Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:02696


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Full Text
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\RTA FEIIU 10 DESEPT&MB
Hftl<O *1 S*fttt fct&0
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A nS,',,screve-se W*m*mmm 40 reis. ad.antados. a Tipoi
nde s;r;/T,,,l'V,a,r'Z deS" *'""' d. porta 3
f:.s / "* 'rrts.pondenc.a*, ,1 ene. mslreJ
r4tm sendo dospropnoa niroMici tmente rindo asiig-a^dj
fia
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dera<;o.:
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ijfnra depende de nsSnrmos, di oossa prudWci*, m*
enerjria: conttnue/os coma prineipiam-5 erenw
com a entre as .\aco<-> mais UrtaS.
Ptoclnma^ao du item/ilva Or^U Rrmtl'
i
ympxzszo em pernamwopot a. %\t /Eiran^a faicao
1
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DAS da SEMANA.
* **^ 4.
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**%**%-..*** tfciM\ttt\*
Lxr
A.' S. NcoSo V. M; JSes. da fhe. Publica. PrTas
9h. el8 m.'da m.
5 -S. Theodora Re. dem. Aud. do* J. Civ. de
111. ede t. Pr. as 10 h. e 54 m. da m.
6.a 3. Anta Ses. da Thez. P. de m. e Aud. do J. de
Orfosdet. P. nslOh. e54m. da m.
Sabbado S. Felippe fa. Re." de m. e aud. do
Vg. G. de m. Pr. as 11 |,. e 42 m. da m.
Dom. S. Salustto Preamar aos .SO m. da t.
Ao Arnirvsmio da Independencia do Brasil. '"
*^ODE
TIL
^ ,, a nasP,aTas> que Cabral pizra
To rizonbaH.ssomou a roxa Auroia,
Nutu-a seus rajos to luzenlea trousse
. Auri-rinito Apollo.
Como que se .remota a Natureza .
Por toda a Ierra rio Brazil vicoso,
Nem a materia mais taca surgi
A'voz do Omnipotente.
O velho Bihii ibe de mil lorcs
Hojea frente rugosa cin^e, enfeita"
E do Capibtribe. as meigw Ninfa*
Jubilosas descanso.
O bando mu!ticor|das1ir.das aves
Sem gOrgeio', varia ameno, e llo ;
O rio, o prado, o bosque, tud exulta
Em festival arroubfb.
Musa, que ora me soflamas
De nobre enlhuzinsmo o fi o peito,
De.to grato prazerj de gloria tanta
motivo relata.
Meu estro desenvclve, inspira, areende,
De teu almo licor esl'alma mbcbe :
Eu quero celebrar em versos dignos
Do Bra/il o triunfo.
Tu me accenas, Patria Queres,, que eu emir leus illustres fetos, ?
Tu s meu coraco tu s meu Nume,
O' Patria, etl le obedeco.
Por mais de setlos trez gemeo OBOfesso
O formosy Brazil, meu patrio ben i,
De Lizia foVacravo por crueza,
Que conquista cbamro.
Colonial re gime o-, ferros lauca
Nos pulsos innocentes de seus Filhos,
E do injusto poder sempre ciosa
Respirar os nao deixa.
Cruel o passo embarga a seus progressos,
As azas corta irosa ao genio ousado ;
(^ue se eleve o Brazil, ali '. nao oousente
Seu noVercal ciume.
'\>
X
A
,eis /le sangue e terror nos sao impostas
\Por cruentos\izires, seus dilectos;
'Hum^Portuguez aqui he Rei be ludo,
O Biazileiro he nada.
Os pulsos inda tens arroxeados.
Inda os siuaes do pranto o rosto guarda,
O' Patria, o sol imento tem balizas,
De escravido ja basta.
O' doce Liberdade, ethereo lume,
O' prezente do Ceo, se a tyrannia
Pode hwm lempo abafar-te, ab nao eonseguo
Extinguir te, de todo".
Huma eentelha tmsta a dar-lhe vida,
Mu na oentelha salla,-xN^nde, abraza
T>dos os coracoes; pcfc nunca mor re
Esle fgo cel^.JE'.
Que val sem Liberdade a^vida triste?
O O'o, que nosformou, que hu'alma deo-nos,
Ikndadoso rfos fez do Nume imagera,
Liberdade outorgou-nos.
Salve do nono me/, sptimo Dia,
Do Brazil o maior, o Dia primo,
Em (jue retumbado Amazona ao Prata
Independencia, ou Morte.
Do trovao nao se extende pelos ares
To veloz o ribombo estrepitoso,
Como este grito de herosmo, e gloria
Pelo Brazil inteiro. "
! aue quer ser livre nao o impeee
De l\ ramios o esforco, ardil, ou man ha.,
Lizia raivou em bjide, prf-se em camp
JNIa^o irityifo hft nosso.
O' Sete de Setembr, Ep'Mia Ilustre,
Da Sacra Independencia$rasSa|pnte
Alem da roda os fugaces aniros
At ao fim dos evos,
vao do grao Brazil os dign )g Pilhot,
Vivi da cara Patria OS !)e!er.-.ores :
Unido, Bra/i'eiros; ludo tem >.
A Lib'i'dade be nossa.



JL
V
/ PORTARAS."
Inspector interino da Uhesouraria desta Provin-
cia leudo fin vista a falta de Seduas para a operaco
dolroco do cbre, e,n^espacho dj Exm. Coselhoio
I vt rno, no r-quenmento doslNegociar.tes desta pra-
ea, ui.ndando reaKsaf os CoivbAimeotos, que se ha-
viodado, na conformldade do Mrtigo 19 do Regula-
menlo de 8 de Outubro proximolpassado, deliberen''
em sesso da nn. ni Tii zouraria ;que ditos Conbe-
cimentos (o sem inlerinAmeuk trocados pelos de qui-
nhentos mil reis, eiitulaveisVflue viero ltimamente
do Thezpuro Publico Nir|flaTV e na fai/pelos outros
*
m
MX
ivfiona forma
4
ivre
de qa.ntus inearlta, escnpturandb-aa-'esta opetaco
)dello luj
to: devendo
I NUMERACO INCORRETA
--------- -=----------------------a~^tmmmm w
1



'jWfYn^s.rortiftJores a.'sgKrorn oJbu
006 C';nhacina pitos, que e-fAn^ar^i, <
ara r
cia^r
* / (oio
k
nomevno verso
o prestar |fiai
Dea para restituirem As que fea berjfli, ou a sua
importancia^m Sednlis, e tornaren) a arrcher osffuo
rnoedn de cobre, que fosse apreseu^
' i>or Sedlas ? ^/ moeda de cobre
Thesouraria de Pernambuco 5 de
834Joi i Goncalv ida Silva. Conforij
I' raim seo i
O Jn : i >.. turarla desta lVo-
^ ira I i .ir o ex amento
^j^s- Militares, deliberou em tolla n un i le^una,
p**^ que Ibttes os recibos los O i icas reflr-
las de I .a, I li i ls Oasses^ Ri<
Wbs dos Offi extinctos Cogpos
ts dos Carpos, e I das Pracas i
mpamento sejo pagos na Thesouraria, Tndepen<
gyj^fa Bespacho, a vi&ta do i eibos a verba dos pe-
ciaes encarregadoi da Contabilidad^ Militar..
i tioipa .. Sor. [tVsoureii o d i tend i p tra
lligcncia,-e excucSo. l'li".'iiraiia de Per-
deSetemo de 1834. Joo Goncjtlves da
iConformeJ >um I tncisco Bastos.
CORRESPONDEN
Linfa,
jressadas do
f
/
-
Snr. /< t ;c >il
O* I. a coi i ia lili r'a em seu Diario de 3
(i', corrente S pl n. 477, houvesse de ser
i so mente por pi > sensatas, doiprevinidas, ou
|oc me conhecessem > porto, eu despiezara a de-
tracto, que gratuitamente nella n em i lali*
dade de raembro do Concerno Administrativo desta
Provincia, o Sur. Giiarda Exterior, que nao sei,
nuil quero saber qtieq tja. Mas essa'correspon<
deucia, Senhor-Redactor, temdesar lida por todos,
a cujas m*os segar o seu Diarto 5 e cmo nella' seja de-
tida a rriulia pe puta o, que cu tenbo feito por
iservar illibada, nao por pa'avras, mas sim por
I dos, preciosme diz ima coiza em rarti.-i
iza, pira que o 1 lerem, 1 o Senhor
Guarda (">:1 lor, me Gaft*o a jujti? e eu aupo-
jiio merecer. \
Para se entender qualqia^Lei *no batta olbar as
suas palavras. csiqlnaAizI consultar a sua ra/.io, e
aoseufira, como esViou o Jess 6ri-lo Celso, e se
ve na L. 17 Dig. de legib.. O fin da L de 3 <\
Oulubro do anno.passadp cic 1833 uo I i nutro, qt
"apartar da circuido a moeda fal$ad cobte, cute r.e-
a entroduzido, e qe, d (un coma
lida por o Governo, esta va faz< a tior fia-
todoo Imperio do Brasil. Para tal*fim pois
permetio essa J.ei, qu< a moeda de Ihidanas Th< >ourarias Provjneiaes, p hdo ib os
ipossuidofea Sedulas representan!^ dolalor das
quaotias rercjhidas, em razio do. pezo !. coftique
foca emit la a moefta pelo Qoverno, qual o de I$280
reLj por libra. B como,os Legjjladoi es nao se qtiiaes-
soti oceupar doi meta-Jriatrucnvosf e conducentes
para se reaJizar o troJS, em o ari. 1 desaa n i
rna Lei autborizrloJ Govomo para dars Instru-
ces, que fossem rfvssai'ias para 1 sua exi
isto j ara se retllaro Mctbimento da moeda as
Thesouraria, p (i/Seu troco por Sedu
De confofmidade cmala autbi > da Le em-
tioo Guverntjo Rcgulamkto de 8 d iqueWe met, a
! o que se v nesse Regubmento
lo, dativa
-amenl
o tr
anno, authoriediJo por o
I Ir f
Jecrelo da inesma da'.a.
r.
o
fe
vi
oco
asfiui aprcze./lik-
*(/ tegiunte avttnguacSes: l.'1 se moeda de. cobre:
. se em lotalidade iem o jyezo declarado na nota do
>.",'/ Feko sto o Thesoutciro recebe/ do
1'ador a moeda averiguada, e, he entregar o
cobre legal
al rio a dfspozip&odo K-'milament, como, ne-
se em boa fe, e sem urna Ltgica nova, r|iic na
Thesouraria desta Provincia*!' procedeo legalmente,
beodo-se 1 moeda d r.obr J que nella l'oi a pre-
sentada, -e dandi)-se Conhecimeiuos interinos, repre-
zentatlvos do seu valor em razc de i-^280 rcis por
libra, embora nao livesse a rloda aprezentada o pe-
zo legal, sto o de mais de site a oila oi( ivas a de 80
lis e as de mais a uoporco } embora a moeda
apresenttda fosse vi/.i\elmente da samada ronzan ?
Se assim nao d -via ser, v o Senhor (iu 11 la E lerior
(ornaressascpQtasao Governo, que m.indou observas?
Regulamento, c a As&erablea GeraJ, que para
tanto o aulhorHsou.
No mnos terminante o art. 13 do mesmo RfgU-
lamento. jq passo aueotmeoda tnoeda.de cobre
for Lmdo tu a ai < Irfazendo o apartamento da que
naotivur o vezo marcado na I< \ o M z>o/a em
Wguatda separadamenU ai ~ I he dar o destino cor-
veniente : /'cin / a de ni,lis li tinada pa-a a reuli-
zat &o das Seftuias na for mamo ait. i." da Le. I sso
art. hiendo m olh is, que a mo d 1, <|iie
nao tiver o pe/.o grl, qu a naesm xamada x ifian,
se deve reci ber nasTbesourarias, etrocar-se por S-
dulas, senil) separada da ootra, e goardauaj at
que por alftuma Lpi se IUe o destino conveni-
ente.
Guise diga estar bqoelle art. do#Regulament
em o pozi a kj da citada Lei, que manda corlar
1 m ieda falsa, e entrgala a quem pertencer : por
cpianto a dispozicaodesse mesmo art. da Lei, so pro-
liad. o prazo de dous mezes, marca-
do em 1 tda umn4as Provincias para se trucara moeda
ir Sdalas, pois que ento deye ser cortas-
da a que apai cer,% entregue*a sen dona, que nao a foi
ber sem din ulaVom senistras intencSes ; querendo
evitar a Le per este veto, que os possuidores de tal mo
eda poucoa pnucoa-IV.i-'ii, e.ti iduxindo na rirculaco.
Se a Lei de 3 da\)uti 1 S.*> (assim est na
Correspondenci) Mienten te tSnrs. Concel/ieiros, ella se i Lei de /<<-
gmeda moeda% cerno prtlendiao lguns Sm$% l^c-
putados, eentteoutios oSm. Geivasio l'uefi er-
reira.% Nao qneira se'r o Senhor Guarda Exterior o
Icaro dos nossos ilhts. Deixe essi S**nhor de saltar at
vellasa sua fantaz'ra em materia, era qyc 1 He nao po-
der ter a prezumptfo jde vola iiga o Conceibo do
rdt'stre Veutisino la Potica, Koncdho, qne eu
con fasto ha* retado, indo t jo r sssento no
Concelho Adraiifistrativo, -em tu-os lalcntos necea*
sarios, a a) d bra l; e di s mais sinceros de-
zejo de ervii 1 tausa Publica, para, bVra enzer as
(.11 fas desse lugari
Sumite materiam vestrif, qui s< *ibilis mqam
I nius, it vrnsate din, a, I ferie recusent,
Quid valeani humeri. ,
A libra da moeda *|nxan anda va cima de 2^560,
Andava cima de 1^280, senio m.dor, ao meo
urna grande parte da moeda de cubre emitida por o
Governo. Como pois, e com que boa fi xamar-s
re-gale o troco da moeda de cobre por S"dulas,tf /
t
-

I*
77T
I J



sero resgntadas por boa moeda, em raao i queaqhando-se
U^or libra? tetia, correr/)
i \
trahfa. m.iis d
l: ,v,l
eos
'a-
iii-
i
rodaraor lodo o
i aftcfe jo Correa
*r igue Matildes defjue he Mestre Antonio Joze,
il I hWida sai para o Rio Grande do Sul fb dia 22 do#
coi re
O
s
amos a carga.
Para o Rio Grande do Su!.
l^fEgue viagem o Brigue Escuna Matildes'at W> 'i
lorrenlc : queri?quizer carrejar escravos ou gener
airWse a bordo do msese ancorado t.-a volta do Fo
te d\ Motos ou a ra da Cruz n. 50.
A. Se?
Lclao'.
'nunca la
EstaudMiupois em tees principios, e a-parecenoo
emSessio ao Concelho Administrativo um requriaK
ment d'aguns possuidoresdos primeiros conhecimen-
tos, que -.> emetiro, pora moeda de cobre recoltda
na Th ouraiia, antes de haven m xegado as Sedlas,
parase realimrem por ellas, depois de haverem fu|f.o
a favor dease requerinjento osSenhores Congelnt
Padr.; Laurentiuo Antonio Moreira de Carva
tire Verginio Rodrigues Campe lo, f Francisco
la C.valcante d'Albtiquerque, concluindo todos\>lles
em nfd ser legal rampinete da realizaeiada lees co-
nherimentos por Redulas, determinada por o Exm.
Senhor Presi IcnuYla Provincia, e -pie por isso mes-
mo se devia fase* bgo competente reatizacao, dase
(,u com a ininha hauitfal franqueza, oue nao obstante
estar eu mtmam$c|Mrsuaiiido d i boa 'e, c aanissi-
masinteosoes do Ex*m. Sor. Presidente ^ tal vez nao
teja o 5.ir Guarda Exterior mais coloso da -ma repu-
tarlo, do ie eu) cora tudo nao me parsuadia da lepili-
,tlade (l i medida da luspensao p >r elle "determinada:
e.qee pafrecendo me o requeriraeoto de justi.-, en
votav-ia por (Ip, o mesmo Senhor Prezidente nao
houvessoparticipadaocasca, comoeNe havia manifes-
tado, a A ssetablea Geral, e ao Governo, em cujas
circunsiau- i u vota va que espe isse a decis do |
qualquer d'aquelien l'' e nessa onl mu ule
vetdu o Si,r. Conselheiro loaquim Fr:m,;-i
;i ipicm o Sur (i iin;. !' i -i i ir encomiou de e v<
coni o Sur. Concejlieno Doutor Francisco Xavier Pe-
reira de BHto, na intenso por ventura le disfarcar
assim a son parcialidad*.
Tal havcdo sido, Shr. Redactor, o meo proced?
ment em < onelho, onde a Drlia de espirito i
o de imparcialid ronsqueemsua corr nria
q i -me pSnr. Guarda Exieri ? mea (ive
\ loucura d'' tjrpormt sabixSo-, e menos de t< i por in-
i.ilivel a njiilii opiniio. Eu (juero convtr del
grado em nao haver saludo entender a Le, par nao
ter os tlenlo., q S'>r. Guarda Exleii r pfei n i
fin suatorre ia. Ras d'.ilu ruio si pode se-
guir nei haver cu profedido s rito
dejostiea, e mente, como i nputou me esse Se-
nhor. Di| i que .ni err.V'a na inteligencia da
Le, e al me tasissc nao me eon^iderava doutado. -Alas nao me delalasse,
romo vei.di i.il.resse doi autores d'aquelle
qu. rini randi io4 este meio dtsacredil
me, e ffl i rijoso aoj menscom-id idf, >s, cutos
tiatenhafebida apreciar, tabora nuura, e por,- !;,u.vs(,, na esa do Crdoso.
do
;roj
r
'iiamm faz Leilo de 70 Barril demanteia^
ingleza. no dia 11 do crrenle, s 9 horas du man ha,
perla da Alfanaega.
AS- P

/ :
^jMa negra de nacao, mossa, sem vicio algum, co-
tiuha^ boa quitandeira, e lava soCrivelmente, e to
bem >c troca por um negro messo e possante : na pon-
te velha^casa junMa a Joze- Lelo da Castro.
* A loja decaldreiro rita na roa Nova D. 17
com eusTpertenres 3 n h sobre a ditaalgum
embarao 'g0 dentro-de 24 boras seja decla-
I folhas pfctbltrns.
:-- 1 violdes um de Jacaranda o outro de pau de
olho ambos encordoados, e trastejados de prata, com
has rozes, 1 ceil i le regra com ua competente cai-tf
x 1 ia do Qneimado loja 1). 3. Jk
'..;* Ui) guarda roupa d'amoreHo, emmuito boni
estado : na ra di Mondego i). 25. ^
\'"./* Urna casa, dea^jpa coberUde telha com (lu-
co
a
a-
nnnma moiietrn, m solicitaste. Talvea.oSnr. Guar-
da I' Kl riur, q ie {01 no i di/er, nao si i, neffl (tero sa-
ber quem elle seje, ja tiv< so occasii 1 de eipfVimen-
t'i-, 10 e,i|.iz d lerilicar a miaba consien-
ca ni/ade, (Mi 1 srdidos interesses. Talvex a -u 1
consiencia o leuda remordido, por me haVe"r 4! I
urna 1, que en nio merefui, nao jer el'e um
ob^tilldo eni -e. '--tr.ivr-.-.(:f\. e^iocapiz de remorsOS.
A re-iguei ii.i 1 -, Sin-, [{ei,:c(or, (lo que preleniiii.
Co;'no oeduido Ilf o obzequio Qe enserir es-a d
tavj.idi re gji en a sua estima ve I Follia, no que mui-
BSW7 1 : a casa, dea^ipa coberta da telha com d
! re~ as portes, quuial, v aliterada fructos, por pre
muito commodajna ruaHa CwHNirte lado diieito;
' vn fallar com Joze Veirade.Figueredo, atrai di M
"'-'" i'.jlri'. d 1 !!oa-\i-l!, na casa do Cardoso.
!j5^* Para lor.i da Provincia urna negra mossa, que
to obrigar ao
St-u amigle venerador.
/'. ./. Curre ia.
O
I
LOTEIA.
Padre Joo Rodrigues d'Araujo, Rrilor do Se-
minario d'Olinda. faz sciente ao respcitavcl publico,
cose 11. engonri liso, lava de sabo, e cos-^a o dia-
fto de urna rasa : na mesma.
^>3". Uma porco de chutribo usado pira obra, e
outra pon ao de cabello para colxio : na ra por detras
di^ MarLi*rs D. 29. "^
T^^lIm Tito Livio latino, o urna Arte Potica em
Portnguez, e Latim : no Aterro.da Boa-rista M. 29.
Lnn Ethica traduaida cm porluguez : na ra
do Colegio Botica 5.
^r^ Ume HxWj)WT?c*cba|r: na ra doCoTIgio
D. 3. 1
IQP" Assucar mascavadoaslrrobas a 1^800, e li-
bras a GO reis,, vinho do porto\|igarrnolo a mais de
innos a 500 reis a garrafa, ditlde oulrasqualidade* -
superiores em caadas e te(aiiio<^kima porco de er-
vadiice muilo nova a retaW# a 24e"reis a libra, urna
(i leiiitiha ainda por pinljp|^modtrna por 38^5 reis :
na ra do Rangel esquirlo hecodo Carcereiro.
Urna venda comloui os fundos na ra Direila

V
w^1
3L
Mil I
i
\:i
> 1
i:


fallarjbra An-
itifym fundos*
apMuena fami-
' eL
tcy*'l'-.n Vr reno, com t>0 palmos de frente,
10" ***
Trida na ru Nova
^ res, e comrtodf s
r.ji.
ai"' ih-s
Paz
i
I
do dito/
randeJ
axado
rartdes Whdos, alkerces, muro, e ma
fias, no a (trro dos Afogadosda parte da ma^&r
cuja casa cabio : a fallar cora Joaquina Lopes ni
naSoledade. f
$r~?- C.iaxa fiara sapatos^em potes grandes e pe-
. truenos tanto em porcao romo araetalho por preco co-
nt do ; na ra o i D. 10. t^,
ICJN Um cavado da primeira muda, muito ardido,
cfpaceiro por preco commodo \ na praca da Boa-^risty
ofFicjil i
Diite'Va I
etras
-las.
uiz de 1*bz do Des-
vincia do Rio Grande
dS.Norte, W. siber, que em cumplimento do Decreto
dSl4 de l)-z"ml.. i .rbraSfeito-.f Vi I>stricto a 17 de Agosto deste anuo a um crilo
X
D. l).
3~ Um par de escamas amarelias para
Cavarla ra ; um maxadoe urna enxo : defronle
SijpMflpSiiledaiU' i .i-a vi \.\ 3 portas.
^^Rftmc'iidnas dores, e amargas com pele ; na pra-
cajda l>. vial i Botica D. 16.
Urna cadeira moderna, ede bom posto, quaae
5'a e rica ; na praca da Boa-vista Botica de Joo
! remira da Cunbaaonde se mostrar.
"^K t?" m braco de bnllanca, e !) pezos (! 2 atro-
jan cm bom uzo, preprio para armazem de assucar,
ou outro quatquer ; na ra
zem de oaaucar defronte do
p^^* 8 duzias d'.- tabn
fono,; na ra do Amor
l^ntameiito arma-
re
Jparaiba, proprias para
1 26.
:
Compran
iM cavallo, sendo novo, e com t^Jcs andares pre-
cizos: na ra dos Quarteis I) 5.
^^ Repertorio Syjtematico pelas materias, Of-
dem alfabtica da Legislaco novissima do Imperio do
Brazil desde 1822 al 1830 : annuncie.
I #* 1. ma libra de prata fina sera feitio, urna
salva da prata que sirva para se bota i ropo d'ngoa,
^iima colher {rancie de tirar sopa : najrua detraz dra
Ijai tiros casa D. 30
^GJ- Um moleque. de 10, a 16 .\iinos; ou um ne-
gro de 50 atritos : na (undulo dasfc nontis, casa da
..
gamiteira. ou anuncia;.
VC$* l'm escravo office! -$e pedreiro :
C< lefio D 8, ^ V
na rua do
A
*.*-
arren&amento..
. Rrer. da -se duas moradas de casas ten i as no Poco
da Panella, na da Maqgueira, tom bastan tea conarao-
dos para familia pass .,
R
,?t>cr&a0.
JSrdqo-se desde a p^ A;
earteirr,com R*. 1:*5tfh)000
Altandega urna
em Sedulas : quem a
tiver libado e quizer rdltituir, pode n a rua
da Cruz n. 28 2.and^ que recebera de all
... ^foarta part
jpOuauim Fes Maxado pralendc ir ao Sul i
i ir t T >*
1:
med;al| estatura, a laffl refea io eor(.o, 0J4M por
i ITagavasem passaporte, nem cdula de seu Snr.,
oqu depois de examinado na lorr.ia do DOftUtnTC de-
clai.u ser escravo de Joze da CnizjRocha, morador,
e lavrador no Engenhodo meio da/rieguezia da Var-
rea de Pernambuco ; que 5 nnaJaauh lora da vista
de seu Senuor a titulo de liberto ; /que se xama Joa-
quim, mais que seu Scnbor, para 4-destinguir de Ott-
tiu escravo do mesmo nome, o avu Joaqun) ota-
noel. Outro sim faz saber, qul Jo havendo ainda
cadeia naqella Villa por ser iivTTmente criada, e nao
podendo remeter o dito escravo a seu Senbor, por
nao ler certeza'quem elle seja ; o conserva em sua ra-
za debaixo d toda a eautela.. e 10b o risco, e dispe-
z quem for seu Senbor, queir.-' aprezentar-se quanlo
antes na dita Villa cora seus (lulos; e si o ui/.er la
vender, asar comprador. Ma nesle inleri.n ent<
der-scli com Rodrigo Jote de Medeiros, na Bo-sh-
I lazem do Rufino at 15 deste ni"/.
J^ O- pussuidoresdtfbilhetes decobr
i sobre o abttixo aa>ignado, quWio quanto i
realisa-loa antes de fnalisar o praso Jiara o troco, i
s por aerara laes bi^hetea paga vea com. a moeda rk
cobre, que por ordem do (invern boje corr<' como
porque aeevito qutsioes ; cartoa deque fiva i serva-
da d la moeda para pagamento dos ditos bil i qu*4
quer lempo que ap.ire^o.
Tkomas de Aquino Fonceoa,
ty^ Queniannuneiou ter | i 'tugar, urna pela
1 tod o "i vico de casa, e poitas fofa ; diririja-sc :i
rua da Cruz n. 24, 2." andar.
^C^" Preciaa-M alugar duas a trez pretas ou mole-
para venderem na i ua ; na oaesraa casa W im i
:* Quem'preiisar de urna triada para todo osef-
vico de casa \ dirija.se ao beco das miudinhas n. 1.
,.- Osabaixoa dosfa'/.em publico qu Mu-
gue m negocie umlua da quinlia de lis 2:250^)000
em.moeda de cobreeolrente, pisado peto Sur. De-
zewbargador Luiz A^elo Vii torio do Nascimento
po, a Ijjiificio (iom?a da Silva em pagamento da
i da RuadoCabug, qi ttie comprou para seu
Livjiido Francisco Augusto de Azevedo e Silva, p ir
querkav ndo o dito Gom 'S procedido de ma fe na ven-
c i que fez com o fim de iliudir aos abaixo aasignados, e
mu- crmores, lem os mesmos prevenido ao devedor
para nao pagar o mencionado fi a, e usado doa meioa
que as Leis Ibes permiltem para obslar ao dolo que com
tiles' pralieoU o vendedor.
N. O. Biebenti Cortip.
poi%e BmcklehuiSt & Com).
fc^* Joze da Costa Reg MoiUeiro, roga ao 5nr.
q i tcn um liilbete de cobre de SUS firma quantia
:;io rs. Iiaja deomiwidr npreztiiiar-alhe
o dia 10 do correte).
Sy Na rua Nova era casa de Miguel Bernardo
Quinleiro, N 32, 1. andar, urna parda forra, com
muito, e bom leite. ,
\T3- \ i rua Nova D. 4, lop defronte doGildi 'ti-
ro, precisa-ae d' una criada para cosiuba.
r^r
Peni, na Ty>, do Diario >
ni t "7
i.
r


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