Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02733


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Full Text
ANNO 3K 18.07; SEGUNDA FEIRA
2S DE AGOSTO. N. 184.
4J-J1-
?ra-
PERN. TYP. dM. F. i> J/AllIA. 1837.
>
das n SRMANA.-
28 Secunda S. Ajfostinho n. Dr. Jgr. and. d >s
mi/, iio C!r. de de t. ses. da T. Publica.
29 I erra S Adulfo bU>o llel. dea. e aud. do
J, do O. 30 Uuarta S. Rosa d LimiV. Americana *ci. da T.
31 Uiuiiia S. Raimundo Nonato Card- C- lt.de m.
auil. do J. do C. de m" e Cli. de t. La nova a
I h. e 1 i niin. da manh.
1 Sexto S. Elidi ab. ses. da The. Pub. aud. do
J. de O- de i.
1 Sbado S. Estcvao Uei. Rol. de m. e aod. do
V. (. de t. em filiada.
:i Domingo N- S. da Penha.
atare' chela para o dia 28 de ROsto.
as 3 horas e 6 m. 'dat 2 h. e 18 ni. da m.
Tido agoradepende de no menino da nnmi prn-
lenoi, MiiiiJcraC.ao, e energa .coiitniuniios eom..
f nncipiainot. e lirilioi apontado com admira-
* ire ai Nac,o*i man en tai.
fmolam.ifi dn VninMiu ral d tra,il
Bnl.srrrv-.ae a I000r.rrieniie psn. adiantado
neeta TjpiijraS. rua das Cruze I). 3, e na l'ra-
ca da Independencia N. .S7 e SU : ondee recebem
c irrespondeneia* lefraliaada, r. enonncuiii nterin*
do (. ate* erati leudo do proprio Uttifautttkt,
viudo, * CAMBIOS'
Agosto 27.
JLdOndrea SO l|2 a SO Os St. poi I, ct -Lisboa 65 por n|o premio, por metal, Nora.
Franca 380 a .'il.i II. por tranco
Rio de Jan. (i p. c. di- prem.
Moedaa de 8,400 18.500 as v.-lhas, nova 13,000
4.1)00 :.0i)0 a7.2oo
Pezn Colimares 1.560
diito Mejicanos 1,440 1.540
PataoSea Braaileiroi l,M 1
Premio ,!. leura*. por mee I 1|2 por o|0
Cobre apar das medulas
PARTIDA DOS GOH.HRIOS.
Oliiida_T"'dns ni diaa ao aneio dia.
Galana, Albandra, Paral ka. Villa do Conde, Ma-
raaugnape, Pilar, li.-i, de S.' J0S0. Rrejo d'Area,
Hamba, Ptunbal, Nova de Soasa. Cidade do Natal.
ViPaide (ioiaiiniilia, e Novada Prinerza, Cidade
da Fortaleza, Villa do Aunirl, Monte mor novo.
Aracetr, Caaoavel, Caaind, Granja, lroperair*'
S- .'ieruardo, S. Joao do Principe, Sobral, Novad
BlRejr, Ico, S. Mal lie u. 'Heacbo doaii|iie, S.
Antonio do'Jardim, Queieramoliim. e Parnabiba
~ Sejrtinda e Sentad I eir ao meio dia por va da
Pwailia, Sonto Anlo-*Toda*ai quinta feiraaao
meloda. Oaranhnnt, eBonito no dia 10 e i
de cada .111 11 ao meio da- Clio,Serinliaein, Ilio VoT*
moto* e Pono Calvo-nos dia I. II, e SI de cada
mea-
PARTE OFFIGIAL.
RIO DE JANEIRO.
CMARA dos SENADORES.
Sessa do dia 6 de Julho.
Presidencia doSr. Mrquez de Baepsndy
Aberta a Sessio, leu-se, e approvou-se
acta da aotaiiot*.
O Sur. primeiro Secretario fez o espe-
diente.
Oidem do da.
Continuadlo da discussio addiada pela
hora sobie da Cmara, parecer da Conmis^oi res-
pailo, e tu.-i emendas ofletecdaa as d3-
cu:ses aulai ores.
A materia he julga.la suffirieotemsn-
te discutida; repiova-se a R-solucoe por
cousequeocu sao julgadas pi ejuoieadas til-
das as emendas teudooblidoa favor \'\
vuios, e contri 16.
Entrn era piiraers discussio a Reso-
lucio numero 8, e parecer da Com ssio
de Pasead* queapprovaa aposeoiadona
comedida ao I)e-erubai yador Maitins Fe-
reira p.ssa sam dibile em priineita e
teguiiJa discusflo.
Piimaira discuso da Resolucio nume-
ro 1 5 dpprovjudo a Unca ;lo l4j r>. d --
ario' cmcadidi a Jo.una Baptista de Ol
veira, mi de Fraucis<-o Aut.ini. Muiel ,
ijue i'.ii moiiu na gueria da P. tambem pi9sa sem debate em primeira e
segunda oicnsaio'
frimiira disou-ao da Re9olugfo e Pa-
recer da Cornmiisao de Paseada que ap-
proViiS as coatas da Casa Imperial de i833
a i834 : igualmente pa.ss5 sera debate em
piimeiia e segitnda di cu-sao.
Pcimeira disca*slo do P.uecer das C
miSKsdi: L gi>laco, e F.senda, que in-
diQe'O a preienca > do iMoustdhor Anio-
ni 1 Jos d* Cuubc< Guarni : be approva-
do sem debate.
Tercafd discu-sio da Resolucio mime
61", e parecer da Cumraissao de Mtrinba e'
Guaira, queapprov.t atenea totn e i 1 i rf
ao 1\ nenie Coronel Luil Emiglio de Cas-
tro : sera diicu^io he taubem appro-
vada, pira subir a Saaceio,
Terceira discuti da Ressluco letra --
L-- que approva a l'en-ao da 800v2>000
ieis aimuae-concedida a Joao (Jai Us da
t iinlu Guimio e Va>c incell's. Appro-
Ta-su tambem sem debate, e T.i-se en-
viar a Caniaiti dos Diputados.
Terceira disiussi da Rediticio letra
F- eleraudo a 50<>(j00 rei*i mensaes a
grulifieaco, que pe o ha <> Oflici.l Miior
da Sinctarir do CoiiaeHio Supicmo Mi-
litar j timbem em discussao he approva-
da, e vai ser remet ida oulra Cmara.
Segunda discussio da Re%luci<> da Ca-
marados Deputados approrando as con tas
da Casa Imperial de 1835 a 1836, rotii
p-iecer da< Commi&ses de Paseada e Le-
gislacio letra N.
Sem debato he approvada em segunda
discuti a paite da Resolucio, que ap-
prova essas coritas e lica suspensa a ou-
tra parle, que tracta da 1 onvancio 1-iU
enlre oTat>r de S. M. I., e Baptista Ca-
etno In Almeida at decisio de huma
outra Resolucio, que existe a e te ici-
pe'S e que tem de entrar em terceira dis-
cussio.
Fmdas is materias da ordem do dia, e
dada a hora, o Siohor Presidente mar-
ca para oriem do dia 7 o seguinte :
Primeira discusso do Projeeto letra-
O sobre o quadro dos Olficiaes do Ez-
eroito. ,
Primeira e segonda di.civ sin da Rpso-
lucio numero i5 sobre a .ilfirria dos Es-
vos qud earregaraQ S M.-na Cadeirinlia
duiantea sua conv^lescencia.
Levantou-e a Ses^io as duas horas
da tarde.
CMARA dos DEPUTADOS.
Sesso do dia 6 de Julho de 19$"],
Prosidencia do Senhor Araujo Lima.
A's lohorat feita a chamada aohando-
se numcjo sufficiente nVa Stira. Deputsdos,
o S'juhor Presidente declara ab.'rta a Ses-
bo.
Lida a acta da antecedente foi appro-
vada.
O Senhor primeiro Secretario fez o ex-
pediente.
Ordem do dia.
Entrn em diy:u-sao o parecer da C5-
aiis-o a Orfatiieuto sobre os paquetes
de Vapor.
D. p>is de algarda dtieossfo o Senhor
Cor.in.-lio l'r.uic 1 mandou a Mesa huma
emtinda pi'ra que se raenviaS'-e o requen-
niento an Goteino, a qual posta a votos
foi apoiada.
Intei rompida a discussio peia chsgada
do denhor Ministro da (nena entrn
em (liscumo o seg'uinte Projecio nume-
ro a3 desie anuo sobre augmento de Por-
908 de tena.
Arl. 1. O Governo fie, desd#ja, au-
ritidu a elevar a loic do exnrr.ito para o
anuo fioaaceiro de i837 a i838 a mela-
da mais da Art. 2. Para <-omplutar et.i Forsa .
fica igualm-.ut autborisado e (overno a
eiigajsr dentro ou fora do Imperio, in*
dividuos proprios para o servico militar,
bem eortro a recrutar todos os Bfasileiros
de 18 a a5 anuos de dad', que nao fo-
rein ci-.id nicos oe'viuvas, com t&nio que bunt
eoiitr<>3vivi nos setos de sua. familias.
Art. 3. O eneaj-ment de Bstran-
P"irs nao ex'edea' da lerga parte daj
Poicas reciuladas e engajada, guarda-
da quando for possiv^l a mesma relaco,
pelo que resppita as Forcas estacionadas,
011 em opeaco em qualquer panto do
In peiio.
Art. 4. A dispoicffo do artigo 2. he
fxt nsiva tambara aos ahVtadoa "* Guar
Nicional, al a completa paeifio^cio da
Provincia do R o Gr.n-Je de S. Pedio fi-
caado para tute fim suapenaa. pelo mis-
ino lempo a di-posicii do Artigo 9 da
Lei de 18 de Agosto de |83l.
Art. 5. Abonar-se I aos voluntarios
a g alifi-.'co de sessenta a novona mil
res, <|ue llie ser pg* em prejtag' de
tresemtiez meses, .Undo-s- Ib^s a pri-
meira no acto da vericaco da p>aca.
Art. 6. Estes voluntarios servirad so-
menta o lempo- m -rcado a Le de 6 de Ou-
tabro re i835, fi ido o qaal qu' rendo
aontiauar a serir se Ihe abonara' a gra-
lifcacii eitahelicida ni artigo 4. da Lei
de 26 de Agosto de i835.
Art. 7. A oignis-cio dos Corpas de9-
tatados dss Guardas Nacoiiaes,' para
S3rvico dis c, iaruic5?s se a' fita pt'10 G>-
vo>n> n Go'te a pjlos Piesideutes as
P ov.oriiSA pecedenl'> iniormot-s dos
Conirnaadantc-" Superiores segundo as
qu .|i acos dos artigoa tai, e laa, e
rJt^pos;c59s dos ariigos i26, u7, e i?.8-*
da Le de 18 de A tolo de t83i, revo-
cados todos os de mais artigos do respe-
ctivo titulo da m sma Lei.
Dep.is de hura loo^o debata o Senhor
Ferreira Franca propoz qae a votacio ios-
se aominai assim se venceu.
Posto a votos o artigo, primeiro foi re-
getado.
Euirnu em discussio o segundo; o Se-
nhor Presidente; consultou a Cmara se
o artigo eslava ou nio prejudicado, e do-
cidiu-se pcU afirmativa.
Continuando a discussio dos 3. 4. ,
f. 6. forafl igjiahnenl' julgado pre-
iudtckdos.
O Sm. Souza e Oliveira offirercu hu-
ma emenda ao artigo 7. a qul foi api-
da, dep iis de alloma diseussfo o raes-
mo Senhor D-putado a relirou.
Posto a votos o aitig > julgou-se ptt-'j 1-
dicado,
O Senhor Ministro da Guerra retirou-
se com 'as raesin u formalidades, com que
entrara.
Continuou a diacasafo nierrompda da
r.u'ca'da Camniiaslo du Orcameuto so-
bre Paqnetos de Vapor, a qul licou adat-
ada pe'a hora.
O Jtir. Presidente deu para o rale 13
do dia a rae ma de boje, as n horas o
Orce.liento da R.;>artico do Impe io *
a O'meario di Commissi Especial pira
examinar a denuncia do Sur. Kescude)
contra MiuistiO da Justica.
Levantou se a Sussio as duas horas
da taidc.
PERNAMBUCO.
to
GOVERNO DA PROVINCIA!
* Expediente do dia a5 de Agosto.
Offieio Ao Etm. Presidente da Pro-
vincia do Ce na' c immunicando Ihe que
f llceona Enfermaria da Cadeia desta
Cid-tda o preso sentenc a ;o Antonia Joze
de Mal tos, vin to l'aguella Provincia no
uno de 1835 como consta do oflicio que
3e Ibeenvia do Prcfeito da Comaifaj e
roe^ndo-lbH que hajj e transualtir esta
n .tii-ia a Auturidad a qaeo competentir.
Diio r Ao msnio enviau io-lhe um of-
ficio Jo Cnsul Geral do Brasilera Portu-
gal.
Dito Ao Confu Geral do Brasil rm
Portugil eortmunican Jo-he que foi re-
men id<> .10 Presidente da Proviu i do Ce-
ara' o uffiotO qoe enviau pa tor eale des-
tioo.
, D,io Ao Inspector da Thesouraria ,'
partecipaado-iba, que foi no usado o a.^
Sargento do O.'fpo Policial Francisco J0-
zedosSmtos p ra o Posto de 3." Cora-
mandante da Sea6de Companlua de la-
FanUria da (Romaica d> Rio Formosa ,
vago por falleciraento de Antonio de Bar-
ros Falcan. '
Igual partecipac5 foi dirigida as
Prefeito da Comarca do Rio Forinoso, e
ao Commsndante Geral do Corp de Po-
lica.
Ulna. Sir; Na5 he o recrutamenli
urna pena marcada por Lei para punica
de delictos : <>ot o' sao os meios, e forma
por tila establecidos para se proceder con-
tra <-s seos transgressorea ; por consegointe
nao pode esta Presidencia deixar de es-
trnhr oue V. S. lisesse recrutar a Joo
riepamuceoo e Feliciciauo ftavier di-
zendo na parte queos acoa|panhou oeom
c, > 1 j i) i-o ,0 1. de en venca eai
assas'inios eo segundo de fm to de urna
bi rra doDostacamento desta Comarca em
que estata eng -jado. Volta pos para
rjue contra elles se proced legalrnenie j
ran lo V. S. na intelligeocia de que nem
o Esercito uem a Ma iuha se daveru com.


ti
2
! A -R I O
DB PIINAMBUCO


por de enramos. Fea F- am isco Anto-
nio, nico que esta' as circunstancia di
ar lecroiadj.
D.s Gaaide* V. S. Palacio do Gever-
no de pernarnbaroa5 de Auosto dt 18.17.
Vicimti Thousaz Pne de Figueredu Ca-
maigo. Sur. Pi afeito da Gomare* deNa-
Borolb.
Portara M.*n.'aodo pausar N'ime-
te8dv3> Co (mandante da Ses-a de
Compiuliia de Infantaria do Rio Fcnnotu
o 2. Silbent. o Corpo Policial Frau-
ciCw J dos tantos.
COMMAHDO DAS ARMAS.
Expedienta do dia 22 de Agosto.
OlTicio-----AoExm. Pie-i Jente da Pro-
vincia, tran>rait('ido-li>a o Proc-.-sio ftto
o soldado esorlor do B'Ulli^ 7. de
C s-ido-es Maiiu*l da Concoideo', a fiuj de
sei ju!j> l)ito Ao Pref<-ito ia Comarca di-
selo l'ia, quee-m vista das rasoens pon-
derada* em sao cilicio de hontenf, satisla-
a u -cop-*di 'o anuoindo que o Tenante
.- vh, ii-. Lspea GuioHiiaans continuare
ii Comroicaad era quesa sedava pelos di-
as mencionados em seo dito Oliieio cario
dt- que nao -emm os motivos pondero
tos que I lie ha vi tito patente etn i9da.^
te mu, jamis ttria futo .ama semdhaute
tX'gencia.
Dito Ao D .ulur Juiz de Diru'to da
i." Varado Crien di.eado-lbe que o
telo e boa vontade com que eetnpre se
lluvia pintado as uas exigencias, re-
(|uisiaotus na par'e ad'tn.nisttactira da
ioitic* com I-*ividiiob Militares iba ga-
witie a poiir-lhe a actividade nes Pro-
cuss-s e julgament-is no Jury do nove
so! ;.idos consta orea de orna i4-c5 q ia
se iheenviava, por onde d> ruonstrada) ei-'
>e confrontados o n. de 1)1,3 que jasoffii-
a presos com o artigo do mximo d pena
ron e-po<;dt*ol aos sitos "crime arad a-'
qu '.'Irs j* duplos a aiguns dos meamos in-
dividuos.
L)it> Ao Mjor Coromandante do Ba-
talha 7. d- Gastadores, disendu-lbe ,
que con-oentero po-ta aos e-clareoimentos
que Ihe fora dados ero 29 de Julbo'p. p.
t pedidos etn a segunda parta do seo offi-
co de 19 do ruteno me/, ace.ica da fr
dame Mu que foi maudado para pi att.J do
!) .-'.k m o>o gdo Rio G'.ande do Norte ,
que ji ali ru c/i-iia lhe cornuniesse ,
qu-.- la! fardamente ficav* ein segura er.e-
cadacad tino* *gor de forntcer-lhe os
tselarecimentos exididos eai a piimrira
pane do sen olficio. Que o Sirgento Va-
no Mestra Miguel Joaquina Mop-leirQ du-
rante a sua Gomniissa ce a.* Cornman
tanteo Corpo i ohnal do Rio Grande do
IN'o' te nad tirih.i vem asento algum de
fa-(lamento pslo Batalbio ru so' p-la
expre.5 da Lei do mesmo Corpo corno
pe inrompaiibilidade do alono de tal ga-
neie a ofiiciaes aiuila qu fossim honor 1 ri-
o^ ou de kimpias coojids>is. Que o
soldado Joaqfim Joze de Si' ra Arma de-
via s r considerado prca addida an Bata-
Uno, ola que lhe foi enviada. Qaedevia.es-
perai pela urrns-a do Al^ai de soltura ,
h n>ais daclaracoens relativas n j>ii k5 e
snt nca do soldado Viiissimo Jote da
Siivrt,que se tinhan' pedido; assim co-
mo o tjorisf ios d-- D tip'ina Itito ao de
tertorfs Jcaquim Bento da Silva e Ale-
xand Dito Ao Alfares M.Pedro da Fonce-
ca o mmunicando-lbe ero le-posla ao
seo odicio de 4 diste mez que nao cons-
Mando .ser a Peca t-xutente etn Jacoipe
i>-1 u ru ente as Alagcas devi ser'con-
tosida a Tamandau: l.go que sessasae o
> i-mp, a a*lvo sea isso se oppocsem,
a k lonhecease que tila nao era desla Pro
vim ia. Q* como lhe asa vera va n&5 terem
n3. reolhides ts objetos do Estado e--
'palhadcs poi divaraos pontos por omiii,
ou d- sltind^las p'Soas a qjem o Capillo
S nimo incBaabir* sse s-ttho ; n.-s'sicn
pfe t-xlaca niveaoxt que tinba t 1 na-;
jo que logo qoe este motive des.'pparect>"e
los-ern tses objtctos arrecadado dando
de tudo era lempo parte ao Commantio
ia Armas.
Fxpediente do dia 23.
Poi ttria Ao Capitn Goiamandante
da Fyrtnlesa do Rru'n authoriamdu-o de
ordem que recebeo do Exm. Snr. Presi-
dente eommiuiioada em officr> de 21 tras-
te rnez a engijir para o -ervico da Forla-
leaa DaB 10 prac's vi-to que coui a a-
lual Guamiv'a injpossivel ara fasar o ser-
vico, o guardar a 116 presos.
Dita \o CnjniddeAte interino do
4. 'Coipo d'Arlilheiia^ remeltendo a
justificaras qia de si.a oobresf tieo o
soldado Jo'/.e vir em qualidailo de i. Cadvtt, Aflaim
romo o pme?erdo Auditor da Guerra, a
i n de que sobre Ins pecas procedesse a
< tnselbo de Direcca como mauda a
L- .
Dita Ao Qaarttl Mestre AFonso Ho-
norato Bistos remettendo-lhe em ollirio
du Inspector do ThfSJuro requei imento
e docomonto* do Corneta Antonio de Pau-
la sol lado Fra cisco Rodrigues a de
terrainaud que do mesrno Tnesouro co-
hiasse o que se ibei estive-sa a dsvar ,
fa-eudo o pagamento em couforiuidade
das oidans ist^blecidas.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta be a mesura do N. ia5.
CORREIO.
A Suroaca Themeraria recebe a mala
para o Rio de Janeiro boje 28 as ib horas
da mar.la.
DIVERSAS RtiPARTICOKtNS.
THEoOURARlA DA PROVINCIA.
EDITA L.
Por ordem do IIIra. Sor. Inspector da
Tbasouraria de Faz-nda sa que tro dia prinv 110 de Setembro prxi-
mo loturo piincipiai nesta Capital ,
unino ponto marcado pelo Exm. Snr. Pie-
/.id i-u te da Provincia, o ti oro d> moed* de
cobre de que tracta a .ei de 6 de Ou-
tubro de i835, obstrvanda-sea este r.s-
peito ns stgumt-8 dr-po-ici-s do Regula-
menlo de j\ de Novembro do onsuia an-
no.
I Os portadores da moada de cobro
aapprsa'itiir arompauhtda de nma "O
ta com o nome do dono, ou appre$u-
Unte, eo v^lor uppiesentado.
1. rc A moeda da cobre levada ao troco
s*rt' exaniinada e sendo legal 9era' pa
ga poMa oiei pelo sen valor nominal
(d acontados 5 por rento) em N-tas e
cobre puncado nao (Xcedeodo este a
rnetade ; a a qoe lor conht-cidt falsa se lhe
dar' un corte qu-mto baste para mais nao
eorrer como moada e se entregara* ao
portador -em descont i-lgurn.
3. Nv se admittira' ao troco menor
qu.uitia do que J$aou >eis em moeda te-
gal nun maiur que nao seJK mltipla de
aoo res, a ri de podar toe lugar o de-
terminado no Artigo 7. da Lei, e sa
evitaiem fi-.ccoens menores de 10 rais na
deducid dos 5 por cento.
4. A uperacaetxaedtente deste'tro-
co se fara' diarinoienta por espado de 5 ho-
ras roriSH. iinvas de-Je as 9 huas da ma-
nha ateas 2 da t^ide, eviando-se os por-
todoresda moeda cera powfeH btaTidi-
e 9era si' admitlir ja mais a pretexto
a'gijm a escclha ,ou precedencia entre el-
le-.
Secretan* da Tbesourai ia de Faxenda da
Petuambuco 15 de Julbo da 1837.
Joaquim Francisco Bastos.
OIicu! Maior.
PREFEITRA.
Parte do dia 26 de Agosto.
Ulm. e Exm. Snr F. presos a minha
oidem e tivera destino : Arcnjo pre-
lo, escravo dofalhscido A. M. da C.
S>res pela 1. palrulba do Corpo Santo
por briga ; Maria Tome, a Le.indra Ma-
ra crioulas pela a. patrolha do Carmo
por inquietadoras da mrohac* E nia
Degoer Said >, a requisito do respetti-
vo Con-nl; Minoel Antonio da Concei-
96 e Fran' i-co Xvior das Xagas 5 par-
dos pelo Nnb P.t lei todo.- Atfogados, as-
te por sil- encontrado em alta noite no lo-
sar da pissigem sem destino, e aquel-
le por ser de dudada ma' ; Mathe^s ,
preto escaso d Aon T ha reta de Je-
zus, pelo mesmo Sub Prefeilo, por assim
o pedir sua Sra. ; M betn preto, forro pelo Sub P-efetto de S.
Pedro Martyr de Oinda por denuncia de
ser cmplice na morte fetta deontro pre-
to de nome Pedro escravo de J >a Ta-
rarea ; c Joiqnim Bernarde dos Santos,
branco pelo Sub Prefeito de S. Lou neo
da Matta por ter queiiJo vender hutn
criounhoArro.
Nrtconsta, que bouvesse mais novi-
dadi-.
Dos Guarde a V. Ex. Prefeilura da
Comarca do Recie afi Agoito de 1837.
Illm. e Exm. S.nbor Vicenta Tbo-
mns Pires de Figueredo C'margo Pre-
nfdeate d.i Provincia Francisco Anto-
nio de S Brreto, Prefeito da Comar-
ca.
TRIBUNAL DA RELAgAO'.
Sessa da 26 de Agosto de 1837.
N' Appellacrt Civel do Juiso do Civel
da Villa do Pillar d* Paiaiba lo Norte, Apellante Joxe
Francisco Piasarro. Appellado Leandro
deSour. C*kr*l se julguu que nao toma-
va conlieoioento pjr lHa de iri'imacaS do termo de ap-
P'.-llaca roas igua'm^nie por nao e-tar o
Appebinte eoiDp ehendidoem 'alguua dos
ca.osda Od. L. 3 Tu. JJi.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
Sesso de 3e de Julho do i837.
Presidencia do Sr. Silva.
Presentes os Srs. Vareadores, foi abeita
a Sessio e lida a Acta da antecdanle ,
foi .>provada por se ach^r conforme.
O Sr. Presidente fea ver a Cmara que
o objecto da prsenle S s j era a ultima ,
e gei.l apuracn dos votos para a eleica
doSenador, pela vaga que doixou o fale-
cido Brigadeiro Bento Barroso P reia
por ser este o dia designa lo pelo Governo
da Provincia, e passou lugo a desempe-
nharas -oh mnidades marcadas em o 2.*
Cap. 8. d'slostrucces de a6 de* Marco
da 1824 depois do que deo se principio
apurac ma Sessio constando daie-pectiva Acta
o rebultado da votacio : e delitieron a C-
mara qua em curnprimento dos ^ j 4. e
5. do dito Cap. das citadas IustruccOes
fosse a Certidio authentica desta e a Lis*,'
ta trplice levada por mtei medio do Exm.
MiuitiO do Iiperio a pre-enc.> do fegen'-
te em nome do Imperador ; e mais, qae
huma copia da mi-sata fosse remedida ao
Exm. Pre-i lente da Provincia.
Achando-se sobre a Mesa as authenticas
doCnlltgio de Cahrobada Ei. 9I0 dos Da-
pulados Garata e Provinciaes que dei-
xara de strem lemettidas era seo devido
lempo, sendo como fora recebidas pelo
Correio no da i3 do coi rente e aler-
tas hoje na forma determinada o Sr. Pre-
sidente submetteo deliberaca da Canta-
ra-, v se devia tratar daquelle objecto
nesta rne-iiu Sessio, oa se -'na fi-ar a-
diado. Delilterou-se por uiaioria Je vo-
tos que se tr.ilasse logo; entrando pois
em discusso, o Cidadio Manoel S'rn>licio
Curfeia Leal que presente se ai hava ,
depois de ter obti-lo permis^io da Cmara
apresantou dius Cartas huma com res-
posta do R(-ve>eodo loaajllRI Ferr ira Li-
ma, Vigaiio de Santa Maiia em Cabrob,
e Eleitor pela sua Fregutzia ie-po<(a que
.-eacbava com a asa^gnatura retoi. herida ,
e em quedeclarava que o Padre Venan-
cio Henriquede Resenda obtivera naquelle
Colegio 12 y 14 votos, bem como que el
e (Eleit-i) votara em dito Padre; eoutra
com re-posta do Dr. Bernaido Rabello da
Silva Pereira, que tmbeos ae acbava com
assigDittura reconhecida ira que igoal-
mente declara va ttr nao to assistido a-
quell.' ^JeiQ.iO, na qutlidadeda ble tor de
Paje como pi estado o eej voto. Por
essaoccasiaoachaodo se presenta o Elaitor
desta Fiegueaia da S^nto Antonio o (Ji-
d dio Antonio J< aquirn de Mello, pe lie
liteoca a Cmara para facer boma decla-
ra cao sobre asta mesmo objecto, a ni
lhe foi concedida e be a qu< se segu .-
iv:, que ella tam bem infurmava a C-
mara de que Ifae bavia fim^ado o Di. Ber-
nardo R-ibello da Sila Pereira 'mui pesiti-
vamente, e r petidas vaaes, qoa o Padie
Venancio Henrique deRcsende, bavia ti-
do ia 14 votos no Collegio de Cabub
para Deputado Geral, em cujo Colbgiu
as-8tira a votara como EUitor da Fie-
poeiia de Peji deFtores, elle dlo Dr.
Bernardo: equa p r tanto elle E eitrr
exliibia e apre-entava este seo tastemu*
oho, e nformaca i Cmara e rrqueru
uefos-e Lnp.idont Acta : Ooirud-.cl.ua-
c5 foi fita pelo Eleitor presente o Dr.
ioaqurp Nones Macado com licenc.i i-
gudmenta d Csmara nos seg.ni--s ter-
mos Persuadido que na qu Cidada M itor teuho dtrtito represen-
tar a etta Illustrisima Cmara, sobre .-oti-
x.s que diaem respeito a apuracio g ral
dos votos para Depu lados 'a Assamblea
Geral e Pioviucial, sou a informar que,
o Vigario deS'Dta Maria, Eleitor de Ca-
brob me infortnou, q e e la a^sistio ao
Colegio, que volou no Padre Venancio
Henriquede Rtfaende no qu-l volara5
otros aiais Eleitoros, a que tambem as-
sistio a f-sae Colegio, e votora o Doulor Ber-
nardo Reiiel da Silva Pereira, como
EK-itor oe Pajau'; e peco a lilastrwsima
Caraaia mande lavr^r oa Acta da boje es-
ta minha declarecao.
E n. combinando astas duas declara-
c ens e as rt-spostas dos d>us Elleitores
que votaran no Coilegio de C.b>ob>', com
s authi ri->h remetidas pela Cmara de
Pojan' de Elores, porque riles assevera
que o Padre Rest-ude obieve de i2a 14
votos qoando o nome desde c d vem mepcionado; porque os nome dos
mesmos, e o dos dous Doutores de Paja
que tamben volaran' em Cabrobj' nao
apartoem uella e finalmente porque a
Acta dos Diputado- Ceraes apiaient.i C-
dadf os com 24 v<>(us, a n dos Dvputados
f rovinriaes com. 25 e ellas d#clarao' que
so' ai Elleitores votarao' ; e vendo a Ca-
mera poroutra parte que lhe f io' ae
authenti. as remetid-i- pala de Paja 6 ni -
es depois d'apuracao' feta accoo pa-
nbada de um Officio da mesma,[no qu-l di-
Zia que ellas tiohao' sido em i d 1 em lem-
po compenlente pelo Collego de C bic-
ho' a Capital deta PrtmeaVia e a do l.n-
peiio mas que por inlrmnio de pe^soa
jud'ciosa fi>rao'revestidas, deliberou una-
nmimente nao' alterar as apurac >ens l'ei-
ta" com a reoepcao* de-tas auihenlicas e
rtpreseotar |a A'Semblea Geral e Provin-
cial fisendo-lhes ver todo o .e't i el j e
os ponderosos motivos que leve pajra as-
sim proceder, e mais que se < lici si ao
Es n. Presidente da Provincia n-melen-
se-lhe copia da presante Acta. E leudo
dado a hora levantou-se a Sessau' e
mandarlo faser a pie-ente em que asig-
naran. Eo Fulgencio luanle d'Aibu-
qieque a Mello, Secretario a e-cr-vi.
Sdva, Pro Prexideute, Barios, Dru-
m-jiid Pessoa, Peretli, Doutor Ciulia,
Neves, Foaceca Souza.
ARSENAL DE MARINHA;
.No A'si-nal da Marnha be para ven-
der huma porco de cobra valiio ravi-
lbas rho da Galera S. Joa Baptisla. Quaea
qur pe.isoas que qutia ^omprar taes
objecos haja de comparecer ; pravenin*
do se que seus preces serao a vista do sen
piesiimo avaliados peles couipvUntcs pet
ritos raaeivolmcnte.


DIA1IO DE P R R N A M B C O
Inspeccio do Arsenal de Mai iulu 25 de
Agosto de 1837.
Antonio Pedro de Carvalho*,
Inspector do Arsenal.
COMMUNICADO.
Possuidos da mais ingente dor Ungimos
'Uti da peona para sindicar o nosso crdi-
to a. uosamente aUtsallisdo pe.- dscola,
e resoltante falla do Sr. Calmon Deputado
pola 13.1ra, exarada no Jornal do Com-
neroio da i9 de Jullio. Neste ptrido
lamac.il fi subcneigido o crdito dos A
lumuos das Academias de Penamhuco, e
S. Paulo. Por este atleta da calumnia fo-
mos equiparados ora o.-, mqpstros, t ni-
velados com aquelles que teui perco todos os drgios do crimes. Aqu somen-
. te refiriremos os tpicos neis salientes da
falla., (je mais dasatra o nosso resen-
titii- iit-i. Entre outiaj tnuitaa sandres,
que o Sr Calmon n 9 pejou de pro -
fe ir ,,diise Figura-se ordinaria aira.
11101 li Jaiie ; aad le ou dever que se
n5 viole, principio de justrga que f nao
postergue entregues acrapula.... A V;9ta
de-te m'>nt.i5 do rtlumoias, quera por
mais parato, e indoleote deixir de e
consp:rar contra e te vilisaimo datrartor ,
que sem se correr de pejo rom ton, sobre
mu todo le da calumnia de que circun-
dado seu rrenbo corelo. Nos o consi-
deramos uma e raalas vee* protervo;
pois que mu ser extigmatrtado por r.>,
hern svfffcr de ui o menor vilipendio ,
qtJM'ora Hvante Ibe votaremos :olpou
romavsjm&ntg a nossa reputac". Be* sa-
bemos*, queoSr. Calmon n5 fllou com
conviccio, tnlvet insufla .0 por alguno
nosso (igdal iniu.igo, a quem qu'tesse
si vir a expensa-, do domo crdito, deter-
uiinaasn dtofechar contra ni os golpes da
mordacidade: e por i>su tanto mais e faz
credoi de nosso raucor, odio, e execra
cao. Inda que estejumo*'iutimamente
convencidos, que riso Fais, puentes*
emig>a a cuja uotictt chegar este m-ns -
lruo-o quadYo traeado por un desalmado
detractor, nos fatio a m-recida joatif,
todava cumpre nos tomar a daffensiva do
nosao 1 re tito; para sati-faier nos incautos
e ressachar o nosso miseravel, e fementido
a iversario. Que nial s Uro feito! que
ciime9tem comavltido os Acadmico* da
reman.buco, e S. Paulo! p^ra este Sr.
1)..potado nos asacar tad gratuitamente o
, baldo de immoiacs! He verdad* que a
nossa conducta n5 anglica; somos de-
feituosos; porque somos hotoeus, Abo
m-.-ns na pt1ra.1V.ia di idade, no marulho
das paix'S. De urna partea inexp'-tien-
ce: de outra a torca do temperamento ,
nos condozain a pralica de oei toa acts re-
paravis, mas d:ulpaveis, naSuamen-
1e do Sr. Calmon, cojo nascimeuto foi
pronosticado pelos Profetas e cuja jue-
tude l.i iuacceivtl a fi agilidade ; aparia-
gio d.. uosio Ps, eatttibutoessaucial da
n .tuu.il bumaoa.
H tambem verdade, que nos temos
mulo arbitrio para sermos desiegrados:
porque Idfcge daa vistas de. nossos Pas, seo
que 4i>tes possa quartar ooso alvidno ,
conduzindo nosso individuo na dad*das
p i\5s; final tiente nimiamente livres ,
podamos ai tingir a este grao de irnm< ra-
lidade figurado pelo Sr. Calmon. Mas
guantas barrenea ioaiiperaveissa nosanto
i'lu Pt'imei 1 ament a noisa edacacad ,
ijur por na de regra be b;>a; eno caso de
iallauer -u que robemos d* oo-sos Pi, cs-
ta su baliteada por aquella qiaeolhemas
na licaS dos livros; e se verdade o que
diz uro Sabio qoe tudo devenios a edutu -
cao : t-.s devemos ser melboras que a-
queliesa quem falta toda aeducacad. E
ae alguos g^lga ouzados esta bar cita se
n'alies n mfl.ie o podero da educacaS ,
dever a infamia a baiae/a destes rasaltar
sobr-- lodos? Pergunto ao S>*. Calmon por
u'.n Dep'it.-'l >e iieixar subornar venda)*
do a pezo de ouro os inters.as, que a Na-
caSllu- cMiliou ; pr outro quando Mnns-
tro dilapidar o tbrzour; deverei dizer ,
infames, ejque todos os Mini-troi sh5 de-
iraudadores do llte-ouro ? Na5 cei lamen-
te. Semtlhanle Lgica a coobe em par-
tillia ao Sr. Calmon que se totopo* a
honrosa tarafa denos detrabir, pulveii-
sandoo nosso eradito.
Alem da nossa educaca, que nos con
duz t-T clivamtfnte para o bem temos uti-
lidades pessoaes que por si 9vmente nos
ap rUna da immoralidade, -e a educa-
gao nao prevaleces**. Sim a immoralida-
de n..5 s compadece com os nossos inle-
reses; ante.-sobverziva do uosso ful ro
bem estar. Sendo ri* candidatos aos em-
pregos e rt y-.ler ea pi-bcos que -5 as de-
vidas recompensas de nossas fadig.19 li'.te-
rariai; por certo nada con-eguiemes, se
fofrnos %morais e clcpiavados. Se o
gnv-rno'for indulgente, ru o ser 0 ro-
vo esto nos f-ir agu->rra, a a neauca-
vel bigoma da oppinio publica arruina<
por fm nu-si posic> social. Por tanto
do nosso rcais rigoroso dever nad estra-
gar nosso crdito para encontrariuss no
Governo, o 00 pc.vo-henignoacolhimeuto.
Os doInS Preceptores tambem nos offer*-
cem tropeos no carambo da immoralida-
da : porque sendo p vicios, e hoaiadas a toda pie va ; odei*6
a (lvasstd.i5 e immoralidade ; e a cou-
ducta moral deseos Alumnos, fas crescer,
ou deciescer a tua estima que milita dese-
jamos angariar. Finalmente a immorali-
dade receb- mesroo entre nos una >an96
penal: nos formumo* o pr.meiro p'ut'lico,
qui jttlga da nossa coniuia, n9 ni-s
mot> piimeiramesfte csstigtmos es icnuio-
ra^s eom o despreso e fiio ac->l>meoto ;
de nos prirneiramente que ae a boa ou
m r'-pu'ngaS. Em ultima analys^; a
bt adncacaS dirige a mor paite, em
quanto aos mai* a quem esta nao instiga,
as rss6es de utilidade^ Ibes vada O paseo
pra a iairaorlidade: nte us defftd-
ta, inherentes moridad; mas imo
ra*s prop iaesente ditos de>coobecemos.
O qo temos dito v-rdad* ppallumos
para o testemuoho Pnosfios Pra. eptoraa,
apara o publico daOlinls, e S. Paulo.
No p.iro-i aqu o calumnioso aiancel do
Sr. Colm->n; a csluoiuia in-acisvel. Da-
se que entre nos nao b.< va lei, ou dever,
qu* se nao violaste e principio de juttiOS
que se n.>6 nestergasse. Que byp- rbole
monstruo-a/ que el-iqivnci uifeinal qio
damnada e viperitsfj lingo* 1 Em o,u<- te
offendemos Calmon N.-6 stteudei-te
que desta guisa derramaste o terror o
susto, nos pacificos corcea* de notaos
Pais ? que g.laste de horror noasss Mlia,
que nos figuraste Canibaes domeSticsdos ,
Skarios...! Sim n*6 atteodest*, svmente
quiteste d^r p-sto a c^lomnia, a ao tet>
desejo insaciaval de ver da- bar o nosso
crdito, e com elle a instituica ais pro-
ficua a rnocidade, qu por vantura se teto
Ststbtteeidd nomalfsd. da Paiz da S. Cruz.
Ceta que espanto nos a5 deven ron->ide
rar aqueli.s, que nv-nos nosconhrqerem ?
Dir talvc, sa5 c-les 09 homns a quero
uro dia Vvemo- confiar nossa propr^da
dea, honra vidas? a quem devemos
um dia entregar no-s<>9 inaiscains inte
resses? Sim cornos ni, na5 temis. As-
sim como o Sr. Calmon, que vstudou *
sciencia dodir.ito, nessa aotiga Umve.si-
dade deCoimbta, tem prtenos vossos
destinos 5 assim nos tambem te remos e
talves que... Mas vamos a ultima ca-
lumnia mais palmar qaevomitoo o Si.
Calmon no desespero de na5 encontrar,
msis labaos injuriosos, maisimproperios,
com que dardejass* a uo.s* repotacaS.
Tergiversando disse que nos entrega va-
mos a crapuls. R. mpamos aqni os diqoes
la nossa paciencia vis vi repallitur. On-
de mentiroso, mordas calumniador,
eoubeste quetlgum Alumno dasdu's Aca-
demias, se entiegasse a embriaguez? Men-
tes despejadamente, e com ligo qurlle
que le inforn ou seoselhaoU calumnia >
poderia proferir quem eslivesse com o ce-
rebro boiando nos fnmos, e vapores da
crpula*. Perdoe o Publico estas exprs-
*5es^ouco polidas, qoe a nossa petarnos
escep -6 dos labios. A defeZa de direito,
e quem na5 cora da sua rei>utva5 na8
pode piestr ss virtudes. Fama contem-
pla vii tutes ci-ntenorttiir diz um Sabio.
Aqui concluimo9 este communicado ;
para obstar que a no-9t indigoaca 009
leve ao excesso da raiva. Aoolbamo-noi
n testemunho da nossoa concidadf as ,
que cei lamente entregar aodespieso,
as calumnias do Sr. Calmon, e de outros
uosso! iuimigos por sy tema. Deiximos o
esrapo a outro, que melbormente confun
dir o nosso detractor. Asim espera
Hum Acadmico.
CORRESPONDENCIAS.
Sf8. Redactores.- Senda a calumnia o
qo* mais olfende a honra do Cidtdio li-
vre i e- peit ador das Le, e zelosp de seus
dilos, por isso vou contar Ib*, hum
dos tnuito fictos qu acon'teiea em meio
da grande controteitia da carne seca la-
crada, que ainda sustento, e foi oca.-o,
Recemhecendo o Sr. Inspector, que a sai*
nhs embarcac*5 naO poda ir para aa agu-
as do Recite ; eru o dia la do correte me
tsaadou dizer que poda Amtinuai a ven-
der com a assistencia do Guarda ; mas lo-
go era o dia d'sssseis de maobs (lU-tamen-
te em conjuncad da La ebei -) a^nd-u-
iriccontia ordem a lempo que etVva pe-
sando se>a arroba para huoi Matulo; dis-
se ao port-d r que nunlinuai ia a Vender
a iiiinb 1 fazenda de que j h-vi p>g-> os
direitos, c a poitco sema tei-etita a ot'
dem pira a vender e o prudente offi< ial
ae retirou a dar Di* esta parte; p..rem s
pooeo umpo entra pelo meu poitl huno
i tirio, que sem att-ocsS algoma princi-
pia a ralbar-me, por que havia vendido
carne depois de ter contraria ordem d S.
S., e islo com tal audacia que logo mw
cfgou, demaneira que n6 pu Je Ofihe-
cr ss vre bianco ou negio. O pobre do
Matulo redama desda a canoa (*prebari-
d."'i pelo tal figoraS) que queiis o aau di-
nhairo, pois Ibe li Iheiespondi, que a* Iba tirav5, gritas-
se que o loubavafi ; a cuj ptlavrasgiitot
I'go o meo a.nigo, que eu ibe cbamav*
bdi So e a todos os Empiegad-ta ; e po-
testando fizar-me acama ao r. Inspector,
sa retirou ob a grande preza a reboque.
E com elletl", como o Sr. Manoel Zafi-
rino he cap^t de commungar com rodas
de carro, fcilmente deu crdito ao seu
pie tilecto, e muo a algn* de seus su-
balternos; poiem viata do q..e Ibe dei-
xo contado e provo ero les'eiijuithas,
julguo-ae, sede nlgmn modo iuaultei a
CorporacdO. Poique, Srs. Redailors,
anda que t'nho motivos para dizer, que
S. S. he milito gres-eiro no seu modo de
tratar as partes, que as escuU sempte em
poica oblq.ia qu* suas de. iaa sao
confusas, e equivocas, que apenas servi-
r para .al administrar hum eugenho, e
n*6 p-ira iuspecrions ho*oens lines, poia
m aq'ivlla Admini-trafaiia5 enti5 Mo
I- que nunca erei rapaz de feri: leve-
mente a aua illiba.ta conducta, particu-
larmente-resp-dto a limpe/a de mi; e
muito menos dos mais Sis. Emp'tgaao*,
contra quem n5 tenb'.'indi-posica algo
111 -; e para dai -ibe* a oais completa a-
tisfaC'd ( ao mesmo adulto calumnia-
dor, qinino ter a honda Je de dar logar
em sua bem conceituada folha a estas toscas
liabas, pelo que Ibes ser eternamente a-
gradteido
Seu Assigninte o
Maiinhtiro.
Snrs. Redactores.
Para lser ver ao Publico o abuso que
tem vido as nomesedes para OBuiae da
Guarda Nacional sirva-se eustrir no seo
Diario a enclusa C*itita5 a-ivei lindo q'
o ndevidue qu* uella trata procurou co
mo subdito de S. M. Fieb-sima txemir-
sedobtrvico quando qualfi.ado Guarda
Naciooal e depois que fe inoro- ado Ofi-
cial ipic-iiit-u se pon.pto como e tal
couaaiiuiica titease acoutecido com elle.
Sou Seu Criado.
O Ccrurgiad.
Em viituda do Despacho retro, certi-
fico que revendo o ar< hivo o'este Consula-
do n'elleenconttei uma ju-uliea<.*d Jadaj
no J.iso do Ijvel d'esla Cidade em De^
/. rubro de mil oitocentos e trila e doos |
peranleo Desembarnador Ouvidcr Ge ral
do Cive/ Tiburcio Valeiisno da Silva Ta-
rlies, pe/o Suppbcado Antonio Alvt-s
Barbosa, nagual provou ser Subdit > de S.
Msgealade Fidtlusima. fie o que consta
da misma justincaca6 a que me rporto.
Charn eilaiia do Consulado de Pvilngal
em Peiuaubuco sos i4d'Agesto de 1 t37
Miguel Joze Alves Chauceller.
Ealava sellada com o Sello do Consula-
do e rrcbonbecida com o Sello Publicoa
AVIZOS DIVERSOS
Hojo a8 do crrante pelas 4 horas
da tarde se fiad da arrematar em praca do
Sr. r. Navarro duus escavos .--eniio um
moleque talbador de carne a outro ga-
ibsdor de mi, 09 qutes va praca por
divida ; os parten denles curnpareca as
horas ancun. iadas.
%3P A abaixo a>s so ao Publico pelo Daro d u5 26 do
torrente mee para que na5 contrnlvm ne-
gocio com Jos Ro ir gnes de Oliveira Li-
ma r>-apeio ao aitio no lugar < por ter a ahaixo a-sanada a n>aior |>arte
no dito sitio pelo dito Lima nao ter cum-
p. ido com 01 pag-amilo-. vencidos ; jioje
torm a fazer cei 10 e declara m is que
lambe 1. j con-enbora do mo sitio por
compra que fez Oe dnas panes que no
dito sitio linh 5 dois h.rdeiros do falecido
Manoel Jofd Taiieira Bastos, $< m<> t.-m-
b- in'c'.n-ta das Lscriluta as Netas do
mvs'iiu Escii\ao Coelbo., paasada em a5
do com me mes; e para que ss n5
1 bamem a iguo aricia torna a fazer en to
ao Pu'li o, a que partende usar com io-
do o rigor que n Lei Iba conceda como
dito Lima. Iguaria Maris Xavier.
4> Prerisa -se de botar ni gr* boa ven-
dfdeiid de ftutas, a hum neg'O bom balbador de eoxada : em Santo Acuro
traveva que vsi para Balem, no sitio que
foi do Padre Santo.
W No dia a6 do corrate perdeu-se
hum, Bdhrte da Lotera de N. S. do Liara-
mente o. 3o2 esle de ociedade com Au-
gusto cojo sobrenome se ignara e Luiz
Jo Vale Pa tira : quem o achar tem 5o
por cento de seo fachado da metade que
perlenc* aoannouciante o bem a-.-imo
Sr. Tbezoureirt da meima L^tesia haja
de nao pagar este bi.h-^le sead ao p>opno
an inrit-iaule. Luii do Vale Pereira.
*^* Oaotuai fienvio de Hy. oibc a ,
fflal qu-, ui livertaenpluraa d- 1 y,i>(na-
ca em outio cari"110, venh^ quanto aa-
tes rejtista Iss. paa iivrar ae d Cvntea-
tai&'s para o furturo poiaquv nm sa-
beude de qu'lqoar bypoibe-a que haja
*tn mitro Cartorio, p.dei lnvrar es-
rriptU'a da .Cfina pioprtcdade, qtie vi-
ra a ter meisvgir por ttro s<.u carlorio
privativo fiara atineibentea serip| ras.
/* No dia t.rcafeira 29 do i.nta
tem cootinuatio a prica dokbens pin ho-
rados a Joaquin da Fonaee.s S j lo
Fi^ueiroJo que foI da novo av i, o*,
esto uma ctciaea un aoo,ooo rs. pf>ia ,
portas e jaueilas da ccsmdiuh > da amural-
lo ,* e aaadas com eaxorrosda pedra mar-
more e canoas.
9G3* Deseja-91 fallar com o Sr. Jer-
nimo da Costa Vianna eseu I-rufoFran-
cCo da Costa Lin.a sobre uma caita
viuda de Poitugal, Da rua^p Coioinix
D.4 W
*/J* Ignora-so a residencia da Senbo-
raQuilpiia Francisca da ll*l Iha entregar uns papis da importamia,
que do Kio de J miro virrio lemcliidoa
aoabaixoassignsdo; relativosad seu fal-
lecidu tilho Padre Joaquim Eufrato da
C|u?. : queira por tanto vir, cu manda-
Ios rtceher. de Antonio de SoUM Ka 9.
Arrenda se um sitio 1 o., b -a casa
baiia na.
iras ci
Iras muitas fiuctaa. com urna sof. ivel
planta decapito o dito be l,do. ce c- .0
de limoairo ; quera o pretand.-r dirija-te
a pr^va dt ludepeodencid D. 30.
9- Quem precisar de um caixeiro
brasileo para qualquer negocio menos
i)-r* vendu e padaria dirija-se ao aiter-
ro da Boa vista defionte da Mitriz buiica
D-4o.
tP> O absixn assignado avia ?o pu-
blico, que rio dia i7 do carrete,, Iba),
foicntivgue'por um preto, u barril de
manteiga por lauto a quera Ibe hitar <*
n endonado barril, pon* dirigir-a* a sua
caa roa da cadea D. 1 i, q.ic daudo a
marca Ibe sera'entregue.
J. O- Ebter.
K*> Precici-se de uma a.oia *c Lite,
de vivenda estriba ia uaea te. cav^llos ,
100 pes de larangeiras ci-queiros e ou-


DIARIO DE PBttMAMBUCO
ranBnncBrazEi
KnSSSBSESBSZZiZn
que seja escrava ; quema livor ranuocie.
8^5 Ni Boa vista rii d.i S. Cnu D. 9,
faze mse flores de peonas de todas as qua
lidud s para Svnboras, e guamiles de
ve tidus com todo o g por pieijo inai* commodo de que e tra qualquer parte".
t>" Quein precisar de urna roolher
parda para ama de da casa, dirija-se a
ra da cadeia u. 53.
tCJjT" A pessoa que da ao rnilheiro* de
lijlos eoi troca de urna canoa groada e
aberta dirija -Ge ao beco da ImgoeitJ uu-
mero 4.
^ A pes oa que quer rorrpra urna
canoa dando cu pagamento tijolos de *l-
ve:nri.i, q-ierendo urna non, que p ga
em 8uo tij los d rija-se a ra da crespo
iujade Antonio Xavier da Silva.
tJT Preci-a-se de arrendir un slin
p 1 tu da praca nio excedendo de ora*
lego distante ou na Cidade deOnda ,
Ciara tanto, que terina sotrivel e seguro
casa de vivenda boa agoe de haber, bom
pas > para 17 at 18 vaccas de leile annual
mente onde as mandar pastar todos os das .era
depende..cia : em a ruada Flcrentna pe-
nltima rasa da parte do uoite.
1F&* PreCwst dealugar uro hornera
forro ou captivo embo>a de maior ida-
de para ser empregado em pastar vareas
e que nao so saiba liJar com tns animae*
e tirar leite; assim como de outio horaim
p um 1 casa Tora da praca : na ra da Flo-
rentina penltima casada parte do norte.
8^. A uga-se ura muleque para o ser-
vico de urna casi ; quam o precisar an-
ouooie.
irjp O abaixo assignade faz cario aos
Srs. Fiscaes dos tres Bairros que quando
liir as soascorridis pelas vecds fijas,
e etc. nao se Ihe apresentando bilhetede
afl'erico, cqai o frivolo pretexo r!e dize-
rf m estar na mo do alliridor, podera cum
prir os Seus devere*; pois em minha mi
Tieubum esi-te. Fraucisco Fernandes
Vanos 'Azevedo.
VW Na padaria D. 34 na ra Direitia
lug-se uro preto para masseira.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro
t^> Aoprimairodo prximo Sjtem-
bro o Biigue Eugenia forrado de co-
bre e de primeira maicha : quem 00 me*-
jo qu!str ca regar oohirde passagera ,
dirija se a G. A. de Barros Praiinha do
Cor 1 o Santo I). 67.
%ry P.ira o#BfsnM. porto n Sumaca
Temeraria no dia a8 : pode anda roe.bar
dv.li* pas-ngeros a queui convier diri-
ja-se dita ca-a.
ParaoAriraiy
Sahjra' com toda bravH>deo mui
valen o II ate S. Antonio Flor do Brasil,
quera no mesmo qui/.ec rarr-gar, dirija-
ge a seu bordo delrurite do Tu piche novo,
que aHiirao ^fc jnrrn t'-it.-r 011 na lo
ja de Anl'.riio^oo
cid 'ornes Pessoa na ra da
Para o CearV
, Segua at o Gra do roez o Patacho
Sar e pasaag-ii es pira os quaes tem ixccllej*
tes commodos t -ata-.'.e com S.ralo-, Ba-
ga ra da Moeda 11. i/|i ou com o Ca-
pitioa bardo do cnesoioan- orado defrou-
te do Trapicha do \jianna.
COMPRAS.

%qjT Dize vacras de leite, fillias do
pasto ; ep.irida, de pouco lempo ao je-
itos 8 e que no dceo meos cada u>ua de
3 garrafa de leiie "para pagMoeuto da*
q ravo^ie 26 annoJ j' com
principio e caoueiro e sot ivel ct-rra-Jor
0 euteu'i do tiabalho de enx prt4oBGii convencicnado qnem r.ste ne-
gocio cjnrierj antiunciepara oer procura-
do.
VENDAS.
Lotera a favor das obras do Noss Se-
iihora do Livrafrtento 4 ,eH nos loga-
es seguinles : Atorro da Boa-vi'tt Buti-
ca de J >aqaim 3ose Moraira D. 4 S Tra-
ca d independencia toja de Lvi os nume-
ro 37 e 3, ruado Livramento loja de
enoadi.rn.tdor D. 6 ra to Rosario es
t'eita loja de miudesas >. 34, ra do
Colegio Botica D. 5* no R'-cife ra da
Crut pi>r detrat do Corpo Stnto venda
numero 32, em Onda ra de Malina*
KSF Madeiras eerradas de lou>o e ama-
relio boa 9 m : na na da praia ter-
rari< junto ao tanque d'^goa.
V$F Purgante*'de Mr. La<"oy, de 1.
2.e 3. grao viudo de Franca e ftito
pelo seu proprp Autor : na praca da Iq-
dep'rilenria n. 2o.
c3f" Urna porco de Rap prinerza a
mmitacio do de Li-boa por p eco mui-
lo em corita e 4 engenhos para moer ta-
l)c-> ^Ceito* rn Li boa p-'o mesmo mes-
trei| oa ra da C tfjp* 0i troci-se orna escrava mui di-
Iig'rite o ganba urna palnca por di', pir
um muleque 011 negrinba : no ra do Li-
vramenlo loja de cnuro* D. 9.
Ferreira numero 4o, e nesta Tip^graGa.
0< d-'-ti ibjidoies do Diario tambera as
vendein.
/^ LJm grande sitio perto da Crut
d'AI mis, om sulficente raa de vivenda
e rauita* commodidades bastante arvo-
tedos de ii utas de varias qnalidade.a, lava-
gem de inopa anoualmante, pasto para
sii'tcnfaco de oito vacas leileiras, curral
para ellas, e estribiria para Cavall.; ludo
de jiedra e cal, e bero construido: quera
o pretender v a ra das Flores D. 6, que
se dir' o dono.
/9a A paro I lio* para birretinas de G.
N. a 5)0o rs. cada um : na ra dos Pires
Csa de du-i porUs confronte a mangueira.
m)*" Boa carne secca pra fabiiea: a
bordo do lirigueOliveira rlafi onte da guar-
da do Collegio ; depoi* que se abre a Al-
f^ndega at *s 5 Imras da larde.
ttij1" Arrosda trra a 8 100 r?, a saca,
pipas vasias a 3ooo rs. barris dit s de
1JRR a ia8o rs. : na rna do Colorniz
venda da quina que volta para a da moa-
da.
W8"* Urna escrava que se vende por
circunstancias, quese dir' jo compra-
dor : na ra daGloiia n. i34.
tQP* Urna mulaiiuba de 16 snno* de
dado cozinha, engumma, ees, ( ce e refina acucar ; um escravo proprio
pira o servicode campo: na ra do Fo-
goD. 11. *
*^> Na venda ora da ra nova D. a5
ved>u-se por cobre ou ooira qual-
quer tsoeda legal, batatas, Presun*os,
P.-ios, Linguica*, vinco de L boa branco
e tinto, queijiis do Rei/ic, ludo por. pre-
co cmodo acaim como air-ite doce a
288i.rpis a caada, e garrafas a 4oo rs.
e oniios gneros.
S^P* ll'.mn mulata com idade de 52
anuos muito, sadi propria para vender
na ra por ter milita ptica de quitan-
d-ira, e por prtco cmodo ; porto'das ca-
nos em casa d<> Cbala^a. t
Vjy Luvas brancas para Guarda Na-
cional, amarellaa para Cavalaria a 4 r8*
o par : na ra,do Cabuga' loja de miuJe-
ssasao p do Snr. Bindeira.
'*}* (-tasan Ru>sianna da primeira
nualidade, b preco cmodo : na ra do
Vigario numero i5, no Escritorio di Co-
ronel Meneses.
ft^|S" Urna balanqa prompta com saus
compete'iiti's |>ez<'S, para armas m de as-
socar ; no arma*cm da ra do ttocanta-
roeuto iiunaro 99 que abara'com qaem
tar.
WP" Um torno d patente, todos os se-
i.s pe lances, e ferraaat-nla no correder do
Bi-po, si t > do S.madr Manuel de Car-
va'lio Paes de Andrade, ou na ra da
Cruz numero;.
S c>s de frinha do Rio de Janeiro
e mas da Lisboa : na Piaga Boa vista ,
venda D. 9.
T~ Oa arrends-8e om sitio perto da
prai a coro commodos para familia roraf
.'1 no pei rie anatjazes com fruta.* 3oeo
covasde roso 35 coqoeiros bastantes pes
d- mu acoja rom fu-las, a c.-za be de
43Jr" U111.1 esrava do genlio de angola
muilo boa viindedeira de ra que se
vende por no querer servir ao Seuhor ,
n ra do Pahcele a fallara D. Clara Gan-
did* d S. Rita, viuva do fallecido Cim-
giio mor Antonio do Carino.
- 8^ hilins Iiiglzea de patente dittos
prontos para Cabalara deG. N. chogados
ultimam-nte da laglelefra espadas de
roqu.i talim e cananas para a inoMiia bizee-
ro* de lustro para sipatse canUoins |le
aleas botiot de Li boa para bomem dittos
para menino' sapitos de rparoquim para
Senhoras de todas as cores da labboa ditl' s
francezes dittos de maroquim para me
niuos cbapes enverniRados pera paje ce
novo niodello chtgados .ltimamente di
Lisboa na loja de ntoni) Ftrrena da
Costa Braga e Companbia na ra nova i).
13 14, na mesro se vende um molerme
crioulo curo principio de S'paleiio de ida-
dc i'! a i/| nnos 'a vista do comprador
sedua o motio por que se Vende.
nr3P* Na padaria D. 34 r.a ra Direia
cem barricas vazias que furiode farinb'.
jr**" Aparelhos de barretina deG. N.
vindi s do Rio de Janeiro a 5J) r*. e a 6$
na ra da Cadeia do R'cil'e n. 1.
V&* Seis cliis piop ios no Atierro dos
Affogado*, cada om com 3o palmos de
leme., e 2oo de fundo na ra Diieita no
seguodo arriar do sol r*do l), i3.
ejrjp* Urna cadeii a nejra e de muito bom
gesto ; no 3 andar do sobrado l). i3 na
ra Dir^ita.
jp* Urna caderinba pronta : na roa
da Alfande velba d.-fronte do armasem in-
glez.
IfWP Ties vaccas do leita mui boas urna
parida de i das culi a de om mez e
outra prxima a parir : no sitio do aras-
s em S. AmYinho.
|fjp" Pianos chegados ltimamente de
Han.burgo, cora feas vosea, e preco
commodo : na ma da cadeia do Recite
D. i4.
(23* Potas-a rusMana : na ra da ca-
deia do Recife D. i4-
7>as e de muito b m go>to quatiocasiica-
es do gesto moderno du.is duzi>8 de di-
Iliares parasua ga> rafas de Robj goa
das caldas um braco de balanca com pe
zosde lalao, 36 cadeiras duas marque-
za*, daos banquinhas ludo de mongne e
novo : n> ra da Altandega velba u, 1 ,
no segundo andar.
V9*a'Jogos de bagatella para sala, de
superior fab ice e novo modelo f.iio de
madoira Gna que serve tambem pela sua
cntr uccio, para jogo de buhar, tendo
la paTmos de < o'nprimento e com assuas
cumpetente* bolas, taco, e masan ; jiob
banheirode chuva patente de excedente
c ms!'necio, com tanque de coin: na
ruadaCinzn. 4o pruneiro and>r.
tf^T* Presuntos deLi.boa chegados pro.
ximamente, paios, viudo do port? en-
garr.f'd', dito mtiscutel, dito de Lisboa
enacanaJas, dito do cstreito ditas licor,
resmas de papel de peso, di'as lmao ,
b anco, e arretbalbo, cb Isson, sacas
de ano* da tena ancorii.-s com azeito-
nas caixas com p*cs mui novas, cha-
rutos da caxoiiia e ouIiqs genero, por
toda qnalidade de. moeda de robre que
tnha o peso da lei: 11a iua do raogel De-
cima-i.
yp^ Por preco commodo um refe cen
0 seu traca io : no acerco da Boa vista lo-
ja de miudizas D. a3-
JP1 Um nio'eque crioullo de 13 1 1*4
anuo, el? idade saba Cuzinbar o diario di-
urna ra-a ; ou trocace por um negro oa
negra ni ra da Madre de eu* n. 12.
*f3P* aa tantas eabecas de gado vac-
1 u n tod<* IIm* do p'Sio, ond-j enlio
11 ou 12 v mojadas, ga io todn muito gordo exis-
tente no sircado do Eogeolio Fragozo a
faltar no Alterro dos A (togados casa tenra
em costdo ao armazem do sal de Joatii-
nlia beai de fronte do s brado do Muniz.
ESCRAVOS FGIDOS.
No dia 5 do correnie mz de
Agoto fugio um* eacrava crioula por n -
rna Juanna j^ de id ide baixa cara cornpri-
d 1 Cabello rallo e pintado de braoea com
ta'pi e o cbidforeiro qu- ra pretouder~r!i. i um ferro no pr', levou vestid eabeefo >le
L'!*i dw aamcros pr^tai-.doe di \ 1 ij.i-sea tea doS.bo D. 12. j madapilio e sai azul ralba levou cora
sigo um balde de carregar agua, os a^pre^
bendedoresa podero a pgar e levar eu
Seribr na rus d P.tilia no segundo aoder
do sobrado D. 3 que ser recompensado
do seu trubalho.
HC3T Fugio desta praca no dia ia do
correte um escravo cabra filho do. ser-
tio do Apudy levando vestido camisa ese-
loura de algudo ecbapeu decotuo e um
sarrio de pello de ovolba no qual levava
alguma loupa rogo se a qualquer psssoa
que ln seja po-s.vtl manda-lo pegar,
e remerr para loja da ferrage.n de
Jo> A. M. BasiOComp.-nhia ou a de Ma-
noel Juaqjim Gomo.* na 1 u 1 do Crespo que
ser beru recompensado do eu trabaliio,
se adve le-se q' o dito escravo se chama Lu-
is ) e be liaixo e ebeia do coi po.
----- Fugio a dore anuos pouco mais ou
racno* um moleque de angela por nome
Jozecor prata a cangulado dosd' nte idade
1 5 a 16 annos, outro crioulo fgido a 7
para 8 nnos : por nome Ancelme de ida -
de 17 para 18 armo* baixo sjeio do corpo
a oraiba |esqtierda turada, e ao estar em
p enverga as pernas de sorte que foro a
urna carcunda. 1 mulatinbu Ingido a 16
annos pouco mais*ou menos por nome
jo > iNobre claro cabellos a celados e
meios ruiroscom um signa] na testa pro-
veniente de um couce de cvalo, de idade
pnu'omns ou menos de I7 annos; os
apprebendedores dirija'o se a ra do Padre
FIorunrio sobrado de duis andares o tre-
peira que generuzmente sera recompen-
sados.
&rjr Fugio no dia ai do corrente 1
cabriada de idade de l.\ annos pou- a m: 011 menos de nome B.juifjrio >|m I i
captivo de Antonio Rebella da Silrl^Te-
reira quem d.elle souber ou tiver n'ticia ,
leve na fracinha do Livrime'nto loja D.
i9, que ser\* rcompens.do.
ftfJP" Fugio no dia i5 do corrente,
um escravo por nome Joaquira de naca
gongo estatura proporcional, levou ca-
mi-a e seroula de alguda e lera no re-
geitodop esquerdo signal de urna ferida
(pie leve e tem a cuslura atrsvess>d.t ; re-
omm-nd' sea qualquer pessoa que o pe-
gar de levar a ra do Faguodes O. 3, que
ser generosamento recompensada.
V3r* Paulo naci (abunda reprezen-
ta ter 36 a 4o anucs de idade estatura re-
guU-r cbe'o do corpo cor preta bastan-
te barbado e do suissis com cabellos no
peito e ajguns b raneo* nacabeca ebar-
ba levou caifa de estopa carniza de al-
gudiozinho chapen preto de seda, fugio
em i7 do corrente qualquer ps*>a que o
appr<:heii4er dirija-se ao principio da
ra da Sanzala velba caza 11. 3 o entregar
a Joae Dias de Carv.lho que sera gane-
roz. rtienie recompensad.
^:JP" No dia 7 de Agosto deste rorrete
nnno fugio um negro de naci angico alto
b>a figura a qual repiezeula ter pouco
mais ou menos 2o a 2a annos com estes si*
gnaesos pes gro?os cara gorda cab-'ca rapa-
da de pouco tempocamiza de biela ent Ca-
nadr e calaas de estopa qualquer Cipilio
decampo, o poder pegar e o levar o
beco da Liogueta 11. 4 que Sd bem ta-
compensado.
Fugio no dia a4 de Agosto do pre-
zente da varanda do .-efundo andar do
odradona ra da Cadeia velba do Recifd
\). 4 nm pap g*io toda a pessoa que o
acb-r 111 dtlle tiver noticia compareca
na luja da mesma roa I). 57 a fallar com
Manosl Jnze de \lag*lhies que a hi lei
recompensado do stutrnbalbo.
>JK3P N'j da aodo corrtriite mez fogio
i:m escravo por nome Paulo crioulo uf-
iicial de pedreiro com-os signis segura-
tes : estalura mediana b x'gnsu beipos
groco* cor bam preta pe* camba los idade
a5 a 3u .inuos : os apiebendedoiea ou 011-
ira qualquer pes-oa o podera' pegar e levar
a mi do Fagundes D. 3.
V9" Gregorio, criou'o ofTicial da Pe-
dreiro est fgido a bistantes dias, tem os
signaes segaintes ; altura legoLr, geogi-
vaS%ouxd*, un t.illio no rosto: os apre-
hendedores o poder6 prenler Iival o
a cusa do Coronel Brederodo*, que ser-
compeufara'.
Peiin. na Tip pe M, V. FARIA 1837"'
'*

L
i


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