Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02724


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uda S. Paula Goa8 aiflorit&dos *
*i:.; ir ) par* lser oto 01 emu-
las ouvia es, que mostraron) q 13 JVe-
. ivao a A11U, e satiatisero osdtre-
li 4'.I.i, guando par rnoros jo toa
se no pi iocipio do
, cora :.''> qu as f.iij., nioex>*
. as forma dos P.-ta-
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A't. a. O Itvrar iro
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Ude e perd > do officio.
Aft. .5. i : is as t-, u dis-
. igoaa da I
:5.*fjio Le'e f'erreira de Md
llar, f'-*
i de *Faiid Libtto, Carneiro de
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J.ilj;.i m : materia discutida, e.p
11 }So pan ji: ar a uguo-
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Segiio p iu sir diocussi*
guite ''>
A Ajsemblea '.!er*l Legislativa Rea v-?.
A't. 1. A pna rlocretaiia.na Ordenan-
Q-t d! Liv.o !'. 36 Oonti
'. tora ba?er' lu-
,11 lo pela fl.i!:i
do rcctbtteuto, uu alguoao owtr--.
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foime o que no m fi o 'I'iluio i\ so
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DI1IIO
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIAI
Expediente do dia tade Agosto.
OTicio Ao Inspector da Theso\ira,
coui mu rucando Ihe que lendo o Com-
inandante Geral do Corpo Policial repre-
sentado que aconteceado extraviaren
a'gamai pracas tanto as Comarcas romo
esta Capital objtdos perlencenle ao
Estado e deveodo na conformidade da
respectiva Tnb-jlla faser se a taes pracas o
de vi-Jo descont, eapp'icaro seu produ
cto a compra d'outros que suhMtua es
es rerior do ieenal Guerra queoioe-
ca n referido Corpo aquelles objectos, qae
for.ro por causa rte sen -echantes eslravios
requisitados pelo mencionado Cummin-
dame Geral pelos pucos que a indicada
^Tabaa tea designado, ou p iraqueifes em
que justamente importare! ; ordenindo
< ii'ij aira q n s-.j-jo ali conceilados os i b-
jeclcs que pertrr:cendo tamhom ao Es'a*
i. fortn quebrados era servio Do so-
breditO Corpo. p?rae que devalad fcfri-
cT.ipauha.dos de o'testado do Commandan*
te Geral o qual indemnisai o Arsenal
t.b )'' do valor dos concerlos, mas igual-
mente do importados uovos objecin.
Dito Ao Comm.mdar.te Geral do
Corpo Poicial ,comunicaudo-lhsa ordaiu
expedida pelo r.flicio anterior.
Dito Ao P.rfeiio da Comarca, para
i c:n:n:e ter para a da Santo AnlaS te -nipa-
ba Jo da sufirienta escolta o pre.-o de Ju-
tica Joz--Feierra de Abreu que teto de
ser a julgad pelo Jury, conforma le-
qu;sii.i o Ju de Dirtito da 1. Vara do
C ime, com quera se devei entender a
tal respailo.
D'lo Ao Juia de Direito ra 1. Va-
ra do Ci inie, rommuncando-lhe o conta-
u uno precedente ofkio.
Dito Ao Inspector Geral das Obras
Pub s, approvando as condicoens com
q javera ser arvt matadas as obras da Pon-
te a Atierra a Bujary t que rcm l!-o
por copia coco o beu otficio d? li do cor-
it-nle, e corarounicando-lhe que pode
10a ] .ir a arremalac-5 das mesmas ohras
com Ant-'-nio Pedro Tai ares pela quantia
de a89995500 res conforme pailecipa
era o uuicano < Ddo Ao Administrador Fiscal da O-
hras Publicas, p'ia alugaruma Alvaren-
ga afim de ser eropregada na desc-rga da
uadtira ebegada das Alagoas para as re-
feras Obras.
Dito Ao Arrematante da abra do At-
terro do Giqai coramunicando-lbejqoe
conformando-se o Governo com as ra-Ses
pendidas pelo Inspector Geral das Obras
Publicas no officio que se ihe enva com
ellas ayeapoode as que sef-7 cbogar a
oconhecimentodo mesjno Gov. emueo 01.
de 2 do me/, correte ; eumpriodo diser-
Ihe mais que se Ihe nad couvera fa-er a
tubstituieao' da larra por area nem oaug
menta do valor, que pena davelser a
obra tal qual anematou Bcando ao cui-
dado da Piesidenria providenciar sobre a
referida subsittuigaS como mais conveni-
ente fof.
p,. Ao Director do Arsenal de Guerra
para faser rereber oo uamero dos E luca\i
dos do niesuio Ar-enalo menor de nome
M.moel que Ibe sei apressnUdo por
Aona Roa d'Albuojueique.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia li de Agosto. *
Ofluio-----Ao Esm. Presdanle, trn-
niitiin-lo-l'ie um te inliririo da Fortalesa ds# Tamaodar
acomp mbado da conta legalisada das des-
peas faltas em o mez prximo passado
rom os p> esos pobres %eJolica al i e<--bi -
dos, paraque ludo dese coueniente
ttreeeaft*
Dt.> Ao me m Exm. Snr pond<-
rando-lbeqae palo art. i. a da Lti de lO
t836(i' fitou asForcas datar-
26 de Agoato de 1835 ; mas ta5 bem logo
na ultima paitedoi. em quefixoua
irarieira de recrutar pala de 6 de Oatubro
do mesmu anno, deixou obscurmeute si'encio agralificab antea concedida aoa
voluntajio pe'oart. 4 da dita primeira
Lei de a6 doslo, dando de.^le moio
occasiaS a dovidas, qa < brigara5 ao com-
maudante intei no do A.* Corpo d'Artilbe
lia a pedir snbieellasexplirapiS quo el-
le de'S.lx. ta bem a solicita va, por ber de
sua compfteri(ia interpretar e firmar a
legra que devia seguir iupoato Ihe na.
recesseainda em rigor a contraveitida Lei
de volantarios, que ja tive.sem servido,
ou m,-is piopriameute oito engajados,
sobre qneao' versava aquestaS.
DitoAo Inspector u Thesouraria ,
disendo-llie que lodi s qlautos racioci-
nioa se pedia r*ser da Leg. Militar exis-
tente em face da preteocaS de Rita Lou-
renca Prr copia o Carrao viuv.i do A-
judante Refirmado do ex tinelo 3 Re-
giment de Milicias Bei'naidirio de Seria
Berlimk, Ihe eraSinteiramente di favoia-
veia porque sendo romo foi >eo mari-
do Bef. antes da Tabella de 28 de M^rgo
de i8a5 e subsequenta carta de Lei de
ai deSetembrode i8a3 que ganeralsou
la niaiorins dos sidos aoa cffi.ines de
M luas ,quetives-em aahido do^ Gorpos
de Linba ni podi<*6 por isso apioveiUr, e
serara-lhes extencivo^ o benelicios distas
L-ia, que na6 liveraS elTeito retroactivo.
Qae ta5bem na6 si diviria ser a qnota parte do sold qua Ihe
compstia pelo Decreto de 6 de Juuho de
l83i, que esdarrceo, esuprio as lacunas
da ca la de Lei de 6 drNovembro de 1827
porque sendo a sua ndole, e sentido lite-
ral sejnpre em itf?rencia as disposicoens
do Alvar das Reformas de 16 deDesembio
de 1790 a ella vio va ne.'tecahO so'compe-
la melade da terca (arlado sido da Pa-
tente do seo finado-marido, que rilas ha
va sido Reformado com todo o venc-
ment, que tinba sem que na carta Pa-
tente qoe junUia se dessa o motivo ou
rasa de urna tal a!terac6 devendo se por
isso raesmo entender que o fora per u-
ma giac expecil do Governo que no
Irans-nilia a outrem drtitos como agoia
quera a Supplcanle a menos que asuu
f.-s-e entendido, 00 novamente julgado pa-
lo Govfrooagraciador. Que o que lev--
va dito era o resultado da iornbic6 dos
prop-ios documentos em que a Supplican
te f ramente se via, que anda contada a pri-
raeir^ praca desoldado, que aquella lina-
do Ajudante tivera em Aitilh-ria por ihe
sef nisso favoravel asdsposcoens do Alva-
r de 7 de Desembro-de i835, n tva anda asa ro 15 annos con pl-los da
serrico quando f>ra^t fumado em o.
de Feverero de i8a5. Que esta era a sua
opufi' siigeita a milhor juiso cumpria-
do assirn quanto Ihe havia pedilo em seo
officio de 8 deste maz, que tinba aeompa-
r b "'n requerimento e do< ument que
devolva.
D:t<>-Ao Major Commindante do Ba-
tilbo 7. de Cassadores remetiendo Ihe
para serm archivados r>a Pr-> esso.s feitos
aos Reos soldados, M-n- el J-ize Alves da
Ciu Al'xaodre L >pes Feriaba, a Mar-
cos Gimes cujas Sentenea-' tiohlo s.io
pul licadas em ordem do Dia 7 de^te mez.
Dito A" Capta Commandante inte-
rino do 4- Corpo d'Artdlieria renut-
tendo-llio para seren archivados, os Pro-
cessoa f-.'iics aos Reos aol 'a los Joa Anto-
nio de Lira, Antonio Joaquim da Silva e
Joze Francisco Pertia da Silva, cuj'S s n-
tencas fora publicadas em ordens do Dia
ye 10 do corren te.
Dito ao Commandtnte interino da
Fortalesa da Tain ndar, acensando re-
rebirlos os seos olli i-s de 4 5, e8,
desta met, e r*spondendo-lhe ao p- imeu o
que viera acompanbado da conta das dis.
pesas feitas romos presos pobres deJusii-
ca,queao Exm. Sr. Presidente a havia
remetiidos pir^ltie dar d stino ; quanto
ao s<'gU"do, que lando representado ao
m-smo Exm. Snr. sobre o fretas di cin-
d ic do aceite para as d ei totes Forlifi
cafoens da Costa, rebervsva se ta bain
para darsolucan'sobreos'esclarecimentos
pedidos a respeito pira quando tiv sse a
d'O.tub. de
rj n< pre ente auno (inane iro fora o 00
wtrno authoris.idoa elevar o Lierciu o competente respaila. Que estando o- pra-
uinsro aulsriormente Decretado pela de tos de;'u,(ica ali recoibidojs^b a juri.di-
c5 do Prefaitodo Rio Formoso ouies-
ido Piefeilo, e pao^ elle cempeti f*ser a
. requisciS das alg-mas que lembrara
para coru ellas conter os mesuios presos em
ocasii, que se tornas^m tumultuosos 5
quanto ao larcarp que poda desligar da
Guarnica os Engajados numtros 97 e
115 |ue ci.mp'etar o seu lempo, e nao
quiser-'6 coutinur eeog gar del les. Que tinba recibido o rnappa
meusal e torios os papis de contabelida-
de, que tinbaS-i lo rubricados, eentiegues
so 2. Sjrgcnto Manoel Veucosl> d'A-
tevedo, finalmente, que fi.-ava ocente do
que lbe communicava nos diversos perio-
-is dos seos ditos ollicos.
Portara Ao Major Commandante
do BalalbaS 7. de Caasado***, mandaudu
con.-idemr em comis a no Corp-) Policial
do Ri. Grande do N-m te em qua.-Ide de
2. Com mandante, o Sargento Miga-1 Jo-
aquim d ) Reg-> Monteiro que ali se acha-
vade-tacado, e remetiendo Ihe os tesen"
lamentos de p ag do a. Sargento Joaquim
Fran~. u'O'iveira p r* que o 1 00 t toplas-
;e no Uitallio e lasenJo parte ao desta-
cameuto naquella Proviucia.
DIVERSAS RPARTigOENS,
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pinta he a mesma do N. ia:>.
CORREIO.
A Sumac-i S. Joze Ver/cador de que he
raestr Feliz d C'Sta Coutiuho sai para o
ArCaty no da 2a do correte.
OBRAS PUBLICAS.
Nos das 18. 21, e 23 do oorren'e. mez
se poa' em hasta publica a leedificaco
da Capella-Mur da Matrit do Cabo, a?a-
iiada m 3 aai$92o rei->.
0-. I citantes sao oonvihidos a compa-
recer coipetenteroonte habebtados de
tiddorea adunaos un o^s m-n lon.dos das
a daiem os seus Linces na Rip.i ticio dis
obras Publ-cis, aonde eaO patentas os
O cam6ntos, para seem examioados pe-
los pe tendente.-. em (Uilqutr dia til
as horas do Eipedient--.
Inipeccao dos Ouras Publicas 14 de A-
gistu de i837.
Mora es Ancora.
D-srurso, que na Sesso de23deJinio
pionuncicu o Sr. Diputado Mannn
Fi enes, o, -o'u'- ano -d iissa5 desol-
dados estranj iros no Brasil.
O Se. Martra Francisco tem a palavra ,
orinoipia considerando primero a parte
da prop.ist.1 que dziespeito aoengaji-
rnenlo. Se tu mostrar, diz Orador,
qoe este eng.jamentj he impoltico he
injurioso Nicao, qua he arn-cadoe 1 ro-
le vra ser f -n sto tenlto mostrad que
a pruposta na5 ha admssivel; e be oque
lralv> de f>Ker.
A medida deengijarnento re estrangei
ros he impoltica por dous motivos. PJe
arutir no mundo civilisado a suspeita e
que it cama1 a e o governo m rcli.- ein sen-
t Jo avesso vontade do Povo Brasileiro
(o que he huma falsi lade, poique^ lium
punnadodehomens mal avisados a quem
segi-eo, huma teuniio de homen? illu lidoa
n<5 fazamagraude massa nacional) ouen
lio pie fazer peior; isio he, pode com a
enlrida.de i ropas e-.tr.1 ogeiras dar-je uo-
vameuie o nascimento a rivilidades entra
tropas naciomes e tropas estrtngeiras e
f-zer o que? Extender esta tffei vecencia.
por ora pequea extendel a mesmo at
aos corp > nripuaej e tornal a como hum
contagio no Brasil; o por rste I ido n*5
po.so admittir o cugajamento de esUaugei-
ro-.
H-j elle injurioso ao Poro Brasileiro,
porque presuje que e-.ti Povo u he iner-
te ouhecobace, ou enla ioteiiam-ri-
te inrl.ffereule a caulas Uo sagradas Como
he a mantenga d%i'ttegrija:le do Imperio,
(..no he a miuteuca das nossas iustitui-
95ei. E contra i to depe a bistorij de
"
nossos tempospisados, a historia de nos-
sos lempos modernos. Minguam podci
culpar o Povo Braileiro de indifltrente e
cobarde, quando estudar a histoiia antiga
de oossas proezas, quando estudar a cou-
d' ciarle nesas tropas no teuipo da nosaa
Independencia a conducta de nossas tro-
pas na guerra de Pwiellas, na guerra do
Para e finalmente a conducta dos trop.s
da leg.-rdado no Rio Grande, cujos slor-
cos tera s'do coroados dos louros da vi-
rtoiiase f.s em melbor diiigid-is (apoia-
d.-s). H-, poi injurioso por este moti-
tp, porquo be dar a tatenoer, qoe a Na-
gl5Ha(|uer sujeitar essas subJevacSes 6-
llias debomeos seguramente maLavisjJos,
e dr-ix.T o.paiz leveliv.
He, liualroeute. arriscado, efleser
funesto porque.... Vou abiir com vo>co
a historia. Laiictmos hum golpe de vista
p-r ea'ecelero aoligo, esas grando 'na.-
uancial e rique>.a e agricultura o E;y-
po. F.oreut no temjjo dos Pharaoea,
uo lempo dos L'tolomer.s, nechi lo como
colonia romana ecabiJo corno colunia
turca e por ubmo pieza de Mameluco.-/
Era5 escravosa quem se metterad uamau, e de escravus sa tornara5 sena
dominadores Queris vos que nos lenha-
mos liopas estrau^eias que d'liuiu di.i
para outro se lamb em de tazer subleva-
ces ? Continuemos adianle. Examine-
mos a historia dos difleientes govurnos da
Italia, e m'esmo da Ir ni, al o lempo
de Carlos X. Oque uceJeup Diffie-
rentes estados da Italia exttveraft borda
do precpiio, ja por sublevaces o nti-
iiu.-s, )k por cu a de pagauinto. ni pro-
ximilade da guerra novos ajustes, no-
vas tupplicas. Por fio t Un;.! os olhos
paia a historia de sa mullid de baone-
tas marcenaras cohacidas uasses seculos,
bebajxo do nome de.... como termina-
ras? Terminaras p >o lo seu chefen em
muitos dos thronos dese mesmo p.iie.
Consultii a historia de pajfea constituidos
como o nnsso ; vedes vos n 1 Inglaterra hu-
ma biioneta estrangeira ? Atranca, que
tem commettido hum erro em admitlir
Suissos, comoacabou? MandnJo osem-
bora. Mas, senhores, [>** qaje tal ,u cu
vos fatigando com exemplos mendigados
na historia de outros paizes? Eu creio que
neste mez faz annos da subluvaciS dos Al-
lemes; bastante sangue corre e qua-
ieis vi quealgum da torna a co-rer e.sts
nfimo sangue? Senbrcs, oe ni t- rn .-.
uovameote de trlhar a vereda oecurae tor-
tuosa que nos trouxa tanto estrago tul.-5
confessemos que a expe-ieiicia nao eusma
aos homens. O engajamento de o Irang i-
losnt pode ser admillido sead jmr hu-
ma deshonra completa do Povo Br.sil. iro.
Se o Povo BtasileiiM naS fos fender assuas liistitiges, era melbor que
morresse, mas que nao devesse a cooaer-
vci dlLa a b .mens estranhos, poiqua
bum dia se tiver de morrer, ni o o eje e-
craviado por aquelles que chamar a seu
Survigo.
Ainda ha outio mr-t vo porque o enga-
jamento de e trangeiros n.6 procede, be
tirado da econ ma. Nj tid poduu-s
ngajar estrao^euos pelo me&mo pceo per
que engajaremos nmionaes. 1) puis, de.
'iiiasbuma, ou se loroac elies super-
fluos, ou se viola hum artigo d. constitu-
cao: porque, pergunto, para que s.
chamados os estiangeiros ? Para uos au >
xur ms-as pequea com.nocSus do Rio
G-an le tloSul e P.u. Suppcn'iamos qua
he posiivel soccegar essas dos Provincias,
daqui b poucosdias, dequ* nos serviro
viles? He huma despeza up*r(lua ha
despeza sem utilidade ; e, p>im, o nu~
gajamento* he pira ruis de hum auno,
eatsS e8 ah a violceo da Constituirn ,
porque dos sonoi ob gados a lixar anou-
alente as fircasde ruare lerr, e eu nao
queie tirar de mim esta altribuic>5 que a
Constituici rile coiiijtdt-o. Eis o que le-
nbo a dizer quanto ao engij.ment de es-
triogeiros. Eu espero que a cmara ,tn.
tie outios golpes j dados nao queira dar
mais ainda estepiofurido golpea nciona-
lidade, principio consagrado por todo o
Brasil.
O orador conrlue o seu discurso de-
monstrando a inconstitucioii.lidade a
proposta a respailo do recrulamento.
(a Gazeta Cora, da Babia )

\
ua


DI AIIO DE P E R N A M B U C O.

(
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Lbgo que cbegou ao nosso conde-cimen-
to a paula da aval. geiros transpoi lados o navi s proprios
aos po cre,-ciui6 exorbitante sobre algohs gne-
ros de prolu cao Rrasileirn eo favor
concedido' aqu lies q >e f.issei importa-
dos m vazos Poituguexes; eremos, qne
o u sao Governo devia tiruar medidas
idnticas, para que hovesse verdadeira re-
ciprocidade de comcnercio, ede inleresses,
lito insinuemos era hum de tiosos nuot-
ros airmados : "mas o contrario tern ac-
r-.onte ido, e qaarn mais de dous ruezes de
Sessa da A-semb ?a Legislativa nem hum
projecto tesa sppssecido da parte dos Le-
i--l adoies nem mesmo camsta, que o
G. remo tenba pievenido a Asgemhlea a tal
rcipeito. Parece pois, que a nossa Ad-
rnn-traci di rme, e qne se nao recente
do arbitrio do Coverno Purtoguez. O-
tro tamo purera nao MB praticado o Go-
v r no 13 i'inriico como be demonstra pelo
artigo abaixo copiado do mes-no Diario do
Goveinnde L'sbos. Ora, se huma Naca
industriosa, equecm quinto sej > pre-
ponderante, tera absoluta necessidade da
('"iiMi'tio d.'S su ig manifacturas, ss a In-
glaterra nao calla se ella exige reciproci-
dade denileres-es (anda quand niuguem
hombreia rom mks traris c.oes) romo o
na d ve exigir o Brasil/ Naea6 .'g i. ul.t ,
e que tanto I he empi la consumir os po
curios desU como daquelle Paiz ? S o
Govtrno PoitngueZ (.e esqueceo da preci-
sa5 qoe ten itu ik-mo id^ho, se ru
se leu brou que cifendia os interesas de
hum Povo rtalo, qae Irada seos vasis
como aos pioprios, e que pur tantas ra-
lees devia tmr exceptuado da regia estabe-
iecida para aom as mis Naces, como se
deixa ti ar inerte o Oaveino Brasileiio
ido (raudo p-'iico nacflionatisov), curvan-
do se a quero ninhum stteucaS no leve?
Temos fiato nos jornat-s do Rio algu-
nas correspondencias patriticas, quero-
rfira este negocio por todos oslados de
potinca, a de interesre : seriamos milito
ctenies^k ido fosse alguma con -a mi
do que limpias ro i estridencias, btm
que seus principios apreseutem puro u ciunalisiiio. Qoe Se erga a voz de todos
os Brasileiros e clamern providencias de
todos o> ramos da sua Administra^ o ; he
hum objecto deiiiteresse, e de honra Na-
< iunal mil vezes mais hrilbante, ituis
proti.ua., do que triunfos p ssoae* na a-
rena dos |> >rtidos. Se o Brasil se calla oes
ta conjunciura i o le acconterer que ca-
brado a Pauta Portuguesa para coro as
Kiaia NacS'S fique pre-iatin.lo couti a
tile: naorkm das posibilidades mdo po-
de? succtd mo por obuquo aq rilo que est ao nosso
al. anee. H -ja vista a negoriaca da Iu
dependencia e stj mos cautellosos.
Inglaterra. Londres, ia de Maio.
A Cazeta de Londres deste dia publicou
as segundes Otdecu do Lonsilbo d. tadas
de lo de Maio.
i. Visto que os Navios Ingieres q entrara nos^ioi'os de ponugal indo dos
Folios do H oo Unido, esl6 sujeiioa p.ir
Dnelo de a4 di Novembro de i836 a
ni u diieito de fonela|;eui da i matado do
qual todos os Navios l'o. lugueve- s.'Sex-
fmplos e que esse encargo V-i, entro
cinco p nce e um larthing, a um shiling
um penny e um oitavo por t-.in.iada ; Sua
Mogestade, em v.rtude dos poderes que o
dito Acto Ihe outhorga, e pela insinui-
ca do.seu Goubelho privado llie apraz
ordenar, e em comequenria por e.ite se
ordena, que desde a data de*ia Ordom se
ni pora a todos os Navios Porlugueze*,
qoeentiartmam quaasquer portosdo Rei-
no Unido, umdi.titi de nove pence por
toatlida e que e-.se diieito sr cobradoi,
e applicado pela meama forma que ou-
trojquaeaquer direito hoja cobrados por-
Lei.
E os Lords Commissarios do Tbesonro
de Sua Magestade dario as oecessarias or-
den a e>te respeito. W. L. Bathursi.
a.* E visto, qoe por um Decreto de
Sua Magestadea Rainha de Tjrtugal da-
tado de 10 de Janeiro ultimo se exigera
maiores diiet s nospoitos de Portugal so-
bre os gneros que alli se impoi ta em Na-
vios Inglezes, do qoe se fosse em Navios,
Portugus. Sua Majestad* por tanto,
pela aotboridade do mencionado Acto, e
por ininuflca do seu Conelho privado ,
ordena, que solre todos os g nema que
nos portos do Reino Unido entrarem em
N.vios Portuguezes, desde a data desta
Ordem se cobieui, aiem dos direilos exis-
tentes, que .-e pag ditos geneiSs um diieito addicioriAl ,
igual a urna quinta parte dos ditos direitos
exi-tente.
E os Lords Commissarios do Thesouro
de Sua Magaslade daiio as nvressarias or-
den* a es.t rcapcito. W. L. Bathurat.
EXTERIOR.
, Lisboa 27 de Maio.
O individuo que foi preso em Megucr ,
e que se soppoz ser o ex-infante D.
Miguel, j> la Mmilbanca que seda entre
algmnis de suas feicoens e as do usurpa-
dor nad italiano, como se lia no pas-
aporte que Ibe foi encontrado nem se
chama Francisco Vari, i : um Po^tuguez
missario do mesmo ex infante. N. re-
velamos por 01a o seu nome, nenn oda
iinf milii, poique tememos prejudicar
com isso algumas indagaces de polica
preventiva a que por ventura tenham de
proceder as Authc-ridades portuguezas. P<-
li ditercaS que t<>ma*a eete agente, pelas
terr s mencionadas n'uma lista que Ihe foi
a. hada e felo- nomes das pe-s-/as a quem
vinba lecommendado, se deprehendeque
a Ma missa era para o interior de Portu-
O outro individuo que acrompmhava
este 1 misario, eilho de om E'.npngMlo
da Alfaodeg de IlJva, f i do Curpo de
reahstas daquella praca depoisde I8a3, e
agora poitence guaida na ao traDnit. va com um pase militar. E'
de ms opinides polticas; po>em homeni
denenhuns conhecimentos, e por tanto
incala/, de dirigir oom babilidade urna
tent'tiva revolucionaria.
O piocetso formado tos dois sugei-
tos de que te trata (o ba dit lemet-
tido paia Mdrid : esperase apenas pela
decisa do o -veiur pa>a que este negocio
saja irazido conclusa.
jido >e esmerou em apresentar-nos um
devertimento talvez novo para ni'n, e que
dosempeobou com g< ral app ovac). Po-
d mos quasi all'.u'anieute duer que Mr.
V. 1-v excedeu em quanio a nos, ludo
qunto al aqui temos vito neste genero.
A pi'imira posicio em qu^ se achava
Mr. Vally quando te levantou o. pumo ,
d c.'ilo.jU; a aui'os I i persuadir ser
11111 -. urna estatoa vedadoira, q ie una
fipura DOiani. Realmente a fi mesa m
tolos os nea movmritos, as ditliceis po-
zic5 s mi io'o.iicas qu des rop nhou ea
di^n-sdj maior tlod'o ,'e estamos b-m
certos que o pobco de L sboa na5 per-
der esta < erario da v e admirar os
laleotosde Mi. Val'y egosaruma noite
de prazer -p'ist'acio.
( Do Nacioi al. )
LOTERA DOLIVRAMENTO.
As rodas da Lotera principiao
a andar hoje pelas nove horas da
manhaa no Consistorio da greja
do Livramento-
Do peridico dos Pobres do Poito copia-
mos a noticia seguinte:
Porto, a3da Maio.,
Tendoa* Authoridades'desta Cidadere-
cebido pariecip de que em um navio chogado a e*te por^
to, ou que devia chegar procedente do
Bordeus, vinham tres portuguezes sus^
peitos manduram hontem proceder ao ex-
ame do rele ido navio, e com elfeito se
achou nelle um P.01 tuguez ao qual foi en
ronlrado una patente de AIfeies passadi
por D. Ca I-a em virtude dos bonsfervi-
co* que lia Ihe linha hito; e diz se que
mais alguus papis de lpeita : e-n con-
veauencia do que foi prezo e mettido na
Cata Pa, onde se aclia incomniunicavel.
Tamb.-m se diz que este individuo perten-
cl familia de Navarros. _
p.rece que cora elle viriha un irm-
sru e um Coronel; e>te ficou doente em
Bordeus, e acuelle tendo adoecido gra-
vememe na v'iagom e passando por aca-
so um *ar, se mudara para elle, e vol-
tra para'Bordlos.
Acredita se queest'S individuo< vinhaS
em commissa e que estariarn de oom-
bmacaS com os miguelistas que ha pouco-
dias fugiram de Lisboa. #
(Uo Diario do Gove no de L. )
THEATROUE S.CARLOS.
Nos a lindamos admirado os tlenles
don Sr-. Mam da e Damas, quando mi
rcosiaram o publico de>da Capital o en no
passadocorn jogos e devertimentos das-
le {enero; purem depois que acabamos
de ver Mr. Vally forcou he tender os
deudos elogies afste-r i la q e m ver
THEATRO.
Grande txpectaculo Gymnastico j no
dia 17 de Ago-t<, Mr. Valla Hercules
Franrez chegado da Europa em cujas Cor-
les tem sept;sleito publica expittiva
como tem demonstrado na lecopilacio dos
loroaei da Franca Portugal Hespa-
nha queclararaente/allaS dos He i tos 1a-
ros de sua piotcS pelos quei tem aido
condecorado com bonze Medaldas, que
Iliiha5 conLrid diCferentes Munarcbas
da Europa, vai pela primeira vez eppa-
recer'sobre scena n'-ate Tleatioded car-se
inteiraroenteja saptisfazei ore pailavd pu-
blico dc-ta Gap.ta'.
Depuis da piimeira Sifonia os Ado-
res aciooaes repieseotar a Comedia
denominada, O Divorcio por amor.
Nofim da Peca Mr. Vaili principiara'
o seu expectaculo devedido em i9 partas:
I. A posii}5es Romaoas 2. levantar a
grande ba< ra de ferro de a4o bras, 3. a
bandeiatiir-olor, 4. o Pavili.io Ilospanlra',
5. A fo'umna aziaiic 6 n pirmide do
Egipto, 7. acadeiiaRomana 8. o jogo
dos palitos 9. o sali perigo o das 70
libras, 1. o passeio com dois hoinens ,
II, os b.apos de ferro 12. a corda gira-
toria i3. na gianda columna de 2o ps
Buster feltraordinaiiamenle 4 hornera,
14. levaotar-se com um s p sobre urna
mesa com um peso de i5o libras id. a
columna de Hercules ou a forca muscolar,
16. apiramida de aleide, 17. a columna
de Rolando foiioso lS. a m-s-a de Her-
cules 19. oiexeicuios ^o'antes com es
quaeslind.ua o expeclaloco Gymnattico.
Findar o divertimento com o Panlo-
miroo o S.pateiro engaado. Mr. Vallj
se persuade que o respeilavel pu'diro rao
deixara' d asistir a um txpe tac lo de
um genero integramente novo n*sle Thea-
Iro, e avista da fapti-figaS dos beneme-
r1to^^X|-ectadole8decedil*, qual o dia da
seg'inda funca.
A VIZOS DIVERSOS.
Um Bra-ileipr se prope ennr
fora da Pisca Francs Grammatica Por-
tuguesa, A'ithmetica, e Pnmairas let-a*;
ou cada um d'estes estudos de per si : a
pessoaqne c pretender anriun ie.
jrjr Ensina se a rozer e a boi dar ler
eescrever, por preco cmodo, a algo-
mas Meninas; e piorattte-se sitislazer os
desejos de scusP'is: Roa do-. Pies D. 4.
rjp Remigio bom conhecdo nistaCi-
dade anriunci.> ao Respeilavel Publico,
que tendo rcoolbido em sua casa por be-
neficencia a crioula Beoedita estatura
regular, ca docorpo, olhos grandei,
dfa-alca e que f"i de Mtnoella viuvi que
foi de Manobl da S^uza, que tee venda
na ra do Rozari. bscu do peix.- hilo, so-
brado da S, es'a Ihe (orlara omn crrrda
de o un* uno com opzo de ni'Ve oitivas ,
huma varona de osm-o d\ circumferencia
de hom vin'em c^m a elligie de S. B;n-
fo, e letras huns corazes de leuca fiaa
ooa> pinturas sata e brancas enriadas',
e guarnecidas cem ouro; quera for -
pie->eutado (es pessa as lome, ou irmu
para se daieui as providencias eoan-
nunciaote > otesta recompensar como pj*
dea, .
a/3*- Q *em quirec mandar vestir arijos
morioa, j a.ooo t$, b'j\ de qoe trajo for ,
dinja-se roo do Noguejia quem entra do
nixo do Noia a esquerda sobrado O. lo.
primeiro andar ; .--s-no cou.o finar vesti-
do* de tidas asqjalidadiis costuras Xi.au t
lavar oa, e vtstidos de linho.
C^ Quem. pr.*ciar de hum Caixeiro
Biasiieno de 11a lo annos na ineama caza
cima axa'com quem tia:nr.
Q jeuj ti ver paia arreadar hum siljo
oq uiesmo casi com quintal anda que be-
ja pequea por sei p.ia peqnena familia
Sendo perto t piacaj poi G cu 7 iiifze :
ahnuncie cudirija-Mj a roa da Cruz no
Rtcile casa o. I7.
Faz s i.-nt-i o abaixo asignado o Sor.
The oureiio da primeira L. t*ri a favor
das obras de N. S. do L vramenlo que
lev.,a dejcaminho um metu bilheU- de n.
3933 da mencionada Lotaia e para que
nao p-'gue no caso de saic premiado e no
veiso do dito iT.'tij hilhele est fss'gnadu
p>r Francisco Benlo de Medeiros e pelo
abaixo as-.ignado.
Cu Ib nr.e Jjze Pereira C.
Aluga-se por anuo, ou pira a festa so-
it.enic uma casa cu pequeo sitio no
111 <>r na Pajtagern da Magdalena, e q*a
tuuha o bainbo pilo: quem o tiver diri-
)* s ao segunde andar da penltima casa
dtlronie do Tinxe Novo.
f Js** A pes-oaT)ie precisar de urna cria-
da Europ a de /J" ann >s de dade para o
servico de uma casa muito fiel e capa2
de desen p nhar bem u seo offiaio; dirja-
se ao Aiteiro da Boa-vista Venda D, 1O u
achai rom quein tratar.
Kgf Tioca-se um am.ase.'i di socar
aiaUcnr rom todos es ieo-i peiieuces em
lug r mui prximo ao ep^ba1 que e com
mil e duiuutas dnicas, a maior parte
levantadas: naioja de Francisco Augusta
d'Azevedo e Silva, ra do Cahug.
99* A pe> oa que annumiju querer
alugar 2 molequcs pj.> andar a vender
fasenda sendo ij .e tenda um pode se diri-
gir a ru> Nova D. 16.
5CF* Preciza-se dequatro pretos para
lii paza de hum sitio no Mondego pa-
gando-se por dia 48 rs a tada lium :
quam os qu zer allugar dirij-se a ra do
Col gioD. 3.
X-'J* Pe'deo-se um meio I i i fa da 1.
Lotai'ia de^N. S* do Livramento o. 217a
o qual pe trine a Jos da Fomeca Sea rea
e hilva a pesar d-; quem tem sua lirnMe
^e pansa lar sido tolo por alguma cria ce*
de casa e por taso pede se ao Sur. Tlic-
i-ouieiro da misma salidoaaia algum pre-
mio lasst todas as endagacoeDs .que eslirer
a sea alcance assioo como roga qualquec
pe-soa que o tenda adiado e queicodo res-
tituir ser ;acompasado : na toja da ra
do Crespo D. 3.
IC3P Preci ,a se de 200^ rea sohi e by
poleca de un negra vende!ira cozi-
nhena sendo de eoiide sao de ser Uina .v-
roana para ella conloa quem fisec o nego-
cio : aununcie.
^B>* Aluga-se um mullique para andar
com om bornean najin a vinder fasenda :
quem o tiver diuja se a ra Nova irr.u-
?.em D. 37 qu<-se be dii quem precisa
ou aiiour,rie.
VJOr Quem qnier comprar huma ca-
bra bxo muito boa leitena panda de 8
das com a crias procun: na ra da roda
D. ao f assin conm hum patativo [da
Paiaiba dnm palenque e hum ra-
bor.ofoho todos cautadoios em gaii-hs
de a.amr.
%5S~ G nvinda aoabaixo as-.igna.lj u-
lar que loes Jurdicas para o luctuo,
pievine ao publie... q o pessoa alguma
cuiitia'e 'om Jozc Jt.sn da Co ta o
sua mulher Delfina dasChag.is Ximendes,
sobreparto, ou tedo da heranca qu- tev
ede por intermedio de uj ri ulhjr, o
fallecido J. ze Francitco d*s (.bagas Xi-
uundes visto haver 9,bie 6>U olijetlo
accaS en> Ju z >.
UrST A'i^?-ffl um arma em na roa da
praia, casa da quii que Um iampio
a. %t.






iras de] retirar o papel 5 por C.
Ar>i.do oulinho : na arte* rf.i. l'i-
4 IQPE PBRi
;.aaaagiMBBaa: ;'''-
1 a ,f. rae, 1 ca -.e o de venda, e (1* i ';>: 1 la
<-t.j ; (liria o p: j-. l>j)t)e;ro, cu aoiion- deprudencia lujj de a. 5? e 3'J ,
d estrada, !*
.bj pra Igreja dos fi %*Vl** 1;-'::-j->o pagfr 08 foros de du*^
a catas tb'icjs bitas r.a ra do
I 1 NuBtrS .
i
..i de 3a 1
tro
o, pron>
k outro
por aq
a ka masa) .[us e
1 j .
p -
cu
(80.
V?3p" Sabio aloso numero 3lTdo Ca-
rapttceiro vende s, ua P rocada Inda-
ndes i e ni > (Cintas D. 24 i penden< 1 u. 37 1
tauoyba qum *e dove pag .*/j>** BMhetei, e rreios bijhetps |Uo aunnncie au inorada ou j Lol.uia ct N.' S. oto jn
vruu nova obrado L). 3?. no 2. e boja: ua. I\avi da ideada o.
sedar.
(91P* NOfCteodo effecluado o Lala
kooui "'n1.' nevte-Uiaiic Xibi
Uunh paraodia u do cor-
le mal p- lerid o auestjia L-.'iUo para o da aab*
:: .-o v:i '
a ou n :"
Ss"* (iiacn animacin querer,alagar
date rnufoques, qg r> n lo alegar om para
; a '.' ,;oi pao, di-
: i- .1 ra fj'>r ve 1.I.1 I). -2$,
tgjs Antonio Manuel da a -'..Biela, fi-
. ra da I llm de H tt'ique Pedro dj Altneida res;
" j radoi'ta Villa do le Provincia , rep itavei publico que de
fiado
I da
rrenti ti i 1<
iiiii -se
1 ou paida par 1
1 .
tac i ma uutrs que el a nM
adi gas crian
lh, para ou ;-; I
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11 por semana queso
r dirija io^ tu da P^iia ,
isjo'nt d'agus.
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"i qiq 1 o ado na r d< S. buoto o o
li .,- osq >;/er Jar nnnoce.
g;,: m prn iiar da uoia milh^r
branca \> :'!>* J: ''<'*
1 1 njidi' C'roaai pr b*ixo. do
Kola.
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1 > vtolfo metbdi atoealo aunu
. ira >*... d ,
VaV" &*'Si-ie ao <- TJiesoHie'ro da
t:> q.H' d
ptdei :' '>} ::,-: : IpnteH
1 Ibel n, i!i- 0M0
37, e 58..
!*"3T Unta negrada 16a 17 aaoo
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1 D. l2,
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! r: do at'eci'o v;!j
'de U nieea ". ;u,
ijCaV" l'or pj*co-oocamodo unta
r3c) HliiitO l)Oii' m U '> llg'i
t?o* vi ut obcr'do de Din
lo H.sirio (z quina para o pateo (i*
San .' das 3 dorad ena int>'.
JtS^ Vanaa peeas de mu-ica ruil'ar de
t g'Jot- f":>u'iiu.|''r'jiii-
. > bu bu e p ato^ producid di
um ititgna composti : os
p uteodeolea aonuuctao).
^Jfr- Apirelhaspara barretinba de C>*.
N. riodo i'oRioda ..nii-o, a preco de
(i.j ,-i i*, cada uni a< roa di cadia o, 1..
WtF *nieia idade, pio-
pno'p^ra a*rvjc-- -j campo : urn mea ti
franjea mu anca temado : a bv*
oi?apota dadeaoubrintento <'> 'r* il a ,
GramiBalicaa latinan em bu estado : tu
ra da n oeJa n, 1 t,
l?W Uiumutato dehotita figura cora
idrfi-ii de ib anm s 'j!i(;ii de pe rairo :
>.i iumiovbD. 32, ou >'-giii)-l.r ahdr.
Q^^ barr e Irea finitt rom !u
madidas tudo proprio j>ar vender aieite <
de garrapato: ;iir?. ce Olartiiio, ru
do Cb>aivii'u ti,
Irjr Su pan lote chapeoa de castor,
braceos} par .'os, pratus, acoj- de cinta j
'!i*is dasmesaias' coie* pac meninos; di-
s (..
P 1
. o' siit prir- iiH'./ 1 fe ': -'.'o 0 anr:: tt-
, 1 ente r ilhele tam o
loaquira Monteiro
?. 10 tetro.
1 *';^V O* !'..- <:.. a premio d" < I
'4penen o sobre 00 IIr- | '-' ^ beire larga pittos, "pardos, e
neslaTypografi su dita' brancos, para tonhora; ditos di
I ..< me .>jtns
CJastoi ; todos da ufiiaia
moda, c por prc :. romaiodo : na
rux d* Cadvi 1 J',j,. de
o. -' 'i-.'? a mesma ij=t aoioii
i'""- de sc-Jo preta edecores.
sV^ Umaescrva eriool' de' idsd* de
18 aonoseogoroa costana ,.laadesaho
eos* rende na ra ^ aera achaqae ; qtrena
: .euderdinja s so Aiterro dos Affa<
ao pedo vivmo io Muaz casa D.
l? que achata otun q em tri
Uioa escrava niuito bu* seui vioio e
netu achaques, p>rs fura i etra o
Eogeulio a vista do comprador se di>
.... su vende; ta rita do Livradfcoto O.
qaim i"
tVlfl IRGA.
Prax> Aracaiy ,
i.i,:':.' coco br,evidade o Patat bfl ':
Lu z' ; iser Can g r mi hir de
se a bordo t*> me m 1,
un o (.p'ts, ou .1 ra iIj Li
vr*r<. >to ca>a n
facaTottaceio'
m tul brsv'dada p<
ti'r;D da ua <'j!-4* a ti i ale
u'ser ca regar di ija-
da mestno d
'.! i! 1 no rma4
[, na ra di
. u. '.1.
Para o II
t
A F/ance
bir i
.
da ( i'ut s. 5,
COMPR
^j^ df coni
W-i.
tue .> d< abril1 : aunaUn-
.
sjc3" Urna barretina
que '' vin os >

i^ As istetrisa das Gamanb
i ora .
' O', do na p a do
to.v.t'.n de i1 da fco : .
31** Di 11 piil > menos ci.
a I -ti e s (i
-: ras "-" f..; 1rf> 1 ni m wtia r
. vendas;
ry*
CaV Bijcoilo o bolaxiabaj doce 1
superior
iva para cha a. ua csa de p,)Sto da ra
.1-, ( : 1. lea i). I |.
I- 1 Un cbtgtdas no 1
por pieco*cotnmodo: bu
i ).
T2*" .Lr'i" i-av 1, bom can
, Dttlto luaoso roa iti
a do LtVSxifO de
Im>'> I j Van na.
.:*s vicios lian
id : na rui d
oor P.tila asWr
u Cael
. 1 daaVonte ?n# R*s
I .* da B* a v.u D. 9.
" 1..J' (iHiifju. pro-
pria I iu no
ttoa-vista D. !i).
irij^ Tiz :c*a-ij. i>
iba, angorna, cose mas ro-.-

..i). 11.
*m** Uata calen4 nova di
P/liaSjl nquis
tjj?* Por prvico com
obr-a: 4 irtu-
' ) lllJIliHS (
io '."3i muilo b*m 1
lyr em O linda |
a d. C*deia.
ff^a> Urna cano* itarj ptopiada,
o oeiih.nu p' ,
ao lint tut|
;,otn todos 'hu pertancea e
barcaSAS a s-iher siro poupa e proa, tu
deii todos < Lan c
. caveruas a Uaves/ail 1
as 1.. t-1 d*i manos n
. de ata
[ t; .
;
rto por pres muido.:
a i". lores 4rmasem de m
esc r a Vos Fgidos.
tTtP* lrao prwraTrode JuHiode 1
i nia
lavadeira, b ladina, deesialuri
P"fi. osa c ,'
ato idi
nos, coqo q ui :.. ':.p iota
I g*r da .11
1 1; Itivou 1 le xiU ,
iu ir panno da posta : oon ia
que a s arrtbalrtc 5 do h >a
. npapo
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i!e moiMdn rucii >: -
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