Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02707


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Full Text
1*
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vNNO DE 183; TERCA
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RA 23 DE S.
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EMBRO> NM ERO 40.T.
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$t&%tf? fet 9tltt*&B9G %-!
' i'iario. pm .
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clmeme a r,wfl.x..u .>,. Tipoa-rafi*
oude -.tna < S. Wtunio heraldo d pVrta laraV
.4.
Tudo ag-orn tfepfearfe dera<;ii<>. eeaergia) contiAuraos ciono prineinfam^ iej
aponiadi cun admiraca entre as Kacftes ais cuJt-'is. ^
/'.fl(> hiu.iK
^ir-Ai-----
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Smy.rrssa cm trnamimccipot a. -t^ltM&a^^a'Q;
r.~

:na
3.* 6. Lino-Rui. d m. Aud. dojf. de Orfaos de t.
Pr. as7h. e 42 m. da m. ,,
4.'-,9. G-raldo-Ses. da Thez. Publica. Pr. as 8 h. e
30 m. Ha ni.
*5.*-. Firmino-Rel. de m. Aud. dos J. Civ. de m.
ede t. rr. as 0 h. e 18 m. da m.
6 -. Cipriano &c-Ses. daTK. P. de m. e A. do J.
. de Orlaos de t. Pr. as 10 h. e (i m. da m.
Sabbado-'. Cosme rc-Rel." de m. e aud. dc|\'jg.
G. de m. Pr. as ICh. p !< m. da m. .
I>om. S. WeiK(,!^'-Pieanvr as 11 h.
da m.
t 41 m.
* ***??-..,,tv*.
BISPADO DE PERNAMBUCO.
DuniJoaoda Purificarlo Marques Perdgfa Cune-.
g0 fogrants de Santo Sigostinho ; pela? fikacc da
Dos, e da Santa S Bispo P^rnnmbucnsf,
f i
f
\
i
do Conseilio do S. M. I.,e C. o Senhor D. /'<;-
dio 2. c. \
A lodosos Nossos d Herios filhos rezdajnte$ nesta Capi-
tal, Saude, Paajaae Beuco, cm r^Lne de Jezus C.
nosso Redt'mpiBP^.-
^jOmo para G liria de Dos, e da Santa Iffreja Per-
nambucana, a V's coi.fi.di, muito ronvenha oceor-
rer em lempo prrprio ao bem das Nossas OVelhai dis-
tantes dota Capital, ministrando Ihe pessoaltnente o
paito espiritual, como divinamente Nos he determina-
do, Tomando igualmente emeonsideraco oexercirio
dos dever^s de Vizitador da Diorese, eujos habitantes
Temos semprc. presentes em espirito ; H vemos deli-
berado dirigir os Nossos paesoa ao Rio Grande do Nor-
te, couSaiido que < Divina Providencia IVos ser pro-
picia nesta segunda vizila, como o foi na prianeira,
cjuando Nosf'ncaminlitMi a CMarfe da Panhiba. E
como o complemento dos Nossos distgnjoi se de*-e
-*a^|ffjctuar Alougando-iio* corporalmente de'vs por al-
ftiira lempo, urgente jJIjarnos partii i-i^r-vos a Nossa
reslueo, sup|Tcfndoem Nome do Dos que adora-
mos., a obsn-v.uicfc de lodosos deveres religiosos, e
eivis, poia que simfnte o seo
tar na pTezen*elids,#e na qi...
vos, e,irissiniojfilh)s. que talvez ; uliim
deprecatoes (|fe mAs Fnviamosaj pnSi que p -rmaneiMcs
tofeamos,' det-kninando-vns a se-
if.^e'.s, em CHsideracio a qoj
ao imperio d-i I ,< i liumi
;dad
A pa-crtica que- manifestis quando corrcis no, l'em-
plSfs a celebrar os [ vi nos OliMos, seja filha da coln-
vieco em que deveis estar, queexistehum Dos dig-
nissimsfwf; tod' louvor, e venerado. Finalizemos
esta Nossa -Carla Pastoral com" a dcidaracao so-
lemne de que durante a Nossa an?encia. fira Mercan-
do as Nossas vezes o Reverendo Francisco Jo/.c Tava-
res da Gama, Npsso Secretario, eujo Empreo tem
oicupadj|C')ai o tello, fidelidade, e honra, t/je ta
dos est?\ patM.ies;, e em sua au?cnr'.. o he-
Padre Mure Fr. Carlos de S. loe, e na desfe~u Re-
verendo DoV rmano A'mso H^jueira.
Snpli('Mh;-;'".E*#)races' dos Nossos b .ms m ,N
favor, pPp^do que estas, suprao ii^frolEAiicde De-
os a inli(jmd*le que Nos he propria. ^
l'alacio la Soledade 20 de Sel -mbro de 183i.r
JoaoHispo Diocesano.
------------------ / .
Parean da Commifsio Alista da AssendtFth, Gem
Legislativa sobre o melhoramonto do mfo
culanta.
Ao
A
firmes na .}
guir as maxiuia:
nos cumpre
. dt coraco, prose^i
qual obveii inir
v\to de. todo p^cfQaff Jejja i
*! Promovei, co\ \c,doo sloreofp.' .-.. prn.'p ,. a
*pu, etCaof|,uilrllde, Pifc^sue vos a; |U)'ia ,
lo no raminho da vlrdaoe, rfa
*tc-
ieJiia in'aneia. MJm
533Z
ommisao mixta da Assemblea Geral Legislati-
va, nomeada para o fina pui-se .'.o melhora-
mento do rneio eirculanWP^emaprtscotar o resultado
de uas medita'i. s, e eonfarencias, (\ sugeita-lo Sa-
bedoria desta Avigu^^mara. -,,
Antes da l.ei de ^e OuUbro prox; sano, a
circulacao moneiarnera elementada^o Rio Je Janei-
ro rom as nota- doaJlincto Banco, e com a? moeda de
cobre : na Babia co\ as notas da CiiaTilial do Banco
com a moeda de coore, e com'as Se dulas, com que se
sybstiluio em 1827 o cobre chanchas que ali corria :
em S. Paulo com* moeda de cobre, e com Notas da
Caixa*filial do Rain ^ em asmis Producas do Im-
perio cor.i a onica moeda ip/cobre, nyte dalla cenai*
a,\e pwte faUificada, <-xcluida totalmente em todas,
am 11 de pratj e o uro? qije deixa*ido o campo da
rirculi.::. tomn a condit$owJA genero no campo
commercia!, e foi regulado o seu^re pela demanda
do mercjyo, compre oorem*nof5l^'Jfre% b.-e que
corra em S. P.n >,Toya2, e MK^Gro tido/*nm dere!, a de valores-, sto" be, a 1-^friO, e
smfnteoseoexeiri.io Nos poje felie- 2-^560 por libra, quaodo alinldBo O mais qaa corria
/'"ida, e na que esperamos. Lembrat- ms outns Provjnea foi enroiti loa precfJ de l^JV'280
preca ae j ^21
por libra. Pelo Resisto das Cazas de roeda deata
, o i e Rabia, quanlo ao cobra qae am huma, eoq-
tras/' ha en tfo, (. l0al a ,, )(lj(^0 do qiiutilative. d.i
emssSo d.j S. I',; .' ., <,,.-,,,, e MaUo Grosso, e pelo
i no Riazil, <-lulewuzi pirlos Cs-
lUl'ia
clenlo coi.
de cobre fiLr
tran;|iros^ i
terecnos en
mil ontos de
Icom 17 a 18
sera cxj^
l desla infi
e a moeda las
i./i j) ls
ippiicao dv que
a (juuntia djj
la, coyn a Vial, <%
\ contos dereiiajue raoj|u^s NoU%.
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ue n-ot ao
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^
do tinelo Banco.lse entreteve noss/circuhcSo ate,
a appanrfo da cita^j Le de 3 de Outabro, que per^
de Falmirla n rnhro
Outul
mittindo recolher iEstacoqs de Faebda o cohre/que
ou de ddsses; massim sacrificios NaHonaef, a fim (fe
que todos partilfiem os encaraos
que a tal respeto a possivcl iguakiatfe na presenta da
Le : nao hesi
>sos, e se verifi-
a Commisso em crear algumas im-
posi<,o sulne oojeetos que nio as sofTriio; aggravhr
a existentes, que podiy9/)rTrer o grvame, e regu-
lar outras que por iniqtts se lornario odiosas.
A Cominisa^o, reamheceu o quanto be asustadora a
medid.. 1- > .taBellwr impostos, /vj roesmo n de
fji-.iva-r os existente*,; mas reconheceu taAibem que a
nnanjuia monetaria em que hitamos lia annos he
muito mais oppressivaera ses effeitos, do que pode-
r vir a ser Os sacrificios nacionaes, que agora se el-
igen r mi ludo, a Commisso respeitou os Capitaes
ja onerados comimposie5es raso.iveis, e passou a ta-
xt cutios olfjectos de renda individual, que actual-
mente nada soflYetn : mas anda nssim a^ Commisso
qarendn r^ousnS sua ronscicncfTal respeito, en-
tende, que. a*jun$Jkobjnrto.s toados dfevaj-o ser a-
liviados da quota.tJSB jijes pede, lodfque roelhore
a irise, /jupresante JSJfcfJremos,, W mesmo> que
' / \ v
cor^"a; q iubstitoi-lo eomv'SedShw em goal valer,
nln .. s'enovo papel em concur{|focia com o queja
' vstia. F. posto que esta operactfo anda se nao tenfca
.' o, e consequeotemente M nao p(MM saber*
planto poner montar o cobre recolhido; devemosJ
?Uudo ^acreditar, que ficaria de fora huma grandi-1
'ost "porco Je tal moeda, pelo que se collige de facto
l reseun.il peataCort, onde cija esj sendo trocada
coritraiTmesmasjedulas, qul substituirlo, e contra
rsj. Notas doABaiHWSm o designio de 6 a 8 por centq.
be obrigadoaodep^oj^|g|nmenle permitlio 5% se jlaj
xio au^iassfia vald"uTdas transaeces comuierciaeaj
ir la i cubre se deca rasse explcitamente dri-
!'..,a' a montante ai dulaa roiuidaa em iro-
Screasse rendas para a sua lefota amortisaco, ese
finalmente appropriasse ao Estado a moeda^ep'sitada
cora o proveito de a vender depoisde corlfda ou fun-
dida, eempregar o seu valor em beneficio do paga-
mento desta nova divida, quese cuntraha nada ma-
lla va a fazer agora que uniformar o papel moeda em
' n cu lacio no Imperio, edar-lbe curso crreme em to-
da- as Provincias. Mas como assim o nio fcz tornou
su -, mu! n.u'cra tarefa qnofljos oceupaf Retirar
da circulacao Iwjo, que'aindatujfteje emit-
ti-lo com novotyalor para poder cw-rerahmitar o seu
us<>, ( )[tr,*-os necessidadfs socilfeiralEmrar seus
actuoslos ai ero Fes o pagamento da di\jfaj|'rjue o Es-
tado Boa obrigado; extirpar o sacan aloso c\e de
falso moedeiro, ha tanto tempo prat'n ido, trunca per-
seguido, b por via de regraabsolvido : reduzira hum
nico papel moeda todo o que actualmente circula ;
rrear-^uma nova renda destinad exclusivamente aa-
morlisa'flo, e urtimamente, dar a toaa estas opera-
c\es o awo de crdito, econfianca, de que ellas ne-
praltcoi *aessio os objectos, de que se oceupa a Com-
missio, e taes sao os legados, que nos di i.\ou o transac-
to (xovenii/,"1 &empra^n osteaa, e lera) ovi. nte em calculiT os affeitoa
de seus erros adminitrali b.. .Porem como para oons"f;ui"m t* proveitoso: ra un alias sao o reme-,
di-j. ie q .'carece a caHamidad*', que. ora afflige a
^TQnde'fami'lia BrWleira, por iss/Mntic ameaca as fnr-
lu: lindividuaes, estorva o girojtemmprcial, faz va-
cilar o crdito pWieo, e perturKa eslabeiidade do
stado), sejo necessariono sacrifici >s de individaos,
appressa
geral, p
plicar
Alenta
aprsenla
' e
l
o augmento fprogressivo da nossaveno
,os ter sobras ce rnaior receila ;
q do nosso papel nipeda.
uto, a Commisso desta esperance,
lnte projcto'de Le:
lea (Veral Legislativa Decreta:
eda dfe cobre existente actualmente en
giro no Imperiqserlfretirada da circulaco, a saber :
a de 80 rets no egueo de 30 di is uteis, a de 40 res no
de vinle diasujlisv e a de 20, 10, c 5 reis em outroi
20 dns uteis. k Caixa da Amortisaco na Provincia
do" Rio de Janeiro, e as outras as Commissocs, qne
em virtude des* Lei se ho.de crear, marcam o dia
em que devemprincipiar os ref^ddos *prazos, que se-
ro consecutivas, e improrogave
Art. II. Ajrnoeda d cobre serVecolhida na razio
do valor IsR^de sa emisso as jflVrentes Provinci-
as do Impw D: jHnoeda falsa ser cortada, e entregue
a quam pvWencar$ ^'tal se reputar toda aquella, c-
jo cunho for visivelmenle imperfeito, ou que tiver de
menos a Uva parte do pezo da Lei.
Art. III. Toda a moeda reputada falsa pela dispo-
sico do Art. antecedente, que aparecer na circulaco
dtpois de concluido o rsgafl*, ser apprehendida, e
tomada por perdida.
Art. IV. A moeda que for re olfiida, ser nova-
merjie emillida por metade do seu valor actual, prece-
derlo huma marca, uiixarimbo desgntivo ao seu
now valor, sem tolerancia para menos, quantoao pe-
Sa legal de sua emisse.
Art. V. Aos possuulores ^ia'njoeda recolbida, se-
gundo o valor, pezo marcado no Art. II, dar-se-ha
a metade dasomma em cobre, segundo o valor menci-
onado no Art. III, e outra metade em Sedulasamor-
tisaveis, deduzindo-se fiesta ultima especie Ti por cen-
to da t/ta\\idade p.ira ai de%pczas da operaco, de ma-
neira que todo aquella, que entregar 100, receber
50 em cobre, e 45 em papel. Se para* completara
la em cobre nao chegar a somm^'de cobre recolhi-
do na forma -do^Art. II, preheucher se ha o dficit
com a moe.'la dfce virtudeJa Lei Jre^ de Outubr-rflriA33, f.bservadas
porem as restriccoea especificadas n^ Art. III.
Art. VI. Huma vez concluida a o pera cao do res-
gate, ninguemser obrigado a receber em moeda de
cobre, tanto nos pagamentos, lgaos, como transaeces
particulares, mais de hum portento da totalidade da
somma.
Art. VIL As Sedulas, provenientes da subslitui-
cao da moeda de cobre,-serio consideradas como divi-
da Nacional, te rao curso as Ratatoos publicas das res-
pectivas Provincias como moeda crrfftlr, que fico
sendo, e enlmro em to las as Iransac 8 i p.riiculares:
para que possao girar em todas nJ?rovrtl Impe-
rio, faz-se mister, que tanhio as assignaturas do Ins-
pector, e Thezoureiro da Tliezouraria as Provincia*
onde houve\em de circular. ^JT'
Art. MIL Sao privalivanVrite encarregadas dt
resbale do cobre, e amortiza-o uasSeulas na Pro vi u-
cia do Rio de Janeiro, a Caixa da amortizar O, e as-
outras Provincias aiCommisses. fuetl p^ara esie fim
serio ereailas. Estas GoiMntsSOea stro, pn.'ididas pe-
los InspeaBres dagffbezouiarias das I|rovincias res-
pectivas, e composlfs d<3 a 5 Cida(fttosvi5r/i!eiros da
mais recouliecida arebdade, e inlelligafcia, e le no-
meaco do Presdele da Provinciafc0: podera re-
f
I
ndo assim convenha
A caixa de Amor!
inp, e as C >maais
iuraL
lesif
15,
ctfeil4%ir
ublico.
;Tn ni Provincia do
ifl^Mpilaes di
delljfe, OS lugar ^
aco,' ^troco ; orne-J
';-v
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r
\
T


MM.

*
ihr
pU

ncarreguem,
ucces, que
rno, e to-
afro Commisses filiaes, que del!,
*fi^cai3ari(> seus actos, dar-lhes lo^im
cstarao sempre de aciordo rom ts
mar-Ibes-bao rigorosas c
Art. X. Fndo que seja o r ,>\>F(> asCom-
iu.ssoes fibaes daro huma conla efck, -j especifica
da dasquantiasreculhidas, ? a circunstancias d^
operado, no Rio de Janeiro n Orna de Amortizael,
e as de mais Provincias as ronWl% s das oapitaes, o
qa- se fart pubjco pe. IroprensaV caixa de Amor-
tarlo transmHlpao(;-..VM-iir. a r'rda ront*, e as
outras .oes a transmitido a)>s Presidentes, que
a rommumcaY ao Goverim r.-iitr/, o qual publica-
r por inleiro todosascontas em fo'ma co geral
r-sc.-li.
%\ (1873) ^
f
* i .
Husviru, encuna AndorinV-a e doistrincadoros sr*.
mados sabirS* dos porlos de^Brest e Roohefort, pfcT?'
cruzar sobre a-i costas da BiseayaVarios avios,/-
guerra Inglez* iem tido o mesmo destintr* /
O General Mina chegou em Pariz no da
Julho em caminho para Hespanha. "$
L-se no Jornal de Parte da 0 ih- A gol
governo receb ?o boje 8, noticias da frouteV'* '
de Sanlo-Pe do da 7.
Segando e ls noticias, Rodi^ entro** n lia
sondo,, a f :te $ seis mil Jromens.' 1). CarT-
EXTERIOR.
Carloscliegou d Elisondo no da 10 de Julho,
em 12 fes humaproelamacauastrop-'is t fbi publica-
mente a J^reja ; tendo no da 13 retenido participa^
ffttdidemisi ilguns membros do Gabinete ln-
glez, (l v.iriis noniHa-Hes temporarias para is ftastts
desea preprio ministerio. Diz-se que alguna offioia-
es das tropas da Rafalla sao pouco STectO* S ia Ma-
gostada.
' # ( 4'tas.)
As noticias receidas de Gibraltar at o di* 13
de Julho, estabelecei qae a morlandade nccasioQida
n'aq-o Ja Cidade pelo Citolera roorbus tinha excesiva-
mente augmentado. Me 19 de Junbo 5 de Julho,
ntfl pessoas tinho sido attaradas. O fot. I Jos mor-
tos desde a invasao da epidemia at 12 do corrate Ju-
lho he d-,,156, sendo o numero das pessoas que cato i -
ro doentes nVgtes ultimo* (Moro das de 348.....
-- l'o! hum exprs vindo de Pariz esta manhaa
obtivemosultp informaron sjjbre os movimentos
del). Carlos, M 'la 20 (Julho) r'i^.ia seu uarte! ge-
neral ern Santa ruz de Campe/3, a testa d| onze ha
talhes, nao temo feito se nao 300 recrutas. Oquar-
tel general de Rodil aohava-se ero Levin, mu tropas
oceupavo Lodoza e Mendijorca; nove mil homens pelo
menos tinhio partido de Pampelona para se Ihe irajun-
lar. A Junta de Navarra eslava levantando eontribui-
<( .. iVenhuma aeco tinha havido at agora. Hu-
ma dasfolhas de Pnriz relata que D. Carlos ia reunir
as Corte) por finamientos, c que ns tropas da Rainha
tinhao re. ebido hum reforco consideravei de milicia
urbana. A insurreicO OO tem f.-iio progresso, ella
nao se rstende al-oi das eroTnctas Basque.
Por Decreto d 12 de Julho D, Darlos adWstiou,
otrerei.'.ndo premios vantijo/.os, a lodosos adivtdu
ue rompOi oex'Tcilo da Rainha, e que se apresenta-
'm dentro de m i /.o marcado; isto rfiz elle, por
que seu rea! j^rary bem informado <'-i> tristes e desas-
trosas oc< ur :en<, is a- qtMes derao lugar os esforcos
d'nlg:iis honu-nf p.-ra susteatar os preterid I direi-
los desua rtn/i presada sobrinha D. Isabel d<- Boutbon
ao tron'., que i elle pi-rtence .peiplei l'untiameutal do
Estado ; e jorque alem di^o vM^k pslium termo
a huma gut^ra to funesta aos it^eic-ses publi- os
rticulares pr
itcrnal (ora
Eli
se so
hir.
A mu'
rao-se ero
ido co o as mais
(ito. INa pro-
mo as I
! |p- !
riireiios. le
Thuvi'.-'s de
senii nvuiiosq
fri
las de sen< caros
cotnpiixu) d';

As colstss E*icezas
aqueza mi i
as ui ums con ti
moi'direitos, cele
*seu cyraco
:er.jsSijil
brigadoa fug" precpifadamei/tP
sa.
Numerosa? "r,:gr if&piadp.
do Zumala ( rguv s u t. \, > a-v
AL 1 r
inhoa, sobre o territorio fniietr.
O Goveriw recebeo fiontem delarrs Havonna
roais a!;jumas i ofkias teVfraphfcas, con firmando to-
dos os,siccesos alcancado pelo general Rodil.
O certo he nossa fronteiracada dia mais rechissados pelas tropas'
da Rainha.
flemps.)
^ Portugal- > Regente foi com a Rainha e de mais
'Fnmilfa Jazei ima visita .i Cidad
que en bjrcp m Lisboa a 25 de J
queHa i|daV nejPia 27 onde folc<
vivas den jubilo, e
clama c 2r>*^rigio as Portoem d o Regen
,( E < poder demorar ?8e^rllilV|fc dez oSas
.r'.iitr vos j porem estando mui prxima, d^dia em
k que deve t< r Ing.r a abertura das Corfft, he de a-
c bsofuta rreei sidade qne Ea Me ache na Capital al-
gunsdia- a;i?i s. Eu cont, para o anno segninte,
saminha .-odem'o permittir, vir tora Uinha,
K enrestacao poriuna, e por Ierra, visitaras pro-
jincias do orle, e nessa occasio tojtar .a texlo
prazer de ssar alguns dias nesta hernia Cidad,/> i
11 Regente sli pubcou o Decreto quelfcaixo trans-
erevemos, e qtfe Jora fundado no relatoiio, que tam-
bem coi.amo J %
MKC.
SENHOR. -A erejn do pap^moeda que hoje se
echa em giro >e,^*WloVado tomllLopQjaean a**,
ceira, huma -ia^haisabsurdas que se hit po'f'ft'
pralica ;.e Como f'to deGoverns huma espoliacio &
propriodade, p<$V nao chamar Ihe hum roubo nacir'
nal. |
as transa. : -s de commercio com o eslrangeiro
Portugal reeex- sempre nevitavel pre)ui0. Os cam-
bios sao, he vl(,lade sugeiios a contiiiua fluduaco ;
porem nos arbifWw que nessas gracU te fazem, o ne-
iante que nao pode contar rom lo mesmo agio do
papel para realisar a sua Iransacco, assegura se sem-
| re em [irejuizo nossb. ,.
A falta de crdito, a lluOSodas hvpothecas, e todas
as medidas fraudulentas, que ^moatihar. e sepui-
rao a crn.ssao do napel moeda, WrnlRo *-;';,,>enSavel
odar-lhe buroa ourrenciaforcad> : esta leNa,
principal do desprezo em que nos !em as na' oes'
sadas rom qu m negociamos.
Quandormma guerra violeutissiml, e prolon^fui
I duzo a.Grfci-Bretanhaa hum estado de (a\\
nietos, de q ha poneos xemplos, vio-se o Governo '
na precisan (.e dar rutso forcado porem, la arrise, o mesrl
a mais viv s Hiitude na extir
d . guerra.
<1- funes
raneo
a revol
effeitos d
o podem serv
itoverno empregou
fHttma calami-
*yque apropria
is to tem-


I
/)K(1871)
> garantas, qu o
' :,, ^
I
t
I


ta que a esse papel sV havio dad}
papel-ruoeda Portugurz nunca tev*t
A Naco rorluguezaqueixar^se-nnl&ernpre dainepria
[fe hudto^pjinisteri, que, por Ibe .iijfer toda a idea de
../i.litop ihliro nao pode contrahir huro empresumo em^
' .no lempo coi que a Napa i rcldtimnente lai-
ihava cm estado de prosperjdade, se nao o-
yindo os Porlujuezes n da.r rouitoj milhVs de
' 'i.<> v>i .in ccs sera hypttteca ate a misera vei

le mH e duzenlos res.
1,7 .)i i i'i ii-1 ni mais L i;^i exposicaa de bam
, qu; peta%*!ts desgrJrcados eleitos est por
Soberano!
xicinos se
determinad1
gtieza corre
avanzar a propoz*cao se-
: V ossa VWesta .njypfc) per i a I lein eito os^maia-
v* fieioj .pacaoTyB^HJCeza, mas nenhum dclles
-i
1
1
los .uiiliccido,
quinte
;s ben(
: orresn/jfce|Wbfin\<|ue jVossa MiJgestade Imperial
rdwaTlfc felicitar, em quanto existir o ppel-mo-
ediw dinheiro he humt mercadura como outra
qqaiqoer, que se importa e exporta nos merraidofr das
jaacoescoiBmerciae^.; mis a exiatem iu do pjqiel-moe-
(Ja >;<'-f r<>f esta a ioma.
i quant fjira-.N e a t a
r c
tjta de
te D<
Magosta
lin-
Ofi'oravel do extinguir este 11 J- lio.
Mude ; o intere
publica e
^articulares,
le Imperial adquir
.diguando-se de assiv
que teoho .a honra de aprsenla? aNIfossa
Imperial. Palacio de Queluz, *em 23 de
Jul'hode 1834.
Joie da Sil va Carvalho.
Decreto.
Tomarfo emeonsideraco o rea torio do Misnistro
.Secretado d'Estado dos Negocios da Fazonda, ouvi-
^'ifcoaCon^lio d Estado, Hei por bein, em Nome da
IvSinha,- JPgatar o soguinte :
Art. 1. F*ca extincto o papel-moeda a con ti r do
*i -'< dia todos opag$rnflfc r se rao feitos em moeda
metilica. corrcnto^ii"te Re
Art. 2 c i da delprtalHIJIl^fto artigo anlece-
pnrta.d^ns de'iapcl-mooda o a-
lotarp 11.4 T.'ii'NOui-.iria^do Bjrl|o de Lisboa, aon-
i a Ma importancia err su-tal cem o dea-
KQjfto de vjnte pacent. O Bin^ser previamente
Habilitado pelo Gowftn'i paJaAeffeituar esta openacao.
Art. 3. Os possuid H"s da papeJ-raoeda, que o nao
nuizerera trocir pelo modo e.Ntuhehciik) no artigo au-
teci lenti i receber no Triljueal do Thesouro
Publico Ticulosfcor toda a importancia nomina!, os
qu i ) pag'Hse'm moeda'metlica uo roeamo Th-
ouro dentro dos primeiros auiaze dias do me/, defa-
D d i s .18 ; e serio fornidos desde o prinico de
Jinci.ro 1832 p6r rhctfda correte em metide dequaes
qu'er paj^tcntffPRas}|\?pafii< "es da Fazenda E-ublico'.
Art.-/nWm dos majos concedaos fiear tambem
Jg0tff^s\nu\in.'. do papel-moeda a lacu'.dade de raceber
V^ no Thesouro Publico Titulo de toda a importancia
norr.inal, a pagar cm moeda metlica aos prasos de
' J9tw, dous. tres, quatro, e.cinco auno*: e os dous
^ p ttulos ^tio. desde logo admiftsire4* co*no
"f I poeia corren as arremataces de heos nacin
Art. .'). Desde o dia 31 de Agosto pr.ximo futuro
em diante serio adrtfctlidocomo moeda carente iws-
zes, e-Pesos duros hespanhoes cVu4
meados na Casa da .Moeda*, pelo p*rew
'iligo antecedente, por moeda portu-
ste Reino*- Fixar-se ha hura perio-
do ra&avol pahajconclui^-se esta trnnzarcao.
Art^* Kr-fr rehogadas t)dds as Leis *e disposi-
coesem contrano Ojflinislro e Secretario d'Kstado
\dos Negocios da Fa/.enda o tenba assim entendioVje
faca encentar. Plttfeio de Queluz, em vinle trez de
Julho de mil oitreentos trinta equatro.
. n). PeJro, Duque do. Braganca-
ze da Silva Carvalho,
N
ANUNCIO.
JL Or Qrdem do B'.xm. St. Vice-Prezidente desta
Provincia se Taz publico que o Arsenal de Marinha pre-
ci/.a ftetar urna Escuna ou Sumaca velleira, de 50 60
manhmento ao Porto de Pe-
I *,
. car-,,' o crdito nVional ; e grande reaponsabiUdade toneladas, pan coudu/.ir
'stria a de hiuu Governo (pie d.-ixiss- de aproveitar o dras. A' quem tal fretamento convier pode dingir-se
quantqmotes ao meaaao Arsenal a tratar do ajuste com
o respAtifo I'ispector. Arsenal da Marinha 20 de Se-
tembfcde 1834.
Alexandre Rodrigues dos 4njos
'
94oaog Do Correto
\W Brigue Escuna Uniao recebe a malla para
dt; Janeiro amanh 24 as 5 horas d tarde.
o Rio
f
I
os be
res, e os Pez da
Vfllor d^ 870 rcis.
Art- ^_ Aome9arf
glezes cora
hoos e m
o \>loc (Je
e.iHairb O
4120
com o
Compris- ,
\jSl hacia de nr.^xtie ainda no\a : aiwiuncie.
f !----^
abfti^ ttmtcolatt'?;.-
iJEndo o abaixo sasignado em hum dos N.0' do pe-
ridico do Para -Luz da Fe/dadeque em huma
reunio publica n casa dis Ses i da Sociedade ma-
snica no dia 7 de Abril do correnlo auno, se Ihe di-
ligira htim brindo, nao s como Principe da Igreja,
mps tatnbem como Macn que he c\c. t\c. ; julga
do.seu dever desmentir esta ultima assercao, e declarar,
quo nunca pertenceo, nem pertenre a Associaco algu-
ma maconia, nem politi I, de quafquer deuominaco
que soja ; sendo apenas Membro d. Academia Real das
.Siiencfes de Munjcb, das Sociedades Filematica de
Cbimica, d'Agncullura, e de Msica da Babia, o a
pouwos diafi.da de -Educaco Liberal-- desta Cor'-
Rio de Janeiro 20 de Agosto dj.S34-
Jiamualdo, ircebuipoda Baha.
u,>
Glxavoz jfiwp?\ .:
Ma e^rava
cou/.a Tulla/ cab
com tal bos compri
largs, bem feila
irosa
tsta benirr, bna estatura, alguma
trande e redonda, Jesta grai
)s, ealguns redpnd, t^'m aspar.
corpo, ps pi'enos, (lentes li-
enta ter 28
: a ra i<
com b(

1 de .lullu
1835 os
X


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