Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02746


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Full Text
i
ANNO DE 1837. QU/YhTA, FEIRA
13 l SKTEVBRO. N. I8/.
PEKN. na TYP. Da M. F. or FAR1A. 1837.
I
DAS DA SKMANA-
11 Sejr-inda S. TVodoro Penit. Aud. d? jux do
Cr. de de i. ses. da T. Public*.
12 Terca *S.. anta V. M. Bel. Mein, e audjtdo
J. dos o. iip t
! >' Uuana S. I'clippe K. V1. da T.
U Uimia I'viluciioila Santa Cruz. L II li. c 6 mili da ni.
1S Sexta s'. Domingos de soriano se-ses. da Thes.
I'iil>. und. do J. d* O de t.
115 Sbado S. Cornelio e Cipriano. Re. de ni. e
n-t. da V. (i. a> t. em Olinda.
17 Domingo Fcsta das Dores de N. S.

liare oheia para o da 13 de Fetembro.
as 4 lloras c 6" m. da t S.h. c 4'2 m. dain.
PARTE OFFIGIAL.
Tt_do agora depende de no meamos da nnaaa pru-
dencia, iiii,(!er.o, e enerpa .-corttiinieirio com.
Tinoiptantoi, c iiriaoi pontado com admira-
fio utre ai atoca man c u lia.
Prtelamofit da Jutwiblta dril i Irnl
SobscreVe.ae a lf>OOr.nieiiae Pago adlantadn.
neta Tt-pografia. ra das Cruzo I). 3, e na Pra-
Ca ila I ii!< ;-e:- i.i N. < a AH : onde e reccliem
oorreapundeucia) legallsaita. e aiinnnc; nterin
do rea irratl tendo do proprioa (iianiea,
vimlo ax.) >-iiadu .
CAMBIOS- ?
Sctembro 12.
JLiOndre .10 I|f a 3o I)- St. pul !,.!.
Liaboa6> poro|o premio, por inetali IVom.
Franca 316 u 320 lia. por trunco
Rio do Jao. 0 p. c'd-- prcm.
MOedaa de .400 15 0:)0 ai vellia, nova
.. 4.0'K) T.(XM) a 7.'00
Pesos Colimare* 15a '
ditto Mexicanos 1.960 1.570
Patacues Brasileiros 1,68o
Premio ,ia> leUraa, poi mea I \\i por o|o
Cubre upar das Medulas
IS.Oii)
PAIITIDA DflH COR.H ROS.
Olinda, Todo o Hiitii meto da.
nana, .Atliandra, Paraba, Villa do Conde, Ma-
niaicuape, pijar. Kenl de 8. Jumo, Brejo d'Area,
Rainha, Pomlial, Notado Sonsa, Cldade do Natal
VilUs de (ioiaiinmlia. o Nora da Prineexa, Cidad*.
da Por tale xa Villa do .4 finir. Monte mor noto.
Aracalt, Catttivcl, Canindc. (raira. liiiperairi'
S- Bernardo,^"; JoSo do Principe, Soliral, Nota de
Klltev. Ico. S. Matdeai, Kcacho do angue, y.
Antonio do Jardiin, Qiiexerainoliiin. e Painatcna
Segunda e Sextas feir* ao ineio da por via da
Parailia. Santo a nto Toda as qnin' i t'-'irasao
mi'io dia. (iaraiiliini, e Bonitonos siia 10 e 2*
de i ada inex ao mel dia. Flore no dii 13 de
cada mea n> nielo dia- Caho,>eiinliaejn, Hio F->r-
iiioo, e Porto Calvo nos dia I, 11, e 51 de cada
m ex.
*BI0 DE JANEIRO.
CMARA dos SENADORES.
ScssaS do dia 19 de Julho. '
Presidencia doSr. Marque* de Baependy
Aberta a Sessio, leu-se, e pprovou-se
a acta da atifcii r.
Seahor primeiro Secretario fez o
expediente.
Ordem do dia.
A discussio ddiada hontem do artigo
4. ,*; sen do Prvjerto letra*- O sobre
a proh bi<,au da ini por lacio de esrravos.
Lera se as euieudaaAterittm ol reti-
da.. '
Eneod' para se collocar onde convier.
iS'io se conipiebendern ms dposices
do ai ligo 4. os Navios destinados Arare-
bar colonos brancos huma vez qUe) It
iCapilats ou douos, no acto de despa-
char os Navios eru quaiquer poito do
Brasil, faci parante a Authoridad sup-
perior d'Alfaudega declaracio expreasa'
decaJautn dos objecto* designados nos
$ lio artigo 4- que houver sido tecebdo
.-Djrd > como necessa.iio para o trsn-tior^
te de colonos brancos ; a. que preste fi-
unci idouea do valor do Navio, de que
nao v..i pata os portos d'Afi ica ; 3. qna
se ltre aato em hti;n livro especi->l, que
p.traiiso bavera'uas Aliandi-gis, inserta-
do se a declaracio dos objectos o termo
di fiQi's i o o porto p-ai oalo se disii-
ua o Navio. Iluru tradido uthentico
dete ;iuto, sob^ciiplo pelo E-ciivo d'
Aifandega, e aatignado pelo 'inspector,
sera' o titulo indipensavel para prove-
queoNavin vai reieber colonos braucos.
\[. -le 15ob cena.
lie appoiada, e entra em ciscusso.
Jul^*i.do-e a materia discutida, be p-
prvido o artigo 4- e SlUS pargrafo ,
aalvas as etuenas.*) Sao pprovadaa as e-
juendas aos pargrafos 4 > 5., e 8. ,
latido regeitadas adoSenbor M. dali.r-
bicen* i.tferecida nesta discussio, e igual-
Uieott a Oo Sanhor Vergoeiro sobre o
niesiuoobjeclo dado Senhor M. de Ur-
bacent
Eulra em dicusso osegninte..
Art. 5. Sio autores do crime de im-
poiiat;ao deescravos, uu de pietos livree
da tentativa delta importacn o Cripitu
tni Musir Piloto, o Contt:ameslie da
tmbti cacao, o Sobrecarga da negociacio ;
os que coadjuvaieu, o desunb ircjun de-
ttnoravos, ou pretos lires no teiritorio
Brasil iio ou cuncorreiem para so oc
tro modo seren subtralii-1-is ao conbeci-
mento da Autboridade Publica, ou a ap-
prdieoco.
So appoiadas, e enlra era discusio
as spgnintes emendas.
Artigo Eubstituilivo ao 5. do Praiec-
lo. '
Soauthores deste crime.
1. OCominanJatile, niettre, contra-
rnes're, piloto e sobre carga da nogocia-
o.
a. 0 quescientemente deu ou recebeo
o fete, ou por qualq-ir lUtili da em-
barcaco destiuada para rommercio de
tsrravos.
3. Todos o interessados na negocia-
co todos o, que srientemente fornece-
ra fundos, ou por quaiquer motivo derio
ajuda e foiio auxiliando o desembarque,
ou conseniirido as suaa trras -Lucio.
Ait'gopara .ervirde6.
Sio cumptices.
1. Todos os que scieotemente cotnpra-
rem ou recebaren] eru tetra os mesraos-
Aficano;
a. Todas a-> Atttbordades policiaca,
Emenda;
Ao artigo 6. para ser collorado aonde
convier: primeira parle enrscente se a
malla pecuniaria de 4.000$ rs- : segun-
da parte os esc-avos vendidos dentro
de bino armo, contadas da sua impirla
cao, ficaro sugeitos a huma multa do
ao por canto do siu valor : a falla do
p'gamento desta mulla tlgeita o contra-
cto as penas eslahelecidas centra os que
nio pagio sisas Governo dar 0 regu-
lamento necessario pata qne esta co-
branca fe faca eTectiva. Lucio.
lie appoiada c jnlg.se discutido oar- .
I tij! rom as emendas e posto a voto, he I dad-a.
te sub emenda a emenda ou aitgo 8. do
Seolior m. de Bai bacena, para se ridigir di-
vidaninute.
Oie atls i-, y'' sao para os navi-
os nio comprebendido9 iioj Tratados
cora a Inglaterra e que a ine-.rna dh-.
p-isica a te i'io das appr'ien<5es na
Costa branle todos o navios Naciontes o
E-tre*egeiros.
He appoiada, e dandi a bota fe ad-
diado oartigo e as emenda.
O Senhor Presidente marca para or-
dem do dia x.a cunlintnco desta dis-
cussio addiadj, a. a m.iis maiciia j*
approvedo o artiga rom a emenda do Se-
nhor Barbacena e a primeira paite da
do S nbor Lucio, regeitando-se o resto
deila.
Entra em discuti e le-se o seguinte
-Att. 7. As ert-bacaces importadora,
ou destinadas a impo- lacio de escraves se-
rio confiscadas Com todos os seus perlen-
re ecarga encontrada a bordo. Sera
igualmente confiscados todos os barcos
empregados no desomba que, occu'taQfo
que directa ou indirectamente protegetem I ou extravio dos i seta vos, ou prftos livtes
cttlUietu uu mar ou pot; qua'qmr cu-J
wencidos de desleixo e omitsad era fase*
rem eiTecliva a aprebencio destes Afica-
no. Lucio.
Ao artigo 5.
Dipois das palavras s ibie-carga da
negoctacio acresccntt-te -- e oa dones
deli|| -- o resto(io rligo substitna-se as-
btm *t saocumpIice9 os que codjuvrein
d'.'seml)-rojaie.s de esi-ravos ou pretos li
vtes no territorio B'asileiro ouconeor-
rerem por quaiquer modo para seren in
trodu/idos mo interior OU para ce sub-
trairem a authoridado publc nio so i.-o
mar como dentio da huma legoa das pra-
ia. M. de Barb-icena.
Nio ha vendo ra/i quera tome a pila-
vra jolga-se discutido o artigo e poslt* a
votos be approvado com a emenda do >r
vi. de Batbacana e regt.it.uia i. do Snrf
Lucio.
Entra era discassio o artigo 6 seguinlo.
Art. 6. Os Aolhorps desto rima so-
feio apena de 3 a 9 anuos He d gredo
para a Ilia de Fernando, alamdisio seiio
condemnados era commura, e obligados
cada hum iu solidum as despesas da iex-
portac dos escravoy <>u prelos lisies
paiaospoitus de Ande vierao sendo ai
ddspe-as fixadas poraibitros.
O Senhor M. de liaijpacena'olKrai e a
6eguinle.
Emenda.
Eralogar da pena do trtgo subsli-
tUfl-M apena deoirataria constante do
Cdigo o uiais como no aitigo. 1 lo ap-
poiada.
O Snr. Lacio spreicati seguate
sendo apprehendidos nesie s-ervieo.
O Senhor Paula e Soma sustentando o
artigo nTererc a seguinte emenda.
Na primeira paita depois da palavra-
escravos -acresrenle se ou pr*tos livres
e na segunda parte supprimo-se as pa-
lavras ~. sendo apprebendidas neaft ser-
He appoiada, e depo-s de poquenae o-
I bjeivaQOes de alguna Sanbores, julg-se
dii-utidas o at ligo e he anrprovadd com a
em*nda ; do Snr. Paula Sonsa.
Entra om di-cussio os seguinte.
Art. 8. O producto da carpa, navios
e barros appi tbendidos sera* ap^hcadnern
beneGcto se hum quarto para os denunciantes se
oshouvtr, e para as depesaa que pos'io
occorrer na apretnao. Os navios, eliaiccs
inmediatamente, depois da ro-ideranaco,
te lo desmanchado* e vendidos era p>sfl
lis separadas.
O Sjnhor i\I. de Bu bacena /Jefende o
Projeclo, e o vrtigo, oiferecendo a se-
gututa
Em-ntla.
O producto da carga, nirvioa, e bates
apprehendidos ehi quaiquer ponto da Cos-
U do Prastl, ou no alto mar seqdo na-
vio B-asiieiro .-em esclavos abordo, spi'
aplicado* a beneficio do.- appreheooresde-
duaidaa as dspoto o1* epprebenaloi a
quarta parte para -s denunciantes, lia-
ven loaos. Os navios e barcos iramedia-
t un- ule depois da eeo leinnacoserio dea.
tnancb'dn, a vendidos era parte epata-
das, lio epatado.
L vautou.-se Se.st-o as dttas bota; da
tarde.
CAVIARAuos DEPTADOS.
Sess do dia i9 de Julho de xi'i'j.
Presidencia do Senhor Ataujo Lima.
A's lo horas feit* a chamada echndo-
se numero snfi'iente de Snes. Deputados,
o Senhor Presidente declara abert a Ses-
sio.
Lidaaacta da antecedente foi appro-
vada.
O Senhor primeiro Secretario fes o ex-
pediente, f
Ordem do dia.
EntrMi era discussio a seguinle Reo'u-.
qo N a4 desf^ anua sobre es Cutos Ju-
lidi.os.
Art. i. A congregaco dos fent'j ^gS
academias jurdicas de S. Paulo e OUn-
da, fica autbori.-ada a dem.tt.. e habilitar
para fasrrera arto os e: tildante* que pe-
rante ella mostraren? que f>e juentmao
cono ouviiit., eaptistserlo es de;c-
res da aula, qut-ndo p r niotiv. s juste e
nio tiverem podid-> matrieular.se n..
principio do respectivo atino rom lnlo
pon ni, que as faltas que tiverem nao
excedi esquena ottm dos estatutos fa-
zera perder oanno. *
Art. a. Podens ser admitidos a matri-
cula em quae;quer dos enno a estu-
daol9S brasileiros ou estrangeiros, q-.e se
msiraretn hahelitAdes no anno* ai.tei o>
res por -x.mes fcita eoa quaiquer das
Ui ivetsidades estraugtires.
Depou de alguma sjiseiissfo fi-ou a mi-
tr-tis addiada pela chegada do Senlior Mi-
nistro do Imperio. ,
JOtroduatdo na Salla o Senhor Minis-
tro do Imperio, continua a di-ctu-S d
Orcamento ^ Ripartitio a son cri;<
com a emendas ja *>>uiada* as Sessti
anteriores.
ep is de hum longo dbalo em que
O Sur. Peula e Sonza offerce a seiiu- fHha osSenboies Calraco, aireio l'e


IA11DB PUNA
%droso, Glvo, e Ministro do Imperio :
icou linda a di.-eiis-.o idddiada pela bo-
la
OSnr. Ministro retrase coto ai for-
roalidades do Regiment.
O Sar. Presidente dea para "orduro
do dia a ruema de lioje.
Levaotou-se a Sessio s tiuis horas
da tai de. .
PERNAMBUCO.
Qiurtel do Gonimaodo das Armas 9 da
Satambro de 1837.
Ordem addic. ional.

Pelo Jprlhanleaparato, firmes, ercgu-
laiidade que reaUara no desenvolvimen -
to dos Coipcs que forruaraa Grande pa-
rada nao pode dexer o Commaulanle
fas Anuas do testera nabar os seos mereci-
dos encomios. Elle por Unto bufando o
digno comportameuto de todas as pracas
rn geral derige em particular eos Sis.
Offi.iaes, CotMmaodantaa de Divisoens,
Brigadas Corpos e Esquadrao o aos do
sau Estado maior osseua dislioctos gra-
decmentoa a expressa m Governo ,
cuja integra faz transcrever. Illm. Sr.
V. S. loavara' da p*rl deste Goveroo os
Corpos da Guarda Nacional, 1. Lnba ,
q .e formara a Grande Parada do dia 7
do evento, pelo acceio disciplina .e
regoijo com qae le epresenlara ,oq'.
cada rez torna ruis recomenJaveis os C-
dadas de que elles te compoera.
Dos Guarde t V. S. Palacio do Go-
?proo de Parnambuco 9 de Selembao de
1837. Viceate Tbomaz Pires de Figua-
redo Caroarg?. Sur. TanenlejaCorouel e
Commmdantedas Armas Ignaro Coireia
de Vasconcallos. Assignado.
Ignacio Cocreia de Vaeconcellos*
*
Expediente.
OTino Ao ExarflPresidente remet-
teodo-lhe um officio do Tenente Coronel
Presidente do Concelho de Guerra a que
responde o Tenente F. V. de M. e A. ,
para que era vista de seo conteudo tivesse
a bondade de providenciar como vais a*
certado fosse,e entendesie. '
Dito Ao Inspector do Thesouro, re-
nieitendedhe a informacaS do Cornraau-
dsnte interino do 4. Corpo d'Anilhe-
iia a resptitodos vencimento! que se fica
rao Revendo ao iVescido Jo>e de Messias,
exigida em seo officio de, 25 do mzante
cadente.
Dito Ao Tenante Coronel'Commao-
dants uomeado para a llha do Fernando,
riisendo-lhe que coavindosero Comman-
do das Armas fu firma do do estado da For-
cb que compunba a Guamica da rata-
nia liba lhe lemette^e pela Embarca-
rlo' que o conduca um mapp > da mesma
Forca com cspecilicacao' do armamento.
c fardamenio, viudo ecomp.'ohado de um
ofrWio no qual se notasso o astado de Deci-
nlina e oicorieuciS mais potaveisque ti-
^eiem tido lugar. Que o meppa 01a pe-
dido devia ser enviado" a Secretaria Militar
tempre qoeda llha vies^ea embarcaces
para esta Capital, e que dando suas ordeos
para que e-ta imprtterivelmente se cum -
piii-e, inandisse iibemo mappa 11. 6
dm arts* Bellicos conforme o modello que
narava em ma5 do actual Commandan-
ledn llha.
Di'o Ao M*jor Commandaote do Ba-
talha 7. de Ca?sadotes commuoian Iheaderoicao' que teve na Proviocia do
Rio Grande do Norte em 25 do me* ante-
cedente o saldado ali destacado Luiz de
Fianca e ordtnacdo-lbe, que em seos as-
sent^ lisesse s couipateraos verba*.
Dito Ao Cipita5 Commandaote.in-
terino do4. Coipode Artelberia, rmo-
dando/onsiderar em Comuiiir5 na P.o-
vinci/do Rio Grande do Noite o 1. Sar-
gento Giaduido Brigada Manuel Poreira
Barbosa, qae cstaudu ali destacado foi jje-
] ctor parcial de um dos Batatfioens da G.
JN. do Municipio da Villa do Piiocipe.
pitoAo mesmo, mandando em at-
tencaao qoellie representou o soldado
1'rancisco Amonio, que elle foste destaca-
do pra a Una de Fernando ate* completar
o tempo do seo Dgajamento. Que con-
hidera3se tad bem destacado na luesraa I-
llia ao Cadete Jos Mariano Cavalcanli de
Albaqucrque e que a amitos mandasse 1-
vun para embarrarem' na uianha do dio
a desle mez do Brigoe Victoria que pa-
ra ali se deiige.
-Dito Ao me-mo mandando que na
roaobaa do dia la fisevse embarcar no
Brigue Victoria o Soldado Jos Firmino
Carneiro, que estara destacado na llha de
.''emendo al que d'ali viesse EmbarcacaS
deixando de o xoluir do Corpo em alten-
(,s as rasoans que expandeo em a observa-
C5 da relaci que aoompanbou ao seo
officio de a dente me* na parte que Ihe ere
relativa. ,
Portara Ao Mtjor Commandaote do
Bstaiba 7.* de Cassadorcs, mandando
do.ligar, e remeitrr com goa de passagem
pira o Deposito do Brum ,a 3 pi nc*s cu-
j >s nomes se mencionaras.
Dita Ao Capitd Commandaote da
Fortaleaa do Brum man Jando reieber
no Deposito as pracaa de qae trete a an-
tecedente Paitara.
Dita Ao CspitaS Commaodante nte-
rin do 4- Corpo d'Ai talffari, maullan-
do desligar e lemelter com guia de pa>-
8 pracas cu jos nomes se mencionarao'.
Dita Ao CapitaS Commandaote da
Fortalesa do Brum mandando receber
ne Deposito as pracas de qae trete a an-
tecedente Portara.
Dita Ao Commandante da Fortaleaa
do Brum mandando desligar do Deposite)
e embarcar no dia4ar2 do correte no Bri-
gue Victoria as 24 praeas, que hia6 lastr
a GuarnicaS da I lia de Fernando de -
vendo todas irem fardadas e pagel de
Etapea vespera do embarque e de suido
at 15.
DIVERSAS REPARTigOENS.
TRIBUNAL DA RELAgAO'.
Sessa de la de Setenabro de 1837.
Na appellaca Civel do Juiso do Civel
deia. Gidade appellante Jos Fmoeisoo
Pinto Guiroaraeos, e appellada Thoma-
zia Barbara Coimbra., Escriva Pobthu-
rao. Nao se tomou conliecimento da ap-
pellaea5 por ser apreseotada muitofora do
teimo legal.
Na eppellacaS Civel do Juiso de Prove-
doriadesta Comarca appellante* Eduar-
do Pereira da Costa e Francisco da Cos-
ta Martins, appellndos o Doutor Francisco
Joaquim das Chaga* e outro 5 lorajul(;a-
.o provados os autos de habelitacad Es-
criva Chaves.
THEZORARIA DA PROVINCIA.
EDITAL.
Nao' se tendo elt cluado a arremitca
do Disimo do Capim de planta du. Muni-
cipio do ecif r a a do Imposto de violo
por reiio d'agoardeute do consumo do
Monicipio do Bonito o Illm. Seohor Ins-
pector da- Fasenda manda lser publico ,
(jilea aiasma arramataea5.se realisar im-
pietmivelniente no dia i5 do crtente
mez.
Secretaria da Fasenda de Pernambuco
ia de Ssii-mbrode 1837. ^
Joaquim Francisco Bastos.
Ollicial Maior.
v-ALFANDEGA DAS FAZENDSA.
O Brigue Ingles Bonanza vindo de
Copenhagem entrado em 11 do corren-
te ; Capitftd Johu- Herr consignado a
Harrisou Lalbam e Hilibert.
ManiestoUjO seguinte.
1475 barricas com farinha a5o meias
ditas com ditas, 6000 lijlos para JaAro.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS;
A pauta he a mesma de N. ia5.
CORREIO.
O Pataxo Iuglez Pandora recebe as
malas para a Baha e Rio de Janeiro boje
l3 as 3 horas da tard- .
A Sumaca Feliz Americana de que he
Capita Joa Antonio Ge/mssai para o A-.
racati no da a6 do corrente.
O Paquete N. Libre do qoal he Cora-
mandante, lesuino L.mego ^osta parte
para o Rio de Janeiro no dia a') do corra-
le, tocando nos porto* de Alapos e
Baha lecobe a mala na vespoi as 9 boaj
raa da noite : quero nvlle quser carre-
regar, ou hir de passagern dnija-sea esta
Adniinistraca5 do Coneio.
O Brigue Escuna Lauria a-" recebe a
mala para o Maraub^ no da 1* as II
horas da raanhaa.
PREFEITRA.

, Parte do dia i0 de Satemhro.
Illm. e Exra. Snr. Fora presos a
rainha ordem e livera destino os in-
dividuos seguints : Francisco Antonio,
branco, manijo, pela 1. patmlba do
Corpo Santo por estar sedusindo pelas 8
horas da noite a um escravo de Francis-
co Xavier de Miranda, para o furtar e
levar para sea bordo ; Jos, preto escra-
vo de Antonio de Soute Maia pela a. ''
patrulba da Madre de Dos por ser en-
contrado em tragas de mulher ; Antonio
da S Iva de Oliveira branco pela mes-
ma patrulba por ser encontrado com o
dito preto ', Manoel do Naacimento Dir-
do pelo Sub PrefVito de Santo Antonio
por ebrio ; Manoel Jos Rudrigue, bran-,
00 pelo mesmo Sub-Prefeto ,' por ser
encontrado saltando do lelhado da caa de
Francisco de tal, por alcunba Xico Ba-
hiano a qual navia sido varajada por
furto de esoravo, constando depors ser
aqueile Rodrigues agente e vendedor de
cavados furtados ; Seveiina Mara pe-
la forra pala Guarda da ftjbtire da Boa-
vi-la, por aer vagabunda; Dionisia das
Merceis lambem preta e forra pe 1.
patrulha da Santa Cruz por ter insultado
cum termos injurioso a um sugeito e
depois e mesma patrulba ; Francisco So-
co', tambam preto torro, pelo Sub Pre-
lesio do Affogados por ter de cosime
embriagar-be para insultar impunemen-
te a quem elle quer ; e Candido Alexan-
dre, pardo, pelo mesroo Sob'Prefeilo
jor furto de 16 pells de marroquim ; 2
patacoeus e um auela a Francisco de
Ass.
O Carcereiro parltcipa-me que entre-
gando elle hontem duas parelbas de pre-
sos acorrentados ao soldado de Policia Jo-
aquim Francisco da Silva que eslava de
laxiiia a Cadeia a fim de os acora pa-
ndar no ser vico externo Ai mesma <|a-
deia succedeo que na oecana de as
ditas par.lh3 ca regaren.) o Cakierau pa-
ra a cusinha fug sie o pardo Bento, es-
cravo da'D. Antonia Flemuda, recolhidoa
rtqiierimeuto du sua Sanhora por negli*
genciado reiferido soldado.
Nao consta, que bouvesse mais no vida-
de.
Dos Guarde a V. Ex. Prefeiture da
Comarca do Recite 10 deSetembrode 1837.
Illm. Eira. Senhor Vicente Tho-
mlis Pir.ts da Figueredo Gamargo Pre-
>idiite ds Provincia Francisco Anto-
nio de S B rreto Preleito da Comar-
ca.
Paite do dia Ir.
Illm. e F-xm. Sar. Fora5 presos a
nimba oidtm e liverao'dustino : Joaquim
pre es ratar de Manoel do Nascimen-
toWanderlei, pela patr'olha do Corpo S.
por ter espancado a um sjeito ; outro
dVroesmo ume, ej.ravo de Jo-e Antonio
Gormm Jnior jie'a 1. patrulha de Fora
de PorUs por igual crime, feto em outro
pnlo; Martinho Antoum dos Santos, par-
do pela I. palmilla da :YIa Ir de Dos ,
po; iasulio a vinel muliieres ; Domingos,
escravo de Anna Mara de Jeso, c Vicen-
te, de D. Francisca Theresa G?ma am-
bos tambera pardos, p>lo Sub Preleiio
de Santo Antonio, por biigs, ; Jos M-
ximo tambera, pardo, pelo mejmo Sub
Prefcilo por estar a meia noite dormindo
defronte. H. Theatro; Luisa prela,'e*-
crava de Ursu|a de tal pela Guarda da
Ribeira da Boa vista por ebria e incul-
tos as familias ; Manoel Jos Rod/igues ,
branco, preso de minba ordem', p' r fur-
to de cavallos ; Bento Jos da Costa In-
dio pelo Sub l'itl'eito de Muiibeca pelo
mesmo crime; e Manoel Pereira Leiter
branco preso por ordem minha por es-
lar ebrio sendo Comndame de huma
E-colla, qae condusia um preso a minha
preaenca.
N*5 consta que occorresse mais novi-
da de. .
Dos Guarde a V. Ex. Prefeitura ra
Comarca do Recfe 11 de Selemb. de 1837-
Illm. e Exm. Senhor Vicente Tilo-
ma i Pires de*Figuerado Camargo, Pre-
sidente da Provincia Francisco Antonio
de Ss' Brrelo, Prefito da Comarca.
EDITAES.
A Cmara Municipal desta Cidade do Re-
cite &c.
Faz saber, que no dia 38 do correte
lera' piinoipie a arrematacad por venda
do edificio da actual Cadeia, e suas depen-
dencias as quaes sao comprehenuidos
os terreos dos dous beccos contiguos ,
que forma a devisao'do mesmo edificio 5
cuja arrematacao heefleituada por delibe-
racao' do Govaruo da Provincia ob lepre-
selftacao' da Cmara' e de'confrmidade
com o artigo 43 da Lei Provincial de 9 de
Junbo do comnle enno : o pertendeotes
deve'jo' comparecer oompetentementa
habilitados oa casa de suas Sessot us para
que segundo es condicoens que forera ac-
ceitas se possa realisar o contrato avista ,
ou e prasos.
E para que ohegue a noticia dos mes-
aras, si pissou o peseule ,- fue ser pu-
blicado.
Paco da Cmara Mu, pal da Cidade
do Repite 6 de Selembrode i837.
Joze Machado F eire Pereira da Silva.
Pro Presidente.
Fulgencio Infanj^'Albuquarque e Mello.
S^e'aiio.
s
O Doutor Minoel Teixeira Peixoto,
Juiz de Direito do Gime Presidente
do Tribunal de Jurados da Comarca do
Rio Formo-oda Provincia de Peinara-
buco pelo Regente em Nome do Im-
perador Cfm-tilucional o Senhor D.
Pedro 2. que Dos Guarde &'c. &c.
Faco saber aos que este vrem que na
Sessad Ordinaria, do Tribunal dos Jora-
dos leve- piincipio era i5 de Julbo e se
fexou rn 2 de Agosto deste^anno I i.
multados na cunformidade do Ai t. 3i3
do Cdigo do Froees-o Criminal por fal-
taiem a Seasad e ca5 apre^enlarvm ex-
cusas suficientes, os seguints Senhoies
Jurados, no gio mximo, que be a
quantia dequaienta mil rtia, Joaquim
Cavalcanli d'Albuquerque e Mello, Joa5
Ferreira Cbavss, Jos Nolerto Casielo
Branco Manoel Pereira Guimar ns ,
Paulo Pereira de Albuquerque Antonio
da Fonceca Souza Lin*, Jos Piaheiro-
Salgado Joa Carlos d Sile* Guiraara-
do no grao medio, qu he a qiantia de
tinta mil r, is Joa Lina Machado : fo-
rao' multidot no grao' mnimo, qaa he a
quantia de ao mil reis Manoel Das Fer-
reira Manoel Cavalcanli Baireto, Joan-
Femandei de Albuquerque e .Mello,
Lourenco Jos Tavares Bernardo Jos
da Garuara Francisco Xavier Faes de
Mello, Fernando Francisco de Agoiar
Montiri Manoel da Rox.i Vieira Joze
Tiloma* da Silva Fian isco Cavali anli
de /\lbuquerque e Mello,' Pedro de
Mallo e Silva. E para que rhegue a
not cia de todcs man Jei p ssac o pre-
sente que v i por rim enigaado. Com


IlYTERECE PUBLICO.
CORRESPONDENCIA.
&*/. llndaclor.
Ni: guem lia, que, na crize actual em que se sclia o Bnzil, ** pocia
julg&r rauquilamente seguro so abigo daa Luis; por que a penas aparece a
conM-ii te lucia do enterece privado ( que lie o que nos tcui estt angulado )
a paz.; a doce paz, que respira nocaz.il o ruis pa. ifi -o, la vai ser envadida,
e per Iurbarda pelos embales de lium aventurero, quenada arriscando aos
arces di-s .as a venturas; vai tuda via multas retes compromeier a dig-
n ladp e lioa f de quein previamente assenlou de elaquiar. O cato, que
por via doi dis aeu prelo vouexpor ao vspeitavel Publico, confirma o
quevenh-.de dizer, Sr. Redactor: he para esse Respeitavel Tribuuar sen-
801' pie appello ; e muite estitnarei, que pe.soas irudilas sobre elle di
gao alguma cuita. Sendo eu a propriolaria da Fazenda da Barreta, si-
tuada como aqui se sabe a marge/n da Gamboa donde llie iira o nome ;
contigua a essa minV.a fazenda existe huma outra propriedade, da qual he
i consenhor Joz Rodrigue de Oliveira Lima ; e mais adiante desta est a r-
mela da Sra. da Boa Viagem, quetem entorno de si humascaziulias, chamadas
de rumeiros p'ira onde eenoerrem algt.mas familias desla Cidade a passar-
em a (catado Natal. A minlia (atena por estar como dice a margem da
Gamboa, tem hum grande armazem com gu'ndaste, que recebe, e embar-
ca as caixas dos EngenllOt, queeslo por aquella circuferencia ; de maneira ,
que quando dava tramito a ponte dos Carvalhos ( que se est agora reedei-
caudo J o rendiinentodo meoTiapixe cliegava a a:ooofooo como farei ver
dos nieus livros alem de 6o, a 100 vacas, vufg'anente de leite, e mais
cultura, que me d hum rendiiuenlo concidt.-ravel : este rendimento que he
geialnitute libido, foi fasendo pje crecesse a imulaco de Jos* Rodrigues
deOliveira Lima, a hum ponto de inventar quanto prtteslo ihe peda sugerir a
sua desmedida ambicio para fater perder o vallor da miuha propriedade e
augmentar a da que elle lie consenhor; firme n'essa ua rezolucio lem-
\ hrou-se d'bum ensejo favoravel. S.bendo elle que o Padre Mestre Laurenti-
no hera bu ni dos passadores de testa na Boa Viagem e huma grande parte
de sua parentela ; ao mesmo lempo Deputado Provincial; ajui'ou-se cora
o Mejor Joze Gomes Ferreira, Administrador d'es-a Capella da Boa Viagem ,
para requererem, e pedirema Assemh!e\i Provincial, que Ihe mandaste abrir
hra canal por dentro da miuha propriedade principiando da Gamboa in-
dit uo dilo lugar da Boa Viageui, para selevrarein do eucomodos, que seu-
A


tia"o na enduro d*8 cosas nocessarias ao cmodo da vida. Nolle porem na
delicada direofo Sr, Redactor, queden o Lima a sua bolla para caram-
bollar por tabella, i\ z que a abertura do pe-tendido canal llie passasse a por*,
para as burilas delle eregir ni masen e guindaste para caixas com o que di
perder o vallor da minba propriedade ; porque os Engenhosachando hum
Trapixc mais perio hum qurto de legn huacio necesariamente osen c-
modo, e veni o Sur. Lima a tirar a vantagem, que eu tiuha entao : deixemos
porem as nfleixoes que aqu cabiio t'ar.er-se para no depois, e continuemos
-nos retallados do gigantesco plano do Sur. Lima. Afecto o requerimento a
Afsembia em o qual al he se queixaro de hum figurado esbullto que meu
fallei ido maiido liavia leito flos moradoras da Hoa Viag cia ohstruicao do leilo do rio Jordio rezolveu a Assemblea que Reconhe-
cSo a Justica dos requerenles; e que se dirigissein elles ao Ex.mo Prtzidente
da Provincia (i) para esle Idaer cumplir com elles a Le Provincial de lo de
Junho de 1835 : oi quanto baslou para se concede rar vencedor. Dirigio-se
Sr. Lima a S. Ex., que a ningem mais ouvindo mandn ao Enginlieiro
o Sr. Firmino, marcar o canal por dentro de minha propriedade sem me
dar, como secostuma dizer, salisfacio alguma. Emcousequencia. dirig
Ihe hum requerimento rnoslrando-llie quequanto Ihe representaran hera
falco; qu? na tnitjba propriedade nunca passeu, por onde sedizia oiioJor-
dao, e que (al rio nunca existi, que o que havia a penas hera liumi fonte ,
que nassia das faldas dos onterros dos Gar*rapes, e corra pelas varzias que
eslo huma milba quaze a Oeste da Boa Viagem a quol desagoa no lio Ibura j
e que o tnico beneficio que se podia lazer Itera o ngotareffl-sas aguas plu-
viaes que se depositavo perlo da Igreja o que se podia lazer sem o gran-
de dependi de canal de navegaco &c. &c. ; tnandoii S. l'x. informar ao
Sur. Inspector, e afinal, a vsla d'essa iuformacio indiirio-me o que
deu logar a laler-llie este outro,
' lllustiissimo e Excellentissimo Sur. A ffnpplwante Dona Iguana
Mara Xavier efilli09, tornaS n-isiir na redam. c*6 de seo Direito ; ees-
Ia8 convencidos de que s as wiaissublis capciosidades, poder.O Icr Iludido
a prespicaeia de V. Ex. Indefii iudo-llres V. Ex. oseo requerimento, avis-
ta da informacaS do Inspector mas sefa ella qnalqttcr quer tbr que pouco
impoita saber, por que ella lie zero na questno vertenle, os Snpptieantes va5
mostrar, respetosamente a V. l'x. cun Lei rigente, que esta Presidencia
rii-o e*' authoridada ainda d.lirerar a abertura do canal, e ao preaistir n3
afimatira impo.-lt omesmo, que lazer humadescobei la invaiao Poder-
(i) J Assemblea invadi certamtnte aqu o 5 n do Jil 179 efo
Constiiuicao que manda manter a independencia do Poder Judicial, e
e u torponas per rogativas d'csse Poder; porque nao contf.ndo a peticao me-
nos do que a queixa d'/ium esbul/io, da que te queixavo os requerentes ,
nao hera da competencia do Poder Legislativo julgar da justica delle e
vcni tito pouco o xm, Prezidente da Provincia, que he Delegado do Po-
df execulivo.


JuJi-iario, que he independen te, e lium alaque no D'reito'de sna pro-
priedada. Antes porein que se demonstre o qne \em de dizor-se, cumpre, que
se destiuga primeirameule as circunstancias de que o caso se reveste que por
se terera confundido lie que tem parecido que toda a decisa delle pe ten-
ce V. Ex. quandopelo contrario est dependente da resuluca de dons po-
deres, do Executivo e do .Indiciarlo. Debaixo deste Poni de vista se par-
le paracunfeasar-M que V. Ex. na qnalidade de Delegado do Poder Exe-
cuiivo, he cora eleito a Authoridade legitima, e a competente para man-
dar cxecutar a Lei Provincial de iodo Junho de mal oito ceios ti inta e
cinco pelos agentes uella inslluidos; mas M acto, sendo dependente de nu-
tro une Ibe de ve preceder na5 pode ser po*to em execucao ou redusuloa
elloilo', sem que oolro Poder o deteriuine. A citada Lei dedez de Junho, leu-
do dado a lorma e modo da Abertura das erradas, canaesde navegaca, in-
canamenlo, de rio eoutras muilas desposieoena queserihtediozaS de
enumerar, nadeoa fwrma da veriicacn da necessidade Publica,, que li o
acto preinordial, e neiu la poncodeclaran a que Poder compela o seoco-
ithecitneulo nem os agentes que se deviao encarregar dessa veriticacao .k-
de sededui que a Lei Constitucional de nove deSeptembo de mil oito Mi-
to e vinieseis, he sem contradicao a vigente para se elucidar a venficaca da
necessidade Publica : seja licitnos Suppliranles referirema sua desposc5
Art. !. Aunicaexcepca eilaa plinilude do Diroto de propmdades,
cotilorme Constituigo do Imperio. Titulo oitavo artigo rento e oitenta e
nove pargrafo vinte edois tei lugar quaudoo bem Publico exigir o uio ,
e erupregoda propriedade do Cidado por necessidade nos casos segrate*
Defeca do Estado. Segu anca Publica. Socorro Publico era lempo de fouie,
ou outra extraordinaria calamidade Salubridade Publica.
Art. a. c Ter lugar a mesma excepcio quando o bem Publico exegir o
k uzo, ou emprego da propriedade do Cidadio por ulilidade previamente
verificada por acto do Poder Legislativo nos casos segrales. Inslituicoens
de caridad Fundaeoe de casas de rastradlo da mocidade, Comodidade
ge ral, Decoraco Publica.
Art, 3. A verificacio dos cazos de necessidade, que se destinar a pro-
priedade do Cidado ser feila requerimento do Procurador da Fazenda
Publica, perante o Juiz lo domicilio do Proprielaio ; nas a venficacr.8
dos casos de ulilidade ter lugar por acto doPodrr Legislativo, peanle o
qual ser levada a requizica do Procurador da Fazenda Publica e a res
posta da parte. .
Arl. 4. O valor da propiedades ser calculado, nio s pelo ratnn-
ceco da mesma Propriedade como da sua localidade, e inletesse que
delta tira o Proprielario e lixado por arbitros Horneados por o Piocura-
dor da Faienda e pelo dono da Propriedade. t
Art. 5. Antes do Propietario ser privado de sua propriedade aeia
indemnizado de seo valor.
Art. 7. Fica liwe as partes interpor todos os recursos legae.^
Pelo Art. 3. desta Lei, se reconhece claramente, que dous lora 5 os
fus que o Legislador leve ro vista o teropo de sua promulgarlo como de


4
sua letra se v } o pi imeiro o de acautelar o abuso (|Ue dola se podesse s?gur
em prejuizo da Fazenda quando por ventura se pertendesse a sombras de
intere-soPublico aser alguinas dessas obras da qual 11.16 resultase* se n.6 in-
teresse particular de hum ou outro soim. rile o segundo o de garantir por
Juim niodoo direitode Propiiedade do Cidado, que por inaneira ulguma os-
se lezo,
ro por esta rasao que o citado artigo terriro da Lei mandou, que a
venficaca dos casos de necessidade que se desliuasse a propried.ule do Ci -
dadlo," losse feita a requerimento do Procurador da Faaunda Publica poi-
que, sendo este htim agente Fiscalicadoi* dos inlercsses da Faso n da cuja po-
sicio nao sufre a maia leve suspeita de promover seo particular ulerease; le-
vada e esmei illiada ella no Foro Contenci .zo onde represenlo como par
tes interessadns o Procurador da Fasenda eo Proprieta rio peante o seo
Jui domeciliario nenliumas su9peitas rcslava a respeito della. N. as-
si m perleudendo hum outro particular verificar a necessidade com niani-
iesta usurpaban>, das alribuicoens do Procurador da Fasenda e por hum
iUMJ|turnlluario em que se nao guard.i as regias em Direilo dadas ; por
q^^nta aparece a bem fandada suspeila de que nao o bem Publico, e
aim o seo particular inleresse, o nioveo excrcer, e representar huma fun-
Cfl que Me nSo compeli. Pelo que se Um didusido fica demouslado
que com quanto se ja V. F.x., a Authoridade competente par., mandar abrir
o canal nos termos da Lei Provincial, de 10 de Juuho de mil oilocenlo
trala ecinco toda va nao o pode ainda fazer sern que se venidle primei.
lamente no Foro contenciozo a vcrilicaca de stia necessidade, nos termo
do j citado Artigo terrero da Lti Constitucional de nove de Sotembro de
mtloilo ceios vinte e seis, que nao est derrogada pela Provincial. Alm-
rale precedente primario, que nada be menos, do que bum Docielo do
Poder Judiciario, onde pelas alegaeoens, edt bates se convencem oe conten-
dores ( o Procurador da Faleqda e o Proprietaro ) da vei ilicaca da neces-
sidade ; resla nuda hum outro que lie a liquidaco de proco da propii..da-
de e sua previa indmi->aca5 nos termos do pargrafo vinte, e dois do Ar-
tigo cento e setenta e nove da Conslitiuc.,6 dispusiera esta que nao pode
ser revocada por Lei Secundaria alguma por ser Constitucional. Como
poisdeletniinar.se a abertura de hum cana! na propiiedade dos Suplicantes,
sem precederem as fbi molas em Direilo decretadas paiase Janear mao do
*o (ella, e geni seiem onvidos e convencidos? Como lancar-se mao da
propiiedade do (idadao sem que so o embolce primen-amento de seo valor
pelos traninites da Lei ? Sao pois estas as pu'meiras deligencias que devem pre-
ceder para ha ver lugar enU.5 o ejercicio do Poder de V. Ex. sem q que lie ,
perturba?, e invada ai mona e iudepcud.-ncia do Poder J.dieiario. Foi
a vista destes principios inconleMaveis que osS.upplicariles discerao, quepouco
importi.va qualqncr que tivesse sido a informa cao do Inspector por que
elle nao be pessoa compleme para infoi mar acerca do Direilo que tiles des-
puli afeoOfficio nada influe na questa o ntioveisa, elle iii fin so o exor-
ce depon de ve: tirada a necessidade do local, e depoi0 de s rom inden. librados
us Propietarios do j recoda proprkdade, quando filialmente poitence ja a
4
1


Propriedade Naca, ej nao ha l"gar, a reclamaco algnma do ex propieta-
rio : anas obrigaeoes esto marcadas claramente na Lei Provincial, e na5 pas-
so de ex a mena r o terreno, mostrar o'lugar ais conveniente, por onde se
deve abrir os canaes estradas pontea e rio; e dar-Mies as direcoens mai
rectas; mas informar a respeito da verincacaSda necessidade; isto nao lie de
sua competencia, eso das privativas trihnicoens do Procurador da Fasenda ,
conferidas pela Lei. Onde existirn as garantas do Dueo de Propriedade ,
ee huin Inspector por si s decedisse da aortc dos Propietarios? Seoaca-
to pi'imilisse que todas M Prouincias llvestcifl a fortuna de ter Inim "orno
oque agora tomos, desnancados efta o os Proprietarios, aoabrigo s de sua
honra; m > no instante que outro llie sucedesse elle se poderio julgar
aetn garanta alguma pela poasibilidade de nao ser o outro revestido das
mesmas virind, A vista do que ficadesmoristrado he de esperar, que V.
Ex., tomando emaeiia oonoideracio huma questad de tanta trancedencia ,
resolva-a com aquella prudencia e inadureza que deve presidir todo
os seos actos | ara que uaO resulte o desrer V. Ex. da alta Dignidade que
l.5 dignamente exevee e convertir se em hum perfeito Exbulbador, dan-
do por isso lugar hura sempredolorozo d-hforcamento incontinente, como a
Lei Hits permitle pois nao obstanteo ter V. Ex. forcassua despoje 5 j os
SitpplicjntisseconcidcraScom irais (breas, que sao as forcas da Lei contra
aa qtiues se na5 pode resistir. Elle iinaliuentes esperad que V. Ex., mandan-
do [ subrtstar as ordena que dado a tal respeito remeta a questa para
a Autlroiidaile legitima peante quem protestan mostrar que na abertura
do Canil | que se pe leude na5 v-essnihra se nao o particular inleresse
de dous individuos hnm dos qoes he o, de augmentar o valor de sua pro-
priedade com o canal, que llie passa a bordas do qual pertende erigir finia,
tfapixe de leceber caixas e ; nuli'O augmentar olucro de huma Capella par*
titular, que, administra, com o tianspoi te de mar. Excelentsimo Senhor:
o principio comagrado no Titulo teiccho. Artigo nono da.CoiistituicaS do
Iui|)iiio, bena vcidude o chephe d'obrodo enitii '.ment humano: naque.-ta6
c.inluiversa conhece se no mai.s ligeiro lance de visla a sua inmensa ina-
nigtude. Se adeviza e armona 'loa Poderesose religiosamente guardada ,
as garanta Jos Suplicantes ofl. i vedas n n. iae^das por hnin ubili io lao eslratiho, li ns&a Ancora Sagrada em que
se arrimad os S.-pplicanles para com ella pediremaV. Ex., que os na5 es
bolhe dos Diieilos queella Ibes confiri, o qie espert da prudente Sabedo-
ra, e inipiivialidade de V. Ex. E. R. M. luforme o Senhor Pro-
curador Fiscal a violada itiforuiaca doln-p-ctor Geral das Obras Publicas,
que por esla Secretaria llie ser remetido. Pulario do Guvernode Pernam
Imco ^Me e oito d? Agosto de iiil oiio centos e trinta esete, Camargo
E ir.ai.^seTOiO continua em dito reipienment, e despacho, ludo aqu trans-
cripto de verbo adverbuin, que en FttelfeQ 'Publico a'>aix< assignado, hem,
e fielmente iiz passar em publica forma do proprio original, que o enlreguei
p'sioa qoe m; o apresentou ,*e o mtfsinooriginal me reporto p vaina
verdad sem cousa que duvida fe$a por miin p.opro, e onlro Ofiicial
abaixo assigiado, coulerido, e concertado, pu jornia j estilo, subscri-


po,' e assignerio em Publico, craso de mcosignaes seguinto de que oz
>iesla Cidade do Recite de Petnambuoo os Irinta dios da mez de Agosto do
Auno do Nastimento de Nosso ScnhorJezus Chrislo da mil oiiocentos e trin-
ta e stle. Decio Sexlo da Indi petdencia e do Imperio do Brasil. Concertei.
Guilherme Patricio Bizerra Cavaleanti.
Beta sencivel, Sr. Redactor, me fui o drigirme S, Ex. essa segunda
vez por hum modo ta vigoroso; mas a iliazad em que o haviao posto liera
ifio iorle ; qucainda assitn S. Ex. pffJBtJslio em mandar absolutamente piear
as cercas de miuba propriedade e derrubar-me mauges, para abrir o ca-
nal ao ijiieemmedidlanier.it'obslei-llie aventurando.me aos terriveis cff-i-
to.sde buma conflagrado (tita por S. Ex., que deviasero primeiro em vellar
na guarda da Constituic-o, e dos direitos dos Cidados .' Agora sou informa
da queS. Ex. mandou modiroj bracas de trra que oocupar o canal, pi-
ra me mandar pagar; mas S. Fx. anida labora em dous en os. prime ro
liesupor, que elle por si t pode por em accaa Lei Provincial de i835 ; e que esta Lei revogou os Art. 3 e ,\. a geral de <) de Selembro
de 1826. O segundo lie pensar, quecom h tuna b -gitela se me pag 1 o es- ';
passo do tena que oceupa u canal. No pri.neiro cazo lit preei/.o que S. E<. <
se convenca d'liuma vez, deque a Lei Provincial doto de J un lio n^5 se
pode por em execuca semquese nao cumpra o Art. 3. da Lei geral de 9
de Setembro de 1826; islo be, sem que se veidique no Foro coutecio/.o a ne- j
oessidade da abertura do canal para camodo geral e Publico. No segundo
compre que S. Ex. d mais pezo ou importancia ao vallor desse etpsso de
de Ierra; porque reconhecido que a abertura do canal por dentro da minha
I>ropriedade, ibe Caz perder o precoerendimento, ao menino lempo que vai fazer
augmentar o valor da propiedade do Sr. Lima eu tenbo em tal raso de a-
bandonar a propriedade e na forma do art. 4 da Lei citada de 9 de Setem-
bro de 1826, tehho de protestar contra a Fazenda Publica por otooefeotf,'
que por tanto anida nao don a minha propriedade. Nem se peuce que be cx>
cessivo o vallorj elle he regulado por a Lei, que marida avalear o< predios mo
producto das vendas de ao anuos; e mitrando eu pelos meus I i* ros que so o
Trapixe me rende a:oooooo',,ps quaei necesariamente venh 1 a perder com
a bertura do canal, est a Fa/enda respousavel a indemnizar-m d'essa pie-
juizo. Nao he pois somente o oxpasso da trra que oceupa o caiialqne se
medeve pagar a Lei diz assim tornemos a releril-a-i-bi. O valor da proprie-
dade ser calculado nao .- ptio intrinceco da mesma propriedade, como de
ua localidad* e inlerece quedella tira o Propietario. Lto alem de ontro
anida maior que tiro na coiiservaco de 60, 80, e 100 vaca dasquaes
mando a vender nesta Cidade o lei le. Alem dislo S. Fx. de ve l< robrar sa
que n'essa abertura de canal ulo se gasta ncrios de 12:000soeo ; Aamais,
por quecom menos usa se abre boje hum canal nivegivel de qu; goa de comprimeuto com serventes de ditas patacas, e ordenados de Admi-
nistradores ; e que anda depois d'ee aberto lem iul'ali ve! mente a Faz mda Pu-
blica de gantar anualmente nao menos de 2:eeo$'ooo com a rus coiutervaoio :
por que oluxo e reluxo das sgoa com a pissa^em do gado qu ali pas-
la, infuUi cimente vai-lhe quebrando as bordas ou libuaceiras, e vai


f
'Herrando demanejra l que o tornar innavegaveT: ora, e paraque le sai
Orificio da Noci? Para se augmentar o valor de huma p. opriedade partcvi-
lar ecoinodida.de de meia duda de familias que passao a .esta na Boa \ ta-
scrr'i ? E pe u.i'lidade, e co.nonidade geral ? Singuen ha ver queo diga aexccp.
So dos enterecados. Para *e demonalrar que a Boa V.agem se ni. deve
dar essa cnncederaca basta lemhrar-se, que a mesma estrada.geral nao pas-
M ali i o seo caminho he particular e acaba na mesma Boa VLigera ; baala
em (ira reconhesaer sequen seus moradores e* orcando-ac por tiraren en-
tre si huma sobscrireio, pava a abertura do canal nao podero todos) un toa
0tfer#t*rn.aUdeo*|ooo: ainda para tanto fui miater que alguirlas familias
das que ali pasrfo a'teala asaignasse huma -nojfoeo nutra ooti'osioono 4
uutro lo'ooo como se moalra dos Diarios que correm trapre*osneta Oda-
de. Seria miU.or que S. Ex. se dirigis.se ao lugar que nao he ta5 longe ,
para rVcoWer a falta de sinceridade dos requerentes e nao Ibes dar tanto
asento, coi compromeimento de Ma adminis'raca, concorreado para
hum reconherido extravio das rendas Publicas : se 8. Ex. se quiser dar a esso
trabalho, eslou certa queenxei de pejo e vergonha esses requerentes ;
conbecera que esta aercola a que charolo reaivelmeole o rio JordaS,
nunca passoo nem pasas pela Boa Viagem j e que as agoas que ali se achao
su |)!uviaes, como ja Ihe totormuu hum eng.nhei.o; que ec cao pelo ve rao ;
e que n'essa e^taca elles a va8 buscar entaS a eM (otile. Se porem S. Ex.
se na& rapio* dar esse trahalho ( ao que por cerlo nao he obligado )_entao
parece que a sua dignidade oe6 se deve airi car a usurpar as stribmcoea do
Poder .ludiciario a cujas exce.noias me anlolho a, cerno me detremma a
Lei He a rase Poder independente lepresentado por sabios Jurisconsul-
tos Vi que* compele a verifitaca da neees.sklade ; reronhec.da p;.., previa-
mente por es-e P< der insigue* enta sira eu obedecere edeixaiei que
seexecute dentro de minha propriedade todas as urden de S. Ex.: excen-
tando-se Uo bem previamente tomigo o 99 du art. 179 da Constitucao do
Imperio, dn contrario nao; na5 cot.smto e I em pode dar S. Ex., asor-
den, qoequi r por que na I.ei en teuho infemtOS r. curcos con que obs-
te mantas ardaos Ulegaes alie de* a tal respeito. EBa-na> escapando Srv
Redactor diser qw S. Ex. nem ao menos se reguloit pela Le Provincial
de lu de Junho : elle nem mandn orgar a obra docanal e nem a pos em.
P.ac Sirva-se po iraterir lao bem esaas doaa cerdes, huma das quaee
roa' o que vera le dizer-se, a outra be a rafufwafaftdo Eng.ube.m, que,
sendo mandado examinar ote-reno; o imaginario no ic. &r. por fc. EX.,
informou-lhe que elle nao vio vestigios alguna de > .0 que livesse passado
nuca pela minha propriedade a firmamta em concluaao que o que en-
contrn furto agoas plu*iaea empopadas, como costumao eslar pelo enverno
por toda a parte rujas agoas ; a pesar de nao ter a minha caza merecido ta-
a coacroVracafi de S. Ex. como a do Sr. Luna que honren em huma
Portal ia eoni o nome do principal Propietario da quelle lugar, toda na me-
oll'ereco para as tirar a tota de minha fasenda, e sem dispendio algum d
NocaO, ueiu piejodiar a propnedade alucie, ^asiin Sr. Redactor, tur


T
8

co de mim se conseguir ; p^'em d'outro n-odo ? 7.n.-i5 m*> ponpo em
sustentar meus direitos J penr de ser huma Sra.; lo la va toa huma Per-
naiubucana la lerduc'a que n*8 e\ic!ogi.<-t.>r na quedad 3o, 4' $o
mil rizados, sem aacrifiio alguin de minlia caca com tanto que faca ver
ao Sr. Lima que elle a niinha preasenca u.ifi chuleas \uctoridades o nem
ta6 ponen se le de arrogar a concid ras5us, (jM Ihe deem aquella importan-
ra que elle natem.
Eis pois Sr. Redactor como se consomem as rendas Publican: eis poi-
que se tetn euxido < p.vo de (rebuto, para a sombras de comodidad: ^ -
ral, e enterece Publico hem-fica<--se as don particulares con odinheiro da
Naca Eu me persuado que o Sr. D tar milito atiento nesta questao; |ue. de obuerWRQ 6 leve estar ta bem o Sf
Doutor Promotor para propor a< aecuzaces que a [,> lhe manda por seme-
lhantes abuzos as'-im rom> pelos ex cu os exerutores esla5 tod-s re-pnnoavris; e eu rammo o-< ii5 pouparei, cazo
e n.iabsteuha, e contenuem a entrar tunulturiamente por arroinbos para
dentro da minha proprieJade.
Sirva-se pois, Sr. 11.-laclo, enseir essas pecas que Ihe envi, pelo que
limito lhe ItCdi' agradecida
Soa Patricia eC.
Jguacia Mai ia Xavier.
DiiD. Ignacia Mirla Xavier, quepreriza, que por esta EstacaS das
Obras Publicas se lhe d i.mr cerlidio por qiffinto foi oreada a obra do canal
de navegaeaS que mandou abriro Piesidente da Provincia da propriedade
da Supplicante denominada Barreta -* athe o lugar da Boaviagcm e bera
asaim por quauto fot absentada e por qneiu.
P. aolllm. Snr. Inspector
lhe mande dar dita cerlidfo.
i
Passe do que constar. Inspeccio
das Obras 3o de Agosto de 183y.
Moraes Ancora.
E. R. M.
Certifico que do Arquivo do Gabinete Thopographico da InspeccSo Ge-
ral das Obras Pubicas, nada con>ta do quei pede a Supplicante U. Ignacia
Alaria Xavier no requerinienlo siipra ; em fe do que passe a presente cer-
tidio como s'guudo Escrptur&rio da Administracio Fiscal em cumprimen-
to ao Despacho recio Inspeccao Gersl dan Obras Publicas 3o de Agosto
de 1837. ""* Elias JozeMarlins Pereira.


Illin. Snr. Inspector das Obras Publicas,
Diz a Vuva D. Ignacia Mara Xavier que !he faz a bem por Certidaa
Portara do Governo da dacta de 10 de Junho docorrente auno, dirig la a
V. S. para facer abrir hum canal da Boa Viagem ao Pa. bem assiin o teor da inforroacSo que ao inesmo Governo deo o Temntc Anto-
nio Izidio, a respeilo da pretendo da abertura do mesmo canal: por lauto.
P. a V. S. Iht mande
pas:ar a certido icquei ida
E. R. M.
O Sr. a, c EfCripl Urano passe do que
constar. InspccaS da* Obras Publicas 18
de Agosto 1837*
, Moraes Ancora.
Certifico que revendo o masso de Portaras do mez de Junho prximo
passado, existente no Arquivo do Gabinete Thopgi apln'co da Iiupeccao Ge-
ral das Obras Publicas achei a Portara e iulbi iiiacau de que t'ai irieiro a
Supplicante Dina Ignaca Mara Xavier, no equerimento reto, cujo theor
heoseguinto : A vista da incluca reprezentacaj do XdmiiiiMrador da Copel-
la de Nossa Seuliora da Boa Viagem proprietarius e habitantes do mes-
mo lugar do parecer da Comnnstfo de Comercio Agricultura e Artes
approvado pela Assembla Legislativa Provincial, e finalmente em prezen-
ea das dibplic6s da Lt de 10 de Junho de i835. O Senlnfr Inspector GeraJ
das Obras Publicas fel abrir em dita Povoaco hum canal em linha reta ate
encontrar o ro salgado no lugar do Peco para nelle deaagoar o rio JordaS.'
Se porero emonlra iessa drtco alguiti inconveniente por va do terreno o
remover procuiando o lugar maia vanlajozo, a fin de que se o conser-
vera as empinas d'aquelle lugar estagnadas as aguas que insalubre tor-
no a sobre dita PuvoacSo procurando finalmente sobre o mesmo Snr. Ins-
pector, qual a coadjuvacio que querendo dar os assignados da aupracita-
da i-epre/entacio se em dinhoro ou em serviasosde trabalbadorcs ?> a (un
de que se kve" rom brevidade a efleito eatl obra para a qual requezilara o que
BCCea ario for. Palacio do Governo de Peniainbucu 10 de Junho de iKdj.
Vicente Thomai Pires de Figueredo Camarg. luslnssimo e Lxcellen-
tisi.no Sur. Em observancia a Portara, que V. Ex. dingio-me com dala
de 1-7 do mez prximo passado a reprezentaco e maia papis que ora de-
volvo a V. Ex., rcltlvos ao negocio, deque tratad o Administrador da
Capella, propietarios, ehabitantes daPovoacSo da Boa Viagem em a qual
ordena-me, que eu drija-ine a esse lugar a examinaiesse negocio e informe
com o .mu parecer tenho a honra tie informar a V. Ex., que no du. 10
do corrate dirige referida PovoacSo, epatado a examinar oqM ira-


IO
m
cta a ropic/enlaco ineluza observei ser verdade, que no centro desta Pe-
vonco existen varios lagos pro vi n en tes da muita chura que houveno mez
pas.sado e entre elles notei hiiru roaior que ficava prximo a hura sitio em
cojo lago desgoava huma levada, que tinha comn un cacao com n rio Jordo
e que me dissero alguna habilaules ser este lugar onde tiravfio agoa para sua
ceiveulia, e se hanhavao no lempo de Festa ; e por estar o terreno bastante
alagado, nao piule ver vestigio al gum do leilo desse Rio : apenas vi no ter-
reno a propriedade de Joze RogriguesdeOliveira Lima queica contigo aPo-
voacao, huma oulra levada, que disseme elle ser o leito do mcsmo Rio, e
pelas agoas das chuvas, eslava bastante cbeia, e por ella corriao essas agoas
na diietcJoao Paco da Brrela, que encontrando bu m valado que fazex-
ticma cura i propriedadedo dito Lima e dito Paco represa vio e alagavo
iodo o terreno, conservando-se eslagnadas. Observei lo bem que o ter-
reno do Paco eslava bstanle alagado, e que nelle nao baria vestigio algum do
Rio ; e alem destes alagados ourroa muitos as viziohacas da dita Povoacio ,
proveniente dascliuvas. A visla do que observei e vi, nlo posso collegir se
com ed'eito o Rio Jordo passava pela Povoacio c ia ter ao Paco da Barreta ;
ir.ais todava vi, que elle vinha ter a dita Povoacio por meio desta primeirj
levada de que cima f'alei. (i) Por tanto conhecendo eu quanto he prejudicial a
saude dos habitante d'aquelle tugara estagnaclodessas agoas e o quaulo ser
ulil dar-se sabida a ellas com o que sessaroas epedemiaa e sezls que aparecein
ah notempode invern, son de parecer que se abra hum canal em linha
recia, dtsde o bigarda Povoacio aonde as agoas do Rio Jordfo vio terale o
Rio que cliega ao Paco da arrota por ser esta a direcao mais curta e por >sso
mais vantajoza para a conduelo das couzas, visto que a destaneia do Paco a
Povoacio de meia lego'a ponco mais ou menos e que este canal se cora-
munique com os alagados dessa Povoacio; por que se elle for aberto sem
que cliegue a el^a de pouca ou nenbuina ulilidadeservir e continuar a
ser alagada corno est .sendo. Se porem o terreno por algum inconviniente
nao premetir que o canal se abra em buba recia e uo ten ha a inclinaco
precisa para dirigir essas agoas, poder -se-ha escolher nelle o lugar de mais
vaiilageui para isso ; edesla escolha poder ser incumbida a pessa a quera
V. Ex. encariegar esta coinmisso ; convindo que V. Ex. para menos dis-
pendio da Facenda Publica aceite o offerecimento que 'azem os Assignanles
da repiezeulaclo. Esle be o parecer, que teuho a honra de interpora V.
Ex, e ludo quanlo tenho a informar. V. Ex. resolver o que for mais
justo, e consen lao ao bem Publico. Dos Guarde a V. Ex. Inspeccio das
(i) Mais de prega se apanha o mentiroso, que o coxo. O Leilo da ver-
icnta do Jordo esld, corno se dice huma milha ao Oesle da Boaviagem:
por huma levada que Irazem agoa d'essa fonte aos habitantes da mesma
ioaviagem\ e nao se envergonha o Sr, Lima, e sucia de afirmarem que o
seu Leilo paisa aonde elles dizem; pois huma levada he Ljeito de rio ?
yfprel Veja o respeilavel Publico, como dismente o Enginheiro aos re-
querentes da Boaviagem,
''..' '-


II
Obras Publicas g de Junho de 18J7. llluslrsiioio e Excellentssimo Senhori
Vicente Thoraaz Pires de Figueredo Ca margo Presidente di Provincia i
Antonio Egidio da Silva Inspector Interino He o que consta da referid
Portara, e informacio as quaes me reporto em fe" do que passei a presente
certido por vertude do Despacho recio* Inspecc,fo Geial das Obras Publi-
cas 31 de Agosro de i83?.
Elias Joze Martina Pereira.*
Estavao reconhecidos.
-3*-9 iVa Typ de Ai, F. de ars% 1837,3


?
I) I A 1 I O DEPESNAMICO:
Sftl'' deste Juso que ante mm
erve, ou ralba sem Sello Ex causa os
tres das do mea de Agosto da iSiy. De-
imse*.to da Independencia do Imperio
do Bras>e* Eu Maneel Antonio Coelho
de lireira Jnior Escriva o Sub-crevi.
Manoel Ttixeira Paixolo
-J-
projeptra, qual foi a medio til que
coacebera, quaes Toradas suas vistas po
litics? Em verdade a admioistraca do
actual Regente he huma censura viva,
constante, nsopportaTel dos actos da sucia
fc
ibaflofos Esta administract imdie-
chee?
EXTERIOR.
Com a clgada do Paquete Inglez Pan-
'dora fora-Dos rooimonicadis ootcm a
L
tarde aIguma noticias, deque- r- damos
agora o seguinte por n id permiltir mais o
e-paeo.
Iasurreiaa em Portugal.
A i i do correte (Julho) e reeeberaS,
em Lisboa noticias de que algumis tropas
quartelladas as Aldeas prf||imas aBia-
ga tiuba prendido os seos offieiaes e
proclamado ConMituioe de D. Pedro.
"O Gojarnador do Poito recebeo immedia,
tameriteorde/n para reunir toda a sua -tor-
ca dispon v gentes. Ence)ntrou-se ao mesmo lempo na
pessoa d'um Dr. Suxoum papel, que coa-*
linhs una lista de pessoas de Lisboa flue
conspiravi para reata beleeer a Carta. Es
ta lista produzio a prso de todas as pea*
oas n'ella no mea das excepca somente
d'alguns individuos que recebera aviso
* tempo de efTectuar/em a sua fuga. En-
tre estes diz-se le- sido oMarerhafcSdda-
%-t Jgfi se refogioo em casa da Lord
H waflf de Walden. A(irmava-se com
cei teta em Lisboa na-noile de 19 qoe
Bario d'Almango Coramandante em Che
, ledo Porto, que linha marchado contra J
oa insurgentes, se havia panado para elles
com U>da as saas tropas. A' testa d'esta
corilra-revoluce se aobad o Bario de Le
na o Bailo de Setubal Coronel Ser-
ps Pinto o safarlo de Cassailhes. Oa
ministros tinhaflpedido e cAtido das Cor-
tes poderes extraordinaria O Hafceaa
Corpus rita suspenso ; a publicaea da
^r todas as gzetas e imprefios prohibida ,
excepto com expreaso consentimiento do
Cdverno caste acha-se aathorisado para
contrahir emprestimos at a lomos de
5oo,ooo ls. porquaoquer meos quejur-
gar conveniente*.
tamente que entrn coi faxercco, cui-
dos logo de reconciliar entre si todos os
brazileirosde merec melos e de virtudes,
que tifiht sido at optad despreaidos
perseguidos e de chama-Ios a tomar par-
prio, ttulos e merecimentos para se lhe
conferir to elevado cargo. Consta-nos
mesmo- que alguus rime* tem sido ja ro-
geitados estes porque lein ideas originaes,
aquelle8 porque depositao quando gover-
na oul/os porque qoereru locuplatar-se
no exercicio do emprego., As vistas do
maior numero perecera estar pregadas
em quena j tem dado proOs do queUfe.
Fortee inflexivel-, quando teve liurn mi-
Disterie com tees qmliddes em i83i
(Sondy Times.)
w
idatuca Regencia:
Pela leitura dos'ltimos nmeros do jor-
nal de Frei Bernardo na8 h difieilpcrce-
ber-* que a qaestad, que boje oocupa
qnasixclusamenta a sucia dos ballos,
he a da tleica do novo regente, cuja
poca parece avisinhar,ee. Se reflactirmos
que desde odia em quelomoa p.aseada re-
gencia o Exm. Sr.'Diogo Antonio Feij,
em aj deoutohro de ii35, os inimigos
jurados de todo o principio de ordecn e de
piosperidade, recorrra a toda a especie
da intiigas e calumnias, para desacreditar
administradolirme e Ilustrada daqueila,
beneme.ito cidado; se observar mo* que
elles im ha lempos a esta parte redobrado
os seossforros ou jej por meio do jor-
nahsmo asselanado por humafacca igao-
bil etuibubnta, ou seja por meio da pa-
Javra em lugares que, devendo ser Con-
sagrados smente verdade ese pati iotis- .
ano, lem ido prostituidos merjlia e
vioganca nt pederemos dixar de con-
cluir, com toda a probabilidade deaoer-
tar, quentre elles existe bnm ponto ontmveraia j decidido e vem asar,
#^ue o Exm. Sr. Diogo Antonio Feij na5
deve s-;r rceleito.
Conessamos que huma tal deciap era
rauitodeeperar, e que ella honra* e-a-
pura siada mais o merecimento e os ser-
vicos do aotual Regante. Como poderir-5'
de-ejara continaca5 da sua admini-tra-
ca, homeus que nao se ditinguein por
quilidade alguma oobre e e!ev..3a ? O
*jue presencia nos todos nds, quando elles
nuiles exercti alguma .fluoci ? Sm
repetir as vinganr/as baixea e detesta veis ,
que tomara em merUfioniH' as persa-
guices horrorosas que-fierad, perguo-
(aromos, qual foi o melhoramcnto que
tara correspondido' perfeitamenta as espe
raneas do governo actual, tem desmenti-
do completamente o conceilo d*> anterior ,
ou seja no presidencia de pnovincits ou
sfjs rio e^xerciciol ^outros eropregos im-
portariles. A 8drmntstrac'a5 a< tual decla-
ren francamente no^manifest de 24 deou-
tubrodei835, quaes er>5 os principios
que julgava conveniente prescrever se em
poltica e em administrado e fiel a. todas
as suas promeasas, nao tem deixado de
sustenta-loa ededesenvolve-los a dspeto
das contrariedades qne lhe tem opposto os
homeos e as cousas. O actoftaddirional,
esta garanta e penhor da una das pro-
vincias talvet tivesse j recebido hum
golpe de destruic5 se por veotura se na5
recea-se a resistencia legal da administra-
c6*que em virtude delle foi creada. No
meio da rebellifo de duas provincias re-
belliio que foi legada pela adinioistracaS
passada, dera5*se providencias ta5 op-
porteoase acertadas qne o Paf j soecha
restituido ao gremio do imperio, j la
comees a reuascer a confianp e com ella
a prosperar a agricultura ocommerdoe
a industria e o Rio Grande do Sul oslara
inteii ament pacificado e 00 mesmo esta-
^^Par se acconteciroentos extraordi-
o*Tioaifc imprevistos* na5 viessem a par de
huma obstinada caprixoaa e desleal op-
poifi6s medidas do governo tranator-
nar e inutilisar os planos mais b/m medi-
tados o conetb/dos, destitoindo de toda a
for^a moral os fi-acos e tardos recursos.,
que se teo concedido o animando espanto-
samente as experaafaa a audacia dos dis-
sidentes. Parecera que huma lata ta re-
obida e prolongada absorvesse todas as at-
tences do governo, e que nao lhe rrslas-
sera momelos para applcar a outros ob-
jtetos redatuados pelas peceisidadea pu-
blicas ; misa verdade be que sem fi/ter
aos ous deveres eto relaca 'aquellas du-
as provincia, a admnstraca actual at
se tem esqaecido do> assumpto algum de
interesso o de utilidado pira o pas. A
industria a ag cultura e as artes teQ} en-
contrado nesta administraca5 apoio e pro-
teccafi. as obras' que decors6 a capital
nnraaa recebar5 maior impulso ; as p
les, oJe^tradas, el camiuhos pi.b
nunooestivea ero melhor estado ti
em tempo algum se cuidon com tanto da-
velo e as-iduidade destes meios de com
rDUnicaca por trra ; os barcos de vspr
que tantas v*nr>gens proaaettem ao cora-
mar ci for- contradados durante a ad
u inistraca actual. Sabios bralileiros via-
jad para iostruir-se nos ramos de -ciencias
de que o Brasil mais necess ta pira seua
melhoramenios materiaes, ebieremente
se reeolherS tajizendo e vindo plantar
entraros osfructos do seu estudo e ob-
eervafes. A agricultura este mananci-
al perenne de riqueza, quanios sjdifiios
dio tam merecido ao governo! Lea se os
ralatorios da repartiQ<>5 dofmperio, a-
presentadoss cmaras legislativas em 1-836
e eraa&837 e conhacer-se ha que em ta
PoJH|tempo naS poda eajprehender-so
nem fazer-s* tanto como se tem empre-
hendido efeito, se a admois'racaS do
.Exm. Regente o Sr. Diogo Antonio Feij,
ni reunase a h#ma illustieca fina hum
zelo e huma actividad* sem limitas. Con-
cordamos, pois, em quenada era ta Ua-
t'ir.il como qne hum cidadaS dolado de
qualidadei ta5 emineotes e ti raras nestes
lempos de corropca5 o efue tem j pres-
tado tantos ser vivos, nao agradasse a a-
quelles que 8*6 grandes -na in-
tiiga e quefnente podem vivera cusa
da miseria e dos miles pblicos.
Mas perguntiremos anda, acasoeslat
a >uea dos b.lofos iccorde no no\o can-
didato i regencia? Duvidaraos. O oc-
gulhoqoe os domina tei entre elles hum
elemento de perpetua desuniaS ; cada um
dilles nS<> reconbecei stuio tra si pro-
quer criminovo oj qoe pertencem claflso
dos prepotentes, maodando pagar esta
Riesmn premio te o crimino-o ftv mor^B
em acto aje resistencia. Nao sabemos i-m
que huma t.i disposiex cflfnda aj va.
O premia he concedido pela tiritad e naH
pela mor te do criminoso o penss se ti
clara depois qoe o cdBbial de juslita nar? *J
Lperdei o diieiloa lecebe-Jo, qnando sijo-
edo matar o criminoso einaato de resis
te no aervicoda seo paix e alguos delles i83a ; duvidosoe tibio "durante o minis-
terio dos quarenta das; doutrioario m
prudente esem tino ,'Iqgo depois e ltima-
mente. .. transfuga de hum alto eroprego ,
q'jem deixar de convir em que he elle a
capjcidade, diante da qual todos dever
curyar-aa porque todos puder ter seu
tempo de governira? Heprovavel, alem
.disto, que era suas peregoaces nao dei-
*o elle de anfronbar-se na poltica da Sao-
la-Allianga o de baijar o p a Sua Santi-
dade, habilitando.se dest arte para sal-
var no Brasil o trono o altur .' i .
(Ob Parlamentar de 29 de Joiho.)
tencia como he pe mi
einjaso
tfiolPpe
lo cdigo
Mudenca de Presides tas.

por
Por maiores cauteas que arjep'em
guo-s miembros da opposiva baltfa.,
mais que enfeitem oa eua ,discoreos e
por mais que se caucem em'ajersuidjr que
o amor da patria e da liberdade ha quero
dirige e anima a sua vt na tribuna as
anas Terdadtiras e genoinas intences trin-
suda em todos s seus pensamentos pa-
lavras e obras. Ainda.hontem gemeu eob
hbm despotismo de fer; o, a patria o a li-
berdade, quando elles eativeraS fente
dos negocios do estado o j hoja ae atre-
vem a invocar ero seu auxilio estes nomes
lesptitaves e sagrad s Qoem quem a
naSseralgom necio, podeiacredtalos?
Anda so errasta .ale-jados e mutilados,
pelas ras desta cidade, os rada*lores de
jornaes que ousaraS censurar o adminie-
tracaS de qua algum deilee fizerad parta, .
a qoe levou oaxcesso de orgulbo ao ponto '
de proxlaonar ao., e de crer-se infallivel I
Aiudasoabem S. Poulo os gemidos das
victimas, que, com hum recurso p-n-
dente, foi a mmoledae pelo* carrasco I 9
qua boje alardead scutimentos de bomani- f"
3ua n<
ade e de filantropa sena Ins valor cen-
tra p quero % dos monstro* que ora se
disfircad, nem ajuara nem a 1er que os
protega Estal por, ventura na naturas*
das cousas humanas huma *convacsio ta
repentina? Nao podemos acreditar que
as suas otences sej poras, quando el-
les eom hum rancor, que nao ptidem oc-
cultar, peden, entro giitos dleutoidos
e meseos insolentes, a demiisad de vaiios
presidentes de provincias. O Sr. sanador
Ja Yiartiniano do Alenrar be.aquelle que
temsido o objecto principal da ira o do fu-
ror da opposiea desde a sossio passada ,
enasta, na6 ha a iodo muitoi das, que
elle servio de assumpto a largis e calorosas
discustes. Nao podem couteajar-se os
servaos relevante* que tem t-ito este pre-
sidente, a quem se deve o socego de q ie
hje goza a piovincia do Cear o por is-
so os seus inimigos vt^m-$* obligados a re-
correr sua arma favorita, a das calum-
nias, para desacredita lo. OedHe heqoe
atieso aiguem ? Dizem os perwsos que
foi jila qoem msndou a.-sa-sinar Pinto Ma-
deira. Entretanto, a verdade he que el-
le tomou todas as preceuces para que Pin
to Madeira fose entiegue no juizo onde
devia ser processado e sentenciido man-1
dando oacompaohar por huma farca que
o dSfendesse de qiiaasquer tentativas que se
uiMssem contra a sua vida o expedio ao
mesmo tempo todas as instruece^ aojqiz
da culpa para que n^Ji pretens-rm for-
muBdflalgumas no seo pvocesso. Que mus
poda fazer hum presidente que se achaju
na distancia de quasi duzenlas lagoas do
gar onde se proferto e execotou a senten^a
df tnorte contra o infeliz Piolo Madira?
Como podem ser lhe imputados e atribui-
dos os erros e oscrimes de autor idades su-
baltei as, a quem alias elle procurou ins-
truir no cumprimento de seus de.veiei?
A outra culpa que se faz ?o Sf. senador
Alencar be a de ter expedido hum regu-
lamento polieial que c m hum do-> seus
artigos concede huui premio de 2o JJJ rs.
ao ofifi ial dejuiiifaq'ic prender a qual-
penal, sendo, em durid-a obri(>ado|a
justificarascircunstanciisqoe, aos terrr.o
da le, devem esimi-lo de colpa. O SrJ
senador Alencar pde conaolar-sa dos des-
gostosque tem sofrido e dos tr*balhos a l
que se tem resignado com a certeza do>
bom conceito que delle f. m os homena
imparciaes e amigos da prosperidad do
Brasil. O que valem a par dwto*a voze-
fias dos CUracoa e dos Vasconnlos d*s
Poetes e dos Ibiapioas ? Delhes qua es.
teja no Cear bum presidente qua ha de
oppor-se eom todas as saas forcaa e infla-
euiia aos planos deaoibica e de iuttre.-s
qoe llies proporciooa a poca da tleic;.6
que esi prxima
(A'pedWo, dero.)t
CORRESPONDENCIA.
Sr$. Redactores. Apezar dos repeti-
dos elegios quoouva dar poralgumas
passoaos espantosas habilidades de Mr.
Valy, ipfzai dos encnalos, que na Eu-
ropa se lhe Jem eito, e e)oe apparacerai
traduzidos em o Diario de Pemamhucov
nasei, qne preveoca me punba suspen-
so o juizo ; a quando Ha recordava da lo-
graca, queaqoi nos piegou hum celebra
Mr. Portier eonfas'o, qe seniia corta
disposijOeo pora nacrer em quantoaestran-
geiros apperecesse.ir impingndo-nos ga-
to por lebie: mas na noite de 8 deste mez
fui ver Mr. Vely, Com effeilo ente bol
m-m raro indeun;zou o respeitivel Publi-
co do desgosto 4 que auztn a todos a m
reprcsentdBo da P*9', alias digna d'ou-
tros oxecutores. Qoe forcas extraordina-
rias Que deseDibaraco em tos movi-
rnentos, que pozices Hercleas appresen-
touMr. ValyJ H? balda entio nos d'*l-
uos, que tato idoi Europ*, anda qi
Fossa s a Lisboa o meno-prezarem ludo
quanfo por c nos appareco, dizendo,
por ex. que em qalquer rus ou beco da
Li-boa, o muito mais de Pariz esilo-to
vendo dusias de Valys, a de outros mui-
ros superiores. Nao, nao entinto, que
isto seja exacto, A-capacidade human
tam aeos limites como o toan ludo ; que
nagoza dos atribotos do infinito; e Mr.
V'a'y ha bum hornero de ftreas ex^nordi-
nanas, e espantosa*, e sei admirado em
toda a paite ero que appaiecer.
O Redactor dodLarapuceiro. '
1
VARIEADE.
SON El O.
Oh Se te de Setcmbro, rm que ufano.s
Festejamos coulentes o leo Oa ,
Com qoem todos fa'xemos syaipttiHa ,
Sopor vermo-nos livrea de liaiiusj
Acabados por Ti tan i veis plano*,
(Nao da.quem, a dalem a antip,-thic)
's da nossa vootade a sua guia ,
Que mu ben a.cooduz de.se-eja annos.
E tu oh mrih Patria venturosa .'
's Pernambuco das Nti;es mais forte,
O Oa he leo, applaude-o gloriosa.
Poi tua indeperideucia a uossa sor te,
E se a Lua tua emula ambiciosa,
Han veres de a ced. r preftr*a morle-
Por.l. C. fi.C.
AVIZOS DIVE USOS.
Santos & Cetnpaohia pioprie-
tari da TyiOgiafiaj da ru da Ctue do
lian-rodo Recife caza n. $6 ebegen-
do- Ibes ao conheiimeuto que a'gumss pes-
"oss, indiscretts ou mal intencionadas,
Ibes tem ettribudo a edicao de uea monr.-
truoso aggregado de produrer < infantes e
impas,, alaquies so de aceto do modo
mais atrvalo o dr acarado'; R-Igio a a
moral pubnca debaixo rio simples titulo
de Coecffode Poesas Portuguezaf- Por-
H


*
DIARIO DE PERMAMBUCO.

f
nambnro na Typogiafia da Ponte: de
ebrio altamente que per nenhum modo
consentirlo que s>ji e-bu!hado da gloria
de semelhanle publicaco o setifaerdadci-
-o Elictor i declai jo iuji que os lypos
da sua Typografia so'inglezea a os da-
quella obra *fo francesas : declarfio final-
mente que por esfujim dispos'los a fazer
somante edicea que eto d-gnas d'elle*
e do ptibli. o lodas as o i*s, que siha-
rera do sen\nelo la*trad a liento co-
mo lem lavado algutnaa que delle lem sa-
bido e oom Ibes prescrevem as Lys os
nome* de seus propietarios, que sj Sao-
ios & CoMipitlI.i,!.
9W Precisa-se Aa alugar uo ou dois
pi dios forros fon caplivo para t aballar
'u urna padaria, na. la doa Quaiteis
O. 6.
tflP* Precisa-ae de 1 menino portugaei,
qie leuha pratica de veuda : ua ra ve-
Jli.D. 3a.
2? Condu/.iudo um pelo um baba
coro roupa e dinheiiudcritiu da ra da
cadeia para a do cotlegio desapareceo,
J-oga.sa a qualquer pe>soa que o leoha re-
cebido por eugsno ou deil souber^ riia-se a 5 pootas D. 23, que ser genero-
samente' recompensado e se Ibe dar*'
todas os signaei.
%dT" O rtbaixo asssigna lo ansa no Snr.
arreiualanta de 20 norc dente do le rao da Ci Jada de Olinda ,
q.ua dtixou do vender o dito g- itero era
ana venda em OUnda na tiavessa que.de-
ce paia oalgube n. 55, desaa o u timo da
Juiho do crrenle.
Manoe! Jos de- Bastos.
um* peq'uena famtha do lugar da pasaa-
gm da Magdalena por un anna ou 6
metes: na ra nova armasen! de ti #u- De-
ciiya|26.
frjP' Deseja se asilar cornos Sre. Anto-
nio J-jaquioi Pacheco Torras, e Jos J a.
-quim Gomes de Araujo ; quaiio annun-
ciar a, t,uat inoradas. -
Jr* Perdau-se) um rriaio tiilhete da
Lotera do Seminario da O inda de 0. 5o6,
rogase ao Sr. Tursomno da.mtsraa,
d?oniop>gar, sendo que se ja premiad
aeitio a Autoui Jos Feroandes da Costa,
qoe'juitifi ara' como Jlit pertence.
tflat* Quem q.iizer dar 800,000 por 5o
milbeiroa de lyjolosde nlveoaria dndo-
se todos os rac.es ao militen os indo bus-
car n* ollilia ; aonu'n i.
^ No largo do Tai cu n. 10 se pre-
cisa le urna ama qua tenha botn leita ,
aj seja captiva.
1KJT A peaaoaque precisar da um ar-
misem para por cpim a venda tirando
respoosavel | o dono do rmasetn pelo
opiraque Ibe for intregue ; a quem negocio cpnvier anuunc e.
1t^ Urna pesso que tam algiim d-
nhecimtntos de Geometra, e que lem
sido instado pira ensioar prope se a
dar !ic.5as desta aciencia ten Jo fugar a
primoira no di a5 do rorrenle : adverte-
t>e que se insinai na 10 a parte neces-a
ri para a Academia como o cursa iotei-
ro : os proien ientei dirij.t-se a praca da
lodependeocia toja u. 3p que alii s- Ihas
dii qual a pestoa que* islo s. prope.
6B> Ap ss a qt>c Uvou as.roostraa de
Tiicos de lioho br^nct, qurira faier o f-
vor de aa levar na roa nova a loja de Di-
dier Robeite Coupanbia.
*F Jvaquim Wd Moita a Crut,
com ioja de vidracairo e o*uli%ia 110
beco dos Peccados Mortaea I). 4? offeieca
os aeusservicoaa (juemdele pieitar.
V^F Precisa se de 5oo,ooo a j 111 os com
bypotheca em dois ecravoa, a quem eon-
vitr aenpncie.
W** Quem perdeu urna collier derh,
oVpiala dirija-be ao arma.tero de vidios
ao lado da. cadeia que dando us aiguaes
certas Ibe bera' eatiegue. -
Sbv" A peiioa que anauncioa q"grer
trocar um mulaque de 9 a 10 ann idade, por uma eacrava dinji-ee a ra
da san/da nova no segundo andar junto
P. Lopes cu no beco largo lojo de
alfayate.
^ Qoam precisar do uma ama para
aa, dirija-sea roa do Jardirn D. 10.
f^ Piecsa-sedo um feitor que tra-
bilbe e traje de vaccas para ajja silio
na Magdalena : pa ra das ajoai-ferdea
stb.adoD. 10.
Quem aonunciou no Diario do
I a d<> rcente querer 6 o,oo a juros
de iporcento ao mea por tt-tapo de 6
bada a pou a teuipo com sotio e cacada ,
quintal miirido cacimba .piopria e
com mulos cnmmodu*, sita 111 ra do
mezas, com hypotberaem uma casa,-di-. Jaidim junio ao mesmo O. 12:11a ra
i'ija-aa a esta 'I ypografia. r
t^> 0 S--. L U. qua ficou restando
iI.ojo em uma ven Ja na ra velha|, resto
(e ao libias de villas da sparmacele.'quei-
laJiir pag
exten
ir reoao vera'b stu nomo por
nova aamasem de louja tina I). i2
4t^ Ofiiuila velkiro Biif-ua Esouafjr
bio gil para todo e qutlquer seriveo:
ua ra de S. Thereza D- 27.
ESCRAVOS FGIDOS.
ibj *
L'vi
iso publicado.
O abano assignado roga a todas
as aulhoriiadas.Poiicii'l ou aquemoco-aj
iibecinenio deste che^ar ou lenhio por
noticia que no dia 4 do correrte Ibe fu-
gira dosvu siti de tVmaroerimum cabra
por Dome Pedro de idade da 25 aunes,
com s signaos spg nias : alto bstmte
cbeio do corpn curtojjda vistal>trn .na
niao e^qoercla 6 dedos^ levou c;-Isi de es-
topa e cami-a de rha atul c om clia-
peu de m 8 ja uzado cujo c.-bra be na-.
liii-al do liacbu do singue, e su suuem
que lenbi lomada adireicio ao mesmo lugar
de oovie veio poia que o abaiao aasignado
sa responsabiliza a p gr todas as dispe-
zas que com o mesmu se fiaer e alem di-<8o
grat ficr os conductores, levando-o a ra
00 Quemilo loja de Fa/.enda D. 2.
Pirmiauo Joze Rodrigues Ferreira.
IJt^ Na noite do dia 9 para 10 do cr-
reme aesaparecen do porto detraz do
Theilro uma'ci'nua grande com os i-
gnses bfguiiiaw : ji um tanto velba tem
um rombo de 5 a 6 pilmos no incuh-
n.emo, diias ebee s 'le cavirna fora do
paueiro e lo la corrida de alcatral, ees-
lude bar.bu ; quem della s'Mibar, diri
ja-se a ni. dos Quarteis 4 que ber
b.m graiiticado.
q> Um O nd cis n. 3 > na la 'eir da
bic* de b. PiU'u a cubija a diieita se
aluga umaboa canoa de carraira.
W*** Aluga se urna rasa durante o lem-
po de fasta no posso da panella nn melhor
1 ua (jciu dalla precisar dirija-a* a I jja
de ouri na la da Conceicio do Recite
de joze Francisco Mariuho.
, '" Aluga-ae po lampada fasta uma
casa rebocada e rayada com duas salas ,
cncoquaitua, coioba grande quintal
cjiu ajguns ai voredoa de fructo dentro do
oercado do eogenlio S- Joio da Varzaa ,
e ua msigeui do ii> cap bar ibe: quam
o pretdfjdur annuncie ou 'dirija se ao
aab^ado do ditoengenho.
----- Preoi/.o-cede i5o^ ra. a juros-da
2 porc.'nt. o raez pelo lempo de 4 al 6
niezes sob bo.11 tr.jjas : quem os quizer
dar duija-sea praca da Independencia D.
53, que sa dii quem os quer.
9tf* Alluga-ce por tempoda Festa bu-
na caza d^ |>eJr* e cal, moderna com
buiu mirrfble, quintal murado, portio,
cacifubj, oa ruada Caza forte defroote
d Igrej. a parla da sombra : na ra do
Fogo 8 lado tsqutrdo entran Jo do piteo
de S. Pedro.
NAVIOS A CARGA.

Para o Aracaiy
denominado Eivramento forrado em
caviihado decobre : na praca da Boa-vi-tJ
cobrado D. 4.
"jflp" S>rjas de seda da bom posto {pira
coleites : na rita do Qneimado loja do
Carioca.
WW Um oplmo sobrado da um so
andar com coromodos para un* grande
f.nnlia com grande quintal bom ba-
nbeiro de pedia e cal^autn no Fugar do
v^radouro junto ao "ico-: n**iui dos
Quarleis D.
ajry* Um terreno no atierro dos affo-
gadoj da pareada uii piquen com
loo palmos diTrante e Jf.nidos at c^pia)
'barbe : na roa dna Agoas-verdej sobrado
D. 10,
W D.ias muatis e duas negras com
habelidades, sendo urna d'esta casada com
uin prelocaioeiro, remador, e coainhei-
Vo que tainbam se vende; e igualmente
a pocsa do l5i> palmos de Ierra tno Snto
Amaro com G.{ > palmos defuudo : na.
Boa-vista 00 beco do Vinas junio a casa, do
Capilo Padilha.
XJT Foll.iuha* para o aono da i85o,
coi i .sis a redreati vas a 480, ditas da J ta-
ica com o dois Cdigos a 4jo ditas de
G. N. contendo regulamanlo e lai da re-
forma eum diccionario pata consultar-
seo contexto do ri-^ulm-uto a 4 jo di
tas dedicadas as Sentsoras Braseiras a 3ao
ditas de feilicaiia branca ou s'giedo cu-
riosos babelidado 1 a 1 a- e jogos da sociada*
des a 4 o', ditas Conaytucion.il e nuil
nal a Sao ditsde alg beira a 160 ditas
da porta a 16a : na roa uova loja d Fre-
derico Cbaves.
X9* Primeiro e segundo anuos Mathe-
matico por Mr. Bessout, 2. dito por Mr.
La Croix Uicciooarios grandes de Vieira
de Ingles para Portugus, e de Portugus
para Inglez Histoiia de Inglaterra im
Ingles a em 5 volumes por B. nrequecidas com os retratos doa Proci-
paea Membcos do Parlamento Theatro de
Regoard em Fraiuaz e em 4 vol. F-
bulas de La Foataine Henriade de Vol-
lai e Me^t-e ljrarire deallamopim, F1I0-
ofi pur Pjnalla I) ecimario de Fraucaz
de Portoguez para Latim tudo por prec >
cummodo na P.afa da Independencia loja
n. 39.
Urj" A Galera Americana Rogor Willi-
ansja arrematada eui Lisboa, forrada e
vilhada de cubra com
No dia 8 do corrente fngio um
escravode nome Francisco, naci Mu-
cambq'ie, altura regular algums cdn-
za clieio de corpo da algomas marcas de
navio pelo 1 ocio, e corpo com idade de
35anno<, esteprelo veio "d.jrfaialnba
pou qp te rapo ; ijuem o pegir^swe ao buco
daiingoeiia n. 4, que sera' beni recom-
peaado.
f3H* Dizapireceu no Domingo 10 do
coneota umuiuleque de boui tamaoho ,
sea>*pAtica neiihuma ueslaprovincia, por
ter vindo de outi a: ca a algurua cojsa com-
ptida baicos gro~s s, ve.-tido Com Carni-
za de algodosiuJio e aerova de algo >
da lena ; quemo pegar leve a roa do cres'-
po 1). 5, querecebera' al.vicaia-.
trtT" Fugi#no dia 4 do crrenle urna
ecra va do nome Mana de nagio baca ,
altSecbeiado corpo, bem pela, rosto
reljente j qualquer pessoa qua a trico-
brir levora- ao beco largo d Matuz de
- Antonio D. 7, qua sera' generosamente
recompensado I
jrjjt*" No dia 23 de Agosto fugio uma
esciava de nome Mara', e de t-pelido ca-
brita, seca do corpo altura ordinaria, pei-
nas tinas repcecenla ter 18 annos para 20
da navio congo, levou vedi Jo de xita vei-
melhocarmenm com reaqoinbaspreio mul-
to tininlias aem panno hoolem fui eo-
couitrada nos Anillos lomando j. ca
nbo da cisa lurte qualquer pessoa Aca
lo de campo a (jimii-a entiegar a sua. Se-
uliora a viuva de Lial de Barros.
ffjf No dia 3o de Julbo dezaparaceu
um prt> crioulo eitalura alta cheio do
coipo idade 3o annos*cor fula denles a bel-
los aemsarem a limados ha iflici.il de *-
pateiro quam o descobrir leveru na ra do
Cabuga loja de ouiives de Manoel Antonio
Gonclvsque aera genetoafcmnle lecom-
peniado. Jk
?y 2oo^oo ra. de gratiftcaflo a
quem trocer o moieque Joo, por al< unh j
goxini lera os afgnaes segu ntes : he ca-
iioeiio, idade ao annos pouco. maisou me-
nos, cara redonda olhoj piquenos em"
covadoa lasta grande, estatura regular ,
aecj do corpo seoiura fina, canelas das
peinas com algumas fisto ja de f>,rdai ,
A velei.ra Sumaca Feliz America-
na segu viagem ald 26 do curente, e an-
da recebe alguna carga quem quizer
Cdrregar ; Arija-se a ra da cadeia a fal-
lar Com Francisco Fideles Bairoso na
loja de S Eeilao.
COMPRAS.
VV" Uma minga da vidro de palmo e
meio de oi'iie.lro pouca mais ou iiieno-,
q.jH sirva paia por ein relogio de bui;a :
quem a uve/ anuoncie. .
VE9H>AS.
.#
Collecces dos utiheros premiados
da Loicria do Lu lamento : na Praca da
Independencia |.J* de Lirros n. 3? e 38,
3ao >eis.
.8^> Uma escrava creoola de i4 annos
da idode rom principio d^co-tura ede
renda : na roa do Pozario O. 6.
i^^ A parte de uma ca-a tarrea sita
na roa por da Ira* de Jo?, lado do nascen-
te : na sanana de J^aq Antonio Baptisla
Mumz.
Uma norotla da casa terrea acj-
cdvilbada de Cubre com os mastroa. 4
arenlas de farro 2 f-rros grandes, e ver-
gas tasdo em bom uzo no Escritorft de
Jozeph. Ry ruadoTrapien. i3.
jrjr Uma^escravi moca bujiiu figura
qnsm a quizer dir'j-ae a ua da Alagii
te froute da oasa do Pessoa o j de uma que
Volti ao beco do assogue.
Urja" Urna barritma prompta pira G.
N. e uii coieame p lustro cu'm ferra-
gena douradas : ua Praca da Independen-
cia loja n. tu.
rrjp Afeite doce do superior qualrlade
na 1 ua da hica de S. Pedro em Oinda em
casa do Affaiidor, caada a 2880 sendo
por medidavelba.
WT* UmaajicravacMoula idade 18a
23 anuos pouco. rijaia ou menos sabe co-
zinhar com peifeicao engomma ; lava de
sabio cose e fas diversas qualidadejde
doce : na ma ueita sobrado de 3 aiaBres
por cima da boflra de Ignacio Neri dama-
cuca no segundo andar D. 11.
J3P" Uma bil ncacomconxase um ter-
no de pezoi de ferro para t/miem de as-
flQ'-arou de couros no armtavm deassucar
na ra do Encantamento o. 99 que achara
Cum quem tratar.
Mr* Uan negro moyo bom canoeiro ,
e trabalhador de oi.xada c tambera um
.muleqaeciioolo de'i3a i4 anuos, pro-
prio paraqua|i|uer offir#: nnina nova .-
loj* Uo Caldereiru D. i4.
*3bf* Uma prtta de muito' boa figura ,
ainda mejea disposta para lodo o aervico,
sabe coziuhar engommar a ensaboa ,
ecose algania coila : ua ra nova O- i3
segundo andar.
fTP* Uma negra de naci idade 16
anuos, cozinha o dia io da uma casa,
engomma Jizo em saboamuito bira de sa-
que ja leve (ala bem espertado que pa-
rece crioulo; desaparecen em Abril de
l836: os apprehendedore o anlrtgarao
a Joze Garvilhoda Costa, sflLdor na
ra o Trapiza casa D. 10 daWonte do
caca da Liugueta que pronto saiisfar* oque
promete.
WW Fugio do poder delgiiacio Bento
de Laola um preto da ISacio Mocambi-
que boa estatura corpo esbelto coui
um brinco em uma orelha de nome Ba-
nadicloaiom cfficio de pxdeiro : a pessoa
queoaprelieoder o pode entregar a }*
Pereirada Sitveiracom bplira na rua^o
Bostaio.e eatiaita, quesei raeompenaa-
do-
#
MOVIMNTO DO PORTO.
1
Nwvio entrado no dia 11.
PARAHBAj 6 dias, Sumaca Nao. Sr *
Joze Viajatate M. Tohmaz Joza Perei-
ra car^a ianha, dono Manoel Joaquim*"
Costa.
ASS'; 48 diis, Biigua Escuna iVc
ftracaly, M. Joa Amonio a Silv? ,
caiga s'al dono Antonio Joaquim de
Souza Uibeiro pacsagairos 4.
R.G. O NORTE 5 6 das Sumaca N.
remiridade M. Joaquim Joza cnig.t
slgodafc duuo Manuel Jui Ferrtira.
Sahido no dia 11
BAHI\; Brigae Sardo Soulon, Mestre
G. B. tVfagU caiga sal.
Obse vaqes.
Fundiou no'Lamairio o Paquete loglez
Pandora Com manda 11 la Huberto Wllc f
da P'almonlh em 58 das.
___
PEftN, NA Tlp P n, P, FAUIA 13/


Full Text
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