasse a maneira forma porque isto se
dviria faser. #
Dito Ao mesmo eommunicando-lhe
ha ver eipedido a* precisas ordena ao Ci>m -
mandante da 6. Classe para faser non a 1
dos do Ai-eres Ignacio dos Reis Caaspello
o disconto da CavalgJura que recebeo
quando Ajudante d'ordeoa do Goveino,
ficando assim satisfeita a exigencia que
lbe fez em officio de lo;
D',te Ao mesmo remetiendo para
seo conberiraento um officie do Major
Firmino Sergio de O'ive'ra, acompaado
de trez relacoeo das pracas que estando
m sefrigo da Brigada Expedicionaria ao
Para' at o ultimo d'Abril deinraO pres-
,^Tacq,ens a suis familias necia Capital.
Dito Ao mesmo, requesitendo f de
officio do 'IVnente do extincto B>lalW
54 de 8. HaJp Antonio Jos Texeira Ba-
los, para quTem vista della podesse in-
formar o seo requerimento derigdo ao
Governo Imperial pedindo Reforma.
Dito ao Commandaute da 6. Classe,
mandando faser meusalmsnte e pela 5.
parte no toldo do Alferes Ignacio dos
Be*. Carapello o disconto da quanlis de
37,6.5ieij de urna earalgadura, que re-
.i
cebeo em 6 de Fevereiro dosle anno p*r
ter recebido outra a 7 de Jalho'quando
passou*a servir no Corpo Policial.
DitoAo Coronel Aleixo Jos d'Oli-
veira disendo-lheque tendo de regressar
a e;a Capital a* pracas que excede*sern
ao estado completo da Codopsnbia que
fasia actoslmente a Guarnicao* da liba
de Fern Iba de tae> prapas incluindo nella a< de
mhor conducta, e os OfSciaes de Carpin-
leiios Carpinfa, e pedreiros, por nao'
estar habilitado o Tenente Corone! F. J.
M. a i.ser tal ascolba pelo nenbum co-
obecimento que tem dos saldados aa
liba.
UitoAo Tenente Coronel nomeado
Coioraandanle para a Lha de Fernando ,
communicando lbe o expusto uo antece-
dente ofcio.
Portara Horneando e Conselho da
Adminstrac*S que tem de deri^ir a obra
doHspilcl no Baalhao' 7. deCassado-
res deba i xo da inspecca' do Cotnroandan-
ta das Armas, e marcando as suas attribai-
cotns.
Oita Ao Major Commaodante do B.
7. de Curadores msnJaudo demiit-r ao
soldado Manoel de Jess da Cbuceicao',
por ter ido impropriamente recrutudo.
I),ta Ao maimo, mandando demiitir
a o 2. Srcenlo Thomaz dos Santos Rexa ,
pjr 4l toinpletado o lempo do seo enga-
jmenlo e nao' querer continuar no
serviro.
D.ta Ao mesmo, mandando demit
tir ao soldado Manoel Fraciico da Silva ,
por ser menor de 18 aonos.
Dita -- Ao Capita Comraandanie in-
terino do 4- Corpo d'aiiilheria man-
dando demittir ao soldado Jos Camallo
*Rimos por ser,atacado da gota e se ter
por isso tornado de nenhuma utilidadeao
ervieo.
Dita Ao Commandante da Fortalesa
do Brum mandando demittir ao 'solda-
do do Diposito Frailesco Antonio da Ve-
ra Crus por assim o determinar o Exm.
Snr. Presdanle em seo Despacho de 11 do
corrente.
DIVERSAS REPARTICOENS.
MEZA DAS DIVERSAS BENDAS.
A pauta he a mesma do N. ia5.
PREFEITURA.
Parte do da i5 de Selembro.
Il(m. e Exm. Snr. s- Consta das par-
hoje recebidas qoe fora presos a miuha
ordtm os individuo seguintes os quaes
tiverao* destinos : Gino preto, escla-
vos deum Estudante d'O'inda por estar
fogido', e procurando no lugM- do Porto
da Lingu-ta quem o qmsese embarcar pa-
ra fora da le ra ; JoseJoaqmm, e Joa-
quim Correia bramos pelo Sub Pre-
feito de Santo Antonio, este por estar com
raj modo noTlieatro, eaqoelle por e3
tar com a perta da taberna aberta.
Nao consta, que bouvesse mais novida-
de.
Deoa Guarde a V. Ex. Prefeitura da
Comarca do Recife i3 de Setembrode 1837.
--- Illm. e Eim. Senhor .Vicente Tlio-
mls Pires de Figueiedo Camargo Pre-
sidente da Provincia Francisco Anto-
nio de S B a-reto, Piefeito da Cornc-
ea.
Parte do dia 14.
Illm. e Exm. Snr. Fora presos a
mmha ordem t titera destino os in-
dividuos seguiotes : Flix Jos dos Santos,
Indio por insulto feto urna funi^
3 inaiujon Ingleses a requesica'do res
ptctivo Cnsul, e Antonio Lourenco Bar-
bosa pardo pelo Administrador do En-
golillo BoMioens p<>r descontante de ser
ell>- ladrad de cavalios.
Nao consta que occorresse mais novi
dale.
Daos Guarde a V. Ex. Prefeitura da
Comarca do Recife l4 deSetemb. de I837.
Illm. e Exm. Senhor Vicsnte TIjo-
WHi fires de Figueredo Camargo, Pre-
sidente da Provincia Francisco Afclouio
de Sa'eBarreto, Prefeito da Comafta.
TRIBUNAL DOS JURADOS'DA CO-
MARCA DO RIO FORMOZO.
Sessa6 do dia al de Julho de 1837.
Jury de Aicusaca.
Sumario ex officio contra Pedro Jos
de Mello pelo crimede passar Sedulas
falsas: o Joiy acbou materia para aecu-
sacao'.
Sumario ex officio contra Manoel Bento
palo cri'ue da Armas probebidas : o Jury
acbou materia para aecusaga.
Juiy de Ssntenga.
Sumario ex offioio contra o soldado
Joa6 Ramos deierlor do 4. Corpo d'Ar-
tilberia pelo ciime de resistencia e lo i-
mentos fcitos a patrolha que o prenden:
lu condenado em 14 meses de p simpUs grao minimo do artigo ao5 do C-
digo Penal, combinado com o art. 49 ^
mesmo Cdigo e da multa de 18$ reis
correspondente amelado do tempo e as
OUatta do Processo.
# Sessjj do dia a2.
Jury de Accusac,ao'.
Sumario ex officio contra Pedro No-
lasco Cavalcanti pelo crime de faca de
ponta : o Joryacliou mat lia para aecu-
sacad.
Denuncia do Doutor Promotor Publico
desta Comarca contra Anna parda e
Senhorinha parda pelo crime detferi-
rntntos feitos em Bernardina de Sena : o
Jury nao achou materia para aecusaca.
Denuncia de Maria do Carino dos pa*
zeres, contra Francisco Rodrigues Pe-
menlel pelo crime de rapto e seduca
feitaa sua fi I ta menor Francisca : foi jul-
gada perempta aocusagao', pela f>lta de
conjparecimanto da Denunciante na con-
formidade o artigo a2l do Cdigo dj Pro-
cesso Crina toe I e seco crime particular
que nao pode lomar conbecimento a Jus-
Uf*.
Seasa5 do dia if\. ,
Jury de accu9ac1ao^
Sumario ex officio caotra Jos Vicente
pelo crime de faca de pona : o Jui y achou
mateiia para aecusaca'.
Jui y de Sentenea.
Denuncia de Theresa Maria de Jeius ,
tomada pela Justica contra Z carias de S.
Iabel de Brros Franro pelo ciiine de
morte feita cm Joa Eliaa : foi coudemngBf
do em 23 anuos, e 4 meses simpes e na
indinis'cao', e as cusas do P-.cesso
gio minimo do art. i92 do Cdigo Panal
combinarlo loto oarl. 4g do mesmo Co-
dito em que foi julgado ocurso pelo Ju-
. Sessa do dia a5.
Jui y de aecusacio.
D nuncia de Alanoel Antonio da Silva,
contra Deooisio Pereira Salgado pelo cri-
me de (rmenlos simples feitos ao*De-
ijunciante: o Jury nao' achou materia pa-
ra aecusaga e loi condemrtado o Denun-
ciante as cu.las do Processo.
Su nario e\ officio contra Antonio Jos
da Silva Gusma e sens escravos Leandro
p^rl,a Joao' Cambinda pelo crime de
resistencia IVita as execu?oens do Ex Jim
de Pt do a. Desiricto da Villa do Rio
Formoso : o Jury acbou materia para ae-
cusaca'.
COLLEGIO DOS ORFAO'S.
Illm. e Exm. Snr.-Em observancia
do que V. Exm. me ordeno em Officio
do 14 de Jolho do rorrele bV. entrega de
6 Orlaos, que estava crescidos e prom
zes, que os recebera para continuar sua
educacad e dar-Ibes destino lavrando-
se disso termos em que eu com as mes-
mas pessoas nos assignamos, c que se con-
servad no arquivo desie Collegio.
Dos Guarde a V. Ex. Collegio dos Or-
f5s em Oliodfc 11 de Setembro de 1B37.
Illm. e Exm. Snr. Vicente Thomai Pires
de Figueredo Camargo Presidente da
Provincia. Frei Carlos de S. Joze.
O seguinte artigo he o qoe nos relerr-
mosem nosso artigo no Diaiio n. l9f,
qoe nao foi publicado abi por falta de e-
paco.
OaRR.
MARANHAO'.
Eis-nos de novo Srs. Depotados a
rogar-vos a lleudis as necesssidades publi-
cas para cu jo misler fosteis elevados ao
logar em que vos achaes ; Afaiinba, Srs.
Deputados, a farnha para a pobreta / E*
prteizo poia que deis mais prega a esse tra-
balho que encelasteis; mUbares de Argos
exislem sobre ros; e a pobreza nao come
traq ueijos parlamentares. E' de nrcessida-
de, Srs. Deputados, que decretis urna
somma para fazer se um telbeiro junto
ponte d'Alfandega ; onde o lavrador possa
abrigar das ebuvas os seos gneros moe-
menie a farinba 5 que talvez tenha c liega-
do ao prefo que tem t pelos lavradores
nao terem aqu onde a ecolh<-5 a ik.5
querem-na sacrificar ou ebuva ou ao
monopolio das barracas que compre de-
molir por muitos motVoe. A arinha e o
sal, Srs. Deputados, j a muito lempo
que se nao vendern a alqueires, mas sim
a paneiros; com que bem se tem desen-
volvido a arte de roubar; pois que o con-
sumidor julgando comprar bum alqueira
de sal ou faiinha, pelo contrario, k5
compra de quilqlter das cousas 3 quartas,
e as vezes bem mal medidas 1 preciso ra-
ma liar este mal. O dinheiro em cob Srs. Deputados, j est exposto ao alve-
drio de certos 5 a sua rejeica j o daa-
oredita bstanle, e breve teremos deacf-
fier novas calamidades, rguaes as, por
que a pouco paseamos; por isso que rae-
Ihor prevenir com tempo o mal, do que
querel-o remediar depois dos estragos.
as obras publicas Sis. Deputados, que
tiverdes de dacetar, mereiia grande cui-
dado vosso a nossa Barra, pois que se se
nao de*entupil-adas glandes reas, bre-
vemente teremos de ver cortado um dos
grandes ramos de nossas riquesas a nave-
gacaj ojo j bem cusa entrar pelo nosso
porto urna cmharcac^d que nao seja pe-
quea ; j em I827 se a mente nos nao
falla, sasentiaesse mal ; tanto assim que
se mandouvir, ou foi remedida pelo Go-
verno Geral, urna maquina de escavaca5,
que se aclis no Arsenal j e que talvez oje
nao esteja em muito bom uso, por logo
nad curaren d'ella o do para qoe vinha :
exfoicaivo* pois, Sis. Deputados, ua
seja o vosso deleixo a causa dessa grande
falla ; po4 nd remediado o mal, (eremos
quesentil o. a estrada que se projecta
fazer, do Mcaiim, e que o pestimoso
Cicladlo Dioga Lupes de Araujo Salles a>
quer emprebendor tambara, Sis. De-
putados, um d'aqoelles beneficios que os
centros de nossa Provincia muito carecen;
por isso aproveilai o tempo ,e o empre-
hendedor, em quem nao falecem grandes
desejos e coobecimentos locaes. A intriga
nao til, mas sim nociva, e nem se ad>
mirem deslanossa ogoagem; embira al-
guna diga que por asannos em vespera
da elleiySas pura joizea de Paz, e Cama-
ristas que as>im fallamos; ao que n
respondemos; que os nosso sentimei.tos
e destj< t se inclinad ao bem publico,
que nao somos ta estlidos que sem ter-
mos 25 aunos (utiamos oceupar cargo
d'elleicaS popular. Al outra va?, Srs.
Deputados.
( Do Investigador Maranhensa de 16 de .
Rabio.)
A fida publica.
Em um estado quaiquer que seja a sua
r* 1 1 r?
t*>
/
po* em Premeiras Letrs a pessoas capa- | forma de Governo quau-o osU)s Fun;..
i


DIARIO D P PEKNAMBUCO,'
clnanos se mostrad primeiro que tudo ,
migas da Oidem e respeitadores da leis ,
sempce encontrad sytnpathias sempre re-
ceben! louvores. Porem se io'elizraen-
le acontece que seja raros esses exemplos,
porque os horneas desvariad apenas em-
polgad o Maudo : asbicn como o vinbo o
Mando perlmba a cabeca.
Quandq os delegados do Poder s5 pre-
varicadores accusa se seus actos, censu-
ra-se sea rno procedimento e nenbuma
K i sabia a isso opritria obstculo porque
ple-se passal-os pelo cadiuho da censura,
sern que com tudo se excita aoodio, so
despreso e ao den ibameoto de um Gove-
iio uma ves qua o p< incipio d'esse Gover-
no respeitado noa ataques da Opposca.
K se assim nao lora, ao deseer da escala
jerrquica de suas funeedes amoviveis po-
derla um empregado da Polica, julgan-
do se insultado e diffamado, pretender
que para com sua pesaoa bouve excitacaS
ao odio do Governo, por ter elle sido om
ds seus agentes ; o que evidente qua se-
ria mais que absurdo.
E'triste e penosa sem duvida a la-
rafa de debellai- os.hrpens para qua se re-
formem costuris; no emtaoto, til a
eondica.indiipensavd da Opposicad 5 a
qualtoffra iguaes dissabores, por isso mes-
mo que se v forcada a repetir seus ata-
quea n5 sp contra os agentes mais obs-
curos como tamhem contia, as persona-
gens mais, eminentes do Governo. Esta
deatruigadcootiriua das mais velbas repu-
taces seguramente mais pungente para
aquellea/a quem o dever constrange a to-
mar parle ua hita do que para os impli-
cas expectadores d'ella : mas lambern por
que que os liomens, que por forca qoe-
rera gi udar se no Mando sao ta roaos ou
ta corrompidos?! Ah niaguem sabe
tudo quinto se pissa na aluja do escritor
publico, de cada vez quelhe preciso al-
ear a loice sobre a vida pasada de um c-
dadio para palentear a hedionda tnazl-
la que elle esconde sob asajnarra ou de-
baixo de suas bordadas veais j de cada vez
que lbe rumpre sligmatizar o desvio da
quilquer fuuccionario, que alias leve sem-
pro exeraplar conducta; de cada vez, am
tiro, que urna velhe reputscad vem a pol-
luirse e que mister lavar-1 he as nodoas
aos olbos de seus coacidado>fl.
Cada poca tom seu agenta social. O
agente doscoulo i9 a publicidade, a*
Impiensa. Seu reino e>t ebegado, eso
algumas yervs tem ella de solfee r persigui-
eres, porque aquelles que tem a forca
i-m ma empregad-a para sulTucsr o pen-
samento. Iaseusalos! servm-se do Scep-
tro ou do braco da Justioa como de uma
espida, e rritase contra seus adversa
rius que tem a coragem de manifestar aos
o i boa do Publico duras e crueis verda-
des I!
Porem dir-se-ha : Queris vos que o
Poder permaueca desarmado em presenca
de escriptores quitad encarnigados o com-
.tem? Nad natural que, criado era
vinude d'esta ou d'aquelU lei, elle procu-
re mauter-se? Sim deve assim ser,.
ms usando gmente,das mesmas armas q'
contra elle se emprege. Ninguem duvida
que dever seu reprimir a violencia a
pVovocacad ao crime ; porem nunca da-
ve confundir aquellas cora um innocente
gracejo, qua m nada pode Son pretende
mudar a face de uro imperio. Mas essa
violencia, essa provocacad o crime, on-
de se echad* em que cousistera ? No re-
sentimento dos funccionaiios por se Ibes
ter posto diante dos olbos o e-pelho que
outr'ora os rtfleotia mu dilFerentes do que
4ioje sad ?.... Na censura de seus actos
presentes-que dad um solemne desmentido
a seus actos pretritos ?. .. Que sja res-
peitada a vida particular do cidadio que
a'ella nad aspira a sair que o segrado da
familia proteja as fraqoezas privadas ; con
cebe-se e ssim deve ser mesmo : pnrem
<]ue aquelle que se Janea b vida poltica
exija paro si um tal privilegio pelo menos
elianha, porque entad torna-se iropossi-
vcl ajuizar de um liouiem, se todos os ac-
tos de sua vi a devem ser aubtrahiJas ao
cunlioda publicidade.
tf'um Governo absoluto a di-simulicad
una nece:>s.idade assim como a fran-
queza deve ser o carcter distinctivo de
uai Governo Constitucional. Com o ac-
ua 1 Governo m se deve pelejar como
era uma a/U de esgrima com armas em-
botadas para divertimento doi eipectado-
res ; mister que ellas estejad bem fia-
das e ficid ver que se nad julgou dever u-
sar de contenplacdes, embora os golpes
incommodera o somnodo homem do po-
der. Obrando assim, s se faz a devida
juslica, porque de outra maneira nad se
concebe por certo que vanlagem pede ha-
ver em ser hornera de bem e patriota des-
interessado.
(OoSete de Abril.)
EXTERIOR.
Os tres dias era Pariz.
O programma oOIcial da celebradlo do
anuiversario dos dias de Julhb o se-
guate : Na quinta feira se distribuirlo
soccorros aos indigentes babitintes dos
diversos arrebaldss. Na plataforma da
Pobl Nova te erigiro trez ma&trot altos
sustentando as cores nacionaes, e cober-
tos de crep negro durante os ofncio* lo-
oebres qaesefarao na sexta feira, em
honra dos Cidadios qua rnorerjo em
183o em defesa das lei e liherdades do
seu pais. Os officios serio feitos as dez
horas da manbi em (odas asigrejas, e ou-
tiws lugares de adoracio. Os camiterios
doLouvre, da Ra Troidmanteau, de
Charap de Mars, e de Marche de Inno-
centes serio decorados cora ornato fne-
bres, e illumiudo a noite. No Sabb'do
se representarlo pUomimos e espect-
culos militares desd'as duas da larde at
a noite, nos dpus Theatros erectos na
grande praca do Champ E'ysces, no me-
10 da qual se levantara'um mastro para
os trepadores com uremios na estremida-
de, e tambera quatro orquestras cora
bandas para (langa. No contorno pr-
ximo a grande praca havera' uma banda
da instrumentos de sopro locjndo varias
pecas eicolhidas. Na Barriere, du Trane
havera' tambara um theuiro para panto-
mimos, e espectculos militare, quatro
orquestras para danca e um matlro
com premio*. O. espectculos nuticos
teio lugar 00 Rio entro Punta Real, a
ponte da Concordia. As margena da rio,
c a ponte estaio ornadas com bandeiras
e oulras dccoraeea. Esgner-se-hfio pa-
Vilbdes, e plataformas parfaccoraoda-
c' das authoridades,,e espectadores. A
uma hora bavarlo justas sobre a
agoa, aoatros divertimenlos As quatro
Madlle Garnerin fara' uiih subida no
seu ballao do Caes d'Orsay e descera' por
Uina paraqueda. Assatte da noite havei
um grande concert noa jai dina das tu-
Iheiias. As nove havera'ura grande
espectculo de logos, artiberees na ponu
da Concordia, e .-ubiro tres billdes o-
flamadot'. Penenos barcos ornados de
bandeirs, e Iluminados passario pelo
rio cima, eibaixo. A mesma hora ha-
vera' um espectculo de fo9 ailiBeiaes na
BarYiete du Tron. A ncite se illuuiina-
rio com gaz o Hotel de Vil Je, e o arco
triunfal na Barriera de l'Etoile, e outros
"edificios pblicos com lampadas.
Malta, 5 de Julbo.
Religlo geral da cholera desd.- 9 de Junbo
at 4 deJolho.
Ate i3 de Junlaj. Moi tes Restahalecidos
Casos FUto.
3,a>3 i.537 693 At 4 de Juliio 983
346 125 84 ,37

3,559 1,661 777 1,lio
(Sunday Thiraes.)
VARIEDADE.
Tu morreras queimado.
Desgragado tu morreras queimado !
dissf hum dia em tom de iuapirada ma-
dame te S. a hum criado ( (|ue iinha,
chamado U ps cabio a lenha queatiiei; parece huma
iogueira ; he tan i vil agouio, DamieQS,
i)|d o justifiques.
Damiens era hum mogo, sombro e ta-
citurno, de iodole impaciente, altivo,
que nascido de pobres eamponezes liaba
pisstde sua infancia como criado no col-
legio Louis-le-grand de Haiiz, presidido
pelos Jesutas, e dell'e' tinba sido expulso
por mii condm la e insobordinacafi.
Sabido do cullegio, tinba Damiens ser-
ido^arios araos mas suas pessiraas qus-
lidades, soa altivez e inaolencia o tlnham
feilo constantemente despedir, ate'que
vio alugar-s-5 a rasa da madame S. As pa-
la vras que alia Ihe disse, e que cima le-
brunos, fiaered triste jrapressad em sea
espirito predisposto pela supersticad pa-
ra acreditar em aguaros. Damiens, tris-
te par natureza redobrou de tristeza a
consarvando.se sempre mudo, s se lbe
ouvia as vezes baJbuoiar, si devo mor-
rer queimado, comigo morrer o roaior
da trra. Por fim despedia-se da caza em
que servia edeixoii a Franca : contava ,
parapis-ar, com algum dinheiro quelia-
via furtado seus amos, e que tinba dado
em deposito ahuma sua irmaa, sera Ihe
oceultar o raeio criminoso que Ih'o tinba
feito obter. Acbou-se Iludido porque sua
irmia tinba em confissio revelado o depo-<
sito e seu confassor, antes de lha conce-
der a absolvicad Ihe tinba ordenado que
restituase a seus legtimos dones essaa
quantias, e ella linha obedecido. Bem ,
dise Damiens, quando souba des ticularidades, querem-me am F.anga,
qaerem que se realize o funesto agoaro ?
Bem voltarei para a Franca e comigo
morrer o roaior da trra. E veio para
Pariz : ueste terrino era o reinado de Lu-
is XV : octavara Pariz e a corle divididas
por questes religiosas a recusa dos ec-
clesiastco8 da darem sepultura am aagrado
aos que tiohao morrido sem confissio, as
discustdei entre o parlamento a o arcebis-
po, a guerra declarada, pelos magistrados
aos Jesutas tudo isso oceupava a alten-
gao daquelles povos, e fazis fermentar as
fezes sociaes desenvolvef-se o espirito He
philophismo dosenryclepeditas.
Foi no maio desu sociedada que veio
cahir o deagragado Damiens, com sua
crenga firme deque eslava predistmado a
rao>rer queimado com seus habito* taci-
turnos e fanticos. Levado de alheiaesug-'
gestees, ao de proprio impulso Damiens
assentou qua era o Rei causa de todos es-
ses ditturbios que presenciava Damiens
assentou que o Fei devi roorrer para que
a Franca voltaose antiga pe e quietaga
emquevivia: Damiens paitiu pira Ver-
sa I hes.
E-tava o dia fri e hmido, o rei tinba
de ir para a sua quinta de Trianon : gran-
de muliida de povose apinhava no vest-
bulo do palacio para ter o gosto inefiavel
da ver o Re j mas por causa do fro to-
dos estav5 erabugidos de espote. Com
c.isa multidad confundi-te Damiens, e
quando o Rei veio sahindo no meio dos
vivas com que o povo o acclamava ;...
De rao-me hum furioso socco disse Luis
a seus cortezios a lavando a mi ao la-
do estou ferido excramou assassiuara-
me I E a perda de singue ou o ruedo
da moi te qua julgiva prxima o fizerad li-
car paludo como hom cadver.
A consternacad espalhou-se entre aquel-
la multidad e para evitar ser victima das
suspeitasque poderia causar > ua presenca,
cada qual foi tratando de retirar-se; s
Damiens demorou-se, quesera duvida es-
perara t-aber do resultado de sea erme.
Immediitamente prezo e apalpado, acha-
ra-lhe 110 baleo hum caivete de mols ;
delle ae liaba servido o legicida para eje-
cutar eu attentido.
Para que descobrisse seus cu rapuces, a-
penas o prenderad applicarad-lbe nos
tornozellos ferros ardentes, e arrancara-
Ihn as carnes da petna com leases abra-
zados ; mis pouco anda era esse soffri-
raento : levado presenca do pai lmen-
lo dte decidi que fosse o reo applicado
aos tormentos ordmarinarios e extraordi-
narios para revelar se tinba cumplices.
Consullarad-se mdicos, que decidissem
qual era o tormento que mais doloroso ,
menos comprometiese a vida do paciente,
elles decidiradque eran os bnrzeguins. Os
borzeguinsem alguus lugares erad humas
meias de foi te pergaminbo que se appli-
cavad molliailns s pamas do paciente. De-
poiscbegiva :e 10 logo o qual seccando
o pergiminho o fazia encolher, e cau-
sava dore* insupportaveif. Em outroa pa-
ses chamavad borzegains a quatro taboas
grossas atadas com curdas ; duas dessss ta-
huas erad poMas entre as peinas dos paci-
eot#, e as duas outres de cada lado axie-
riordas pamas: tudo dvia licar muio a-
perlado, entad entre as duas taboas do
raeio iutrcd'izii-.-e, balando com veha-
meocia grossas eunhas, as quaes obrigaa-
doastiboas a a fasta rem -se, e esticaudo
por tanto ascordas, quebravad os oksos
das peinas e os esmigalhavad pela vehe-
mente'prestio que causivs. Nos tormen-
tos ordinarios inlroduziad quitro cimbas,
nos extraordinaiios oito.
A esse sapplicio de inconcebivel Iwrba-
ridade foi applicado ao pobre Damiens.
Asoilocunbas forad introduzidas,gri-
tos bonives dava o paciente, e tamanho
raartyrio teve fim quando os mdicos
declarara que o misero eslava a espirar.
Como nada bou vesse declarado, foi con-
demnadoao supplicio dos parricidas : ah
veremos a maldade humana requintar. Le-
vado a precs do Greve despirad-o e fi-
zerad-o subir ao cadafalso. Alarad-o pe-
lo cor.po a bum pao que linha a forma de
crue e o braco direito lando na mad o
instrumento do crime foi atado ao braco
da cruz. Entad appliearad Ihe fogo e o
carrasco deixando cahir por vezes sobre a
mad do pacienta enxofre pilado o entreti-
nba al que a mo ficasse consumida ;
gritos horiveis^ gritos! que nada linhad
de humano se fizerad oavir poralgum lem-
po, mas depois o miseio conservou so
irapatsivel, a dr por extrema nad lbe
consenta demonstrar aiguma;
Depois desta sceoa os carrascos, lo-
mando tenazas abrazados, com ellas ar-
rancarad-lbe as carnes dos peilos, dos
bracos, das coizas edaspernas, e as
chagas daitarad azeite fervendo rra
enxofre e chumbo derretido: Meu Deosl"
meu Dos I da i-me forca meu Dos l
dai-me paciencia meu Dos (ende de
miro compaisad .' exclamoa o misero.
e as feras coatinuavad seu baibiro officio.
E depois essa corpo maulado, mas in-
da vivo para padecer, ellas o atara aquatro
indmitosgineUs, que o esquartejarao, e
depois os restos e os pedacos do infeliz
mancebo forad Janeados a huma fogueira
e assim venicou sea pradiegad de Mada-
ma S. Damiens acabou queimado, eo
Rei do Pite auxCeifjcontiuuou sua vida
de prostilujedei e disperdicios, R.
(Do Joraal do Imperio.)
AVIAOS DIVERSOS.
O Barharel Joze Pereira da Silva
faz publico que acba-se advogando, e que
a casa de sua residencia be no principio
do beco da pol primairo sobrado do lado
direito primeiro andar.
tfl^ Quem precisar de um faitor pira
qualquer sitio o iqual da fiador a sua
conducta, diriji-saa roa de S. Tberasa
junto a mesma greja.
II* A Senhora D. Rita Maria de Ja-
zus, e o Sr. Manoel Duarta Fen-io, qoei-
1 lo procurar uma carta ao armasera de
vidros ao lado da cadia.
at3* Piecisa-se de a lugar uma grande
casa ou pequeo que teuba quintal e ca-
cimba desde o mondego ato a passagem
d Magdalena : na la nova armasem de
trastes I). 26-
t^> A pessoa qne qoer saber onde mo-
ra Antonio Francisco Dias diiija-ae ao
beco do Rosas a casa terrea D. 2a.
ftgr* Quem tiver achado desda; o atier-
ro da Boa-vista at o banho do Coelho ,
uma pequea bolsa da couro cora outra
dentro de pcrola ; obra feita a mi, quem
a tiver adiado pode entregar na ra d
Collegio no deposito de chapeus que te*
a recompensado.
WW Purtou-se um paliteiro do prata*
em 9 do crtente e era em forma da be-
eco com ura chapen da sol na mi e
de um palmo de altura com a firma de
J. G. 0. ealassada ; quem delta tiver no-
ticia (a o iiuaira r Recife, na ra da Alfandega velha loja
dofunileiro Piona, que an-
mente recompenisdo.
ra generosa-


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DIARIO DI! PERNAMDUCO
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J
CQF" Quem precisar de um fc.itor para
jualqaer sitio peiio da praca, cu m<">-
m) para engrillo i. ja-te ao pateo do
Carino venda U. 7.
W-' IN'o forte domado ra do (dor-
ni na.ven da de Joio Amonio Gomes pre-
cisa de um caizeiro para a mesina doli-
do (ador a su* con lucia-
l&' a-sn cobre pangado era troco 'fe
patacesa i5ao: uo pateo do (Jarico ven-
da D. 7.
(K O Secretario da S dedada Apo-
Unta convida osSt-ciosda mesai pra se
rtunirera luje pelas 6 horas da tarde a
iim de tratartm sobre inteieasantcs ohje-
Cto-.
^Qy* Perdeu-se un meio bilhrte d Lo-
tei ia do Seminal i de Olrada de n. a3 o,
xoga-se au Sr. Theomeiro da iA**ma ,
de o nao prgarseird que saia iiremiadr ,
aeoio a Jernimo Joaqairn Ftuza mi
judii :ai; cuino lhe peitenoe.
fcjp^ Peraule ao Sr. D-u-tor JttU do
Civil Martifi>no da Rocha Bastos se
ha de boje i5 d > coireule ain.rcatar-.-e
urna ca>a nova ua (ravessa de Joa fran-
cisco D. 7 na hairro da Roa-vista ., CoDI
coruaiodoiM-guintes dois qu>rtos les
salas, cinht lora boa cacimba, e piin-
1*1,9 o-. pcetundeDle*compareci as horas
do cosime.
%3^" Urna Senhora honesta e de ex-
cellentes qu.ilidades piope-se a amainar a
ler, escr.ver, contar, *>r .ramaiica portu-
giuzu acoger, bordar de ouro e peala ,
fazsr matijes llores tocados e toda
qualidade de costara ; qqem do leu pres-
tiraose quiser til sar dirijas a ra do
Aljuba era Olirida n. al.
W O'.baixo assi.;ua respeitavd publico que desde o dg 7
di Agosto, se a. ha d n 10 licces da Graru-
matica da liogoa Jugleza no Covtuto do
Carino do Recife na sala chamada ante-
oro; aondc aquellas pessoas quo fe qi-
7-erem utilisar do seu presumo para o ie-
terido fim o podcm procurar das 3 as
5 horas da ta.de no-* dias uteis : as-im
como se fferece todos a Srs. Negocian
te* Naciooaes e Estiangeiros pira laZtr
qualquer tradnceio do nuamo Idioma pa-
ra portugus prometiendo que seno
'or a mais liel, se. pelo menos a mais exa-
cta que lhe lor possivel nao recabando
pelo utrabalho, ketooquc-a genero
zidade de cada um Si. lhe qoizer dar pa-
ra cujo 6m ta>bem o p*dem procurar
ni i|iaali|uer di:> na su..- rasa 00 alieno
da li.:*-visia junto a primeira loj* de sera.
Joze Valeotiin da Silva.
9* D. Mara Tliuresa do Plfocnlb ,
viuva de Francisco de Campos B.-serra ,
declara que vai proceder a invaulario dos
bns do casal eni conseqiaf-nc>a do que
adverle aquellas pessoas que com o mrs-
too tiverain cuntas quena qualidade de
era-lores, quer na de devedoras bajo
de compai ecer peante ella na ra Ditaifa
segundo au lar du obrado O. 63 a 6m
le liquida e o su-as tontas para i que lhe
juarca a ^nnunciatitoo )>ra~o de 8 Ji.s.
4^* Piecisa-se de Goo,ooo a p'emio
de doto porcentoiu rnez rom hy^otheca
emumi morada de casa tarrea nj Racif- ;
qiiem os quizer dar anouuc-ie-
fCF" Aluga-se urna preta que saiba
i'azer o servico ordioirio de urna casa de
pequea familia, e engotouii liso: rn
j ua do No^ueiea 2o.
tCaa Ujq rapaz Brasiltiro propoem-sa
a n-inar f>ra dtsta Praca nao' dislando
innij de 30 legoas ;.a escrever ler roo-
tac e Gramtica materna e La-
lioa e Gramuica Fraceaa pi-ometta to-'
do o desvello, e cuidado para tom q' seos
alumnos s%mo>tr*rm bastantes cuidadosos
effl seus e>ttidoa : a pav-oa que do seo pres.
timo se quis> r ulibsar e l'.er essa homa
anuuucie ua motada para ar precura-
4.
0^5 Joze Joaquira de Oliveira avisa
40 re-ipectuVil publico qna o Sur. Joze
parques da CjU Soases deizou de ser S'.-d
Caxfciro dtsde odia i5 do coireule, e
p.ra oonslar .>z o pre>eulA aviso.
tg?^ P.-.!:-.{; de G..JJ res premio
com bypoleca em morada da casa terrea,
cu bous liimai : qu;m oa quiser d.r au-
uuncie.
ify Avjza-e aos ca|fcga.dores em o
Patazo Saraiva psra mandar csconbeci-
iLttos tai .aza efe S ni; Q<.-g% ni ra- d i
MoedaN. i4i, pois devesabir impreieii.-
velmente no da 16 do Mrente.
fccy* Alu-se para pis-ar a feeta, urra
casa no Po/> da panilla d* fronte do riu ,
onde passava a lebloSr. AgU-tioho Han-
ri(|iie da S iva : no attcrr d Boi-vwta
em a.-a da U. Mara Francisca Moi.t ic<.
J^P* Alogi-se um andar de sobradlo no
Imiio aUiOnoto Antonio, am huma das
principaesruas : annuncie para ser por-
iuradu.
MAVOS a carga.
Para Lisboa
O novo P tacha Flor de Lisboa sabir
iru lo breve por hitar punca a-ga e
tetB b-ns ''ommodns para pa-.s>t>nos; a
Itllar naiua do Vigario casa 11. 8.
Para o Aracaiy
/y O muito vpleiro Patacho Mara
Lui/a furado e caviliaado de cobre; quem
nelle pjiser canvear dirija-e a bordo do
me-mo, ou m ru 1 do Livrainento no-
meio ao.
Para Mco'
%Jf A Lancha Rom fim tem a maior
parte da carga prompta ; qu^m na roes-
ina,quiffer ciregar (>o hir de pa;-*ag'm ,
dirija-se a roa d* cadeia u. 69, oU ao i\ls-
tie a berilo.
Para o Re de Janeiro *
Ca^ O bern conhecido e velleiro Pata-
cho RhII Amisade, do cyisl he Capitio
Jiza Joaquira Machado com a maior
brevidade : piem no mismo quise;" car-
ri;ar, ou Inr do passa^em dirija-se a
G. A. da lluros detcaz do Corpo Santo
L). 7. ou ao Capitio a bordo.x
^ Sahir coma brevidade possivel o
Patacbo Mineirode qu be Cipilao Faus-
tino Maii Bastos quem uo mesino qui-
zarcerregar ou hiede paa>ai;em para o
que tem ezcellentea comme,dos diiija-se
,1 b r'lo a fallar con o Capitio ou a
Joai; .ico Jos de Amorim.
Para S. Cath.'rna
tjrjp" Segu viagem ateo dia a5 do cor-
renle o Bi-igue Oeapi'|ae ; Capilao M. L.#
dosSanto-5 quem no mesmo quizer cac-
regai- dirija-se ao forte d mallo a fallar
cora Kii mino J. F. da Roza.
COMPRAS.
V3^ Umacideirade reb'ico da Ba-
bia, nova, ou em bom uzo 9 quem a
tiver annuncie.
9^> Uuia mangade vdo da palmo e
mei > dMOtel-ro ,' punco mai-i ou manos ,
que sirva para por em relogto de banca;
qusm a tiver aiuiui.cie.
H3** 4 vaccaa de Ifde, parid is de pon*
eos dkas e 6 Cdhrai boas da leite ; na ua
vellia O. 4.
VJNDAS.
*rOn. i7 do ECHO da Religia p
d;) I ir peno; na praca da ladpeaaencia
II. 37 4 3#.
8^* Urna porcSo de peunai da caima :
na ra da cadaia armasem n. 59.
HW Urna negra creoula de a5 anuos
de.idade peil'eita engommadeira e <.>-
zinlieir*, f na iua do Li vi amanto loja ). lo.
%Cy Os perteoces da padaria de Ijjn -
ci Lopes do Silva, com 4 pratps paaei-
ro> : na ra da cadeia velha n. S^A.
yjf Um mulatiiiho de i5 annoa de
ittademaito propno para pagem : na na
|)n eila em o 2.a andar do sobrado que fica
liaz da igreja 6j l.ivramento, em que
mora Fruritico Xavier Caralcanli.
tjrJT Pacte de tartaruga de toda moda
tamDeiii man af. ft-ita 00 pateo do CirOJO
na lo/a do tartarugeiro sobrado da quina.
r?a Collec-Qea dos nmeros >remir da Jj'jteria do Livramento; na Praca da
Iidepeudncia loja de Livros 11. 31/ a 38,
ais.
'frez moradas d; casa mrta'agua ,
duaa na la dos Aasoguinhos, o uft e M
S, (lila ; na.ru 'i S. Jji cis U, i.\
JM
rUP Aieitedoceda Lisboa a caada a
2,880, a g-rrala 4oo rs. vinho tinto de
Liiboa de Pl\I\ e de oulros aothores a ca-
ada a l.?8 a gi rafa 18 j ditta da
Fecioria do Poito-m canudas a a,56 a
g-M-vafa a 36 litio do Porto le oina
qualida'le a caada a a.SiJ,3 a g"Wrf" 34 < ,
dittodilta cariada I 4 a fl g'"!- a
2oo vinho branco di Li.boa PRR a ca-
ada a i,44o a garrafa atO-, e nitros
mi vinhos por preco mas commodo vi-
nagre superior a [800 a aada vinho
Moscatel motila de u-naduziaa 4t<>oc
as g frafas a 43r vinho chatnpague a l44au
agarrafa, patos, prez'intos, quejoa ca-
ebinhi de ptriaas de 6 libras mui novas ,
cli aljof >ra a a 24o a libra ddlo iasou a
i%4oo caixa" de i3 libras feiz s de albo*
do Porto a 9,000*0 fuizes os mais gneros
pxrtencenle a venda na roa do Rangel ao
entar lado diieito comtronte o beco que
vai ptra o Liot u D. a. .
ajy Superior bichas grandes e peque-
as com a condicio de pe trocar as que
nao pegarem: na ra do Viga rio n. 3.
trJdr* Duzia e intia de cadeiras de Jaca-
randa umeamap, urna masa da meio
desala, um par de bancas, nm dito d*
lauteinns de video mn candieiro de lus-
tro a dois espe'hns todo am bom uto :
na ruado Fagundessobrado de uoi andar
D. 7.
de idade cozinha o diario da uraa casa,
engomma e etiseboa : na* ra de S. Tlia-
reta D. a?.
8^ Um negro de naci de 18 annos
da idade tem principio de canoairu e
bom pescador e trabaiha mui bera de
enchada : na la de Hortas vindo do pa-
teo do Cae-no lad 1 dirjio O. 2.
WW Urna escrava creoula d 3o annos
de idade bo coiinbeira doceira, e la-
vadeira de sabio e barrella : na ra Di
teita D. i5.
ejegp Urna morada de casa terrea hin
do dos4 cantos de Olind 1 para a ra do
Amparo a direia n. 70: a fallar ni roa
do Bom iim da parte da Igreja 'primeira
caa di poii do muro.
ttjT* Vistidos chapeus &c. para Senho-
las e meninas de todcs o< tamanhos e qua-
lidades na terr-eira casa terrea do Perrate
na la do Cebo na Boa-vista.
W Um a parelho da cha da piala ,
do ultimo goslo e chegado ultitaamente ,
por preco cotnmodo : na ra do Cabuga
loja O. 7. -
t^U Urna armacio de loja com halcn
edois hteiroa : tudo n ra dassinco pon-
tes ca^a O. 4d.
99" Urna morada casa am Ol'ntla ra
do Amparo n. \?> a fallar ua mesma casa.
\k&" Un negro de meia idade : na ra
da Sn/.aba v I ta n. i.- '
ajqp Um faqueiro de prata daduas du-
7,i ; obra rica e de rae'hor gusto : na ra
da Cruz n. 33 terceiro andar.
tF Uma faetnra viuda do Porto con
teiido2 ca'zas uma com estiibos de n
i a 4 oulra com brides da ferro e Es-
tanbadaa, 4 barra com pregos surtidos ,
outia contetido 1 barril com eoxadas e4
cunhetai com machadas meio.s machado-
c macbadinhos, foucea de ros a meiaa
ftuces e ditas de canna e & na ra do
Vicario n. 2l n preuiairo andar.
i^ Botioi de Li-boa, sapatos aboti-
nado), ditos de duraque para Seriho-
ras, de todas arjfcorea dittos de cordavo de
Lisboa ditos rYaocezes e chiquetos para
meninos botinzinho paia ditos cheTn< lls
de marco-pura para hornera esapatoa de b-
zerro francezes de unn sola e de duas ,
marro<|uins em dunas e bastante s irlimen-
tos de iniuitezas de todas as qualidades tudo
chegado ultim mente e poac menos preo
que em oulra qual quer- parte na praca da
lodep uriencia loja de Jos Antonio a Sil-
va n. 7e8.
JESCRAYOS FGIDOS.
Roza na;iocacange, fogio no dia
ia do correle, estatura urdinaiia f secca
do corpo, com btstaatts marcas de bechi-
gan no rosto, levou vestido de chita js
uzada esujo, panno la coda tamheru
sujo ; a pessot qo a apprehender Jevem-
aa ra do Liaraoieoto c,-sa da Joaqoim
Jo-(' Parreira D. 17, qettra' generosa^
rceuts tectnnpaijiu.
d^ Cic"ade do N., do pod.t de seta Sr. Joze
Luiz da Rocha o vscravo Froncisco c-i-
oulo alio eco do corpo a de rosto, de
idade de a5 anoos ou menos alguma
couza 5 levou vestido carniza e stl.iura oe
estopa
leudo a siloura marca de fardo em
ama perua; tambem roupa Gua: osappre-
iend dores levem-noa cata da roa das
Agiias-verdes D. 37, ou na Povoacao dos
Alionados no pateo da *rez a entregar -*
Antonio Leite de Pinho que seio bm
recompensado de aeu trabalho.
\gjf No dia 8 do rorrete fugio mn
escravo de norte Francisco, naci Mu-
cattib i 10 altura regular alguma con-
za clieio de corpo *de algumas raucas de
naci p'-lo rosto e corpo cora idade de
3fia"iio, este prelo Veio d Parahiha a
pouco triiipo j quem o pegar leveao b.'co
da hngoeita n. 4, que aera' uctii recom-
pen-ailc..
tpJV Oezapireceu no Domingo 10 do
con ente um mu'eque de bom tamaoho,
sem pratica cerahuma oesla provincia, por
lee viudo de oulra: caiaalguma coisa com-
prida beipos gro5s>s vavtido com Carni-
za de algodiosiubo e seroola d algo lio
da trra ; quem o pegar leve a ra do cres-
po D. 5, querecebera' alvicara-.
< yy* Fugio no dia 4 do cnente uma
escrava do nome Mana de na\io baca,
alta e cheia do corpo, bem preta rosto
relusetite ; qualquer pessoa que a deaco-
biir levem-a ao beco lae('o daMatiiz do
S. Antonio D. 7, quasera' generolamento
lecompensado.
|Cjr 2oo^JJ oo r. de gralifiraco a
quetu trocer o moleque Joio, por alcunhca
gczini tem 08 biguaes seguutes : he ca-
uceiio idade ao a unos pouco ruis ou me-
nos, cara redonda oihos piqttenos in
covados testa" grande estatura reuular ,
seo do corpo seulura fina, canelas das
pei-n.iscom algumas fstulas de ferida>,
queja leve tala bom e-pe vitado que pa-
rece crioueo ; dazapareceu em Abril de
i836 : os upprehendedore o entregacao
a Joze C.ra ra do'['rapiza casa D. 10 de houie di
caasda Litigela que pronto-talialai' o que
promete.
\pf/m Fugio no dia ia do corfente una
negra de nome Francisca do gento de An-
gola com os signaos seguintes : fulla ros-
to redondo, nariz xalo estatura regular,
cheia do corpo canellas 6oas, giguuija
no tallar, c-ibello alguma cousa granda ,
levou vedidu de xit com pintas encarna-
das e verdea, carniza d'algodaiinho suja
e nova a um pao da costa velho : os-
prehetideoiea levem-a ao lorie do Vlatios
ra do.Codorniz 11. 7 ou na Cidade de O
linda nos quatro cantos D. 2o.
MOVIMEIXTO DO PORTO.
Navio entrado no dia i3.
TRIESTE; 65 das, B.igue Ingles Ca-
lohua com i52T*, M.Jphu WalrucC
carga varius genero : a Schiamm.
i^hido no dia 13
ILHA DE FERNANDO; B.igue Nacio-
nal Psanos e Victoria M. iVlanoul Ju-
zjRibeiro, carga gneros da Nagio o
comliiz Cumman jante para a rnasma,
o Tente Coronel Francisco Joze Mar-
tina, a sua familia o Tenante An.-
cleto Lpez Santa Anna e ana 'amilia, o
Tenante Jos Francisco da Costi Ucr-
naida Francisco da Silva Lobo Manu-
el Ignacio, Raimundo Ferreira Lvpez,
ao prezos seusiciados, 20 pragas e uiu
Sargento.
LIVERPOOL; Barea Ingleza Digers.y,
Yl. Cleruent ," carga vanos genero?.
RIO DE JANEIRO ; Patacho Nac. Clara,
iM. Joa J.jj(: da Silvt.i> r caiga 6i;.
Dia 14.
S. MATHEUS; Palacho Nac. Amisado.
Conatante l\J. Ignacio Antonio Card-
lo em lastro.
\
l'EUN. MA T|C Oli M, r, KA I A. II!j'
4.


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