Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02698


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Full Text
^ ASNO l)\<: 18U.
?
V
SXTA FCIFU 12 DE' '

do Qkra .i ./V i menlJt 'V?4? rclS- **'"* Mo dopropriowiyqm^q,,,,.,, 1.,,,rqa s |
3mprc00o cm ipmwaiiuico pot 3tf& d$>jh>
AS da SEMANA.
6.' ,y A uta SesAfTlie/.. P. de m. e Aiui. do J. de
t t. P. as h. e54m. dam.
Sabbado S. Felippe Rf. Re."- de p. e aud. do
\ ir- G. de m. Pr. as H h. e 42 m. da m.
.Dom.* S. Salusfio Preamar aos 30 na. da t. f
e.
34. E eu o Padre Joaquim*.
a Cmara Episcopal o 9pbe?!i.
Joa Bipo J i
IOCf:ZUi>
MUVIU1V>

'V^^V^V^^.,,,.^.^^
.RISPADO DE PERNAMBUCO.
Dom Joo da Purijicaco Maiques Perdigo, G*
neg Meptante de Santo Agostnho, Por merend
Dco.s c da Santa S //lostolica Hispo de Pernam-
buca do Concedo de S. M. J. C\ A todo Reverendo Clero Saude, Paz, e Bencao.
P
Quartel do Command't das Armas de, PemahSw
co 8 de Setembro de 1834.
RDEM ADDIC10NAL A DO DA.
I

S

Or especial Mandado de Sua Magestaden Impera
dar, comn.unieado pelo Imperial Atizo de 14 de Maio
de 1829, expedido pela Secretaria d'Estau'o dos Nego-
cios Ja Justita, Pomos a Concurso nelo prezente. Edi-
ta! as sognintes Igrejas plenamente vagas deste Bispv
00. A de IV. Senhora d'Assumpcfo da Fortaleza na
Cidade do Ciar, a de N. Sen I ora as Montanbis de
Cimbres, .. e N. Senhora da Conceico de A ;roi?
beliss, a de \. Senbora d'Assumpco da Villa do
monome, a de Santa Mara da Villa do mesmo nome,
a de Sania Rilta do Rio Preto, a de N. SenJiora da
Clona do Rio da> hgoas, a de #anta Arma da Sacra-
mento do Angical, a deS. Joz de Carinhanha, a de
JN. da Pena d> Brili, a de S. Miguel dos Barraros, a
de N. da Caneen ., o Porto Real dos Indios, a de ff.
Senbora d'Assumpro da Villa da Albandra, a dt N
Senliora da ConceicJo de M'.-cejann, e de N. Seniora
dos Afllilos de Aronaea, a d<- N. Senhora Mi de Dos
da Villa de Soire, a de N. Senbora da Conceico de
Monte-Mor o Velho, a de JN". Senbora da Cofacei
l'Almolala, a de Santos Cosme. t> Damio da Serta do
Pereira, deS. Joan da Vjl| U Quiteiia, e a de JV Seifrifo* dos Milagrea da Villa
Real deS.Juao do Cariri VelK
Todo o tveready Sacerd- te |'-n's ou Clrigo. qu
queira razaropozoas referidas Igrejas, aprezenfc
m oa seos apis prontos e^forrentes na turma do es-
tilo pira s< m admiltidos ra/.ndn termo de opo.iro
dentro do prazo de scente das, findos os q.wts m fa-
rn o Concurso em o qual reaponderto os Reverendos
^pozitores a nove ca/os d,-. MnnA q CM(,rien.ii e fario
huma exposico, ou bumila ao Evangelbo que asignr-
onos para Propormos ao^ l'lxoeliVnissirne* Prezi(t'le8
em Conctilio em virtude da Le de 14 de Junbode
1831, os que se julgarem mais dignos na forma doa
Sngiados Caones, e Concilio Trideotino. Dadoem
*01inda|ob o Nossg Signal e Sello aos 11 de Seterabro
_:________ V yA
-Z~~~,T----T7T-T
F Comm.indante das Armas, tendo-sc dirigido coro
O Exm. Su"- Prezidente da Provincia frente da Le.
g:o, que hontem^se formou em grande Parad* para
soiemtiisaro Dia T^a^Setembro, Anniversario da nors-
sa gloriosa EmancipacYYilitifa, ubservou corn pr;;
zer, que a mesraa LegiA C'a poupando para^pre-
henxer seos dereres, deu*.,w s urna prova dequanto
sabe apreciar a Liberdadte do seu Paz, no fntbuzias-
mo que dsenvolvcu no 1."^ Nacional, e deque
sem muito custo adquirindo a ndispensavel Deciplina, /
e irntrueco Milil. apresentar inaocessivel barreira
aoimmigo commiT, que forceja; porem em balde
para vo!ver-nos ao antigo systema colonial.
O Commandante das Armas faltuiia a ju.slica, se ao
Sur. Cliefe interino da Legiao; aos Senliores Coca-
mandantes dos Corpus ; Orficiaes ; Guardas Nacional
es, e SnMados Artilheiros nao prodigalisasse os seus
mais aincefoa agradecimentos..
O 'xm. Snr. Prezidente, nao menos se regosijou, r
'por igual agradece o interesse que tomaro os Sor;
Comraandantes deCorpos p,ara ostornarem dignos do
aplanzo Publico. '
O Commandantedas firmas ;onta com Tropas to
briosas, e Patriticas pan or.Viidaco da Indepen-
dencia^ doSjVrna Conftituc-/na Jugado.
Jozo. Jonipiim Codito.
COMUNICADO.
J^lagoas,
, ^ (i" '1 ,l0 i8-'3''0 chegoi a Villa de Macei de
vu'la dof\canipamento o Eim, Presidente das Alag-
as. Estando a guerra* quaze nali/.iida, reduzida bo-
je ao s r^ico das Eaploraces >que tere de ser anda
muilo ioroa i ibto do escofeliriioo. m que por
Ultimo r -fiigio prlafJ-lKl'Afll^eHdores ..coutar-s.,
necesattoadaVO nr. Camnr^r Sp eonvalecer-ae do ata-
que, que a aproitmoi a i-^^rra, vencen do os a*
cowiodos da viajen tal m^ iit^[ri']ipz seo regresa
para a Ca|iiI, fia de entejar'^rqa>a do Gover-
"". ao CoeH*etro mi votad.;, A^^nril da Lei
baaWfl teriormenle sida L>iAdoV^Os IUitante
da \ da de Murci nada ajMifMfe para fazer man i fes-
tos os sentimentos, qw ^JosagSoJ de amor, e grati-
*ioa do Presiente, com
II
.es
i
estaros nanos,
I
TT


V V.
------- !. il. 1.1 II II III
senao
essar com
erecimento
^aUacio ta-
's desta m-
fuelles, t
c que Tf \ -Tn
van IVv
iVeUo^ v
plore,
. ^ ira. Direnv>v jaesou-
meira, por m\\* foi^vcebido
> d'ias legoa,* de, d\slinni '.
esid'-nte recebido por mais de',
j^^tnjfrao hido encontrar, acr n-
... quae> ,-ntre mii%deraonstrarc3S de um ;<
j! contentamente entrou em Macet, p0r vn'.A a m
'wnerozo concurso de pesaoas, qae a porfa no sem-
J'*nflie cxprc$sav"o em fater valer ^ dores come*
qu- rada um experimer'ava \a su parte.
11 fui seguida de una sai va do Brigue Pro-
eja, queseexava surto no Porto, d immenso*
> dar, msica, repiques de sino, e descaraos 4a
rNacionfl, que se axava dispo>.ta pura n Cortejo.
'resideate se derivo Unediatamente a Igreja Ma-
triz., onde hottve um solemne Te-Deam lauda mus, o
i ; l< pois de agradecer ao OmnijaM^e o triumfo' das
i rm is contra
ventura, e projperiuac u i*ir*jvincia, cuj
foi confiada, vultou para a za da suo residencia,
mostrando se em todo este acttf'summamonte satisfei
to, e penli rado de agraM cimento para com os Habi-
tantes de Mace'. A Villa esleve por trez noites (Ilu-
minada, durante ellas bandas de Muzicas giravo
pelas ras, no meio de mil vivas atf Presidente, ao
Patiiota Camai go, ao Salvador da Provincia. Nos 3
das correspondentes houve urna bem ensaiada Cavalha-
da (arremedo doscoslumes la antiga Cavilara), em
que \nnumeros premios foro offerecidos ao Presiden-
te, j Um lindo, e bem Cuito fogo d> arteftc&e enxo a
a os revol.'./is, e fazer votos pela
idade d Vr .vinci, Cu'u sorte I he
v<, i Parto de Pedras Ihe dirigiraofelict^^s as man
>ng< rar e i as quaes cada urna sl ..' *o-em fazer
iir os s> nlimentos mais nobres de estim, e consi-
K|flraaco, que por todos seus Munic^s arder
seus Habitantes. Assim foi recebio c Tura. Snr Ca-
-margn, o Pv'iienle patriota, e corajoso, que a des-
Jpeito de t, ;t"5 em'nracos, e deficuldades >'o!tou xeio
*da gloria i ter suplantado a guerra de Jacuipe, que
por dous antros fl.igellou a infeliz A'.ig s.
Se alguns energmenos por anli> lia, cu temor
a urna Auetoridad* enrgica, que a ouo cu lo f/. tri-
unfar o imperio da Lei, que elles Jfio veem, seno
em seas desordenados caprixos, e zarras fantasas,
se alguns individuos, que a ignoranlia do Povo tem
feito tropecar nos debaos por onA s dew subir o
rnerecimento pelo baixo, e vil se*lamento de invru,
tem procurado deslustrar asquali jases do actual Pre-
sidente das Alagoaa, profanando Jbio da Ri ,)i p-
t< o Nacional, rom stultas acur.acoes, e fasteiai. o
Publico com ptieris, e vagas imputacojs as pagines
da Bussola, e do Republico; semelbanles liomcns.
di/.e? :*, que so attesto, que nao aquella a nica
Provincia, em que Callan entes t.io nullos, sao publi-
camente contraditos pela mase sensata, e iudiciosa da
Provincia. Conhecu o Publico julgador, si o l da
i alumnia derramado na Cmara dos Deputados pel-i
Padre Ignacio J>aquim da Costa, e Francisco Re-
migio de Albuquerque, Representantes s da Villa
d talaia ; se os improperios, se as rirvoiees prodiga -
li/.adas na Bussola, e no RepuLco pelo seileciozo
Feliz Joze de Mello contra o Presidente das Alagoas
merecen a menor f, a vista do publico entu/.iasmo,
do g-ral eonteiktamento, e lizongeiras expre-,ses com
que as Cmaras felicitarlo, e os de mais Cidudos rf>
ceberiooExm. Senbor Camargo. Quando um P
vo, qieliv-e expresan s^ntimentos to uniformes;
quando Corporacoes to Respeitaveij, quanto Impar-
cines, eoncorrem a confrmalos nenhuma butra pode
seracauza senao os efeitos da verdade, e dos bens,
que experimenta), e as vozes de enfunadas impert-
n en tes, que se esyaecem em provar o contrario, teste-
jVertadores concorreo para-tornar mais brihante, e
mais luzido aquella acto. Oepois de um ingeniiozo
Drama, einqueum Elogio foi recitado em honra do
Presidente, este ao aparecer 0/retrato do No vem M marcha do og^yjiftS^ io cosiumea^'. M a
egundanoite; ea ultima acabou com urna repre- munln infalivel dacjnfiinca, qtiecarecem^que pouco a
ntaco Tiatral, onde um numero considerare! de i pouco ktro rasgando o veo da illur.o, com (pie forja-
cebido Povo. O Exal Senhor Camargo recolheo-se
xeio das heneaos de mi ianilias, a quein livrou da
miseria, edamorte, e W.i desonra ; recolbeo-se xeio
da heneaos de urna Provincia, que Ihe agradece a Paz.
pp Jedezojar maior gloria! As vo/ s de seus fracos-
- nao passaro o p, que os envulve ; porque-
o (inviriio Supremo, o Governo da Naco, eaOpini-
fio Publica Ihe lazem justica; pode qu"rer maior ti ir
unfo! QueiraoCeo restituir Ihe aa forcas para pro-
SCguir i>a louvavel marxa do seu Governo, e aplics-
S< itdiaveiloa, esollicitudesa todos os ramos da Admi-
iiistr;jc.io com a mesma enir^ia, com a mesma eora-
pem, e indiligencia co",'.vque splantou a guerra de
lacuipe, sua lembranca^.-ra indelevM na memoria dos
Alagoanos, e ser esteum firme monumento de sua
gloria.
Regencia, a Aksejbl. i Qeral, a Naco Brazi-
"ua. ( acreseentofi o-de-aos livres e bravos yJInca-
nos, os quaes foro < orrespondidoscom o maior entu-
siasmo, sendogeral, e espontneamente reptli.los os-de-
Viva o 1' cutiente da Provincia; o Sahadoi das
jlogoas. A isto sucedeo a recitaco de nlguns ver-
sos, em (j\ie alguns Jovms na lyigoagem dos Deozes
unirn seu myrto a CoxA cvica, que os A ; o iros fieU
a Patina, ea seua d^fe-es tecerio ao seu Ilustre Pre-
4:ursor da Paz. O Sen boj-Camargo depois de alguns
iiasde descanso, e s^iisfazer os ardentes dezejosdos
Habitantes de Maeeiej urosefjuio para a Capital, onde
xegou na noite do dia r. -iL^djya srg*inte ouvio a
' cNserac^ de urna M^ji^ i tiritada,' 'njue em aeco de
gratis a Senhora S. An>fa, pelo restab^lecimento de
' bu a salid-*, quando eofe|f*io havio promeltido os seus
Amigas, O'.'iaes d "Sferet*ria : assistia ao Te-Deum
lauda mus, eaierrHS, ludo em ob/.eqnio seu. Oe-
pois de assim~BBggfl>V aa publicas d^mfrnstracfies de
prazer da prtele laiitosdroados, no da 11 entre-
gou a Presidencia, eri
restaurando as perdila*
cei, Cidade
,S.M-u,l,
ao campo onde se axa
lorca As Cmaras de Ma-
Camlos, PenJo, f 'al-
V%%% *%% \\JK
ENSAIO SOBRE O DESPOTISMO.
Continmacao do N. antecedente.
E nesses lempos tormentosos, e crticos podesse
qualquer praticar puridade com cada um dos par-
ticulares, talvez topasse ideas absolutamente Contra-
rias ao retorno do bem ; porque o Governo, urna
ver desptico, exelue, e apaga as luzes, e at des-
s.
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"*.- '

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T


M
Mi
K
i
K
(ok)
troe irvonlade. ff!Jao ha ertto niaTT*patriotas por
isso qt liar ha he f^ instruido, que appareca 5 e se,
' frzer, perd-r.-Aiogo a patria. Ningnera pensa se
t iwo em si : cari Sm geme ; porqtie ve-se a todfc ho-
ra aggredido : he ei >o que a causa de oada
lar torna-se cansa comruuixi-, e a desgraca ge
reunir tudo.
Esta he muitas vezes a cris?, qne hf mistar
veilnr ; por isso em certas pochas nao se pode**
rar o remedio, se nao do mesmo excesso do m:il 5 e
-. modo pode-se aguardar a regenerarlo da so-
ciedade no periodo mjtfs accelerado da sin decaden*-
l. Se Guilherme o|Conquistador fra mais mo-
derado ; seseus sucessJ-es nao tivessem mostrado suc-
li ya mete tanta franqueza, e arlimanhas despticas ;
contraste quasi inevfkej no governo feudat) se os
iczes houvessem soFrtyi menos todas as anoedade-,
' aulhoridade arbitra,a/j elles nunca virio a ser
se nao forao os abusos do feudalismo, e os exces-
dos grandes 5 talvez que a Europa nunca se tor-
na re (l)
Anda hem que quando todos os principios sao
descouhecidos, ou destruidos, o inlereise esporeado*
de restituir alguma unanimidad.', e prestar meios
de lberdde no seio do canos d'anarquia : Quem
uitiece os homens atdeseusde fritos tira partido.
U ouc repetir continuamente, que o egosmo he o
prmeirn vicio dos Povos corrompidos ; que logo que
o ejoismo domina, tudp vai perdido; que o egoismo
.11 fnn be o ultimo grao da corrupcao.
Tudo isto pode sor mu filozdfico, o verdadeiro a
muitos respehos : mas confesamos de boa f que es:-e
egosmo, objecto de tantas satyras, e todava to com-
mum, loi, e ser sempre em todos os tempos o defeito
mais g-ral da humanidade; porque os homens, a
m a natureza prescreve o sentimento, e preetzaS
1 sobre tudo, propendem a amarem-se ex-
>ii jmente.
Ivez que este mesmo defeito seja a primeira,
ma.s Becessaria de todas os molas, que a natureza
deo bo homein. He o amor proprio em moral o mes-
mo que o san-gua para o fsico : um e outro sao igual-
ce
!?le hoia s*
~"Tf)#io, ao' \j
ite a'fraclo \
5 todo o -
pois que em sui
prejuizos, e paix
lili* 1 consiste em 1.,
resvm r.) hem ge ra
x o a syeM a/dtt es v&
ti vos, e ojftasKs nu
visoes humvf.i*
o lapo da fra^pu'-'.
e insltuidos. H
iN? lev,:rami ..
primTpel, se nao no se1
ris3w'"m n'alm. estril ludo
cbjecy impressior^a gene?fl|^^^
justic-'Tp^g^elies nao sao mus, iroque pala
raesmas ajPmehos conhe< idas da sua lingoa. *\
mentos efmeros de huma sensibilidade produ* .
io insumi, e nao fundada sobre principios, so.f
eados, e destruidos pelo menor caprixo ; por qu*
diadema nao admitte nem os remorsos decoradores,-
nem a importuna piedade.
Se se c}issesM a hum rei, que elle nao fui elevado so-
bre os outro- omens, se nao para o bm deslrs ;* seria
apprefentar he'huma verdade to e.v'lenio, como res-
peitave! mas seguramente-elle nao Ihe dara crdito 5
2 .tal moi didide havia-oo^jgostar. quando nao o irri-
tasse. 1 Ensinai aos vussos p}n!l<><, diia o Senado da
Suer' ios mestres deseus&v- lipes, que a naturezjt
iodestiooa a Europa integrar p-|ra ser o jogo de doze
familias. Bem cara Ihe cuslarm a audacia de haver
publicado esta verdade, seo afcjjb Gustavo nao fosse
hum hornera grande, e nao serbisse ap tbrono com os
meamos s'Otmenlos-^ or que poocos principes sabem,
e menos ouvem de bom grado, que o Poto nao foi des-
tinado por direito divino para ibes servir de brinco,
ou de beslas de carga.
Se se dissesse a essejrei, que o Principe s quando he
bom. beque de augmentar a sua auctoridade se-
ria offereccr llie huma mxima mu certa : mas elle

"V
/
mente necessarios nossa constiluico. Essa ^aixbo nao a comprehenderia ; por que depende de princi-
nvolve todas as nossas faculdades .; hf
1 ;osa sim, quando exalada : mas tobem o
,ie. 9em a crculacan do quil iao podem os ani-
maes viver um tanle, nao cau&' estragos horriveis,
(lando s'inflama ? O sangue ie o manancial da
vida ; e o homem sm amor proprio o que ajeria? O
mediocre, o mais limitado, o mais fraeo, e intil
lodos os entes'. ,'
Seja oque for, todos somos levados pelo amor pro-
firi, ou egosmo, que veni a ser a mesma cousa. (2)
(1) Luiz--o Gordo em Franca, muito depois des-
ti I'rederico Buba-rocha n'AJemanha, e os reis d'
InaieUrraj nao catabelet-erd, w**lenlaro a admi-
oislracao munieital, se nao \\w bater os grandes, e
eoiilrap'zo delj iistituico (tminuar-'llies a des-
mesurada atboridade. O eslabf lecmeulo pois da
ailniiiiislrdC'Jo municipal foi em toda a Europa a epocha
> 1 revenJicacjM da hberdde.
(2) Com o devdo respeito : o termo egosmo nao be
Mionimo de atnoc proprio: porqjie e>le he o
de -,i, desenvolvido no estado ((ij. sociedad?, o
to longe est de serum Jicio, que he absolutamen-,
1 fidjspensavel ao home^m, qfler como individuo,
(iuer como cidado : -o egosmo porem be este mesmo
amor, levado a excesso, pelo qual o homem faz de si^
1 centro nico de lodosos bens, e comodidades: es-
te be lro_ vicio execrave! : dtlle nasce a indiflerencaj
pios, que foca mister primeiramente por Ihe ao alcan-
ce. Como pois ins'.ruillo do que tanto Ihe compre sa-
be !'
Muitas vezes se tem repetido, que os principes dev-
rao ter sempre adame do- Mhos posteridade : mas
que Ihes importa a elles a p> sU >'' e? soos reis por
accaso suceptiveis'de liuma s ns.'.nlit'-tdc tal, que Ihe
laca encontrar freio, u estimulo nos juizos da poste-
ridade ? se quiserdes, que elles sejao justos, demon^-
trai-lhes, que iiSo podem deixar de ser sem risco de
seperderem : neste caso talvez, que a reflexio con.
trabalance oinstincto. Crde, queointeressebe, e
ser sempre a liussola di,s reis: se elles sao pouco il-
lusti.idos, ''dem se a respeto detfenteresse s eeu-
5/-v -.i Ana inm/inC '
* Connuar-s4-lM'
Xl
to ai dosiomens
%f\ v ** *%%*%
LA if
vJ M escravo, angola, bom tr^nlbdor de enxada,
e muito gil para qualquer servcii com a condico d
d'aquelles, que, com tant^pie oMKen co m d e m
'pouco, ou nada interessori*i^rdadI,e ventura do
seu paiz.

V Vf


.
f'oa d^Tfaductor.
^


II
(192f)
* I
fj direito
.Jar. '&"
raixas ei
precisos
[J.irros n-
'as 2.
.\" tomo, das lin-\
(ovo, por
'J4._
la ma
tora ta-
iuina da
i "

raos n;
i
I
H
'//.,r
. alho a 2$560 res > sd
oo. .5: no armaze.m dei'rcjtepo"
l'negro, denaco, 20annos, entcmj algu-
, oealfaiate, e hbil para servico decampo,
vallo esquipador e carregador : na ra da Cruz
zem o. 14.
fl^- A terca parte do sitio do arto com casa de
venda no lugar da Boa-viagcm Freguezia de Jabo-
to : no mesmu a failar cora Antonio Lourenco da
Costa Santiago.
$r^ Potassa R\ssianna de superior qealidad* por
prero cmodo : na ruado Cuido Iota de I
D. 8.
:
V
m Idros brancos finas quel rados nao sondo de vi-
^ draga: na Boa-vista beco do ferreiro primeira casa a4
esijuerda das 8 horas da manh as 8 da larde.
*^ Urna cabra, que lenha bastante leite c que es-
teja arostumada a criar ; na ra do Aragao n. 205
$C3" Garrafa-, vnzias sendo limpas e de conta a 60
reis, e botijas a \0 reis : na pracinha do Livramenlo
venda D. 25 defronte da loja de ferragem.
j^ Urna bolea de seda "com seos cord&es, que sir-
va para carregar roquete de Padre, e me esttjja era
bom uzo, cu nova : no pateo de S. Pedro a fa:iar
como Padre Mauricio Borgesd-i Costa.
X
Precisa-s< Sagar urna prel>
\
&bi?o* vj\ aculares.
O;
S possuidoTes de Bilhetes da Alfandega em cobre
/*"Veiici ro quanto antes apresen la-Ios, an^s-de finasar o
prazo d resgate, para e.itar quesles, fijando certas
que ser res-rvada a dita moeda em cobre corrente
boje a qualquer terapo que apaseco.
Vsr- Precisa-se sar enanca! ; na ruado Calabouco em o pruty'iro so-
brado de um s andar, Jado direito, ao saliir^no fun-
do do Quartel doi Municipaes.
ygF* Quem pretjsar de urna criada que sabe en-
gomar ecosinhar ; di rija T se,.? r-uJkJ f*bp D. '
^^8C5<* Franjeo (jnfBrode Bullo faz sciente aos
possuidoresdosseus b.fc'etes e ordens que venho re-
ceber em inoeda' de -^re al o da 20 do corrente,
quando nao perderffq'jillo que se perde no recolher
ao Tezouro. ^^J
%&- QueV? para a'^gar um sitio perto da pra-
ca ; por Soledatw, ma' rju- lio, e passagem da Vladale-
na, nao excedendo tfSft'-^ de l20$ a 150$ rs.
nnuaes : annQicieJ/
ocjeiy
1
V.
I0 saiba o"0-
a
j
I niar, e fazer todo mais semen d? u^ c.
JHmilia } dirija se ao Estanque de Kflatjtua i -*bou d
Qarmo. i
^yNuno Maria de Seixas, poi jd eos possui-
dores dSbiH>etPS de cobre de su 6 bem issim
de BilrfCT'd. Alian.lega, pagaveis en dita.esj-ce,
ou finalmente d'ordens saccadas, pro, contt
mo.efflL nao hajao sido pagas; a virero reetber em
seo Escriplorio, as respectivas quantias, em moeda d,
cobre corrente ;.eertos, que nao O lazendo se subjer
taro receberem do 1.- de Ouflbro em diaote, a
naquella mesma especie, ou na lAeda que entao lor
corrente, com o rebate legal : follando desde |u,
por qualquer duvida occorrente,-a respailo.
1 D-se 200^ reis a jurr/: noteneiro andar
do sobrado da esquina da ruAlf Lo rangora por aun
do reloioeiro. v'.
^y JooKemp Larbuk W. sciente, qm; elle o
A-reudatario do armazem, e casis, citas na ra da
Cruz, n. H portrasp-sso quelhe fea Jo Fr.edc ^o
'JdTffna Francisca de Jezus.
$^- Pi(vine-se ao respei'tavei Publico em gera
e ao Commercio cm particular, que Antonio Ja*eGi
dinho Jnior, deixou de ser caixeiro da casa de r*
no Maria de S nem ant^-s, lao pouco depois, o auctorisara, para i
tuar tranzaco alguma.
^^ Precisa-se de um mestre refinador dp :>ssucar,
forro ou captivo ; na refinacio *a/ua das Cruz-1
^y Diego Cockshott & C. fazem scienle ac pot-
suidores de KM bhetes d'Alfandcga Que esta
dos bajo de os ^presentar ateo dia 3$ do corrente que
perlendem recolher impreterivelmente ao deposilo ge-
ral o importe daquellesque nao forera apreseutados ale
o mencionado dia.
C^Oaquina, angola, bem ladina,'11 i nos
mais ou m^nos | fgida no dia 9 do corante, com Ma
de cinta,azul, ccamisa dealgodo : -o aterro dos A-
togadosD. 19.
NOTCMS MARTIMAS
Navio s^hido no dia 10.
RlOFCtaMOZO; S. 5. Jote Fiajaato, M. li
riqueCarneiiode Mmeida : varios gneros. ft-
geirosFrancisco Xavier de Moraes, e Angelo Joz-:
INaiciso.
ERRATAS.
]Vo D.ario N. itfjfc "i-1 V H em tu "r de ter
_.l0H-seserlin. $y t... lugar de-Ua^nnina-se
leia.so^determine-s/^-col. 2.' lin. 10 em lugar de
estipendiosleia-se estipendiolin. 1S em lugar
deE.tecutivosleia-seExecutirolin. 33 em lu-
gar dedeferimosleia-se-diferimoslin. 44 em lu-
f'ar deirNtocralicaleia-searistocracialin. 52
vm lugar d.Monarquia-hia se MonrquicaUn. 55
em lugar e AiiskJcralica--leia-se-Ariitocrfilico--col.
3 lin. 21 cm lugar de-rprev{nia--leia-se--previnau.
e outros, que sepodem suprir.
-
"Pan. na Typ. do Diario 1834%f
--------,_,
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')
. ,


Full Text
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