Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02737


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Full Text
i
ANNODE1&37. SEXTA PEIRA.
^.^>>

1. rDE SETEMBIlO. N I8B.
P A

PEHN. na TYP. di M. F. i.rFAKIA. 1837.

DAS Ds SKM ANA
28 Se^unilH S. AffOStinho n. I)r. Jgr. aud. il >s
juid4jr. de de t. des. da T. Public.
'.'!) Terca S. A>to(f,i aiapO'Met- de w. e and. do
J. d O. de t.
30 U.iaria D. Rosa il LiimV- Americana Ses. da T.
31 Uumta S. Raimundo Nonato l ard-(! H. de ni.
and. do .1. do C. do ni- e Ui. de l. La nova a
I h. e 4o mili da man!;.
I S.\ia S. EgHio Ab. Jes. da Tlies. Pub. aud. do
J. de O. ,ie i.
i' Sabaio S. Eitevao Rei. Re. de m. e aud. do
V. 3 Domingo !. S. da Penha.
atare' chcia para o dia 1. de Setembro.
a 5 horas ti 18 m- dat 5 b. e .'l ni. ila m.
Tr_do agora depende de noi niemuoi .la ikiii pru-
dencia, moderadlo, e iierRi continuemos com-
prisrCipiamol, iaraiatrs i>niiioi cuu> admira-
(o c nuil N'iiji. ni a i a cu lias.
traelntinifi da Jutmblin Qnat i* Mrmttl
L
CAMBIOS.
Agosto 31.
Soltacreve-se a loOOr.meneaes Pago/ adiantadn .
nata ri|iii.:i.ir. rm das Hn; da Independencia N. "'' 3* onde e recebara
(vnuJai.Aaa I a i* u I i ii U J i aa iiii>mii..i.... i -- .. ^_ ..
;a
correspondencia I Pical i nadas, e annnnciosi insera-
dote aatas tjratia sendo' los proprioi aasiroantet,
a viudo assiyaadoa.
UOndreK 30 l|9 a So Da- Si. por I, cert.
Lisboa 65 uoro|o premio, por metal, Son.
Franca 3-0 a 315 lia. por Tranco
H-o di- Jan. i) |>. c- de preni.
Moedas'de 6,400 13,500 a- reinas, novas
4,(ioi I T.000 a 7.-I0
Peaoi Colimares 1.56
dilto Mexicanos 1,440 1,540
l'.i uois lir.isiii'irus l.jii.,
Prcinau da* li-ltra. i><>r uiuz I l| por o|o
Copre apar da medulas
13,000
PARTIDA DOS CORK ROS.
()linda_Tnd .s os dia ao mrio dia.
Ooiana, Alliandra, Paraiba, filiado Conde, Ma
maiicnape, Pilar, Rea! de S. Joo, Brejq d'Area.
Raintia, Pomlial, Nova de Soaiei (.'idade do Nati I-
Villa* de Goianninha, e Novada Priiieeaa, Cldede
da Fortaleza, Villas do Anuirs, Monte mor nOo.
A racati Cascavel, Cauinde. Grama, I mperatr'a
S- Bernardo, S. Joto do Principe, Sobral, Nogada
BlHey.loi S. Maturos, lleachodoaaisftift-, k.
Antonio do Jardim, Qiieseramoliini. e Parnah'ba
-"Segundase Sesta letras ao meio dia por via *
Paraiba. Santo anteo-Tostaaaa quintas fetrasao
meio dia. Garanhuns, e Bonito-no* tai 10 e <
de rada mea ao meio dia. Horas-no dia 13 da
rada mrz a me.o dia- Calro.Serinhaeui, Klo t r-
...../.o. e Porto Cairo-nos dia* I, 11,6 31 de cada
mea-______________.---------
PAUTE 0FFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
CAMA KA dos SENADORES.
Sssa do dia 11 de Julho.
Presidencia doSr. Marques de Baepandy
Aberta a Sessio, leu-se, e ipprotou-se
a acta da aotei i ir,
OSenhoi- priuieiro Secretario fez o
cxpsdicDle.
O dem do dia.
Cofili'iu c.j d.i tercdira discumSo lun-
ten .juenauli fascr o tjn.idi <> do F.x-roiio.
O Setihor Verceiro ptdu retirar a sua
eninda ..(Terecina houtu^i em tjae [Ja-
rle sa reaiabclefa o artigo segundo, nu-
il i i t u iu lo -a par esta outia, 0,0.a msnlaa
Ai>.-sa.
Soppiima se a emenda to artigo a.
Veigueiro.
A emenda ha relira la por rontenti-
merito do Senado e apjijda a qua se
*cha cima ?anscript, que entra em
aii-tuiao.
D*da por i ida a terceira disCOitCo o
Sdiihor ('residente pa o artigo 1. aro-
iu*, que he approrado. P5e a f ulna a e-
ii 11 l.i que p; 10 se-upoiia>t a emenda
atoaitigo M'guiido que nao pas-a ; por
c^nieqlencia lica approvado o ailio o:ni
a emeud. Ha approvado o artigo sabj-
tituilivo ao terceiro do P.oiecto e igual-
mente a pule dij artigo .-u^iiituitivo do
teiceiro contendo mtterii nutra, honlam
otleieoido que diz e aqaelles que, toro
justa cauza se nao podtrem pi estar a < sin
aeivito,teray immacliatameote reformados.
Os Ofliiaes de primeia lmlia &e. Heap-
provado o artiga 4
O Seiihor Ptesidcnle declara que a
?!:.da da iraien noca entrara' a o.>
uli <-a lisiujs-ao.
Segu se a t-ioi ira discusio da prircui-
|)i' la -.''-' K.soIikd da outra Cani.ra,
a r'8leito da appprovaco das tontas da
Caja Impela! do parecer das (Jomuiiaaes de L-'gislgo
e Fescnda.
Nao liavendo quem tomare a palavra,
be approvado a primeira parta da Regolu-
<;o que tp>rova as contaj, eo bdiihur
p.eaideute declara que aftim se vai parte-
til)! a outra Cmara.
iispenca a discusia5, para tratar ae do
P.ifecer da Comniis ao de C -nslituici" ,
om/.ava mal ao Governo mas sitn a Na-
Vo,
|tie ppproTa o ttiplooM do Sena lor rm- Depoi damais algum-s obj'rvates
mead) pela Pmciuoie do Rio Gran-
dndoNoite o Senlior F1.u1. iso de ri-
lo Guerra.
Entrando em discuti he approva-
do o Parecer hem debate pai Imipan lo-
se ao mesmo Scnbor para vir'tomar as-
tent.
Dada a laira o Senlior Prc-idenle mar-
ca para ordem do da ia -- U tima dia-
ciisjo da emenda ri^va, cl.ici.',da %j
l'rojecto J en terceira dtcuafu sobre o
qiudru dos ofGciaei do Exercito,
Co ci de Baptiita Caelauo.
As- m.iis uiatei.n dadas pira boje, BC-
crescendo as pritn^ira^ e acguuds discus-
^e' das Reso!ur;6s sobe as Tt-riois do
Gapitio de Mar e Guerra Francisco de As-
sis ('.'bral dwTeive e *o Goiootl ^Io-
nio Constanliua de Oliveira do mejor
l'Yan'tsco Jote da Rocb, e do Sarg*n-
id Mor Fiaocisco Raugel de Vtscjin el-
los.
Levantou se a Sessio as dii' botas
da tarde.
CMARA dos DEPTADOSj
S es sao do dia 11 de Julho de 1837.
Presdela i> do Senhor /iiaujo Lima.
A'i to lloras feita a chamad* echndo-
se numero Mitfi> ienle de Surs. Oepulados,
o Senhor Prejideota deolaia aberta a jes-
afo.
Lda a acta da antecedente loi appro-
vada.
O Senhor primafro Secretario Fez o ex-J
pedicDte.
Ordem do dia.
Pelsn horas sendo introdasdo na
Sila o S.-tibor Ministro da Guena com
03 funiulidtde, do Regimanto.
Continiiou a diacusfio addiada do Pro-
jeclti do Seathor S-iQM e Olivei e, auirio-
lisaiido o Go>eruo a eompleter ai (or-
eas de T<-mm paraos unos financiros tle
18J7 a i838 a fe 1838 a i83'J pw meto
do leorutameoto, rom u tmiiida -poia-
ds na Scs ao ne bootern.
Dep^is de huma litiga di-uu.siq em
quo 'tallirio os S-ihor-s Deputa dos Re-
teitas pelo Senlior Miui-t'O, O Seulior Al-
ribfcrdm maudou a Mesa liorna emenda p*
ra que se snppi imis:-ai as palavias -- an-
da qaa aajle qaalieados Guardas Nac-
onae< : a q jal sendo tipoiada entiou em
tlis.'USsio.
Dan lo a hora ficou aiola adiada a ma-
ten.
O Senhor ;ai*tro ret roa se com ss
fui'na'iu..uos ao eitiio.
O Sur. Presidenta dea para ordem
do dia a me ma de liojr.-.
Lavautou-se a tasso as duas horas
da tilde.
PERNAMBCO.
GOVERNO ).\ PROVINGIA
< Expediente do dia 30 Je Agosto.
OTt.io -Ao E*m.Sr. Bi-po Diocesano,
couimunicando-lhe jue toman.leaP e-
xidonaia enoonaideraijaS o que expeud^u
(m SfU .Ifici.o de 29 mafldtHI p*s-ar car-
ta d*Ape*etentca6 ao Rverendo J.iaqmm
Ign tcio Gimgilves da Lu/., propoalo par^
Parodio d< Fregesia de No.-sa 5enli0i* d:i
Gl'i'ia do Goit.
f Uilo-*- Au Promotor Pub'ico da Co-
miirt d'i Remfd pando a suVd'spu*rca5
o preto Joafi Elias que se acha empregado
n s traialhjs da nova -liada do Pao do
Ali'>, oqudfii rs^ntidoao Administre-
doi Fiscal das Or as Palil Cas com OlKroa
ni eto" denominados cb-no> em Setam^ro
de I335 como escravo do Padre Joaquim
Mauricio <|fM at o presante o nao teco
procurado.
. Dito Ao Administrador Fiscal das
Obras Pub'iras pata p ira dp siea6 do
Promotor Publico o preto J a Elias de
qu-' tiiti o precdeme <,llicio.
Pai tatia Ao Director d Arsenal de
Guerrat ordenando que mmde lser do-
!m i-tloa parte dn muro do Qurt#l coB.i-
t-lh'5 7. de Ca.sadnres oe 1. Ltuha
<|ae llie for desiguala pelo Commtdjuta
dao Armas.
COYiatABD DAS ARMAS.
Expediente do dia a9 de Agosto.
OBcio Ao Eim. Presidente, re-
boucas, Veiga Pcssoa, Suuza e Oliveira,
l',m S'guida entra emterceira discossio oSenbor Ministro depjis do hun loogfl
o Parceer d* CimniisslO cerca da ron- disurso sii-tentaod v.-in,o (ca enirc o Tutor de S. M. I. e c/utemento, d^e tj'as medidas que p-de I metleudoalhe o reqiei irui ni > do Teuente
Rapista C.t-taiio e emendas ao mesuio el- rnioersS pera elle Mini tro, em pare o d* 5. x Cftinpanhiado BaulbaS 7. de*
feriitsS. Goveruo, mas sim para b m d.i Njco, 6 Ceajjedoraja, SebasliaS Lipes Gnineraeus
OSenuor Piesidcatc declara qi boj que a Citnira ui> us coocedcuio ni que petii ser o mejino SaUlbaS des'iga.-
MUTILADO
do por lar sido sempre asoa Arma de Ca
vahara e informando qu.'a liara u-
difirido urna igual prelenqa por iifunde-
da em vi t flasOidens Impeiiaes publi-
ca ! 18>4 M tioaei tnan.lavs detalhar para
lo lo o ser vico da Guurnirao' aos Qffio a
indpendaulvs d'Armas o dos exercieis
qua t.ves.sem tido n<>> sxtinctos -Corpos.
Que hava Cita d'Oifieiae ; que n stu
Com panilla nao tinlia C'pt.-; q9 o Al-
firs re-peclivo dest*oaa para Feroaodo
do Nocu.ili* c fiul-iii-nte qua enj pre-
senca de lodos cites motivo-, se pnitun-
ciara conlr.i ose desliga ment que pa-
reca sar notvsdo pr entefeases p.tflicu-
laies q'ie nao devia ser as eirouQStan
cu-i preaeotef preeiidos aos do serv.co
publico.
Qito Ao Mj>r Ctirornjn lapte d>
Bat'lb*7. de t,asadores coniu'iu.i-
do-llie que em coiiforinidada m a au
(Jlorisaca que haris tido do Ex n. Sur.
Presidente, tirih* riftsla data orlen-idoa
rl, Tciienle Joaquiu Jcz- de partea
N\-es eticanegado d* dreccaS tas Obias
nilitarea, que c 111 urgencia mtndas>e la-
zar o concert do cano da l, 1 ria do Q ni-
t I assim rom 'd brar a paicda do mu-
ra q ie se f*s'.t'ediii ando 00 fliOCO s-
qnerdo do Hospital ptojijctado no mesmo
Q isriel.
uro__ ao Capitao* Commandanta in-
terino do* i. C'ofpod'ArtnaWia .tl-
ligenciando-oqoe a proidgaeafi n deas
meses de licenca qua o Exm. Sur. Pre-
sidente tiuhaobtido o a.* TenteMhtv
el Fsrrera de Almeida sra l.raclar de ana
amde fura da pr(;a-, er com todo oreu-
cim-nlo e naS m Forma da Le.
Dito Ao Oilicul enoarreg.do di Con-,
tabiliddde, Militar eommunican lo-lhe o
exp tata n0.olfi io antecetl. nte.
P .rtarja A > Capta j' G .mmandanta
interino to 4 c >rp> le Atelberia re-
, tiendo Ihe uro oiliiio do Inspector du
Thesou'o acomp'iihado do um requeri-
m*nio fei'o em n.raa de JoZ-.? de ucjsu ,
para Ba sobre sen cunlbeudo inlormai
se.
- Dita An 1. Tenen'e Joaquim Jtpia
de pjriae fev*rs ord-uaudo cura urgen-
cia mandeaae faser o con'^no do cano da
tatrina do Quirt I do B-talb.5 7. l
Cissaiores-que s- achata alupid>>, e ar-
ru-nido dobrar a pareJe do fumo que se
r-sia' edificando no flmco esquiudo do
llspital projeclado no me-nu Quirtel ,
lando atteocaS a que tees wbras se dsessam
( otti 10 s a economa.
diversas fr;(MnricoE\s.
"FA
ALFAlNDEGA das
P.DTAL.
Pirante o I us pretor J'Alfin J. se Ii.vJj


9,
DIARIO D B PKKNAMBUCO
arrematar no dia S do corrate 7 cai-
xotes corndtce, impugnados pelo feitor
Manuel da Fonreca Silva no Despacho de
Joa Pinto de Lamo* de 3l de Agosto
do corrale anuo.
Alfaudeg3i de Agostode i837.
O Inspector iuurioo.
Jacome Geraldo Mara Lu machi de Mello.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. ia5.
CORREIO.
<
O Pataxo Clara de que he Captad Jo
no Joie da Si "tira sai para o Rio de Ja-
neiro no du 4 deSetembro prximo fu-
turo.
O Bigue Olead recibe a mal* para S.
Ceiba ria no dia a do .torrente.
PREFEITRA.
Parte do dia 3j de Agosto.
Illm. e Exm. Snr. Das partes hoje
recebidae homeule consta que forad pre
os a nimlia ordena oa individuos aegaiu-
les, que liverad destino: Antonio Marin-
uo e Antonio F SubPiefeito deS. Antonio, p>r briga; e
Sabino, preto, etcravo de Prxedes da
Fonceca Coitnbo a requerimento de aeo
Sor. por pe tender fugir embarcado pa-
ra foia da trra.
Nadconsta, que houvesse mais novi-
dade.
Dos C.uarde a V. Ex. Prefeitura da
Comarca do Recite 30 Agosto de 1837.
Illm. e Exm. Svnbor Vicente Tho-
mas Pires de Figueredo Camargo Pre-
sidente da Piovincia Francisco Anto-
nio de Si Brrelo, Prefeito da Comar-
ca.
ARSENAL DE MARINHA.
Precisare para fornecimentos dos Ar-
ma eas paia o met de Selembro o eeguu-
te :
Bacalhao de boa qaalidade 4 bairis ,
feijad 2o alqueros da medida nuva assu-
8 arrobas caf 6 arrobas arroz 6 elque-
ree da medida uova, carne salgada 10 bar-
lis.
Qaaasquar pessoas que tendo os predi
dos gneros, e de boa qualidade que os
queirao vender, bajad de comparecer coin
9respectivas amostras no dia Sahhado
2 do mez de Setemb o futuro da* 11 ho-
ras por diante parase tractar do ajuste,
e compra.
, Iospecco do Arsenal de Haiiulu 5i de
Ago.to de 1837.
Antonio Pedro* de Carvlho?
inspector do Arsenal.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
Sssio de 2a de Junho de i837. .
Presipencia do Sor. Silva.
r Comparecerad o> Sors. Barros Oou-
torNeves, Foncica e Souz. Aberta
8 S-ss.- e lida a acta da antecedente fui
sancionada por estar conforme: o Secre-
tario dendo cant- da expeliente nen:io-
nou o--seguinus rTidos.
Hum do Ex a. Stt. Presidente parte-
cipa n do havr a As emplea Legislativa
Provine al volvido que esta Crnara,
a.sm rcm todas as mai< ti-esse chouai
empieleriv,luiente a Se reta'ia d* P'
fineta no di I. de De-embro de cada
ann- as .^uas *-p*< livas coritas como de-
termina o De do de 5i de Outubio de
i83l : inteirada.
Outro d m->mo Exm. Sor. ordenan-
do, que esta Cama-a haj- de leuir o
Collegio EJeitoral de t Cidade no dia i3
de Agosto prximo futuro paia se pioce-
f der Eleicao' oor esta Provincia coi lu-
gar do Doutor Joze Joaquina de Carvalho,
como Ihe foi mandado por Avino de 16 de
Maio pnximo passado xpedido pela Se-
cretaria dos Negocios do Imperio; cuja
Eleicad he igualmente feita pelos Euitorta.
da actual Legislatura e na mesma con-
lormidade do Oficio de 5 de Abril deste
anno e mais ordens por esta Presidencia
dirigida* a esta Cantara sobre Eleicao' ,
que se ai i.bou de proceder ; fasendo a
mesma Cmara a apuracao'geral no dia i5
de Outul>io : a Cmara fcou ihteirada e
em consequeficia ic-olveo que se dessem
ai ordens necessarias.
Ouliodo mesmo Exm. Presidente em
que ordena que esta Cmara luja de pro-
ceder com urgencia ao concert de que
p ecisar a Cadeia a fim de voltereta a el-
la os 9 ) presos de Juslica que ln remo-
vidos para as prisoem* dos Quarteis a.-a 111
como outro ofnrio do Prefeito desta Co-
marca temeltendo a repnsentacuens do
carcereiio da Cadeia em que tamben) pe-
de, que esta Cmara mande faser os con
certos que se fazem precisos na mencio-
nada Cadeia : a cmara deliberou que ae
ofliciabse ao Exm. Presidente duendo
que a occasiao' he muito favoravel para se
por em Pracaa mesma Cadeia, visto ser
o concert de rnuita monta e n*6 poder
estar prorapto em menos de um anno.
Outro da camaia do Aracaly solicitan-
do a esta diara o enviar-lhe algumas
laminas de Puz Vacinico : acamara resol-
veo que se officiasse ao Exm. Presidente pa-
dindu o Puz Vacinico a fim dse poder
sati-faser a exigencia daque'la cmara.
Outro da cmara de O in la reverten-
do a lisia dos multados na Sessao' do Juiy
de II de FeVereir % 29 de Mateo des-
te auno, por encontrar nelU nomes de
individuos perleocente ao Municipio de
Tamaraca', Cabo, e mesmo dessa cida-
de, e que esta cmara haja do faser re-
mesa* dos multados pe tenceutes a este
Municipio.
A Cmara resolveo, que se officiasse;
disendo que n6 bajeado o prefeito da
Co narc expecificado quaes ers5 os Jui-
xes de faci que pertenriao' a este <"U
njuflle aruuieipao, se Ihe havia remet'ido
aquella hita a fim della ( Cmara ) tirar
os multados que fosssm do seo Municipio
e que tornava a reraetter a mesma lista
para que cobrarse a malta daquelles in-
dividuos que pe tencesse ao seo Munici-
pio.
Outro do Fiscal deste Bairro pedindo q'
esta Cmara mande, que o Procurador
lbe entregue a qiwnt'a de 20o$ 'tis para
continuado da obra da Cadeia : que se
passe mandado. *
Outro doColIectoT do Bairro de Smte
Antonio pedindo q'esta Cmara o mande
endenisar a impoi tan.iia de 225^8')5 rs.
da Dcima urbana dos predios o i. se-
mestre do coi reate, que se paste manda-
do.
Outro do Collector do Bairro da Boa-
vista exigindo a quantia de a8^44 ''eis
relativa a Decima da propiiedade da San-
ta Cruz n. 6e 7 que serva de Rfbaira ,
que se pass<-se mandado.
Outro Ofliciodo Exm. Presidente re-
metiendo um rtqueriniento de Mauoel
Gomes Foi reir e ma% prop ittarios da
ra dos Quarteis : foi a commissa que
havia Mdu encarregado de examinar a-
quella obra a fim de dar seo parecer.
O Jiro do Fiscal deste Bairro paite, i-
pando tt-r D. M-ria Francisca de Carva-
lho Paes d'Andit'ie, apresentado nm re-
querimento com despacho desta Cmara
para ser cordiado um terreno de volto,
que fiea por detrae do atierro da Boa-
vista pelo Norte, e entre o beco chama,
do da Guarda, e oda Martina Rib iroso
lado da ra do Hospicio e duvjdou dar-
Ihe cordiacas por Ihe parecer, que aquel-
le lugar deve permanicer paia urna Pra-
ga Publica ; e-ta Cmara purera reaolve-
1a a final, a fim de podrr baverem eme-
Ihante caso : que se offioas>a ao cordia-
dor para que dse a^-ortiapaS 00 terreno
em que-taS, am ras.'6 de aa5 haver por-
poca para urna praca de meicado.
A CoinmissaS encarregada de dar seo
parecer acerca do requeiiavnto de queixa
de Francisco Goncalvea da R Cha, Joa-
qun Prera de Meudon(a e Jua* LutaS
iVigueira aprtseutou seo parecer o quil
-r
depois de descotido foi aprovado com al-
gumas enmiendas do Sur. Venador Sil-
va.
O Snr. Veriador Fonceca-fez a aeguin-
te propo.-U-
Tendo o Fiscal do Bairro da Boa-vista
representado oeixar de faser as corridas
por falta do Medie desta Cmara ,e er-
Iho preciso chamar outros Facu'tativos ,
a qoeiu se lem pago alem do ordena lo
que vence o actual Medico, soffiendo com
ist'i o piiblavb r a Cmara.
Proponho 1. que sja despedido o
Medico actual nao 9^ pelo o txposlo,
como por na5 ter esta Cmara Le, que
para isso a authorife; 2. que a Cmara
ordene a cada um Fiscal em teo Bairro po-
derm chamar para as corridas a qu. Facultativo, quemis convier ao .-er vi-
co publico sendo de reconhecida prohi-
dade a quem se pague 3a00 icis por cada
corrida cuja prodosta depoi*de descut.-
da, foi approvada com a seguinte emen-
da do Snr. Veriador Barro. Sub-titua-
se a palana Fiscal da Boa vista, pelas dos
Ficae ; e i seguinte emenda do Sur. Veri-
ador Silva, foi reprovada a qual au-
prima sea 2. parlado 1. Irl. e todo
02. substituindo se pela da2. paite
o seguinte. Depois di palavra continua-
se, nomtando-se para o substituir om ou-
Iro Professor que melhormentedeserope-
nhe as obrigacoeas inherentes ao referido
Empiego
Requerimento do Snr. Souxa. Requei-
ro que fique sem efivito a deliberaca da
Camaia tomada em Seasad de 5 de Maio
dei836 que estabeliceo dias certos, ede-
terminadospara as corridas, ficando es-
tes a disposica dos Fiscaes a fim de evi-
tar acautella que podera tomar os contra-
ventores que esperad as coi rielas nesses
dias certos, e determinados; cujo reque
rdsVhto foi approvado.
Hura requerimento de Felippe Duarte
Pe eir, e outros de Joze Pedio Velloso
da Silvana que o Pie.ideule da provin-
cia remetteo para esta Cmara informar
fui a commissaS do Snr. Barros, e Chaves,
que seachio encarregados de designaros
terrenos de Marinha que] forem conveni-
entes para logradouros pblicos.
O Sur. Procurador apresntou seo re-
queriunnto feiloa Assemblea l'rovincia!
em que pedia a contirmacaS da gratifica-
cao' de 2oo$ com o Despacho de confir-
macaO da dita gratificado' desoneran
do-sea fiador que o mesmo Procurador
havia p. estado em quauto nadossa ap-
p'i'ovada.
A jamara deliberou que ss ordenasse
ao Fiscal para que por ora suslasea con-
tinuacaS da obra al que o Exm. Presi-
dente resulva a final sobre a venda da Ca-
deia. Declaro que ni 1." paite da pro-
posta do''Snr. Veriador Fonceca foi ven-
cido o Se Veriador Sonsa.
Despacharas-se algonsrequerimentcs ,
epor ser dada a hora levantou-ae a Ses
Sfl mandarao' faser a presente em que
assignarad. Eu Fulgencio Infaotede Al-
buquerque e Mello Secretario a escre-
vi. Silva, Presizente, Barros, Fonce-
ca, Silva NeVes, e Sousa. *
CMARA. )1S SRS. EHADORrs.
Direito de peticio.
Ha pretndeme* to pertinaces, que
em tod'S as randanfas de miuisterios
reuovao' > requerimeotos que menor-
mente tem sido j iudefendos e quando
ch^gao' a perder loda a esperance por este
ld recorran enlao' ao pod^r legislativo,
fundados no direito de pelicao',. que nos
diremos ser as-im entendido a\ martello.
Os nobras senadores os Sis. Ve'gueiroe
Paula Souza, quesenpre se diiWiiUirao'
P'lo seu aferr constituicao*, s liberda-
, iles patrias e sos principios da ordem pu-
blic teto posto que rom variado aucces-
|et combatido constantemente no senado
ea'e exceaso as se sente j occorreu hurn cso destes, que
pastaremos a ex por aegundo as informa-
c6e que podemos colber, suppiindo,
com as rases expendidas em outias occa-
si5ea, a lacuna duJonut do Impeiio na
de que ti atamos.
Extincto o commissariado geral do ex-
ercito, a le conservou com mi largaos
ordenados aos empregados a%ome.idos por
aviso da secretaria de estado; mas nades-
lando neate caso Joio Morezi que apenas
tiraba huma qoareac,a5 do commisiano ge-
rol ogoverno nad mandou pagar Ihe os
seus ordenados, e insisti ueste deferimen*
te apezarde allegar o pretendenle adiar-
se o seu uome incluido n'buma relacaS de
empregadoi do commissariado escolhi-'
dos para iiem para o Sul, e qoe fora ap-
provada pela respectiva secretaria de'
estado. Depois disto, desengaado o Br
tendente de ser Hendido paljgovemo,
lecorreu ao corpo legislativo, e |p nos (0(0 damos sto por averiguado) que*
loi despresada a eua primeira supplica ,
purera be cerlo que a final obteve na c-
mara dos deputados a seguinte resolucaS-
que manda coulinuar-lbe o ordenado ne-
gado pelo governo* Joio Moreai, que
foi escripturario da extracta reparlica do
commissariado, est comprebendido na
disposico dodecieto de 3i de outubro de
1831. .
Pretendeu-se sustsntar a esoluco to-
mando por uomeacio da secretana de es-
tado a autorisavio para a partida de Mo-
rezi com outros para o Sul. Respondeu-
ae que a denignacad deaei vico a hum em -
pregado qualquer preaopponba nina no-
meacio anterior paia empiego e naft po-
da mudara naluresadeata nomeaca; mas
que na5 era mesmo preciso perder lempo
1 om o exame da questad neate sentido,
huma vez que en evidente a incompeten-
cia doaeoado p ra resol ve-la no que u-
surparia attiibuiges ao poder exeuutivo,
cuja independencia davia respeitar. Em
vetdade, sao duas cousas muito difieren-
es, o poder de fazer a lei e o poder da
apphc la aos fados. Se o govemo annul-
la huma lei, destre a independencia do
poder legislativo 5 se este aonulla huma de-
cisodo governo que applicou a le ao fac-
i, n-o destre menos, nem com menor
vio'lac -5 da comtitoicaS a independencia
do executivoe em ambos os casos teietaos
o despetsmu ou de hum ou de muitos.
Se quizermos respeitar o hiatema constitu-
cional devemos respeitar religiosamente
huma das suas ba;es esstnciaes qoe he a
diviso e independencia dos podeies poli-
ticos, consistindo esta na irrevogabilidada
dos seus actos por outro poder. Os podi-
resd'evtm iofluu'-se reciprocamente mas
nao deve hum dominar sobre outro. A
cunstitoicad permilte huuaa poderosa in-
fluencia sobre o governo^na accusaca5 e
julgamento dos ministros da coroa oses-
tilos parlamentares lem admittido as ie-
commendaves e o ti o meios indi'er los
n.i faltad n'bum governo representativo
para conter e impedir qaeaquer exoibi-
taces ministeriaes. Para que, pola, ic
anda adiante? Sa comecarmos por anni-
quillar a independencia do poder executi*
vo, passar-se-ha depeis a aonniquillar. a
do judicial io sem cunmeller-sa raaior ex-
cesso porqu; a sua independencia he 1-
Em favor da outra opinilo reconhecen*
se a independencia dos poderes polticos %
porem ; disse-se que couipetindoao poduc
legislativo o direito de interpretar a le,,
piidia este dar-lhe huma iutelligeucia di-
versa da que o governo Ihe dera na execu
ca5 e que aasim a da. i ao era alterada
constiloci nalmeote, preteadendo-ae que,
na bypohese sugita nao se f do que interpelar, e que vanoi prece-
dentes havia desta natureza autorizado .
nao s pelo senado como por todos oa
ramos do poder legislativo. Negou-se tam-
ben que se desse a mesma razad no poder
judiciario porque a respeito deste estova
estabelecaja huma escala de recuisus para-
reparar-se qualquer iojustica quando do
governo nad havia recurso alguin o que
obrigdi ia o cidado a s. ffrur sem remedio,
sendo intil e illusorioo diieito de petica,
que ta ala- huma das maioies garantas
dadas pela constituica. Responden se
que a iuterpr tacad lem a mesma nalure-
za o mesmo cara/'ter da lei nad con-
templa nad designa individuos, enuncia
o peusamentu da ri ero termos mais cla-
ros e por mais que se restrinja s cir-
cunstancias que molivara a duvida s*m>
pie se exprime em termos comprehensi-
vos de todos os individuos que utllas se a*
A
MUTILADO



DIARIO DE PEINAMBUCO,
5

t
j
i
charem : que senaria duvida na lei que se
pretenda interpretar, o senado nao liriha
derefeiir-se a Moreti, o seu nom era
huma .upeifloidade, a questa pira o le-
gislador nad deria Ser pessoal, mas devia
ter por 6 a nicamente definirs circuns-
tancias em que segundo'a lei cu-npiia
continuaros ordenados aoi einpregads do
es.tim.to commissariado, qual fosse o seu nome de haptsmt*: que se ex-
phcassetn estas circunstancias, se explica-
ban era necessaria e que se parasse ah
deixando*se a appl cacao da lei d-sim expli-
xada ao governo a quera exclusivamente
competa decidir se Morezi ou qualquer
' oulro empregdo alv.\ ou nao dentro de
taes circunstancias,- mas que a reso1uc?d
nao fia isto saltara as fuocedes do le-
gislador e exercia_an do governo ; nao in-
terpretara nao explieava em que cir-
cunstancias deviad continuaras*) os orde-
nador aes emprrgads do extin tu com-
niissariado, disia que Morezi et>t compie-
heudido nodecieto de i83i; applicava o
decreto a hum individuo em sentido coa-
t ai o applicacad feita pelo governo,
e revogava huma deei-o do governo
a* hara dunda na inteligencia da lei,
deixava subsistente a mesma durida e
que assim Lua oque nad Iho era licito fa-
zer e oa6 fazia o que Ihe curapiia faser.
Ou.intoaos precedentes que se allegarais e
que infelizmente tem bavido, justo he di-
zerem honra do senado que, se alguna
negocios tem decidido menos rtfl ctida-
ment* no sentido da resoluvad relativa a
Moren', ootros tem j regeitado depoit
de longos debates nem admira qie o se-
nado teoliaem nosso lyrocinio competido
erros, ms grave fra a sna responsabili-
dadeem coulinua-los depois de conhec-
dos: menos anda devem admirar erros
desta natureza, qu.ndo elle tem sido em
corto modo promovidos desde longo tempo
pelo mesmo governo. Na5 podemos,
com effeito deixar de reconhecer que talvez
anda nao tenha harido bum ministerio
que, conscio da sua forca e firme em seus
direitose deveres, sus'eutasse com inde-
pendencia e eneig-d a dignidadedo poder.
Emhora dera atribuir se esta marcha
menos ao carcter pessoal de alguns mi.
Distros que ao imperio daa circunstancias
nao be por i=s-> menos verdade que teme'
rosos da responsabilidad* tem levado s
cmara ruuitos negocios que Ibes perten-
cia decidir, alienando assim espontanea-
menteoexercicie de soas attribuiees e
n a Um aconselhado a negativa da saoccad
a actos legislativos que as offendessem.
Nao si5 os precedentes abusivos que de-
vem servir de regra. Posto que o senado
seja por sua orgenissead destinado a re
presentar o presente e o passado, para
moderar a ctleridade do movimeoto poli-
tico a representaCaS do passado nad deve
comprt-hender os abusos que ferem a con-
stituido, e menos deve apioveitar a 1ra-
quza do governo pata degrada-lo da ca-
tegora que Ihe compete p^la mesras con
stituicaS. Seelleexoibitar, nad faltan
meios para reprim lo ; mas se quiser ser
f.aco, o senado nad deve arompanha-lo
om suadegradacao, antes sim obrga-l a
aer forte. He do primeiru inleresse nacio-
nal que os poderes obrem livrem.nteden-
tro de suas rbitas sem ultrapassa-las ,
porque s por este modo semaoteioe
quilibrioqoe sustenta o ooss tystema po
liti-ojBBM sealo deve empriia"r todas as
yioaa flli era sustenta Ib, O argumento
dedutlWda semalhaoca do poder jadcia-
irid nao foi nem poda ser derruido. Ne-
caja-lo, he negara cathegoria igual dos
tres poderes polticos ka desigualar o qua
a eonttci6 creou igual. Allegou-se
que no poder judciario ha huma escala
de recursos para reparo de njuslicas e
no execulvo nao. Sid duas a-sei ces in-
exactas, eque nada poderiab concluir,
guando verdadeiras fossem. He' huma
verdade qu nem sempre ha recursos no
poder judciario porque alguna negocios
omeca ese n timad no tribunal supremo
de Jdstica. Tambera nos negocios admi**
nislraiivos ha recursos quando n,5 com-
jad peame os depositarios da suprema au-
tond.idt-: lecmsos lia dos presidentes de
protiticias, commandantes de armas,
inspectores de thesouraiia* cmaras mu-
nicipaes e de todas as autoridades subalter-
na, muttas voses at com intermedios : a
differenca consiste rnente era terera os.
proce8sos formulas mais expeditas, como
couvera natureza de taes negocios. Mas
quMilo existisse a dessemelhauca que er-
radamente pretendan inculcar-se ua dis-^
cusso seria ella bastante para derer mo-
difcar-se a erastiluicad ? E em que pon-
to? Ne seu principio regulador (*r-
.tgo9^), coeixo, sobreoquil rola to-
do o tatema constitucional, a divisiodos
poderes Releva considerar este ohjecto
com toda a circonspecgaS e roadureza.
Logo que o corpo legislativo se attribuir a
faculdade de revogar os actos do governo a
pretexto de intelligencia de lei, te> con-
fundido a divisad dos poderes polticos e
ab.orvidoo exerutivo. E quera eslorva-
ri depois que absorves.se o judciario ? A
diffareoca entre bum e oulro est unica-
menta no objecto do seu exarcicio : am-
bos applicad a lei aos f*ctos, a ambos be
inhertnte a resporisabilidade j ambos sao
delegacas da rucad o ndepeodentes pala
constituicaS. Se o corpo legislativo che-
garaestabelecer como principio a facul-
dade de revogar, attolo de interpreti-
ca5 de le, os actos de hum poder nao
curar certamente dep s da saber qua|
"ja eate poder. Ou s.j. que 0 gov.no
etitsudeu mal a lei na apploaca que del-
la fez a hum facto da sus competencia ou
seja que o poder judciario entendeu mal
a le na app|,caC*6 que della fez a hum fa-
cto da sua competecia, o principio de re-
rogar por meio de interpretara compre-
hende ambas s bypolh.ses. H^ bem ver-
dade que, tendo havido invases desta na-
lu.eza no poder executivo, tem se res-
pailado o judciario talve^ por ter m.i,
numerosos defensores. Qando afWin.
blea geral qui7. pouco Uf| f> ha er
a in.qu.d.de levoltaote de huma sentenca ,
respaitouojulg.doedea, porque podia
dr, o que a sentenca baria tirado. Po
rem, sa convertarmos ena^priocipio a fa'
euldade de revogar os acos de hum poder
independenle a ttulo ou pretexto de in-
terpretacad de lei, finlula de que se
tem usado para annullar alguns actos do
Oder executivo applicar-se ha s sup-
po^las victimas do poder judciario, Jogo
que elle nad fiver as cmaras legislatirs
tadstrenuos defensores. AHegou-se tam-
bara X>dira.to depeticad. Nad ha hum
argumento que nos pareca tad frirolo .' O
direito de peti9ad nad augmenta a esfera
do poder a que se recorre. Uflicta-se a-
lem disto as absurdas e terrires conse-
quencias do falso raciocinio empregado pa-
ra Uncar o poder legisla tiro fora da sua
rbita. Argumeuta-se que o dreito de
peticao ao poder legislatiro lie garantido
pela constituicad e ficara intil ou seria
mesmo ilusorio se a petiead oad fosse at-
teudida, quahdo se reoaobecesse justa.
Osjque assim discorrem econcluem ser
necessaro emendar alguns actos do gover-
no para fsser effectivo o direito de pati-
Qao devem concluir com a raesma lgica
(a nad quererera huma regra para si e
ootra para os oulro) que recorrendose ao
gorerno contra hum acto legislaliro, ne-
cessaro he que o gorerno o emende para
fazer effectivo o direito de petiead e se
nad estirerem parcialisados em faror do
peder judciario had de concordar tam-
brmem que os actos disto podem igual-
mente ser emendados tanto pelo poder le-
gislativo como pelo gorerno, todas as re-
zes que contra t*es actos se apresante hu-
ma petiead. Nad dar pois om pregar se,
para augmentar o poder legislaliro, hora
augmeuto que fcil he empregai--e para
destru loe fazer do syjtoma constitucio-
nal a Torra de Babel. Assim o poder le-
gUlativo, como governo devem attender
ho direito de petiead, mascada bum,
dentro da esfera da suas aitiibuivdes, e
quando o negocio transpozer essa e-fera ,
dovem dosaittnde-lo. !) hum podec su-
premo e indepeudente nad ha recurso; he
indispensret qua as cousis humanas te-
nhad bum termo. Se por ventura se re-
cea que a ultima decisio da hum poder se-
ja injusta, pode igualmente recear-ae que
o recurso para) outro p der seja hum meio
de Calcar a justica: tanta pos-ib. .d^do se
da de errar em hum quanta em outro ,
po$4o que cada hum julgue mais favoravel-
menta de si.
A pretenfad de Morezi teve poucos vo-
tos a favor, cutas quejaudas tem sido
regeitadas. O senado parece decidido a
sustentar em toda a sua pleuitude a di-
lisio dos poderes polticos.
(Do Parlamentar de a2 de Julho.)
CORRESPOFDENCIA.
Ssnbores Redactores Quera as roins
maiihas tero, tai de ou nunca as abando-
na ; e mormente seamanha d lucro, e
se vive ii'buin paiz onde cada hura f.z
o que quer, gratas... gracas nio sei a
que.
Sabem Vms. que ebegou ante-hootem
hura Pataxo de S. Matheos carregado
de farinha dn mandioca ; orasabtm Vms.
tanibem que nos temos Gemetras, de
barriga, isto he, calculadores (o habis
de fume, que adrinhad o* calculo a fo-
nje de fariuba aioda quaudo esta em pro-
balidade remota : isto posto, saibio jun-
tamente que o Director Lente Decano
deste Collegio, be o grandsimo Perne-
ta celebre ja as paginas do seu Diario, a
o mais esfajm do Abutre de faiiuha da
tena. Este prembulo ja indica aos
bons entendedores, que sucia do Sa-
nhor Perneta quer abarcar, ou ja abar
coo, afdiinhado Pat.xo para os custu-
ruados fins da caridade philantropia :
sim Senhores, ob o Smhor Perneta e
Companbia so muito humanos; e tanto,
que taubem se soppoem (por exemplos
passados) que elles venderad tres qnai tas
e meia por hum alqueire, ficando a meia
quarta para dar de esmolla aos pobres. O-
ra isto h-que be ser Christio Nao ha na-
da mais favoravel pobresa : quem quiser
farmba, e for pobre ou ti ver pouco d-
uheiio nio ae aflija, v a ra do Colle-
gio ponba-se porta ou defrontede cer-
to armasem e vera* sabir saccas e mais
sacas, como almas que sabem do Prgalo*
rio; depois desta observacio, se nao t-
rer enchido a birriga cora ver so as sacas,
entre dentro, peca huma moleta para
voltar arrimado nella para sua cana em
razio da Iraquesa da fome ; e se morar
as cinco ponas ,.quando passar em cer-
ta casa diga Aqui fui Troa (*qu
morou alie) o homsm que vende sacas de
faiioha capadas na ra do Collegio de
sociedade com o Doutor Perneta eComp.
qua Dos guarda para os entregar ao Da-
bo em tempo oportuno, dice,
A Dos Senhores Re tactores : nos va-
mos bem de ouvir, porem de prorar
muito mal Sou &c.
O Pao da Moleta.
A V IZOS D J V JO K SOS.
aTir* A pessoa que quer fallar a Joio
R- ges, e a sua mulhcr procure na ra do
Cabuga* Loja da Orives de nunoul Anto-
nio Gonsslven.
W Precisa-se da hum hornera forro
ou ou cativo que seja bom canoeiro:
ra do Cabug D. 4*
Quem annunciou querer filiar com
M.iooel Jos de Lima, iilho de Jos Fran-
csjo natural de punta de Lima, queira
ir a ra do Rangel casa terrea D. 28.
tBer* Deseja-se fallar ao Senhor Joo
Pedro Guilherme Q'iinta : na 1 ua da Ca-
daias Velha do Recife loja de Joaquim Jo-
te de Mello para se Ihe entregar huma
carta viuda do Matto.
Deseja-se fallar uesta pnc ao Senhor
Hiplito Joze da Silva ou quem suas veses
fi/.er a negocio de sen int rece: pra-
cina do Livramento loja D. 22.
X^ Joio Mara Seve, f2 publico que
elle b Senhor do Cilio denominado S.
Jos do Rio direito, cito no esquerdo Co-
marca Limoeiro por amigavel corapo-
sqo que fez com a viuva e- herdeiros do
flnado l'roprietaiio Jos Bai bosa Dioiz, e
como quer vender o mesmo cilio, que
tem mil bracas de fente e huma legoa de
fundo, coberto a maior parl de maltas,
o devida em dou ou quatro p-d eos para
maior commodidade dos pertandentes,
tendo muito boes ierras de Algodi :
quem o pertender pode ir atrsetar com o
seu dono.
VF* O Sr. Filippe Paes Brrelo pro-
cure com brevidade urna cuta vinda de
Fgaeiras; na Boa vista ra da Con..i
cao armasem de Sal que se acha em po-
dar de Vicente Thom >z de Carvalho.
W1 Quem annunciou querer com-
prar huma caba que d meia gar-
rafa de Leite : dirija .se atraz da Igrej* dos
Mrtires ras'de trz portas verdes.
-aV Pieciaa.se filiar com o Sr. Mano*
el Maluquios de Soma Freir, morador
que fui das P menleiran e hoje desta Pra-
9a : queira aoouocwr a sua moradia.
JuJ1 Piecisa-se de una ara.t que tenha
bom bastante leite, pagando-sa bem:
na luaua Ciuz n. 56.
iTJSr* Alluga-se huma preta que tem
muito bim leite: quem a pe tender den*
ja-fe a Foia de Po' tas a tratar com Joa-
quim B-ptista dos Santos.
y Deixa te de vender gurdente na
venda que t. n na Cidade de Olinda nos
Quatro cantos Juaquira F ----- As pessoa que annunciarad quere-
rem d nfi. iao a d a contento, der ja-e a piaoa da Boa vista
D. 7 que dar-se a hum e meio.
^ Qu^mquiaer dar setecentos mil
res a piemio .onf'.rme sepodtr ajustar
Com boa firaas cu hipotecas dirijo-* a
loja de Herculano Jo de Freirs que se
dir quem precisa.
Ks> 0> Senbores qua se quizercm di-
vertir em humotimo bilhar e Garaad,
podem derijr se a ra Direita Sobrad
D. 20 lado direito no i. andar onde
acharad todos os peittnces no melhor
asaeio pssivel.
WP* No da sexta frira prioitira de Se-
tembro peante, o Sr. cutor Juiz da
PrimviraVra do Givel, lem continua-
cioe prac* dos bens pinhorado a Joaquim
da Fnseca Soaias da Figueiredo de no-
vo avahados os quaes sao : urna escra-
va da Costa por 20cJo00 r., portas e
jane.las de cosladiuo do amarello, o car
uoas abertas.
ttP* Qoem quiser dar 800^000 rs. a
premio de dois por cento ao roez, por
tempo de um anuo, e dando-** firmas a
contento; quera os quzer dar annuncie.
jrjr* O abaixo asaignado instigado por
repetidas annuncios que tenho luo no
sen Diario debate da firma de Ignacia Ma-
fia Xavier raspando a esta S- nhora fa-
sendo ver ao publico, que falso, oque
ella tem aonunciado, o pelas mesmas es
cripturas que ella cita ser beuhora da
iitiha propnedade com e-tas mesmas
mostrare o contrario no Tribunal com-
petente quandofor para isso chamado.
Jos Rodrigues d'Oliveira Lima.
IHs** Da-se 600,000 a 700,000 rs a pre-
mio, com hyputheca em alguuio casa, c
fimas a contento: na praa da Indepen-
dencia D. 16.
jrjj" abaixo assignado Tabel.o V-
ctalieo do Publico Judicial, Notas, a Escri-
vio do Crime e Civel da Comarca do Rio
Formoso deata Provincia faz sciente a
respeitarel publico qae existindo eat
seo carptorio um libello laico, piocessado
em data do anuo de i8i9, em utos do
finado Jos Antonio Lpez contra o ti-
nado seu genro Jo-qunu Rodrgues da
Silva, e sua mullid; D. Ma id Juaquiua
da Silra hoje casada con. Antonio Ro-
drigues Vieira laud de se proceder
um exarae em ties autos, e piotoeollo das
audiencias que serrki no uiesmo nnno
nesia ( id. de por all noexistirem Escri-
raes suficientes para o mesmo ru>to que
tendo nicamente 4 dois derio-se de
suspeitos, a os outros ao empedidos:
acontece que o Glho tfeste finado de uoma
Joze Antonio Lpez, leudo cuncorrido
11.uito de pi oposito para serera os ditos
autos molhaeos no Rio de Ipojuca com be
publico se atreresse a sobornar a meu
escrevente Alexandrioo Filiciano de Santa
Auna para me apanhar, e dar fim ac mea-
mos autos, e Protocollo com proineti-
mento de 2oo palacdes, um carado de
estribaiia urna parte no engtnho Paca-
rira letra franca para esta praca ( talvez
para o Erario ) dois pageos Bin a lus par*
o conduzrem para o Recite ; e 6rulm n-
te urna carta para o Exra. Sr. PiesiJeote
Cam^rgo para o admiciir em algum era-
iP"gJ pobli'O vago, comanlo que Iba
entregasse o seu tbeaouro desejado para
melhor poder vencer o lab -Ho, qua se Ihe
vai propi ( na forma do costume .' )
Ora se o meu escrevente fose d< s que ella
procurara e (ue me fosee infiel, como


4
Bl 4RI0 DE PERMAMBCO
mu mi 111 nanii
nao estaa boje o mea crdito bauido nes-
ta Comarca ? E qual seria niiuha solt?
A mesan Jus uitu anteosles Juaquim
da Coso An uda e Mello Christovio de
Mello e Alouqueique tjue por coucone-
rom para tal Velhacada liados as lerias ,
IrToloo promeitmentos do tal Sr. Lapez
?ora.j sumai iados presos, e por liin fi>
caiao cora o seu creuitu abaud mado para
aettipre e inda boje chorad ( como ar-
repeudidos ) a ;u. muerta e paia que
o pspeiuvm publico cunbeua quanto o li-
to Senhor Lpez hera man amigo e de-
zcjdta oa uieu augmentes. Vlanocl Au-
touio Coelho de .veia Jnior.
ft^ 0 Secietaiio da S dedada Apo-
Iiiim convida osS. cosda niesma para se
rcunirem h< je pelas 6 hora da larde.
99" O Advogado Joze V\lez de Gue-
vara. mu Jou sua re den ia pra a un
largado Rosario eoi o p> inu-no indar
do peuultimo sobrado a voltar pata a ru
do Catinga.
Jty I-'f an tsco Manuel da Silva Tavsi a ,
faz guente q' cumprou a Sabio tJott) Vau-
na ( mostr terreno ) dois essravos de
uoiues Jaaquira, Jacinto arnbes de Na-
ci Bengiiela o rom prim ipio do mea-
rno oficio da ferreiro, cujoa c;lo trabalhun
do na leuda do dito St-bino por aluguel ,
o que Hervir de gove no a quea couvier.
JV O ab 'i no asslgnado laz cenla a o
Yespeitavel publico que pretende vendar
la -ua parle que teui na casa sita na cara-
boa do Careno D. 12.
Je o da Furmcj Silva.
*" 43>' Prec-arse de um humera portu-
gus, ou brasileiro pa>a ceixeiro di* uta
eslibelecimeiito cesta praca < que ae sii
gite a qualquer trabtlho que se fitir
mistar em o mismos eatobeteoiuaento ,
dando fiador a cui conducta ; tiu a roa
de Ploi entina da paite do noite, im a
penltima casa.
WJT* 0 proprietaro da casa terrea de
vidrassas depois do varadouro da Cida-
dedeOlinda, houde assistio o eslodanle
du 5.* auno b.-arques, sendo a queii a-alu,*
gar declara a sua raoiada.
y Rdg-e aos Si. Sub-f'r feitos ,
dota s ni iis Comarcas, Authoudades
Policiaes peasoas pai tiv ulares que s u-
Denm un v rm um muleque de nome
Valentina, cacao costa de 1.4 a i7anuos
de idade e coui os biguaes seg-inUs : cor
pi tata, coipo aecco altura proporcional
a idade, cabaca e uraiha paq^eua, olbcx
grandes a abugalbados e maioj veig is ,
naris 111..1S a:a lo do que chalo boca sb-
cudada di.ul s a caogulados pescoco
comprido paito ouvado uiios e pas
proporcional peruas tina. levou vesii-
d eioula da Igodao iiitransndo e )*
qoeila de rrscadinbo, suppui-ae e&tar
uctado, o qual ds^aparectu em 10 de
Abril d Crrente auno o mande pirti-
dar e lev.ir atraz da Matriz da Ua vi-la
egunda caea a entregar a M noel Eiias
de Muura que gtainicro' generosamen-
~TW A |is.oa que precisa da 600,oo-;
premio, outra de u5->,i>oo, dirijia-
sea esta 'J'yjjegrafij.
LEILAO.
a
BaBBaKBIBBESmHBaEZESmBBB
o que teui excellantes commodos por'e sa .1 ca por umeberavo q' ntenda do servico
dirigir aos'coueigualarios, Lenoir Besuchet do campo; quero pretender ssj negocio
&Pug t.
Para Lisb.a
No da sat|rfaS2 de Deeenbro an
meio dia na peca do Coinmercio, qoe
iaz Joad Xavier Carneiro da Cooha de 200
palmos de terreno no beguimeoio da ra
da Auroracom os fundos at a roa do !!."-
picio furenot a Capella n Senliora da
lonceici da Boa-viia, lolcs 9 aoo pal-
nio ou devedidoseoQ sinco <>rUs de 4*
palmos rada urna e mais ouli u Ierren >
le 200 palmos defiento na roa nova do
LuiZ d > Reg com o. fundos ate a estra-
da de S. Amaiinho, fdieuos a Man.,el
Luiz da Vaiga : lodi estes aldrament -a
stae feitos p^r escripturas Publicas, em>is
q mIion casa nova, no principio d. potito
ci'Jhoa 'in caniilio de 4 rodas e urna
jiarelba de cavallo?.
KAVOS a carga.
Para o Havre
r ^" A Barca Franceza Mediis, sa-
JiSr* infalltvejaienta al o dia i5 do cor.
ieute, (|'ieai q'iser tomarpassagein para
%5P" Sahir brevemente o Patacho
Flor de Lisboa, novo e de primeira via-
i'cmi por I lie faltar pouca carga e tam
buii hons commodos para passageiroa ;
os pretendeutes par.: carregar 011 hir de
jiassagem : pode dirigir-ae a ra do Vi-
ga rio casa u. 8.
Para o Arioaty
*F9* O multo veleiro Patacho Mara
Luiza loiradu e cavilhado de cobre; qoeoo
uelle quiser carrejar dirjale a bordo do
nd.mi, uu 111 ra do Livraumulo nu-
mero 2>.
COMPRAS.
8^ A CoDstiuicio do Bispado annun
ci vu a fallar aoto o l'adre Bacalbau.
,.j,vy Huma negia que seja moca e que
ttmi>a fioni e bastante lai'c comciia, ou,
-em ella |)ai;Hinlu-e bem : oa ra da
Ci u caza 11. 56.
VENDAS.
Utr On. i5 do ECHO da ReLgia e
do Imperio ; u. 57 e 38.
%(T* Listas dot nmeros premiados da
Lotera a favor das ubias de INo.ssi Se-
nbora do Livramento a 4" ies segu riles : Ateiro da Boa-vi>ta Boti-
ca de J.ajLiiiii Jos Moreira D. 4 fia-
ca da iu i pendencia loja da Livios nume-
ro 7 e iti, ra do Livramento loja de
encadernador D. 6 ra do llosario is
treila loja de rniudesas I). 34, i'ua do
Cblt-gio Botica L). 5, no Recifd ra da
Croa p r detraz do Corpo Stnto venda
numero 32, em Olinda ra d Mathias
b'erreira numero 4o, e nesta Tipogritn.
Os Daslnbuidores do Di rio tambem as
vedem. Km todos estes lugares nenio se
a veuda osuumeros p-euiiadosdo primei-
ro dia al o> saludos liontem.
yjT" U:n sitio prximo a esta Cidide
coj dislaucia nao excede a humquario
de legua f-ixado lodo com cercas de li-
rni. muito boa casa de vivtnda com
commodob para urna grande familia, io-
cbeira e esiribana para quatio cavallo,
tem roaisdesuleteuioj ps de laraugeia-.
detmbigo, e seleta : quetn o prender
dirija ae a b a vista sobrado D. 16, advtr
te ae que o dono, nao s o vende a di-
nbeiio a v sia como a praso, com boas
fiuiias a contento, ju j:oi lio a em casas
ueste Recite.
----- Oa airendft se 11ra sitio na estrada
do Airaial coro casa nova de tqollo, toda
envidi acada cual duas salas dual aleo-
vas, dvis quarlos, airaz co2uha for.i,
caza para preto>, esliibaria para tres ra
vatios, quarlo para felor, tudo cora
cuaimunica^a por dentro da mesma c*z ,
trente .i sitio loia cercada de limo da-
zentos ps de lai-an^eiras novos, muitos j
euxertados outras muilsearvores da fru-
tas duas mil covas de mandioca e ma-
caxeira cercado para oito vacas de leite
ndependenla do pomal, eapueira de ti-
rar leubo: no ..lleno da Boa vista, lofa
nova de SeUiro.
Q^> Hucn esciavo de nac' Angolia de
idade de 28 a 3o anuos pouco mais ou me-
nos bonita figura, ptimo paracarregar
palinquim por ser pos-auto, gariha-
dor de ra e de canga e a vi-la do c .m-
prador se diio os motivos da tal vm1 :
na ru Direila I ja decouros junto a Igie-
ja d Teico 55, que abi se di queui
Vi n Je.
6^3> Madei as, lijlos de al venara
(roasa diiode ladnili, dito de tapa
annuncie.
jrj Sacas de farinha e da arros por
a tacado e nmrtlho : no heco hr0o da
Matriz de S. Antaoio n. 6.
sy A Biblia a notada pito Padre An-
tonio Pereiia de Frguaireuu coro 23 vc-
lumes, e juntameule a 11 storia dawPurtu-
gal por Mr. Lllede ; cora 16 vmums:
eru O nd ra de Mathias Fon eir ca-
ta u. 4o.
IV Rap prnecia de Lisboa, por gros-
so omitido, sacas de Faiinha do Rio de
Janeiro : na praca da Boavislo veuda De-
cima 9.
mbj Um jigo de bancas de condui ,
um tocador de angico um viola de mu
boas vo/es eumaX'pade Perro com o
seu compft>'iite cadado proprio para se-
curanca de urna portada loj* u venda :
na ra d' Aragio toja de miudcsas.
ty Uro oratorio grande de Jacaranda
obra de muito boro gosto com diferentes
imagen* : na ra da sanzalla velh* ven-
da da quina do beco'do porto dks canoas.
jrjT' Uma loja de Fazeuda cora poucos
fundos : na ra Direita 4i.
%ry- Uma negra de 15 anuos de idade ,
cozinhao diario de uma casa, engorama
h'111 e lava de sabio j o um muleque de
i6anucs de i^ade, com principio de ca-
noeiro hora pescador ; na ra de S.
Trieresa D" 27.
VJT Uroa negra dogenlio de angola ,
Ba'ie lavar da sabio e barrella e muito
boa veodedeira de rua'de qualquer coiza :
turo da idade 22 anno< pouco naia ou me-
nos os pretndeme dirijo-se a ra Direi-
ta sobrado de 3 andares por cima da boti-
ca de Ignacio Neri da Foncera no segundo
andar D. 11, na mesma casa a cima tarobem
vende-se uma escrava croula com iJade
de 18 a 2:1 auno* sabe entonar coser fa-
zer rendas cozinha bem e tac doce e lava
de sabio.
10 Aznite doce a onada 2721a gar-
raffa 38o nua-ardenta ''" Bsiuo iGjo a
i'.inalfi 24o i-spirilode vnho 24'JO a gai rafia ^00 vinbo de PRr i56o a
g.rivlF.i 2oo diilo do pacto siii-euor 1600
a garraffi 200 dittos fi-^ueira 1200a garra-
fa 10 > dittosde outros autores 960 a garra-
fa 120 paios pie/.untos ibousso locinho
de Lisboa 1 h perrolla a i.son em ca-
Kaa de 2 libias dittos issou a libra i/ > e
em csiia de 6.a i3 libras i3oo e todos us
mais g-rieros por preco commodo na
rua n -va I). 2.
6^* Uina negra bonita Ggura bo? qui-
tanoena refina assuor e taz doces lava de
.abioade barrella e fas todo o servico de
urna ca-a : na rua por detrs dos Marliri
os 13. 29 a vi,ia do comprador se di;i o
uioliVo porque se vende.
try felUs de (uaras pernaj encarna-
das proprias para flores ou avses de figuras
ro qualquer porcio na ca.-a da esquina da
ruados taoueiros n. i2 segundo an lar.
ynt" Uim ne,i iiiH- da i5 aunos uma
molalinha da mesmi i Jada e outra rio -
grinlia da 12 anuos lodascom pi imtip o de
custuras e engommado: no rua Oireit so-
brado D. lo pegado ao sobrado do fahciJo
Je di l'enlia.
trjl Um negro de nado bastante alto
e de bonita tigira com ib anuos de idade e
sem de feitos famozo cauoeiro e para todo
o servico de campo na rua do Punge! D. O,
WkV" U'ii negra com i iade de
35 a 4o an nos a vista do comprador se dir
o motivo da venda: na rua do haogel D. t
ESCRAVOS FGIDOS.
Fu;o em 28 do cbrente iim* ne-
gra craouiade 1 la e 25 a 3 'anuos bas-
tante alta e i heia do corpo nastante barr*
guda boie.es grogos com un ledo da roso
ment, olenas, tudo em porcio e ar- | direiia a leij do iev.iu vellido Oe rnada-
retalho : noarmasem de Doroiugos Jo/.e
Houngoende Azvedo na casa nava di
juina da tua das Floren que est era cai-
Slio.
t^gi i2cazaesdc bombos mu bous ba-
tedoic-., e da supeiior quaUdade: na rua
das Mores na Typografia Fidedigna se
dii quem he u dono,
*tSfT Um* esciava de naci moga, e
de boi figura lava polio o panno da coala azul cum um par de
lOzetasde pedias as creabas, j< muito
sujas cuja negra se chama Lu/.ia e d 9 su-
das Ala.os a mesiiia se Um encontrado
na rua do Kengel e ribeira quem a pegar
pode levar ria rua nova loj D. 10.
8^^ F'Jio no da 29 de Agosto passa-
do umpietode nomo Jos, allayile da
ida 10 de 3o anuos pouco mais 02 |menos;
botante ladino > qual ba de altura oidi
mida *i serT90 de falo taraliem fe tro. j naria, bofaotepreto, meio calvo qwebrid ,'
lovoii vestido calsa e jiqueta de lilla preta ,
os apprehendedtres o levado a caa de
Francisco Autonio de 01ivei atterro da Boa-vista ao p da ponte que
serio bem lecorop nudos
ejrlp Fugio uro pelo de Dome Benedi-
cto de uecio boa estatura rmn um
brinco era. onia orelba com o luci de
pedreiro o uual eslava alugadoa Ignacio
liento de Ltiol.i a pe^soa que o pegar le-
vando a casa do me.-mo na roa da Peuha,
por cima do eac ivo das Hy pothecas, sei a
1 ecou. pensado.
V3>" Auna creoula j (aJe de 4o armo
pouco mais ou meo s com os signats *a-
guini.es : bastante'alta, nao he muito ma-
gra quaudoania he muito devagar, <
tem btanles ini ugasno rosto por cau-
7.a da idade fugio no da 3o do crreme,
a pi.s:oa que a |>*gai leve a rua do cabog
luja de miudezaa D. 3, que aera' pago do
seu.trab'lho.
/JT- Um escravo ladino por noraeJo-
quim da le 28 ou 32 aunos de nac-ao
lg estatura, e corpo or Un ario cor lu-
la a pezar de ter 10 ou I2 anuos de tar-
ta tem a falla a ti a pal liada como ordi-
nariamente a conteoe es uegroada rosta ;
ja fo da S'-nhoi a L). Bai liosa Francisca
Xavier de IVlattosfYJadurura, ex-mora Jo-
ra em P01 lo Calvo P. ovni, ia das Alagoa- ;
dezapareceu. da Casa do seu Senhor o Cn-
sul Ioglez em a os 10 de Dezembro anno
p. p. coro todo bouve" noticias del'n a.the
FeVreiro do pnzenteeuno, de estar ao p
do (,'jiu r.giln.-: osaprebeudedoies le veni-
no em casa de Joze Cumien praca do
Corpo auto que gratificar com 3o$
rs.
WV Fugio no dia 27 do,co rente n e.'.
de Agosto o prelo Grigo.io ciioulo idade
2i anuos pouco mus 01 menos cor tola
estatura b*ixa < he^o doCnpo,.e lera
pelas Co las bastantes ccalrizes; levou ves-
tido calsa, ejaqueta b.anca: osapprehen-
dedores lerem-u a rua do Colegio D. 3 que
sci bem recompensado com generozida Je.
tija t'ilippe naci muasambique de
dade 4oahuos pouco mus ou menos alto
seco do corpo, peinas tinas, olhos peque-
nos bem barbado tem 4uns cabdinhos
hrancos na testa u I j comprado nesia
priesa a F=levio da Cuuba Me dei Azeve-
do;; fugio em 28 de Juiho p. p, d<> Enlie-
nho Caxoera junto a Vdla de Goianna ,
do Teneole Coronel Ludovico Fraucisco
Csvalcante : os apprehendedores levem-
110 ao dito engeuho 011 ua Pra<;a de Pr-
nambui-oa oaa de Joze Antonio AI ves da
Silva, morodor nasBaneiras no. bairro
da Boa-vista ; pois qualquer das partes 1
serio genereunenU) p*go.
&3)* Fugid no d'\ 29 do pa sido huro.
Moleviue de nxmje Faustino idade de i4
a 16 anoos pouco mais ou menos Com cal-
dca 1 carniza de 1 Loado, e suspensorios
pintados, temi de signa, s a caa t a (ba-
da f quem o p-gar'leve o a loja de Jo
Antonio de Magalbies Bastos etc. C., a rua do (hieimado D. |4 lojs de ferra-
gus, que sei bem recompensado. '
f^ja No dia 27 do pasado Agosto
fugio buuia osciava de nome Bene-
dicta, a qual levou sais preta, pao da
cola a ae tudo pode mudar por levar
sobreseanles, e he oheia do corpo: quero,
della ti ver 11 .ticia, e os Capities de campo
1 Vem-a ao pateo de S. pjdro D- 3, quev
stao ecompewiados, e |ii otejta-sjaJ|7.ar
de iodo o rigor da lei contra quem 1 Mee
om so poder.
-'' "^ ^
MOVIMENIO DO PORTO
Navio jahid > no dia 29
ARACATY ; Sumtca N. Emilia Cap,
Jernimo Antonio de Souza carga va-,
nos gneros, passage iros o.
lint' a S. M\THEUS; 8 dias, Patacho N. Ami-
sade oon/iants com io3 T., M. Jgoacio
Aulonio Cardozo j carga^ lanuba : a
G. A. de Barios.
Sahido no dia 3o
ABACATY; Som.ca N. FMM*e; M.
Jos Bodrigoes Pinhei'O carga ^varioa
gneros passageiros 6.
D>a3i.
COPINH GEM ; Bnguc Dinimarquez S
Cine Cap. Cristionno Ablmon caiga
assocar.
ni 11. -------r.......
laiiN. art Tir un m, v. fAiu.v o3J.
i

< 1
f1
I


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